Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:04490


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Full Text
Auno (le 1842, Terg< Feira 15 de
Torio agpradepeudel e nos ncsn.ni ; da nossa prudencia, moileraco, f enerpia : con
ItootnM cobo principiamos, caeremos aponladoa com admiracao entre M teles man
"IM- ________^^^ (Proclamacao da Ataemblea Geral do Brasil.)
PARTIDAS DOS CORREIOS TERRESTRES.
Goianna, Paraiba, e RioSrande do Norle, aa segunda esexia feira.
Himno e Garanhuns, lUt 24.
Cabo, Ser'mhaem, Rio Formoto, I'uno Calvo, Macei, e Alacias no 4 H, e 21.
Paje 43. Santo Anlao, quima feira. Olinda iodos os dia.
das da semana.
44 Se, s. Mathildes Rainha. Chae Aud do Juii de Direito da 2. Tura
45 Ter?. Ha noque Rei. Re. \u l. do do uir.de Direito da 4, vara.
4 47 Qaint. Patricio. Aud. do juii de direito da 2. vara.
4S sexl. s. Grabiel Arcan jo. Aud. do Juiz de Direito da 4. vara.
.9 sab. >i s. Jos Espino re N. S,
0 Dom. s. Martinho Dominiense.
31 ai 50.
Anuo XVI11. N. 59.
SSZXM,7'.l'-i .'AUXa
O Diario publica-se todos os das que nao forem Santificados: o ftteo da ssijnalura r.t
de tres mil res por quartel pajos adianlados. Os anniincm* dos aasignanies s.io inseridos
gratis, eos dos que o nao fnrem rar.;o de SO res pur linha. As reclamaces devem srr
dirigidas a na Tvpografia ra das Cruies D. 3, o praca da Independencia lojas de livroa
humeros 37 e 3Y
CAMBIOS no da 14 de Mineo.
Cambio sobre Londres 28 1(2 d. p. 41).
M a Taris 32 res p. franeo,
. > Lisboa .SO a 88 P. tOO 4(.
Odio- Mota* de 8.40(1 V. 45.500a 14,700
> N. 14,300*44,500
de 4,000 8.100 a 8.800
PiuT* ratacocs i ,600 a i ,680
PnIa-Petos Columnarea 4,60a 4,680
Mexicanos 4,6401 4,660
i. miuila 1,440 4 4,460
Mocil" de cobre 3 por 100 de discouto.
Disi'Diilude lulli da AlfanfUga 1 a i por 100
ao me i.
dem de letras de boas firmas le lie {.
2
Preamar do da i de Marct.
4.* aa 7 horas e 42 ni. da nm'ik.
2. as S horas e O m, da larde.
PH\SF.S DA LOA NO MRZ UE MA.R$0.
Quart, min;. a 3 -- lis 41 horas e 4 m. da tarde,
I.na Nova a 42-- s 4 horas e S m. da manh.
Quart. crete. a 40- i S horas e 28 m da tarde.
La cheia a 20 -- s 11 horas e 30 m. da manh.
h*.
Alt
IIHC
ADVERTENCIA.
No Aufhogniplio da acta da 8. sesso da
Assemblea Provincial publicada no Diario de
honleni falta va a assignatnra to Sr. I Secre-
tario supplcnlc Luiz de CarvalhPaes de An-
drade.
No Diario de hontem pag. 2. col. 1. li-
nbas 4o. e 46. > illustraQfio circunstancias
leia-se illustrago e circunstancias.
PARTE OFFICIAL.
GOVERNO DA PROVINCIA.
CONTINLAgAO no EXPEDIENTE DO DIA 4 DO COR-
- RENTE.
Olicio Ao Commandante Suppcrior da
Guarda Nacional desle Municipio dizendo-lhe
(ue requisitando o inspector do Arsenal de
Marinha em cilicio de 3 do correte a des-
pensa de todo o servido da Guarda para os
embregados do mesmo Arsenal Christovao
Santiago de Oliveira o Luiz da Franca e
M"llo Jnior, este. Guardada primeira Com-
panbia do terceiro Batalhao, eaquelle da
segunda Companhia do segundo Batalhao em
consequencia de se acharem encarregados de
dilTerentes trabalbos compre que expega as
suas ordens para a referida dispensa.
Dito Ao Inspector do Arsenal de Mari-
nha,commuiiicandooconleudo no precedente
olicio.
Dito Ao Commandante da Companhia de
Operarios engajados para remetter Secreta-
ria da Presidencia una relago nominal das
pravas da mesma Companbia que se desti-
nao servir por enga jamen lo noexercilo do
Rio Grande do Sul, a fim de que seexpego
as ponveuientes ordena paralheserem forne-
cidos os objeclos, que para ellas reque-
sita.
Dito-Ao Inspector da Tbesourai ia da fasen-
da ordenando em conse iicxicia do que re-
quisitou oExm. Presiden tcvila Provincia das
Alagoas em ollicio de 21 do me/ prximo prc-i
terito que por conta dosupprmenlo, que se
tem de fa/er aquella Provincia mande
pagar Antonino Jos de Miranda Falco as
despesas da imprcsso do Relator io com
que o mesmo Exm. Presidente abri a As-
semblea Provincial respectiva.
IF@L MITO ESI.
ANNA D'ARCOXA (*).
Ferido Carlos d'um terror supersticioso ao
ouvir estas palavras voltou a cabera para
ver se a abacleca de Saint Amand vinha a traz
delle ; mas desta vez foi vao o seu temor.
O arcebispo tornou a calgar-so c entrou com
passo firme na calbedral onde se celebrou a
U'issa pontifical com grande pompa porem
apenas se .tinba acabado a ceremonia quando
vieram anuunciar-lhe que un mensageiro
pedia que o introduzissem na sua presenga
para um assum/itomui urgente.
Senbor .N exclamou este logo que foi
admitlido a fallamo arcebispo vinde vin-
de depressa que a senliora abadega de Saint
Ain ni 1 est para morrer e quer que a
confesseis antes de ser chamada a presenga de
Dos.
Carlos quando ouvio estas palavras cstre-
meceo mas tendo notado que todos os cir-
cumslantes tinham os olhos fitos nclle ape-
zar da afiligao que o opprimia disse ao men-
sageiro que estava promplo a scgui-lo man-
dou que fossem buscar a Ungo e depois di-
(*) Vid. os Diarios Ns. 4o, ii, 47, &,
>, SI, 82, W S.
Portara Ao Commandante da Charra
Carioca; para recebera seu bordo, o condu-
zir para a corte Cadete Augusto Leal Fer-
reira que vai servir voluntariamente no
exercito do Rio Grande do Sul.
Ollicio Ao Commandante das Armas,
communicando a oxpedioefio da ordem ante-
cedente.
Illm. Snr. Com a nformagro dada pelo
Prefeito interino desta Comarca devolvo a
representagao do Major Commandante do Es-
quadrfloda Cavallaria deste Municipio, que V.
S. me inderegou respeito do despacho, que
em recurso interposlo pelo Guarda Antonio
Marques de Amorim deo o mesmo Prefeito ,
declarando, que elle nio he domiciliario
deste Municipio to Recife. E constando tanto
por oerlidfio do Viga rio respectivo como por
infone.agao do Prefeito que ludo Ibe re-
envi, ter o dito Guarda seu domicilio no Mu-
nicipio de Olinda cumpre, que V. S. mande
fazer effectivo o despacho do Prefeito, a quem
pela Ledo 14 de Abril de 1836 compete co-
nhecer da boa ou m qu.ilieagfio le la pe-
los Chefes dos Cornos da Guarda Nacional.
Dos Guarde a V. S. Palacio do Governo
de Pernambuco i de Margo de 1812 Baro
da Roa-vista Snr. Commandante Superior
da Guarda Nacional deste Municipio, Fran-
cisco Jacinto Pereira.
dem do div 7.
Ollicio Ao Juiz de Direito Manoel Tei-
xera Peixoto communicando tel-o nomca-
do para presidir o andamento das rodas da 1*
liarte da )' Loteri* favor das Obras do The-
atro Publico desla Cidade.
Illm. Sr. -- Comoosarts. 14 e i.- do De-
creto n. 42 de 20 de Dv.enihro de 1810, eo
art. 4 das Instruceocs de II de Junlio do mes-
mo auno pelos (mies se nao pagaro servi-
gos do ejercicio imlo follando dinbeiro da
Receita do anuo, cm que se faz oservieo,
ou crdito para elle votado pelo Corpo Legis-
lativo, nao se podem applicar as hesoura-
i ias das Rendas Provinciaes sem os graves In-
convenientes que a experiencia tem mostra-
do principalmente respeito dos Em prega-
Jos Provinciaes e da Tropa cujo servico
he permanente e nao pode ser suspenso na
forma do art. 7 do mesmo Decreto ; Oque V.
S. na inteliigencia de fazer os pagamentos d
todos osservicos dos exercicios lindos, que
se deverem aos Empregados Pblicos e
rigio-seau mosteiro de Saint Amand. Pelo
caminlio mil tumultuosos pens.imcntos oc-
cupavama sua ideia e perguntava a si mesmo
se nao o tinha engaado JoAo Claudio, ese
era efectivamente a Anua de Arcona (pie ia
ver : Aunado Arcona a quem tinba deixado
cheia de vida de jiiventude e de baileza e
que agora ia encontrar agonizante. Mudo l
trmulo com a cabeca inclinada para o chao o
arcebispo ia como o criminoso que caminha
para o suplicio de tal modo que lodos os
circumstantcs se perguntavam a si mesmos
quem era o moribundo se a muiher a quem
iam ministrar o sacramento ou o homein
qneo le va va.
Assim que chegaram diante do prtico de
Saint Amand o prelado estremeceo quando
ouvio dobrar os sinos da abada e o seu pre-
sentimentose realisou vendo algumas mulhe-
res do povoque vinham correndo para elle c
exclamaran!.
Senhor j tarde asenhora abade-
g.a acaba de exalar o ultimo suspiro.
__ Moi ta exciamou elle olhando para
o annel pastoral que briihava em seu dedo ,
morta__ecaio sem acord.
QscSrcumstantes que viram ficar sem sen-
tidos o arcebispo o conduzram com o maior
cuidado ao seu palacio onde permaneceo al-
gumas horas neste estado o quando tornou
a i achoTi-s doitada a orna cama m rea
Tropa sendo mandados por esta Presidencia
na forma do art. 13 do referido Decreto a-
inda que nao haja no Corro quanlia al;uma
perteuccnte este exerciciq nern crdito
supplementar ; icando assim declarada a or-
dem da Presidencia de 2 de Julho ultimo ,
pela qual se mandn adoptar n'essa Thesou-
raria a forma de escripturaco estabelecida
nos mencionados Decreto e tnstrucoOas.
Dos Guarde a V. S. Palacio do Governo de
Pernambuco 7 de Marco de 1X13 Barfio da
Roa-vista Sr. Manoel Carneiro de Souza
Caccrda Inspector interino da Thesouraria
das Rendas Provinciaes.
Olicio A'llamara Municipal desta Cida-
de communicando cm resposia ao-swi olicio
de 10 de Fevereiro ultimo ter approvado as
arrematacoes do contracto d'afericao dos pe-
sos e medidas deste Municipio por lempo de
um anuo e pela quanlia de 2:170.>0IM) rs. ,
e das casas n. 2o e 21 da praca da Indepen-
cia por lempo de 5 anuos e pela quanlia de
IoOjOOO rs. cada auno.
Portara Impondo em virtude do art.
30 da Lei Provincial numero 70 de Ida Haio
de 1859 Cmara Municipal da Cidade do
Recite a mulla de ISOjOOO, paga pro rata
pelos Vereadores, Secretario e Procurador
da mesma Cmara por nao ter ella apresen-
lado as contas da Heceita o Despeza o auno
lindo nem o orcrfmento do anuo futuro.
Ditas de igual theor multando as Cmaras
Municipaes do Cali o, Serinhaem na quanlia
de 100)000 rs. cada urna.
Ollicios -- As Cmaras Municipaes do Reci-
fe Cabo, e Serinhaem, participando o con-
teudo as portaras precedentes as quaesse
Ibes enviarao.
Dito-- Do. Secretario da Provincia ao 1 da
Assemhlea Legislativa Provincial communi-
cando para ser presente a mesma Assemblea .
a resoluco constante dasrelbridas Portaras.
Dito A' Cmara Municipal da Cidade do
Recife dizendo (to nao tendo ella Ciiiviado
as eonasda Receita c Despeza do auno indo ,
nem o orgamanto do anuo futuro cumpre ,
que com urgencia remella Presidencia os
mencionados orcameiito e conlas para se-
ren presentes Assemhlea Legislativa Pro-
vincial.
De igual theor Ibro dirigidos ;is Cmaras
Municipaes do Cabo-, o Serinhaem.
Dito Ao Inspector Geral das Obras Publi-
da qual estavam os principis ecclesiasti-
cos e mernbros de sua caza que conversavam
mu devagar masa pezar disso pode perfei-
ta mente ouvir estas palavras:
Sim senliores dizia o vigario maior
eslou resolvido a propor a S. Em. (pie laca
celebrar urna missa solemne na calhedral pe-
lo responso da alma de Mara d'Entragues,
trigsima, quarta ahadega de Saint Amand.
Mara d'Entragucs diese com sigo mesmo
o arcebispo logo nao era pois Auna de Ar-
cona ? Gragas a Dos exclamou o vigario
maior, parece (pie o senhor arcebispo come-
ga a recobrar os seus sentidos ; sempre pen-
sei que esta indisposicao nao tera funestos
resultados deve-se atlrihur smenle este
desmata ao demazado calor e a l'adijja (pe o
cerimonial causn a sua Eminencia, nao
verdade senhor ?
Efectivamente eu tambem assim o
acredito.
Havia entro os circumstantcs mn aju-|
dante de ordena do duque de VHIars, goveoa-
dorda provincia, o qual tinba viudo por
mandado do mesmodoque informar-sc do es-
tado em que se achava o arcebispo : esleof-
ficial onvindo as palavras que o vigario acaba va I
de proferir disse em voz muito baixa para
que nem todos ouvissem :
Tudo o que tenbo ouvido a respailo do
acdonte sealitr rwbispa hem xira-,'
cas ordenando que franqueie aoEngenhei1"0
Vauthier os estofos necessarios para aere01
fornecides ao Descnhista Souza ora emprc-
gado sob a direccao do dito Engenhciro.
Dito Ao Commandante das Armas para
mandar por disposigao do Engenheiro Vau-
thier quatro soldados da Companhia de Artfi-
ces, que em ollicio de o do crrente requisita
o mesmo Engenheiro para seren emprega-
dos soba direcc&o dos Eiigeulieiroscmcarrega-
dos dos trabalhos graphycos da estrada do Pao
do Alho.
Portara A' Joaquim da Fonccca Soares
de Figueiredo encarregado do levantamen-
to da plaa desta Cidade ordenando que
rostilua aO Engenheiro Vauthier o estojo do
instrumentos que do mesmo recebeo 8
de Outubro do auno indo.
Ollicio Ao Engenheiro Vauthier com-
municando oconteudo nos dous oflieios o
portara anteriores.
Dito Ao Commandante das Armas para
mandar apresentar a esta Presidencia o Al fe-
res da Companhia de Cavalaria Jos Bernardo
Fernandes Gama a fim de ser outra vez em-
preado as Ordens do Governo onde SBUI
servicos sao precisos.
Dito- Ao Agente da Companbia das Bar-
cas de Vapor nesta Cidade participando ,
que na Barca de Vapor Badiana- embarcSo
para a Corle secundo as ordens de S. M. I. -10
pragas do Exercito ; que na mesma Barca vai
o Aliaras de Commisso Domingos Jos Mar-
tins, encarregado de commandar na viagem
odilo contingente,e depassagem tambem se-
guem dous Cadetes de I linha a fim de qua
se sirva mandar forneco- as dilns pragas o nc-
ivssario para .'omedorias e rnais arranjos da
viagem.
Dito Ao Director do Jardim Botnico da
Olinda, dizendo. que para ser satisfeita a
exigencia da Assemhlea Legislativa Provincial,
cumpre, que elle informe acerca do estado
actual da Aula de Botnica de que be Profes-
sor declarando po>-quantos alumnos be fre-
quentada, e que. prove lo tem o publico tira-
do de sua instiluicAo.
Dito Do Secretario da Provincia ao 1 da
Assemblea Legislativa Provincial, remetiendo
para ser presente mesma Assemblea e de-
ferido como for dejustica um requorimento
dos dous E>cripturarios da Secretaria da Pre-
ordinario, e nunca poderSo persuadir-me da
que um prelado tao moco como este e que
parece mais proprio para mandar soldados, do
que hades, des&lecesse por ler andado mais
alguma cousa e ler apanhado um pouco da
calor.
Que nos ordena S. Eminencia tornou
o vigario ? Deseja por acaso entreter-se ou-
virido alguma leilura dos santos padres ,
ou aigum dos nossos meslres de msica ?
Nado disso desejo disse o arcebispo ;
a noite comega e o que eu so pertendo que
me deixem licar s.
O que senhor? replicou admirado <>
vigario maior, V. Em. quer que otln-
xemos s ? E' necessark) pelo menos que m
de nos Rqua 'm vosso lado para velar : pois
que se V, Em. ti*er*lgum incommodo...
Nao tenhaes cuidado 'responden o ur
cebispo pois me s Dio agora quasi bor.i :
eslou seguro (]io o descanco e o somnome
daro o que me falta. Boas noites senlai'-
res. Dos vos guarde at amanha. Dt-
pi.is de palavras tfio terminantes nenhufl. w
atreveu a resistir mais ao ue-ejo do arcebis
e lendo-se retirado todos este licou s na
alcova
I", fcil conceber-se que depois das ei u
eas quo linba padecido, Ibe era necesario
otTiillar-se aos ollios de todos para poder r :
pifar livramanta Btregar-se dsre0e->.


i .--,;
i'~frmi ftii< sidesbia Domingos JosSoares o Juo Do-
mingues da Silva.
Dito Ao Commandantc do Brigue-Lscu-
na-Nictheroy-DizemJo, que para a Presi-
dencia resolver sobre o que elle representa un
oficio Ue 28 de Kevereiro ultimo acerca do
Fratieo Francisco Arrian que tem praca no
Brigue-Escunn do sftu commaqdo, preciso se
tai, que informe porordem de quera foio dito
Pratieotidmittido no Brigue-Escuna mencio
nado.
PREFE1TIRA.
Parte do dia 13 do corrente.
Hita, e Exm. Snr. Foro presos hon-
lem peloCommissariode Polica do districto
do Manguind o preto Francisco Gomes por
sersospeito, e o pardo Antonio, por um
rival viver na eseurido soffrer privaces ,
comer carne crua &c. &c. Ora semelliaiite
modo de argumentar so seria admissivel em
criances.
Geralmente fallando n importancia ou u-
lilidadede urna cousaqualquer est sempre
na razio inversa do perigq de sen abuso. Nada
ha tao destruidor como o fogo ; nada todes-
presivel como a hyporrisia ; no entanto oque
mais ennobrece o genero humano lie a Reli-
gifio e o que irais ha concorrido para o me-
horamentoda cond'iQo do hornem he o fogo,
proprianiente applicado.
Nos estamos firmemente persuadidos de que
um Emprestitao Publico forma n um forte la-
co de confidencia entre o governo e seus sub-
ditos. Quando urna divida nacional chega a
um ponto tal de de magnitude que conslitua
nina consideravel parte do patrimonio dosel-
3i*^TE*S=^ass:JKS:
do acabeca a urna preta liverao ocompe-
lente destino. .
O GjdadO Joaoda Silva Costa participa ter
desaparecido no lugar da Praia do palacio v-
|ho vellio urna menina que cm companhia
desuafamilia, tinha ido ali banhar-se ; pe-
lo que siippoem ter-se afiogado.
He o que consta das parles hoje recebidas
Basta Secretaria.
Dos Guarde etc.
Par- ie dia 14do corrente.
. director de seus interosses o espinal protec-
tor dessa multidao de familias inscritas no
Grande Livro como co-proprielariaa da divida
publica. ) ....
Ligar o maior numero de individuos a
prosperidad.? .Nacional lie eslabellecer entre
ellos um seguro penhor deprdera e cstabilida-
de porque o interesse conservador chega a
todos. Espalhar a prosp'eridade publica por
todas as classes da Socedade lie difTundir
os meios de son augmento : um povo nun-
e dirifindo-se lodasas
lllm e Exm. Sr. Dis parles boje rece-; ca Cica estacionario ;
bidas consuqu foro hont J presos pela sen-: cousas a favorecer o minien o a n i te
linellp da ponte da boa-vista o soldado do natural inundado ^>*m
BataibSo&io Antonio Jos dajfc Iva *~%Zi %% 0t ta-
por t-rclubaludo a u;n nwtuti sem motivo, ot.-uiviui. m,vn.
,i;|oSa!-Prele,lode MSnguapa Jos Frah- culo a W^^*&
ciace dos Santos, por jser desertor do mesmo que aquellos que no tem tal dmda naooo
Xo ProviaorToS torio remettidos ao ^^STV^FtoX
(^mandantedas Armas para lerem o com- geral e particular lodav... ha na buropa um
SrSno i-la I. palrulha da praca Reino que nada deve que tem rmtaMupe-
,a -vista Manoe Joaqun por Ihe ser ap- rieres aos gastos e cujo terreno be em
Brehendida urna laca de pona foi remettido minase bosques de consideravel prod neto^e
"a a-cade,,, e va, pa Ja disposiciodo Jui-que tendoassim tantos.meios de po pera
lo de adquirir urna certa somma o progres-
so ho assaz lento j urna vez porem obtida es-
la c manejada com juizo e prudencia ,
tem-se um poder creador que acumula sem-
pre o cada vez mais rpidamente. Eis co-
mo um Governo dando a esse poder a ine-
Ihcr direcgo faz chegar sua influencia a to-
da a paite onde se enenntra talento e indus-
tria ; comnranicando assra meios de riqueza
a militares de individuos que de outra for-
ma e em paizes menos opulentos vivinao
sem pro na pobreza.
A imaginacao nao pode formar justa idcia
do que seria a Inglaterra sem a sua divi-
da e do baixo ponto a que repentinamente
poderia ebegar. Nessa divida consiste a for-
ra de seu crdito e sem ella, privado licaria
paiz dos primeiros elementos de prospenda-
de. Aonde nao ha urna divida fundada o
capitalista falta de um tal meio de empre-
ar o sen capital ou as suas economas be
obrigado a recorrer a outro modo de tornar
productiva nina ou outra cousa ; o entao,
descorita letras empresta sobre bypothecas,
e entra em todo o genero de especularles.
Mks n que acontece se no entanto < Gover-
no precisa contrahir um Emprestmc-? Nao
Ihe he possivel oble-lo dentro do par/., poi-
que os oapitacs assim empregados n&o poden
estar diaponiveia no momento. Enoontra-se
pois o Governo no lerrivel dilemma, ou de
nao realisar o Enprestimo ( bem que ndis-
no he rico lia sonsivel falta decaptate e
o interesse, ou juro do dinheiro he em ex-
tremo alio-, por lauto nao pudo girar em
grande ponto no conmercio, na industria,
e na agricultura e todos estes ramos desfalle-
cen amingoa de meios. QuaJ be pois a e.au-
sa do urna tal inercia ? Como deixa depros-
LiRH) HE l MlYullH lili, ^Ma^einaotividadenm povq. rtjrtliM
-----------------------------------------a dusirios), com boa disposico vivando
j sob o rgimen de um Governo Constitucin)
ao Criminal: < pelo hub-Prefeito d'esta o pr--
lo Jernimo Agostinho de Meney.cs, por ser
vagabundo; leveodevido destino.
Dees gunrrfe Pie.
Ni s las 10 11 e 12 n'o occorreo aovii'ade.
audacia espantosa quando o punbal do si-
cario vem procurar victimas no seio das mais
populosas cidades quando em fim a Nacao
inteira reconhece a lempestade que se avi-
zinha, e a necessidade que hade armar o
Governo com Leis vigorosas para reprimir
a insolencia dos facciosos e a petulancia m-
frene dos perturbadores pblicos s homens
sem consciencia de sua posicao ruidos pelo
despeito de se nao acharem no Poder e do
sern seos principiosesmagados pela opinio
Nacional, nao se pejao de proclamar o des-
crdito das Leis e at de ameacar o Gover-
no do Paiz. Entre os diversos meios, de quo
se. tem valido a gente da minora turbulenta,
para galgar de novoaq poder, que escapou de
suas inos pela ignorancia c oepto de seos
ebefes, he este na verdade o menos decoroso,
e'oque mais patntela suas ideiadepravadas
e subversivas seos planos tenebrosos, e de
sangue. .
Em S. Paulo foi aventado e desenvolvido
este novo sistema de poltica que sendo
produeco da caheca vaporoza do Snr Anto-
nio Carlos, leve aventura de agradar aos
Ilustres descendentes de Amador Bueno da
iboira e al de encontrar nesta provin-
cia hiim adepto morjo cuja capacidade pro-
meta, que entras Ibsscm as suas disposices.
Smi, o Snr. DoutorKetto a quera os seos a-
migos conlavo porcarto vei na opposicilo ,
mas n'uma o]iposiefio justa e rasoavel, fui
:=^^)^i-J;=rlK
K \ nr.nvcES sobisf. a l'tilidade e mo-
RALIDDE D'UM BMPRE8TIM0 Pl.BLICO.
II,
Continuado do N. 50.
! zeloso e com desejos de promover o bem do
; paiz? Porque rasoseacha a Sueciaem urna s>-
; melhanlesituagao? Porque Ihe falta un,. d-
<)s antagonistas dos em prestimos pblicos vya publica quede per si so incite a cir-
dizeu. que clles facilito grandes meioi pa- jculaco, crie, ovigorise o espirito de era-
ra grandes desperdicios; que um governo com ,,resa.
18o largas somas s suas disposiees pode a proporcao dos capital parece reguh;
bem distrahi-las em vas empresas, em pro- em toda a partea proporcao entre a industai.....,..
mover Raeras quo alias poderia evitar; e e a ociosidado, aonde ha grande giro de di-1 quantia == aonde nao ha divida fundada n
mesmo se for mal intencionado poder em-Utidro a industria be sempre benfica, ha capital disponivel. =t
pre~a-las na oppressfio do proprio povo. Es- Quanto maior he o valor do Capital em circu-
la nhjcro deslroe-se fcilmente; nem em hagfio tanto mais abundao os recursos eos
Hossa opinio a possibilidade d'un abuso de-! meos ,ie vantajoso em prego e a prosperila-
de hircontrahi-lo con grande dispeza edi*-
vantagem em urna praga extrangRra ; ou fi-
nalmente e o que peor seria, os capitalistas
Naeiooacs para tomare*m parle n'elle retira-
liao de repente seus fundos dos canaes do
commercio e industria em que os bavialan-
sado ; e os devedores dessa forma toreados
pelos ere.lores a desempenhar logo e logo suas
hvpotliecas teriaode fa/.er sacrificios de to-
da a especie. He por tanto evidente que a
divida publica, incita e sustenta o crdito do
paiz, equeamingoade um tal elemento fi-
nanceiro nao podem medrar e menos tor-
narem-se vantajosas as suas produc/ies.
Hum nico exenplo bastar pana provara
differenca de crdito entre um paiz com urna
divida interna grande e urna que nao ton ha
Sanv lbante vantagem.
Em 1829 quando Lord Chauoeller precisou
em Lor.dres de 3 a l milboes de L. por em-
prcslimo em menos de iS horas havia urna
subscripeo para elle de 27 milhoes de L. e
toda esta somma se poderia ter com o baiso ju-
ro do o 1 2 a por 0|0 ao mesmo lempo
(ue o poderoso imperio da Russia(que nao
tem divida ) foi obrigado naquelle mesmo
aHno, apagar5|2por0|0detre milhoes
contrallados com a casa deHopede Araster-
dam ; e nunca a Russin p6.le cqnsegnir um
emprestimo nacional da mais insignificante
ver jamis obstar a fazer-so urna cousa cuja ,|e de um paiz cresce sempre a par da lacili i i-
utilidade seja reconbecida. Os que assim Tal-1 de em exportar as obras de suas producOes.
lod'esses possiveis abusos, podem igual- Ist0 sao verdades incontestaveis.
menie dizer. c com a mesma loica d'argu-| Na mancira deaccumular riquesas acon-
mento que, para evitar-se o risco de qnei-1 teCe as Nac^es o mesmo que ais individuos
mar a casa fazendo-se fogo nVlla be pele-'particulares. Do ponto da partirla aopun-
(Conlinuar-sc-ba.)
COMMLNICADO.
OSnr. DoutorNelto, e a sua nJicajao na
/issemblea Provincial.
guando o Brasil se acha ameacado pelas
lacrois, que. neltu se des nvolve.n, (piando
.scriuics se reproduzem com urna rapidez e
cessiva sympalbia pelo Sor. Antonio Carlos,
aquem con tanta indulgencia perdoa at os
mais in tulleran les aentinenlos aristocrti-
cos se propoz a vulgarisar esse sistema te-
nebros > creado pelo frentico Pnilislano e
lano nao nos engaamos, que loi elle qceni
eslreou urna discussao a respeilo na Assem-
blea Provincial logo depois de sua abertura,
indicando que se dirigisse a Assemblea Geral
urna represeUtacao contra as leis da reforma
do Cdigo e creaefio do Conselbo de estado
por taren sido votadas tumultuariamente -
ra lamentamos, que o filustre author da in-
(licacao seacho lo fascinado pelas tbeorias
despeitosas do Sor. Antonio Carlos, que nao
conheca a falsidade da materia da dita sua
indicado e a opposicao, em que esta
com o'senlimento Nacional. Em verdade as
Leis da reforma do Cdigo, c da creacao do
Conseibo de Eslado, forao aplaudidas pela
parte s e intelligento da Nacao e o mes-
mo Snr. Doulor Nello as aplaudira, se nao
perteilcessa a esse paWido derrotado, cujas
ideiaseminentemente exaltadas, edesorga-
uisadoras nao podem convir ao paiz.
Nao admiramos, qne o autor da indicacao
a scmelbanca do Corifeo de Sao Paulo brade,
disendo, que as liberdades publicas Machio
amraeadas porque praxe lio esta muitoan-
liga dos que pretendem popularidades ; o que
porem naodeixano* de reparar he, que elle
nao ten lia dado a rasao do seu dito -.mas as-
sim devia suceder, por que alem de ser es-
te o estilo dos homens da minora; seria
mister," que o Snr. Doulor Nello dissesse
grandes absurdos e proferiSe umitas cente-
nas de blasfemias polticas para sustentar
sua proposicfto, Com el'eito como poder <>
autor da indicnefto provar, que essas Leis
sao contrarias a Cuiislsluieao e ameacadoras
daliberdadedo Brasil ? Acasocoaiclaraoellas
de toda a especie que deviam ter produzido
na sua alma os acntecimen tos que temes re-
latado. Poda era lim lamentar-se e rogar
sem que curiosas vistas lixadas sobre osen
rosto Gzesscm mil conjecturas sobre sua abs- ^
tracto e seus suspiros. Quanto elle aborre-
ca j aquelles sorbos do ambicio cujo prs- j
ligio o tinbain fascinado!, o destino o t-
nha feto rico poderoso c invejado tinha ,
chamado sobre si a publica attencAo quando
elle quizera oceultar em um profundo retiro
a sua dor e os seus remorsos !
Em vio para afugentar os pensamentos que
vinham incessantemente accomette-lo vo"
lava elle a oceupar-se na sua ellevacjio nGS
privilegios e grandezas que estavam unidos a
rila pois que no meio de todas estas encan-
tadoras imagens sb lev.nil iva urna sombra
ameacadora que ogelava de espanto ; i; sem-
pre ouvia rascar aossi-us ouvidos esta voz :
u vo-lo entrego vivo: m'p devolvereis morto. n
Nao ha necessidade de dizer qual era a pessoa
cuja voz se Ihe figurava ter ouvido ; sim era
ella era sem duvda esta mesma voz que em
outro tempe resoava corn tanta docura em
seu corago.
Anna de Arcona Imha tnorrido; impos-
sivel era d'ivida-lo depois do que o barqueiro
Ihe tinha contado mas nao era ella proles-
lente? ademis aabadeca de Saint Amand
bamva-sa Maria d'Enlragucs a menos que
se nao Bffpposes.se que a aven no acto de lo-
mar o veo tivesse mudado o non!!- o que nao
era possivel; ufto havia motivo algumque
explicasse a presenca de Anna no mosteiro
de Saint Amand.
Quanto mais que profundando Carlos o pas-
sado se recordo perfetamenle que no lem-
po em que. seu lio o cardeal oceupava a cadei-
ra de Huio urna senbora da casa d'Entra-
gues tinha professado em Saint Amand e
que esta determinacao tinha feito grande eco
na corle, de Delinque o. Assim era eviden-
te que o havia induzido a esle erro urna sim-
ples analoga no tal he e na voz analoga
que talvez 80 existisse sol) o inllil,xo d'uma
dessas preoccupagos ntimos pujos resulta-
dos sao geralmente tio extravagantes.
Todava a noite se avancava o o arcebispo
j mais tranquiMisado por oslas ultimas re-
flaxoes sonlia entorpecerem-se-lbe as pal-
pebras; seus olhos posto que anda meioa-
bertos nao dislinguiam ja osobjeclos que o
rodea va m ; senio debaiso de urna forma o li-
mas cores mal diatinctas ; ciieeslava era uni
estado que participa ao mesmo lempo da vi-
gilia c do somno naquelle que o sangue entor-
pecido chega com dilliculdade ao coracao e em
que parece que a existencia est a ponto de
deter-se.
Nesle mesmo instante a porta do quarto a-
briu-sa de repente a dvbrl claridada que
arrojava una lampada do ierro suspensa na a-
bobada o arcebispo dislinguiu claramente
nina forma humana que se encarmnhava con
passos vagarosos para elle: ao principio pea-
sou que era o vigario maior. ou algunsdos
outros ecclcsaslicos que vinham informar-so
como elle passava o com osla idea lovanloii
maquinalraente a cabeca para se certificar,
e exelamou com o accentode urna pessoa cu-
jas facilidades se acliam tomadas pelo somno.
Que m ?
Erna voz mui conbecida, una voz de mu-
Iher rcspoiideu mu baixo-
Sou a badeca de Saint Amand.
__ \\n- emito baixo que fosse pronunciada
esta palavra resoou aos ouvidos do arcebispo
como o violento estampido do trovio. Pli-
do com os cabellos birlos eos olhos espanta-
dos se sentou na cama c entao dist i neta-
mente vio urna religiosa cubera com o veo o
lodos as distinctivos pertencciites urna aba-
desa. A esta vista o prelado sento corror-
Ihe um suor fri por todo o corpo, tr-
mulo edesvairado nao sabia o que lizesse ,
maso seu espanto anda se tornou maior quan-
do recenheccu ser esta a mesma religiosa que
pela manb lbe tinhaentregado o aimel pas-
toral aquella cujo talh fi cuja voz Ihe ra-
zian, naoduviddi- ser a joven que elle seis an-
uos antes tinha amado, aquella que era fim
se Ihe tialia dito queja wa existia.
Piedade piedade oh meu Dos ex-
clamou elle, afastai de niim esta cruel visao.
Mas como a religiosa permaneca muda e im-
movel eabeceira da sua cama cTilaoelle
estendeiidoo braco exelamou :
Aparta-te! aparta-te! espectro, que
me queros !'
Nao o sabis, senbor .J respondeo soce-
gadamente a religiosa.
O arcebispo permanecen mudo c turbado,
a religiosa passadoa alguns momentos conti-
nuoil a dizer :
Venbo senbor a pedir-vos a vossa
henco sou a abadeca de Saint Amand de
Itoufto.
__ Mentes respondeu o prelado a alw-
deca do Saint Amand deTlouao mora e
Dos uo permitte que se levante.
E' verdade. senbor, po*-em cu sou a
nova abadeca. Minhs irms que me elegc-
rairi para substituir a nOSSa madre Maria
d'Entragues me disseram que viesse sup-
plcar-vos que ratifiquis sua eleicfio e eu
vim : aquieslou de joelhos diantc de vos.
senhor no me neguis o que ven lio pedr-
vos.
No toni com que estas paiavras foram pro-
nunciadas havia taldocra e sentiment qua
Chegava alma e o arcebispo senlio-se pro-
fundamente commovido. Mcu Dos torna-
ra a acreditar que esta yoz era a de Aana: ce
.------._



mmij^^ "" '._!"
'-.U.I.I1KH' u.
t'Jj'r" **t-*?y!*tg^*g^
os direitos civis o Politicos do cidado Bra-
sileo?! Estabelecero a centralisaclo dos
poderos sociaes, e a nulificagao du Systema
Constitucional jurado pela Naeo 'A Por
certo que nao. Oque fez a prmeira dellas ,
foi providenciar, para que a licenca dos
malvados nao contnuasse a ser hostil aos ci-
dados honestos; para que os facinorosos nao
se atrevessem a zornbar da aulhoridade publi-
ca para que em im fossem menos frequen-
tes os appellos para a forea bruta. E ser es-
ta a lei ameaoadora da liberdade Brasilei-
ra ?! Ser a Lei de sangtie, que desaciou as
iras tempestuosas do Veho doYpiranga, o fez
coar o terror pelas veas do Sr. Doutor Nrffc-
to ? Ab que s elle c osseosalliados po-
lticos o poderao di/.er. O certo he, que a mas-
sa .'e/kctida e sensata da Nacao susprava
por ella e que talvez o mesmo Doutor Netto
a desejasse por militas ve/es; mas como nao
foi feita pelos do sen credo he inconstitu-
cional he amearadora Nos porem diremos,
que verdadeiramenle ameaoadora iaconsti-
lucional nos parece a indicaban do filustre
Dr. : atneacadora par que sendo produzida
na Assemblea desta Provincia ; e tendo de
correr impressa por toda ella, he provavel que
acho irrellectidos, ou ignorantes (pie a te-
nhfio por vordadeira eque capacitados disto
procurem criar estorvos, para a execuco da
.ei ; e inconstitucional, porque nao ha cm
toda a Constiluioao hum s artigo, que au-
thorise as Assembleas de Provincia a solicita-
rte ni da Assemblea (eral a revogacao de urna
Lei por ella feita, e pelo Imperador sanc-
cionada ; o Com quanto o Sur. Doutor Net-
lo ache osle direlo lio artigo 11 paragrapho
!). do Acto Addicional, permitta-nos que Ihe
digamos, que errou completamente, (piando
assim pensou, por que sendo dada ao poder
Legislativo Geral, pelo art. 15 paragrapho i),
da constituido a atlribuic/ de velar na
guarda della he absurdo que as Assem-
bleas de Provincia xercfio sobre elle a mes-
ma attribuco c fiscal isem os seos ac-
tos, como quer o auclor da indracao, o que
viria a ser o mesmo, que dar as ditas Asam-
bleas o direito de inspecc/io sobr um Poder
Supremo, a quem ellas sao inferiores, accrcs-
cendo demas, que esse mesmo artigo do Ac-
to Addicional apenas Ibes d a faeuldade de
poderom representar contra as leis de outras
Provincias (pie ollendercm seos interesses .
c rio contra os actos da Asssemblea (eral,
cujo exame est fora de sua esphera. Conce-
damos porem por um ponco quohavia osse
diroito desenliarlo pelo Sur. Doutor Netto, e
que a Assemblea desta Provincia, deixando-
se arre-bailar pelos electrisantes discursos do
mosmo Doutor, assignava a represenlaco
por elle indicada ; qual seria o resollado ? .
Nenhum outro por certo linha de ser, se nao
desprezar o corpo legislativo essa lembranca
do Snr. Doutor Netto; e nisto obra va elle com
toda a razio edireito, porque o Brasil nao
selimillaa Pernambuco e Sao Paulo para
que com as rcpresontaco.is das Assembleas
destas duas Provincias sejao revogadas Leis,
cm que lem parte o Imperio todo.
O Snr. Doutor Netto parece estar to capa-
citado da certeza e infallibililidade desuas
ideiasa respeito, que al indica, que a re-
presenlaco seja feita em termos enrgicos ;
mas qual ser essa energa que elle insina i'

Ser a da represen tcito redigda pelo Sr. An- | continufio a esanguentar o solo de sua patria;
tomoCalos?! Provavelmente hade ser ; jque o cidado honesto vive aflicto eassusta-
porqueo referido Doutor aproxima-se al-'do; que os perturbadores pnblicos zombao
gum tanto ao Velho demagog,n valenta das das Autoridades, do que se dar a ella sua dc-
expressoes, e bem que seja de presumir, que
no caso de ser elle redactor dessa pega ex-
cluisse os vocahiils Rufiaes, Mandis etc.
por que naocreioque se desmandaste at
tal ponto, e nem pode ella estar animado
do mesmo despeito que rala o stullo ha-
le do povo soberano he certo que para ex-
pressar a mesma ideia se servira de termos
que nao podiodeixar de ser ofensivos, pou-
CO honestos, e monos comedidos pois que a
sua mosma indicaco est patentiando o des-
respeito, com que elle trata os poderes Ma-
gestaticos do Paiz. Em verdade quem profe-
vida execueo. Oh que o espirito de partido
nao lem cousciencia !
Lu quanto a Lei que crou o conselho de
Estailo confessamos, que nao adiamos n'el-
laessa inconstitualidade que Ihe atribueo
snr. Dr. Neto e que tem provocado suas i-
ras fulminantes, porque com quanto o artigo
52 do Acto Ad. suprimase esse corpo, todava
mo vemos que a instaurado on nova cria-
Sao doli tenha offendido os direilos civise
Politicos dos cidadaos Brasiteiros c una
vez que o artigo 17S da Constituio.ao s Con-
siderronlo constitucional oque diz res-
gootauwa uo raz, cm veruaue quem prole- siuera mmiio conslitucional oque diz res-
re a proposicao anarchica c subversiva, de (pie peilo Psscs mesmos direitos o aos limites
as mencionadas leis lora o tumultuariamente o attrihuicoes dos Poderes supremos, derla-
votadas na Asamblea Nacional, nenhum res- raudo que tudo mais pode ser alterado pelas
peilo tem so Poder Legislativo e anda me- legislaturas ordinarias souue-se que a As-
nos verdade porque se leis tem havido no semidea (eral em nada olfendeo a constitu-
Brasil feitas, e discutidas com calma e mode- fo i Com a nova criaco do Conselho de I\s-
raco lora o estas sem duvida, pois tpie oh- lado visto (pie por ella nerihunia aitoraeao
tiverlo o assenlimento de urna maioria to 1 recbenlo as atlrihuieoes o limites dos sobredi-
grande, conseiencosa e Ilustrada, que at essa tos Poderes, eanda menos osdireitos egaran-
niesma minora impnrceptivel, cujas idei- lias constitucionaes dos Cddlos antes fez
as tem adherido o Snr. Doutor Nelto, mo ou-1 a todos ellos um grande bem, pois que ba-
sou ralbar por milito lempo contra ellas co- bililou o sen Monarcha para obrar sempre
mo sempre foi costume seo. Serian as ditas com acert nos negocios linda os mais difli-
leis votadas tumultuariamente, se fossem fci- ceis.
tasenlre as vociferarles e insultos do 25 de E* por tanto absurda e at irrisoria essa in-
Julho ; mas na confeceo dellas apenas npa- constitucionadade que deseobrio o Illustro
receo um zumbido suturn, e morredouro sa- Dr. na Le da creaco do Conselho de Estado,
hidodo lado tliaris obscuro das Cmaras Legis- Milito mais teriamos adi/.er, Se nao cstives-
laljvas, (no nenhuma sensacao produzo as simas persuadidos que a Assemblea Provin-
mesmas Cmaras; logo he mexaclo dizer-Tcial hade despresar a ideia do Sr. Dr. Pe-
se qtie ellas foro votadas com tumulto. Es- lo, como anareliica o desorganisadora. Bra-
ta falsilicacao de lacios, alias sabidos por lo- de pois esse Sur. brade quanto quizer que
doo Brasil mullo nos deixaria desconfiar que I os homens que se nao deixo fascinar dessa
tem por fimgrangear as simpalbias das turbas capacidade do Sur. Antonio Carlos, capa-
tal vez para involvel-s emdecisOes futuras icidade queso tem servido para torna-lo mais
eemprega-las como instrumento de resisten- pernicioso o estilo observando e felizmen-
leucias meditadas; se nao estivessemos anda le nao temos por aqu descendentes de Aina-
inclinados a erer que tal nao aspira o il-jdor Bueno da Uibeira ; brade que ah est o
lustre autor da indicicao ; mais desde jal Snr. Dr. Lbano, que por certo Ihe saldr
que islo prelendem que ao encontr com toda a violencia dos seos ra-
lempo intilmente, por- ciocnios para defender essas Leis, que me-
ser hojt! difcil, principal-
ludo lenbo todos os dados para me conven-
cer que nao ella. Alem disto se o l'osse nao
me teria reconhecido ? Penetrado destes pen-
samenlos o prelado disse :
Dze-me 'como te chamas e de quem
procedes c enlo tulvt-z que possa acreditar
(uas palavras.
Ai de mim senhor respondeo a a-
badega que nao posso satisfazer ao vosso
desejo pois que os institutos da communi-
dade de Saint Amand prohibem que a abade-
ca diga nunca o sen nome danle de um ho-
nicm do qualquer classe que seja anda
quandoesteja como vos, revestido do carc-
ter mais sagrado.
Pois bem, levanta o te u veo para que
ao menos eu veja o ten rosto.
Senhor, a abadeca de Saint Amand de-
ve ter sempre o sen rosto cubarlo com o veo ,
a nao Ihe permittido levanta.lo mais que u-
ma s vez.
Quando ?
Quando o arcebispo for morto e o seu
cadver passar por dianledo prtico do con-
vento.
Aqui o prelado estremeceo involuntaria-
mente e a ubadoca proseguio dizando :
- Tal a regra senhor que tenho ju-
rado observar, e todo o juramento sagra-
do nao verdade senhor Dos castiga
qnprjur.
avisamos aos
perdem seo
que alem ile
mente em Pernambuco lirar-se vantagem
dessa especie de especulacao poltica dhIos
muilos escarnanlos que a populacao tem
tido, accresce, queoGoverno seacha muni-
do dos necessarioi meioj para abater a
insolencia de simelhaiiles especuladores.
Nao queremos pois diser, que o Snr. Doutor
Nelto seja iim delles, mas nao deixamos de
estninhar o seo procedimento no assumpto,
de (pie or* tratamos. Persuadimo-nos deque
elle salie, que pocas ha as suciedades eiviz,
em que be mistar promover a tr.msicao para
milhor estado de civilsacao. e que islo s
se pode fazerpor meio de Leis ]ue coerQo
as tendencias criminosas. Estamos capacita- i
dos, que elle con hoce que o Brasil carece
desse melhor estado, a vista dos progressos*
quelemfeilo a inimoralidade, e por isso he
que admiramos ter negado sua deferencia
Lei da reformado Cdigo, (pie se encaminlia
a este lim. Porem ludo lica a cima explicado.
O Ilustra Doutor tal ve./, accitasse essa lei, o
a exaltasse at as niivens se fosse produeo
do Snr. Antonio Carlos ; mas como nao he ,
antes piar cerraros Ohosa que os assassmos
recero seo voto na Assemblea (eral que a-
hi eslooutros ,t]iie lano obscurecer os fulgo-
res de sua eloquencia arrebatada.
C0VIMEI1CI0.
ALFANDEGA.
Rendimento dodia 14. :720,)07
DESCARRECiO HOJK Iodo C0RREMTB.
O Patacho Nacional Minervina barricas a-
liatidas leijao.
B. Austraco Airona milho, e farnha de
trigo.
15. Inglez Principe Alberto Bacalho.
B, Inglez D. B. bacalho.
destinguem excellenles qualidadcs sociaes >
nao deixar de o recouhcccr e confessar ,
provando em todos os lempos e logares a sua
devida gratidflo e repeito confiada em tanta
benevolencia, reiterados beneficios, e gene-
rosa proteccao deste refpeitavel Publico ella
vaiapresenlar-lhe emesia noite um espect-
culo que espera seja digno de atlenco dos
que a quizerem honrar com a sua assislcncia,
(lando principio do modo seguinle :
Os ProfTessorcs de Muzica dezempenharo
urna grande overlura escolhida para esta noi-
que seguir a Beneficiada cantar pela voz
prmeira nesla cidade o excedente e sompre
elogiado Punido conhecido com o iiiulo da
Casta Diva na grande opera a Norma, a
conlinuaefio a mesma Beneficiada e o Artista
Jos dos teis cantarao um novo e delicado
Dueto de Telior e Soprano com o titulo do ul-
! limo a Deus na opera a Estrangeira, advertin-
j do que tanto este do como o Hondo anleri-
r serlo desempenhados com a sua com pe-
en le scena como se executa as ditas oficias.
Dcpois ler.io lugar extraordinarias evolu-
Cdes pelos artistas ginaslicos entre ellas a su-
bida da Ceia Ciega ea nova experiencia da
figuradlo da sumpluosa n Ponte do Danubio
por onde se ver andar varias pessoas por
sima dos seoscorpos que formo a dita Ponte,
sorte estado toda a dificuldade, o Director
igualmente pora om pratica tres series de de-
flcil execuco.
A Beneficiada conhecendo que estas lllus-
Ires espectadores tem goslado muitoda To-
nadilha Espanhola tem determinado para
i esta noite-a sua execueo sendo atrajediae
quadrs tildo novo concluida que seja se
execularurna novaejocosa Pantomima que
tem por titulo u As astucias do um calo-
teiro ou a alma do outro mundo.
Dando fim a lo prilhante espectculo de-
zempenhando Joaquim dos Ibis a grande
sorte nova da a aseada oriental n estando guar-
necida de logo artificial.
( Pincipiar as oras do costume )
He esto o espectculo que a beneficiada tem
a destinla honra de offerecor aos Ulustres
Periiamhueanos (^ respeilavel Publico de quem
espera indulgencia o proloccao.
N. B. cm um dos intervalos sera repartido
pelo Ilustre Auditorio em nome da Beneficia-
da Um soneto de gratido.
Os cmaro tos estario ven j.i desde a no lu-
gar' do cosime.
AVISOS DI VE-R SOS
THEATRO.
Xy- l'unegao extraordinaria para quintil
foira 17 do correiiii? Beneficio de Madama
Emilia Aniauli.
A beneficiada tendo receido nesla heroica
oidade, o melhor aqolhimento e continuados fa-
vores de seus bous habitantes, em que se
s= Sabio o 10. num. do Espelho das Bel"
las contem os artigosseguintes : Mximas'
e pensamentos Virgindado 15'lia mercado"
ra, o commercio Poesa Periiambucana"
Aviso Curioso Ancdotas Regra para a con
dudadas Senhoras donas do Casa com as pes-
soas (pie Ibes forem subordinadas Facecias -
vende-se na Praca da Independencia n. T>1 c.
58 na Typographia Imparcial na Botica
do Sr. Paranhos na Bi:a Nova Loja do Sr.
Bez na Ba Direila Loja de Fazenda do Si-
Angelo, e no Recite em casa do Sr. Bourgard.
= l)s Sanhores que apartara e nssignaro
bilhetes da 1. parte da9. Lotrria do Theatro
na Loja do Guerra Silva k C. na Ra No-
va 1). hajo de fa/.er obsequio de hirem
buscar alias serla vendidos.
Estas palavras cram ditas com urna inlen- sobro similhanlo visao diante daquelles
cao particular mas o prelado lomando entao
tudo islo por um espirito maligno que vinha
inquieta-Io trazeiKlo-lho memoria o seu
eriuie le:i:hrou-se d'uin dos exorcismos do
ritual o exclamou com orna seguranea que
eslava niuilo longo da Icrcm seu eoraco :
Quem quer que sejas abadeca OU
a quem tanto desejava oceultar a origem
dos seus terrores pois nceessario con-
fessa-lo se desde os ltimos d'ias do sec-
lo 16 as preocupaedes supersticiosas que
em miasi todos os lempos tem ferio prestar f
a intervencao de seres sobrenaturaes om
corlas circumstancias da vida comegavam a
Venho respondeo tmidamente o viga-
rio maior saber se S. Eminencia passou Deiu
a noite ese est inteiramente reslabelleeido
da sua indisposicao de bontam a tarde.
Inteiramente, disse o arcebispo tra-
tando de dissimular o rno humor que Ihe oau-
sava o terem-no despertado tao cedo. E so
o que tinheis a dizer-nie senhor afilia le.'
Senhor desculpai-me respondeo o
vigario niaior com algiima preplexidade, V.
dodejoelhos cabeceira da cama, deoalguus xo ; o povo eos grandes o primeiro pelaig-IEm. nao se ter sem duvida osq nocido que c
passosem silencio para sabir da habitaeflo, I norancia e os mitras ( e Carlos de Bourbon hojeo da destinado para se celebrar amissa
mas ao chegar ao umbral da porta voltou-se I era deste numero )om memoria de Cathar-
para o prelado e Ihe disse cheia de tristeza : lia de Mediis e do todas as praticas p cron-
Segundo o que acabaos de praticar cas locantes mgica que o3la rainlia bavia
senhor, esta a prmeira vez desde que o inlroduzhlo na corle.
antigo mosleiro de Saint Amand ha sido un-
Todava, saja que o arcebispo livessso piona
demonio, em nome de Dos te mando que dissipar-se pelos ataques inccssanles do pro-
mo perturbes o met repouso. Vai-le vai-le. I lostanlismo ; duas classes da sociedad^ per-
A abadeca que at entao se linha conserva- manecian com ludo submellidas ao seu influ-
solomne na cathedral pela alma da senhora a-
liaileoa de Saint Amand e nao se espera pa-
ra isso mais que a V. Em.
dado, ipio uma abadeca se aprsenla diante
do seu arcebispo sem que este Ihe tenha dei-
tado sua benc.ao. Queira Dos mostrar-so
mais misericordioso com vosco, senhor. Ten-
do assim fallado sabio tio misteriosamente
comohavia entrado.
Apenas esta linha sabido do seu quarto,
couanca na efficacia do seu exorcismo ou me liado perseguir por todas as paitos!
A abadeca! respondeo com voz como-
vida poderoso Dos '. sempre osle espectro
quebrantado por a fadiga e as emocoes de toda
a especie que o linhao assaltado em tao ponco
lempo experimenlou urna grandenecessida-
dC d*t repouso o mo lardn em adormecer.
Eslava anda submergido em um profundo
sornno ; quando no outro da pela manda o
quando o arcebispo tornando a si de prmeira surpreza, quiz chamar, porem I sua cama e lli tocou no braco com lodo o
logo se arrependeo talvez receando que I respeito posslve!.
o tivessem por visionario, ou talvez por Que me querem que islo? excla-
que H quizaste explioar-se claramente I mou o prelado sobresaltado.
Ecomo o vigario maior o olbava com espan-
to accrescentou .
Nao me sinlo ainda mu bom, e se o
senhor d Lvreux ou qualquer outro de
iiieus sufragneos eslo em Buao rcgai-IheJ
la minha parte que olficiem em mou logar,
pois que eu nao posso assslir miisn." Lie
em paz senhor abbade. <
Cenlinuar-st-ha
iL.
*




hiHii|aa8af.i^nig jgaaaKgaBs 7amnsimma3*m!m*t&&E
>4
Traspassa-sc a chave e vende-se os
pert mute bom lugar de negocio: na ra da scnza-
la vellta I). 50.
tsir Precisa-sede urna ama que saiba co-
zinhar, e fazer todo o mais arranjo de urna
cala : na rita do Livramento D. 2 i.
tST Pelo Juiso daprimeira vara do crime
se ha de arrematar o servido de uin Africano
aprehendido pela Prfetura" os licitantes de-
vem apreseptar os seusrequerimentos era for-
ma dentro de oitodias.
S^" Um mestre pedreiro tanto de risco co-
pio de toda a mais obra portuguez vindo
aflora de pouco, ollorcee o sen presUmo a
quem se quiser ulilar : na ra das Cruzes lo-
ja do marcineiro Pavo.'
STf
queseacha prximamente a seguir viagem diversas qualidades, brozegu.ns para Snr. ,
para a mesma Cidade. I sapa tos de sctim para dita caetas para pen-
sar Precisa-se de urna casa terrea pequea' as de ac, bocetas de faia pintadas o bran-
dara pouca familia : na ra estreita do Roza- cas agulheiros de pao e d'osso oliados e
rio D. 2o.
Andr Alves Rios retira-se para fora
deste imperio : as pessoas com quem o mes-
motiver centas as podn apresenlar no pra-
zode quinzedias para serem pagas ; na caza
da sua rezidencia no pateo da Carmo.
Aluga-se a loja do sobrado demandares
nassincopontes defronte doviveiro do Mu-
niz ; trata-se na ra nova D. 22, segundo
andar.
tt" A!uga-se um primeiro andar de nm
sobrado na ruado Rangel oqual tem com-
modos para urna grande familia : na praga
varios outros objectos.
COMPRAS.
Quem precisar de nina ama para urna da Independencia loja de livros n. 57 e 58.
casa de familia que da fianza a sua condu-
cta siMido preciso dirija-se a ra da Gloria
D. 41.
ttfc O Prior e mais MesarioS da Veneravel
Ordem Terceira de N. S. do Carmo desta Ci-
dade do Reeife tendo de patenlear aos liis
na tarde do da 18 do corren te a Solemne IVo-
cissio do Triunfo sahimlo doConvento lo Car-
mo pela na de Moras al os Martirios alra-
vessando pela Igivja do Terco na Direila ,
Livramento, do Queimado das Cruzes, da
Ordem Terceira de S. Francisco, da Cadeia
127" Aluga-se um sobrado de um andar e
soto com commodos bastantes para urna
grandefamilia na ruada Concordia-, quem
o pretender dirija-se ao segundo andar do so-
brado da ra de S. Francisco um que mora
o Advocado Joze Narciso das ( horas da ma-
nfla" as segundas tercas quartas sextas,
e sabbados.
= Quem quizar dar G00,>000 rs. a premio,
sobre um conhecimento da Tnesouraria (eral,
([lie ser pago antes de seis meses, ou des-
contar o rr.esmo conhecimento ; dirija-se a
SS5 Urna venda em qualquer dos 5 bairros
que tenha fregucsia de vender a retalho para
aterra : quem tiver annuncie.
tw Sebo era pao ou em pelle : quem tiver
annuncie.
ssy Escravos para fora da Provincia, de
10 para 20annos sendo de bonitas figuras
pago-se bem : na ra do Colegio D. 10.
VENDAS
da Cadeia velha da Cruz travessa do Rom loja do Sr. Jos Bogcrio na travessa do Roza-
.lesus ra dos Tanueiros praga do Corpo
Santo ra do Vigario do Azeitede peixe ,
da Madre de Dos Cadeia velha, do Colle-
gio estreita do Roza rio a entrar na Or-
dem Terceira do Carmo. Rogio aos morado-
res de ditas ras a limpesa e asseio das mes-
illas alim de se tornar mais brlibante um
tio religioso acto, (cando sumamente agra-
decidos, certos de (p.e se algumas das ras
nao se adiar com a decencia precisa passar
a l'rocissao por oira
ts?" Se alguma pessoa tiver cartas viudas
to Porto na Bafea Espirito Santo para l-'ran-
no que ahi se far o ajuste.
= Na Loja de Guerra Silva & C. na Rua"
Nova D. 6. acha--.se venda o virdadeiro
purgante, e vomitorio de le Roy chegado
prximamente de Franca.
be C. Starr & C. Engenhciros maquinis-
tas e fundidores ; na sua fundigao da Ra da
Aurora tem para vender por prego commodo
moendas dfl cana de toda qualijade e com lo-
dosos preparos, entre ellas ha urna de nova
consti ucefio que despensa virola invengan
deumSenbor de Engenho perto desla praca
e muito approvada.s. Maquinas de vapor com
t^- Meiosbilhetcs da Lotera do Theatro :
na ra do Livramento D. 11.
iy Um casal de negros proprios para o
servico de engenho e urna negrinha boa pa-
ra nnimhanda : na ra do Queimado D. l.
SS7- (Jmaduzia de cadeiras de Jacaranda
com pouco uzo e dous pares de castigaos de
vidro jior prego commodo : na ra do Co-
legio D. 8.
ssr Bom milho a retalho e em alqueires,
por prego em conta : na ra do Rangel D. 20
primeiro andar.
!EJ- Una negra moca de bonita figura ,
de nacao benguela cozinha o ordinario he
boa boceleira tanto de fazendas como de
miudezas |>or 570 rs. : nn ra do Roza rio
jauela
cisco Radicll ou Chrislinj Radich Porry Vi- I moendas ou'seui ellas para oiitro qual(|uer lim,
dal, queira annunciaf a sua morada paraser tajxas de ferro portas de fornalhas, senas
procurada, ou dirija-se a ra dos Barheiros grandes para serraras bombas de ferro a-
no segundo andar da rasa da quina junto ao Irados de ferro carros de mo roldanas de
Sr. Juo Pinto de Lemos. (ferro, jarras de ferro para agua, moinhos
t=y Quem tiver para alugar um andar de grandes de caf safra de ferreiro &C. &c. na
um sobrado decente para pequea familia ,; mesma Fabrica faz-se nao s as obras menci-
00 Recif ou S. Antonio, que nao exceda otoadas, como qualquer outra em machinis-
Seu aluguel de l()j rs. : annuncie. I mo ou engenharia por grande que seja.
SS" Alugao-se duas meias agoas: nara da j _____,_____________________________
Florentina D. 8 casa dealfaiale.
ssy Quem precisar de um padeiro dirija-se
a ra dos Quarteis casa de pasto D. 2.
AVI SOS M ARIT IMOS
VJf Para o Ass sabe com toda brevidade o
r Aluga-se urna toja na ra da Guia com Bfigw 8anta Mttra Ba &rl0 c lao Joze
grande commodo, onde estove.na; niraiMi- |.Joaqulm Da8 dog prazeres, receb<; riirg;1 e
iros trata-se com Joze Gonsalves Cas-
ro: dirija-se a travessa da ra da Gloria a
fallar com Silvestre Antonio da Laage.
rT A pessoa que aniiiinciou precisar de
50* rs. a juros com pinhores de ouro dirija-
se a ra do Nogueira L>. 1 defronte do Nicho
doNoia.
SS?" D-se a premio de dous por cont ao
mei sobre pinhores de ouro ou piala, a quan-
tia de cein al 500, rs. : na ra Direita De-
tima 45.
5iy Aluga-se o sobrado de um andar no
eco do Padre D. 3: na ra do Torres no Re-
cite, por cima da casa da residencia do escri-
vaode Paz.
ssy Roga-se a quem mandn buscar por
dous meninos sapa tos de couro de lustro na
praga da Independencia deixando os mes-
nios meninos urna pequea cruz de ouro, ba-
ja de a mandar buscar.
X3~ O Sur. M.J. P. Jnior queira pagar a
da Roa vista casa de duas portase urna
pintada de verde defronte do alfaiatc.
= Piannos lnglez.es de nnlo boas voz.es,
e diversas qualidades por prego commodo ;
na ra da cruz D. GO.
tsr 0 Rrigue Rraseiro Victoria : a fallar
com Rento Jos Alves.
UF" Meiosbilhetcs da lotera do theatro: na
ra do Cabug loja de relojoeiro junto do Sr.
Bandeira.
= Rilheles e mcios bilhetes da lotera
do theatro que corre 21 do coi-rente a 85oo
iioo rs. : na ra da cadeia velha loja N 40
= Farinha de trigo de superior qualidade
recenleinente chegada de Trieste de mar-
ea SS & SSS; a tractar na ra da cruz ca-
sa n, 27.
ssy Sacas com feijo bronco muito novo ,
chega o ltimamente do Porto por prego
commodo : na praga da Independencia o.
28 e 29.
xjj- Don bom moleque de 54 annos sem
vicio algum: na praga da Independencia nu-
mero 7 e 8.
!CJ- Um moleque crelo de 10anuos, de
bonita figura vende-se por preciso : na ra
da Cruz D. 25.
ssy Umjnotecote.de muito boa figura, bom
oflicial de sapaleiro e co/.nlia o ordinario :
.; na ra de Agoas verdes D. 12 as 10 horas da
i das duas da larde em diante
dos de senbora lcngos de seda preta e de co-
res cambraias lisas e adamascadas lencos
de cassa de diversas qualidades los de linho,
ricos pannos de casimira para mesa tapetes,
panno preto fino e de cores, setim de di-
versas cores, meias finas para homem, senho-
ra e meninas, panno de palhada India cha-
peos de sol e de massa franeeza e outras fa-
zendas do costume ludo por prego rasoavel a
vista do comprador : na ra do Queimado lo-
ja D. 8 deJoao Rotelho Nelto.
c^- Um relogio de ouro sabonete todo
Iavrado obra superior e por prego com-
modo : na ra Nova D. 5.
tsr Rilheles e meios ditos da Lotera do'
Theatro que corre nodia21 do correute : na
loja de chapeos defronte de Palacio.
I2&- Roas cartas e taboadas para meninos
a 40e80 rs. ; Quintiliano latino Terencio ,
Selectas e o Diccionario fraucez-portuguez ,
e vice versa pautas grandes e pequeas bem
pretas a 50 e 00 rs. : na ra do Nogueira De-
cima 10.
SS" Una bonita parelhade pretos de 20 a
22 annos proprios para todo o servigo; urna
linda escrava de 20 annos, cose cozinha, o
engomma ; urna negrinha d" 14 a 15 annos ,
recolhida ; urna mulata de 20 annos de bo-
nita figura perfeita engommadeira cose
muito bem e cozinha ; um preto perfeito
carreiro e de todooservigo ; na ra do Fo-
go ao pe do Rozario D. 25.
XJT Panno encarnado lino j e um mulato
de boa conducta e com ollicio : na ra do
Cabug D. 7.
E3" Seis pipas c 100 sacos vasios que fo-
ro de farinha : n ra dos Barbeiros no se-
gundo andar da casa da quina junio a do Snr.
Joio Pinto de Lemos.
tsy Urna venda em fora de portas junto a
Intendencia, adinheiroou a praso com lir-
mas queagradem : na ra da senzala velha
D. 50.
S27- Salitre, agoa raz chapeos de pal ha ,
lonas, brins earnedeyaecac.de porco em
barris : em casa rje Ilenry ForsterA Compa-
nhia na ra do Trapiche novo n. 17.
cyDuas canoas urna de 40 palmos, e urna
dita de 50 ditos : na ra da praia serrara do
Cardial.
cao ra da Cadeia do Reeife n. 45 ou com o
inesmo Capilao na praga do Commercio.
tsr Para o Rio de Janeiro segu em pou-
sos das a Barca Brasileira Firmeza bem co
nhecida pela veloiidade de suas viagens e bom i manh
tratamento aospassageiros, para o restante; BT A V*ndada ra da Roda D. 8 com
da carga, passjigiros e escravos trata-se Oora poueos Tundos, e tem bstanles commodos
Antonio Francisco dos Santos Braga ou com Para moiar familia ; i
o Ca|)itao Narciso Joze de S. Auna.
Para o Porto, o brigue Flor de
que sahir at 2( do concille
Beiris,
e a inda rece-
be al
guma carga a Irele e passageiros ; traa-
se na ra da Cruz N. 57 ou com seu capi-
lao na praca do commercio.
1- E I L A 0'
Manoel Joaquini Pedro da Costa fa*
quanlia de lu rs., resto dos Wa rs, que pe-|leil8o Quinta fera 17 do corrale naporta
dio o annop. p. aceita pessoa em certa do armazem defallecido moleta, de 100 ro- 5 ponas D. 50.
sociedade. J los de fumo por conta de Antonio Ferreira '
3r Da-sedinlM'iro a premio de 2 por cen- Guimarflesdo Ilio de Janeiro.
loaomez, sobre pinhores de ouro ou prala i ur James Crabtree & Companhia fazem
da quautu de lOOj ule 1:000* de rs. : qem leitto por intervengao do Correlor Olivera
-y 20 travs de golaudim (Carvalbo de
palmo de face ; c de 50, 58, c 40 de compri-
menlo : no forte do Mallos junto ao estaleiro
ou no armazcm do Sr. Santos Braga.
S^' Um cavallo novo milito bonito, em
boas carnes de bous meos e de muito bom
passo ; urna escrava de 18 anuos, crela e
sem vicio algum boa para o matto por ter
estado sempre no mesmo sextas de todos
os lmannos a terns e mesmo a retalho 5
caixas grandes de pinho, barricas pequeas
boas para assuear ; ludo muito em conta: as
qmser annuncie.
t3F Manoel Antonio da Silva Motta vende
a dinheiro ou a praso o sitio da Ponte de Uxoa
assim como arrenda o sitio Agoazinha em Be-
beribe proprio para gado e com urna hai-
xa de capimmuito grande muita Ierra para
recae varas fructeiras : na ra da Cadeia do
Rcife n. 0.
S2P Preoisa-se deOOO. rs. a premio com
hypotl ecaeni duas negras e um moleque:
quero quiser dar aiinuneio.
SS/' A pessoa que Ihe faltar um moleque
meio bugal, dirja-s.; ao telheiro em que se la-
vira pedra defronte de S. Francisco a fallar
Com Christovao Prala que dar noticias ;
advertindo que nao so responsabelisa.
S3T A pessoa que tiver e quiser alugar um
escravoque seja canoeiro para tirar areia, di-
rija-se a ra do Rangel D. 17.
E9* Joaquim Dias da Costa Jnior c Joze
llartins Raiboza retiro-se paraa Cidade do
.;( na Barca Portugueza Espirito Santo,
de grande porgaode fazendas inglezas avaria-
das sendo chitas de chao cor de flor de algo-
do, ditas de varias qualidades, madapoloes
dito algodaozinlios ditos, brins escuros com
principio de mofo: Quinta feira 17 do corren-
te as 10 horas da manhi inipiclerivelmente
no seu armazem ra da Cruz.
M3~ i. O. Elster faz leilao por interven-
gao do Corrector Olivera, Quarta-fera 16
do crrente as 10 horas da rnanha no seu
armazem ruado Vigario, dos seguinh-s ar-
ligos : pistolas, espoletas, limas compas-
sos, tezouras caivetes, bridas estancadas,
estribos dito feixos para espingardas tin-
teiros e arieiros de chumbo, boles domados
e de seda ditos d'osso, missangas laxas
de bomba c de selleiro, dedaes, espedios
de todas as qualidades lamparinas canu-
tilho papel de pezo livros pautados e ris-
eados selifis com seus pertenecs cordas de
guitarra pentes de prender o cbelo cai-
xas de buso bicos fitas de algodfio c de
iST- Una boa n?gra moga, cozinheira .
e engommadeira lava de sabo cose chao,
muilo fiel boa para ama de casa : na, ra
do Hospicio as casas do Sr. Joze Carlos ,
na primeiracasapassando o muro: na mes-
ma tem um negro canoeiro para se alugar.
ss^* Sacas -com arroz bronco superior a
\\p rs asaca, e arroba a oa rs. vinho do
Porto, velho engarrafado de muito boa (jua-
lidade : no atierro da Boa vista venda D. 39.
C5P" O restan te" da agoa de Ungir os cabe-
Ios e suissas : na ra do Divi amento loja e
chapeos D. 17.
isy 400 travs de 55 a 40 palmos de com-
prido e 7 a 9 polegadas de grossura por
prego commodo ou troca-se por lijlos de
alveiiaria r. lelhas lijlos de ladrilho tam
lx"ni por fazendas francezas e inglezas venda-
veis : a fallar com N. Gadault praga da Boa
vista frente da Matriz ou com o Snr. Ma-
riano Coi te no Coelho.
(SE 5 pedias para sobrado : no pateo da
S. Cruz casa terrea junto ao sobrado D. 4 de-
fronte da Igreja.
52?" Ricos chales do seda sarjas prelas e
e cores gros de nanks de cores para vesti-
ESCRAVOS FGIDOS.
tar No dia 0 do corren te dezapareceo da
caza de.Bolli *x Chavannes na ruada cruz. D. 44
um preto Joze de nacao congo de idade
T>5 muios, pouco mais ou menos barbado,
e bstanle feiov, foi encontrado varias vezes
no bairro de S. Antonio, pelo lado das cinco
pontas quem opegar leve na dita caza que
ser gratificado.
XZT Fugio do sitio do kilo no Cajueiro ,'
no dia 15 do correute, o moleque Jo/.e, cre-
lo de 20 annos com calcas de brim escoro,
camisa de madapoln ja velha secco do cor-
po ,, estatura-regular lem principios de al-
faiatc o qual he de Manoel Joze de Castro
Araujo do Rio Formozo : quem do mesmo
tiver noticias o prender e leve ao dito sitio ,
a entregar a Joaquim Gonsalves Vieira Gui-
mares ou no Reeife junto ao arco da Con-
ceigao D. 51 que ser recompensado.
sl:/- A 0 do correute auzentou-se o escra-
vo Joao Congo, de 28 a 50 annos, alto,
secco, um pouco fulo com camisa de ma-
dapoln caigas de brim branco de Ostras ,
jaquela de riscadinho azul chapeo de seda
preta e bengala onvernisada de encarnado :
quem o aprehender leve-o a ra Nova D. 22
loja de Ferreira e Rraga que recompensarn.
e?* Fugio no dia 7 do correle o escravo
Antonio, alto, secco, bstanle preto, olhos
ai'umacados e alguna coliza lerdo de 20
a 25 annos healfaiale, levou com sigo to-
da a roupa o qual fogio do engenho Antas
freguezia de Serinhaem : quem o pegar leve
ao lito engenho ou a Joaquim Domingaes
de Souza na ra da Cadeia do Recite D. 17
(uesera recompensado.
MOV1MEN T O DO P O R T O
NAVIO ENTRADO NO i DIA 12.
Rio da Prala 25 dias tendo sabido de Bos-
ton a8 mezes ; Brigue Americano Gem de
108 tonel., Cap. Francisco Fulker, equip-
25 carga azeite de espermacete : ao Cn-
sul Americano : arribou a este porto para
conseriar os pannos.
SAHIDOS M0 MESMO DIA.
Porto ; Barca Portugueza Bella Pernambuca-
na Cap. Manoel Francisco Ramalho car-
ga assuear.
Halifax ; Brigue Inglez Lad Sarah Maitland ,
Cap. James Whiadem carga lastro.
RJjXIFE NA TVP. DE M. F. DE F.= 18-*2



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