Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:04488


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Full Text
/
tuno (I* I42.
Sbado 12 de
BBHaannHKiBnHs*
To.lo .'or.depeodei e nos mesmo, j danos., prudencia, noderacSo, eenereia con.
tiauemos como principiamos, eseremos ipnntadoa, con adniraco enire a, Nacoe, oaii
<*tl- _____________ (I'roclamacao da Assen.M.-a Geral do ra
PARTIDAS DOS CORREJOS YfERftl STRFS
Goianna, Paraba, e Rio grande do Norte, .,. seffuWeia fe.ra
Bonito e liaranhuhs, a lile U ^
Cabo, serinhaem. Hio I-orn.,,.,, Pftrlil Cairo. Maceio, e Alv;oas no 4 44 ,21
Paje 13. Sauto Anuo, quinta fera. Olinda iodos os das.
san. s, Gregorio,
Fufrtia.
ar$o.
Anno XVI51. h\ 51.
O Diario puhlie, dcireanil re, pprqutrttl pai
-*""' ''" ........ "< f--"-i irat.Nida S,i ,,.,,,... |ln| ,. *. rerlamac-'fi >ii
r \ "'"'"" '.'".}I'"*"1" '"' *'" (:"1"" 3- uu pr da ladependcacia ld}a> da litros
y
Nuaeroi 37 e 38,
C\MB10S n bi* W r>
Cambio obre T.oiMre* 28 d. p. II'. I'mia- Petos
x Para 32t) raa p. franco.
Lisboa Ril S.) p. IU |ir
i
filAnmaraa
moa
4.(550 a 4 67
1 ; J
>.'itu i,i das da emana.
7 Se. Thomaid'Aqnino. Chae Aud 4b Juit de Pimo da 2 nra
8 Tere. ,. Jo i., de de Dos Re. \1. do d.. uir.de l)reilo-la i. *ara.
9 O.iart. s. Franc|,ca Romana. Chae. Aud do juit de dircit da 3. rara.
0 Quii, i. Mtlil m. Aud. do jn.il de direito da 2. rara.
1 test. ,. Candido. Aul. dn .luir. deOireito ila 1. rara.
Ouio-Mocdade6 40U V. I4.0, N.flO Medadabbre3 por (QQ' !,,r........
" 'V 1':.'.'.M .i i. iU'.i Disconto de bilh. da Alfai.defa 4 ..r
de ,000 8 I 11 '- I ao mat.
Paata-Paucai l.fi I, [,< i Wemdoleiraadaboaafinsati
PilvSK^ ha LIJA NO MT.Z E foftC>.
Qasrl, m:n. a 3- Ka 41 borai ^ n if la
101
Re. Aud. do Juit de Direilo da o.
l.tia Noi
Quarl. erase.
Lu che i a
a 12-'- 4 h .i~ s n .1. nanb.
a l'J .- a-, s horas 23 m urde.
2 -- is 1 I horas r :i!) ni. da ni
PARTE OFFICIAL.
THESOURAR-IA DA FAZENDA.
EXPF.DIE.YTE DO DA i. DO CBRENTE.
Officic
da estas poder* sor satisfeitudo 1. do mez hVnrique JorgefUdpiio, pura servir interi- hornera de raaos se;ntim.M.to he lano mal no
namenle n'aquiMIa Comn arca, durante o i m- civo'quanlo mais inteligente ; a inlHIigencia
pedimimto dos respectivos Juizes ; visto nao he urna forc ser viciosa a sua-dirpeco ,
permit ir o seu estado desaude, que parta melhor lora, que tal forca nao exisi t,
fi> Fv. l .
Presiren.7 i iw" \T? r,2eoto ,Iu ex A,feres do > L*ha Ma- denados, para pagar ., D Mara Francisca como paece.o primejro intuito oex-
uooommiabano hscai do Ministro da Guerra I litio Ao >r. Inspector ,1, Thesouraria Jao Ribero da Cosfa aquanlia de 21,996 animaftepiavado
viudouro em diante.
IOEM DA
Dito Ao Exin. Sr. Barao
sobre a neccssiJa'le
e conveniencia de nao da Fazenda da Provincia doCear, prtci-ldo eu meio sold, ven i o I
seadm.Uuem rciuerimentos, recibos, ept-|pando licar na inteligencia por oseu offlciol Julhr, a Dezemb. o prximo Gndo.
do
Ossystemas cl'educacao da antguida le fo-
rAosubmerttidos pelo funesto a errado cal-
.Migoes.
Dito Ao Sr. Contador da
*!""" "' "." ''T-
Yereiro prximo undo era que commumcou
lliesonraria, acliar-se na posse, eexerclcb do lu"r del
participando para s,.a inteligencia em vis- Inspector, para que lora nomeado por D ) \\\\ {] )51 B\I}R| f|)
a do ofllcio do Kxm. Sr. Barftoda Boa vistaL K.rpefia de 17deBwembro pi-oximopas- "'lll!" J fjfX l"1""1 1""
Presidente da Provincia de 2o re Fi'.ven>im ui.% ''""..... ----------------------------
precedente. que S. M. 0 I. por D.-creto de
21 de Janeiro ultimo houve por bem Nomear
ao'Bacharel Jeronyino Marlimano Figo ira de
Bro AoSr. Inspctor Intormoda Th-
souraria das Rendas Provfnciacs i par
pando ternesla data expedido ordem ao The-1
SOBRE A ". E Pj-
RA .. u >ci ;:; -->
tutores de m-moros
biinenio dos
ira
praQas, que |
encarre^alos do rece- cha rao para a .' :-n > ;.
vencimebtos do meio soMo des- tros,luga res em sea .,., a sinos
!V.!.m._a.1pr.,l8f1lar d.e l,vz.(>m u''" ri>e- do Ten ;ii Uo \ :, assim como
para susl ti.tu dos alas.
i o em
o no Egj
i ;i Gre
lena impo'rtant para a determinado i
zes documento legal, pelo qual mostrem a-
char-so na coqtiDua^fto da tutora; epor
consequencia as circunstaiicias do poder la- Ministerio da Gu -rra
zer dita cobranga.
nos os horrores da idade media na
qual por nao haver justica publica se ex-re-
o rrueis vmgaqgas particulares, e ti:-:, u-
nho os .lito- baroessoberana e despolicainen>
le dos pleh os, sendo o numero dos liraiinoj
ao las povoacoes e reinando os crimi-
, nicoslemi-jos, nusu da ignoran-
cia seria.
iracas a Provid mei i a religilo christa foi-
a
se pro;i igando entre os barbaros d'aqu 'Ha
poca rala i i > ento havia f
logura moral evangel-H ti abran lou a ferocida*
dedos costumes u i prncipou a cau-
sar horror aopii io lublicar-b:'llou-*{con-
tra a prepol > senhores caberlos de cri-
. eos monarcas cajo nico interesse,
il gloria, noestarem ment-
stib JiIks ,
Dito Ao Sr. Gummis ario Pisral d
o
DEM DO I>r.V "1.
Olicio Ao Sr. Commissario Fiscal do
L ... ores e to importante que nose '" ;.,s '-';'' ,!' ',;
ue mais concorrifroparaciv.....cao acharaoapptj i na conscieucia publicar para re-
^Lfo mundo, em Sparta c Alhenas n'esses pruji"" os lacmorosivi, e pud-ao llnalmenta
Ministerio da Guerra requi.utando aflua dos modelas mal copiados da ci i R mana,
OenlosCaJem do sold da Patente ) ; |iI(
o Alferes de Cacadores Hanoel Glaud .,. leiras Leis fundamentaes do es-
Ministro da Guerra, pai-tecipando para sua
intelliajencia e em resposla aos olBcios de
23 d' Feve-reiro prximo indo, e do Ido
corrente que o Sr. Commandante ^ Ar-
mas, aquem fui enviado no proprio origi-
nal aquella seu primeiro oflicio communi-
cou ler expedido ordem para ue na fofma I do Civel, durante o lempo en
do artigo 8. das Inslrnnjdes de 16 de Out
bro ultimo alem dos Mappas pareaes ,
duplo se pie entregue tambera em duplcala I Dito Ao mesmo Sr. idera .
arelaQSo nominal dos doenlesno Hospital, i do o Bacharel Francisco Bernardo
ira de ser enviado ao Exm. Sr. j, rav*o os Masistrados. D'ahi dimanraO
assignada pelo Facultativo do Corpo ou pelo
Commandaiite onde nao houver Facultativo,
oque (|uantoa segunda parte da sua exigert-
Oliveira Cruz, deixoua sa familia nesta Pro-
vincia a
io da Coa vista Presidente da : ici
Dilo Ao Sr. Contador da The tura .,
eommunicando ler o*Exm. Sr. BarodaBna
vista Presidente da Provincia nomeadoao
acbarel Francisco Rodrigues Sette, para
subttuir ao Jurz de Direi'tu da terceira vara
qae estiver
u-| na Asseniblea Legislativa Provincial o res-
el peclivo Juiz.
lispcnsan-
d Carva-
I i i 'lias em o,ij. eteculu m ii
smeravu os Magistia los. D'ahi
ios as artes. na guerra as
scicncias no amor da patria e Ua familia .
qti i n is i .,.), o nos devero enver-
. e que de ceVlo bao podemos imitar
..... ; ir de y >l .; n e I -) ou para
m ': irdi -i"-, s'':;i instituir um J;Jl ;ma d'edo-
ra al para a mu 'ida '. .
. I.. i i e til emprego d >s iepti-
menlos e qUalidades airectivas dos jovens
ei la i los suas persuases mora
em lodosos lempos m'ais im. para a
sua propria felicid le e.iiicre:nenlo da prbs-
. peridade do Estado do que o desenv'olvm mto
Direito do Live da Coraraarca da Boa vwU as faculda(ltS nte|tectuaes a e nj venJai!o ()
llio doexercicio de substituto dos Jui/.s da
Goramarca Jo Bonito nom*andu o Juiz de
iFLifiinrD
ANNA n'AI'.CO.NA (*).
O arcebispo icou bastan temen le desgos-
toso que o barqueiro tivesse visto correr as
suas lagrimas, epor isso baixou as cortinas
da barca 6 depois disse com muito Bangue
fri.
O* espirito de caridade Jo qual mais que
outro qualquer um ministro do Altissirrio
deve eslar animado, a nica causa da mi-
nha ailic(,'o mas agradcgo-lo por me teres
contado esta historia. Nfl dcixarei de ro-
gar a Dos para que receba em sua miseri-
cordia os dois ltimos descendentes da casa
le Arcona apesar de sua heresia ; e o Se-
nlior ben pode acceder aos seus rogos. Mas
Senhor vos sem duvida queris zom-
hr de mim ; que inteiesse pode ter a histo-
ria de un miSeravel como eu o qual obscu-
ro vive s no mundo, e do producto do tra-
balbo de suas maos ?
S i' Nao leus mulher ncm liihos .J
que o cohduzisso a Ruo, prom'len>!o-lhe
: recompenca do seu trabalhoduas moedas
deoiro, o ajust ficOufeilo; porui durante
a viagem o barqueiro pode ver que a bolea do
desconhecido eslava bem cheia de oi:o, e que
pensas tu que elle fez?
> Senhor, eu linda mulher e quatrofi-
ltras mas Dos os levou a todos.
Dos justo responden o prelado com
severidade ajoelha que estou prompto para
ouvir a tua conlissao.
Vos, senhor
a confisso de um miseravel c;l0 o barqueiro, roubou todo dinbeirt ao
conliceido e depois o assassinou.
Ajoelha ja t'o disse nao reparas que Pidade eXClamou Joao Claudio pois
cstou esperando. que Da Verdade era elle: senhor eu abraco
) remeiro prostbu-e cntso aos pea do pro- o, vo^sos joeihos teride piedade de mi
quer ounr
como eii ?
Aquello qu" era interrogado tiesta mancha
nlo respondeu a esta pergunla mas com voz
sulTocada pionunciou estas palvras.
''iedarc, piedade, senhor.
0 barqueiro ; prosPguiu o prelado sem
o arcebispo de P.uao ,|manifestar que percebia similhaple extiama-
om linwmiin im '-i n-u, i., r A ^-'^"'-"^ *""""^CMMW*" *" P* 03 VOSSOS JOgmoS U'IliJc pnMad-i de lliim.
em lim orno anda nao Clegamos ao IIm da |ado ,, Come,;o,i a conflssflo hatendo no pe-; \f,,sla-te afa-ta-t disse o are -I
nossa v.agem podes t.....tar-meeutrahistoria. 0 convulsivamente mMs foi-lhe irhnrtJivel'n^ \,'> a '
ni, i a cnim, a toiivuiM>aiiniHL mu s 101 n im,)os>nti nno fia piedade rara oque roii jj uo ha
Oh. eu senhor: nao sc ma.s iienbu- articular urna s paltfM', pareca r i Un- piedade para o
ma.
V bem se te lerabras.
Nao c posaivel Senhor.
Pois beraeotaocontVnio a historiada
tua vicia.
pi<
goa presa o que vendo o arcebispo ii;0 disse N .ste mi sr o lisiante a barca tocava quasi
rfta ve? que ttj te negas a rallar. a ;,;, rjo &>m t.ni C1 a u a_
cuta porragora quo te pertence a ti a historia hada de Snil t-ot-ii c as conhibs dodoeel
quevou referir-te. ma noite ,-qufe tajn-| ^ levan(ira'm. Enino o prior da mesma
bfiia-bd sfas-annos que se ha passa.lu. um nbadld quj tmh vmdo pra iTcaes aco
Vl, .:. ,>- /.;-,.. ; 'b-stfoiihf-ci.io bateu a porta do mn barqueiro nl.adod toda a'commnidade oTerec' ch'eio
, ^V -x -i ^ 7' f',''l^ hahilavacm urna choca perln Vai ,o:i. de .lalafehto ao ai
' m : m- I -^ t*i*Ti*. mli c m P** dia cisc. ,. ,;vam idt PB) salvj d* pr'a i
ucaQn da mucidaii ',
: ip '' os da Blihia elo Envase-
Ihoa : u-se do soculo em seculo a socie-
dade chrisi e as diversas nacO^s jue a
formaro, tocarosucc si vara ente a meta da
civilisagno n'aquelle systema primeiro V^-
n >za e FtorcnQ-t: depois a Hespanha e Por-
I. aHollanda, Inglaterra, a Francaic,
Infelizmente entre a maior parle da gente,
que tinha educacAo regular a f a suecum-
i analyse philosphica e perd la a t',
i reego dossentimeotos eda.moral Bcoi
pouco a pon*; : la acl and>-seo an-
tigo systema d'e i 10 reduzido aodeson-
volvmentodn ntelligencias Mosement. A
Cong _.!)., latas ao ensino pu-
i a nstilusjo de mestres seculares aca-
bou de arruinar a edm ;.,:., ) moral fundada
na y sem haver cousa alguma que a subsli-
tuisse, e enlo loinrao ajiparecer os vici
zendo-ihf ao mesmo lempo.
Be m di toseja o Senhor pois que nostjbneedo
a graca do rcebispu de Ru&d visitar a nosao
abada,
Venho segundo o eos tu toe (!isp oM ,
dormir urna noite na minba ahaia de Saint-
O. n antes ue Lomar posas da minha diucee.
- Amanh cuidaremos nisso, tornou o
prior. Para aquello que se eompraz em ob-
servar asdilTerentes voltas da fortuna, (jUtt
as revolmjoes trazem comaigo, aelevac^odo
( arlos de Dourbcn primeira dignidade do
reino. nSo lera nada dpeslranho. desterra-
do no reina lo do II mrrique 111., era casfig
d'uma falta que forc*so conlessa-lo tinha
alguma desculpq (1r u eircmstancias qui
a Unbara motivado, era moi natural que
o culpado alcancisse a raca do novo mon.'ir-
Cha que n&odevia ser muito severo |M com
os dHictos de amor : poi< outra parle Eemi-
que l V qoij era quom potno oceupava o thro-.
no de Fraiiga nao poda esquefier os Incui
'w que -. uniara a Carlos de Boorbon;
e lato muito mais era urna ppncftl rra qual .-
flaqueza dos principe.se (.'es grau'Je,sconsista
em criar era prove lo dos nm.i < .
la nobleza e por tanto leria sido auiit
'.' US) :; \' u V^tttN c;r;


gra^s^-Sjg-a^-qrgagFT^ 55SS@9B33H3! j* BHHBK
"SfSfSSSkfh-vm
.jiiL mil j^m^^aSi,MkMiW,a^~-
06, os dimes, oshorrorca queochristia-
aisjno linha extirpado nos seculos de barba-
rilado nao coma mesma fereza e brutali-
da le porcm com maior (iissimulagao a
.mais refina'la corrupgo.
Se corrinos parece estas consderagfies
Sumis, ou cienos applicaveis todas as
j\igoVs chrislaas taes quaesse ach.o actual-
mente, quanto mais o nao sao nossa Pro-
vincia ? Entre nos coin popuiago tAo in-
eufficiente e tao espalhada, fra do Recife,
sunca pode havereducagao regular -, mas ao
menosem quantoexistioa fe, o clero dirigi os
sen timen tos do povo, ha va confidencia, as ms
u ces fazio vergonha quem as comniettia ,
a gente honrada, a propria familia cvita\a a
suciedada dos criminosos ter relaces coin
alies era Jo m fama e os crimes devino ser,
era3 innitame-nte mais raros. Que fize-
ro os nossos philosoplu s, c polticos ? Em
\ n de obstar asconsequencias tao facis de
antever que estamos sofiVendo e soffrere-
D09 por muito -enipo raaos discpulos da
escola materialista do fim do seculo passado ,
a irreliglflo anniquiiagao 'la fe nica ga-
C na verdad que prpsenceio que ou-
vem dizer os meninos ? Ao primeiro uso, que
fazem da palana, consta-I lies, qu se projec-
ta, ou j se executou um furto, que se inventa
u.ii.i mentira para encubrl-o, ou de*fargal-o,
chegao mesmo presenciar ss aeges as mais
vergon liosas.
Que haode vir ser quando homens es
meninos que resptrrfio desd'o berco urna
atmosphera prenhe de vicios e d'attentados
impunes ? Quem lia alii que lhes pregue a
obediencia as leis, que Ibes mostr ocaminho
da virtude ?
Se nos volvermos para o sexo reminino,
que diremos dos ejemplos que as memn;
recebe m no meio da sociedade, em que vi
vem ? Presenceio relacoes Ilcitas das escra-
vas que as rodeio vm nascer os produc-
tos dVssas relages, sao Diadrinhas, sao pro-
tectoras de fiibos espurios ou adulterinos.
recebe-m em quotidianas conversas de perver-
sas captivas ideas e expressoes indecentes -
ainda nao chegaro a idade de puberdade.
e ja nao podem ignorar o que so depois de casa-
das devio saber, e como sadevessera expi-
rantiaate alli da moral publica chama rS o aras mperfeigOes dosy.-dema d'educacao, em
philosophia aos vicios queosfazia concor-
que foro criadas viven! em verda leiro cap-
rer eara a desbragados seus conridados, cha- tiveiro que de modo algum pode substituir
nrto patriotismo aos crimes producidos os principios seguros de moral, e que efiecli-
pela destruigo da moral chamaro liberdade,
de modo que por oniros motivos e sob ou-
tras formas nos adiamos coin mu pouca dif-
ferenga quanto aos costil mes, salvas as ap-
parencias legues as desgranadas circuns-
tancias em que eslavo na Europa os povos
Ja iilu.le media. Btp neg esta, quem nao
v6 a mesma lyrannia dos poderosos, a mes-
Bia prepotencia dos fac no rosos a mesma
ioipunidade dos delinquenles a mesma cru-
eldad dos assassinos a mesma falta de se-
guranga 4e.; e estes males da idade media ,
que a '. clirist linha destruido, n"io sao
vamente nao impede desgranas da mais noje'n-
ta especie.
Nem se diga que estas pintaras sao Blhas
do uma imagina cao pessinjsta pmmpta para
exagerarlas sombras da melancola qualquer
falha deseus semelhantes. Interrogue asila
memoria ca la pai de familias Cada leilor ,
recordarse do que tein visto do que tem ou -
vido os meninos d'ambos os sexos qua se a-
chao debaixo da sua direcgo di'.'a se pode
evitar-Ibes os ejemplos em que toque pos-
to que seja a menos partos dos que poderia a-
pontar e v ja na sua consciencia se espera.
gao nao sejo s instruidos mas cidadaos
promptos para reprimir os crimes o vicios ,
que obsta o ao desenvolvimento da prospen-
dade publica.
O primeiro recurso sena de mais fcil exe-
engao e por isso mesmo mais seguro po-
rm a!em de tornar a educago monopolio dos
ricos, reduzindo consideravelmeiite o numero
dos eiJadSos aptos para os cargos pblicos
teria por effeito diminuir consideravelmente
o amor da patria nos cidadaos mais influentes.
E na verdade quSo poucos sao os Pernambu-
CM108, que educados desd'a infancia na Euro-
pa nao derramassem lagrimas ao regressar
as para a Provincia e na viessem no firme pro-
i- psito de voltar assim que pudessem e quacs
sSoaquelles que em vez de lutar. verbalmen-
le. e por escripto contra os crimes, vicise
defeitos, que Ibes augmentflo as saudades da
Europa se nao limito declarar com indiffe-
renga os males da Patria incuraveis, e sem
propor remedio para os sanar, nao tratad7u-
njcamente de obteralgum emprego na diplo-
macia ou alenm cabedal, com que posso
embarcar sem demora ?
Resta pois a clausura da moci.ade na Pro-
vincia como nico maio de segregal-a do
canlagiodosexemplos n principio anli-so-
ciaes em que vive incursa p. de Ibes dar
dVsd'a primeira aurora da raxflo principios
contrarios de habituar a melbores exem-
tnenos hediondos do qu1 ent'o. On como as qu" educada por tal modo a futura geragflo se-
Leis nada podem contra u Corrilpco goral e
scom o auxilio de um oxercito poderiloser
secutadas por magistrados probos, e quasi
isolados no meio do contagio moral como ,
di;ro as leis nada podem contra um estado
social borrivel, mas que tem condicedes reaes
d'exialencia, cumpre buscar fra d'ellas algum
remedio para taraanho mal.
EUta remedio, o nico talv?z ex^quivel
e pnt> isso mesmo eflBeaz consiste em modi-
ficar os senlini Titos da moCida le e morali-
sar as gerogoeS futuras por meio de um syst"-
miid' de sem i--o se legislar com as melbores inten-
g.Vs de reprimir os crimes 5 as leis n lo sero
Secutadas, por nao lervp) apoio na consci-
eiiia publica ; de. balde s tentar chamar
grande numero de rolnos da Europa ; os
poucos que nao vierem ja babitua-los ao cri-
ni, djpre.1 s- h ibitua 1 >; 1 era in la, a cor-
reaao Jeve ser-nos propria aja quo seria
iou 'ura esrmra-ia da g-'pago presante s-ja-
mos prvidos, olhemospara ovindouro, ap-
pelemos para as gerago 's futuras cesse o e-
pnismo que ludo lunita ao presente, e pes-
cual amemos a patria ao menos no qu3 diz
respeito sorte de nossos (lliios.
Para conseguir rttzultadps detamanha im-
portancia, e urgencia o principal recurso he
ja mais morigerada mais obediente a lei ,
mais sociavel do que a presente ?
Claro he como n luz do dia que tedo e
qualquer systema d'educagflo publica na Pro
vincia, cujo primeiro resoltado nao for wib-
trahira moci la-I que pode vir ter influ-
encia na sorte futura da patria s causas
d'immoralidade, aos exemplos de impune
desobediencia s lefs qu^ a ercundlo por
tola a parte, ser errneo, insnffici nte, des-
tituido de previsflo do rindouro, e anda quan-
do do que muito duvirfamos, augmentas-
se a instruegilo no neo contribuirla para a
prosperidad'? da Provincia porque nossos
desee 'denles augmentando a he ranea de nos-
sos vicios ainda serSo naturalmente peores do
que nos, es^mmora! publica, sem eieru-
cSodas Leis, nSohaWicidadopara osE!sla-
dos embon baja instTVCCSo.
R^rnhecida a necessidade de suhtrahir a
ignorancia do
pos, .vivendo solada, e na
que se passa em torno da si.
Mod*-;lo, que possamos indicar, como de
todo applicaveis paro obler o fim desejado ,
naoexistem mas podem exi-tir se como
nos narece nenhum povo seacliou nimia em
idnticas circunstao1 ia^- Todava o nvihodo
da Escola re Plato d'esse genio assombro-
maior val sendo o desenvolvimento da razflo
metholo, que foi na antisuidado para a e-
ducagflo moral, eintellectual da mocidade o
que no lempos mais floridos da Christanda-
de forfio os conventos para o < nsino das virtu-
des e discinlinas religiosas, he o que nos
parece preferivel. Varios estahelechnentos
exislem ,* em que o ensino em clausura foi a-
dootado irnitaefio da Escola de Plafrio mas
devemos corfessar que tudo quanto exis-
t- para o sexo masculino em Inglaterra em
Franca naSuissa cVe. nos parece deficiente
para o nossofini. O proposito dos fundado-
res d'aqulles rstabeb'cimentos era dimi-
nuir aocusto da educagSo, e dar maior som-
ma d'instrucgfio to menor espago de lem-
po qnepossivel fosse porque achando-se
a leeislagn concorde com os costumes e
sendo rigorcamente executada nada mais
era preciso. O Collegios reaes de r ranga es-
tflo admiravelmente organisados para esse
fim mas o contacto dos alumnos com o ex-
terior, posto que limitado, e multo vigiado
tancias dos rejpcctivos estados. Porem as
casas seculares, posto que as meninas ahi
receban a necessaria instruceflo ha demasia-
da facilidade no contacto com pessoas estra-
nhas aos estabelecimentos, e as casas pu-
ramente religiosas onde se evita este in-
conveniente para nos gravissimo, nao se
desenvolvem as faculdades intellectuaes cru
grao igual do apuro dos sentimentos. As ca-
sas d'edueandas conliecidas pelo nome do__,
Sagrado Corago que sao meias religio-
sas e meias seculares parecem-nos os mo-
delos mais adquados s nossas circunstancias.
A docilidade dos costumes e genios das edu-
candas d'aquellas Casas a yariedade e so-
lidez da sua instruego, a actividade, e
methodo em seus trahalhos domsticos as-
saz proSo as excellencias d'aquelles stabe-
lecimentos. Alli se hbiluSo ohRlioncia
cega dos dictames da razao predispondo-se
tolerar resignadas oju.ro, ainda quando pe-
sado de seus consortes ; alli bebem prin-
cipios com que. depois dirigem seus Gluoa
para ocaminho das virtudessociaes e guia-
das por esses principios com linguagem pura,
e velozmente rete murtas ve/es seus mari-
dos em seus arrebatamentos e precipitadas
deshonestas ou criminosas resoluedes.
(Continuar-se-ha.)
EDITA ES.
mocidadedo contacto da triste realidad do ainda aqui s^ria mais que sufficiente para os
nossoesta lo social como nos h vemos de h?.-! meninos se habituaren! mos exemplos de
ver na expendo de tiodiflicil, c importante
empresa? Evidentemente s dous meios ha
para conseguir esse fim, saber, mandar os
meninos de3d'a maistenra idade para seren e-
ducados nos Estados ,
sorte rjuf na parte intel'eclnal poder-se-hia a-
dontar com leves modificagoes o plano dos
Collegios reaes de Franca mas as disposicr}-
"', relativas moradade'. e ao contacto dos
alumnos com o exterior deverio ser muito
onde como na Alle-
manha e em Inglaterra a modificado dos I mais rigorosas e asm ex ecugff o confiada
genios e o desenvolvmento-das qualidades mAosiatellgentes honradas, esinceramen-
separar as eriancas d'ambos os sexos desde a sociaveis he o principal cuidado de quem se Up dasajosas da prsperidade das gera^Oes
mais lenra idade d'essa sociedade immoral incumbe de formara mondad" ouonlao clan- Ifuturas-.
d'eicravos, que a circunda com ejemplos quo- su-al-a na Provinna e mcutlr-tbn na clau- Como o sexo fiminino vive por toda a parte
lidiaros de desobediencia s Isis eas regras | sura principios, o ejemplos de sociabilidada ; mais recolhido existem muitos mo lelos
dosbonscostumes. LSoseguros que ao sahir da casa d'educa-1perfeitos para su 1 clueagto as circuns-
rlasseobscura e em um grao inferior do esta-
do ecctesiastico. Um dos prim< iros cuidados
de Henrique IV depois da sua exaltado ao
throno foi chamar svu irmo a olierecer-ih o
areehispado de Ruao que tinlia ficado vago
durante as guerras chis.
Carlos de liourbon linha nessa epocha t:in-
ta e quiltro anuos e por consecuencia acha-
va-Se nessa idade em que ai tempestades do
Corceo so socegam e cedem geralmcnte o
seu o^ar a urna paixo menos ardenle que o
amor, mas mais dificultosa desatisfazer, e
tambem mais fecunda em desgostps e pesares
em aompensago alfiuma : e se alm disto
adverti-mos quose acaso na alma de Carlos
se despertarse esta nova paixo, ella nao ti-
nbamsisquQ a lutar com urna recordagao ,
c nao deve admirar que sendo uhjeclo de to
alto favo.- se embrigasse no prazer que deva
causa, -he Lio grande triumplio.
lidvia jaseis annos que nao linha noticia
iiuu.ia du Anua de Arcuna a que amor re-
sie a seis arii's de ausencia? Todava.
;>or tranquil.'o que. estrvesite Cariosa respeito
DCas de sua morada no ca-tello
ie Arcona nao pode empp !i< oder suajurna-
da a Ruio sem que se achasse oppresso a
,-aior tristeza 1 e a medida quv) se aproxima-
vadaquella cidade, todo o passada se, apre-
sentava a scusolhos com aspecto horroroso e
ameacador.
Nos sen limen tos pie-losos que induziam o
povo a vir no seu encontr a imaginagao
delirante do Prelado nao via outra consa mais
(lie uma anciosa enriosidade : e l!ie pareca
que excepto aquellas botas que o respi i:o cer-
ra va as arvores, as pedias, em summl
tudo o que oncontrava pareca querer ex-
clamar :
Este o sacerdote perjuro. <
N.io causar sorpresa que estando domina-
do pelo inlluxo destes pensamentos evitasse
com o maior cuidado pronunciar durante toda
a si.a viagem um nome em resposta do qual
tema no ouvir mais que um eco fu ni he.
Sem duvida que se n.io tivesse encontrado Julo
Claudio, teria chegado a Ruo sem se atre-
ver a informar-se da soite de Anna ; porem o
Hchar-se vista do homem que linlia causa-
do tolas as suas desgrags, nao pode resilir
ao desojo de saber da sua boca oque linha a-
contecido no castello depois da sua pai lida.
J se vio qual era a dor que a este resp ito
|l|eeslava reserva !a, e fcilmente se compre-
hender porque depois da relago do barquei-
ro Cfrk>s linha dcixado sorrer as suas lagri-
mas, mas aambicAo suplantou logo em sua
alu.a lodos os demaia sen timen tas, e quando
chegou a Ruao j.i nao era Carlos mas sim o
senhor arcebiipo. Com a imaginagao chcia
de. preocupagoes filhas do seu grande cargo,
pa-recia-lhe ver em sonhos pnssar pordiant
drlia as sombras de seus 'iloriosos piedeces
sores a maior parte vestidos com a purpura
romana o alguns com a tiara na cabega b as
chaves de S. Pedro na mSo, todos, cardiaes.
e papas pareciam ehainal-o para que so sen-
tasse ao seu lado, e todos os saudavm como
se elle fosse seu igual. Que gloria que fu-
turo aos trinlaequatroannos! Fui ainda
oceupado de-t\s pensammlos que un ilia S'-
uuinte sabio da abbadia de Saint-Ouen^. ves-
tido com o rico manto metropoliano, cuja
cauda suslinhari quatro bispos seus sufrag-
neos. O prior da abbadia de Saint-Ouen e to-
da a commuiiidade, e maisecclesiaolicos for-
mavam o acompanhamento (^o arcebspo que
1a tao magnifico magesloso que Cusou a ge-
lal admitacao.
Neiihunia beata se lembrava dfl ter visto
um arcebspo to formoso. Stu rosto se bem q'
altivo brilhava com serena magestade, de ma-
neira que recordava s vistas curiosas do po-
ye*. as fbigoM aabras da dsfaalt rti *<* Narap-
Pela AdministracSoda Meza do Consa-
lado se faz saber que no dia 15 do corrento
mez se hflo de arrematar porta da mesma
Administracrto quatro caixas de assucar ban-
co aprehendidas pelos respectivos Emprega-
dos dos Trapichas da Companbia e Pelloi-
rinho por enezatidSo das taras; sendo a ar-
remataco livre de despezas ao arrematante.
Meza do Consuiadudo Pernambuco 10 de Mar-
go de 1842.
Miguel Arcan jo Monteiro de Andrade.
O Illm. Sr. Inspector da Thesouraria da
Fazrndadesla Provincia, manda fazer publb
co todas as pragas de pret reformadas qu-
percebemsetisvencimentos pora dita The-
souraria que se deverSo appresentar ao Sr.
Commissario Fiscal elo Ministerio da Guerra ,
na sua repartigao, de trez em trez mezes
para verifiearem a sua existencia ; devendo
comegar ezta appreseotagao de mostra em
Abril prximovindouro nosdias6; 7, e8
sendo das uteisou nos immediatos sendo es-
tes impedidos das nove horas da manha s
duas da larde ; continuando assim ROS mezes
deJuiho, Outuhro, eianeiro do auno vin-
douro al segunda ordem ; com decaragSo
porem pie as pragas existentes nesta Cida-
de do Hecife se a presen tarad pessoalmonte o
estando impossihlitadas por uma simples
declaragSo assignada pelo seu respectivo Pa-
rodio ; e as que hbitarem lora da mesma
Cidade por uma semelhante dcelaragfio, ou
porattestacflo do qualquer Authoripade Civil.
mi Militar ou ainda mesmo de pessoa de re-
conhecido crdito que declaro a sua exis-
tencia ; leon lo na inlelligencia de que nao
recebeiflo seus vencimentos sem comprirem
esta formalidad:: : e tinalmento que deverSo
remetieras pessoas que seus rogos passa-
vaoo- recibos de seus vencimentos as predi-
la 1 declarngOes.
Secretaria da Thesouraria de Fazenda da
Pernambuco 28 de Fevereirode 1842.=Joa-
(lum Francisco BastosOfficial Maior.
ra seu pai. e a graca seductora de sua mfti a
formosa Marg^rida de Rouet dama de honor
de Calhane.a de Mediis. Com que rompun-
go as nobres damas postas as janellas ajoe-
i.avam ao receber a bengSo archiepiscopal, o
l!ie retribuiam por esta uma vista misteriosa
<]iie Ihe qustava bastante trabalbo para que
nao fosse terna. Nao lardaiam em cliegar
diante do prtico golhico do mosteirode Saint
Amand pois assim o determina o ceremonial
para lomar posse da-diocesQ de Ruao : e j
as pesadas portas da enliga abbadia tinham
girado sobre seus gonxcs deixando livre a
passagem as re 1;. i esas da mesma abbadia que
vinham silenciosamente era procissaOesperar
fora da porta do convento ao arcebspo e i-m-
brifegar-se uma so vez na .-.ua vida com o ar
puro e livre que se respira fra daquelle re-
cinthe, o qual nesta occasio penetrva bran-
dan,ente atruvez de seus compridus veos 1 o-
gros. O arcebspo se adiantou, eso-tees*
(icrava urna nica pessoa ; a abbadcga de Samt-
Amand.
Mas porque ser que olla n*o veio como de-
va testa da communidade comprimentar e
arcebspo? Um repentino murmurio se ou-
via de todas as parles: a abadega atacada ha-
ra algias aexes ds aata raferinilads estar


J

'SSmTH m,.
wrfi>! 11 i rj"- avrh.
'mmim^rimmmu. ^wrSrt-Vairit i i^irLag^i-B.^ fr fr E .--r-"-T;-,. .'*,-. SCg 1^^^^^'^^^^^*^:^^*;^?1^^>^^':y^^ "-'^fe^f^
DECLARAR O ES.
Continnagao dos nomes dos cidadoR qualifi-
cados jurados :
Vem do n. 50.
Antonio Francisco Cabral, Anlonio .coares de Car-
vnJho Brandan Amaro remandes Daltro Juuior ,
Antonio Jo* Campello, Antonio Domado Caval-
cantel Padre liento Mauoel de Souza l astro Hai-
lio Gorxalves erreira, Kartolomeo Francisco de
Soito Bento l.ins Correia Belarmino de Ar uiia
Camera. Bernardo Lucio Pei-tolo, Bento Gomes
l'ereira. Fruno Antonio Serpa Jjrando Betnardi.io
Pereira de Brilo Bento andeira de Mello Bernar-
Joaquim Pereira de Carvalho Jnior Francisco Mar-
tin de Lemos rianciscu de I' ta Freir Francisco
itilieirode hrito, Francisco N;r>io de Mallos. Francisco
da ."jilva Francisco inioes da Sika, l)r. Francisco Xa-
vier Pereira de Brilo, Francisco Xavier de Lima. Fran-
cisco de Paula',)uei. o/. Fonceca F. lippeCirncirode-
lindaC ampello Francisco da Silva S. Tia-jo Junior
Frailcisco de Paula Lopes l'eis. Francisco Rilici.o Pi-
tes, Francisco Gomes da Silva, Fclit loso da Cmara
I im-Piitel Francisco Xavier da Silva Mendonca,
Fructuoso Jos l'ereira Dutra Francisco ric Salles
da Costa Monteiro Francisco Joaquim Rbeiru de
Unto, Frmi>co Augusto da Costa Giuinaiics ,
Knfncisco Xavier de Miranda Francisco Jase' da
Iva, Frarciscode Paula Pires i:amos Francisco
Xftvier de Moracs francisco Xavier de Matos Pa-
dre francisco los Tavares da Gama Francisco Ku-
do l'ereira da Silva Bento los da Costa Hento Jo- zeliio de Oliven F< ancuco KsUni-lo da Cosa
s Femandcs Barros Bernardo Jos Caroeiro Hion- Fe! ppe Neri de Oliveira Felit da Cunha Teixeira ,
teiro- Bernardo Jos Martina Pereira Bernardo Au- leu. Cor. Francisco Varna Je de Mmeida Francisco
tonio de Miranda. Bento Jos Alves Belcl >r Jos Jos da Silvcira Francisco Antonio Pontual Fran-
dos Bei'. Capito Boa\ entura de Mello Castalio- cisco Xavier Martina Bastos Francisco ra Silva (do
Hranco, Bernardino Jos Sexp Bernardo Damin Hecin-J Tanciseo > Silc (ffoa-visla) Finnino Jo-
Franco Bento Francisco ds Fai a Torres Caetano se "Fel.s da Bosa Fclit Ai/erra de Mello Leito .
de V randa < Str" ( altano Pinto de Veras ha- Francisco Guerra d. VasronraHos I rancisco Gomes
ci.arel Cas miro lie Sena Uaduiena Majar Caetano de Oliveira Fortunato Caldos.) le Gorcia Fran-
Alberto Teixeira Christovo S.V Tingo deliv-a i ci-co Gonslves //astas-, Francisco .lose dataria,
Caetano Jo- da Silva < ipri-nn Luiz da Paz '-api- Francisco das Chufles', Francisco de /forja ffuarfflte
to' laudmo i'enicio Machado Caelaao Gomes de Conoce Francisco Auto-no de ()l*riia R.>*el!es.
aPara dar comprimento s ordens do xm. | as horas do costurar.
Sur. Presidente, que me foro trausmeti-
das pflo Snr. Administrador Fiscal desta Re-
partiQ&o das Obras Publicas ; o Almoxarif,;
thezoureiro pagador da mesma avi/.a a todos
os crodores da mencionada Repartidlo que
at sbado 12 do corren te aiirezentem suas
eontas, na inteligencia deque isto be de seo
inmediato interesse.
Bento Bandeira de Mello.
Almoxarife.
HEATRO.
=o scolh-ido o norn espectculo ginastieo,
muzica o mmica para Domingo 13 do cor-
rente dehaixo da Dreceao do Artista Jos
dos Reis.
A grande concorrcnca decisivo acolhi-
ment o destnelos aplausos eom que os ar-
Jii B. osSnrs. que tem tomado camarotes
para esta recita, farao oobzequio demandar
buscar os Wlhctee no sabbado ao mesmo Tlie-
atro.
=a 0 aclaal mpfi thrin Francisco de Fre-
as Gamboa para meihor satisfa/er ao pes-
peitavel publico acaba de dar BOCiedade no
Theatro ao Snr. .Modesto Francisco das Cba-
^as para esto se enoarregar nflo s do pro-
curai assignaturas para um prospero anda-
! menlo da presento Empreza como para o
mellioramenlo das representarles Dramticas.
A Sociedade Empresario tem or'anisado urna
Compauliia Dramtica eomposta dequatro Da-
mas o doze actores : alem de urna Dama a
Sra. Maria Jos da Luz t que mandn vird
LisbOa e quedeve chegar no mez.de Abril
p. f. A sociedade Emprcsaria festejar os
! anuos da Augusta-Princeza a Snra. D. Jauu-
S i aciano Quintiuo Gall ardo lir. Clemente Jos
lisias Sm:,stims om seral o om particular aciacon, um ,IOVO Drama ea grande IVa
m una bmdia sao honrados peio' r^spoila-
FrAncisco Jos Peitotn Franeisco Jos dp Alinea
Fcrreira Sarmenio Cliri-iovo Guiltieiinc Breclieulel.l I a-1 Jahsem de Castro e Alhuquaiquc Ma'or Praneisoo
eiauo da (^osIh Moreira Carlos Francisco Soares Jos de Mene/es Amo lira Feippe Manoelrte < bris-
carlos Augusto NoHtieira Campos Jnior Constan- to Leal Francisco Amaro / CO da Silva Neves Caetano da Silva A/evedo Ca- ves de ^brru Juuior. Fclippe Antonio Tcitcira .
etano Duarte Pereira Cap Cosme Joaquim ila ilmcisco das Cbagas Salsueiro Cirurvi.'o mor Fr-
FoiKeca (iuimares ChriStovSo de Olanda aval-, cisco Jos do AinaiT.1 i)r. t rancisco .1 n*nnim das
n'iro da Gltnht Pa-
Junior, f'lnistovao Jos Frel'i Candido Libralo dre Francisco Nunta da Costa Ten Cor rraneiseo
de Oliveira Maciel (aciano Alves da Motta Padre de Paula Sonsa l.eo Cor Francisco a n tonio de Sou-
ChrisiovSo daUlarda Cavalcasie i Tea (ianuto o-, sa Lc'o Francisco Vmar Aarbsa Padre Feppe
s Velloso da SiU eir Carlos Martin da Abunda fiieri da hara, Firmino Pessna Gama. >rsiiiiwn
(fttineos Js Bodriguea de Azevedo Domingos Jos (^aval.ante alvfio Major Francisco de Olanda
Ailonco Neri Ferreira, Domingos Ferreira Jorue (Cavalcante e Alliuqueique Francisco Cavalcanie
Dolanlos de jjevedo Coutinlio Dominicos da Silva Jaime GalvSo hrancisco Xavier Dias.
fuimares Domingos los Hamos Domingos 'los I Continnar-se-lm
Pasaos-de Mirando i Domingos Domingos Allomo Ferreira Dominas I ose Hacha | wtm segujntes chegados prximamente do
do. Dominaos reman es \ mima omuijos Jo. i> i I
\ieira. Domingos Pires Ferreira Domingos Rodri- m" ueJan-Mro.
cues ila Cunta Domin.os de Souza Leiio Fsiauis- \ Autos entre parles, a Cmara Municipal da
lao Pereira de Oliveira Evaristo Wetuies da Cunha Cidade do Heeil'e., e Jos Baptista Bibciro de
Azevedo, Ten. KslevSo da Cunha Meudes e Azevc- [<'ari,j
do Fstevo Jos dos l'iascres Estevo Jos Mar-1 ,v., 0 .
enes i.acil.o FsievAo Paes Brrelo Eiuebio Pin- ,)llos Joaquim Jos Espinla e Mariana
to, Francisco Garca Chavea Francisco Manuel de Ferreira do hspirlo Santos.
Almcida Catanhn lente Cor 'Firmiiro He culmoj Ditos, Bernardo Lasserre i C." O Jos
de Uoracs Ancora, Francisco de Paula Bapiista FinuciSCO dC Barros.
Francisco Carneiro Mnc:iadr> Rios Fumino Jos tv. i i i i i
Rodrigues Ferreira. Feli Esteves Vtmoa, Felit Dllos' 'naca Mana de Jez.uscom os Jui-
Francisco de Souza Mauali es Francisco de I aula zes de Diieito da Udatlc do Becife Francisco
Salles, Anidante Francisco Joaquim Pereira Lobo, joso Carneiro (la Cunta, Antonio Joaquim de
Francisco Uodrii-ues da Crus F. ..cisco rail, l'raucisco Ignacio da Silva I'rancisco de .... ,. ,,
I'.uaGo,..es,.oS^an.os, Dr Francisco l -o, nellas ^^ Pedro Femandes Ferreira e ou-
Pessoa Francisco Nuiles Correia Felippe Lopes tros com D. Mafia de Vasconcellos.
JNelto Frnncisco Bernardo de Carvall.o Dr. Fe-| Ditos, Jos Francisco- Pereira da Silva e
lippe Lopes Neiio Jnior Ten Francisco Camello jos Ahvs ^.Castro.
I'esso'i r rancisco lose I Inane r rancisco nc Amo-, .... r, / i ,
Ditos, a (.amara Municipal da Cnlade do
Recife o oCapiUo Manuel Joaquim de Oli-
veira.
Ditos Jos de Freitas Brand/to o Jos
Antonio Gomes Cuimaiacs com a Fazenda
Publica.
Dilos, Joo Mano"! de Oliveira Miranda ,
vel Publico tem de tal modo penhorado os
seuscoraertes agradecidos, que sensiveis a
tanta beneicencia exaltando am prazer
continuos apresentar.aos mais benemritos
espectadores, noros incentivos da suacurio-
Sidade, nos espectculos preparados para *-
rem aposentados as suas prespicases e Scbias
vistas.
Comec,ar;i este noro dev?rlmento por urna
plegante poca de muzica apresentando-so em I
seguida madama Emilia Amanti a cantar a i
nova e grande aria com recitado p scena pro- j
pria como se desempenfi na lamosa opera lo
Toi baldo Dorlisca muzica do mostr Rossi
ni a-continuacio seexecntaro extraordina-
rias Torcas Athenienses p Hercleas o em
particular a rara p nova serte do Trro a Ter-
ra a forca deSancSo 09 cambatentes D-
manos, o n.aiifrau'anto, O SUmptUifn too a-
reo de Hercules e Mercurio emoqual so re-
rao (lifTerentci posturas as mais pctorescas
que se podem imaginar cuja experiencia se
verificar na brilbane columna giratoria.
Depois madama Amanti cantar nina no-
va c jocosa modinba Hespanhola composta a
pouco tempo em Madrid que tem por titu-
lo Kl Chairo mi Em segoida a pedi-
do de or grande numero de pessons quo tan-
to nos favorec m se seeutarO os vistosissi-
mos
Nova O Sineiro de *>. Paulo e como o
dito annivi r ario ciio na s< xt > fi ira d 1 pass s,
em que por decencia Religiosa nao deve ter
espectculo, lica o mesma transferido para
!;oj>> sabbado lado crrente; ueste espectculo
en ira rao todos os socios empresarios, para
mais brilliantismo osatisfacao doscoovida-
dos.
avisos di ven SOS
Ditos, Joaquim da Silva Pereira e Jos
rim Lima r rancisco crlioo de Assis Carvalbo .
'J'rn Felif Miguis, l'elippe Ifenxio Cavalcante.
Dr Francisco Jomo tarueiro da Cunha, Fraixisco
Xavier la .silva Francisco Antonio itahello de Cai-
vhl'io-, Francisco de Kaula Vlarinl.o FalcAo, Fran-
cisco Lndgero da Paz Francisco Jos Orillo Lial ,
Francisco ile Paula e hllva Francisco Antonio das
Chayas Francisco Kiheiro Pavo l-rancisco A pos-I
tinbo Pimcotel, Francisco Jos >armbo Francisco e unaci Correia de Mello.
.'eiia de Sou/.a rancisco Joaquim da Costa Feli-
ciano Joaquim dos Santos Francisco de salles e Al- ,
buquernue I* rancisco Jos Ni-orna Francisco Joa- da Silva Meriilailba.
qaiin Cardozo Francisco da Silva Lisboa, Fiancis-I Ditos, B'iito Jos Dourado e ontros n Jo-
co Xavier v avleme. Felippe ttia Calado .la l-ou- I s ;\,,lr,i0 Gomes Jnior e oiitros.
etc- Padie F.ancisco A; vier de l.u la r reir riau-' .... .,< ... /
ei.coVenera 2 Annunciacao Ten Felippe Seivu- I DlU a Irniaudade da Misericordia da (,-
lo liiena a\alcanic, l raiieiscaGousalves do (.alio,' dade de S. Paulo 0 JoftO BaplISta Yaz.
Bevista Civel enlre parle, Antonio Ro-
drigues Vicira e recorrido aviuva u l.erdeiros
de Jos Antonio Lopes.
Cartas seguras.
I caria para Bernardo Jos Lopes.
1 dita para Jos Anlonio Alves da "Iva.
1 dila para Joaquim Anlonio Piulo Se-
-=t Preciza-sf de 30? reis a jaros obre
pinborcs de prata o pare ; qaem os quizer
dar annuncie.
=: Aluga-so o 2. andar do sobrado do Becr
do peixe frito D o, a tratar na venda do mes-
mo.
=3 Precisarse de 2.000ji de reis por J me-
7cs com bypollieca em 8 esciavos mocos, p
mui bem procedidos quem os qm'/.cr dar d-
rija-se a ra d'agas verdes D. 38, que acha-
ra com quem tratar.
s= a ra da florentina D. 11 acha-sc dna
carta vindardo hrejo J'area para o snr. Joo
Henritpie da Silva remetida pelopaj do mes-
ato.
rr* Aluga-so o primeiro.a'ndar de um sd*
brado com bors commodos pava grande fa-
milia pintado de novo : na ra da Praia ca-
Gi tipos Cbinezes por onze pessoas,! Ka de Joaquim Pereira de Mendonca; apsisn
nos quaes se formar urna nova p brilhante I como o driazcm por baixo do mesmo todo
prespoctiva figurando o Imperador da China ladrilliado de pedia proprio para socar a-
descancaiido dentro do seo pavilb.lo decarn- Stiear por ter embarque na porta a toda
panda, linalisando se cantar rom scena m boro.
novo e mui gracioso duelo condecido com o
lililde I). Magnificoe Dandino on o Prin-
cipe fingido na opera a Cenerentola desem-
penliandoo papel del. Magnifico, Joze do*
0 vicario Gregorio Ferreira Lustoza. pe-
lo prezen lo dtspedo-se de todos os seus ami-
gos deixando de o fa/er pessoalmente em
raso da rapidez de sua viagem ; a todos ofe-
Rcis, o o do Principe madama Emilia Aman-1 rete tambem o seu deminuto presumo na sua
l paracujocfieito sair vestida da hornero elFregueziadeS. Jos de Mipib na provincia
SO dar fim JtSn variado espectculo coma do rio grande do norte e quem com elle qui-
uzer
Fulgencio luanle de All>u Antonio I eriira de BritO Francisco Antn o de Son-
za Francisco Manuel da Crus Coito Dr Fernando
Atronco de Mello Ail* Francisco de Paula llarreto,
Francisco Jos Chillo Leal, Major. Felippe uarte
I ti vira Francisco Antonio del'liveira i en Cor.
Fraociseo Amonio da Silva Alt" Francisco Felicia- i
no Rodrigues Sene, Francisco Gonsalves da Bocha ,
Cor. Francisco Jos da Costa I'rancisco Jos -Ito-
driguos Ail' Francisco Ca los Tcitcua Francisco i rodio.
nova e engracad;ssima Pantomima ao estilo
Italiano, .pese intitula O Boticario da
Aideia ou o fingido c8o de Inglaterra.
0Artista Jozn dos Reis, incancavel em
promover a variaco dos espectacuco9 ju'aa
zer ter alguma corre^ondencia pode diri-
g r-sc ra da senzaa rciha padaria do Ao*
tonio Jos Gomes.
-. Sabino n. 9 do Espelho das Bellas:
vende-so napraca da Inilopendencja.n. 57 e
terprebencido os fins a qup SPtem propostn; 38 na Typograiia Imparcial na botica do
pois nasrariaces que aprsenla, encontrAo- Sr, Pranlos na loja de fazendas do Sr. An-
se o bom gosto e dignidadn c o publico a- i celo ra Direita t_ na loja de lirros do Sr.
chara os nncessarios incentivos de um hooes- Bol, e na ra da Cadeia loja dw Snr. Bour-
lurecrelo ; o nico premio a que aspiroosjgard.
seo; desvelos e recompensa que o pode xa Na trernpi Ultima vend>i quaze o
mimosear sera ver retirarem-se gottosos a
satisfeitos, ossenhores. que o honiAo com
tantos aplausos o concorrencia. Principiar
voltar para a solidado precisarse de um ca*
xeiroque j tenlia alguma pralica do negocio.
=a Anda em praca para ser arrematada a
em seus ltimos momentos, e nao poda monstravam que all so encerrara um con- sua liogoa I he recusa va ? nao se sabe; maso
desempenbur os"ti dever nesta solemne occa- jnelo do Virtudc 8 belleza.
sirio. O murmurio aogmeolou-se aosommol Verdadeiramente tinham raso deduvidar
potito, tal que bern mostrava o interesse que j que a pobre abadeca podesse salisfazer ao de-
que se pode dizer j- que em lim reunindo to-
das as suas forcas lomou d'uma salva d'ouro
um annel do mesmo metal onde brilliava urna
9
Scnbor, V. Em. me perdoe se me a-
trevo a interrompel-o em suas pedosas medi-
lagtVs porem anda nflo est ludo concluido ,
o sacfislao da parochia esperaa V. Em. pala
a opinio publica tomava no desempenbo des- ver que Ihe eslava imposto : Lio debis 0 lao- preciosa podra e vagarosamente o meleo no i ler a honra de o descalcar, 6Cgundo o
te dever consagrado por um costume de varios guidos eram os seus pasaos U aicebispo a-: dedo do arcfbispo dizendo-lbe ao mesmo lem-1 costme,
scalos, o quat deria necessariamente acom-j proximaado-se delta Ihe disse, gracasminhajpo com ama voz dbil, mas queretumbon no{ Everdade, responden cheio de dis-
pan liar a installiQfio de todo o arcebispo, eliroifi, e depois cresecntou em voz baixa e coracftfl do prelado como a t rom beta do ar- trac^o o prelado. Con ti miemos o nsso ca-
acreditaram que aconteceiia alguma desgfa^a com o tom mais afectaoso i-u vos tlou gnicas cbanjo no riia de juizo. j minho.
le se atrevesseui a lepara r-se deste ntigo [por terdes querido, apezar de* esjares to en- Em vidavo-lodoii;mortom'odevolvereis. I Quando depois de terdeixado o seu calca*
costume. ferma arrastar-vos ate aqui para dar cum- Estaro/, seria Uluso? esta vjz era do as mao* do sacrislo de Saint-Ouen Car*
Que se ha de fazer ? O squito arebiepis- primento a urna tarefa ai! falvez superior a de Anua de Arcona. Trmulo e transtor-, los emprehendeo atravcs.-ar desraizo e com o
copal se delinha e inquietos se olhavam mu- j s vossas forjas ; bendita sejaes por isto c na nado Carlos de llourbon tixoii sobre a sua in- \ roquete e ni urca como o exige o ceremonial ,
mmente\ urna consternaco dfltcil de expli- tena e Dos queira recempencar-vos nojterlocutora seus olbos espantados, procuran-1 a distancia d.-sta parochia calhedral, repa*
car se espalhava por todos, pois que segundo ceo ido ver se por entre o lecido de seu reo podia jraram quedhe cuslava nuiiio a mecher-se ,
yCOSlume, como ja dissemos a ceremonia j Por tnica resposta a abadeca indinoo a ca- distinguir as suas feic/JeS; mas foi em viio. oque attnhuiram difliculdade de pralicar ti-
nao podia veri lica r-se e o arcebispo antes bega e depois levan tando-se de repente com A abadeca que havia ajoelbathi para receber a na colisa a que nio eslava acostumado. Em
queria deferir posse da sua diocese, que um movimento convulsivo pegn com viveza | sua bengao tir.ba-se levantado e enirava j lim ebegou aoatriod'onde o esperava deo
na mao do arcebispo o qnal estremeceo in- n recinto do claustro. Entregue a mais cruel e mais cincoenta amigos e naquclle momen-
voluntai jmente: esta mao queWCavaa sua| preocupacp^, o prelado seguio com a vista a- lo o prior da abadia de Saint-Oucn que linlia
eslava gelada. Passaram-se alguns instantes quelle espectro caberlo com um veo cuja voz ido constantemente atraz rielle se aproximo
durante os quaes seestabelece um silencio' anda soava em seus ouvidos ej havia tem- respetosamente aponlando ao mesmo tem|x>
deixar de cumprir a mais importante fornia-
lidade desta in^iallagAo. Repentinamente ou-
vio-se gritar : A abadeca, a abadeca aqui
est a senhora abadega.
Ao mesmo lempo appareceo porta do mos-
teiro urna freir paramentada com lodos os
atlributos proprios da sua dignidade. A pesar
lo habito degrosso burel edo seu grande veo
prcio cahide sobre o rosto as suas interessan-
9s Debres asiuitmas bem laj-auacata d-
quaes
espantoso entre os espectadores desta scena
meio lgubre e meio extravagante de que ia
ser lestemunha aquelle sitio.
A abadega pensativa c reservada recitava em
voz baixa algumas piedosas orages, ou acaso
buscara ae ratefier desea peite patarras que delle e Ihe dissa
po que as portas do mosteiro se. baviam cerra- para o dca e conegos pronunciou com voz
do sobre a ultima religiosa de Saint Amand i firme e pausada as palavras que eslavam om
quando todava o arcebispo nao podia arran- uso dizerem-se nesta occasiao.
car-se daquellc sitio, ate que finalmente o! Meus irmaos en vos entrego onossoar-
vigario maior da sua diocese se aproximou icebispo vivo aros no-lo devolvereis depoi*
de wert. (CoatinuaT-se-ha.)


' J^^!f*^w-jt^M*aMVi JS?^TTy^^^j^Jj'Z'^y '. -v" e^^*y 'r:LltSZ>iyy-1^73KJS7 > ..^.tts-St
'' .vT.i por ella mais ior .ui.i casa tenia nova
'.:i bastante fund e grande quintal no se-
gmento da ra do mondego a cbegar 4 es-
tancia lora do sitio da ca pella polo Juzp
da 2. vara escnvau Cunba, a casa muito
'wa [ir qualquer eslabeleejmenio de fabrica
ti artista por tfstftr amia, por repartir no n te-
nor, eser de Rindo sulttocnle btm situada
l>-or serna estrada para esta ci.I.ulc a princi-
pal, importando no estado em i|ii' est em
mais He 1 :tHr.).y refci, foi avahada orn 000 ji rs.
0 bilhcle na mao lo porteiro Berra grande.
oas Desoja-so (dar com PeJss la Fonceeat
500 lijlos de alvenaria cada uina o servem
para lirar a rea na cora : na praca da Jnde-
pnd 'iicja luja n. 20.
y No (iia 2l do corriente andao imprete-
livelinente as rodas da Lotera do Theatro
e os respectivos bilhetes achao-se renda nos
lugares ja am: iniciados.
AVI SOS MARTIMOS.
ssy Para o Maranhftocom escala por (iran-
ia sogoe viagem dentro em poucos das o
Brigue Escuna Reja Flor, por ter a mior
Silva para negOOio ** seo interesso a pessofl
quesoub'T do sua morada liedla praga ou fora
della dirija-so ra da comveao na boa-vis-
ta D. 3 que seta recompensado.
= Quem precisar do uin caixoiro para es-
cripia, ou mesmo para na o (nal te ni as
qualdados procisas annuneio.
\3f Aluga-se nma casa terrea na 8ole-
dade defronte da ('apolla n. 417 ; assim co-
id permuta-so ontro predio emtanlo que so-
ja no Recite ou em S. Antonio anda que se
tenha de repor qiMlquorquantia: a fallar com
Joao Antunes Gliimaracs.
= Quem annuncidU querer arrendar urna
alaria grande dirija-so ra da gloria so-
brado I). 30.
25 O Sur. Jos Ferreira fiH o de Ahontola
termo dosoisal don da. quinta da casa do
pao di rija-so as 5 ponas l). 5 lado do forte
na tonda do alfaiato receber una carta viuda
de Lisboa.
3- A Son hora D. tzabel Thontoniade Mi-
randa Varejao viuda o anuo pas.-uloda Pro-
vincia do Cear. queira annunciar a sua
morada para se lie fallar a negocio de sou in-
te rsse.
ss Troca-so a moradia de um sobralinho
parte de seu carregament prompto comtu-
d ainda recebe algnt carga miuda a frete
ou passageirofc para O que ojerec excellen-
tos comino los: os protendentos dirijao-se a
FrminoJoze Felis da Hoza na ra da .Mocda
n. ni.
tT Para o Maranhflo segu viagem com
inuita breridade o Brigue Escuna Roa Lem-
branga Capitfo Antonio Manoel Vidal; quem
quiser carregar ou irdepassagem dirija-so a<
dtoCapitO, ou aoseu consignatario Manu-
el Joaquim Ramos V Silva-.
t3r Para o Hara/lh&o agoa viagem com
umita hrcvidade o Brigue Brasiloiro Angola,
Cap. Francisco Borges Antones e Silva; quem
quiser carregar ou ir de pssagem dinja-se
ao dito CapitAo mi ao sou consignatario Ma-
noel Joaquim Hamos eSilva.
t^- Para o Porto saldr com muila brevi-
dade por ter parte do sou carregamenlo prom-
pto a bem cnhecida Parca Portugueza Espi-
riloSanto,quetem excedentes commodos para
passngeiros : trata-secoan Francisco Alvos da
Cimba na ra estreita do Rozarlo I). 17 ou
oni Capitn da mesma Manoel Antonio dos
Sadtos na praga do Conunercio.
t*" Para o Cear o bem Conhecido e vcoi-
de 10)000 rois por uu-a casa terrea que se- ro "tacb Nacional Laurentma pretendo
ja grande as ras seguintes ; ra de borlas sahircom a taior brevidade que Itie for pos-
paTeodo rarmo, caniba do dito paleo do siVel, por ter parle de seu crregamento
hospital do naraizo ru.i das oruzes ; nao so I prompto ; quem quiser carregar ou ir de p.'s-
rpara a proco ; adverte-se que o sobrado | sageh para o que tm bons commodos di ri-
o barro de Santo Antonio, quem quizer di-j ja-''") sou proprietarin Lourenc.o Joze das
rija-se ra estreita do rozurio I). 23 5 on ->,,7,'i "* "l;i "}" 32 DU com o Ca-
annuncij sua morada.
i^r Arrendai-se o lerceiroandar do sobra-
do da ra do s. Francisco i). .'! por cima do
ssougue francs defronte da caieia : quom
o pretender di rija-se ao segundo andar do
mesmo.
pito do niesnio Antonio Germano das Noves
a bordo, ancorado lofrqnte do Trapiche novo.
tST Para o Rio Grande do Sul at odia 20
do corrodo scgut! viagem o Brigne Matildes ,
I para "carga passagei ros, e escravos frata-se
Cotn o Ca'lfio'Manoel Marciano Ferreira ou
= Roga-se a quem achou ou Ihe for ofle- 'con Firmino Jos Felis da Rosa.
reeuio um papagato, querend restifui-Io se
dirija .rua estreita do ruzario D. 23, que se
dar o que CSlou.
l'T" Alugn-se u:na casa -de 3 andaros com
tirfazem /ara socar assuc^tr com i i) pal-
mos de fundo al a maro ludoou cada um
andar ao |r.do to Corpo Santo n 60.
= Da so fOOj n is a juros de 2 por cenio
Sobro pinbores 1e ouro na ra por de traz
dos Martirios casa 33.
19? Precisa-sede una ama deleite: na
ra do Encantamento arnakzem por baixo do
flevelendo Viga rio do Recile.
l= Anend-se u:;i engehho d'ago cnpeiro,
nioente e cor rente distante desta praca 3 le-
guas do excedentes tenas, o com todas as
propongo3 para nelie fazer grandes safras;
a tratar na ponte de uxoa no sitio cu Snr.
Jos Cordoiro de C. Leile.
= Quem*precisar de um rapaz braileiro
com 58 a 20 annos para caxeiro de venda ou
ru poisdH.idor a sua conducta derija-sea
entrada da ra do rangel Loja desoa D.
37
1^}- Joze Soaros d'Azeredo Bacliarel em
BeHas-Lotras pela Universidade do Priz, e
Prolessor a Lirtgoa Franceza do Liceo faz
publico que as casas ile sua residencia, ra
sjy Para o Rio de faneiro, n Rergantim
Nacional Imperador D. Pedro Cpitad Joa-
quim Somos de Miarim a sabir com toda a
brevidade por ter grande parto do se-u car-
rega ment prompto ; para o resto da carga.
esclavos a frete e passageiros trata-se com
Joaquim Baptisla Moreira no sou escrlptorio
ra de Apolo ou com o Capitao a bordo.
tr Ri'ra Lisboa sabe nodia i 7 do corren-
toa Escuna Portugueza Liberal deque he Ca-
pitao Berna rdi no Antonio Gomes ainda re-
cebe alguma carga a Frete ; a tratar coi
Francisco Sevcriano Rabvllo no forte do
Mallos.
L E 1 L A O '
tsar Cals Jnior, tondo de retirar-sp para a
Europa Taz leibo por interven^ao do Corre-
tor Oliveira de diversas fa/.ondas e roiudo-
as consistdo principalmente em cambrai-
asUsase adamascadas muil.) inas, loncos,
chalese mantas de fil de linho ricos cor-
tes de vesti.ios de seda e de c!;al bonets ,
calcados meias rondas. flores filas, so-
das cspelhos grandes lustro de moio de
sala, espingardas ingiezas de um c ilous ca-
nos, pistolas, esporas, pontos, bijou crias
dOS Quaiteis I.9 sobrado junto Polica I e lem attsrto um curso de Pbilosophia Racional I ras d manbfi no seu esbriptorJB na ra da
c Moral desde as 7 horas e meia da tiianh Cruz 10.
al as 9 meia ir outro da Lingos Franceza
desde ai 3 da tarde as 8 da noute. As pesso-
as que des'jarem esludar qualquer deslas dis-
ciplinas podein dirigir-se a casa do anuimci-
ante a qualquer hora, excepto Jas 10 da ma-
nfla at ao moio dia.
VENDAS.
33 Faiinha de trigo de superior qualidade
recen temen te chogada do Trieste de mar-
1 ea SS 4 SSS; a tractar na ra da cruz ca-
=s Ahiga-se urna canoa grande que carro, sa n. 27.
ga 1800 lijlos 16 Alvenaria, e urna preta j = Urna preta crioula idade quo reprsenla
'moga para servigo de casa na ra do queima- i 22 annos sabe engomar lavar de barrla e
do D\ H. [sabao, e cozinha o diario de urna casa, na
=s Quem tiver urna ou duas canoas de con-, ra do crespo 1>. 7 lado dosql.
dusir af;oa, e as quizer alujar dirija-se ra = Piannos ll)glezes de amito boas vozos,
da praia serrarla do cardial. e diversas qualdados por proco commodo ;
=3 No escriptorio desta folha ha urna caria na ra da cruz D. 60.
vind de Macer para o snr. Ignacio Joaquim
Barbosa Jnior.
= Bilhetes e me ios ditos da lotera do the-
atro na ra do Cabug loja de miudezas junto
as O abaixo nsslgnado comprou por conla jdo Snr. Bandeira.
eordetn doSnr. Antonio JosPereira Fosto | = Urna pedra de moer tinta, e 50 carias
Jnior, da villa de larangeiras o bilhele n. I vazias jara socar assucar pelo prego de Sj
456, da 1. parto da 0.* lotera do theatro. rois cada urna na ra da praia senaria do
Jos Teixeira Bastos. I Cardial.
? AITiga-C dtoas canoas que caingaoj =5Feijotnolatinhomuto superior a S.yOOO
rois o alquere a ra da praia armazom
I). 10
=3 Ou alnga-e um sobrado nos affogados
junto ig reja de S. Miguel muito fresca, e
com boa vista : a tratar na ra do quennado
0. 15.
tsy. O Dngue Brasileiro Victoria,: a fallar
com liento Jos Alves.
IW Vendc-se 011 troca-se por um eacravo
uin* morada de ca>a terrea em Olinda ao p
da Boa Ilota : na ra da Conceigo da Boa
vista D. 7>.
135" Dous sacos foitos- no Rio de Janeiro ,
proprios para botar autos : na ra dos Quar-
i.eis loja I). 4.
C3" Um fogo inglez, e urna rama de ven-
to : na ra do Torres casa contigua a do Snr.
Joo Pinto de Lomos.
X3T Bolaxa de marca grande e pequea a
1j920 rs. arroba : na ra Diirita 0. 6 e 7.
t^" Urna poca de nobre/.a de superior qua-
lidade um vestido de. vellido verde bordado
de prata urna capa de gorgurSo roxo para
Irmandade dos Passos: na praca da Indepen-
dencia n. 11 loja do Autonio Felippe da Silva.
tST Pas casinbas torreas no sitio da estra-
da do manguinho ao virar para a Caputiga ,
e algiuis terrenos no mesmo sitio para se edi-
ficar casas : na ra das Cruzes D. 7 terceiro
andar.
SZf Lina negra crela de 26 annos boa
cozinlieira engommodeira, e faz todo o
mais servioo de urna casa vende-se por pre-
cisao : na ra de S. Theroza I). 15.
t5y Bous quarlosde cangalha : na ra do
Vi-ario 1). 22.
%sr Urna canoa de conduzir agoa, muito
forte : na ra Augusta casa que faz quina pa-
ra o hoco do Peixoto.
MT- lint escrava moga de bonita figura .
per'eita eii^ommad.'ira ptima cozinheira ,
e ensaboa ; duas ditas quitandeias e de lodo
o servigo j 4 escravos mogos da bonlas figu-
ras trabalhadores de machado e fouce ; um
dito porfoito carrero ; una bonita mulata de
20 a 22 annos engomara cozinha, e cose
tullo com pe fogiio ; urna negrinha de 12 an-
uos : na ru do Fugo ao p do llozario Dci-
ma 23.
3f- L'ma balanga com braco de ferro e
corren tes de latao, com conxas de folba olea-
das de verde outradila mais pequea um
marco de meia libra umi medida de caada
do velho padro le nos de posos de meia ar-
roba al meia quarta de bronze e de ferro ,
ditos de medidas Jo pao e de folba urna
quarta do velho padro urna medida de
salainim e quarteiro : na ra da Boda ven-
da D. 8.
&3r Urna morada de casa terrea na ra do
Fagundea n. 17, da parte da man';, com
soto e grandescommod-'S com outradila
pequea pertencente mesilla, com porta pa-
ra a ra da praia : uin escravo ladino sem
vicio nem achaque 5 u;ia (oalhade cacunde ,
ile muito boni gcslo por prego commodo:
1.1 mesmg, ou na serrara de Joao Antonio
Baptisla Muniz.
F* Moinhos grandes de moer caf: na-ra
dasenzala velba n. 34.
ST?' Marroquins de differentcs qualdados ,
e papel piulado : no palco de S. Pedro D-
cima 9.
ty Urna venda no atierro dos Affogados
junto ao sobrado do Brito com poneos fun-
dos na mesma.
si?- Lina cama de angico com fteus perlen-
ces um wtefW ingloz. ca xa de prata que
precisa dealgum concert, urna caixa de tar-
taruga pequea com aros mu fornidos para
rap ; mostr francez orlhogralia de Ma-
dureirs, elementos i\v Geometra por Le Gen-
dre e um violo de boas vozes Bussiano ;
tudo por prego commodo por ter o dono de
retirar-s* pa*a o malto : 11a ra de S. Bita
Nova D. 18 lado da Igreja.
C5T Luvas deseda a 640 rs. o par, ditas
de algodao a 520 rs. pentes de marrafa de
tartaruga al ,#400 rs., bicos braucos e pre-
tos botos de massa para casaca a 900 rs. a
abotuadura ditos de soliui a 640 rs. ditos
de retroza 400 rs. fitas de garca estrellas
a 160 rs. a vara ditas largas a 2i0 rs. e
outras muitas miudezas por prego commodo :
na ra do Cabug loja de miudezas D. 5.
K3" Potassa da Bussia da primeira sorte
euibarris pequeos, por prego commodo
em casa de Joao Rufino da Silva Ramos na
Roa vala ra do Hospicio sobrado defronte
do Coronel Brito Ingloz.
tar Farello em barricas chegadas ltima-
mente a 2880 rs. : na ra da senzaa velha
armazem D 1.
BT L'm preto cricolo de 20 anuos bom
canoeiro e pescador de tede e do alto ; urna
escrava de angola de 20 annes lavadeira
Arihmlica Gcometriapor Lacrois, Toco-
loga Salustio Biblia Horacio, Gramma-
tica franceza por llamoniere dita portugue-
za por Vieira e Vllaireem 5 volumes : na
ra da Gloria D. 56.
CT* Cha isson do superior qualidade, che-
gado ltimamente por preco commodo : na
ra dosQuartois loja D. 2.
t^- Urna venda qne vende lanto para
o malto como para a tena e tem commo-
dos para familia dinbeiro ou a praso : na
Ba do Rosario eslrula I). 5. a tratar na
Ra do Cabug loja D. 5.
SSjr Una escrava de nagao de 1 i annos,
de I onita figura com principios de engoni-
mado e costura sem vicios nem achaques:
na ruados Quarteis no primeiro andar do So-
brado que foi hotel do Brando.
yrr Urna venda no atierro dos Affogados a
inmediata de Antonio Luiz del'roitas; e urna
cabra bixo com cria muito boa deleite: na
mesma.
tsy Cadeiras de palhinha Americanas, mar-
quezas de condur, canias de vento com arma-
gao e sem ella mui bem foi tas a 4*500 res
ditas de pinho a 5*500 o mezas de jantar ,
assim como outros muitos trastes, e pinho
da uecia com 5 polegadas de grossura o
dito senado ; tudo por menos do que em
outra qualquer parte : na ra da Florentina
em casa de-J. Beranger.
ESCRAYOS FGIDOS.
t^~ Do abaixo assignado fugo no princi-
pio do mez passado um mulato acabocolado, do
40 a 50 annos. cambado das ponas, magro
e de estatura regular, quem o pegar leve a
casa de Me. Calmontii Companliia que ser
recompensado.
Frederico Saunders.
\&- Fugo no dia 7 do correnle o escravo
Antonio alto seceo bstanle piolo, olhos
al'uniacados e alguma couza lerdo de 20
a 25 annos he alfaiato, levou com sigo to-
da a reup* o qual fugo do engenho Aulas
freguezia t\t' Serinfraom : quem o pegar levo
ao lito engenho ou a Joaquim Domingues
de Souza na ra da Cadeia do Recild D. 17
que ser recompensado.
vy- Dosapareccoo moleque J0S0 estatu-
ra regular seceo do corpo rosto bem liso ,
bem fallante que parece creoulo de 18 an-
nos rugi no da i\ do corren te as 8 horas da
noute : quem o pegar leve a ra do Cabug
loja n. 5 que ser gratificado.
ss~ No dia 25 de Cu Inania o preto Manuel, angola mes
Miando com desembarasao o porlugum bai-
lo refeo do corpo, barbado, com marcas
di1 ciavos nos pos, brages cabeludos com
oficio rie pescador, perlencente a Silvestre
Antonio Martina morador naqurHu mesmo
lugar ; quem o pegar eve a ra Nova casa da
quina junto a ponte no segundo andar, quo
ser gratificado:
ijy No da 6 de Fevereiro fugo o escravo
Francisco, crolo, baixo, chcio do corpo,
U&06 grandes, as cosas tem um carogo,
ps gran ese rae!..-idos, cor fulla, rosto el icio
de pannos de -22 anuos : quem o pegar levo
ao engenho Caiar freguezia de S. Lourongo
da .Matla ou no engolillo Timb freguezia do
Marangnape,
t*? Fugio no dia i de Ontubro do anno
passado o preto Vicente de nago cosa ,
de 5!) annos baixo seceo um tanto cor-
covado tem os loriiozelos dos ps incbados,
muito versista sabe trabalbar de padeiro do
cuchada, e (ambeui coslunia andar com ca-
noas lirando areia julga-se eslar empregado
era urna deslas couzas a Ululo de forro o
talvts tenha mudado o nome para Joaquim,
por assim ja ter pralicado : quem o pegar le-
ve as 5 ponas D. 15. que lera 25* rs. dera-
tilioagao ; adverludoque tem sido ^vislo nos
Coelbos.
MOV1MKXTO DO PORTO
NWlO ENTRADO SO DIA 10.
Mcelo ; 55 horas Brgue Escuna Brasiief-
ro Fidelidad Commandanle o 1. Tenen-
te Felippe Jos Percia Leal.
NAVIOS SAIIID0S RO DIA 11.
Genova; Brgue Sardo Norm 1 Ca"p. Andre Bor-
dine carga assucar.
Baha 5 Brgue Inglez London Cap. Jozeph
Gunton Carga lastro.
Para acabar de carroar no lamor.lo Polaca
Austraca Tommy Cap. Antonio Radmiei
lECtyATitSCM. f. DEF.-^i8i


Full Text
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