Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:04482


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Full Text
Auno de 1842.
Sabbado 5 de
Tuilo Or dependel e nl oieimoi ; d noiu prudencie, moderaciio, e energa : con-
linuemu como principiaanoi, e eerenoe epnnledoa con edmireco entre ei Nacoes maii
(Proclamaco da A asamblea Garal dolrasil.)
cullaa.
PARTIDAS DOS CORREIOS TERRESTRES.
Goianna, Pareibe, e Rio grande do Norte, na eegunda e aezla feira.
Bontio e Garanhuns, a 10 o 24.
Cabo, Serinneea, Rio Formoio, Porto Cal jo, Macelo, e Alagoaa no d 11, e 21.
I'aje 13. Sanio Antao, qainta feira, Oliada lodoi oa diai.
DAS da semana.
2S Sef. BomSo. Chae And. do Juiz de Direito da 2. tara
1 Tere, a Adrin, Re. Autl. do do juizde Direito da 1, rara.
2 fjunrt. a. Simplicio. Cbanc. And. do juit da direito da 3. vara.
i Quint, a. Hemeteno, Aud. do juii de direito da 2. rara.
i sext. f. Caiimiro. And. do Juide Direito da 1. rara.
i aab. a. Theotilo. Bel. Aud. do Juu de Direito da 3, vara.
6 Dom. a. Olegario.
Mai
*co.
Auno XVIII. N.51.

O Diario publica se todos os dias qoe nao forem .Santificados: o preeo da assignatura ha
de tres mil reia porquarlel pagos adianladoa. Os annuncios dos aasignanle sao inseridoa
(ralis, eoa dos que o nao forem raiao de 80 res por linha. As reclamacoea derem aer
Jirigidasarsta'i'ypograuarua das CraiesD. 3, oh i praca da Independencia lojas de liJrea
Nmeros 37 t 38.
Cambio sobre Londres 21) d. p. 1U.
n ii Paria 320 reis p. franco.
u u Lisboa 80 a 85 p. 100 de pr,
Owto-Moeda de 6,400 V. 14,400a 14,000
a K. 14.200 a 14,400
i de 4,000 8,100 a 8,200
Prata Patacoes l,6o0a 1,670
CAMBIOS no i>ia 4 de Maii(;o.
PuaTa- l'exoa Columnaret 1,650a 1,679
Meiicanoa 1,010 a 1.650
" miuda 1,440 a 1,460
Moeda de cobre 3 por 100 de disconlo.
Disconlu de bilh. da Alfandega 1 e f por lu
ao met,.
dem de lelraa de boas firmas le a 1 c {.
Preamar do da 5 de Marca,
i." aa 10 horas e 54 ai. da nnnhS.
2. aa 11 horas e 18 m, da tarde.
PIlASES DA LA NO MEZ E HAKg.
Quarl, ming. a 3 s 11 horas e 4 m. da tarde.
La Nova a 12 -- ns 4 horas e 8 m. da manb.
Quart. creso, a 19 -- ka 8 horas e 28 m. da tarde.
Loa cheia a 2G sil horas e 30 m. da manh.
DIARIO DE PERNAMBUI
PARTE OFFICIAL.
ASSEMBLA PROVINCIAL.
ACTA DA 2.* SESSA ORDINARIA KM 5 DE
M.vm.'O DE i842.
PREZIDENCIA DO SNR. CONC. MACIEL MONTEIRO.
Feita a chamada acharo-se presentes 23
Snrs. Deputados faltando com participaco o
Snr. Lopes (i., e sem ella os Snrs. Pedro Caval-
cante Domingos de Souza Leo, Manoel Ca-
valcante e Vieira de Mello. O Snr. Presiden-
te declarou aborta a sesso. Depois de I ida
e approvada a acta da sesso antecedente o Sr.
I. secretario fez a leitura do expediente : Um
ollicio do secretario da Provincia participando
licar a Presidencia sciente da eleigo da Meza.
Foi para o archivo. Outro communicando ter-
se expedido ordem Cmara da capital para
chamar um supplente em lugar do Snr. De-
putado Leonardo Bezerra de Sequeira Caval-
cante ; inteirada : outro remetiendo o orna-
mento das despesas precisas para a conclusao
da cadeia da Villa do Brejo ; commisso de
negocios das Cmaras.
O Snr. Lopes Netto apresentou um projec-
to marcando o subsidio dos Deputados para a
Legislatura de 1844 a 1843 na raso de 3^200
reis nos dias cm que comparecerem ea
indemnisaco para as despezas de ida evolta
dos que morarem lora da capital na razo de
500 reis por cada legoa. Depois de apoiado,
e julgado materia de deliberaco mandou-
se imprimir. O mesmo Snr. mandn a in-
dicago seguinte : Tendo-se promulgado
as leis da reforma do Cdigo do Proc. Crim.,
e a creaco do conselho d'Eslado tumultu
ariamente votadas pelas Cmaras legislativas
na sesso do anuo p. p. ; ofensivas daCons-
tituigo Poltica do Imperio, em cuja guarda
deve esta assembla velar, por bem do 9.
do art. 11 do Aet. Add., eamcacadoras da 1.1-
berdade do Brasil, que os PernambucanjJS lio
sempre defendido usta dos maiores sacrifi-
cios ; indico que se dirija a Assembla Ge-
ral Legislativa urna representado em que
se exponha com energa a influencia funesta ,
FOLMITO
ANNA D'ARCONA (*).
J todas as luzes se achavam apagadas no
castello. O silencio e a obscuridao reinavam
nelle e ludo all pareca dormir. Todava
aquelle que o livesse bem examinado divisa-
ra n'umajanella que ficava em um dos lor-
reoesdolado do oriente a fraca claridade
d'tiiiia luz que sr reflectia atravez das vidra-
cas. O co chava-se carregado e sem estrel-
las e esta luz era como em outros lempos,
o fanal de Abidos destinado a servir de guia
a algum joven e enamorado cavalleiro ;
preciso julga-lo assim pois que pouco an-
tes que o relogio dsse onze horas esta janel-
la dando um leve estalo se abriu. Um ho-
mem agarrando-se s pedras mais salientes
da muralha a escallou com presteta at a
balustradadajanella onde urna branca e pro-
tectora mo ajudando-o a saltar o conduziu
ao interior do aposento fechando logo a ja-
nella.
Nao ha necessidade de nomear o temerario
que acabava de consumar um projecto tocul-
pavel; nem to pouco aquella que volunta-
riamente se linha feito suacumplice; oque
vamos narrar explicar de sobejo quem sao
estas personagens.
Meu amigo tendesa certeza de que
ninguem vos vio dirigir-vos para este lado do
castello ?
(*) Vid. os Diarios Ns.4Sj 44,47, 48 e50.
que as referidas leis vo exercer nos destinos
do Imperio o a necessidade de revoga-las
quajuto antes em sentido constitucional, a lira
de se removerem as desgranas que a execu-
fo dellas pode trazer naco : = Foi remet-
tida commisso de Constluico e Poderes.
OSr. Pereira de Brto faz o requerimento
seguinte :=Requeiro que seja nomcada urna
commisso especia! qual seja remetlido o
relatorio do Exm. Presidente da Provincia
para que tomando em devida attencoosdif-
ferentcs tpicos reduza em projectos de le
aquelles que julgar de mais urgencia e inte-
resse Provincia. Posto em discusso o
Sr. Lopes Netto mandou Meza a seguinte
emenda: =Ao requerimento do Sr. Perei-
ra de Brilo accrescente-se=acomo urgcncia=.
Foi aprovada e entrou lambem em discus-
so. Posto vota^o o requerimento sal-
va a emenda, ficou adiado por empate de vo-
tos.
Entrou em 2. discusso o Artigo 1. do pro-
jecto n. 4 do anno de 1811. OSr. Lopes
Netto requero, que Picasso adiada a discus-
so por 15 dias : nao passou. O mesmo Sr.
Deputado mandou Meza o seguinte artigo
subst'tuitiyo: =0 Presidente da Provincia
fica authorisado para construir nesta cidade
urna casa de correceo conforme o systema
penitenciario dos Estados Unidos d'Ameri-
ca do Norte :' foi apoiado. O Sr. Pereira de
Brito requero que nao continuasse a dis-
cusso sem que primeiro esta Assembla dc-
cidisse a.seguinte queslo de ordem: = Se
as despesas com as casas penitenciaria e de
correcc/io devem ser feitas pelos cofres pro-
vinciaes: = foi apoiado.
O Snr. Netto mandou o segiiinte requeri-
mento Requeiro que o requerimento do
Snr. Doulor Brito seja dirigido a Commisso
de Constituido e Poderes para interpor sobre
elle seu parecer suspensa entretanto a dis-
cusso do Projecto numero 4do anno de 1811.
Foi regeitado e approvado o do Snr. Perei-
ra de Brito, decidindo a Assembla pela afir-
ni,-i l i va a questo de ordem por elle suscitada.
Posto votago o artigo substitutivo foi re-
geitado, e approvado o do Projecto somenle
at a palavra correcto.
Ficai segura minha querida que com
urna tal noite podis eslar sem temor.
Est bem Carlos meu querido Car-
los ; mas que isso i* vejo-vos perturbado.
- Perdoai-me meu bem.
Ah eu sou to feliz agora que vos
estou vendo junto a mim e depois pelo que
meu pai disse esta noite Ah sem duvida
este bom pai j tem notado o noiso amor e
por isso o authorisa porque se assim nao
fosse nao vos teria dito que licasseis em nossa
companhia acrescentando que talvez seja
por muito tempo. To doces palavras fize-
ram palpitar o meu coraco de prazer mas
ao mesmo sem posen ti os remoraos de o ter
Iludido pois sem duvida que somos mui
culpados em engaar um bom pai.
Oh sim mui culpados.
Porm vamos nao fallemos no passa-
do e nao pensemos mais que no futuro.
No futuro disse Carlos ; tendes razo,
nao pensemos mais que no futuro !
Ao dizer estas palavras Carlos de Bour-
bon abaixou o rosto cheio da mais profunda
tristeza.
Que isto exdamou Anna assustada ,
Carlos que tendes ? algum pesar ? qual po-
de ser acausa P....N&0 me respondis! Ah !
isto morrer eu que eslava to non ten te
com a esperanza d'uma prxima unio.
O mancebo levan tou a cabeca e depois com
um amargo sorriso disse:
Unidos nos desgranada esquecete-
vos [que um obstculo inveucivel se oppoem
uniao de um catholico e urna protestante,
Ao artigo 2. o Snr. Lopes Neto mandou a
segVinte emenda Supprima-se o artigo 2. ;
foi apoiada. 0 Sur. Alvaro est'outra- em
lugar de Governoda Provincia diga-sc -As-
sembla Provincial apoiada. 0 Snr. Pe-
reira de Brito a seguinte depois da palavra
Begulametito accrescente-so'- e orcamenlo-
o maiscomo est no artigo ; apoiada. OSnr.
Peixoto de Brito Supprima-se os cin-
co membros; apoiada. Posta em discusso
a emenda do suppresso do artigo 2. foi re-
geitda sendo approvado o artigo com as c-
mendas dos Snrs. Alvaro Brito, c Peixoto.
F.ntrou em discusso o artigo 3. OSnr. As
guiar mandou meza a seguinte emenda
Supprima-se o artigo 3. ; foi apoiada e ap-
provada. O artigo 4. ficou prejudicado, e
passou o projecto em segunda discusso.
Entrou em segunda discusso o Projecto n.
11. O artigo!, foi approvado. Dada a ho-
ra o Sur. Presidente marcou para ordem
do dia a continuaco da de hoje e levantou
a sesso.
Thomaz Antonio Maciel Monteiro,
Prezidente.
Joze Felippe de Souza Leo ,
\. Secretario.
Antonio Joze d'Olivcira ,
2. Secretario.
COMMANDO DAS ARMAS.
EXPELIENTE DO DA 23 DO PASSADO.
OITicio AoExm. Presidente informan-
do o requerimento do Alferes de Cacadores de
Linha Leocadio da Costa Weyne que pedia
ser recebido a bordo do Patacho Patagn i a e
transportado Provincia do Cear a que per-
tenria.
Dlo Ao Presidente e Commandante das
Armas do Cear, significando-lhe, que no
Patacho Patagn i a segua o soldado de Arti-
lheria, Vicente Furtado, cuja guia lhe remet-
tia conjunctamente com um ollicio que o a-
com pan har da Corte.
Dito Ao Commandante interino do De-
posito, ordenando-lhe a excluso do soldado
Vicente Furtado por ter de embarcar para a
Provincia do Cear, devendo-lhe passarguia,
e muito mais quando esta a fillia do conde
de Arcona.
Eque importa ? seo catholico consente
em abjurar a sua rcligio.
Ah que o que me peds ?
O que eu mesmo faria se nao temesse
causara morte a meu venerando pai ; oque
pie baveis oflerecido. Carlos esculai-me :
recordai-vos quelivre por mim d'uma mor-
te quasi certa me dissestes : se me amis,
yosso culto ser o meu : confiada as vos-
sas palavras Carlos eu vos tenho amado ;
e agora dizei-me qual dos dous est cm di-
vida.
Eu eu minha querida nao trato
de nega-lo.
Pois bem este o momento de paga-
la ; Carlos nao me recusis uquillo que vos
peco. Simples e crdula donzela criada no
interior d'um anligo castello nao tendo
nunca visto a corte ignoro a maneira de en-
gaar e por isso me fiei de ves. Se roe en-
ganasseis ah isso seria horrivel mas vos
nao tereis valor para tal nao verdade ?
dizei-me. Quem pode impedir que fagis
aabjuiaco que eu vos pego? Ah elle mes-
mo se existisse seria o primeiro cm o acon-
selhar. Vossa mi ? Ella perdeu o poder de
o embarazar desde odia em que apezar de
ser catholica se enlregou a um protestante.
Carlos a minha rcligio aquella de todos os
que tem o nome de Bourbon excepto um
s um, cujo excmplo sem duvida nao queris
seguir : e ainda quando assim fra para os
que aniam lia por ventura mais religio que
a qual seria enviada a Secretaria Militar par
lhe dar direceo.
Dito Ao Teen te Coronel Commandan-
te do Batalho Provisorio mandando, que
fosse recolhido ao Hospital Begimental o re-
mita Manoel Thomaz a fim de ser conve-
nientemente tractatlo, licando na inteligencia
que asdispezas com elle feitas serio por cun-
ta da Caixa do mesmo Hospital.
Dito Ao mesmo mandando abrir assento
de praca ao recruta Manoel Joaquini de Je-
zus, e Pedro Jos Goncalves, aquelle em cus-
todia, e este que lhe fra honlcm mandado a-
presentar. Tambein mandava por cm liberda-
de o recruta Manoel Joaquim da Paixo por
haver provado suas allegaces.
Dito Ao Prefeito da Comarca ouvindo-
o a cerca do requerimento e documentos do
recruta Elias Cavalcante, que solicitava* de-
mico por ser menor de 18 anuos e ter a
seu cargo sua Av decrepita.
Dito Ao mesmo, ouvindo-o a respeito
da pretencao de Feliciano de Torres, recrutado
pelo chele interino da Legifio de Olinda, que
allegava ter sitio preso para assentar praca
sem o dever.
Dilo Ao Prefeilo da Comarca de Santo
Anto dizendo-lhe, que o recruta Francisco
Antonio assentara praca.
Dito Ao Prefeito da Comarca do Reci-
fe, dizendo-lhe que o recrula Pedro JoseCon-
alves assentara praga.
1DKM do di.v 23.
Ollicio Ao Exm. Presidente, devolven-
do-llie competentemente informado o reque-
rimento de Ignacio Ferrcira Muniz que pe-
dia a Sua Magostado o Imperador concedesso
a seu lilbo Angelo Catharina de Sena Muniz,
do quarto esquadio de Cavallariu Ligeira ,
passagem para a guarnido desla Provincia,
allegando ter j dado outro lilho para o ser-
vico do exercito, o qual falce era na^Campa-
nhadoPar.
Dito Ao Exm. Presidente da Provincia
do Rio Grande do Norte, remettendo-lhc a
guia do Soldado Joo Jos Damasceno, que
requesitara em seo ollicio de .
Dito Ao Tenente Coronel Commandante
do balalho provisoro,dizcndo-lhcquco Exm.
o amor ? Oh meu Dos, talvc o que es-
le dizendo seja um sacrilegio 5 mas acredi-
ta i-mc Carlos amo-vos tanto que me pare-
ce preferria o mesmo inferno em vossa com-
panhia ao paraizo sem ella.
Em quanto Anna fallava desta maneira ,
um brilho sobre humano resplandeca em se-
us ollio s.
Pelo que toca ao joven que se achava em
attitude supplicante poda ler-se sobre o
rosto o combate cruel que se verificava no seu
interior at que a final exclraou com voz
alterada.
Anna as palavras que acabis de pro-
nunciar me partem o corac/io ; mas a abju-
r-aQo que me propondes me impossivel.
Impossivel replicou com viveza a jo-
ven ento disse ella solugando resla-mo
a morte i
Ah disse o joven com o accento da
mais profunda desesperago : maldito seja-eu
por ter esquecido os mais santos devers ;
maldito, por ter trazido a desordem eo
Iranstorno a este castello em troca da bos-
pilaliilade que nelle recebi, e sobre tildo
por ter empeconhado a existencia da mais
pura de (odas as muihres. Mas Dos decre-
tou esta noite mesma a minha senteiuja o
trovo resoou Com tudo disse elle con-
templando com a vista espantada aquella que
estava chorando ao seu lado. Que homem
em meu logar teria resistido a tantas grayase
a tanta sedugo ? qual seria aquelle quede-
vendo-vos tinas vezesa vida nao teria aban-
donado todas as suas crencas nao leria sa-


*' *iJ'

S:r. Presidente liavia desonorado- do servigo
I mo findo cm cumprimento do Aviso da Se-
do recrutumento, aos Capitaes do Hatalho do
sli enmmando Luiz de Queiroz Coutinho e
Manoel Fernandes da Cruz.
Dito Ao mesmo mandando por em li-
berdade osrecnilas que se achavao em custo-
dia Manoel Thomaz de Souza, Joaquim Jo-
ze de Santa Auna Manoel Joaquim de San-
ta Auna Nicolao Alves, e Antonio Soares ,
por terem provado suas allegacoes deveildo
no entretanto deixar sahir do Hospital ao 1.
dos recrutas, quando estivesse melliorado de
sua infermidade.
Dito Ao me mo maulando inspeccio-
nar ao remita Jernimo da Costa e exig n-
do urna relacfto nominal de todos os recrutas
que se achavao em custodia.
Dito Ao mesmo ordenando Ihe que
posase em 1 i bordado os reerutas Luiz Fran-
cisco iaciel e Manoel Flix, que estando
em custodia provaro suas allegages.
Dito Ao Inspector da Thesouraria re-
mettendo-lhe os prets do destacamento da
Comarca de Nazarelh, que tinhi sido man-
dados reformar.
Dito Ao Director do Arsenal de Guerra
dizendo-lhe em res posta ao seu ollicio desta
dala que mandara dispensar do^jervigo da
Companhia de Arlilces, os operarios descri-
criptos na relaeo que 1 lio enviara e ins-
tando pela rmessa dos mappas. numero o'
dos artigOS bellicos, e dos operarios do Ar-
senal.
Dito Ao Chele interino da Legiao c/eO-
linda dizeuilo-lhe, que dos quatro guardas
Macioi.aes incluidas na relaco que acompa-
nhoil oseo ollicio de 23 do corren te, recla-
mando a soltura delles, asseii taran praga dous
de nomes Joaquim Ricardo e Thom Alves ,
foro postos cm liberdaile Nicolao Alves, e
Antonio loares assim como lora solt em
virtude de sua requisigo o segundo sargento
Mnoel Felis Barbosa.
Dito-Ao Commandante interino da Com-
partid* de Artfices, mandando dispensar do
servido da mesma at segunda ordem vari-
os soldados. que como operarios do Arsenal
de Guerra, tinhao oestes das muilo que fa-
zcr em suas oRicinas;
Dito-Ao mesmo, ordenando-llie a rmes-
sa da guia do soldado Manoel Jos Pereira ,
boje pertencenteao BatWhfto da Fuzileirosda
Corle.
Dito- o Prefeito da Coma roa de Naza-
relh, acensando recebido n prets, que Ihe ti-
liTio sido enviados [tara os reformar.
TEZOURARIA DA FAZENDA.
cxsriNi'v^v*) di E\F.i)i.:Nri': o, da 28 do
PASSADO.
Quicio A Snr. Doutor Antonio Jos Co-
dito aecusando a recepgao do sed ollicio de
11 do dito m.z em que parltscipa achar-se
no exercicio de Director interino do Curso Ju-
rdico d-; Onda.
Dito Ao Snr. Inspector do Arsenal de
Marinha partocipando leroFxm. Snr. Presi-
dente do Tribunal do Thesouro publico Na-
cional pela ordem de 2 i de Janeiro.pmxi-
biarco -4.
Mais urna victima baixa vnganga dos ca-
nibaes que vivem no seo da sociedade que
deshonram Mais urna victima da ferocidade
de entes infames que talvez se chamem ho-
riiicado ludo para ser amado i' Ah a pro-
Va era demasiado forte para nao ceder, pu-
rera nunca tarde para reparar um crime :
ou fui quem tronxeaqui o lulo ea desolaran;
e se permanego mais tempe pode ser que
cause desyrngas ai ida maiores, trazen-
do a deshonra e a morte. Pois beni ao me-
nos terei valor para me ausentar em quanto
tempo.
Que queris dizer ? exelamou a joven
lancando sobre o seu amante urna vista de
inoxplicavel angustia.
Anua ntiuha vida respondeo Carlos,
aparentando urna voz sosegada esuutai-me:
riSo tratarei do vos occllar por mais tempo
uma resolugo cujo cumprimento nao pode de-
erir-sc depois da conversacAo que live esta
imite com vosso pai. Fsta entrevista que eu
acabo de vos pedir deve ser a Ultima.
A ultima !
Um grito terrvel acompanliou esta cxcla-
magao masCarlos apressou-se a continuar.
5hn : minha amiga preciso que le-
rthaos valor se queris que o meu nao falte;
para vos nem repouso nem l'elicidadc mais
se nao por esse prego. J esto tomadas as mi-
nhas disposicoes emanh logo que romper
a aurora deixarei o castello de Arcona ; uma
carta que entrega rao a vosso pai quando se,
Jevantar conten a Confisso que julguei dever
fazer-lhede minha verdadeira religild : e Ihe
pego que me perdoe de Ihe ler occultado |or
tanto lempo um fado cuja revelaglo tra-
ria immediaUnwnte a minha sai Ja desta mo-
,ah ii'ir.vn Ii3-digo qmi vos ano. mas
que devendo renunciar a esperanzad' ser vos-
so esposo por assim o prohibir a religiao que
profes-0 lomo o nico partido que devia ler
adoptado ha muito lempo.
Suffocada Annna por suas lagrimas tinha
deixado a seu amante proseguir suas expli-
cagftcs at que fazen Jo um violento esforgo
para reprimir os seos solugos, exelamou :
Nao, Carlos, isso nao acontecer, pois
que antes eu morrerei e vos nao o consen-
tiris. Fu deixarde vos ver lendes-lo vos
bem pensado. \s que sois ludo o que pule
animar-me terieis valor para executar tfto br-
baro projecto. Que queris que eu seja sem
vos.
A li ficai ficai eu vo-lo supplico e
demais nos nao devemos perder toda a espe-
ranza : nao se ve todos os das um catholico
recebar por mulhcr urna protestante : meu
pai muito bom e me ama ternamente ,
talvez que consigamos abranda-lo. Ah dize-
ine que nao partirs.
Em quanto assim faava a joven tinha-se
langado aos ps do seu amante e pogando-
Ihe na mAo a regara com suas lagrimas. Seu
estado lefia Causado lastima ao coragao mais
[endurecido, e nao obstante o homem aquem
suppliciva lite respondeo voltando a t'abega
para o outrolado.
Anna Anna pede-me e sangue, a
minha vida que na rerdade te pertcncem ,
cretaria de Estado dos Negocios da Marinha
de 17 do mesmo mez, authorisado a Thesou-
ria para dispender nocorrenle anno linancei-
ro at a quantia de 50:000^ alem da somma
marcada para as despezas da mesma Reparli-
gao da Marinha.
Dito Ao Siir. Administrador da Recebe-
doria de Rendas internas, idem pela ordem
de 22 de Janeiro prximo lindo, mandando
suspender e execugo da de 7 de Dezembro
de 1840.
Dito Ao mesmo Snr. partocipando que
a cobranca do.inposto de 5 por cento de que
tr.ictaa L'i numero 69 de 20 de Outubro de
1838, dos litulos dos Em pregados contem-
plados as tabellas annexas aos Regulamon-
tos de 50 de Maio, e 22 de Junho de 1850.
deve ser regulada pelo que diz respeito a por-
cenlasem, segundo as quetas, que lhes dao as
ditas Tabellas considerando cada quota lo
valor de cem mil res, como foi ltimamen-
te declarado pela ordem do Tribunal do The-
souro Publico Nacional de 5 do passado mz.
Dito AoSnr. Juiz de Direito da primara
van- do Civel da Comarca do Recifj decla-
rando, cm cumprimento da ordem do Tribu-
nal do Thesouro Publico Nacional de 2o de
Janeiro prximo findo que na circular de 27
de Novembro ultimo para o recolhimento
Thesouraria dos dinheiro. dos cofres dos or-
phaos nao se eomprelien lera aquellas soift-
mas, que estiverem actualmente empresta-
das com as formalidades e segurangas le-
ga es j mis que estas mesmas sommas se de-
vem recolher logo qu? se findem os contractos
ora em vigor, ou porqualquer modo se dis-
solvo.
Iguaes a lodos os mais Snrs. Juiscs de Di-
reito do Civel da Provincia.
Dito Ao Sur. Inspector da Alfmdega
participando, que a ordem de i0 de Novem-
bro de 1840, que prohibi aos Emprea-
dos daFazenda serem procuradores de parles
dentro da Repartigo em que seayem com-
prehende o caso de ser bum procurador d'ou-
tro, quando impedido para a percepcao de
seus vencmentos ; o que assim foi declarado
por a ordem do Tribunal do Thesouro Pu-
blico Nacional de 21 de Janeiro prximo
findo.
Iguaes ofiicios foro di rgidos aos Snrs.
Administradores da Meza do Consulado, c da
Recebedoria da Rendas internas.
Dito Ao Snr. Contador da Tbezourara
de Fazenda remettendo por copia para sua
intelligencia as ordens do Tribunal do The-
souro publico Nacional de numero 01 do au-
no passado e de i a 18, e de 20 a 23 do
corrrente. .
mens de bem, e quedesgragadamenle sao mul-
tas vezes acolhidos com aquella urbanidade
que devia ser tributada a homens sem mancha,
muito principalmente quandoella parte de pes-
soas de uma conducta pura e irreprehensivel.
Ilontem pelas 7 e meia horas da noite um a:>
sassino cavallo disparou urna pistola aquei-
ma roupa sobro opeito do cidadao Antonio
Luiz de Magailiacs que se achava janella
de sua casa na-4-ua da ConceicAo da Boa-Vista ,
ao lado de sua mulher, deixando o infeliz mor-
to! O carcter pacifico, o genio brando e a
regularidadedoscostumesdesse pobre hOOSem
tornam anda mais escandaloso o alteutado !
edeixam o homem rellectido cheio de pasmo
e de terror ..
R E V A 0 C I N A g A 5 .
Os Cirurgies da vaccna nesta Cidade, no-
vamente encarregados pelo Exm. Presidente
da Provincia em comprimento do Imperial
Aviso que abaxo se transcrove do tornar
a vaccinaros que tem .-ido a lempos vaecina-
dos avillo i aquellas pessoas que nestas cir-
cunstancias se acl.ao que [tara este hm com-
paregono mesmo lugar horas, e das, que
esto designados para a vaccinaco.
Illm e Exm. Ser. = Havendo-se na Eu-
ropa suscitado a questo da necessidado da
revaceinagao para que este peservativo pro-
dttza com seguranga o completo resultado, que
delle se espera^ e nio tendo oGoverno do Sua
Mageslade o Imperador sido indifferenie a um
objecto de tanla importancia resolveo con-
sultar sobre elle a Faculdade de Medicina desta
Corte a qual uo podendo por falta dos m-
dispensaveis elementos pronunciar um juizo
seguro sobre a referida quesillo propoz :
1 que se recommemlasse como por ensaio ,
a revaccinacao nao s nos individuos, m quem
pegarem a "penas alguns Irates vaccinieos ,
como lambern, com novo pus n'aqnelles em
quem n vaccina se approsentar com todas as
apfarenciasde verdadeira : 2." que se mandem
fazer ensaios do revaecinacAo em individuos .
que. fia anuos lenhao sido vaceinados : E
como militoConvenh resolver aquella questo
de urna maneira definitiva Ha o mesmo Au-
gusto Seuhor por bem que V. Ex." ordene
aos Facultativos encarregados da propagago
da vaccina nessa Provincia que ponho em
pratica a proposta da mencionada Faculdade ,
e no fim de cada anno dom corita a V. Ex.*,
do que assim livetem praticado e dos resul-
tados obtidos ; de vendo V. Ex.* transmittir
logo essas inforinagoes, bem como as dequaes
quer outros Facultativos que em beneficio da
humanidade so quizerem dedicar a colher cs-
(larecimentos seinelhanles, a esta Secretaria
d'Estado dos Negocios do Imperio, para terem
o conveniente destino. = Dos Guarde a Vossa
Excelencia. Palacio do Rio de Janeiro em
15 de Setembro tle 1811 .ss Candido Jos de
Araujo Vianna. =Snr. Presidente da Provin-
cia de Pernainbuco. =Cumpra-se. Palacio do
Governo de Pernambuco em 21 de Outubro
del8l. = Souza.
Est conforme. O Official Maior
Antonio Jos de Oliveira.
mas em nome de Deivs que nesto momento
nos contempla nao me pegas que fique.
Tudo me recusis disse a joven levantan-
do-se poisbem l ao menos nAo me impe-
diris que vos siga.
Seguir-me abandonar a vosso velho
pai, de quem sois a nica cousolago An-
ua banni da idea tal pensamento sim eu vo-
lo pago.
E' impossivcl.
Insensata guardai-vos de seguir-me !
se soubesseis...mas nao esle segredo de-
masiadamente horrivel.Anna vos a quem
tenhoamado tanto a quem anda amo ; ai
de mim que poderes vos pensar prome-
tei-me que quando cu tenha sabido daqu nao
vos informareis da minha surte-, que me consi-
derareis como morto e que se ouvirdes pro-
nunciar meu nome fugireis apressadamente ,
pois que tal palavra lera poder de vos anni-
quilar.
Carlos Carlos n/o me olheis dessa
maneira que me causa terror porm esta
incerteza muito cruel ; riada me importa
j... quero saber tudo !
Pois bem :.
Neste momento ouviram tocar a sineta da
porta do castello : Anna e Carlos mudos e es-
pantados voltaram como por instncto osolhos
para a janella : um reflexo de luz arroxeada
se mostrava nos vidros. Havia um nao sei
que de lgubre no som desta sineta no rucio
do solemne silencio da noite c este claro
CORR ESPONDENCA.
_____2_______|______r____________________________l
Snrs. Redactores.
Como todos os das as folhas da oppozigao ,
e mesmo algumas minisleriaes mal infor-
madas ou de proposito calumniam ao meu
antigo amigo o coronel de engenheiros snr.
Antonio Jo.o Rangeldo Vasconcellos ; e como
tambera a principio Vms. fallaram a tal res-
peito, permilto-me que cont o caso como
o caso f i.
O homem de honra o em pregado hones'to
e incorrupliyel que se \Ci acabrunhado por um
Jornal, que violentamente o calumnia do pn-
Vciricador, nao pode ser insensivel a nota ,
nem lel-a tranquillo e se confia as les do
paiz aos tribunaes recorre. Tal foi o proce-
d ment do meu amigo.
Atacado pelo Maiorista somonte talvez por
ser esle muito aveso ao Exm. Mrquez de
Paranagu de quem de muilo lempo ami-
go Rangel, esperou qu seu calumniador fos-
so bastante cavalheiro para nos tribunaes me-
dir-so peito a peito e cliamou a jusliga o res-
ponsavel do Maiorisla o snr. Dr. Francisco
de Salles Torres-Homem e depos de muitas
delongas, apresenlou este um preto velho de
72annos, aleijado, como responsavel, t|ue
perante o Juiz do Paz decarou b;r sido enga-
ado poro snr. Torres-Homem, quo Ihe dan-
do 25ji rs. Ihe assegurara nada ler a recriar ;
mas que a vista do que se passava linha a de-
clarar que nada sabia nem responda e que
houvesse o Coronel Rangel de Ihe perdoar, ao
que o snr. Torres-Homem respondeu o ho-
mem est intimidado e por isso diz taes
asneiras.
Inesolulo meu amigo asseverou pela de-
ciso do processo do N ice-Director do Trein
de Guerra a quem lambern chamara o Maio-
rista deladro, apresentando o mesmo preto
velho e pelo mesmo pagamento o qual de-
elarou antecedentemente, e n'esta occasiao
enlregou o tal responsavel uma carta assigna-
da e reconhecida ao meu amigo pediitdo-lhe
perdao e atacando o Maiorista e com isto
obteve o perdao pedido, publicando no Dia-
rio do Rio dito meu amigo a carta, >. o
succedido.
No da seguinte, Rangel encontra o Dr.
Torres-IIomeni na ra da Ajuda, que se
dirijia a Tipografa do Diario dirigiu-se ah
lambern e sotibo que ele procurava publicar
uma carta do mesmo preto em que o insul-
lava gravemente escrita pelo l'r. ; c ento
apressando os passos cnconlrarant-se e teve
lugar o fado que j se sabe sendo entretanto
falso que estivesse acompanhado do ordenan-
ga pois que o aclo foi do momento e pro-
vocado pela segunda caria.
chamado a duelo Rangel, comparece e
o Dr. s veio fora d'oras e sem padrinhos.
Assim |>assou ocaso: e com >ue inleresse
se o teni invertido ? Foi precipitado o meu
amigo ; mas quem bastante fro para ver ta-
maito desrespolo a honra sem excitar-se ?
lastimoso que os escriplores pblicos uzem
ile semelhante m f se armem to covarde-
ntente para calumniaren) seus adversarios:
quem lem consciencia do que escreve nao
era bem similhante qeli que produz um
grande incendio, mas logo un) susurro eon-
1 fuso de vozes e rinchos de cavados, succede
ao loque do sino. Anna abri ento a janel-
la e vendo ao longe duas alias de individu-
os com ardiles accezas cheia de inedo lornou
a fecha-la : at que linalmenli soaram pas-
sos apressados no corredor que conduzia ao
quarto de Anna os quaes se deliveram a
porta delle. Era Marina que grlou pelo bu-
raco da Techadora.
- Sen hora abri depressa.
Estamos perdidos disse a joven
em voz baixa Carlos : salvai-vos, salvai-
vos se anda lempo ; mas lornar-vos-hei
a ver, nao VerdadeCarlos? prometis-mo,
e dizendo estas palavras conduzio o joven
janella, e este Ihe imprimi em seu bello
rosto um beijo descendo depos a mural ha
com a maior rapidez. Anna foi abrir a por-
ta e Maitlia entrou apressadamente.
Que acontece ? Ihe disse Anna com
uma surpreza que na verdade nao era fingida ,'
que ha de novo no castello ?
Ah senhora, disse a velha Martha a-
tirando comsigo a uma cadeira : deixai-me
respirar...pois que mesuffoco--.a turbagao. .
o Iranslorno...
Masem fim que ha ?
O que ha senhora disse a velha fazenJ
do um violento esforgo ha que o re, a
rainha mi e toda a corte acabam de entrar
agora mesmo no castello de Arcor.a.
(ContHuar-sa-ba)



-w
carece de "< ttqjyominiosM. Quantoa [dos, que inda rintem suavoa camisa era de-
lesa do ministerio, alistarem-se hoje as ban-
deiras conscienciosas da opposigo e efigros-
sar ocathalogo dos massadores. Anda nu-
tro dia dois porque nao foro chamados para
acommisso dosalvaterio amuaro vin-
ro as costas ao governo e desertarn para u
i nunca reconhec a necessidade de meio
to immoral, e o que escrevo, o sob mi-
nha responsabili ade ou de pessoa que est
em circunstancias de poder deliberada o re-
lectidaniente responsabilisar-se.
Snrs. Redactores, para que se saiba a ver-
dade do oceorrido entre o Coronel Rangel, e
o Dr. Tones-Hjmem queiram dar lugar ao
que venho de dizer.
Seu muito venerador e creado.
Antonio Borges da Fonccca.
A PEDIDO.
Illm. Exm. Sur. Por ser Depulado
Assemblea Provincial, tenhode deixara P e-
feilura de que me aohava interinamente en-
ea negado pela demisso, que pediooPre-
feilo, que ento exisiia ; entretanto julgo do
meu dever levar ao couhecimento de V. Ex. o
importante servido, q-ue prestaran os dignos
Sub-Prefeitos dos tres Bairros d'esta Cidade ,
o Capitao Severino ilenrique de Castro Pinen-
tel, Capito Joo do Reg Barros a Joze
Antonio da Silva Grillo os quaes nodesem-
penho do suas o!)! gares appreser.laia u ac-
tividade, eneigia e prudencia necessaria ,
denifo ineansaveis pela nianulengAo daordem.
e tranquilidadb publica; taco pote presente a
V. Ex. as excellentes qualidades de to dignos
Einpregados de Polica.
Aproveito to opportuno ensejo para rogar
a V. Ex. so digno de desculpar algumas fal-
tas que eu por ventura houvesse de comine-
ter no exercicio da Prefeitura; asseverando
que se as coinmelli, nao foi por vontade ;
por quanto som'pre me assistio u n ardenle
desejo ri'acertar, e de cumplir a risca todas
as orJens do V Ex., a quein consagro a maior
veneraco e sinsero respeilo.
Doos Guarde a V. Ex. Profeitura da Com-
marca do Recite 28 de Fevereiro de 182.
lllm Exm. Sur. Bario da Boavista, Prezi-
campo inimigo com as armas e bagagem !
Outros lia que tendo pilliado ao governo 000
gragas para si, Glhos e netos bisnelos e
tataranelos amigos e alhados porque
o gaverno Ibes negou o ultimo o ameaguro
de abandonar e passar para a opposigo e fi-
carocalados era quanto nao viro o fim do
negocio! D'estas miserias ha muitas louva-
do Deus
Mostr Vm. hem o prega mas o mes-
mo que que pregar aos dofunlos que se pode
esperar de bomens que tralioo com o seu vo-
to e que nao o d ou nego segundo sua
consciencia mas segundo os seus particula-
res e srdidos interesses! Porisso a causa cor-
re torta e ha de correr. Que beneficio pode
alcanzar o paiz d'liomens que sem vergonba e
sem temor de I) mis atrapalho urna ssso in-
teira com tonga massada sparacbegar aos seus
:ns sem Ibes importar que os empregados
pblicos geino na mizeria que os vetera-
nos andem atrasados. que o estado perigue!
ndcahirmos no deleito que censuramos, de-
mos o negocio por feito e|evante-se a ses-
so. Apoiado lia Micliaela apoiado.
Pobres do P.
REPAUT10A DOS I.MI'OSTOS NA EUROPA.
Um Estatislico Francez publicou o segiiin-
tequudro, em que se comparo os encargos
que pezAo actualmente sobre os cidadaos ilos
diversos Estados da Europa, avahados coi fran-
cos.
Na Inglaterra cada habitante paga an-
nuahnente d'unposlo pela sua parle pes-
c.
soa
Era Franca .
Nos Paizes-Baixos .
Na Suecia .
Na Prussia .
Na Sardedha .
Na Dinamarca .
Na. Hespanha .
No- Reino de aples
Na Baviera .
Na Austria .
Na Russia .
Sao indicages que servem para decidir a
qileUo dos governos baratos.
O Povo sem nariz. Kbirtipoor, cidade do
7o Ir. ;o
33 30
28 10
20 30
lo (( 10
14
12 90
11 2:;
lo 80
10 7:;
8 <( 2o
o 70
vara do Civel desta Cidade para seren arre-
matados os bens seguintes: urna quantidade de
ferragens Ciii bom uso ; m armaco com-
pleta de dssougue com todos os utonss para
o mesmo, situado na ra do Rangel ; urna
porco de boas fasendas ; ,"() frascos oilava-
dos grandes de botica ; um alambique de fa-
lla de flande. com o fundo le cobre ; ludo
avahado por prego conveniente a quem arre-
matar e penhorados por execugocs da Fazen-
da Nacional a Antonio PeJrozo Gomes da Sil-
va Thoniaz d'Aqiiino Rodrigues Antonio
Xavier da Silva. Joo Pe eir d Silveira e
Antonio Pereira : quem pretender dirija-se
ao Porteiro Serra-Grainde.
Ta Micoaela se por um lado os massado-
res sao fedoren tos, por outro la dores tambero nAo denoto de cheirr mal!
chamAo-sc apagadores aquellos depulados que
denle da Provincia. Francisco Domingues
da Siiva Prefeito Interino.
MISCELNEA.
MASSADORES E APAGADORES.
Fallaremos hoje lia Michaela dos mais
sadores e apagadores ; destas duas qualidades
de animaos damninhos que chuchando os sei-
cruzios com hem hacas bullas, nos esto uni-
endo a paciencia na fabrica nacional das leis.
Euestou pelo que Vm. quizer, meslre com
tudo i'o venha Vm. ralbar dos massadores ,
o me arrume tambero alguina massada. Diz
n dictado : Ninguem V a tranca 110 seu
olho mas o argueirq no olho alheio. Nao
se assuste tia Michaela serei breve.
Massadoi', se entende aquello representan-
te consciencioso da naco e que em piulan-
do s unhasa palavra se persuade que s el-
le a deve tor e ento falla por una eternida-
de pisa e repisa e as Vezes at deixa a pa-
lavia de niolbo para a sosso seguinle Taes
massadores lia Micliaela tem una to es-
pantosa e estupenda hemorrhagia de palavias,
que dizero em tresentas pillases o que pode-
riafi dizer em 3. O.s nossos mais insignes
massadores as cortes sao sem Ibe fazer fa-
vor nenbum, o Passos Manoel eo S Noguei-
ra. Em estas alminlus de Dos conseguindo
a palavra, temos que ver nao ha forgas hu-
manas quo lhessuspenda a desinteriavocabu-
losa !
Porm diga-me mostr de que servem
essas massadas parlamentares ? Parece-me
que nu sao boas nem para a alma nem para
o corpo. De que servem pergtfnta* Vm. ,
tia Michaella servem para fazer opposigo
u conscienciosa ao governo ganhar tempo,
procrastinar as discusses e fazer Cora que se
coticluo assesses, sem dar administragao
cousa alguma do que ella pede e Ihe preciso.
Tal a tcticad'alguns Snrs. Tctica porca
c infame que temos visto na presente legisla-
tura onde pouco se tem fe i tai ou quasi nada.
Mestre se esses Srs. que Deus nos deu
para descont dos nossos pecados pesassem
na balauga da patria ao menos meio arratel
de patriotismo outro gallo nos cantara! Mas
que quer Vm. mestre ? o programa d'alguns
deputados : viva o governo em quanto re-
parte cbm nosco morra o governo se nos de-
nega alg'uma das nossas prelenges Eo
programa de outro :. este governo bom,
se eu sou ministro este governo nao presta ,
se eu nao estou l dentro Mestre eu ja
estou desengaada que nao podemos passar de
cepa torta.
Minha rica tia da minha alma, crea o que
Ihe eu digo : para certos deputados entre o
governo e os representantes da nagAo deve ha-
ver um contrato bilateral do ut des ; e por
isso temos visto cora vergonha nossa deputa-
Mas o peor que o povo nao abre os olhos c Nipaul, as Indias Orientaos situada por
depois torna a reeloger estes mesmos massado- "m brbaro conquistador foi tomada depois
res sem Ihesconhecer a labia ea hypociisia I d'uma lOnga resistencia. Irritado contra os
doseueivismo habitantes o vencedor mandou corlar o nariz
a todos os bomens sem distingo. Dahi a vin-
lectrez arinos, um viajante, ocoronel Kirk-
patrick achou aind vestigios d'esta espanto-
sa faganha n'aqUell desgragada cidade onde
esto sempre a gritar votos votos, cortando i segundo a sua observago a maior parte dos
as discusses, e nao deixando (pie o negocio mariolas (|ue se encarregavo da sua bagagem,
nao- tinho nariz. Todava, o brbaro linha
lido o cuidado de perpetuar a lembranga da
sua acgo iin[iondo cidade um nome novo ,
o de Naskatapoor que significa = cidade dos
bomens sem nariz. =
Renda fabricada por lagartas, xz Um Ofliei-
al de talento residente em Munich acaba de
crear urna manufactura d'um novo genero ,
na qual pe em practcaos processos seguin-
tes. Depois de ter formado urna massa com
as folhas da [danta com que so alimenta a es-
pecie de lagartas de que se serve estende-a
levemente sobre urna podra ou oulra qual-
quer substancia plana Com um pincel mj-
Ihado em azeite doce elle desenlia ento sobre
a carnada de massa os tragos que quer que os
insectos deixern em claro 5 depois pe a podra
n'tinia posigo inclinada e ao p d'uma por-
go das suas lagartas. Estes insectos come-
gando por baixo sobcm at a Cima sempre li-
ando e enmend toda a massa a fura as partes
quo esto untadas de azeite doce. O diminu-
to pozo d'esta renda, que nao exclue um corto
grao de forca verdadeiramente extraordi-
nario. Um veo d'esta qalidade de vinte e
seis pollogadas e meia de comprdo e dezasele
de largo, nAo peza'va mais d'um grao e meio.
Um metro quadrado da substancia de que se
com pe estes veos rio peza mais de quatro
gro's e meio entretanto que um metro qua-
drado d'escumilha pza cento e trinta e sette
rros. o um metro da mais lina renda de seda
(blondo) pza duzentos e seltonta o dous graos
e meio.
se elucide. Com esta estrategia o system;
representativo degenera em absolutismo cons-
titucional. Tia Micliaela tudo se quer com
con la peso e medida, lia corlas cousas que
merecen) muila altenco : verbi gratia as
medidas inanceiras. Nao basta somonte di-
zer nao ha dinheiro : preciso dinheiro :
necessario ver se o povo o pode pagar e
qnaes sao os humos mais suaves, ea sua ap-
plicaco. O povo tem sido muito comido cons-
litucionalmoiite. Elle tem enchido a panga
a urna duzia d'ambiciosos que esto empando
de fartos Elle sustenta um exercilo de em-
pregados pblicos, que todos devoro a subs-
tancia da nago Elle d de comer a urna su-
cia de vadios que no vivem seno das suas
especulagoes patriticas Elle linalmenle sus-
tenta reparliges de luxo desnecessarase
(ireguigosus de que se nao tira proveito e
preciso que islo acabe.
Diz muito bein mestre ; mas que quer se
ninguem quertrabalhar! nos, louvado Deus,
anula temos bastante trra mas ninguem a
quer lavrar todos querem ser morgados ,
commendadores e hachareis Vm. nao ve co-,
moelles correm aos bandos para a universa
dado, i fabrica doscapellos I Todos os anuos
a Snra. Coimbra nos fornece centenares de
hachareis quo nao teem a mira seno noj
empregos pblicos e luilo jaso sabe cusa
do pobre povo ; porque o Snr. bacharel nao
abriu o Pascoal Jos de Mello para sM'caxeiro,
guarda livros para plantar nabos para ser
alfaiale, ourives, carpinleiroe inuzico Olho,
mestre, dentro em meia duzia (faunos nao
haver em Portugal seno duas qualidades de
gente hachareis e commendadnres E'
tal a miseria que ateos meus bacoriiihos se
andan e.nfeitando para serem dwitores !
Ura como o Snr. povo anda est com 04
olhos fechados e anda er que s um ba-
charel sabe dztr duas palavras juntas e elles
sao lanos segue-se que o parlamento esta
atacadinho d'elles e ento nao admira que
abunden) as bacharelices e as massadas Para
alomada seguinte havemos deeseolher so-
mente proprietarios e negociantes lavrado-
rese artistas a ver oquese. E' verdade
qHe nao haver tanta retnorica tanta lgica,
e tanta methaphisica mas tambem nao ha-
ver tanta massada ; porque esta gente pao.
pao ; queijo, queijo. A ve.dade nao deixa
de ser verdade por nao vir enfeilada de leii-
trjeulas.
Temos fallado tia Michaela, como fallara
o proprro Cicero em pessoa s com a dtfle-
renga deque ello fallava em lalim e nos em
portuguez. Se eu fosse bacharel, fallando
de Cicero daria urna grande massada : fal-
lara do seu nascimento idade prenles ,
naturalidade e domicilio 5 nao me havia de
esquecera toga as orages qite elle fez e
invocara o Capitolio o Tibre e o Rostro !
em fim dira muita bachareliCe, qne para dis-
COMiM^KCIO.
,fi:39o m
1I:60833
7:G9oj2ti
3:105^203
^LFNDEFA.
Rendimentodo i. do crrente.
Dltododia2......
Dittodo dia 3......
Dittodo da ......
Descarfego hoje odocorrente.
Brig. Ing. NN .m Russell fazendas e taxas
de ferro
Id. Romance fazendas, ferragem lou-
gaemantega.
Barca Port. Espirito Santo -- barricas aba-
Odas taimado, lu ira feixes e rO-
das d'arcos de barricas ferragens-, e
miudezas. .
Brg. Ing. Prince Albert Bacalho
Id. D. B. Id.
E C L A R A C 0 E S.
= A Cmara Municipal dtrsla Cidade,
contina d'esde -4 do'corrente por diante as
suas sesses ordinarias
= A Charra Nacional Cariota. recebe a
malla para o Rio de Janeiro hoje (o) ao
meio dia.
= O Rrigue Escuna Carolina recebe a
THEATRO.
== Descrpgo da variada e nova funego
que hade ter lugar Domingo 6 do corren te de-
baixoda Drecgo do Artista gimnstico Jos
dos Res: comegar por urna escolhida pega
de muzica quo seguir Madama Emilia A-
manti a cantar pela vez primeira nesta cida-
de a famosa Aria .fe contrallo da opera Semi-
rams muzica de Rossini depois tero lugar
dflorenles exorcicios Athleticos e Coreas hei-
c.ileas desompenhando-se pela vez primeira
n'cste Theatro a Lucia Romana ou a batalha
selvagem por trez pessoas na qual se distiii-
guirao trazendo lembranga os jogos Olin?-
picos que os antigos grecos executavo nos
torneiosda Grecia.
Em seguida a referida Madama Amanti can-
tar o precioso e novo Himno Hespanhol in-
titulado o Echo de Hespanha livro : cantar-
se-a o jocosissmo Duelo com a sua compe-
tente scena da opera o Turco em lalia ; con-
cluido (pie soja se desompenhar nina nova e
dovertida Pantomima que tem por lilulo o
Mgico eos Demonios ou a Flauta i 11 compro-
hensivel. Dandoiua todoodvertimenlocoro
as novas e jocozas evoluges dos Prelos do
Gui desempenhadas por 8 pessoas formando
difforontes prospectivas concluindo com o
divertido baile do Paloteio a perfeilo compas-
so de muzica. Principiar as 8 e quarto.
N. B. slllms. Snrs. que tem lomado Ca-
marotes para esta recita far o obsequio de
mandar buscar os seus bilhetes no sabbado
para deste modo evitar qualquer falta que
possa ter lugar por parle do encarregado da
venda dos mesmos. v
tSF" O actual Emprezario Francisco d
Frcitas Gamboa para rr.elhor satisfazer ao
respelavel publico acaba de dar soeiedade
no Theatro ao Snr. Modesto Francisco das
Cigas para este so encarregar nao so de
procurar assgnatuisspra um prospero anda-
mento da presente Empreza, como para o
melhormenl das representagoes Dramticas.
A Soeiedade Empreza ra tero organisado urna
Companhia Dramtica composta de quatro Da-
mas e toze adores j alera de urna Dama a
Snr. Maria Jos da Luz q"ue mandou vir de
Lisboa, e que deve chegar no mez de Abril
p. f. A soeiedade Empresaria festejar os
annos da Augusta Princeza a Snra. D. Janu-
nria com um novo Drama e a grande Pega
Nova USineirode S. Paulo e como o
dito anniversario cae na sexta feira de passos,
em que por decencia Religiosa nao deve ter
espectculo, liea o mesmo transferid.) para
sabbado 12 do cor-ente; neste espectculo
enlraro lodos os socios empresarios para
mais brilhaiilismo e salisfago dos convi-
dados.
cusses inanceiras vem tanto a propsito que
mais nao pode ser. mala para o Maranho boje (o) s quatro
Ora bem mestre, parece-me que islo horas da tarde,
tambem vai degenerando cm masjada, e para I = Estao em praca jniblica do Juizo da I.
AVISOS DF VERSOS.
= A quem for offerecido urna figa d'ouro
com duas oi lavas de peso a qual foidesen-
caminhada ou furtada por um moleque. que
passando por urna porta onde eslava um'
molatinho migando ; lirou-lha das mos :
por tanto a quem for olTerecida aprehenda .
e leve-a aos quatro cantos em S. (ii incalo (no
birro' daRoavisla), que ser generosamente
recompensado.
r= No sitio divertido na estrada de S. Joze
do Manguinho que faz (piinu para a Capnn-
ga', appareceo no dia 1. docorrente pelas 7
orasdnoile, um molatinho de idade pou-
co mais ou menos 9 annos o qual diz ser
forro, e chamar-se Joo', pedindo qu^ Ihe
dessein agazalho visto nao ter pas e nem
prenles ; e como possa acontecer que elle
seja escravo ou mesmo fugitivo da casa de
seus pais : pode quem dominio nelle tiver,
dirigir-se ao mencionado sitio, que mostran-
do perlencer-Uie ser-lhe-ha entregue.
= Precisa-sede um menino para praticari-
te de bolica que tenha boa conducta, e se j
tiver alguns conhecimentosde Pharmacia me-
Ihor : na ra estrella do Rozario, botica do
Joo Pereira da Silveira.
cr Hrecisa-sc arrendar urna olaria graW-
de : quemli ver annuncie.
^


= Roga-so nos Illms. Srs. Profeitos, Sub-
Prefeilos e mais Authondadas policiaes, ou
g pessoas do povo que vircm ou souberem ,
do dois" Pnrluguezes, chegados prximamen-
te um de nome Manoel e outro Joaquim ,
sendo o primeiro nn tamo baixo cor tri-
gueira cara marcada de bexigas corpo nao
muilo grosso com suissas acalrozado no
andar, mos grossas e grandes ; e o segundo,
baixo grosso do corpo cara grande pez e
mos pequeos egrossos, cor trigneira, lo
bem com suissas; tenho a bondade fazel-os
apreender visto terem roubado no dia 3 do
corrente a urna hora (pouco mais ou menos )
da tarde, no lugar do Manguinho do sitio
onde era feilor o primeiro juntamente, com
mais outro queja est preso ; as pessas sao as
seguintes : em Letras e Obrigages 9 a
U):O0.)(H) rs. c cin Sedulas 390*000 : u-
ma corrente d'ouro grossa; um traneelim
g.osso, com passador e com dez diamantes
grandes; tres voltas de traneelim lino com
u.na niedaiha de diamantes urna redoma
com vara e meia de cordo fino ; um masso
de cordo fino ; uns corazes com diamantes ;
um par de brincos com diamantes ; um dito
sem dito* ; um par de rozetas com diaman-
tes ; um annelo esmaltado de brauco ; um
dito com urna flor do diamante ; seis ditos la-
nados ; um alinele d'ouro com diamantes e
urna anglica no nieio ; um dito taiubem de
diamante esmaltado d'a/.ul; urna pulceira
com urna cara em cima ; urna sella com dia-
mantes ; um passador de lenco ; urna casso-
leta ; nina vara e meia de cordo com urna
medalba grande ; um abito de Chrislo ; um
par de brincos pequeos com duas esmeral-
das ; urna duzia de colberes de prata para
6opa ; seis garfos e algumas outras pessas ,
que por ora se ignoro ; e promette-se gratifi-
car aquem denunciar os ladroes cima com
200*000 rs. na ra da Cadeia, loja de
chapeos D. 42.
L'm mo?o Rrazileiro, capaz gil e
sabe lfir escrever e con lar se nfferece para
caxeiro em qualquer caza 'e negocio, excep-
to venda e alianga a sua conclua : na Boa-
vista ra a Conceigo loja de funileiro Je-
fronte da capella.
= Sendo ja passado um anno e meio, sem
ver-se nada restituido, de quanto pertencia a
este Imperial Hospicio e Igreja de Nossa S.
da Penha somos obrigados a declarar que,
quem tiver livrosdesla destruida livraria em-
prestados comprados,... sem reslitui-los ,
inoorrerna exconuinhlo por Bulla Pontificia
fulminada, como lamben) de quanto perten-
ecer a esta Igreja... soja d'avizo a todos.
Fr. Joaquim d'Afragola.
Ex Pref. Apost.
Do primeiro andar da casa da ra do
Collegio do Ex. senador Manoel de Carvalho
Paesde Andrade saltou ra urna rola bran-
ca muilo mansa no dia 1. de Margo quem
a achou ou a lenha comprado a algum pre-
to, querendo fazer o favor lie a restituir na
mesma casa se lhe dar boas alvigaras ou o
duplo do prego que liie tiver costado. .
SSF" Preciza-se de um pequeo para caixei-
ro no Forte do Malo em cima do armazem de
Jos Antonio da Silva \iana.
XSS" frecisa-se de um rapaz para caixeiro,
c de um escravo paja o s-rvigo de casa : na
ra da senzala velha D. 50.
ti^ Na fabrica franceza de charutos no
atierro da Boa vista, acaba de receber-se um
sortimento de conservas francezas como sar-
dinhas hervillias chourigos cogumelos ,
e &c. ; e na inesma, continua-se a vender
conservas inglezas mostarda e cadinhos de
pedia.
tsr Perdco-se 4 chaves pequeas enfiadas
em urna csrrente de rame amarelo ; quem
as achou querendo entrega-las dirija-se a ra
da Roda D. \ ou na do Rozario Eslreila D-
cima 20.
tsr Aluga-se o quarto andar e soto de
um sobrado na ra Nova D. 11 : na loja do
mesmo.
tsr O abaixo assignado referindo-se aos
annuncios nos Diarios N. 4G e 47 em respeito
a urna ordem de 500* rs. passada a 24 de
Fevereiro p. sobre os Srs. Uiogo Crablree & C.
pagavel ao portador faz publico que pagar
ao Sr. Joo Rodrigues de Moura, a dita quan-
tia no dia 7 do corrente mez portante nao
ficar mais responsavel por tal ordem em di-
ante. = H. Mehrtens.
tsr Segunda feira 7 do corrente na praga
do Juiz do Civcle Orfaos as 4 horas da tar-
de se ha de arrematar de renda de 5 annos,
a casa de 3 andares na ra do Colegio D. 7 ,
avahada em 750, rs. por anno a qual aca-
bou o sen arrendametito que hera de 900* rs.
e porisso commoda a avaliago presente.
ssy 0 Sr. Manoel Joze de Andrade dirija-
a fora de portas venda D. 16, para receber
urna carta que foi tirada do correio por enga-
o vinda da liba de S. Miguul.
tsr Quem tiver urna canoa que pegue em
1 milbeiro de tijolos ea queira alugar di-
rija-se n ruada Florentina na ultima casa do
lado do nascente.
5S7- Pelo Juizo de Orfaos da Villa do Ico na
Provincia do Cear se faz publico que na
cadeia daquclla A illa se acha preso um negro
de nome Joo que sendo interrogado pe-
lo Juiz de Paz declarou ser escravo de Joze
Pereira de Brito morador na Malhadinha na
Provincia de Pernambuco.
tsr Na padaria do paleo da S. Cruz defron-
le da igreja precisa-sede um bom amassa-
dor que tenha baslante pratica.
C7 Aluga-se una casa em Olinda na ra
do Amparo e urna meia agoa na Boa vista
ra da Alegra : na ruado Vigario n. 16.
tsr Precisa-se de um homem para feitor
de um sitio perlo da praga que trabalhe de
enehada e entenda de plantages e para tra-
tar de arvoredos : na ra da Cruz 11. 40.
tsr Precisa-se de 4:0000 de rs. dando-se-
para seguranca hypotheca em urna grande
propriedade : quem quiser dar annuncie.
tsr A viuva de Joo Baptista Correia Nu-
nes abaixo assignada precisa de hypothecar
o seu sobrado cito no principio do atierro dos
Alogados pela quantia de 4:000* de rs. ,
cuja hypotheca he para pagar aos Snrs. Joze
Francisco Lisboa e Joo Jos Ribeiro dos
Santos obriga-se a dar o sobrado livre e des-
embarassado e mesmo d fiador que garan-
ta a hypotheca ; a quem convier dirija-se ao
mesmo sobrado.
Amina Joaquina Lins Wanderley.
tsr Quem tiver para alugar um sobrado
ou casa terrea que nao seja em ra exquisita
dirija-se a praga da Independencia loja de li-
vros n. 57 a 58.
tsr A pessoa que no dia Quarta feira 2
do corrente levou por engao de casa do Juiz
de Paz Cavalcanli, no bairro do Recife um
chapeo de sol novo deixando o seu queira
deslazer esta troca dirigindo-sea ra da Ca-
deia.volha n. 54 no primeiro andar.
C7 0 abaixo assignado leudo tomado con-
ta da Admitistrago dos Disimos dos trenos
de 1815 o 1820 na Provincia de Piauhy por
fallecimento do seu Pai o Tenente Coronel
Antonio Lopes Castello Branco e Silva eem
virtude da Portara que a respeito lhe diri-
gi a respectiva Thesouraria ; nao pode no
ann de 1859 dar contas porque sabio fugi-
tivo e deix"ou sua casa e todos os seus ne-
gocios em abandono tendo-se de escapar a
m de nao ser preso, e morto pela familia
prepotente e aviltante do Visconde da Par-
nahiba, que a ttulo de haver o abaixo assigna-
do sido arguhido de revolucionario preten-
deo vingar-se de intrigas baixas e autigas ;
porem apenas entrou no goso de seus direitos,
e nao podendo pessoalmente faze-lo porque
o dito Visconde o jurara publicamente malar
apenas aparecesse o abaixo assignado n'aquel-
la Provineia comoalem demudas provasse
acha exarado no Diario do Rio de Janeiro n.
212 mandou na infernal Caplal de Ueiras o
seu procurador o Doutor Gregorio Francisco
de Torrase Vasconcellos com exorbitantes
despezas liquidar semelhante negocio a fim
de que sua repulago nao sofresse a respeito a
menorquebra; eacontecendo que o sobre-
dito Visconde muito insultasse aodito Procu-
rador, e em um terrivel estado de coago qui-
sesse que a seu bel prazer fechasse ditas con-
tas porque a Thesouraria sua fiel cscrava a
tudo ohdeceo ; o que porisso ninguem quer
ali defender o direito do abaixo assignado ,
que .t oprimido e coacto ; protesta nao
estar por nada do que se houver feito e de-
mandar a Thesouraria oportunamente ; as-
sim orno revendicar seus bensem cujas mos
estiverem roubados escandalosamente a titu-
lo de arremalago. = Livio Lopes Castelo
Branco e Silva.
AVISOS MARTIMOS.
tsr Para o Rio de Janeiro segu viagem
em poucos das o Brigue Nacional Mallnldes ;
quem quiser carregar escravos ou ir de pas-
sagem para o que tem excedentes commo-
dos dirija-se a loja de fazendas na ra da
Cadeia n. 45 ouaoCapito Joaquim Pedro
de S c Faria.
tSF Para Genova recebe carga a frete com
modo a Pelaca Sania Mara Thereza Capito
Tiscornia : a tratar com o consignatario 1
Schramm.
tsy Para Santos sabe impreterivelmente
no dia 20 do corrente o Bergantm Naciona.
Dos Te Guarde ; quem quiser carregar ou
ir de passagem dirija-se a bordo ao Capito
ou ao seu proprietario n ra da Moeda.
tsr Para o Rio de Janeiro segu em pou-
sos dias a Barca Brasileira Firmeza bem co-
ndecida pela veloridade de suas viagens e bom
tratamento aos passageiros para o restante
da carga passageiros e escravos trata-se eom
Antonio Francisco dos Santos Braga ou com
o Capito Narciso Joze de S. Anna.
LEILOENS
cy B. Lasserre&Companhia fazem leilo
em presenga do Chanceller do ConsuIado.de
Franga por con la de quem pretencer, e por
intervengo do Corretor Oliveira de umacai-
xa contendo cerca de 30 duzias de chinelas de
marroquim para homem 5 avariadas a bor-
do do Navio Armorique Capitn Renouf ,
na sua recente viagem do Havre para este
porto : Segunda feira 7 do corrente as 11 ho-
ras da manh no seu armazem na ra da
senzala velha.
COMPRAS
SSJ* Lm quarlo que sirva para sela que
seja por prego commodo : annuncie.
S3T Um bom preto cozinheiro : na ra da
Cadeia do Recife D. 63.
tsy* Um escravo pedreiro e tanoeiro: em
fora de portas venda D. 16.
tsr Escravos para fora da Provincia, de
10 para 20 annos sendo de bonilas figuras
pago-se bem : na ra do Colegio D. 10.
VENDAS.
cr O Brigue Inglez Prince Albert, forra-
do e encavilhado de cobre novo de tudo ,
de marcha superior ( A I at L'loyd's ) : no
escriptorio de Me. Calmont & Companhia.
CJ* Um negrinha de 16 annos engomma
liso cose chao outra de nagSo de 20 an-
nos engomma bem c cozinha outra ang-
ca da mesma idade quitancleira : c um mu-
latinho de 22 annos de bonita figura pti-
mo para pagem, ecom principio de sapateiro :
na ra Direita D. 20 lado do Livramento.
%.j- Urna canoa acabada de ser construida,
e que conduz 500 tijolos de alvenaria grossa :
a fallar com Marcelino Joze Lopes.
S^" Urna porgo de madeira serrada 8
duzias de assoalho de louro 5 ditas de ama-
relio 2 ditas de costadinho 2 ditas de cos-
tado madeira muito secca e de boas qua-
lidades por prego mais commodo de que em
qualquer serrara : na ra do Rozario estrel-
la 0. 35.
ssw Urna porgo de garrafas vasias que fo-
ro de cerveja incluindo cem que foro de
champanhe : no lieco da Pol D. 6.
es~ Urna negro de nago mogo de bo-
nita figura, de 24 annos, para fora da pro-
vincia : na ra de S. Thereza venda D. 13.
Z&" Pentes df tartaruga da moda abortos
e lisos e ditos de marrafa : assim como tam-
bem se roncera toda obra de tartaruga : no
pateo do Carmo loja de tartarugueiro do so-
brado da quina que volla para a ra das Irin-
cheiras.
S55P- Urna rica flauta de bano com 8 cha-
ves de prata ou troca-se por outra de 5 cha-
ves : na ra do Queimado D. 15.
tw Superior vinho de Tenerife : no ar-
mazem de Augusto & Companhia, ra de
Apolo.
ssy Farinha de Mage dita mais abaixo,
prximamente vinda do Rio de Janeiro : no
armazem de Francisco Joze Braguez junto ao
arco da Conceigo.
sy Um preto mogo, que se empregava no
servigo de agricultura : no forte do mallos a
fallar com o Lima.
C^- Urna venda na ra de S. Amaro com
poucos fundos lein commodos para familia,
e muito boa de negocio : na mesma.
tsr Sapatosde duraque pretose de cores,
do Lisboa para senhora e meninas por
prego commodo : na ra do Colegio sobrado
de 2 andares D. 4 do lado do caes.
C^" Umaescravade nago, de 14annos,
de bonita figura com principios de engoma-
do e costura sem vicios netn achaques :
na ra dos Qua'teis no primeiro andar do so-
brado que foi hotel do Brando.
ssy- Um Diccionario Magnum Lexicn em
muilo bom estado o Paraso Perdido de Mil-
Ion traduzido em verso francez por J. Dellile ,
e os Poemas denominados Imaginaca Pie-
dade pelo mesmo um rico Atlas universal
de Geografa antiga e moderna cOntendo 5o
lindas cartas e precedida de um resumo da
dita geograia : na travessa do Rozario boti-
ca de JoaC Pereira da Silveira.
tsr Urna flauta de buxo muito boa e por
prego commodo : no atterro da Boa vista fa-
brica franceza de charutos,
i tsr Vcrdadenos charutos da Hayaaa cw
caixasde250, e de 125, dos melhor que
tem chegado at hoje nesta praga muito em
conta para se vender depressa : na ra da
Cadeia velha D. 17 primeiro andar.
SST Um mulato de 16 a 18 annos, bom
carreiro : na praga da Independencia loja nu-
mero 11.
tsr Brozeguins gaspiados de couro de lus-
tro para homem e senhora sapalos de cou-
ro de lustro para ditos ditos de marroquim
preto para senhora sarja preta larga e ps-
treila setim preto encornado para coletes ;
e vestido veludo prelo liso meias e luvas
pretas curtas e compridas bicos pretos de
linho e de seda e muitos outras fazendas por
prego commodo : na ra Nova D. 11.
tsr Bous ptimos carrinhos chegados a
pouco de Inglaterra sendo um de duas ro-
das e outro de 4 por prego muito commo-
do ; em casa de Jones Patn & Companhia ra
do Trapiche novo n. 16.
tsy Um cabrinha de 18 annos, proprio
para pagem : na ra do Livramento D. 11.
tsr Um refe com trassado por prego
muito commodo : na praga da Independencia
loja de encadernador n. 23.
tsr Paramentos completos para dizer mis-
sa, encarnado roxo, e preto, um veo de
hombros de seda de ouro muito rico um
lago de seda de ouro rico para chave de Sa-
crario, tudo feito na Cidade do Porto : na
praga de Cominercio escriptorio de Domin-
gos Joze Vieira a fallar com Joo Joze de
Lima.
tsr Joo Rufino da Silva Ramos vende a
dinheiro ou a praso o documento que tem
da entrada que fez para cem aeges na com-
panhia da agoa encanada para esta Cidade,
lambem vende por prego commodo um res-
to de barrisde potassa da Russia adverlindo
que guardou a melhor para ultima venda, por
isso que com a falta que tem havido leve oc-
casio de vender a mais inferior e hmida; os
pretenden tes dirijo-se a Boa vista ra do
Hospicio sobrado defronte do Coronel Brito
Inglez.
tsr Farinha. superior, de trigo novo do
ultimo carregamento das marcas XXXF e
XXX e prego bara'o : na fabrica de farinha
do atierro da Boa vista.
tsr O verdadeiro purgante e vomitorio de
Le Roy chegado ltimamente de Franga ,
na ra NovaD. 6 laja de Guerra Silva &
Companhia. <
tsr Urna canoa aberta de carga de 700 a-
800 lijlos de alvenaria: na passagem da
Magdalena a fallar com Geraldo Antonio da
Roza.
tsr Sacas com alqueire da medida velha ,
de feijo branco muito novo por prego com-
modo : na praga da Independencia numero
28 e 29.
x^r Cadeiras de palhinha Americanas, mar-
quezas de condur, camas de vento com arma-
go e sem ella mui bem feitas a 40500 reis
ditas de pinho a 3*500 mezas de jantar ,
assim como outros muitos trastes, e pinho
da uecia com 5 polegadas de grossura e
dito serrado 5 tudo por menos do que em
outra qualquer parte : na ra da Florentina
em casa de J. Reranger.
S^" Urna casa terrea na ra de S. Joze e
um sitio muito perto dn praga cuja venda
faz-se commodamente por se receber meta-
de a vista e a outra mtade a pagamentos
sendo o comprador pessoa capaz : annuncie.
tsr Farelo a 3* rs. a saca de 3 arrobas, ou
2*800 rs. sem o saeo, para engordar cavallos,
e muito melhor que o que vem de fora pois
he fresco e novo ed mais sustento ao ca-
vallo como o peso do farelo mostrar : na
fabrica de farinha do atterro da Boa vista.
ESCRAVOS FGIDOS
tsr No dia 1. do corrente desapareceo um
molato de 18 a 20 annos de idade estatura
ordinaria faltando-lhe dous ou tres dente
da parte de cima com um dedo de urna das
mos aleijado ; levando vestido caiga de risca-
do de linho azul, carniza de chila e chapeo
de palha uzado ; filho de Macei, e intitu-
la-se forro : os aprehendedores levem-o ra
do cabug D. 7.
MOV1MENTODO PORTO.
NAVIO S.VHIDO NO DIA 4.
Rio de Janeiro Patacho de Guerra Brasileo
Patagonia Commandante o 1." Tenente
Antonio Xavier de Noronha TorrezaO con-
duz Tropa.
RECjpMTYP.DEM. F. DEF,5s 1842


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