Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:04481


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Full Text
":
Anno ele i84?. Sexta Feira 4
Tailo .ior.depe.de I e no. mesmo, ; di no.sa prudenci., n,ode,.r.r.o, enere,. con-
t .memos como prmcipi.iho., e *reB. pontodo. con. .dmir.c.H, r.tre M Nc>, ta.i.
ou,," ;_______________________(PtDCl.m.co d. Asemblr. Ger.l o IrM]O
PARTIDAS DOS CORREIOS TERRESTRES
Colana., P.r.b, e Rio-r.nde do Norte, n. segund. e .exia feir.
Bonito e Gsranbuns, 10e24.
&*<* ^r.uh.en, H.o Parame, Pn,rto C.Wo, M.ceio, e Al.'oa. no 1 id 24
Paje 13. Santo Anlao, qaiuta feira. Ol.nda todos o. di... '
DAS da semana.
2 i Tere. Adril. Re. And. do do juir.de Direilo d. 1. r.ira.
2 Onrt. s. Simplicio. Ch.nc. Aud do j.it de dirrii. d 3. r.re.
3 Qaiat, .. Heweterio, Aud. do ai* de direilo da 2. rar.
i Sext. s. Catimiro. Aud, do Juir.de Direilo da 1. r.r.
i lab. s. Thenfilo. Re. Aud. do Juit de Direilo d. 3, vr.
(5 llran. t. Olerrario.
Mu
Anuo XVIII. K.50.
f A,ZJ!* T odo,0,d.uc.ifrtm Suflficadi o Fre,;o d. .-.lur, be
O. deiresrm! ,e,.pr ,.,! p;os ,d,l..!o.. O, nno, dos a;(r.nie, s,o inundo.
>li pr.,. c o. dos ,.e o nao fur.. /,T,,.io de SO re.s p, |..,l,n. A, redam.toes derea, ser
~ KumcrosFe"' /*'nSr '" '"* d" C""e' D- *' UU Pf,S d* I-'q-e-i-nci. ioj., d. lirre.
CA MUIOS no da 3 de Marco.
Pmamar dn fia 4 de Alara.
1. as i hora, e r> ,. d taiaa,
2. as 1 horas e 3 a, da tarde.
Cambio sobre Londres 2!) d. n. H
Pars 320 reis p. franco.
<> a Lisboa SO. 85 p. 101) de pr.
Oro- Mocda de 0,400 V. 14.400 14,(500
N. 14.200 a 14,400
de 4,000 8,100. 8.20Q
PT P.t.cje. 1.G50. 1,070
PHASES DA LA NO MEZ LE ANRC.
Uuart. a*Mg. a 3 -as II hora, e 4 m. d. tarde
Lu. So., a 12- s 4 lior.se 8 m. d .na.
Ou.rl. rete, a 19- s. 8 horas e 28 m. d. tarde.
Lu. c'iei 20 --ti. 11 hor. e 3 m. d manli.
Pinta- PeosClumnare l.fiSO. 1,070
ateiieaaoe I.i'.'Uj l.<.-.>
" "* 1,440 a 1.4(U
Moeda de obre 3 por 100 de discunto.
Disconlode bilb.daAlfande-alt i por 109
.o mrr.
dem dclelra.de boa. firma. 1 iir {,
BUCO.
iP.
ASSEMBLEA PROVINCIAL.
acta dv 1." si:ss\0 ordinaria em 2 de
MARCO DE 1842.
IV.EZIDKNCIV
Feila a chamada aclurao-se presentes 28
Snrs. Deputados, faltando sem participando
os Snrs. redro Cavalcanie, Luiz de Carvalho,
Piulo d'Almcida e Pereira cUj Brito. Foi li-
da 8 apprpvada a acta da sessfio antecedente.
O Sur. Presidente dectarou a berta a sessfio.
O Sur. I." Sccretaiio loza leilura do expe-
diente, lu ollicio do Secretario da Provin-
cia acompanhando por copia o Imperial Avi-
so de 27 do Julbo de J84I, o quaJ declara que
S.-M. o Imperador acolheo benignamente os
votos de respeto e lealdade que esta Ass'im-
blea manifestou pelo gij-ao da deputac^o que
norncra para apgistir ao acto solemne da co-
iiwcio e sarri ac;io do mesme Augusto Sen hor :
recebido com especial agrado
Outro do me&mo Sur. com as coritas e or-
camenlo das Cmaras Municipaes do S. An-
tiio Brejo, Limoeiro Bonito, Boa-Vista
Cimbres. Nazarelh Flores, Iguarass, 0"
linda. Pao do Allxij, Goianna, Rio Formoz"
e (iuranliuns. A commissao de con I as das
Cmaras.
Outro remetiendo un oflicio da Cmara da
Roa-vista sobre o arrendamento das ilh.is per-
tencentesao patrinionio da lila Cmara. A
Commisso de negocios das Cmaras. Outro
com dala de 28 de Abril de 1811 parlecipando
ter-se eligida da Cmara da Capital a remes-
sa das informacoes sobre os motivos que a
obrigarao a nao contar com os votos do Co-
legio do Bonito na apurado geral dos votos
para Diputados Geraes. A CommissAo de
Conslituicao e Poderes. Outro acompanhan-
do dous Artigos addieionaes as Posturas da
Cmara do Recife que foro interinamente
approyadas pela Presidencia. A Commissao
de Posturas Municipaes. Outro remetiendo
as Posturas das Cmaras de Cimbres Limo-
eiro e Boa-vis:a. A dita Commissao.
Um Ofleio dojSecretario da AsseoiMea Le-
gislativa do Para remetiendo a collegao das
Leisdaquella Provincia de n. 86 a n. 100.
Outro'to Secretario da Assemblea do Piauhy
com a collecao dos actos legislativos promur
gados id anuo de 1840 ; e outro do Secreta-
rio da Assemblea de Sergipe remetiendo os
trabarnos da Sesgad de 1841. Estes 5 ofilcios
foro recebidos com agrado.
A Commissao de roderas apresentou o scu
parecer acerca do Diploma do Sur. Diputado
do sxr. conc. maciei. monteiro. iSupplente Baro de Suassuna declarando,
que esle Sr. eslava no caso de tomar assento :
foi approvado.
Passando-se a proceder eleigo das Com-
misses. deque trata o Regiment da Casa,
sahirao eleitos : para a Commissao de Fazen-
da e Orcamento os Sis. Pedro Cavalcanti Sa-
buco e Loho com 19 votos cada um para a
de Constituirn" e Poderes os Srs. Mehdes
Alvaro com 17 votos cada um e Domingos
deSouza Lear) com li; para a de Cotilas e
espe/.as Provineiaes os Srs. Pedro Alexan-
drino com 20 votos Custodio Guimaraes com
19, eBarflo de Suassuna com 18 ; para a de
Commercio, os Snrs. Paula Lcenla com 20,
Izidro Mesquilacom 18 e Manoel Cavalcan-
ti com 17 para a de Redacco os Snrs.
JozeBento com 19, Nabuco e Pedro Ca-
valcanti com 18 cada um; para a de Instru-
yo publica os Srs. Lopes Gama com 17 Jo-
zeBento com 16 e Luiz de Carvalho com
14 ; para a de Estatislica os Srs. Baro de Su-
assuna e Domingues com 16 votos cada um,
e lzidro com 1 4 ; pura m de Justica Civil e
Criminal os Srs. Yiein de Mello, Alvaro, e
Reis c Silva com 16 votos cada um ; para a
de Negocios Ecclesiasticos os Srs. Lopes Ga-
mo com 16 Mendos com 1 4 e Aguiar com
12 ; para a de Posturas Municipaes os Snrs.
Pinto de 'Imeida, e Antonio Carneiro com
17 votos cada um e Vieira de Mello com 16;
para a de Coritas Municipaes os Srs Louren-
co Bezejra com 19 e Lolio e Domigos de
Souza com 17 cada um ; para a de Saude pu-
blica os Srs. Doutores Pereira de Brito, e Lu-
iz do Carvalho com 19 votos cada um o Ma-
noul lunacio com 17: para a de IVtiooes os
com 17 Peixotocom 10.
Concluida a eleicao o Sr. Presidente deo
para ordem do di.i em primeiro lugarPa-
receres de Commissocs indicaciles. e le tu-
ras de Projectos ; em segundo segunda dis-
CUSsodos Projectos nmeros 4, e 11 do auno
pJSSSdb, primeira do Projeot-i numero 17, do
mesmo anuo primeira do n. 27 do anno de
1840, segunda do Projeeto n 20 do auno de
1839 continuacao da segunda discussao das
Posturas da Cmara do Rio Formozo e se-
gunda discussao das Posturas da Cmara de
Goianna ; e !evantou-se a Sessa s duas ho-
ras da tarde.
Thomaz Antonio Maciel Monteiro,
Prezidente.
Joze Felippe de .Souza Lefio ,
1. Secretario.
Antonio Joze d'Oliveira ,
2. Secretsr-io.
to Ajudante do tereciro Batalho de ArtilheriS
Jos Cosme Damiflo, se reduza a diaria- que
nesta Provincia deixou a sua familia a con-
tar do dia -2 4 do referido mez de Janeiro.
Dito Ao Inspector da Tbesouraria da Fa-
zenda, communicando-llie o conteudo nos
doiii precedentes odieios.
Dito Ao mesmo, conimimicando-Ihe quo
lendo a Presidencia nomeado a Alejandr
Carneiro da Cunlia para o lugar de continuo
d'Alfandega desla Cidide, em lugar de Jos
Srs. Paula Lacerda com lo Alexandre Ber-
nardino e Urbano com 12 cada um ; para
de Legislarlo OS Srs.Peixolo com 16, Ber-
nardo Rabello com 13, e Aguiar com 9, para a
de Ordenados os Srs. LoureriQo Bezerra com
lo, Manoel Cavalcanti e Pereira de Brito
com I 4 cada um; para a de Forga Policial os
Srs. Pinto de Almeida com 19 Domingues
FOLMITO
ANNA DARCONA (*).
Um espantoso silencio seguio a estas pala-
vras do conde silencio no meio do qual um
ouvido atiento toria podido notar seguramen-
te as precipitadas pancadas do corago de Au-
na. A intel'z donzela esperava a resposl do
joven cavalleiro rom urna anciedade.semelhan-
te a do aecusado a quem urna sen tenga irre-
vogayel est a ponto de absolver, ou condem-
nar morte.
Sou respondeu com voz trmula o
ravalloiro, cujas torgas se iam diminuindo por
momentos, e com um tomlobaixoquese teria
diloquea voz sahia rfe um sepulcro, disse;sou...
Aqui fosse que Ihe ftdta-se a voz ou que
tivesse lido nos oilios de Anna lodo o perigo
de sua situacao se deteve.
Que dizeis disse o conde com submis-
sao e aproximando-se delle, nao vos entendo.
0 joven fez um esforgo e ia a responder
novamentequando Annaexclamou com urna
viveza, particular.
Meu pai este cavalleiro diz que do
cubo reformado.
Eao mesmo lempose inclinou rpidamen-
te sobre a cabeceira do ferido e Hie disse
*?m voz baixa.
(*) >"i4. Iterio N. 43 44, 17 e 48.
Ab por Dos nao me desminlaes.
Aqueilequeacabava.de ser salvo de urna
morte quasi certa considerando a situago eili
que se encontrava olhou pare*Anna con
urna expresso iinJizivel de reconbccimenlo e
amor, e depois disse com muita clareza.
Sim sou hugonote !
Ento respondeo o conde dando-lhe a
mo ; fallo a um amigo: seidior de Bour-
bon, seises hem vindo aoeaslello de Arcona.
Urna noute de Jimho de 1588 ,' um mez ,
poucomais ou menos depois dos aconteci-
mentos precedentes tres pessoas que j sao
conhecidasdo leilor estavajn reunidas para
passarema noute em urna das salas doCastello
de*Arcona; estas pessoas eram o conde, sua li-
bia e o bastardo de Bourbon. Osenhorde
Arcona eslava sentado como sempre na
sua cadeira de bracos; mas nesta noule aclia-
va-se menos taciturno do que do costume a
seu lado eslava sua Alba bordando, emui
pouco distante desta Carlos de Bourbon
leudo em altavoz. Olivro em que lia era
urna collego de poesias de Rousard e o jo-
ven acaba va de encontrar a sexta Sguiute :
Vni-se o lempo senbora o lempo passa ,
0 lempo nao, nos que passamos
E prompto ha de cubrir-nos urna loisa :
Assim dos amores que tratamos ,
Nada mais restar quando morrermos,
Amai-me pois agera em quawto bella.
G 0 V E R N O D A P R 0 VI N C IA.
EXPEDIENTE DO DIA 26 DO PASSA DO.
OTicioAo Commandante das Armas,
pnrtecipando-lhe que S. M. o Imperador, con-
ceden passagem para oRatalhAo Provisorio
desta Provincia ao primeiro Sargento parti-
cular do primeiro Regiment de Cavallaria
Ligeira Joaquim Jos de Andrade o que foi
conmunicado em Aviso da Secretaria de Es-
tado dos Negocios da Guerra de 20 de Janeiro
ultimo.
Dito Ao mesmo commum'cando-lhe, que
por Aviso de 2l de Janeiro ultimo, houve por
bem S. M. o Imperador conceder passagem
para o BalalhAo Provisorio desta Provincia ao
Tenentedo Bnlalhfio de Cagadorcs numero 7
loaquim Guedes de Quinbones.
DitoAo mesmo, scientifcando-o deque
por Aviso de 31 de Janeiro ultimo expedido
pela Secretaria de Estado dos Negocios da
Guerra houve por bem S-M. o Imperador
determinar que fosse elevada a 30j reis.acon-
signagfio mensal que o segundo Teen te
Quarll Mestre do terceiro Batalhfio de Arli-
Iberia Manoel Lopes Maciel deixara nesta
Provincia a sua familia.
Dito Ao mesmo, communicando-Ihe ,
em ciimprimenlo do Imperial Aviso de 28 de
Janeiro ultimo que S. M. o Imperador hou-
ve por bem delermiar que ao sold de 90
reis que nicamente vence o Cadete Sargen-
do Paraso de Jezus, que foi aposentado ;
compre que o faga constar ao Inspector da di-
ta AHandoga.
Dito -Ao mesmo, transmittindo-lhe para
seo conhecimento e execuco a ordem do
Tribunal do Tbesouro Publico Nacional sol) o
numero 91.
Dito Ao mesmo, enviando-lbe para sua
intelgencia e cxeciie.Ao na parte quo Ihe to-
ca a copia fio Decreto de 30 de Dezembro do
anno prximo passado com as condiegoes a
que se elle refere, pelo qual S, M. o Impera-
dor houve por bem approvar o contracto colle-
brado com os Directores da respectiva Com-
panhia para a conlinuago do servico ilus
Paquetes de Vapor para o Norte.
Dito Ao mesmo, communicando-Ihe,
que por Aviso de 2 de Janeiro ultimo, bou-
ve por bem S. M. o Imperador conceder ao
Bacharel Joaquim Pinto brasil Professor
Substituto de Pbilosolia e (.eomelria do Co-
legio Jas Artes de Olinda ,- mais tres mezo*
de licenga com venc ment demetde do or-
denado.
)ilo Ao Director in(crino do Curso Ju-
rdico deOlinda communicando-lbe o con-
teudo no ollicio precedente.
Dito Ao Inspector da Tliesouraria das
Rendas Provineiaes. dizendo, que constando-
llie por sua inforniacao de 21 do crrante com
referencia do contador daquella Tbesou-
raria, que se deve alguns empregados de
poca niais anterior ao mez de Oiilubro do
exereicio Crrante, e rumprindo fazer obser-
var toda a ignaldadeno pagamento desorde-
nados e vencimenlos dos empregados P-
blicos misler se faz que elle com urgencia re-
meta urna rclacao nominal de todos os Em-
pregados Provineiaes com declaragao do lem-
po e da quanta que da scus ordenados,
vencimentos a cada um gi> deve pela mesma
Tbesouraria.
ew
Nada poderia pintar a expresso com que reis tomar o meu conseibo voltai para o
foraui litios estes versos nem tao pouco a
vista apaixonada que o senhor de Bombn
lancou sobre Anna quando os lia. Dir-se-
vosso (piarlo e Dos vos .icompaiihe.
Senhor respondeu o mancebo que co-
megava a sabir do seu espanto inuito tos
I na que toda a alma do cavalleiro se tinha j agradego o'vosso cuidado ; mas acredilai-me,
commuriicado naquella vista ; Arma comino-1 que oqueacae de experimentar nao uiu
vida e palpitante (avia deixadocahir o seuJefTeilo da| dbilidade queme causa a feriua
bordado, para nAo perder nenhuma daquel-que me ez csse traidor barqueiro ; vos bem
las palavras cuja doce meloda captivava os I ouvistes esse grande estampido do trovao, con-
Crin l.oli.if ,, .".w. ., ... O >
scus ouvidos e fazia palpitar o seo coragao.
De repente um grande relmpago esclare-
cen toda a sala em que se achavam e um
fesso que...me espanlou.
E' possivel ? Disse o conde ; um cavallei-
ro Que vem isso a ser comparativamente
forte trovao eslalou com furia ; a joven fe-' com o ruido dos canhes e estrondo dos ai -
chonos olhos e estremeceu ; mas o que de-1 lahuzes com que vossos ouvidos se devem
ve mais admirar qua osenhorde Bourbon j ter familiarisado ha niuto...pois suppoulio
fez-se plido e pouco faltou para que nAo que taris oslado na guerra nAo verdade .'
largasse o livro das mos.
Viva Dos exclamou o conde contem-
plando o seu hospede, que permaneca no nao pude :,cr senhor...
E* verdade disse o joven bastante en-
vergonhado mas foi urna impressao de que
eis-aqui o que sao os mocos
Oh apressou-se Anna a accrescen-
mesmo estado
i I I ------ ~ *------"I 1 i" v**>^ ia o>_ i t lilil M I.' I' -i. li
Sempre despresando os velhos Nao tinha eu I tar isso nao tcm na.la de extraordinario,
raso meu cavalheiritode vosdizer que era meu pai nao me tendjes Vs dito que o
necessario flearna cama alguns dias para vos senhor de Epernon sendo um Vajente gucr-
restabelecer inleiramente da vossa ferida ?| reiro nao pode respirar o suave perfume
Mas apenas vos vistes fra de perigo quise I de una roza sem desfalecer.
tes por forga levantar vos e anda nao satis- Sim minba libia mas o senior >li
f-ilo com esta imprudencia era necessario que | Epernon um destes Narcizos (Ja corle qya
viesseis passar a nrute com nosco como se : Dos confunda, e daquelles (iiie.se SS IieUviy
nao fora bastante o incommodo de nos aeom-! cuidado com todas as voluptuosidades, nio-
panhar todo um dia ; mas agora bem vedes das e goas de clieiro acabaiiio de perder a
q.ue estis anda mui l'raco Vamos se que- f Franca. Mas o senhor de Botuboh que uu
o
y\



* ft^j.^""'''^-^"*'"" ^ **&!-'.
xszr.
rMf iini >*
^^S^g^^^^g^<_|g^
D--to~\o" mesmo. ordenando-lhe que isolaco dos referidas papiros para cora
J* .uliantar ao Prefeito da Comarca deNa- os habitantes desta cidade a um de q,e a-
presante o dito parecer Cmara na sua ses-
so de 28 do corrento, para que soja por el-
la tomada na consideraQo devida, quando
houver de decidir definitivamente o caso cin
qestao dando com urgencia parte do resui-
laJo- *".
Dito Ao Encarregado da Vacina no Muni-
cipio de Santo Anto enviand-llie algumas
laminas de puz vaccinieo que requisitou.
Portara Horneando o Bicharel Francisco
Rodrigues Setle para servir interinamente
i,, lu/ di> Direito do Civel da terceira vara,
rnntp nue anda coniinua ueuaixo u sua ce JUiz ui wih.hwuuv.itvi .
5^o9oCunyda pinte dos Carvetees. durante o mpedi^nto do f**;
vito que ao Engenheiro cm chafe so se en- que na quahd.de dlikodl AjtMg
ml a dirSao das estradas e obras, Legislat.va Provincial tem de ir tomar nella
quenaoero dirigidas mas mente emge- ^^ Ao Inspectord;i Tlies0liraria das
zareth um mez de consignado marcada para
6 sustento dos presos pobres dajuella co-
marca prestando primeramente con tas da
{mantia relativa a consignado de outr mei ,
que lhe foi j adiantado.
Dito Ao Prefeito da Comarca de Na/a-
v'h, comrnunicando-lhe o conteudo no pre-
cedente o'icio.
Dito Ao Inspector Geral das obras pu-
blicas, communicando-lhe em aditamento ao
que ie fui declarado em oflicio de iOdo cor-
rente, que ainda continua debaixo de sua
ral inspeccionadas pelo dito Inspector Geral.
Dito Ao Engenheiro Vauthier, com-
municando-lhe o conteudo no ofiicio prece-
dente. .
l>it0 \o Inspector do Arsenal de Man-
uba remettendo-IIje para seu conheci-
mento urna copia do Imperial Aviso de 21
de Janeiro ultimo expedido pela Secretaria
da Marinlia no qual Sua Magestade
o Imperador niandou declarar em resposta
aos officios da Presidencia sob os nmeros 2,
8, e9, I. que a caldeira requisilada para a
Barca de EscavacSo, em pregada ueste Porto,
ser para aqu enviada pela Intendencia
P.endas Provinciaes, Presidente da Uelac.Se e
Juiz do Civel cando-lhcs a nomeacAosupra.
COMMUNICADO.
A CREAC.A DO HOMEM E DA MULHER PELO SR.
" VICARIO F. FERREIRA DARRETO.
A considerar-mos sinceramente o actual es-
tado da poesia no Brazil, onde ella acceita de
Mariana da" Corte: 2. que vao ser exped- necessidade toda a influencia que lhe vem da
?as as convenientes orden* para serem re- Europa onde loma a mesma MP";
mettdos os bateloes ou canoas que forem e vive da mesma fe sentimos que o e nto
necessarias ao servico da mesma Barca au- se nos extravia na linimento em dois rigoro-
oSndo-oontrelar.Lo a Presidencia para zos joizos. D'um lado a queda da coca re-
fazeralugar as canoas, que se izerem preci-
sas; o. que pelo Thesouro Publico vai ser
posta a disposicAo da mesma Presidencia
mais a quanlia de B0:000j res para oceorrer
as despesas da Repartido da Marinha nesta
Provincia no Segundo Semestre do corrente
anno linaneeiro, a qual ser tambem applica-
da aos gastos ta mencionada Barca ; e A. fi-
nalmente, que se empreguo a niaior econo-
a decadencia daadmirago ( que lie
m dos'mais graves symptornas do enfraque-
cim-rnto moral do povo), a insolencia dos ib
teresses materiaes os delirios emfim do pen-
samento e senlimo-nos lomado d'uma dr
profunda por que juigamos ouvir os derra-
deiros gemidos da sociedadn agn i san te. .
sem remedio sem esperanza de vida para
a alma. Mas por ou Ira parte, se coiilem-
naimciue, que se rnunv^uu mu u vi.uuu- u ....-. ------ r-- .
mia eflscalUacao no dispendio da somma piamos o movimento rpido anda que irre-
arbitrada, para que nflosej/f ella excedida. pilar que se vai imprimindo nos espritus
Dito-Ao Doutor Antonio Jos Coelho, com as litteraluras do Norte da Europa e
Lente do Curso Jurdico de Olioda nome- com as do Oriente 5 se observamos daqui
..strodolia, qu3derraman, urna luz celeste
nos espirito desalentados ou desditosos sb
athmospberas mais densas porem raais Mi-
ze que a nossa : no Brazil mesmo onde
a scieneia he pouco considerada e onde o
peta como a douzclla do campos anda
eaopresenta timidoe receloso aqu mesmo
nissam globos d'uma luz suave inflamados
como a aurora do Austro que lancam dos.
umavirtude benfica masern que ninguem
atienta nem repara. Slo para esto mundo
comoopassaro peregrino, que va. cantando
indolente por cima das aguas c desapparece.
Um destes lumes por exemplo he ,o ho-
mem de qtu boje fallaremos ja conhecido ,
naverdade, por sua vida evanglica, por sua
eloquencia na cadeira christ. pelo seu desa-
pego das coisas da ierra pela ardente cari-
dade em que se consumme que tudo da ,
Ludo sacrifica, a tudoseexpem pelo seu pr-
ximo mas cuja altura como d.sl.nclo poeta
hl. quasi ignorada entre nos : este homem,
por tantos ttulos apreciavel be o &;. v.ga-
rio do Recife Francisco Ferreira Brrelo. Cou-
h,-ndsagrata obrigagao de dar hoje noticia
d'um sen breve poema acabado de publicar
pela imprensa um livrinh.. deoO e tantas
paginas. modelo de gosto e de suav.dade :
he "a Crcac;lo do Homem c da Mulher.
O poeta, porum capruoquo elle explica
com urna razaode competencia adoplou pa-
ra esta sua i nspiracSo a medida I y rica e re-
velou-nos assim ainda urna vez com quan-
ta razao o genio se desprende das cadeas
importunas da escola, para voar insofrido ate
osciode Dos e ahi arrebatar-nos d harmo-
na e de saudade clamoroso como o pi o-
pbeta de Babilonia cu enternecido como o
doce vale do Tejo.
O Snr. Ferreira Barrete toma o homem
ainda meio-harro comecando a aaitar-se. as
mos de Dos sentindoocalor da vida ani-
mar-lhe lodas as veias e depois anda
mal-seguro imprimindo naterra um pe va-
cilante contemplando attnito todas as ma-
ravillas que o rodeam faz-Ue escapar dos
labios um admiravel soliloquio como pri-
meiro ensaio da razao :
Quem sou existindo :
( Suspenso bradava )
Mil sons articulo !
Que prodigio immenso .
Como pode a lingoa
Dizer oque eu pens ?
O innegavel dogma da liberdade he procla-
mado pe primeiro homem em lros|OU qua-
lio cadencias, lao singelas como o eram os
labios que as pronunciavam :
Quero ; o meu querer
Traz-me a liberdade :
Como esta dependo
Da minlia vontade?
K Se intento mover me ,
<( Sbito da inercia
Passo ao movimento.
Eu movo-me
e logo
ando-o pira exercer o lugar de Director do
mesmo Lurso durante o impedimento do
cruzada em que hoje se ligam os homens de
genio para conquistarem o pensamento c o
respectivo Director interino, que na quali- regenerarem em novas agoas ; se reflccl.mos
dade de .nombro da Asamblea Legislativa nos esforcos que boje se fazem para se con he-
Provincial, tem de ir nella lomar assento.
Dito Ao Director interino do Curso Ju-
rdico de Olinda, commuuicando-llie a nome-
a^o supra.
Dito Ao Commandanle da Escuna Pri-
meiro de Abril signilicando-lhc em respos-
ta aoseooificio do 18 do corrente em que
d parte de que o'Marinliciro Alemfio George
Beaens, iinalisara o lempo por que se eugaja-
ra, que pode dar-!lie nuia de desembar-
que, visto nflo querer continuar a servir.
DitoAo Presidente da Cmara Munici-
pal do Recife, enviando-lhe a copia do parecer
dado pela Sociedade de Medicina tiesta Pro-
IIW 1 *,|W1 Y"** vjw ..^j- ^
cerem os primores da poesia e da litteratura
oriental, e sobre tudo o arrojo com que al-
gumas almas privilegiadas vOam para um fu-
turo que desejam attingir parecem-nos es-
ses os preludios d'uma renovaco generosa ,
que prometle nova carreira ao pensamento ;
e d'ahi persuadimo-nosqne de semelhante lu-
la do sceplicismocom a brotar com efleito
o novo germen d'intelligencia que abragar
o mundo inleiro.
Hepoisnesse fiuro que temos posta toda
a nossa esperanca para d regeneracao da poe-
sia. A jioesn depurada do culto das pai-
xes que ainda boje fazem delta um inslru-
viuda acer.ndaprelencio do Cnsul de S. ment de blasphem.a ou de corrupeno sera
M. nrilanka, de serem desembarcados os s.mipie a estrella polar das ideas philosopln-
passageiros da B.rca Ingleza Thereza no | cas do seculo.
qual a mesma Sociedade se declara pela pos-
sibilidade do efTect'udr-se o desembarque, com
tanto que se recorra as medidas de perfeila
A America como a Europa vai dando
lestimunho desta nossa pievisao:* alguns
meteoros vappassaodo, brilhantes comeo
E antes de ter vida
Quem era ? onde eslava i'
(i Meus olbosseabriram. ..
A luz me cercou. .
Seres erisinai-me,
Dizei-me quem sou ?
u Palpita-meo peito,
Oh nao nao deliro !
Nao sei dizer como ,
Mas sei que respiro.
En sinto e conheco.
Como se fez islo ?
Seconhego ,. pens ,
Se pens eu existo.
u Meus o I ios se abriram ,
A luz me cereou. .
Sres ensinai-me ,
Dizei-me : onde estou ?
B
Dezejo parar ;
Depressa.me sinto
lmmovel car.
Depois, contina Ado a reparar ebeio
d'assombro para lodos os prodigios da crea-
qAo um e um e dirgindo-se primeiro aos
boscpies como o espectculo que mais de
perto o aTecta principia a interrogados :
Falla!*, arvuredos !
( Eu nunca vos vi )
Fallai instrui-me :
Quem me trouxe aqu ?
ii Quem pVle crear-me ?
ilespoiidei-me quem i'
Ninguem me responde ,
Naoougo ninguem.
u Busco a minha origem ,
Indago o meu fim ,
i Ninguem me responde ,
Nao sei d'onde vim.
Mas no meio desta ignorancia, com queso-
licitude nao procura elle urna irm da sua es-
pecie vendo que
Na escalla dos seres
Tudo tem seu par ,
e com que magoada surpreza nao pergunta a
si mesmo:
Screi solitario 'i
Serei singular i'!
D'ahi corre o Edn todo e passa em re-
vista todos os animaos que se estendem e sal-
tam por esse jardim delicioso examina as
flores que matisam os campos interroga as
agoas que ellc'conhece e at o horisonte que
a vista abrarge e aeha que osen par. o
objecto da sua inquietando. aquella que el-
le ja ama sem estar creada. .
Nem vive nos vales .
Nem vive nos montes 9
Nos mares nao vive ,
Nao vive as fontes.
E de reoente quando a tristura da solcda-
de e o supplicio da desesperanza ron apossar-
se do corceo do homem ma scena de ma-
gestade e de fulgor se lhe appresenta vista ,
e o suspende atlnito de todas as considera-
----------------------------------------------------------------^
franco e leal hugonote ainda que suas nios
o seu rosto S'jam mais brancas do quecon-
vem a um cavalleiro docilito reformado,o se-
nhor de Hourbon odeia o napa e a missa...el-
le assim me tem dito.
Senhor exclamou com voz alterada o
que era objecto de to cslranbo panegrico .
naosaberei....
Sem duvida .a a dizer mais", porem An-
na o iulcrrompco :
Deixemos isso e se meu pai ocon-
sento tende a bandada de proseguir vossa
leilura que me inleresso.i muito pois eise
senhor Rousard um grande poeta.
Nao o julgo eu assim .espondeo o
conde 03 versos que acabamos de ouvir sao
versos de papistas si: bous para s adonis e
peralvlhos doLouyrc por.n os hugonotes
viva Dos necessium outras poesas. Fal-
lai-me ps santos hymnos que nossos irmos
cantavam em Dreux e em Jarnac.
Mas meu pai eclamou a joven ,
talrez com urna pouca de malicia essas poe-
sas nao tem impedido que nossos irmiios te-
nltam sido vencidos em lodas essas batalhas
__ K' verdade, respondi o conde, po-
rem ellas os ajudaram a morrer.
Anua ao ouvir esta resposta triste c severa
r.o mesmo lempo, vollou a sentimentos mais
conformes com a sua posigao e com o cul-
o que professava, e .ficou cm silen-
cio no qual tambem o cavalleiro se con-
servara submergido na mais profunda
tristeza a conversayao suspendeu-se c nao
se ouvia mais que a bulla da chuva que vi-
nha bater contra os videos das janellas c os
gritos das sentinellas que nos baslies do cas-
tello gritavam lerta. Pareca que no
meio do lerrivel eslrondo da lempestade, nen-
huma daquellas tres pessoas se atreva a le-
vantar a voz at que em fim Anua rompeo
o silencio.
Que ver3o lo tempestuoso, nao vos
parece senhor de Bourbon ? em urna noilc
similhanlea esta foi que tivemos a honra de
vos receber por hospede \ quem dir que ja
laz um n.ez ? o lempo passa bepi depressa ;
mas vos senhor, bem vos baveisde lemhrar
daquclla terrivcl noite ? ,
- Oh respondeo o joven cavalleiro, ha
rccordaccs ql,e d.egando-se a gravar urna
vez na alma nao acabam mais seno com a
vida. E a vida a vosa quem a devo e
nao o esquecerei nunca, como lao pouco a
hospedasen, que tenho recebido no caslello
de Arcona.
De vos smente depende o prolongar a
vossa manso nelle, disse o conde nestes
temposde turbulencias nao muito acertado
percorrer o paiz o vos j o tendea experi-
mentado. Desde o dia das barricadas, de-
pois que o rei se vio obrigado a buscar refu-
gio em Charles os catholicos dtf Normandia
se tem feito cada vez mais audazes ; estao
senbores do toda a comarca e obrigam-nos
a estarmos encerrados nos nossos caslellos at
ao dia em que nos,seja permitlido tomar a
-nossa desforra. Assim rogo-vos que tiqueis
eomnosco, e quem sabe se nao ser por mui-
to tempo ? Eu vou-me fazendo velho ; de-
pois de minha morle o feudo de Arcona reca-
he em mulher.... pode ser que entre ambos
encontremos um meio de que nao succeda
assim.
Urna extraordinaria turbado se manifes-
tou em todas as feicesdo cavalleiro ao ouvir
as ultimas palavras do conde : pois que seja
que tivesse esperado occultai a este um amor
nascente que se patenleava de lanos modos ,
ou seja que um obstculo que elle s conhe-
cia se oppoiesse a realisacao d'um projeclo
lo vanlajoso para elle, o certo que per-
manecen silencioso e com os olho haixos;
dez horas deram naquello momento no reloju
do caslello.
Sao horas de deitar disse o conde,
que attribuio a turbceo de seu hospede a um
motiva muito diflerente do qut ella era na
realidade. A tempestade j est quasi aca-
bada ; e eu vou dizer as minbas oracoes
da noute.
Dito isto entraram, segundo o costume
estabelecido no caslello de Arcona os criados,
que eslavam esperando as ordens de scus
amos, e entao ajoelhando todos, recitou o
conde em voz alta as suas oraces que se
acabaram como sempre rogando pela alma
da condessa e de seus lilhos. Concluido este
piedoso dever, Anna, e mais alguns crea-
dos, foi acompanhar a seu pai at ao seu
quarto e depois se dirigi ao seu seguida do
Marina, que tinha vindo busca-la e de nm
creado com um archote de cera. Carlos de
Bourbon que a esperava em una das galleras
do caslello para se despedir della lhe sahio
ao encentro; Anna parou e dissera m un
ao oulro em voz baixa as seguales palavras.
Esta noute urna hora estarc debaixo
das janellas do vosso quarto abri-Ia-heis ao
signal que eu vos dr.
Ah Carlos! Carlos i disse a joven em
Voz baixa quao culpada sou depois de ter
dito isto estendeu a mo, que Carlos beijou
com respeito, dizendo ao mesmo tempo cm
voz alta: Dos vos conceda una boajnouta,
senhora.
(CeaUir-*a-ha,)


cOesda torra. He o Excelso que desee e
descobre a sua face ao hometn atravessaodo
immensas regios de soes librado as azas
d'iun farinoso cherubim semeando os ares
d'estrellas ; e para aqu he que o Snr. Fer-
reira Brrelo reservou toda a pompa e riquesa
que convinha a esta scna grandiosa. Os
montes abattem-se as florestas curvam-se,
e o Scnhor
Os Ceos ( diz ao homem )
Do nada criei ,
i A tena do nada ,
Ik) p teformei.
Ku sou do que existe ,
Primeiro Motor:
Nao lia outr origem '
Nern outro Senhor.
Estas ultimas palavras do Eterno sao reper-
cutidas pelos ares pelos montes, pelo Tr-
taro e Dos Vrti-se esoondendo por ntreos
astro*, e o homem
* Co' a face por trra
Submissocaluu
A crcaco da primeira mulher he outra
coisa. He urna acer d'amor e d'alegria, 0
homem nao acha com cTeito o s^-u par ador-
mece no somno do desposto ; mas Dos que
o noquer ver Iriste forma a primeira mu-
lher e d-lha :
Se te pertenco,
Tambeni s meu ,
Disse. Elle torna :
Sim eu sou leu.
Nao nos separo
Momento algum :
De dois, que somos,
Sejamos um.
Vio-se j alguma coiso do mais lindo e de
mais singello ? Este brevissimo colloquio se-
r d'ora em diante repetido por todos os es-
posos christos, como urna eanco nupcial.
A Creaco do Homem e da Mulher-pelo
Sr. Francisco Ferreira Brrelo he urna pe-
quenina epopa <( sui generis : he um ra-
minho de nardos aroma ticos que anda con-
servan) toda a frescura do Paraso. Os meni-
nos as escolas deviam comecar a 1er verso
por este livrinhocbeio de fragrancia e o au-
tor devia continuar a dar-nos as suas inspi-
races sublimes, sen So por amor de si, ao
menos por amor das leltruse das Boas-Artes.
S. d'.A.
*-^H
il'lir-jJ.iL-X*11 '"*' jiiLjjV'-Tnn'jigi^^wifer. w.iyjgia
houvessc de dar V Ex. era qualidade de
seu Delegado, nenhuma outra por certo maior
pollera dar a V. Ex. do que, nomeando-o
novamente para presidir os destinos de una
provincia, que V. Ex. acahava do administrar.
AVISOS DI V E R S O S.
Snrs. Redactores do Diario de Pernambu-
co. Nao me acusando minlia consciencia de
ter em lempo algum pensado rhesmo nos
Mimoso gracas,
Doceo resumo,
Pulam ao toque
Do dedo summo .
Mas estas gr.tcas o miraos quiseja-mos nos
v-Ios n todos desenliados pelo excellen-
te pincel do Sr. Ferreira Brrelo : o vo-
luptuoso do quadro e o natural respeito pelo
helio assim o exigiam : parece porem que
algumas considerpges religiosas em relaeao
com o sublime ministerio do autor llie sus-
pendern! ovo, e Ihe flzeram sacrificara
expressao aos escrpulos; ao menos, as-
sim no-lo d elle a entender :
Intactas cam
Mil outras gracas : s
Basta paremos
Sublime esforz
Das maos de Dos !
Muncham-le os mimos
Os pinceismeus .
Oh nao : os puceis do poeta nao podem
manchar os mimos que elle traca, ainda que
saiam das maos de Dos Opoetaho urna ea^0 da Cunna- = JofioTm||T0 da ClMlha p
ppcie de anjo exilado na trra que ten o p
der de realisar quando quero ideal indefini-
vel que se aproxima da Divindado e se es-
piri'.ualisacom ella e que Dito pode poli tur
aquillo que loca : he um sacerdote quasi sem-
pre depurado pelos que o nao comprehendem.
Assim mesmo to avara dos seus thesouros
como parece a primeira mulher quesuavda-
de de colorido nao appresenta o Sr. Brrelo
lias formas de que se encarregou !
os cabellos
S desenleiam ,
Negros se tornam ,
Crespos ondeiam :
Cobrem avaros
A nev pura
Do pcito aonde
' Vive a ternura.
A PEDIDO.
ttlO CRASDK DO NOKTE.
(Contnuacao do N." 48 .)
IH."* e Ex.mo Snr. Quando esla cmara via
que os seus mais puros seutimontos nao tintino
tido o desejado efleito ante o Throuo Augusto
de S. M. I. fo quando justamente se septio
movida pelo mais vivo prazer de ver a V. F.x.
redintregadoa cadeira Prezidencial desta Pro-
vincia. Nao he sm razAo que os interesses
de toda esta Provincia dcmandavAn urna Ad-
minislragAo fiel aos raros conhecimentos ,
mantida pela prudencia, equilibrada pela jus-
tica organisada pelo solido prestigio e sus-
tentada pelos infutgaveis cuidados d V. Ex. ;
e se a gloria que V. Ex. resultava la Pre-
sidencia da Provincia do Rio de Janeiro ou
da de Minas, nao fo bastante, para o tornar
insersivel aos nossos reclamos ; qual nao de-
ve ser hoje o jubilo egeral agradecimento !
Huma tAo desvantajosa preferencia, que teve
esta sobre aquellas Provincias, he urna exu-
berante prova da bondade do coracAo de V.
Ex. No mais justo transporte de enlhuzias-
mo. e regozijoesta Cmara significa a V. Ex.
mil folcitacoes, nAo s reprezenlando o ver,-
dadeiro senlimenlo de seu Municipio como
dezejando a V. Ex. infinitos bens. =Paco da
Cmara Municipal da Villa e Goianinba em
SessAode 8 de Janeiro de 1812.=Illm. e Exm.
Snr. Dr. D Manoel de Assiz Mascarenhas,
Presidente desta Provincia. = Antonio Galdi-
V. Ex., acceitando sobro seus hombros estemoios de forsa para forjar a pensarem comi-
pesado encargo hada menos fez que pinho-i go meus adversarios, ou politieos, ou parti-
r r cada vez mais a gratido e reconheci- rulares que n'oste casme sao gratuitos ;
ment de urna provincia, que tem sobejas" ra- pois posso dizel-o com ufana nunca me em-
zes para desejar, que se perpetu nella a
administrado de V. Ex. ; eo govorno do S.
M. o Imperador, conscioda honra o fideli-
dade com que V. Ex. desempenhou a pri-
bnracoi com a vua privada de alguem nem
em lempo algum insultei a honestidado de fa-
milia alguma eu devia esperar de meus
gratuitos ininigos igual proccdimenlo; assim
mena commissao, de que o havia encarregadoi porem nao tem acontecido,
nesta provincia, nada mais fez que galardoarl Bem quizeram laes inimgos envolver-me
o merecimento do V. Ex., e enxugar as lagri-! na horrorosa tentativa com que se pretendeu
mas de saudade, que, com razao, anda ver- j matar a S. E. o snr. Pedro Xaves ; defendido
tiAo aos Bio-Grandenses do Norte pela a usen-jo pelo proprio teslemunho de S. E. o in-
cia de V. Ex. desla provincia. columo no roeio da tempestado quecarrega
Praza aos Ceos que esta cmara no des-1 sobre a Parahiba resolver
empenho de suas attribuices possa d'algum
modo prestar a V. Ex. sua fraea mas sincera
coadjuvacao. Dos guarde a V. Ex. muitos
annos. lago da cmara municipal da Villa da
Princza em sessAo ordinaria de H de Janei-
ro de 1842. Illm. c Exm. Snr. Dr. I>. Mano-
m assassinar-me ,
embora passasso para *sta Provincia com mi-
nha familia coisa que depois de lano lempo'
de lula s agora hz coisa que devia signifi-
car-Ihes minha resolugao de extrauhar-me de.
suas mizeraveis intrigas que nada tendo
de poltica tem clles sabido dar-lhes d'el-
el de Assiz Mascarenhas, presidente desla pro- 'a a cor.
vnca. Manoel Lins Caldas, presidente. as Ja em fins de setembro do anno passado ,
Joo Baplisla deOliveira Monteiro. = Anto- indo eu para Pedias de Fogo sofrnavolta
nio Cabral de Macdo.= Jos Patricio de Sei- : urna emboscada no n chao duro estando"
xas Casiimb Coutinho.= JoAo Pegado de Se- j n'ella trez assassinos c trez guardas do cor-
queira Corteis.=: Jos Felis do Espirito Santo, j f>o policial, e se me r.avia dito com loda a se-
= Luz Antonio Ferreira Souto. iiranca ser este feilo obra encomendada ao
Illm. e Ex. Snr. Chegandoaoconhecimen-jSr. Manoel Gomes da Silva e deixo de men-
t desta cmara pelo intermedio da cmara cionar os nomes dos emboscados ;:or crer des-
municipal da capital, que V. Ex. no da 4 de ; "ecessario e digo com toda a seguranca por
Dezembro do anno findo fra empossado do e,ne facto f' contado a um meu amigo por
lugar de presidente desta provincia para o i qual S. M. o Imperador houve por bem no-Gomes.
mear segunda vez a V. Ex. : ella dirige a V. Agora solio outra aqu.
Eu
pensava que
O azul suave
Que os ceos ornou ,
Nos meigos olhos
Vivo brilhou.
Faces de nev
Se avermelharam
Rozas purpureas
Entolicaram.
EntAo os labio
Calor lorn indo ,
Rubis arden tes
Se vAotornando.
0 homem desperla d com a esposa dei-
ada sobre um leito de flores inda julga II-
luso oque v, regista-a toda, o n'um am-
plexo ternissimo d amor ,
J solitario
(Diz-lhe) eu nao tito
Tu me perlences,
Doca attracliro w
% Ha;
nheiro. =: Manoel Andr Torres GalvAo =
Jos Lopes Galvo =: Jos Feliz Goncalves da
Cruz.
Illm. e Exm. Snr. A esta cmara foi nre-
zentc o olicio da cmara da capital de 4 de
Dezembro do anno passado em que commu-
nicava a satisfactoria noticia de haver V. Ex.
pela segunda vez assumidoao Governo desta
Provincia. Ella por to fauslo annuncio e
em cumplimento do seu dever vai reiteraros
seiis votos da maior consideraco e adhesao
Pessoa d V. Ex. Esta cmara anda tem gr-
valos em alta lembranca os saudaveis efleitos
da passada admnstracao de V. Ex. e con-
fia com toda a certeza que os Bio-Grandenses
continuar!") a gozar de tanta felicidade que
por mu tas razes se espera "das luzes e acei-
tadas providencias do governo de V. Ex. Esta
Cmara Exm. Snr. orgao fiel dos senlimcn-
los de seus municipados se aprjssa apresen-
tar a V. Ex. suas felicitares protestando a
maior subordinarlo e obediencia s ordens de
V. Ex., a quem Dos guarde felizmente como
he mister ao bem desla'provincia. Villa do
Principe em sessAo ordinaria de 10 de Janeiro
de 1812. Illm. e Exm. Snr. presidente D. Ma-
noel d' Assiz Mascaren has. = Manoel Vicira de
Medeiros presidente.=Antonio Pires de Al-
buquerque Galvo. = Joaquim Felis de Me-
deiros. =Joaquim Apolinar Pereira de Brilo.
= Francisco Jorge de Souza.
Illm. e Exm. Snr. No meo dos transpor-
tes de jubilo e contentamento de que se
achao possuidos todos os habitante!: deste mu-
nicipio pela fauslissima noticia de se adiar V.
Ex. restituido a esta provincia e na posse
da administrado della a enmara municipal
da Villa da Prineza nao pode deixar de paleu-
liar a V. Ex. a mxima parte de salisfacAo e
publico regozijo que Ihe cabe por um evento
tAo desejado e ao mesmo tempo congra-
tularle eom V. Ex. por se adiar novamente
investido do honrozo cargo de presidente des-
ta provincia. Em verdade Exm. Snr. por
mais justas, e bem merecidas, que devessem
ser as pravas de confianca e subida conside-
raba qu agorarno de S. M. o Imperador
Ex. suas felicilacoes e vai significar os sen- mudado para esta Cidade devia descansar ,
tmenlos derespeilo, osubmisso, com queje tanto mais quanlo seguro na vigilancia das
aguarda suas ordens bem convencida, cmo Authoridades \ porem nem o querem meus
est pela experiencia, de que V. Ex. promo-j inimigos, nem muitas vezeso pode previnir
ver o socgo, harmona e tranquillidadeda a Authoridade a quem falla loica para con-
provincia desempenhando assim completa- i ter os grandes criminosos, forca Snrs. Be-
mente o alto conceilo que o nosso Augusto, dadores e nao desposiges legislativas, quo
Monarcha formn das eminentes qualidades ,! estas fallam smenlo a razo e a perversao
que ornao a Pessoa de V. Ex. Dos guarde a dos chamados grandes da nossa Ierra, s
V. Ex. Casa da cmara municipal da Villa do'se pode conter pelo tumor, so nao pelo
Acari. em sessao ordinaria de 11 do Janeiro | terror.
do18. Illm. o Exm. Snr. Dr. D. Manoel Eu sabia que 4 anno9 nAo va a Cidade do
do Assiz Mascarenhas, presidente desta pro- Recife o snr. Manoel Gomes da Silva, e nao foi
vncia. Cypriano Bezerra GalvAo Vice-Prc-I s sidente. = Caelano Dantas de Azevedo. = Jo- snrs. Redactores lAo grande o descanco da
s Severino de Macilo. = Manoel Jos Gon- minha consciencia. que olhei por causa in-
salves Lisboa. = Manoel Cassiano da Costa difieren te tal visita, nAo obstante grandes
Pereira. 'advertencias. Eu sabia que em Podras de
J Fogo e Goianna se procuravam dois assassinos
que me cotihecessem entretanto cria no ar-
j rependmeiito do sur Manoel Gomes um*
! vez que nunca o havia Ofloildido nem me
- Pela Alfandega se faz saber que cma- i cmharagado com sua vida e anda descan-
nhaao meio dia, se hade arrematar em hasta cava e melhor poique nAo esperaba quo
D E C L A R A E S.
publica urna caixa com 160 duzias de col he-
res de latAo no valor de 963 rs, impugnada
pelo Guarda ('aciano Aureliano de Carvalho
aqui meus inimigos aclias.scm um ajenio para
os coadjiivar.
Entretanto recebo urna carta de Goianna .
Couto, no despacho por Facturado Jos Fer-I d'um meu amigo, em que m'avizava por
nandes Lima, sendo a arrematacAo sujoitaao< um proprio, de mo cautelar, porque o snr.
pagamento dos dreitos e expediente. Alfan-j Manoel Gomes deixra na caza do snr. Maga-
IhAei Bastos dois cabras par inalar-mc nao
tendo havido o successo por me nao conhece-
rem ; o eme Ihe delatou um dos que esliveram
na emboscada do h chao duro. Eu sabia
estar aqui um remita viudo da Paiahiba,
que havia andado com a qiiadrilha do snr.
Manoel Gomet, e indo ao deposito procuret
por elle que se chama Joaquim Joze Fran-
cisco, e contou-me a historia rio chao duro ,
declarou-me os ornes dos 8 assassinos quo
cefmpoem dita quadrilha tendo um chama-
do Antonio Pedro mudado-se para o Pilar ;
degu T> do Margo 1842.
V.T. P. de F. Camargo.
Pela mesma 9e faz saber que no armazem
n, tres existe a mais de dous annos urna cai-
xa da marca B (em quadro) contra marca 9o
N. 792. entrada em o de Dpzenrbrode 1859,
vinda d-: Liverpool, no navio Thomaz Lee-
che, e perlertcenle aSmth Corbett. a qual
se nao for despachada dentro de 30 das se
proceder a sua venda em hasta publica por
conla i! a cusa de seu dono, sem que Ihe fi-
que compelrndo allegar cousa alguma contra tieando outfo Manoel Meftdes conhecido por
o efeilo desta venda, como determina o ar- i fejo pretinlio em caza do snr. Maga-
tigo 274 do Begulamente. Alfandega 3 de i Ihfles Bastos oque era o nwsmo que dizia
Margo de 1842. (a carta.
V.T. P. de F. Camargo. I Verificado assim o facto, e procurando mais
! rnformaces Mitra.-* tmtivo convergentes, e
A AdminislragAo das obras publicas t que esse mogo Maga Ib Aes Bastos, que o
compra para a ponte do Becife as madeiras solleiro, oque comprara aqui as dividas do
segrate, a saber: 3o linhas de 54 pal-' bom Manoel (ornes j estrera sua carreira
moa decomprdo, e 12 para 13 polegadas de com faganhas dignas de o lerem telo menos
grosso. Seis linhas de 3o |wlmos de com- as gales perpetuirmente. Requer contra es-
prido e 12 para 13 polegadas de grosso. te, e o da loja de ferragem todos na ra do
Trinta estivas de 47 palmos de comprido e Quermado ; porem Magalhes Bastos tnlvor
"para oito polegadas de grosso, 52oestivas prevenido providencio!!. e intil foroexforgo'
de 4i palmos do comprido e 7 para 8 pole-
gadas de grosso. Todas as pnssoas qtiequise-
rem vender taesimideiras podem concorrer na
salla da sob.*edila Admnislracao, lodos os
das, as lloras do expediento para declararen)
os ltimos pregos poique as>endeik, eo
menor tempo em que as darao e saherem
deque qualidade devem ser, caais circuns-
tancias. AdminislragAo Fiscal das obras
Publicas 23 de Fevereiro de 1849. Maura ,
AtlwiaiUHdr Fiseal.
do snr. Dr. Francisco Domiiifiues e do sur.
CapitAo Sevrrino, dign Sub-Prcfeito desta
Fitfgueza.
Para onde iriam os assassinos ? para o Al-
terro da Doavista ou ara a ra do Aragao,
ou paraaCapunga? o;i iriam para algumoulro'
escondrijo do snr. Mag.-rlhAes Bastos ? Eti es-'
tou em .leligencia e espero em Dos, quaf
nao hei de ser surpreendido.
Deixo as consiileraces moraes faga-as o*
leitor, c lembro aos snrs. Manoel Hornea-


"
i jm.^ja3aBasi3szBasz5gzs
9RC**ftf *^olajH
dt Silva, morador no engfMhc Grammc ile! resfriados quano so tomo. No requerem do .Miug sobrado d esquina primeiro an-
Pedras do Fogo e ao sur. Magalhaes Bustos dieta nem resguardo algum a sua cum;">si-
o aol'tciru qui re/i.lente que nunca os of-
faniij, e que nt6 estoii no caso d'os solVrcr ,
que por todo hei de enpenbar, para que
dexistam da semelhanto alentado ou para
que IQJXinj as psUM da Le: cu runfio bil
Dos, que ello me todita mareado lempo su-
iiciente para criar nioiis tilln-s.
Nao penseiu que mcassusta o Kalendaro ;
ii-ei para elle si assim ouver querido a Provi-
dencia Infinita, que ludo disposto no
mundo, segunda sua mellior urde-t.
Dionem-se snrs. Redactores do Diario
gao he to simples qu<- nao fazem mal a mais
dar por cima da loja do rclojoeiro.
= Me Julio Pedro Elienne Pintor de
t.mra crianza. Pelo agradavel de seu effeito Carrinhos, na praga da Boavista tern de ir
a Franga para turanjo de seu negocio por
poucos meze.s; e por ser muito breve a sua
vi-gern faz scienle ao respoilavel publico ,
por esta folha, o qual breve vollara.
e por ser a dosa geralmene de -4 a 5 sao
estas pil.ilaspreferiveis e superiores a qual-
quer outra medecina. Ell.s tem sido a ni-
ca "medicina de muitas familias por longo iem-
tio, tirandosempre odesejado iim de resta-
heleceru saude. Sendo um grande preser-
vativo para o escorbuto e tenesmo, e suas
consecuencias ; os martimos e viajantes nao
AVISOS MARTIMOS
deverSo ir sem ellas. Os habitantes do ma-
to e serlaoeneontrar nestas pilulas urna me-
nor bem da justica e umaijidade publi- I dicina que Ihes assegure as vidas de- seus es-
car o quanto leva esoripto o seu Venera- cravos. O unieo deposito das verdadeiras pi- dp cobrC e (,e P"meira marclia, tem ex-
dor ereverenlo Creado. Recfe 28 de Feve- lulas vegetaos be era casa de I). Knolh agente cel lentes commodos c arranps eom tolo o
ssy* Para Lisboa sal ir com toda brevida-
de possivel por ter parte do seu carregamento
prompto o lindo Brigue Portuguez Concei-
gao de Maria novo de segunda viagem for-
ren u de -1812.
Antonio Bordos da Foncoca.
W Francisco B-zi-rra de Vasconsellos lem
urna carta para o Sur. Padre Antonio Joze de
Lima Huarque.
nr Precisa-sede um cont de reis a juros
confrmese convencional', d-se para segu-
ranga 5 escra vos de servigo de campo: an-
nuncie.
lio aulhor na ra da Cruz D. 7
de se mudou de fora de portas.
N. B. Para maior seguranza vai cada cai-
xinha cmbrulhada em seu receituario e la-
crada com o sello da casa em lacre preto.
S2F* Joze Antonio de Lima parleeipa aos
seus freguezes-, que mudou a sua residencia
para a ruu dos Torres casa confronte ao oi-
taodadoSr. Joao Pinto de Lemos no pri-
para 0n_|asseiopara passageiros ; quem quiser carre-
|gar ou ir de passagem dirija-se a Francisco
Severiano Babello ou ao Capito Manoel da
Costa Neves a bordo ou na praga do Com
mereio.
cy Para o Porto segu viagem uo da 12
do corren te a Barca Poringueza Bella Pernam-
bucana ainda recebe algum carga e passa-
isy" B'S'ja-se fallar ao Snr. IL>i nardiiio metro andar, assim como tambem partecipa
que tem muito bous setins pretos e de cores
e vellidos tuo ebegado prximamente de
Por ai gal.
i2T Precisa-se de urna ama para o servigo
de porta a dentro de urna casa de pouca fami-
lia: na ra do Caldereiro sobrado de um andar
I). 1.
S3T Joao Marinho Falco, proprietario dos
terrenos da Capella de N. S. da Conceigo da
Boavista tendd feito a tres mezes pela Im-
pronsa do Diario avi/.os a todos os proprieta-
rios de predios que sao foreiros a mesniu Ca-
paila tanto do atierro da Boavista, como dos
alagados do mesmo para virem pagar os fo-
ros que se acbo a dever ata o presente o nao
O" Urna venda no alterro dos Abogados
inmediata de Antonio Luiz de Freitas; e urna
cabra bxo com cria muito boa de leile : na
mesma.
%zr Urna cama de angico moderna com
colxao, travisseiro e cortinados urna cadeiri-
nha deparafuzo com Hssento de coxim pro-
pria para pian no um relogio lnglez, de cai-
xa de prata que precisa de algum concert-
meslre francez Orthogralia do Madureira ,
Elementos de Geometra por Le Cendre; o
um violo de boas vozcz, Russiano tudo
por prego barato : na rua.de S. Rita nova D.
18 lado da Igreja.
trr Um par de mangas de vidro muito for-
nidas urna negra que faz todo o servico
de urna casa excepto engommar urna cai-
xa com realejo que toca dando-se corda um
relogio saboncte. inglez, ca'rxa de prata e
urna rotula de porta : na ra da Roda venda
D 8.
C7* Umescravo possanie para todo o ser-
vigo : na pracinha do Livramento D. 21.
s^- Para fora da provincia una crela do
IG anuos, bonita figura, cose, engomnia ,
Joze da Rocha morador na Villa do Pon bal ,
quaudo nesta praca esieja ou ao seu procu-
rador a negocio de seu interrease : annuncie.
ty Propoe-se urna moca de hons costu-
mes a lecoionar iin:iiinas-rora da praca, a ler ,
escrever coser, bordar ; todo o negocio far
com quem quiser aproveilar-se do seu pivs-
'.inio : no principio da estrada do Bongi sitio
que tem portao de ferro.
C3- Precisa-so de um forneiro : na ra
Direita padaria do Machado.
tT Alugao-se dous pretos e duas pretas:
no Giuui.i a fallar com Joao Dias Barboza.
V*r Francisco Antonio Vieira da Silva ,
comprou por ordem de Francisco de Pauli
Pon na um bilhele dasegunda parte da quin- tem feito cada qual fazeudo-se esquecido
ti lotera do Livramento para ). Maria The5-'] motivo porque agora toma a rectificar com
resada Jess de n. 12)8, e un meio dito declaragao porem que p^r este annuncio nao
asegunda parte da priineira lotera do Ro- i s chama os foreiros cima, como tambem a
rario de n. 5289 para 1). Auna Rila dos j iodos em geral sem exeepgao de pessoa algu-
Anjos. ma que se consideren! ser foreiros a mesma
geiros \ trata-se com o capilao Manoel Fran-1 refina assuear faz doces, e cozinha o or-
cisco Ramalho na praga do Commercio ou
com o consignatario Thotnaz de Aquino Fon-
seca na ra Nova D. 21.
C O M P R A S .
t&~ Kscravos de ambos os sexos de 12 a
20 anuos se pagaro bem sendo agradem :
na ra do Fogo ao p do Roza rio D. 25.
" ES" Dousescravos que entendAo do ser-
vigo de padarid : na ra Direita padaria do
Machado.
dinario de urna casa : no principio do atier-
ro dos Alogadosem casa de Silvestre Joaquim
do Nascimento.
X3~ Vm moleque de nacSo de 16 a 18 an-
nos robusto bem sadio, e anda meio bu-
gal : em S. Amaro sitio de Joao Baplisla
Claudio Tresse.
tsr Caixas com passas muito boas e ba-
ratas e em libra a 100 rs. batatas a 40 rs.
dita e urna porg&o de esleirs de pipiri : na
roa das Larangeiras venda I) 8.
SSF" A armacao de urna venda por preco
tratar
cr Para fora da provincia negrinbas ou commodo .no largo do Terco D. 7 : a
colas, de bonitas figuras, e moleques creo- na ra do Fogo venda D. 10.
tzr Quem precisar de urna escrava crela
de i i anuos para o servigo de dentro de
casae mesmo para ra, dirija-se a ruada
Ordem T'uceira de S. Francisco D. 15.
tar Deseja-se aliar com o Snr. Tenente
Luiz Francisco Correia Gomes de Alenla .
a negocio de seu inloresse : em casa de Joa-
quui Pereira de Meiidonca na ruada Praia.
cr- Por fallecimento do Sr. S. D Kamm
socio da tirina Ramu A Ziinmer estabelecida
nesla praga tica a mesma ue liyje em diante.
capella e nao comparecendo em casa de seu
Procurador bastante Joze Joaquim do Espi'ilo
Sanio a lim de pagarem os anuos que se a-
cho a dever este uzar do meio que a Le
Ihe concede visto se acharen) adormecidos
com o grande somuo ; ticanuo ead'um certo ,
que he a ultima vez que os acordad. '
tsy Teudo o abaixo assignado comprado
Simplicio Joze de Soasa um pardo de nome
Severiuo que o Snr. Joao Mauricio Wander-
ley afirma ser forro em virtude de doeumen-
cr
los de 12 a 18annos no beeo da Roa perlo
do forte do mattos no segundo andar do
sobrado de 4 ditos de grades de ferro das 10
horas as 4 da tarde
C7- Dous pivtus de nagao de bonitas fi-
guras, re 20 annos : na ra do Caldereiro
I). 1 primeiro andar.
VENDAS.
Jlenrique Ziaiim r sem alteraguo iienliiinia < tos que diz, tem em seu poder; e preten-
so giro do negocio da casa.
53T" Ollereee-se ura rapaz brazileiro que
sahe bem ler e escrever para qualquer ein-
prego que se oiTereaer excepto venda ; da fia-
dor a sua conducta : quem de seu presumo se
quiser utilisar dirija-se ao beCO da Pol D. 4
no lerceiro andar.
lendo o mesmo abaixo assignado desl'a/er-
se do dito pardo convida aoSr. U'anderley .
ou outra qualquer pessoa que tenha ttulos
justificativos da alforria do dito pardo para
que, no praso de 15 das impreterivelmente,
se vao entender com o abaixo assignado no
engonho Maciape em que reside urna vez
' que nao be de suas inleoges conservar em
= A Sra. D. Josefa Maria da Fonccca e
Sou/a quera vir at o lim do corrento mee j captiveitre a urna pessoa livre.
de Fevereiro tirar buns piuiores de ouro e ; Francisco de Paula Paz Brrelo,
prata que empeliou em 1850 por 55,>O00 res jry Antonio da Ctinha Soares Guimaraes.
o mais hrdeiros do cazal de Antonio Jos
na ra Nova venda D. 55 do contrario sera
vendido para pagamento do principal e juros,
< para que nao se chame a ignorancia se faz o
presente aviso.
tsr Pilles Vegelaese Universacs Ameri-
canas. = A fama destas pilulas vegetaes do
Dr. B, Brandrelli pelas grandes curas dolas
Obtidas, faz com que sej.o p.-ocura-las com
avidez, e dellas fazem uzo lano nos casos mi-
nutos como nos mais intrincados. Sao re-
Muniz fazem publico que o mesmo son so-
gro epaise acha alienado e falto de senso ,
e por isso nao pode fazer nenhum contracto,
nem loslar o que se est provando judicial-
mente, servindo de fundamento a escriptura
de contracto feito no cartorio do Tnbeliao
B'sorra na qual o mesmo Munz tractou
com S"os herdoiros nao fazer contracto a'-
gum do venda, permuta, ou alienago de
co.nmenda.ias por milhares de pessoas a quem hons sem ser firmado por seu lilho Jose-Maria
ellas tem curado de tsica influencia, ca-
tarros indigestos disdeusia. poros de ca-
bega dores ou peso em a nuca que ge-
ramenle sao sintonas de apoplexia. iotericia,
fufares intermitentes bilis, escarlatinas, fe-
bre amarella e loda a classe de febres as-
ua gota, reumatismos, enfermidahes ner-
vosas dores r.o ligado pleuresa, debilida-
de interior abatunento ne espirito, roturas,
intlainagoes, incbagiies dos 0103, accidentes,
paralisia, hydopresia,bt'(.iiga, sarainpo, enl'er-
uidades dos mollinos tosse de toda a clas-
se clicas dor de pedra lombrigas des-
enteria surdesa vagados de cabeca, en-
fermiu^le de S Joao erisipela, ulcera:; la-
gUCias de 50 annos canearos tumores in-
ehages nos ps e pernas almorreimas ir-
rupgao de pello sonlios borriveis pezadel-
los toda qualidade de drese molestias de
Biulheres, como obstrugoes relaxages &c.
Em todos os casos estas pilulas ser um re-
Kiedio certo c simples porem poderoso, para
cura de molestias ebronicas contagiosas ou
(lo, eoqua? fax mais adaptaveis a este
*iz b*fcenao tero a mener tendeosia a
de Jess Muuiz, que desde 11 de Agos-
to de 1841 ficou administrando lodos os
hens do cazal, e a este se deve pagar qual-
quer rendimento ou divida que ao casal per-
tenga.
cy Aluga-se a casa terrea N." 15 citaao
p do Varadouro da Cidade de Olinda defron-
te da lgreja do s. Seliasliao com bastantes
commodos, e quintal murado : a tratar na
ra estreita do Rozarlo 2." andar da casa D.
50 lado do norte.
IS5" Perante o Dr. Juiz de Dirpito interino
da 5." vara do Civol, por esecucio dos or-
ffios de Jos Antonio da Silva e Mello contra
Policarpo Jos de Albuquerque, anda em pra-
t27" Um xbonito escravo mogo, traballia-
dor de machado e foce ; urna preta perleila
icozuheira, engomma liso e faz todo o mais
servigo ; urna negrinha de 12 annos urna
bonita muala perfeita costil reir cozinha e
engomla : na ra do Fogo ao p do Roza-
rio' D. 25.
52F" Um escravo mogo de bonita figura :
na ruada Cruz armazum de trastes n. 51.
3r Farinha de trigo em barricas c meias
ditas da marca celebre Gallego : em casa
ido Henry Forstix Companhia ra do Tra-
piche novo n 17.
= Panno preto fino recen temen te ebega-
do a 5 rs. e de superiores quilidades por
mdicos pregos casimira preta lisa e d lis-
la a 1800o 000o corado, francklin preto a
640, uiii n preto superior de duas larguras
a 2500 Sarjas lisas c do cordao, estreita e lar-
ga a diferentes pregos longos de sarja e gur-
gurao superiores a 5. e ordinarios de 800 rs a
1600 bicos pretos de linda e outras muilas
fa/.endas por barato prego, na ra do Crespo
lojade Cuiiha Soares Guimaraes, D. 5 lado
do Norte.
ts^" Vende-sc ou aluga-se um sitio na Pon-
te de Uxoa com casa de vi venda dita pa-
ra pretos estribara e arvoredos de fruclo;
no atierro da Boa vista no primeiro andar da
casa de Bernardo Joze Carneiro Monleiro.
SST' Barricas com farelo, chogadas lti-
mamente por 2.>880 rs. sendo as barricas
novas : na ra da senzala velha armazem De-
ESCRAVOS FGIDOS.
C9- Fugio uodia 27 do p. p. u preta Fcr
Ijciana de nagao Mocambique baixa cu-
fula com um boraco em urna das oielias,
bastante grande ; levou vestido de chita es-
cura meio curio ; quem a pegar leve, a ra
da Cadeia velha n. 1 que sera gratificado.
i.. 0 mualo de nome Manoel, alto sec-
co olbos de gato claro lem os dedos de
um dos ps pegados ao dedo grande um lano
por cima de Ou tro; quem o pegar leve a pa-
daria da camboa do Carino.
MOV MENT DO PORTO
NAVIOS ENTRADOS NO DA 2.
Para ; 51 dias ; Charra Brazileira Carioca :
Commandante o Capito Tenente Manoel
Francisco da Costa ; carga maderas.
Baha 8 das; Brigue de Guerra Francz
Cygne ; Commandante Peltion.
Parchiba ; 1 da Barca Ir.gleza Golden Flc-
ece do 512 tonel. cap. Matbeus llubbuck,
equip. 10 carga algodSo e assuear : a
Russell Mellors & CoHipanma.
, cap. O.
John Bo-
cima 1.
S?- Numa Pompiiio encadernago fran-
coza Faublas dita, Carlas inleressantes do.
Papa Clemente XIV ; Conlos aos meus tilhos;
ludo prego commodo : na ra do Queimado
D. 11.
S3^ Um sitio na Ibura na, bera do rio ,
com casa de laip.a nova grande baixa muito
boa de roga ortaliga eCapim alguns ar-
varedos Ierra toda descansada : no mesmo
sitio.
ssy* Urna carroga e 4 b'ois mangos : an-
nuncie.'
tsr O Brigue Inglez Prince Albert, forra-
ga pela renda annual urna casa terrea na qui- do e encavilhado de cobre, novo de tudo,
na da run da. Concordia depreco de doz mil de marcha superior e de pcimoira classe com
reis me usaos a qual se acha despejada. iSloyd : noescriplorode Me. Calmont & Com-
tSF Dczapareceo da ra da Palma um ea panhia.
vallo rodado cor vcrmelha dina aparada C7" Os verdadeiros charutos da Ilavana ,
rao", e sem andares e com os fonos P. por prego commodo : na na do Colegio t<
I. 6. : quem o pegar leve o mesma ra 4 em casa de Herir que Zimmer.
casa D. 2 que ser gratificado. j z??- Una banda nova para ofiiqial por
= Do-so quatrocentos mil res a juros de prego commodo : na ra do Alecrn} ultima
dois por cento com pinho/3 d euro ; na rea casa por detraz do ^plcete.
SABIDOS NO MESMO DA.
Slockbolm ; Brigue Sueco Jobam
Al tein carga assuear.
Trieste ; Brigue Inglez lde cap.
suslow carga assuear.
Baha j Patacho Brasilefro Beja Flor cap.
Manoel Jos Machado carga diversos g-
neros.
Rio de Janeiro ; Patacho Brasileiro S. Ama-
ro cap. Izdro Domingos dos Pasaos, car-
ga diversos gneros.
liba dos Assores ; Brigue Escuna Portuguez
S. Bernardo cap. Joze Joaquim Lopes,
carga diversos gneros.
Baha ; Escuna Americana Avalanche cap.
John M. Green, com toda a carga que trou-
xe de Baltimore.
Liverpool j Barca Ingleza Golden Fleece, cap.
Matbeus Hubbuck carga a mesma qce
trouxeda Parahiba.
ENTRADO NO DA 5.
Nova Scota ; 45 dias; Brigue Inglez D. B. ,
de 155 lonelladas Capito Desire Bon-
clerot ; equipagem 8 5 carga bacalho : a
Me. Calmont C. ,
SAHIDOS NO MESMO DA.
Parahiba ; Brigue Haniburgucz Polydora ;
Capito Erncst C. Chrisliansen ; carga
lastro;
Cear ; Escuna de Guerra Brasileira Bolla A-
mericana ; Commandante o Capito Te-
nente Francisco Pires de Carvalho.
Rio de Janeiro por Mao*i e Babia ; Vapor
Brasileiro Sm. Salvador; Cocimanuaiito
II. Olten.
RECIFE NA TYP. DE M. F. DE F = 1812


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