Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:04478


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Full Text
Armo de 1842. Terga Feira 1 da
Tnrlo aora depende de nos aumm ; da nona prudencia, modaracSo, e energa : con-
tinuemos como principiamot, e saremos apnntarfce con admiracao entre as Naces naia
ealiae. ________________ (Proclamacao da A semble Geral du sresil.)
PARTIDAS DOS CORREIOS TERRESTRES.
Gaianna, Paraiba, e Rio grande do Norte, na segunda sexta feira.
Bonito e Garanhans, a 10 e 24.
Cb, Sennheem, Rio Formo,,,, Pftrto Cairo, MaceiA, e Aledas no 4 H a 24.
Paje 13. Santo Anto, quinta feira. Olinda lodos os dias.
DAS da semana.
2S ?e. s. Romao, Cbane And. do Juis de Direilo da 2. vara
i Tere, a Adriil, Re. Aurl. do do jairde Direilo da 1. rara. .
2 Quart. s. sissplino. Chae. Aud. do juiz de direito da 3. rara.
3 Quint. s. Hemeterio. Aud. do juit de direilo da 2. rara.
4 (ni. s. Caiimiro. Aud. do Juis de Direilo da 1. rara.
5 san. a. Throlilo. Re. Aud. do Juis de Direilo da 3, rara.
A Doro, s. Olegario.
Alargo.
Anuo XVIII. N.4T.
O Diario publicase todos os dias que nao forem Santificados: o preco da asignatura ha
de tres mil rtis porqusrtel pagos adianlados. Os annunrios doa aasignanies sao inseridos
gratis, eos dos que o nao forem i raiao de SO res por linha. As reclamacea detem ser
dirruas s esta Typografia ra das CrutesD. 3, oupraca da Independencia lojaa delivroa
Nmeros 37 e 38.
CAMBIOS ro da 27 de Fkvehkiiio.
Cambio sobre Londres 21) d. p. 11.
Paria 320 reis p. frsnco.
Lisboa 80 a 85 p. 100 de pr.
rao -Moadad. C/iO V. 44.400 a 14.600
,N. 44.200 a 14.400
> de 4,000 8.100 a 8,200
Puta Patacea 4,(50 a 1,(170
4,fi70
4,650
1.460
rusTA- PetosColumnaies 4.650
Meiicanos 4,fi'*0a
miuda 4,440 a
Moeda de robre 3 por 100 de disronlo.
Disconlo de billi. da Alfandega 1 e | per 109
ao mez.
dem de letras ile Loas lirmn le 1 i.
Preamar do da de Marc.
4." 7 horas e 42 m. da mauM.
2. a 8 bora 6 m, da tarde.
Quart. ming.
La Nora
Quart. cresc.
La cieia
PHASES DA LA HO MEZ UE FEVEHEIRU.
a 2 tit 40 horas e S m. da manb.
"w. v o m. Ulan,
a 10 -- s 9 horas a 36 m. ds msnh.
a 18- ka 9 horas a 22 m. da mnnh.
a 25 a 1 lloras e 56 m. da manh.
IARIO l>E PEKNMBIJCO:
PARTE OFFICIAL.
Formozo com os prezos pobres da mesma Co-14e 1 3 e 19 do correte que para substituir I do entretanto polo Thesouro Publico Nacional
8.>8l0, a lm de ao primeiro Escrplurario aposentado da di- os seos respectivos vcneimenlos.
DECRETO.
Ciimprindo evitar os inconvenientes que
tem resultado ao expediento das alfaudegas e
mezas do consulado de se nao baverfixado no
regulamento de 22 de junho de 1856 um
termo dentro do qual devo as partes apre-
sentar naquellas reparticesas finaesdecises
dos recursos por ellas interpostos dosjulga-
nientos dos respectivos cheles nos casos das
apprehenses de que trata o capitulo 17 do
regulamento, c londo emeonsideraco que o
sugeitar taes recursos a utna expedieco e re-
messa ollicial ser providencia de mais
promptos e uteis resultados: he! [ior bem or-
denar em aditamento ao disposto uo artigo
287 do regulamento de 22 de junho de 1830,
que todos os recursos que, nos casos deapre-
henses, forem interpostos dentro do prazo
esta bel lucido nesse artigo, sejo dirigidos s
thesour;.rias, presidencias de provincia e the-
souro publico nacional, por intermedio dos
inspectores das alfandegas e administradores
d^s mezas do consulado, aos quaes sero re-
enviados, com as decizoes que tiverem por
essas autoridades.
O visconde de branles, do meo conselho,
ministro e secretario de estado dos negocios
da fazenda e presidente do tribunal do the-
souro publico nacional o tenha assim en-
tendido, e o faga executar com os despachos
liecesuurlos. Palacio do Rio de Janeiro 18
de Janeiro de 1812 vigsimo primeiro da
Indepundcneia e do Imperio. Com a ru-
brica de S. M. o Imperador. Visconde de
branles.
G O V E R N O D A P R 0 V N C I A.
EXPEDIENTE DO DI.V 23 DO P.VSSADO.
Ollieio Ao Inspector da Thesouraria da
Fazenda (ansmittindo-lhe para seoconheci-
ineutoe execuco a ordem do Thesouro Pu-
blico Nacional sob o n. 21.
Dito-^- Ao mesmo para debitar Thesou-
raria do Cear pela quantia de 175jiG60 reis
em que importaro varios objectos que para
alli so remeltero requisico do respectivo
Exm. Presidente, e conslo da conta que
por copia se Ihe remette, devendo fazer in-
deinnisar da referida quantia ao Arsenal de
Marinha, por onde forao compraJos os mes-
mos objectos.
Dilo Ao Inspector do Arsenal de Marinha,
conimunicando-Ihe o conteudo no ollieio su-
pla.
Dito Ao Inspector da Thesouraria das
Rendas Provinciaes enviando a conta da es-
peta feita pelo Prefeito da Comarca do Rio
AJINA D'ARCONA (*).
Anna obe-deceria ento esse admiravel ins-
tincto de piedade que um dos maiores do-
ifs que Dos deu ao seu sexo ou seria pre-
ciso pensar que j sedespertava em sua alma
um sentimento do qual nao podia ainda dar
cotila a s prpria ? "Nao posso di/e-lo ; mas
quando se soparon de Martha pata entrar no
seu quarlo qualquer teria notado que a abra-
cava com mais eltusao do que de costume.
CJuem se admirar vista de ludo isto que
a joven passasse a nou:e mais agitada de sua
vida e que sonlios ora as mais agradareis ,
ora os mais terriveis a tenltam transportado
a un mundo inteiiarnente desconhecido para
ella ? r
(*) Vid. Diario N. 43 e 44.
que mande pagar esta quantia Rraz Anto-
nio da Cunha, conforme reqtiesita o dito
prefeito..
Dito Ao Prefeito da Comarca do Rio
Formozo, communicando-lhe a expedirlo da
ordem supra.
Dito Ao Inspector da mencionada The-
souraria communicando-Ihe que a Presi-
dencia por despacho do 21 do corrente con-
cedi demissfto do lugar de Promotor Publi-
co da Comarca do I.imoeiro ao Racharel
Francisco Rodrigaes Sette, nomeando para o
dito lugar ao Bacharcl Luiz Jos de Sampaio
Jnior.
Dito Ao Presidente da Relaco, c a C-
mara Municipal do Limoeiro, communican-
do-lhcs o conteudo no precedente ollieio.
Dito Ao Coronel Chefe da Legio da Guar-
da Nacional de Nazareth approvando a pro-
posta de oflciaes para o Esquadnlo de Cava-
laria da mesma Legio que remetteo com o
seo oficio de 22 do corrente e ordenando-
lile que a faca publicar em ordem do dia.
Dito Ao Inspector Geral das obras pu-
blicas respondendo-lhe que na demarca-
co do terreno alagado pedido por J. R. de
Oliveira em frente do Armazem do Sal de-
ve adoptar a direcc/o -C-Q-, constan-
teda planta tirada polo Engenheiro VautMer
em 17 de Marco do I8il, a qual se Ihe devol-
ve para poder fazer a referida demarcarlo.
Dito Ao msmo, ordenando-lhe une
remeta com urgencia ao engenheiro Vau-
thier, os mappas. plantas, projeclos e mais
papis relativos as estradas de cuja direcclo
seacha elle encarregado, segundo Ihe foi de-
terminado em ollieio de 12 do corrente.
Dito- A' Administracao dos Rens dos or-
fos sig lilicando-lhe em presenta do seo ol-
lieio de 19 do corrente em que pede a revo-
gacSo da ordem que mandou entregar ao
Commandantedas Armas a parte do edificio
da Solidade, que fora cedida a dila Adminis-
tracao para o estabellleciment do Onftogio
das orfas a fim de serem para alli passa-
dos temporariamente os recrutas do Deposito
e o Hospital Regimental-, que nao obstante
oslas allegares e a sua infundada suspeita,
de mo agouro paraaquelle estabellecimento,
deve entregaras chaves do referido edificio ao
Commandante das Armas, visto ser de abso-
luta necessidade tomar eita medida ; res-
tando finalmente assegurar-lhe que quando
for possivel levar a efleito ocollegio das or-
fas a Presidencia concorrer com ludo
quanto estiver a seo alcance para to til
fim.
Dito Ao Inspector da Alfandega eom-
municando-lho em resposia aos seus ollicios
Quando no outro da dispertou Martha
j se achava a seu lado.
Entao, como est ? Ihe perguntou.
Pareceu-me muito inquieto, pormjul-
go ser a gota e as suas antigs feridas que o fa-
zem padecer.
Anna mostrou aJguma impaciencia, e o-
Ihou para a ama que mostrando-se admira-
da se apressou a dizer-lhe : j perguntou por
vos.
Esse joven ?
Martha enrolheu os hombros duendo:
Parere-me que ainda nao r>*taes bem
despena: estou fallando do Snr. Conde, vos-
so pai.
Anna quando ouvio isto estremeceo,
mas dppois disse com vivesa
Porm eu teestava fallando dolle des-
se joven uue salvamos hontem. Vio-o o ci-
rurgio? que disse ? tornou asi? Anda,
nao te lemhras que me prometteste vir con-
tar-me, e nao me tens dito nada; mas vamos,
responde-me.
ta Alfandega Manoel Gregorio da Silva no
lugar.de Membro da Commissode que tracta
a ordetn do Tribunal do Thesoaro sob o ti.'
99 de lo de dezembro de 1838, a Presidencia
nomeia ao segundo Escripturario Theodoro
Machado Freir Pereira da Silva que pro-
poz.
dem do da 25.
Oficio Ao Commandante das Armas, or-
denando-lhe, em cumprimento d Imperial
Aviso de 51 de Janeiro ultimo, que mande
dar baixa do servioo ao recruta Joo Vieira
do Sandes, rcmetlido da Provincia das Ala-
goas visto ter juslificado sor fllho nnio de
Viuva e sustentar esta e duas irm;?as.
Dito Ao mesmo, enviando-lhe em cum-
primento do Imperial Aviso de 2t de Janeiro
ultimo, para sua intelligoncia e execuco, a
copia dos artigos 7, 8 e 9 das Instrueooes
Provisorias para a execuco do regulamento
de 22 de Novembro de 1811, na parte rela-
tiva ao expediento da primeira Seceo da Se-
cretaria de Estado dos Negocios da Guerra.
Dito Ao mesmo remettendo-llie, em
cumprimento do Imperial Aviso de lOdo cor-
rente, urna copia do Doeretode9do mesT
mo que approva o plano da nova organisa-
Co dosRalalh"'s de Caladores de prim3ira
Linha, a fim deque por ello regules organi-
saco do Ratalho Provisorio desta Provin-
cia.
Dilo Ao Inspector da Thesouraria da
Fazenda, enviando-lhe urna copia do Decre-
to de que trata o precedente ollieio.
Dito Ao mesmo, tRansmittindo-Ihe para
seo eonhecimento e execuco as ordens do.
Tribunal do Thesouro Publico Nacional sob os
ns. 11 a 25.
Dilo Ao mesmo, partocipando-lhe que S.
M. o Imperador por Decreto de 21 de Janeiro
ultimo, houve por bem Nomcar o Racharel
Jernimo Martinianno Figueira de Mello Ju-
iz dos Feifosd* Fazenda desta Provincia, e
para o substituir no lugar de Juiz de Direilo
do Crime da Comarca do Prejo ao Racharel
Anselmo Francisco Perete por Decreto de 10
do presente mez.
Dilo Ao Inspector da Thesouraria das
Rendas Provinciaes, e ao Presidente da Rela-
co communicando-lhc o conteudo no prece-
dente oficio.
Dito Ao sobrodito Presidente da Relaco
communicando-Ihe que S. M. o Imperador
por Aviso de 17 de Dezembro prximo pas-
sado, houve por bem conceder licenca ao
Senador Francisco de Paula Almeida e Albu-
querque De/.cmbargador da mesma Relago
para continuar a residir na Corte atea fue-
tera reunio do Corpo Legislativo, perceben-
Se me desseis tempo para fallar j
gaberies tudo o que ha a esse re.-peilo. I'.m
primeiro logar nao vos vim dizer nada da vi-
sita do cirurgio por que como este joven
nao vosso prente ncm se quer amigo do
Snr. Conde era desnecessaio vir despeitar-
vos por ta"o poura cousa mas j agora sabe i
que o desconhecido apenas recobrou os senti-
dos tornou a cahir em um profundo letargo :
cm fim sua ferida muilo perigosa e o
cirurgio diz que nao pode responder pela sua
vida.
Em quanlo Anna ouvia esta narracao
apenas poda respirar ; mas quando ouviu as
ultimas palavras as lagrimas Ihe rebenla-
ram dos olhos o que vislo por Martha Ihe
disse.
Em umma que vos importa a vida ,
ou a martn deste joven ? Nos nao o mohece-
mos, nem tao pouco sabemos quem elle ac-
rredilai-me sen hora no vos oceupeis naia
disto e tratai de cumprir as ordens de vosso
pai que deve estar j impaciente por vos uao
Dilo Ao Commandante Superior da
! Guarda Nacional do Recife para ordenar
que no dia 1. de Margo fuettiro so poste na
frente da Casa da Aasembfea Legislativa Pro-
vincial pelas nove horas da manh um dos
Ralalhes da mesma Guarda Nacional que
nao estiver em servico a fin de servir do
Guarda de honra mesma Assemblca.
Dilo > Ao Prefeito da Comarca do Recite,
signilioando-lhe que convindo a regularidaih;
do servido Publico, e do expediente da Secre-
taria que os ollicios e ordens da Presiden-
cia sejo promplamenle expedidos, e que
conste logo que ferio entregues ; Ihe ordena
que dora em diante aecuso sem demora a re-
cepeo de qualquer ordem ou o'tio da Pre-
sidencia que Ihe for dirigido a lint do
quo apparecendo falta na entrega ou rc-
messa possa OOnheCftr de quem olla "pro-
veio, e fazer-se eectiva a respousabili-
dade.
Iguaes ollicios foro dirigidos aos de-
mais Prefeitcs Juizes de Direito, ConAnan-
danes da Guarda Nacional etc. etc.
Dito Ao Commandanta Geral do Corpo da
Polica respondendo-lhe que pode passar o
Com mando do Corpo ao segundo Comman-
dante Geral Manoel Reserra de Valle vislo
ter de ir tomar assento na Assemblca Legis-
lativa Provincial como partecipa em seo ol-
lieio desla data.
Dilo- Ao Inspector do Arsenal de Marinha
respondendo-lhe, que deve continuar a reme-
ter a Secretaria de Estado dos negocios da
Marinha, os bataneles mensaes da Pagado-
ra do mesmo Arsenal com os documentos
comprobatorios da Receita c Despeza na con-
formidade do disposto no Imperial Aviso do
21 de Novembro de 1840 sob o numero 22,
que Ihe foi comniunicado por osla Presidencia
em oficio de 11 de Dezembro do mesmo auno
(nao obstante ter sido extincta acontadoria
Geral da Marinha) at que o contrario soja
determinado pela mencionada Secretaria de
Estado.
Dito-Ao Administrador Fiscal das obras pu-
blicas, respondendo-lhe, que os em pregados
as obras, de cuja direoco se acha encarrega-
do o engenheiro Vaiilhier, devem ser pagos
pela sua reparlico, a vista de atleslado
passado polo mesmo engenheiro.
Dito Ao Racharel A. r". Pireto, commu-
nicando-Ihe que tendo-o S. M. o I. por De-
creto de 10 do corrente mez nomeado Juiz.
de Direito do Crime da Comarca do Rrejo,
compre que solicite a respectiva Carta pela
Secretaria de Estado dos Negocios da Justi-
ca conforme determina o'lmperial Aviso do
11 dcste mez,
ter visto lia vinlc e quatro horas.
Ten des razio micha boa Martha res-
poudcu a joven dando um profundo suspiro; ves."
ti-me depressa para que eu v abracar meu pai
O Cande de Arcona esteva sentado em una
cadeira de bracos, defronte de umajanella
donde se tiara as agoas do Sena. Tinha a
rabeca branca e veneravel tristemente inclina-
da para o chao e pareca entregue ao peso
das lerordaces que vinham rontinuanienic
atormenta-lo E na verdade em que pode pen-
sar um ancio, se nao no passado r .....eo
passado deste cavallciro ca mu triste.
O conde era um daquclles homens encane-
cidos dehnixo do arnez experimentado por
irinta anuos de guerras nacs daquella poca, to fecunda cm grandt-s
acontecimentos nos liao Iransmcttido ir;a9
de um typo memoravel. Herdeiro de urna 1-
Instre familia de Kormandia das primeiras
que abracaram o protclanti-nio liiiha-sc m
toda a sna vida inanifesiado um dos mais litis
defensorc d'uma cansa, qic linfa satiifi-
.


*m
**M
igua
Dito -- A Cmara Municipal do Recfe, en-
\iando-lhe os ejemplares do Peridico men-
sal publicado na Corte pela Sociedade Auxi-
liadora da Industria Nacional, pertencentes
aos mezes.de Janeiro a Julho de 1811, a m
do que scenle dos artgos de que se ellos com-
pe os Cacao archivar, franqueando asua lei-
(nra aos lavradores, que quiserem conslta-
los.
Ditos -- As Cmaras Municipaes de l.oian-
na. Rio Formczo, e Nazareth lazendo-lhes
lial remcssa.
Dito -Ao Presidente da Cmara Municipal
doRecife, si}ni(icando-llie que Ufando a
Presidencia inteirada do que partecipa em
seo ollicio desta data a cerca do estado dos pas-
sageiros da Barca Inglesa Thcroza- e das
providencias que tem dado como Preved
da Saude ; llie remette uin officio do Cnsul
ingle* acompaahado de uin certificado sobre
a enfermidade que appareceu a bordo da
referida Barca para que o aprsente a tma-
ra nasesso de 28 do correte, a hm do que
ella o tome em considerado qnando bouver
de resolver delinitivameute respeito do de-
sembarque dosnassageiros em qnesto.
COMMANDO DAS ARMAS.
fAl'EDU-.NTE UODU 21 DO l'ASS.iO.
Ollicio Ao Commandante Superior da
Guarda Nacional do Municipio do Uecife ro-
ganJo-lhe a expedic&o de suas ordens, para
que fossa eliminado do batalho da Guarda
.Nacional do mesmo Municipio, Francisco
Victorino Martina que nesla data assentara
voluntariamente praca no Batalho Provisorio
de Liuha.
[UtoAo Inspector da Thezourana re-
quisitando-lhc a le dofficiu do Capitao de
d'Ailillieria Avulso ^ Joo Pedro d'Araujo e
Aguiar, aiimde. ser remettida a Secretaria
da Guerra e instando pela remessa das fes
d ollicio dos olficaes reformados do 1. Li-
nlia e das dos ollriaesdo CL. com sold, pa-
ra terem igual destino
DitoAo Inspector do Arsenal de Man-
nha communicando-lhe que mandara por
em liberdade ao recruta Jos Alves da Silva,
nao s por ser praga da barca d'escavago ,
,,.*, fa J-,.1. **. h*. '^^^0^^
EXTERIOR.
Leito que hio ser propostos para reforma
DitoAo Cura da Cathedral d'Oliuda
nao so or ser uraija va i">- ^.^v..v-- -.........---------- ,
Sopor ser dejado de urna mao ficando dado d'Arl.lher.a Vicente Fuado; ass.m
por esta forma satisfeita a sua exigencia ,
sendo necessario que S S. Iiouvesse de Ihe
mandar diser, se as pravas partenceotes a
dita barca asio ou nao parle d'armada ,
para no futuro se regular a respeito de recia-
mages semelhantes.
DitoAo mesmo rogando-lhe Iiouvesse
de manda fomocer ao portador deste urna
alvarenga para transportar para trra 80
recrutas viudos da Parahiba do Norte na Es-
cuna primeiro d1 Abril.
DitoAo Commandanto da Escuna Primei-
ro d'Abril, para que Iiouvesse de entregar
ao oflifial Commandante da escolta que este
Ibe apresentasse os 50 recrutas vindos da
Parahiba a seo bordo. .
DitoAo Commandante do Corpode Poli-
ca disendo-lhc que em vista do seo officio
de 19 do correte, mandara assentar praga
a lozendo Perera d'Olreir e a Francelino
Bernardo dos Res Barretlo que nao provou
as suas alogages.
DitoAo Major Commandante da rortale-
sadoBrum, ordenando-lho que pozesse em
liberdade o soldado Hylario Jos Antonio.
Dito__Ao Capitao Coinu andante interino
da Companbia d'Artliees communicamio-
Ibe a soltura do soldado Hylario Jos Antonio.
Dlo--AoCapilo Commandante interino do
Deposito, exigndo as fsd'ofUdo dos soldados
Pedro Fernandes Domingos Jos Perejra ,
III* -MIXV' WV-------------------------
Norte cojos iiomes e Uliages constavao
da relajo que por copia se Ihe remettia.
suscita ao Regulamento de Linha.
Portara Ao Commandante interino do
attestado que passara em favor do recruta menino a 50 i ec i vnoos r ^^
Feliciano de torres que solicita soltura por
nao estar no Caso de servir na primeira Linha.
HitoAo Cbefe interino da Legio da
Guarda Nacional do Municipio d'Olind di-
zendo-lhe em sobigo ao seo oflicio de 18 do
corren te que mandara por em liberdade o
Guarda Jos Silvestre de Jess, por asseve-
rar que era mu bem comportado e promp-
to para o servico dentro e fora do Municipio.
DitoAo Cheto interino do Batalho 3. de
Guarda Nacional desta Cidade dizendo-lhe
em resposta aos seos ofUcios de 19 e 21 do
corren te quopassavaa mandar castigar ao
corneta mor Maximiano d'Assumpgo pela
desobedienciacommet'.rda com o Tenente Mar-
celino Jos Lopes e que ao Commandante
.lo Batalho Provisorio expedir ordem p->
ra arrecadar o farda monto e instrumentos ,
que o dito cornetta mor deixou de restituir
ao Batalho quando assentou praca ftaendo,
de ludo entrega ao mencionado Tenente Co-
pes conforme requisitava.
DitoAo Commandante do Batalho Pro-
visorio mandando castigar ao corneta mor
Maximiano d'Assumpcao, por insubordina-
cao comettida com o Tenente da Guarda Na-
cional Marcelino Jos Lopes o ordenando-
lile oarrecadamento do fardamento e ins-
trumentos, que existio em poder do dito cor-
neta mor os quaes nao ro de sua proprie-
dade mas do Batalho devendo de ludo
fazer entrega ao dito Tenente como inspec-
tor do terno de cornetas do 3. Batalho ,
a que perlence o referido AssumpcAo.
Portara--Ao Tenente Coronel Comman-
dante do Batalho Provisorio, mandando
d'ordem doExm. Sr. Presidente, dar bai-
la ao soldado Manoel Machado por ser sub-
dito de S. M. F. e nao estar tiesta quali-
dade obligado a servir no Exercito.
DEM DO DA 22.
Ofcio -- Ao Exm. Presidente rogando-
lhca expediego do suas ordens, para que
fosse recebidoa bordo do patacho Patagonia ,
e transportado a Provincia do C;ar o sol-
TEZOURARIA DA FAZENDA.
EXPEDIENTE DO DA 23 DO PASCADO.
Omcio-AoExm. Snr. Presidente do Tri-
bunal do Thesouro Publico Nacional infor-
mando o requerimento de D. Annf de bi-
queira e Castro, em que pedio o Monte Po
deseo falecido marido o Brigadeiro Graduado
Manoel Barbosa de Castro', alem do. sold por
intoiro. que est percebendo.
Dito Ao Exm. Snr. Presidente da Pro-
vincia para dignar-se transmittir ao dito
Tribunal do Thesouro o precedente officio.
Dito__ Ao Snr. Commandante das Ar-
mas com arelco dos Ofllciaes de segunda
Linha, quevencem sold porVsta- Provincia,
e as Fes de oficios dos mesmos ol'Uciaes.
Dito Ao Inspector da Alfandega% mandan-
do em cum primen lo do officio do 'Exm.ISnr.
Presidente da Provincia de 21 do corrente ,
entregar aoEngenheiro L. L. Vauthier, no
mesmo estado em que se .cha presentemente
oTorreodaAlfandega destinado para escri-
torio dos Engenheiros Francezes.
Dito-Ao Contador da Thesouraria par-
tecipando para sua intelligen ca, ter o Exm.
Snr. Presidente da Provincia nomeado ao Sa-
chare! Fernando A (Tongo do Mello, para subs-
tituir aos dous Juizes do crime e civel da co-
marca do Rio Formoso. quando vierem tomar
assento na Assemldea Legislativa Provincial
de que sfio.mcmbros.
eomo sua mulher, o qual tendo viudo da cor-
te com passagem para aquella guarnico ,j
nao tinha seguido a seo destino por falta de
transporte.
Dito--Ao Inspector da Thezourana re-
mettendo-lhe para seren pagos os papis
de contabilidade do destacamento da Com-
marca dcGoianna do 1. a 10 do corren te,
(cando na inteligencia que tal destacamen-
to deixara de existir ueste ultimo dia por
sehaver d'crdem da Presidencia creado al i
urna coiupanhia da Guarda Nacional deslaca-
da com a forea de 100 pragas sugeita ao
regulamento de Linha.
DitoAo Prcl'eito da Commarca do Recife ,
disendo-lhe em resposta ao seo oflicio desta
data, que dos 14 recrutas que Ihe remetteo ,
8 assentaro praga 1 foi posto em liberda-
de por ser Guarda Nacional i das sollo j ;
em virtude de reclamagfies do Commandante
Superior respectivo e 5 ficaro era custodia
para provarem isempges allegadas.
DitoAo Prefeito da Commarca do Boni-
lo acensando a recepgo de dous recrutas ,
que assentaro praga.
DitoAo Prefeito interino da Commarca
de Goianna dizendo-lhe que o sargento
M. de S. Carneiro condusia a importan-
cia dos vencimeulos do destacamento at o
dia Id do corrente, em que deixou o mesmo
destacamento de existir pela creago da
PREFEITLRA.
Dia 20 do corrcnle.
Partecipa o Sub-Prefeito da Cidade d'Olin-
d, que pelas 5 horas da manh do dia 21 do
corrente no lugar de S. Pedro de Bebenbe
de baixo ; um sugeito desconhecido que an-
dava por all, em procura d'um cavallo seu ,
cncontrando-se com o pardoJoze Agoslinho ,
casado e morador no dito lugar de Bebenbe,
e travando com elle urna dispula ; Ihe dispa-
rava urna espingarda queconduzia c o dei-
xara como morto, por o haver gravemente fe-
rido : o que em conseqnencia se procedeu
nos devidos termos e lcava na deligenciade
desoobrir e capturar o assassino.
F o que consta das Partes boje recebidas.
dem do dia 28.
Honlem pelas H horas da noitc tres pesso-
as forao vistas em cima do telbado das
casas da ra do Crespo, certas de fazerem e
cumprirem o qne inteniavo por saberem
que os moradores das referidas casas tmhao
hido ao theatro 5 e dando-se por esta prefei-
tura nimediatamenteasnecessaias providen-
cias nao foro com tudo encontradas e presas
as mesmas apesar de serem vistas pelo Sub-
Prefeito d'esta Freguezia e diversas pessoas ,
por terem-se refugiado em urna das sobredi-
tas casas d'onde se infere queero esgravos,
que nao podendo ter lugar o que projocta-
ro, e vendo-se acossados por mim, e alguns
Cidados, que se prestaro recolh
sua casa
, e d'est'arte illudiro a vigilancia da
Polica nada porem podero fazer laes pessoas
pelas deligenciasempregadas.
PORTO.
Os jornaes que acabamos de receber desta
Cidade chegam a 22 de Janeiro : em nada a-
diantam elles as noticias que temos da Euro-
pa. O partido cartista est milito dispsto
naquella Cidade e manifesta claramente as
suas intenges: Coimbra he o segundo ponto
do reino onde a Carta tem maior numero do
partidistas descobertos. Eisaqui alguns ex-
tractos do Peridico dos Pobres.
Poueo dissemos hentem sobre o desembar-
que de S. Ex. o Ministro da Justiga porque
a pressa nao dava lugar a mais; hoje seremos
mais extensos e mais exactos. No dia 18 so
recebeu annuncio Telegraphico de que S-. Ex.
havia sabido de Lisboa no dia 17 pelas dez da
manh e comecou logo a ajuntar-se um nu-
merosissimo concurso no dia 18, julgando
quo s 10 horas chegaria o Ministro. A de-
mora do Vapor nao os descorogoou al s 5 da
tarde e somente depois que se tinha alcanga-
do a certeza de que nao era possivel entrar j
o vapor nesse dia, que a gente principiou a
debandar. Era geral o cuidado que inspira-
va a sorte de S. Ex.
Alguns dos seus amigos esperarn na Foz
at ao anoitecer.
A's 6 da manh de 19 j se sabia da che-
gada do Vapor por recprocos annuncios, e
parabens que se davfio os cidados uns aos ou-
tros. A ebegada do Vapor foi annunciada por 0a
salva do Castello a que logo se seguiu urna
girndola de foguetes que desde ento por
diante nao dtdxro um s momento de an-
dar achegada de Sua Ex. com girndolas de
foguetes, e mais fogo solt, e nao interrumpi-
do fogo de morteiros.
A's 10 horas o desembarque foi annuncia- /
do por um logete e logo se. viro partir do/
Vapor o escaler do Trem que condutia aSa
Kx. e o Administrador Geral. General, e
Commandanles dos Corpos : o escaler da Al-
fandega, que conduzia o Director da mesma,,
o Contador Geral e outros cidados e o de
saude onde vinha a ommisso Municipal. A-
penas Sua Ex. chegou a Ierra rompen a msi-
ca da Guarda Municipal o hynmo da Rainha ,
c successivamenle subiro ao ar um sem nu-
mero de girndolas e foguetes que atroavo
os ares.
S. Ex. e um immenso cortejo de povo se di-
rigrao ra nova dos Inglezes onde eslava
grande n. de cavallos preparados e de seges
dos cidados que tinho ido esperar o illustre
Ministro. hi se tomn a deliberagode se-
guirem o transito a cavallo e de sege e ento
S. Ex. montou em um'bello cavallo para isso
desuado, e successi va mente o Quarlel Ge-
neral e innmeros cidados rompendo assim
o nhamento de seges, e inmenso numero de
povo que andara.por o mil pessoas.
Durante o transito foro militas as girando-
las de (ogo que subiro ao ar na ra nova
dos Inglezes, Caes da Alfandega S. Domin-
gos, S. liento das Freirs, Praga de D. Pe-
dro Trindade entrada das Ilortas Cam-
po da Begeneraco, e na Alameda da Lapa ,
onde estavo'collocadas em grande quantida-
de. Viro-se cobertores em multas janellas
do transito e estas adornadas de Sen horas ,
o que tornava oxespectculo muito brilhante.
S. Ex. seguio em passo ordinario cum-
plimentando a todos com a maior civilidade ,
e lembrado que pelo corago de D. Pedro
que somos livres, nao se esqueceu de se diri-
gir a Real Capella da Lapa onde est depo-
sitado este monumento de gratido e ahi foi
render gragas ao Ser Supremo.
cado seus inieresses e seus mais caros altectos.
Desde a morte de Francisco 2 ? nao linha
havido ent.e os calholicos e os hugonotes urna
s queslao cujo xito favoravel ou contrario
nao fosse rubricado com sanguc. Ncslas ter-
riveis divisoes o conde gosava d'uma conside-
rac:o particular entre o partido bugon le o
qual lbe consagrara um verdadeiro nteresse
e ri-sueito como acontece quasi sempre para
com aquclles cuja vida tem sido virtuosa mas
desgrasada : respeito e piedade (pie eram mu
caramente pagos se elevemos julgar pelo que
nos di/.em as tradieces.
A fatal noite de 23 de Agosto de 1572 nao
tinha sido para o conde mas que o prelpdiodaa
ilesoracas que desde aquelle momenlo se de-
sencadearam sobre sua casa Depois de ha-
ver escapado como por milagro da degolla ge-
ral Q4M assignalou acjudla noitc de lgubre
memoria depois de ter visto a um dos seus
rmOJ eahir degollado ante seu. prop.ios
Jlios resuva-lhe anda que experimentar um
djr aimla mais aguda: ao entrar no Seu cas-
tello soube que o parido catholico depois de
ter ("oreado as suas portal o liuham comple-
tamente sa<|ueado, ciilao um horrivel pre-
sentimento se apoderou do conde pois ti-
nha deixado o que mais amava no mundo ,
sua mulher bella e joven anda e o resto de
sua familia que se compunhade Iresfilhos e
de urna menina anda no berco. Os criados
cstavo mudos c aterrados e sua mulher nao
tinha vindo'como coslumava recebe lo rodea-
da de seus filhos O conde apenas chegou ao
castello vendo esta desgraca perguntou logo
pela esposa e fHhos, mas vendo que seus cria-
dos se conservavam silenciosos e tristes fiepu
cheio do maior desasocego Esle cavalleiro
lao orgulhoso da sua nbreza to endureci-
do nos combates, nao pode con ter as lagrimas,
e com a expresso que teria enternecido o mais
duro disse :
Miaba mulher e os meus filhos onde
sto ? um dos criados s leve, animo para in-
icar-lhe comamo o lugar do castello onde
existiam.
__ Vivem. ? disse o conde cheio de afil-
elo o criado fe com a cabeca um signal af-
firmalivo e o conde sem mais demora correo
para o interior do castello All o esperava
o espectculo o mais cruel ; urna mulher p-
lida com os cabellos desgrenbados contempla-
va com um suTriso fero a tres temos meninos,
que de joelhos a seus ps Ihe davam gracas por
Ihe ter salvado a vida Uesgracada condeca
de Arcona! tornara-selouca.e Deosconcedeo-lhe
a praca de morrer sem ler recobrado a ra/.ao
Em quanlo aquelles por quein tinha sacri
ficado mais qne a vida quando chegaram
idade de podarem manejar urna espada dei-
xaram em urna bella manh o castello de Ar-
cona e marcharam na companbia de seu pa
Isto teve lugar poucos das antes da balalha
de Jarnac que to fatal foi ao partido hugo-
note e passados alguns das o conde de Ar-
cona voltava ao castello de seus pais seguido
de tres alahudes.
Eisaqui porque o conde eslava sentado e
com a cabsca tristemente inclinada para o chao:
eis aqui por que elle eslava sempre inquieto
severo por que lo funestas recordaces ainda
feriam a sua alma
Sua filha entrn no quarto ; sua filha nico
resto escapado de tant s tormentas deb! e
e nobre vergontea de urna arvore antes (orle
c vigorosa mas agora secca al raz ; sua
filha nica consolaco que Ihe brava em seus
ltimos das depois de ter perdido todo* a-
quelles que deviam ser sua esperanca Quan-
do a sendo entrar levntou a cabeca e (a-
7.endo-lhe signal para qiM se aproximasse a"
beijou na tesu e depois com o lom da maior
bondade Ihe disse.
Auna por que motivo tardaste tar-
to em vir abracar teu pai:' nao sabes minli*
filha que ha vintee^uatro horas que te nao
tenho visto e que vintc e qalro horas
muito tempo ? pois devo dzer-te que pouco
faltou para que esta separaco nao losse eter-
na. Anna quando ouvio estas palav.as a seu
pai deo um grito de espanto e lancou-se nos
seu bracos. Continuar-se-ha.



S. Ex. acabando a sua orago, voltou a
casa, seguindo na volta pelo lado occidental
do Quartel de St. Ovidio em raso de nao po-
der voltar pelo mesmo sitio, pelas militas se-
ges e Povo ; e sempre. seguido do mesmo cor-
tejo foi hospedar-se a casa de seu Irmo on-
de subi grande n. de cidados acumprimen-
ta-o vendo-se a sua casa cheia de gente por
grande espaco de tempo. S. Ex. o Comman-
dante da Divisan Ihe mandou urna Guarda de
lionra de 50 soldados, com Bandeira, a qual
S. Ex. agradeceu e desde logo dispensou.
S. Ex.' foi ao Theatro e os Ilustres ca-
maradas do Grande Pedro manifestro na
presenga de S. Ex. d"uma maneira a mais
enthusiastica e terminante os seus desejos
pela restituicao da Carta Constitucional da
Monarchia.
A's 8 horas chegou S. Ex. o M. da fustiga
ao seu camarote com sua esposa e familia: a
platea se levantou e saudou o Ministro com u-
ma salva de palmas dadas com prazer e que
S. Ex. agradeceu com bondade. O Publico
pediu ento o Hymno da carta e a Elligie da
Soberana e quando esta Augusta Elligie ap-
pareceu aos sons elctricos do Hymno da
carta o entliusiasmo foi to decisivo que os
vivas e os bravos Ramha abafro o hymno,
e o doce nome de S. M. resoou por longo es-
pago de tempo acompanhado da brilhante agi-
tago dos lengos com que homens e senhoras
acompanhavo o Augusto nome da sua So-
berana,
Findo o hymno S. Ex. o Ministro da Justi-
na levantou os Vivas seguintes : a S. M. a Ra-
inha j Liberdade ; Memoria do Liberta-
dor ; e aos Portuenses. Vivas que foro cor-
respondidos com o mais extraordinario entliu-
siasmo. Seguiu-se o 1. acto do captivo de
Fez, e lindo elle o Publico pediu em altas vo-
zes o hymno da carta e chamou scena a
Actriz Gaioso e quando ella appareceu foi
recebida com grandes applausos ; porem
impossivel desciever o grao de enlhusiasmo
que excitro algumas quadras allnsivas car-
ta ; o Publico as interrompia com um diluvio
de bravos, e as fazia repetir de urna maneira
to delirante que nao podemos pintl-a. Es-
te hymno foi repetido em todos os actos com
o mesmo furor e com dobrado enlhusiasmo ;
os Vivas Rain ha carta ao Ministro da
Justiga resoro longo lempo por toda a sa-
la e tanto S. Ex. como todas as Authorida-
des mostrro os mais evidentes signaes de
applausos, e cordial satisfago.
Esta va j com posto o que levamos copiado ,
quando nos mimosearam com 3 nmeros do
mesmo Peridico dos Pobres de 25, 28 e 29
de Janeiro : por ser muito larde podemos por
hoje somente annunoiar aos nossos leilores
que foi proclamada em Portugal a Carta que
lhe lora outhorgada pelo Snr. D. Pedro; e
que fra derribada por urna revolugo.
Amanh publicaremos alguns cxractos das
l' lhas de que fallamos.
INTERIOR

nio DE JASEIRO.
Depois de muitas diligencias da Polica da
Corte, descobriram-se dos perpetradores do
assassinio de Manoel dos Sanios Pinheiro de
Carvalho, morador no Engenho-velho de
que demos noticia em nosso numero 44 : foi
executor do altentadoo portuguez Manoel Joze
d'Avellar, e mandantes Mara Iphigenia Pi-
nheiro de Carvalho, e Sebastio Joze de Car-
valho Pinheiro, mullir e ilho doassassina-
do os quaes todos foram presos e pronuncia-
dos priso e livramento.
Hum facto importante est se desenvolven"
lo actualmente e que interessa ao publico
todo desta capital sem que talvez o publico
tenha delle conhecimento.
Foi o brigue nacional Conve/igo absolvido
pelo tribunal da Commissao Mixta Brazileira
v lugleza no dia 50 de dezembro do anno
passado e mandado entregar u seu proprie-
tario. A sentenga passou por todos os tra-
miles legaes e flesde o dia 7 de Janeiro pas-
sado oSr. Dr. Juiz municipal, que a lem
de execular, teni exigido a entrega do bri-
gue das autoridades inglezas sem se lhe
querer ent'egar.
Este facto inteiramente novo entre nos.d
lugar neccessariainente a grandes considera-
ccs, que inteiramente serio desdavoraveis
a boa f e crdito do governo de S. M. B. ,
ou ao menos, aos seus representantes nesta
eorte. Tem sido absolvidos muitos navios
aprezados, em idnticas circumslancias que
o Convenco pelo tribunal da commissao
mixta todoi tem sido inmediatamente en-
tregues ao Dr. Juiz municipal, executor das
sentengas ; o Pompeo, o Nova Aurora, o
Alexandre o Castro o Recuperador etc.,
etc. nao gastro oito dias da publicago da
sentenga sua entrega aos competentes pro-
pietarios ; e como com que fundamento ,
o Sr. ministro plenipotenciario de S. M. B.
se nega agora entrega do Convengo ?
O tratado existente entre o Brazil e a Gr-
Bretanh ? e pelo qual se regula a commissao
mixta estipula que nenhma appellago lla-
vera de suas sentengas que devero logo ser
executadas.
Estaj passou em julgado j transitou
na chancellara j o Sr. Dr. Juiz munici-
pal a quem foi presente requereu ha um
mez sua execugo ; entretanto o capricho ,
o infundado despert tem bstado le e ao
cumprimento do tratado, comprometiendo
por este modo a boa f do governo inglez e
ameagando as relages amigaveis que unem
os dous povos.
Entretanto o brigue est-se ali arrui-
nando e deteriorando; o carregameuto de
fejo arroz farinha e carne secca, est
completamente estragado; equem ha de pa-
gar estas perdas se a commissao estipulou
na sua sentenga que nao haveria lugar an-
demnisages ?
A questo tornou-se diplomtica, eo
Exm. Sr. ministro dos estrangeiros tem com
energa exigido entrega do brigue ao Sr.
Hamilton e at agora este Sr. sem ter o
menor fundamento, nao tem satisfeto
justa requisigo do governo do Brazil. O
proprietario passa a fazer o seu protesto e ,
vista esta escandalosa demora pretende exi-
gir indemnisagoes por as perdas por ella
produzidas; e de certo que a commissao,
que quando decidi que nao haverio in-
demnisagoes, nao contava com tal transtor-
no e em baragos hade concede-las atten-
dendo a sua justiga.
MONTE-PIO GER1L.
No dia 19 de outubro dia do nome de S.
M. o Imperador installou-se o Monte-Pio
Geral, onde podem asseguraro futuro de suas
familias todos e quasquer cidados ou estran-
jeiros. Esta fortuna ja nao he privativa se-
ment dosempregados pblicos ; o negocian-
te o trabalhador o artista todo o homem
finalmente amigo de sua familia pode hoje
com pequeas economas segurar um dote a
suas filhas urna subsistencia honesta a sua
viuva urna renda a seus lilhos on mesmo a
estranhos que queira proteger.
O Monte-Pio Geral he baseado em clculos
fundados sobre as taboas da morlalidade mais
acreditadas e por isso mesmo offerece muito
maor seguranga do que o Monte-Po dos Ser-
vidores do Estado ; e se este ultimo tem tan-
to prosperado e offerece hoje as mais lisongei-
ras esperancas o que nao deveremos nos es-
perar deste outro !
A directora antes de dar maor publici-
dade aos seus estatutos e convidar o publico
para concorrer a matricular s. quiz primei-
ramente montar sua escripturago e habilitar-
se para remover quaesquer difficuldades que
na pracaseencontrassem; apezar disso po-
rm s com as matrculas dos que por infor-
mages particulares tem concorrido o cofre
do Monte-Pio no dia 20 do correnle (istohe
com trez mezes de vida ) contava quinzcon-
tos duzentos e, cincoenta e nove mil e quaren-
la e sete mil res desasis apolces alem de
cinco cuja compra seestava negociando e que
provavelmente nao de estar j compradas.
Quem quizer matrcular-se basta que decla-
re seu nome eidade da pessoa a quem quer
beneficiare a quantiaque lhe quer deixar an-
nualmente. Se tivercertido de idade sua e
do seu instituido dver junta-la porque
alias licar sejeito ao arbitramento que lhe II-
zer a directora.
Do relatorio apresentado assemblea dos
contribuinles do Monte Pi Geral de economa
dos servidores do estado pelo presiden le da
directora extractamos os seguintes aponla-
mentos, que do urna justa ideia das grandes
vantagens que tem produzido e anda piomel-
te este estabelecimento.
Fundo real no fim do 2. anno
(1837) ......309753*236
dem nodo 4. anno (1839) 592.592,>I29
dem no do G. anno (1841).. 859.887.>002
Idemem l6de Janeiro (1842) 931 934)057
As penses que paga o Monte Po Geral, or-
gam em 55.349*666 rs. os quaes sendo ti-
rados de 70.720*072 mensalidades dos con-
tribuintes ou o por cento de 1.414:401*440
* O que se ha arreeadade a aecumnlade.
rs., fundo regulador ** em 16 de Janeiro de
11842, segue-se que anda restam 15.570*406.
Formam parte do fundo real 850.000*000
empregadosem apolces da divida publica.
DIARIO DE PEIMJIBim
CONSlDERAgES SOBRE k UTILIDADE E MORALID.V-
DE D'UM EMPRESTIMO PUBLICO
Continuado do n. antecedente.
Em circunstancias ordinarias todos os pai-
zes tem hum excedente ou sobra que na-
turalmente heempregado em objectos de lu-
xo'; nem esses di lie rentes ramos de industria
poderia prosperar,., se assini nao fossem cons-
tante e van tajosa mente auxiliados: os inte-
resses annuaes que d'ahi derivo revertem ,
he verdade a formar hum capital producti-
vo ; mas dividido por tantas maos que im-
possivel se torna proporcionar-lhe lucros re-
gulares em um paiz aonde nao hajo meios
de o fazer fructificar com seguranga ; e es
porque as economas do povo fngem natural-
mente para objectos de luxo ou paraoutros
de que nao resulta utilidade alguma a quem
os emprega. Nao se crea cue s no estabe-
lecimento de Ca xas Econmicas se encontra
os meios de juntar as tenues poupangas das
classes medias la Sociedade e transforma-las
em grandes captaes : nao, taes meios eneon-
tra-se tambem e com mais vantajem no sys-
tema da fuudagao de huma divida publica.
Documentos parlamentares abono esta nossa
assergo : consta delles : 1. que mais de
metade dos Accionistas de fundos pblicos ,
os dividendos annuaes nao excedem a 400* ;
e apenas o restante percebem maiores interes-
ses : 2. que a maior parte da gente que re-
cebe essos dividendos pertence as classes me-
dias e as mais humildes da Nago.
A analoga que se diz haver entre una di-
vida Nacional e urna particular, ou indivi-
dual, tem feito eommeter graves erros a gran-
de numero de Escriptores o aisso se deve o
haver vacillado algum tanto a opinio publica
acerca do objeeto em geral. Nao h porem
especie alguma de analoga ou p.'iidade en-
tre urna e outra cous : a divida publica he
em seu capital como no juro urna divida da
mo direita a mo esquerda de um mesmo
cofpo isto he da Nago mesma nago ,
que dispendendo s o que recebe nunca
tem mais nem menos ; a divida porem
de um individuo hecousa inteiramente dif-
ferente, nem a importancia della passa
de urna para outra mo do mesmo corpo e
sim para as de outrem deixando por tanto a
quem a paga com um menos em seus
meios : nao ha pois especie de comparago ,
outra vezo dizemos.ientre una e outra cousa:
e he pasmoso que urna thesa assim falsa, por
qualquer lado que se encare se haja manti-
do por to longo espago de tempo posto que
ao abrigo da justa fama de authores respeita-
veis Cumpre toda va declartr que esta
nossa opinio he s applcavel a natureza d'u-
ma divida interna : pois que quanto a ex-
terna ou contractada cm estrangeiros cu-
jo juro tem de ser pago for do paiz pode
bem claslicar-se na cathegoria de divida par-
ticular ou individual, coma nica dfferen-
ga que se a Nago for inexacta no seu paga-
mento nem por isso passar pelos vexames que
! em tal caso sofreria o individuo particular.
Os fundos pblicos manejados com juizo e
prudencia nao s do maior grao de confi-
anza na collocago de captaes e seguranga dos
respuotivos interesses mas abrem ao mesmo
tempo largo campo para especulages. A des-
valida viuva quedeseja collocar sua tenue pro-
priedade para com seguranga e quietaga vi-
ver do juro della-, eo imprevidente especu-
lador que arrisca tudo para ganhar mais,
amboschego aoseu destino por differentes
caminhos.
Nao h na immensa escala do transaeges
pecunares, um s grao de seguranga, te inte-
resse quedeixe de encontrar-se no sysema d;
fundos pblicos.
A urna divida publica, compete menos o
titulo de divida do que as notas de um
Banco por isso que contra o Estado ninguem
(em dreito de reclamar pelo capital ; e ao
contrario, o possuidor de notas pode em qual-
quer tempo exigir o importe dellas do Barico
que" as emiti. As pessoas que do grande
importancia a urna mera palavra arri-
po-se quando e Ihes falla em Empresti-
mo Nacional, e olho como inevilavel ao
paiz que adopta tal systcma o envolver-se
** A somma total das quantias porque se
aeham inscriptos es dMrcnteg coitribaintes.
em enormes difficuldades. No ctanlo a ver"
dade he que por mais bem imaginado que.
ser possa o estabelecimento de urna inslilui-
gao qualquer jamis, ella corresponder a
seus fins sendo administrada sem juizo e
sem prudencia ; es oque pode bem acontecer
com urna divida publica pdc ser fatal por
m adminislraca mas nunca simplesmen-
te por seir urna divida.
He a fundaga d'uma Divida urna especio
da instituigo Bancal, com a differenra que
a seguranga daquella consiste as eco-
nomas do passado o a deste nos lucios
para o fucturo : ora o fucturo deve ser
senipro mais rico que o passado porque her-
da as acumuladas economas deste e com
esse immenso.capital fcilmente pode aug-
mentar o seu proprio. O passadocomegou por
nada: meios de economia e parcimonia ;
fruclos de privages ,, e trabalhos de seculos
tem amontoado a espantosa riqueza que hoje
cobre a tena e que vai sempre passando de
gerago em gerago sem onus nem cargo.
Parece-nos que com os argumentos expen-
didos lemos assaz provado as grandes vanta-
gens que resulto de urna divida publica, a
gerago que a contralle j e que pelo meio de
taes vantajens que vo sempre augmentan-
do a riqueza geral sedeixa urna maior he-
ranga a posteridade qual desta forma vai
chegar a benfica influencia de um tal syste-
ma. Se alem disto considerar-mos quo para
remir urna divida publica nao se ha mister
de grandes esforgos ; outra prova te remos dos
beneficios que della resulto s vndouras go-
ragoes. Por meio d'alguma dotago apli-
cada ao resgatede sua divida pode una Na-
go obter maiores vantajens do que servin-
do-se directamente do dinheiro do povo para
acudirs dispesas publicas.
(Continuar-s2-h. )
D E C L A R A C 0 E S.
Olllm. Snr. Inspector da Thesouraria de
Fazendadesta Provincia, manda fazer publi-
co todas as Pragas de pret reformadas que
percebem seus vencimentos poradita^Thesou-
raria que se devero appresentar ao Snr.
Commissario Fiscal do Ministerio da Guerra ,
na sua repartigo de trez em trez mezes pa-
ra verilicarem a sua existencia ; devendo co-
megar esta appresentago de mostra em A-
bril prximo vindouro nos dias 6, 7, e 8 sen-
do dias uteis ou nos inimediatos sendo estes
impedidos, das nove horas da manha sduas
da tarde; continuando assim nos mezes de
Jullio, Outubro, e Janeiro do anno vindou-
ro ate segunda Ordem ; com declarago po-
rem que as Pragas existentes nesta Cidade
do Recifo se apresentar pessoalmente e
estando impossibilliladas por urna simples de-
clarago assignada pelo seu respectivo Paro-
dio ; casque habitaron) fora da mesma Ci-
dade por urna semelhante declarago, ou por
attestagodo qualquer Authoridade Civil,, ou
Militar ou anda mesmo de pessoa de reeo-
nheeido crdito que declare a sua existen-
cia; cando na intellgenciade que nao re-
cebero seus vencimentos sem comprirem es-
ta formalidade : e finalmente que devero re-
metter s pessoas que seus rogos passavaO os
recibos de seas vencimentos as predtas decla-
ragoes.
Secretaria da Thesouraria de Fazenda de
Pernambuco 28 de Fevereirode 1842. Joa-
buim Francisco Bastos Official Maior.
= O Patacho Beija Flor recebe a malla
para a Babia hoje ( 1. de Margo) aslO ho-
ras do dia. .
=s O Brigue Escuna Carolina, recebe a
malla para Maranho, amanh 2 do corren-
te as 4 horas da tarde.
= O Patacho Edina Restaurador recebe
a malla para a Baha amanh 2 as 10 horas
do dia.
A AdministragSo das obras p.'Micas
compra para a ponte do Recife as madeiras
seguintes a saber : 5o linhas de 54 pal-
mos de comprido, e 12 para 15 polegadas de
grosso. Seis linhas de 5o palmos de com-
prido e 12 para 15 polegadas de grosso.
Trinta estivas de 47 palmos de comprido e
7 para oito polegadas de grosso 52o estivas
de 44 palmos de comprido e 7 para 8 pole-
gadas de grosso. Todas as pessoas que-quise-
rem vender laes madeiras podem concorrer na
salla da sob.*edila Administrago, tod"s oS
dias, as horas do expediento para declararem
os ltimos pregos porque as\enderfl, eo
menor tempo em que as daro e sabrreui
deque qualidade devem ser, emais eircuns-
tancas. Administrago Fiscal das obras
Publicas 25 de Ferereiro da 1*U2. Maura ,
Administiader Fiscal.
>


Tfttfe'lTi*7 TI afc fofj
25 *s
i^ si.. ift i \ iftiMJIwagg^
4
eyPor oniemdo Exm. Snr. Prezidente a sabe Ier, escrever c contar sofrivelmente ,
Administrago Fiscal das Obras Publicas alu- se ofrerece para alguma occupago fora desta
ga o 2." andar do 1." sobrado da ra do Pa- praga anda que seja para o serto ou pa-
lacete, atlie o lim do mez de Setembro dopre- raqualquer engenho ; quem precisar annun-
zente anuo por aluguel de trezentos mil res ce-
por anno pagos merisalmente: quem o per-1 tsr 0 abaixo assignado vendo o annuncio
tender, e o quizer ver dirija-se ao mesrno so- do Snr. Constantino Joze Lopes inserido no
brado, cujas chaves se acho em poder do mo- Diario n. 43 ten a dizer que o Snr. Hypo-
radordo 1." andar, para o Tranquear a quem lito Laven o saldou a conla com elle, e
quizer examina-Io; e cazo llie agrade pode di-
rigir-se ao Administrador Fiscal da sobredita
Repartigo em sua caza ou na mesma Re-
:partigoas horas do expediente.
= A Administracao Fiscal das obras pu-
bllicas tem de comprar em baste publica ,
a quem por menos vender huma porgo de1
entulho para 154 bracas de aterro, entre as
pontes grande e pequea da Magdalena : as
pessoas que pertenderem vender tal entulho
por canoas, podem concorrer na Salla da so-
brcdila Administracao no dia 26 docorrente
para se tratar de tal negocio, com a pessoa
que por menos vender. Administracao Fis-
cal das obras publicas 22 de Fevereiro de
1812. Moura A.* F.
THEATRO.
Hoje 1 de Margo Em debute do Sr. An-
tonio da Cunha Mendonga actor Portuguez
chegado da Corte do Rio de Janeiro se repre-
sentar = O Abbade L'Epe. sa
Acto 1. A orla e a aecusago : dito 2. 0
Meteoro e o assassio : dito 3. O remorso ea
resuseitada.
Personagens = A Marqueza de Bel vil, Car-
los de lielvil, Mademoizele llenriqueta o
Abbade L'Epe Waller advogado de Bruxel-
las o Procurador da Coroa Mr. Bonard
Moidomo da casa de Belvil Joo Ruivo ren-
deiro da Marqueza gueda sua que creado dos ditos.
O Sr. Mondonga trouxe da Corte esta ex-
celente Pega para nella debutar perante o
respeilavel publico desta Cidade na esperan-
za de obter dos briosos Pernambucanos os
mesmos obsequios que ac bou de receber na
Capital do Imperio ; rematando o expetaculo
com o Drama Sacro = S. Gongalo de Ama-
rante. =
Anda que nao se tenba concluido a Socie-
dade Theatral por Taita de tempo e aTazeres
do Director, o mesmo mandar a casa de
cada um dos Senhores Subscriptores os
camarotes e bilhetes competentes segundo a
indicaco do Programa.
N. B. Os camarotes se acho a venda na
mao do Sr. Zebedeo Cezar.
AVISOS DI VERSOS.
OB~ Nodia 21 do corren te ando imprete-
rivelraente as rodas da Lotera do Tbeatro ,
os respectivos bilhetes acho-se venda nos
lugares ja annunciados. /
= A Sra. D. Josela Maria da Fonceca e
Souza queira vir at o lim do corrente mez
de Fevereiro tirar huns pinhores de ouro e
prata que empenhou em 1859 por ojijOO res
na ra Nova venda D. 53 do contrario^ ser
vendido para pagamento do principal e juros,
e para que nao se chame a ignorancia se Taz o
presente aviso.
= Nos das 1. e 4 de Margo do Gorrente
nno se hade arrematar em praga publica do
Snr. Dr. Aires, na ra das Cruzes um
grande sitio com arvordos de Tructos e bom
terreno para plantaces na estrada do Pom-
Lal para S. Amaro ; por execuco contra o
herdeiro de Antonio Jos da Costa Ribeiro ,
proveniente de hy^otheca especial no ditositio.
S*yPermuta-se urna casa na ra do arago
por outra no pateo do Carmo ou de S. Pe-
dro: quem pertender diriga-se ao Torte do ma-
tos a fallar com Joaquim Jos de Figueredo no
seu estalero.
tsr Aluga-se um sobrado de um andar e
soto'-, com suflicientes cmodos para urna
amilia na ra Tormosa no bairro da Boa-
vista : no atierro da Boa-vista sobrado D. 16.
tsr Precisa de urna Ama de leite 5 na ra
do Cabug D. 7.
tsr A pessoa que prometleo 50j000 rs. por
urna Burrinha no sobrado da roa velha, qui-
nado eco do veras anda querendo pode
a hir buscar ou outra qualquer pessoa que a
queira.
tsr A pessoa que quer permutar urna casa
nesta praca por um sitio dirija-se a ra de
Agoas verdes D. 55 das 5 horas da tarde em
diante.
tsr Al'.iga-se urna casa lerdea na ra da
Alegra com commodos para familia: na ra
da Aurora n. 0.
tsr L'm rapaz Brasileiro de 20 annos, que
nao o fez assim com o abaixo assignado e
porisso julga nao estar desembarassado para
sabir da Provincia como o mesmo Snr. diz.
Joaquim de Paula Lopes.
W 0 Escrivao da Sant* Casa da Miseri-
cordia d'Olinda avisa a quem convier que
Quinta Tsira 3 do corrente sesso da Mesa ,
tfs 9 horas da manh.
ssy Precisa-se de urna ama para servir em
urna casa de pouca familia : no beco do peixe
frito D. 3 no segundo andar.
tsr Rogi-se ao Sr. Francisco Joze Gonsal-
ves que venha buscar urna carta vinda do
Porto que foi tirada do Correio por engao;
de dirigir-se a praga da Independencia loja
de fazendas n. 40 Jado do norte.
Perdeo-se no dia 23 do passado urna
ordem da quantia de Rs. 500* rs. dactada
nodia 24 de Fevereiro passada por Hmehr-
tens sobre os Srs James Crabtreo & C. paga-
vel ao portador e como se desencaminliasse
do poder do abaixo assignado por isso pre-
vine a qualquer Snr. que nenhuma transago
facao com a dita ordem e j esto preveni-
dos dito o saccador cornos Snrs. Crablree
& C. : e de nada val por ter-se perdido.
Joo Rodrigues de Moura.
tsr Quem precisar de algumas canoas de
areia tanto para obra, como mesmo para al-
gum terreno pur prego muito commodo ;
dirija-se a ra do Rangel D. 17.
tsr A pessoa qi;e lhe fugio um moleque
com pouco tempo de trra dirija-se a Olin-
da ra de S. Bento D. 39 que dando os si-
gnaes certos se lhe dir onde existe o dito es-
cravo advertindo que a pessoa que o tem
nao lhe corre risco algum.
tsr A pessoa que annunciou querer com-
prar o Cdigo de Commerwo Francez, de
Rogron dirija-se a ra Nova loja de ferra-
gem D. 13.
t9" A Commisso Administrativa da So-
ciedade Terpsichore convida aos Srs. Socios a
reunirem-se amanb 2 do corrente pelas 6
horas da tarde.
tsr Quem quiser 800j( rs. a juros a dous
por cento, com hypotheca dirija-se a ra
de Ilortas D. 12, segundo andar.
tsr Precisa-se alugar urna casa terrea que
tenha 4 quartos ou com soto quintal c
cacimba e que seja no bairro de S. Antonio;
quema tiverannuncie.
tsr Lava-se e engomma-se roupa a con-
tento : na ra do Rangel casa terrea D. 22.
tsr Quem annunciou precisar de una pes-
soa que soubesse Ier, escrever, contar, e
grammatica portugueza para ensinar pri-l
meiras letras em um engenho, dirija-se a!
ra da Penha D. 211.
tsr Aluga-se urna boa casa terrea com 3 j
portas de Trente duas salas duas alcovas ,
3 quartos cozinha Tora quintal e cacimba,
no principio da estrada dos Afflictos junio
ao Manguinho ; na ra da Cadeia do Recife
numero 12.
tw Arrenda-se um sitio na estrada de S.
Amaro que vai para Bellem com casa'par a
grande familia quartos para negros e com
ps de fructeras: a tratar no sitio da torre, Us yenda D J(.
passando a ponte no pnmciro porto a di-11___ 1___....i.
rcita.
ssr* Aluga-se um sobrado de um andar nu-
prximamente chegado de New York tem
lugar par^,uma pouca de carga ; quem qui-
ser carregar ou ir de passagem dirija-se a casa
de Smith & Corbett na ra do Trapiche novo
n. 15, ou na pragado Corpo Santo ao Capi-
to' Manoel Martinsda Silva Vianna.
tsr Para Lisboa com escala pela liba da
Madeira saldr inTalivelmente no dia 5 do
corrente o Patacho Paquete da Terceira, e
recebe nicamente passageiros ; fallem ao
Capito na praga do Commercio ou ao con-
signatario Thomaz de Aquino Fonseca.
ey Para Lisboa sahir com toda brevida-
de possivel por ter parte do seu carregamento
prompto o lindo Brigue Portuguez Concei-
go de Mara, novo de segunda viagem for-
rado de cobre e de primeira marcha, tem ex-
cellentes commodos e arranjos com todo o
asseio para passageiros ; quem quiser carre-
gar ou ir de passagem dirija-se a Francisco
Severiano Rabello ou ao Capito Manoel da
Costa Neves a bordo ou na praga do Com-
mercio.
13* Para o Aracaty sahe no dia 2 de Mar-
go o Hiate Olinda, falta-Ihe pouca carga; quem
quiser carregar dirija-se a Manoel Joaquim
Pedro da Costa.
tsr Freta-se para Trieste ou para qualquer
Porto da Europa a muito velleira e bem cons-
truida Barca Sarda Sansan Capito Antonio
Lagorara ; quem pretender dirija-se a seu
consignatario Manoel Joaquim Ramos e Silva.
C3"Para o Aracaty com escala pelo Ass e
Touros sahir o bem conhecido Hiate Flor de
Larangeira forrado de cobre ede primeira
marcha ja tem meia carga prompta, e pre-
tende sahir at o dia 8 do corrente sem falta;
quem quiser carregar ou ir de passagem para
oque tem excellentes commodos dirija-se a
ra da Cadeia do Recife loja de fazendas nu-
mero 17.
L E I L O E N S
tsr Thomaz de Aquino Fonseca Taz leilo
de urna porgo de caixinhas de charutos da
Baha, nodaQuarta feira 2 de Margo, no
armazem de Fernando Joze Braguez.
tsr Quinta feira 5 do corrente as !0 ho-
ras da manila em ponto na ra Nova casa
do Sr. Beranger defronte dooito da Matriz,
continua o leilo perante o Chancllenlo Con-
sulado de Franga, e por intervengo do Cor-
retor Oliveira da restante mobilia, quadros,
roupa vinhos, conservas : &c. do falle-
cido Antonio Dutocq : na mesma occasia e
igualmente em leilo se vendero diversos
objectos como seja um rico pianno, camas ,
cmodas cadeiras mesas para jogo mu-
sica &c.
S3^- Na porta do armazem de Fernando Jo-
ze Braguez faz-se leilo no da 2 do corrente ,
de urna porgo de batatas que se devem
vender para liquidago por qualquer prego
que derem.
COMPRAS
tsr Urna casa terrea no bairro de S. Anto-
nio : na ra da Cadeia do mesmo bairro so-
brado de um andar D. 8 bem defronte do
Cardozodas alvarengas.
tsr A Arte de Sevene em bom estado :
na ra do Cabug loja de miudezas n. 4.
tsr Medidas de folba e de pao balanga e
pesos de meia quarta at 8 libras, estando
ludo em bom estado: no pateo do Carmo qui-
na da ra de Hortas D. 1, lado direito.
tsr Um escravo tanoeiro : em fora de
tsr lima rotula usada ; quem tiver an-
nuncie.
mero 308 no beco da virago : trat i-sc com o I T Pa,raKfora dafProvincia negrinh.s ou
nrn,1ri,>(annnaP^iniL i '1 1 creolas de bonitas ligura.s, e moleques creo-
proprielarionaPracinba do Livramento so-
brado D. 22.
tsr Aluga-se um primeiro andar com mui-
to bons commodos pintado de novo ; quem
pretender dirija-se a ra da Praia casa de
Joaquim Pereira de Mendonga.
tsr Propoe-se um portuguez a ir para
qualquer engenho que nao seja muito dis-
tante da praga a ensinar a Ier escrever,
contar : e gramtica portugueza ; quem de
seu preslimo se quiser utilisar dirija-se a
ra da Cadeia do Recife D. 5
tsr O 1." Secretario da Sociedade Apol-
nea avisa aos Srs. Socios que hoje primeiro
do corrente ha sesso da Commisso Admi-
nistrativa.
tsr Precisa-se de um caixeiro Brasileiro
de idade de8a 10 annos, para urna loja: na
ra Direitu D. 49 no segundo andar.
AVISOS MARTIMOS
tsr Para a Babia segu viagem em poucos
das o Patucho Nacional Edina Restaurada i Compauhia.
los de 12 a 18 anuos : no beco da Boia perlo
do forte do mallos no segundo andar do
sobrado de 4 ditos de grades de ferro das 10
horas as 4 da tarde
VENDAS.
tsr Urna mobilia de Jacaranda por prego
commodo; urna negra que sabe bem cozin-
har toda qualidade de comida lava de var-
rela ensaboa faz doce de toda qualidade,
retina assuear e serve para vender na ra:
na travessa do Mundo novo sobrado D. 4.
tsr Urna boa casa de pedra e cal no po-
go da panella muito perto do banho com
muito agradavel vista boa sala e commo-
dos suficientes para familia : na ra de Hortas
D. 52.
cyllma porgo de barricas de farinha de tri-
go 2 ditas grandes para despejo, e barris
de 3 em pipa na ra de Hortas venda D. 8.
tsr O verdadeiro purgante e vomitorio de
Le Roy chegado ltimamente de Franga :
na ra Noval). 6 loja de Guerra Silva &
'-------"" ""
tsr Um sobrado de 2 andares e soto cor-
rido formando 3 andares para a parte de
detraz ainda novo com grandes commo-
dos grande armazem ladrilhado de lagedo ,
com a commodidade de ter embarque a toda a
hora na porta por isso muito proprio para
qualquer Sr. de engenho : a fallar coin, Joo
Henriques da Silva junto ao arco de S. An-
tonio.
tsr Sola de primeira qualidade couri-
nhos de cabra e bezerro por prego commo-
do : na ra da Cadeia do Recife loja n. 17.
tsr Um cavado bastante grande de boa
figura bom passeiro e de oulros carre-
gos, russo e ainda mostra algumas man-
chas de rudado, proprio para carro : na pra-
ga da Boa vista botica D. 10.
tsr Urna duzia de cadeiras de Jacaranda ,
e duas bancas de amarello ; tudo por prego
commodo: na ra do Queimado loja de fer-
ragem D. 2.
tsr Um sobrado de um andar na ra das
Trincheiras com grande quintal murado,
e cacimba em chaos proprios por preco
commodo : na ra da Cadeia do Recife n. 12.
tsr Manoel Antonio da Silva Mota vende a
dinheiro ou a praso o seu sitio da Ponte de
Uxoa com boa casa todo plantado, e bom
embarque para o rio Capibaribe.
tsr Urna barcassa com seus pertences,
precisando concert de carpinteiro ; para ver
no forte do Mallos e tratar na ra do Cal-
dereiro casa novada parte do nascente.
tsr Urna alambique de cobre que destila
em 36 horas urna pipa deagoa ardente con-
tendo as seguintes pegas ; caldeira de fer-
ver esquenta garapa, e serpentina : a fal-
lar com Manoel Joaquim Carneiro Lial.
tsr 50 pipas arquiadas de ferro prom-
ptas a receber algum liquido: a fallar na ser-
rara de Manoel Pacheco de Queiroga.
tsr SolTalode quinino man, salga par-
rlha ; um preto ollicial de carpira um dito
refinador de assuear ; e urna venda com pou-
cos Tundos, a prasos largos urna vez que a
firma seja a contento : na ra da Mocda n.
141 escriptorio de Firmino Joze Felisda Roza.
tsr Urna rede nova do Maranho muito
propria para tipoia com os seus competen-
tes cordes : na ra da Cadeia do ReciTe De-
cima 5.
SS* Vellas de carnahuba de superior qua-
lidade 320 rs. : na Boa vista beco do Ve-
ras D. 10.
ESCRA VOS FGIDOS.
tsr Desencaminharo-se5 escravos, ain-
da novatos n'esta praga por terem chegado a
pouco do Para sendo um cabra de nomo
Leandro ; um acaboucolado de nome Manoel,
e um preto Mogambique de nome Ignacio ;
todos de estatura mediana, o bastante rc-
forgados representando terem de idade 50 a
40annos: quem os aprehender, ou delles
tiver noticia dirija-se ao escriptorio de Joo
Piulo du' Lemos &Filho que ser generosa-
mente recomp"nsado.
MOV1MENTO DO PORTO.
NAVIOS EMRAE0S NO DIA 26 DO PASSADO.
Aracaty; ludias, Hiate Brasileiro Flor das
Larangeirasdo 54 tonel., Cap. Joaquim
Pereira equip. 9 carga couros e sola :
a Joaquim Domingues de Souza.
Ass ; lOdias, Patacho Brasileiro 4 de Maio
de 155 tonel. Cap. Francisco Joze das Ne-
ves equip. 6 carga sal e palba ; a Joa-
quim Gonsalves Ferreir.
EN Til A DOS NO DIA 27.
Ass 13 dias Brigue Brasileiro Mathildes
de 2oo tonel. Cap. Joaquim Pedro de Sa
e Faria equip. 13 carga sal : aos pro-
prietorios Viuva de Gonsalves Ferreir &
Filhos.
Halifax 44 dias Brigue Inglez Granville de
126 tonel. Cap. Hugh Lyle J. equip.
9 carga bacalhu : a Me. Calmont Philadelphia ; 55 dias Patacho Americano
Ariel de 152 tonel. cap. S. D. Gregg
equip 8 carga farinha de trigo e fazen-
das : a Matheus Austin &"C.
SAHIDOS NO MKSMO DIA.
Boston : Patacho Americano Argali cap.
W.m E. New carga assuear.
Bahia ; Brigue Inglez Granville cap. Huhg
Lyle J. carga a m^sma que trouxe.
Rio Grande do SuT; Brigue Brasileiro Feliz
Destino, cap. M.inoel Pereira de S car-
ga diversos gneros.
Rio de Janeiro ; Patacho Brasileiro Bella Car-
lota', cap. Francisco Joze da Silva, carga
divervos gneros.
RECIEE NA TVP. DE M. F. DL Fs 1842


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