Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:04477


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Full Text

-

Anuo XXVIII
Quarta teira 31
N. 13.
DIARIO
mujo saorur-oAo.
PAOutairro Aduntado.
til trimestre............4/000
Por semestre.............8/000
Por (DDO ..............1S/000
PlOODBKTlO OUTIIHKSTX.
Poi quartel............. 4/TKM)
If OTICr Aa BO 1MPCHIO.
Pira..... ide Marco Minas... a de Marro
Haranbio 8de dito |S. Paulo, 4 de dito
Cear... Itdedlto. |R. de J.. |8 de Jilo
Parablba. |20 das Di. un ANA. AWDIBJTOlAg.
29Seg. S. Uertholdo;! J.iiod Orpao
ai. Joas e Paitor. 2. eS.it K) horas.
30 Terf.S. (.lino. i. varada civel.
31 puart. S Halblaa. !3. eb\ an meio-dla.
I Qul.it. Macarlo ; S Faienda.
Suintinfano. .1. e6. iio borai.
.mi S. Mi ii mu. I 2 rara lio cit'.
3 S.ih. S, Panoracio. 1. e jabados ao melo-d,
4 Dom. re Ramos, eS ableeie.
da Quareima. (Tercas e sitiados.
inuulDU,
Creiceate 27, as i horas e 4t minuto! da I.
Chela a 4 aoa 6 minutos da sis.
Mingoante 11, as 9 hora e 41 minutos da t.
Nova i i J, as i| horas a 26 minutos da ma
miaiiii ion
Prlmelra I hora e l& minutos da tarde.
Secunda 1 hora e 49 minutos da manbia.
Galanna"* Parablba i aegunda e lextaa-
feiras. ,'
aio-Craode-do-Hort, todas ai qubataa-Ielra
ao mel da,
Garaubuna e Itryao, i 8 e 23.
Boa-Vista,/' es,al3e28.
' Tictoria.as qulntai-ff!rlj _
Ollnda, todos o dlai.
afOTIOIAa aXBAUfla\Aa.
Portugal, 15 de Fevr,
Hespaoba. o de dito
Franfa... 7 de dito
Blgica... da dito
Italia.... dedlto
Alemania. 3de dito
Prussla ...3 de dito
DlnamarcaSl de Jnr
Russla... 9 de dito
Turqua.. a4 de dito
Austria. ?*"'
Siiiiia.i. I dedlto.
Succla.. 30deJanr
lDglat>alOdeFe.
E.:ilDl>. 38de Janr^-
Meilob.. 2 de dito
CallfoHa 2 de dito
Chlll. 1 2 de dito
Hueno.A.'"'''"-
Montaveo 16 de dito
CAMBIOS DE 3 MAB9O.
Sobre Londres, a 27 a 60 d.
Pars, 355
. Lisboa,90 por canto.
MITA ES. __.__ (
Ouro.Ooeai heepanholae............ 9.
, de 4/00................ JJIJJ
pt.tt._PatiCc.etbriaile.:o...........' ItW
Petos columnarloa............ ,{,
Dltot meiicanoi.
1/800
>
Aos scnhores assignantes deate
Diario.
Como hoje termina o quartel, os
senhores aosigoantes que anda 9
nio pagaran. queiram mandar
sati.fazer a raiao de 4>5oo rs. ,
como est marcado, e nao a 4,000
rs., como algunaentendem faze-lo,
sem para isao terera direito: do se assigna ubi peridico, deve-
se olhar para a cotidicoe.s da subs-
cripcao, e se nSo convm nao se
atre assignaWTc.; mas, n86 he de-,
pois do tempo vencido, que se quer
obrigar a receber por menos do
que o preco do contrato.
O Sr. Pirmino de Millo : A assesnbla cita
eus seu direito.
O Sr. Aauiar : Eu nao digo o contrario,
nesn pretendo que a assembla falte o direito
de decretar acreacaode csdelras deprime!, biblioteca publica Como quer o pro-
remo autori.ado para i.so, demecesssrios mo, nSo pode entrar a verba de sua detpe-
se fasesn actos leginativos especles, e at za no projcto da le do orcamento provn-
nsetino se a asiruiblea nao julgaise utsl esta citl que mpresso j fui de-tribuido e dado
snrdlila, nao teria Investido o governo desse pira a ordem do da ; e desneeessaria por-
poder.... que a loriga esoeriencia tem moslrtdo que
10 alguna estsbelecimentos de igual especie, e
(1111 a 1 n-a, e me ajudem mulilicar esta 1 portante, marctodo-ge-lhe msler quota*
projectode luxo. -K qual a rallo porque nos nSo haremos
Me parece Sr. presidente, Imprevista, e;ttmbem de ter urna biblioteca? Acaso a
desnecessaria na actualidades ciar;5o de oidade do RecifeeeU em oeioret circunstan-
cias que as nutras? 6s parnambucanos
O Sr
tos.
PARTE OFFICIAL
Gommando daa armas.
Quartll general na cirfcitle do llecife 29 di (or-
co de 1852.
iiimikm or n a. 81.
Manda o Sr. tnar<'chal de campo Antonio
Correa Sera commandante das anuas, em
vista da commuuicacio que Ihn fizera u
Exm. Sr. presiJente desta provincia em da-
ta de 97 do enrrente, fazer publico pira os
fins convenientes, que Sua Magostada o Im-
peradur houre por bein em aviso do minis-
terio da guerra de 28 de fevereiro ullimo
conceler lici*iii;a para continuar a residir
nesla guarnirlo aoSr. esptalo da terceira
classe do exercito SebisliHo Antonio do Re-
g Barros.
Candido leal Ferreira,
Ajudante de ordena encarregado do detalbe.
..... aiai. ai., outros como o de chynica, physica tSo im-
avUI do Cabo tinha ou nio a capacldade ne-, P"is de grandes desperas sem maniresla u-
cessaria para possuir urna cadelra de pslrnei- tllidado.
s li'tras para o swto fesninino, nio deverls- A bajil poucosannos-o-Bxrn. Sr. bario da
iiini.'i'it'r inflArero^ r pedlr-lhtt^ai'nrioa.
riles a"cs'ie respeHo, aUm d'e pode'mos legis-
lar com conheoiaienio de de causa ? .....
O Sr. f'irminii ilf AVe'io 1 A prendencla no
seu relatorlu inostra cssa necessidade.
O Sr. guiar : Conslota o nobre snembro
que Ihe diga que esti engaado. Aqui e*ta ore-
latorio e nao vejo, que lie f 11<- n cudeiras de
priinelras lettr-s para a villa do Cabo, diz siin
que he oecessario ssselhorar-se a snstrucc^o....
O Sr. Pi'mfns tic Sfi'oi Kntao como se
?io faz ludo, nio se fca nada !
O Sr. Agotar: Por esse theor de argumen-
tado etsspregada pelo nobre deputado, he oe-
cessario que, se cririu escolas esn qualquer
povoado e esn todos os lugares....
O .ir. iVirmino : He pela importancia da
comarca.
OSr. Aguar : Nio te trata da isnportan
ca d
Boa-Vrtt-*D* r:-.a.tr:i daynafiic'. a*
tsbeleceu nesta cidade um gabinete de chy-
mics,e physica com o qutl gts'ou, segun-
do me informam, vlnle a oito contos de rs.
e o resultado de tflo nobre empreza foi aci-
bar-ie essegsbinete poucos annos depois
e actualmente Ignoro o desuno de seus im-
portantes instrumentos.
Criou-seum gabinete de litteratura, que
nunca foi frequentado; so servia para fa-
zerse despozas, e despezss sem proreito, e
por lim aeus livros jaiem talvez em algom
lugar immundo servindo de pasto as tra-
5s.
O Sr. Maciel Mnnteirn i Da um aparte.
presaran menos a inslruccjlo. serio menos
aptos para um estabeleclmento dessi or-
dom i Senhores se Pernamboeo a nenhuma
provincia celeopsaso nCcarreira da gloria
em fritos heroicos, em prodigios de valor,
tambem nio dere deizar que oulrt qualquer
se Ihe avantsja na carreira da liustrario
(apoiados) lima biblioteca .publica be es-
(aialrcimento da qualquer cidade eivili-
sida....
O Sr. Barros Falco : li nSo degeonhe-
*> iato: quro saber, te fotpnvsivel, se os li-
-VP'Ja-tW^VbiiiJto literario eilo en bom -
Udo....
OSr. Porlella : Trstarei disto. Disse-se
que n3o ae tirara multa utilidate de tal
cretcio, porque lies eslabelecimentos qus-
si sompre teem o lim que leve o gabinete
Iliterario. Ptrece-me.Sr. Presidente, que a
comparacSo nio foi inulto feliz. Nio sei se
eittre muito i par das rases porque o ga-
binete Iliterario chegou esse mau esta lo,
queae diz: us o nobre deputado s que quando se organisou o gabinete ilitera-
rio os partidos polticos nio eslavam como
ao depois se tornara m ; sabe, que o gabine-
te, aegundo lenho ouvido dizer, lioha por
membros homens de todos os credos politi-
astem ilgum desses
dt bibiolheca.
emooDsopsir, em
irla i bihllolhect,
or& !(risadas ge-
* ,ou 8 dias.no pial diz o Sr <"'"
a lor Figueir. de Mel.o.Jfe s desUcaiTi-u-
t, de polica pouco servico prestAVam, por.
ue os oniciaes ersm cobt'des ..
^ O Sr Barro* raido :-Foi -efenodo-se ao
Limoeiro ; issojs esti B"llp1"loN.0 0
OSr. Vertir dt Carvalhu: -INSo si o
que ei. pelo que li, he que os destacamen-
tos fugitm dos seus po'tos... ,.,.....
OSr Firminode Mello i-A administracao
rszSo proce lesseLj, provjncia era a culpada disso...
esta assembla, Sr. rerelra de Carvalho -k adminitlra-
flera ser q^rfo di provincia So tira a cor.gem ana rio-
c0*s publicasl ^en,_ queiem por seu primeiro ever.aus
'""isaca..... [tentar osen posto de honra...
i que se he obrigalo a Ir de cj&p0 de poli 1 o Sr. Barros t'alea'o : tu no vi o do-
ot Sr. Deputado:-yr,a roti0 ailar de|bre epuua0, no da 2 de fevereiro no
ca, porque os olioaea lendo'',i1,in do ca-|elfflDP..
farda atacada at cima, nywreriuie s"to-'|(,estes,.nra saldar contai": na ve"n-
0 Sr. Vertir de Carvalno: Nio eslava na
sejel que se encare
empregados do sei
Disseae lambe n
raso do clima,nin
vestido, por causa
raes)
Um Sr. deputado Vio
Outro Sr. deputnd : 1
Ou ro .Sr. deputado :
em sninga de camisa....
OSr porlella:&a eat
nSo deverit tambem haver
ou a hora da sess0o nSo desr ..5
he: nio deveratn haver repa,ft(i,Mea.
r de limito...
o ler de palito...
nio de jaqueta, eu
PEBMAMBUCO
ASSEMBLA PROVINCIAL.
SESSO KM 26 DE MARCO DE 1852.
Presidencia do Sr. Dr. Pedro Cavalcani.
(Conclmo.)
O Sr. Maciel Uonieiro '. ( Nao devolveu
seu discurso.)
Vil mesa e he apoiado osegunte requeri-
menio:
Arqueiro o adtamenlo dn projecto at que
sehaja resolvidoa creando de una rscola or-
mal de astruc(o primarla. Maciel J/un-
ttiro. -
Sr. Pirmino dt Ahilo : Senhores, o nobre
deputado que combateu o projecto em dlscus-
sao, baldo de raides para mnstrar a sua iuuiili-
dade, appellou para o aeu adlamt*nlo, al que
ae estabeleiesse nesta provincia uina escula
normal; mas, alm dus fundameutns em qut>
me eilribei para lundainpiitar o pntjrcto que
ae discute, e que uo furaui destruilos pelo
nobre deputado, apesar ti babllidadc que o
distingue nesta ca*a; elle, alm dlsSn, tem an-
da a s^u favor a lei provincial de 10 de juubo
de 1157, cap Ia, art 7, qui dU ;(ti)
A* vista pois da referida lei, e das razies que
tenho expendido de confonnidade com os es-
tylos desta aasembla, foi que aprsenle! o pro-
jecto que se discute : nao vejo porin que baja
necessidade de adiainento, appellaudo-se para
o estabeleclmento dessa escola normal; por-
que se essa escola melborar a coudicao da ius-
truccSo publica vlr iiials esta razo em pro*
vello do projecto que se discute ; mas nao ve-
jo qne dahi se possa tirar argumento para elle
ser adiado, e tierna i % se pur acaso se nao aprsen-
la r na presente sessno a referida reforma? He
claro qne ficar prejudicio o projecto, e por
conseguinle a instiuceo publica soffer Pur
con*equeoca eu emendo, que nao lendo sido
combatida a utilidade do projecto que se dis-
cute, e sendn-lhe prejudicial o adiainento oll'e-
recido pelo nobre deputado, deve aquelle sub
sistlr, e este aer despresado.
Voto pois contra o adiainento, c a favor do
projecto.
OSr. Jguiar: -- Sr. presidente, ..'o teocio-
no Impugnar a Idea do oobre deputado, ncm,
de iiitnlii parte, oQerecer obstaculus que ba-
ja na villa do Cabo uina escola de prmelras let*
tras para o sexo feuinim; porque inuito bem
pode acontecer que a populacu daquella villa
exija imperiosamente a creaco dessa escola;
porin estou persuadido de que a assembla
provincial actualmente nada tem a euteuder
com essa creaco, uem sobre ella deve inter-
ferir directamente, sendo esta a rallo porque
tambem tenclono volar contra o adiameuto.
Eu emendo que a assembla deve oceupar-se
daquelUs medidas, que, cabendo na espbera de
suas atlribuicdes, aluda nao tiverem sido pro-
viilcnciada^^a para ns quaes o governo anda
f e*ei"quee aio dem eats" c.rcumtVaricial?
uina re que para isso j teuha o governo a
precisa autorisafao e potsa fat-lo lodependen-
temente de um acto legislativo...
O Sr. **'irmo de Mello : Mas a assembla
tem ou nao este direito?
( Sr. Aguiar : Urna ves, re pito, que o go-
verno esteja prvido do oecessa'io poder em
viriude de lei j eiisteole e promulgada, he
claro que elle e nao a assembla se devem
dirigir os que preclsam e reclamam essas me-
didas. Estando o governo da provincia aulorl*
sido aonar escolas uaquelles l>'garea que as
exigirem e eativerem naa condices de as me-
recer, lie evidente que a assembla nada tem
com isio, porquanto j delegou aou.esmo go-
verno o direito de conhecer da idooeldade dos
lugares e o poder de crear as necessarias es-
colas...
OSr. Firmino de Mello: He sobre a polica
das escolas.
O Sr. Jguiar : Istn dii o nobre deputado
porque nao entendeu bem a lei de 9 de juuho
de 1*37 no artigo ?. Diz esse artigo. = Crear-
ae-hao as villas e povoados, aulas de prliuei-
ras lettras para meninos e meninas, onde possa
habitualmenie frequenlar, atteula a populacho,
tanto eslas como aquellas, viole e cinco alum-
nos, devendo ser supprimidas, logo que por
tres annos consecutivos diiumua o dito nu-
mero ..
Sr. firmino de afelfo Mas nunca houvc
ea*a escola de que se trata.
0 Sr. Aguiar : -- Win eudisse que bouve, o
que acabo de asseversr beque o governo esli
autoi Isado pela asseuibla provincial a crear es-
colas de primelras lettras uaquelles lugares em
que vioteecluco alumnos ou aluiunas possam
freqnenia-las se a villa do Cabo est nestas
clruinstsncias, ae a sua populaco a colloca as
condices da lei citada, cumpre a cmara re-
presentar ao governo, provando claraineute,
que easa escola pode ser frequenlada por vinte
cinco alumnas, e o governo, sem duvida. fara
aquella creaco, c dar parte a assembla para
que se marque quota para pagamento da pro-
le ssora...
( Ha um aparte. )
O *r. ^BHiar: Estou persuadido de que
nao seria esta a primeira cadeira, que o gover-
no bouvesse creado ciu viriude dessa lei, asslin
como j alguma lew maudado suppniuir
quenicm a aula, e nao se
populosa, multo grande &. porque a escola
nao he creada em reUcao a comarca, mas siin
em relafo ao povodo, que se quer dotar
cum essa creacn Por tanto, e em vista des-
tas consideraedes, creio, que o projecto nao
O Sr. Martn* \*ereira : NSo sei ; porem
poso tllirmur ao nobrn deputado, que ueste eos, eulretauto depois do exaltamento poli-
da da comarca, e lita da importancia e popu- momele venho do lyceu la vi uns intenta j tico, da intolerancia^muilos n5o quizerain
acaoda villa; o que em tal caio se deve bus- vo|umes que tratarn de chymica. e phvsics. oslar en conlacto uns com usoulros. Ain-
car averiguar he, se por ventura a v lia do gU.renla Ue mathemalicss, outros lio-, da OUlras causas concorreram para a deca-
Cabo.pode ter sempre '"^^^^ i u \* geometra, o uus Irmta de filoso-; dencia do gabinete : mullos metnbros, pes-
|.|i ,i. suas influentes mudaram-se, foram-se para
O Sr. Porlella : O que o nobre deputa-1 esta ou aquella provincia. Mta de urna ins-
do acaba de dizer he do lyceu, ou do gabi-; tituifio particular, que depende de um sub-
nele de lillealura ? j sidio itensal ter-ae lomado a etse estado
OSr. Martin Vereira :lledo lyceu. Nea- critico, nio ae segu que urna biblioteca pu-
pode ter approvado, eairetanto que: fafo vuto ge estabelocimenlo nio ha esnaco, eu salla blica, inapeccioiisda pelo governo, nSo poa-
\*yZL32 ^TZrTVu^Ja ihe n 1 < coWoe.r bihlioleca conve-1 sa crescer, e prosperar milito.
^^S^inVi.'Z att^USS[MmmmJStlA se fomo pavimento ler- Sr. preaidente, lodos nbsa.bernos que
do goveroo uina leinelhanie vaniagem para reo, que alm de pouco ventilado e claro, a noasa mocidade he a vida de tnslrucca.s :
01 habiiautes d'aquella villa. he demaaiadamente bailo, e hmido. stbemos que nem lodos tem os meios uffl-
Asslsss, Ja v o nobre deputado, que eu Voto pois contra o projecto que ae descu- denles parta compra dos livros necss-
oio sue opponlto idia comida oo teu pro- [e porque Dio enxergo com a enaguo da bi- ros, e nem mesmo lodos tem noticia dos li-
jecto, roas opponho-ine sssanelia pela quai ijotec como se quer criar, essa grande vros mais importantes, que ha : o quereme-
a preieode levar i effeito. eaiglodo que Taca- nece8sjjaJe que a provincia tanto reclama deia urna bibliotlieci publica.
...os aqu.llo que o governo e.ta autorliado reM1|iemplos benelicios a loJos seus I Disse o nobro deputa Jo ( o Sr. Barros Fal-
"'sr. MaeUl Monleira: .-(Nao restituio o habitantes ; salvo se.o honrado autor do ci J que os livros do gabinete litler.no o
eu discuno.) projeclo tem o louvavel Um de apadrtnhir astaagadas: eu posso tsseverar ao nobre
Submetti.io discussao o projecto com o re- alguetn para o modesto lugar de guarda da depudado que existem 1,334 volumes alain
requeriineuto de adiainento, lie este appro- biuliolect com o pequeno ordeuaJo de seis de 30l> e Unios, que andam fura do gabine-
vado. ceios mil rs. Se assim hs (o que nio ar- ta ; que algunt estioem muilo bom estado,
2." discusiao do projecto numero s. que cria (|)0) v0[0 pe|0 projeclo... I a manir parle em solTrivel, e muilos em pes-
uuia bibliotl.eca publica. OSr. Porlella : Sr. presidente, V. Eio. simo estado. Mas saiba tambem o Dokra
OSr. Horro, ralcio. -- Sr. presidente, vendo permiUir que antes de entrar na dis- deputtdo que para se conservarem as bi-
MP&US;pT:d.17.?r.00.T0,,S cussiPo.eu tehsqde observar qu. t.ao pos- biiolnecs^visto^ue da contitiu.,.. leitur.
encelar a discussao. que jolg necessarla para SO descer de minhs diguidade, nem faltar resulla eairagarom-se os livros, ho preciso
nseu oreniausento; desejo prestar-lhc o ineu ao respoito derid.) Casa para responder as que de tempus cin lempos sejam reiunna-
voio, u.aa uesej.va pri.ucira.iieute. que o aeu ultimas express *s do nobre depulado, que dos. Miso que tem o estaJo do gabinete
nobre autor me desse os precisos csclareci.nen- acaba de lallsr. ^apoiados.) I Iliterario com a croacSo de uma biblioilieca
I7m Sr. Ueputad:' : Entregue ao despre- publica ? Por ventura o projaclo que apre-
zooquoelle.lisse... isentei, diz que se comprem os livros do gt-
Oulro Sr. deputado: He o que mere- binete? Bllatodo essa porgio de livros,
(9,., I estando ellas em bom estado, o poden lo ser
OSr. ilarlins Pereira : Eu tambem en- comprados por preco rasoavel, onteu.io que
tregarei ao desprezo c que o nobre deputa- o goveruo os devera comprar para a biblio-
do disser... | 'heca ; mas nio diz islo o artigo que esta em
O Sr. Porlella : Eu corro um veo sobre discussao.
isto... Sr. presidente, apresenlando este I O nobre deputado, que Mlou em ullimo
projeclo consIdenrjUo dt casa, aempre lugar, disse que recouhecia a uttli lado de
suppuz que quando alguem livesse de com-1 uina btbliotheca.e desos (oermilta-me que
bule-lo,o Olease encarando-o por outro lado Ihe diga) parece ter cabido em contradic-
quo nio o da utilidade da i.lea n'ella conli-! co, quando avancou que esta lei apresenta-
da; mas dizer-se que o projeclo que se des-; di era mutile imprevista. Ora, inuiii, b-
culo he intil, na verdade muilo me mar- vendo dilo antes que era de utilidade I....
vilha. Parecia-me desnecessario entrama!, O Sr. ilarlins Pereira: Eu quiz dizer
demonstr.fao da utilidade, conveniencia, o inexequivel.
tus a icspcito dos motivos que o tnoverain a
apresetuar esse projecto, Sr. presidente, to-
dos nos vimos que un. gauiorle de leitura cre-
ado a poucos anuos nesta cidade por cidadaos
amantes das huet, que encerrava mui exce-
entes e escolhidas obras, e que pareca ali-
ancar looga duraco, e mol felues resultados,
^steve quaissempreco.no que abandonado, e
|ue iiiui desappareceo de todo, restando a
penas de se.i.ell.aute rstabclecimcuto de tan-
ta utilidades para nossa provincia algu.nas
obras que ale... de truncadas, caistem actu-
almente e.u completo estado de ruina. Qual
pois a ralle de se.uelhaute abandouo ? tu o
ignoro, e por isso desejo que me csclareco
a este respeilo. Sr. presidente, be cerlamen-
tc de su....na necessidade, que leubau.os como
ouiras provincias ad.autadas c.n civiliaco,
urna bibliOtlieca sonida de escomidas obras,
oudc vamos eocoutiar os conheci.nenlos
que nos fallare., ou lortilicar oque ja possui-
tuos; mas he persiao que primeira...ente con-
sultemos as forcas de nossos cofres, e depufs
a utilidade que puderemos ja tirar desse esta-
beleciinenloem relafo outras que lamtie.n
precisa..tus. Principalmente temos de laier
com esse estabeleci.i.euto que se pretende, a
dispea deUOfOUOreis con. um e.i.pregado, e
4:(IU^UUU rala, com livros auuual.ueotc, ea
onde vamos cullocar? Ma lyceo dii o projecto.
Ora Sr. presidente, crear mua bibliolheca no
lyceo para que os empregados delle, alm de
seos arduos trabadlos, traten, de mais desses
bvros, e islo se... ueubu.ua compeu de cedo exigir ...uno d'elles O servido gra-
tuito i ni these, he sen.pre lualfeito, euiugue.u
deve ser abrigado a faaer uiaisdo que deve, ou
duque pode. Pegunto co.u a melliur IiAj f ao
nobre autor do projecto, e desrjo que me iufor-
...e, se realmente acha que a sala que esco-
Iheo no lyceu, tem a capacldade e proporedes
necessarias para servir ao eslabeleci.neuto de
uina bibliutbcca? Sr. presidente, em u.u pa-
i como o uosso, natural...ente calmoso uin-
tlif.i.ii val de casaca a essa sala estudar u.ua
que deceno se nodam, e nem se poacVlT'Vj.
uo lyceu, e acoinodaces taes, importam em
muilo dinhelru. Coucluindo aqui o meu dls-
curco declaro a casa, que s tenl.o em vista
eolher iu.formacdet, a lim de poder prestar
eo... coniciencla o ...< u fraco voto.
OSr. Mar Uns Pereira : Sr. presidente,
como rsteja em lerceira discusaio o projec-
to o. 8 apreseutadb pelo honrado pritneiro
secretario o Sr. Poitella.cretnJo umt bi-
blioteca publica nesla cidade, ten luja p.s-
.-ado em primeira asegunda discussao J -
aapersebidamenle...
O Sr Portilla : Agora est em segunda
discussio.
O Sr. Marlins Pinira : Pois bem sem se
ter-domoslrado a sua immediala uliiiJade,
e extrema necessidade, ped a palavra para
provocara discussao.
A insliluicao de uma biblioteca, Sr. pre-
sidente, (mu.n qualquer oulia Instituicio
11 o da aos cidadaos instrucclo grtluila, he
de summa importancia, e utiliiade; mas
quitan, que islo fosse dito, e demonstrado
neste recintho, aflo de cohoneslar-se a
despeza, que o projeclo estabelece ; porui
cuino assim nao se ha procedida, neg o
meu voto ; tanto mais quando o estado li-
nanceiro dos cofres provinciaes nBo ha o
mais lisongeiro, e precisamos da dinheiro
para as obras publicas.
A poucos das Sr. presidente, se disse nes-
ta casa que era de absoluta necessidade hs-
ver toda economa, aluda mesmo que a des-
peza livesse de recahir em obj'dos de reco-
nhecida utilidade ; e ueste sentido acaba a
assembla de dar uma prova'de reslricla e-
couomia reduzitido a despeza de uma ver-
ba, cuja imponencia era applicada em pu-
blica, e notoria utilidade. E para que eat
casa conlioue como he de esperar de seu
patriotismo, a seguir os mesmos principios
de severa, e permanente economa, e que
eu tambem tanto desejo ; invoco o podero-
so apoio dos honrados membros que se as-
seoum do Udo opposlo, para que esclare-
vanlageos, que oirerece uma biblioteca pu-
blica em qualquer cidade, mormente de
OSr. Porlella: Entre inexequivel, o
inuiil ha muita dilferenca. Disso tambem
certa ordem, como a cidade doHecie, quo que era imprevista, porque nao linba sido
por todus os respeitos nos deve merecer.ainda apresenlada a lei doarcamenlo. Ora
muila considerarlo. N8o sei mesmo, Sr. para que vero a lei do ornamento aqui ser
residente, si aera muilo alheio da quesUo discutida ? Nio he para llid addiciouarmos
lor....
O Sr. Porlella :Qoaoto a dizer-so que o
pa'z nSo esta habelitado para.' ler umt bi-
bliotehca publica, parece-tne que ji res-
pond, parecece-me queis)ohe de alguma
mneira offender os bros da nossa popula-
cho. Os Pernambiicanos.em todos os lem-
pos tem dado as provas mais exhuberantes
de seu amor instnirgV'i elles s,\o dotados
de sentimentos mui nojores.
Sr. presidente como/s est em discussio
o Io art. do projeclo, parecn-me quo tenho
demonstrado a utilidade da um. bibliotehra
publica,e a razio pa>rque deve ser annex.
ao lyceu termino aqui mitihas refloxes,
aguardando-mo para a discussao dos outros
arligos. 4
O Sr. Pamrd de,;Carvalko ISr. presiden
te, iiiin posso deizar de lamentar, ao ver que
na poca, presento, em que os homens de
arma, tratam a porlia de illustrar-se, os no-
bres iIimiitailus os Sis. II irm. Falcioe Mar-
tina Pereira I qun combst'ram o projecto, e
quo sSo homens de armas finjam uma gue
ra cruel, uma guerra terrivel, uma guerra
de exterminio, a iostructio desta provin-
cia.... '
O Sr. Barros Falco :--N3o se entende is-
so comino, deve-me excluir desta queslBo ..
OSr. arl/ns Pereira : Eu nao sou das
armas, sou an.phihio... ( risadas geraes. )
OSr. Pereira de Carvalho :Sr. presiden-
te, eu lamento ainda mais qmndo conside-j
ro, que estando em discussao um projeclo
que nio oflende inleresses de pessoa algu-
ma, um projeclo que trata de crear um
Insliluicao reconheci la inquestionavelmen-
to precisa todos os paizes ilustrados, e
por maioria de rasSn dos paizes que o nio
alo, aonde por conseguinle hi mais neces-
sidade de instruyan, ver entretanto os no-
brea ilenu'a lus coinbale-lo.
Sr. presdeme, se eu quizesse sustentar o
projeclo nio precisava de outros argumen-
tos mais do que os que me forneceu o no-
bre deputado que o combate e que fallou
em penltimo lugar. O nobre depulado que
rendo, impugnar a utilidade do projecto ;
disse que elle era intil, porque n3o era
muito preeiso. Ora Sr. prosidenle o que
nao he muito preciso, he sempre alguma
cousa preciso, sn3o tanto, ao monos quan-
to por conseguintn, se a inslituico quo o
projecto cria he precisa, como eoofasaou o
nobre deputa lo, ain la que 30111 o querer,
logo o proj 'Co lio iie ulili lade ; o como diz
o nobre deputalo que lioinutil? Ilomister
Sr. presidente, ter so renunciado a faculda-
de de pensar ou formar systetna de guer-
rear tiidn quanto apparo.;a nesla casa, e que
leuda a trazer vanl.geus retes pira a pro-
vincia cmhora cusa de pequeas despe-
tas em desforco de ter-se ruduzdo o pos-
aos! do corpo do policia para assim se di-
minuir a despeza, que com o mesmo se
faz. Eis a origem Uo toda a oppositjSo.
( Apoiados. ,1
lim Sr Deputado : He esse o cavallo do
batalha...
OSr. Pereira de Carvalho :Toda a oppo-
sic8o proce le da 1 o 1 nc.",ii, que se fez no cor-
cidade, mas ae eslivesse, e no campo, e fu-
gisse, estava-me menos mal, do que esla-
rja algunt ofllciaes que fugiram. Sr. pre-
sidente, rogo a V. Exc, que quando nio es-
tiver na ordem, me chame ella, que eu se-
rei dcil. Eis-aqui o ofllcio do Sr. Pigueira
.le Mello de 15 de fevereiro, publicado no
Otario de 17 do correte; eu passo a ler um
trecho do mesmo. Em primei'O lugar dtrei
a V. Exc, que ae as communicaco'a dos-
acontecimenios havidos nio mencionei um
s servirjo, diligencia, ou estorbo bem suc-
cedidu ia polica em relacSo quelles fac-
los.de n. 11I111'ii mudo io..lo isso deslustrar
aos seus agentes, porque esses movimen-
los apparoceram de um modo inexperado,
eas autoridades policiaes, oro vez de so
acharom ajudados de forpa publica suQlci-
ente, se viam pelo conirario rodeadas de
fracos dnstscamenlos policiaes sem disci-
plina, algunsatsem municoes, quepor
'" cobarda dos oommandanles, ou pelo dimi-
nuto pessoal, eram os primeiros a entregar
suas armas aos amotinados, etc.
O Sr. Mailint Penira :--Nflo he essa a ma-
ten, que est em di.cussao..s
O Sr. Pereirn de Carvalho :He 10 Sr. pre-
sidente, que compete cnamar se ordem,
se o Sr. l",mi;, lo he o presdanlo v tomar
o seu lugar, eae o nao he... (fezsigoal para
que se cahsse.)
O Sr. Marlins Pereira : N3o calendo de
entrar nesle deseiivolvimeuto; mas como quaesquer medidas, que sejam reconhecidas ('po de polica ( apoiados )...
os nobres depuladus, queacib.m de fallar, I necessarias ? Parece-ine que sim : ella en- O.Sr. Barros Falcio : Salva a redaccio.
dizem que lio luuttl a biblioteca, que o pro- Ira em discussio, sofTre emeudas & o Sr. Pereira de Oarvalho : Sustentou o
" '"''>-, nobre deputado ( o Sr. Marlins Pereira ) que
a-i a despeza era imprevista, por n3o oslar
ido comprebeoJida na lei do orcamento. Eunio
I veioSr presidente, que soja rasSo bastante .... p. guerre.r-se ,,m proj-cto, o io ler-se ~- fSa^SUSBftJC
le- na le do ore. melo consignado t quota [ne.u relr ? Nao deve.noi por
jeelo propoe, permilla-me V. Exc. e a casa,
que eu entie em alguma demonsiraQio.
Se he ocioso apresentar consideracOes pa-
ra provara utilidade,econveniencia di ins-
truccSo publica, e seu derramameulo pelo
povu, nio menos ocioso he querer demons-
trar que nos govemos representativos, go-
veruos que vivoin, e suslent-m se da opi-
no, he onde tnaisnecessana se lo ra a de-
vulgacao de bons principios, de sias ideas,
pois a upiiiiiio forma-se das ideas, e sem es-
las nao lia opiniao. Si he isto uma ver Jado
gcralmenle acceita, recebida, e proclaaiada
por todos, temos nos a ubrtgacao de promo-
sahtiolltiJ'Ccai...Ms pergunlarei, serao
pira islo ? aa escollas primarias e secunda-
rias, que mandamoa eslabelecor, serio bs-
tanles ? NSo exiatirao outros meios? Oi
livros, sim. Os nobres depuladoa nao po-
de. Bo desconhecer a influencia, que tem os
livros na socieda le, elles s.io por assim dizer
uma mola furtissiuia da poltica, e da civili-
sacio, s livros sio os depositarios do que
0 genio tem produsido de mais sublime
do que o patriotismo e a humanidade lem
fe.lo de mais nobre. Mas perguulo, pode-
1 Jo todos saciar sua sede de inslrucc.lo oes-
sas fontes da scieucia esses cofres de pre-
ciosidades inteliecluaes estarn ao alcance
de todos? licitamente que niio. Se pois
nem lodos podem ir o'elles ioslruir-se, so
gue-se que o goveroo deve tratar de propt-
gar por esse meioa instrucc3o publica.
iNnigiif.il al hoje Sr. presdeme, parece-
ma que poz em duvida a utilidade de uma
biblioteca publica: ellas foram acceilas e
eslabelecidas em todos os paizes, em
liuilns os lempos, e at na anligui-
dade : antes mesmo ta iovencBo da
impronsa, esse me 10 tao prodigioso de re-
proluzir n perpetuar o pensamento qussi
com a mesma rapidez do pensamento, exis-
tiam bibliotecas oas ci lades, que sa disiam
mais notavois, e ainda mesmo u'aquellas,
menos adauladts na civilisacio : em liorna
havia n -i) bibliotecas publicas: em Coos-
lanlinopla 30 e lanas os Turcos eram, por
assim dizer, tat fanticos pelos livros, qun
os particulares, que ttnham suas livrarias
eram obnga los, em seu testamento, dei-
xal-as as bibliotecas publicas. Na Europa
nio sei quantis mil bibliotecas existen ac-
tualmente: nos Estados-Unidos da mesma
forma. Entre nos, no Rio de Janeiro, ba
mais de tres bibliotecas, gabinetes de leitu-
ra ot, s a biblioteca publica lem peno do
eem mil volumes; d Miranham tambem lem
a sua, a di Baha coma mais de II mil vo-
lumes, e a ciba de soffrer uma reforma im-
Fallou tambem o nobre depulado em eco- nol>re deputado ( o Sr. Marlins Pereira ) que
nomia & Pelo modo de votar, que leoiio a- :j rjespeza era imprevista, por nBo oslar
presenta Jo n quesou amante da economa. ..
O Sr. Marlins Pereira : Nio parece
O Sr. PortiUa : Ja disse ao nobre d
putado que Ihe nio respondo apartes des- i precisa para as despe/.as que ocessiona esse
ta naturoza. Kepito, sou amante da econo- projecto. Se acaso a le do orcamento II-
mia: Sou zelosodu dinneirodos colTres pu- vesse passado nesta casa em todas as dis-
blicos mas queru que sejam bem econo- cussO'S ; se ja tivesse si lo sanee onada p-la
misados, para serum bem gastos : .Nao que-' presidencia da provincia, ou se fosse urna
ro que se econoinise por economisar, mas arca santa, em quo 11.11 fosse dado locar en-
queseeconomisa pira bem gastar... hilo procedera a argutaiontacio do nobre
UmSr. depulado :' lato lie que aecha- deputado, mas nio exiitin.ln ainJa ledo
mmica...
Sr. presidente, esta casa quando traelou da
reduoclo do corpo de polica, a primeira raiao,
...i o pritneiro fundamento do seu proceder nio
Toi uutro.seoao ecoooinliar os dinbelros pbli-
cos, para Ibes dar una applicacao mais vanla-
josa .il.iii de que eslava provado, que mesmo
quando o corpo de polica tatiiAteite plena-
mente os seus Una, nao havia motivo para que
sa coniervasseco.no mesmo numero de praeai ,
vi.to que era sabido que para a provincia li-
aba de vir grande numero de furca de prlmol*
ra tinha ; e .'.avii al... disto o esemplo da pro-
viim-i 1 o 1 Babia, que sendo Inqiiestinnavrl.neu-
le in.iior do que a de Pemambuco, pouco, a
po.ico a mu asaen.bla foi reilutlndo o corpo
de polica, a ponto de redmi-lo, segundo me
'I .1.11 un .1 H e pi .i^-.m. eo gove.uo geral i.,
auilllando este desfalque, esta falta de pol.cia
OOtn tropa de priueira liaba. Eu julgo que nes-
ta casa se nao disse aluda, mas eu digo ago-
ra ; que se alguma cousa pode recoininen ar
1 actual legislatura gratido dt provincia, be
sem duvida o llicto de ter redolido e corpo de
policia, como o que fez una economa de 40
50 contos de r.s, que prjde.u inelhor.nente ser
appl.cadns na construccao das estradas,e outras
obras de cuja falta muilo se relente a pro-
vincia., ..
O Sr. Ilarroj FaleSo : Mas cu nao contestei
isso a nobre deputado.
O Sr. Pereira de Carvalho : Nao vejo, pois,
r.i.ii para argumentar-se conira o projecto
com urna economia material, uma economa
estpida. Para que qneremus 110. dinheiro noa
cofres pblicos aMerrnlhado ? Para que ftm ?
0 que se farla com o dinheiro nos cofres 1
USr. Marlins Pereira : As estradai.
O Sr. Pereira de Laivalha: Logo segundo
o pensamento di nobre deputado, segundo a
sua economia material, ne.n para as estradas
devia 1er applicado ; porque ai estrad.a tiazem
deapeas.
Quando, Sr. presidente, se argumentou aqu
com o faci de alo ter prosperado a insliluicao
do gabinete Iliterario ; seroduvida, Sr presi-
dente, cu liquei surprehenaldn vendo etta no-
va forma de argumentar. Por ventura, porque
una insumirn u.'.o te..- bom reaultado, pin-
ina economa..'..
tui)i- "<"""'" Pereira : -- Gastsrain-se 28
e plnsica,' eAVacta'iA vaKuieJe iIa chimica.
O Sr. Crrela de Brillo : Acho que a ci-
fra esta exagerada..-.
O Sr. Porlella : E quem tem culpa da
terlidoa provincia un administrador im-
bcil, que Dio imilasse aos seus antecesso-
res, que nao cuiJasse dos melnoramenlos
della,e que deixasse que esses instrumen-
tos nio livesseu) o desuno que deviam ter ?
O nobre deputado nio podea negar que o
illuslrado administrador, o Ex. bario da
Boa-Visla, que gaslou essa diuheiro, leve
em vista o beuelicio da provincia ; e se gas-
lou essa semina que diz o nobre depulado,e
que 080 me record de tel-a encontrado em
orcaiflento algum, gastou-a muito bem, por
que d'ahi podara tirar a provincia grandes
resultados. (apota ios;
Disse o nobre depulado, que fallou em
primuiro lugar, que a bioliulneci no lyceu,
tena o inconveniente de nioguem la ir : eu
nSo sei, Sr. presidente, que rasio ha para
ae alllrmar iato ; uem o nobre depulado t
disse. Vejo que o lyce ha um estabeleri-
iiieuio publico, um esiibelecitnento de los-
trcelo, de inslruccao secunda.ta, nico,
que temos nesla cidade; parece-me pur
tanto o maia proprio, em que pode ser col-
locada a bibiiotheca.
O Sr Corda de Brillo : Tendo mais quan-
to aconomisava o pagamento de aiuguel de
uma casa....
O Sr. Poricl.i: Sr. presidente, a crea-
co de umt biblioteca publica iraz a idea da
1 Eu n3o p siso comprehen-
ra de argutelnia<*3o, porque
ella nova rleiraiaeiile, es-
orcamento, porque, o aue existe he um
projecto que por ora nBo .leve as honras da
lilMilVaaln o-.o<- ma ordiii.r.i combaler-seo projeclo s ybrque'a despe-
za segundo o nobre deputad^j he imprevis-
ta, por nio ler sido cuair_bandida na lei
do orQatnento?
der osla maneira
para mim he e
Iranha, excede i mittlia fraca cumpre-
bensflo.
Disse mais o nobre deputado, que para
sermos coherentes, deyiamos nBo votirpor
despeza alguma ; por/isso que se dissa que
os cofres pblicos estivsm liseos ; que nSu
podamos, sem uma rJecessiJade mullo pro-
va.la dessa uespeza vblar por ella.
Pnmelramenle, St. presidente, eu lamen-
to que o nobre dapulado, seja 13o fallo de
memoria ; qun nao se lembre das discus-
soes havidasnestt casa ; discussOes que 111-
teressando Ihe tanto deveriam ter-lha ab-
sorvidotoda a sua ttteiiciio. (juaudo se Ira-
tou de reJuzr o corpo de policit, u3o ae
disse que se tinha em vistt o osudo de pe-
nuria dos cofres pblicos; n3o foi esleo
motivo allegado, potsqua me parece que
nao ha essa penuria ; e apello para o Sr.
deputado Jos Pedro, que no seu rea torio
aprsenla os cofres da provincia em estado
al iisongeiro. A rasio parque sereduzo
o corpo de policia, foi para f.zer-se uma
economa uos dintieiros pblicos, uio por-
que os cofres eslivessem pobres; mas pira
dar-se urna applicacio maisutil provin-
cia da sonima que so economisava com essa
creacio de alguns embregados: eu porni reducto ; foi porque entendeu que era mo-
am.go da economa ( olntndo para o Sr. Ihor ooras publicas, do que 600 homens do
Marlins Pereira > atteadendo aos recursos! corpo de polica, para fugirem como fazem,
da provincia, quiz conciliaria necessida-: segundo assevora o Sr. rigueira da Mello,
des do servico com a economa; e assim OSr. Barros Falcao : -- bsla engaado;
vendo que os empregados do lyceu nBo es- como quasi sempre fazem, nio...
Uo lim sobrecargados de trabalno que se O Sr. Pereira de Carvalho :--Eu stnlo nao
oio podessem applicar a outra coust, pois ter aqui o olUcio do nobre deputado o Sr.
s se ocoupam das 8 horas ao meio da, de- ebefe de policia, publicado uo jofml da ca-
para leze-11 reviver t naa uevemos por
ventura, porque fumas mal succedldos, faier
nova experiencia? Eu enteodo. Sr. presidente,
que devenios marchar de outra maneira ; eu
entendo que todos as vezes que abortar uina
tentativa grande, u.ua tentativa generosa, o
faci de uma derrota, e.n ves de tirar-noauar-
rage.11, deve dar-uos ainda ii>aioraR(a, alii.i de
nos ouira vez, e com utai^njM| c ievar-iuo-la
nio siill'rcruius seguud "
* lflp,-e,id.nte. e.x.^a..qf1Vl'fact'rporque
>iu por experiencia propna. que muitaa vajet
que i. i. he cuitoso dcscobrir a causa real dat
cousas, e por Uto sou muito cul tadnso quando
se I11.11 de assigosr u.na causa a tal, ou tal
1... \... .abamos quaei forain at cauSHS da
decadencia do gabinete Itlteraito -, alm da-
quellas que foram relatadas pelo nobre autor
do projecto, bouve u.na causa de rauita consl-
deraco, uma causa que poderosamente concor-
reu, ou talves fosse a principal que deu a
queda nesse bello eiiabelecl.neuto. He sabido
que os socios do gub.ueie Iliterario eslavam
sujeitos a u.na cnntrlbulcio pecuniaria ; que o
que o gabinete Iliterario era pora elles u.u ver-
dad, iro onus, onus i que alguns hlaiu-ie tor-
nando impotentes para taiisfaxe-lo, e outros
ou purque nao precisava.n, ou por falta de pa-
triotismo, ou por outras causas deiiara.n de
querer continuar a carregar com esse onus;
esta fui a causa de decadeocla do gabinete ili-
terario. Noie V. Exc. que nio se tratou de dar
dest.oo aos livros, ou reparli-loi peloa locioa ;
oda um deixou de pagar aua contribuido
menaal ; e o reaultado foi a apparicio da urna
divida de um cont e lamo proveniente de alu-
gueisdecasa; divida que nio exl.liria ae 01
socios [issem constantes e.n contribuir com as
suas meusaltdades ; poruulo, ella foi a cama
real, a falta de dtubeiro.
Mai, porventura, qu.ndo se trata de usar
uma blbliolgecapubllca.susttnudapeloi cofret
provincltes, d-ie a raes.n. rasio t certamenle,
que nao. Ku asieguro i cas, que te te crear a
biblioteca Ji.nali lia cahiri por esta causa,
esta causa nio pode existir. Sr. presidente,
ltimamente farei uma observacao, admira
que sendo nos que volamos contra o corpo de
polica, os autores da idea de economia, us no-
bres depulados noa queiram roubar esta
gloria...
O Sr. Marlins Pereira: Nio, nioguem
quer...
O Sr. Pereira de Carvalho : Esta ideia de
ecoaumia.be nossa os noliraa depilados que
a guerreava.n, que nuiua.n a idea opposta,
que iiucriam o eabaojameulo dos dinheiros p-
blicos, psra susleucao de uma grande forca de
polica, desneceistria, be que devem et.iar, fir-
MELHOR EXEMPLAR ENCONTRADO [
MUTILADO
1 *M


*M*
inri no leu pono, derru continuar a seguir
meim* indi de desperdicio, nbanjamen-
to, etc., etc. | e nao vlrein agora arrebatar-noi
noaia bandclra, porque essabandeira be t que
conmute a nona gloria icado ptra admirar
que 01 nobrea diputados que a oombaitiam.
no-la quenam arrebatar,,,
Vm Sr. Deputado Que Iba faca mullo bolt
provino...
Or. CotrM A Hr.7fo: e Rade Ikler..,.
U Sr. Pereira de Carvalho i Admiro, Sr.
prndenle, que depois de conhecldo. por teus
acto, queiram agora os nobrea deputadot a-
preaenur-te ultra-ecouomlcoa admira aluda
queiealrvam do argumento da economa, le
v-niiiu-,i ao pootu de querrr que se econoinlse,
lio lmenle para e aferrolhar noa cofrei.
Sr. preiideote, note V. Ce. que o nubre '--
pulado que ae apreaentou lio econmico, (o
o*. Martina Pereira), il aae ao mcimo lempo,
que votarla polo prujecio sa elle fosse ou llvet-
e pur lim acommooar alguin afllhado. Bote
V. Bic. e a casa, que por eale moda o nobre
deputado aecooalltulo protector dequanta afi-
lliadagrin ba e posea haver nene inundo; de
maneira que he o nobre depuiado o protector
de ludo imanto quer eneber barriga.
O Sr. ,tf.11 jni Pereira; Apolado he para '
encher a barriga do alllbado do autor do ro-
jeclo...
0 a'' ?tnin dt Crvalhoi S o nobre de-
putado be quem be capas de dlzer Uto d
uiaoena que o nobre deputado, permltta-te-
ine a eipreasao, be uui barrigudo por eicellen-
cta ... (mlaridadr.)
?.r".Mi',""U.Per"n*-'r*lvct nobre de-
pujado teja mala barrigudo do que eu....
O Sr. Vtielra de Carvalho: Phvalr,
Tamhernjelxo de responder ao honrado
membroSrjPeraira de Carvalho o ter-me
chamado blrlgudo : (Iziamento nao O fon,
iiuirulinalu um s laclo na rnlnha vida
(|uer lublio, quer particular no existe que
me constlti barrigudo j oque talvez nao
uafil o Ilutado ibambro dizerdeii.
Sr. presiente levantel-me tSo smenle
pira rcaponar io nobre deputado o sr. Ms-
ciol Monler que julgou eniergar as mi-
nhas palavri ha poucos mamen tos proferi-
das, urna niria lanzada administracao do
Sr. Bario diBoa-Viata.
Quando o diste qua com o gabinete do
chymca, o liysict liavia o Sr. BarSo gasto
38:000,000 n nao fui, e quando eu conti-
nu! a di/o-i, nao aera nunca com valas
de irrogar una injuria a excellente admi-
nistra c* o donobre Barao qua be ineu ami-
go, a um do tnilhores presidentes que tem
lidu esta pnviocia ; portanto quando levoi
para a discuaBo o gabinete da
e o de ol y nica o pli y su
; nlrm um guarda eim
C mil rala, e cujoa e. .
reguiameoto, |ur o
dar para a bu eia
do oirgulntt
ollucar-ei
ediauente i
i*a>.8.R.
Carvalho: riivalcamrntr
BP& n;rrttlrau *>?iw-
tado. (HiUrldade prolongada )
, L ?'""'"'" : O nobre deputado que
acaba de fallar, de alguma forml> {, ctd2u .
Smh.. ^ P"'a<, "*""" e"e'e "ferio
tambein ae linha antea e.oedldo. Espero qurj
i*,ouV.ao a" eonlinue deale modo.
_......... ..i.it/ (uM ickiuuio oieu uii-
eurio, ..
O Sr. Barros Palcao*: Sr. prcldente, fal-
lando ba pouco obre oprojeclo em dltcuiso,
iiiu fol de lulhbas i n tenerte* gerrea-lo, e lo
pouco se podei colliglr isso de uieu discurso
que seta dunda alguma ful anal luterpetrao
pelos ineus nobrea antagonistas. 0 llluslre
iiii'inbi i o .Sr. Maeiel Momeiro que fallou em
ultimo lugar disseque serla mais courealeuie
c ni.ii) serio, que eu fallasse e guerreasse o
projecto eiu aua prltuelra dUcussau, e uo ago-
ra, ao que respondo ao nobre deputado, que
tendo qualquer projecto de soffrer tres discus-
ses, eu pude re i semquebra de minha digul-
dade, guerrea-lo em qualquer dellas deveudo
poriu asseferar ao nobre deputado, que nao
falle! logo na pruneira dlscusio desse projec-
to porque nao vi quando elle patsou.
Sr. prestdeule, eu poderla responder igual-
mente ao nobre depuUdo o ~m Pereira de Car-
ralbo, porin noto que uo est na casa, pelo
que dou parabeus a minlia fortuna, porque nao
oquerendo imitar, Ibe deixo lempo para pen-
sar no que dtsse, e soffrla por lim mullos re-
moraos. '
0$r, Pereira de Carvalho Centrando) : Aqu
estou.
O Sr. Barros Flcno': Eu dlsse, Sr. presi-
dente, que quera obter do nobre autor do pro-
jecto, esclarecimeutos nao s da possibilidade
de te criar nesta prorincia urna biblioteca, as-
*tm como na conveniencia que bavia em que
ella fosse estabeleclda no lyeeo desta cidade,
ponderel que osempregados d'aquella repartl-
cao occupadoi nella, nao podenain acumular
os trabamos da projactada biblioteca, sem gra-
ve pr0juizo de sua parte, iada mais sein que
por seuielbante trabalho recebessetn o menor
estipendio: a discusso tem tomado um norte
mullo diQerente, e eu estou na inesma ou pelor
a respeito da iuforma^des que ped, licaudo as-
mu na incerteza, sein saber como hei de pres-
tar o meu voto.
Sr. presidente, aqu se dlssc que isto pareca
guerra premeditada ao projecto, e eu posso ai-
everar a V. Exc. e a casa que sou incapac de
combinar cora nlngucm a rcspeiloi semelmm-
tcs ; os meus actoa aqu na casa sao palenles, e
uao tenho praticado nenlium s fauto que au-
torlse a te fazer esst idea de meus pensamen-
tos que foram pronuncadoi com a maior cin-
ceridade, (Apoiados.) Nao comhiuei com niu-
ui'iii, assim como nao gei aluda como volare!,
espero ci|>lic*c>s para me saber decidir.
O Sr. Jos Pedro combate o projecto.
0 Sr. EsttUtta: Sr. presidente, voto a favor
do projecto. porque reconhrco a sua impor-
tancia, C sinlo profundamente que idelas de
economia arratrasscm alguui rnembros des-
ta casa para um campo onde uo os deiejo
acoinpauhar. He perclso nao ter-ae alteudido
,i- rasos que levaram o uobre autor do projec-
to a apresenta-lo, que un loi seuo una pfOTi
do seu patriotismo, urna prova do seu amor
pelas letiras eueuhuina oiilra rasao o poda le-
var a Isso. Foderia entrar na discusso do pro-
jecto, poderla apreseut^r alguuus rasea ui.iii,
mas disendo eu, que presto n meu voto porque
recoubecoa sua Importancia, o mesuio queja
h na pruneira discusso farel agora. .Vi > pos-
so porm deizar de responder a algumas ub-
nervac-s do nobre deputado, que se scuta
deate lado, o qual disse referlno-se a quem
tuiii.i votado pela conscrvaco do actual uume-
ro de pracas do corpo de polica, que era ali-
Ihadagem.
OSr. Vertir de Carvalho: llcllro-mc s-
mente a dous nobres deputados.
OSr. EsteUiax Porm nao fes excepcao
alguma e eu devo fazer ver, ime o nobre depu-
tado fol Injusto, nao s para contigo, como pa-
ra com todos aquelles que vntaram a favor do
corpo de polica, porque o nobre deputado de-
ve lembrar-se queapresentando-se urna emen-
da para se conservaren! os officiaes que flcas-
m.'iii fra das companblas at queogoverno
Ibes desse destino, eu votel contra, guando
u votel pelaconservacao do corpo de polica,
Uve em vista que todos os governos devem em-
prear parte de suas reudas para ter urna far-
ca cora quem cont, alada tnals dlsse, que era
nrcessaria a polica para a repressao doscrlmes,
e crelo que Isto nao be alilhadagem. Ku votel
prtbem por urna emeuda que autorisava
do oJulga4a provlnclaa redutir o corpo quan-
vacao do corpo'r?*9"1"'" ,e desejava a conser-
i -III ii.lii, i ., .. ... .* 'ii'ht iinniii!' Urlhii tiillll
lr
s
iitteratura,
tire em viata
mostrar a" qtantoaa'ol & "/""" '-
tituic-esnotossop-J'
0 Sr. Corrt d
precedente orador.
U...I i \. flutora-ao ous inum a
adoao do poP"'i". 7u'l,r ?
que votar por & de*!
OSr. rV/i,.l/:_Mir| diicu,rt0
dia, e
:--llespondendo ao
inora-so em provar as
liosa, porm
resultar! da
levanta a ae8sflyBrt Uotu di Ufde)
e meiV do Sr red
rrrlil 'onfianca noactual'nr,,'11 Porque tenho toda a
dlrel anda que o nnh,l""inur da P"lncia;
que aeua officlaea erain cobaidea. u,"c,1u.e
O Sr. Pereira de Carvalho : -NJo fallei de
todoa, pois que sena injusta, porque co-
nheco alguna, dignos de lodo o elogio, quiz
fallar de uns naitoa, o i iforl-mu ao olUcio do
Sr. Flgueira do Mello.
OSr. EittUUa: Se o nobre deputado
nSo Uzeas excepta, ou me encarregara'
de mostrar o quanlo o nobre deputado era
injusto : o nobre dopu'ado deve-se leoibrar
que o corpo de policia prestou grandes ser-
vidos em Panellas ; eni 1850 o seu digno
commandale loi para Paje de Flores e la
enlruu em rogo, e em outros ponloa da pro-
vincia a polici. tem prestado relevantes ser-
vicos e a ordem publica tem sido sustentada
por rasa fi>rra...
OSr. P que nflo fallo de lodos....
O Sr. Estellita : alas o precedente de a
olllciaes nao era razo para ae otTaiider sos
inais, mas |coiiio o nobre depuladu fai ex-
cepr^Oes, eu aento-me.
O Sr. Presidente:F.u devo obseivar que
o que est em discurro he o art. t' do pro-
jecto n. 8, que orla uina babljotheca.
O Sr. Martins Pereira :Sr. presidente era
do meu dever responder a alguna los tpi-
cos do discurso do honrado auolor do pro-
jecto, e com particularidade aoa do honrado
S/Wen

A'. II e ineP *> Sr. Pedro (Meoleanli.
mada, verlfl" hor da inanhaa fella a cha-
deputados a-ae estarca preaenles 26 Sra
0 Sr. Pru*. .
oVnu abre a sas.ao.
u Sr. /.Secretor;., le a acta da aenlo antece-
dente, que he pprovada
o Sr, i. Secrtlario menciona o segulnte
EXPEDIENTE.
Um rrqnerlmeniode Jo. Policarpo de Frel-
taa, profeasor publico de priinelra. lellraa do
colleglo dos orphoa, pedindo a esta assembla
ser jubilado com o '.prdenado proporcional ao
tempo que lein aervddo. V comiuliao de
leglalacao \
Outro do Dr. Abilfp Jos Tarares da Silva,
promotor publico destt capital, pedindo urna
gratincaco que coinpemse e e<|ulvalha ao ex-
orno de trabadlo com que o aobrecarreitou a
le provincial o. 145 de dt de malo de 1845. -
K' commisao de ordcoadpi.
Ontro de Anoa Perpetua Danta. Senbori-
nba, tutora de auaa Ribas, pedindo o pagamen-
to do aluguel de una casa rtjn Naiareth perleu-
ernte as asesores, e cuja cana serve de cadeia
e quartel do destacamento; asiiui como que,
ou se Ibe compre a inesma casa pelo valor de
S:0noouil rs., ou se Ihe a mande entregar.-- A'
cuuunitso def-zenda e orcamento.
Uutro de Fortuuato Jos de Arruda. arrema-
tante do dizimo de lavoura. da comarca do Pao
d'Alho, do l.a de oulubro de )8t7 ao ultimo de
arteiiibro de 1848, pela quanlia de 220(000 rs.,
pedindo a confirmaco do abale de lOU/OOO ra.
no preco da arreiuataco, que Ibe fol concedi-
do pela respectiv* cmara municipal. A' com-
miaso de orcamento municipal.
Outro du procurador da cmara municipal
desta cidade, pedindo ser dispensado de paear
a propria custa, uin solicilad'r, e que se The
couceila urna gralidcacao annual de 400/000
rs. para da-la aajuda no trabalho que Ibe acres-
ceu depois de eslabelecldo o cemllerlo. -- A1
commlasao de orc-rnento uiunicipal.
Urna representaco da cmara municipal do
Linioeiro, acerca da neceasldade de um acude
no lugar da laga da Extrema. A' commis-
so de fazenda e orcamento.
fie lido, e mandado Imprimir o seguinle pa-
recer :
a A cominlssao de polica considero aecu-
radamentc o contexto doa arllgos addltlvo. do
regiment, indicados pelo Sr. deputado Mello
Reg em inocuo que hootein Ihe fot remeltid.a,
e reconheceudo que da adopeo de tae. artigo,
resultar mala regularidade as discussdes da
importante lei do orcamento da provincia, be
de parecer que sejaiu ellea sujeilos aprecia-
cao desta assembla, como estatu o art. l
do mesmo regiineulo.
- Saladasae.sdes27de marjo de 1812.Pedro
F. de P. c-'atxileanli. Joagaim Pire Hachado
Portclla. t'lurianno CorreU de Dritfo.
OllUEM DO III i.
Contiouacao da aeguuda discusso do pro-
jecto n. 8.
Entra eoi discu'.sao o seguiule artigo adiado
da sessoanterior:
Art I. Ficacreada neata capital urna bi-
bliotlicca publica, annexa ao lyceu.
O Sr. Presidente : Tem a palavra o Sr, Ma-
eiel Monleiro.
O Sr. Maeiel Monte'tro : Cedo da palavra.
hucerrarla a discusso, be o artigo lubmetti-
doavotacoe approvado.
Entra emdiscui.o o artigo 2. que diz as-
sim:
Art. 2. P r.i este lim flea o presidente da
provincia auloris'do a empregar a quantia de
4.1)00^000 ra. na compra de hvras, e assigna-
lura das mais acreditadas revistas estrangeiras.u
He approvado.
Passa-se ao artigo 3.* que he este :
Art. 3. Ser lucorparadaa bibliolheca a 11-
vrarla ltente no lyceu. -
Approva-se aem discusso.
Em seguida be declarado em dlscusio o ar-
tigo l.a, que se exprcs.a por esta fru-a:
Art. 4.0 corpo legislativo provincial mar-
car annualinente iiu,.i quota para aacquisi-
co de novos livroa. .'
O Sr. (ruede di Afelio: Sr. preildenle, eu
tenho prestado o meu apopo ao projecto por
Julga-lo conveniente; nao po.so porm fai-
loquanto ao artigo que ae discute por otar
convencido de que elle nao preencher o que
tere em villa oieunobie autor, porque de-
pendendo da. xaedea fu loras, e nos nao sabe-
mos le ai assembla. futuras se coinpenelra-
ro da. vanlagena que tem o projecto, e vola-
rSo alguma quaulia para elle m: este he o
motivo porque voto contra.
Submettido i VoMfiSo o artigo 4. berejel-
lado.
Em seguida appro^a-se sem discusso o se-
gulnte : /
Is lypographlas ficam obrl-
Art. 7. U
ordenado da s
gos seriio nini c|
presidente d
cucAo d.sta le.
Val i mesa e h<
Artigo ema
de comvicr.
Ablblloihrca A_.
In.prctlaellscalln,,
Maeiel Monleiro.
OSr. Portrlla: \ Declara
addiliro rio Sr. Macle
de accordo com a. au
mais o projecto. hcap-
Subiiietildo a dlscusilo o art. addillr
provado. 1
M dl.cu..lo do orc.inll/ito munlclpsb peca
Nao bavendo quem acensa do ine.i|rova-
a palavra, be submettido vf*'cio e a,
ao- f *%. \ >
O Sr. .Injusto de Oliviicr. re*JV*-r ^.,
pen.a do ,;:M5rtoTo~pra o projecto da orca-
i'ieuto municipal, icr dado por ordem do da
de segunda feira.
J casa annue a eite requerlmento.
l. discusso do orcamento provincial.
He approvado, tem haver quem acerca dal-
le tome a palavra.
Tambein te approva em l.a discusso o pro-
jecto numero 13, relativo as eslradaa publi<
ca.
Em seguida be lido e approvado sem du
cuno, o teguinle requerlmento.
" Requeiro, qua t. ditpente a fmpresso
e sejam dadoa por Ordem do da da sesso se-
guiite, o art. addlltlvoa ao regiment, Indi-
cado pelo Sr. Mello Reg.
Sala dai letioet, 2 de marco de 1852 Cor-
rafa de Artillo.
Continulo da M discusso do projecto da
posturat ua cmara municipal de Flores,
O art. 8" e* do Ululo 7a laui approva-
dot. i
A' ordem do subdelegado da Boa-Vista J que Oa a foro policial; a aasemblea, jul-j Foram esles os erros, estasas faltas com-
i rain presos Pedro Celestino de Araujo'ga objecto da deliberadlo, o mlinll Impri- toeltidtl pelo benemrito Sr. tenenle-coro-
para correcr,flo, Adastaoio, eaorivo d Jos mir um projecto do .sr. Velloio daillveira, nel Jos Maris Ildefonso Jtcome da Veiga
Teiieira Bastos, por andar fgido, e peloipira a crea(Ho de urna fazenda modelo, fpessoa, que tlnha de pastar por esta pro-
msmo motivo Maria Antonia, que diz ser i Entrando na ordem du da ; approva depoia vaina, para anda miis, apuradas no crisol
escrtva do um til Fonseea, i de grande delate, em que tomaran parle to infortunio as Suaa imminentea qualida-
A' ordem do subdelegado da freguezia de os Sra. Jote Pedro, Paas Brlelo, Manuel'des, apparecerem oomo nunca brilhanfes,
Cavalcsnti, Madel Modteiro, Marros Barro-' apesar do hafo Impuro dos dyacoloa que
to, o B.ptiils, oarl. prlmairo do projecto lli'at querem marear.
Os arllgot 6 e 7? larn regeltadoa.
O art. 8* be approvado.
O art. 0 lie regeilado, depois de algu mu
obie'vacoea dos Sra.Carnelro da Cunba, Mact-
elMonielro, ePaet Brrelo.
Eotra em discusso o art. 1 que lica adia-
do por falta de numero.
O Sr. Helio Jteoa : Umbra a necessldade
de dado o caso de te verificar antea da boia
em que deve tiudar a aeaao, que nu ha na-
mero, o faier-se a chamada, e publicarem-se
oa nomet dot que houverein fallado no Diario.
O Sr. Barros Barrito confurma-te com a
lembranca do precedente orador; mal pede
que lito tenha come;o de 2" lelra em dlante.
O Sr. /'residente declara, que o regiment
manda faxer a chamada, como lambrou o Sr.
deputado; bem como que iaao lera lugar da
aeato aeguinte em dlaute; advertindo que,
as sctiOetde enlao em diante duraran! como
determina o regiment 4 horas, contadas do
minuto, em minuto. Em aeguida designa a
ordem do dia e levauta a aettao. ( Eram i llo-
ras da urde. ) ________^
Repartigao da Polica.
Illm. o Exm. Sr.Parlicipou-me o dele-
gado du termo da cidade da Victoria que no
dia 11 do crrante apparecera morta dentro
da propria casa, Silveria Mana da Concei-
co, preta, aulteira, da idade de 40 anuos,
moradora no lugar denominadoCuruja-
cu m um talho no alto da cabera, outro em
cima da aobrancelha esciuerda, com um tor-
ca he i;a
s.-Antonio fol preso JoSo francisco dos San-
tos, per perturbar a ordem no Iheelro, ten-
do aido presos ordem do da freguezia do
Itecife, JoSo Gonsalvea da Silva por oiTen-
aaa physicst, Hanoel Joaquim para averi-
guarles, Pedro Heapanhol por trszer arma
prohibida, Maximiauo topea de Araujo por
briga, e Antooio Franciaco daa Chagaa por
motivos, que aa ignoram.
Finalmente foram preaoa ordem do sub-
delegado da freguezia doa A Togados Simfio
Antonio de S.-Ainia, Joso Francisco de S.-
nna", Mribri deV1 e Lul" t M por
briga.
Do interior da provincia nada me conata.
Secretaria da polica de Pernambuco 23 de
mareo de 1852.
lilm. e Eim. Sr.Do interior da provin-
cia nada consta, tendo apenas recebido do
subdelegado da freguezia de Taquarilioga
um oflicio da 18 do correte, confirmando
ai noticiaa que (itera chegar ao meu conde-
c ment por olliciu de 10, e pedindo as pro-
videncias j ent-io requiaitad romessa desse ofUcio a V. Exc. assim corno
no deviJo tempo remeltti o de 10.
Desla cidade nSo consta tambem novida-
de alguma.
Fot preso a ordtm do juiz du ave! desta
comarca o ofQcial de juatifa, Hanuel bap-
tista da Silva, por deixar de cuinpiir um
mandado do uic-uiq juu.
tj--Alr,'SP do delr>o>i."n.dn primeiro ditlio*
lo foi preao Francisco, eacravo de Jote Can-
dido de Barrot, por estar fgido.
Foram igualmente presos: ordem do
Subdelegado do Recite, Joaquim Nunes da
Silva, por motivo que ae ignora, Manoel
por suapeitar-se andar fgido, JoSo Alexan-
iImiui da Silva e Tiiomazbond, por briga;
ordem do aubJelegado de Santo Antonio, o
preto eteravo Jus, cuja culpa no foi com-
in 'i nie.ul a; e finalmente a ordeiu do subie-
legado da Boa-Vistt, o portuguez Jos Diaa
da Costa, para averiguarles, e Joo Igna-
cio Rodrigues da Costa, por querer reduzir
eMTavi.tu urna paida livre de nome Egy-
dia.
Secretaria da polica, 23 de marc,o de
UM.
Hita, e Ex.m. Sr.Do interior da provin-
cia na Ja me constt.
Nrst i cidade e aeua auburhio? foram pre-
sos ordom du delegado do primeiro dis-
tricto do termo do Kecife, o pardo escravo
Caelano Mauricio, por suspeita de sor deser-
tor, e Jos Antouio da Silva Conrado, para
averiguarles.
A' ordem do subdelegado da freguezia de
San Fre Pelro Gonc/lves, foram presas aa
pardas Porliria Mari a doa Prazeres e Mara
Joaquina da Concedi, por briga ; orJem
do subdelegado da freguezia de Santo An-
tonio foi conduzido sem paite por urna pa-
trulua de guarda nacional, ao quartel do
n. I3queaut}rlaa o guverno a contratar coro
urna, ou rnaiacompanhiaa ooncluao dadi-j
versas estradas.
A ordem do dia, he a continuarjlo da del
hoje lito he a continuado am segunda,
disctalo do projecto que come;ou a dia-
cnlir se hoje a dos orcamenloa munici-
pal, e provincial.
COMMERCIO.
Art. 5. Toda
pian u6 4.-;
xer.
Entra emdlso
- a. o. o pr
r, dos emprega
necessarlos para
i) o
ademe da provincia designa-
da do lyceu, os que forem
.ilbllolbeca, sein que por ti-
lo teohain de percVuer ettipendio, ou gratiflea-
co alguma.
O Sr. Purnlim filela : Sr. pretldente, eu
tenho votado pelo projecto por ettar convenci-
do da tua uliiidade ; iitaa tambein ettou con-
vencido, que ha loconvtnieucla na desigoaco
da casa du lyceu, assim \oino na obrigaco que
este artigo linpde aot erhpregados ; porque
a bibliotheca ae nao porler accointnodar a...,
Irro de ir o, empregadot do lyceu para onde
ella esitver?
U Sr. Porlella : Pdde-sa accommodar.
O Sr. Val. i,t,n> Filela : Acho lito multo
Inconveniente.
O Sr. /'orlr!l(i:--(Daremos .-m outra occaaio.J
O Sr. Martin : Sr. presidente, eu nao sel
como teja possivel, que oa empregadot do ly-
ceu posaam accumul ir as ebrigacea que teein
com at que Ihes Impe o prujecto, porque elle
nao tero tempo para desea ucar ai hora, ne-
ceisarias, e tslo com o ordeoado de 4oo/,>00 rt.:
lem o empregado do lyceu de rilar oontlaote-
inente ua repartico para velar ot llvrot da
bibliotiieca...
I/m Sr. Uepatado i Tem um ;uarda.
O Sr. Martins : O guarda, dizem que he pa-
ra abrir e fechar aa prtai: au sel portanto
ceiro debalxo do queixo, ecoma
toda amasa.da : oqueindicava ter aido o, oorpo de polica, o preto escravo Malaquita,
crime perpetrado com instrumento oootun- por estar altercando con um reino or-
dentesem que todava aeaaiba quem rusee dem do subdelegado da freguezia de San
o autor do aemelhante aasassinato, visto Jos toram remeltiJas presaB pira aquclle
queosta mulher morava s em lugar ermo,1 quaitel, por um inspector de qutrteirflo,
esem inmizadesconhecidaa. 0 delegado aa pardea forras Mana Therest do Jesua e
prucedeu a corpo de delicio, e mandou ina-, Filipps Ignacis da Silva, sem deelaraeflo
laurar o competeoto proceaao pelo lubdele-, do crime que commetteran; e flnslmente
gado respectivo. I I1"'" subdelegado da freguezia da Varsea foi
Deata cidade s consta que na noile do dia' preso o deaertor Antonio Jos de Oliveira.
16 fui espancado Florencio Comeada Silva I 0 subdelegado da Boa-Vista lem conti-
por Pedro de Tal, aervente do arsenal de nuado as precisas tudagcOes com o- lim
inarinli.i de descubrir o oltensor da menor Mana, de
O subdelegado da freguezia de S. Frei Pe-'que ti alai em a miuha parte do dia 22 do
dro Goncalvoa, onde fui pralicado o eaoan- corrnte, e tem fortes rasOes para acreditar
cainonto, Ja prpcedeu corpo de delicio ao q" i' um pescador de nome Albano.
olTendido, e perteode com a brevidade pos- Secretaria da polica de Pernambuco, 2*
AI.FANDEGA.
Rendimento do dia 30.....10:273,968
Dtscarreaam hoie 31 dt mirto.
A aeMaTomacou as II horas e meia e Escun' "ericana -Glenroy- ftrnha e bo-
llndou as 3 e moja da tarde. .... l,cninhls-
Barca franceza Cont Rnger merca-
dorias. ,
Brigue brasi'iiro Ilio Ave idom.
Sumaca brasileira Flor de Angel" tamo.
ImportacuO.
Brigue brasileiro Eaperanea, vlndodo Rio
Grande do Sul, consignado a Amorim dt Ir-
Corre8pondencw.
Lemoi dous
cuparam com
as calumniosas
1I.1IA DE FERNANDO.
Argumentum rectl est
mal; dlspllcere.
Desagradar aot mios he prova mSos, manfeslou o aegumle :
dt que te procede bem. MSo arrobaa de carne aecca e W couros
Stneoa. seceos, aoa meamos.
Brigue braaileiro Rio Ave, vlndo do Rio
Novaes e Compa-
. imputacoes nelles assacadaa nhJ!'1mA?^?l2,,J?1 HEWfti,
porque m.,au0um..epuvv, 5M MbJ
II ibada t9mnl9ij vtad nesse pelourt- 2
litio infaman e, echo lmente de mentiras, 8 birrii t0UClnhOi 3 barricas era-
torpezas e aletvosits. ___ | a lJU ,ou 4 aiUl g g,eo 0|f
Nem oenae alguern aaaiamojLiwpon- al8 ro|og fumo* i gigote ordem. *
der aoa baldOea co,..A)ua,va folh fllium-^ r.ONSIJI.AlM
.53:M*,02
, 1:546,376
nia ao digno ex-comra.ndante da ilha de I ..mento do dia a 2
Fernando i 11J0, que aeria urna grave inju- ,Rd" Tdia 30
ra irrogada ao carcter nimiamente dia-
lincto do Sr. tenante-coronel Veiga Pesso,
vamos nicamente erguer um lirado de jus-
ta inlignarjo contra os vis detractores,
que em sua sanha contra quem nao se quer Rendilllent''"^ i^aa
chafurdar naaenlina da corrupto em flr iden?do dU30
vivem, parante nenhuma infamia recuam. i10801110 ai,3- '
Silo to destituidas de fun lamento e cri-l
Miembro o Sr. Pereira de Carvalho aue com !eomo *e hao de dlhlr eeses empregadot de
m ... i., Li_^__>. iii i anal nhfina^Aaa na.a aaomaasK J m .
dignaa eapressoes, em um aparte eu Ihe rei-
pondi convenientemente; porm desisto de
tu jo; porque nao quero azedar a discusslo
e porque me falta a precisa capacidado pira'
leliibuirao honrado luembro o Sr. Peter*
Portanto entendo que nao poda pastar este
artigo,
OSr. Porlella: Sr.pretldente, como lodot
Diiabrtitot quaes to at obi'lgacdet dot em-
pregadot do lyceu, me dispenso de dar mala
le Carvalho com esnressoes iguaes aa Ooiij"!;"0'*6"
mimoiiou a corporacSo que eu e o nobre< Subme,"do ditcuttao he artigo 6. ap-
sivel Instaurar o competente proc-sso.
Foram preaos : a nrdem do aubdelegado
da freguezia de S. Jos o carueceiro Pedro
Lo9o do Unto, por maltratar urna patru-
Iha, Francisco Severino por contraveneno
is posturas da cmara, e as pretil Antonia
e Mara, por insultos.
Secretaria da polica de Pernambuco 18
demarco de 1852
lilm. e Exm. Sr.Nenhum offlco recebl
do inleiiur da provincia, contondo parti-
cipaban de alguma oceurrencia n itavel.
Desla cldado nada me communiesram 01
respectivos subdelegados e delegado.
Fursm presos: ordem do sublelegado
da freguezia do Recife, Manoel Joaquim,
por motivo que so ignora, lu/, de Frauda
por furto, eJoSo GoDCaltM de Souza para
averiguates.
A' ordem do subdelegado de S.-Jos fol
prosa Antonia M na, a qual foi posta a dis-
posifSo do subJelegado da Boa-Vista, a
quem tambem remelli Vicente Ferreira de
Paula e JoSo Antonio, que hontem flz pren-
der por briga occorrida na ra do Sebo,
aendo tambom presa orlem do referido
subdelegado de S.-Jos Benedicta Josepha,
por briga.
A ordem do subdelegado de S.-Antonio,
foraui preaos: Genoveva da Paz, Anna da
Paz, Joanna de Tal, Antonia Miria da Con-
c"ic,o, a oscrava Domingas e a e-crnva The-
reza por briga e desordem, sendo tambem
preso ordem do mes no subdelegado por
igual motivo Antonio Jos do Monte.
E finalmente ordem do subdelegado do
Po<;o da Panella, foi preao Jos Claudino por
biiga e desordem.
Secretaria da polica de Pernambuco 20
de marco de 1852.
lilm. eExm. Sr.--Particpou-mhgDl'. Sllll lolt'Ua lo da frnr/iiB7\T.d|iiii" inspec-
tor do Campo-Grande entregar urna p.rdi-
rjn 1 de idade de 4 annos, de nome Marit, a
qual fora apresentada ao mesmo inspector
pelo pardo Ignacio Ribeiro de Oliveira, que
disso have-la encontrado as 5 horas da 111a-
n In 1 defronte de sua casa junio a igreja de
Belem.
Accrescenta o referido aubdelegado qae
essi infeliz crianza, illhade Filippa Mara
da Conceic.30, que ae acha servio Jo de ama
em urna casa na ra Nova, e que diz Ur
deixado sua (ilha em cumpanhia de Antonia
Maria e Benedicta Josepha, muradoras as
Cinco-Ponas, ra dos Pescadorea, fui en-
contrada em miaeravel estado, sen lo 110-
cessirio que olio a mandasso recolher ao
hospital de ciridado, onde os mdicos res-
pectivos tendo procedido competente vis-
luna declararam achar-se dita chanca em
peiigo de vida, pur isso queltavia aido es-
tuprada, tendo-lhe o tnonslr.i, que aasim a
offendeu, causado anda maior damno em
outra parte do corpo, accrescendo ter a me-
nina, alm das duas leses que aoffreu, va-
rias contusOea.
O subdelegado da que ti alo, mandou re-
colher cadeia para averiguaedes as men-
cionadas Antonia Marit o Beaedicla Jose-
pha, em casa daa quas, como (lea dito, ae
achara a offendida ; e tendo tambem feitu
um interrogatorio aoaobredito pardo Iga-
ntcio Ribeiro de Oliveira, om cuja porta foi
achada a crian;., est agora Tazendo tudas
aa diligencias aflrn de detcobrir o autor de
tilo borrorozo alteutado.
Foram presos : or Jem do delegado do
primeiro dittrclo desle termo JoSo Jos
lliptista por estar quebrando oa trastes de
urna casa, Antonio Rodrigues Vieira por in-
sultos, Francisco, escravo, por motivo an-
da nSo sabido, e Manoel, escravo de Joa-I
de mar;o de 1852.
lilm. e Exm. Sr.Do interior di provin-
cia nenhuma nolica recebi.
1) -ti cidade tambem nada consta-me;
tendo sido presos a ordem do delegado do
primeiro oislricto desle termo, Manoel An-
tonio Pereira, cujo ciimo ignora-se, Miguel
o 1,linalo, escravus, por briga, alm di
preta livie Florencia, que o loi por ter mal-
tratado um menino conductor de um cegi.
Foram presos : ordem do subdelegado
dafriguorii do Recife, Eustaquio Joaquim
Isidro, ignorando-se o motivo da prislo, e
Joaquim, iscravo de Manoel Francisco Cus-
aeuo, por estar fgido; a ordem do subde-
legado da freguezia de Su Jos, Francisco
Fernandos Puntes, por desor .1:111; o or-
dem dosubdelegido da f eguezia da Hoa-
Viatt, Manoel, escravo de Francisco de Pau-
la Carneiro Lelu, para averiguados poli-
ciaca, Jos Feliz Ja Cruz, por querer as-
sasiuar urna uiulher, e Jo; Carlos Pareira
por desor,luiii.
Esta parte nlo foi remettiila V. Exc. no
dia de hontem, a que he relativa, por no
me terem aido envitdta aa parles diarias
du quartel de Polica e cadeia, que Ihe aer-
virtm de base.
Secretarla da polica de Pernambuco, 26
de niacn de 1851.
lilm. e Exm. Sr.--Nada consta donle-
rior e nem desta cidade.
Fonm presus : a ordem do subdelegado
da freguesia deS. Jos Domingoa dus San-
tos GusmSo, ea do subdelegado da fregue-
zia da Boa-Vista Jus Pereira Btrbost, por
hiter dado urna bofetada em outro indivi-
duo, cujo nome nSomefol parlicipidu.
Falleceu hoje oa enfermarla da cadei
desta cidade um preto, csccai/ iiWeil.i .
8'|/6Ysi occasiilo devu participar a V. Esc.
que dita febre tem grassado na mencionada
cadeia, reiterando eu assi 11 a participafSu
queja tive occasiSo de fazer verbaltneule
V. Exc. acerca dessa occurreticit.
Secretaria da polica de Pernambuco, 37
de Marco de 1852.
lilm. e Exm. Sr. Nenhum acontec men-
t notivel me tem sido commuuicados do
interior.
Nida tambem constt-mo haver occorrido
nesta cidade uos dias 37 e 38 do corrente.
Foram presos: ordem do subdelegado da
freguezia Je S. Jos Elizo Ferreira do Es-
, irito-Sanlo, por deso dem ; Jos Ignacio de
Arruda por insultos, o pardo l.oureuco Fran-
cisco do Nasci.iiuniu, Pedro Antonio, e Jos
Luiz por briga; ordem do subdelegado
da freguesia do Recife JoSo escravo de Vi-
cente Ferreira Lopes, por ter dado urna ca-
bezada em um inspector dequarleirSo, ilu-
berl Monlgommery a requisic,3o do cnsul
inglez, e J.ciniho de tal por insultos; or-
dem do subdelega lo da freguesia de S. An-
tonio Polycarpo Luiz da Paz, e Manoel Lo-
pes GuimarSes, gnurando-sea culpa, que
deu lugar priso desses individuos, ea
ordem jo aubJelegado da freguezia da Boa-
Vista, Luza do Rosario para correcclo.
A ordem do del gado do primeiru distric
to desle termo, fui presa a preta lavadeira
Felicidade, A requiaifio do Oacal da fregu
zil de S. Antouio.
Secretaria da polica de Pernambuco, 39
de marco de 1853.
mi 1 o 1
MAMO DE PERNAMBUCO.

RECIFE 30 DE MARCO DE 1853.
Depoia da letura do expediente, ip-
df DartataVrii8r b,rros Fa,ca ""O "<" fEotra emdl.cutto e he igualmente appro- quim Lopeada Silva Maia. requisicto dejrovCao das radaectlai doi projecloa, que
depertencer. | vado o guinte.- iguaimen *vv ^ geQhor> Jliuppnme o eonatllio de salubridades e do
MELHOR EXEMPLAR ENCONTRADO
t-rio, tSo misoraveia e nojentas aa aecusa-
COes feitas ao Sr. tenente-coronel ex-com-
uiaudanto de Fernando; silo t3o ahjecl!
e despresiveis osenergunienua quo o que-
rem abocanhar, pur um lado e por outro
lio t ui cunhecido aquello honrado militar;
isla elle to cima destas suggestdes inven-
tidas pela intriga, deapeito e olio; a sua
reputago esta 13o bem assente sobre irinta
e nove anuos de urna vida publica irre-
prehensivel, alravez de todos os grandes
movimentos por que tem passado o nosso
paiz desde 1817, que a melhor refutafu a
estas accussfOes he dizer que o autor dos
arligos impressos no Echo, e do psaquim
tamnein nelle publicado com a assignatura
de um padre Pi (reo doa mais negros at-
lentados, e que por ter percorrido toda a
escala dos crh.es est cumpriudo a s -nton-
ca de gales em Feruando ) be ati9* Antonio
Borget da Fonteca ,^>f U..
Stm; nos que voiumoa agora d'aquell
ilha, onde por vezbs temos estado, saba-
mos quo os aleives all forgicados contra o
seu mu digno ex-commandanle devino ser
aqu publicados no Echo, outr'ora tan sol-
lcito em dar elogios ao mesmo a quem ago-
ra ladra! Sim, l aabiamoa que os gales
Borges e padre Po, ambus despelados e
Incusos pelas medidas repraasivas tomadas
pelo Sr. tenente-coronel Veiga Pessoa con-
tra o seu procedimento imminentemeute
desregrado e immoral, ambos acelerados,
incomgiveis e obaeccados no crime, prspa-
r,i aui esse asservo de calumnias, negras
oomo as mentea que as engendruram, para
osseus comparsas desse parto degenerado
da imprensa pernambucaoa, quo se diz
Echo, darem publicidide. Sibiamos de lu-
do cuino vai succedendo, e como no poda
deixar de aucceder; porque entSo dar-se-
ha a iiconcebivel anomala de veiinos a
virlude, o ment, a dignidade unidas e
combinadaa cum o crime, a corrupc^o e
com a baxesa.
Durante a nossa estada na ilha porvezes
tvomos occasiSo de observar o excellente
compoi lamento do mu tu honrado Sr. tenen-
te-coronel Jos .Maria llJelotisO no desem-
peulio de suas func;es de commandale;
e tiesta, como em tudas as commissOes que
!lm teem silo confiadas, nunca desinentio
o alto cune it 1 que lem sabido grangear
pela sua proverbial inleireai e humanidade,
a prova temo-la no estado de prosperidade
em que vimos a ilha; na aatisfacu que
transiuzia nu semblanla da misera porr,io
da sociedade all cunliuaJa, que via nelle
um pai; na desulacSu em que licou quando
contristada e com as lagrimas nos olhos as-
sistia ao embarque do compadecido com-
mandtnte que aoube tinto minorar-lhe a
triste cndilo, etc. lato foi o que obser-
vamos, e esia he averdade; porque o Sr.
leneute-coronel Veiga Pesaos, aempre inte-
gro, como o conhecemot, jamis t snana
a sua administrarlo com as iniqu ladea que
Ihe atlribuem; aempre multo honrado, nun-
ca se mancharla com especulares vergo-
nhosas; sempre honesto e generoso, nun-
ca se apattaria um s ponto da liulia de
conducta doa homeus de bem; nunca pra-
liciria ac(0essendo que o honnssom mul-
to, niato he que elle he fldalgo, nisto he
que elle he nobre, e por isto he que vos
agufais contra elle as settas invenenadts da
voaifniaJ.edicencii, da vu_S5a_iiyeia,ejaj^aJ
qulho, oDeJecend'o aos impulsos de seu
bom ooraco, deu a um Borges o tratameu-
lo que nunca deveria ter, elliviando-o da
prislo que justamente sotlna na fortaleza
da lala, pedindo a ida de aua infeliz fami-
lia paia l, e compadecendo-ae de seus in-
furlunioa.
Errou anda ; quando, tomando aa hip-
critas bajulaeOes, que na sua chegada ilha
fez-lbe ease ptdre Pi por sigues de reco-
ubecimento aos beneflcioa que a essa vbora
fez, salvando-a do punhal doa assassinos na
fortaleza do Brum em 1832, e Tazando com
que fosse mudado do calebouce em que es-
lava para a prisSo do Aljube em Oliuda,
iiou-lhe a honra deaentar-so as cadeiras
da casa do cumulando, honra muito subida
para um reo de t,io hediondos e torpes eli-
mos.
Errou ainda mais; quando, vendo o ar-
rojo e petulancia destes dous reprobos, n3o
os contove inflingiodo-lhes o castigo to
merecido, como devido s suts provoca-
Cdea.
1: ron, e errou mais do que nunca ; quan-
do, Socomprehendendo a pocha de cor-
rupco em que vivemos, foi commandar o
presidio de Fernando, suppo-tar os desre-
gramentos de depravados gales, aotfrer o
que anda ninguetn soffreu de injustiess,
enredos e mactiinaccs tenebrosta, urdidas
por immigos de inqualilicavel cvnismo;
consumir-se, estre ar-so pelo bem publico;
para voltar agora alquebrado, cansado, po-
bre de nlo ter alguna ris, nSo ptra ir a cur-
to, como diz o Echo, pedir sua reconduccdlo
para aquelle presidie; mas para ao menos
atirar um bocado aos caes esfaimados que
o querem attsaalhar, como Ihe foi enstnua-
do por alguern quo o avisou do trama e que
Ihe oisse que com dinheiro ludo acabar-
se-hia! porque eolio em vez de imprope-
rios e baldOea leria eocomioa e apotheosea;
em vez de insultos e epithetos afrontoaos
54:990,778
DIVERSAS PROVINCIAS.
. 4:205,898
. 277,579
4:48J,477
Exportaco.
Buenos Ayres, brigue russo I di, de 296
toneladaa, conduzio o segulnta : -- 60 pipas
aguardante, 1400 barrijas com 10373 arro;
baa e 3 libras de assucar.
KECEBEDOHIA DE RENDAS INTERNAS GE-
RAES DE PERNAMBUCO.
Rendimento do dia 30.....1:241,895
CONSULADO PROVINCIAL.
Rendimento du dia 30.....1:354,157
Movimento do porto.
Suvios entrados no dia 30.
Lisboa 29 das, barca porlugoexa Ligeira,
de 360 toneladas napitao Antonio Joa-
quim Rodrigues, equipagem 21, carga vi-
nho e mais gneros; a Francisco Severia-
no Rabello. P.ssageiros, oviscondede
Loures e 1 criado, Jos Comal ves Pereira
Lima, Miguel dos Santos, Franoiaco Go-
mes, Antonio Vieira do Carmo Jnior, D.
Maria da Luz Adelaida Pereira e seu ma-
no, Franciaco Alexandrino Botelho, Joa-
. qum Mana, Manoel Joaquim, e Fernn-
des Miguis Manoel Goncalves.
Jersey 35 dita, patacho sueco Jenny Lind,
de 171 toneladas, capitSo Ernst Schale,
equiptgem 9, em lastro; a C. J. Astley &
Companhia.
Ro Grande do Sul--25 dias, brigue brasi-
leiro Algrete, de 131 tonelladas, capitSo
Manoel Peieira Jarditn, equipageai 10,
carga, carne; a Manoel CoriQalvesda Sil-
va. Passageiros, Jos Ignacio Pimenta e I
escravo, Benlo Gomes Caldeira, Manoel
Esleves
Assu' 23 dita, brigue brasileiro Concei-
(30, capililo Joaquim Ferreira doa Santos,
equipsgeni 14, carga, sal; a Manoel Ai-
ves Guerra Jnior. Passageiro, Jos Joa-
qun) Fernandas o sua familia.
Natiot sahidos no mesmo da.
Canal escuna dinamarqueza Helena, ca-
pitlo J. P. itciirin.inu carga assucar.
Canal por Macei barca dinamarqueza
P.eceusa,capitSo II. Iliis, em lastro.
EDITAES.
0 Dr. Jos Raymundo da Costa Menezes, juil
municipal suppiente da segunda vara
desta cidsde do Recifa por S. M. le C.
ele.
Faco saber ansque aprsente carta de edic-
tos virem, ou dola noticia liverem em como
Antonio Bernardo Vas de Carvalho, e outros
me ftzeram apelicAo do theor seguinle; Ao-
tonio Bernarda Vas de Carvalho, Francisco
Custodio de Sampaio, Campos & Murena,
Sampaio de Miranda, commerciantea d'esta
prai;a, devendo-lhes Jos Ambrozio Ribeiro
a quantia de 5:115,268 rs. a saber ao pri-
meiro 575,220 rs., ao segundo 384,117 rs., A
Campos de Moreira 3:809,991 rs. e Sam-
paio de Miranda 344,900 ra., quantiaa estas
constantes de letras acceilaa pelo dito de-
vedor, e que ae acham a muito vencidas,
quarem faze-lo citar para a pnmeira au-
diencia deate juizo ver propor-te-lhe res-
pectiva accSo ordinaria pela auajredem o
oa' Juros 'estipulados. Requeren! poia a
voasa sehboria digne-se de o mandar citar
visto ao terem esgotado oa meios consilato-
rios, como prova a certidSO junta, rom a
pena de proceder-se aua rev.lia, sendo lo-
go citado para todos 01 termos da causa a t
floal exeouefio. E porque o suplicado deve-
dnr se auzentasse, e nSo se saiba para onde
devendo-se proceder a citacSo ediclalmento
na forma da lei faz-ie misler justificar-se
essa auzencit, e incerteza de lugar para qua
prova du quanlo baste e julgado por senten-
ca tenha lugar a citacSo requirida nestes
termos. Pede a vossa senhori* lilm. Sr. Dr.
juiz dedireiln do commercio da segunda
vara assim Ihe delira.E. II. M. Fon seca.
E mais se nSo continha em dita petifo aqu
copiada ; na qual del o despacho seguinle t
deslribuida oa forma lequenda. Hecife 18
de dezembro de 1851Guata Menezesdis-
IribuicOes-A Molta-Ohveira E mal se
nSoconlinha em dita petictlo e despacho
aqu copiado, om virlude do que produzi-
ramos supplicantes auis ieslemunha8, e
aubindo-me os autos cj/icluzos oandoi avis-
ta das meamas testemLihaupassir aprezen-
te carta de editos com termo de trinla diaa
pelo theor da qual hef por citado ao dito
supplicado Jos Ambrezto Ribeiro para ae-
proceder achilo ordinaria que osaupplicanlea
vSo propor constante de sua pellclo supra
transcripta afim do comparecer por si ou
seu procurador aprimeira audiencia deale
juizo que lera lugar a immediata ; depoia
de (indo odilo prazo aob pena de correr a
causa a sua rerelia al final aentenca e aua
exocuedo. Peloqua toda e qualquer pessoa,
prenles e amigoa, ou conhecidos do dito
supplicado u poderSo fazer aciente do que
cima lica expoato ; o o porteiro reapectivo
publicar e afilar a presente nos lugarea
determinados no 2 do art. 45 do rag. com.
o. 787 e publicado pela impreaca. Dada a
passada neata cidade do Recife aoa ta de
Eu Manoel loa da Motta,
1 u, .-.------ -~r......--------- ""o de 1858.
leria saudacOes e aa bae grecas dos espe- lescrivSo o aubscrivt.
culaores do EeAo!..... i Jos Raymundo di Coila
Menezes
MUTILADO


V
A
O Dr. Jos Ravmundo di Coila Menezes.juiz
munioipsl luppleBte di I. wra e do corn-
mercio, nesti cididedo Recife de Pernera
buco por S. M. I. e C. que Deo guarde
etc.
Kico uber o que o prereote edital Ti-
ren, que tendo-se por este Julio do com-
mereio procedido i penhori ni quintil de
194/113 rs. em dinheiro, por execuglo de
liento dos Santos Hamos, contra Hara
Carolina Fcrreiis de Carvilho, e Antonio Au
gusto Maciel, que so ach no deposito puhli-
co, e ali depositida pela dita O. Mafia Ciro-
liol por laso, em cu'nprmonto do art. 517
do regulimento n. 737 de 25 de Novembro
de 1830, sefaz sciente aos credores incerlos
dos meimoi executados, pin que dentro em
10 das contar da dita deste, compiregim
neite juizo, e alleguen i preferencii que
tivererh A referida quinlia, sob a pena com-
roinada no citado artigo. E para constar
mandei paliar o presente,* miis dous do mes-
mo teor.que serio afiliados nos lugares de-
terminados;noart.538dotnesmoregulamen-
to, Dido nesta cidade do Recife de Pernim-
buco etn 9 de marco de 1852. F.u Joaquim
Jos Pereira dos Santos, escriv.lu o s ubs-
crevi.
Jos Raymundo di Cotti Msnezes.
outros objectoat quirti-fsira Si do corrente
s 10 born di mmbl, no Mu irmizem,
ra da Cruz.
m
Declarares.
-- O por brasileiro Bihlioi, commio-
danle o ciplllo tenenle Segundino, espre-
se dos portos do Norte em 5 de abril, e se-
guir pira Macei, Babia e Rio de Janeiro,
no da seguiole ao di sua cbegidi.
REAL COMPANHIA DE PAQUETES INGLE-
ZE8 A VAI'OII.
eja^l-v Eapar-ie da Europa no da
7aAJ> 31 do corrente,ehomconheci-
ylgtjEmp' d e ypIoz vapor Soverncom-
laiie^i rendante Vincenl, o depois
da demora do costume seguir para os por-
tos do Sul, pn passagein dinja-se a cisi
dasaencia : ra do Tripicbo Novo o. a.
- De ordem do lllm. Sr. director geral da
ioslrucgao publica fago saber, que aclian-
do-se vaga por abandono do professor a ci-
deira de inslrucglo elementar do primeiro
grao da Fazenda Crande do municipio de
T.caratu. S. Exc. o Sr. presidente da pro-
vincia a mandou per a concurso com o pre-
so marcado atodiaUdojunho prximo,
om que se effecluaro os eximes. Directo-
ra geni da inslrucglo publica, 22 de>'<;
de 1852.Candido Eustaquio Cesir do Mul-
lo, amanuense ircbivsti.____________
Avisos diversos.
O Jardim das Damas.
Hablo a luz o 3 numero deste peridico,
contendo como os dous prlmeiros, materias
de inslrucglo e de recrelo elle he icom-
panhido de umi estampa grande todi cheia
de bellos moldes de labyrinthos Impressos
em tinta verde sobro papel imirello.
O I,* rfumeru he aoompanhido de urna es-
tampa grande com lindos riscos da borda-
dos impressos em papel cor de rozi, e o 2"
de urna estampa pequeni com moldes de
libyrinthosedemiisum figurina que re-
presenta is ultimis modas de Pars Unto em
vestidos como em penteidos.
O 4. numero, quesibir para semini,
sera acompinhado de urna estampa com ris-
cos de bordados, o 5* de urna mo linha com
compmhameoto de piano, o 6 de um
bello figurino, recebido ltimamente e que
j se est apromptando.
Todos estes nmeros, que formim a 1' se-
rie do Jardim dis Damas custim apenas
2,000 rs. para aa pesaois que assignarem es-
te peridico.
U Jardim das Dama* he inteiramente es-
tranho a poltica e occupa-se to smente
da inslrucglo e recrelo das senhorss.
Arrendi-se um engenho distm'e deata
priga 9 legois, com multo boaa trras de
plantajes, e cercados, moento e corrente,
vende-so ni mosma occasilo em que se fizer
o arrendamento, alguna eacnvos, aafra ,
criada, boiidi muiWdjm, cirros, e todos os
mils utensilios inhrT*ntfs
THEATRO
DE
S. IZABEL.
34.' RECITA DA ASSICNATURA.
QUARTA FJ/IRA, 3i DE MAR-
GO D i85a.
Depois da execuglo de umi das melhores
ouverturas, subir scens impreterive-
meole, o drama sacro em 4 actos :
S. Cecilia.
A parte de Cecilia, ser desempenhada
pela sentiora D. Carmela.
Comegar s 8 boraa.
U resto dos bilbetes schsm-se a venda no
lugardocuslume.
Avisos martimos.
I'ara a Babia.
Silgue com a maior brevidsde possivel a ve-
leira e bem conhecida escuna brasilera Ade-
laide : quem nella quzer carregar dirija-se
a ra do Trapiche Novan. 16, segundo an-
dar, ou na ra da Cadeia do Recife n. 23.
Maionho e I'.ir.
Segu em poucos .lias o brlgue escuna Ar-
i lu'i, para carga e pusageiros, trata-ae com o
consignatario Jos Baplisla (la Fooaeca Jnior :
na ra do Vigario n. 23, ou com o capitao na
praca.
Pan o Aracaly pretende seguir viagem
uestes 15 dias o hiate Capibaribe.mestre An-
tonio Jos Vianna por j ter a maior parte
ili carga ; para o resto ou passagciros trata-
se ua rui do Vigario n. 5.
I'ara a Babia.
Segue'com brevidadeo novoe veleiro hii-
loincionilSA.VrA CRLZ forrado de cobre
para o resto da carga trata-se na ra da Ca-
deia do Recife n, 23.
I'ara o Rio de Janeiro, sahe
com a maior brevidade possivel ,
por ter parte deseu carregamento
prompto, o veleiro brigue nacio-
nal Rio Ave : para o resto da car-
ga e escravos a frete, trata-se com
os consignatarios JNovaes & Com-
panhia, na ra do Trapiche n. 34,
ou com o cspitSo Elias Jos Alvo,
na praca do Commercio.
-- Frets-se psra o Rio Gnnde do Norte e
Ass a barcissi Carolina Brazileira, ou re-
cebe-so carga a frete : a tratar ni ra da
Madre do Dos loja n. 34.
rara u una.
Segu no flm da presente semana com
a carga que ti ver o hiate Ligeiro quem no
mesmo quzer carregar ou hir de pessagem
dirija-se a ra do Vigario n. S.
Nft dQ 3a du wtinil'' u.w ,
segu viagem para o Rio de Janei-
ro, a bem conhecida barca Firme-
za : quem quier ir de passagem,
ou tenha escravos a frete dirja-
se a ra da Cadeia n. 4o ou na
e necessinos pa-
ra a continuagln do mesmo estahelecimen-
t, e nlo ha duvida de se fazer todo e quil-
quer negocio : a tratar no aterro da Boa-
Vista n. 43, primeiro andar.
Em principio do auno passsdo desap-
pirecau o muleque creoulo de nome Anto-
nio Caiana, representa ter 16 a 18annos,ps
e mos grandes,bocea e denles grandes.tom
em cima de urna orolhi dobra cortada, ha
probsbilidade de andar na freguezia da Es-
cada: quem o pegare levar ao aterro da Boa-
Vista n. 43, ter 100,000 rs. de gratilicaglo.
No dial28 de fetereiro desspparecau do
engenho Cajabussu' o escravo creoulo de
nome Mariano, bem preto, altura regular,
com falta do denles, temar alegre, ha noti-
cia certa de ter seguido para freguezia da
Eacada, e ter icado por ah mesmo: quem
o pegar leve ao aterro da Boa-Vista n. 43,
ou no mesmo engenho cima que receber
100,000 rs. de gr^lilkacao.
Preeisa-seilogar urna mulher forra ou
captiva para cosinhoira em urna casa estran-
gera : procure na casa n. 43 na ru da Cruz
das 10 horas da manhSa at 3 da tarde, ou
na passagem da M.gdalena no sitio do Sr.
Guerra at as 9 horas da manhSa, e depois
das 4 horas da tarde.
O abaixo assignado com taberna no
largo das Cinco Ponas n. 152, pelo presen-
te declara, que deia de vendor agoardente
da prodcelo do paiz, contindo-se di pu-
blicaglo deste pordant, e pira que se nlo
chame so engao, faz n presente, contestan-
do qualquer inexatidlo que porventura
possa epparecer.Jos de Medeiros Raposo.
Roga-se a lllma. Cmara que requisi
tea S. Exc. oSr presidente, urna senlinel-
la efiecliva para empedir, que se faga des-
pejo no caes d Collegio como acontece to-
dos os instantes, fazemlo afugentar as pes
soas, que te assenlam nos bancos procuran-
do refrigerio a eslaglo calmosa do dia. Re-
quisitem Illms. Srs., que nlo deixarao de
ser attendidos, visto que os rditos da c-
mara n3o permillem, que se all conserve
um guarda ell'eclivo.
Precisa-se de urna ama dosempelids
para casa do ua-a familia fon da cidade:
quem quzer appsrega na ra da Guia n. 64.
-- Pede-se encarecidamente a Ilustre c-
mara municipal, ou a quem competir, man-
de abrir velados para esgoto dis igois cs-
tagnadas (em prrjuizo da saude publica) as
diversas ras da froguezia do S. Jos,com
psrlicularidade o pateo do Terco que se
achn intransitavel. Os moradores desta fre-
guezia s3o dignos de melhor sorto, o- nao
devemsers lembrados para imposlos.mul-
tis, etc., ele. O temorato de febres.
-- Antonio Valentim dos Santos avisa so
rcspeitavel publico que nlo se responsabili-
sa por qualquer divida contranida em seu
nome. Tamben adverte ao respeilavel pu-
blico que nada tem com a sociedade dos car-
ros fnebres, s que tom alugado meosal-
mente os aeus carros para condcelo dos
cadveres para o cemilerio publico, com os
mesmos arrematantes
-- Aos carentes e adherentes de cerlo ne-
gociante, quo alardeavam por todas as es-
quinas e pravas desta cidade de pretender
querellar de um patricio de S. S., que leve
a infelicidade de ser caixeiro da sua taberna
na rui lirga do Rozario, o qual pelo mesmo
f.cto elle arrostrou peranle os tribunaes do
paiz, em 1844 os pode conseguir a absol-
vilo daquellasui victima, pergunti-sepor
que odo leviram a efieito esse seu designio,
antea da partida do mesmo para a Euro-
pa ? Seria pelo remorso, que tempo Ibe
acudi para nlo renovar i perseguirlo con-
tra o innocente? Seria pelo receio de ver
conspirar o felico contra o feiticelro? Dar.
se-hia acaso, que fosse por ignorar a rcali-
sac.8o da viagem dellc t A primeira hypothe-
sa he falsa, porque urna alma calejada ni
maldade n3o polo ser acoinmetlida do re-
uiorso; vive, engolptia-ae, e dorme no. cri-
me, como pura materia. A ignorancia da
ausencia tamben) nlo fui, porque toinou-ie
bem publica e notorli pelos annuncios fei-
In.nn. llorna desti cidade, peloLHtCL iln
tirar nissaporle etc.; logo for Bert cobar-
da, foi verdideiio receio, quo issilti, des-
irma e fazrecuar ilgumai vezei ao traidor,
quando lobriga e avista a pobre viclimi.que
espera para airocidar; foi o terror de que
posauio-se, ao lembrar-se de que na propria
urdidura elles poderiam cahir. Mas conso-
lem-se os amigos, nflo desesi'erem, porque
praca, a tratar com o con.ignata- SM^.%VBWS2
rio Alanoel francisco da Silva.
Para o Ccar sihe com muita brevida-
de por ter parte da carga prompla a sumaca
nao permillir que a innocencia de novo
solfra e sejs perseguida por demonios encar-
nados, e entes to perdidos, ese aindain-
brasileira Flor o Angelim forrada e prega- sistirom.confiem.que o Mgo Belzebutn Ihes
di de cobre, mestro Bernardo de Souzi: reservara o melhor canlinho ao seu golhico
quem ni mesma quzer canegar ou ir de'eobscuro pilacete.-O Cangulo.
passagem pede ntendoi-se com o mesmol __ QUem tiver e quier alugar
slSoVn?^
- FreU-se para V*io Grande do Norte,'p0r es|e Diario, ou dirija-se a ra
Touroa ou Ass a bemxconhecida e veleira ___ a
barcassa Aurora Feliz, te lotede 40 caixas, 00 flragao n. aa.
aquallambem recebe voluroes a fretepara I Atuga-se urna casa sendo
qualquer dos mencionada portoii: JJ*,r'nig seguintes res, Hospicio, Se-
com o roestre Fernmdei bordo di mesma '6 ,_ i
no Forte do Mato, ou na ra do Rangel bo, luondego, Irempe, Alegra,
" S. Gon9alo, Aurora, Nova e Col-
legio: quem tiver quier alugar,
dirija-se a ra do Aragio n. 3a ,
.ffl^lSffJWWpW "-'EtrWS KS-remette
hrdoE.treito!em luU.eVonUdedoscom-'p.r. o Rio de Janeiro, o seu escravo Lino ,
tiradme creoulo.
P Croco & C. farBo leilSo por inlerven- -- O Sr. Jos Piulo ^do Reg IBirrete qo.,-
clodoeorreter Olivelra de um complete ra ter a bond.de de i ti otorceiro aad.rd.
sortlmentodemludezis.conii.tindo emlu- casi n. 30, da ra l.rga do Boarto, eum-
vas, botoes, fitas, suspensorios, lapis, pnroque tralou fuer em 2 de jmeiro pro-
obreias, linhss de marcar, bengillas, retroi xin.o panado, e at agora nfio tem ap-
da nialkHN- qualidide, marroquins, muitos parecido
jLeiloes.
Denppireoeu do sitio do uhora Meni-
no, no dia 28 do correnta, um Erna prin-
cipiando empear de novo : a pesso que
alavar do dito sitio, ser gratificada com
5,000 ra.
Quem tiver ama imagem diSenhora
di conceic8o, obra bem executidi, t a quel-
ra trocir: annuocle.
Jos Luii AIvm, retlra-ie pira Por-
tugal.
-- Precln-sa da ama ama para cisi ae
pouc familia, libando ooiinhirr annuncie
A. O. Nicolle, retira-ie pira Fnnc,
em compinhii de sua mulher e de iui
sogra.
Preoisa-ae de umi ima, para casi de
familia : na ruadoHoipicio 17.
Antonio Pinto, subdito portuguez, ro-
tira-ae para fra do Imperio.
Jlo Antonio de Abreu Trindade, reti-
ra-se pan Portugal, a tratar desui nuda
-- Asenhora Mirii Saripim dos Prne-
res tem urna carta na ra do Queimado,
botici n. 15.
- Na ra do Padra Floriino n. 18, em
dietquini, que tem duas portas, ha umi
mulher pira ama de casi, a qual fai todo
que he preciso de portas a dentro.
Um mogo branco, aolteiro esem fami-
I ia, precisa de urna ama de meia ida ie, que
cozinhe soffriveluiente, engomme bem, en-
sabdo e compre na ra, e que tej cipiz de
encirregar-ie de todo o servico interno de
umi casa; quer-se mulher aceada e activa,
e se fdr bastante feii tanto melhor : que
estiver nestis circumstanclss, pJe dirigir-
se rui estrella do Rozario, sobrado o. 15,
e ah ae Ihe dir quem precisa.
Guilherme Augusto Rodrigues Sette ,
vai Europa.
" A pessoa, qbfl"annunelou, precisar de
urna mulher de meia ida lo, que entend de
cozinhi e engomando : dirija-se ra di
Cadeia do Recife n. 54, que ae dir aonde
mora.
Marco 17 de 1852.
Desappareceu na tarde do dia cima, da
rui dss Cruzes n. 30, o esenvo crioulo de
nome MaooelJoao.que representa trinta in-
nos, mus.ou menos, estatura media, corpo-
lento; tem urna orelha Turada, um lubinho
junto a orellia direita, na cabega, o esta com
diversas marras como pareoendode bordoi-
das, onde nao crii cabello, ps grossos e co-
mo i ii- afTeciados de calor de ligado, e tem
viziveis signaos de surraJo; levou ca-
misa e seroula de algodao da trra, sendo
a camira de bertura de enfeiles e boiflas di
mesiiia fjzen li, feti no malte : levou mais
roupa, como cl$a e jaqueta de algo J.lo de
listra etc. Ha h ni fundadas suspeitas de
quo elle tenha seguido para as partes de
QuIDa, notando, que out/on foi elle pe-
ga lo adiinte da cidade da Victoria, no lu-
gar deS. JoSo dos Pombos, como que em
directo ao lugar de que be natural, que
segundo indicios,he lugar lili I nmedi.to.ou
tinto miis cima ; poJer dosii vez levar
non direcflo, porque tem conhecimento
dos lugares diqui para o Sul, at mesmo no
territorio de Alaguas. Roga-se a polica,
capitaes de campo e pessoas do povoa ap-
preheoc,3o do dito escravo, sendo que aos
ltimos promelle-se gratificar bem seu tra-
balho; podenJo ser eutregue no lugar ci-
ma mencionado, ou no engenho Dourado na
freguezia dejlpojuca a seu soahor Feliciano
do Reg Barros o Anujo.
av URTARAM em a aoite de sabbido pa-
ra domingo (27 28 ) p. p. a do quin-
tal do Portocarreio na rui da Uniflo, urna ba-
ca de arante quazi nova de mediana gran-
deza, e com urna pequana sida no fundo;
roga-se as pessoas aquem for ella ofierecida,
ten ha ni a boudade u apreheude-la o man-
da-la levar a casa sobredita, por cojo favor
se llio licar bem agradecido e dar-se-ha
meamoalguma gi'atilioac'io se a quzer o i-
prehensor aceilar.
Miguel Joaquim da CusU tendo de se-
guir vngem para Lisboa, deia por anus
procuradoras, em primeiro lugar a seu Ir-
iiiii Domingo Al ve- da Costi, em segundo o
Sr. Marcellino Jos Goncalves di Fonte, em
terceiro oSr. Caetano Cyriaco da Costa Mo-
rena.
Manoel Joaquim Mirlins, subdito por-
tuguez, d'ors em diaute se assignir por
Minoel Joaquim Martina de Olivein.
-- Desappareceu no dia 22 do corrente
margo da barr do Rio-Formoso um mulato
escravo de nomo Jlo de idade 18 minos,
pouco mais ou meuos, com principio de bu-
QO, de boa altura, corpo regular, levando
camisa de riscado encarnado, caiga de al-
godSoazul, chapeo de palha novo com lago
de lita i reta, e tem por sigua I mu saliente
um tiItin na buchexa du lado direito, pro-
veniente de um couce de cavallo quando pe-
queo, dito mulato andiva de proeiro em
urna baicaga : roga-se porlanto as autori-
dades policiaes, capitaes de campo e miis
pessoas do povo que delle tiver noticia ou
encontr o prendam e facim condunr a
mesma barra do Rio-Formoso ao ssu senhor
Flix Jos de Lima, ou no Recife ao Sr. Jos
Gomes Leal que ser recompensado.
-- Jo3o Ribeiro Braga, declara que por
haveroulrode igual nome, de hoje em di-
ente se assignir por Jlo Jos Ribeiro Cui-
mirSes.
llua das Trincheira.
Tirsm-se passiportes pan dentro e fra
do imperio,issim como tirim-se follus cor-
ridas e tambem titulos de residencia, ludo
mais barato do que em outra quslquer
parte.
Pede-se ao Sr. A, Gongilves Ferreira,
srv-so ter a bondade de mandar pagar
2,280 rs. da buladlas ni pidiru di rui larga
do Rozario n. 48, que comprou em dezem-
brode 1847. ........____
tempo de 2 anmis, pagando-se os juros to-
dos os me/es sobre ums morada de casa no
v.lor de mais de 3000,800 rs., chaos pro-
prlos, livri s e doseinbar.igidns, decimal pa-
gas: quem quizer dar diriji-se a ra do Ran-
gel o. 35, que se dita com quem ha de tra-
tar.
Furtaram nos dias da semana psssada
lo quintal da cisa da esquina da ra da
Uniiio urna bacia de rame com o dimetro
de tres palmos pauco miis ou menos: s
quem frofierecida, ou dalla der notiria,
se gratificar, querendo restilui-li,na mes-
illa casi.
Alugi-so urna ptima esorava para to-
do servigo de casi : ni rui Direita o. 24, se-
gundo indar.
Ao Publico.
O director empresario dothea-
(ro de Apollo, tem a satisfacao de
annunciar que domingo 4 de abril
ter um brilhante espectculo em
festejo ao anniversario natalicio de
8. t. F. a Senhora D. Alaria II
rainha de Portugal. O programma
do divertimento ser annunciado
como he de costume por este jor-
nal e por cartaze-i.
Ni rui do Hospicio n. 52, precisa-ae a
lugar umi em, pretorlodo-ae no balrro di
Boa Vista.
Que Intima.
Mau amigo R para que pediste para ser
riscado do baila de miscirados.
O Bule de Apollo.
3
Narciso Jos Francisco Pannhos vai I
provincia da Baha ; a tratar da saua nego-
cioa.
Antonio Prieto como procurador de Je-
ronim Mirla di Conceic.3o, embarca para
o Rio de Janeiro a sua esorava Antonia,
orbala.
Aluga-se o armazem da casa da roa do
Trapiche n. 6, trata-se ni ra do Collegio
o. 17.
O abiizo assignado tendo scceltado ao
Sr. Francisco Moreiri di Costa 4 letras ni
importancia de 1:003.518 ra. pela compra di
taberna sita na ra Direili n. 27, quegirivi
10b firma de Frincisco Moreira da Casta &
('-, sendo esta quintil proveniente dos fun-
dos que aquello Sr. posuii na dita taberna
e nico capital d'esti : decan que ficam de
nenhum elfeito as ditas letras e por conse
quinta nuJWqualquer negocio que com el
las se fizer visto nlo ter o abaixo assignado
concluido a dita compra em consequencii
de nlo terem os credores concordado em
ficir cargo do ib.iixo aasignado a liquida-
po d'iquelli firma ; por nlo querer aquel-
lo Sr. prestar-so a indocar as letras que os
ditos credores deviam saccar dos dbitos
oontrihidos pel dita firma.
Alberto Jicintho de Souzi.
Joao Duarte Maginario, com procura-
co bastante de Jos Pestaa da Silva, faz
sciente as pnsaoaa que linham em seu po-
der penhores em objectos, hajamdeosir
resgatar no praso de 15 dias, na ra do lUn-
g*l a. 10; do contrario serlo vendidos para
pagamento.
Quem precisar de um menino, pira
caixeiro de loj do fixendii, ou miudezas :
diriji-se ao Passeio Publico, ioja o. II, que
souilianca sua conducta.
--Manuel de Souza Guiarle, vai a Por-
tugal, e deixa por aeus procuradores os se-
n Mores, em primeiro lugar, Jos Dias da
Silva (,ul marans; en segundo, Jos da Silva
Campos; em terceiro, Jos Antonio da Cos-
ta e Si, ficindo o l. seu procuridor encar-
regado de lodos os seus negocios, e por isso
o poJerlo procurar, na rui do Livrimenlo.
Manoel da Silv Fereira, vai o Por-
tugil.
Th : Chivanoes reliri-se com sua fa-
milia parios Estados-mdos.
Tilomas Gould, retira-se para o Rio de
Janeiro.
Juaquim Antonio dos Santos Andrade,
embarca para o Rio de Janeiro, o seu escra-
vo mulato, do nome Lucas.
-- J. B. da Fonseca Jnior, remette pan
o Rio de Janeiro, o seu escravo, ue nome
Filippe, creoulo.
-Em consequoncia de me retirar desta
provincia, convido a indos os meus credo-
res no praso de 8 das contados da dacta des
to, me apresentareui todas as suas cuntas
para serem imuiedittamenle pagas, nicer-
tezi deque depois deste praso uloinnuirei
qualquer exigencia que se me faga por jul -
gar nada dever; espero lodos os dias al
as 9 horas, e das 2 di larde em dianto na ca-
sa de minlia residencia : ni rui do Vigario,
n. 15, 3. indar. Recife, 27 de margo de 1852
Manoel Jos Barbozi Bngi.
No dli 31 do correte pelo meio un ni
sala das audiencias, se ha uearrematar,por
ser a ultima prag, um terreno, urna mora-
da de casi, umi meii agoa, e algumas ben-
feitorias: na travessi di ra Augusta, pe-
nboradus aos herdeiros de Manoel Francis-
co Guimiraos, por Muheus Austim & Com-
piuhii; peranle o Sr. ]UII municipal.
-- Manuel de Queiroz Monleiro retira-se
pira Portugal a tratar de sua san te.
Previue-se aos Sra. Alberto Jacintho de
Souza e Francisco Moreira da Costa, que el-
les nlo podem dissolver a sociedade que
tem na taberna da ra Direita n. 27, sem
cousentimenlo de seus credores, com os
quaes anda n.lu se entenderam, e por isso
eslo sujeitos aliquidagao de dita taberna
que gyra sob a razio de Francisco Moreira
da CoalaCoaipauhia.
-- yueui se julgar credor de Jlo Alves de
Oliveira ou JoJo Alves de liveira & Cuiupa-
niiii queira apreseutaras suas cuntas al
o da 2 de abril prximo na ra da Cruz,vou-
da n. 37 pira serem conferidas e dessa data
em diiule u9o se respunsibilisim por qual-
quer cotila que pussa uppirecer, pe tenan-
te, as mesillas firmas.
Pede-se encarecidamente ao Sr. Luiz
de Oliveira Meilu, pralicante na harca Mar-
garida, que se dirija a ra do Rangel n. 10,
para um negocio que sedeseja deslindar,vis-
to o mesmo senhor nflu altender a urna car-
ta que se Ihe dirigi.
-- Celo juizo ua segunda van do com-
mercio foi designa lo o da 2 de abril prxi-
mo futuro is 10 horas da manilla na casa de
sua residencia na ra da Madre de Dos pa-
ra areunilu dos credores do fallido Mar-
celino Jos Ribeiro alim de se pruceder
verificsclo do crditos, formar contrato de
uiiiao e nomeaglo de admimstradores,e por
isso os credores do referido fallido deveiSo
comparecer na casa do mencionado juiz no
dia e ora designado, e para conhecimento
da todos fago o presente innuncio por or-
dem do mesmo juizo.
oi-se t:uui!,uoi) rs. a juros de 11|2 por
canto aomez, por lempo de um anuo, ou
mais se convier, sob hypolheca em predio,
lirre e desembarigado nesta cidade: quem
quizer, annuncie, ou dinji-se s ra Direita
u. 59, quo se dir quem d.
uuem precisar ue umi aun, pin ser-
vigo de casa : dirija-se ao largo do Pilar
" l3- o
-. Alugim-se 3 irmazens, na ra de S.
Francisco, por baixo da casa que purtenceu
a sociedade Apolnea, proprios para a me-
lhor coxeira: quem os pretender, enten-
da-secom o Sr. Rodolfo Joao Barata de Al-
meida, na ra do Collegio n. 8 primeiro
* Precisa-se alugar urna preta
forra, ou captiva, para o servico
de casa e comprar na ra: no Hos-
picio sitio da senhora Viuva
Cunha.
-- Ulferece-se um mogo bastante habilita-
do para administrador dn slguin engenho,
melhurar em obras e fahrico.se assim o exi-
gir : offarecendo mais a vanlagem dedespen-
sir fetor de campo, Qcmdo tu lo sobre sua
responsabilidad : ensinar timbem algum
menino a primeiras letras, gramtica portu-
guesa, e srilliemetica ; promolendo ludo
desempenhir saptisfitorismente : quem de
seu prestimo se quior utilisar dirija-se a
travessa da ra Bella n. 2, cocheira que foi
do Lopes que adiar abi dita pessoa.
Da-se pequeas quanliasi juros sobre
pinhores de ouro ou pnla : no becco do Pa-
dre n. 22.
"Preciii-sa de um caixeiro de idade de
20 innos o quil entend de vend; em Fon
de Porlis ra do Pilar u. 145.
Quem pretender um cavallo de estriba-
ra sofrivel em aodares, muito forte e min-
te'lo.proprio pin carro.o achara na cavili-
rice do Sr. Pedro : ni ra da Saualla, por
prego comuiodo.
Contrito dis carnes.
Para melhor indimento do servigo dos
igougues, precisa-se de pessoas que saibsm
talhar i carne, pagando-se a razio de cen
ris por cidi irrobi que picaren), tendo
Hotel Recife, ra do Trapi- Csahionodia 16. Na mesma Ioja
ch n. 5. 'tambem tem a venda, bilbetes n-
Quinta feira da presente sema- teiros, meios, quartos, oitavos e
na, abre-se este estabelecimento, vigsimos, a beneficio da a3. lote-
sendo os trabalhos d coanha di
rigido por um ptimo coiinheiro ;
offerece todas as comodidades para
quem nelle quizer assisti ; recebe
assignaturas mensaes, ni o s para
mesa redonda, como par 1 mandar
levar comida as casas dos as-
signantes, e d comida avulsa a
qualquer hora.
Roga-se io Sr. M. T. B. C.,\ o fivor de
ira ra da i'nii o. 17,1 negocioquelhedi
respeito, se n8o quizer ver oieu nome por
estenso nesta folhi. ,
Offerece-ie um ibemem brasileiro, o
3uil tem muito boi coiducta, para caixeiro
a rui, e o mesmo d fiador a sua conducta.
Urna pessoa que tem pratica
de administrarlo dtp engenho, se
olfere a administraco de algum
engenho, ou sitio; ess > pessoa he
casada, tem familia \e dliadora
sua conducta: quem Precisar, an-
nuncie para ser procurado.
(juem ae Julgar credor de Joaquim da
Costa Faria, por Iransacgfies feitas em sua
paitara, sita na ra da Senzalla V' Iba n. 2(,
queiri apreseolar iuis cootis rjol Anto-
nio dCarr.lhn, ni prigi dr) Climmercio ,
casa n. 15, no praso de 8 dias, depois dos
quaes nlo se responsabiliaa, .i. ..ur".
traclado a venda da mesma padaria, como
Sr. Antonio Jos Pedro Gongajves.
-- Qualquer mestro de bs'rcaga, que na-
vega diqui par o Rio Formozo, equeem
jiilno de 1848, receben do abaixo aasignado
150 couros de cabra e 20 meios de sola, para
eutregar ao Sr. Jus da Roza, ou o mesmo
Sr. Roza Ibo entregou aqni, como se suppOe,
querendo vir declara-lojao abaixo assigna-
do, na ra da Cruz n. 3, so Ihe dar urna
boa gralilicagao, viatqAue se tem de reque-
rer a thesouraria a coia do manifest, ese
ignora o uome de ba/fcaga e do mostr.
Luiz Jos de Sa Anujo.
--Precisa-se de um caixeiro que tenha
pratica de tiberni/de i la Je 14 a 16innose
que seja de boa conducta : na ra das Ci-
is Ponas n, 67 e dir quem precisa
ria do theatro de S. Pedro de Al-
cantara, que fcou para correr de
a8 a 3o de niur<;o.
Vende-se umi muleca de bonita figun:
ni rui di Guia n. 64.
Veode-se urna escriva creouli de idade
25 unios, perfeila engommadeira e cosi-
nbeira, lava de sabio, faz renda, ecoze lia,
sabe vealir bem urna senbora : a tratar na
ra Augusta n. 33, a qualquer hora do dia.
Mel baratissimo.
Vende-se mel de aisucir a 800 ria a c-
nida de 8 garrafas : na ra da Concordia a.
8, relimglu frincezi.
Gneros mais baratos he im-
possivcl,
vinlio da figueira, a iGo rs. a gar-
rafa ; aevada nnva, a 8o ra. a li-
bra; farinha do Maranhio, a 8o rs.
a libra; dita de araruta, a 160 ra.
a libra; manteiga franceta, a 56o
rs.; cha superior, a 3,000 rs.; lin-
guicas do serto, a 300 rs.; touci-
nho de Santos, a 160 ra., e os mais
gneros proprios do estabeleci-
mento vendem-se a proporcio
destes, para saldar contas: na ven-
da da esquina do beco da Lenha
. 41.
Entre as un... pontea da Hisaigoiu, pata
meiro sobrado indo da ponte pequea:
vende-so urna vacca, que d bstanlo lene
e o bizerro est com 8 dias, por prego oom-
modo.
Vende-se a taberna, sita no beco do
Peixe Frito n. 5, bem afreguezada, e fal-se
tu to neguciu : a tratar na niesoia.
Vende-se urna barcaca nova e bem ap-
parelliada, prompta a dar a vela, por prego
coinmn In : em Fra de Portas n. 141.
Vendem-se 34 palmes de Ierra com 300
de fundos, na ra Nova da Soledade, do Sr.
Herculano : a tratar na rus da Sania Cruz,
venda n. 5.
Vende-se urna parda muito robusta ,
propria para o servigo de urna ca
tar com Jlo Jos de Carvalhu Muraos, no
., ....- .., -. .------------,-- mi in 111 jiiiiu use ura \ja
-- OIerece-se ama pesso do bonscustu- Rec|fe |0ja de ferragens.
mes para ami de casa de homem solteiro ou |; o j atPrrn da Boa Vista lu-
do pouc. fimilii.aquildesempei.haperfei-jOerJas, no aterro Ua Boa Vista, 10-
tamento o servigo interior de qualquer umi I ja de calsado 11. 14, delronte da
casa : ni ra das Cinco Pontis 11. 59, aobi-l i.nnpPa
boneca,
NMeiHNHIMNN h os ** cor'M de vestidos de
9 Precisa-se de urna ami seca que en-
tend de cosinha, dandu-so hoin orde-
# nido, coniforme o seu tribillio,
4t quem quizer apireg ni ruido Bruui #:j
a dentro do Recife, nico sobrado que
J) lom no ces, sendo do dous aodares
e pintado por fon de encunado
I'recisa-se oe uaia mu para o servigo
oxterno e iuterno de urna casa de pouca fa-
milia, proferindo escrava : no Hospicio, si-
tio do portlo verdo junto do da Sr. Viuva
Cunha.
Preciss-se de um feitor psra um sitio :
na Passagem da Migdalena, que enlenda de
plantar capim, o de ortalices : ua ra do
Trapiche u.S.
~ Ni rui do l.ivrimento o. 10, anbndo,
se dir quem vende 1 aderego, 2 vollas, 1
corrente pin relogio,! relogio ptente,pol-
eeiras, melOes, transelius, cordOes, uieda-
Ihis, I fig, 1 paliteiro do prata, 1 par do
castigaos, e 24 colheres.
Attencao.
Na nova fabrica de chapeos de sol no
atorro da Boa-Vista n. 22.
Neste novo estabelecimento recebeu-se
um novo e lindo sortimento de chapeos de
sol do ultimo goslo tanto de soda como de
pan mullo psra homem e senhora, por menos
prego do que em outra qualquer parle;
grande sonimeulo de panninho o seda em
pega de tudas is coros para cubrir armagOes
servidas, concerta-se qualquer cbapeu o pur
menos quo em outra parte.
Nao se duvida pagar muito bem
Por urna utala,que seja moca,
robusta e sadia, ainda que nao te-
nha habilidades : a tratar na ra
do Trapiche n. 36, segundo andar.
Deseja-so saber ni ra da Midre de
Dos, venda n. 36, So nesta praga existe o
Sr. Agostinhu Gomes da Silva llego, ou na
falta deste, sua mulher s Sra. Feliciana Ma-
ra Cavalcauti, anegocio de um seu prenle
que mora na comarca de Goianna.
Arreuda-se nm s.tio em S. Amaro, com
muito boi cisi e frucleins, tem commolus
pin sustentar 8 viccas : quem o pieteuder,
duiji-so 1 ra di Gloru, cisi 11. 70.
Precisa-ie de urna pesso que se pro-
ponha 1 tirar formigas^ sendo esti opera-
glo por fules : quem i isto se quizer pro-
pr, dinja-ae a ra di (ilar ia, cisi n. 70.
Ciompr
Compram-se escravfjlule ambos os se-
xos de idide de 6 a 25 annosVpaga-se bem :
na ra das Larangeiras n. I4!*\
<:,.m..p.. ---> uma casa llMH hairrodi
ce por esta fulhi para se tratar;-
Cnmpnm-se 2 ou 3 n; nlil 1 is pira
pescogo de senhora, moderna assim como
alguos aueis para meninas, tallo de ouro de
lei e sem fetio : ua ra dos Pires u. 23.
- Comora-se uma earroga deconduzir,
com cavallo, que seja nova e bem construi-
da : no alerru dos Afogados n. 31, ou an_
nincio. /
Compram-se garraas e botijas vasias,
paga-so bem : no aterro da Boa-Vista n. 75.
Compram-se uns caxilhos para porta
do veranda, com suas bindeiris, e que es-
teja m em bomuso: quem os liver, annun-
cie, ou dirija-se a roa do Rangel, Ioji 11. 7.
Conip'i-se o diccionario depronuncia
ingles, de VYalker, j usado: quem tiver e
quizer vender annuncie pan ser pro-
curado.
Compra-se tojia a_porglo de lats que
tenhlo sido de irirula : na rui estrella do
Rozrio trivessi pan o Queimido n. 39,-A-'
depozito. _______ .
Vendas.
Lotera do 14io de Janeiro.
Aos 30:000,000 de rs.
Na loja de miudezas da praca da
Independencia n. 4, vendem-se bi-
lbetes nteiros, meios, quartos, oi
tavos e vigsimos, da 16. lotera
re-
seda pretos e de cores, de muito lindos pos-
tos e por pregos, que muito animar ao com-
prador.
Cortes de tapetes a 100 rs. o par ,
no aterro da Boa Vista n. ,'| ,
defronte da boneca,
ha chegado cortes de tapetes, pan sipatos,
com um loque de avirn, 1100 rs. o par, e
linipos, a 320 rs.; couro de lustre o melhor
quo ha, a 2,500 rs. a pello; sapatdes de lus-
tre, pira homem, os melhores quo tem vn-
do di I! ilna, a 3,000 rs.; ditos do Aracaty,
a 2,500 rs., e brincos, a 800 rs., de orelhi, a
1,000 rs. assim como, um novo e completo
sor ti ment de calsados Trancazos do todas
s qualidades, tanto para homem, como
para senhnrs, moniua e menino, ludo por
prego muito commodo, a flm de se apurar
dinheiro.
Vende-so, por prego muito commo lo,
um par de dragonas em muito bom estado,
para ollicial subullornn da guarda nacional;
assim como, urna banda ue soda, rica, pora
grandes paradas,o outra do servigo ordina-
rio, e um fiel de espada: na ra larga do Ro-
zario, loja do miudezas n. 26.
- Vomle-so o sobrado do 2 andaros da
praga da Boa Visla 11. 8 : a fallar na ra do
Crespo, loja do Joaquim da Silva Castro.
.-Vende-se uma mulata, de 16 s 18 anuos,
sadia e robusta : na ra da Cadeia de S.
Aiilunio, armazem n 15.
Vende-se um excedente cavillo, mui-
to manteudoe grande, pruprio para carro :
a traiaroa cocheira da travessa da rui Bol-
le n, 2.
Loja nova.
Vende-se resta loja, por pregos baritlsai-
mos o mais moderno sorlimento de fizendas
Anas a saber : corles de vestidos de seda
branca, monteleles prelos, ecapotiohos pa-
ra meninas; romeiras de linho com eofeit'S
de seda, los pretes, leos cortes de chamelo-
te pin ves io,h -111 como grs de tupies da
furti-cores dos gostns miis modernos para
vestido, e cortes de lia de camello com 14
valos pelo bar.no prego de 6,000 rs. o cor-
le, 111 vas de seda de cores, de torgil, pelica
e umitas nutras fizendas tuilo por barato
prego ni nov luja da ra do Rangel n. 8.
Vende-s urna padsria em S. Amaro por
preg i com mo lo,a qual se ach bastante ifre-
guezada de P3o,bolacha e bolaciohi de leite,
e se da recoila 1 quem esta compran a 1ra-
tir com Sebtslilo Jos do Ulivein travessa
do Vigario n. I.tenda do Cordeiro.
Na ra Nova 11 8, vendem-se 2 colchas
de damasco, 2toalhasde lavarinlo, 1 juro e
lucia de chrisial, tratado de harmona por
Breton,seguido de um icionirio de Accor-
dlos, a Donzella do Nevoeiro e varios livrn
Raratissimo.
Vende-se ricas joias de ouro e dfimioto,
brilhintes, ludo de ultimo gosto de Piris.
quem quizer comprar dirija-se ao Hotel
Krancisco 1 na ra do Trapiche u. 9 assim
como quem achar um caxorro d'agua femea
inda pequea com um sunal preto 110 olho
e atrouxer na mesmo Hotel ser bem|recom-
pensido.
Vendem-se 5 escravos, sendo I mulata
de idade 22 annos, eiigomma, coze e faz do-
ce; 1 preta de idade 20 annos, cosnhieen-
gomma,- 3 esenvos novos de lodo o servig'o
sendo umdelles cosiuheiro: na rus Direita
n. 3.
- Vende-se na rui do Apollo n. 18, mer-
curio chegado do Lisboi de superior quili-
dade, por prego commodo.
Attencao, ptima pechincha.
Vendem-se botina de bezerro
(rancez, obra muito boa, e muito
propria para o invern, pelo bara-
tissimo prego de 4>000 rs- o par .
no aterro da Boa-Vista, venda
o. 75.
Vonde-se os mais aprovadoa chirulo
da Bihil donomimdos, primores, regalos,
modianos e cissidores, aQanga-ae a ptima
qualidide, pelos pregus os miis coinmodos
possiveis; na ra da Cruz o. 26, primeiro
andar.
1*-- Vende-se uma molata moga de bonita
,,.a beneficio da construccSo e .
principio no primeiro de abril prximo. ,
quem eatlver nestas circumstincii pie paros das matrues do Rio rJeJa-
iquilquerdosidmnistrido-lnejro que havia de correr no dir
,,.ugougae. do contrato, ea.j^ J^^ e 0 vapor ngle
spreseniar-ie
res dos diverso
ia fungs do costume
flgura sabe ongommir com perfeiglo, coii-
nhar cozer e fazor bico : ni ra Direita n.
82, 3. indar.
Vende-so huma molata moga de boni-
ta ajura, que sibe cngumuiar com perfei-
glo, cozinni e faz bicos : nt rui Direita u.
82, segundo andar.
MELHOR EXEMPLAR ENCONTRADO .
j MUTILADO


'
Farinha Fontana,
chegada ltimamente: em casi de J. J. Tes-
o Jnior, d ra do Amorim n. 55.
Moendaa superiores.
Ni fundigBo de C. Stirr & Companhia,
em S.-Amaro, acham-se venda moendas
de canna, todaa de ferro, de um modelo e
conetrucgBo muito superior
No .rmazem d ra de Moda n. 15 ,
vende-se cal de Lisboa em pedra, a maia no-
va que ha no mercado, chegada no corrente
mez, no brigue Laya ; assim como mercurio
doce em caixinhas de libra cada urna, ludo
por menos prego do que em outra qualquer
Cobertores de algodSo.
Superiores cobertores de algodSo de di-
ferentes corea, tecidos a dous nos, multo
grande, tem todaapplicagSoem uma casa de
familia, por servir para mez. de engom-
mado e forrar camas e mesmo para eacra-
voa, pelo diminuto prego de 1,440 IB, I na
ra do Creapo n.
l'otassa americana.
' No antigo deposito dacadeia velha,n.
12 existe una pequea porfo de potassa
americana, chegada recentemente que por
superior rlvallsa com adaRussia: vende-
ee por preco razoavel.
la pe Paulo Cordel ru-
recentemente ebegado do Rio de Janeiro :
veode-se na ra da Cadeia do Recife loja n.
50, deCunha & Amorim.
Vendem-se relogios de ou-
ro eprata, patente ingle: na ra
da Remalla Nova n. 4a.
Deposito de cal virgem.
Conha & Amorim, na ra da Cadeia do
Recite, n. 50, vende-se barra com supe-
rior cal em pedra, chegada pelo i "
; SI lisDoa, aw ....os prego do que
om outra quilqner parte.
No escriptorlo de Manoel Joaquim Ra-
mos a SHva, na roa da Cadeia do Recife,
vende-se por preco commodo cal virgem de
Lisboa chegada no ultimo navio, bezerro de
lustro, mercurio, linha de Roriz.relroz, fe-
cha duras do Porto, pannos e casemias
de la.
Principios geraes de economa pu-
blica e industrial.
Vondo-seeatecompendio, apptovado para
Maules de priuieiras letras, a 480rs.: na
praga da Independencia, livraria n. 6e8.
___ a porta da Alfandega e no
armazem do baraleiro Joaquim da
Silva Lopes, vende-se farinha fon-
tona SSSF e de Philadelphia, l-
timamente chegada.
Vendom-se amarras de ferro : na rus
de Senzalla Nova n. 4i.
AGENCIA
da fundico Low-Moor.
RA DA SENZALLA NOVA N. 42.
Neste estabeleeimento conti-
na a haver um completo sorti-
mento de moendaso meias moen-
daa para engenho, machinas de
vapor, e taixas de ferro batido e
coado, de todos os tamanhos, pa-
ra dito.
Antigo deposito de cal
virgem.
Na ra do Trapiche, n. 17, ha
muito superior cal nova em pedra,
jhegada ltimamente de Lisboa:
tambem se vende potassa da Kus-
sia, nova e de superior qualidade.
Gasa de commisso de escravos.
Vendem-se escravos e recebem-
se de commisso, tanto para a pro-
vincia como para fra della, para
o que se olferece muitas garantas
a seus donos .- na ra da Cacimba
n. fia primeiro andar.
-- Vende-ae um terreno na ra da Aurora
com 50 palmos de frente "e 280 de extensao,
tend) caes de lijlo a beira mar, fcando en-
tre as casas dos lllms. Srs. CuslavSo Jos do
Reg e Francisco Antonio de Oliveiia: os
prelendentesdirijam-se a ruadas Torres n.
8, primeiro andar.
4,000
Vende-se rape de Lisboa, chepa lo lti-
mamente, vindo de encomineiida, cousa
superior, e responsabilisa-sepela qualidade:
na ra da Cadeia do Recife, loja de Joo
da Cunta MagalbSes, n 51.
Agencia de Edwin Maw.
Na ra de Apollo n. ti, armazem de Me. Cal-
montb Coiupannla, acna-se constantemente
bons aorllmemos de uia de ferro coado e
batido, tanto rasa como fundas, moendaa in-
elraatodaade ferro para aoimaes, agoa, etc ,
ditas para armar em madeira de lodos o ta-
manhos e in.delloa o mais moderno, machina
uurisiiui.il para vapor, com forja de 4 cav.il-
loa, coucoa, paisadcirat de ferro estanhado
Sara cata de pulgar, por menos preco que os
ecobre, etcovena para navios, ferro ingle
tanto em barras como em arcos folhas, eludo
por barato preco.
Deposito de cal e potassa.
doltecife n. ia, ha muito supe-
rior cal de Lisboa, em pedra, as-
bim como potassa chegada ultima-
mente, a precos muito rasoaveis.
Superior cha nacional
em caixinhas de 2 libras, e da melhor qua-
lidade ; vende-se por prego commodo, na
ra do Corpo-Santo n. 3, primeiro andar.
Arados de ferro.
Na (undigao da Aurora, em S. Amaro,
veodem-se arados de ferrode diversos mo-
delos.
Para a quaresma.
Casemira preta infestada a 5,000 ri., o cor-
te de caiga.
Na ra do Crespo loja da esquina que vol-
ts para a cadeia veodem-se casemiras prela
enfestada a 5,000 rs. o corte de calca, aarja
preta hespenhola a 2,600 rs. o oovado ; co-
mo outraafezeudas que por sua boaquali-
dadoae tornaO recomendaveis.
Vinho de Champagne,
e superior qualidade : vende-se no arroa-
em Kalkmauu Irmlos Ra da Cruz, n. 10
Depoalto da fabrica de Todo os
Santos na Baha.
Vende-se,emessa deN. O.BiebertC.,
ns ra da Cruz n. 4, algodSo transado da-
quella fabrica, muito proprio para saceos de
assucar e roupa de escravos, por pregocum-
1000.
Vende-se ais barato do que em
tra qualquer parte, ricos manteletes pr
e de cores: na ra da Cadeia do Recife, lo-
ja n. 18.
Vendem-se velas de espermaceti,
caisas, de superior qualidade : em ci
J. Keller & Companbia na ra da Cr
mero 55.
Be to barato,
Que fax animar ;
Quem vir a pechincha
Nao deixar de comprar.
Na ra do Crespo loja da quina que vira
para a c.deia, vende-se Piw'^rNM
muilo bom, a 2,800 e 3,200 rs. o covado.cor-
tes de catas chita muito bonitos, a 1,920
rs. ; e ourrss mullas fazendas por prego
commodo. ,
Cemento novo a 7,000 rs.a barrica.
Noarmixem de Antonio Anues, no caos
'^Ven^'e um eno com 300palmos
de frenle epe.to > 1000 de fundo, com
grande viveiro, que ten. parlo **"".?"'
mos de compndo. na estrada que va lf MI.o
Manguind a tallar na ra da Cadeia do
Recife n. 8.
a-.\"li\l>(>S AMLGANOS.
2 Vendem-se arados ame- ,4
ricanos, chegados dos Esta- t
S dos Unidos, pelo barato pre- g
50 de 40,000 rs. cada um: na
ra do Trapiche n. 8. I
Vende-a um ear-r.vo p.rdo o.ou-o ,
^ a imito, por ser robusto e acos-
!?l"J.lVro de campo, vindo ltima-
mente do Para 1 a tratar na ra da Cruz nu-
mero n. 45. n ,
Deposito depanno da algodao da
febrica Todos os Santos da Ba-
nhia.
Vende-se j\or preco commodo
o bem conhecido panno de algo-
dSo desta fabrica ; em pessa, a
vontade do comprador: no escri-
torio de Novaes rk Companhia, na
roa do Trapiche n. 34.
Areite de carrapato da fabrica de
Arauio & Filho, no Pencdo.
Acaba de chegsr mais desteja conhecido
aze.te.omais proprio e econmico, para
uso de candieitos de sala, tanto pela sua du-
ragfio, como linipeza, econtinuara a haver
sempreum depoztu para aiipnoionto reg-
Isr dos freguezes : no armaem de J. J. Is-
so Jnior : na ra do Amorim n. 35.
Vende-se ou arrenda-s.i o Engenho >.
Rita moente e corrente meia legoa distante
da villa do Iguarassu' com proporges para
aafrejar-se, embarque junto a o engenho; ala-
gados, o outras proporgOes I quem o preten-
derentenda-secom o proprietano no mesmo
engenho.
Novos cobertores de tapete a
i,44 rs-
Na ra do Ciespo loja da esquina que
volta para a cadeia, vendem-se cobertoies
de tapete, grandes e bonitos, pelo diminuto
preco de 1,440 rs.; em qualidade sao os me-
loores que lem viudo no mercado, por isso,
recommende-se aos Srs. de engenho que
quizerem comprar da pichincha, nao so oe-
morem, porque ja ha poucos pela estragan
que tem lido.
Taimas para engenhos
No fundico de ferro de Bow-
man & Me. Callum na ra do
Brutn, passando ochafariz, conti-
na a haver um completo sorti-
mento de taixas de ferro fundido e
batido, de 3 a 8 palmos de bocea ,
as quaes acham-se a venda por
preco commodo e com prompti-
daoj embarcam-ae, ou carregam-
se em carros, sem despezas ao com-
prador.
Baratissimo.
Vonde-se um terreno na ra da Aurora ja
aterrado, tendo fundo at a ra do Hospi-
cio, B frente 55 palmos 1 tambem se vende
s a ra da Aurora : a tratar na praga da in-
dependencia n. 17.
Situ&o de Nantua a
800 rs.
Vende-se a historia de SimSo de Nantua,
a 800 rs. : na livraria da pregada Indepen-
dencia n. 6e8.
Cebo refinado.
Vende-se superior obo refinado, em bar-
ricas, que por muilo superior se recommen-
dapara o fabrico dai velas de carnauba: na
ra da Cadoia Velha1, armazem n. 12.
Vende-se umal preta cosinheira de pro-
lissao, engomma e coze : na ra larga do
llozorio n. 35, loja.
Vendo-se um cavallo sem aei
bom carregador ttaixo : na ra da
Recife n. 48.
4
Pechincha.
Na loja do Paaseio Vublico n. 15 veode-
se superior cal virgem, chegsda ltimamen-
te de Lisboa, por prego muito commodo pa-
ra acabar.
Vende-se nma mesa de amarello, com
7 palmos de comprimento e 4 de largura :
na ra Bella n. l'.
___ Vendem-se batatas muito
superiores, inglezas, recentemen-
te chegadas : no armazem de Jos
Joaquim Pereira de Mello, no lar-
go da Alfandega defronte do guin-
daste.
Banana e goiaba.
Vende-se superior doce d'aouellas fructas
do mais lino quol ha : na vt*da M ra
da Cadeia do Recife defronle do Beco Lar-
go D. 25.
Vende-ae
Rspermscete em caijas de 18 libras.
Frlnha superior em saceos de alqceire.
Cha preto superior.
Erv malte.
Verdadeira genebra deOlanda emfrasquei-
ros.
Charutos da Bahia superiores.
Seiveja lina : na travesea da Madre deDeos.
armazem ns. 4 e 6, pintado de cor.
Moinhos de vento
com bombas de repuxo para regrar hortas
obaixas decaplm na fundigflode Bowmaux
& H. Calbem: na ra do Brum ns. 6,8 e 10.
Cambraia para cortinados a a,4o"
rs. a peca. j
Na ra do Creapo, loja da esquina, quevi
ra para a Cadeia, vendem-e cambraita des-
campiuadas, para cortinados, a 2,400 rs. a
pega, com 8e 1|2 varas.
Grande fabrica de chapeos de sol,
de J. Falque la do Collgeio
n.4-
Nesto novo estabeleeimento recebeu-se
um novo e lindo sortimenlo de chapeos de
Sol dos ltimosgostos, tanto de seda como
de paninho para homeus e senhoras, de ar-
magilo de baleia e de asso que se vendem
por menos prego quoem outra qualquer psr-
le ; grande soilimenlo de chamslole, sedas
e pnninhos em pega de todas as corrs e qua-
lidades para as pessoas que quizerem man-
dar cubrir armagSes servidas. Completo sor-
timenlo de hlelas para vestidos esparlilnos
par senhoras, fazem-se umbellas de igreja e
conceita-seqnalquer qualidade de chapeo
de sol: lodos os objectos acim mencionados
ae vendem em porgao e a retalho, por prego
que agradara aos freguezesa visla da quali-
dade.
Farinha de mandioca.
Vende-se saccas com superior farinha
de mandioca a pregos rasoaveis: a tratar
com J. J. Tasso Jnior ra do Amorim
n. 35.
Grande sortimenlo de fazendas
baratas.
Panno.fino preto a 3,000 rs; sarja preta
hcspanhola, do superior qualidade a 2,500
rs. o covado; setim prelo macao, muito su-
perior a 4,000 rs. o covadoj alparca, muito
Tina a 610, 800 e 1,000 rs. o covado; caaaas
de llores braticas, proprias para cortinados
de cama, com 8 1|2 varas a 3.500 rs. a pega;
cassas chilas a 2,000. rs. o corle; lengos de
can.braia delinho, para homem a 480, 560 e
640 rs.; riscado assenlaJoem melim, pre-
prios para ropa de meninos a 200 rs. o cova-
do, e uutras muitas faieir.!as em conta : na
loja da ra do Crespo n, 6.
. Vehdem-sc saccas com fari-
nha de Santa Catharina a 2,340
na ra da Praia de Santa fi-
venda defronte da ribeira do
Lotera do Rio de Janeiro.
AOS 20:000,000, 10:000,000, 4:000,000 ,
2:000.000 e 1:000,0O0 de rs.
Na loja da Viuva Vieira 61 Filhos, na ra
da Cadeia do Recife n 24, anda acham-se
a venda um resto debilhetea e cautelas da
16. lotera a beneficio daconstrucclo e re-
paros das mstrizes da provincia do Rio de
Janeiro, cuja lista vem no primeiro vapor,
na mestna tambem receberam pelo vapor
inglez Tay, entrado em 24 do eorrenle, os a-
fortunadoa bilneles e cautelas da 23. lotera
beneficio do theatro de S. Pedro de Al-
cntara, os quaes acham-se tambem a ven-
da e t>ocam-se por Dilhetesji premiados das
loteras do Rio de Janeiro e desta provincia.
A melhor farinha de Mag,
a 2,500 rs. a sscca, dinheiro A lisia : no ar-
mazem da esquina da Alfandega.
Vende-se urna canoa de carreira de
burdSozintio, de 35 palmos de comprido e 3
e meio de largura, por muilo diminuto pre-
go : a tratar na loja de miudezas da ra do
Collegio n. 3,
Madama -Huesear Millochan recebeo
Facas e garfos.
Na ra do CabugA n. 6 loja nova de miu-
dezas vendem-se facas, e garfos decabo de
balango a !,600 rs a duzla, ditas de cabo
oitivado a 3,000 ra. a duzia, tstiai como um
sorlimento da colheres de soupa e cha.
Rica fitas para sinteiros.
na ra do CabugA n. 6 loja nova da miu-
dezas, vendem se ricas filas de sarja de aeda
para sinteiros do menino, assimeomo um
grande sorlimento de ditasa setinadas pa-
ra chapeos de Srs. por pregos muito com-
modo).
AttencSo.
Na ra doCabuga n. 6>endem-sababadoa
do Porto de largura de 1 palmo a 180 ra ill-
tos de largura de 2 palmos'a 240 rs avara,
bolOes de madreperola a 560 rs ditos muito
finos a 720 rs., caixas da eolxeUs francezes
a 70 rs. a calxa.
Na ra do Capug vendem-se Charuteiras
a 320 rs ditas mais pequeas a 240 rs. cada
urna.
Vende-se um sitio abeirsdorio, adi-
anto da Ponte d'UehOa, com casa magnifica,
tendo adiante grande sala, 2 gabinetes e 2
alcovas, aala igual alias, mais 3quartos e
cozinha, terreno com mais de mil palmos
do comprimento e grande baixa de capim :
na ra de S. Amaro n. 16.
Luvas de o da Escocia.
Na ra do Cabug n. 6 loja nova de miu-
dezas, vendem-se luvas de fio da Escocia a
320 rs. o par, sem mofo algum.
Na ra do Capug* n. 6, vende-se marro-
quinsa 1,500 rs. apelle.
Pentes de atizare de coco.
Na ra do Capug* n. i loja nova do miu-
dezas, vendem-se pente'de bfalo para ali-
TW
SALSA PARRILHA
DE
As nuuiorosas experiencias feitas como
uso da salsa parrilha em todas as esfermi-
dades, originadas pela impureza dosangue,
e o bom xito oblilo na oorte pelo Illm.
Sr. Dr. Sigaud, presidaale da academia im-
perial de medicina, pelo i Ilustrado Sr. Dr.
Antonio Jos l'oixi.to em sua clnica, e em
sua afamada casadesaude na Gamboa, pe-
lo Illm. Sr. Dr. Saturnino de Oliveira, me-
dico do exercito e por varios oulros mdi-
cos, permiltem hoje de proclamaraltameole
as virtudes clkaies da
SALSA PARRILHA
DE
Nota.--Cadagarrafa conlem duaa libras
de liquido, e a salsa parrilha de Briatol he
garantida, puramente vegetal sem mercu-
rio, iodo, potaaaium.
Vende-se a 5/000 rs. o vidro na botica do
Sr. Jos Hara Gongalvos Ramua : ra dos
Quarleis pegada ao auariel de polica.
rvvttfvffftvf?*ffff
J Deposito de tecidos da fabn- J
> ca de Todos os Santos, <
X na Bahia. jj
t> Vende-se em casa de Domingos Al- jk> ves Matheus, na ra da Cruz do Re- ^
* cife n. 52, primeiro aodar, algodSo **
pelo ultimo navio do Havre os objectos de'xar a 30 rs., cada um, ditos para cocaber
quaresma seguintes ; mantas de bico preto tos a 2a0 rs. cada um.
para cabega, bicos, lengos de seda, filos, j ticas toucas de 15a.
crep, chales, fitas, transas e franjas lu-, d c b t, dfl miu.
mrjSLSZSJ&UL 'U dez.svendem.se rc.a toncas de lll chega-
conta no atierro da Boa-Vista loja a. 1.
.. ..u.iwrrou. du.-v.su .oj. u. .. ^ ltimamente de Lisboa para Sra.
-- Veodem-se pes de lar-ngeiras enxer-l nnn rs f
e mo-
tadas, de embigo e selectas, boas pars se
mudtrem ; assimeomo ps desapols, de
fruta po, de limas de embigo, de hmao du-
na
nina a 2,000 rs, cada urna.
O baraleiro est em campo
Na ra do Cabug n. 6 loja nova de miu-
rs.
ta,
peixe, n. 1.
Vende-se urna mulata, que sabe de to-
do o arranjo de urna casa, he muito Del
cuidadosa : na ra do Amorim n. 35.
Madama Hoza liardy, modista bra-
sileira, na ra Nova n. 34
neste estabeleeimento he chegado recente-
mente, um grande o brill.ante sortimenlo de
modernas farendaa, vindas de Pariz, consis-
ce de romeiras da China : na e-lrada dezas vendem-se bicos de largura de palmo
que vai do Manguind, para a dos Afllictos,' e meio a 70 rs. a vara, dito de palmo a 610
na terceira casa do lado esquerdo de Manoel rs., e dito pouco mais eslreilo 560 rs., as-
Marques. Isim como um sortimenlo de hicus eslreilos
880 rs. o par; couro de lustro, marroqu.m
de todas as cores, sola e couros do cabra dos
mrlhores que tem appareculo uo mercado,
sapatos para hoinem e senhora, de couro
de lustro, de marroquim, de taple, d) pan-
no ecouro; assim como tamancus de todas
asquahdades, tudo por cienos prego do que
Vendom-so sapatos do Aracaly, a 800 e por pregos muilo commodos.
Cartas dejogar.
Vende-so na ra do Capug n.6, loja de
miudezas cartas para voltarete a 560 rs. obe-
ralbu.
^gulhas francezas.
Na ra uo Capug n. 6 loja nova de 01111-
emoulra qualquer parte: na ra do Livra- dezas, vendem-se agulnas Irancezas ris.i,,
3, 4, 5, 6,7,8, 9, 10, a 40 rs. o papel, d
ment n. 5, ou em frente ao pe do nicho ,
loja de calgado,
No aterro da Boa Vista n 54, vendem-
se 6 valsas e diversas msicas para piano,
viadas do Rio, eummethodo para flauta.
Tachas de ferro.
Na fundigllo da Aurora em S.nto Amaro,1 ditos de 2 Toldas a 720 rs.. tambem
e tambem no deposito na ra do llrutn logo 10a-
muito Unas ns. 11,12,13,14, a 80 rs. o papel.
Caivetes de G folhas.
Vendem-se na ra do Cabug n. 6 loja de
miudezaa, canivet--s com 6 folhs cabo de
cini de veado muilo Hunos a 2,000 rs.,
muito
r.a entrada, e defronle do arsenal de mari
nha ha semprn um grande sorlimento de
tachas tanto de fabrica nacional como es-
trangeira, batidas, fundidas, grandes, pe-
quenas, razas e fundas ; e em ambos os lu-
gares existem guindastes, para carregar ca-
noas ou carros, livres de despoza : os pregos
s3o os mais commodos.
Vende-se urna padaria por prego com-
modo em Sant'Anna a qual esta bastante a-
f'eguezada tanto de pao como bolacha e bo-
lacninha de leite ; d-se a receita a quem
esta comprar: trata-se na ra do Vigario n.l.
Attenco.
Vendem-se na ra esireila do Rozario n.
11, bolachinhas muito finas de leite em la-
tas de 8 libras e a retalho, vindas do Lisboa,
proprias para almogo de cha.figos ein calda,
passns muito grandes, amcixas de tres qua-
lidades muito peitoral, e na uiesmn se dir
quem vende 100 espanadores muito bem
leilos.
Vende-se um violSo com pouco uso do
muito boas vozes por prego commodo : no
aleo da boa-Vista n.75.
Vende-so na ra das Cruzes n. 22, so-
gundo audar, urna linda parda do 22 annos
de idade, com habilidades e com utna lilha
muito linda de 5 annos, urna linda negra de
22 annos com habilidades, urna creoula de
26 annos e urna dita de 30 annos com habi-
iransadodaquella fabrica, muilopro-
prio para saceos e roupa de eacra- Tj
\ vos, assimeomo lio proprio para re- ^sj
\ des de pescar e pavioa para veilaa, -<
. por prego muito commodo. ^
ikH****AMAO*AA *******
Arados da fabrica dos Srs. Raaso-
me e May
Proprios para plantar e alimpar canna de
.lifferentes modellose feitos na maia acre li-
tada fabrica na Inglaterra ; sendo muito su-
periores a qualquer que tem vindo a este
mercado.e proprio para plantaren) qualquer
terreno e de qualquer largura, por ter um
arranjo proprio para abrir e fechar a aiveca.
O bico, aivrca e sola (lestes arados paasam
por um proensso que da-lhea consistencia
de ago temperado da maneira que sJo de
minia duragflo, alm de que lem bicos de
sobte-excelleote : na ra do Trapiche n. 14.
CLRA EM VELAS.
Vende-se cera em velas das
inri lio res fabricas de Lisboa e do
Rio de Janeiro, sortimentos mui-
to variados e a pregos commodos :
na ra do Vigario n. 19, segundo
andar escriptorio de Machado k
finheiro.
Vendem-se, por prego com-
modo, superior vioho do Porto ,
em barris de quarto, quinto e oi-
Riquissimas franjas, e trancas pa-
ra mantelete.
Na ra do Cabug n.6loj* nova de miu- Uvo nQ arma.em de~ J0S Joa-
dezas, veodem-se franjas e irangaspretas de __ ,
seda as mais ricas que tem apparecido, ppr(quim Hereira de aiello, no caes aa
ou
pregos muito commodos.
7
I Alfandega armazem n.
Vendem se 2 crranles pa,ra relogio,sen-i___., o, rm.hli na na
do urna de ouro, e outr. depreta dour.da; com INovaes & Companhia, na ra
e urna cama de vento para casal, guarnecida 0 Ti" .[lidie n. 34-
de sola, com correias e ferragens proprias | vendem-se duas moradas de casas tor-
para esticar a lona ; na ra do ue jan. 26, onde ae dir quem continua a dar na rua do Calabougo : na ra da Gloria 11.
da 5/ a 50/rs. a premio.com ponhores de ou- 9|> SB d|ra quem Tende.
roeprata. .. Vendase um molnque creoulo, de 15
He barato que admira. annos, muito bom cozinheiro, proprio para
Veodem-se ricaa franjas de bolotss pro- um homem solie.ro, lem boa comlucta e he
pr.as para cortinados de cama e janellas a de bonita figura : na ra da Cadeia do Re-
4,000 rs. apega, ditaa mais enferiores a 3,000 cife n. 54.
rs., ditas eslreitas proprias para loalhas a
100 rs. a vara ; na ra do Cabug n. 6 loja
nova de miudezas.
Lindas de carretel de aoo jardas
a 900 rs., a dutia.
L
ligOes para gja'urom'w: na
ra das Cruzes
no primero>aitWr mu ij|>,.i>-i-.
Lotera d*VN. S. do Livramento.
o>
Ao*"i:ooo,ooo ders.
Na loja u miudezas da pra?a
da Independencia n. 4 5 vnde-
se um resto da bilhetes inteiros ,
meios, quartos\ decimos e vigsi-
mos a beneficia de N. S. do Li-
vramento. >
Bilhetes iiiloiioi
Meios
\
10,000
5,ooo
a,600
1,100
600
Quartos
Decimos
Vigsimos
CHA PRETO.
Vende-se superior cha preto,
em caixas de 3o libras cada uma :
em casa de J. J. Tasso Jnior, na
ra do Amorim n. 35.
Sementes de ortalice,
Vendem-se sementes de ortalice de todas
qualidades muilo novs, vindas de Lisboa
na galera Margarida, e feijSo carrapato e de
llores: na ra da Cruz, atrs do Corpo San-
to n. 62.
_- Na ruado Apollo, no trapi-
chado Ferreira, vende-se cal vir-
gem de Lisboa, em barris, chega-
da ltimamente no brigue Laia ,
pelo diminuto preco de 3,5oo rs.
_ -o rninu.. I. Ullll Hll.illC dt;,i||||lll r'Ulllrll'1
tindoalem de oulrasf.zendas.em. cosc.be- ljJademmu|eco[e todo 8efvi
gOes prctos de blonde; mantas de fil deseda nlo Ua (,omo do'Ciim
prela bordadas a imuagao de blondo; assim CANTOS PAIRIOTItOS
como capolinhos prelos e de cores, muito, po A Giljrana Cos(a>
proprios para os acts da semana Santa., I s,n(o um fo|ne,0 com eJle U|u| e ,cha.
I Vendei.,-so ricos veua pre os de seda, | da Ba.Vlst,, ,oji do Sr. E,tlmi^ e no BMl.
idelinhoederclroz dililaila; manta- fe, |uj, do Sr. Cardoso Ayres.
ietes relos do ultimo gusto e com n- ge. /
I coseiifeites; mantas de seda prelaa; %\ Vende-se um preto de na-
meias de seda pretal de peso e outras ^go, ptimo forociro e mestre de
l S^JSfiy&WS ^o I mafseira: a na ra da Sen-
jjj sobrado amarello da ra do Queima- \ zalla n. 90,
i do o. 29. ...... |l Vendem-se uns dos melhores carros
II*"* WSWalWWUWW WWW de duas rodas, com coberta anda com pun-
INa ra du Crespo n. 2l, loja de co uso, arre.os de lustro, com ferragens pra-
Bernardino Maia da Silva. i "** atradoCarmo,stdir
, uucii. veuuo.
Vendem-se nesla loja chapeos para Sra., IMplIn Frpir
os mais modernos que lem vindo de Pars,' meiio r reir.
seu prego s avista da qualidade; nesta lo-' Vende-se o Direilo das Pessoas por Pas-
ja tambem tem um completo aortimento de cual Jos de Mello Freir, traduzido em
e Inzendas fraucezan, dos goslos mais moder- poituguez pefo bacharel Francisco Pereira
a do! nos por tudo ser de encnmmeuda feila pelo Freir, advogado nesta cidade, para uso do
dono do estabeleeimento, da-se amostras terceiro anno jurdico : na praja da lode-
comosejatn ricos iha- pendencia livraria n. 6, e 8.
rjas prelas, Sapalos baratos.
lins macao Na ra Nova, loja n. 51, de Jos Variada
de seda Coata Carvalho, vendem-se sapatos de cou-
proprias para bailes pelos seus ricos deze- ro de lustro para senhora a 1/440 ''n* d;
a J 1 **fl -' *.iis>3 OS lUItl d
Iraucezas com barra a moda do Pars o- 800 rs.; ditos de marroquim para homena a
tras muitaa fazendas proprias do mercado, 1/iiiiOrs.; ditos de couro de lustro,cordavdo
Velas de espermacete. e marroquim com clcheles para menino
500 rs., ditos do tapete para homem a
JSTSttfitTffStUt JK.de oul- SsWi^ mdico
Recife n. 48. Vende-se por precisSo um sitio no lu-
VinnO uranCO. 'garda Capunga com duas caaas terreas de
Vende-se vinho brancu do melhor, que icilra e cal, sendo uma grande feila a mo-
vem ao mercado : na ra da Cadeia do lie- den a, obra de bom guatn,com bastantes co-
c fu n. 48. modos,que tem arvoredos de todas as quali-
Vendem-se 3 caainhas terreas, no lar- dades de frutas, tambem dous sobrados um
go da igreja de S. Amaro, que rende um o na ra Direita, e outro na ra do Bncanla-
umquarlo por cem ao mez, ou troca-se por! ment do Recife, e varias propriedades ter-
uma casa aqu na praca, ou por escravos : reas em boas ras desta cidade : na ra Au-
das Cruzes u. 40.
a tratar ha ra
Attenco.
Na ra do Rosario eslreita travessa para o
Queirnado, deposito de JSo Jos Mondes da
Silva n. 39-A-, continua-ae a vender latas de
araruta muilo suppenor como he sabido;
vende-se em libras a 400 rs., bolachinhs, re-
gala muilo fina a 320 rs, latase Ulscouli-
nlio de araruta a 320 rs., bnlachinha inglesa
a 200 rs., dita quadralaa 240, fatia e bis-
coutos mais inferiores em libra a 300 rs ; o
anda vende uma pequea porgo de biscou-
tos de renns que para acabar vonJerana 480
rs. um embrulno cootendo 1 duzla, vende
lambem castanhaae amendoas por commo-
do prego, por tanto os freguezes devem pre-
ferir, a vista do pregue qualidade.
vende-se sebo derretido de superior
qualidade, a 6,400 rs. a arroba, e velas de
carnauba, a 80UO rs. a arroba: na ra Direi-
ta n. 5.
Vende-ae uma casa terrea em Ulin la ,
por prego commodo : na ladeira da Bica de
S. Pedro : em Fra de Portas, na ra do Pi-
lar n. 24.
gusta n. 23, se dir quem veode.
Vende-se um prelo de ntgSo,muito bom
trabalhador, e mogo, com tinto que seja pa
ra o mato : tambem se troca por uma preto
creoula mocamba : na ra do Hospicio
n. 4.
Agrada ao comprador.
Vendem-se lindas casemiras dfc listra de
cor pelo barato prego de 58000 o corte; man-
teletes muito bonitos de cor e pretos a 16/
rs ; cassas Irancezas largas bonitos goslos e
corlixas a 320 ra. o covado; chilas francezas
largas de barra ao lado, ultimo gostoa 300
rs. o covado ; setim prelo e chamelote, por
prego to barato que o comprador muilo Ihe
ha de agradar; chapeos prelos franCezes mui-
to linos pelo barato prego de 5,000 rs ; sarjas
hespaoholaa a melbor que ba no mercado
de 2,200 a 2,600 rs. o covado; los pretos
muito superiores a 6/500 rs.; ricos cortes de
vestido de chamalote preto e sarja lavrada o
maia rico que de Franga tem vindo a esta
cidade e por prego muito barate : na ra
do Crespo loja n, 16 esquina da ra das
Cruzes.
Escravos fgidos.
carros de talo, os mais bem construidos
ver no armazem de piuho airas do theatro
velho de Joaquim da Silva Lopes.
Vende-so uma preta : na ra da Paz
n. 36
O cautelista Faria Borbosa,
tem um resto de bilhetes da 16. lo-
tera das matrizes, cuja lista vem
no vapor de 4 de abril, est ven-
dendo no pateo do Collegio, casa
do livro aiul pelos seguales
precos :
31eios io,4oo
Quartos 5,aoo
ita vos a, (00
Vigsimos i,aoo
Vende-se uma casa terrea no bairro da
Boa-Vista ra do Cotovelo n. 11: atratar na
ra do Amorim taberna n. 36.
i|nal escravo nunca fuglo e suppOe-se que
antes seria alscadu pu adoeceria em algum
c.miiiiiio por onde eblrasse; por isso roga-
se a quem liver noliiia, l-va-lo ao mesmo
silio a entregar a seu senhor JoSo de Car-
va I110 llanoso que 'sera gratificado, ou na
ra Nova no boleqnim do bilhar,
Desappareceu na uoite de sabbado, 27
do corrente, um muleque creoulo de idade
II a 12 annos de nome Cypriano, o qual tem
11 mu funda em uma das pernas junto do tor-
nozello o uma cicatrit no rosto, achava-se
vellido com cilga e camisa de riscado azul;
deseoulia-se que fra furtado porque tendo
rindo as 5 l|2 horas da tarde da Estancia ao
Recife buscar uns remedios na botica do Sr.
Bravo, e sendo aviado as 6 horas nSo tem
apparecido at o presente: roga-se a todas
ai autoridades policiae> e capilSes de campo
do ilescubrireo o referido muleque, e tra-
tares! a ra da Cruz n 6, ou ao silio da Es-
tancia, junto ao do Sr. JoSo Cardoso Ayres,
que sera recompensado.

Desappareceu no dia 9 de fevereiro
prximo lindo, a preta Luiza de nagJu relio-
, a awn. | baixa do corpo, magra, moga e esperta,
Vendem-se na ra do Cabug o. 6 loja no- venda arroz de manha, o de taraedoce de
vade miudezas, linhas em carreteis de 200 calda emtabolairo, levou vestido j desho-
jarlas a 900 rs. a duzia, ditas da 100 jrjas tadoe panno de listras, talvez diga que an- ,
a 320 rs. tendo todas as grossuras .desde 11. da procurando quem a compre por terpo li-
li: a n. 154. do para ser vendida, desconlla-seque foi se-
h que pechincha. 'dutida e esteja acoitada, pois nao ti nha o
Na ra do Cabug loja nova de miudezas vicio de fugir, e se proceder cora o rigor
n. 6, vendem-se luvas de lorcal a 610 rs. o da le. contra o aeductor.ou quem aco.t.-la:
par, ditas ditas a 800 ra.. ditos ditos muilo quem a aprehender conduz.r a ra da S
supperiores com bolotss a 1280 rs. s,r com geeros.dade m-
. i- compensado.
Luvas de pelica. .. Desappareceu no dia 21 do corrente do
Ven li'in-s') na ra do Capug n. 6 loja no- bordo do patacho brasileiro Alegra, o preto
va de miudezas luvas de pellica muilo novas Je nome Francisco ; hecosinlioiro, estatura
para Sra a 800 rs. o par ditas muito linas baixa, magro, tem signaos as costas de
com palma e bolotas a 1,600 rs. o par, ditas castigo, ps cambados, pouca barba ; levou
para homem a 1,000 rs. o par, ditos de pon- camisa e caiga azul, chapeo de palha ; cons-
to inglez a 1,600 ss., ditas ditas pretas a ta que esta acouladoem urna casa no becco
1,600 rs. largo quem o pegar pode leva-lo a casa de
Luvas de seda preta para senhora. No.aeact Companhia na ra do Trapiche n.
N. ru, do Cabugi n. 6 lo?, nova de niiu- ^JfcgJJ^Sffi!** do cor-
dezas,ven.lem-se as mais ricas luvas de seda J
preta que tem aparecido para Sra. proprias W" 0,a da cnglu u ,
para a semana san a pelo diminuto prego de "Jj" ,JJ jd,da
1.600 rs. o par,, ellea que ae asilo acabando. ^ mais QU ^^ 30 ,nnobS) rosto re. f
Luvas de seda preta para homem donde, nao he mi pare:ida, e tem falta de
a ,. r..,- alguns denlos na fronte; levou vestido de
a 1,00o rs. o pat. c|lju gzu| C|ara com pa|mis brancas e pao-
Na ra do Cabug o. 6loja nova de miu- no da coala; foi anoontrada as primeiras
dezas vendem-se luvas prelas muito su/pe- imites aqu mesmo oa cidade: m......i"
riores a 1.000 rs, o par. gar leve a ra da Cruz n. 43, segundo an-
veii.iuni-s-' sapatos de lustro de entrada (jgl.| que sera recompensado,
baixa para homem a 2,000 rs. o par.de mar- .. nng.ppareceu no dia 23 do correle
roquim, couro, e pao para aenhura a 400 rs. mulatiuho de idade 14 annos pouco mais
o par; na ra da Cadeia do Recife n. 9. ou menos, de nome Mariano ; cabello de ca-
Vende-se superior far'""" "*." ? "' bocio, sem denles na rreou; uou camisa
diai.na uu.uo Qu uligue paquete de Per- de zuarle aiul, caiga de riscado tambem
nambuco. fundiado defronte do caes do Ha- azu( de |stra<> chapeo de palha da Ierra no-
mos; a tratar abordo do mesmo, e em Ierra vo ; 0 dito mulat.nios.hio do ailio deoo-
comalanoel Maximiano Cuedes, ua ra da mQ,do Chacn com um cavallo rusao capa--
Seozala uva n. 40. do, com os signaes seguidles: ura encuato
Acudam ao baraleiro. em ambas as mSos pela parte de deatrojun-
Na ra do Cabug n. 6 loja de miudezas, lo ao casco no lugar onde se coatum.m a
vendem-so thezouras muito finas para coa- cortar, cun um par de ancoras novas e di-
tura a 320 rs., ditas ditas maioros a 400 rs., nheiro alien de ir ao engenno Muribara bus-
ditas para uolias a 560 rs. car uma carga de mel a qual chegou a tirar
Vondem-se travs, travetas, frexaes e e saho para fOra, mandaudo o ditoSr.de
enchameis de todos os comprimentn, sac- ongcnho por um outro mele.ro que o acorn-
eadas de pedra e um alambique meiSo. tu- panbasse al a passagem do rio por nao ser
do por prego commodo: na ra deS. Fran-jDua, ao que se prestou o dito meleiro eha-
oisco, casa apalagada prxima a mir. mado Ignacio, morador 01 ribeira de Caia-
Vende-se uma car roca, propria para si- r, filho do um creoulo de nome Tbomaz; o
to montada sobre molas e com bolea ,
MELHOR EXEMPLAR ENCONTRADO
MUTILADO
a


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