Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:04476


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Full Text
Anuo XXVIII
Terga eira 30
DIARIO
9<> a suoonivgAo.
PAOkMKHTO ADIaUTADO.
Por trimestre............. 4/000
Por semestre .......... 8/000
Por niuo..............l.'.jrii.'o
PlSO miNTSO DU TllUBSTlI.
Por quartel.............I/"*
STOTIOlAa DO IMPERIO.
Para .... nlr Mirra iMInaa... de Marcn
Maranbio 8de dito IS.Paulo. 4 de dito
Cear... Ildedito. H.drJ.. iS de Jilo
Parahiba. 2(i BH IU lJIli. ADDTrSOlAg.
20 Srg. S. lierlholJo
ai. Joas e Pastor.
30 Terc.S. Uino.
31 Ouart. S Balblna.
I Quii. Macarlo ; S.
SBlolInlaa*.
H S. Aflnlano.
.3 Sab. S. P.incrarao.
4 li"iii. Ramos, e 6
da Quaresma.
Juiiorf Orana
i. ti,i 10 horas.
I. tmra io civel.
3. e6, ao melo-dia.
furnia.
. tfi.ai 10 boras.
2 vara de eiwl.
4. e tabados ao melo-d,
Aviara".
Tercas e sbados.
rBMBBlDIS,
Creiceul i 27, as 6 horas e 4s minutes da
(.'hela a 4 aos 5 minutos da m.
Mlngoantell, as < hora e 41 minutos da
Nora i 19, as 9 horas a 26 minutos da m.
raiMinm non
Primelra o r 3o minutos da tarde.
Segunda o e 51 minutos da manbfla.
s seohores assignatilcs de*
te Diario que se acham etn debito
da subscri^o queiram mandar sa-
lisl'-uc. ateo ultimo do mei.
PAUTE OFFICIAL.
Coiiinitiiio das armas.
Qutrtel general na cidadedo Rccift 13di mar-
(o de 1852.
OaDBH do Da w. 78.
llanda o Sr. marechal de campo graduado
Antonio Correa Sera commandante das ar -
mas, publicar para os flns convenientes, a
impenal provisSo de 31 de Janeiro ultimo,
que tegua transcripta : .
Dom Pedro por graei de Dos e unnime ac-
climicflo dos povos, imperador constitu-
cional e defensor perpetuo do Brasil.
Faco saber aos que esta minha prnvisfln
llrM, que, tendo subido a mlnlm augusta
presenca urna consulta do cosolho suprn-
mo militar, datada de desscea do malo do
anno proiimo passado, a que mandei pro-
ceder subte o ofllcio do piesidonta da pro-
Tinoia da Baha, e a represenlacSu do res-
pectivo commanlanle dss artnss, relativa-
mente insufllciencia da diaria que ven-
cemos forca ios a gales, entregados ein
aervicos da ropsrticS da guerra, quan lo
ellessao rtcolhidus ao hospital rngimrnisl
para serem tratados; e conormando-mo
inteiramente com o parecer alo conselho, o
aomais que so mu expona dita consulta :
liei por bm, por mimia inmediata o impe-
rial resolucflo de 3 de dezo obro do su'ire-
diloanno, determinar: que se devera abo-
nar a cada um dus referidos sentenciados
quando forem reculbidos ao hospital reg-
mental, alm da diaria arbitrada pilo de-
creto de 2 dejunho 1815 para lacs indivi-
duos, a quantia necssaiia, que junta a im
portancia da referida diaria, prefapa a som-
ma do sold e valor da ctape de um solda-
do de infantina do exercito. Pelo que man-
do a autoridade, a quem o conhecimento
'ota pertencer, a cumaram o guardem
lao inleraa ente como devem, e uella se
conlm.
Sua Magestsde o Imperador o mandou pe-
los membioa do conselho supremo militar
abaixo assignados.-Jos Francisco do Ama .
ral a fe nesla corle e cidade do Rio do Ja-
neiro aos 31 das do mez de Janeiro do anuo
doniscimentodeNossoSsnhor Jesus-Chns-
lo, de 1852. E eu o consclheiro Matioel da
Fonseca Lima e Silva, secretario da guerra
a Oz escrever e subscrevi.--Jos Joaqutin
do Lima e Silva.-Joao Clirisostomo Colla-
do. -Conforme.--JoAo Baplisla F.rreira.
Candido Leal ierreira,
Aldanle de ordens enea.regado do dctalbe
Qttartil general na cidade do Hecifc, 24 de
marco de 1852
0dbh'dO di ti. 80.
Mands o Sr. tnarecnal de Campo Antonio,
Correa Sera cotnmandatit das amias, fa-;
2or publico pira ilevidi observancia que
Sua Mageslade o Imperador houve por bem |
determinar, que o alercs do decioau bala-
Inflo .le nfantaiiao Sr. Joaquim l'ahrieio:
de Mallos, addido ao quarlo balalllflo de ar-
lilharia a p, servir na mesina qualidade
de addido no terceiro da dita arma, segun-
do foi declarado em aviso do ministerio da
guerra de 8 do correnle por copia remedi-
do pelo Exm. Sr. presidente desu provincia
eai oflicio do hontem datado.
Manda outro sim, o mesmo Sr. marechal
do campo transcover rara conlu-cimcnto
da guamicfloe lius convenientes, o ollico
que sogue:
I Im Sr.Communiro V. fcxc. que por
decielo de 3, communicado em aviso do
ministerio da guerra do 8, e publicado em
ordem do dia deslc quirlel-genmal do 10,
tu Jo do co. rente mez.foi V. Exc. promovido
aeffectividadedoseuposlo.
Dos guarde V. Exc. Quaitol-general
da corle 12 de raarc" do 1852 --Sr. marechal
decampo Antonio Cona Seara. -Anlero
Jos l'erteira Je Brilo.
Canido leal Ierreira,
Ajudante de ordens eucarregadu do delalbe.
INTERIOR.
CORRESPONDENCIA HO DIARIO DE PER-
MAMBUCO.
Parayba, 26 de mar Podre apaihia vai consumindo os polti-
cos, que anciosos esiersm sempre ent'ar
em actividad com a chegada dos ,aqueles
dosul. O ultinio, contra a geral expecta-
tiva, nada nos trouxe d'alm do Piala, o
que em venado Ihes causo' nHu pequ no
FOL1IKTIM.
ou
MEMORIAS DE UM MARIDO.(*)
roa eoemio ana.)
XXL
Albina i Uermeneta.
Ilermancia, desde o meu calamento, isto he,
desde que rlin pira Ribalhre que eu dorma
um soinoo pesado, smrote Inierrouipido de
Simulo em quando por aonhos peniveis; mas
etperlaudo, nao ha mullo lempo, achri-me
ouira vezo que era d'aniei; lenbo lldo cons-
clencia do passado, do presente ..., ditia quaii
que do futuro.... e eslou inquieta.
Ouve-me com atienf.io. Na inlnba ullima
caria eu le disse a onecle de lorpor em que es-
lava resolvlda. ou ames resignada a viver, ma-
terialmente (eli, esfor{audu-inc por nao pen-
sar nem reOecllr, gelada, paralrsada alem dis-
to pela preseoca de meu inaridn, de quem le-
cho medo, e que ni me inspira coufian(a
nem svmpalhla. Aim cniu a inioha limidei
natural, com o meu habito de concenlrar-me
de recolher-ine couiigo uieaina menor repul-
sao, devo ter parecido estpidas Mr. Duplesiis.
Todava eu liona chegado a tal gru de apathia
queaceiuva a minha aorie, maa graves acon-
tcclmenios llvcran lugar, e ludo ella mudado.
Humo jj le disse, nlnguem nos visilava, esse
....Lu,rulo nao me de.agradava, mas nao ha
multo lempo, chegaram aqu ires amigos de
Mr. Duplessis, os quars elle me disse serein.
repara be niito ; Qut elle me dase seren o Sr.
marque/, e senhurj marqueta de lierleull, e
seu lllho; clles devlaiu passar algum tcnipo
(')FM o Diario n.e.
desaponlamentu; pois mis Ihe inlercssa
saber quom sore osurcessor de D. Manoet
das Rosas, do que pnr qiinnto corre o cam-
bio. Uns spostam que ser presidente o
Sr. D. Cuido, outros I). Fuo, outros stera-
no; o at jaboiivo quem se letnbrase de
Oribe, e n3o foi to infeliz a lemhranca
que deixassa de liaver quem screditasse a
nolici; enasta" duvida consorrem lodosa
paciencia, ao iasso que eu so gasto a mi-
nha em ver que ha quem, lendo lauto que
farer c no nosso, nflomuito pequeo tor-
r3o, anda-se oceupando com o paiz das
epliemeri lades.
Anies qnirera que tantas intelllgencias,
que mostram alguma agudez para espines
de policia (cargo que nflo he para qualquer)
so oceupassam em descohrir quem o infeliz
que aportou na llahia da TraicSo em lo
destiaidn IwJco, e qoaes os inventores d a-
quella maneira de nsvega^So submarina;
porcm Infelizmente n-m sefalluu ni-so, e
crcio que ja desanimaran) dedescubiir tal
segredo.
O Argos reanimoii-se, e bem mnstra ni-
ver escalado da gravo enfermidsde; pois
est mais contido, o com linguagem de
contiicto; porm em breve adeot habito,
adeot cordo; e velo-hemos ovante conti-
nuar em sua brilliante caneira, e quem ti-
ver ouvidos ou^a, e pelle cosse-s.
Principiou congelheiro, e diz a S. EXC
que aindu lia lempo ( elle nflo era mo moc,o
e dava bdas ospi'rancas Jdefazer com elle
as pites, o que nAo rustarporque a op-
posifSo d'Sti provincia nflo he dettusiada-
in,-iito exigente -- Bom ser qua os liomens
de la lini rni nota. Melhor liria, a meu
mesquinho entett ier, o amigo Argos se ois-
sesse lugo porquanto Rctrlu contentes ; por
que circunloquios em ajustes sempre sflo
prejuoiciaes. Sabemos purque nos de a
entender, que laz isto baralinlio, mas seria
bom tambem sabermos o porquanto
Esta muito sentido, e is^o he clto de ou-
tretn, de que o nohre Caxias, que lliss,
diz elle, Im mu tu Ilustre, nflo se houves e
pnslo s ordens do Urquiza, o dado muits
pancadaria nos mashorqueiros ante* do que
licar cottimanJauJo o deposito l pela reta-
guarda.
E tudo quantn clieira poltica dou a 111.1 o
a palmatoria; mas na n.iiit.iirai 11,01. nflo
celo de meus direitos de veterano; e por
taso nflo pos-o dizer que o Argos, e todos os
Arqoi do mundo tiflu sabem onde teem as
ventas quan 10 se u.elem com cousss mili-
tares.
Onde vi 1 a que. le dcsapercebidoentrar-sea
inflo armada na casa alheia sem dcixa< bem
guardada a poila? Nunca tal me aconle-
ceu, e quem o fuer he tres vezes tolo, o
superlativo, a quinta essencia do lolo.
Dizem-me que o prestd ule dcsta provin-
cia sabe oest'S Ires dias para correr a se-
gunda comarca, onde gracou a d^sordem
do censo, paia lomar coiiii.cnuenlo pessoal
do es ado do* lugares, e 1 o ler por si deli-
berar emancipado 'as nlormacos que sem-
pre trado o cunti dos interessis de quem
as d.
Muito eslimarei que a noticia seja ver-
daJeita, e quizeri poder acompaulia-lo,'
anda que fo*se como s-u escudeiro; para
ver a c>r> com que uizem udr cerlos indi-
viduos amigos de 1.1I111 mol', quan IO S. Exc. j
conhicer os bellos episo nos e imiiroisos
que Ihe faziam quando queriam adquirir,
impo tancia o mo-tiarem-se entida les, oul
prol-gor alilliados, e croar c,entalla.
Estou couvenciiiissimo deque S. Exc. oI-
tara fazendo bem diffrrente joi/o Jo ce'toSi
careta-; na- o que me impoitam laesne-j
goctos? era sempre sou um bom |iedacO|
d'asno. Alananque-se cada umcimo pu-
der, c eu irel romondo meus Iivji'i -s
Nflo pude hontem assistira cortejo, por-
que eslive um pOOCO inco nmoda lo da uma
dilliitflo; mas allirmou-mo um amigo e
m- 1,Im que piucas pessoas as-slram, o
cssas s do partido ordeiro. Tal lie a inti-
pa tbll quo teem os amigos a co sittunflo !
O que me a im ra ne dizer-me o meu visi
uno que a ciaste que tuais faltou foi a dos
emprgados putilicos.
.\odn U livemos uma recita no Apollo
Para ybano, oem abono da veida ie, uirei
que isieve bem sofrivel, pia nflo diier
brta. Se a soiledaJe continuar a eslorcar-
se ceita nenie que em breve, nflo contando
o deleito da ca-a que he irremediavel, me-
recer a altiincflo geral. Os r.presentantes
ileaempeuharam lodos sat sfatonamente, e
estiv, 1.1111 de caiacler.
Quan lo tiremos um Ihaatro soCTrivel?
Nflo sei; mas creio quo em visti do ongran
declnenlo que vai tomaudu noisa piovn-
cu nflo podera tardar minio Se a assembla
provincial me onvtsse adiantana 1 s-a ('po-
cha de civiliaacSo ; ma au lllo i'equeiio.
fe Margo de 1852.
N. 7.2.
PERMMBICO.
ruTiDU o coaaiKioa.
Golanua a Parahiba, a segundas e seitaa-
RIo-Cr'and-do-Horte, todas as quliUs-felras
ao mel da,
Garanhuns e Bonito, A 8 e 23.
Boa-Vista, e Flores, 13 e 28.
Victoria, s qulntas-felra.
Ollnda, todos os dlat.
KOTiciaa aTB*iffGEJBAt.
Portugal. 15
Flespanba. q
Fran(a... 7
Blgica... 4
Italia.... *
Alemanha. 3
r-russia ... 3
Dlnamarca3i
Russla... 29
Turqua, '"i
de Fevr,
de di lo
da dito
de dito
de dito
de dito
dedlto
deJanr
de dito
dedilo
Austria., a de Fevr,
Sulssa.... I dedito,
Snerla... 30 de Janr
Inglaterra 10 de Fev.
F..-1'nidos 28de Janr
Mjico... 2Bde Uto
California 2 de dito
Chlll. 2 de dito
Ruenos-A. I! de Fevr.
[Montevideo l6de dito
CAMBIOS DE 29 D* M*B(,0.
Sobre Londres, a 27 a 60 d.
Pars, 355
> Lisboa,20 por cenlo.
METIS.
Ouro.Oncas heapanholas....T.r.:';.
Noedas de (i0o velhas......... IB.
de li.Mliu nova.......... ll'inm
de Prata.Patacflesbraslleiros........... I/Mo
Pesos columnarlos............ 1/S2
Ditos meilcanos.............. 1/80
__-^,
a,(iii. u que a prlucipio Julguel lusupurlavel, o
Sr. uiarquez me pareca um boiuein framente
cruel, a senbora marquesa urna inulber de
mullo rspirilo, porm altiva, ouibeteira; do
lillio le fallare! mais adianle.
I oinpreheudes, minha chara Hermnela, que
habilualuienie ratiipida com Mr. Duplessis. a
viuda desses eslrantios devia cinbrulecer-ine
ainda mais. Confesso que a marquea nao me
via com lilaos albos, pelo contrario ; porm
como eu a suppunba altiva e ouibeteira, con-
servava-mc o mais possivel apartada. Nao obs-
tante isso, eu nolavaqut algumas veses ella me
olliava com urna especie de triste curlosldade
ou de desaponlamentu penlvcl. Vou eaplicar-
le j este inyslerio.
Ha alguna das eu passeava pensativa n'inn
cauto apartado do parque, porque.... sonho
muito dcpois que accoi dei.
Ao voltar de urna alea avistei a marquea,
ella velo ler comigo e dise-me :
Fui, ha pouco ao seu (juarto, minha chara
madama Duplessis, aliin de rogar-lhe mecon-
cedessealguns moiueuios deaudieucla, por isso
multo me alegro de eiicuolra-la aqui. Quer
que conversemos paaseando ?
Sun, son.ion, disse eu mu sorpresa e cu-
riosa de saber para que a marquea quera
conversar comigo.
Hogo-lbe prlineiro que tudo, mloha cha-
ra madama Duplessis, me ditsc ella atl'eciuosa-
meuie, que aitrlbua s ao vivo interesse que
Vine- o o inspira, o que talves haja de singu-
lar no que v,,n dizer-lbe. .. i depois, couli-
iiuoucoui sua vuidoce e penetrante. Posso ser
sua mai.... periullta-ine pois que Ibe falle com
plena conliauca.
I n a escularci, senhora, Ibe disse comino-
vida do seu accento de botidade, c seoliudo-
ine jamis dcsembaiacada com ella, pois bem
sabes que sou toda abandono, ou loda reserva.
E Vine, me responder com plena siuce-
ridade?
Eu o,i.tilmo, senhora, calar-uic, ou diicr
a vei (1 olo. ..
Sim, sei que Vine, he um nohre coracao;
o minlma. lembrancas tSo infelizes quo all
temo que o tallar n'isso nflo concoira par
sua retardoslo.
Basta por boje. A Daos rogo que Ihe M
qutnto deseja, assimeomoa mlm para be
do prximo.
A SITUACaO POLTICA DO PAIZ
lie um espectculo digno da medita
dos nossos mais profundos pensadores a n
va phase em que vai entrando o nosso pa'
0 llrazil de boje he cousa mu diHarente
Brazil de 1831, de 1831 e de 1810. A poli
mica poltica, sobre ludo a que respaila
pequea poltica e i interna, vai aandol*
dos os dias pretenda pela a Iniimstrstiva,
ouaque versa sobre os ulereases das fon*
CisproJuclivas do paiz.
O sentmuiiio gaial que domina a popu-'
1 a r,lo dos nossos grandes centros habitados,
heo dasempreZ'Sque tem por alvo, nflo a
idonin doart. 61, a do senado.a cnaeflo de
mais urna cmara em cada provincia, mas u
principalmente a luiniao.io de bancos, a na-
vegado de cabulagem por meto de vapor, a
navegacao fluvial pelo mesmo agente, a r-
pida cuinmuuiccflo com as provincias do
litlural o Jo coito, as estradas ne foiro, a
culooisBcAo eslraugeira, &c. ce. tjne a
nossa (ip|io- ir lo, que tanto dinheiro cusa
ao Brasil, abandono assuas ideas de resis-
tencia armada, e procure com paciencia
solver as nussas quesldes polticas esociaes
pacilieamenle, que com os recursos que ho-
jeoll'eiecoo mundo, e de que poleino-nos
apruveitar, faromosem poucos anuos pro-
gressos que em oulras eras custariam se-
cutas.
a historia do nosso psz depois de sua e-
mancipaeflo, ainda que apeoas cont uto
quarlo de secuta, he de um luleressaiilissi-
iiii) estudo. Mullos obstculos oiiuodos da
organisacflo da DOSM sociedale tem impe-
dido que oBrax.l ganhasse a poslcflo que
detilrudo mesmo espaco adquiri a Confe-
deradlo Anglu-americaua ; mas nenhum ob-
servador imparcisl deixarade reconhecer a
inmensa vda desle paiz, que, nflo contan-
do 5 anuos seguidos de paz interna em qus-
si 6 lustros de existencia poltica, tem te-
perado assuas perdas com grandes lucros,
encobrmdo com nunca vista geuerosidade
us erros e desvarios de tantos hlhos ingra-
tos. O Brazil pbenomeno singular, pr.igri-
de mo grado o atrazo dos seus h ilnt no- s.
Ja luiuve u o autor que compluu com ex-
trema pachurraos errus, ascontradiccOcse
plagalos de Vollaire: so alguem se len.-
brasse de idntico Irabalhu, a respeito do
que se tem feito nesle abuucoado paiz n'um
quarto deseculo, pona as mflos na cabera,
recuaria sssombrado ; a quarla paite de tan-
tas loucuras tena sepultado urna uecflo que
nflo Conlasse por vislnhoso ocano o bos-
ques dsenos, e palies anda mais loueos.
Sobamos apioveilar a experiencia que le
moscuslosaruontn adquiiido, e preparmo-
nos para ligar ao secuta vindouruuma na-
o.lo digna ua vantajosa posigflo, quo oceupa
ua arca teireslre, e do universo ctvilt-
aado.
Iluje esta empenho he fcil de execular-
se, basta ter voulade, e bom senso. O es-
tado da scencia no mundo, o contacto com
as naces civilisadas de quem podemos a-
proViitar todas as utis descoberlas, a UJ-
poriafflo de colonos civilisados, ludo pro-
melle olevr-uos a um apogeo que s pode-
t.'oi i o,npn li'inier os nossos vinJouios.
Se contiiuarmos a ler governostflo zelo-
sos e dedicados a causa publica comu o ac-
tual, o resultado que cordialmente alniej-
mos nflo estar tange ; todo o embarazo a
n i-vi ver li.....caiiniri.il' ,i iiaeoo para um
certo tnlho, alfastaudu-a dessas quesldes
esteris Je poltica abstracta, que, occupati-
do-lhe a inlelligenta e a uiagiuacflo, pri-
va-a de cuidar desousmais caros ioteres-
ses. Mas para os humeus que ten ousado
e conseguido tflo grandes cougas, esse em-
baragusera esludado o vencido.
E ueste ponto existem dous problemas a
resolver, de summa iiupoitancia e dilllcul-
dade. O prmeiru lleeoipregar a nossa po-
pulacho, que as cidadese nos campos nflo
tem occupacflu, e quo he aoutiJaiilistma,
uo obslaule ser dzimada co recrulameu-
lo ; essa populado he a materia dispusla
que us nossos rusgueulos tem aproveitado,
(i segundo he educar a pupulafflo nascenle,
proparal-a par dignamente substituir a ac-
tual, de tn iin"ia que pus.-a como um inlel-
ligrnteheideiio conservare augmentar as
beticGcas inslisuiccs que Ihe houvermos de
egr.
Se as iJas que hoje se tem inoculado na
popul'Cflo nflo forem corajosamente cum-
ii.ii11 i,i-, ain la mas dillicil se tornara a re-
solucflo de ambos os problemas. Cuinpre
que nos desengaemos, a nos.a fortuna ac-
eu a cuuhccu mais do que a seutiora iieusa.
Vine, senbora?....
Certaurnic, e be por laso que Ibe tenbo
lauta jnip.nl,11....
Todava nos nos temos visto bem poucas
veses depois que a senhora aqui est.
Tambcia nao he d'aqui que dala o conbe-
cimenlo que tenho de suas prendas; he por
isso que estou lu sorpresa, devia dlier lo pe-
n ii)'.ola. de ve-la to pouco seuielbanie a si
uiesina.
Nao coinprehendo..,. o que me quer dl-
ier, senbora marquea....
Pois oufa-me, minha chara tilha.;.. Slin,
inioha chara fillia.... nao me arrependo de o
ter dito, pois que mal Ihe fas isto? accrescen-
lou ella com lauto encanto que me seutl enter*
n,, i,l i. Diga-ine au tem intima ainlsadc com
inadainezella Hermnela de Villiers?
Sun, senhora, ella he minha prima, mi-
nha nica, iiiiuha uielhor amiga.
Nao ful umitas veses casa de madama de
Amberville, mal de madaniesella Hermnela/1
Sim, senhora,.... inuilas vezes.
Nao ouvio nuuca madama d*Ambervllla
l ,i l ir em uma sua amiga ... chamada madama
ilsyinundo?
Oh! multo, senhora.... Madama de Am-
berville fallava laiubem a inlin e a Hermnela'
deasa senbora, ella no-la plntava como urna
uulher lo auperlor as outraa uiulheres, e nos
contava delta passagens lao bellas que Her-
mnela e eu quando queramos designar entre
nos urna mulher de mrito raro dinamos Aa
uma maiarnn Raywun-lo.... uueutaio: Que atu-
res nem lorias potem ser umamada/na R.tj-mtmdo.
Oh! estou toda embarazada, dl quesa sorrindo, nao sei mais agora o que faca...
O que he que dia, aenbora marquea r
Primeiraueute, mloha chara ulna, voss
nao deve chamar-me mala sealiora mtrqucia,
muito me cusa cngana-la ; pecu-llie a sua
cuuanca, he preciso pois que Ihe teslemuuhe
a minha. Em urna palana eu nem sou mar-
queta, nem madama de Berleull.
lual tem dependido da velha educscn que
domina na grande massa da populscfio bra-
zileira, mas no momento em que as deso-
ladoras doutrinas que se tem apoderado
das popularles das nossascidades, especial-
mente do littoral, ennquistarem para si es-
ta immensa forca que os Apostlos, eConsti-
luinles tanto so lastimam de nflo podeiem
balar, senflo com engaos e indignas men-
tiras, sempre conservando encuberto o pla-
no ds propaganda, ai da nossa sociedsde.
Hoje contamos alguma agitado n'uma ou
n'uutra localidade, Igumas ondas mais en-
capelladas, arnsiihaa ser um temporal des-
feito, e vagas tflo enormes como as do oca-
no meridional. Uma monstruosa pororoca
fura nesse prazo lautos eslrsgos na velha ao-
cieil.de como o diluvio de No sobre o mun-
do ant'go.
Comltido a resoluto do primeiro facilita-
ra a do segundo. O exemplo he de bom ef-
feito psra as emp'ezas que se comeeflo.
Quinto o trabslho for amado pela nossi po-
pulacflo, vencido est em grande parte o
empenho. Felizmente nflo temos difllcien-
cia de recursos, e as estradas de ferro, sa
chegarem a naturalisar-se, como esperamos
em grande parte nos almario desse encar-
go, bem como outras obras que se projela-
rem com o mesmo (im.
intimamente tem occorrido fados, que
dispondo o paiz para uma cnse hflo de pro-
du no-sos disrios, que nesla provincia o preco
da esersvatura vai-se temando exccssi'O,
pois ja se vendetn a cont Je is cala um.
Se a vigilancia do goveino nflo alTrouxar, e
de todoexlintuir-seo trafago, a cun&equon-
ela final sei a mudanca do nosso velho sys-
tema de agricultura, o emp'ego d>s maqui-
nas e dos bracos liv/cs. Ets portanlo occu-
pada a uossa populifflo vadia, que nflo pu-
dendo subsistir nos grandes povoados, e
nem tam pouco tendo trras a cultivar co-
mo aggregadus, sera forrada por amor da
subsistencia i trabalhar.
Abertao navegaeflo dos sfllu"nles do Pra-
ta, e firmada a de vapor pelo Amazonas, es-
sa populacho que momentneamente nflo a-
cha em que applicar-se as nossas provin-
cias do littoral, pode ir estabelecer-se as
de Malto-Crosso e Amzonas,e mesmo nesse
territorio antigamenle denominadoGuieti-
na l'orlugtieza na margem esquerda do A-
mazonas, cuja colunisagflo devo merecer lo-
da a solicitude do governo. Convinha mes-
mo ler uma admiiiistrar,So a parle em Maca
p, ou outto ponto mais saudavel. e de fcil
defensa. A navegseflo do Amazonas ha de
furcar-nos a eslabelecer ali urna alfandet/a
por offerecer mais cummodidades para essa
grande empreza, do que Kelein. Aoossee
a defesa dos nossos direitos por aquella par-
te,lo imperio exigem que tomemos em inui-
ia (miim iim.'h;;,,! aquelle importante territo-
rio.
Estes expelientes, que suscitamos, nflo
sflo os nicos, rosdjuvados por um systema
de educarlo nacional menos deleiluoso, l-
nflo perfeilo, do que o actual, a que nflo de-
ve ser i'st ,'iiiliu o elemento religioso, con-
correram para o mallugr dss ideas consu-
ltles, piineipalmente se as adminislra-
eOus que a presente succederem nflu deixa-
rem a hydra revolucionaria levantar a cabe-
ra ; o que na poca actual nflo oflerece dlf-
llculd>des, depois que os proprios revolu-
cionarios ensinaram aosgovernos os meos
de destruil-a. Tranquillidade a lodo o cus-
i deve ser a principal divisa dos que nos
houverem de governar.
Falla-so hoje muito em colonisa;Soe ex-
ln P uo da escravidflo, e desejamos que es-
tas ideas oceupem a inteligencia da nopula-
i'"io para serem realisadas o man cedo pos-
sivel. Entretanto parece-nos que j era
tempo de cuidar-se da segunda para facili-
tar a primeirs.
A nosso ver uma das primeiras medidas a
tomar seriao extlnguir-se a escravidflo
as provincias limit'ophes, o nasquecon-
tivessem pones escrav-lura. Essa exlinc-
eflo deverii ser gradual, e dentro de certo
praso. Dez annos parece-nos sufllcieute;
os proprietsrius teriam t se dos seus escravos sem prejuizn. A popu-
laeflo livro ra all ,indo por effeito de ou-
tras medidas que animassem a emlgrsfflo
Djpoisque a escraviiflo fosse pxtincti nes-
sas provincias e em lodosos teminos que
le novo se CUl ti visito, far-se-hia idntica
appitcaelo da le as provincias creadorss,
onde os iliacos escravos sflo em pequeo nu-
mero, de sorte que no lim talvez de 30 a 40
annos, as provincias puramente agrcolas
estariam habilitadas para tentaren) o mesmo
ensaio, arta-l niis pela forca di opiniflo pu-
blica, o pelos seus cardeaes interesses, por-
quanto nnssa poca a populacho escrav
ter consideravelmentedecresciJo, eo preco
sohremineira elevado. Se nesse tempo for
Ddispensivol uma inlemnisacflodo thesnu-
ro sos proprietiros, tilvez seja muilo fcil
o realisal-a.
A medida que .lembramos parece-nos mu
pralcivel, a desobstruido das grandes el-
dides ds nuvem de esenvos que as povmm,
s prohibieflo de aprendizagem de ofllelos
aos escravos por nielo de mposlos pesados
para ennobrecer o tnr-alho livre, a desaprn-
priaeflo legal ror motivo de liberdade, que
n'um paiz christflo e catholco sempre deve-
ra oxistir, bem como a por graves sevicias;
com uma severa e constante tepressflo do
tiafegn, poderussmenle hflo de concorrer
pan tul i r paro desle horrlvel flagello que
amura a nossi sociedide. Desu arte nos-
sos inimigos externos nflo teriam com que
ameifir-noa, e preparavamns para o Bra-
zil o mais fvtongelro e esperancoso por-
vir.
Appzsrde todos os nossos lados fracos, e
cuja lembrinca deve servir de incentivo pa-
ra que os noutralisemos om destruamos, nflo
podemos comprimir o pnzer que sentimos
pela presente situacSo do Bnzil ; j nflo hi
vergonhi em proclartarmos que sumos urna
liarn, e que lemos direlio a sermos respei-
lados, porque acompanhamos e defendemos
o estn Jarlo da civilisaco, porque tomos
demonstrado a America e an mundo que so-
bra-nos digni lado e bros psra apoarmos os
nossos ttulos
Uma i'ova era niou para o Brazil em 29
de seiembro de 18t8 ; paz sente-se em lo-
da a sua vasta exteiicilo, fruciu da justicie
da tolerancia ; a paz mantemos externa-
mente com todos os povos, por meio Je umi
poltica esclirecda e moderada. A nossi
tirefa d'ora avante consistir om comservar-
mos bens tflo preciosos. Gloria a quem nos
tem proporcionado estes gozos.
(Correio da Tarde)
Meu Ueost por favor, seohora, espli-
que-se.
Voss fallou Inda agora tao bem de ma-
dama Haymundo, que hesito em cool'essar-lhe
que madada Baymundo....
mm Acabe, senhora, acabe.
Sou eu.
Tu comprehendes, Hermnela, qual a mi-
nha aorprea a estas palavras ; eu devera te-la
reconhecido pela belleza que ella lein conser-
vado, nao obslaule sua idade. Porque u ,o ha
duas mulheres no mundo capases de ser lio mo.
cas, lendo um lllho da Idade de ineu marido.
Seus cabellos sao adndravels, seus denles to
bellos como os leus, sua tez lo fresca, lao fina
como a la, e quanto ao seu lalbe, anda que
ella i.-in as inals bellas esp uopoderia vestir os seus vestidos quando era
tecca. (E aqui para nos eslou em principio de
teroutra vez secca.J
Plisado o meu primeiro pasmo, conlinuel :
Viuc, senhora, Vine, madama Raymun-
do? Pon-o madama de Amberville us duia
que Vino, era viuva7
O supposto Mr. de Rerteuil nao he meu
marido, nem se chama de Rerteuil. Elle beum
amigo dedicado, o melhor e o mais leal dus
bomens, salvou a vida de ineuiriuio, culdou
paternalmente de meu filho einouaulo esli.e
presa.... Agora, inioha chara lilha, vou dlier-
Ihe ene duas pal.ivr.is a rasiu porque lome! um
nome falso um Ululo falso,... e um marido fal-
to.... Meu liltu, eu e Mr. harpeoiier, noaao
amigo, somos loriados a fuglr, e a occullar-
nos... Esse conspiridor que andain perseguiu-
do e cujo sinalainento o aeu prefino trouxe
nutro ua.... he meu filbo.
Que da, senbora?
He geoerosidade de seu marido que de
vemos esta hospitalldadc que nos salva.... ge-
nerostdade lauto malur quanto Mr. Dupleislt
em politica be da oplnlo uppusla a de meu II-
Ibo: isto he dlser-lbe, senhora, que loallera-
vel recouhecimento votamos a Mr. Duplessis
Ali! seuhora, ainda estremezo com essa
lembranja,... leu lho.... Meu Dos! que co-
M1NAS GERAES.
Ouro-Preto, 4 de nur{0 de 1852.
A noticia da victoria dos ezercitos alliados,
tem sido feslrjadi por toda a parte com ai
vivas demunstraedes de enlhusiasmn popular
I.iiiiiii lill.ii im. fesl.josque se flieraiu em
Marianna e .. Jood'EI Re. S. Jos e Sabara.
O correio a cavallo, que chrgou aqui, no dia
2. Ironie-noi o seu Jornal de 21, e o Diario de
25doinez passado, que muilo nos alegraran!
pur nao conrinareni as noticias qoe aqu se
divulgaran! da hurrivel mortandade dos San-
tos Lugares. Dliia-se que batalhOes inieiros
bavlam sido ceifados pela arlilharia de Rosas.
Por aqui tudo ominha regularuicnie, at o
lempo. A r.i.i, o, tr.ii corrido i mil maravl-
Ihas para as rocas, que estam inagnilicas. A
abundancia de leljo chegou a poiilo de ven-
der-se a IjaMOU o alquelre ua pra{a c a600 res
en mollas faiendas. lia quem engurdassepor-
coa com feljiio,
Pur onde iide V, collegir que tudo concor-
re para a poputaco dar se por sattsfelta com
o presente. Nao lie s a pai Intima e a gloria
no interior que ella tem de agradecer Divina
Provideucia, hemals anda alguma cuua.-i, sao
essis empresas de largas vas de cdiuiiiunica-
fo que le projelaiu nrsta provincia, e bem
assliu ua do Rio, as quaes lem de concurrer
prodlglusaiiieutc para o aiignieulo de nossa
produefao, e portantu da nussa rqaesa; he
i-uiili ni regularidade das esta9des, que co-
che os nossos paies sem maior sacr ificio.
Pelo lado da admltnslracn da jusllca, he que
as cousas nao correin lau regularmeuie como
era para desrjar. A aeco da jusllca he pouco
eflicaz; mullos crlmri se coiumetlem e ficam
impuiici porque nao pode ser de onlro modo.
A diviio ,'Xir.iui'Im ni i dos termos, queen-
fraquece a furca di.posico da aulondade,
e cuncorre para se nomear para cargos linpor-
lanlissiinos a peasuas meuos aplaa para bem
deseinpenha-lua, a falla de radias seguras,
pois 11 que eiisiem se arrombam lodos os di-
as, aam outras tantas causal de impunidade
que se n>o podem remover i .api,lamente, mas
que einquaulo nao se reinovein neui por Isso
\ un .Irisando Je produiir os mais desaslrosos
efleiios.
Na ni.un i......., aonde se perpetraram al-
guns hoinicidlus atroies, gr9as ao zelo e
actividade do digno delegado o Sr. Iirazil, c
t providencias dadas pela presidencia que
v. la ecliva na seguranca dos cidados, ha lo-
da esperanca de se descobrirem os autores de
to granes alleutados.
O recrut-nienlo beque nao lei como ainda ae
fai nesla provincia. Quando se trata de as-
-iiinpin de tanta impurtaucia nao ha fiar ein
ninguem. As man bem coiiibiuadas provi-
deudas da autoridade sam neulralisadas, nao
s pela negligencia e pelo espirito de coinpa-
dresco c patronato, seno por cuusa inuitu
pelor. s abusos a csie rcspeilo v no aqui em
eacesslvo augmento. Um ulcial incumbido
pela presidencia de proceder ao recrulaineulo
eiu alguna municipios oo seno, onde bun-
dain pessoas idneas, seui 11 isenedes da le,
tem de voltar, segundo me infurmam, sem
um s recruia. Tal he a repugnancia que as
proprias autoridades loc.es tem ao recrula-
meulo. Multas debas nao s o aio fazem, co-
mo al o empecen!.
ragei "So~f precisa para Vine, roosirar-se
esta manila i tan m infrenle, lau alegre mes-
no.... Ah.' agn compreheodo t..du; coin-
prehendo cssas crueldades, esses eitcrmlnios
deque fallava o seu supposto marido Erain
um ineio de desviar as suspellas do prefeito
sim, mulla chara Alna, he esse o uusso
segredo.
Jolga Hermnela da minha sorpresa e da nu-
nhaal-gria: ver e euiriui ler em minha caa
eisa/iiatua madama Raymuodo que lanto ad-
oni iv uno. Uesse ni mi.'oto em dlante miaba
Innidei desappareceu, e deu lugar a urna lerua
dcfereucia porque nunca a verdadelra aupe-
norldade me coufuude ou me perturba: sel
que ella be indulgente; por isso me inspira
cunli.nca.
Multo lastimo, senhora, disse eu a mada-
ma II ir.uno,lo, que Mr. Duplessis tenha des-
confiado tanto de miin a poulo de me ler occul-
tado quem Vine. era.... yuantoa das felues
perdidos para iiilin desde que Vine. ela aqui.
- Por ni us ainavel que seja a meu respeito
a censura que fai a seu mando, minha queri-
da .tilba, disse madami Raymundo lorriudo
com bondade, declaro-lbe que eu lomo o par-
tido de Mr. Duplessis contra voss,..
De veris, senhora?
__ Ue justamente por amor de seu marido
que veuho fazer-lhe esprobaedes.
Faaer-iue eiprobacdea?
_ Obi aim, e quasi que justificar a Mr. Du-
plessls de nao te-la posto ua uossa confidencia.
__ Tudo beui peusado, aenhora, Vine, tem
raso, nao tenho direi.o de queiiar-ine: meu
marido ton de mlm uma m oplnlo ...
quem he a culpada diaso? pobre meni-
na, nu be vuss? Mamada Amuervillr, de
quem Ihe fatlei e que enconlruu-a multas ve-
les em cala de inidameielli Hennanria, ha ha
muilo lempo minha amiga.- He urna mulber
de mullo leoso e de um julio fino. Por Issoau
. creio e devo cre-la quaudo ella me plntava a
voss como una moca uireiiiimeute dlstincla,
e cujo espirito igualan ao coracao.
ahora....
Cada qual quer vlvrr em paz com o seu viil-
nl,o, e Dos que governe o seu mundo.
( Carla particular, )
___________(Jornal1 do Comnvreio. )
-?*"
PEBNAMBUCO
A.SSEMBLEA PROVINCIAL.
SESSAO EM26 DE MAIICO DE 1852.
Presidencia do Sr. Or. Pedro Cavalcanli.
Al orne e mela horas da inanha, felta a
chamada acham-sc presentes 36 senliores depu-
tadoa.
O Sr. Presidente abre aseiiao.
OSr !. Secrelarlo l a acta da seiso anterior
que he approvada.
O Sr. I .* Serrl/irin menciona o seguate
EXPED UNTE.
Um ri'ipiei uiento do pirocho da fregue-
za da Varzea Manoel Ignacio de l.ima pe-
dindn que se mande pela raparlicIJo enmpe-
lenlo fazer os conceitos e reparos de que
precisi a igreja matriz.--A' commissflo de
obras publicas.
Outro de Germano Francisco de Oveira,
polillo o pagamento de seu ordnalo que
tem deixadode receber como administrador
do tlieatru da Santa-Isabel, assm como o
subsidio para a companhia dramtica do
mesmo thealro na lasflo de 9:000,000 rs. cu-
jo subsidio tem igualmente deixido de per-
ceber it hoje. A' commissflo de urci-
monto.
O Sr. Vorlella ( pela ordem. ) Sr. presi-
dente, lem sido eslylo nacisa fazero pri-
mei'O secreisrio um resumo dos requert-
irentis dingidos a esli assembla : esta
prit l-imli,mi que pode ser modilicada, pode ad-
mittir escepeflo em cerlos casos.
Acha-se presente um roquermento do
respeitavel chefo de uma respctavel corpo-
raeflo,do Ho*al. Kr. Caetano de M.'ssna,
digno prefrilo dos religiosos capuxinhos,
o qual vendo que o Exm ex-presdenle da
provincia pedir eih seu lelalurio, que esla
assembla augmentasse a quota, que annu-
almente vota pata os mea-moa religiosos,
e sabendo das boas disposigo-s, em que os-
lamos todos nos pira com tflo beoenienlos
missionanos, pe le que se Ihes nflo augmen-
te a dita cunstgnacflo, pois se satisfazem,
ecunieutain cum a que lodos os annos re-
cebem.
Sr. presidente, quando quasi todos os
dias apiarecem petiedes para augmento de
ordenados, gratifica(.0es, alales, recompen-
sas etc., muita consideracflo nos deve me-
recer este lequerimenlo, em que o seu au-
tor, querendo anedar de al qualquer idea
do ambicBo e inleress" de aiitemflo renun-
cia o agradece qualquer quantia quo se Ibes
quera dar de augmento.
Sendo, pois, este requermento por as-
sm dizer especial, e quasi que nico desde
que existe isla assembla, peco perinisso s
V. Exe. para ic-lo tudo, nflo s porque os
Srs, di-putados fiquem a par de ludo o que
n lie se allega, como em signal de apreco a
tflu 1 ouvavel aceflodudesinteresse...
O Sr. Correia de Brillo :--E para que seja
ii tinento transcripto no jornal da casa..
O Sr. Vorlella : Diz bem o nobre depu-
lado : paia ser lielmeute transcripto no jor-
nal Ja Casa.
O .Sr. 'residente :0 regiment faz a ex-
cepeflo, porque diz que a leitura uo requer-
metilo se fara, quando algum Sr deputado
o pedir por coiiseguinto pode fazer o Sr.
deputado o quo exige.
lie lulo, e man lado depois commissflo
de urcatni-nto o s guiule requermento :
ILLMS. SUS. DEI'UTADOS PHOVIHCIAES.
Agradoce.ndo aos benficos e ardenles de-
trjoi do Exm. Sr. Vctor de Oliveira, pe-
li.i i i em seu relatonu urna quula de dous
cuntos e qualrucenios mil res para este
hospicio, cuinpre-iiie irenhores ser explci-
to, e dar-lhes as explcac,0a)S necessiriis des-
le meu humille pausar, proceder e re-
nuncia.
senhores os religiosos da Peoha viudos a
cusa dos liis, desde o anuo de 1811 poca
de smchegida se tem ilimenlsdo com a
esportu-la das suas missas, e algum viulem
que o seu l.eigo ti" du esmola nesta capi-
tal ; empregandoos864,00Urs. que esta res-
peiiavel assembla de algum arioo paraca
lli-i manda dar debaixo do artigoculio pu-
bhco--em o gaslo da cera e uisis bemfeito-
riss d'esie l'ernaintiucauo Hospicio.
Sois lesieniunbas seuhores que os rogio-
sos da Penha se tem dedicado ao bem
uublco. Pois em 1812 e 1813 oM. R. Er.
Placido servicos relevantes piestou as mal-
tas de Jacuipe, enas de Vicente de Paula.
Em o anuo de 181 e 18*5 outros lanos tra-
balhos Apostlicos prest-ramos reverendos
Fr PlacJu prefeito, Fr. Euzebio e Fr. Ilen-
niiues ; acciluiando a /voia.a- pt "V'":
'^^yb^deiTe^iii^eiiuiiileiilla, sao Jusiamco-
le as suas qualidades, que eu quero invocar
contra voss.
E porque, seohora?
Porque um capiidio Incoocebivel que me
tem causado lano de lorpreza, quaulo de pe-
na voss parece lomar a pello occuliar a seu
marido tudo o que vale ; voss ou permanece
ordinariamente ailenciosa ou responde apeuaj
nur monoslabos; vuss parece cnlurpeclda,
iiiditterente a tudo e a lodos. Sua phjslono-
inia agora que est conversando coinlgo, ne
novel, animada, eapreislva. encantadora ; di-
rel mesmo que em cu.upan cao do ar Indolente
e inorno que Ihe tenho notado al agora, esta
completamente mudada.
O interesse que toma por ratm, senhora,
t,r tio Mo.rro, que Ihe devo toda averdade....
sim, meu marido inejulga estpida, e eu nao
me simo com a menor voutade de desenga-
lo Desde o pilmelro dia em quaovi.... elle
me confuodio... quasi que me gelou. bm
urna pal>rra lenll-ine lola.... em sua preiea-
ci..,; tola tenho permanecido.... e lola per-
uaueceret lem duvida aempre a ieui olhoi....
nao acho nada que diier-lhc.
_ Porm Mr. Duplessilheamivel, convena
maravllhoiaiuenie, icio um coracao bom, e
um terloragradavel, e parece chelo de attea-
cdei para com voss
" -- dio tenho rases para queliar-me de Mr.
Fernando, salos como creio que elle nao as
lem para queiisr-se de mlm ; elle vive como
nuce eu me acenmmodo a tudo, nunca o con-
tradigo, vigo o mal! possivel em sua casa, cui-
do da sua saudc, acompanho-o em leus pas-
ados de agricultura, de notte jogo a sua parti-
da de buhar; elle cousenllo em nunca por os
ps no meu quarto.... desde o da (inmediato
ao do meu casamento ; elle nao me recusa na-
da do que pode augmentar o meu bein estar;
Klo contrario, vai nislo alm dos meus deae-
i por isso confesio-lhe, senhora, que com
tanto que eu tenba lodos o meus cominodoi,
urna boacadelra de bracos, uin Jaular delicado
e me deile cedo, porque o meu melhor tempo
i


vajv-ava
ca Js Alago**, que podaroMmente emea-
cava o ul de*l. Km o aono de 18. o pa-
dre proferto to R<- vace-prefeito, um so
norte, outro ao sul,desarmarem-ne, rU-
belectmdo ordem, e t paz m interven-
qSo liglosos desle riolcicic), aenlo podero in-
te amonte obatar o derrarnainenio do pre-
cioso sangue ( Pernimbucano ) Brasllelro;
empenharatn-se sempre para que nfio Toase
em maior copia,flcaodo Fr. Seraflm, um doa
quatro, chrooico uelaa demasiadas viagens
doaseitOes. Emiim senhores doputados ues-
te anuo de 18M eu ao norte, ti. Seraflm ao
tul di ala provincia, Fr. SebasliAo oo llio-
Grande do norte, e Fr. Henriquea oas Ala-
goaa, tivemos a ventura de impedir e trans-
tnrnar a maia perigosa, barbara d cruel car-
nificina, quearoeat-ando a todos, ludo des-
truira.
Por conseguinte os capuxinhos, sampre
iguaes, e dedicados a cauta publica, espe-
ran merecer a antiga quota, que he indis-
penaavel pela manutencllo do culto da sua
igreja da Panha, reounciando qualquer ou-
tra eamola pois o padre prefeilo pobre por
proflssao, accusando-ae do superfulo, eabe-
r em outra* ciroumstaocias pedir-tos o ue-
cessario.
.S'niio aenhores sermos poucos, em tudo
cinco; porm tenbo toda a esperanza da
vi ma de nais tres religiosos da Italia, cuja
passagem os bemfeitores estSo promptos
satisfaze-la.
Deaponhan senhores deste aeu hospicio,
do seu prefeito e mus religiosos ; pois os
havaia de ve-Ios promptos, dedicados aman-
tes dos Pernambucanos e da Santa Moral de
Jesus-Christo.
Da Svv. 8s. llltns. Srs. deputadosda
orobla provincial de Pernambuco.
Herid: aoa 23 do marco de 1853.--Fr. Cae-
laiiu da Miiiu, prefoito de Nossa Senhora
da Penha.
He lulo Julgado objecto de deliberaran e
maDdado imprimir o seguale projeclo :
A asseuibla proviucial legislativa de Per-
nambuco reiotve:
ii Arl. 1. Fica creada a fregueiia de Sao Hen
to, quecomprehender lodo o territorio a mar
gem do rio caohoto desde sua nascen9a al a
rovlncla das Alagoai ; o que for baubado pe-
a agoaa pendentes ao riacho Liberalinho, des-
de sua natcenca at a sua conflueucia no rio
Ipojucs; e d'ahi o mais terreno aosul da
estrada do Redondo, comprehendenlo o
povoado Agua-Fila e a fazen la do Inga i
d'oode, seguindn pelo alto da Serra do lie-
tiro, tomar o terreno que ficar aosul da
mesis Serra e maia o quo fr bandado pe-
las aguaa que vio ter ao rio RiachSo inclu-
sive o povoado Cachoeirinha e d'ahi conti-
nuara abrangenrio as fazendas Boqueirfio e
Qoaty, at (indar por este lado onde acaba
o destncto da subdelegada d s U -ni >.
Art. S. Esta freguezia ea de Buique esm-
porSo um municipio, cujo termo perlen-
cendo a comarca de Ga'anhunn, ter por
sede a povoafo de S. Bento, a qual tica
elevada a calhegoria de villa rom a mesms
denominarlo.
Ku'.i ni revotadas as leis em contrario.
Paco da assemhla provincial de Pernam-
buco, 28 de marco de 1853. Carneiro da
Cunto.Maciel Monleiro.Barros Karret.
Correa de Bntto.Mello Reg.Valentn
Vilie'a.
So lidos, e remettidos commissSo de
polica, assegiiints indicar-oes:
Indico o seguidle additamonle ao regi-
ment da casa :
Art. Mas d scussOss do ornamento pro-
vincial nflo sit.Iii dimitidas emendas com
disposQes que no sejam annuaes, excep-
qSo das que disserem respeito a atrecadit-ao
e li-r.ilisariio das rendas ptovinciaes, o oas
> u t'ii' si r> -s emee lilas ao govrrno para a
relrma das repartirles publicas, e promul-
gado de regulamemos
Art As ii-miIiicii. s que invnlv-rem dis-
posicSo p ir i 111 r i' i s podcrio ser apro-
seniadas segundo o disposto do capitulo 7,
arligos 97.100, 101 o 102.
Art. Dopois di approvadr em terreirs dis-
c >ss9o a le do orcament'i, se se reconhrc r
que ella conlm dispiisiroes perman -111 -,
serilo eslas desligadas do proj.cto na 0C-*
casiSo da redat-io, o apresotitadus em reso-
luto separada.
s i,n das sessdes, 26 de marc.0 de 1852.
Mello llego.
Indico que o artigo do regiment n. 71
sej reformado do modo seguinte: que a
dmeuialo e votaeSo dos rcqucrimenliis d<'.
adi ment no tenham lug.r r ni a materia
do projecto. 8 R.--A. d'Oliveira.
lio lido e approvado o seguinte parecer:
A commiasflo de ordenados, loman lo em
considerarlo o requerimenlo de Hermene-
gildo Marcellino de Miranda, amanuense do
lyceu, no qual pede que esta assambla Ule
mande pagar a gratifcaoslo que conipet o
secretario do mesmo lycen, por liaver o
.su, plir me exeicido esse lugar uterina-
mente; he de parecer quesejadito requn-
rimento remetlido ao gorerno da provincia
para rasolver como fr do Justina.
Salla das commissiVs de margo de 1852.
Barros Falcan.Barros Brrelo.
ORDEM DO DA.
Primeira discusslodo projeclo n. 11, que
autori-a a creac3o de urna cadeira de pri-
incir.ii letras para o soxo limiiiiuo na villa
do Cabo.
OSr. Flrminode Mullo:- Senhores, a ins-
truceflo primarla, garantida Dlo 32 art,
179 da consiituit-Ho do imperio, ho incum-
bida a esta asseuibla pelo art. 10 2 do ac-
to addicional : enirotanto, ninguem ignora,
quo sendo essa imtrurr.io en todos os lem-
pos, e em todos os paizes o primeiro de-
mento da civilisaclo, nunca se applicou me-
nos cuidado ao do sexo reminino, do que
ao do masculino; o parece mea mu evidente
s^alaTaTaajVaajBajjjBajaBaBaHBjBjjjjBjBjajBaaBjak^
he anda aquelle em que durino, o lempo se
passa.... lato nao he a lelicidade, he um lauto
viver como eaae pobre Groi-fierre cojo partido
Vmc. toinou lo generosamente esta tarde;
porm que quer Vine. I em falla de fellcidade
..oitrnlu-inc cora alguma couia de calino e ne-
gativo como osoinoo.
A' medida que eu fallava, via urna imprcsso
l.....ivei plolar-se no semblante de madama
llayinundo, laso comecou pela eapressode
um grande interesse, o qual lu pouco a poucu
dando lugar a urna piedade la o doloroia que
eu vi os el:"" de madama II ij mundo euebe-
retn-se de lagrimaa. Depoiade um inouieuto
de silencio ella pareceu deplorar e querer do
minar a sua emoco, e me dlsae;
Mloba fllha, vosst val mista todos ot
dlaa?
Sim, senhora.
Porquera be que voisc ora? o que he
que pede a Dos?
-- Eu lelo a mlssa como ella est ao lirro....
els aqu ludo.
E em teut patelos.... quaado percorre as
auaa fazendas.... deve ter muiat vcies dlanta
dosolbos o quadro de grande numero de mise-
ria*, porque o paii parece pobre?
Oo! siin, ha uiuitat vcics aqu horriveit
inlterlas!
lato Ibe aperta, Ibe detpedaca o coracao,
nao he aisim?
~ eapeclaealo da miseria me he peuivel...,
mas agora menos do que o era antlgaiaenle.
liso me otfende agora mal os olhot do que o
coracao.... por eisi ratao procuro afugenlar
esse quadro do raeu pensamento. Elle rae op-
prlme como um remorao.... porque aei oque
devo faier,,.. J Ibe dlsae, icubora, nao leubu
mais coragera para nada.
~ Vosiegoaia uiuilpdaa florea, pois ai velo
por toda a parta oo seu quarto ?
Sim.....gotto milito dedal....
Mas t pelo aeu perfume, e pelo leu colo-
rido?
Seu duvida, tenbora; e pode-te gustar
dellat por outro motivo?
queae ror todo o Brasil livessemos bota es Escuna americana -Gltnny-- farinha ebo
colaa de Inatrueco elementar para um ej lachinhas.
outro sexo, e sa por urna educar-So dlsvel-1 Sumaca brasileira -- Fltr i* Angtlli* ge-
$
lada ciiltivatsemot o espirito de.todal as fu-
tura! m8la de familias, predispondo aasim
a moralidad" dos [iihos, bem da presas ve-
riamos notaos costumes mais amenisados a
polidos, desapparecendo d"enlrens muitoi
crlmea, que attestam Intelra Ignresela e
falta de morigeracSo. Para evitar-se ceitoa
inconvenientes bom seria obrigar-se aos
pas, (mores e curadores, a dar as escolas
publicaa suflicienle lustruccflo as suas II-
Ihas, e pupillas, desde a idade de 7 at 14
annoa completos, sob pena de pagarem certa
multa pira os gastos da iiistrucgilo prima-
ria; e bem aaaim a nfio retira-las da esco-
la, si-uno depols de taren feilo exame em
que saliissein approvadas : na le do or(i-
ment bom aeria applicar-ae para esse tlm
certos soccorroa as meninas orphSas nimia-
mente pobres ; ae assin cultivassemoa a
educa(So da mocidade brasileira, que se
levanta, cicatrisariamos a cnaga do paupe-
rismo, a nossa moral seria maia fructfera,
as nossaslea seriam freos maia potentes,
floalmente feriamos coocidadSos mais bem
formados. Estas pois foram as razOea que
me animaran) a olferecer o projecto que
ae discute, deaejoso de ser til nesta casa
a comarca onde sou empregado, e onde le-
obo reconhecido a necessidade da creafio
da cadeira de que traa o projeclo, que Uve
a bonra de oflerecer considerado da is-
sembla, que decidir como entender de
justica.
(Continutr-se-ha.^
n n -"-
Correspondencia.
Sr, Redactor. Para maoier sem quebra ubi
alia digni Jade, toiuet a letolucao de ou rea-
pooder ai calumnias. Insultos com que efifeoll-
v.imenie sou ultrajado pelos peridico! a-
narchlslai, que (infelltmeate ) se publicara
neila cldade, a quera, segundo me informam,
os iniseraveis constilulntei de nunlia fregue-
lia p 'tinn 15/n inensalmenle para insultarem-
ini'i eulregando pois ao merecido despreio os II-
beraes da actuilidade, e iuat producedes: to-
dava calumnias appareceinneisespelouriohoi,
que me cumpre repcllir para evitar que algueui
ponha era duvida ininba conducta, seno nes-
ta provincia onde he asss cooheclda, em ou-
tras onde tem os pasquina de circular. Sem-
pre em occatiocs que lenho estado fora desia
cidade, lera dito, c repetido o Echo, que era
consequencla da desavensa que Uve com o
Kxin. Sr. conselheiro de estado Honorio Her-
ueslo Carneiro Leo, eu me bandici a faeco
constituiute, e que dei muniedea ao ineu p-
renle o capito Pedro Ivo: aaiba porem o pu-
blico aquem me dirijo, que cora o Exra. con-
selheiro nuuca Uve a menor desavenca, e que
nenhura presidente Inda nagou cora mais eaac-
lldo, e poolualidade a forcas empregadas no
restubelecimento na ordem: talba mal o pu-
blico, que da abdlcaco do Sr. D. Pedro l.9
al hoje, inda tuna s vei se nao arvorou o es-
tandarte da revolta nena provincia, que eu,
e os limitados recursos de que dispouho, nao
esiivesseraos a dispoiicodo governo provinci-
al, para nos euipregar como Julgasse conveni-
ente, ao restabelecimeuto da ordem: aalba
tainbein o publico, que apenas coobeci que
oa liberaes da aclualidade, n.m passavam de
urna malta de ambiciosos aoarenistas, pro*
curel cora lodo o einpenbo arredar driles os
un os prenles, e amigos, que de bda f inda
os leguiam; ura desle fui o capiuio Pedro Ivo,
procure! conveoce-lo. que elle nao devia servir
eros do pan,
Bngua braailelro Rio Avt fumo e aabSo.
ImportiicaO,
Pataohoamericano Glonroy, vindo de Phl-
ladelpbia, consignado a H. Forster & uom-
panhla manlfiWtoo oaenoinie:
15 caixis panno de algodo, t dita po-
tassa, 500 ditas fogo artificial, 20 ditas Cs-
dei as, 65 1|2 dilas cha, I fardo chapos, 300
barrllinhos banha de porco, 300 ditos bola-
cbtnha, 50 barricaa boln, 5 ditas graxa
para calcado, 19 barra cama salgada, 90
barricas farinha de milho, 1,064 ditas dla
de trigo ; aos mesmos.
CONSULADO GERAL.
Pela reparlicBo da polica desta provin-
cia se faz publico para conhecimenlo dos
inleressadosque no calaboui*odo quarlel do
corpo da polica desta oidade aoha-se reco-
Ihido o pardo los Caninaoi, qua teodo pra
ca no 9. batalhflo de artllbaria ap, fora ad
Rendimento do da 1 a 28.
dem dodia 29......
. 48:805,670
6,83s,732
l
Theatrode Apollo.
Na pr>9a da Independencia, lo-
iia n. 4t vendem-sc um resto de
bilhetes de platea e camarote, pa-
dldoaoida mesma arma,e por aviso do mi- ra 0 espectculo intitulado O
nisterio da guerra de 8 de feverelro ultiaio a, rj .
Sino das duas boraa quo deve-
r ter lugar no dia 3o do crtente.
53:444,409
DIVEBSAS PROVINCIAS.
Rendimentodo dial i
dem do dia 99.
28
3:888,3-27
417,571
4:205,898
Exportaco.
Voni-u, lugar ioglez Era, de 296 loneta
das, conduzio o seguinte: 3800 saceos
com 19000 arrobas da assucir.
Canil, escuna dinamarqueza Helene, de
189 toneladas, conluzio o aeguinle: 2650
saceos con 13250 arrobas de assucar.
CONSULADO PROVINCIAL.
Rendimentodo dia29.....3:498,345
Movimento do porto.
-^ m. aaaaaosas
(Vat> Rio Je Janeiro iS das, bngue haTlblir-
guezCano, de 280 toneladas, capitSoG.
II. Barms, equipagem 7, em lastro i a A-
morim & IrmSos. Tendo fallecido oa vit-
gem 2 liomeiis da tripulado, flcou de qua-
renlena por 6 das.
Parahiba 3 das, hiato bnsileiro Cxhala-
f9o, de 37 toneladas, mestre Antonio Ha-
noel Alfonso, equipagem t, carga loros de
mangue ; ao mnslre. Passageiro, Joa-
qun Antonio de PigueireJo.
Baha7das, patacho brasileiro Heroi-
na mestre Melquades Jos dos Sai.i s.
posto a dspositjlo do 8r. Dr. chafe de poli
ca para proceder as necessarias averigua-
(Oes sobre a sua condigno, visto ser recla-
mado como eacravo de D. Theresa de Jeaus
CorlhoSnuza Leo, sob o nonn di- Simpli-
cio ; cono ludo consta nesta mesma repar-
tt(lo. Secretaria da polica de Pernambu-
co 96 da marco de 1852.Antonio Jos de
Freitas, I. amanuense.
AchSo-se recolbidosacadeia, porserem
presos por um capitSo da campo, os pretos
Joaquina Manoel, disendo o primeiro ser
eacravo de Manoel Francisco Cosseiro, do
Rio Formoso ; e o segundo que representa
ter 19 a 20 annoa de idade, boa altura, e con
algunas cicitrizes as costea, veslindo ae-
rla conprida e camisa de algodfio grosso,
nSo confessa quem seia aeu senhor. As pes-
soasque tiverem direito aos dilos prelos,
queiram apresenttr-se com os respectivos
ttulos. Subdulegicia da freguezia de S.
Frei Pedro Congalvea do Recife 27 de margo
de 1852 --O subdelegado, Jos Joaquim de
Oliveira.
De ordem do lllm. Sr. director geral da
instriicrjio publica fafo saber, que achan-
do-se vaga por abandono do professor a ca-
deira de instrucfflo elementar do primeiro
(rio da Fazenda Grande do municipio de
Tacaratu, S. Exc. o Sr. presidente da pro-
vincia a maodou pora concurso com o pre-
so marcado ateo dia 14 de junho prximo,
emqiin se eflectuarao osexames. Directo-
ra geral da lostrucfto publica, 23 de margo
de 1852.Candido Eustaquio Cesar de Mol-
i, amanuense archivista.
THEATR0
DE
S.IZABEL.
O abaixo assignado tendo acceitado'ao
Sr. Fnncisco Moreira da Coala 4 letras na
importancia dt 1:003,518 ra. pela compra da
taberna alta na ra Direita n. 27, quegirava
aob a firma de Francisco Moreira da Cosa &
C, sendo eata quaolia proveniente dos fun-
dos que aquolleSr. possuia nadita taberna
e nico capital d'esta : declara que flean de
nenhum effelto a* ditas letra e por conse-
quinte nullo qualquer negocio que com el-
las se Dzer vis n, nflo ter o abaixo assignado
concluido a dita compra em consaquencia
do nao tere .n os ere lores concordado em
ficar a cargo do abaixo assignado a liquida-
cSo d'aquella firma; por n&ojquerer aquel-
Segue com a maior brevidade possivel a ve-1 le Sr. prealar-so a indogar as lu ras qua os
Avisos martimos.
I'ina afidhia.
leira e bem coohecida escuna braaileira Ade-
laide : quem neila quizer carregar dinja-se
a ra do Trapiche Nova o. 16, segundo an-
dar, ou na ra da Cadeia do Recife n. 23.
Maranhao e Para.
Segu em poneos dias o brigue escuna Ar-
cellua, para carga e pasaagef ros, irata-ie com o
consignatario Jos Baplisia da Fonseca Juoior :
na ra do Vigarlo n. 23, ou cora o capiuio na
pr.ca.
Para o Aracaty pretende seguir viagem
nestes 15 dias o bialeCapibaribe,mestre An-
tonio Jos Vianna por ]4 ter a maior parte
da carga ; para o resto ou passageiros trata-
se na ra do Vigario n. 5.
I'ara a Baha
Segue]con brevidade o novo e veleiro hia-
to naotonal SANTA CRL-Z Torrado de cobre
para o resto da carga (rala-ae na ra da Ca-
deia do Recife n. 23.
ditos ere lores deviam aaccar dos dbitos
contrsbidos pela dita firma.
Alberto Jacintho de Souza.
Joflo Duarle Maginario, con procura-
gao bastante de Jos Pestaa da Silva, faz
scienle aa pessoas que linham em sea po-
der penhores en objeclos, htjtm de oa ir
resgatar no praso de 15 dias, na ra do lUn-
gel n. 10; do contrario aerio vendido* pava
pagamento.
Pede-se enesreridamente ao Sr. -Luiz
do Oliveira Mello, pralicanle na harca Mar-
gar iiia, queae dirija a ra do haagel n. 10,
para um negocioquese deseja desliudar,vis-
to o mesmo senhor no atlender a urna car-
ta que se |lie dirigi.
-- Pelo juizo da segunda rara do com-
mercio foi designado o dia 2 de abril prxi-
mo futuro as 10 horas da manilla na casa de
sua residencia na ra da Madre de Dos pa-
ra a reuniSo dos credores do fallido Mar-
34.' RECITA DA ASSICNATURA.
Passageiro, Cypnano Lopes da Fonseca. f.,, >_. n|f M.n
-Velo a este porto largar o passageiro e lUAHll fflKA., JI Va MAK-
(yO L>E i85a,
exocur.io Je urna
ouverturas, subir scens impreterivel-
mente, o drama sacro en 4 actos i
S. Ceci lia.
A parte de Cecilia, ser desempeohada
receher pratico para seguir paraoAss.
Rio Grande do Norte ~ 8 dias, lancha bra-
sileira Flor das Ondas, mestre Vicente
Jos da Costa, equipagem 4, carga, assu-
car; a JuSo da Cunta MagalhSes. Passs-
geiros, Bonifacio Gomes da Silva, Anto-
nio Alvea Muniz FaicSo.
/Vatio tahido no mamo da.
Buenos Ayrvs polaca hespanhola Mtdro-
nt, capitao Roque Alsina, carga assucar. pe s'enhoraD. Carmela'.
EDITAL. Comecar..8hor...
Para o Porto seguir al no 0m do cor-,
rente meza ben conhecida barca portugue-i ce".n, ,08e R,belro ,Um de ,e proceder a
za Santa Cruz, capilSo Manoel Francisco .>o-'. veriflcacflo do crditos, formar contrato de
gueira : recebe carga, e tem excellentes: !""8 e ">eacao de administradores.e por
comirodos para passsgeiros : trata-se n,, "so os credores do referido fallido deverSo
ra do Vigao escriplorio n.'ll, l. andar^?mP*recerM CM* do mencionadoJuiz no
ou com o capillo. "" e or* designado, e para conhecimenlo
- ParaoRio de Janeiro, 8ahe;tnTmf:rmoru7zre,nnUnClOPr r'
com a maiifr brevidade posiivel ,| Perdeu-se na larde de 28 do crrante,
por ter parte de seu carreeamento1 P^ieo"deoorij, com urna chave e um
* -awapaaswiiM sitete, da ponte da Tararuna at os Arrom-
prompto, o veleiro brigue nacio-
nal H io Ave : para o resto da car-
ga e escravos a frete, trata-se com
os consignatarios JNovaes 6c Com-
panhia, na ra do Trapiche n. 34,
ou com o capiuio Elias Jos Alves,
na praca do C'ommeicio.
Freta-se para o Rio Grande do Norte
de iuslrumeuto a essa faeco turbulenta,
desleal, que no momento do perigo cuidarlain
de escapar-se,e dcixa-lo compromeltido.coiuo
pi .me.ii un pedindo cada um delles amnitia,
e iiei\audn-o carregar ooiu aa consequenclai
de urna sentenca militar; porem o ineu p-
renle eslava por elle tao fascinado, que cer-
ruu oa ouvi-loa aoi meui conielhoi: laiba li-
nalmenie o publico, que nunca dei an capito
Pedro Ivo iiini urna pedra de ferir, c que uil-
nhas cuiuinuuicacdei carain caiu elle corta-
das, apcuai ruinpcu a revoluco, antei do que
para salvar sua reputaco militar, li por elle
o sacrllicio que os coustituinles nao foram o.-
paiea de l.i/.ei; detallo pois a eases Seutiorc;
c eipecialiuente ao Echo a publicarem um do-
cumento que prove a caluiuuia com que por
mais de um. v< / tem procurado porem duvi-
da iniuha icaldade, eslou certo que oo podein
apreieular; uem uiesino o capitiio Pedro I j ,i ili r
mar tal falsidade, porque um VellozodaMIvel-
ra, sem estar degenerado, nocousenie que a
vil mentira inaucne seuslabios, eao^oapresen-
larciu o duciuueutoqueexijo, licaracoindem-
uados peraute o tiibunal da opluio publica,
como iucursos as penas de pcrtidoacaluuiuia-
doret, cujas leis na lem os cnuitituintes poder
liara illudir, comoilludein as leis do pair. Dis-
se mais o Echo c repello, que lenho mandado
faier 156 mortes ( scguudo me record.); te os
revnltusos morios em combate! ie podein re-
jiiiior.tsijssiii.it s, lalvez exceda esse numero,
porque de 183a jo- boje, inuumeraveil
coiiibalet lenho aisislido, e nuuca me fui poi-
tivel coutar os morios, porque sempre encon-
liai os levoltosos emboscados em uiaUi, d'o
de fugiam covardeuieute, dame doa bravoa
aqueiii lenho coiuiuaudado em defea da or-
dem, edu trhouu cansliluciuual
Ko^u-lhe, .ir. redactor, a publicaco deslas
declaracdes, pelo que tnuilo ohrlgar o aeu
ote.
Jote Pedro Velloso da Silveira.
Kccifc < de inaic..j de 1852.
O Dr. Custodio Manoel da Silva GuimarSes
juiz de direito da I. vara do comsiercio
nesta cidade do Recife de Petntmbuco
etc,
i se,, saber aos que o presente ol tul vi-
ii-in em como por este juizo no dia 30do
corrente mez de mareo, na sala das audien-
cias e linda a mesma se ha de arrematar em
praca publica a quem mais der uma proirie-
dade n. 14 oa ra do Itrum bairro do Pilar,
Depois da exocuco de uma das melhorea I Assu a barcassa Carolina Urazileira, ou re-
cebe-se carga a frete : a tratar na ra da
Midre do Deoa loja n. 34.
rara o Ceari.
Segu no fim da presente semana com
a carga que tiver o ltale L'geiro quem no
mesmo quizer carregar ou hir de passagem
dinja-se a ra do Vigario n. 5.
U brigue escuna nacional
Olinda, de que he capito Manoel
Marciano Ferreira segu para o
Kio de Janeiro, at o hm do pre-
sente mez, ainda recebe alguma
carga miuda e escravos a frete, aos
quaes oiTerece os melhores com-
modos : trata-se com os consig-
natarios Machado & Finheiro, na
ruado Vigario n. 19, segundo an-
U resto dos bilbetes acbam-se a venda no
lugar do coslume. ^^^^
THE \) DE APOLLO.
COMMERCIO.
I'RACA DO RECIFE, 29 DE MARCO, AS
3 MOMAS DA TARDE.
cotu'Obs OFFIcuas.
Disconto de letras: de 3 e 4 tuezes 1 p. c. ao
mez.
RECEBEDORIA DE RENDAS INTERNAS GE-
RAES DE PERNAMBUCO.
Rendimento do dia 9.....1:670,820
ALKANDEGA.
Rendimento do dia 29.....11:707,188
Detcarregam hoie 30 de marco.
Barca franceza Cunte Roger merca-
dorias.
7rca leira 30 do corrente.
RECITA EXTRAORDINARIA.
em ni'M ficio do 1 mi.i-:.
Expectaculovariado divertido dra-
mtico lyricoe gimnstico.
A mellior das ouverturas, executada em
qual contem dois grandes' armasYns sendo grande orchestra; prevenir* aos Ilustres
un com fente para a dita ra do Brum eou- eipeciadores quevai dar comaiecoa repre- dar, ou con O referido capillo lia
tro nos fundos do dito com frente para a ra en.,aao da melhor das comedias do reper- nr., j /-__,.;
do Caes, dividiudo um do outro com um pe- ldn0 portuguez, com, osir-.lo do insigne lit- PraVa ao jommercio.
queno chaguao onde tem dous quarlos, es- leratu Sr- Bandeira a qual ten por titulo ".*" Rlo,de ;anel" pejde "' no
an ,0 o ar'mazem da frente tfej.do con Sino duS duas Loras !! \ ^Vr'ZlZ' l^H^VZ^Z
lente de um andar ja com Janellas; avallado O oome de seu author estampado em fren-, nroiiipto; para carga pasiagelros ou escravos a
em sote conloa de rs.; cuja propiieJade vai a te deslr obra t9o sublime he s melhor car- ,'rele, trata-se na ra do Jllegio 11. 17, segun-
pmra por execucSo de Antonio Ignacio do la de recommenda(9o com que o benefl- do ndarou abordo com o capito Joo de Deo
llego Medeiros, contra Luiz Antonio Rodrl- ciado se aprsenla aos seus generosos pro-1 Pe'el'-
guesde Almeida. Toda a pessoa que en dita lectores i No dia 31 do corrente mez ,
propnedadeqi.iser Uncar o podar fazer no A dillicilima parte da velha caricala Mar-8ep.ue viaffem nara a Kin de lanpi-
diada pra<;a acuna indica lo.e este aera publi- garida Grille esl confiada aoscuidados do Be6ue vlaBem para o nio ae Janei-
cado e alus jo no lugar do Coslume. Recife Sr. GuimarSes que por especial obsequise ro> a bem Conhecida barca l'irme-
29 de narco do 1852 Pedro Tertuliano da prestou a esta tao ardua larefa. I za
O beneficiado nao se poupando a fadigas '
.......................
Cunta escri v,lo o esrrevi.
Cusi lio Manoel da Silva GuimarSes.
msm
Declara^des.
quem quizer ir de passagem,
consegulo obter de Mr. Robert o exlraor-'ou tenlia escravos a frete dirija
dinarto obsequio de consentir que o Alcldes ] se a TUS da Cadeia 11. 4 1 OU na
Hrasileiro o Sr. Alcxanlru se prestase nes- ,,_ '. ,
lanoite.paranotheatro do Apollo mostrar | P.ra?* 8 lr.aUr COm O CODSIgnata-
mais uma vez a sua immensa forca e habi-
rio Manoel Francisco da Silva.
Leil&o.
O Vapor brasileiro Mullaos, comman-
dante o capitSo lenle Segundino, espera- lidade nos trabalhos
se dos portos do Noria en 5 de abril, e ae- DA CHA VOLANTE.
fi'! "' mi0-'6, .B,"", 6KUade Jan9,r0' Sobres qual o incancsvel artiata f.r as
RLAL CUM1ANI1IA Dt PAQUETtS INGLE- caefles, elevaado-sea maior altura do adi- Croco de C. far3o leilao por interven-
SJ (Icio. ?So do corretor Oliveira de un completo
fcspera-se da Europa no da Dar llm ao espectculo um emgracado I so'timenlo de miudezas.consislindo em lu-
cido cc-rrente.e bem conheci- du(.to brasileiro que por obsequio ao be-' botes, fitas, suspensorios, lapis,
doe ve oz vapor Severn con- Deliciado ser caniado pela Sra. D. Carolina "breias, linhasde marcar, bengallas, relroz
mandante Vtncent, o depois e pelo Sr. Costa. 'da melhor qualidade, marroquins, e mullos
[uira para os por- He este o expectaculo que pretende apro-;outros objeclos; quarta-feira 31 docorrenle
a casa sentar o beneficiado a seus generosos pro- *s ,0 boras da manhSa, no seu armazem,
ra da Cruz.
Ja lile digo.,., vosae muida lillia lem aqu
urna bella bibliolheca, tlr. Dupleiiia motlrou-
'a ?
Nunca ponho l 01 pi....; a leltura fai
pensar.... r cuino ja Ibe dille, senhora, preSro
nao penaar....
Mr. Duplei.ii oceupa te mullo de cultura?
He o leu gosto domname.
E voss nao o partiilia?
lato nao me iutereita de modo nenhum.
Pobre e chara fllha, me disise madama
Raymundo abanando a cabeca com um accen-
to de terna compaiio, lo pobre.... no meio
de tantos Ihesouros....
(ue thcsuurus, lenhpm?
__ Que tlieiouros exctimon madama Ray-
mundo com um loni de dooe ceotura ; adorar
a Deoa nao em um livro ou em urna igreja, po-
rm na uatureza; amar, locorrer 01 que tof-
frem etludar os niysieriosque faiem nascer e
viver aa flores, ter a mao todos os portal, to-
dos ot pemadores do mundo, nao ter mais que
dlter-lhet: Vinde e uizei-me 01 voiioi ma
bellos veriot, oa voisos maia nobret pemainen-
los.... depols repousar desta embriaguez dn es-
pirito na intelligenle admiracao da lacuodida-
de da trra a qua! paga ao houiem em riquetai
o que elle ihe d em trabaiho.... sao ealea o
Ihetourot abandonados por vosse, iniuha pobre
flliia I e he Junio delles que dorme entorpeci-
da pelo bem estar, e gelada pelo enfado !
Ah .' aenbora, le ainaoba eu seguir 01
aeut comelhoi. a vida que me he iudill'erenie,
se me tornar odioaa.
O que he que dlt ?
pois bem, tenbora I Seguir! oa aeui con-
telhot. Km vea de 1er machlnalmenle a mina,
e couiervar-rae tem aaber porque dlaole de
uui padre vestido de prelo, elevare! adiaba al-
ma ao creador da nalureta; ein retida retirar
a ininlij vista do trille cipeoiaculoda miseria,
eu me approiimarel dos desafortunados, eu-
cbug.rei suas lagrimas, e os consolare!, socor-
rer! e ainarei nao vegeto m.is na Indolencia
na ocioaid.de, eatodarci arroubada a. laaKa-
vilbas da florescencia das llores, abandouirel o
.1
tosdoSul, para passagem dirija-se
daagencia : ra do Trapicho Novo n. 42. a t
O Sr. Dr. juiz de direito cHefe de polici
interino da provincia manda fazer publico ,
que d'ora em dianle n3o conceder passa-
porles a escravas sem que os seobores des
tes ou seus procuradores appresenlem nes-
ta repartido, nao s o titulo pelo qual moa-
trem o dominio que tem nos escravos que-
perlendem despachar, como os tilulos pelos
quaes possuiam laes esersvos as pessots a
quem imnedialamente os compraran, a lira
do que rom estas e oulras cautellas, que a
policia ja tem posto em pralica,se pusso de
Iguma aorta evitar a continuaf3o dos abu-
sos, que no apparecido contra a liberdade
de alguns individuos, e a propriedade.de
oulros, sem que a vigilancia da uolicia oa
leuha podido prevenir. Secretaria da poli-
cia de Pernambuco 26 de marco de 1832.
Antonio Jos de Frailas, I. amanuense.
Eu pee. i i rapasiada
ProteccSo no beneficio
Paguen bem que assim meu fsdo
Tornar-se-ha mais propicio.
Quero enebente, curtiente monstro,
111 ti c m que a pefa he boa :
Quando eu fdrdar-lhes bilhetes
fulo mo ftfSo ir Ida.
O seu velho amigo Jorge
Tudo espera merecer,
Ao Apollo, venh.io, venhSo,
Que eu Ibes bei de agradecer.
0 expecticulo he bom, e o beneficio
do Jorge.
Principiara js8 horas em ponto.
he
meu espirito aos enlevus das obras primas do
pen.Mi.eulo, comprehedere e admirare. us
proditios da creac.io.
Recuperarei euiflm toda a plealludt da mi- eu
ubi vida ; pois Tivirei por lodos o puros, ae
assim me posso exprimir : lenlirei Impulsos
apaixonados para com Dos. Caridade. seien-
cia, poesa, coateuiplafdes ioflnias... meu co-
racao transbordar .. miaba iaielligeocU se
exaltar, e eu exclamare! : Oh graadesa de
Dos !... ioeaveia docuras da ca idade, thetou-
ros do peosamanto, maravilhaa da creacSo
quam aantus e puros sao os roikos praieres !
Sien miii, ti pensare! nellea euossentlrel
com o coracao palpitante e chelo de ternura, e
com os olhus allugadoa em lagrimas de enthu-
slasino. Mas ah inlnha roz se perder no si-
lencio.... ninguem me responder. Lanearel a
vista em roda de mlm... s sempre *}... Ah !
senhors. creia-me.,.. e laitiiae-sne. Sou sem
duvida urna creatura extravagante, desrasoa-
da ; porm desde que o meu pensaineoto tra-
badla, desde que n fliclo, e comparo, siuto mu
dolorosameute o IsoUmeoto a que eslou con-
deiuoada... nao, nfio, mais vale estar calada do
que fallar ad... mais vale dormir do que velar
para desejar. lastimar e sofi'iar...
bello ..... N-o, nao, ludo isso he fiaquesa e exa-
geracao, minha Alba I
Confessso que he fraquexa, senhora, dlsse
madama Raymuodo Interdicta pela ex-
Avisos diversos.
--Anlonio Prieto como procurador de Je-
ronima Mara da Concedo, embarca para
0 Itio de Janeiro a sua escrava Antonia,
creoula.
Aluga-se o armazem da casa da ra do
Trapichen. 8, trata-se na rus do Collegio
n. 17.
No Recife becco do Abreu n. *, preci-
sa-se fallar, com brevidade, ao Sr. Amaro
Jos Ferreir
Aluga-se uma casa terrea, na ladeira
da Misericordia, em Olinda, pintada e pre-
parada de novo: a tratar na ra de Mathiaa
1 erreira n. 28, ou no Hecile, na ra do Mun-
do Novo n. 30.
ata
b chaina a Isso viver ?
Ah / nao.
E labe aonde ir ter conlluuando a vege-
tar astlm 1 ir parar do idiotismo ou no deses-
pressio serla, e quatl severa do seu semblante ; pero.
mal nao eiaperacio... Vine, me pedio a verda-i "" Eu 'be crelo, lenhora.
de, eu Ib'a digo... liso a que chama leu tonino, creia-me
Chan ulna, cnntiiiuiiii madama Rnrinuii-' do com um ar enternecido, e deplorando tem pertar talve desastroso, Rcicta nlsso, voss
duvida a fivacidade de tuai palavrai, perdoe-1 "'" "'"' ainda deiinove anooi. Oh I o tuicldlo
me te a ollcnJi... Deot aabeae Ultra a miaba I moral he um criine. Cuinpre pois viver I llm
viver activa, e enrgicamente pelo bem, e pa-
Dctrjir, Intimar c soli'rer? elclamouma-
dama Raynundo toin.nd-oie a mmo r aperutD-
do-m'a tcrnaiiieoie para aue m< falla von >*e
sullVe... te fai o bem le toa conicieucia he
ulerlosa 1 ae leu noine he liemdllo, ae tua Intel-
llgeacla a. eograndece de da em dia LPara
que me falta de lioliment, pobre fllha ? Que I
Uolada entre essc detaforlunadoi que beija-
ram tuat niSos, e dos quaea voit ter a provi-
dencia / Itolada entre eaiai llores, que Ibe di-
rao teut segrcilus uolada entre ettei livrui,
voset imniurlaet de todos oa engenhot do mun-
do 1 itolada do meio dot boiquei, dos prados,
dos campos, quadrot maravllhosoa, sempre no-
vis, sempre aulmadoi 1 Uolada quando em cada
ilutante do da esta em comuiunlcacio com
Deot elevando a elle sua aira., purificada, san-
tificada pelo icuiiiucoiu do bem, do julio, e do
iotencao...
Oh eu Ihe relo, senhora...
i*- O que he que quero lallando-fhe assim T
Procur r chaina-la para ti mesma, para a tua
elevaco natural, e lornar-lhe aaslin prove to-
ta a inlnha citada a-pn ein sua cala.... ; porque
quem labe... le amaniiaa... seremos talve for-
jados deiiar este asilo,
Por favor, tenbora, deiie desset penia-
memos...
Eu no quero alerra-la. chara fllha..,,
quero suieote faier-lhe couipreheoder a ini-
nba Insistencia em tira-la de amcamlnhorao...
fatal, e sem .ahina...
Sim, aein taliidi... e be isso o que me op-
prlme...
E be liso o qoe deve excitar a sua cora-
geni. Ouca-me, inlnha lilha, bem vejo que co-
mo lanas oulraa mocas vosse te caaou... por-
que a casaram... anda que teu marido parece
ter mullo 'bem dolado para inspirar mais do
que lndifferenca. Mas emAin, adinlttu que a
longa eiperlencla do mando que elle tem, qae
a seiled.de de teu espirito; e oulras rasoes tem
duvida que Ignoro o tenham al agora acaoba-
do, e resfriado admiti anda que entre ai In-
cliuacdea delle, e as luaa, que entre o leu ca-
rcter e o dalle baja leno aollpathla, pelo me-
nov, poucat relacdei ; admiti eniiin que vos-
se prefira um momio somno ao peosar ; mas
onda a levar esta caniuravel apalhia !
Nio. sel.
_ No flin de cada da quelembranca doce,
e boas para o coracao pode voss ter ?
Nenbuma... Appretto-me a dormir.
.
! MUTILADO
ra o bem. Dotada como vosse be, n;lu tem
direito de enterrar su*s qualidades n*uiua Iner-
cia estril ? Dos Ih'as deu para lelicidade dos
outros e sua. fcia, mlnha lba, enragem, des-
pert, coragem !... ao dever ao dever! No
cumprimento delle vuss achara novas Torcas,
grandes e puros prazeres.... Coragem / com o
cooteotamento de si vem sempre a indulgen-
cia... Tudo tsto que seu marloo tem que a of-
rende cum ou sem rasao... ser perdoado por
voss. Mas anda... transformando se assim,
voss Inspirar a seu marido tao alta eslima,
lo terna adiufraco que o ver a seus pe*s....
tal qual o tem &onliado sem duvida, e sua al-
ma nio estar s ..
Oh! obngada, senhora, exclame! eu rea-
nimada, e excitada pelas calorosas patarras de
madama Raymundo. Sim, eu seguir! os seus
conselbos .. Sim, Vmc. dit a verdade... Vin..
me restitue a mim mesma. Ha mullo que eu
e*tava inerte, gelada, como se osangue m tl-
vesse parado as retas... e com a sua voz pa-
rece que o calor voliou-me ao coracao... ab /
Vmc. he o meu aojo salvador.
E nao pude Impedlr-me de exclamar com
amargura:
Porque n-'.o Uve eu urna mal como Vmc. t
Multas penas me seriam poupadas... Todava
mlnha m he boa e terna ; mas ah / ella nao
emende nada do meu coracao... por miaba
culpa sem duvida.
Sim, deve ser por sua culpa, querida fl-
lha ; Ulvez que sua mai se tenha engaado no
modo de ama-la. Ua lautos modos de se amar [

bados .- quem a achou querendo restituir ,
dirija--r a ra de Hurtas o. IS, que recebe-
r 20,000 rs. de graiiQcat}So.
-- Da-se 100,000 rs. a juros de ll|9por
centoaomez, por tempo de um anuo, nu
mai seconvier, sob hypotheca em predio,
!i .....ilcseiiiharaf-ado nesta cidade: quem
quizer, annuncie, ou dirija-se a ra Direila
u. .ii, que se dir quem d.
i.im'111 precisar de uma ama, para ser-
vir de casa : dirija-se ao largo do Pilar
n. 13.
-- Aluizam-se 3 armazens, oa ra de S.
Francisco, por bailo da casa queperlenceu
a sociedade Apolnea, proprios para a me-
lhor coxeira : quem os pretender, enten-
da-se com o Sr. Kodolo JoSo Barata de Al-
meida, na ra do Collegio u. 8 primeira
andar.
Joaquim Lopes da Costa
Maia, vendo o anuuncio do Sr.
Jos Joaquim da Silva Maia, inser-
to no Diario de a6 do corrente ,
responde que no foro competente,
costuma responder o devedor que
he iiitlcvulamente chamado aos tri-
hunaes; porm aquelle que, como
o Sr. Jos Maia he nicamente
chamado para pegar o que deve ,
na loja da ra do Crespo n. 8 e
coja divida consta de letras as-
signadas por seu punho, paga; se
ainda Ihe resta um pouco de me-
lindre, edeixa de empraxar o seu
verdadeiro credor a comparecer
peante a justica quando sabe
<]n ninguem ignora, que os seus
bens eslo todos hypothecados.Pa-
gue Senhor Jos Maia o que de-
ve que assim iazem os homens
que oe dizem briosos e honrados,
e se s o quer fazer no tribunal ,
proteste antes del ir, que inde-
pendente da hypotheca pagar lo-
go que a elleseja chamado. Reci-
fe, 29 de mareo de i85a. Joa-
quim Lopes da Costa Maia.
Precisa-se alugar uma preta
forra, ou captiva, para o serviro
de casa e comprar na ra: no Hos-
picio sitio da senhora Viuva
Cunha.
Pela direcrSo das obras militares se
f 1/ publico, que o> omecedores dos respec-
tivos materlaes devetn aprrsentar suas con-
tns at o fim do mez, em que teve lugar a
venda dos mesmos maleriaes, alim de ae-
ren conforidaa com oa pedidos, e rubrica-
das mis primeiros dias do mez seguinte, em
que devem ser inderei-adas a Ihesouraria i
na certeza de que as conlss apresentadas
depois do tlm do mez, s poderSo sntTrer ea-
le 1 rin-r-Mi no rniiirrn do mez que se seguir*
-- Oflerece-se pira qualquer casa de com-
mercio, um mor brasileiio, rallando in-
glez, francezahesptnhel, lingoaseatadadas
em seus proprios paizet: quem delle preci-
sar, annuocie por este Diario.
Ama de leite.
Preci9a-se de urna ama de leite : na ra
da S-ninlla Velha n. 98.
delta quero
uma liiha poli bem na auiencla
tubstitiii la a aeu rupello.
Oh como Vmc. he boa 1
E voss me obedecer r
-. Com alegra, com reconhecimento.
Pois bem, a maobaa quando for a mlssa,
venba chamar-me ao meu quarto ; commeca-
reuios assim o dia, e ver se tou uma cont-
lheira,disse-me madaraaliavinundolevantndo-
se e eslendendo-nie a mao, a qual aperlei com
piedosa gratido.
Log queru vir a Mr. Duplettli, dlr-lhe-hei
queja roofiei a voss o nusio tegredo.. que
lanci-i-lhe inulto ein rosto a sua apalhia.....
a qual elle devera ter combatido. em vez de
tolera-la, te be que a nao animava... censura-
lii-ln 1 multo por isso ; e enda-me que elle me
ouvii.1, porque, mulla lilh.i, elle be um ho-
i'ii'in de bom coraro, e de bom lento,., Talves
lenha seus defeilos ; porm j Ibe dase, Irant-
i'.i-ine-se, e vosse o transformar ; de maii
suas eiisleDdas esli para tempre ligadas urna
a oulra ; ajudem-sc, suslenlem-te nene ca-
niiiibo do bem que Ibes Indico e que a riqueza
Ules torna pelo menos fcil, eraquautn que para
lautos oulroi detberoadot, mlnha lilba, a ml-
teria, a ignorancia, o abandono aeineaiu a cada
puso ene camlnbo de perla;osoieicolboal
Tal fai a converiaci que Uve com madama
Hajmundo, mlnha chara Hermnela. Nao pono
eipriinir-te o bem que ella me fez ; irnti re-
nascereui as S Inhai furcat ; envergonhel-me
da bailesa, e do einbruteclmenlo, emque et-
ii va eogolfada como por gosto ; cm uiiih pala-
vra, como j le diste, dlsperlel sendo a tua Al-
bina de outr'ura.
Sou obrigada a imerroinper esta carta que
ter mullo longa.
Al logo.
( Con(i/iur-.-/.fi. )


I
Manoel di Silv Ciiimires, val Por-
tugal, delxa por sem procuradores os se-
nhurei. em prlmelro lugar, Jos Di da
Silva Cuitiarfiei; en segundo, Jos da Silva
Campos; em terceiro. Jos Antonio da Cos-illns, 1 liga, 1 |ialit--iro de prata, 1 par de
taeSs, flran lo o 1 seu procurador encar- casticies, e 24 culheres.
regado de todos os seua negocios, e por isso
o po lerdo procurar, na ra do l.ivramanto.
-- Manoel di Silva Ferrein, vii o Por-
tugal.
Th : Chavinnas retln-se com sui fa-
milia paraos Estados-unidos.
Na roa do Uvramenio n. tO, sobrado,, Urna piaaoa que tem bastante pritica
se dir quem vende 1 adereoo, 2 voltea, 1 de osciipturacBo commercial, offerece-se
corrente pira relogio.l relogio ptente,pul-pira fazer qualquer escrlptnrac,o, promet-
celrai, melOes, transelios, cordOes, mida-,tendo toda a limpete o iceio : para oque
pode sor procurado, na ra do Quejando,
loj d. 13, que ae dir quem be,
3-
Attencao.
Na nova fabrica de chapeos de sol no
aterro da Boa-Viita o. 32.
Neste novo estabelecimento recebeu-se
un novo e lindo sortimento de chapeos de
sol do ultimo gosto tanlo de seda como do
Arrenda-se um sitio em 8. Amaro, com
multo boa oasa e frueleiras, tem commodus
pira sustentsr 8 viccas: quem o pretender,
diiiji-sn a ra da Gloria, casa n. 70.
Preeisa-se de urna pesso que se pro-
ponba a tirar forangas, sendo esta opera-
55o por fles : quem a isto se quier pro-
JL\
Hl Lopes que achar ahi dita pessoa
^^Ka- Da-si pequeas quantiasa juros sobre
^^phores de uuro uu prata: no beccu do Pa-
dre n. 23.
- Preeis-se de um caixeiro de idade de
20 annos o qual entenda de venda ; em Fura
de Portas ra do Pilar u. 115.
Quem pretender um cavado de estriba-
rla sofrivel em andares, muilo forte e man-
No se duvida pogar muito bem
Por urna mulita, que seja moca,
robusta e sadia, ainda que nSo te-
uliu habilidades : tratar na ra
do Trapichen. 36, segundo anclar.
- O Sr. Francisco lunado de Mndeiros,
na soinve em anuares, inuiiu nio o iihii- /m:...i. *
tedo.proprio para carr.o achar na cvala- riee d i s Pedro na rui di Seuzalla oor ru da Malhias Ferreira n. 6, aura de pagir
95,000 rs., que ficou devendo de alaguis de
casi, antes que se empreguem os meios ju-
diciaes.
Agostioho Bezerra da Silva Cavalcanti
preco commodo.
Nodia 31 do corrente depois da audien-
cia da 9. varado clvelse ha de. arrematar por
ser a ultima praca para ser adjudicada a par-
te de urna oasa n. 9,da ra da (loria na oa
Vista penhorada p.ir execro deste juizo a
Jos da Silva Moreira.
ftoga-ifl ao Sr. Robert que no caso de
dar mais alguma representando seja quasi
ludo de sua arte no sen gabinete, cooslsnte
de mgicas e sublilezas.
Hotel Itecife, ra do Trapi-
che n. 5.
Quinta feira da presente semi-
na, abre-se este estabelecimento,
sendo os trabalhos da cozinha di-
rigido por um ptimo cozinheiro ;
offerece todas as comodidades para
quem nelle quier assistir ; recebe
asignaturas mensaes, n5o s para
mesa redonda, como para mandar
levar comida nis casas dos as-
signantes, e d comida avulsa a
qualquer hora.
Roge-se aoSr. M. T. H. C, o favor de
ir a ra da l'raia o. 17, a negocio que Ihe diz
rospeito, se ndo quizer ver o seu nome por
estenso nesta folha.
-- Precisa-se de urna mulhcr de meia ida-
de, para coziohar e engommar, e que ndo
tenha filhos, paga-se bem : quem esliver
nestas ciroumstsuciss, annuncie para ser
procurada.
-- Offerece-se um homem brssileiro o
3nal tem muito boa conducta, para caixeiro
e ra, e o mesmo d fiador a sua conducta.
~ Tilomas Gould, retira-se para o Rio de
Janeiro.
Joaquim Antonio dosSsntos Andrade,
embarca para o Rio de Janeiro, o seu escla-
vo mulato, de nome Lucas.
J. B. da Fonseca Juuior, remette par
o Rio de Janeiro, o seu esersvo, uc nome
Filippe, creoulo.
Urna pessoa que tem pratica
de administrarlo de engenho, se
offere a admioistracao de algum
engenho, ou sitio; essi pessoa he
casada, tem familia e diiadora
IB"
faz publico que os bons pertenoentes ao ma-
jor lleurique Manoel Malbeiroe de Mello Ihe
esldo hypolhecados por escriptura passada
em 184:2, e que protesta oto ceder de aeus
direitos.
- lieseja-se saber na ra da Madre de
Dos, venda n 36, se nesta piusa existe o
Sr. Agoslinho Gomes da Silva llego, ou na
falla deste, sua mulher a Sra. Feliciana Ma-
na Gavalcauti, a negocio de um seu prenle
que mora na comarca de Goianna.
Contrato das carnes.
Para mellior andamento do servico dos
acougues, precisa-se de pessoas que saibain
talharacarne, pagando-se a razdo de cem
ris por cada arroba que picaren), tendo
principio no primeiro de abril prximo:
quem esliver nestas circumstancias ple
apreseniar-se a qualquer dos administrado-
res dos diversos acougues du contrato, com
as fianzas ducostume.
-- O abaixo assignado faz scienteaores-
peilavel publico que tendo em seu poder
urna letra da quantia de rs. 556,250, sacada
por James Hayder & Compunliis, e aceita
por Goncalves & Ribeirn, a vencer em 31 de
julhodo correute anno, cuja letra fol des-
contada no cambio do Sr. Tiburcio Antonio
de Oliveira, eacha-se endonada pelo mosmu
seubor, acootece que a tenha perdido, e por
lisa. Cidade de Nazareth, 30 de imrco de
1852. Gervazio Lins ue S Carneiro.
Napolen Gabriel Bei, embarca para o
Rio de Janeiro, a sua escrava Candida ,
oreoula.
Feitor.
Precisa-se de um portuguoi, que entenda
de plantacSo de sitio : quem estiver nestas
circumstancias, entendn-se com o porteiro
da Alfandega das 8 horas da manhdi as A
da tarde, na mesma Alfandega.
\o bom tom.
Acabam de chegar de Paris as mais boni-
tas e ricas fitas de veludo com a sua compe-
tente flvela Jourada, proprios para pesclo
o cinto de senhora, dSo-se as, amostras, e
achdo-ae venda por Ido barato prego que
ninguein deixar de comprar : na ra larga
do Rozario n 38, toja de miudoaas, junio a
botica do .Sr Barlhulomeu.
-- Na luja de miudezas da ra do Rozario
larga n. 38, do Cirdial, vendem-se pentes
de tartaruga para cuc, pelo ridiculo prego
de 3,500 rs.
JUNCO DE PERNAMBUCO.
A directora do banco de Per-
nambuco annuncia aos se .horra
accionistas, que subsrreveram ac-
edes, que tem deliberado princi-
piar a receber a primeira presta-
co, conforme determina os arti-
Atuga-ie uro armasem, oa caa terrea bis
roa srgulotea: traveaaa da Madre de Oaoa, A-
inorlin, Mu-da, I,.ppa, oa Colla; a fallar no lar-
go da aiserobla n. *.
Na rna do Caldeirelro n 49, precisa-se
de um mulatinho de 18 a 16 aoooa da Idade.
o qual tenha muito boa figura e aem vicio?,
Na ra Nova, luja francesa n. 10, rece-
tieu-ie um sortimenlo novo de aarja eipa-
nbola preta, e de aada prata ricas, muito
proprla para vestidos de senhora,,mals mo-
derna e do mvlhor gosto possivel, aasim co-
mo bico preto, franjas e trancas para enfei-
les dos ditos vestidos, veos pretos, mantele-
tas, visitas oca poli o nos, ludo para um pre-
to muito razoavel.
Jos Cuncalvea Malveirs, exporta para
o Rio de Janeiro, a sua escrava Francisca ;
parda escura.
--Quem anuunciou querer comprar urnas
venisianas pode dirigir-se a ra da Cruz,
n. 87, que achar urnas que se vendem.
Precisa-se de urna ama forra para todo
servico de usa casa de pouca lamiliaino
aterro da Boa-Vista n. 78, loja.
Oferece-se um rapaz portuguez pan
caixeiro de venda ou outro qualquer esta-
belecimento para tomar conta por balanco
ou sem elle, para oque tem bastante prati-
ca e d fiador a sua conducta : quem ds seu
presumo ae quier utilisar, dinja-sea pra-
cinha n. lo, das 10 ss 3 horas da tarde.
O abaixo assignsdo, contra-meslre que
foi da loja de alfaiate do Sr. Jacintho SoarrS
de Menezes. participa a todos os freguezes
da dita loja que lendo o mesmo Sr. Menezes
acaba lo com aquello estabelecimento, se
acha agora trabalhando na ra Nova n 14,
lodos aquellesque de seu preslimo sequi-
laren) utilisar, po lem-o procurar na sobre-
dfta loja cima, onde prometa servir em
ludo rom presteza e sempre ao ultimo gos-
to. Romualdo Antonio do Sacramento.
Quem se julgar credor de Jodo Alves de
Oliveira nu Jodo Alves de Oliveira & Curopa-
nhia queira apresenlaras auas molas at
o da 2 de abril prximo na roa da Cruz.ven-
da o. 37 para serom conferidas e dessa dala
em diante n.1o se responsibillsam por qual-
quer conta que possa apparecer, perteucen-
te as mesmas Armas.
Precisa-sede urna pessoa quetonha as
habilitacOes precisas para ensinar msica e
piano a urna menina em um engenho 9 le-
goas distante desta cidade; offeieee-se as
melhores vantagens, e aceita-se com prefe-
rencia algum Sr. sacerdote : quem aceitar
este partido, annunrio para ser procurado.
Ma conducta : quem precisar,
nuncie para ter procurado.
Quem se julgar credor de Joaquim -la
Costa Faria, por transacefies feitas em sua
padaria, tita na ra da Strazalla Velha n. 96,
queira apresentar suas coutas a Jos Anto-
nio de Carvalho, oa piara do Commercio ,
casa n. 15, no praso de 8 das, depois dos
quaes ndu se responsabiiisa, visto estar con-
tractalo a venda da uicsina padaria, com o
Sr. Antonio Jos Pedro Gungalves.
--O abaixo assignado, li4lio legitimo de
Beato Jodo Cardozo, ja fallecido, faz publi-
co, que desde o anno de 1839, deixou de as-
signar-se por Joaquim Martina C.rdu/o, e
mu por Joaquim Lopes da Costa Albu-
querque.
-- yualquer mestre de barcaca, que na-
vega ii.cc| ni para o Rio l'ormozo, e que em
juliio de 1846, recebeu do abaixo assignado
150 couros de cabra e 20 meios de sola, para
entregar ao Sr. Jos da Roza, ou o mesmo
Sr. Roza Ihe entregou aqui, como se suppOe,
querendo vir declara-lo ao abaixo assigna-
do, na ra da Cruz n. 33, se Ihe dar urna
boa gratificara.>, visto que se tem de reque-
rer a thesouraria a copia do manifest, ese
ignora o nome de barcada edo mestre.
Luiz Jos deSa Araujo.
Preciss-se de um caixeiro que tenha
pralica de taberna, de i lade 14 a 16 annos e
que seja de boa conducta : na ra das Cin-
cos Ponlaa n, 67 se dir quem precisa.
Offerece-se urna pessoa de bonscostu-
mes para ama de casa de homem solleiro ou
de pouca familia,a qual desempeuba perfei-
t.emente o servido interior de qualquer urna
casa : na ra das Cinco Ponas n. 59, adia-
ra com quem tratar.
avii hu | ni/uiuvi/i. u**fc !-- p. w p r
isso previne aos mesmos senhores de nao pcsoa devera apresentar na occa-
faze-em transando alguma com dita letra,' sg0 em e vef fazer enlrega 0
e nem pagarem sendo ao abaixo assignado. .. .. ... ,
Jos Narciso da silva. uuiheiro, e o mesmo titulo deve
Perdeu-se no liecife no dia 26 do cor- vr reconhecido por um la bellido
rente polas 10 horas da manhda, um pardi-' r .
nho do 12 annos pouco mais ou menos, for- M tempo se annunciara a casa
ro; levou aqueta do riscadinho azul, cai^a |onde se devem dirigir. U secre-
decastore bonet de panno a militar com'. ,- |\lannp| lannrin
listra verde; o qual tinha vindo 8 das da aa aitecqao, J.1 noel
Parahyba : quem dclle souber ou dernoli- de Oliveira.
=a)jj|*fe-,?'
gos 3 e 5 dos estatutos no dia i5pu dirija-se a ra da Aurora, casa do r.
de abril prximo vindouro, efina-
lisar o recebimenlo no dia 3o do
mesmo mez. Os senhores subscrip-
tores de accoes, que as tem cedi-
do a outras pessoas, Ihes passaro
um titulo de transferencia, que a
pen lencia n. 3, onde ser gratificado.
f
*
'i
4
Consultorio Iiomeo-
pa tilico.
}, lina do Collegion. 25, pri-
* meiro andar.
1 O Dr. F. A. Lobo Mosco- *
4> so d consultas gratis aos *
8 pobres, todos os dias das 8 |||
it as taboras da manhaa. Fra- ?
S tica qualquer opera9ao de ci- J
, rurgia, ou de partos, liece- ti)
* becscravosdoentes para tra- 1
iV tar desuasenfermidades, ou a)
'' fa/er qualquer operacao, por *
I preco commodo. 4
a***fe **********?*
-- Precisa-se de urna ama paia casa de
homem solteiro : no aterro da Boa-Vista
n. 75.
-- A vi.uva de Luiz Eloy Durdo tendo con-
las de livro e letras de diversos senhores,
99 O Dr. Manoel Joaq.iim Fernandas
$ Eiras medico), tem lixado sua resi-
4 dencia na ra de S. Francisco, nu- fj
9 tr'ora do Mundo Novo, sobrado cin- >;
d zento n. 68 A. aonle pode ser procu- *
> ralo a qualquer hora.
AOS DKVTES
-- J. A. S. Jane dentista, tem a honra de
avisar ao reapelUVel publico, que se acha
rozidindo na ra NoVa n. 19 primeiro an-
dar, aonde estar sempra prompto a qual-
quer chamailo, desde as 9 horas da manhda
at as 4 da tarde ; o annuncianle enctierla
de um a todos os denles, que por isso tom
um completo sortimento de denles artifi-
ciaes, incorrutiveis e de po>celaiia,mui de-
licados e do ultimo gosto e todos os mais
accessorios tendentes a sua proficuo, aase-
verando a to las as pessoas que se quizerem
utilizar do seu preslimo que ndo exige pa-
ga alguma, ndo ficando os denles bem pos-
tos que ndo se possa deferen;ar dos proprios
naluraes, e podendo-se masligar com os
mesmos toda a qualquer comida sern sentir
a menor dor nem ter receio de os quebrar,
tamben) chumbaos denles naturaes fura-
dos da caria com miro, prala e metal bran-
|co, prevenindo assim a conlinua(Soda ca-
anlo da praca como do malo, eachandu-se LjiJj dores e mesmo evitando por isso a for-
II mismas vencidas, roga aos ditos enho- [m, de passar a cariados dentes (uredos para
res, quevenham pagar-ltie no piasu de 30 08outros sdos j tambom tira pedras ou ca-
(9 Precisa-se de urna ama seca que en-
<;. tenda de cusloha, dando-se bom orde-
-v nado, comforme o sou t ahalho, *
t0 quem quizer apareja na ra do Itruin |>
. dentro du Recife, nico sobrado que '*"
? tom no caes, sendo de dous andares
'-"" e piulado perfora de encunado *
^Mf
--Em cunsequencia d me retirar desta
provincia, convido a todos os meus credo-
res no praso de 8 das con tu do- da dacta des-
te, me ap'esentarem todis as suas contas
para serem inmediatamente pagas, nacer
ten de que depiiis deste praso ndo annuirei
qualquer exigencia que se me faca por jul-
. gar nada dever; espero todos os dias al
as 9 horas, e das 2 da tarde em diante na ca-
sa de minha residencia : na ra do Vigario,
n. 15, 3. andar. Itecife, 37 de marco de 1852
Manoel Jos Barboza Braga.
--Precisa-se de urna ama para o servico
externo o iuternode urna casa de pouca fa-
milia, preferindo escrava: no Hospicio, si-
lio do portdo verde junio do da Sr. Viuva
Cunha.
--Precisa-se de um feitor para um sitio :
na Passagem da Magdalena, que entenda de
plantar capia), e de orlalices : ua ra do
Trapiche n 3.
Desejando-se fazer una visita aolllm.
Sr. estudile Francisco Correia Pessoa, e
ndo se sabendo de sua morada, pede-se ao
mesmo senhor que se digne declara-la por
esle jornal ou dirigirse a praca da Boa-Vis-
la n. 32, primeiro andar.
Quem precisar de um menino, para
caixeiro de loja de fazendas, ou miudezas :
dinja-se ao Passeio Publico, loja o. 11, que
se allanes sua conducta.
-- A senhora D. Francisca de Paula Ma-
vignier, que mnrouemalgum tempo em 0-
linda, tenha a bondade de annunciar a sua
morada, queae Ibedeseja fallar.
dias, na certeza de que ter com ellos toda
a contemplacdo; e caso o ndo l.icam terdo
o desgostode vorem os seus nomes derlsra-
dos por esta folha, e de serem executados
judicialmente: os referidos senhores que-
rendo pagar amigavelmenle, podem dirigir-
se a ra da Cruz n. 35, onde mora a annun-
cianle.
Os Sis. Jos da Cosa Ribeiro o Antonio
Jos Alves da Cruz, Francisco Moreira Costa,
Francisco Domingues Peroira, Jodo da Cos-
ta Neves, Vicente Alves Machado, Eduardo
Costa Oliveira, tem cartas no escrtptorio da
viuva 1... 111111.> & Filno : na ra da Cruz
n.66.
-- O procu'ador do Rovm. Sr. conego Jodo
Rodiigues de Araujo, roga as pessoas que
aluda conse vam em seu poder varios livros
pertencentes ao mesmo senhor, o obsequio
de restilul-los sem que soja preciso usar de
outro meio mais do quo esta simples lem-
branca. Para a enl(ega podem dirigir-aoa
ue 'iie na ra do Crespo, loja n 16.
No dia 31 do correte pelo nielo dia na
sala das audiencias, se ha ue arrematar.por
sera ultima praca, um terreno, urna mora-
da de casa, urna meta agoa, e alguinas buu-
feitoriaa : na travessa da ra Augusta, pe-
rlas dos dentes em geral, que tanto os dam-
nefica e coopera para o mao alito da bocea,
ndo sendo tirado: o annuncianle a 10 an-
nos que exerce a sua prufiscdo nesla cida-
de, i- os muitos exemplos que tem dado
nesse longo tempo, sera quinto basta para
se garantir.
-- Vi ra do Livramento, sobrado o. 10,
se dir quem da dinheiro a premio.
Na ra do Hospicio n. 52, precisa-se de
urna ama que engomme com perfeigdo: pa-
ga-se bem.
Mobilias de aluguel.
Alugam-se mobilias completas, ou qual-
quer traste separado a vontade do alugador,
e por pre^o commodo : na ra Nova, arma-
zem de trastes do Pinto, defronle da ra de
Santo Amaro.
FURTO.
Furtaram da sala de detraz do sobrado da
rna das Florea n. 1, em alarde do dia domin-
go 14 do correle, urna Casaca de panno li-
no preto nova, 1 caica de casemira preta,
1 colele de selim preto bordado, e 1 ca-
misa demadapoldocom o peilodeesquido,
em cuja abeitura se achavam dous botdo-
sinhos de ouro, esmaltados de azul com
um brilhanie um cada um dalles. Roga-se
juiz municipal da primeira vara.
Mara Francisca da Conceicdo, parteira
examinada, faz scieule ao respeilavel pu-
blico, '|Ueacha-se no exercicio de sua arte,
o que promete executar com aquella decen-
cia e delicadesa que em taes casos he pre-
ciso : quem de seu preslimo se quizer utili-
sar dinja-se a ra dos Martyros, n. 124.
w****^** *avwww^3i
0 Jodo Maris Srve.doulor em medicina
jg faz saber,que esla no exercicio de sua
f| prohSsdo, e que tem lixado sua resi
% dencia na ra da Cadeia de Santo An-
(f'i tonio, casa n. 10, aonde pode ser pro-
0 curado.
............ ........
-- Aluga-se o primeiro andar, da casa sita
na ra da aurora n. 24 : quem o pretender,
dirija-se na venda por baixo, ou na ra do
Crespo n. 4.
Na ra das Agoas-Verdes, sobrado de
um andar n. 14, ddo-se bolos de vendagem
a 80 rs. a pataca; bem como armam-se oan-
dejaacom muilo gosto, por preco mais em
oonta do que em outra qualquer parle.
-- Fuiluu-se urna luneta de ouro de dous
vidros, lavrada, com mola e cadeia de segu
rar no braco, feila em Paria; queiu da mes-
ma der noticia, conseguindo-se que a mes-
illa seja restituida a seu dono, recubera qua-
renta mil ris do gralilicacSo, ocouseguiii-
du-se descubrir quem foi u ladrdo, dez mil
ris mais 1 na loja do Sr. Luiz Antonio de
Siqueira no Recife se dir quem he o dono
da referida luneta.
#a6aaajisa|r#tft 88(048 VWWVtfWV
t'atar de qualquer negocio, qoer tendente
ao foro, quer a alguma du saeretariaa de
estado, quer a outro qualquer negocio, me-
diante urna gratlficacdo : al pessoas desta
provincia de Pernambuco que do seu presti-
mo se quizerem utilisar poderlo dizerem-
Ihe em carta fechada o que querem, pro-
metiendo o aiiniinrianle empregar todo o
zelo, actividade e presteza 00 cumplimento
de suas obrigacOes. O annuncianle reside
no lamo da Ajuda n. 5.
Aluga-se ou vende-se um silio com ci-
sa de viveoda, no lugar de Parnameirim
adiante da Ponte de (Jcha I quem o per-
tender dirija-se a travessa do Veras n. 15.
Tinturara franeexa
No aterro da Boa-Vista n. 17, lingem-se to-
das qualquer fazenda, seda, la, algoddo e
linho, tanlo em obra comoem peca, e com
muilo aceio; assim como sa limpam casa-
cas e oulra quilquer roupa de panno que ti-
ver nudoaa, pnndo-se como novas e por pro-
cos m.iil.M'i 01 mi.ilns
tfffff*f=fffffft
* Ignacio Luiz de Briio Taborda, ndo 4
"* quizera mais chamar a altencdo de J seus deve lores pelo jornal, mas o es- J|
? queclmento dos mesmos fazem no- J
j vamente lancar mo deste meio de
g). que ndo quizera usar, e portanto ro-
E ga a todos os devedores do finado
a> Antonio da Cunha Soares Guimardes,
** Jos Joaquim de Freitas Guimardes,
> e Viuva Freitas Guimsifies, venbam
l> solver seus debilosat o (im de abril <>
^ proim0,1110 fim do cujo praso pasia-
* r a publicar seus nomes por exten-
J {11, o uzar de seus direitos; encasa
jp, occasido ndo poder nenhum dosdi-
'V tos ilnven s apresentar motivo de *
tf- queixa por alegafdo de ignorancia. < .
AA*AAAA*A*:*4%A*AA
1
Compras.
Na ra da Cruz n. 18, 3. andar com-
pra-se um moleque de 14 a 20 aunos que se-
ja ds boa conducta e figura.
Cum: ram-se garrafas e botijas vasias,
paga-se bem : no aterro da Boa-Vista n. 75.
- Compram-se uns caxilhos para purla
de varanda, com suas bandeiras, e que es-
I-j in- em bom uso : quem os tiver, ..m.ini-
cie, ou dinja-se a ra do llangel 11. 7.
- Compra-se o diccionario de pronuncia
inglez, de Walker, ja usado : quem tiver e
quizer vonder aunuticie para ser pro-
curado,
- Compra-se toda a porcflo de latas que
tenhdo sido de ararula : na ra estrella du
Rozario travessa para o Queimado o. 39,-A-'
depozito.
- Compra-se a obra intitulada Influencia
do Chrisiisnismo sobre o direito romano,
traduzido por um bacharel Pernambucano,
e paga-se bem : na ra das Laraugeiras nu-
mero 5 ^________
Yendas.
a>
Botica homopathica, ^
28 RA DAS CRUZES 28,
Dirigido por um pliarmoceutico S
approvado. ^
Este estabelecmento possue todos 41
os medicamentos at agora uxperi- <:
mentados, tanto na Europa como no *
Brasil, e preparados polas machinas *
da Inveofio do llr. Mure. S
Pretos. 3
Das carteiras liomopathicas. ^
yh Emcsrteiras de 12 tubos grandes 12/ g
i a 24 211/ aR
tv a 24 t pequeos 15/ <;
i> Tubos escolhidos (cada um) 1/ *
a]
S
<
]
aJJ
<-
i*
i
nhoVa'ds aos"herdeiros"de Manoel'Frac'is- pois qualquer pesloa a quem forera offo-
co Guimardes, pur Matlieus Auslim tt Com- recidos os ditos objeclos o favor de appre-
pannia ; ; .'nuil.. nSr juiz municipal.
No dia quinta-feira, 1 de abril se ha de
arronialar eui hasla publica pela vara do
juiz de orpdos, na casa das audiencias em
palacio as 1U lioras do dia, um escravo ca-
bra, oflicial de sapaleiro com 18 anuos de
iJade bonita llgura.
Manoel de Uueiroz Montero retira-se
para Portugal a tratar de sua saule.
Previne-se aos Srs Alberto Jacintho de
Souza c Francisco Moreira da Costa, qu el
les ndo podem dissolver a sociedad que
tem na taberna da ra Direila n. 27, sem
coosenlimenio de seus credures com os
quaes ainda ndo se entendern), e por isso
esldo sujeitos iiquidaedo de dita taberna
que gyra sub a razdo de Francisco Moreira
da (.osla f. Fnliii.
Aqui nao ha usura.
No terceiro andar da ra do Vigario n. 15,
se dir quem d dinheiro a premio, sobre
penhores de ouro, assevera-soa aiodicidade
dos juros, mesmo em pequeas quanlias, de
50,000 a loti.ooo rs at as 9 buras do dia,
e daa 2 da tarde em dlanle.
-- Antonio da Silva Gusmdo, embarca pa-
ra o Rio de Janeiro, o seu escravo pardo,
de nome Joaquim. .
Aluga-se um moleque de 12 a 13 an-
nos, proprio para casa de pouca familia: na
ra do Seve, casa terrea o sold, defronle
do iheatro.
hende-lus, e leva-Ios a casa cima que ser
recompensado; a mosuia recompensa se of-
lerece a quem descobrir o ladrdo.
Precisa-sede urna pessoa,quesaiba miir-
gir leite e tratar de vacois tourinas.a quem
paga-se bem : noManguiuho, lado direito,
ultimo sitio prximo aponte. No mesmo
silio appareceu um boi, que fielmente se
entregar a quem for seu douo o der os
signaes certos, ndo se tomando porcia a rel-
ponsabilidade da fuga.
-- O senhor estudaote de preparatorios,
Antonio Carlos Augustu Damaceno, queira
dirigir-se uestes 3 das, a padaria do Vara-
douro emOlinda, pois que morando na mes-
ma cidauo, ndo he possivel saber-se de la
morada.
Precisa-se alugar um primeiro andar,
nu casa terrea que aej fresca, em qualquer
urna das ras de S Antonio, S. Jos, ou Boa
Vista : oa ra Nova u. 50, ou na ra da Seu -
zalla Nova n. 42.
Quem quizer negociar tres ricos ro-
quetes crespos de cambraia de linho, dili-
ja-so ao paleo do Carmo, sobrado de um an-
dar, por cima da botica, das 6 as8 da ma-
nhda, ou das 5 da tarde em diante.
Carneiro di Ramos, exportara para o
Rio de Janeiro, os seua escravos, Jodo, e
Luiz, creoulos, e Mara, mulata.
Manoel de Almeida Lopes, exporta pi-
ra o Rio de Janeiro, a sua escrava Ignez ,
crcoula.
Tinturas de medicamentos em
frascos de \\ ouca (cada um) 2#
Ha mais, alem destas, outras muitas
caixas com lbulos e tinturas por
precos variaveis, conforme o tama-
nlin ea qualidade das caixas, e a
quantidade dos remedios e assuas
dynamiaacOes, etc.
Avino-se gratuitamente para 03 po- #
br s, todas ssreceitas que para ali
2 man lar qualquer professor. *
A*AA*Aft*A:AAAftJi!)>4!*j4ifk
0 Sr.Bernardo de Albuquer-
que FernundesGama, queira man-
dar pagara subscribo deste Diario.
'#.-- v*fc ** 9 **>? ***.
, pnulo Ciaignoux, dentista
* frailee... offerece seu prest. #
uioao publico para tollosos a>
niisteres sua proflgso: *
-* potteser procurado a ujuaN
9 quer hora e m sua casa, ua >
tt ra largadoRozario, 11. 30, ^
A segundo andar. ^
^^-??(iSflltSi*
Cali^ratia
Na Ra do Arago, n. i2, se-
gundo andar, copia-se com perfei-
co qualquer papel em muito boa
eltra e por preeo commodo.
Albert Kidoux, lithographo ra
Nova n. 69, primeiro andar.
Tem a honra do participar ao respeitavel
publico que acabou agora de abrir urna tan-
da de lilhographia, aonde se achar de hora
em (liante prompto para satisfazer a todas
as encommendas pertencenlesa seu oflicio,
seja como letras, facturas, cartas circula res,
biihetes de casamento, baile, e visitas, eti-
quetas de todas as modas, quadros, msica
e armorias etc. etc. Encarrega-se tambem
das i m presaes de ouro. prata e cor.
No principio do corrente mez desappa-
receu do cercado do Foruo da Cal um boi
manco branco, cinsento, xifres grossos e
aberlos, a ferrado na p direila com esta
marca CP, perlencenteao servico do terrei-
ro larico di estrada do Norte; quem dclle
der noticia, ou esteja prezo em algum cer-
cado, aniiuucie pelo Diario para ser procura-
do e satisfazer se qualquer despeza.
- O bacharel formado Jo Joaquim de
Miranda Horta, residente na corte do Rio de' vondoui-ae thazouras muito tinas para eos-
Janeiro, offerece aos habitantes desta pro-1 tura a 320 rs., ditas ditas maiores a 400 rs.,
vincia de Pernambuco o seu preslimo para jditaa pira unhas a 560 rs.
Lotera do Kio de Janeiro.
Aos 20:000,000 de rs.
Na loja de miudezas da praca da
Independencia n. 4, vendem-se bi-
Ihetesinteiros, meios, quartos, oi
tavos e vigsimos, da 16 lotera
a beneficio da conslruccao e re-
paros das matrizes do Bit) de Ja-
neiro, que hara de correr no dia
17 do corrente, e o vapor inglez
sabio no dia 16. Na mesma loj
tambem tem a venda, bilbetes in-
teiros, meios, quartos, oitavos e
vigsimos, a beneficio da >.3. lote-
ra do theatro de S. I'edro de Al-
cntara, que ficou para correr de
a8 a 3o de marco.
O cin lilis!,1 Faria Liorbosa,
tem um resto de bilbetes da 16. lo-
tera das matrizes, cuja lista vem
no vapor de 4 de abril, est ven-
dendo no pateo do Collegio, casa
do livro azul pelos seguales
precos :
Aieios 10/100
Quartos 5,200
Oitavos a,Coo
Vigsimos 1,100
-- V.'o-I 'in-se peles de guars, para flo-
res : na ra do Crespo, loja n. 23 A, esqui-
na que volta para o Queimado.
Vendem-se, por preco com-
modo, superior vinho do Porto ,
em barris de quarto, quinto e oi-
tavo : no armazem de Jos Joa-
quim Pereira de Mello, no caesdu
lfdiidcga arniatem a. 7 ou
com Novaes & Gompanhia, na ra
do Tnpiche n. 34-
Venlem -se duas moradas de casas ter-
reas, urna na ra das Cruzes n. 7, e oulm
na ra do Cslabooeo : na ra da Glorian.
91, se dir quem vende.
- Vndese um muleque creoulo, de 15
annos, muilo bom cuzinheiro, proprio para
um homem solleiro, tem boa conducta e he
de bo.iit 1 llgura 1 ua ra da Cadeia du Re-
cife n 54.
- Vendem-se travs, travetas, frzaos e
enchameis de todos os compnmenlo-, sac-
cadas de pe Ira e ura al.mbique meiilo. lu-
do por pn-co commolo : na ra de S. Fran
cisco, casi .ip.il o 1.1.1 prxima a mar.
-- Vndese una carroc. propria para si-
tio montada sobre molas e com bolea ;
carros du ui.io, os mais bem construidus : a
ver n 1 armazem do pinbo atrs do theatro
velho de Joaquim da Silva Lopes.
Veude-se urna preta : na ra da Paz
o. 36
Vende-se a irmaelo completa da taber
na du ru.i da C.iuceig.i 1 do bairro da Boa-
Vista, confronte a capelli, ou aluga-se a
mosuia loja com a mencinala armacSo
alocalidade e modioo preco do aluguel, si o
sullieieiitcs para convidar a quem quizer
vender a retalho: Uaia-se no sobrado di
mesma loja ou com Candido Alberto Sodr
da Molla, em seu armazem na travessa da
Madre de Daos.
Vende-se urna casa terrea 00 bairro da
Boa-Vista ra do Cotovelo n. II : atratar na
ra do Amorim taberna n. 36.
-- Vendem-se sapatos do lu-lro de entrada
baila para homeui a 2,000 rs. o par, do mar-
roqu m, cauro, e pao para senhura a 400 rs.
o par; na roa da Cadeia do Itecife n. 9.
Vende-se superior farinha d S Ca-
tharina a bordo do br jgue paquete de Per-
nambuco, fundiado dafronta do caes do lla-
mo-; a tratar abordo do mesmo, e em trra
com Manuel Maximiano Cuudes, ua ra da
Seozala Nova n 40
.Vcudan ao barateiro.
Na ra (hr-Cabug n. 6 loja de miudezas.
Mello Freir.
Vende-se o Direito dss Pessoas por Pas-
cual Jos de Helio Freir, traduzido em
portogu'Z pelo bacharel Francisco Pereira
Freir, advogado nesta cidade, pan nso do
terceiro anno jurdico : na praca di lodo-
pendencia livrarfa n. 6, 8.
Sapatos baratos.'
Na roa Nova, loja n. SI,de Jos Mara di
Costa Carvalho, vendem-se sapatos de mu-
ro de lustro para senhora a 1/440 rs;ditos de
cordavBo e marroquim de todas as cores a
800 rs.; ditm de msrroquim para homens a
t/ooo rs.; ditos de courn de lustro.cordavSo
e marroquim com clcheles pan menino
a S00 rs., ditos de tapete para homem a
I/CO e de outras qualldadei por mdico
pr, co.
Vende-se por precisSo um litio no lu-
gar da Capunga com duas rssas terreas de
edra e cal, aendo orna grande feila a mo-
derna, obra de bom golt,com Pistantes co-
modos,que tem irvoredos de todas as quali-
dades de frutas, tambem dous sobrados um
ni rui Direila, e out'oni ra do Eneanti-
mento do Recife, e viriai propriedadei ter-
reaa em boas roas desta cidade: ni rus An-
gust n. 23, se dir quem vende.
Agrada ao comprador.
Vendem-se lindas casmirai de listra de
cor pelo barato preco de SgOOO o corte; man-
teletes muito bonitos de cor e pretoi a 16/
rs jcassas traneezas largas bonitos gollos e
corlixs a 320 rs. o ovada; chitas frincezis
largas de barra ao lado, ultimo gosto a 300
rs. o covado; setim preto e chsmalole, por
prego t .0 barato que o comp'ador multo Ihe
ha de aerad-r; chapeos pretos francezei omi-
to Unos pelo barato preco de 5,001) ra ; sarjas
hespanholas a melhor que ba no mercado
de 2.20(1 a 3,600 rs. o covede; los pretos
muito superiores a 6/500 rs.; ricos cortes de
vestido de chamalole preto e sarja lavrada o
mus rico que de Franca tem viudo a esta
cidade e por preco muito barato : na ra
do Crespo loja n. 16 esquina da ra das
Cruzes.
Vende-se um prelo de nsc1o,moito bom
traba h uiiii-, e moco, com tinto que sej pa-
ra o malo : tambem se troca por urna preto
ere.ma mocamba : na ra do Hospicio
n. 4,
Facas e garios.
Na fu do Cabug n. 6 luja nova de miu-
dezas vendem-se facas, e garfosdecabo de
balanco a .",1.11o rs a do/u, ditas de cabo
mi' vado a J uno rs. a duzia, tssim como um
sortlmenlu de culheres de soupa e cha.
Micas fitas para sinteiros.
ni ra du Cabug 11. 6 loja nova de miu-
dezas, vendem se ricas filas de sarja de seda
para sinteiros de menino, sssimeomo um
grande sortimento do ditas a setinadas pa-
ra chapeos do Sra. por precos muito com-
modus.
Attencao.
Na ra doCabug n. 6 vendem-se babados
do Porto de largura de 1 palmo a 180 rs., di-
tos de largura de 2 palmos'a 240 rs avara,
bolOes de madreperola a 560 rs ditos muito
finos a 720 rs., caixas de colxetes fraueczes
a 70 rs. a cala
Na ra do Capug vendem-se chsruteiras
a 320 rs ditas mais pequeas a 240 rs. cada
urna.
Lavas de fio da Escocia.
Na ra do Cabug n. 6 loja nova de miu-
dezas, vendem-se luvas de fiu da Escocia a
320 is. o par, sem mofo algum.
Na ra do Capuga n. 6, vende-se marro-
quinsa 1,500 rs. apelle.
Pentes de atizare de coco-
Na ra do Capug n. 6 loja nova de miu-
dezas. vendem-se pentes de bfalo para ali-
zar a 3.0 rs., rada um, ditos para cucaber-
tos a 280 rs. cada um.
Iticas loucas de la.
Na ra do Cabug o. 6 loja nova de miu-
dezas vendem-se ricas toucas de 13a chega-
las ullimamenlode Lisboa para Sra. e me-
nina a 2,000 rs, cada una.
O barateiro est em campo.
Na ra do Cabug n. 6 loja nova de miu-
dezas vendem-se bicos de largura de palmo
* meio a 720 rs. a vara, dito de palmo a 610
rs., e dito pouco mais eslreito 560 rs., as-
sim como um sortimento de locos eslreitos
por precos muito commodos.
Carlas de jogar.
Vende-se na ra do Capug n.6, loja de
miudezas cartas para vollarele a 560 rs. oba-
ralbo.
^gullias francezas.
Na ra du Capug n. 6 l> j.i nova de miu-
dezas, vendem-se agulhas francezas ns. 1, 2,
3, 4, 5, 6, 7,8, 9, 10, a 40 rs. o papel, ditos
muito finas ns. II, 12,13,14, a 8U rs. opapel.
Canivet -s de 6 folhas.
Vendem-se ns ra do Cabug o. 6 loja de
miudezas, caivetes com 6 folhai cabo de
chif.o de veado muito flnnus a 2,000 rs.,
ditos de 2 ful bis a 720 rs., tambem muito
Uaos.
riiquissimas franjas, e trancas pa-
ra mantelete.
Na ra do Calmita 11. 6 loj nova de miu-
dezis, vendem se franjase liasen pretil de
seda as mais ricas que lemapparecidu, pur
precos muito commodos.
Vende o se 2 crrenles para relogio.sen-
lo urna de ouro, e outra de prata dourada ;
o urna cama de vento para casal, guarnecida
Je sola, cora currdias e ferragnns prupriag
para esticar a lona ; ni ra do (jueimado to-
ja n. 26, onde se dir quom continua a dar
le, 5/ a 50/is. a premio.com paiihorea da ou-
ro e prala.
lie barato que admira.
Vendem-se ricas franjas de bolotas pro-
nrias para cortinados de cama o jaoellas a
4,000 rs. 11 peen, (lilas mais enferiores a 3,000
rs, ditas eslreitas proprias paia toalhas a
100 rs. a vara ; na ra do Cabug n. 6 loja
nova de tniudtzas.

MUTILADO 1
T
Lindas de carretel de aoo jardas
a 900 rs., a duiia.
Vendem-se na rna do Cabug n. 6 loja no-
va de miudezas, Unhas era carretela de 200
jardas a 900 rs. a duzia, ditas de 100 jardas
a 320 rs. tendo todas asgrussuras .desdo n.
16 a n. 154.
Uh! que pechincha.
Na ra do Cabug loja nova de miudezas
n. 6, vendem-se luvas de torgal a 640 rs. o
par, linas ditas a 800 rs., ditos ditos muito
supperlores com bolutas a 1280 rs.
Luvas de pelica.
Vendem-se na ra do Capug n. 8 loja no-
va de miudezas luvas do pellica muito novas
para Sra a 800 rs. o par dilaa muito linas
cora palma e boioiasn 1,600 rs. o par, ditai
para homem a 1,000 rs. o par, ditos de pon-
to inglez a 1,600 ss., ditas ditas pretas a
1,600 ra.
Luvas de sama pretas para senhora.
Na ra do Cabug n, 6 loja nova de miu-
dezas, vendm-ss as mais neis luvas de seda
preta que tom aparecido para Sra. proprias
para a semana santa pelo diminute preco de
1,600 rs. o par,a elles que ae eslo acabando.
Luvas de seda preta para homem
a 1,00.) r.s. o par.
Na ra do Cabug n. 6 loja nova de miu-
.1 ./a-, ven Jem-se luvas pretas muito su ho-
nores 1,000 rs, o par.


w^sfm.
u
le I
re- f
Farinha Fontana,
ehegada ltimamente: em casa de J. J. Tu-
so Jnior, ii* rus do Amorim n. 35.
tm* <*S Na loja do sobrado amarello da ru
fj do Queimado o. 99, tem pira vender
(f um grande sorlimento de pannos pre
loa (Idos e de cores fixea;c.iscmjra pre-
ti elaatiet superior de 9114,000 rs, o B
corte de caiga; curios do coleto de ca- 5
temira preta bordados; ditos de setim X
preto lamhem bordados; chapeos pre- 2
los francezes os mais modernos e de "
melhor qualidade que lia no merca- H
do; ditos de castor branco inglez da
ultima moda; e outras hiendas de 9
sustoe prego commodo.
i witnrawMiiimi
Moendns superiores.
Na fundilo de C. Starr& Compendia,
em S.-Amaro, acbam-se venda moendag
de canoa, todas de ferro, de um modelo e
cooatruccfio muito superior
No armazem da ra da Mola n. 15 ,
vende-se cal de Llf boa em pedra, a mais o-
ra que ha no mercado, chegada no correle
mez, do brigue Laya ; assim como mercurio
doce em caixinhas de libra cada urna, ludo
Qor meaos prego do que emoutra qualquer
parle.
Cobertores de algodao.
Superiores cobertores de algodSo de di-
ferentes corea, tecidos a dous lios, muito
grande, lem todaepplicagoemuina casa de
familia, por servir para meia do engom-
mado e forrar camas e mesmo para escra-
voa, pelo diminuto prego de 1,4(0 rs.: na
ra do Crespo n. 6.
l'ctassa americana.
--No antigo deposito da cadeia velha, n.
19 existe urna pequea porgSo de potassa
americana, chegada recentemente que por
superior rlvalisa com adaRussia: vende-
se por prego razoavel.
ttaptj Paulo Conidio-
recentemente chegado do Rio de Janeiro :
vende-se na ra da Cadeia do Recife loja n.
50, de Cunha & Amorim.
Vendem-se relogios de ou-
ra eprata, patente inglez : na ra
da Senzalla Nova n. \i.
Deposito de cal virgem.
Cunha & Amorim, na ruada Cadeia do
Recite, n. 50, vende-se barris com supe-
rior cal em pedra, chegada pilo ultimo
Arados de ferro.
Na fundigSo de Aurora, em 8. Amaro,
vendem-se arados de ferro de diferios mo-
delos.
Para a quaresma
Cisemira preta infestada a 5,000 rs., o cor-
Ifdticalga.
Na ra do Creafloja da esquina quo vol-
ta para a cadeia veabYm-se casimiras preie
enfestadaaS.OOOra. ooorlede caiga, sarja
preta hespanhola a 2,600 rs. o coyado ; co-
mo outras faiondas que por ana boa quali-
dade se toi-no'recomendavei.
Viiiho le Champagne,
e superior qualidade : vende-se no arir.a-
em Kalkmaoa IrmSos Ra da Cruz, n.
Deposito da fubrlca le lodosos
santos na Baha.
Vende-se, em case deN. O. Bieber&t.,
na rus da Cruz n. 4, slgodSo transado da-
quella fabrica, muito proprio para saceos de
assucareroupa de escravos. porpregocom-
modu
- Vende-se mais barato do que emou-
tra qualquer parte, ricos manteletes pretos
e de cores : na ra dt Cadeia do Recife, lo-
ja D. 18.
He to barato,
Que faz animar ;
Quem vir a pechincha
NSo deixar de comprar.
.Ka ra do Crespo loja da quina que vira
para a cadeia, vende-se panno fino preto, a
3,000, 3,500, 4,000 4.500, 5,000 e 5,500 rs.
o covado ; dito francer muito superior, a
6,000 rs. ; dito azul, a 9,600. 3,500, 4,000 o
5,000 rs. ; dito verde, a 9,800, 3,000 e 6,000
rs.; dito cor de rap, a 9.600 rs. ; casem-
ra preta, a 4,800 6,000, 7,500 8,500 e 10 000
rs. o corle; sarja preta de seda muito su-
perior, a 9,500 rs. o covado ; merino preto
muito bom, a 9,800 e 3,900 rs. o covado cor-
les de cassa chita muito bonitos, a 1,920
rs. ; e outras muitas hiendas por prego
commodo.
Cemento novo a 7,000 rs.a barrica.
No armazem de Antonio Anncs, no caos
da Allandega.
- Vende-se um teneno com 300 palmos
de frente e perto de 1000 de fundo, com
grande viveiro, que lem pertode500 pal-
mos de compndo, na estrada que vai para o
Manguind : a tratar na ra da Cadeia do
Recife n. 9.
sr !*" *#**"**** aVu 11 1 i.oo II LMllf 4 Vi IV m
E MAIS OFFICINAS
NA
Ra Imperial n. 118 e 12o, e deposito na ra Nova n. 33.
Respeitosamenteavisam ao publico, e particularmente ans Srs. de engenhos e
Madores, ele, que este ealabeleci ment se acha completamente montado, comas
>org6es necessarias, para desempenbar qualquer machina, ou obra concernento ao 1
des-
tiladores, ele, que este ealabelecimento se acha complctamenie moniaao, comaspro-
porges necessarias, para desempenbar qualquer machina, ou obra concernento ao mes-
mo. O mesmos charoam a attengSo para as g.guinles obras, as quaesconstruidas em sua
fabrica compelem com as fabricadas na Europa, na qualidade e mfio de obra, e por me-
nos nrego, a saber : _
MACHINAS continuas de destilar, pelo methodo do autor francs Derosne, as me-
lboree machinas, que para este (im ato hoje lem apparecido.
Al \Mmyn-.s de cobre de todas as dimenses.
TODOS OS COBRES necessarios para o fabrico de sssucar.
TAIXOS DE COBRE para reDnagao.
TAIXAS DITO para engenho.
PITAS DITO movis para dito.
BOMBAS DE COBRE de picote, de repoebo, de roda e de pndulas.
ESCRIVANINIUS de lilao dos lucidores modellot.
DITAS DITOgalvaiilsadas.
SINOS da todos os la mandos.
OS APRECIA VEIS fogfles de ferro econmicos.
BURRAS de ferro as mais bem cunslruidai.
CARROS dito do uo.
PORTOES de ferro.
VARANDASdito.
CIIADIAMENTOS dito.
TAIXAS dilo.
CALDEIRAS dito.
BAMIEIROS de zioco e de Tolda, para bando de choque.
Lotera de N. S. do Livramento.
Aos 5:ooo,ooo ders.
Vi loja de miudezas da praca
da Independencia n. 4 ? vnde-
se um reslo de bilhetes inteiros ,
lustro, mercurio, linha de Roriz,retroz, foi-, /* co de 40,000 rs. cada um: na
chaJuras do Porto, pannos e casemias. do jYnpjclie n. 8.
de 1.1a.
Principios geraes de economa pu-
blica e industrial.
Vnnde-se este compendio, approvado para
as aulas de primeiras letras, a 480rs.: na
prega da Independencia, livraria n. 6 e 8.
Na porta da Alfandega e no
armazem do baraleiro Joaquim da
Silva Lopes, vende-se farinha fon-
tona SSSF e de Philadelphia, l-
timamente chegada.
Vendom-se amarras de ferro: na ra
da Seozalla Nova n. 42.
AGENCIA
da fundicao Low-Moor.
RA DA SENZALLA NOVA M. 49.
Neste estabeleeimento conti-
na a ha ver um completo sorti-
mento de inoendas o meias mou-
das para engenho, machinas de
vapor, e taixas de ferro batido e
coado, de todos os tamanhos, pa-
ra dito.
Antigo deposito de cal
virgem.
Na ra do Trapiche, n. 17, ha
muito superior cal nova em pedra,
hegada ltimamente de Lisboa:
tambem se vende potassa da lius
sia, nova e de superior qualidade.
Casa de comrnisso de escravos.;
Vendem-se escravos e recebem-
Meios
Quartos
Decimos
Vigsimos
CHA PRETO.
Vende-se superior cha preto.
5,ooo
a,600
1,100
Coo
~ Vende-se um escravo pardo escuro ,
proprio para o mallo, por ser robusto e acos-
lumadoao servigo de campo, vindo ultima-
mente do Para : a tratar na ra da Cruz nu-
mero n. 45.
Deposito de panno d> algodao da em caixas de 3o libras cada urna .
febrica Todos os Santos da Ba- em casa de J. J. lasso Jnior, na
nha ra d>> Amorb n. 35.
Vende-se por prego commodo Sementes deortalice
Vendem-se sementes de ortalice de todas
as qualidades muito novas, vindas de Lisboa
na galera Margarida, e feijSo carrapalo ede
flores: na ra da Cruz, airas do Corpo San-
to n. 62.
l'echincha.
Na loja do Pasaein Publico n. 15 vende-
?
o bem conhecido panno de algo-
dao desia fabrica ; em pess.a, a
vontade do comprador : no escrip-
torio de Sovacs & Companhia, na
ra do Trapiche n. 34*
Azeite de carrapalo da fabrica de e superioroaI virgem, enejada uitimamen-
Araujo & Filho, no Fenedo. } *"* Pr W mu,t0 Cramo,Jo pa"
Acabadechegar maisdestej conhecido f^frf^'tff^tlvSttse^
azeite, o mais proprio e econmico, para S Saija prPt,. ,j
uso de candieiros de sala, tanto pela sua du- Z Vende-snsupcriorselnn preto maco 4
ragto, como limpeza, e continuar a haver ^ proprio p.na vestidos de snhora; snr-
sempre um depozto para suprimento regu- ^ ja de seda prea legitima desbandla;
lardos freguezes : no armazem dej. J.Ts- corles de vestido de seda preta bor-
so Jnior: na ra do Amorim n. 35. *> dad, gosto moderno, lendo de ludo
Vende-se 011 arrenda-se o Engenho S. ^, porgu pari 0 comprador poder esco-
Rita moenle e corrente tueia legoa distante X ||ier ,, pur prego muito commodo : na
da villa de Iguarassu'com proporges para 2 |0( 0 sobrado amarello da ra do 4
safrejar-se, embarque junio ao engenho; ala- 2 Queimado n. 29. ?
gados, o outras proporgOes : quem o preten- ^.^ >^^#&&M& Si^9999^
derentonda-secomoproprietarioDomesmo .. vende-suuma mesa do amarello, com
eniicnho. 7 palmos de comprimento e 4 de largura
Novos cobertores de tapete a na ra Bella n. 16.
i,44o rs. Na ruado Apollo, no trapi-
Na ra do Crespo lujada esquina que che do Ferreira, vende-se cal vi."-
volt
de
volta para a cadeia, vendem-se cobertores 1 1 1 .m |,arr, die"a-
de tapete, grandes e bonitos, pelo diminuto gem de l_.ist.oa, em Darris, cnega
prego de 1,440 rs. ;em qualidade sao os me- da ltimamente no brigue L,aia ,
quizerem comprar da pichincha, nSo sede- Vendem-se batatas multo
orem, porque ja ha poucos pela estragSo superiores, inglezas, recentemen-
te chegadas : no armazem de Jos
que
, i. 1 n 11 -i_ juenunieis ue uno ue 1 a is pa
Joaquim Pereira de Mello, nolar- coolpri(nenl0( por pre comiDalio
se de commissao, tanto para a pro-| Inores que tem vldo no mercado, por isso, 1 diminuto preco de 3,5oo rs.
cr 11 ; recommciida-se os Srs. de engenho que *.
vincia como para fora della, para!
o que se offerece muitas garantias
a seusdooos narua da Cacimba
n. ti, primeiro andar.
Vende-se um terreno na ra da Aurora
com 50 palmos de Irenle e 280 de eztensSo,
tendo caes de lijlo a beira mar, licando en-
tre as casas dos lilms. Srs. CustavSo Jos do
Reg e Francisco Antonio de Olivena : os
prebndenles dirijam-so a ra das Torres o.
8, primeiro andar.
Para a quaresma.
Grande sorlimento de sarja preta hespa- as quaes acham-se a venda ,
nbola, setim preto maceo, corles de vestido; rnmmoHo rom nromnti- Espermacele em caias de 16 libras.
de seda preta bordados muito novos pa- P[e? commoao e com prompu hfjp|l| superior enJ accos de alqceir*.
drdes, cliamalote de seda preta com listras.; dao, em barca m-se, ou carregam- cha preto superior,
veludo preto, veos pretos, mantas de nijseemcarr08 sem(JeSpez8Saocora. Erva malte.
preto, manteletes pretos e de cores, casem- Verdadeira genebra deOlanda emfrasqtei-
ras pretas, pannos dos, curies do colele de prador. r08
Loja nova.
Vende-se nesta loja por pregas brti?si-
mos o ma>s moderno sorlimeolo de fazendas
finas a saber: cortes do vestido de seda
branca, manteletes pretos e capotinhos para
meninas, romeiras de lindo com enfeites de
seda, los pretos, ricos cortes de cha malote
para veslido, bem como gros de apo es de
furia coreados gostos mais modernos para
vestidos, corles de 19a de camello com 14
covados pelo barato prego de 6,000 rs. o cor-
te, luvas ce seda de cores, de trogal e peli-
ca, e muitas outras fazendas, ludo por ba-
rato prego : na nova loja da ra do Rangel
n. 8.
Vende-se umpalanquim da Bahia, de
bonito gosto : no largo de 8. Pedro, por ci-
ma da loja de marci'.eiro, segundo andar.
Veudem-se velas de espermacele, em
caixas, de superior qualidade : em casa de
J.Kcllcr mero 55.
Ven le-so doce de bacuri em frascos por
prego commodo : na ra da Cadeia do Recife
n. 93.
Grande sorlimento de fazendas
baratas.
Panno fino preto a 3,000 rs ; sarja preta
hispanhola, de superior qualidade a 2,500
rs. o covado; selim preto maco, muito su-
perior a 4,000 rs. o covado; alparca, muito
fifia a 610, 800 e 1,000 rs. o covado; cassas
de flores brancus, proprUs para cortinados
de cima, com 8 1|2 varas a 3.500 rs. a pega;
cassas chitas a 2,000 rs. o corte; lingos de
cambraia de lindo, para domem a I su, .mo r
640 rs ; riscado assenlado em metim, pro-
vrios |'.ir. id,M de meninos a 200 rs. o Cova-
do, e outras muilns fazendas em conla : na
lnj.i da ra do Crespo n. 6.
Vendem-se saccas com lari-
nha de Santa Uatbarina u i,i'\o
rs. : na ra da Praia de Santa Bi-
ta, venda defronte da ribeira do
peixe, n. 1.
Vende-se urna mulata, que sate de to-
do o arranjo de urna casa, de muito fiel e
cuidadosa na ra do Amorim 11. 35.
Madama Hoza llardy, modista bra
sil
aja tij
I::
AttencSo.
Na ra do Rosario catreita travesa, para o
Queimed.i, deposito de Joilo Jos Heniles da
Silva 11. 39-A-,cnntlnua-se a vender latas de
araruti muito supporior romo he sabido;
vnnde-se em libras a 400 rs., holachlnha, re
g'lia muito fina a 330 ta htiaso blSCOUti-
nbo deararuta a 330 rs., bolacdiriha ingloza
'a 200 rs dila quadrada a 240, fali-s e bis-
coutos mais i 11 tenores cm libra a 900 rs ; e
anda vende urna pequera porgSo de biscou-
los de renns que paia acabar ven lem a 480
rs. um embul'io rontendo I du/ia, vende
tambem caslanlns eamnndas por commo-
do prego, 101 lano os fie^uezes deveui pre-
ferir, a vista do prego e qu-lidade.
Vende-se ehn derretido de superior
qualidade, a 6,400 rs. a arrobafe vnlas de
carnauba, a 8000 rs. a arroda: na rus Direi-
la n. 59.
Vendo-se um viollo de chave, em bom
uso : na ra da Peoha, que fai frente para a
mesma ra, o para a ra Direita, junto a ca-
sa em que esteve outr'ora a lypographia da
imprensa, segundo andar, a qualquer dora
do di
Vndese um csbriolet coberto, quasi
novo, com um cavallo gordo e muito man-
so : na ra larga do Rozario, loja de louga,
a qualquer dora do da.
Panno preto lino.
Vende-se superior panno fino pre-
to, cor liza, a 4,000 rs. o covado: na 9
na ra do Queimado, loja do sobrado %
marello n. 29
*.mmmmmmmamm--*mmmmmm
-- Madama Duesaard Millochan recebeo
pelo ultimo navio do Havre os objectos de
quaresma seguidles; mantas de bico preto
para cabega, bicos, lencos de seda, filos,
crep, cdales, Otas, transas e franjas lu-
vas de malda que se vndenlo muito em
conta no alterro da Boa-Vista loja n. 1.
Vendem-se ps de larangeiras enjer-
tadas, de embigo e selectas, boas para se
mudarem ; assim como ps desapolis, de
fruta p3o, de limas de embigo, d-i limSo do-
ce de romeiras da China : na 1-Irada
que vai do Manguinho, para a dos Afilelos,
na terceira casa do lado esquerdode Manuel
Marques.
-- Vende-se um sitio a beira do rio, ad-
ame da Ponte d'Ucha, com casa magnifica,
lendo adiante grande sala, 2 gabinetes e 2
alcovas, sala igual at's, mais 3 quartos e
coziuda, terreno com mais de mil palmos
do comprimento e grande baila de capim :
na ra de S. Amaro 11. 16.
Vendem-se sapalos do Aracaty, a 800 e
880 rs. o par; couro de lustro, marroquim
de todas as cores, sola e cou'os do cabra dos
meldores que tem apparecido no mercado,
sipilos para domem e sendora, de couro
de lustro, de marroqnhn, de tapete, d) pan-
no o couro; assim cumo tamancos de lo las
as qualidades, ludo por menos prego do que
em outra qcalquer parte : na ra do Livra-
mento n. 5, ou em freoto ao p do niedo ,
loja de calgado.
-- No aterro da Boa Vista n 54, vendem-
se 6 valsas o diversas msicas para piano,
viudas do Rio, e um methodo para flauta.
Tachas de ferro.
Na fundigSo da Aurora em Santo Amaro,
o lambem no deposito na ra do Brum logo
r.a entrada, e defronte do arsenal de mari-
nba da sempre um grande sorlimento de
tachas lauto de latinea nacional como es-
trangeira, batidas, fundidas, grandes, pe-
queas, 1 -. gares etistem guindastes, pira carregar ca-
noas ou carros, livies de despeza : os pregos
s3o os 111 1 commo los.
-- Vende-se urna pad^ria por prego com-
mo lo em Su u! A1111.1 a qual est baslanti a-
fieguozada lanto de pSo como bolacha e bo-
lachinha de leite ; d-se a receita a quem
esta comprar: trsta-se na ra do Vigario ni.
A IIenran.
Vendem-se na ra estreila do Rozario n.
II, bolactiindas muito finas de leileem la-
tas de 8 libras ea relalho, viudas de Lisboa,
pin. nas para almogo de cb.ligos em cal la,
pa.-sns muito grandes, amonas de tres qua-
lidades muito peiioi.il, e na mesma se dir
quem vende 100 espanadores muito bem
faltos,
-- Vende-se um violSo com pouco uso de
muito boas vozes por prego commodo: no
aleo da lioa-VisU n.75.
-- Vende-se na ra das Cruzes n. 22, se-
gundo andar, urna linda pama do 23 annos
i: i.l.iil", cun habilidades e com urna li I lia
muito linda de 5 anuos, urna linda negra d
Loteria do Kio de Janeiro.
Aos 20:000,000, 10:000,000, 4:000,000 ,
2:000.000 e 1:000,000 de rs.
Na loja da Viuva Vieira 6t Pililos, oa rus
da Cadeia do Recife n. 24, ainda chamele
a venda um resto de bilhetes e cauteles, d
16. loteria a beneficio da construcclo
paros das matrizes da provincia do Ri'
Janeiro, cuja lista vem no primeiro va_
na mesma lambem receberam pelo va.
inglez Tay, entrado em 24 do correte, os a-
fortunados biluetes e cautelas da 93. lotera
a beneficio do theatro de S. Pedro de Al-
cntara, os quaes achatn-se tambem a ven-
da e t'ocam-se por oilhetesji premiados das
loteras do Rio de Janeiro o desta provincia.
Molduras douradas
de todas os larguras : vendem-se no arma-
zem de Kallkmann Irmos.ruada Cruz n. 10,
Escravos fgidos.
Taixas para engenhos
No fundicao de ferro de Bow-
inaii Se Me. Callum na ra do
Brum, passando ochafariz, conti-
na a haver um completo sorti-
eira, na ra iSova n. 34 ,
neste estabeleeimento he chegado rcenle-'22 annos com habilidaes, urna creoua de
mente, um grande o brilliantesortimenlo de 26 annos o urna dita de 30 annos com hab-
modernasrazendas, vindas de Pariz, consis- lidades, e um mulecotn para todo servigo,
lindo alm de outras fazendas,em ricos Ci be- tanto da praga cmodo campo.
gOes pretos de blonde; mantas de fil de seda i CANTOS PA l'RIOTh.OS
preta bordadas a imiiagSu de blonde; assim Por A. B. Cilirana Costa,
como capotindos pretos e de co'es, muito Shio um folheto com este titulo, e acha
proprios para osados da semana Santa. 'sea venda na ra do Crespo n. 11, no aterro
Vendem-se 12 portas novas do sedro da Boa-Vista, loja do Sr. Estima, e no lleci-
proprias para casa decam.o; assim como fe, loja doSr. Cardoso Ayres.
30enx.meis de dito de 14 a iSpalmosde Vende-se um preto de na-
comprimento, por prego commodo : na ra r
go da Allandega defronte do guio- do Vig.rio n. 5. cao, ptimo or.iciro e mestre de
Haip *S*9***Wlt.alllaliaami masseira: a tratar na ra da Sen-
Vendein-se ricos veos pretos deseda, .,
delioho e de retroz de Italia; man te- |t zalla n. go,
aj tetes pretos do ultimo gusto e com ri- n
Banana e goiaba.
Vende-se superior doce d'aquellas fructas
ment de taixas de ferro fundido e domis lino que; ha 1 na venda da ra eos enfeites; mantas de seda pretas ; y
batido, de 3 a 6 palmos de bocea ,
por
da Cadeia do Recife defronte do Beco Lar-
go n. 25.
Vende-se
seda bordados, merinos, alpaca, lapim, tudo
ullimameute cnegado, e por pregos commo-
doa : na ra Nova n. 23, loja de Antonio Go-
mes Villar.
4,000
Vende-se rape de LisbOa, chegado ulti-
Baratissimo. Charutos da Bahia superiores.
Vende-se um terreno na ra da Aurora ja Serveja fina : na travesea da Madre de Dos,
aterrado, lendo fundo at a ra do Hospi- armazem ns. 4 e 6, pintado de cor.
ci,efrente 55 palmos: tambem se vende Moinhos de vento
so a ra da Aurora : a tratar oa praga da In- com bombas de repuxo para regrar hortas
dependencia n. 17. o baixss decaplm na fundigSo de Bowmaux
maaieute, vindo de eDeommenda, cousa Vende-se na loja nova da ra doRan- & u_ Calhem: na ra do Brum ns. 6, 8 e 10
superior, e responsabilisa-se pela qualidade:
na ra da Cadeia do Recife, loja de JoSo
da Cunha Magalhfles, n 51.
Agencia de Ldwin Maw.
Na ra de Apollo n. H, armazem de He. Cal-
niouist Companhia, acha-ae cooaianlemenie
bona Boriinicniu da uiaa de ferro coado e
batido, tanto raaa como fuodaa, inoendaa In-
elraa todaa de ferro para anhnaea, agoa, etc,
dltaa para armar eui madeira de todna oa l-
mannos e madelloa o mala moderno, machina
borisoolal para vapor, com for[a de 4 caval-
los, coucoa, paaaadairaa de ferro ealaabado
para casa de pulgar, por menos prego que os
de cobre, escreos para navioa, ferro ioglez
tanto em barraacoino ein arcoafolbaa, eludo
por barato preco.
Deposito de cal e potassa.
No armazem da ra da Cadeia
do Kecife n. ia, ha muito supe-
rior cal de Lisboa, em pedra, as-
sim como potassa chegada ltima-
mente, a precos muito* rasnaveis.
Superior cha nacional
em caixinbas de 2 libras, e da melhor qua-
lidade ; vende-ae por prego commodo, na
ra do Corpo-Santo 11. 9, primeiro andar.
Vende-se no armazem do caes da alfao-
dega de Jos Joaquim Pereira de Mello, a
muito superior cola das fabricas do Rio Cran-
de do Sul, chegoda agora ltimamente,eo
prego muito commodo.
gel um completo sorlimento de franjas e _
tiangas pretas para manteletes, e outras pro- Liambraias para cortinados a 3,400
prias para enfeitsr vestidos pretos.por pre-
go muito commodo.
iniao de Mantua a
800 rs.
rs. a peca.
Na ra do Crespo, loja da esquina, que vi-
ra para t Cadeia, vendem-se cambraias des-
campinadas, para coilinados, a 2,400 rs. a
pega, com 8 e 1|2 varas.
Vende-se a historia de Simio de Nantua, Grande fabrica de chapeos de sol,
a 800 rs. : na livraria da praga da lndepen- ., ', ,, .. .'
dencian.ees. de J. talque 111a do Collgeio
Cebo refinado. n. 4-
Vende-se superior cebo refinado, em bar- Neste novo estabeleeimento recebeu-se
ricas, que por muito superior se recommen- um novo e lindo aortimenlo de chapeos de
da para o fabrico das velas de carnauba: na Sol dos ullimosgostos, lano de seda como
ra da Cadeia Velha, armazem 11. 12. de panindo para bomens e sendora, dear-
Vende-se urna preta cosinheira de pro- maguo de baleia e de asso que se vendem
fissSo, engomma e coze : na ra larga du por menos prego quo em outra qualquer par-
llozorio n. 35, loja. te; grande sorlimento de cbarualole, sedas
ptima mesa de jantar. ? paninhosem pega de todas as cores equa-
Vende-se 11 na mesa de
mos de coinpi ida muito
amarello, envernisada, ps lomeados e com ,, f.zem-se um bellas de igrej. e
P0UCu\R'.Oaeqi ^!.T J Vconce,ta-se qnalquerqu.lid.de de c'.^eo.
ra do Hangei, luja _________M )d sol: todos os objectos cima ujencionado
- Vndese um cavallo s.m aedaques Je yeaaemom porJi1e retll|ho, por prego
1 que agradara aos Ireguezesa vista daejuali-
meiaadeseda pretas de peso e outras
fazendas de gosto, ludo por prego de w
agradar aos compradores : na loja do f
subrado amarello da ruadoQueima- H
do n. 29.
vmm m &m^wmmtm wmmmmw
a ra du ('ropo n. 21, loja de
Uernardino JUaia da Silva.
Vendem-se nesta loja chapeos para Sra.
Vendem-se uns dos melhores carros
de duas rodas, com coberta ainda com puu-
Desappareceu no dia 17 do correte da
povoag.lo do Monteiro da casa de Luiz Anto-
nio da Cunha, urna preta escrava de nome
Joaquina, levando vestido verde e panoo da
costa azul com listras brancas,e tem por
signal em urna das milos um lobinho em um
dedo polegar : roga-se portento as autorida-
des policiaes ou capites de campo que del-
la liverem noticia de o participar na ra do
Crespo n. 4, onde mora a senbora da dila
escrava que gratificara.
- Desappareceu no dia 9 de fevereiro
prximo lindo, a preta Luiza de nagSo rebo-
to ; baixa do corpo, magra, moga e esperta,
ven lia arroz de manhSa, o do tarae doce de
calda cm tabolairo, levou vestido j desbo-
tado e panno de listras, lalvez diga que an-
da procurando quem a compre por ler pedi-
do para ser vendida, desconlia-seque foi se-
duzida e esleja acoilada, pois ii'io tinha o
vicio de fugir, e se proceder com o rigor
da le centra o seductor,ou quem acoit.-la:
H ue ni a aprehender e cunduzir a ra da Sen-
z-illa Nova n. 4, sar com geoerosidade re-
compensado.
Na noiie de 12 para 13 sahlo desle en-
genho Cararapes um crioulo de uomeJoo,
com os signaes seguidles: baixo, grosso,
bom preto, os pes prendes, e Chalos, desden-
tado na fente, e tem a falla um tanto des-
cargada ; rogo a tolas as autoridade, ca-
pites de campo, c mais pesaoas do povo,
que no caso de qua o encontr, O prendo e
1 ie.1111 couduzir a esto engeubo Gararapes
a seu Sr.
Desappareceu no dia 21 do corrate de
bordo do patacho brasileiro Alegra, o preto
de nome francisco; he cosinhoiro, estatura
baixa, magro, tem signaes nag costas de
castigo, ps cambados, pouca barba ; levou
camisa e caiga azul, chapeo de palha ; cons-
ta quo osla acoulado em urna casa nu decco
la-go : quem o pegar pode leva-lo a casa de
No'aes & Companhia na ra do Trapiche n.
34, que sera recompensado.
m Desappareceu no dia 24 do mez passa-
do, urna escrava de nome Auna, altura re-
gular cabellos aparados, olhos grandes ,
denles limados e sem falta de algum, hom-
bros descidos, peilos cahidos, costas car-
nudas e com 11 mi queimadura no meio ; le-
vou vestido de cdila rdxa clara, panno da
costa usado com listas azues e encarnadas,
brinco de ouro franca;, e lem alm dos mais
signaes as orelhas pes o algum tanto
rasgadas; levuu urna bandeija grande nova,
e urna loalda de mesa, com as letras I. I. G ;
auppOe-su ler fgido para ornato, donde,
ha 4 mozes de la veio, tendo sido escrava.
de Jeronymo Teixoira Coeldo, esrriv.Vi do
subdelegado do districlo de Ingazeira: quem
a apprehen ler, leve-a a rui do Queimado u.
15, que sera recompensado.
-- Desappaieceu no Domingo, 21 do Br-
rente, tendo Iriln de inanhla vender ba-
uha, ele, como era do coslumn, a preta Ro-
sa, de iiaco Congo; e-ttura regulir, idade
pouco mais ou menos 30 annps, rosto re-
dondo, no he m parecida, e tem falta do
alguna denles na frente; levou vestido de
dula azul clara com palmas brancas e pan-
no da costa; fui encontrada as primeiras
noilesaqui mesDO ua cidade : quem a pe-
gar leve a ra da Cruz n. 43, segundo an-
dar, quo sera recompensado.
Desappareceu no dia 23 do correte
um mulatinho de ulule 14 annos pouco mais
ou menos, de nome Mariano; cabello de c-
lmelo, sem denles na frente; levou camisa
de zuarle azul, raiga de riscado tambem
azul de listras, chapeo de palha da trra no-
vo ; o dito mulatinho sihio do sitio deno-
minado Chacn com um cavallo russo capa-
do, com os signaes seguidles: um ciiciiai,u
em ambas as mSos pela parle de deotrojun-
lo ao casco no lugar onde se costumam a
co uso, aneio de lustro, com lerragens pra- [corlar, com um par de ancoras novas e di-
leadas: na cocdeia airas do Carmo, se dir
quem vonde
Vende-se urna casa terrea em Olinda
por prego commodo : na ladeira da Bica d
S. Pedro : em l'ura de Portas, na ra do Pi-
lar n. 24.
A melhor farinha de Mag,
a 2,500 rs. a sacca, dinhiro isla : no ar-
- ... u *.. iff* iih pni ws pata sja|i 1 i>
os mais moderos que tem vindo deParis, mazem da esquioa da Alf.ndega.
________ .i 1 ... \i'ii Ifi-K1 urna rintii ,1,. 1
seu pre$o so avista da qualidade; nesta lo-
Vende-se urna canoa du carreira de
(16 1 3 I' lili' O pillillliuo lll I'1-1,(1 Uv u4*o v.uira ci|u-
.iii.rrnm 18 n.l- lades par as pessoas que quizerem man-
mnderna f, it. da dar cubrir armagOes servidas. Completo aur-
bom carregador baixo : na ra da C
Recife n. 48.
Vende-se um methodo para violto, por
Luigi Castelacci, em fraucez, ajjjo ptimas
msicas, uulio dito cm purtnWBj, pur Ma-
noel Nunes Aguedo, ambos eoKpuilo boaS|
IigOes para se aprender : na ra das Cruzes ciun J.
no primeiro andar desta lypograpbia. I n. 35.
Farinha de mandioca.
-- Vende-se saccas com superior farinha
de mandioca a pregos rasoaveis : a tratar
J. Tasto Jnior ra do anioiim
ja tambem tem um completo aortimenlo de biirdaozmlio, de 35 palmos de cumplido e S
fazendas francezas, dos goalos mais moder- c mo' de l8rBur*! Pu,r "'""o diminuto pro-
nos por tudo ser de encommenda feita pelo c:. a lr"lor.* ,0>* dB m'de da ra do
dono do estabeleeimento, da-se amostras C0^SL^Lh-^^.^.-..^^ ^
p.ra ver se agrad. ; cumosejaui ricos cha- w**W*W**lvfWWWi
malotes pretos para veslido, sarjas pretas, ;.lantois 1 aillict \ Companhia^
muio superior pannos pretos, setins macao ^ Continua-se a vender no deposilott
para vestidos e coletos, cambraias de seda | geral da ra da Cruz 11. 52, o excel-'
proprias para bailes pelos seus ricos deze- n tantee bem conceiluado rap areialt
niios(e bonita vista que parece sed, cintas l preta da fabrica de (iantois Pailhel &'Jjt
Iraucezas com barra a moda de Paria e ou- ti Companhia da bahia, em grandes em
iras muitas fazenJas proprias do mercado, m pequelas porgos pelo prego eslabe-Ju
Velas de espermacete. lecido. ^
Vendem-se velas de espermacele, em cai- *f^i^^SeiPBW!(
xinhas de 20 libras: na ra da Cadeia do Vonde-se, por prego commodo, um pre-
Itecife n. 48. l0 de meia idade, prourio paia o servigo de
-- Vende-so a taberna sita no aterro dos camP : r,,a c|os Marlyrios n. 19.
Afogados n. 123 com poucos fundos: a Ira- Ni ,u" ""'" n- 8- vendem-se 2 colchas
lar na mesma por prego commodo por seu de damasco, 2 toalhas de labynnlho, 1 jarro
dono ter de se retirar para fra. n bacia do cristal, traa lo do harmona por
Vinlii I,,,.. Bretn, seguido do un diccionario de ac-
uni 1.i.iiii 11. cordes, a donzelli do nevoeno ovarios li-
Vende-se vioho branco do melhor, que vrus de direilo e romances.
c.8fen,.048norCaUo : n'rua da c,uaia'Io "9-, MOBlLlAS UE FEUhO.
Na loja de miudezas n. 3,da praga da lo- Vendem-se ricas mobiliasde ler-
dependeucia.vende-se pulkas, nova mzurk, r0, como canaps, mesas, cadeiras
lindas valsas, quadnlh.s na opera-osLom- 11
bardos, sinfona na opera Zampa, tudo pa- com DraCC- C >em elle, e inultos ou-
r pianito; luvas de turg.1, ponto do u, pre- tros ubcelos de ferro : no arma-
tas e de cores, lengo de torgal, ponto do n .___j.lf.ll____^ 1
muiloemusoparaenfeiledepescogodese- *eme Halltmanu. lrmao, na ra
oboras, de cores, por mdico prego,e garra- da Cruz n. 10.
f.s com tinta de escrever muito superior. iv .... ,1. 1 11I_b /'
-- Vendem-se 3 casinhis terreas, no lar- ~ m Cas<* de Jl ^e'ler S (iOni-
go da igreja de S. Amaro, que rende um o panhia, acha-se a venda vinagre
umquarto porcemao mez, ou troca-se por |IFnnr. urna casa aqu na praga. ou por escr.vos i !)ranco. superior de Santes, em
nlioiro afim de ir ao engenno Mondara bus-
car urna c.rga de mel a qual chegou a tirar
e sabio para lora, mandando o dito Sr. de
engenho por um outro meleno que oacuni-
panuasse al a passagem do rio por nSo ser
ba, ao que so prestou o dilo meleno cha-
mado Ignacio, morador na ribeira de Caia-
ra, lilhu de um creuulo de nome Thomaz; o
qual escravo nunca fuglo e suppOe-se que
antea seria atacado ou adoeceria em algum
caminho por onde entraase; por isso ruga-
se a quem liver noticia, leva-io ao mesmo
silio a entregar a seu senhor Joto de Car-
valno Raposo que sera gratificado, ou na
ra .Nova nu boleqnim do bilti.r,
D sappareceu do engenho Tabatioga,
freguezi. de Taquara districlo da provincia
da Paradyba, o prelo creoulo de nome Leo-
nardo de idade 25 annos puuco mais ou me-
nos, com os signaes seguintes: fulo, uariz
chalo, pouca barba, espadoado, estatura um
lanto regular, grosso do corpo.pornas meias
aberlas, falla um lano dcscogado; esto
ciavo supi Ce-se ler lomado o sul da pro-
vincia em alguma embarcago ; pur isso
roga-se aos Srs. capilSes de navios, autori-
dades policiaes e capilli-s de campo quo o
prendam e levem-no aoSr. doditoeugeuhu
Antonio Gomes Pessua, ou oa travesa da
ra da Concordia n. 5, que serto generosa-
mente recompensa los.
-- Desappareceu oa imite de sabbado, 27
du corrente, um muleque creoulo de idade
II a 12 anuos de nome Cypriano, o qual teui
una ler 1 Ja em urna das pernas junto do tui-
nozellu o urna cicatrit 00 roaio, achava-so
veitidu com caiga e camisa de rucado azul;
di-scoiiii.-se que fdra furt.oo porque tendo
viudo as 5 t|2 horas da larde da Estancia ao
llocife buscar uns remedios na botica do Sr.
Bravo, e sendo aviado as 6 horas uto tem
apparecido at o presente; roga-se a todna
as autoridades policiaes e capules de campo
de descubrirem o referido mureque, e t'a-
zerem a ra de Cruz n fi, ou ao sitio da Es-
tancia, junto o do Sr. J080 Cardoso Ayres,
que sera recompensado.
a tratar na ra das Cruzes 11. 40.
\ barris de 36 medidas.
*>
MUTILADO


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