Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:04475


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Full Text
\
Anno XXVIII
Segunda lielra 29
DIARIO DE
vaiqo 8DB0&1V910.
POlMENTO ADIXNTADO.
Pdr trimestre...........
Por iemeitre ............
Por nao .............
Paso ointuo su himistii.
Por quartcl........ .
aTOTICIAB DO IMPERIO
Par .... jilf Mirra lliiiai... l5deFcrr.
Maranhto 8de dilo Is.Paulo, i de Marco
Cear... isdedlto. .R. de J.. 16 de Jilo
Parabiba. S if Marco Haba... 20 de dilo
da- i>* a mal.
acDisarcis.
4/000
8/000
14/U00
4/500
29Seg. S. llertholJo ;| luiodt Orfhio
ss. Jonaa e Pastor. 2. e5. Ai 10 borai.
30 Terc.S. Ulna. I. carado civil.
3i i.iniri. S llalbina. 3. e6, ao roeio-dia.
I Qulnt. Macarlo ; S Pastnia.
S iiiiiinn. iiik. 3. e6. sio borai,
-11 S. \ lin i mu 2 varada civil.
3 Sab. S. Pandado. !4. e sbado au melo-d.
i Uom. 1 e Rainoi, e O Rilacaa.
da 1J1111 i'mii. |Tercas e sih.dos.
iremilDEi.
Crciceatc 27, aa horas e 48 mlnutoi di I
Chela a 4 ao :"> minutos da 111.
Miogoantell, ai a hora e 41 minuto* da 1.
Nuva 19, aa 9 horas e 26 minutos da m.
MIMllDI BOJ*
Primelra s 11 horase42 mlnuloa da manbaa.
Segunda 0 e t mlnuloa da Urde.
de Marco de 1852.
PER ^ 4 MB VC0
ItBTIDil Oi M1IIIM,
a e Parahlba s segunda! e sextaa-
ande-do-Korte, todas ai qulntas-felras
elo da.
unte Bonito, 8 e 23.
ata, e Plores, i l3e 28.
ia.a qulntaa-felraa.
todos os Oas. .
NOTICIAS IITB1NOIIBAI,
Portugal. 15 de Fevr,
llespanha. o de dito
Franca ... 7 de dito
Blgica... 4 de dito
Italia.... 4 dedito
Alemanba. 3de dito
Praaaia ... 3dedito
Dlnamarca3l de Jaor
Russia... 29 de dilo
Turqua.. a4 de dito
Austria.. 3 de Ferr,
Sulsta.... I de dilo.
Suecia... 30deJanr
Inglaterra 10 de Frr.
E.-Unidos 28 de Janr
Meilco... 2 de dito
California 2 de dilo
Chlll. 2* de dilo
Kuenot-A. IJ de Ferr,
Montevideo Itde dito
CAMBIOS DC 17 DI M*n
Sobre Londres, a 27 a80 d.
a Paria,
Lisboa,90 por canto.
aatTAES.
Ouro.Oncas hrspanbulas... .7.'...
Moedas de 6/400 reinas......
de 6*400 oras......
a de-1/niMi.............
Prata.PatacSesbrasIleiros........
Pesos columnarlos. ..
Ditos mexicanos...........
16/000
9/100
1/020
1/920
1/800
PARTE OFFICIAL.
conegoregrante de Ssnlo AgoiUoh, por gr.-i offenslvas da candado, que^ tJeJ*lyi#8-* ""JJ*
a de IVos e da SantaS Apostlica, bipo de
K
i evangclho. Tolcrmios es aggravo, que pela
fraterna frgil i dad e nos sao enviados para
I nossa eier cita fio. Desculpemos as faltas alheias,
i.ik-*n w\r\ i%d tiiMivi unnnn [ para que das proprlas sejamos exonerados, se
HISPA DO L)K FERNAaUnUCY). postivVlor. 2>e nao desrjainot ser calumnia-
Don. Joio da Purlflcco Marques Perdigan, loa, nao profiramos calumnia, gravemente
i offensivas da edridade, que devenios a nossos
I nnos. Estimamos a proprla reputacao, rviiv-
mos a maledicencia, drmonstrava da caren-
cia de religiosa e civil educaco. Nao queremos
que os bens legtimamente possuldos nos se-
jain usurpados, nao usurpemos os que de mo-
do alguiii nos perlencem. Esta tnesina doutrl-
na evanglica persuadimos sobre outros uhjec-
ios, que omittlmos, parecendo-oos desneces-
saria sua eipresaao.
He mui couvenienTe jpie nesta oCMsiio oc-
corramos ao prejulio, que a persuaf&o diab-
lica astuciosamente auggere a alguna cbristos,
que fogem do Sacramento da Penitencia, pols
que nao llies agrada o modo porque fui ins-
I tmido.
Pernambuco, do cousclho de S. M. l.cC.
ele., elo.
A todos os habitantes desla dlocese, ssde,
paz e bmclo, em nome de JesusChrlsto Nosso
Redeinplor.
Dilectos fih os, e Irinaoi: entre os prlnclpaes
preccitoi, liupostos ao ministerio pastoral, um
existe, que obrlga o pastor a clamar, e a exal-
tar Incesantemente sua vut no mel do reba-
nho, que a deve ocular como orgio das ver-
dades evanglicas, annunciadas para diligen-
ciar sua viva eren*;a, sem a quat Inuteis sao os
obsequios, que Ibes tributamos.
Persuadimo-oos ler cumprido esle preceito H
publica e particularmente. Se con fructo Dos i Airedilamos, que osuccinlo eiclareclmento,
hthp*. {que apresentamos, sera sumcltnie para con-
He verdade que frequente lem sido nesta ca-
pital o exerclclo no ministerio da palava,
qual temsido prestadas roaior attencao. Como
p irin devamua insistir n rigorosa obrigac
de exhortar os nossos diocesanos, at que seja
([alisada nossa precaria eaistrncis ; este
grande designio, que ora nos Impolle a fazer
ver, que nenhuin bom rebultado podemos co-
Iher da audicao da doulrina evanglica, se Ihe
nao prestsinos perfeita obediencia pela pralica
dos deveres, que ella prescreve, como nos de-
clara o Apostlo, fundamentando sua senlen-
9a no evangelho ; = Nao sSo justos oa presen-
cade Dos, os que rnenle ouvem, mas nao
piaticam a sa doulrina.
Qulzeramos que a grey pernambucana, para-
hibana, rio-graudense, crarense e t-Iagoana,
nao fosse comprchen'Mda nesta sentenca, e que
Igualmente nao experimentarse os etleilos do
peslifero contagio da immoralidade e corrup-
cogeral, ctijo lagello a Divina Juslico enviou
a todo o orbe para reprimir desrnfroadas pai-
.i's, dominantes em lodos os que preferem a
pratlca dos vicios observancia das Icls, que os
reprovam.
Que diremos por-Jm, reflectiodo nos exces-
sos commettidos! Diremos que a Divina Um-
nipolencia julgou necessarU entregar os re-
fractorios aos depravados desejos do seu cor-
rompido corceo, pnis que a publica censura,
nao tein produzido seu devldo elleito, qual o
da urgente rrtractaco, constantemente insi-
nuada pelo orgo de nossa dbil voz, com o In-
tuito de occorrer oos sentiinentos hetorodnxo,
que denotan, decadentes de seu vigor as Iris,
causam a deterioraco da religlao professada,
e por una consequencia inevitavel o pciora-
mento dos estados.
Os assasslnlos, os roubos, as calumnias, as
maledicencias e outros abusos perpetrados,
maoifrslam, com a maior evidencia, que a me-
vencer os fugitivos
O Sacramento da Penitencia fol instituido
por Jess Chriitocm forma de tribunal, diien-
do a seus discpulos : m ludo quanto ligardes
sobre a trra, ser ligado no co, e tudo quan-
to desligardes sobre a Ierra, ser desligado no
co. sss
O confessor foi nesta occasio designado juis
para julgar o reo, medico espiritual para cu-
rar suas enfennidades, e pal para se compa-
decer.
Como purm ser posslvel que o administra-
dor dsste Sacramento posta exercer estes es-
peciaes attributos sem conheclmento das fal-
tas commetlidas, sem sciencia das enfennida-
des para llies applicar a medicina mais apro-
priada, e sem a intelligencia necessarla para
-aridosameote manifestar sua commiserafrio .'!
Poder o criminoso sutlVer a sentenca sem ser
ouvidoe convencido? Ser possivel, que una
ciifermidade sej medicada antes de *er exa-
minada ? Qual o confessor que possa compa-
decerse seni Ihc serein noticiados os motivos,
em que fundamente sua caridosa compaxo?
A consso vocal, exceptuado o caso em que
sua prestac nao for possivel, c a dor de cova-
9..0 so iiidlspensavels para o valor da absolvi-
9^0 sacramental, a s t i-t v<" penitencial, par-
le integrante deste Sacramcnio, be perceptiva
sb culpa grave.
Atientas estas puilssiinas verdade*, Ignora-,
inos como o confessor possa cunhecer a quali-
dade das culpas, rx< lusa >u i dt clararao como
[coinprehenda se o penitente deve ou oo ser
absolvido, e como deva proporcionar a peni-
tencia com os criines, sem que estes sejam ac-
cusados.
Finalisamos esla nossa carta pastoral, (tes-
teinunlio irrefragavel de nossa ingenua predi-
lec9o para com a grey. qual presidimos ) de-
clarando que nao nos he desconheclda a erro
recldaindignacao de Dos provocado, deve re-heaoplnlode alguna chefes de familias, que
cahlr sobre aquellos paires, nos quaos impu-
nemente se preseoceam taes abominafos, op-
postas mesrna civilisavao, da qual inultos
vanmente se gloriam.
Parece que a creatura, geralmente fallando,
pretende frustrar o inescrulavel designio do
Creador, quand- e>le a privn do conhecimen-
lo do ugar, modo, e lempo de sua eilDMleio,
Parece que esta incerteza, em verdade ater-
radora, necessarla porm a todo o viandante
sobre o globo terrestre, derla induzir e exci-
tar o ente mortal a prestar exacta obediencia
sleis, por cuja iofracfo he reaponsavel, de
cuja Iransgresso nasce a culpa, desia o odio
Uivindade 5anilssluia, no qual reconhece-
11101 originada a suje^o pena eterna.
Infelizmente porm acontece que u procedi-
roenlo humano nao corresponda aos sapienlis-
slmos lins da Providencia.
A inalor parte dos existentes no lugar de seu
desterro vive sem se lustrulr no modo de beiu
morrer, e niorre sem ter aprendido a bem vl-
ver. U temor de Dos, n amor jusiic.i, e o
odio iniquldade, cuj >s predicados devem
presidir a todos os pensamentos, palavras e ac-
9et do homem cordato, nao Jizeram nesic a
omittindo n dever de mandar confessar auas
esposas e lilhos a pretexto de solicitafo do
confessor, coucorrem directamente para a
trausgresslo dc.to preceito, ordenado sob ex-
('ihiimili.ni in.ik.1, posto que tolerada na pre-
sente epeca. '
He ceriamenle espantosa esta arbltrarledade,
que o bom seuto attribue ao errado conceito,
que os chefes de familias Indistlnctamenlc lor-
mam dos confessores.
Estrauhaiuos que este mo conceito tenha
lugar as cidades e villas, onde existe copia de
confesores, indicio certa de que nao he legi-
tima a ilrscuiiiianca contra riles allegada. Se
esta licita fos.e, devcrlam todos ser considera
dos solicitantes, ou suspeitos de nao merece-
reni a conliaura publica.
Outra reQexo apresentamos contra a infun-
dada c Importuna allegafo, que nos he mu
seusivel.
O lelo dosquegovernam as familias nos a-
praz, nlo sondo indiscreto. Qulzeramos porm
que ellos inanifesustein igual zelo pela edu-
ca9.n0 dos que vivem debaixo do patrio poder,
e que este Ibes prohib.se as occasics proxi-
aade oficuder as lea da honestidade,
,_ leis da honestidade, as
meuor Impresso, nao Ihe merecer a devida .qaes sua rcputa9o sott-e grave deirimenlo.
.iit'iic.-io! A oiiilss.10 no preceito de assisiiraosaorihcio,
Qual pols deve ser neste lorniidavel aconie-[q"ca'' "P'esenta.osespeclaculospublicos,
ment o intento do pastor imeressado na a nimia famili8rdade a pretexto de pareutesco.
'iin
ou ainisade. r os enftites indecentes, deveiiain
entura ae seu reiianno. : t M-------------iv ug emu* iu.vw.t^...-.
de responder a esta pergunta. quize- meiecer maior vigilancia nos responsavels pelo
ozar aquellas sublimes expressdes que dor 06 suas casas, certos de que devem ob-
lein os nossos irmos a terminaren) sua servar e fazer cumprir o preceito da conlissao
eterna ventura de seu rebanho! ?
Antes
ramos g
obrigasse...
mortal carreira de maneira, que nao ignoras- annual, nao alenlos ao indiscreto dcsconceito
sem intelramente seu eterno destino, cujo co- contra os confessores.
nhecimento nao he totalmente impossivcl; por
quanto, o estado da coosclencU pode assegu-
rar ao n*oribundo, qual seja sua fotura sorte,
tendo em vi-ia sua Hoittrlna orthodoxa, que
nos ensina a enerar f inlorcedendo os infinitos \ ., n ,- j_.--.
mcrltos. .netVianle1. (.) tslvaese h.,Q"arleIgen>ralnacidoderlollecif, 6 domar-
quelles, cuja eaistencl. fol conforme com a ob- j C ae \oo'.
serrsncia de lodoa os precrllos. Nao pude po-
rm acredilar-se a predestinado dos que vi-
vf tain albeios dos propiios deteres, constituin-
do-se nao merecedor deque nelles se reali-
seni as divinas proineasas.
Palacio da olrdade 20 de marco de ISSI.
Juo, bispode Pernambuco.
Commando das armas.
OBDEM DO DA V, 77.
O marechal de campo graduado commsn-
dante dai armas, em execuijilo do reguls-
mento de 31 de marco de 1851, arligog 28 e
irspondeod'o'poisaosquenos esculam, de- 29, transcriptos na ordem 00 da n. 71 de
claramos nao ser outra nossa intencao, que a 23 de favereiro ultimo, nomes, para mrni-
de unir nossossentiinentos aos da predileciis- bros das commissdes do exames dos cadetes
tima esposa de Jess Chnsto na mele de coo- e gargenlos doscorpoadoexercito em guar-
perar para que seus lilhos se constituam Ter-lnj.,0 ne,u provincia, e dos ofliciaes lias
d.deiroa penitentes, mui parllcularmenle ex- inclusives OS cap.tes. aus rs.
norlado. no tempo. que ella julg. .nal. oppor- Q-e|i-| meuaons^,. 0S exames,
tuno, para faser reparar pela penitencia a in-
nocencia perdida.
Ksta he aquella mesma mi coiniiiiim dos
que ser&o presididos pelo mesmo mnrechsl
.. commaodsnle das armas, principirao no
filis, que, (Iluminada e dirigida pelo Espirito da 15 do corrente pelos examinandos do
Sanio, nos recorda as ingentrs calamidades, lagarto batalhSo de artilharia a p uo seu
com que a Eterna Omnipotencia ameaca e fla- respectivo qusrlel.
celia os transgressores incorrlgiveis, i|ue abu- para mem/,rg, a eammilta'o examinadora dos
aam da Infinita bondade, que Ihea prouietle
mu a maior brnlgnldade a remissao das cul-
pas, ii.i" desmerecida, pelo arreprndiuiento,
ineule sincero, quando deste be Inseparavel
o Arme proposito de absoluta correccao.
Quo deploravel seja a nossa coudi;ao, nao
ignoris, dilectos diocesanos. Esta be mais as-
sustadora e perlgosa, quando alguna filhos da
santa igreja sepersuadem, com manifesta illn-
so, da poasibilidade de obtrr o perdao das
culpas, sein previa penitencia I Tcm appareci-
do factos deinonatrativot desta llluso; de cu-
ja existencia ae pode suspeitar a impenitencla
tlual, precursora Inf.llivel da eterna reprova-
co, se a lempo nao for prevenida.
Esta he a ultima animadversiio com qae a
rigorosa Jusllca castiga a irreflectida reinci-
dencia as ofieusas irrogadas contra aquelle
Dos e Seolior, que, segundo a expressao de
um santo padre, prolooga a existencia do pec-
cador, para o nao subinerglr nas trevas exte-
riores,onde, por toda a eternldade, reina o
sempiterno horror, e em cujo lugar tenebroso
rf conhecer que a si proprio deve a sua eterna
desgraca, preferida venturosa sorte dos es-
colntdus, nao sendo esles de melhor condi^o,
de naturexa mais prestante, seguidores de ou-
tro evangelho, e lgnoranle| dos vicios, que
souberam reprimir.
Bclleclindo seriamente sobre .sus salutfe-
ras cootlderacoea. lamentemos os males pra-
ticados, de inaoelra porm que nao uos esque-
camos dos sentiinentos motores de nossas la-
grimas.
i'aracarrir noss s excessos, nao esperemos
que a espada de dous gumes descarregue so-
bre nos maiores colpes.
Se a divina misera rao a suspender pela pe-
nitencia, quede nos solicita, nao inas provo-
quemoasua irresistlvel lulluencis.
ferdoemos asotTensas dirigidas paciencia,
com que a. devemoa supportar, se queremoi
ser perdoados. Esta clausula he exigida pelo
cadetes i sargentos das differenles armas
Artilharia.
Tenenle-coronelllygino Jos Cosido.
Segundo lenteMauoel Inodoro da Fon-
seca.
DitoJos Ignacio Coiaibra.
Cs vallara.
M-jnr graduado SebasliSo Lopes Cuima-
rfies.
Tenente-Joaquim Jos de Souza.
infantaria.
Tenente-coronelAmonio Msriade Souza.
Hajnr JoSo Nepomuceno da Silva Por-
lella.
CapitaoJos Muniz Tsvares.
Para mecnbros da commissSo examinadora
. dos olliciaes.
Coronel Rraduado Jos Ferreira de Aze-
vedo.
Tonenla-coronelAntonio Maria de Souza.
Dito Hygino Jos Coelho.
Aionn Correa Sera.
sa tranquilidade de suas frnnleiras do sul,
era substituida pelo svstema de llosas, Isto he,
pola espollacao, p lo roubo, pelo assassinato
organisado em systema.
Esse svstema arruinava a numerosa popula-
cao braslleira, ettabelecida no territorio orien-
tal. Os Brasileiros rram all desollad.', e o
proprio governo Imperial publlcava official-
niente o numero daa victimas.
Nossos compatriotas viam-se obrigados a
procurar refugio no Rio Urande, a vivar ali
vida de miseria, vista de auas casas oceupa-
das por seus espoliadores; a servir de exem-
plo vivo da falta de proteccio do governo da
ua patria; a sublevar com esse exemplo os
olmos viris de seus comprovincianos, e a pre-
parar para poca talvoa nao mui .essasjl
vos disturbios Internos naquella parle do Im-
perio.
Entretanto a Europa, a duas mil leguas de
distancia, acuda a voz de seus lhos, infi-
nitamente mais bem tratados que os Hraiilei-
ros; toinava a si a defensa'do estado oriental
cr cacao e nter esse do Brasil, e que o Brasil
abandonava e esforcava-se por decidir, ja
deuin, ja de outro modo, a sorte dos estados
doPrala, sem ouvir o Brasil, snn contar com
elle, como se o brasil nao exististe na Ameri-
ca do SulI I
Travou-se a lula entre a Europa e Rosas, e
qualquer dos dous belligerantes, que trium-
phasse, Irlunpbavaconira o brasil, em menos-
cabo da sua pdsico e da sua dlgnidade.
A independencia da repblica do Paraguay
era lambem um devf r e um Inleresse do Bra-
sil. O imperio a tinb reconhecldo e declara-
do solenemenie que sustentara esse reconhe-
ciineuto rom toda mi suai consecuencias.
O Paraguay resguardava urna fronieira bra-
slleira de mais de cem legoas, que, pela dis-
tancia em que se aclia dos focos da furja do
Brasil, pela falta de vias de cooimunicaco,
e pela dcapovoaco do territorio da fronleira
e dos territorios intermedios que o separaui da
parle povoada do uratll, s pude aer rfncax-
mcnle defendida por un estado intermedio,
amigo c alliado.
Pur essa fruntclra do Paraguay ficaram fal-
seadas as posices militares do Sul do Impe-
rio, de sorte qae a independencia e allianca do
Paraguay era um complemento necessaroio do
systema que ilolia presidido creaco do eala-
orieutal em estado intermedio.
A independencia do Paraguay era atacada lam-
bem pelo dictador llosas, e nao poda ser de-
fendida Coui prospero succoso seno no Rio
da Prata.
Vencido o estado oriental, ou, mais propi-
amente, vencidu Montevideo, que fui o esc-
lito do poder de Rosas, o Paraguay seria iinuie-
dialauente atacado.
llosas linha eiu Enlre-Rios e Corrientes for-
cas sulcientes para Invadir e oceupar o Para
guay, e, se Ihe fosse necessarto, podia aug-
luenta-las com as que guarneciam Santa r' e
Buenos-Ayres. O golpe seria seguro; o Para-
guay linha tiomeus, mas fallava-lhe organlsa-
co e espirito militar.
Como defendera o Brasil ao Paraguay ? Co-
mo levarla o seu exercilo ao territorio da re-
pblica ? Ero quanlo lempo ? Com que sa-
crificios ?
E se Hosas trlunphasse em Montevideo, ten.
do dispoutvel o exercilo do estado oriental, e
ariojaudo-se sobre o Rio Grande, como acudi-
ramos ao Paraguay? Como Ihe daramos um
auxilio elfieai que coutaudo inesmo com a se-
guran do tito Grande, era de persi Uo difn-
cil?
Esse auxilio, aluda que possivel fosse, seria
iuopporluoo, e ale mesino Insensato em qual-
quer hypoihesc. Iuopportuno, porque o exer-
cilo brasileiro nao poderla chegar a lempo de
impedir o golpe de inao vigoroso e rpido que
Hos.s darla sobre o Paraguay, Insensato, por-
que o Brasil leria de mandar ao Paraguay a
melhor pan do seu exercilo se quizesse faxer
ali alguma cousa ; e importando a defensa do
Paraguay a guerra com Rosas, drizarla deseo-
berta a parte mais vuineravel do Imperio ;c
quandoo Rio Grande e SaniaCatharina podiain
1 ?. Secretario l a acia da sesso anterior
1 approvada.
i. Secretario menciona o seguinte
EXPEDIENIE.
lodlcio do secretario da provincia, a-
nhainlo a remessa de outro do Exm.
dioccesano, solicitando que sejam dis-
dos do pagamento do imposto da de-
ba predios do patrimonio du semina-
liacopal de Olinda.' eommlstio de /o.
requeritnenlo daa freirs recolhidas
nvento do SS. Corafilo de Jess da
de Iguarsss, pedindo que indepen-
ilenl da ultima preslacSo iln quota conce-
diila'pela lei provincial n. 98t da8 da mam
do anuo p., p., I lies si'ji concedida a quan-
tia de 1:400,000 rs. para concluso des re-
paroado ineamo convenio.-=A' commilliode
faienia.
Oulro de Francisco Vaz Cavslcsnle, e mi-
tros, pediado s creacJo de tima nova paro-
chis oo curato de N. S da Cunceitio da pe-
vsrci pelo mesmo modo isto he, sob a luz felicidadede suas ovelhas; mas nunca, Senho-
da verdade, e evidencia dos Tactos. Ssiba i de uossa auloridade proprla quelramoa
o Sr. deputado quo de Pesque ira PSo de no5 Ingerir no modo por que se selebra o cut-
}|K* duas legoas, e qu.tro villas de | S;.^*^1;;^* ^-c.
ao poder da igreja, lndeprndente do poder
Cimbres...
O Sr. Pas Brrelo: En mostrarri como
is-i> he impossivel.
O Sr. Vinto de Campos : ... pode ser que
O faca, vinteniando as leis da nalureza...
O Sr. Vais Brrelo : -- Mostr em quo vio-
lentei as leis da nalureza ?
OSr Piafo de Campos: ... Violentou sa
leis da nalureza, ora diminuindo, ora aug-
mentando as distanciss. S n'um ponto as
inforninces do nobre diputado senSo affas-
taram da realnla le, que foi no que diese a
respeilo da diatancia que decorre entre
Cmbrese o lugar s.-JoBu, onlecoiilina a-
Suella freguezia rom a do Brej pelo lado
o nascenle. A mesma exaclidSo senSo da
no que o nobre deputado disse acerca das
distancias que ha entre Cimbres e o riocho
do Vigario, que serve de divisa com a fie-
dra, Irequezia de S. Feliz do Buique.l- guczj, deGa'rsnhuns pelo lado do sul; por-
comu.loi/eM(afufies. quanlo desse lugar a sntiga villa de C.m-
Ouiro de Firmiaoo Jos Rodrigues Ferre- Dres silo onzn leguas, e nflu seis, como me
ra rendeiro de um sitio em Parnameinm Parece ter dito o illuatre membro j o creio,
pertencento ao patrimonio dos orlaos, pe- sr. presidente que ser muilo mais com-
dindoquesejaautorisadaa respectiva ad- modo para os povos daquelle municipio an-
minislraclo a azer oaforamento do mesmo darem seis legoas para l'esqueira, do que
sitio, cujo.foramento pretende o peticiona- onze para Cimbres, que l Oca nas raas da
no.A commissio depeticSes. freguezia
Oulro de Alexaudre Ju Dornellas, pro- !Se (inalmente o nobro depulado que
ressordeprioieiras letras da povoar;3o de da mesma villa de Cimbres Se.rra das Ulo-
Beuenlie, pediodo que por um acto legisla-
tivo Ihe seja concedida a sua jubilac,9o.
A' commissa de inslnic.o publica.
Oulro de Hermenegildo Marcelllno de Mi-
randa, amanuense, do lyceo desta cidade,
pedinilo o pagamento do servico que tem
preslado por liaver sido incumbido das
ras sSo u I j le.o.'S, p'ova irrefragavel de
que as infurmacOes que deram ao nobre de
pulado pecetm |or inexaclas...
O Sr 'aes brrelo :As quo deratn ao no-
bre depuUdu ser.lo exactas '
O .Sr. Pinto Campos :-... Exactissimas !
- Ssiba o nubre depulado, ea casa que da
runecoes que exercia o secretario do mesmo villa do Cimbres a referida Serra silo duas
lyteo.-.l commissai de ordenados. legoas, e n:lo oito, como informaran) ao no-
OHbM DO DA. brede.ulado, do sorle que por um Iris nao
ConlinuacSo da 3' discussao do projecto perlcnce aquella lucalidade provincia da
o. 2que transiere a matriz de Cimbros, pa- p3ralnba, visto que a Serra das Mocas ser-
ra a capella N. S. Mal dos Homens na villa ,e de linha divisoria entre esta provincia
de I esquena. e a da Par.hiba Collige-se, portanto, de
Ubr. ttgueira de Mello:Publicaremos em tudo quanlo lenhoexposto quea villa de
ni n"mero: l'esqueira nSo smente se echa no punto
Obr. PintodeLainpos:-Sr. presidente : ao central da freguezia, como mais prxima
ver V. Exc.expor a discussSo este projeclo, todos os povoados que existem naquelle mu-
lembrei-me de exclamar com Juvenal : -- nicipio, o quo tudo conslitue a convenien-
cee xltrum Crispinas el mihi sape tocan- la de sor tran.-fetida a sede da matriz
das'....
| para aquella villa, tanto mais quanto, se-
Eis Crispir novamenle a sceoa posto,'gundo a letra do Cune Tridendmo, duas
tasceiia muila vez hei de chama-lo.. silo as causas que delerminam as divjsOes,
Posloqueeu fosse prevenido em muitos g desmerabracOiS das freguezias, assim co-
argumentos pelo nobre depulado que ha mo a transferencia da sede das matrizaa :
pouco allou, e se ache a materia quasi exsu- primeira causa he a distancia da igreja
nda, avista do que se tem dilo e repelido parochial:o asegunda he a aspereza dos
sobre o mesmo assuuipto. lodavia nSo julgo camitthus, mormente quando ludo isto se
convoniente que psssem desapnrcebidas, e junta a falta de quem administre os Sacra-
aem a devlda rerulacSo, algumas proposi- mentos. Ors, achando-se actualmente a s-
cea que na sessuo do honlem emitir o no- de da mstill de Cimbres no cume de urna
bre depulado que fallou em ultimo lugar, o ,erra, como todo o mundo sabe, e eu tenhu
br. Paes Brrelo, que permiltira que eu pro- demonstrado, claro esla que essa tramfe-
lira o seu nome. rencia acha-se nas clausulas do concilio.
Senhor presidente, as informacOes que o Tenho tambom notado, Sr. presidenle,
nobre membro aqu nos tem dado aeorca da noure deputido semprn que falla con-
freguozade Cimbres, teem, quanto a mim, { pr(,jeclo tras a discussilo ns stviqos
um s ment, que he terem sido dadas pelo dos in,|s como que os fazendo valer no
nobre deputado jaorquanto eu ss cnuside- pr(.a,.lllc CS0 eic. Primeiramonle direi au
romu mcompleas.senao inexactas e he ;obre d(lUllo quo nunca puz em duvida
pena que rossem spadnnhadas por tao no- Mfs gervicos. antes os recuiihero ; ,m
bre campeao, em cujo criterio alias lano cum0 n3u entendo que os inleresses dosl.i-
acredito. Entrando, pois, no desenvolv- 'diossej,m 0J unlCos, que devam pezar nes-
mento dos pontos pnncipaes da questBo, ro- QU0lau p0is que ellos nao sSo os nicos
gareac.saquemerelevedequ.lquer ex- pr,,ch..nus du Cimbres, e que por cunse-
pressSo menoscabida, quo por ventura re-
quencia lenhsm mais dro.itu a ser alie ii-
quandoo Rio Grande e SamaGatharlna poaia.n sslt.r da correntia das minhas palavras, os tanto mais porque sci que pelo regu
aer atacados, o exercilo e grande parle d!e|P.rts.l*'.. S J* r8Ura-',> Qua"do U-_(.meato a instruccOes que dirigem s sl-
tsiaria separado dessas provincias por dsenos sim scunteca. Ideiaso governo lie aulonsa lo a dar-lhes
decentenaa de legoaa e oceupado ua defensa o nobre deputado, quem me retiro, pa- rapP||ii0 ,. ruistou promplo a rutar
de um territorio "''nel. 'fln' ,'?''".'! receu mararilhar-se quando eu d.sse, quea p0rqua|uerqiiota que seja aulllciento para
go assol.va o territorio da patria, corlara ao |||, je pefqUelra demora no centro da fre- {!._?,. "i. e.nellania Dpmais o nohreida.
nosso c.erciio.ua, communlcafaes, deslocava- e 3-DrfJ contrar,ando-me nes- lX^i^ValMM^tom^f[^
o dn ua haca? di nnrrarAes e de recursos, C r i_ j -l DUlsUO Sine quo a luoia niu esm luuuaua
ur.ola,ae.nnl.vPa. 5 te ponto, o nobre deputado como que vlo-1 g,^ vlll. de Cimbres, e que as suas
A defensa do Paraguay por mel de um exer-, '""tou as leis da propria nalureza, supn- d,Us esUo Cl)rnprel.eudidas enlre-Cimbres
ello brasileiro era, dado o irluuipho de Rosas mindo, aropliaudo e limitando os trminos p,,squelrai de sorte que tanto faz recor-
no Ro da Praia, urna verdadera iinpossibili- physicos, como provare pelo mappa quo '-... a um como outro punto; isto he evi-
__1- .___________la. _______ kiia ^,. rt dofin iIb > .-i i I i iva n ii n nm unarfi .ln fu ,. i- n t. I .. -*.. ..
dade; e naqu.lla hypothese, ou o defenda aqu Irsgo.queem verdsdo foi orgsnisado ',|el)temelUe, e espero da lllustrsejlo do no-
com seu exercilo, ou oabaudonava a su* sor- ,ob dados e nformaees de petaois njedig- bre jpuiau0 que desistir do proposito de
". nas. Um d -" .-j~. a* ~ ->-
Parece-nos que todos comprchendlam isto, bre Jepult
i, comprehendeudo-o, a consequeucia lgica peitsr
INTERIOR.
UlO DE J\M-:iRO.
Roiai.
Nao eitam longe os das, de ingrata recor-
dm;ao, fin que'sobre as fronteiras do impe-
rio do Brasil ludo se fasta sein elle e contra
elle.
A independencia da repblica oriental do
Uruguay, que o Brasil linha obrlgaco posi-
tiva de defender, e que alm de um dever he
um inleresse poltico, fnlorcsse de equilibrio
e de seguranc para o imperio, era aniquila-
da, absorvlda peto dictador Rosas.
A ordem constitucional da mesma repbli-
ca, de que u Brasil fol fundadora que inieres-
lll\ V.MII|"UIUIUIIIUU-U, S> WWHV-S^ .-- m*l|M
Roaal". Rio^P,al..B.e;r.g,u.eU,.nP.orer.r fswffu
a oceupaco e a absorpcao do Paraguay.
i^iin havia ineio termo. Ou atacar llosas ni
Rio da is.it i ou abaodonar-lhe tudo.
Asorle que corrlain esses grandes inleresses
polticos corriain-o lodos os demals intereses
braailelros relacionados com o Rio da Prata.
Citaremos para exemplo um dos mais impor-
Pelo aclo addicional da convenci de 1828
adquirios dlreilo i navrgacao do Piala e de
seus atuenies, ao menos por qulnze annos,
da maneira que se estipulasse no tratado deli-
oltlvo.
llosas 1. despojava-nos de fe elo deasa na-
vegado, imposslbilliando a celebracao do tra-
tado dlfiolllvo; >., deapojou-nos dejare de-
clarando rota a conveufao de iSJS; 3 ., ioten
lando eslender esse despojo nav.-g.19ao lluvi-
al que temos em parle do Paran e do Pa>a
guay, e naa agoas da Laga Miruu e do Ja-
guaro.
As razOes em que assenlava esla ulliraa prc
lencao erain liradas da demarcaco de liiniles
em 1777, que auslenlava eslar em vigor; ea
validade desla demaic.cSo era equivalente ao
desmembramento de importantes e extensissi-
mas purcoes do territorio do lmpeilo.
Impnriava laso o itafu aun da provincia de
Mallo Grosso, a perd das Hissdes e de outras
rlquissimas e povoadas por(es da provincia
de S. Pedro, a ruina e Iragmeolo que nos f-
casse dessa provincia, o perigo paipavcl das
de Santa Catharina c 8. Paulo.
Mas deixando destruir nossos inleresses po
Uticos lepieseotados pela independencia ori-
ental e paraguaya ; deixando que os B rasileiros
fossem roubadus e assassloados, deixando ar-
rebatar a navrgacao do Prata e dos seus alllu-
enles, deixando que nos fosse coulestada a que
temos em parte do Paran e do paraguay
da Lagda Mtrim e do Jaguaram; deix.iudo-nos
atneacar na integridade do territorio brasi-
leiro, adquiriramos por ventura ao manos a
benevolencia ostensiva do dictador argentino,
seriamos tratado sequer com corte-ja?
Respondemos sein hesitar Nao1. Ser este
o assutuplo do terceiro artigo.
A. O.
(Jornal do Commercio.)
PERNAMBUCO
ASSEMBLEA PROVINCIAL.
SESSAO KM 2 DE MARCO DE 1852.
Presidencia do Sr. Bario de Cepibmribe.
As ooie a mela horas da manhia, lei la a
chamada acham-se prsenles 2 seubures depu-
ladoa.
O Sr. Priiidtnli abre a sessao,
dos ma.orea indicios de que o no- impug,r uma me nda de taina vantagem
sdo se achs em manifest engao ,que||es povos, orno tenho detnons-
das peculiaridades daquella fre-! {,, or t,nlli8 vezes, e seus outros inte-
' resses quaos da jusli?aquesupponho basear
as ni'iiiia; observacOes, Sr.
presidente, n5o posso deissr do disconcor-
dar das opiniSes do nobre deputado, o Sr.
Figueira de Mello, relativamente a maneira
porque opina elle que esla assembla deve
proceder em negocios ecclesiaslicos, pie
cindindo de ouvir a opini9o do Etm. dio-
cesano ; quando estuu muilo convencido de
que o facto de ouvir-se o ordinario em ques-
lOes desta nstureza nSo he uma mera defe-
rencia, mas si ni um dever, firmado em di-
reilo expresso Isto he doulrina crrente, e
que jamis nunca ser controvertida a me-
nos que senS.xIescoiiheca a necessidade de
harmonia entre os dous grandes poderes,
que regem b mundo ; o que eos nSo hade
permillir ( apoiados. )
O Sr. itapU'ltt: Sr. presidente, quando
alguein procura lomar alguma medida, ten-
dente a por termo as disrcues prolongadas,
e occioxas dos corpos colleclivos, nao fallam
almas geuerozas, que se levaolem com bous
motivos em favor do principio de plena dlscus-
5,111, que dizem ser a alma e vida dos governos
representativos. Entre unto lodos os das,
novos fados eslam mostrando, que tudo, que
he humano, deve ter regras e limites, e que
nos parlainrulus he indispcnsavel urna medi-
da, que subque as discussOes Impertinentes.
Parece-me que estamos justamente neste
cato, 'l'.u 1 -.-.' de transferir urna malrix de
um para outro lugar. Appareceu um reque-
riuii-ii-.i, em sentido mui judicioio, c louva-
vel, Para ae ouvir sobre o objeclo, o bxin. e
Km. Dielado picesano; A assembla lem
moslrado um assenlimcnlo quase geral es-
to requerimento. m s, apeiar disto, rola urna
discusso, que val sendo inlenninavel, ver-
sando loda ella sobre objeclos, que nao sam
de nossa competencia, e sobre ua quaes nao
podemos ler ouiras informacoea ceguras e
lees, seno as que nos der o inesmo Exm.
prelado diocesano.
Com e lleno lem-se dilo que a matriz de Cim-
bres est arruinada; que all se nao podein
celebrar os actos Divinos, com a precisa des-
cencia, que inesmo nao ollerece as precbas
proporcOea para a celebraeo de iodo o rito, Se,
Creio que ludo Isto he a uiamfeslacao aince-
ra, de que estamos ns oceupandu com coisas
que eslaiu lora de uossa aleada poltica. Se a
popuUcu cresce, se as auaa necesjaldadca ea-
piriluea augiueutam; se aa dlslaoclas e mios
camiuhus, que ha vencer, defllcullam ou
loroain quaze Impossivel a prestaco dos soc-
eorros da religiao, criemos freguezias, Irans-
fiaino-las, e seinpre ouvindo anlerlonueule
o pastor da igreja, primeiro luleressado na
1 a, ______ 1 ejariji 11 u" sjr u1
de Cimbres, no centro do municipio o que i ,B QPUC;o
me faz crer, que alguem abusou um pouco T,rBSnii,do
da bondade e candura do nobre depulado
na exihico de taes informaces...
0 Sr. Vaes Brrelo : Discuta a queslo,
nSo te importe com o mais...
O Sr. Pin/e de Campos : -- Perdoe o nobre
depulado ; eu estou disculindo s questSo,
e, refutando as suas proposicOes, respeilo a
sus peisonslidade. Estou sustentando que
as inforuic.0es quo Ihe deram resentem-se
da falla de exaclidSo ; e nSo ser isto dis-
cutir o ponto do debate ?
Diaao o nobre depulado, Sr. presidente,
que da villa de Cimbres a extremidado da
freguezia, pelo lado do Buique, sSo 16 le-
goas; quando toda a freguezia de Omines,
de nascente poente, uo tem essa exlen-
co Eu deoionslrarei ja : rogo a atteocSo
daclsa. Da villa de Cimbres fazenda do
Gnrimum slo duss legoas ; do Gerimum
Jatoba, uma legoa ; de Jatob ao Sacco, le-
go e meia ; e do Sacco ao Cumbe, que ser-
ve de divisa.) s duss freguezias de Cim-
bres e Buique, he outra legoa ; vendo, por
conseguinte a casa que entre cinco legoas
e meia, e deseceis,ba muita diiTerenca Eis-
aqui purque deuloro que as itiformafd'es que
forneceram ao nobre depulado sejam ine-
xactas...
O Sr. Paes Brrelo :-E provou ?
O Sr. Pinto de Campos :Creio ler prova-
do exuberantemente que da antiga villa de
Cimbres ao Cumbe sSu cinco legoas e meia,
e nilo deseceis, coma afllrmou o nobre de-
pulado. Oque ora estou dizeodo ne bebido
em fontes puras, ern cujo abono invoco o
testemunlio de todas as pessoas cotihecedo
ras daquelle territorio, e de suas dimen-
ses ; nSo receio portanto ser contrariado,
e quem puder que o fags, que achara em
mim muila docilidade, uma rez que appa-
re?sm ra.-Oes que dislruam as que bei apre-
sentado.
Disse mais o nobre deputado quede l'es-
queira PSo de Assucar s9o dez legoas se
bem me record...
O Sr. Paes Brrelo : M3o disse tal; sSo
oito legoas...
O Sr. PO1/9J de Campos : .... Aioda ss-
sim no be isto exacto, e prova-lo-bei de
modo irrecuswel...
0 Sr. Paes Brrelo :Prorar pelo mesmo
modo !
0 Sr. Pinte de Campos -Si o, senhor, pro-
temporal, lano mais, quaoto nao somos
111.11. habeliladoa para laso, e a nossa ingerencia .
pode ser funesta, alem de anarchica por ser
luvazora.
He verdade que agora mesmo ouvl um hon-
rado membro dizer, que nao era preciso ou-
vi.ni ,s.... Bisa, e Rui. Prelado Dloceano.
O Sr. f'iguiira: Disse que elle j ful ouvi-
do.
O Sr. Pan Barreta : Nao senhor, disse que
n' 11 era preciso ser ouvido.
O orador : Senhores, he bem cerlo que a
tendencia desles corpos he para pdr em
duvida as verdades mala claras, e Incoucussas.
He preciso, que tomemos as coisas em con-
creto, e nao andemos em Vsgss abstracedes.
Nestas materias he verdade, que nSo podemos
despojar-nos de loda a nossa auloridade; pois
basla o faci da igreja estar na socledade. Las-
la a raxo do poder temporal concorrer cotu
suas rendas para a congrua dos parochos, para
que leuha o poder de decretar a crearao, ou
transferencia de freguezias; cV mas islo nao
querdlicr, que o possamos faser- exclusiva-
mente; pelo coulrario as relacea que existem
entre os dois poderes: o lempural e eelezlasti-
co; os inultos pontos de inleresse e conserva-
co 111:1,11,11111, em que ambos vlvein,
revelam evidentemente a necessidade do con-
curso livre eesclirecldo de ambos os poderes
para esles actos: revelam, para assim dlzer, a
necessi.ladc do principio harmnico: pols a
igreja c a socledade devem viver lo alliadas,
tao unidas, que, apezar da Independencia dos
dois poderes, apprezente como que um s lo-
do a cerlos resprltos, romo o corpo e a alma
vivem unidos no mesmo homem. Enlendo,
pois, que nao podemos prescindir de ouvlr-
inos a S. Ex. reverendsima.
O Sr. Figueira de Mello : Se ouvlmos, nao
prescindimos de nossa auclorldade.
O orudir : -- He preciso que saibamos como
o devenios ouvir. Devenios ouvi-lo possui-
dos de vivas conslderaces; devenios ouvi-lo,
tendo-o como a foole, il'onde nos podem vir
as nicas informaedes seguras, sempre pos-
suidos do dezejo no pormo-nos em comiuuiu
accordo.
Sr. Presidente -- se como observo, amatoria
da casi quer appruvar o requerimento, para
que mais discusso? Se por ventura no regi-
ment liouvrsse alginn aiiigo, que me aucle-
tizasse a pedir oencerrainenlo da discusso, eu
o invoca) la desta vez.
O Sr. Paei Brrelo 1 ~ Aqui nao temos rolha
O Orador : Pois, como nao temos rolha,
direi que a falla della estaos fasendu grande
mal.
Concluo, declarando que vol pelo requeti-
mento.
O Sr. Paei Ramio: ~ Inssiste nas suas pri-
mitivas ideias. qi anlo desconveniencia da
muJaiica proposta no projeclo em discusso,
e responde aos oradores que o lein combalido.
O Mr. Pinto de Campos : Sr. presi lente ;
pedi s palavra para dar uina expllcacao a
casa.
Quando so tratou desdo projecto em pri-
meira discusso eu disse pur mero equivo-
co que o rio l'anema passava por dentro da
villa do Pesquiiira, quandoo que eu tire
em vistas duerera que esse rio passava
pelo municipio. E como essa especie de
inexaciidSo mo seja agora laucada, como
prova de que fui inexacto em ludo o mais
que disse, declaro que o falta que entilo
eommetti nSo foi intencional j Isnto as-
sim quo desde logo liz rcclificaces ursle
sentido ; o por cerlo nao esperava da leal-
dade du nobre depulado que se prevalecesse
de um dado lllo fraco, avista d Ihaneza
com que conr ssei o meu equivoco 1 E quan-
do mes no fosse um erro voluntario, eu di-
na que era em troca das multas inexacti-
dOes d que se acham rechiadas as suas iu-
formagOfS ainda qoe Ihe fago a justica de
cro-lo de boa f neste negocio.
Pesqueira. Sr. presidente, para ser abas-
tecida d'sgoa Dio necessita do rio Paue-
ma ; la esUo os tischos de Pedra d'Agoa e
S.-Caetsno para abun larem d'agoa os habi-
tantes daquella Tilla, que felizmente nSo
tem a sorte de Cimbres onde apenas existe
uma especie de barreo, em que se conser-
Vam agoa eslsgnadas, durante o invern ;
passando o qual vo os seus moradores bus-
car agoa na Tapera, ns distancia de um
quarto de legoa. 0 nobre deputado que con-
teste esla verdade.
O Sr. Vertir de Carvalho:Sr. presiden-
te, o requerimento a,iresentado honlem,
nesla casa para que seja ouvido o Exm. his-
po Diocesano, julgo que de maneira algu-
ma deve passar. U Exm. hispo j foi ouvi-
do sobre esla materia e ja o foi por duas
vezas. Na primeirs elle coucordou na trans-
ferencia, porAm na transfalencia simples-
mente provisoria, purque enlSo se dizia
que a igeja matriz de Cimbres se achara
completamente anuida, e que por esle a.0-
ivo nSoaepodiamalli celebrar os actos re-
ligiosos ; em consequencia o ExoJ. hispo
apurorou, uti foi deopiuiSo que a matriz
losse transferida provisoriamente para Pes-
quero do lugir aunde aeacliava que era
em Cimbres. Depois appresentando se nes-
ta cas o projecto da tranaferencia delimti-
va, foi elle ouviJo e mui perentoriamente
declarou.que tendo refleClido sunaiaeiilo
sobre a materia, de maneira alguma corcor-
dava em tal. Ora se o Exip. bispo, ja len-
do em attencao a discusso que houve nea-
sa casa, tendo em atlencSo a sua primeira
informacao, tendo em aliencSo nSosos
documentos que molirarsm a sua pnmeira
itiformacao, mas anda os ulliuius, que Ihe
foram remettdos pelo Exoi. presidente da
provincia deu o seu parecer ; declarando
que de msneira alguma concordara ua
transfereucia da matriz de Cimbres psra
Pesquciro; eu entendo a vista disto, que
este requerimento he wleiramaoie luuuiil,
e demais a mais ollensivo da dlgnidade do
mesmo Exm. bispo ; tanto mais quanlo hon-
lem se disse nesla casa que o fcxm. Dioce-
sano melhor informado poderla mudar de
parecer. Mas aonde existe a prora da pro-
cedencia de simllhanle opiniSo ? Quiea sSo
os dados que levaran, os ooures debutados, J
, suppor que o Sr. bisyo uu oslara com- ^ '
neleulemenie informado e que por con-
sequencia linha sido ieviaouo ou ao menos
precepitado no parecer que H'"-
Jlgum senhores deputados 1 Ninguem
dtSSw*oK^ 11?. t
quenc,-. dos principios ^W'f/^^
nobres deuuladus; os.sca.TO" que os e-
maiiram. J.m .ceiiar*.''' cousequen-
C'Sr. Pan/o de Camm r. If uma conse-
miiliram, devem acerarsjl
nuenci, muito graliaa...
O Sr. guiar : tu ^0 apresoule
ore-
/
1
MUTILADO
i


f*
. **
wszQm

quermento, responder! to nobre depu-
tado...
O Sr. Pirtirt t Carvalho : Eu estou
c invenci lo da que, o Gxm. Dioces.no o.
su segunda InforoMcSo, leve ein vista t
di-cussSo que le tuacitou nesta esa, e cu-
tio rom que fundamento sa dir aind. pe-
dir Ihe nova Informar/Jo ? Se pessar o pre-
cedente, enISu conforme vari.rem as ln-
formacOes tantas veies se deverSo pedir no-
vas, eiquevenha urna, que agrade ...
Um Sr. beputudo : NSo se pedem in-
formeoOea..,
O Sr. Perera di CarvMo : podem-s ;
sanio requeiroooSr. presidente que mande
lerorequt-rimenlo (Le-se.) Note V. Hic. e
a casa, que os papis, pelorequerimcnlo
devem aei remetti los ao Em. bisp pra
que ell > rtconiiderondo a materia, de um
inform.cSo que habilite a casa na docisSo
desle negocio etc. Mas quem disse aos no-
li'i-s dnputados, que o Eim. bispo nSo te-
ve m vista lodos esses papis o documen-
tos quando deu o seu parecer pe segunda
ver .' Co.iio podero aforar semelhauteas-
serefln, se quizerem atteoder para a forc-a
dos te m.is por file emaregados quando
disse, que reflecliodo cui lado-a, ou seria-
mente sobre a materia, entenda que nflu
convinha a mudanc- ? E, note V. Esc. que
o Emn. bispo derlira no seu parecer, ter re-
cebido os papis e documentos, e te-Ios
examinado. Ora.ton.lo elle "i vista lodosos
documentos expresssn lo-so por palmas
tao terminantes, Tazando sentir altencSo,
que emprrgou no ex.me do negocio ; para
que se ihe reenvan) es-c. documentos para
de novo reconsidera-los ? Senhores, eu en-
tondo. que esle requerimenio he inconye-
oiente, e digo mais he al oOensivo da dig-
nidadedo Exm. bispo; e eu coilocado no
lugardelle mullo me molest.ri. com seme-
lhanie proceder. Talv 'i nSo tivesse funda-
mento para isso ; mas depois de urna dis-
cus-rio solemne nesta casa ; depois do ter
rmellido o seu parecer, e asseverar ler re-
ili'c'nlo seiiamenle, rec.n.biar-se-lho os
papis, para de novo reConsidera-lus, lie
incunleslavelmente urna uffnsa, Ulvez
mais ainda ; e eu de miuha parte digo, que
julgaria este acto urna oll'ensa a miiih dig-
ni l.i lo, senSo urna injuria, e coilocado na
emineiicii, em que elle se acha, devolv ria
os p.peissem dar mais netiliuina infurma-
i;... l'i lo inciii s i.....-ii .I '-la maneira....
O Sr. Pinta de Campal: Elle nSo se con-
sidera infallivel em suas decises....
O Sr. Vertir de Carvalho : Senhores se
appar. c.'ssem documentos novus, a que o
Sr. bispo nflo tivesse prosudo a devi Ja al-
tereitudado a materia aerl.mente; (Jirel
ainda alguma cousa a respeito do que ba
pouco acabel de ouvir nesla casa. O hon-
rado menibro o 8r. Figueira de Mello aven-
tn a idola de aer conveniente, que as ma-
nilas sejam eollocadaa nos centros das fre-
guesias.e entSo diss, que Pesquetra he o
centro da fregueiii, e que por consequen-
cla para la devla ser transferida a matrli de
Cimbres, e suppoz ter apresenlado um ar-
gumontu irrespondlvel. Senhores enmei-
ramenle he de notar, que nflo est demons-
trido, que Pesquero seja o centro da fre-
guezii, e quando estivesse, eu de msneir.
alguma psssa concordar nesto principio
genrico, e direi muito cathegoricamente
em opiiosicSo jalo, que nem sempre he
conveniente, que as m.trizas sejam collo-
cadas nos centros das fregueii.l...
O Sr. Unto di Campo : O principio he
novo....
O Sr. Vtrtlra di Carvalho : Estimo
muito que o nobre doputado, conteste este
principio ; para eu provar que elle he vor-
dadeiro. Senhoros as matrizes devem ser
collocadis nos centros das povo.cBes, mas
nunca no centro dos terrenos, nunoa no
centro do material. As matrizes nSo sao
para os campos, nSo sSo Taitas para os ani-
maes : e eu apresenttrei casa um exemplo,
que tem a vantagem de estar bem ao alcan-
ce dos nobres depuUdos. A matriz dos
Amigados esl collocala na extremidade da
freguezia, entretanto que tom dahi em dian-
te urna extancSo de duaa leguas, ou duas le-
guas e meia ; entretaulo aonde, seria mai
conveniente a sua collocacSii se'ia por ven-
tura no engenho Ibura que he o centrb pou-
co mais, ou menos do terreno ? NSo, por
cortro; devia ser coilocado aonde esta, Uto
he na extremidade do aeu lerreno;por isso
que o lugar mais provado, he o dos Afoga-
dos; e que ale,n disto he quasi o centro, ou
pelo menos o lugar mais aproximado dos
uulroa povoados. Sendo pois as matriz -s
para a administrado, e fomecimento do
pasto espiritual aos seus Tregueses, claro
estaque o lugar mais conveniente para a
sua collocagao ho nqu'Siionavelmente o
centro das povoacOes, e n5o o centro mato-
rial da freguesia cumo disse o illustte de-
put.do oSr. Figueira de Mello ...
O Sr. Pinto di Campos : Comparar urna
freguezia que tem duas leguas, com outra
que tem 16, nSo me parece que oroceda,...
O Sr. Parara di Carxatho : O rij-u men-
t f.'i este, quo a collocacSo da matriz devia
ser no centro do terreno da fregueiia, este
foi aquestto, presenlando-se como grande
argumento esse da vantagem das matrizes
seren collocadas no ceniro das freguezias,
Irabalhoa d*re genero, nt que estamos Intel- m.Uvantijoso da freguezia; ser competente
rameal* atrasados, que nlo tenso, o neerssa-
rlos m.ieiiaea; como haveinos de diier que o
Irabalho que eal.t he o asis perfello po.slvel,
alienta, a. clrcuniil.nci.i aoiuaei ? O que o
nobre deputado poda dizer, he que esse tra-
balho teinuiu grande mrito, perqu he oprl-
melro oeste genero, e porque para ao dlanie,
quaodo bouver quem se qiulra encarregar da
miailitica de pttt i tem urna fonie, J4 l*m um
auilliar, que Ihraervede muito...
O Sr. Valemtim filUla: Eolio concorda
em que he bom?
Sr. Vertir de Carvulh* Ku slnto prefu n-
damenle que o nobre deputado, se tiquee do
que oigo, e me alrib .a aqulllo que cu nio digo.
A casa ourlo-me, os uieui discuraos sCo publl-
caiioa nos Joroaes, e aiscguro ao nobre depu-
tado que cu nio altero ineil pensamento, tal
qual osennuncloaqul na casa, asslin os delso,
son mullo fiel exacto, e eolio o nobre depu-
tado leri occaslio de verificar se o que digo he
ou nao exaclo...
O Valentim Vltela: Eu respond a propo-
slcio eiiimlttld, tal como a ouvl, nio como fol
explicada depois; pois o que o nobre deputado
disse, foi que a estilstica nao era perrilla, nio
servia, nem podia ser feita por qualquer...
OSr. Pcrara de Carvalho: Eu nao disse Is-
lo, pelo cunlrrio reconhecl -Ihe grande mri-
to, por ser o prlmelro Irabalho nesli ge-
nero....
O Sr. Valentim Vilhla : Isso he agora...
O Sr. Perera He Lawttlio : Nio, senhor;
nio me retracta...
O Sr. Valentim filela : -- Nio he retractar,
he emendar...
O Sr. Partir de Cartalko i Posso carrlglr
urna expresao que julgue menos conveniente,
maso nobre deputado nao me tem visto retrac-
tar nunca, nio o fia, oio o faco, e capero em
Dos nunca o faier ; na mlnha vida nio be faj-
loa que autorlsem este Julio, que o nobre de-
putado quia faier de inlin...
Sr. Valentim Villela : NSo digo que
retractasse agera ; corrigiu esse pensa-
mento.
O Sr. Vireira di Carvalho : SSo oBeitos
da memoria Jo nobre deputado que lazem
com que me julgue assim.
Disse o nobre deputado mais, que nn con-
cert da matriz de Cimbres po iiam ser dis-
Eu Sr.
para dar otitras InformseOf ; nal nao he
competente para dar informales sobre cus-
i de obra de pedreirs, earpina ect..
O Sr. Figuilra di titilo tIsso demonstra
Snaconsullou antas para podar Informar
epols....
O Sr. Perera de Carvalho:Quero concor-
dar em que tlvessa consultado : mas por
ventura sa pessoas quem conaultou ae-
rism pessoas proffessionaes para dar o aeu
Vol ?. ..
Sr. Figueira di Mello: llevo suppor....
O Sr. Finir di Carvalho :Devenios sup-
por milita cousa boa....
O Sr. Fi)iiir de Vello:NSo cusa muito
a fazer um orcamonto....
O Sr, Perera de Carvalho : -- Cusla-mn
muito por exemplo, que nSo tenho conhe-
cimento do que custa a mSo de obra nesses
lugares, e por isso julgo o mesmo de outras
pessoas, que nflo sSo professionaes.
OSr. Figueira de Helio :~0 nobre depu-
tado, he leigo na materia, senSo saberia,...
O Sr. Perera de Carvalho :0 nobre depu-
tado f- z supposnao, nio afflrma que um car-
pina, e um pedreiro tivessem fetto esse or-
namento, se o nobre deputado desta manei-
ra prora as cousas eotSo eu vou provar
tudoquanto ba neile mundo, ludo quanto
quirer....
O Sr. Figueira de Mello : Eu fundei-me
em documentos olllcues...,
0 Sr. Virilro de Carvalho :-NSo os vi ; so
o vigario emmitte esse juizo. EunSosei o
queheamat'iz de Cimbres, porro possi
aseverar t, casa que tal dispendio nSo se
di, porque como Jase disse, as matrizes do
interior, sSo pequeas capellas e estou cer-
to, que essa matriz nSo b-de ser um tem-
plo sumpluoso e os reparos quo se loe que-
rem Tszer, nSo sSo para flcsr um templo
sumpluoso. Porm supponha-mos que se
quer dar a esse templo formas gigantescas,
ainda assim a provincia naodevo concorrer
com mais do que he preciso para o fabrico
da capella-mr, o mais llca por cunta dos
povos; e fique corto o nobre diputado, que
pendidos mais de 30contos de rs. .
presidente, nSo gosto de aventurar prdposi- o actual vig.no for um hornea, v.rtuozo,
Oes que de m.noi.a alguna nSo possa pro-. m P'^ *. ( supponboj e,n Clu,-
ar, porque pelo menos, porlnteresse pro- "res "es-no ello polera levantar nSo 10
pri. eu nflo desejo culloaV.me em um. po- I templo, como dous, tres.tfu.troe cinco,
sieso falsa, nSo quero collocar-me num ter-1 wova esta, em que os c.puchinhos Dio
reno, cuja posse me seja precaria. He sa- cn"cerl1"'n t"P" rruinados, como os
bido que^as assemblas pro.inciaes concor-' ediQOo. Do que levo dito se seguo pois so-
para a eonitrueco das c.pell.s-mores; "hores, que a causa da ruin, dos templos
uno he a pobreza dos habitantes, he a falta
fur-
ria, por isso que ji havia dado dous pare-
e tamben he sabido que onslru.d.s as ca- <> h a pobreza dos habitantes, he falla
pell.s-mores.poJem-se celebrar tolos os of- de zello dos pastores que nSo fazean
.. .---------:. vorr a f dos povos, porque urna vez que o
l.ncJoiTaeolleos Dio houvesso examina- >rem eoliocadai no .cmro d s ireguezi.s,
do, eu seria o primeiro a concordar com os o quo sobre modo me dnirou....
nobres deput.doa que aprsenlas esla i- O Sr. Pan Brrelo : E anda assim nSo
epulados que ap
dea....
OSr. Pinto de Campos: E como sab', que
elle n.io lera uovos ocumeutos ?...
O Sr. Perera de Carvalho Porque se elle
os tivesse, e fossem taes, que Ihe fizessem
mudar de parecer, leria feilo ch'g'r ao co-
nhecimento desta casa sua nova opiniSo, e
os nobres deputados inleressados como se
acham neste negocio teriam a precisa noti-
cia e servir-ae-biam delles na discussSo, e
por lano nSo hi oulros documentos, se-
ni.i os que existem na casa, que sSo estes
que lenbu na mSo, e tanto mais, quanto hi
bem pouco dias fui, que o Exm. bispo deu
o seu parecer, e assim nSo sei se ser muilo
curial, se sera mullo conforme ao respeito
que devenios ler aoseu proce Jinienlo em
negocios desta ordom o suppornios queelie
obrou levianamenle. Seunores, nflo con-
cordo pois com a m teria do rrquenmenlo,
e entemlo, qun os Srs, que nSo se cunfor-
iii.iin como parecer de S. Exc llvui*. de-
esia...
O Sr. Pint de Campoi : O nobre dopu-
tado, diz que ii. .....
O Sr. Perera r/e|Crrt>Mo : Est.... depois
disto o Sr. deputado Figueira de Mello diese
que a matriz devia aer transferida pela van-
tagem da decencia do culto. Sr. presiden-
te, eu entendo que esta casa nSo he de ma-
neira alguma competente para avaliar da
decencia do culto. Oque se entender por
decencia do culto? entender-se-ha por ex-
emplo que a docencia do culto consiste sim-
plesmente em ter urna igreja, islo he qua-
tro paredes, com um teclo ? E note V. Ex.
quo ontem se disse aqui que 4 paredes cum
um tocto nSo era um templo, porque o de
Cimbres estiva arruinado & &. Por ventu-
ra consistir a decencia docuto na celebra-
cao dos olTicios divinos simplesmenle no
templo ? Entendo quo nSo. Decencia do
cullo sao outras cousss,.....por exem-
plo, pompa e magestade ns celebracao dos
.. i actos divinos, aue so podem ser sustentadas
nam ser man Trancos, era mais d gno.ma,; C41,,lllle,,j01 fiei^ ou pe|os rendimeu-
consentaneo Com a su. d.gnida ic od s,e- PJ lrlmunll, lU; lgPejM e sobo lu .o
icn, que iiaoconcord.vati.com efsepare-IJ J BC0o, reipal .reiieracoegravida-
cor. ma. nunc. recambiar-se-lhe. nunca di- ffigfffi* He s, que assistom a ce-
h.
nada
Ucius divinos. A que vem pois proposi
Oio da possibilid.de de g.st.r-se 20 conlos [ se concertara matrizes e T.r-se-
na construccSo da uiatrU de Cimbres ? Que lo que se quiser. (Apolsdo.) porque, na
em a casa com isto ? Que nos importa que ha mais forte, nem mais poderoso do que a
olla costo 20,30,40 ou tOO contos urna vez olede do bomem pruicipalmonte quan-
que a assemhla s d os meios necess.rlos doJ,^mu.'n,1e1s.ll.m.ul.0a.,0.,,?de^os', como he
uitas par
matriz
De mais quo dados existem, que calculo parto de Goi.nna que tem por nomo....
se fez p.ri saber-se que essa matriz pode qu.l tem patrimonio,, qual hecoberla de
dispender em seu concert 20 contos j quan- ''"""i
q
para a
absol
dos 0(11
. construccSo da e. pella tV, que he 'gf^SSXSS&l pm ..
utamente uecess.rio para a celebrado 0Sr: Vin>ra de Carvalho.-Km mu
lllco.divinos i "" 52f rSI 5*
zer-se-lho que reconsidere. Pelo menos eu
I. no desta um u -ir i ,' e no lugar do Exm.
hispo, jamis datia outro parecer, devolve-
ra os papis m: ti no>0 parecer ; e se acc-i-
so i;., o/.'-s ii, que o ja da lo nao era con-
veniente desp'ezassetn-uo ; porque ou lam-
boni o.ni) na a assembla delerminasse a
tiansferencia da matriz de Ci ubris para
l'esqueiro, de maneira slguma dari. cuni-
1 rmenlo a remedanle acto legisl.livo ;
senhores, eu pens sobre as quesies de
transferencia de matrizes, divisSo, r cri a-
ijflo de Treguezias de um modo differenlo
ines.uo dos que suslenlam queoSr. bispo
deve ser ouviJo nestas materias, ou u es-
S'S aclos devem ser felos de accorlo cotn
elle; pois he minha opiniiio que ti s-, bis-
po s por si iu lependente da autorisicSu
civil lie o competente ; n3o tem de dar la-
tisi.ictio a iiinguem, em negocios destu or-
do tu. Senhores, a transferencia das inatri-
trizes sSo actos puramente espiriuaes, por-
que dizem respoito a como lidado dos povos
para receberem o pasto espiritual, ouvimm
a palavra da ver Ja.le, e assistirein .os olli-
Cios divinos, dizem respeito emfim a mate-
rias espiritu.es, sobre o quo de maner
alguma o poJer civil tem interferencia ; o
poder civil i fe determinar que sejade-
vidida urna freguesia do-la manera,antes do
quo do outra, mais smenle para os elToiluS
pur.menle tempur.es, porque seria um con-
tracenso inexplicavel, que o po ler tempo-
ral, que nada cuten le com o espiritual in-
terviesso em materias que Ihe nSo dizem
respeito.
Senhores, o poder temporal, ou anles o
poder poltico ; quero dizer a conslituicSo
quando adoptou a religitlo ctholica, como
religiflo do estado, adoptou-a com todos os
seus decretos, com lodosos seus indi mo.
e concordatos logo, conforme ell. he, n.
Ma independencia, & por conseguinle nflo
pide o o poder civil de m.neira alguma in-
gerir-. em negocios de freguezias quanto
ao espiritual, quanto a ligacao ou desliga-
Cflo dasovelhas de tal, ou tal pastor, quin-
to a eommodldsoe, ou nSo d'administ'c.1o
dos sacramentos, e outras materias religio
Sas, porque de maneira alguma o poder lem-
porallem jurisdiccSo sobre isso. Mesmo
quando O acto aduicional tratando da divi-
sSo das freguesias dissesse muilo terminan-
temente que l assemblas proviociaos
competa a diviaflo, e creajflo de freguesias,
quanto ao espiritual,digo,mesmo assim de
maneira alguma se deveria dar cumprimen-
lo a'lei que dimanasse de urna fonle falsa,
porque senhores todas as leis, todas as de
terminados lem a sua fonte; e a fonle sO
sedic legitima, quando o quedella dimana
cabe na orbil. da sua justa elllciencia, que
l', o que consiilue a aleada da au. Junadle-
cao, .qual s he conbecid. pelu flm, que ae
deve alentar segundo a naturas, d. cous;
oraaeofim do poder civil heafelicid.de
temporal dos homens, claro esl que a sua
jurisdiccSo s se estende ao que be pora-
Vmente temporal a externo ; e por tanto
quando o acto adicional estabelecesse que
que ao poder civil competa a devisSo de
negocios eapirlluaea, .a leis feit.s ueste s n-
tido aeri.m inteir.mente irritas, nflo deve
ri.m ler de m.oeira alguma execucSo; por
que as leis assim promulgadaa nao saram
outra couaa mais do que o resultado daJrm'
usur.taflo de dgitos; e um. usurp.cSo de
direitos de ma/r-r alguma legitima em
acto um su. ess^i,, i. nllo.
Mostraodo a incoe 'oniencia de ser adop-
ta lo esle requeniAeiilo, poique o Sf. bispo
tendo em risla/od". o documentoff lento
em vista a sua pruiieir. ,nformac.So, derla-
roii muito c.lhegoricai'nenle que de snanaira
alguma concorda na transferencia da ma-
triz de Cimbres para Pesqueira, depois de
lebracSo dos mesmos aclos, e mullas onlras
cousss, istu he o que consiilue a deceno
Jo cullo. A decencia do culio nSo he sim-
plesmenle urna-casa, porque so uisto con-
sisiisse, enlio diriamos que o cullo era
lano mais docente quanto maior fosse n ca-
sa, quantu mais assiada, mais bonita & &; a
decencia do cullo sobre lulo Tallsudu na
linguagem dos clirialtlos, nSo ho outra cou-
sa mais do que a magnitude do mesmo cul
to. Salemos, queonire oschrislflosda pri-
mitiva a decencia do culto era muito maior
do que actualmente apesar de existirem bo-
je as grandes mus,cas, os pomposos discur-
sos o. 0
No lempo em que o chrislianismo er.
perseguido, no teuipo em que os dissipulus
de Jess Cnristo, se viam obrigados a cele-
brar os actos religiosos n.s catacumbas, nos
subterrneos & & ; a voz pausad, e grave du
ministro do Senhor as oraces compnssadas
e cheias de Tervor que Taziaui os deis, da-
vam tal magestade ao culto, que o lorna-
vam summ.mele decenio. NSo ae diga
Pilis tflo fcilmente, decencia do culto, he
um. igreja ; he preciso para ae avontur.r
taes proposices que nao ae t mam lido,
cous.s, que todos deveri.ms ler, do que
estarmos aqui a phanlasiar.
OSr. Figueira de Mello, que foi nm do.cam-
peoee de.la queslaoapprcsentou um o Un i., do
vigario encoininendado de Cimbras, o Sr. pa-
dre Pratere., para Justificar a su. oplnlao ; e
lainbem era umoflieiode 1-i!.
Sr. prest lente, pi int. ir Hlenle he de notar
uma circuintlancla, e.te vigario, era um sim-
ples rigarlo encoinmendaeo, e pelo ineno. nao
te deve.uppor, queelie live.se lano inieres.e
a reapcilo da inairit, como vigario eflectivo
ma. pre.cindindo disto, vejamoi oque .igiiifi-
ca e.s mi.tu,...no do padre Praierea. Seulio-
res easa inrormacao em que edit que a malrit
e.i aineat;ando desmoronamento, que ameaca
ruin., etc. etc. nao Uve por fim eoo al-
cancar mu quota maior para a. obra, da ina-
irli. El. aqu a ra.io. Tambem o Sr. ri,(ueira
Ue Mello, apresrntou aqu um mappa lopogra-
plnco, que segundo a. declararon, que nelle
ae v. em, foi confeclonado em grande parle
por inforinacdes, elle me.mo jecorrendo-.e
em parte i e.te mappa, em parte o combate
cotn a su a e.tati.lie-, porque se acba ein oppo-
alco ella. Enlo i quem acreditaremos, ao
Sr. Kigueiri com o seu niappa.ou ao Sr. Kiguei-
ra de dcllo com a au. c.lati.tica? Tambem o
Sr. Figueira recorrendo aua e.iallstica, ( que
em mullos ponto, pode ser contestada ; por-
que einlim irabalho. e.tali.licos, na nos.a Ier-
ra, nao he cousa lio fcil que qu.ilquer posta
faier)...
ni Sr. Deputado : Ma.alguem pode...
O Sr. Perera de Catvallio : Por inelo de
muilo soccorrot, mullo, materia que alada
nio eii.tein.
O Sr. Yttlintim Villela : Esl feita a e.lilis-
leo ena relacao a. inforniacoe. que temo....
O Sr. Pereirade O en/Ai : o nobre deputa-
do e.l eugamdo ; aeno cbamo-o jui.o par
ni provar ein como a estati.ilca e.l feita de
conforinld.de a. infonn.cde. que temos, c p-
denlo, ter, e que be perfeila.
O Sr. Valentim Villela : Mi. be tanto, ou
iiuanlo perfeila; e pelo que dito nobre deputa-
do a eatall.tica eat errad...
O Sr. Pereira de Carvalho : O errar, he con-
dicao do bomem....'. o erro no he defelto de
voot.de ; porlanto o nobre deputado nio pode
diier como dase aqui, que nao ae poda fazer
uin irabalho errado...
O Sr. Valentim Villela : NSo dl.. liso.
O Sr. Perera de Carvalho:Entretanto,tenho
um argumento irrespondlvel; lodos os eacrip-
tore. que lem tr.ctadn de eautiaticaa, dlrein,
que ha uina grande dilficuldade, ein faier um
irabalho parfeito neste genero lodo, os e.crip-
tora, aue Iraclatn de.la materia sVve.enlam
uina difficuld.de liumensa obre tr.blho. des-
la natiirer.a, todo, reconhecern, e conles.am
que nao sao trabalbos de fcil eiecucio. Ora,
argumentandoea de maior para menor
do alias, ae diz, que existe mu.L tena. o wiii-ja oBoesta aaiin.
muilo Ujollo, cal etc. etc. ? Tambem se O Sr. I'srero i* Carvalho :-l.s esteve ;
ap esentou ui. .rgumonto muito forte lira- tiuw mais perto; vi-se i m.tr.z de Jabu-
do do faci da matriz ler sido comec.da era Uo e reja-tt o esl.do .1 ella nSo quero que
1800, e ja lando decorr.do meio seclo. nSo se de cumu causa desle f.clo o que o nSo
poiesse ella ser concluida Sr. presidente, ". *?" freguez.a de Cimbrea em
esto argumento apresenlado quando menos un. estado tal de decadencia e miseria, que
U eapafara.produzio nm. grande impressio, no poss. reparar a.ua matriz ?....
e confesso, que llquoi vivamente impressio- O Sr. Figue.ra de Helio :-Com um. carro-
ado, ptirem rell.nni lo seriamente, e tratan- gic'o de c.puchinhos.
do da procurar a origem das cousas, eu de OSr. Perera de Caroalho-., diga o nobre
maneira algum. posso ler este argumento, deputado, que se viesse um. carreg.(So de
como forlissimo, antes considero, que nfio espuchinhos..,.
he argumento. sf "rlUo-.-ko menos agora fizeram
Sr. presidente, V. Ex., a cas. e todo o maisdo que a polica,
mundo sabe quo desgracadamento as ma- Sf- P'"i de Carvalho :- Se Ol
IriUi, os templos, en que se celebrarmos elles tal voz que o lugar decliefe de polica
oflicios do culto de Dos, ich.im-see.ngr.n- Jesse m.isir.balnoao nobre deputado (in-
do parte dm estado deporavel; mas as cu- diilando oSr. Figueira) do que Ihe d.,
s,ssflo bom coiihecidas. Quandoexisiepor llvez Ihe desss mais cuid.dos, que o pr -
exemplo dinheiro para se faz^rem edificios "*se de dormir multas nuiles principal-
pomposos ; quando existe dinheiro par. se menle nestos ltimos movimeutos....
salisfszerem caprichos, v.idades, etc. admi- II. diversos apartes;,
ra que nSo app.reca para a construccSo dos O Sr. Paraira dt Carvalho :-- Eu desafio .0
lemuliis.tn.s porque desgrio.damente so da nobre deputado que aprsente os faclos;
este T,clo segue-se que he porque nu-na (ce- qual foi a tentativa malograda par se fa-
guezia que sempre contem urna porcSo avul- "r a matriz de Cimbres ? qual a dilllculia-
lada de pcasoanSo possacada un contribuir de queja appareceu? SenSose podem con-
cotn urna pequen, somms, com o seu trab.- cluir as obras d.s maluzes, acaus. he outra
llio.p.r. o reparo d.s m.trizes.que nSo baja como ja demonstre.: dlga-se que o ler .n-
diniieiro para isso? NSo, ordinariamente he dado a popul.cSo de Cimbres (os indios)
por causa do desleixo.e da Incuria dos p.ro- disperaa por aqu e acola, he tambem uma
dios; salvas >s honrosas excepcoes esta he, d.s c.usas de se n3o ter ley.nt.do mair.z,
queheacausa. N3o se traga puia p.ra prova uto he oulro eso ; mas diier se que esta
de que nSo se pode concluir matriz de exaust. de recursos, que Ihe he .bsoluta-
Cimbres, o ser a populacSo pobre, e nSo se mente imposslvel o concorrer p.ra a obra,
ter por est i molivo concluid, a igreja come- 'o nflo, tanto mais qoe nSo ha preciso, fa-
ci ii em'8U0 zer-se a obra em nm s folego, vai-se fi-
V. Ex. sabe-so multo bem, e eu tenho i'deia 8"Jo pouco e pouco, parte por parte, ele.
de terlido a alguna annos em relalorio de que echegar ao fim. Se por exemplo os
um presidente das Alagoas, um o qual se a- habitantes em suas posses, .penis podaron
cha consign.do o segu.nte : concorrer com um conlo de ros e a obra
Uue la comarca d. Annadia ; o mis- fororcad. como dizem em vinteconlos, uina
* UID lid t.u (11 n : t_,i un rtiino.ii.i i w .
sion.no capuchioho Fr. Euzebio, levanta- > capella-mor, que est falla, p la.
ra uma m.triz que he inqueslion.vel- se scabaro ma.ssupponh.mos om 20 an-
mente a prime.ra da provincia |no n! n n !?t0 'nconvenienle: eu vejo
Note V. Ec. que he lugar aonde nSo ha- respeto de obras puhlic.sd.r-se o mes-
i m.triz. E porque rasflo o missionario mo. vejo por exemplo o hospital de Pedro
va matriz. K DorflUo usuv u niioaiviniv ., a
podo construi-l. ? Porque houvo um di- comecado. un poucos de annos nSo es-
"ector intelligente, houve um p.stur virtuo- lr concluido alada, v.l-ae f.zen Jo gradual
so, um pastor c.paz de afenorar ossenti-
menlos de religiSo, e cari lado de que feliz-
mente sSo dolados todos os homens,. ponto
de poder conseguir o aeu intento num lu-
gar, num. comm.ro al muito central, pa-
ra aon le. conduccao dos maicn.es era bas-
tante dispendios., .onde nSo baviam oiTI-
ciaes para executar tr.balhos d,tintilla na-
luresa ; entretanto aveaar disto, levantou-se
um templo o maia magestoso daquella pro-
vincia. Porlanto Sr. presidente, nSo attri-
buamos os faclos a causas diversas. Quan-
do se appreseul. um f.clo, devemos me-
losamente procurar a su. cusa. Ora.se foi
possivel na Annadia fazer-se um templo, e fo bem.
mente. Sr. presidente tenho feito algum.s
rolleo.'3 que me occorreram sobre a mate-
ria ; eu poderia T.zer ainda algunas outras,
tratar de refutar mais alguuias observ.ces
feit.s pelo nnbre deputado, que fillou em
primeiro lugar(0 Sr. Pigueir.) tenho mas
feito as obiervacOes qoe julgo mais con-
venientes, a hora esl um pouco liar.t.d.;
voto pois, contra o requerimento que quer
se pee mi informacoes ao Exm. bispo porque
entendo que elle ja aa deu, e voto tambem
contra o projecto pelas considrameos apre-
sentadaa.
klgvnt Sre. Deputaiw Muito bem, mui-
um templo magestoso porque se.a isso im-
pr.tic.vel om Cimbres? Por ventura bes
Cimbres ou su. matriz que se acha em
estado do abandono em estado de rui-
na para ser condemnada ao despreso t
NSo, porque constantemente nesta caso se
veein pelicOes, e mais peticOos de quasi to-
das as freguezias do cenlru pedindo auxi-
lio dos cofres pblicos para coocerlos, o roe-
dificagOos de suas matrizes....
O Sr. Van Barrito : O meio de Ihe cu-
dir, lie mudal-.s.... ( com irouia )
OSr. Pereira di Carvalho : Ha verjade,
enllocaras maliizes as capellas dosenge-
nhos e fazendaa, fazer assim dallas um ne-
gocio de familia.. (Entenda-se em termos
habis, quando digo isto, porserproprieda-
de particular, o tugar para onde se quer
transferir a matriz e mais nada)
Por ventura o ficto de ae ter comecado a
matriz de Cimbres emllOO, e nSo estar aca-
bado prova a pobresa daquelles habitantes ?
De m.isSrs. oque sSo as matrizes pelo
centro i' NSo sflo edificios respeitaveis, nSo
sil i eJflcio como estes que ae observam na
Cidade; nflo sSo como diviam ser; em urna,
ou outra parte do Interior aSo pequeas ca-
pellas formadas por 4 paredes, e um altar
seui forro, sem obra de la I ha, aem cous.
alguma, eaflo isto obras tSo custosas. que
em Cimbres nSo se possim levar a effeito .'
Si. presidente....
O Sr.' loa...
O Sr. Perera de Carvalho : saProve-me a
ex.clido do seu calculo. O nobre debuta-
do permitta-me que Ihe diga, ou Ihe faca ai
' aeguintes retteccOos. Primeiramenleovigsrio
' n3o he o competente p.ra'avaliar a mSo de
ae no..
O Sr. A guiar -. Sr. presidente, tutor do
requorimemo que ac.b. de ser laxado de
desairoso, mcuii.il e irrevereote, eu devia
pedir a palavra para o deffender.
Ha mullos annos que tenho ossento nesta
casa, e todos que commigo leem servido
hSo de lembr.r-se de que, sempre que so
lem tratado de materias ecclrsiaslicas, foi
constantemente de opiniSo ou apresenle
requerimeotos para que essas materias fos-
sem submetud.s onsideragSu du prelado
diocea.no, e fazia istonSos pela difieren-
(. que julgo dever ter o corpo legislativo
para com o Sr. bispo, porm aind. porque
quera evitar o inconveniente que polea-
le resultar desta falta na s.nccSo ou ese
cueto d.s leis, pois que todos s-bem que
o governo ger.l tem recommendado aos
presidentes de provincia minia circumspe-
cio em d.rem aua aaoclo a leis que leude m
divisao eoclesustica e negocios espirituaes,
teodo como neceasario que a r. speuo de
taes materias sejam primeiramente ouvidos
e consultado os respectivos prelados. Pr-
tanlo, para evitar- os riscos da denegacSo
de uma sanocao e para nSo expor uma lei
a ser empecida em aua execucSo por parte
do podor espiritual, he que eu sempre le-
oho dado o meu voto para que aeja eea taes
materiaa onvido o ordinario, e quando est
precau(3o nlo apparece logo, tenho sido
vigilante em nSo eaquece-la, e faze-la adop-
tar pela assembla.
Porlanto ja se v que, de minha parte,
nem be o desejo do protelar a discussio,
nem a prelenoBo de que a assembla deixo
de tomar logo uma deciaso a respeito do
negocio que Ihe est aujeito. Mas disse o
nobre deputado, que acaba de fallar, que
o Exm bispo ji liniia sido uuyido na mate-
ecos', respeito della. Permitti-me o no-
bre deputado que Ihe lenbre que a dita n-
formacSo dada por 8. EiC. Hm.*, fol b.sea-
da em documentos tsea que o levar.m s
concordar n. remor-so ou transferencia da
freguezia de Cimbrea para Pesqueira. Ha de
lembrar-se tambem que em virtude de ou-
troa documentos, S. Exo. julgando-ae lllu-
dido, eotendeu aue devia mular de pare-
cer, e enlSo declarou que nflo cnnvinhs
mais em que a ade d'aquella matriz fosse
transferida.....
O Sr. Perera efe Carvalho :NI) disse que
estiva illuddo.....
OSr. Aouitir :Quando S. Exc. Rm.' mu-
dou do aviso por urna segunda inform.cSo
abandonando a opiniSo que havia emitttdo
em seu primeiro oTucio, nSo podia deixar
de ser por se julgar mal informado pelos
i limen- is documentos quo Iheforam apro-
sentsdos que os reputou menos exactos.....
O Sr. Perora dt Carvalho:Concordou
na remocSo provisoria.....
O Sr. Kguiar :Perdoe-me o nobre depu-
tado; em todos esses documentos nSo h.
um. s palavra, nao ha um s pensamento
que revelem a pretenr<3o d'ume remocSo
provisoria. Est. Ideia foi aqui aventsda
como meio de combater o projecto, e nSo
porque ella se acliasse consignada ou se
podesse deduzir dos documentes e das in-
form.ces que o acompinharatn. NSo ten-
do dito S. Exc. Rm em seu segundo officio
que o primeiro se refera i uma remoefio
provisoria, he consequente e claro que este
como aquello dizia reapeito a remocSo defi-
nitiva.....
O Sr. Perara di Carvalho :E como tra-
t.r-sa do remocSo definitiva sem ouvir a
assembla?.....
OSr. Agular:Nflo insisto neste ponto
porque nSo he delle que me ocenpo : quero
antes de ludo mostrar ao nobre deputado
que Ir-litiiln-s tle um remocSo definitiva
da Treguezia ainda S. Exc. nSo Toi ouvido.
O Exm. ordinario, he verJade, informou
um t-eque ini.'iit que o Sr. presidenta da
provincia Ihe enviou acompanhado d'um.
representacSu do psrocho, de otitr. da ca-
marade Cimbres e il'ntn abaixo assignado
do muilos habitantes da freguezi, e sobre
clles e-nitti) o seu parecer; porm S. Exc.
Rm.* dando, su. opiniSo neste oso ignorava
o pensamento da sssomblca provincial, qor
que aind. nSo havia apparecido o projecto
que disculimos, e porque devia ostar corto
do sor ouvido no caso de que se pretentles-
se iniciar alguma med la a respeito desta
questSo.....
O Sr. Perera de Carvalho:O nobre de-
putado ha de lemlir r --c que apresentan-
do-se o projecto, houve quem aventasse a
ideia de ser ouvido o Sr. bispo; aue houvo
quem contrariasse essa ideia, dizendo-se
que j S Exc. tinha sido ouvido, que en-
tao lembruu-se alguem que havia docu-
mentos em contrario, e que por conso^uiti-
tedevia ser ouvido oSr. bispo; e assim se
resolveo; por consguinte foi ouvido sobre
a transferencia definitiva : isto be, sobre o
projecto de que se t'.tavt.....
OSr. Agular: Perdoe o nobre deput.do;
o que se disse nesta casa, e de que estou
bem lembrado, foi; que exisliam na secre-
taria do governo documentos tendentes a
esto negocio, e que por isso se adiasse o
projecto por tanto lempo quanto fossi ue-
cessario par. que viessem esa t.es docu-
mentos; isto Toi o que so passou, entreun-
to que o projeclo nao foi mandado o Sr.
bispo, que sobre elle tem o dreito de ser
ouvido e consultado Firme no meu pen-
samento, vendo a divergencia que havi.
as du.s informacoes remetti las pela secre
i,i ii da presidencia, p.rocendo-me que
aquellas se reaseoti.m do encontr dos do-
cumentos que Ihosserviam do bise, o co-
nheceodo a conveniencia de que, em seme-
Ihanto materia, fossem bem orientados o
poder temporal eo espiritual, requer que
o projecto fose om esses documentos ao
Exm. o-iliiiario uiim deserem reconsidera-
dos, c p.ra que S, Exc melhor esclareci-
do pelos meios quo tivesse ao seu alcance,
informasse a assembla, o esta podesse com
i' mil cune iio de causa e com consciencia
dar um vot i d -unitivo a respeito u'um ne-
gocio de tanta monta.....
O Sr. Pereira de Carvalho: O nobre de-
putado qur ; lac.a-.se a su. vontade.....
OSr. Aguiar ;-- que eu quero he emittir
a minha opiniSo; e esta he a uiinhe opi-
niSo.....
OSr. Pereira de Carvalho: Esli no seu
diieiln.....
OSr. Aguiar :~.....edepois a assembla
decidir como julgar mais acertado; en-
tretanto, liqut! o nobre deputado tambem
s.bendo que quando eu apresentei esse re-
querimento nao live i ni- fim, nem me pas-
sou pela im.gin.cSo ideia de doeslar, por
manei a alguma, o principe da igreja per-
mmbucana; saiba anda que se o nobre
deputido quizesse bem interprolar as mi-
nina intencOes, havi. de acli.r que bem I
longe deser esse requerimento uma faltada
reapeito, como stip. e, he mais um prova I
de dill'et cuca que desejo se d ao nosso pre-
lado; pois quero que elle aeja ouvido eemil
t. o seu juizo nSo a sobre os documentos,
como sobra o projecto que fui iniciado nes-
ta casa. Pde-se, puitanto, dizer que esse
procedimiento involva ilesar e ausencia do
respeito d. parte desta assembl. para cum
o prelado ." NSo sin estes os estvllos cons-
tantes sempre por nos observados ?
Sr. presidente, eu diri. anles que se se
quizesse desfavor.velmente interpretar .
m.neira por que ae exprimi o nobre de-
putado, Ulvez se descobrisse mais fcil-
mente em su.s palavraa um. injuria lauca-
da assembla provincial, excepto, porm
so ludo quanto de des'gradav.l disse o no-
bre deput.do s se refere, e s monto reflec-
te sobre o autor do requorimentu.....
O Sr. Pereira di Carvalho:=NSo, se-
nhor, nlo se podo tal suppor que Tosso mi-
nha intencio.....
OSr. Aguiar :Pois, senhores, a assem-
bla, que tantas provas tem dado de mode-
racSo, que tantos desojo tem mostrado de
caminharem barmoni. com o poder rspiti-
tu.l, que nSo tem poupado em todoa os
lempos um. s occasiSo de maniTestar o seu
respeito e su. vener.cflo pelas cousas d.
igreja, viria gor. a pr.ticar um acto que
revelasse desdem, ou menospreso por rases
objectos, desatacando-aa na pessoa do Exm.
prelado?
Aonde ichou o nobre deput.do que este
pensamento se contivesse no lequarimen-
t?.....
O Sr. Pereira de Carvalho:Eu entend
o requerimento como disse; posso oslar
cm erro.....
O Sr. Aguiar :E tanto esla, que me pa-
rece at que he unid.de ueste pens.monto.
OSr. Pertira de Carvalho :R ea que me
importa ser uoico? .
OSr. Aguiar : Bom se timo, porm he
mis uma rasSo que se julgue fall vel na su.
opiuiSo.....
O Sr. Perera de Carvalho:Tanto como
o nobre deputado e como os mais.....
O Sr. Finio de Campal : Infallivel s
he a greia.....
O Sr. Aguiar: Nio quero entrar ni mite-
ria do projecto; quiz apenas repetir o juizo
que o nobre deputado fez de minhis inlen-
cOos; juizo que nSo aceito; e ae porien-
tura ess. leviandada deque f.llou pode ser
Encerrada .discussio, aubmrttilo o re-
querimento de adiamanto votacSocom as
emendas ao meirno oflerecidas, sSo eitas e
quelie approvados.
OSr. Preidatifa designi a ordem do da.
e levanta a IMsSo. (Eram tres horas da
Urde.)
RECIFE 7 DE MARgO DE 1852.
AS O HORAS DA TARDE.
Relrotpteto semanal.
Estamos na quadia da. proois.Sei e como
temo. mal. de um a referir, deliaremoe de.la
ve. a o lien chrooologica do. pequeos acon-
tecimentos da .emana para aegulrrno. a que
no. he dictada pelo neio de an.logi. e raiao,
que o. liga.
No domingo, 2i do crreme leve lugar uma
segunda procis.o do Sr. do. Marly.lo., feita
pela irmand.de do. pretos de Rozarlo do balr-
ro de S. Antonio, e que, ein abono da venia-
de. nao esleve tao li i, como a antecedente.
No dia 2i. i noitc fol conduildo em marcha
solemne da manir, de S. Fr. Pedro Poncalves,
para a da freguctl da boa-Vista, a linagem do
sr. do. Pasto., que no da .egulnte pela. & ho-
ra, da larde, regre.tou su a morada, cercado
de todo o brilbo e esplendor, com que a res-
pectiva Irmandade co.tuina fazer eata famosa
procls8o. A chuva, que desde a noite ante-
cedente inieiiy.ava cahlr em abundancia, e que
enlo nio deizou faier-.e o deposito do Sr. com
o prestito, e a hora costumada, o que desa-
puntou a multa nenie, depois de ler alagado
por varia, veze. as ra da cidade at a 3 ho-
ra., parou como por mllagre, e permettio que
a populacSo, convidada por uma bella Urde,
a..isti.se um e.pelaculo ao me.mo lempo
pomplo e edificante, ficando de.te modo
inulta, familia. Indeuini.adia da forquilba da
ve.pera, ainda que um completamente! por
que logo depol. de recolher-.e a procliso anu-
viou-ae a tarde, e coinecaram o. chuvisco. a
cahir, iiiipedindo-lhcs assim a Tisita do. t as-
sos. Nada porem indemniou, segundo ere-
mos, a tropa e ao. acompanhante. de certa
ordem, a quem uiuito deu que faier a lama
das ra. quanla verba de budgit relativa a
cal(ado. Em nosso humilde pen.ar somos de
opiuiao, que a nao se f.ierem toda. a. procis-
.e. pouco mais ou ineno. como a dos p.sso.,
meliior seria deiiar.a frequencia de.u pratica
religioza, que por vetea temos notado. Em
geral familiari.a-se fcilmente, com aquillo
que se v de peno e muil.s ve.es, e a famllia-
ridade, segundo ceno pbilo.opbo daantlgui-
dade, gera sempre o de.prezo; pelo contrario
faz-se uina grande ideia do que he taro, c
letn-.e por islo uina alta veneraco: mejor el
longiquo reverenlia. Deinaia, a iiiultido nao
v com os inesinus olho. uma procia.o que,
como aquella, nao he coinpanbada pelo presi-
dente da provincia, commaudante da. armas,
c mais autoridad, ea falla de respello por
esle motivo Icm-se feito observar inulta, ve-
ze. as que saben, com menos apparalo e. .o-
lemnidade.
No dia 24 eoiielu r.ini--c os reparos exterio-
res da mai. ii da fregue.ia de Sanio Antonio,
a na larde do mesmo dia leve lugar benco
da cruz e custodia, que ae veem no fronle.pl-
cio. oncorreu ao acto grande numero de po-
altrahldo ao memo lempo pela novidade
da ca einoiiia, e pela banda de uiu.lca, mili-
tar que ali tocara, acoinpanhida do. iudis-
pen.avcl foguete. do ar. Pode-.e agora di-
zer que a man i/, de Santo Antonio he, de to-
da. s igrrjas da cidade, aquella, cuja frente
appreseula una perspectiva mai. bella, srudo
apena, para lamentar a i.nperfelco do traba-
llio nos capitel, das lurtes.
A coinpanbia Robert, que pela segunda vez
nos tem dlvlrtldo com as sua. repre.ent.fes,
deu no dia i o benefiicio da joven Jo.pliina
Ilumnense, e no da Is o du Alcides mam-
llense; e apezar do mo e.tado do theatro
deS. Franciico, pela falta absoluta de deco-
racao e de asientos cmodos, furttni ambos na
espectculos bastantemente concorrldos. Esta
companhia, qua.i toda compon, de jovens
brasilciros de reconhecldo talento e habilida-
des, merecerla por e.te titulo a nossa ani-
in.co, quando aliaz o. dilficei. e bem ou t
i..,., irabalho. de Mr. Robertaeno tl.ee.ein
reco.mnendar.
Emrou do sul no dia 24 o vapor Tay leudo
dcixado ludo por all em ..na paz. Pouco
adtantou elle as noticias viuda, pelo San Salva'
dor. poi. que apena, irouie de notavel a dl.-
cripeo da entrada triurnpbal do general l'r-
quiza frente do eiercito alliado em a capital
da repblica argentina, e. eleico de D. ioo
Francisco Jiro para presidente do estado
Oriental.
O anniversario do juramento constituirn
poltica do imperio foi aoleinnisado no dia 25
com a parada e corlefo doe.lylo. Pouco bu-
ll, une e.ieve aquella em raso da pouca tropa
que eziste na provincia, e anda assim melhor
eslaria, le nSo fra a variedade de fardatneoto
da guarda nacional, apresentndo-se uma boa
parle della de uoiionne branco, e o desacert
da. descarga..
No dia 6 acordar.m o habitante, desta ci-
.1 i. ais un lgubre dos alaos dequaiiloda.
a. igreja?, que geineram at o mel dia. Fal-
lecer Domingo. Ferrelra Jorge, que pot.uin-
do alguma fortuna tinbaassenlo na maior par-
te da confrarias aqui eilslentes. P.rece-no.
que nao ha arbgos de let, que entre ns sof-
i .un in.i. conslantes|violaces, do. que oa arli-
gos 8 e do capitulo seno da. posturas mun-
clpaes, embora se nao pos.a deliar de reco-
nbecer que, at um certo ponto, he urna me-
dida de salubrldade publica o nao inlri.leccr
es vivos, e especi.lmeule os prenle, do. de-
lomos, nio ter a cabera constantemente ator-
do.id pelo um do bronze. e n ...ais nao be au-
mente pelos obitoa que os sinos no. mala... as
calieras; tambem pe, festividades lato ac-
conlece, e com mal. eicesio e frequencia, por-
que os campanarios da. Igreja. aao o valba-
couto de vadlos, que no. repique, e dobre. pro-
curain divertiineoto.
Entraram durante a semana 13 embaroacdei
e ii.ii un II.
Bendeu a alfandega 61 430/709 n.
Felizmente baliou a raortalidade delta cida-
de a 34 peasoas, sendo Vi homens, 4 niulheres
e 8 prvulos livres; e 6 homens, 3 u.ulhere. e
1 prvulo eicravo..
ttr
DIARIO DE PERWMBCO.
RECIFE 27 DE MAKCO DE 185-2.
A assembla na sessSo de hoje, mandou
imprimir para entrar em discussSo o paie-
cer da commissSo de polica sobre a indica-
rlo do Sr. Helio Reg, .presentada na ses-
sSo de liontem. Approvou em segunda dis-
cuasSo o projecto n 8 que cria uma bibliu-
l ca publica nesta cidade, annesa ao ly-
cou.
Tambem approvou em primeira discus-
sSo, ua projecto. de orcamento municipal,
o provincial; e bem assim o de n. 13 acer-
ca de estradas. Dispensou a requerimento
do Sr. A. u'Oliveira o intrealicio para ser
da lo par. a ordem do dia de sogunda-feira,
o projecto de mcan.otilo municipal; e bem
assim a requerimento da 8r. Brillo, diapen-
sou a impressSodo p.r.cer da commissSo
>e polica sobre a indicac,fio do Sr. .Mullo
llego. Tambem approvou ainda os arts,
3., 4.0, 5. o 8 do til. 7. das posturas de
Floros, icg 'laudo os 6., 7.* e 9. do mes-
mo til. e audiando pe. hora o 10.'. OSr.
presidente declarou que da seguuda-feira
ein dianle ss st-ssesduraii.m 4 horas con-
tadas do minuto, a minuto ; e que se faria
a chamada quando houvesse falla de nume-
ro; puLlicando-aa os nomes dos que ae ti-
vessem auaeulado no joraai da cata.
A ur.iem do dia para a sessSo de aeguoda-
feira he segunda discusclo do orciimenlo
municipal; e primeiro da alleracSo do re-
gimanto proposto pelo Sr. M lio llego.
Correspondencias
Senhores redactores. Em extremo penho-
rado pela bondade cora que o publico desta ci-
dade dignoo-se de hoorar-me ein a notte de
meu beneficio, 18 do crreme, julgaria fallar a
um dever bem sagrado, se acaso deli.sie de
em vosio jornal, doa. palavras
I ihe consagrar, *m i.,,, juih, .u paia?.,.-
de agradecimento. Mas onde busca-las, lenho-
res red.ctref Onde encontrar patarra, que
po.saui fielmente eiprlmlr o sentimento de in-
,'
\ i
li-

meato.
t MUTILADO
1


IV
; linda gratldao, que me traniborda o caraolto e I CONSULADO PROVINCIAL.
I<* j no pello me nao cabe? Itoailinieuto do dil 27.....1:530,36
Em oulrai provincial do Braall, oode lenho .
appreciado. como mcinbro da companhla a que PRACA DO RECIFE, 37 DE" MARCO DE
pertenco, ful inuilaa veze honrado pelo publl- 185, AS 3 HORAS DA TARDE,
codetdaa ellai; por coda aparte achel-ine Revista itmanal,
confundido com o peto de Innmera! bonda- Cambios- Denotada shid do vpor Tay,
dea, que de todos o modos obre mira acomu- flcaram aa tranaaccfle parall-
lava ease grande e generlo povo braillejro, i aada, raai coma que ha aa-
l conoorreodo em tropel para abrIlhantar un I cadores a 27 a dlnhelro.
beneficio meu, J cobrlndome de applauoa," Algodlo Aavendat foram animadas, c
embora nao merecido. | o precoi inelhorarain, faien-
carga carne;" Amorim & I-nios. Pas-
tageiro. tlanool Antonio da Silva.
Navio sonido no mesmo dia.
Cimaragibo hiite brasileiro Noto Destino,
musir E-t vfio Mibeiro, carga varios ge-
neras. Passageiros, Delmiro Jos da Bar-
ros, e Ambrozio da Silva Cavalcante.
__r
3

es
Sino das duas horas quo devo-
ra ter lugar no dia 3o do Torrente,
Avisos martimos.
Entretanto, aeohores redactores, nunca taea
applauiot e favores me cominoverain tanto, co- j
mo Moje; embora l estiveasein ternos e gene-1
roios coraccs para os aentlrem comigo: que-
ro fallar-voi desic homem Incomparavel, que ,
me serve de pal e mestre ao meamo tempo,
Mr. Roben j de madama Robert, emquem te-I
nho f nconlrado o solicito e terno agasalho de laucar
mal, e de meui companbclroi quem olho co-
mo iruios.
Has l nao eslava, lenhorai redactores, al-
uem a quem cu dcvla mal do que Isto, aquel-
a a quem devo a vida; l nSo estava o cora-
;io de una mil, nico que sabe chorar com as
agrluias do fllho, sorrlr com aa mal alegras.
egloiiar-se com ai ua gloria i
_j preco.
do-ie vrnda de alguui do Ar- j
caty 6/250 r. por arroba, e
dciia provincia a 5/100 n. por
arroba, no lim da aemana bai-
lou outra vea a 5j n. por ar- [
roba, preco porque neje
colamos.
Para o Porto seguir ate no flm do cor-
rete mez he ni conhecida barca portogue
zaSanta Cruz, capillo Haooel Francisco No
gueira : recebe carga, e tem escoltantes
REAL COMPANHIA DE PAQUETES INCLE- comorodos para passsgeiros : trata-se na
ZES A VAPOR. ruado Vigario escriplorio n. II, I. andar
D sappareceu do engenho Tabatioga,/ OlTerece-se um rapaz poftuguez par
freguezia deTaquara districto da provincia caixeiro de venda ou outro qualquer esta-
da Psrshyba, o preto creoulo de nome Leo- beleciment para tomar conta por bataneo
nardo de idade 25 annos pouco miis ou me- jouaem elle, para oque tem bstanlo pra ti-
nos, com os signaes seguintes: fulo, nariz jca ed dadora sua conducta : quem de seu
chato, pouca barba, espadoado, estatura umj prest mo se quizer ulilisar, dirija-sea p-
lanlo regular, grosso do curpo,pemas meias cinha n. 10, das 10 as 9 lloras di tarde.
Declara9oes.
Wt
Espera-seda Europa no dia oucom o capitSo.
31 do correoto.ebem condec- __ q brigue
escuna nacional
do a veloz vapor Severo com- ,,.. ... ,_____,
mandante Vincent, e -tapois Olinda, de que he copitSo Manoel
i da demora do costume seguir para os por- Marciano Ferreira segu para o
- Houvera. alguma. venda, a tos do Sul, para pessagom dirija-se aa Rj rf j a| 0 m do pre_
preco mal alterado, porcm; da agencia : rua do Trapicho Novo n. 2. I uc ireii, an. v i i >
uio foram .usienUdo, tanto COMPANHIA BRASILEIRA DE PAQUETES DE sent mez, anda recebe ulguma
pela grande abundancia, como VAPOR. Ifaroa mi,.ra -tuina ama n fr#fp nna
pela 'pmUo de vender-.e; Oabaixoasaignado,.genle dacompanbia ,carga m'"da escravosa trete, aos
2 '_??**_! 'SKSi"8, do ld paquetes de vapor, nesta provincia, faz quaes olterece os melhores com-
publico a especialmente a quem tiver de .
embarcar escravos creoulos nos vaporead
I
egloilar-ae com a suai gloria i la nao ena- or arroba. lambarear escravos creoulos us .|u. -- i m.-i.-j. o, pi-u-;,,- o.
vam analmente coraede pernambucano, on- Azelte-doce Vendeu-ie a 11650 rs. por ga- compendia, quer alies vHoem compsnhia do unanos luacuaao ex i niiit iro, na
de, cima do sentlmentn de f5in_e,,.*]._*'.f lo. seusSrs. ou a entregar nos porlos; quo fiz- rua J0 Vicario D. IQ, segundoan-
se necessario, uns e outros, irem aicoiiipa-l.
SBMtmis^lHoXTtivM aiT I pa>fo"' tve^ammi* qem tive'de ,0jos trata-se t
I ..... I. ...... .- ........ ...ic fir. mnlnj ..... Vir.llll^ US I .....
por arroba.
bondade para com o simples ai-lula, podesse Bacalho Eilstem em er nicamente
eu distinguir um aentlmenlo nvls all e apre-, 1,000 barrica, teudo-e reta-
clavel eothuslairao e amor com que oern |hado ( ,j# r,_ por barrica.
amar-e coracoe pernambucano. Caf- ----- Vendeu-e de 3/800 a 4/200
Aqu porui esteva eae coracao, cuja cor- t ,rroba.
da delicada eram docementc vibradas pelo Carne-iecca dem de 2/400 alfOoOr. por
menor applauo, com que a generosldi
publica me podia honrar, e que na mente en-
Sanadora de urna mal fantica, rever-e no
Ibo isilm mimoseado, le Ihe flguram outro
tanto trluiupho de um merecimenlo em
igual e iddelle. Aqu etava eu na ierra que
me vio nascer, no meu risonbo e Jocundo Per-
nambuco, edn brasilero, coja delicias e-
rlam In vejadas mesmo pelo habitante dea re-
Elo lao amena e rica de bellea, onde ludo
e divino, eicepto o carcter do bnmem de que
lio falla o insigne cantor d'llarold. Eslava fi-
nalmente oo nielo de meus patricios, Inoaos
pe nambucaiios. cuja honra e favores me aao
arroba da do Rio Grande, da
qual eaisie no mercado i7,000
arroba: Nio ha da de B ueao
Ajre.
Far. de trigo- Nao leve alteracao depreco.
Mantelga Venderam-ie 300 barr da de
porco, a preco oceulto.
Vinlios.....dem a 41| ra. por pipa Cata-
ln, em lello.
Dlaconto De letras a seis mete a 1 e I
1|8 por cenloao mez.
Ficaram no porto 57 embarcacea: sendo
4 americana, 1 austraca, 1 belga, 38 brasllei-
ra, 2 dliiamarqueza, 4 franceza, 2 hespanho-
Inliultaiuc.itc mala apreciavcli do que toda a ^ 6 )nglei J portugueza, I romana, 1 ru-
outra. la | larda e 1 sueca.
Imagine agora quem quier de que sent- _________
ment encontrados, mas todos agradareis e l,>nf.
Iliongelroi, rae nio haviam deliar postulda I rlllli
ue honras e favores; que en poderei cutir 0J pre.os eorrenle do assucar, algodOo, e
toda a torca da gratldio que Ihe devo.
Na iinpusalbllldade pol de manlfela-la por
palavra, guarda-la-hei bem no Intimo do co-
r.iran, onde me acoinpanbar ella ai aeternt-
dade.
Com apublicacao desla linhas.senhore re-
dactore, multo obrlgarels a voo patricio,
elo. ,
Manoel Kntomo.
._StB
Soubemoa que o empresario do thcalro de
* vais gneros do paii, que se despacham na
mesa do contulado de l'ernambuco, na se-
mana de 28 de Marco ai de A bril de i 8.VJ.
Assucar eme. bronco I* qual. Arroba 2,100
< 2-
< mase .... a
a bar. esac. branco a
mase ....

refinado.
Apollo, pe.soa de reconhecldojnnUo e fino A, dJ ompumade ,. qua|.
goslo, no louvavel Intuito de concorser com o -F I
todo o eus esforco pra plena atlsraco do 0........ n
nubllco dela cidade, de quem ba recebido Dito.......3*
publico delta cidade, de quem ha recebido
lama pravas de ijmpalhia, havla Incumbido
ao nono Insigne artilla pernambucano o Sr.
Pedro Nalasco Kapllsla a reorganlsacio e direc-
cio da orcbealra do mesmo theatro.
Applaudimoa com emhuilaimo a acertada
escullid que do noaio cillmavel patricio fea o
Sr. empresario! e para aprecia-lo lomo urna
deitaa ultima node a um espectculo no Apol-
lo e Aqueinos ummamente satisfeiloa por
acbarmo a orchenra completa quasi em la
totalldade do melhores profenore que entre
nos temo, e pelo boin deiempenho de toda
a peca que eiecutaram com apurado camero
e decidido gosto, de modo a deliar satlsfeltos
quanlos baviam Ido ao espectculo. Podemos
afirmar com algn entendedores, que o Apol-
lo possue boje o maii Importante corpo musi-
cal que se poderla deiejar em uina provincia
daordem da de Pernambuco.
Ma o Sr. Ha-lilla, e ene grande numero doi
nono melhores msico, achain-sc no Apollo,
e nio no tlieatro de Santa Isabel, que, por ser o
priiueiro da provincia, e por ella estipendiado,
devia ter lodoa aquellea artista demerito, o
quaea anda ha pouco (o anno passado) com-
punha a ua orcbeslra, e com cojo valioso con-
cuo e coadjuvacao para o completo enirele-
nimeoto do publico multo ganhava o Sr. Ger-
mano Francisco de Olive-ira. Sao aconteclmen-
los no seu lauto eilraordlnarios, e que em sua
cxpllcaco edeseovolvlmcnlo lgico conduzein
quasi aempre a quem uo be dolado da preci-
as Intelhgencla ou de agudo lino a ferlr suscep.
libilidade, o que de crrlo nao he ooso propo- Dito de nuca
silo.
Em concluan, felicitamos o Sr. Guimarae
pela brilbanle acquistcao que fez do Insigne
arUsla pernambucano para director da orcbes-
lra de eu theatro ; e a eale daino os parabens
por ae acbar de presente, sisis que em outra
occasldes, em circunstancias de apresentar ao
publico delta cidade, que com juilica Ihe con-
cede o primeiro lugar entre o nossos artistas,
o seu bullante taleuto e geuio eminentemente
musical.
J.C.
Ajo'ordcnte caxaca 20 graos Pipa
Dita......
Dita de canna .
Dila.......
Dita resillada.
Dila......
Genebra......
Dita......
i Canad
n
Canad
.Pipa
. Canad
. Canad
. Botija
. Canad
Garrafa
Licor .
Dito
Arroz p
Araras
Papanatas .
Bolachas. .
Biscoitos. i' .
Cafo lnini .
Dilo rcslollio.......
Dilo com casca......
Carne secca ....... Coucos com casca.....Ccnto
Charutos bons......
Ditos ordinarios.
Dilo regala e primor
Cera de Carnauba .
Couros de Boi salgados
Dilo espixados .
1,700
1,400
2,150
1,450
2.880
5,100
4,700
4,300
45,000
250
52,000
300
48,000
260
400
180
400
180
COMMERCIO.
PRACA DO RECIFE, 27 DE MARCO, AS
3 HORAS DA TARDE.
cotacOes officiaes.
Disconto de letras : a 6 mezes 1 p. c. ao
mez.
ALFANDEGA.
Rendimento do dia27.....17:548,124
Duearreoamhoie 29 demarco.
Barca franceza -- Con lloger merca-
dorias.
Escuna americana Glenroy familia e lio-
lacdindas.
Sumaca brasileira Flor de ngelim -- mer-
caJorias.
Iraportacad.
Sumsca brasileira Flor do Angelim, vimla
da Babia, consigoada a Luiz Jos de Sa A-
raujo, nianifesioii o seguinta :
lOccalas cum 500 botijas d'agoa de Seltz;
a L. S. & Companhia.
80 fardoa fumo em Tolda, 100 ditos leci-
dosde algodSo, 15 aiccos fio de dito, 1 ca-
deira de arruar, 10 barricas comSOalquei-
resde gonima, 2cis.oes com 70O.caixinhas
abatidas, 5 ditos, I pacolinboe 100 caixmdas
charutos; a ordem.
50 ditaa ditos ; a Antonio Jos Rodrigues.
270 ditss ditos ; a J. Tegelimeier.
1 cadeira de arruar ; a -llcnriiiuo Ber-
nardas.
3 sacess farinda ; a Amorim IrmSos.
12 pipss fumo nioiiio, 4 l|2 pipas cal de
pedra; aMauron & Companhia.
1 barrica luuca; ao Dr. Francisco Antonio
Ribeito.
CONSULADO CERAL.
o 2 arrobas um Alqueire 4,400
10,000
3,000
3,500
5,000
4,300
3,000
3,200
2,880
1,000
1,400
700
2,500
5,000
110
140
15,000
240
200
400
1,000
Urna
Um
Arroba



s
Arroba
Libra
Um
Libra

Rendimento do dia 1 a 26. .
dem do dia 27. .
, 45:130,516
, 1:*TJ,I60
46:605,676
DIVERSAS PROVINCIAS.
Rendimento do dia la 26
dem do dia 27.
Doces de calda .
Dilo de goiaba .
Dito secco.....
Estopa nacional
Farinha de mandioca
Feijilo......
Fumo bom.....
Dito reslollio ....
(omina......
Gengibre.....
I.cnha de adas
Dilo de toros.......
Prancbasdeamar.de 2 eusL Um
Ditas de louro......
Co-tado de amarello de 35 a
40 p. de ce 2 i 3 de I.
Dito dito usuaes.....
Costadinhoda dilo.....
Soalho de dito......
Forro do dito.......
Costado de lauro..... <
Costadinbo de dilo
Soalhodedito.......
Forro de dito.......
Ditos de cedro......
Arroba
Alqueire 1,280
i 3,600
Arroba 6,500
a 3,000
Alqueire 2,000
Arroba 2,500
Ccnto 1,600
c 0,000
16,000
8,500
20,000
10,000
7,000
5,000
3,500
6,000
ti,200
3,200
2,200
3,200
Toros de tatajuba.....Quintal 1,600
Varas de pjrrcira.....Dozia 1,280
Ditas de aguilhsdas ... 1,600
Ditas de quirls...... ,960
Rodasde sicupira para carros Par 40,000
Eixos de dila para ditos 18,000
Uel em pipas.......Urna 25,000
quartolas......Canad 140
barirs........Um 5,0i0
Millio........
Pcdras de amolar .
Ditas de filtrar .
Ponas de boi <
Piassaba......
Sola .......
Sarca parilha.......Arroba 18,000
Tapioca......... 1,600
Unhasdoboi. .Ccnto 200
Couros de cabra..... 16,000
Azcite de ca rpalo.....Canad 660
Alqueire 1,280
a 1,000
6,000
Ccnto 3,200
Moldo 200
Meio 1,900
Movimento do porto.
3:797,905
90,422
3:888,327
Exportaco.
Paco de Camaragibe, biate brasileiro No-
vo Destino, de 24 toneladas, eonduzio o ae-
suinte: -- 6 pecas e 1 fardo algodlo, 10 pe-
ajes missBS, IS chapeos de sol, 80 ditos para
homem, 14 barricas bacalhio, 1 barril tnan-
teig, 18sapoas a 15 barricas bolichea.
Liverpool com escala por Macelo, barca
ingieta Rothesay, da SU toneladaa, eondu-
zio oseguio : llOsaecas com 695 arrobas
e 27 libras de algodao, 700 saceos com 3500
arrobas deaasucar.
Buenos Ayres, polses hespanbola Madro-
na, de 192 toneladaa, eonduzio o seguale:--
41 Cocos seceos, 35 pipas agurdenle, 2000
cocos com casca, 851 barricas com 6365 ar-
robas e 18 libras de aasucar.
RECEBEDORIA DE RENDAS INTERNAS CE-
RAES U PERNAMBUCO.
Hendimento do dia *7 589,969
navios entrados no dia 27.
Iladia 9 das, sumaca brssileirs Flor de
Angelim, de99 toneladss, cspiluo Bernsr-
do de Souzs, equipsgem 8, c*rgs charu-
tos, fumo e mais gneros; a Luiz Jos de
SA Araujo.
Pbiladelpdia 43 das escuns americana
Glenroy, de 143 toneladas, es pililo R. Ma-
xey, equipagem 7, csrgs farinha amis
gneros ; a Henry Forsler ct. Companhia.
Havre__24 dias, bares franceza Cont Ro-
ger, de 317 toneladaa, capilo Evers, equi-
psgem 17, carga fazenilas a mais gene-
ros j a i. R. Lasserre & Companhia. l'.is-
sageiroa, Bento Jos Taveira, Finke, eJ.
C. Owel.
Navio sonido no mesmo dia.
Dublin barca inglezs Fairy Queen, espi-
no Henfy Riobsrdson, carga a mesma que
trouxe.
Anvioi entrados no dia 28.
Rio de Janeiro20 dias, brigue brssileiro
Rio Ave, de 9S4 toneladas, capullo Elias
Jos Alves, equipsgem 18 carga varios
gneros; a Novaes A Companhia. ja
nhadosde passsportesou guias ds polica;
devendo estes ttulos sorem apresontados
no escriptorio da agencia no acto do paga-
mento da passagem, os quaes depois de se-
ren verificados serfio rubricarlos para os es-
cravos serem recebidos a bordo, fazendo o
abaixo assignsdo com antecedencia esle avi-
so, repeltido por esle jornal, com o nico
(m de ninguom se chamar a ignorancia o
em cumprimento de aviso que recebeo do
Rio de Janeiro. Recita 22 de maro de 1859.
Thonal de Faria.
-- 0 Sr. r. juiz de direito chota de polica
interino da provincia man la fazer publico,
qued'ora em disnte Dio conceder pasa-
portes a eseravas sem que os senhoreii des
tes ou seus procuradores sppresentem nes-
ta repartido, nao s o titulo pelo qual mos-
trem o dominio que tem nos escravos que-
perlendem despachar, como os ttulos pelos
quaes possuiam tes escravos as pessooa a
quem iimne netamente os compraram, afim
de quo comestss a oulras caulellas, que a
policia ja tem poslo em pratica.se possSo de
alguma sorte evitar a continuado dos abu-
sos, quo ho apparecido contra a liberdade
do alguns individuos, e a propriedide de
outros, sem que a vigilancia da uolicia os
tenhs podido prevenir. Secretaria da poli-
ca de Pernambuco 26 de merejo de 1852.
Antonio Jos do Frailas, I. amanuense.
Pela repartido da policia dests provin-
cia so faz publico para conhecimenlo dos
iuteressadosque no cilabougodo quariel do
corpo de policia desla cidade acha-se reco-
r, on com o referido capitSo na
praca do Commercio.
Para o Rio de Janeiro pertende sahir no
dia 31 do correle o brigue brasileiro dagllarlo
por ter a maior parle do sen carregamanto
prnmpto; para carga paaaageiroa ou escravos a
frele, trata-se na rua do t'ullcgro n. 17, segun-
do andar ou abordo com o canlto Joo de Deo
Perelra.
Leiloes.
Cromo & Compsnhia farSo leilSo, por
intervengo docorrelor Oliveira, de grande
porc3o dn charutos, os mais suueriores e a-
l'.nn i los, que silo importados da ahia, e de
um completo sorlimenlo do miudezBS, con-
sistindo em luvas de todas ss qusliJades,
botfi's, pentes, fitas, suspensorios, lapis,
obreits, linhss de marcar, bengalas, relroz
da melnor qualidade, marroquius e rauitos
outros srtigos : segunda feira, 29 do cor-
rente, principiando com os charutos, s 10
horas ds mandila em ponto, e logo om se-
guids com as miudezas, no seu arinazom na
rua da Cruz.
Canudo Alberto Sodr da Molla, far
luidlo de urna porreo do sardinlns r-m bar-
ricas por conta e risco de quem pertancer,
no dia segunda-feira 29 do corrento as 10
do'as do dia defronte da Escadinda da Al-
fandega.
Avisos diversos.
-- Perdeu-sa no Recita no dia26docor-
corpo oo frunca ii.--.Li uiuauu ^l,n-ow .w.w ,
Itido o pardo Jos Caninsn, que tendo ira-1
(a no 2. ii itaiiio de artilharia ap, lora ad-
didoao 4 da mesma arma, e por aviso do ni-, rente uelss 10 horas da mandus, u,m psrdi-
nisterio ds guerra de 3 de tavereiro ultimo, nd i do 12 annos pouco mais ou menos, for-
posto a disposic.ao do Sr. Dr. edefe de poli- ro ; levou (aqueta de risesdinho azul, calrja
ca para proceder as necessanas averigua-1 de castor e bonet da panno a militar com
cOcs sobre a sua condiffio, visto ser recia- |atra verde; o qual linha vindo 8dias da
mado como escravo de D. Tberess de Jess | Parahyba : quem delle souber ou der noti-
Coelho Souza Leo, sob o nome de Simpli-, cia, fara favor de se dirigir a praca da lnde-
co ; como tudo consta nesta mesma repar-' pendencia o. 3, onde sera gratificado.
Hel, Secretaria da polica de Pernsmbu-, --No dia 31 do correle pelo meio dia na
co 26 do Banjo de 1852.Antonio Jos de sala das audiencias, se ha dearrematar.por
Freilas, 1. amanuense. |sera ultima prar;a, um terreno, urna mora-
- AchSo-se recolbidosa cadeia, por larom da de cass, ums irma sgoa, e algumas ben-
presos por um capitfio decampo, os pretos feitorias : na travessi da rua Augusta, pe-
Joaquim e Manoel, disendo o primeiro ser ohorados aos herdeiros de Manoel Francia
escravo de Manoel Francisco Cosseiro, do co Cuimareg, por Matheus Austim V Com-
ido Formosoje o segundo quo repreaenta pnhi; perante oSr. juiz municipal,
ter 19 a 2o anuos de idade, boa altura,e com Desappareceu ,no Domingo, 21 do cor-
algumascicatrlzes as costas, veslindo se- rente, lenJo sahido de msnhaaa vender ba-
rola comprida e camisa de algodo grosso, una, ele, como ca do costumn, s preta Ro-
nSo confessa quem seia seu senhor. Aspes- sa, do nacilo Congo; estatura regular, idade
sois quo tiverem direito aos ditos polos, pouco mais ou menos 30 annos, rosto re-
queiram apresentar-so com os respectivos dondo, nlo he m pare:ida, e lem falta de
ttulos. Subdelegada da freguezia de S. alguns denles na fronte; levou vestido de
Fre Pedro CotiQalves do Recita 27 de marco chita azul clara com palmas brancas a pan-
de 185-2.-0 subdelegado, Jos Joaquim de no da costa; foi encontrada as primeirss
Oliveira I noiteS aqu mesmo na cidade: quem a pe-
-- De ordem do Illm.Sr. director geral da gar leve a rua da Cruz ti. 43, segundo ao-
nstrucco publica f$o saber, que achBn-'dar, que sera recompensado,
lo-se vaga por abandono do protassor a ca- | l)esapj)areceu no dia 23 do correnle
deira de inslruc^So elementar do primeiro um mulatinho de idade It annos pouco mais
grao da Fazenda Grande do municipio de ou menos, de nome Mariano ; cabello do ca-
Tacaratu, S. F.xc. o Sr. presidente da iro-' bocio, sem dentes na frente; levou camisa
vinciaa mandou por a concurso com opra-:do zuarle azul, calca de riscado (anibein
so marcado al o dia 14 do juuho prximo, 'azul de jislras, chapeo de palha da trra uo-
em que se efTecluarao os exames. Directo-
ra geral da instruccSo publica, 22 de margo
de 1852.Candido Eustaquio Cesar do Mol-
i, amanuense archivista.
i isi o
THEATRO DE APOLLO.
Terca feira 30 do correnle.
RECITA EXTRAORDINARIA.
EM BENEFICIO DO J0BGE.
vo ; o dito mulatinho sihio do sitio deno-
minado Chscon com um cavallo-russo capa-
do, com os signaes seguintes: um nif inii
em anillas as ii-fios pela parte de deotrojuii-
lo ao casco no lugar onde se costumam a
corlar, com um par de ancoras novas e di -
nlieiro a lim da ir ao engenho Muribara bus-
car una carga de mil a qual chegou a tirar
e sabio para fra, mandando o dilo Sr. de
engenho por um outro meleiro que o acom-
, panbasse at a passagem do rio por nflo ser
Expectaculovariado divertido drs- |)0>( i0 qU6 ,e prestou o dito meleiro cha-
malico lyricoe glmmstico. mado Ignacio, morador na ribeira de Caia-
Amelhnrdas ouverturas, execulada em 'rg> nihode um creoulo de nomo Thomaz ; o
grande oredestra; prevonir aos illustres nusl escravo nunca fuglo e suppOe-se que
expectadores que val dar commecoa ri'iro- iHntosi seria utacailu ouadoeceria em algum
seutacaoda meldor das comedias do reper- t.aininlio por onde cnlrasse; por isso roga-
torio portuguez, comfosi^ao do insigne lil- 18e qUem tiver noticia, leva-lo ao mesmo
leraloo Sr. Bandeira a qual lem por Ululo j,jt0 entregar a seu sendor Jo3o de Car-
O Sino das duas horas !! valno Reposo que sera gratificado, ou na
. Irua Nova no boleqnim do bilbar,
O nome de seu suldor estampado em fren- j lp-ooranca.
te dests obra lito sublime he a meldor car-
ta de recoinmendaQffo com que o benefi-
ciado se aprsenla aos seus generosos pro-
tectores.
A dillicilims parlada velda caruata Mar-
garida lirifle est confiada aos cuidados do
Sr. Guioiarfles que por especial obsequise
prestou a esta lao ardua la rafa.
O beneficiado nio se poupando a fadigas
conseguio obter de Mr. Robert o extraor-
dinario obaequio de consentir que o Alcidea
Brasileiro o Sr. Alexan ir se preslasse nes-
ta noit-, para no theatro de Apollo mostrar
mais ums vez a sua immensa forija e babi-
lidade nos Irabalhus
Da COK DA VOLANTE.
Snbrea qual o incatiQsvel artisti far as
maia difficeis e delicadas posicOns e deslo-
cacOes, elevaiido-se maior altura do edi-
ficio.
liara lim no espectculo um emgrafado
duelo brasileiro que por obsequio ao be-
neficiado aer caudado pela Sra. D. Carolina
e pelo Sr. Costs
Ue este o expectaculo que pretende apro-
senlar o beneficiado a aeus generosos pro-
tectores.
Eu po?.i rapasiada
ProlerfSo oo beneficio
Paguem bem que assim meu fado
Tornar-se-ha mais propicio.
Quero enebente, enchente monstro,
Olhem oue a pe^a be boa :
Quando eu fOr dar-lhea bllhetas
NSo me fasSu ir toa.
O seu yelho amigo Jorge
Tudo capera merecer,
Ao Apollo, ventilo, venhfio.
Que eu Ibes hei de agradecer.
0 expectaculo ba bom, a o beneficio be
do Jorge.
Principiar s 8 horas em ponto.
Theatro de Apollo.
Na praca da Independencia, lo-
n. 4 vendem-se um resto de
Ri Grande do Sul-- 36 dias, brigue brasi-' i,,l|ietcs de ulata e camarotes, pa-
leiroEspersng, de 200 toneladss.es pito | ,-...i.j \
Ansslscio Silveira Mondes, eqtilpagem 12, i ra O espectculo intitulado U
Pergunta-se ao Sr. cautelista Salustiano
de Aqoino Ferrelra ou outro qualquer ven-
de lor de bildetes de loteras do dio de Ja-
neiro quanlos qmirtos, oitavos, vigsimos,
se ple fazer de um hilhete inteiro, isto pa-
ra solver duvidsaem que seaeda laborando
o grande Marlyr.
.- No dia quinta-talra, 1 de abril se ha de
arrematar em hasta publica pela vara do
juiz de orpfios, na casi das audiencias em
palacio as 10 horas do dia, um escravo ca-
bra, uflicial de sapatoiro com 18 annos de
i la Ir e bonita figura.
Antonio Valentim dos Sanios, avisa ao
respeilavel publico que au su responssbi-
lisa por qualquer divida contradi u em seu
nome. Tambem adverle ao respeilavol pu-
blico que nada lem com a sociedade de
carros fnebres, s que lem alugado men-
aalmeote os seus carros para conducrj.io dos
calaverea para o cimileno publico, com os
tusteos arrematantes.
Precisa-se de urna ama para casa de
homem solteiro : no aterro da Boa-Vista
n. 75.
Aviuva de Luiz Eloy DurJo tondocon-
tas de livro a letras de diversos senhores,
lento da praca como do mato, e acbando'-se
aa msalas vencidas, roga aos ditos sonho-
res, quevenham pagar-lbe no praso de 30
dias, na certeza de que tara com ellos tods
a contempladlo; a caso o nao facam torio
o desgosto de verem os seus nomes declsrs-
dos por eala folha, a de serum oxecutados
judicialmente : os referidos senderes que-
reudo pagar amigavelmeote, podam dirigir-
se a rua da Cruz n. 35, onde mora a annun-
ciante.
OsSrs. Jos da Cosls Ribairo a Antonio
Jos Alves da Cruz, Francisco Moreira Cosa,
Francisco Domingues Pereirs, JoJo da Cos-
ta Neves, Vicenta Alves Machado, Eduardo
Costa Oliveira, tem cartas no escriptorio da
viuva Gaudino & Filtio : na rua da Cruz
n. 66.
O procurador do Revm. Sr. conego JoSo
Rodrigues de Araujo, roga as pessoas que
anda cqnseivam em seu poder varios livros
perteucerites SO masillo senhor, O obsequio
de restitui-los sem que soja preciso usar de
outro meio maia do que esta simples lem-
brama. Para a entrega podem dirigir-as a
Olinda na rua de Mathias Ferrelra n. 6, e no
Kucita na rua do Crespo, toja a. 16.
bertas, falla um tanto descaocadu; este
escravo suppOo-se ter tomsdo o sul da pro-
vincia em alguma embarcarlo; por isso
roga-se aos Sra. espitaos do navios, autori-
dades policiaes e cspilSes do campo que o
prenda in e levem-no .m Sr. do dito engenho
Antonio Comea Pessoa, ou na travessa da
rua da Concordia n. 5, que sorOo generosa-
menlo recompensados.
Manoel de Queiroz Monteiro retira-so
para Portugal a tratar de sua saude.
Previne-so aos Srs Alberto Jacinlho de
Souza e Frsncisco Moreira da Costs, que el-
les nfio podem dissolver a sociedsde que
tem na taberna da rua Direita n. 37, sem
consentimento de seus credures, com os
quaes anda n.1o se enlenderam, e por isso
sillo sujoitos liquidat;Bo de dita taberna
que gyra sob a razSo de Francisco Moreirs
da Costa&Filho.
No dia 3l do correntemez,
segu viagem para o Uio de Janei-
ro, a bem conhecida barca Firme-
za : quem quizer ir de passagem,
ou teoba escravos a frete dirija
se a rua da Cadeia n. 4o ou "a
praca, a tratar com o consignata-
rio Alanoel francisco da Silva.
Aqu nao ha usura.
No lerceiro andar da rua do Vigario n. 15,
se dir quem d dinheiro a premio, sobre
penhores do ouro, as-uvera -so a modicidado
dos juros, mesmo em pequeossqusntias.de
50,000 a 100,000 rs., al as 9 horas do da,
e das 2 ds larde em diurno.
~ Urna prssoa que tem bastante pratica
de oscripturarjilo commercial, oitarece-se
pira fszor qualquer escripiurscRo, promet-
tnadu toda a limpesa e aceio : para oque
pode ser procurado, na rua do Queimado,
luja n, 13, que se dir qucni ha,
--.Antonio da Silva Gusm3o, embarca pa-
ra o Rio de Janeiro, o seu escravo pardo,
do nome Joaquim.
Precisa-se alugar urna mnllier forra
ou captiva, que saiha engornmar bem : na
rus da Santa Cruz da Boa Vista n. 82.
Aluga-se um molequo do 12 a 13 an-
nos, proprio para casa do pouca familia: na
ru do Seve, casa terroa o sotao, defrunte
do theatro.
Arreiiila-se um sitio em S. Amaro, com
milito hos cssa e fructeiras, tem commolos
para sustenlsr 8 vaccas : quem o pietonder,
Jiiija-sea rua da Gloria, casa n. 70.
Preciss-se de urna pessoa que se pro-
ponlia a tirar formigas, sen lo esta opera-
cao por flesV quem a isto se quizer pro-
pr, dirija-se a rua da Gloria, casa n. 70
A quem fr eflorecido, ou descobrir
utnrelogiode csixa de ouro, pequeo, fran-
cez o sem vidro : leve-o as Cinco Ponas n.
4, que ser recompensado generosamente
Appsrecou no dia 16 do correte, em
casa do b ixo assic.nido, o preto Louren-
co, que dizser escravo de Antonio Pedro
de Uarros Cavalcanli, rendeiro do engenho
5. Francis- o, distante 3 legoas de porlo Cal-
vo ; portante, quanlo!antes, mande, ou ve-
nda o dito senhor trslar venda, ou receber
seu escravo, na'certeza do que o abaixo as-
signa lo nem un dia por elle se responsabi-
lisa. i.it,i.- de Nazarolh, 20 do marco de
1852. -- Gervazio Luis de S Carneiro.
Napolen Gabriel lie?, embarca para o
Rio de Janeiro, a sua escrava Gandida
creoula.
Feitor.
Precisa-sede um portuguoz, quo entenda
do planlacSo do sitio : quem estiver nestas
circunstancias, i-ut lila-so r un o porteirn
da Alfandega das 8 lloras da inanhfla as 4
da tarde, ua mesma Alfandega.
Roga-se a authori la le policial comre-
(cnte, lance suas vistas cuidadosas para
pateo da ribeira de S. Jos,para um l'uua
que lingindo se bebido, ou mismo quo o os-
n ja. aula insultando as familias ali mora-
doras, e gabando-so que nSo hade ser preso,
por ler protejo, o que estamos persuadido
ser efTeilo de baverquem o desculpe pelo
seu oslado de ombriaguez ; mas o que de ne-
cessario de que elle va cozer a cadeia as lu-
ma;as do s vapores embriagantes.
O amigo da ordem.
Muilo nos tem satistaito os (ribaldos do
insigne Mr. Robert. odeacuadiscipulos que
compOem a coinpanliia domesmonoraeade
licada raaSo que dos d o Sr. Robert da sua
retirada nffo nos permite que Ihe pessamns
para que continuo, porem desejavamos que
nos divirtisse pelu menos mais urna noile
com um beneficio a favor dos I /aros ou de
outra qualquer obra pa ; nflo Ihe pedimos
um outro a seu favor porconhocermos oseu
desinteresse o n3o nos tornaroios mais im-
portunos,
Um dos seus afeitjoados.
Ao bom toni.
Acab'in de Cdegar de Paris sa mais boni-
tas e ricas filas de veludo com a sua compe-
tente Ovela Jourada, proprios para pescoco
o cinto de sendora, d3o-se as amostras, e
acli3o-se venda por 18o daralo pre?o que
ntngoem deixar de comprar : na rua larga
do Rozario o 38, lujado raiuloias, junto a
botica do Sr. Bartdolomeu.
-- Na luja de miudezas da rua do Rozario
larga n. 38, do Cardial, vendem-se pentes
de tartaruga para coco, pelo ridiculo prego
de 3,500 rs.
Francisco Custodio deSampaio, embar-
ca pam o Rio de Janeiro, o seu escravo, de
nomo JoSo, de nacSo Angola, de 36 annos do
idade.
CASA r/ELlZ.
O vendedor de billietes da casa
feliz, dos Quatro Cantos, da rua
do Queimado n. ao roga a pes-
soa que possuir o quarto n. 2468,
da aa. lotera do tlieatro deS. I',
de ilcinlara, que venha receber
o primio que tirou de ao:ooo,ooo
de rs., o qual se paga sem descon-
t algum.
-- Carneiro & Ramos, exportara para o
Rio de Janeiro, os seus escravos, Juo, e
Luiz, creoulos, eMaria, mulata.
Manoel de Almeida Lopes, exporta pa-
ra o Rio da Janeiro, a sua escrava ignez,
creoula.
-- Jos Concalves Halveira, exporta para
o Rio de Janeiro, a sua escrava Francisca,
parda escura.
Matdias Jos Gomes, retira-so para tara
do imperio.julga 0B0 dever a esta prac>; po-
rm so por acaso alguem sejulgar seu cre-
-- OSr. Malinas Lopes, da Costa Maia,que
obteve licengaem 6 de tavereiro do torren-
te anno p-...i se casar com a Sra. Seobori-
nda Luiza da Conceicfio, licanca quo pedio,
o que passei para o reverendo vigario do
Poco, queira quanto antes trazer-me a cer-
tnlo do casamento, para abrir-seo respec-
tivo assenlo. O mesmo reclamo do Sr. Nar-
ciso Mara Carneiro, que pedio e obteve no
mesmo dia 6 da tavereiro igual licenrjapara
sa casar com a Sra. Julia Mariana Burle, o
para o mesmo reverendo vigario. NSo seja
que depois querenJo esses senhores cerli-
d;lo do sou casamento e nSo achando, se
queixem, como he coslume.do psrocho,por
n8o ter taito o assenlo.Venancio Henri-
ques de Rezende, vigario de Santo Antonio.
Desappareceu na noito de sabbado, 27
do correnle, um muleque creoulo de idade
11 a 12 anuos de nome Cypriano, o qual tem
umatarida em urna das pomas junto do tor-
nozello e urna cicatria no rosto, achava-so
vestido com caifa e camisa de riscado azul;
di'scouda-se que fra furlado porque lando
vindo as 5 1|2 horas da larde da Estancia ao
Recita buscar uns remedios na botica do Sr.
Bravo, e aendo aviado as 6 horas nfio tem
apparecido at o presente: roga-se a todaa
aa autoridadea policiaes ecapilfles decampo
de descuhrirem o referido muleque, e tra-
zerem a rua da Cruz n 6, ou ao sitio da Es-
tancia, junto ao do Sr. JoSo Cardoso Ayres,
que sera recompensado.
O abaixo assignado, contra-mestre qua
tai da luja de alfaialedo Sr. Jacintdo Soarea
de Meiiezes, participa a todos os freguezes
da dila luja que lendo o mesmo Sr. Menezes
acadado com aquello estabelecimento, ae
acha agora Irabalhaudo na rua Nova n 14,
todos aquellos que de seu prestimo sequi-
zerem utilisar, po Icm-o procurar na sobre-
dita loja cima, onde pioun-tto servir em
ludo com presteza e souipre ao ultimo gus-
to.Romualdo Amonio 'lo Sacramento.
-- Quem'se julgar credor de JoSo Alves de
Oliveira mi JoHo Alves de Oliveira & Compa-
nhia queira apresentar as suas coutas al
o da 2 de abril prximo na rua da Cruz.ven-
da n. 37 para serem conferidas e dessa data
em diaule nflo sa responsibilisam por qual-
quer conla que possa apparecer, perlencen-
te as mesmas firmas.
Precisi-se de urna pessoa que tenlia as
habililnuiips precisas para ensiner msica a
piano a urna menina em um engenho 9 le-
goas dislaule desla cidade ; oftarece-se as
melhores vantagens, e aceita-so com prefe-
rencia algum Sr. sacerdole : quem aceitar
este pa'tido, annuncia para ser procurado,
ou dinja-se a rua da Aurora, caaa do Dr.
juiz municipal da primeira vara.
Compras.
Compram-sc2 iroleques da 12 a II an-
nos : na rua do lollegio n. 25.
Na rua da Cruz n. 18, 3. andar com-
: ra >e om moleque de 14 s 20 annos que se-
ja ds boa cunducta e figura.
Compram-se garrafas e botijas vssias,
paga-se bom : uo aterro da Roa-Vista n. 75.
Compram-se uns caxilhos para porta
dn varan la, com suas bandeiras, a quo es-
tejamem hom uso : quem os tiver, aniiun-
cie, ou diriia-se a roa do Itangel n. 7._____
Vendas.
Lotera do tUq de Janeiro.
Aos ao:ooo,ooo de rs.
INa luja de miudezas da prac i ta
independencia n. 4> ven lein-se I i
Ihetcs inteiros, tneios, qunrtos, oi-
tavos e vigsimos, da 16 lotera
a beneficio dn conslruccao e re-
paros das matrizes do Uio de .1 -
neiro, que huvia de correr no din
17 do correnle, e o vapor inglez
sabio no dia iG. Na mesma loja
tambem tem a venda, bilhotes in-
teiros, muios, (|n 11 los, oitavos e
vigsimos, a beneficio da a3. lote-
ra do theatro de S. l'edro de Al-
cantara, que fcou para correr de
a8 a 3o de marco.
-- Vendo-se um vioiao com pouco uso de
muito boas vozes por prerjo commodo: no
aterro da boa-Vista n. 75.
Vende-se na rua das Cruzes n. 22, se-
gundo andar, urna linda parda de 22 annos
de idade, com habilidades e com urna iiida
muito linda de 5 annos, ums linda negra do
22 annos com habilidades, urna creoula*] i
26 anoos o urna dita de 30 annos com habi-
lidades, o um mulecole para todo aervi(o,
tsnto da praca como do campo.
CANTOS PATRITICOS
Por S. B. Gilirana Costa.
Sabio um foldetocom esle titulo, a acha-
se a venda na rua do Crespo n. 11, no aterro
da Boa-Vista, loja do Sr. Gstima, e no Reci-
ta, loja do Sr. Cardoso Ayres.
-- Na rua Nova, loja franceza n. 10, reco-
bou-so um aortimonto novo de sarja espa-
nhola preta, a de aeda preta ricez, muito
pro o 11 para vestidos de seiidorau.mais mo-
derna e do meldor goslo possivel, assim co-
mo bioo preto, franjas a trancas para ental-
les dos ditos vestidos, veos protos, mantele-
tes, visitas e capoliuhos, ludo para um pro
co muilo razoavel.
Vende-se um preto de na-
ciio, ptimo l'oi- -eiro e mestre de
masseiro: a tratar na rua da Sen-
zalla n. 90,
Ven le-so urna tendedeira, maceira o 2
laxos, proprios para refinaco, assim como
todos os moisarranjo'i, proerius para a mos-
ma : na rus do Hospicio, sobrado o. 15.
-- Vendem-se uns dos melhores csrros
de duas rodas, com cobarta. ainda com pou-
co uso, anoos de lustro, con tarrsgens pra-
teadas: ha coedeita atrs do Carino, se dir
quem vende
Vende-so urna cssa terrea em Olinda ,
por preco commodo : na ladeira da Bica da
. Pedro : em Fra de Portas, na rua do Pi-
lar n. 2. _
A melhor farinha de Mage,
a 2,500 rs. a sacca, dindairo 4 vista : no ar-
mazem da esquina da Alfandega.
-- Vende-ae um terreno, na rua da Pont
Velb, com a frente para a mar: a tratar aa
mesma rus. cass n. 5
Venavse urna canoa de carreira ds
burdfiozinho, de 35 palmos de comprido e 3
dor aprsenlo sua conta no braso d20dliiele meio de largu;a, por muito diminuto pre-
itamenU '(o : a tratar na loja de miudezas da rua do
quo depois de verificada ser promp
satistaito e igualmente pede aquellas ps-
soa que anda Iherestsm algumas piquenas
quiatiasdaja de,oindemnisr no mesmo pra-
zo para evitar mais Irabalho
Quem anuunciou querer comprar urnas
venisianaa pode dirigir-se a rua da Cruz,
o. 37, que achar urnas que se vendem.
Precisa-se de urna ama forra para todo
servido de urna casa de pouca familia: no
alerro da Boa-Vista n. 78, loja.
Collegio n. 3.
Vende-se, por prefo commodo, um pre-
to de meia idade, proprio para o servi(o de
Campo : na rua dos Marlyrios n. 10.
V|-- Na rua Nova n. 8, vendem-sa 2 colchis
damasco, S toalhaade labyrintho, 1 jirro
e hacia do cristal, tratado de harmona por
Bretn, seguido de um diccionario de ac-
cordes, a donzella do isevoeiro e varios li-
vros de direi'.o e romances.
i


- Farinha Fontana,
anegada ltimamente: em casi de J. J. Tas-
o Jnior, ni rua do Amorim o. 35. ^ ,
tlfti:'1 Wft doHecife n. n, ha muito supe-
> ioj do sobrado uurtlio di rua m r;or cai e Lisboa, em pedra, as-
do Queimido ir. 29, lira par* vendar .... .k.J. nltim.
um grande sortimento dbannos pre- 8im como potlSSa chegada ultima-
tos finos e de cores flxes;casemira pre-
U clstica superior de 9 a 14,000 ri, o
corte de calca; corlea de coleto de ca-
semira preta bordados; ditos de setim
preto taoibem bordados; chapeos pre-
tos fraucezes os inais modernos e de
S melhor qualidade que ha no merca- m
m do; ditos de caslor branco inglez da
9 ultima moda; e outras fazendas de
m gosto e preco commodo. $
wmmm mmmtmmmmmm mmmm
Uoendns superiores.
Na fundicUo de C. Starr& Companbla,
em S.-Amaro, acbam-se* venda moendas
de canna, todas de ferro, de un modelo e
construcc.80 milito superior
No armazem da ra da Muela n. 15
vende-so cal de Lisboa em pedra, a mais no-
va que ha no mercado, chegada no crrenle
roez, no brigue Laya ; assim como mercurio
doce em caixinhss de libra cada urna, tudo
por menos preco do que emoutra qualquer
parte.
Cobertores de algodao.
Superiores cobertores de algodgo de di-
ferentes cores, tecidos a dous flos, muito
grande, tein toda applicaco em urna casa de
familia, por servir para meza de engom-
ando e forrar camas e mesmo para escn-
vos, pelo diminuto preco de 1,4*0 rs.: na
ra do Crespo n. 6.
l'otassa americana.
No antigo deposito da cadoia velba, n.
19 existe urna pequea porco de potassa
americana, chegada recentemente que por
superior rivalisa com iiIiHujmi: vnde-
se por preco razoavel.
Rap Paulo Cordeiru-
recentemenle cbegado do Rio de Janeiro :
vende-se na ra da Cadea do Recife loja n.
50, de Cunha & Amorim.
Vendem-se relogios de ou-
ro eprata, patente inglez : na ra
da Senzalla Nova n. \ i.
Deposito de cal virgem.
Cunha & Amorim, na ra da Cadeia do
Recite, n. 50, vende-se barris com supe-
rior cal em pedra, chegada pelo ultimo
navio de Lisboa, por menos preco do que
em nutra qualquer parte.
-- No escnplorlo de Manocl Joaquim Ka
mos e Silva, na roa da Cadeia do Recife
vende-se por preco commodo cal virgem de
Lisboa chegada no ultimo navio, bezerro de
lustro, mercurio, linha de Roriz,relroz, fe-
cbaduras do Poito, pannos e casemiras
de I fu.
Principios geraes de economa pu-
blica e industrial.
Vnnde-seestecompendio, approvado para
as aulas de primeiras letras, a 480rs.: na
praca da Independencia, livraria n. 6 e 8.
Na porta da Alfandega e no
armazem do barateiro Joaquim da
Silva Lopes, vende-se iurinha fon-
tona SSSF e de Philadelphia, l-
timamente chegada.
Vendom se amarras de ferro : na ra
da Senzalla Nova n. 42.
Vende-se urna mesa de amarello, com
7 palmos de comprimento e 4 de largura :
na ra Bella n. 16.
AGENCIA
da fundicao Low-Moor.
RA DA SENZALLA NOVA N. 42.
Neste estabeleeimento conti-
na a lia ver um completo sorti-
mento de moendas o meias moen-
das para engenho, machinas de
vapor, e taixas de ferro batido e
coado, de todos os tamanhos, pa-
ra dito.
Antigo deposito de cal
virgem.
Na ra do Trapiche, n. I7,
muito superior cal nova em pedra,
,'hegada ltimamente de Lisboa:
tambem se vende potassa da Kus-
novae de superior qualidade
Deposito de cal e potassa
No armazem da ra da Cadeia
4
mente, a precos muito rasoaveis
Superior cha nacional
em ciixinhas de 2 libras, e da melhor qua-
lidade; vende-se por preco commodo, os
ra do Corpo-Santo n. 9, primeiro andar,
.- Vende-se um carro de quatro rodas
muito leve e seguro, por muito pouco d-
nheiro: na praca da Boa Vista, cocheira
do francois.
Ovas do SertSi).
Vende-se ovas do sertSo por prego com-
modo : na ra do Queimado loja n. 14.
Vende-se no armazem do caes da alfan-
dega de Jos Joaquim Peroira de Mello, a
muito superior cola das fabricas do Rio Gran-
de do Sul, chegoda agora ltimamente, e o
preco muilo commodo.
Sarja preta.
Vende-se superior setim preto macio
proprio para vestidos de senhora; sar-
ja de seda preta legitima hespanhola;
corles de vestido de seda preta bor-
dada, gosto moderno, tendo de tudo
porefio para o comprador poder osco-
Iher e por prego muilo commodo : na
?
loja do sobrado
Queimado n. 29
amarello da ra do :?
Lotera de N. S. do Livramento.
Aos 5:ooo,ooo ders.
Na loja de miudezas da praca
da Independencia n. 4 5 vende-
se um resto de bilhetcs inteiros ,
meios, quartos, decimos e vigsi-
mos a benelicio de N. S. do Li-
vramento.
Bilheles inteiro
Meios
Quartos
Decimos
Vigsimos
CHA PRETO.
Venrle-se superior cha prelo,
em caixas de 3o libras cadi urna :
em casa de J. J. Tasso Jnior, na
Recife,- rua dl) Amoi-iin n. 35.
Sen entes tic ortalice.
Vendom-se sementes de ortalice de lodes
as qualidades muilo novas, vindas de Lisboa
na galoia Margarida, e feijSo carrapalo e de
flores: na rua da Cruz, airas do Corpo San-
to D. 62.
10,000
5,000
a,600
1,100
600
ha
Irados d ferro.
Na fundicao da Aurora, em S. Amaro,
vendem-se arados de ferro de diversos mo-
delos.
Para a quarestna.
Casemira preta infestada a 5,000 rs., o cor-
te de calce.
Na rua do Crespo loja da esquina que vol-
ts para a cadeia vandem-se casemiras prela
enfeatada a 5,000 rs. o corle do caifa, sarja
preta hespanhola a 2,600 rs. o covado ; co-
mo outras fazendss que por sua boaqu.li-
dadose turnaO recomondaveis.
Vinho de Champagne,
e superior qualidade : vendo-se no srroa-
em Kalkmanu IrmSos Rua da Cruz, n. 10
Deposito da fabrica le Todos os
Santos 11a lialila.
Vonde-se.emcasa deN. O. Bieber&C.,
na rua da Cruz n. 4, algodfio transado da-
quolla fabrica, muito proprio para ssccosde
assucar o roupa de escravos, por prer;ocom-
modo.
Vende-se mais barato do que emou-
tra qualquer parte, ricos msnleletes pretos
e de cores : na rua da Cadeia do Recife, lo-
ja o. 18.
He tio barato,
Que laz animar ;
Qucm vir a pechincha
Nao deixar de comprar.
Na rua do Crespo loja da quina que vira
para a cadeia, vende-se panno fino preto, a
3,000, 3,500, 4,000 4.500, 5,000 o 5,500 rs.
o covado ; dito francez muilo superior, a
6,000 rs. ; dito azul, a 2,600, 3,500, 4,000
5,000 rs. ; dito verde, a 2,800, 3.0U0 c 6,000
rs. ; dito cor de rap, a 2,600 rs. ; casemi-
ra preta, a 4,8006,000, 7,500 8,500e 10 000
rs. o corte; sarja prela de seda muito su-
perior, a 2,500 rs. o covado; merino prelo
muilo bom, a 2,800 e 3,200 rs. o covado cor-
tes de cassa chita muilo bonitos, a 1,920
rs.; e ouiras muilas fazendas por preco
commodo.
Cemento novo a 7,000 rs.a barrica.
No armazem de Antonio Annes, no caos
da Alfandega.
Vende-se um teneno com 300 palmos
de frente e perto do 1000 de fundo, com
grande viveiro, quo tem perto de 500 pal-
mos di-comprido, na estrada que vai par1 o
Manguinho : a trotar na rua da Cadeia do
Recife n. 9.
ARADOS AMERICANOS. J
O Vendem-se arados ame- .>
liemos, chegados dos Esta- jj
a/ dos Luidos, pelo barato pre- .*
V co de 40,000 rs. cada um: na j*
v rua do Trapiche n. 8. ^
Vende-se urna preta creoula, moca e de
bonita figura, sadis, cose chSo, cozinia, la-
va, he vrndedeira de rua e tem excelleme
na rua larga do Hozarlo, loja
Pechincha.
Na loja do Passeio Publico n. 15 vendo- conducta
se superior cal virgem, chegada ultimamcn- n- 35,
lo de Lisboa, por preco muito commodo pa- Oeposito de panno d> algodao da
ra acab,r- febrica Todos os Santos da Ba-
Na ruado Apollo, no trapi-
che do Ferreira, vende-se cal vic-
gem de Lisboa, em barris, chega-
da ltimamente no brigue Laia ,
pelo diminuto preco de 3,5oo rs.
Vendem-se batatas muito
nhitf.
Vende-se por preco commodo
o bem conhecido panno de algo-
dio desla fabrica ; em pessa, a
vontade do comprador: no escrip-
superiores, inglezas, recen.eme'n- torio de Novaes& Companhia, na
te chegada! 1 no armazem de Jos rua do Trapiche n. 34.
Joaqufm PereiradeMeIlo.no lar- Azeite de Garrapato da fabrica de
go da Alfandega defronte do guin- ^^X*?**
daste. azeite, o mais proprio e econmico, para
Ranana e coiaba. uso de candieiros de sala, tanto pela sua du-
Vende-se ^~**gg*g*m S*-ftWSti''
go n. 25.
Vende-se
Kspermacele em caizas de 16 libras.
rarinlia superior em saceos de elqueire
Cha preto superior.
Erva malte.
regu-
. Tas-
so Jnior i na rua do Amorim n. 35.
Vende-se ou arrenda-sn o Engenho S.
Rita moente e crrente meia legoa distante
da villa de Iguarassu'com propurcOes par
safrejar-se, embarque junto ao engenho; ala-
gados, o outras proporcOes : quem o prelen-
Verdadeingeaebra deOlanda em traiquei- d^enUnda-secomoproprietaiionomemo
Charutos da Bahia superiores, \ Novos cobertores de tapete a
Serveja fina : na Iravessa da Madre de Dos,
armazem ns. 4 e 6, pintado de cor. ^
\ .Monillos de vento voit., p7a cadeia' vendem-se cobertores annos de idade, proprio para quilqerser-
com bombas de repuxo para regrar hortas de tapete, grandes e bonitos, pelo diminuto vico': na rua do Crespo, loja da esquina
o baixas decaplm na fundiefiode Bowmaux preco de 1,440 rs.; em qualidadesSo os me- quevolta para a rua das Cruzes n. 16.
& M. Calhem: na rua do Urum ns. 6, 8 e 10. inores que tem viudo no mercado, por isso.j Vinho I 1
i,44 rs-
rua do Crespo loja da esquina que
Loja nova.
Vende-se nesta foja por preco! baratsi-
mos o mais moderno sortimento de fazendaa
finas a saber: cortes de vestido de seda
branca, manteletes pretos capotinhos para
meninas, romeiras de linho com enfeites de
seda, los pretos, ricos cortes do chamalote
para vestido, bem como groa de aples de
furia cores dos gostos mais modernos para
vestidos, cortes de 19a de camello com 14
covados pelo barato prec,o de 6,000 rs. o cor-
te, luvas de seda de cores, de troca! e pen-
ca, e muilas outras fazendas. tudo por ba-
rato preco : na nova loja da rua do Rangel
n. 8.
Vende-se um palanquim da Bahia, de
bonito gosto: no largo de S. Pedro, por ci-
ma da loja de marcii.eiro, segundo andar.
%mmmmmm*m mmmmmmmmmm
m Vendem-se ricos veos pretos de seda, tt
nj de linho e de retroz de Italia; mante-
n leles pretos do ullimo gosto e com ri- &
f eos enfeites; mantas de seda pretas ; m
. meias de seda pretas de peso e outras
fazendss de gosto, tudo por preco de S
MI agradar aos compradores : na luja do M
H sobrado amarello da ruadoQueima-
fdo n. 29.
aww wvwstmmwmw knh*m>
Grande sortimento de fazendas
baratas.
Panno fino preto a 3,000 rs ; ssrja preta
hespanhqla, de auperior qualidade a 2,500
rs. o covado; setim prelo macao, muito su-
perior a 4,000 rs. o covado; alparca, muito
lina a 640, 800 e 1,006 rs. o covado; cassas
de flores brancas, proprias para cortinados
de cama, com 8 1|2 varas a 3,500 rs. a peca;
cassas chilas a 2,000 rs. ocorle; lencos de
cambraia de linho, para homem a 480, 560 e
640 rs.; riscado assentado em melim, pro-
prios para ropa de meninos a 200 rs. o cova-
do, e outras muitas fazendas em conta : na]
loja da rua do Crespo o. 6.
Lotera do Rio de Janeiro.
Aos 20:000,000, 10.000,000, 4:000,000 ,
2:000,000 e 1.000,000 de rs.
Na loja da Viuva Vieira iFilhos, na rua
da Cadeia do Recife n. 24, ainda acham-se
a venda um resto de bilhetes e caulelas da
16. lotera a beneficio daconstruc$3o e re-
paros das mstrizes da provincia do Rio de
Janeiro, cuja lista vem no primeiro vapor,
na moma tambem receberam pelo vapor
inglez Tay, entrado em 24 do coirenle, os a-
forlunados burieles e cautelas da 23. lotera
a beneficio do theatro de S. Pedro de Al-
cantara, os quaes acham-se tambem a von-
da e t'ocam-se por bilhetei j premiados das
loteras do Rio de Janeiro e desta provincia.
Vende-se a taberna sita no becco do Pe-
xe-frilo n. 5, bem afreguezada : a tratar na
mesma com o dono : faz-se todo nego-
cio.
-- Entre as duis pontes da passagem 1.,
sobrado indo da ponle pequea, vende-sel
vacca que da bastante leite e o bizerro esti
com 8 uias por prego commodo.
Vendem-se barreduras de farinha de
Santa-Catherina muito em conta, por 1,000
rs. o alqueire da meJida velba : a bordo do
brigue Sagitario defronle do arsenal de
guerra.
Vende-se urna (averna na rua do Ran-
Arados da fabrica dos Srs. Ranso-
me e May
Proprios para plantare alimpar canna de
lifferentos modellose feitos na maii acre li-
tada fabrica na Inglaterra ; sendo muito su-
periores a qualquer que tem vlndo a este
mercado,e proprio para plantaren! qualquer
terreno e do qualquer la'gura, por tur tinf
arranjo proprio para abrir e fechar a aiveca.
O bico, aiveca e aola desles arados passam
por um proenaso qne da-lhea consistencia
jleaco temperado da maneira que 880 da
mnita duracSo, alm de que tem bicos de
sobre-excellente : na rua do Trapiche n. 14.
Sobrado em Goianna.
Vende-se, muito em conta ,
um bonito sobrado sito na rua
do Meio, n. 58 avallado em
>. :oooooo, em o qual tem parte
rsula Maria das Virgens e sua
irmaa Joaquina A Ivs de Faiva na
importancia de 107,47'! rs. quem
pretender dirija se a caza de Kal-
kinmii IrmSos,rua da (iruz.n. 10.
CHARUTOS DE HAVANA.
Vende-se charutos de Ha ana muilissimo
finos; no armazem de Kalkmann & IrmSos,
rua da Cruz n. 10.
Vendem-se saccas com fari-iB6'com ofundode too.oso rs. pouco mais
l>>. !.. > nna de Santa Lathanna a 2,340 collegio n. 17, segundo andar.
rs. : na rua da Praia de Santa Bi- Ven lem-se saccas com farinha de San-
la, venda defronte da ribeira do a^^t;^00/.sJ.di^ .t?^'.
peixe, n. 1.
Vende-se urna mulata, que sabe de to-
do o arranjo de urna casa, he muito fiel e
cuidadosa : na rua do Amorim n. 35.
Veude-se urna porgo do barricas va-
stas, promplas para se socar assucar, a oc-
casilo he boa, que se precisa de ilinheiro, e
2,000 rs.; arroz de casca, a 2,400 rs. o al-
queire ; azeile de coco a 2,800 rs. a cana-
da ; dito do carrapalo, a 1,440 rs.: no Caes
do Ramos n. 4-
Vende-ao urna taberna com pnucos fun-
dos, e se faz todo o negocio : a tratar na rua
daModa n. 25.
-Vendem-se charutos da Bahia das me-
alguns mergulbos de parreira muscalol em 'bores marcas qm casa de Kalkmau IrmSos :
caixoos, responde-so pelos que falharem : ,rua d' Cruzn. 10.
na praca da Santa Cruz, na padaria por bai- !#Vf V f ?f f ff f f ffff V*
xo o sobrado n 106.
Madama Koza llardy, modista bra-
sileira, na rua Nova n. 34 ,
neste estabeleeimento he chegado recente-
inenle, um grande o lirilliante soi limenlo de
modernas fazendas, vindas de Pariz, consis-!^
tindoalm de outras fazen las,em ricos c (Oes pretos de blonde; mantas de fil deseda
preta bordadas a imilafSo de blonde;> 1 m
como espotinhos prelos e de cores, muito
proprios para os actos da semana Santa.
Vendem-se 12 portas novas de sedro ,
proprias para casa decampo; assimeomo
30enxameis de dito de 14 a 18 palmos de
comprimento, por preco commodo : na rua
do Vigario n. 5.
Na rua do Crespo n. 2i, loja de
Bernaidino Maia da Silva.
Vendem-se nesta loja chapeos para Sra.
os mais modernos que tem vindo de Pars,
seu preco so avista da qualidade; nesta lo-
ja tambem tem um cumpl lo sortimento de
fazendas fraDcezas, dos gostos mais moder-
nos por tudo ser de encummenda feita pelo
dono do estabeleeimento, da-se amostras
para ver se agrada ; como sejam ricos cha-
malotes pretos psra vestido, sarjas pretas,
muilo superior pannos pretos, selins maco
para vestidos e coletos, cambraias de seda
proprias para bailes pelos seus ricos deze-
nhos, e bonita vista que parece seda, chitas
Iraucezas com barra moda de Pars e ou-
tras muilas fazenJas proprias do mercado
Vende-se urna porta : na rua da Paz
n. 36.
Velas de espermacete.
Vendem-se velas de espermacete, em cai-
xinhas de 20 libras: na rua da Cadea do
Recife o. 48.
Vende-so a taberna sita no aterro dos
Afogados n. 123 com poucos fundos: a tra-
tar na mesma por preco commodo por seu
dono ter de se retirar para fra.
Vende-se umelogante moleque, de 20
Deposito de tecidos da fabri-
ca de Todos os Santos,
na Bahia. %
Vende-se em casa de Domingos Al- -*i
ves .Matheus, na rua da Cruz do Re- 4
cifen. 52, primeiro andar, algodo ^
transadodaquellafabrica,muilopro- *
prio para saceos e roupa de escra-
l',iw p-ii.i sitcu o iuu|i.i ao cauta- ^m ----, ,.-*~ -- ~w- ~., ... -......*.,...
vos, essim como lo proprio para re- 2 "n.dava vendendo, costuma guardar o ta-
se de commissao, tanto para a pro-
vincia como para fra della, para
ojjue se offerece muitas garantas
a seusdonos .* narua da Cacimba
n. ti, primeiro andar.
- Vende-se um terreno na rua da Aurora
com 50 palmos de frente e 280 de extensSo,
tendo caes de lijlo a be ira mar, (cando en-
sia,
o m. r.ainuui; na rua uu ui uui lis. o, o o iv. inurea que mu viuuu iiuuiaibnuu, |]ui loau,
Lasa de commissao de escravos. 1 (jambraa para cortinados a a,4oo recommenda-se aos Srs. de engenho quo
Vendem-se escravos e recebem- ,. a _e?a>
Na rua do Crespo, loja da esquina, que vi-
ra para a Cadeia, vendem-ne cambraias des-
cantilladas, para coitinados, a 2,400 rs. a
ucea, com 8 e 1|2 varas.
Parinha de mandioca.
-- Vende-se saccas com superior fsrlnha
de mandioca a precos rasoaveis: a tratar
com J. J. Tasso Jnior rua do amoiim
UUMDguviIJUIVlUOIII lU.l|UbOUUVDI|-| .,' 1 I I 1_ 1 I
tre as casas dos nims. Srs. Cusiavao Jos do, brande Jaorica de chapeos de sol,
llego e Francisco Antonio de Oliveira : os, ,Je J, falque la do C'ollgeio
preteodenteadirijam-se a ruadas Turres n.l
8, primeiro andar. 4- nrero commodo e com nromnti- p,r' cDe. "bicos, lencos de seda, filos,
Para a quarestna. Neste novo estabeleeimento recebeu-se PreV t-ommouo e (.um prumpu erep.f chilM# ntMi ,,,. e rrtnja, f ,:
firande sortimento de saria oreta hesoa- um n0T0 8 'indo sortimento de chapeos de dao, embarcam-se, OU Carregam- de malha que se venderflo muilo em
nhXtim r"o marto' orK % ^^"ZVXSli^Mhow'to* se em carros' sem desPezas ao com- "M f11""01"0'-^ loi' "''" ,
d A. nrni. imr.i.jn mnin nnvnn .. de panioho para homens e sennoras, de ar- r Vendem-se 3 casinhas terreas, no ar-
dVes chamalote d sed. nreta com Ustr.s ma" de balei' e d6 MS0 1u8 8e yen,iem Prador go H'J S. Amaro, que rende um o
Si tSS^pSSfSSt d fil! fff ^AVSJSSS^J^RSS^JS: Barat88..0. um qu.rio por cem ao m.a.'oa troca-,, por
prelo, manteletes pretos e de cores, casemi- 'e "?* H**""* SESES? *Si" Vende-se um terreno na rua da Aurora j* urna casa aqu na praca, ou por Graves :
?.sPr,et.,,pannosPfios,c6rte.deco..,ede ttfZttS&SPSESSSS: .terrado, tendo fundo al a rua do,|lospi- atr.Urn.ru. da. Cruzo, n. 40.
co, e frente 55 palmos: tambem se vende Attencao.
s a rua da Aurora : a tratar na praSa da ln- Kl rua do Rosario estreiu lreM pir 0
para senhoras, lazem-se umoelias ae igrej. e depelvv',llC'\",n ,,:, nov. da rua do R.n- QueilDd',> dopoaito de JoUo Jos Mendes da
concertase qnalquer qualidade de chapeos Ven Je e. n* l"i*-'l,", r .1 S''v 39-A-, continua-se a vender latas de
de sol: todoios objectos cima mencionados fel um completo orlimento de rranjas e irlrul, ,Upp0rior como he sabido;
se venden, em porfo e a rel.lbo. por preco t'oc9 Pro1" P'r' D"n"levB outras pro- ,ende.se em |ibras 400 r8 b|ichinh, re'
que agradara aos freguezes avista da quali- tSJS!^S!SSL P*tM,f01 pW" g-H muilo fin. a 320 rs, rati.se blncouli-
daJe.
A bordo da escuna Maria^irmina fun-
diada de fronte do caes do Ramos, ha su-
seda bordados, merinos, alpaca, l.pim, tudo d7rcSrirarmSei servidas Completo sor-
ultimameutecheg.de. e por preco.commo-, Dale^,8 vestJJos epartlIn0i
V vn..r.' N" 23> 'J' e l0D' \ Pif senhoras, f.zem-se umbell.s de igrej. e
4,000
quizerem comprar da pichincha, nSo se de-1 Vende-se vinho branco do melhor, que
inorem, porquej ha poucos pela estrajao vem 0 mercado : na ru. d. C.deia do Ho-
que tem tido. .cifen. 48.
Wiiivgie n/iivi t>iuionh/te "^INa loj* de m,udez,s 3,da praca da In-
.1 (11.1 lis mi U ( lltj( linus depondencia.vende-se polkas, nova mzurk,
Na fundicSo de ferro de Bow- lindas valsas, quadrilhas na opera-osLom-
,, .i ..II j, bardos, sinfona na opera Zampa, tudo pa-
man &. fllC. Lallutn naiua d ra pianno ; luvas de lorc.l, ponto don, pre-
liruiii, |i .ssando ochafariz, conti- t.s e de cores, lenco de torc.1, ponto don,
_r_ ______ .._ .!._ -; muito em uso para enfeite de pescoco dse-
nua a haver um completo, sortt- DbortSi de corflS| por mdico preSo,e garr-
menlo de taixas de ferro fundido e fas com lint da escrever muito superior.
kaldn ,l'is nalmna Ap horra "" Madama Bueaaard Millochan recebeo
batido, lesas palmos de bocea pe|o ullJ|no niyJo do Htvre oj obJBCtos de
as quaes acham-se a venda por quaresma seguintes; mantas de bico preto
commodo e

.',. des de pescar e pavios para vellas,
ia> por preco muito commodo. -g
AAASMAiAOilM* AMAAA
Vdros parr espelhos.
Vendem-se vdros para espelhos de lodos
os tamanhos gor precos muito em conta en
casa de Kalkmsn IrmSos rua da Cruz n. 10.
SALSA PARRILHA
As numerosas experiencias feitas como
uso d. salsa parrlha em todas as eofermi-
dades, originadas pela impureza do singue,
e o bom xito o til i lo na corte pelolllm.
Sr. Iir. Sigaud, presidente da academia im-
perial de medicina, pelo lllustradu Sr. Dr.
Antonio Jos l'eixoto em sua clnica, eem
sua afamada casadosaude na Camboa, p-
lo lllm. Sr. Dr. Saturnino de Oliveira, me-
dico do exercilo e por varios outros mdi-
cos, permiltem hoje de proclamaraltameote
as virtudes efiiea/es da
SALSA PARRLHA
DE
Escravos fgidos.
No dia 17 de feverelro des te anno de-
sappareceu da cidade da Parahyba o escr.vo
de nomo Domingos, que reprsenla -ter 35
annos; estatura regular, cheio do corpo.bo.
figur., rosto com cicalrizes ou signaos de
sua lucilo, denles perfeilos, mBos, pero.se
ps bem feitos tem urna hernia em urna das
verilhas, he muito Tallador, n he offlcial de
pedreiro. Consta-nos que esleve nesta cid.-
de do Recife em una casa na rua.do Duro,
e na madrugad, do di. 19 do crrente sald-
r par. olido do sul, levando comsigo um
chapeo do chile novo, aqueta prela de ma-
rin, caifa de brim branco com listras en-
carmdis; levava tambem um bah de folha
de fiandres com ondeado azul que ter 3 a \
palmos de comprimento com miudezas para
vender, indo acompanhado por um preto
velbu. Este prelo quando desappareccu da
cidade da Parahyba recebeu 300,000 ra. i ru-
gi-se a todas is autoridades oliciacs c ca-
pules de campo que o aprehendan) e o le-
vem na Parahyba no sobrado junto a loja iie
JoSo Jos de Medeiros Crrela & Companhia,
e nesta cidade do Recife a seu senhor Miguel
I't-licio da Silva na praia do Caldeireiro, so-
brado novo, que recompensar generosa-
mente,
-- liesapparrceu no dia 17 do crranle
urna preta de nome Filicidade; estatura re-
gular, magra, tem falla de dentea na frente,
urnas marras de panno no rotlo, cor n8o
muito preta, vestido de chita branco detbo-
lado, panno da costa azul, um tabolelroque
lidades para as pessoas que quizerem mi
mes Villar.
Vende-se rap de Lisboa, chegado lti-
mamente, vindo de eocommenda, cousa
superior, e respousibilisa-se pela qualidade:
na rua da Cadeia do Recife, loja de JoSo
da Cunha MagalhSes, n 51.
Vende-se marroquim de todas as cores
a 1,600 ra., bandejas linas, colheres de me-
tal do principe, facas com garfos muito fi-
nas, ditas psra meuinos, boceles pioladas
para doce, eoxadas calcadas com ac, arcos
de ferro para barris, pipas e tunis, toroei-
ras de metal com cbaves pan barris e pipas,
parafusos para camas francezas, jarros dtiu-
rados para mesa de jantar, e todo o trem
para urna coainha : na rua Nova, loja de fer-
rageos n. 16 do Jos Luiz l'ereira.
Na rua do Vigario o. 19, primeiro an-
dar, ba para venuer muilo superjor cera
em grumo, em barricas pequeas, e supe-
riores viuhos engarrafados.
Agencia de Edwin Maw.
Na rua de Apollo n. 6, armazem de Me.
montat Companhia, acha-se conalanlemei
boni aorlimentos de ui.a de ferro coad
batido, tanto rasa como iuodaa, mocadas In-
eiras todas de ferro pira anlinaea, agoa, etc,
dltaa para armar em madeira de todos oa
inauhus e madelloa o mala modero*, mac
iioriaootal para vapor, com forca de 4
loa, coucoa, paisadilras de ferro cata
para caaa de pulgar, por menos preco q
de cobre, escovens para navios, ferro inglez
lano em barras como em arcos fotbas, e ludo
por barato prec.
ida* lva
perior farinha de S. Matheus que te vende
ornis barato possivrl, trata-seibordo com
o cipitao, ou com Luiz Jos de Sa Araujo :
ni rua da Cruz n. 33-
mmmmmmmmmmw-wimmmwmwm
Panno preto litio.
il Venda-so superior panno lino pre- |J ,
m to, cor lis, 4,000 rs. O covado: na 1
na rua do Queimado, loja do sobrado
amarello n. 29
WWWa>a-aiaa:Maiaall>!W
Farinha barata.
Ni rua da Cruz n. 33 armazem de Luiz
Jos de Si Araujo, vende-se sacas com li-
ndel re de farinha, lamo do S. Calharioa co-
pdeS. Mathetu, muilo suporior por me-
pre?o qd em oulra qualquer partee
ndo a sacra mais barata, fica tambem as-
barreduras para vender, que serve para
bixos etc.
Vendem-se velas de espermacete, em
caixas, de superior qualidade : em casa de
l.Kelleri Companhia: na rua da Cruz nu-
mero 55.
Vende-so doco de bicun em frseos por
preco commodo : na rua da Cadeia do Recife
n. 33.
c.o muito commodo.
iin;lo de jNaiitua
800 rs.
a
uho de aramia a 320 rs., bolachinha inglez
a 200 rs dita quadrada a 240, fitina e bis-
coutos mais inferiores em libra a 200 rs ; e
anda vendo urna pequena porcSo de biscou-
Vende-se a historia de Slm&o de Nantua, tos derenns que para acabar vendeja a 480
a 800 rs. : na livraria da praca da lndepen- '* um embrulho cootendo 1 du/ia, vende
dencia n. 6 e 8. tambem castanhas e amendoas por commo-
Cebo refinado. do Prei poi tanto os freguezes devem pre-
. n_.j___. ferir, a vista do preco equBdade.
Vende-se superior cebo refinado, em bar- .. 'vende.,, sebuv derreiJdo ue ,Uperlor
neis, que por muilo superior se rec0minen. qu,|idlde, 6,400 rs. a arroba, e velas de
da par. o f.brico das volas de carnauba: na 2SS5S,t8000M. .arrobtt M ru. Direi-
ru. da C.doia Velba, armazem n. 12. t n 59
fisso, eogomm. e ooze ni ru. larga d uso rua d. peh.,que f.z frente p.r. .
Itozono n. 35, ioj.. mesma rua.e para a rua Direita, junto a ca-
t),itima mesa de jantar. aa em queesteveoutr'ora a lypographa da
Vende-se uma mesa de jantar com 18 pal- imprensa, aegundo andar, a qualquer hora
mos de comprida muito moderna, feila de do dia.
amarello, envernisada, ps torneados ecom Vende-se um cabriole! coberto, quasi
pouco uso: quem a pretender dirija-se a novo, com um civallo gor lo e muito man-
rua do Rangel, loja n. 8. so : na rua larga do Rozarlo, loja de louca,
Vndese um ra vallo sem achaques e a qualquer horado da.
bom cirregador baixo : na rua da Cadeia do Vende-se um escravo pardo escuro ,
Recife n. 48. proprio para o mallo, por aer robusto eacos-
Vende-so um melhodo pira liuliio, por turnado ao servico de campo, vindo ultima-
Luigi Castelacci, em francez, e com ptimas mente do l'ar : a tratar na rua da Cruz nu-
musicas, oulro dilo em portuguez, por Mi- mero n. 45.
noel Nunes Aguedo, ambos com muito boas -- Vendem-se saces de muito superior fa-
liqOs para se aprender: na rua das Cruzes rinha de Sanl.-Calhsrina a 2,400 rs.: n.
no primeiro andar desta typograpbla. rua da Praia armazem de croe n. 10.
Nota. Cada garrafa conlcm duas libras
de liquido, e a salsa parrilha de llrislol he
garantida, puramente vegetal sem mercu-
rio, iodo, potassium.
Vende-se a 5/000 rs. o vidro na botica do
Sr. Jos Maria Con;alvcs Ramos : rua dos
Qoarteis pegada ao auartelde policia.
FANOS.
Vendem-se em casa de Kalk-
mann Irmos, narua da Cruz n.
io, ricos pianos de Jacaranda, com
excellentes vozes chegados ha
pouco lempo.
Molduras douradas
de todas os larguras : vendem-se no arma-
zem de Kallkmann Irmos.ruada Cruz n. 10.
LJvros em branco.
Vende-se em casa de Kalkmanu IrmSos,
na rua da Cruz n. 10, livros em branco che-
gados pelo ultimo navio.
Em casa de J. Keller & Com-
panhia, acha-se a venda vinagre
branco, superior de Nantes, em
barris de 36 medidas.
CLRA EM VELAS.
Vende-se cera em velas das
melhores fabricas de Lisboa e do
Hio de Janeiro, sortimentos mui-
to variados e a precos commodos :
na rua do Vigario n. ig, segundo
andar, escriptorio de Alachado &
Hinheiro.
- Vende-se, em casa de Kalk-
mann limaos, um lindo sortimen-
to de obras de ouro, chegadas, ha
poucos dias, como sejam : ade-
remos, pulceiras, alfinetcs, voltas,
brincos, anneis, correles para te-
lojo, brinquinhos para criancas de
coral, chaves para relojo e me-
dalhSes.
Vende-se vinho de champa-
nhe legitimo e de superior quali-
dade : em casa de J..Keller &
CompaniVi na rua da Cruz n.
55.
Altencao.
Nova fabrica de chapeos de Sol no alieno
da Boa-Vista n. 22, .ch.-se um grande
sortimento de chapeos de Sol muita
em conti, tanto pira homem,como para ae-
- comosejade sedaou depanninhe, e
nhora
leiro e mudar a roupa, e andar pelapassi-
gem o pelo engenho 5. Cosmo onde tem a
mili e mesmo por fra : roga-se as autori-
dades peliciaes e capilSes de esmpo que ap-
prehendam e leveni na rua da Cruz n. 35 que
serSo generosamente recompensados,assim
como se protesta contra quem a tiver occul-
la ecobram-se os diss deservido.
Desappareceu no di 17 do correle di
povoicfio do Honleiro da casi de Luiz Anto-
nio di Cunhi, uma preta cscrava de nome
Joaquina, levando vestido verde e panno da
costa azul com listras brincas, e tem por
sigoal em uma das mSos um lobinho em um
dedo polegar : roga-se porlanlo as autorida-
des policiaes ou copales de campo que del-
la tiverem noticia de O participar ni rua do
Crespo n. 4, onda mora a senhora da dita
escrava que gratificar.
Desappareceu no dia 9 de fevereiro
prximo lindo, a preta Luiza de nacflo rebo-
lo ; baixa do corpo, magra, moca e esperta,
venda arroz de maullan, ede taraedocede
calda emlabolairo, levou vestido j desbo-
tado e panno do lislras, lalvez diga que an-
da procurando quem a compre por ler pe li-
tio para ser vendida, desconfia-se que fui se-
duzida e estrja acoitada, pois no linha o
vicio de fugir, e se proceder com o rigor
da lei contra o seductor.ou quem acoiti-Ia:
i| ui-iii a aprohender e conduzir a rua da Sen-
zulla Nova n. 4, sar com generosidsde re-
compensado.
-- Na noile de 12 para 13 sahio desle en-
genho i. ira rapes um crioulo de nomo JoSo,
com os signaes seguintes: baixo, grosso.
bem preto, os ps grmdes, echatos, desden-
tado na fenle, e tem i fall um t mo des-
cansada ; rogo a tolas as autoridade, ca-
pites do campo, o mais pessoas do povo,
que no caso de qui o encontr, o prendo e
facam conduzir a este engenho Gararapes
seu Sr.
Drsippireceu no dit 21 do correte de
bordo do patacho brasileiro Alegra, o preto
de nome Francisco; he cosinheiro, estatura
baixa, magro, tem signaes as costas de
castigo, ps cambados, pouca barb; levou
camisa e cle.i azul, chapeo de palha ; cons-
ta que osla acoulado em uma casa no becco
la-go : quem o pegar pode leva-lo a casa de
Nonars & Companhii na rua do Trapiche o.
34, que sin recompensado.
Desappareceu no dia 24 do mez ptssa-
du, urna escrava de nome Anm, altura re-
gular cabellos aparados, olhos grandes ,
denles limadoseaera falta deilgum^ hom-
bros descides, peitos cabidos, .costas car-
nudas e com uma queimadura no meio; le-
vou vestido do chita rOxa el va, panno da
costa usado com lisias azues e encarnadas,
brinco de ouro francez, e lem alm dos mais
signaes as orelhis pequen.s e algum tanto
ra.g.d.s; levou uma bandeija grande nova,
e urna loslha de mesa, com as letras I. I. G ;
suppOe-se ter fngiJo para ornato, donde,
ha 4 mezes de la veio, tendo sido escrava
de Jeronymo Teixeira Coelho, escrivlo do
subdelegado do disincto de Ingszeira: quem
a spprehender, leve-a a rua do Queimado o.
15, que sera recompensado.
No dii 24 do correte, desappareceu do
lugar da Cruz de Almas, um moleque de 17
a 18aonos, refoicaio do corpo, o qual le-
vou um qu.rlo russo, que lem uma marca
noquartu direilo, de um taino, que a lem-
pos levou : quem o pegar, leve-o ao referi-
do lugar da Cruz dn Almas, casa de buhar,
quo sera recompensado ; este moleque esle-
ve no engenho Palmeira, e foi vendido pela
senhora Viuva Roma, ao proprietario do di-
lo bolequim.
- No dia 4 de margo corrente, desappa-
receu o escravo cabra Hilario, montado em
mu rival lo ruco, capado e velho decanga-
Iha, cujo escravo he de bonita flgura, re-
prsenla ter 20 annos, pouca barba, tem
uma marca de ferida por cima de urna das
sobrancelhas, oulra di barriga puchando
p.r. um lado, proveniente de ficada, he
bom almocreve, enlim de trocador deca-
vallos, e levou chapeo de oouro : roga-se a
todo e qualquer capillo de campo, e a qual-
quer autoridade a captura do mesmo escra-
vo, que sera recompensado, quem o agarrar
e levar i seu senhor em Abreu de Una, Fran-
cisco Noguein de Oliveira, ou nesta praoa ,
na la do Livrameolo u 8
Acha-se fgido o esclavo JoSo de An-
ILEGIVEL
grande sortimento de pecas de seda ede pa- gola, caiador e canoeiro, e bem conhecido
panninbo para cubrir os chapeos de Sol ja por JoSo pincel: quem o pegar leve-o a rua
usa Jo.tambem concerta os dilles peol preco da Alegra, casa n. 34.
mis commodo do que em outra qualquer
e parte com toda promptidSo.
mm


Full Text
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