Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:04473


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Full Text
' r
f
Anuo XiVf
DIARIO
atriEOO bi sonoKipijAo.
PaGAMKNTO A0U!TAD0.
Por (rlmeilre............ 4/000
Por semestre............. 8/000
Poi anuo..............1S/U00
PlOO Diario DU TllMESTal.
Por quartel............' 4/500
roTioiAi do imperio .
Pari .... a de Marco Minas... 15 de Fevr.
M iraubao Hde dito S.Paulo, -i de Marco
Cear... ladedllo. IR. de J.. Id de Jilo
I' ir ihili. 18 ir Marco lllahla... 20dedilo
Das DA axnaaTA.
AUDIENU1A.
22 Seg. S. Kmldio b. ni. I Jalao di Orpa
s.talecina. 2.e5.s 10 horaa.
2.1 Terc.S. V clorlano. I. wi-ulnciid-
-' un ii i. s l.aiiuo. 3. e6. o mi-lo-dla.
.'.'> 'inini ** Annun- Faxenda.
.'i.h.i.i SS Virgein. 3. e 6. a 10 horas.
96 .Neil. S. Ludgero. 2 vara do civil.
27 Sao. S. Roberto. 4. e abado ao raeio-d,
28 IIuiii. 5. da Qusrcs-1 Ritaclio.
na ; S. Priaco. Tercas e libados.
re Margo del8S>.
N 09.
PERIUMBIIC0.
Creaoente 28, as 8 horas e 31 minutas d
Chela a 6 ta 3 boraa e i 1 iniuuios da ni.
Mlngoanten, aa bora e M minuto* da
Nova 20, aa 4 boraa t H miuutoa da m.
Prlmelra a Ohorae iSniinu.tna da m.anhaa
Segunda a 9 lioraa e4i'minutoa da tarde.
PARTE OFFICIAL.
MANISTEIUU DA
Ipissiram entilo quasi a sor pblicos. Esta-
liitl'ceram peridicos subversivos, pago
i um pelo marechal Sao Romn, e outro pelo
FAZKNDiV. ;R"18r1 Vivanco; levaram a seducgfio aos
lfinarlaia n a Rieran penetrar ate as clas-
BETO N. 928 0E3DE Mam;DE185i.JfU4 ."l....,------.. n..,.m
Hidu: o imposto de ana\agem.
Vista a disp iMrJn do ai i i.'ii ;.'* da lei n.
369 da 18 de selembro do 1815,-bei por beui
decretar :
Arl. I. Do primeiro de julho de 1852 em
diante o imposto de ancoragem sobro aa em-
I .ii ra,Oes i]iii- navegaren! entro porloa.es-
trangeiroa e oa do imperio, sera redlltido a
J0O ra. por tonelada'; e abulido o imposto
da mea'a denomn agSo que actualmente
pagara aa embarcagdes do cabotagem.
Art. 8. Cojitinuam em vigor, na paite que
Hilo sao alteradaa por eate decreto, aa diapo
sigO's dos do 26 de abril, 20 do julho, e 15
de novembio de 184*.
Joaqnini Jos Rodrigues Torres, do mou
cooseiho, sonador do imperio, ministro e
secretario de estado dos negocios da hien-
da, e presidente do tribunal do lb"auro na-
cional, assim o tenha entendido o faga exe-
CUlar. Palaeio do Ido de Janeiro, em 5 de
marco de 1852, trigsimo primeiro da inde-
pendencia e do imperio Com a rubrica de
S. M. o imperador.Joiju/n Jos' Rodrigue!
Torra.
Commando das armas.
Quartel general na cidade rio Hecife 23 de mar-
<;o de 1852.
ordem do da n. 79.
Urna diviaSo solemnisara no dia 25 do enr-
renle o anniversario do juramento a Cnis-
lituicfio do imp rio.
Oa Corpus da guarda nacional qoo para
es miis inlimas; e, linalmente, torarno
dia em que deviam assassinar a.pnmeira
autoridado, c com ella as instiluigncs que
nos regem, a paz, e lodo quanto lia de gran-
de e sagra lo entre os pnvos cullos da trra.
> O projecto da rcvoluQo e os meioa de
executal-e, moni la que se propagavam
lam iniiin.ii lo o terror e o alarma em todas
asoleases da aocieda de, a poni tal que ja
nllo era posaivel que o governo esporasse
pela desistencia dos conjurados, nem pela
sua captura em flagrante. Procedis pola a
asegurar a paz publica gren leudo oa que
se achavam reunidos enTcas de um doa
conspiradores, e lomou as meJidaa necea-
sarias.
> Dos suTumarios lirados consta que o re-
presentante grflo-mareehal San Itoman he
um dos conjurados, c creio que de nada ser-
vira processaros agentes secundarios sem
se processarao mosmo tempo um dosprin-
cipaes clicfes,
Com esta convicco dirigi seo gover-
no ao congrosso pma pedir-llio a autonsa-
08o prescripla no art 18 da lei fundamen-
tal. A honrada cmara dos deputadoa a
concedeu : loca agora ao patriotismo do se-
nado cumpir um dos altos fins de acus po-
deres resolvondo esta queslfio da tuaneira
flRTIDM BOI COBBKIOS.
Goianna e Parahlba, a segundas e eeitae-
felraa.
RIo-Crande-do-Horte, todas as qulntas-felras
ao mel dia.
Garauhuus e Bonito, 8 e 23.
Boa-Vlata, e Florea, 13 e 28.
Victoria, a quintas-reirs.
01 luda, todos oa dlaa.
uotigia laiaiKGtiaiB.
Portugal, lo di Ferr,
Heapanha. q de dito
Fraila ... > de dito
Blgica... 4 de dito
Italia___ 4 dedlto
Alemania. 3de dito
Pruasia ... 3dedlto
Dinamrca3l de Janr
Ruasia... 29 de dito
Turqua, ti de dito
Auatria.. 3 de Fevr,
-.ni-.- i. .. I dedilo.
Suecla... 30 de Janr
Inglaterra 10dcFev.
E.-Unldos 28 de Janr
Mxico... 39 de dito
California 2 de dito
Chlll. 2 de dito
buenos-A. I! de Fevr,
Montevideo 16 de dito
CAMBIOS DE 2< DS MASCO.
obre Londres, a 27 a60 d.
a Paria,
> Lisboa,90 por canto.
metis.
Ouro.Oiicas heapanholas............
aloedaa de 6/400 velhas....:....
m de 6J400 novas.........
de4/C0................
Prata.PatacSeabraailelroa...........
Pesos col o ni na i ios.......
Dltoa nieicanos..............
1
16/000
9/100
1/H20
l/92n
1/800
IrrTsri.aBjasuap..v^ir?.?
resultados to anhelados, conaideravam
cono urna condiefio indispenaavel, eu
neressidtde da actuali iade, a represen
(fio equilibrada e Completa doa part los i
que desgragsdamenle tinhamos estado i
vididos, porquo a aasim so conseguira prj
venir os sustos reciproco;, e se obteria
leal concorrencia de tolos os Oriontapsj
marcha da administragao constitucin
? a qual a acrio enmmum deases partid
produziria necessiriamente a sua extinc;
o a vordadeira fusfio desejada potos Urie
taes.
Penetrados deslas Terdides. nos qa
nadorea e representantes, abaixo aasign
doa, empregamos os meios an nosso alca
ca para estabelecrr easa representacSo Igu
dos partidos ooa altoapaUrre do Jataal.
a Na preaenca de urna maioria rio poder
11 i s: 11 v 11, composia do homena de um doa
I-111 il us, depoia da eleifilo do presi lenti
do senado no meamo cao, ju'gamos devar
insistir em quo o car^o de presidente da
repblica recibase em urna pessoa que ti-
vesse pertncido ao outro pirtido, ouque,
pelo monos, nSo tivesse pertuncido a no-
nhum.
Nossoa esfor^os neste sentido aborta-
rfio; e collocando-noa no caao do adherir-
mos ao candidato da maioria, para nao dar
aliaiento a scissO^s inconvenientes, faze-
mo-lo na p-rsunaio, como aa nos foz sentir,
dequi o seu progrsmma poltico si elevar
a altura doj caros iiUresses que selhecon-
sua direita vinha S. Exc. o Sr. governador
de Corrientes, general I). Ilcnjamin Viraso-
ro, major general doexercito. e esquerda
o general D Tomas Guido, encarregado pelo
governo provisorio do roceber a S. Exc. na
prega do Retiro.
Dirigise a columna pela ra do Per,
cojos pasaeios, soleas e j.inellas estavam
cobertas de gente, e entrando pela ra da
Federado penetrou na praga da Victoria.
Pareca que o resto da cidade ae despo-
vora ; oa hairros na passagom dos vencedo-
res estavam todos apinhalos.
O general Urquiza e as suas legiOas a-
Iravessaram a cidade debaixo de urna chuva
de Dores, e os vivas e accIamagOes arranca-
das pelo maia ardente enlhusiasmo os se-
gal ira m noaeu Uautito.
A immensa columna conpunba-se dasj
um povo irmao, que nunca esquecej lamanho
Acrifcio, e lia de contar o Hrasll entre aeua
melhorea amigos. .
Sobre a proclamacao do general Urquixa
diviao Imperial, dii o Comercio del Piafa o ae-
guinie:
Rcproduiimos hoje a proclamacao que o
Sr. governador Urquiza dirigi biilhante di-
visao brasileira que fonnou parle do exercllo
libertador, e qual coube uina paite lo im-
O Dr. D. biogenes Urquiza foi nomeado
encarregado de negocios de Boenos-Ayres
em Montevideo. He seu secretario o Sr.
Eduardo Guido.
Por decretos de 21 o 28 do passado esla-
tuio o governo provisorio que flnaaso de
ii" lu ni efleito o decreto do \" de junhu de
1832 que suspendeu a liberdade da impren-
sa ; que so declarassom nullas e de oenhum
portanle na batalha de Caseros. Nesae docu- valoras patentes de corso quo constava te-
rem sido expedidas, pelo ex dictador, e que
cessasse em todos os sus eltoitos o decroto
de 31 de agosto de 1837 que prohibi a ex-
po-i 11; .1 i de ouro e prata em moeda e em
obra.
mais conveniente a auadignidade, I aegu-1 flam j quo realiaara urna poltica prudenie
e digna no exterior, p no interior urna pol-
tica liberal, de fusao de esquecimsnto abso-
luto do passado com exclusSo completa de
tuda a tendoncia reaccionaria ; em urna pa-
lavra, urna poltica rsliictamente cmgida
aos principios constilucionaes, nico reme-
dio aos males passadi a n nica has- silida
de urna paz de que tanto necessilamos e
que todos devemos d sej-r.
Qurira o co que eata eaperanga se rea-
lise, e que o prximo periodo de presiden-
cia da repblica termine deixanlo-a as
vas do progrosso e da prosperidad a que
te direito de aspirar como nagSo.
Montevideo, 1 de marco de 1852.
Jos Maria Munhoz, ro resenlante por
Montevideo,Salva lor Tort, representante
por Montendo.H-nrique Munlioz, repre-
sentante por Montevideo.-Uruno Mas, se
ranga e paz da nagfio.
OSr. presidente do s?nado respondeu :
Cid 13o presidente. O senado aprecia
quanto Ihe perniitlem aeua deveres e seu
pairiotiaiuo, o quadru que acabis de tra-
gardoesladoa que chegura'n os esforgoa
esse I i ni fui.i o destinados pelo Exm. Sr. | doscidadllos que conceberam o projecto de
presi lento dala provinrii, e os do exerri- i translornar a ordem publica.
lo existentes ne.-la guarnigilo eslarfio em I Ao ver-vos na cmara pedindo os meios
hnlia aou parada as 10 horas da inanlifia do lgaos de que necessilais para exclarecer os
indicado da, guarnecendo o largo do pala- j factoa e obler a COnoluiIO Jaste negocio
ci da presidonca. dos orculos da jusliga, nffereceis um moti-
A prinieira brigada ae compor dos bata- Vo de satisfagan pela prova que dais do res-
llici's Oa primeira e segunda le^iOs da peito que vos mereceni as leis. Ellas aervi-
guarda naronal doste municipio, o sera I riio de norte ao sena lo na hora de sua do-
commandada pelo ebefo de legi3o maia au- |jbcrag3o, na qual resplandecerSo ao nica-
ligo que comparecer na parada. I mo lempo seua sentime utos de palrio-
A aegunda brigada composta dos bata-i tismo e de jusliga. a
lhOis quarlo dearlilharia a pp, do como| o presidente da ropublica retirou-se a-
dii guarda nacional om destacamento e do couipaiiliado t a porta pela commissSo nador por Tacuaremb.Tomas Gomenso-
batilhSon. lOdeinfantaria lera por com- que o lecebeu na entrada. ro, senador pelo departamento do Salto.-
mandante o Sr. lonenle-coroncl Antonio. Em consequencia deste discurso do pro- Tomas L. Rodrigan, representante pela
MariadeSooza. 'aidenti da repblica, o de urna nota apre- Colonia. Len Zubiltaga, representante
Uro parque de artilharia composlo de sentada cmara pelo executivo, podindo por Maldonado. Francisco OrJenhaoa, re-
bocas de fogo commandado pelo Sr. capil3u aulorisag3o para submelter a juizo o gene- preaentante por Ganolones.Juan M. Marti-
Joa Antonio Carboza, e guarnecido pelas ral San Itoiuau, esia expedio a seguinte re- nez, senador por Maldonado.Apolinario
pracas da companhia de artfices enllocar- golugfio : Gayoao, re| resent ni" pela Colonia.Pe 1ro
se-ha no centro da Uivisao, que sera com- Lima, 13 do dezombro do 1851. Bustioante, reireseutante por Maldonado.
mandada pelo Sr. coronol Jos Fereir de Exm. Sr. =-0 congresso ha por bem No dia 3 foram nomoados pelo novo pie-
Azevedo. I autorisar no executivo pira submetler a .dente para mini-lro de estraugeiros e do
As (I horas em ponto o marechal de cam- juizo o daputaJo grJo-marechal I). Miguel interior D Florentino Casianos, pora
po commandinle desarmas passar revista San Romn, pondo-c" :-:'Osic3o liz ninistro da fazenda o senador D. Manoe!
a divisSo. I competente, na forma pedida pelo ministe- Errasqoin. A pastada guerra o marinha
O meamo marechal convida ai>s Srs. uffl- rio da guerra. O quo se enmmunica a V. nao a.-tiva anda preenchida, mas dizia-se
ciaes das differenles cliaaea do exorcilo, o Ex. devolvendo-lhe o summario remeltido seria confiada ao general D Cesar Das,
os da exlincta segunda linlia com sollo pelo ministerio da guerra, par ?ua iulelli- comman lauta, da divisflo oriental quo fez
tres armas ; e a frente era formada pela in-
fectarla argentina ; vinha logo a divisa
oriental, sobo commando do seu chefa o
general D. Cesar flias, e depois a dlvisfio
brasileira s ordena do brigadeiro Marques,
todas com ossous respectivoa trena de arti-
lharia. Aa d i vis -s de cavellaria, reepcila-
veisporaua forga e seu numero, fechavam
a marcha do exercito com sous respectivos
chefes a frente
a A columna de infantera dirlgio-se
praga principal e tomn a direegao do Pasoo
Julio pare regrossar nos sous campamen-
tos; a cavellarie ratirou-so pelas ras da
Victoriae Mu. .
Um arco de trlumpho em honra dos ven-
cedores se tiuha levantado na esquina da
praga da Victoria, onde dnsomboca a ra da
Fedoragfio. Allegoriaa^iuscripgese as ban-
deiras de allianga docoravain o arco. Ni
frentque olhava para a praga liam-sjes-
tes inscripgOes :
A' Go ihe .lo Amorieana Libertadora :
viva o nclito general Urquiza; viva a li-
berdade ; aalve 3 de feverciro da (852 ; hon-
ra aos marlyres ; gloria aos libertadores ;
aalve I.* de maio de 1851; a fralermdade
da paira i: 11 bu ni ule. ; a divis3o acende a
auarchia.
Na frente quo d para a ra da Fedora-
gfio lia-so :Buenoa-Ayres a Urquiza o li
ment faz-ae plena juatlca a esses valentea cujo
aangue aellou o vinculo que deve unir a Ropu-
blica Argentina com o imperio do brasil,
quem he ilcvc..ira lamben! da liheidade que
hoje gosa, e dos benencioa d* pas que comeca a
coiher.
O elemento brasileiro foi de grande Impnr
lela para < pacIncacSo deslaa repblicas. F.le-
meolo eininenleinente americano nao pode
nunca dallar de influir noa auccesaoaque aaiaui
o circulo daa nacionalidadea vltinhaa, e em-
pragado, como hoje, comjuitlfa e acert, a
aua influencia sampre ser benfica paria paz e
i a i .i a civilisacao.
< Para cimentar ambas trouic contenda,
promovida polo genio malfico deslas rrgidea,
o seu tributo de aangue e aeus iminensus sa-
criliiooa, e nao fui o derradeiro a de empenhar
os couiproiiilssosque conlrnhio. Edes liles de-
i un em resultado >> que appeteclum todos os al*
liadoa, e p.ra qua taiubam contiibuirain ; e o
impeiio vc-sc huje livre do vizinlianta de um
hoineiii que fundava o aen podar em fomentar
guerras, e ein ter em conslanlcalarme os seus
viaiuhos.
O povo de Bucnos-Ayres, agradreido par-
teque lave o Brasil na desapparifo do aeu
(vi a ii..... faz ni ni if.-.i na us do enlhusiasmo maia
ai denle aos aol.iadoa iiiipenaes quando entra-
raiu palas saas ras formando parle do exeicl-
lo libertador, Uina chuva de flores cahia sobre
ellea das j nuil i, e sotis, e a vista da bandi'ira
mperialcilv.ida de lialaa em Caseros mereceu
applausos e vivas qua partiam de coraedea agra-
.tecidoa
Depois deasedla a soeledade portenha aco-
Iheu n.o S'i com benevolencia, mas com can-
udo os chafas brasileros que a fiejuentavam,
e cales reiimn-se daquclla cidade cheios de
;i o I a i. ante um agradecimanto deinonstiado
da inanaira mais vehemente e cordial. Aquelle
povo que sufircu da peno o azorrague da dicta-
dura avalliou como devla oa sacrilicios dos que
llie davam um bem tao anhelado.
ya parte que dirigi o general La Malrid
berta lor: viva a Confederag3o Argentina ao general Ucpuizn, relativa as operagOes
viva o exercito alllado libertador.-- Sobre
a parte superior do aico oslenlava-se a ima-
gem de justiga ntreos iro.ihosda victo-
ria eos altnbutoa da lberJade.
A pyramide armada singelamente esta-
da sua .ini-.i i da qu.l Lo ni iv i parte o cor-
pode cavallaria imperial commaudada pelo
coronel Usorio, acna-se o aoguiule para-
grapho.
O lenle coronel Osorio com o seu
va taroDem decorada com aa cores da all- bravo e disciplinado regiment conduzo-
anga, e griuald.a de oliveira e de louro mis-lao com
No seu uurtel-general .la Colonia puhli-
cou o Sr. conde de Caxias a seguiulo ordem
do dia aobre a batalha do Morn ;
a S. Ex. o Sr. gi'iieral conde de Caxias,
turadas entre as bandeiros naciooaes orna-
vam a frente da cathedral.
Era dillicil penetrar na praga e nes suas
arcadas enlre o i i menso concurso qu-se
mora rom a agitacSo do enlhusiasmo ; I co'iimaiidanle em chelo, poasunJo ..da mais
enteva bengalas e chapeos, e razia viva satisfaccao. manda declarar ao exerci-
to que no dia 3 do corrente, sobro os cam-
pos de Morn, as portas da capital de Bucnus-
Avres, a maia bnlhante e fo\\i vidoru acaba
or.peVmaoeceuallialgun tempo vendo de coroar os iiobraa e heroico ^ro.vu,, ..
i.lar as tropaa, erotirou-se logo para o l bravoflxcreito liberta lor ao commando do
11...H.iiiii
seu campo.
que lev
ondear os lengos para saudar o iriuiupho.
< O general em ebefo dirigio-se pare o ar-
co principal da Itecoba com o seu eslado-
maior
lil'.m 15
Recebemos folhaa de Valparaiao at de 31
de Janeiro.
Usjurnaes enteriormente recebidos Ira-
zifio-nns e noticia de ter si lo vencida a in-
surreigSo noa campos de Longomilla. ruo
terininou porm shi a luta. A cidade de Se-
rona, umeo ponto que offerecia resistencia
depoia da jornada do Longomilla, recusou
adherir capitulagao essignada palo seu
di i .lipi'i/-si'a sustentar sua posigSo.
Iniroduzo-so porm logo a auarchia en-
lre os revoltosos; dividiram-se em dous bao-
dos, um que quera aceitar a capitulagao,
outro que quera prolongar a resistencia.
Esle mo pJe suslentar-ao na cidade, e sa-
turnio em direcgfio eo uorte foi alcangado e
dio rolado polas forgas do governo. O oulro
pailido eulregou a cidade aos legalistas.
Quasi simultaneaineuie com esses suc-
cessos um circulo do revoltosos de Copicp
apoderou-se dos quarleis da tropa, armou
os prOesoos presos da cada, aaaunio a
auloridade, declarou-so em plena insurrei-
go, e promulgini dezeuas de decretos im-
pondo cnir i ibiiii; aos cida Ifios para ma-
iiui mic.'hi di ni hu, ,u ,n ijiiiIo ven )er por
lodo o 'i'.o os gneros estaucadus, no-
mean lo oiupregados, ele, ele.
Logo que a noticia destes acontec metilos
cliegou a Coquimbo,sabio dali urna fnrga
de 300homens para hzer juneg.lo com ou-
tra que devia partir de Valparaso, o atacar
OS revoltosos. Estes saliendo quo a fuga
mandada de Coquimbo era I fio piqu'n i, re-
solveram tomara olTeusiva em quautu n3o
chegavam riovosesfoigos aos legalistas. Sa-
liiraui pois do Co^iap em numorode 1.800,
e atacaram a tropa do governo. Bem que aa
Torgas fossem 13o desproporcionadas, cedeu
o numero ante a disciplina, e os revoltosos
.'i a ni esmagados.
Assiui termiuuii a insurreig3o do Chile,
que por espago de tres mizes aiiieagou sub-
verlcr todas as lea e iuslitoigOea a que
aquella repblica deve sua pusigilo excep-
cional entre suas irmaas.
cumparecorem no qusstel-gi nerel alim de gencia o effeitos necessarios
Daos guarde a V. Ex. Knlonlo Gulier-
rtz de La Fuente presidente do si nado.loa-
quim Jos de Osma pre-idcnle da Cmara
dos diputados. Buenaventura Seuane, sena-
dor secretario. los Henrigues liamboai de-
putado secretario.
Exm Sr. presidente da repblica.
o Compra se, communique-sn ao joiz da
causa e publique-so. Rubrica de S Ex,
Torrico
No mesmo da em que sedictava esta re-
anlugSo o g,onral San Romn, auxiliado
asaistuem ao cortejo que o meio-dia so
lem de fazer a efli^u de Sua Magastsdo o
Imperador.
KnlOHia Correa Sera
EXTERIOR.
NOTICIAS DO PER
Val aiai-ii, 10 de Janeiro de 1852.
Funda o as boas informacas quo nos
dava a imprensa mais rrsocilavel de Lima,
bem coreo algumas corrospon lenciaa part-1
cularesde varios pomos dio Pe., Sobre a I pelo cnsul inglez.r.igia de G.lhao e diriga-
ane.a bordo de um navio de guerra de S. M.
popularidade do general Echeno
a apparrnle tranquillidade publica na quel-
le piir, dissemos em nm dos nmeros ante-
riores que a noticia de t r arrehentado urna
revolugfio em l.ima nao tinha lun lamento ;
sentimos ter de uizor hoje que nos engalla-
mos
He certo quo a rovolugao n3o foi levada a
effeito, e que por conaegninte nSo vieran)
llrilanic
Eis como a Revista- il conta dosle a conte-
cimanto.
De Callas escrevom-nos o seguinte :
i O general San Romn que Vaio acom-
panhado pelo ministro mglaz no Irem do
camioho de ferro das 10 horas, foi para aca-
sa do vicn-c msul neste poito, donde o con-
asmuitas precougfles que setomaram para
As cartas de l.ima e alguns perio iicosci- impcdil-a; porem como o ministro Iravasse
ISo os generan San Romn e Vivanco como de conversa com o guarda do molhe pir<,uu-
chefe da revolugSo. tando-llie so o conhec.a. den i-H) lugar a
Deixarpmos primeiramonle fallar o gene-'que o vice-consul Ihe desso um empurran,
ique rerenlea cmara do senado-'com o qual cabio no bol-, p rdendo-o cha-
peo e molhando quasi maio corpa. O esca-
ler igou o seu pavilhao e parti
ral Echenique pera
res, na ses>So do dia 12 de dezemhro.
Deu-se cunta de um oflicio do Sr. minis-
tro do governo avisando que V. Ex. o pre-
sdante da repblica se apresentana na c-
mara t hora da tarde iara pesaoalmente
informal-a de urna tentativa deeonspiragfio
sobre a qoal presuma que a cmara doa de-
putadoa loria j remattido os dados.
Respondeu-se que a camaia ficava int 'ira
da, e nomeou-se urna commissfio de recep-
g,1o composta doe Srs. Cisneros, Arguedas e
Crdenas.
06'. presidente suspendes sessfio, e pnu-
cos momentos depois entra S. Ex. o presi-
dente da repblica, aCompanhado pelos mi-
nistros do interior e guerra ; loma vssento,
e depoia de um instante de descanco, levan-
la-se, e diz pouco maia ou menos o se-
guinte :
Srs. senadores. Venho pessoalmente
informar-vos do ssumplo na maleiia de
que ides tratar para render urna liomenagem
do respeito represontagao nacional, coma
qual seca pie estarei de accord durme a
iniuha vida publica. A tranquillidade do
paiz tem astado ameagada Desle uliimo-
dias por alguns cidadfiof que, descooteoles
coma marcha das instituigoes publicis, e
com a posig3o em quo se scham, p ojela.ain
grecara fon'ode lodos u- I. n- sociaes por
meio de urna revolugao framente calcula-
da, algumas vazes (runlrada, e definitiva-
mente marcada para o dia em que a repu -
blica celebrava o annivesatio de Ayaru-
cho.
a 0 governo, desde o momento em que
seconcebeuo projecto, teve em suasmfios
o fio da conspiragDo ; e seguio os conspi-
radora, sem molestal-os, porque esperava,
ouque roltaasein sobreaous psseoa tucados
palos aenlimenlo de patriotismo e conven-
cidos do descrdito em que eolio as revolu-
c/ies, ou que fossem apanliadoa em llagrau
lo na ex. cuco de san plano.
Esta eapecie o cncumspccg3o fez crer
porem aoa conjurados que o governo dor-
ma quando observava ; que era dbil por-
que ufio persegua. Seua manejos secretos
Paroco que se abri uina devassa, e se
persegue com muita aciividade aoa implica-
dos. Tinham sido presas muilas pessoas
que se juUam implicadas.
Entretanto o Congresso segua tranquilla
meute seus trabalhoa, o tuina proogado
por alguns dias suas sessOes extraordinarias
com o li.n de concluir discussSoda lei do-
orga ment.
( Mercurio)
{Jornaldot'.ommercio )
INTERIOR.
RIO DE JANEIRO.
13 dn margo.
Pelo paqucti in^lcz l'rince, entrado hon-
tem do Rio da Prata, recebemos folhas de
Montevi leo at 6, e do Uuenos-Ayres at
4 do corrento.
A noticia mais mportmlo do Estado
Oriental he a da eleigAo do presidente cons-
uuo teve lugar no dia 1 do cor-
parte do exercito libertador.
O Commercio del Vala dodi 6, resumin-
-----------B.r--------(benemeruo general o Sr. D Justo Jo,e do
revise as corporagOes Urquiza contra as torgas lo ex-govorna lor
civ.s o,millares, e o corpo diplomtico es- d l.uiifoderacfio_Aigeiiiina.U. Joan Maiiuol
irangeiro, presenciaram do Coliseo esta iisi
loe r .ceban Jo n sse dia meiiiu-
, revelo faial deaongano de sua impotencia
do os acontocimentos dos dias anter.orea, S J*^ v e inludado orgullo, odesuotralm-..
e relonodo-se posse do presdante diz: *J^^^U^n^.^t^f^lTm ganga publica fuuindo dislarga lo do campo
A repblica oriental do Urugu.v, ,ns- Se'oEximgove^' "pro- > '- ""r J Jo ul va"or d u-
visorio e S. Exc. o general Urquiza estive- ra inglez.
rm vendo daa j.nell.s do Cabido, e Toram S. hS. o Sr. g.moral em cli-fe congra -
Iniu.kaothaatro Arsoulino < tulaudo-se com o exercito do suu Ciiii.ii.iii-
X diTl o "o' mafd a cidade um gran- "" < ""> ""> '?,* "-
de baile ao general U quiza e aos seus va- '"la <"" Prul 'la '"'e' d civilissc-lo
lentes coaipaul.eiros de armas. d ">""- uf "lu-so '"! l'^' ^"'<>/
Quando a primeira brigada da divisJo mesmo que a primeira dlvisfio. brasileira
tllalos j seus silos poderes conslilucio- nou-se toda a^cidade
naes, principia urna era de reparago das
desgragas que por tanto tempo a dilacera-
ran!. Reina a maia protunda tranquillida-
de em lodo o territorio do estado : a agita-
gao das paixOes vai acalmando notavelmen-
te, e a nova ad.minisirag.1o acabar por sem
vi .i v ni i de extingui-las.
A primeira brigada da divisSo brasileira, .
que tao tao grande parte teve na gloriosa nos-Ayros, publicou o general Urquiza a se
Iba do da 3 de levereiro, linhi cliegs-igulnte proclamago :
batel!
do a Montevi leo o eslava aquart.lada mi
braVeira se apromplava pa'ra sabir de Uuo- . mo'avel batalha de Morn, cuhijiio Intel-
ramente o seu devor, moslrouso digna do
exercito a quo pertence, o adquiri, pela
sua discipliua u bravura, gluna e re.ulagAo
Viva a con/ederaco Argentina.
rent7VreoalIo*o'o 8rVb"3oo Froieo apresentaram-aa em Torga de 2t,000 ho-
Jir, obtendo este civallielro em 38 vutin-
Y V-i. i .7 i. Oeovernadorecapiiogaiie.al da provincia sua uiscipnua u uiavuia,
barracas de Est-vas. Esta brigada, com- ,- ?XS35os, general en chefe do exercllo para as ar.nas -lo Imperio,
posta doa ha la i li es 5.* e 6. do ruzneiros e lluertador Nilo menosgraloelisong.iiro lio pira S.
11." de cagadores, soh o comm.ndo doSr. | > Uwisie auxiliar dRra.l. Ex. o poder manifestar ao exarcilo :
brigadeiro Falefio, ao rccollicr a quarleis PROCLAM.vCAO. Que o Sr. bngaleiro Manoel Marquos de
passou rm frenio esa onde i-stava alojado Dra9||elroa A juatlca, a liberdade c a Souzi, cumman lauto daquclla divisSo, lor-
o Sr. conde de Caxias, que dias antes viera giuria vos uouxerain ao Rio da Prata, e coope- ou.,., Cie ior dos mais subidos elogios,
estabelecer em Montevi leo o seu quartel ,ies para a salvaco de daas repblicas c para n,uaolnulli.. pc|a disciplina eor lem que r.'S
general. Asegunda brigada era esperada a ruin, doa sen. 'frannoav Orajes..honra 0UsefVHr ne,|durillle as marcu.s, camo,;e
e\Mo,,tev,don.t.rdedod.6. ^KKlffiftWOT^
O gr..8S0 do exercito brasileiro tinha M-J "t grltldao desta, palzcs associam-se e coragam co.n que se portou na batalha,
hido da Col.na : a inranlaria e aitiiliari* ho*je TOssa lerua despedidai. Desempeohastea ex.cut.iido com a preciafio necessaria oa
por mir pera Montevideo esu-s immedia- 0 ,,, compromiaso de albados da liberdade. mov nclitos determinados pelo general em
gfles, c t cavallaria para Canelones eSanta -
Lucia, onde se Ihe reumria a divisSo do Sr.
coronel Cauavarro.
O S. cons lheiro de estado Carneiro Le3o
eslava em Montevi ico desdo 26 do passado.
No dia 14 do coireiite, anniveraario natali-
cio de S. M. a Imperat'iz, tencin iva dar
S. Exc. um grande baile.
A divisSo l'ranceza embarcou na fragata
Zenobia transportes Auie, Fortune e leur-
the. Os seua quarteis i a ni ser oceupadoa pela
se leira.
Por decreto de 26 do passado man lou-se
suspendei o decreto de 26 de Janeiro que
autorisou a circulsgfio de algumas moedaa
de ouro o de prata eslraugeiras.
Em Ruenos-Ayres nenhum aconlecimen-
to desagradavol tinha anuviado o jubilo e o
euthusiasmo da aua populagSu, e as medi-
das do governo provisorio inereciam a ap-
provagSo geral.
Como ja annuncimos, o exercito alliado
fiz a sua entrada solemne na capital argen-
tina no dia 19 do passado. Aa ovages ofll-
ciaes e doa habitantes taram as mais enthu-
siasticas. Aa casas ostavam todas elegante-
mente ornadas, e as ras por onde deslilou
o oxercito apinliadas de gente que o nclo-
11 iv i o cobria de flores. As tropas alliadas
Grangeastea aa aympathiai do mundo, e assegu- chefe, o aquellos que aa circuinstancias do
railes para o futuro a diguidade da voasa p.liia. mUlei,i ofaziam e.nprebend r. correspon-
Io.balaveis columnas da m-geatade imperial, den lo deste modo, da manuira mais salis-
SS^^SSS^SAASSt^ fctoria.ogr.0 d'e eonnanca que aempra
ro so leal amigo eeoi.ip.obei de armaa. mereceu a S. Ex. que o nomeou para to
Justo lote tic Urquita.. importante commissfio: assim cimoaquelle
Palenno de San-Uenito, 24 de feverelro de com quo o distingui o Sr. general Urquiza
1H32 a dando-lhe a direegao do centro da linhade
A eatea nobrea senlimentos, tao digna e no- bnlilha, composta da divisfio do seu com-
bremente exprimidos, reapoodeu o Sr. uiare- manJo, de urna brigada de artilharia ar-
cual de campo baro de Porio Alegre, por ai e ,,eillllli, a,, i( pecas, e de outra do Iras ba-
c.n noine da Uivisao d, aeu commando, con. a ^^ Je in|n,aria umh,.m ar^-ntinos..
*?CHaaSH bavo. da Repblica Argenti- O general Urquiza, como cumm.ndanle
na! A patria e o dever exigem que nos aepare- em chele :o exe.cito nllia lo, acahava de
noadeva. amnisliar todos os militares qua, violando
Nosaos aentlmenloa, como Hrasileiros e co- acooveng.lo de 7 deo ituhro p. p., tinham
mo soldados, t.veatea occasio de apreciar nes- pegado om armas conlra o exercllo liberta-
aa cunpanha em que durante dua inarcha-
nios apar de vos, c que uriuinou pela glo-
riosa victoria alcancada no dia 3 de feverei-
ii. nos campos de Monte-Caaeros, conlra o tjr-
i.niii i, ininigo coinmuiu de vossa patria e da
nossa.
alas apezar da forca deaaea senlimentos.
dor. Eate aclo do illu-lre goneral foi
noticiado na seguinte proclamagfio :
i. Aos habitantes de Ruenos-Ayres.
acidadlos) a disposiefio superior ron*
signa la no documento olllcial uo dia si-
guilo da victoiia obtila nos campos de
lea 35 votos.
Esle laclo notivel parecer inoxplicavel
quolls qui ufio acnmpanham mu.to de
perto os acontocimentos do Rio da Prata.
unnime foi o resul-i
mens, e levaram cinco horas a desfilar.
Em urna das i.i.has do lluonos-Ayres lo-
mos a seguinte descripgfio deaia eulrada tri-
umphante :
< Quinta-reira ullima fez a sua eutrada
ne.-la cidade o exercilo alliado libertador
apexar das' saudades da patria e de oossos ir- r."r"un" f0 homenagem devida a disci-
nSoa de armas a quc.n oao coube a forluaa de nii.iUr c a moral publica. Os indivi-
^Z^WtZ'^^W&XZ u!:;sqn;.VL,gn.ra ,i mmm de 7 de
"moa a" a.par.r.no-no. de vos. outub.u do anuo prximo passado no L, a-
. Vosso valor evosso patriotismo, a amisa- do-Oriental do Uruguay, e que a quebranta-
de com que dos trataste duraute as fadigos da ram inco poraudo-se do novo aos escravos
guerra, as faguelras e honrosas demonstrares aa jjdadura, eram defeito, como sfio aclu-
Por cartas do Luna somos informados que
leudo obtido a approvagfio do coogresao, o
governo da repblica do Pe u linliu ratiG-
io oto dula do I" do >liz:iabro prximo
passado a couvengao celebrada em l.ioia em
i do oulubro ultimo pelo plenipotenciario
iii.i/.li'i o o Sr. li.i irle da Ponte Ribeiro
com o dito governo.
Por casa convengfio serfio regulados os
limits enire os dous Estado* segundo o
principio l'li possidetis, reconhecenlu-se
portanto como liouleira do imperio a po-
rosgfio de iubalinga, da qual aera lirada
una lin la recia para o Norle a encontrar
o n i la uia dfroote fozdo Apaporis, e pa-
ra o Sul o rio Javary d-sdo a sua confluen-
cia com o A II i/ mas.
.Fui regulada aextraligfio de escravos e
criminosos, o commercio da l\ un" ra e na-
ve0'ag!o do rios, Obrlgaado-SC a Ripublica
lo Pu auxiliar a primeira empresa que se
estabelecer para navegar o Amazonas por
vapor c.m una quilina nunca menor de
viute mil pesos aun .aiui-'.ii .
______ (Jornal do Commercio ).
com que engrandecales nossoa iniogu'dus
servicos, vivero eternamente em nosaa memo-
ria para nosso estimulo e para nossa gra-
lido,
Acellai os liosos adeosea ; aceital oa protes-
tos de nossa eternaaiulaade e recooheclinento ;
aceitai os votos que dirigimos ao Allissiino por
sombra da ti-
Sr. ti "oi'o>VrrcscoJ.".-Termin.d. dos os poyos amigos, e saudaramcoin en
a luta fratricida que rasgava o avio do noa- ihusiaamo a victoria os homens, de todas aa
uagAes que fratemisam com um felo tao
aa patri i, as doces e altractivas p.lavras de
lus.'.i e csquocjmeuli eiicont'aram echo no
lo ios abrigamos
eminente para noasas liberdades.
a O general U.quiza, a frente da colum-
aimente, reos de alia tralefio a vordadeira
causa da aua pama. Violaram a sua pala-
vra de cavallieiroa, e objurarfio a sua digoi-
dado de Romeos livres.
a Alguna ja uiinam a pena merec la
dos traidores e o geneial em chafe do exer-
llialo libo liJor esta satisfeito pola
cipiosge-
queulo com
concede-Ibes
emnemen-
daa pre-
..galivas de cidadao oeDaixo da sagrada
OAienle Comercial de Bucnos-Ajres, trana- bandeira das lela.
creyendo eata deaped.da. accrescenta : < Compatriotas.' 0 general em Cheto do
Dignos sao oa scntiioenloa que neale docu- exercito alliado libertador nllo ambicin
ment exprime o chefe imperial, e Justificado o outr, rBcoiiiponsa senfio o arrapen Jimen.te
e a gratidfio dos agiaciados.
< Pa!.rojo de San benito, 25 de favoroiro
de 1852.
a Juslo I. de Vrquim.t
PERHAMBUCQ
ASSEMBLEA PHUVLNlAL.
SESSAO Bal 22 DE MARCO DE 1852.
Presidencia do Sr. ledro Cavalcanti conti-
nuada pelo Sr. Baru o de Capibaribe
(Guncluaao.)
(lilil.M O UlA.
He approvado em segunda diicusaao o pro-
jecto n. 4, que eleva calhegoria de villa a po-
voaco de Ingazeira.
Euira em primeira discussao o projecto n. 9,
que desligado termo do Rio Forii.uso e eleva
calhegoria de villa a povoacao de ilarreiros, li-
caudo sendo cabe;a do termo de Agoa treta a
quein be tirado o titulo de villa.
".Vi. Firmino de Helio: Formular o pensa-
meuio e redual-lo immediatamenle a palavra
oo recinto dcsta assembla, he larefa, aenbo-
rea, que nao pode deixar de embarazara aqael-
le que pela primeira vez lem de subir a t.ibu-
ua peranlea geueraea que ja descancam a aom-
bra dos louros da victoria, mullas vesea alean-
cada no parlamento brasileiro; achando-me,
pois, nestas clrcuiusiancias, uno primeiro peu-
, ..nenio tem por lim pedir a assembla seja
indulgcule para com oa uieua erros, reclaman-
do a MI aliene..lo.
aeuhores, nao ae achando na casa o nobre au*
lor do projecto que se discute, forca lie que eu
como um dos siguala.ios delle d as raides que
a isao me levaram : lia aeis anuos, pouco maia
ou menos, qua foi desuieinor.da por urna le
provincial, da comarca do Itio Formoso, a l're-
guczlad'Agoa Preta e elevada calbegoria de
villa aa raadea que a isao levaram a assembla
d'eulo foi sem duvida iiielliurar a jusiica da-
quelles lugares, mas a experiencia lem prova-
do durante lodo eate espaco de lempo, que nao
se tem conseguido seinelbaole resultado, poi-
que durante todo este lempo all nao lem func-
cionado o tribunal doa jurados, sem duvida
pclalnsuBolencia do numero de pesaoaa apUi
para comporem esse luouual nio ae lem reu-
oido a cmara uiuiiicipal; o Uoorado jult mu-
nicipal para all nomeado. ni lem acuado
uini casa capaz para aua residencia, como foi
representado eam.ra municipal. Inlendo
pola, senborea, qua o malo de memorar a jua-
icadalli, e a aorta por conseguale daque -
las povos, be incorporaodose-ine a freguexia
de liarreiros. como quer o projeclo que ae dis-
cute porque olerecendo esle lugar pela sua
lucihdade mais commodidades para reaideocla
dasaotorldadea.eaugmentando-aeonumeroda
oonulacio, e por cousegutute o numero de ju-
rados necessarioa, carao prebenebidaa por ca-
la forma aa vlita desla assembla. Finalmente
a creacao de urna villa n'aqucllo lugar, he mu
meto efflcax de inelhorar o fdro judlciario
do referido lugar, ao paaso que inconveniente
alguiu pode ptovir da deamembracao deaaa rre-
euesla da commarca do Rio Formoso, a nao ser
o agaravar alguna intereasea Inteiranienle pca-
soaese pequeninos, o que por certo nao deve
incluir no animo desla assembla, para a adop-
cao do projeclo que ae diacut
;rta, nuc iulguei dever traaei i
Estas sao as
discute.
raaOes quejulguei de er traser ao conbecliaen-
1
MUTILADO

-


lo d* aasembWa. qu.l decidir como toteo-
deremauas.bedorla.
OSr. Paet Barrer t Sr. presidente, nlo do
vldarel dar o meii roto pelo requer miento, que
acaba de ser apreseotaao i baila aero seu limo
pedir infui in.cAes etclareclmentoi, para tu*
eu nao me oppooha a sua adopeCo t no eolauto
nourei i Importunidad! desae requerlmeoto,
que pede loformicoea tobre uin projeeto ooo-
tra o qual ninguein se levanta, ecuja ulllidade
ninguem pe era duvida, o que me faz persua-
dlr que todof os honrados membros da casa
acbam-se sulBcientemente informados e esto
dispoiios a votar por elle....
Val i mesa e he apoiado o seguate requerl-
meoto:
> Requeiro o adlamento da discussao alai que
pelos canaes competentes se oue,a a opplniao
da administraco provincial acerca da materia.
-- Mello Reg.
O Sr. Mu'itmt Pertira: Anda nao.
OSr. Paes Maireto : Eu nioarnrmo que os no-
bre deputados votem pelo projeeto, mas digo
Iue visto que se csllaiu.que uo uegam ulilida-
edo projeolo.ueiiipedem Informaces respel-
to de sua ulilldade, devo supor que voiain por
elle: eu quaado me opponbo a alguina medi-
da apresentada na casa, ou lenhoduvidas acer-
ca de suas vautagens, costumo provocar o de-
bate eipoodo essaa dovidas, e pedindo esclare-
clinentos, porque he por nielo da discussao que
e chega ao cooheclmeulo da verdade i por
Isao digo eu, comquanto nao combata o adia-
ment e mesmo eslejadlspostoa volar por elle,
todava Julgo-o uin pouco temporneo, vino
que ninguein moslra necessltar das inlurma-
(des que orequerimenlo manda pedir ao go-
verno da provincia; conclulrel eila- *
casa
um dos nobres slgoatsrlos do projeeto, (o Sr. o Sr. Fifuein de Mallo l He verdade J;
llrmina di Mello J que, conhecedor do vardadel- mss por MO mesmo be neceiiatio que ext-
breves
---------------Jq'---------- ___,,_.------------------
ro estado daquelle munlelplo, nos lorormou minemos asaatfcaus.a.
dlto,acorescenlodo que respectiva cam.ra D eu ,,|n(j, Cst averiguado quena
representara a respailo ao admiaiiiraaoraa fri'RUetia Je Barreiros exilie o numero de
r*n^L*%XZ%Sn^Vm- "doi sulllciante, para qiietenh esse ter-
P^dV^iVolnhorq^si odo:0per"oc ,."'ni'.,; de uu>.q familiar O Sr. Flrmino de Mslla :-Uuid Agua-
O Sr. Figueira di Helio: Blpapoiado: tem Preta, decerto.....
alguns U eugenhosi | O Sr. Figueira di Mello : Os Senhores
O Sr. Correfo de Brillo .Ser* porventura qUe dvogam a causa da elvaoSo da povoi-
contestivel que Barreiros tem multas pro- C3o do Barreiros c.thegor de villa po-
porces para engrandecer e prospersr? Ha- ,|,., dizer que o numero desses jurados he
veri quem duvide queconcorreremos gran- sufllciente? ....
demonio p.ra que estas proporefles mais, o Sr. 'ir mino de Mello: Simj reunido
(anmenle se desenvolvam, providenciando a Agua-Preta ....
para que ahi vSo resiJir as autoridades po- f q gr, Figueira de Mello :NSo o podem
lict.es e judici.ras, para que alii fuocoio- jzer; e por conaequencia se acaso se tivar
ne a municipalidade, para que emlim o de reunir em Birreiros o tribunal do jury,
commercio e inluslri. dsse lugar ainda ena0 houvor-slli um numero sufllciente de: o tem que a nopul.cSode Ingazeira pedase
O nosso povo nio costuma inlorvir nes-
J mudencas, e lterar;Oe, hem que mui-
tl* vez.es affectem ellos directamente i seus
eommodos e interines ; nem me paroce
qoe dvamos esperar ioressas represenla-
eflai para fazer .quillo que enleodermos
sor de publica ulllidade. NSo quero com
iito duerque as representicOes 1180 sejam
de grande peso, e quanlo devam mereeer
toda a considerado da casa ; mas enlendo
que n falta d'ellas nSo he um motivo para
ni uo decretemos urna mu 1 me; i que o
leresse publico ri3Clama,como me persua-
do quo acontece na de que se trata. Esta
'assembla nunca adoptou o principio esta-
belecido pelo honrado membro, e ainda ho-
ja deu urna prva d'isso, decretando a cria-
c.lo de urna Villa om Ingazeira, snm que
houvessem precedido informaces olllciaos,
mais se activem ? Certo que nHo. Se, pon, jurados, para com elle se podor abrir o re
llarreiros tem mais elementos de prosperi- fBrido tribunal, posso desde j aUlrmar que
dado do que Agoa-Prota ; se esta decahe, til tribunal nSo funccionsra; porque se os
ou se conserva estacionaria, ao paaso que jurados em Agua-Preti nSo se reuniam alli
acuelle progride, e por si mesmo Ibe vai dentro deseu proprio municipio ou de sua
tomando a dianteira ; se, finalmente, he freguezia por indolencia, ou por nao que-
ObrlgtOlO nossa auxiliar odesenvolvlmento nnn Cum >rir os seus deveres, tomando
natural das localidades e cooeerar para que p,r(0 n, justi?a do paiz como hndesshir
se elle apresse, qual a razSo por que nao ,| ,., rreguezia para irem a outro lugar
devemosapprovar o projeclo em primeira rnuilo mais distante? Acho quenSoirao;
discussao? e ii.iu indo no haveri jury. Devemos,
Seuhores, pessoa residente em lllo-For- p0jSi examinar este negocio, para sabar-
moso, eem cuja sinceridade minio conlio, moi 10 a creacSo he ou n9o conveniente;
_ disie-me, ainda nSo ha mullos das, que s Barreiros pode ser elevado a villa sxn
reQeides declarando a casa que me acho Barreiros foi tambem aquinhoado pela na- prejuizo de Agua-Preta; porque smenlo
prouipio par dar os esclarccimentos que fo- tureza, que, so tomassemosa doliberacSo de ento poderemos appteudir-nos de termos
rem eligidos obre o projeclo em discussao, ao 8iigi-lo om villa e sdo do termo, annexan adoptado orna med la til, e de havermos
qual presurel a minba assignaiura. Ido-lhe Agoa-Preta, elle dentro em pouco conseguido o nosso fim, qual o termos reu-
OSr. aV<(/o Reg dlt qu co""lufnt0!""""! prosperara ao ponto de rivalisar com aquel- niao de jurados nesse novo municipio, a
'p'S!Ini0Pacrhal,co.n mnl la cidade, ao ponto, mesmo, d; excede-la. que tenham de responder os criminoso de
* o, para assim d.zer, ofiusca-la ? E, quaodo Agus-Preia at hoje ainda naojulgsdos.
de tudo isto estamos informados, devemos Senhores, os esclarecimentos nilo nos po-
deixar de approvar o projeeto em primeira dem fazer mal; e quem quer proceder sem
discusso espera de esclarecimentos que precipitacSo, que n procura mostrar bda-f
nada adiantarao ao que ja sabemos? Pare- ne,[ negocio, n3o pode regeitar o reque-
ce-mequeu3o. rmenlo de addiamento, deve spprova-lo.
Em vista destas succintas considera;es, Quanlo vierem os esclarecimentos nos en-
que servirlo para justificar meu proced- tilo nos decidiremos. Pela minha pirtede-
ouvldo as rases a
cedeotes oradores^
opiuiaosuracieulemeute esclarecida para volar
aobre a materia, e que urna vea que o priucl-
pal autor do projeclo se nao acbe na casa,
para dar iii.hi ampios esclareclmenlos, nao
julgouTra de proposito ouvir-se a npiulZo do
governo, por isso que ninguem inelhor do que
eslepdeachar-se habilitado para orientara
assembla, sem que todava entrene em sua
MMMrefnoesae^^ monto, declaro" que'estou disposto a volar claro, quo acho-me perploxo, e cncluirei
pelo im'i j r\ i. assavrran lo em alto e bom som que as pou-
O Sr. tiguelra de Mello :Sr. presidento, ,- ,s obsorvafOes que lenho feito no lem por
;ou ja disso que nSo me oppunhi por ora ao fim fazer opposicao ao projeclo ; mas ape-
O Sr. Paii Baneto faz algumas refleses al projfctj, que apunas me pronunciava pelo nss mostrar que tenlio rasOes de duvids, e
respeiio das vaniagensque no seu entender re- |jjaln(,nl0 propos(0 porque rntenlia que que nesta duvida devo suspender o meu jui-
suliam do projeeto. .1,1.., ello era necessano para nos virem os escla- Zo e esclarecor-me, visto que me parece
bj^/S^ J8 <)u0 inl1 Precl?""!"s- 0J ") devemos ser precipitados nesto nego-
primelra dlscussio, pirque ,.o vejo que haja cs-lar.cimentos, ou antes as opio.oes quo co. Esto he o meu voto,
iiisso grande incouveuienle na segunda dis- leom omitido diVO'SOS oradoros nilo se O Sr. Corra de trllo : Sr. prcsldente;, ped
cussu nos podemos examinar mellior a mate- | lunilain em docum mtos offiiisi'S, SO apn- a palavra qual que somentc para conlour
......-----.....---------i-a-J- nabre diputado que a caba
le Mello. )
1 fado de elevar-
te cssaulih- ue"'""" iiiiereasau.i...... ...... 1 se ulluer |Ugar a villa |nio he, por si sd,
quaulo nao est convencido de aua inulilidade,
uuico caso em que poderla volar pela rejei{io
em primeira discussao.
cussu nos podemos examinar mellior a niaie- | luoilarn em docum mloa olliciacs, sao apn- a p-mvr.i qaasi que someniu 1
ria, ejenuo ler os esclarecluicnlos que se 1 0 resultado das informaces que um OU urna proposifo do nobre dapu
pedlrem presidencia ou que se poderem ub- ; oujr ||(1|, ,u0 ., a e,n quo podem multo de teular-se. ( 0!,r. Ftgucira ti,
er pedas ios... fel.fOe, psr.ico.are.: boje ; b^Vteiess,do,..... J^SESZBT\V*
im sor inteiessnaos..... 1 se oualquer lugar villa |nao he, por si s,
OSr. Correa de llrillo :h quaes os 00- ,unideniepara lizer que esse lugar prospere
cumentos ofllciaes sobre que se basnou o e eogrsodeca. E.ta proposifio, alias iuconies-
projecto n. i approvado hoje mesmo?.... j tavel, se trataiscmos de localidade rida, inna-
0 Sr. Figueira de Mello :Quando a casa bilavel. e como que condeuada pela nalurea,
spurova qualuuer projeclo ; eu supponhn adefinhar ou a nao progredir, pode e deve ser
s'inpre que ella proceda como todo o cu- qualihlcada de inexacta, applicada, como foi, a
trala-se da ulllidade do projeeto,
dade be uin puuco duvidosa, nl a podemos
discutir na segunda discussao, e enlao rejeiur-
se ou nio o projeclo; mas parece-me que nao
se pode rrjeilar de nenlium modo o requerl-
raento, porque trata elle de pedir inlormaces
a autoridade competente para comblnarcom s^inpre que elli p--*-
as que nos actualmente temos. Por outro la-1 hmt de causa, que ella tem tolos "*,r.rf'ro*' Hver en
rtn natere-iiie aue ha alauma precipilacao em 1 _..,., ,,_.ij _,, Quando um lugar qualquer nao uver cm si
cr.rr-.e u, mScipio sea que o, povo', desse p* esclarecimentos; que votou fundada nos m*mo e|elnenl,s,le p^.peadade, elevem-nc
--voaelo, villa, a cidade, i provincia, '
lugar teobain pelo meos represeulado r-u
casa a sua conveniencia : os povos de barreiros
1 a povoaefo
O .Sr. Paes Brrelo : hem ; he O caso... quequlierem emfim, e elle nada augmentar,
talvet milito ganhein com ter um municipio na I O Sr. Figutlra de Mello Mss no caso de e elle se conservar* tal como era aoies de re-
sua fregueila, mas anda nao representara', -| quo m- I ral i, os fados nBo cstSo apresen- ceber essas categoras ; quando, porm, esse
cerca da conveuiencla dessa medida; anda nao tados do urna maneira oflicial, ou pelo me- lugar estiver, como Ramiros, destinados pela
miotraram que se davaui inconveniente em te- d urna m.neira que posss aquietar a providencia a cresser, a prosperar, ha de des
rem os seus negocio tratados na cmara do Kio minha ennaalanel envolver mais progressivamente eus ciernen
Formse! a primeTra auloriuade da provincia : ,n,""c''";;';n?'"-;V _u ,.'to naturaes. ha de chegar mais a pressada-
tambrm nao apresenlou no scu relalorlo ideia Sr- Correa d' Bn" i}'s "Uem Par> mente ao grao de adlantamento que o aguarda,
alloma que odieitM a necessidade de crear <"' se davam essss ragoes, com tudo o (og qUe, aproveltando seus proprio. leeurso.
nina villana povoaco de barreiros. | nohro deputado votou por elle, e sua cons- eocaminhando-os, derem-lhe a Importancia de,
Tem-sc dito que Da frcgiiena d'Agoa Prela Ciencia, apesar da falta quo se deu e agora que se elle tornar credor. O faclos de cada
se nao tem podido reunir os jurados, mas essa nota, njln se rovo'tou..... da ahi se apresentam para corroborare ini-
faltadereunlod'ondc provem? Falta a tustlca' o Sr. Figueira de Mello :Foi boje vola- nha opiniao, e conlestarem a do nobre depu-
parapuoir os criinioosospornaoaereuoirem os do esse pro|ecto? Se foi, ou n3o eslava na ,ldo-
:____4... ... nn.n..a li.liaa .la ilir^iln lilil IA111 .... ____._,_ _-_
iurados, ou porque os julies de direilo uo lem ....... ,, ,, ', ...i ,,, i, n iiiilim denulado no
Preu cumprir os seus devere. ? 5."' fJSS...?.?*.-?-."*!. VSK^T. actualmente se para ella njio fo.se transferid, a
Acidade do Recife seria por ventura o que he
"1,1,1 iw.i 1 'l'u-'i 1 cuinrir os seus deveres' "7'"""""""*y -...- -~"-" actualmente se para ella no fosse transferida a
Wtac.r"SSX..|^l.e.. em que P la Sj" e,le g V". .?,i lel!, capl.al da provincia? O Rio de Janeiro serla
f/m estado aquelle.....icipio, como em 18O e ronlr,dlcc.5o ; se entendo que sou incapiz o que hoje hese ahi se nao bouvease estabele-
850, ...jeilo a guerra ? lie mlster examinar d. faltar aqu a verdade, aflirmo ao nobre cldo a capital do Imperio ?
10JO, "ilcito auucia. -^ ".,..., ,,n,u ,1 ---------- --, ~~-----^>-: _r a
jll0 Quando a assembla provincial creou o depul'n~"-nSoestava na cssi hoje quan-; O Sr. Mello Reg: Serla sempre um porto
municipio d'Agoa Prela, Mn duvida o creouTJt)S* VOtcru isse projeclo em seguntli dis- commerclal rnuilo Importante,
com conlieciinenlo das necessidades desses po- cussJo, e que tambem n3o eslava qUanilo Sr. Correade Brillo : Sim, senhor; mas
-jurado, elle se votou om primeira disCUSS3o, logo, seu cominercio r.laria inulto mais acanhado;
iurv e ~;. -i- ji .,,i, ,v-,i, sua popu cao iiiuito menos numerosa, sua in-
, r,,P,t0. nflo so pode notsrnisminlias pala- dul,?|,pmullo lncnoi adianl,da; ioaadlBoael,
vras, ou nos meus precedentes contradlC- ln11|,0 lne0. regular tudo ahi. emfim, estlve-
if Sr epido: O chefe de polica de l?''ma com o que agora digo.
eolio oppos-.e a e.sa crcafo. O "ot" deputa lo dissa que,_se acaso nft
vos, com conhecimcitu de que haviam jurado
sufBcienles para ler um tribunal dej
urna populaco sufticlcntc para que bu
....... ra muito aquem do grao de adiantamenio e
v i.uuiq uopuvn ,u mivob i|av| a\,~*t ..os prosperidade que felixinente se Ihe nota.
O Orador: Dis o uobre deputado que o che- crearmos urna villa ni freguezia de Btrrei- | O Sr. Figueira de Mello :- Washington ha
fe de polica de ento se oppos a essa eres cao, ros unindo-lha a freguezis de Agua-Preta, a capital dos Estados-Unidos: entretanto
pode ter algum valot a opiniai do chefe de po- Barreiros denlro em uouco Icmno lalvez of- apenas tem 20 mil almas, quando Philadel-
licla, mas para miin inalor valor lera a opiniao fuscara Rio-Formtiso. Mas, Senhores, eu phia tem 60 mil.
da assembla provincial quando creou esse ente0l|0 que somonte pelo fsoto do elevar- OSr. Crrela de Brillo Ufo he rnente
municipio, o do ar^ew **J' 'lue, mos municipio urna freguezia, dSo damos a popula?*.) que decide ds importancia dos
'VX^V^^^^ffSf^^^ .reeuezia nem m.is populjcao, nem lugares; he'lambem su. apli.iao par. o
mos ouvlr priuieiro as informaces da aulorl- "> riqunza, nem mais morslidade, nem commercio, para a agricultura, para a 11)-
dade competente para ao depois disculirmos cousa alguma ; apenas accrescentsmos urna du>tria ; he a sua maior ou menor capact-
com conhecimento de causa. Esto-sccrean- caumra no lugar para tratar de negocios dade para rnceber facis e eommodos me-
reta nao leili nuioriuouca.... _
OSr. Paes Barrero:Nao sedse que nao U- Vfiz quo ouco esta pro.iosicao. ... e em quo a natureza foi mais prodiga paia
nha; mas que nao se reunamos jurados. 0 Sr. figueira de Millo :Mas esta pro- com Barreiros do que para com Agoa-
0 Orador: Parcceu-me ouvlr dijer. Euj posifAo fie verdadeira. Prota.
disseque se nao sabia qual o motivo porque Um Sr. deputado : Engana-se..... | Sr. presidente, ha seis para sete annos es-
se nio reuniram os jurados; c que drviainos 0 Sr. ri'/ein de Me/o :Augmenta-se, so Agoa-Preta constituida em villa, sed* de
supporquequandoseereouotnunic^ lio verdade, uus 7 verca lores na povoaco de municipio e de termo ; mss at o prosete
^JViSS^U^^^lSS^i Barreiros, mas isto por certo nao fa?. que su. cmara -inda .lo Org.nl.og um. pos-
d'Agoa Preta lem as autoridade. necr.sarias,' o-sa povoaejao venh. a augmentar nem em tura sequer, segundo me informa pessoa que
ten!1 uin delegado, lem dous subdelegados, l-.u populaco, nem em riqueza, ella ha de aug- esl ao crrante de quanto ahi se passa !.. .
noquero dlzerque se nao deve mudar a sede montar o progresso da iiiilml 1:1 con os un- Urna de duas : ou O uobro doputads, a quem
do municipio de Agoa Prela para Harreiros, I V03 processos que lhe subniinistrarmos, respondo, ha de suppr negligencia, sen.1i)
mas entendo que devemos primeiro ouvir as co n a paz eseguranca publica que d3o as ineptiiiao, nos monibros daquoll. iiiuiiiei-
ioformaedes oece..arla.: este he o meu voto. aulorldaile;1 c,rrn,iaei. As auton lades mil- p.ltdade, dos quaes alias formo eu o melhor
f.l0 l^^ sementante
men;o, de adi.meoto, apre.entado pelo meu rem para a segurangae Iranquillidade pu- lugar fallam as qualidades para ser muni-
nobre amigo que oceupa urna das cauelra. da tilica ; por conse |Uencia s pelo fado de cipio....
dlreita, (o Sr. Helio Reg) que eu tire a honra olevarinos Barreiros cathegoria do villa, j O Sr. Figueira de Mello :Eu nSo me op-
de solicitar a palavra; pois que jamis oppor- n8o se segu que tenhamus feito a sua feli-, ponho ao projeeto; apenas tenho duvidas, c
ine-belique sejam subministrados esla as-' cidade. quero ser esclarecido.
scinblaosesclaieclmenlosdcqueellapurveu- M(s d,0 c,s0 deque a transferencia' O r. Crrela de Brillo :-0 nobre deputa-
tura carecer para ^ulM'^^*^A^dadiJomuoidpio do Agua-Preta p.ra dofallou em boa f; fallou em precipi-
SSESmSSS? AmSt qVmcTc,: "'"reiros f. a feficid.de Sist. po.o.S3o, Ucto.
di a tomar parle na dlscu.sao ; mas sim, para n3o se poder argumentar que essa iransfe- Declaro ao nobre deputado que quinto i
com o outro meu (Ilustrado amigo que tam- ronci. r.Qa a infelicidade d'aquell.? Coa- ba-f. Ola Ih'a concedo em maior gr.o Ido
bem aea.aent.r na quelle lado, (o Sr. Paes Bar- vira mesmo que mis para d.rmos frce a que aquella de que sel iuspirar-me quando
reto ) notar-lhe a eatempor.ueldade. ,ul, lugar, a tiremos a outro? Tudo isto me oceupo de qualquer negocio nosla casa
Em verdade, Sr. pre.idente, quando ainda precisa ser esclarecido; por conaequencia e fora dells; declaro ao nobre deputado que
agora eocttomos a primeira discussao desie |l0 Hecessari0 pedirmos esclarecimentos. elle no pode ter msis desejos de acertar do
projeclo naqu.i apenas te.iios de mvesu^ar ()j u0 lormo u0 Agu.-Prota nBo.queeu, que elle senSo inieressa mais do
aU,^KS"e.,~M l hJ JuriU0S' ois?0 hesem du-1 que eu pelo triumpho calmo da verdade e
OSr Me//o ego : E se, por f.lia de eicla- vida um grando inconveniente; masjulgo da justica : pie ser que pela abundancia de
reclnenlos, o projeclo cahir em primeira dis-! que n.lo se demonslrou ainda que he por seus coiihecimentos, o nobre deputado al-
cosuin, como bem pode succader? : falta da populacho. Pareco-me que quan- cance-as e descubra-as com mais facilidade
OSr. Cona di Brido : Se porventura ha j0 se creou esse municipio cxUtia a mesma do que ou ; que lites seja, porm mais der-
iolenfio de malar o projeeto, fique ceno o meu |Cg sla.1o que hoje existo; e que por essa votado, que Ules renda culto mais sincero
nobre amigo deque elle morrer, quaesquer Jujjag,, se oxige que o municipio tanha do que este pobre membro que est lailn-
que sejam os esclarecimeoto. que a re.peito M jurilj0Si eu meios psra ter um jury es- do, he oque llie nio posso conceder.
"Ts'r" fZ'ira i. Mein: Nio apoiado: a PMlil. Ora como duv.dir-se do que Agua- | OSr. />. Barrero l Sr presidente, as
anemblia i de decldlr-.e pela justica c pela Preta tem o numero de jurados uoccss.no observ.cjoes que acaba de espender o hon-
verdade. para nelle si abrir o tribunal do jury, qu.n- rado segundo secrelano,quasi quo rao dis-
O Sr. Corrva di Brillo: Sr. presidente, o do se observa quo a a.-sembls provincial pensam de continuar i tomar parte n'esta
inorno .llnelo, que .0 seguio i leitura desie creou esse mutiicipio, e o governo geral, discussBo : todava, como o honrado oijiii-
projecto, como que revela o desejo de asphy- tundo as informages o governo provincial, bro nSo tocou om lodos os pootos era que
iia-lo. Nao he a vez primeira que assim se creuu a|| uro juiz municipal especia. ?..... fallou o nobre deputado que parece impug-
O Sr. Vaei Brrelo :Os fados mostrara, nar o nrojecto, e como esse nobro depulado
que a assembla provincial eslava mal in- confessa que esl smente em estado de
formada..... jduvida, vou ver se examinando as objec-
OSr. Figueira de Mello :..... e note-se, co.s por elle aprosent.das, comsigo tralo
que nem se quiz que em Agua-Preta hou- d'esse estado, lev.ndo-o assim i fazor urna
vessem, como em Serinhaeio, juizes muhi- id. mais vautajosa do projeclo qua tive a
cip.es supplentes. He verdade que 11S0 tem honra de asignar.
havido jurados, mas bo preciso saber de que O oobro deputado assonla que o projeclo
causas provm ess. falta; porque esse faci lem contra si ama grande desvanl.gem.que
nao demonstra a falta de popularlo de Agua he, o nSo ofTerceer em seu appoio ioforma-
Preta, nem que este municipio aeixe de ter c9es ofllcises, e nem 18o pouco repreota-
0 numero de jurados de que uecessita; po- ;'-s f.vor.veis dos povos que h.bitam os
dem haver outrss causas. Tambem na co- lugares i que so elle refere,
m.rca da Boa-Vista desde 1818 t hoja nSo Sr. presideule, se fosse sempre necessa-
houve jurados; e porvenlura dir-se-na que rio para que lomesemos urna providencia,
. ornara da Boa Vista, Composw de cinco cono a de que se trata, isto he, a mudanca
fregue/.iss importantes, deixe de ter jury da sede de urna villa, que existlisem na c-
por lalt. de populaco?..... sa represent.cOes dos povos, entao bem ra-
Um Sr. depulado: Ahi d8o-so outras ras vezes teri.mosde nos oceupar com s-
causas; as seccas, is distancias, etc., ele... melhantesobjectos; por quanto ho subido
procede em corpo conectivos: de ordinario
be de nao agouro silencio igual a esse que Do-
tamos quaado termiaou a leitura do projeeto
emdl.cu.sio, e que nao Mr porventura in-
tei rompido, se nao se resolvesse a usar da pa-
lavra o nobre deputado que incetou a discus-
sao. (O Sr. Pae. Brrelo.)
O Sr. eirmliw di Millo : Quem cala, cim-
iente.
O Sr. Coma tU trillo : Nem sempre.
Delxe-mos, porm, tudo isso de parte, e exa-
minemos .e alguma cousa ha que se oppooha
que adoptemos o projeeto em pumelra dis-
cussao.
Ser porventura contestavel que, de.de que
se creou um termo em Agoa Preu, nao tem sido
posstvel conseguir que ah foacclone o tribu-
nal dos Jurados 1 Nao he este uin facto sabido
por toda a gente, e alteslado por todas a. pes-
.oa. que daquelle logar transitan) para esla ca-
fitalr Ser porvantora contestavel que Agoa-
reta nem ao menos lem urna casa em que pos-
a sre.idir o respectivo jui. muuicipsl ? Nao foi
creacrlo d'essa villa; ao monos n.lo me
consta que exista na osa documento algum
4 tsl respoito ; o admira que o nobre depu-
tado deixasso passir o projeclo sem impug-
n'ai;o, achando-se as mesm.s circumstan-
afi.s que eslo. Pergunlou o nobre deputa-
do se ossa transferencia n3o seria projudi-
elal i Agua-Preta. Respondo que nfto ; que
he indiflerento para o engrandecimento
d'esse insignificante povoado o achar-se a
caneca do termo ahi ou em Barreiros, pois
qoe nio ha de ser essa circumstanci. que
chamar para Agua-Preta, 1.1o sujeita aos
Insultos e alintalos dos habitantes das
maltas que lhe fleam prximas, a popula-
cho, e o commercio ; fique o nobre depu-
tado certo de quo em quanto esssas maltas
forero o covilde quanlo siltoador e assassi-
00 ha nesla provincia e na provincia das
Alagoas ,0 por muito lempo ainda o ser)
Ag'ia-Preta continuar a ser o que hi ac-
tualmente, um povo.do insignificante, sera
commercio, e sem vida. O maior, e t.l vez
o muco bem quo actualmente se ple fa-
zer a Agu.'Preta, he conservar ahi um for-
te destacamento, que garanta os seus pou-
cos habitantes contra os altentados dos ho
mena das maltas, o entregar a polica d'es-
se lugar autoridades energicis ; e que sai-
bam cumprir os seus deveres. O mesmo
porm n3o aconiece com Barreiros ; a pre-
senta de urna autoridade superior n'essa
localidade, a existencia de urna cam.ra que
trate tanto quanto lhe for pos.ivel dos seus
melhoramentos matenaise moraes, muito
p le eoncorrer para a sua propriedade,vis-
to quo, como ningiem contesta, Barreiros
conten em si mullos elementos de engran-
decimento; e lanos, que pesar do aban-
dono em que osla, tem foito muito progres-
so, e he hojo um dos povoados mais impor-
tantes ds provinci.. So pois ho islo verda-
de, e porque rasan n3o procuraremos auxi-
liar, o desenvolver esses elementos de pros-
peridades; quo possuo Barreiros, passando
para ahi a sele do termo, colocada som a
menor vantagem om Agua-Preta ?
Quando pela primeira vez tive de expli-
car-rae respailo desU materia, eu disse,
que urna d.s r.scs que me levavam a vo-
lar pelo projeeto, era o no se ter podido
at hoje reunir em Agua-Prela o tribunal
do jury por falta de pessoas queseachem
mscircumslancias de ser juradas. Respon-
den lo este argumento o honrado memoro
ponderou que nao eslava provado ainda,
que a n.ii) reo nao do jury n'aquello (ermo
proviesse de falla de populaco, e trouxe o
exempln da comarca da Boa-Vists, aonde
desde 1818 nSo lia jury, sendo que uo se
pode allnbuir seuielliaiilu falta a pouca po-
pulaclo, visto quo a comarca da perto de
200 eleilores.
O Sr. Figueira de Mello : NSo d lio
grande numero de elejtores....
O Sr. Vaet Barrito : Creio que n3o he
muito menor.
OSr. Corra de Brillo : Da 163.
O Sr. Paet brrelo : Bem a difTeronga^
aSohe muito grande,
O smele presentado pelo nobre depula-
do n3o p-oceda : a ornara conhece perfei-
arnonte as dilDculdades que ha cm viajar
no Serto, j pelas grandes destancias, j
pelas seccas no verSo, e j finalmente pelas
g-andes cheias dos ros no invern; estss
dtfflculdades as vezes invenciveis explicam
muito bem a falla da reuai.lo do jury na
Boa-Vista, em quanto quo u'Agoa-Prela....
O Sr. Plno rfe Campos: E mesmo a ne-
gligencia do juiz de direito do Boa-Visla
concorre para isso.
O Sr. Pae Brrelo : N3o sei.
O Sr. Plato de Campoi : Sei eu.
O Sr Paes Brrelo : O que he cerlo he,
que as seccas, e as distancias s vezea de 30
e 40 leguas, que os jurados leem d percor-
rer para cnegarem a cabaca da comaro fa-
zem com que elles prefiram pagar a mulla
do que a emprehenderem umi viagam chais
do riscos e encommodos : as mesmas ra-
sos porm no se dio em Agua-Preta, e
n3o devendo sup^or que o Juiz de direito do
Rio Furmoso scji negligente e descuidado
no cumpri ne 1 o dos seus devares, concluo
que o fac 1 de n3o ter-se .inda reunido o
jury em Agua-Preta d'esde a sua elevag3o a
termo, 6 ou 7 annos, tem por causa a falta
de pessoas que possam ser juizes de facto,
e isto he tanto mais acredit.vel quanlo nin-
guem ignora que a villa d'Agua-Prola com-
pOe-se de meia duzia de osas, o que em lo-
do o termo nio existom 10 engeuhos.
O nobre deputado p.receu per em duvida
que Barreiros lenlia o n. da jurados neces-
sario para que h.ja reuniBo do tribunal.
Mas se o honrado mimbro entende que a
f.ltilo reunan do jury em Agua-Prela
nao he devida a sua pouca populacho po-
rm sim outras cousas, como pie nutrir
recelos de que reunida essa freguosia de
Barreiros ufiu hija numero sulllcienle p.ra
funecionar o jury no termo assim aug.nen-
iad 1 ?...
O Sr. Figueira de Mello : Mas houvo in-
formaces quaado se creou o municipio de
Agua-Preta....
O Sr. Firmino de Mello : Contra f.ctos
rniu ha argumentos....
OSr. Pee Brrelo: O nobre deputado
diz que houverarn inliiniucii-s quando
se creou o municipio de Agua-Prela, nao
sei de laes inforuiacOei, e nem o aobre de
pillado se digaou apresenta-las, pelo con-
trario o que nos consta, he que o chefe de
polica de untan, oppoz-se a crcaciio do ter-
mo dizendoque nao tiuha aquello lugar a
populacho necessana para que houvesso ju-
ry, sendo que era isso urna condic^o indis-
pensavel para que o termo fosse creado....
O Sr. Figueira de Mello : E elle nSo ti-
rilla um s mappa m sua sacrotaria, por
consequencia fallava acriamoula....
f/m Sr. Depulado : Elle tinha sido juiz
de direito daquella comarc.....
0 Sr.Paes Brrelo:Ha verdade;tinh sido
juiz de direito da comarca de Itio-Formoso
por multo lempo ; provavelmente a lena
percorrido. e he de suppor que estivesse
bem informado, respeito do seu estado a
popalacSo j por consequencia o seu voto
na materia, era um vol importante.
Nio sei seelle tinlu m.ppasd. popul.cSo,
nSo sei tambem se o nobre depulado os
possuo; oque he certo be, que as autorida-
des policiaes nSocumpremde ordinario o
precelto que o regulamento lhes m.joe de
remetter a secretaria da polica os mappas
da populacho dos seus destrictos ; em todo
o caso o nobre depulado nao mostrou que
i ssembla fossem presentes as informa-
cues....
0 Sr. Figueira de Mello : E o nobre
deputado nao mostra qua s nSo livesse
sido....
O Sr. Paes Brrelo : Mostr pelos Tac-
tos.
O nobre depulado procurou explicar o
fado de nio se ter reunido o jury no termo
d'Agua-Prets, por ter all havido em 1818
urna rovolta. Seo nobro deputadoatlon-
desse, quaodo deu semeluante ramio, que 4
anuos ja tem decorrido depois que aqncll 1
loc.liu.de est em paz, e, que mesmo antes
da rovolta nu se pedo alli reunir o jury, de
certo que nBo a daria.
lia alm disto, para mim urna r.s3o que
ma leva dar o meu voto em favor desle
projeeto, evem 1 ser, quo todas as pessoas
residentes na comarca do Rio-Formoso, ou
que e..inlieccn perfeilamente essa parto da
provincia, se mostram favoraveis a mu-
langa....
Um Sr. Deputado : Todos ; n3o....
O Sr. Pan Barrita Est entendido que
me retiro a quelles, cora quem tonho falla-
do, os qaaes me asseguram que esla trans-
ferencia he de gran le vintagem para Bar-
reiros, o de nenlium molo nociva a Agua-
Preta, quo lieara mi mesmo estado. A opl-
iii.ni do nobredoputado que fallou em prirnei
ro lugar nosla questao lia de rnuilo valor;
o honrado membro morou por muito lempo
na comarca do Rio-Formoso, conhece as
suas necessidades, e de certo nlo assigna-
ria o projeclo so n3o estivesse mteiramente
convencido de que he elle de ulilidade pu-
blica. 0 honrado membro que se assenta
d'este lado(oSr. Velloso da Silveira ) quo
tem estado por muitas vezes naquollas lu-
gares, e que os conheco perfcitamenle, he
da mesma opiniSo : o honrado membro rae
asseverou ainda pouco que a conservado
do termo em Agua-Prela era impossivel,
mo sn porque pela proxmidade em que so
arli 1 a sede do termo das maltas, niuguem
procura aquello lugar, mas anda porque
acha-se elledesproviJo das cousas mais tn-
disponsaveis soda de um termo,: falialho
um cdillcio aondo funeciono o jury ; aca-
mara nio leai urna salla aonde se reuna;
u ha umacadea; o juiz municipal no
encontra um casa decenio em que more;
omlim n3o he possivel fazer daquillo uro
termo, que morei;a este nome. Conservou
pois a villa em urna locali lade quo so acha
om taes circumsiancias, abandonando r. ir-
ruiros que cresce oilios vistos e que pos-
sue lautascondicOes de progresso, me pa-
rece um erro, e eu espero que esta assem-
blf-a o n3o cometiera, bemais Srs. a ullli-
dade dessa transferencia ho tilo evidente,
que ninguem impugnou o projaclodeum
modo positivo ; apenas o honrado membro
disso que iniha algomas duvidas...
0 Sr. Martins Perelra : EutSo quer pro-
telar; ,1o....
O Sr. Paej Brrelo : NSo quero protela-
$3o, uo costumo protelar discussOes; dis-
cuto porque enlendo que isso ho convenien-
te ao bem da provincia....
U Sr. Martn l'ereira : Par que toma
a pelornidade do projeeto ?..
O Sr. Paee Brrelo : Tomo a pirlem la-
de porque o assignai, e|porque enleudo que
he elle de utindade publica, lie preciso
que o nobre deputado respele as intenijdes
de seus collegas..,.
O Sr. Presidente : O regiment prohibe
dalugos....
O Sr Paes Brrelo : Eu o que disse,foi
em defesa de miuhas intonces, que o no-
bre deputado julgou deveratlribuir a mo
sentido, Tomo, repito, a paloruilado do
projeclo, porque entendo que elle he de uli-
lidade publica, e porque oassignei, e leudo
obrigac3o de delTende-lo, uo poda deixar
sem resposta as objecfdes que lhe foram
feilas; alm de que....
OSr. Martins Perelra : Ninguem contes-
tou esse direito...,
O Sr. Paes Brrelo : -EntSo nSo sei que
proposito vem o aparte do nobre dopula 10,
Dei mesmo ser1 presidente provocar
algum honrado membro que so oppOe ao
projeeto, A (presentar si.s objecc.i).s, e a
couvencer-me do qua eslou oin erro, de que
a utilidade quesupponhoprovirdo projeclo
uo existe -eno na minlia iiiiagin.co.por-
que nesle caso terei bastante dociltala lo
p.ra mudar deopm3o, e retirar a minha
assignatura do projeclo; eo nobre depu-
tado que he io conhecelor destes lugares,
e que lio inimigo se mostra do projeclo,
quetra contestar a aua utilidade porque es-
clarecendo-nos lira um servido ao poiz.....
OSr. Martins Perelra : N3o sou orador
como o 111:111 depulado, coniiuc > porem 1
innutilidado do projeclo....
O Sr. Paes Brrelo : Se fosse necessirio
possuir as qualidades de um orador, para
lomar parte nas discussOes da osa de certo
nn me teria levantado. Sr. presidente con-
cluo aqu ; dizen lo quenSosou contrario
inteir.moiite ao requecimenlo; bem que
me parece que elle he dispensavel pelas ra-
sos que j expend, e desojara qua a pas-
iar o mesmo requerimonto, se procedesse
c mili quanJo so iratou do projeclo de Cim-
bres, sem prejuizo, nem addiamenlo da
discussao. Vol pelo projeclo.
OSr. Carneiro da Omita : Declara vo
lar pelo addiamento, e so nao putar, pelo
projeeto.
O Sr. haptisla: sustenta, o projeclo, e
pronuncia-se contra o addiamento.
O Sr. Guedj de Mello:-(lUra emjoutro nu-
mero.)
O Sr. Bapsistn insiste ni sua primiltiva
o pinino, e responde as observar, ies do pre-
cedente orador.
O Sr. Crrela de Brillo :Sr. presidenle,
bom podra eu dispeosar-me de anda urna
vez oceupar ltenlo da casa com a ma-
teria em questao, depois de bav-la aprecia-
do to precisa e iucidamoateo nobre depu-
tado que ora esla na segunda cadeira da es-
querda ;(oSr. Paula taptista )mas como
algumas das proposicoes de outro nobre de-
putado que tambem se asaenta naquelle la-
do o Sr. Guedes di Millo ) llorara sem res-
posta, propr-me-hei a refuta-las como .m'o
permittirem minhas fracas Torcas.
Disse o nobre deputado que Agoa-Preta
tem a seu favor urna le que elevou a vil-
la e sede de termo, que coala seis at solo
nnos de vida, e que lora decretada em vis-
ta de v.lentes informaces.
O Sr. Guedes de Mello : -N3o fallei em in-
formaC/Ses.
O Sr: Carreta de Brillo -Pois bom : .coi-
to a correcto do nobre deputado; e al lhe
peco que n3o as dispense sempre que per-
ceber quo lhe altero o pensamenlo.
Entretanto, nn contesta o nobre deputa-
do que citou como argumento em favor de
Agoa-Preta a le que crigio-a em villa e s-
de de termo; argumento qua se prevaleces-
senesle caso, lambem pro huira para que
jamis fossom revogadas as leis, urna vez
decretadas e exocutadas. A passar em jul-
gado semellime opiniio, qualquer le, por
mais injusta, por in.is|incuri.l quo fosse,
jim.ls devera ser revoga la.
O Sr. Guedes de Mello:Eu era incapaz de
produzir um argumento destes.
O Sr. Corra de Brillo :Foi um d.s ra-
sOes apres 'lilailas polo nobre deputado, o
eu ma proponho a combate-las, urna n
urna.
O Sr. Guedesds Moli : Isto he um modo
de argumentar muito especioso.
O Sr Correa de Brillo: Paciencia Para
mim, frscocomo sou,as especiosidpdes; pa-
ra o nobre deputado os toreado e esclarecido
orador, as vas recias, osll.quesa peitodes
WBBSmBBBSSBSSSSBSS^SBSSSSeS^.
O Sr. Guedes de Mello : Ilaiilo dar pr-
tes, qutndo entender que s3o neoessarios.
O Sr. Coma d Brillo -Que pan pt-
driniiar-se urna pretoncSo se cite umi le,
contra o qual se nlo tentia manifestado a
opiniao public.) coaprehendo eu ; mas quo
se aprsente como invencivel achules urna
lei que como a do que se trata, apeo. pro-
mulgada e ssneelonada, foi mal aeolhldi, e
immedi.lamente conbati la, he para mim
tctica nova, e que me parece, pouco ou na-
da aproveitar.
Quem quer quo tenha cuidadosamente
acompanhadoo movlmento d imprecisa po-
ltica oulro nos, recordar-se-h, sem duvi-
vida do que oss. le foi gravemente conser-
vada, por ter sido elaborada, como ento se
dizi, para Pavonear a cerina e determina-
dos individuos....
O Sr. Martins Perelra:Assim como gora
se quer.
O Sr. Crrela de Brilo :Decl.ro i casa
que sou incapaz de trahir o aieu mndalo
para vir f.voncar os ioteressea de pessoa al-
gum..
O Sr. iUrtins Pereira :Pois nSo parece.
O Sr. Crrela de Brilo: Declaro casa
que, quando me involvo nas discussOes, ou
quando, sem nella tomar parte, voto sim-
blicamente sobre qualquer materia, uo
ai leudo senao para o I olorosa 1 publico.
OSr. Martins Pereira : Assim procedem
todos,
OSr. Correr/Bria Observo so nobre
deputado que elle nSo pode dar semelhan-
los parles seus cnllegas.
O Sr. Martins Pereira:Pois nSo 1
OSr. Correir de Brilo :O regiment pro-
hibo queseattribuam aos membros da casa
iiiteiices odiosas; e prohibe mu curial-
mente, pois que apartes desta natureza ape-
nas servem p.ra azedar as discussOes, o fa-
zer com que ellas so tornem calorosas,quan-
do n 1 li 1 motivo para isso.
O Sr. Martins Pereira: lio preciso ro-
pellir.
O Sr. Presidenle : Os dilogos nflo s3o
permiltidos.
O Sr. Correiade Brilo: Anda mesmo que
esto recinto fosse adoptado para repulsas,
s deviam estas appareccr quando se des-
sm provocacOes... Se o nobre deputado
quer ajusfar cuntas velhas, roserve-se para
outra ciccv.ii.
O Sr. Starlins Perelra:Estou disposto a
isso
O Sr. Crrela de Brilo :la eu dizer, Sr.
presidento, que urna lei quo, quasi do nas-
i'.' 1 cien, havia exctalo contra si clamores,
jamis potera apadrinhar protencSo algu-
ma, e que, ao contraro, deveria ser revo-
gada, logo quo para isso se offerecesse oc-
casiSo.
O nobre deputado ponderou que, se ele-
vassemos categora de villa a povoacSo de
Barreiros, lhe .nnex.ssemos Agoa-Preta, e
para all Ironsferissemos a sede do termo,
enneorreharoos para a decadencia do ulti-
mo desses lugares.
Que essa transferencia nada pode influir
sobre a sorte de Agoa-Preta prova-o exhu-
berantemenle o facto de nao haver ella
prosperado por ter sido erigida em s e ds
municipio etermo: sua posicao, seus re-
cursos s3o taes que, por mais que se esfor-
cem os nobres deputados nn poderSo r-
re 11 -la do statuquo.
O Sr. Guedes de Melle.Ella tem tido con-
tra si circumsiancias muito especiaos.
O Sr. Correia de Brlio : Quaes sio essas
circumsiancias ; A estada de Viconle de
Paula mis matas?
O Sr. Guidei de Mello : O nobre deputa-
do sabe-as muito bem.
O Sr. Correia de Brito : Essas circums-
iancias alo s mesmas em queestiveram ou-
tras muitas villas e povoafes, que, todava,
prosperaram : Agua Prela, por tanto, se tem
conservado estacionaria, porque Iho f.ltam
os recursos naturaes que sobrara a Barreiros
ea oulros lugares.
Demais, ain la mesmo que fosse exacta a
assercao do nobre deputado, nada pesara ol-
la sobre meu animo ; visto como jamis re-
cusare! ante urna medida que tenha por fim
dar incremento a um. localidade, que dol-
i he -u-ce,livel, levado nicamente pela
considerado de nSo empeiorar a sorte de
outra, que, pertinaz, se nega a recebe-lo,
por lhe faltaren as proporeflus que abundara
aquella com que se a quer fazer eutra rem
competencia.
N.i.1 termin.rei, Sr. presidente, sem expli-
car um aparte meu, que o nobre deputado,
como que magoado, respondeu apasionada-
mente.
O Sr. Guedes de Mello : Peco-Ihe per-
d3o.
O Sr Correia de Brito : NSo exijo que o
nobre depnt.do assim proceda ; apenas que-
ro iuslinc.ro meu procedimento, uo anto
o nobre deputado ; mas ante a assembla,
ame as galeras que nos aprescrutam,anle a
provincia inteira.
Enumerando as vantagens de Barreiros
sobro Agoa-Preta, convidou o Sr. Paul. B.p-
tista o nobro deputado a aprecia-las devida-
mente, para habilitar-se proferir voto ju-
dicioso e esclarecido sobre a materia ; mas
o nobre doput.do, nogando-se esse convi-
te, declarou quo se dispensava da semelhan-
to.preciagSo, porque eslava rosolvido a fa-
vorecer Agoa-Preta, por ser infeliz. Tendo
mil" 'o istoao nobre deputado, disse-lheeu :
Knirio.qwT. porque quer. a E, assim me ex-
pnmindo, parece-tne que nSo irroguei in-
juria ao nobro deputado ; visto como nao
posso deixar de suppor que nn buso jus-
tificar o seu querer aquelle que se abstem
de pesar maduramente as rasOes que ha pro
o comra um negocio sobre o qual tem de
oaiiilir opiniao.
O Sr. Guedes de Millo: Tambem o Sr.
Baplista disse que vota va, de olhos fechados,
pelo projeeto ; mas o nobre deputado nSo
achou que esta sua proposir-jSo fosse digna
de reparo.
OSr. Crrela de Brito: Mas, antes de
exprimir-se assim, tinha o Sr. Paula Baplis-
ta exhibido, um a um, os motivos, mui va-
liosos e attendive-s, porque eslava disposlo
a adoptar o projeeto.
11 "iiais rio foi para ost.bolecer paralel-
lo entre o proceditneuto do nobre deputado
o o do Sr. Paula Baptists, que me eu resol-
v a tratar deste incidente; fot sim, para pro-
testar contra a resposta que o nobre depula-
do deu ao aparte que supponho ter justifi-
ca lo.
11 nobre deputado redargaio-me que fam>
bem eu quera, porque quera quando me
es/orcava por Impar meu pensamenlo a
tasa'.
Ennuncan lo so por este modo o nobro
deputado mcl julgou-me ; attribuio-tne io-
teneo que nunca tive, e que, espero em
Dos, jamis terei.
Anda uo tive a pretenrjSo que alias fora
eminentemente estulta, de impor meus pen-
samentos a casa: qualquer que tenha sido a
decisBo da maioria da assembla cerca das
materias cuja discussao tenho assistido,
eu as hei aculado, como be de meu dever,
emlnira, om mullas occasiOes tenha-so ella
maniiost.do contra minha opiniSo.
Encerrada a discussSo he o requer ment
de addiamento subtnellido a vetacSo e re-.
geilado assim como o projeeto.
Continua a'discuisBo das posturas muoi-
cipaes de Flores.
Entra era discussao o art. a. additdo
l
n
>>
l
coberto; mas, por isso mesmo, peco, rogo da sessSo antecedente, o qual he appro-
1:1-tanta n 111 m nobre deputado que te-'vado.
nha a bondade de pennittir que u falle, e Submeltido volac/o o r 3, virihci-ie
que mu n3o desoriente cora seus pules. nSo htver cas.


T"
T
/.
.
m
O Sr. Presidente : Designa
da e leventi-ss i sessSo.
i ordem do
RECIFE 2* DE MARCO DE 1853.
A issembla provincial conlinuou hoje a
apreciar em 3* diacussBo o projecto n. 3 que
transiere a mloris doifCimbres para a ca-
pella de N.|Senhora MSi dosHomons, na villa
dePesqaeira. Ainda tomaram parte nesta
discussAo os Srs Figuelra, e Campos, a fa-
vor do projecto, e o Sr. Paos llarreto a favor
do adiamanto o contra o projecto, o Anular
pelo adiamento e oSr. Carvalho contra o
adiamanto e projecto. A Onnal foi o adia-
mento approvado com as emendas que
se Ihe haviam offerecido durante a discus-
aSo. A ordem do diapara a sessSo seguin-
te he a continuacSo da de hoje e a 3' dis-
coasSo do projecto n. que eleva a cathe-
gnna de villa e povoagSo do logazeira.
Pelo vapor Ingle Tiy, que hoje entrou Jo
aul, recebemos jornaes do Rio de Janeiro ata
ib' do correte, e da Pahia at 20.
Km nutro lugar deixamoa transcripto do Jor-
nal do Commtrcio aa notlciaa de Buenoa Ayre e
Montevideo, cabendo-nos apenas accreacen-
tar-lhea que, Mancilla fe publicar naquella
cidade uin folheto com o flin de jnsliflcar-se
da aecusacao, que aobre elle pesara, de have-
la entregado ao saque nos das a e 4 de feve-
relro.
Informado por cartas particulares noticia o
referido Jornal que, o governo peruviano, ten-
do oblido a approvaco do congresso, ratlficou
em dala do M de desembro proiuno passado
aconven(ao, quecom elle celebrou em Lima,
cin 23 de outubro, o plenipotenciario brasilel-
ro, o Sr. Diiartc da Ponte llibriro.
Por essaconroncao, prosegue o Jornal, aero
regulados os limitea entre os dous estados se-
gundo o principio II poiitietis, reconhecendo-
ae portanto como fronlelra do Imperio a povoa-
co de Tabatinga, da qual ser lirada urna li-
ana recia para o norte a encontrar o rio Japu-
r defronte da foi do Apaporia, e para osulo
rio Javar desde asua conlluencia com o Ama-
zonas'
Foi regulada a eitradlcao dos cscravoa c cri-
minosos, o commercio da frontefra e navega-
ca dos ros, obrigando-se a repblica do Per
amillara prlmeira empresa, que se eslabe-
lecer para navegar b Amazonas por vapor, com
uina quantia nunca menor de vinte mil pesos
annualmente.
OSr conselhelro Duarte da Ponte Ribeiro
achava-se cm ns de dezeinbro prximo passa-
do na Boliria, para onde partir drpols de ter
concluido as negociares oue Ibe forana en-
carrrgadat.
Constara que ogoverno irnpcrl! pretenda
condecorar o ejercito enm duas medalhas : urna
para os militares que flieram a campauha do
catado oriental, e outra para os que combalc-
rain nos campos de Morn.
O Sr. Miguel .Hara Lisboa linlia sido no-
meado, na qualidade de ministro residente, pa-
ra uina misso extraordinaria perante os go-
vernos das repblicas de Venuzucla, Kquador
e Nova Granada.
No da 13 do crreme tere lugar, em acto
solemne, a abertura da escola militar, a queas-
aistio S. M. o Imperador, acompanbado dos
Srs. mioistro da guerra e gentil hornero de se-
mana Aurcli.1110 de Suu/.i e Oliveira.
No inrsmo dia deu a faculdadc de medici-
na e aeu julio sobre os dous candidatos va-
ga de sobstitulo da seceo clrurgica, obten-
do o Dr. Francisco Bonifacio de Abreu 27 vo-
tos, e o Dr. Francisco Prxedes de Aodra-
de Pertence II, pelo que foi aquelle procla-
mado aubatituto.
L-se no iViario do Rio de Janeiro de 13 do
carrete:
Fallecen na villa de S. Jos do Norte, do
Rio Grande do Sul, D. Aona Bernarda com
115 anuos; at a hora que morreu esteve aem-
Sre com sena sentidos; deixou vivos 3 lilhos,
fllhas, 28 netos, 43 bisoetos e tataranetos. -
Em S. Paulo era eonhecido o resultado da
eleico para senadores em i'J cellegios, nos
quaa obtiveram matoria de votos os seguinles
Sra. tUonsenbor Vielra Ramallio 471 conse-
lhelro Punenta Bueno 47; coinracndador M.
da Fonceca 4U5, conselbeiro Carnelro de Can,
pos 43; conaelhelio (Prea da Moita 438 com-
nendador J. M. da Silva 425.
Da Babia nada dizem os jornaes, que rece-
bemos. ________________________________
i a r-r i I ~m i i i I
Jos Duarle de Souzi, oarga carne. Ps-
sageiro, FreJerico^ugjial^Neiva1^_^_
EDiTAKS.
O Dr. Jos Maymundo da Costa Menezcs juiz
municipal aupplenle da segunda vara ties-
ta cidade do Rocife de Pernimbuco por
S. M. I. ele.
Fac,o saber os que o prsenle edital vi-
rem que em como por elle vSo a serem ci-
tados JoSo Antuuioda Costa e Jos Flix Pi-
mentel para o contedo na petigSo que me
dirigi o bacharel ChristovSo Xavier Lopes
cuja petigSo he do Iheor aeguintc: Diz o
bacharel ChristovSu Xavier Lopes, que stn-
do posaudor e portador de urna obrigagSo
da quantia de ra 1:441,400, vencida em II
do junho de 1845, passada polo finado Igna-
cio Paulino da Cunha a favor do fallecido
JoSo Antonio Marlins Novaes, quer po tanto
fazer citar nesla cidade (com venia de seu
respectivo coaimitenle) a Jovino da Costa
Soulo Maior, soldado do esquidiio de caval-
laiia, e bem assima Vicente da Cunha Sou-
lo Maior por si e como tutor de seus iimSos
Ignacio, Candida e Anua, os quaes ser3o
igualmente citados, por serem maiores An-
tonio da Cunha Soulo Maior, estes fllhos o
Vicente de Psula Delgado de Rorba, como
administrador do sua mulher, todos elles
moradores no termo do Serinhaem para o
que se passar carta precatona para ojuizo
municipal,assim como para o termo de Coi-
anna ser citado Manoel Antonio Pinhciro, e
por ditos JoSo Antonio da Costa e Jos Fe-
liz Pimentel como administrador de suas
mullirles, aflm do todos elles fu Harem sos
termos de um libello civel de cobranga on-
de Ibes pedir a importancia rateada ue dita
obrigagSo, neates termos ; requer o suppli-
cante a V. S. digne-se mandar passar o mao-
dado.preeatorias e carta de ediios prcenchi-
das as formalidades do estylo, sendo logo
citados ditos R.R. para os posteriores ter-
mos da causa at finsl senleng pona do re-
veha. Assim, I, a V. S. Sr. Dr. juiz do civel
da segunda vara digne se dilTerirE. II. M.
< hristovSo Xavier Lopes. Nada rr.ais se
continha em dita petigSo na qual dei o meu
despacho do theor scguinle : Distribuida
Citem-se. Recife, 20 de oulubro do 1851.
Costa Menores, A Cunha, Oliveira. Etn vir-
tudodo dito mcu despicho se piocedeu as
um inno, ambos contados da data do termo
de entrega d'arrematagSo;
3.' A importancia deat* arrematagflo se-
r paga de conformidade com o irt. 3* da
le O. 286
4.a Para lodo mais que no est determi-
nado ns presentes clausulas eguir-se-ha
oqae dispOea lei provincial n. 286 de 17 de
maio de 1851.Conforme.
O secretario,
Antonio Ferreira d'AonunciagSo.
3
Declarages.
svJEt&a
REAL COMPANHIA DE PAQUETES 1NCLE-
ZES A VAPOR.
Espera-ae da Europa no dia
31 do correote.e bem eonheci-
do e veloz vapor Severn com-
mandinte Vincent, e depois
da demora do costume seguir para os por-
tosdo Sul, psra passagein dirija-se casa
da agencia : ra do Trapicho Novo n. 42.
COMPANHIA BRAS1I.EIR4 DE PAQUETES DE
VAPOR.
O abaixo assignado, agente da companhia
dos paquetes do vapor, nesti provincia, faz
puhlicu e especialmenlo a quem tiver de
embarcar osera vos creoulos nos vapores da
companhia, quer elles vSoem companhia da
seus Srs. ou a entregar nos portos; que f iz-
se necessario, uns e outros, irem acornpa-
nhadosde paasaportesou guias da polica;
derendoeslcs titulo serem ipresentados
no escriptoriu da agencia no acto do paga-
mento da passagem, os quaes depois de se-
rem verificados serfio rubricados para osos-
cravos serem recebidos a bordo, fazendo o
abano assignado eom antecedencia este avi-
so, repetlido por esle jornal, com o nico
lira de ninguem se chamar a ignorancia e
em cumprimento de aviso que recebeo do
Rio de Janeiro. Recie 22 do margo de 1852.
Tliomaz de Faria.
O capitn do porto dcsta provincia, lendo
de engajar grumetes e marloheiros, para aer-
vlrem abordo da escuna Lindoja em aemeo da
allandega das laieodas, convida a maruja que
nessa embarcado queira aervir a coraparece-
rem nesta capilania com a uialoi brevldade
postlvel,sendo o lempo do eogajamento de 6
mezes a umanno. Capitana do porto de Per-
nambuco 32 de marco de 1852.Rodrigo Theo-
doro de Freitas, capitao do porto
-- Crocco cV Companhia Cario leilSo, por
iotervengSo do corretor Oliveira, de grande
porcSo de charutos, os mais superiores e a-
fardados, que so importados da Babia, e de
um completo lorlimeoto de miudezas, con-
sisllndo em luras de todas aa qualidades,
bolfles, penles, litas, suspensorios, lapis, I
obrejas, linhas de marcar, bengalas, retrozj
da melbor qualidade, marroquins e rauitos
outros artigos : segunda feira, 29 do cor-
rente, principiando com os charutos, s 10
horas da manhfla em ponto, e logo em se-
guida com as miudezas, no seu armazem na
ruatda Cruz.
-- H. 11. Sevift, a seguir psra Europa, fari
leililu, por intorvento do corretor Oliveira,
do toda a u.luin do seu uso, a mor parte
quasi nova tanto de Jacaranda como de
amarello, consistindo em safas, cade-iras,di-
tas de balando e de bra(os, mesas redondas
de aofedejogo, commoJas, aparadores,
mesa de janlar, guarda Itiuga, lavatorios,
mesas para ongommar,camas, espelhos,tou.
cadores, lanternas, candieiros de globo, ap-
parelhos de cha, e para mesa, galheteiros,
compoteiras, garrafas, copos, esleir de
forro, tretn do cosinha, e outros muitos oh-
jeotos asaaa necessarios: lerfa-feira, 3o do
corrento as 10 horas da inanh.ta, na casa de
sua residencia, sitio do Sr. Klias Raptista da
Silva na estrada do Arraial, com entrada
pela a da Cruz de Almas, junio ao sitio do
sr. Angelo Francisco Carneiro.
C. J. Astley & C. faro leillo, por in-
tervene.lo do corrector Miguel Carueiro,
sexta-loira 26 do crreme, as 10 horas da
iiianliilu, no seu armaiem na risa do Tra-
piche n. 3, de oito caixas com bezerros
eiirernisidus, agulhaa, clcheles e mais
miudezas propria do mercado. ____
signses asorelhas pequenia e algum tanto
rasgadas; levou urna bandeija grande nova,
e urna loalha de mesa, com as letras 1.1. G ;
supp0e-se ter fgido pira ornato, donde,
ha 4 mezes de la velo, tendo sido escrava
de Jeronymo Teixeiri Coelho, escrivo do
subdelegado do distrleto de Ingazein: quem
a appreheoder, levo-a i ra do Queimado o.
115, que ser recompensado.
O desembargador Jeronymo
Martiniano Figueira de Mello, ten-
do de seguir para o Rio de Janei-
ro, no vapor inglez Severa, que
deve estar neste porto a 3l do cor-
rente, e tino podendo despedir-se
directamente de todos os seus a-
migos, tanto desta cidade, como
dos outros municipios da provin-
cia, em consequencia dos muitos
afazeres que sobre elle pesatn, ap-
proveita-se da imprensa para of-
lerecer-lhM naquella corte os seus
fracos servicos, e assegurar-lhes ,
que muito praser ter em cumprir
all as sua* ordens, dando-Ibes as-
sim urna fraca prova de sua esti-
ma considerado e reconheci-
mento.
Avisos diversos.
-- Hoje, 26 de margo na sala das audien-
cias linda a do Illm. Sr. Dr. juiz de direito
da pnmeira vara do commercio se ha de
arrematara propriedade n. 14 da ruado
llruin, penhorada pur execugo de Antonio
Ignacio do llego MoJeiros, contra Luiz An-
tonio Rodrigues de Almeida, escnvSo Cu-
nta ; cuja arrematado havia sido annuncia-
da pur editaes para o da 24, mas que no
pode ter lugar em razio de ser impedido
pelo orago da freguezia.
Camarina Maria da ConceigSo, provine
ao respcitavel publico que ninguem i'.m-i ne-
gocio com seo mando Joo Pedro da Hucha
Carneiro, visto que se echa julgado impos-
- De ordem do Illm. Sr. director geral da
citacOos dos supplicados que so achavam instruccSo publica fago saber, que acnan-
nosta cidade e s; passaram as precstonas; do-se vaga por abandono do professor a ca-
requendas e procedendo se a justilicagao de| deira de tnstrucgo elementar do nrimeiro
ausencia dus ditos Joo Antonio da Costa o grao da Fazenda Grande do municipio de
Jos Fulix Pimentel subiram osautos a mi- Tacaralu, S. Exe. o Sr. presidente da pro-. slbtlitaiio de administrar seus bens, pelo
nhaconclusSo, e dei a minhs sentengase- vincia a mandnu pOr a concurso com o pro- juz0 de orphios desta cidale, o a aniiunci
guinto : Visto como S! prova pola inquir- so marcado at o dia 14 de junho prximo, ant(, nomeada sua curadora,
giio a fl. 5 c II. fique JoSo Antonio da Costa'em que se euecluarSo osoxamos. Directo-; ._No da 27 do corrente met pelas 4 horas
o Jos Flix Pimentel se achn, ausentes'na geral da inslrucgao publica,22 do margo da t,rde na porta da casa da residenciado Sr.
sen. se saber a parte de sua assistencia, I de 1852. Candido Eustaquio Cesar do Mol- nr- jusRaymundo da Costa Menezes juiz
COMMERCIO,
PIUCA DO RECIFE, 24 DE MARCO, AS
3 HORAS DA TARDE.
COTAgOES OFFICIAES.
Cambio sobre Londres : a 26 l] d., letms
90d|V 30 d. praso.
Dito dito: a 27 d. a dinheiro 60 d|v.
Dlscoiilo de luirs : de 60e90 diis 1 p. c.
ao mez.
ALFANDECA.
Rendimento do dia24.....4:754,228
Detearregam hoie 26 de marco.
Barca americana Miienota breu.
Parca americana -- Rovble breu e pimenta,
Escuna ingleza Juliut Cesar ferro e
carvSo.
Iliate Iirasileini --/.//'"-i gneros do paiz.
Hiato brasileiro -- Fiordo ournripe dan.
CONSULADO GERAL.
Rendimento do dia 1 a 23 .40:056,468
dem do dia 24........2.126,987
42:183,455
DIVERSAS PROVINCIAS.
Rendimentodo dia 1 a 23 .
ldemdodia24.......
3:418,141
197,515
3:615,686
Exportnco.
Parahibs, Mate brasileiro Tres IrmSos, de
30 toneladas, conduzio o seguinte : 1700
arrobas de carne.
dem, hiate brasileiro Espadarte, de 27 to-
neladas, conduzio o seguinte : 3barris
maiiteiga, 217 barricas bacalho, 1 caixa
queijos, 1 barril chourigas, 2 barricas bola-
cliinliaa, 10 gigos champagne, 1 caixa mus-
sas para chapeos, 8 saccas arroz, 2 fardos
do fumo, IC duzns do ccos para beber
agoa, 50 laxos de cobre, e 1 barril espirito
de sgoardente.
CONSULADO PROVINCIAL.
Rendimentodo dia 24.....1:191,693
mando quo so passe carta de editos como
termo de 30 dias o cusas. Recife, 3 de mar-
go de 1852.Joj llayinundo da Costa Me-
nezes. Nada mais se contluha em dita mi-
nha sentengaem viraudedaqual o escrivSo
quo esta subscreveu e fez passar o prsenle
pur bem do qual fago sciente a todas as
pessoas, amigos, prenles e conhecidos dos
ditos JoSo Antonio da Costa e Jos Flix l'i-
meutel Ihes figam iviso em como por este
vSo a serem citados para todo o conteudo
na peligfioaqui transcripta. E este ser pu-
blicado e afllxadu no lugar publico do cos-
lume com o preso de 30 dias. Dada e pass-
da nesta cidade do Itecife de Pernambuco,
aos 9 de margo de 1852Pedro Tertulino
da Cunha, escrivSo sutncrevi,
Josc Raymundo da Costa Meuezes.
O Illm. Sr. ofh'cial-maior s'ervtndo de
inspector da freguezia da fazenda provin-
cial, em cumprimento da ordom do Exm.
Sr. presidente da provincia, manda fazer
publico, quo nos dias 20,21 e 22 de abril
prximo vindouro, ira a praga para ser ar-
rematado, perante o tribunal ai
lo, amanuense archivista.
tem poupado o administrador empreresario,
voda mnsma thesouraria, a quem por me- para que em tudo agrade ao ruspoitavcl pu-
os hzer a obra do agude na villa de Caruaru blico.
avaliada om 4:080/098 ris. Comegar as 8 horas.
A rromatagSo ser feita na forma dos ar-l q5 bilhetesachain-so a venda no lugar do
ligos 24 e 27 da lei provincial n. 286 de 17 costume. ____^^_____
de maio de 1851, e sob as clausulas espe-j nsmi _-"'.". "^"^aasaiijajja!
cises abaixo copiadis. A VISOS martimos.
As pessoas quo se propozerem a esta ar-l_________________________________________
remntagSo comparegsm na sala das sessOes ".. p,ra 0 Aracaty pretendo seguir viagem
do mesmo tribunal, nos dias cima men- nPSles 15 dias o biale Capibaribe.mestre An-
cionados pelo meio-dia, competentemente. [0,,0 j0SB vianna por j ter a maior parle
habilitadas. da. carga ; para o resto 011 passageiros trata-
E para constar so mandou aluxar o pre- !ge na run Jo vigario n. 5.
sent e publicar_pelo Diario. __ (j fai^e CSCUna nacional
Secretnria da thesouraria da fazonda prn-
do commercio da segunda vara na rea da
1 Madre de Dos do bairro do Itecife n. I. se
ha de arrematar em leilSo judicisl o carre-
< g un uto de fariuha de mandioca do bngue
I l'aquele do Pernambuco, ehegado proxitna-
' mente de Santa Catbanna, pertencentu ao
filledo Leopoldo Jos da Costa Araujo.com
assistencia dos depositarios da massa falli-
da, Oliveira IrmSos & Companhia e curador
fiscal Gustavo llenrique Prozeger; os con-
correules comparegam peranto o mesmo
juiz alim de se Ihes recubor seus tangos.
Desojando se fazer una visita ao Illm.
Sr. rstudante Francisco Corris Pessos, e
na 1 se sabendo de sua morada, pede-se ao
mes no senhor que se digno declara-la por
tufas pela orchetra.o magnifico drama sa- u .*32, primeiro "andar.
ero, em 4 actos. ______ Na ra do Livramenlo n. 10, sobrado,
se dir quem vende 1 aderego, 2 vollas, 1
corrente para relogio.l rclogio patenle.pul-
ceiras, anelOes, transelins, cordOes, meda-
Novamento ensaiado prometi o machi- Blas. 1 liga, 1 palileiro de prata, 1 par de
nismo correr satisfactoriamente. Adase caslicaes, e 24culheres.
THEATR0
DE
S. IZ4BEL.
34." RECITA DA ASSIGNATURA.
SABBAD, i-] DE A1AKGODE
i85a.
Achan lo-so melhor a primoira actriz a
Sra. D. Maria Leopoldina, aubir a sceni u
depois da execugSo do urna escomida ouver- ( r airazir-se a praca di Roa-Vis-
........K '..^L.oiia. imninilinii drama a_
S. CeciUa.
Atteacao.
Na nov fabrica de chapeos de sol no
aterro da Roa-Vista n. 22.
Neste novo estabelecimento recebou-se
um novo e lindo sortimento de chapeos de
sol do ultimo gosto lano de seda como de
panninho para homein esenhora,por meuos
prego do que em oulra qualquer parle;
grande sortimento de panninho o seda em
pega de todas as cores para cobnraroiagOes
servidas, concerta-se qualquer chapeo e por
menos que emoutra parte.
Ama de leite.
Precisn-se de urna ama deleite: na ra
daSemalla Vclha n. 96.
Na ra do Crespo n. 2, precisa-sa fal-
brigue
de'maUrgoH,de Olinda, de que he capitao Manoel; Ur pm negocio de Dlerejsei ,, Sr .Manoel
Marciano Ferreira segu para 0 Antonio da Cunha, morador emS. liento das
vinclal de Pernambuco, 22
1852.
O secretario, lli d l.n.l nlp o li^n d nre- Aagoas, que de presente se ach nesta ci-
Antonio Ferreira dAnnunciacSo. 1 Uto ^
Clausulas eipeciaes da arremalarao. sent mez, ainda recebe (ilguma ..'a nim. Sr.1 D. Thereza Emilia do Me-
1. As obras para a construgao de um 1 escravo afrete a OS deiros Souza, tem umi carta, em casa de
agudo navilli de Ciruaru serio fe.tas do Carga muida e escra*OS a irete, aos nwrw & Co'mDalinJ8i n, rua do Trapiche
conformidade com o orgamenlo e planta a- lq
presentados nesta data a
Exm. Sr. presidonte da prov.
tancia de 4:080,098rs. Inntarios Machado K rinneiro, na
2.- As obras deverSo principiar nopri- j Vigario n. iq, segundo an-
de 60 dias, e serSo concluidas no de 10 u ""' 'o '.' ..
dar, ou com o referido capitao na
-------..... |U\.aa,*j uii.i., uaa.x> ____.,_ __ -__ _. ,_ ft lilil. .'I t. jin.ii rULSTSAifatal Te carea miada fl escra VOS afrete, aos deiros SOZI, tem umi carta, em casa d
Caruaru serao lenas ao v b Novaes A: Companhia, na rua do Trapich
1 o orgamenlo e planta a-1 quaes ollerece os melliores com- n 31
' 'XSCUKr*1 trala-se com. L8COn,is-
Movimentodo porto.
..*-*.*-
navio entrado no dia 24.
Rio e Baha- 8 dias vapor inglez Tay ,
commandanle Moss. Traz a seu bordo ,
Kalkmann, Manoel Ferreira da Silva Ber-
tholdu, Luiz Jos Ferreira Tinoco, Jo3o
Belisario S. Souzi, Francisco Antunea Ma-
rinlio Jnior, Joaquim Rodrigues de Oli-
veira, Luiz Gomes l'ereira, A. P. Yuule, e
C. Vaugheen: seguio para a Europa, con-
duzindo a seu burdo, Benlo Candido Mo-
nes, Francisco de Pauli Pereira, Jos Joa-
quim Faria Machado o cnsul francez
Thmz Goepp, Jos Francisco de Lima ,
Francisco Antonio SiniOes, Francisco Con-
galves Nello, Francisco!. A. Guimartese
sua senhora, A. Schlappriz, Manoel Jos
Pereira Pacheco, Henry Suist e sua fami-
lia, e Rafael Lucci.
Navios sakidtti na mesmo dia.
Rio da Prata brigue portuguez Despique
de Beiiiz, capitao Joaquim de Almeida
Cansrio, carga assucar. Paasageira, Fran-
cisca Joaquina da ConceigSo.
Parahiba Diato brasileiro Espadarte, mus-
ir Manoel Sopbio da l'onha, carga plvo-
ra e mais gneros. Paaaageiroa, Joo Al-
ves Barbora dos Pasaos, Joaquim de Oli-
veira, e Uauoel Dial Xavier.
dem hiele BTMileiro Tres Irmlos, mistre
zo de
mezes a contar di data da arrematago.
3. O Importe desta arremanga., ser
pago em tres prestages da maneira se-
guinte : a piimeira dos dous quintos do va-
lor total quando tiver concluido metade da
obra ; a segunda igual a primeira depois de
lavrado o termo de recebimento provisorio ;
a terceirafinalmento de um quinto depois
do recebimento definitivo.
4." O arrematante ser obligado a com-
municar a repirtigSo das obras publicas
com antecedencia de trinta dias, o dia fixo
em que tem de principiar a execular as
obras, assim como IrabalharA seguidamen-
te esse durante 15 diss aflm de que poisa
oengenhoiro encarregalo da ulna, issislir
aos primeiros trabalhos.
5. Pan tu io ornis que no estiver es-
pecificado as presentes clsuiulas soguir-
se-ha o que determina a lei provincial n.
286 do 17 de maio de 1851 .--Conforme.
O secretario,
A F. d'Annunciago.
Olllm. Sr. official-maior servindo de
Inspector da thesouraria da fazenda provin-
cial ; em cumprimento da ordom do Exm.
Sr. presidente da provincia manda fazer
publico, que nos dias 22, 23 e 26 do corren-
te ir a praga pra ser arrematado, perante
o tribunal administrativo da mesma thesou-
raria, a quem por menos lizer a obra do se-
gundo lango da estrada da F.scada, avaliada
em 11:584,210 rs., e sob as clausulas espe-
ciaos abaixo copiadas.
A arrematagaosera feita na forma dos ar-
tigos 24 e 27 da lei provincial n. 286 de 17 de
maio do 1851.
As pessoas que se propozerem a esta ar-
rematagSo comparegam na sala das sessOes
do mesmo tribunal, nos dias cima men-
ciomdos pelo meio-dia, competentemente
habilitadas.
E para constar se mandou sfilxar o pre-
sente e publicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria da fazenda pro-
vincial de Pernambuco, 3 de margo dei
1852.
o secretario,
Antonio Ferreira d'AnnunciagSo.
Clausula* MM-Mi d-arrematafao. O do casco, eorrentes mastreagSo, vel-
1." Ai obras dependentes desta arremata- lame, ntencilio*, e mus pertences do pita-
flo lerao feitis de conformidade com o or- dio americano Henriella, eapilSo Jonn w.
gamento approvado pela directora em con- Peed, snnunciado para quarta-teira, s do
selho o a presentado nesta dala approva-, corrente, fica transferido (por causa da ene-
gao do Exm. Sr. residente da provincli m' gadi do vapor inglez) para lexla-reira, 26 do
iitportiucia de 11:584,210 rs. corrente, quando ser efrectuado ao meio
S.' O arrematante eoaaecar as obras no dia em ponto, aporta da associago com-
prazo de um mez ocoacluir noprizo de;merciil delta praga.
|irara do Commercio.
Para o Rio de Janeiro perlende sahlr no
dia 81 do corrente o brigue brasileiro Sagitario
por ter a maior parle do seu carrrganiento
prompto; para carga pasaagelros ou escravos a
frele .. trata-se na rua do Collegio n. 17, segun-
do andar ou abordo com capillo Joao de Oeos
Pereira.
Para a Baha.
Segu com a miior brevidade possivel a ve-
leira e bem conhecid escuna brasileiri Ade-
laide: quem nella quizer carregar dirija-se
a rua do Trapiche Nova 11. 16, segundo in-
dir, ou na rua da Cadeia do Recife n. 23.
Para o Rio deJaneiro, segu coma maior
brevldade a gallla SS. Trindadc : recebe carga,
passageiros e escravos, tendo para tudo bous
comuiodos: na la do Vigario escriptorlo 11.
ll, 1. andar, oucoino capitao llaya.
Alninnlio e l'.n.
Segu em poucos Jias o brigue escuna Ar-
ce li na, para carga e passageiros, trata-se com o
consignatario Jos Baptista da Fonseca Jnior :
na rua du Vigario a. 23, ou com o capitao aa
prafa.
-- Pira Lisboa, a galera portugueza Mar-
garida, capitao Silverio Manoel Keis, sabe
com a maior brevidade possivel, recebe car-
ga a frete e passageiros : quem pretender ,
dirija-se aos consignatarios Oliveira IrtnHoi
& Companhia, na rua de Apollo n. 14, ou ao
referido capitio.
Para o l'otlo seguir al 00 nm do cor-
rente mez a bem conhecida barca portugue-
Santa Cruz, capilSo Manoel Francisco No-
gueira : recebe carga, e tem excellentes
comrrodus para passageiros : trata-se aa
rui do Vigario escriplono n. II, 1. andar
ou com o capitao.
l'ara a Baha.
Segu com brevidadeo novoe veleiro hia-
to niciona I SANTA CRUZ forrado do cobre
para o resto da carga trata-se na rua da Ca-
leia do Recifo n. 23.
.Leiloes.
-- De aleumas ruis do bairro de Santo
Antonio at a praga da Roa Vista, perdeu-se
hontem, urna carta, cujo sobre-escriplo he
dirigido aoSr. director geral dos Indios,
coronel Jos Pedro Velloso da Silveira
quem 1 tiver achado o quitar restituir, p
de trazla esta typograpbia, pel que
muito se agradecer este acto de generosi
dade e pulula educagSo, e sn fdr monino, ou
escravo que a trouxer receber urna gra-
lificago.
Domingos Bozano, em consequencia
da chegada do vapor, nSo pode fazer o seu
ultimo leilfio, annunciado para 24 do cor-
rele, transfere para sabbado, 27, do corren-
te, as 10 horas da manbSi.
Piio se duvida pagar muito bem
Por urna mulata,que seja moca,
robusta e sadia, que nao tenha ha-
bilidades : a tratar na rua do Tra-
piche n. 3?, segundo andar.
-- Precisi-se alugar um sitio, pira as par-
tes de S. Amaro : quem o tiver, innuucie.
-- A pesso que innunciou querer com-
prar um selim com pouco uso : dirija-se a
ruadoQueimido, loja n. 8, que ahi adiar
umi 111 muito bom estado.
-- Napolen Gabriel Hez, embarca para o
Rio de Janeiro, o seu escravo cabra, de no-
me Emidio, de 16 aunos de idade.
Jos Joaquim da Silva Maia, confirman-
do o seu annuncio publicado om o Diario de
18 do corrente, promedie ao Sr. Joaquim Lo-
pes da Cosa Maia, responder ao que contra
elle fizera inserir no mesmo Diario n. 67 o
68, en o loro competente.
Pede-se ao sr. relojoeiro, que morou
defronte da matriz de S.Antonio, que an-
1111 uno a sua nova morada, para se procurar
um relogio, que se Uie deu para concertar,
ou mande-o a travessa da Concordia n. 5.
Aienbora D. Francisca de Paula Ma-
vignier, que morou etnalgum lempo em 0-
linda, lenba a bondade deannunciar 1 sui
moradi, que se Ihe deseja fallar.
-- O Sr. Francisco Ignacio de Medeiros ,
queira dirigir-se, ou mandar a Olinda, na
rua de Malinas Ferreira n. 6, aflm de pagar
95,000 rs., que ficou devendo de alugueis de
casa, antes que se empreguem os nieios Ja-
diis**.
-- Desappareceu no dia 24 do mez passa-
do, urna escrava de smme Atina, altura re-
gular cabellos aparados, olhos grandes,
denles limados e sem falta de algum, hom-
bro* deicidos, peitos cabidos, costas car-
nudas e com urna queimadura no meio; le-
vou vestido de chita rOxa clara, panno da
costa usado com listas azues e encarnadas,
brinco de ouro frincez, e tem ilm dos mais
Agnstinho Rezerra di Silv Civilcanti
faz publico que os bens pertencenlet ao mi-
jor Henrique Manoel Malheiros de Mello Ihe
estao hypothecados por escriptura passad
em 1842, e que protesta uto ceder de seus
direito*.
- Doseja-sa sabor na rua da Madre de
Dos, venda n 36, se nesla praga exisleo
Sr. Agoslinho Gomos da Silva Reg, .ou na
falla deste, sua mulher a Sra. Feliciana Ma-
ra Cavalcanti, a negocio de um seu prenle
que mora na comarca de Goianna.
- No dia 24 do corrente, desappareceu do
lugar da Cruz de Almas, um moleque dn 17
a 18 anuos, reforgaio do corpo, o qual le-
vou um quarlo 1 us-o, que lem una marca
noquarto dimito, do um taino, quo a lem-
pos levou : quom o pegar, leve-o ao referi-
do lugar da Cruzdn Alma'', casi de bilhar ,
que ser recompensado ; este moleque esle-
ve no engonho Palmelrii o foi vendido pela
senhora Viuva Kooia, ao proprietario do di-
to botequin
-- Na rua do Livramenlo, sobrado q. 10 ,
se dir quem da dinheiro a premio.
Na rua do Hospicio 11. 52, precisa-se de
urna ama que engorme com perfeigSo : pi-
ga-se bem.
Precisa.se alugir um preto, por tempo
de -j 00 3 mezes, para servigo de urna casa
do pouca familia, paga-se bem: na rua do
Vigario do Recife n. 33, primeira andar.
Precisa-se alugar um preto de boa
conducta, para'servico de urna casa de fa-
milia : na rua da Matriz da Boa Vista o. 33,
ou aniiuncie para ser procurado.
A firma commercial que
girava em Macei, de Joaquim de
Azevedo Villarouco, foi substitui-
da pela de Monleiro & Villarouco.
Joaquim Luiz Alvos Vianna, va i a Por-
tugal, a tratar de sus saude.
Aluga-se o segundo andar esoUo. da
casa n. 37, sita na rua da Cadeia do Recife,
com commodos para familia : quem preten-
der, p le entender-so com Amorim IrmSos,
na rua da Cruz n. 3.
--Francisco Vieira do Carvalho e padre
Carlos Antonio Vieira de Carvalho, retiram-
se para Portugal.
Femando Jos da Rocha Pinto, oxpor-
ta para o Rio de Janeiro, a ma escrava Ma-
ria, mulata acabocolada.
-J. B. da Fonseea Jnior, embarca para o
Rio de Janeiro, o seu escravo Francisco,
pardo.
Aluga-se o s"gundo andar esotaojda
casa da rua da Madre do Dos 11. 24: a tratar
no armazem da mesma ou na rua a Cadeia
do Recifu n. 42.
Precisa-se alugar urna ama forra qunTaga
o servigo de casa o rua, e paga-se bem : na
Praga da Independencia n. 38, se dir quem
pretende.
Precisa-se de um pequeno.preferindo-se
los chegados ltimamente do Porto, para
caixeiro de urna venda: na rua do Cordo-
nis n. 12.
Contrato das carnes.
Para melhor andamento do servigo dos
agougues, precisa-se de pessoas que saibam
talhara carne, pagando-sc a razSo do cem
rcis por cada arroba que picaren), leudo
principio no primeiro de abril prximo:
quem estiver ncslas circunstancias polo
apaesentar-se a qualquer dos administrado-
res dos diversos agougues do contrato, com
as (langas do costume.
-- Napoleao Gabriel Bez, embarca pira o
Rio de Janeiro os seus escravos Luiz c Clau-
dina,ambos creoulos.
-- Teodo-se mudado o hotel commercio,
avisa-se aos fregoezes do mesmo que por
esses das dirijam-se a quina da rua da Flo-
rentina que vulta para a rua deS. Izabel que
sor.10 servidos com promplidSo.
Precisi-se de urna boi imi de leite :
em Olinda, no sobrado di ladeira da S, es-
quiuada ruado BomFim.
Antonio Ricardo do Reg, embarca pi-
ri o Rio de Janeiro, os seus escrivos, Joao-
na, Anua, e Clara, pardas; Arcbanja, e Ro-
drigo, creoulos.
Andrade & IrmSo, embarcam para o Rio
de Janeiro, o sou escravo Joaquim, de na-
go Angola.
-- Aluga-se urna casa terrea, na ladeira
da Misericordia, cm Olinda, pintada e pre-
parada de novo: a tratar na rua de Malinas
Ferreira n. 28, ou no Recife, na rua do Mun-
do Novo n. 30.
Na rui doCaldereiro n. 56. aluga-se
um moloque creoulo, de 14 anuos de idade.
-- Quem precisar de um menino, para
caixeiro de loja de fazendas, ou miudezas:
dirija-se ao Passeio Publico, loja n. II, que
se alianga sua conducta.
-- Miguel Joaquim da Costa, subdito por-
tuguez, vai a Lisboa.
O Sr. JoSo Jos do llego, ou a pessos *u-
torisada a cobrar os foros da rua da Alegra,
perlencentes ao Sr. Dr. Luiz de Boaventura
Salerno : anuuncie sua morada, que se Ihe
desejt fallar.
.- O senhor cobrador dos foros, perlen-
centes a capella de.Nossa Senhora da Con-
ceigodosCoqueiros da B01 Vista : queiri
innuncur asua morada, que se Ibe deseja
fallar.
OSr. Joaquim de Souza Teixein, quei-
ra ippirecer emOlindi; ni ro de Malinas
Ferreira, sobrado n. 6, alim de pagara quan-
tia de 43,180 rs. que desde 1839, flcou 1
dever, du iluguel da casa em que morou ni
mesmi rua.
Luit Manoel Rodrigues Yalenca embarca
parao Rio de Jaueircoaeu escravo JoaqnlmCa-
mondongo.
--J0S0 Biplista Vieira Ribeiro manda pa-
ra Lisboa o seu afilhado Delflno dos Res
Teixeira, brasileiro, de idide de 11 innos.
U conselho de direccjto do
banco de Pernambuco, convida aos
senhores accionistas, para se reu-
nironi em assembla geral, no dia
5 da abril, aomeio dia, na sala da
associacSo commercial, no largo do
Corpo Santo para dar compri-
mento ao que determina o artigo
3a dos estatutos. Recife as de
marco de i85a. Pedro Francis-
co de Paula Cavalcanti do Albn-
qiierque presidente. Gervazio
Goncalves da Silva primeiro se-
cretario.
Precisa-se alugar urna ama para o ser-
vigo interno de urna casa de pequea fami-
lia : ni rui do Hospicio n. 17.
~ Precisa-se de umi cisi de fimilii no
biirro de Santo Antonio ou Recife pin mo-
rir umi mulher casada com 2 fmulos, ou
urna luja pequen! : quem tiver anuuncie
para ser procurado.
A mesa regedora da irman-
dade do Divino Espirito Sanio cen-
vid 1 todos os seus intuios, para oompire-
cerem no dia 26 do corrente pelas duas ho-
ras da tarde, no consistorio da mesma ir-
mandade aflm de acompanharem procis-
sSo do Sr. Bom Jess dos Passos, e a mes-
ma pede ios irmSos que tiverem cipas em
seu poder e nSo poderem icompinlur, de
as mandarem entregar ao irmao thssoureio
na rua do Queimado u 7.
Precisa-so alegar urna negra para ser-
vigo de urna casa de pouca familia : a tratar
na rua largado Rnzario n. 26, loja de miu-
dezas.
Os herdeiro* do fallecido Alfonso Jos
de Albuquerque Mello,previo, a quem con-
vier que sobre os sitios do Alto, Poco das
Pedras, Batalha, Braga, e JordSo na lloa-
Viagem, de que se diz senhor o escrivSo Mi-
guel Archanjo Posthmo do Nascimento,
alias sSo periencentes aos meamos herdei-
1 os, pende litigio importante, e por isso el-
les se apressam em fazer este aviso, alim do
que alguom em boa f nio seja illudido, ef-
fectuan lo qualquer contrato nullo, e dondo
Iho poiSI provir graves trabalhos e incom-
modos, visto como desde ja protestam pro-
ceder judicialmenta contra q.ioin quer que
for, o bavor Ihe os rendiincntos, perda,
.1.1 unios, e tolas as despezas resultantes.
O abaixo assignado faz scienteaores-
peitavel publico que ti ndo em seu poder
urna letra da quantia de rs. 556,250, sacada
por James Hayder ot Cumpuuliia, e aceita
1 or Congalvcs & Ribeiro, a vencer em 31 de
julhodo coriente anuo, cuja letra foi dei-
contada no cambio do Sr. Tiburcio Antonio
de Oliveira, oacha-sc endogada pelo mosmu
senhor, acuntece que 1 lenha perdido, e por
isso previne ios mesinos senhores de no
fazerem trmsacgSn alguma com dita letra,
e iii'.n pagaren santo so abaixo assignado.
Jos Narciso da Silva.
Apessoa que achou urna carteira com
urna escusa de piimeira linha deutro que-
rendo restituir: dirija-se as Cinco Pontisn.
4 que ser recompeugado.
Albert Ridoux, lithographo rua
Nova n. 6i), primeiro andar.
Tem a honra de participar ao respeitavol
publico quo acabou agora de abiir urna ten-
da de lilhographia, aonde le achara de hora
em diante prompto pira satisfazer 1 todas
is encommendss pertencentes a seu oflicio,
seja como letras, facturas, cartas circulares,
bilhetes do casamento, baile, e visitas, eti-
quetas do todas es modas, quadros, msica
e annorias etc. etc. Encarrega-se tioibem
das impres0es deouro. prata e cor.
Ama deleite.
l'rccisi-se de urna ama deleite, que seja
sadia e teuha muilo bom leite para criar nm
minino uasciJo a pouco, paga-se bem : na
Capunga em urna das casas da Sra. viuva
Lasser, um que mora Antonio Clan,lino.
Aluga-ae um armazem, 011 casa terrea as
ras srgiiiutes: travessa da Madre de Dos, A-
iiioriin.Movda, Lappa, ou Costa; a fallar no lar-
go da assembla n.|9.
Cali^ratta
Na Hua do Aragao, n. i2, se-
gundo andar, copia-sc com perfei-
cao qualquer papel em muito boa
eltra e porprecocommodo.
PJMnal
Compras.
Compra-se um selim inglez, pouco usa-
do : na travessa da rua da Concordia n 5,
ou annuncie.
Compram-se para urna ennommenda
do llio de Janeiro, 2escravas creoulas, ou
pardas, do 12 a 20 annos, quo tenham boas
figuras: na la Nova 11.16.
-- Compra-se urnas venesianas.
Compram-se escravos, ou escrava* de
qualquer idade, que 11S0 sejam docntes, pa-
g.im-s 1 bem: na rua larga do hozario, loja
D. 35.
Compram-sc 2 moleques de 12 a 14 an-
nos : na rua do Collegio n. 25.
-- Compram-se algumas apolices da com-
panhia de Bebiribe, no segundo sobrado da
casa n. 89, na rua Direiti, Jas 9 horas at o
meio da.
u ____ 1
Vendas.
Lotera do Rio de Janeiro.
Aos 20:000,000 de rs.
Na loja de miudezas da praca da
Independencia n. 4, venrem-se bi-
lhetes inteiros, meios, quartos, oi-
tavos e vigsimos, da 16. lotera
a beneficio da construccao e re-
paros das matrizes do llio de Ja-
neiro, que havia de correr no dia
1-; do corrente, e o vapor inglez
sahio no dia 16. Na mesma loja
tambem tem a venda, bilhetes in-
teiros, meios, quartos, oitavos e
vigsimos, a beneficio da a3. lote-
ra do titea tro de S. Pedro de Al-
cantara, que ficou para correr de
38 a 3o de marco.
Vende-se a taberna sita no aterro dos
A logados n. 123 eom poucos fundos: tra-
tar ni mesma por prego com modo por seu
dono ter de se retirar para fra.
Vende-se um elegante moleque, de 20
annos de idade, proprio para qualqner ser-
vigo : ni rua do Crespo, loja di esquloi
que volti pin a rua das Cruzas n. 16.
Vinlio braneo.
Vende-se vinho brinco do melbor, que
vem 10 mercado : ni rua di Cideii do Ite-
cife n. 48.
-- Vendse um cavallo sem achaques
bom carregador baixo': na rua da Cadeia do
Recife n. 48.
Velas de espermacete.
Vendem-se velas de espermacete, emtii-
xinhas de 20 libras: na rua da Cadeia do
Recife o. 48.
' %-


4

Farinha Fontana,
chegada ltimamente: emcw de J. J. Tu-
,o Jnior, na ru do Amorim n. S.
MAMAMMMMMI MM
jllojado sobrado amarello da ra
2 do Queimado n. 39, tem para vender g
um grande sortimento de pannoa pre- p
tos linos ede corea flxe;cssemira pre- a
ta elstica auperior de 9 a 1,000 rs, o u
corte de calta; cortes de colete deca- j,
semira preta bordados; ditos de sclini n
preto lambem bordados; chapeos pre-
tos france'zes os mais modernos e do
melhor qualidade que ha no merca-
do; ditos de castor branco ingloi da 1
ultima moda; e oulras fazendas do 1
costo e oreco commodo,
tmm mmmmmmmwmmmmmum
Moeiulns superiores.
Na fundico de C. Starr Companhia,
em S.-Amaro, acham-so venda moendas
de canna, todas de ferro, de um modelo e
construcclo muito superior
-. No armazem da ra da Mola n. 15 ,
vende-se cal de Lie boa em pedra, a mais no-
va que ha no mercado, chegada uo corronte
moz, no brigue Laya ; assim como mercurio
doce em caixinhaB de libra cada urna, ludo
por menos preco doque emoutra qualquer
Cobertores de algodao.
Superiores cobertores de algodio de di-
ferente cores, tecidos a dous Dos, muito
grande, tem todaapplicacao em uma casa de
familia, por servir para meza de engom-
mado e forrar camas e mesmo para eacra-
vos, pelo diminuto preco de 1,440 rs.: na
ra do Crespo n. 6.
l'otassa americana.
No antigo deposito da cadoia velha, n.
19 existe uma pequea porclo de potassa
americana, chogada recootemente que por
superior rivalisa com adaRussia: vende-
se por preco razoavel.
rtap Paulo Cordelro.
recntenteme chegado do Rio de Janeiro :
vende-se na ra da Cadeia do Recife loja n.
50, de Cuuha &Amorim.
Vendem-se relogios de ou-
roeprata, patente inglez: na ra
da Senzalla Nova n. l\i.
Deposito de cal virgem.
Cunha & Amorim, na ra da Cadeia do
Recite, n. 50, vende-se barris com supe-
rior cal em pedra, chegada pelo ultimo
navio de Lisboa, por monos prego do que
em outra qualquer parte.
-- No escriplorio de Slanoel Joaquim Ra-
mos a Silva, na ra da Cadeia do Recife,
vende-se por preco commodo cal virgem de
Lisboa chegada no ultimo navio, bezerro do
lustro, mercurio, linha de Roriz.retroz, fe-
chaduras do Poito, pannos e casemias
de 18a.
Principios geraes de economa pu-
blica e industrial.
Vnnde-seestecompendio, approvado para
as aulas de primeiras letras, a 480rs.: na
praca da independencia, livraria n. 6 e8.
Na porta da Alfandega e no
armazem do baraleiro Joaquim da
Silva Lopes, vende-se farinlia fon-
tona SSSF e de Philadelphia, l-
timamente chegada.
__Vendom se amarras de ferro : na ra
da Senzalla Nova n. 43.
Vende-se urna meso do amarello, com
7 palmos do compnmenlo o 4 do largura :
ua ra Bella n. 16.
AGENCIA
da fundico Low-Moor.
RA DA SZAl.l.A NOVA N. 49.
Neste estabelecimento conti-
na a iiaver um completo sorti-
mento de moendas o meias moen-
das para ciigeuiOi machinas de
vapor, e taixas de ferro batido e
coado, de todos os tamaitos, pa-
ra dito.
Antigo deposito de cal
virgem.
Na ra do Trapiche, n. 17, ha
muito superior cal nova em pedra,!
-hcgaila ltimamente de Lisboa:
tambem se vende potassa da luis
sia, nova e de superior qualidade.
Casa de commisso de escravos.
Vendem-se escravos e rccebem-l
se de commisso, tanto para a pro-i
vincia como para fra della, para
o que se oferece muitas garantias
a seusdonos .* na ra da Cacimba
11. ti, primeiro andar.
-- Vende-se um terreno na rus da Aurora I
com 50 ti-linos de fronte e 280 de extenslo,;
leudo caes de lijlo a beira mar, ficandoen-!
ir as casas dos lllms. Srs. Cuslavo Jos do
Reg e Francisco Antonio do Uliveira : os,
pretendentesdirijam-se a ruadas Torres n.l
a, primeiro andar.
Para a quaresma.
Grande sortimento de sarja preta hespa-|
nlini,1, setim prelo maceo, corles de vestido
de seda preta bordados muito novos pa-
drOes, chamelote de seda preta com lislras.;
vellido prelo, veos prelos, mantas de fll'
preto, manteletes preloa e de cores, caaemi-
ras pelas, pannoa fleos, cortes do colete de
seda bordados, merinos, alpaca, lapim, tudo
ullimameute chegado, e por preco* commo-
dos : na ra Nova o. 23, loja de Antonio Co-
mea Villar.
4,000
Voude-se rape de Lish. chegado lti-
mamente, vindo do encommonda, cousa
superior, erespousabilisa-se pela qualidade:
na ra da Cadeia do Recife, loja de J0S0
da Cunha Magalhles, n 51.
Vende-se marroquim de todas as cores
a 1,600 rs., bandejas linas, colheres de me-
tal do principe, facas com garfos muito fi-
nas, ditas para meninos, bocetas pintadas
para doce, enxadas calcadas com ac.o, arcos
de ferro para barris, pipas e toneis, tornei-
ras de metal com chaves para barris e pipas,
parafuso* para camas francozas, jarros duu-
rados para mesa de jantar, e todo o trem
para uma cosinha : na ra Nova, loja de fer-
rageua n. 16 do Jos Luiz l'ereira.
Na ra do Vigario o. 19, primeiro an-
dar, ba para venoer muito superjor cera
em grumo, em barricas pequeas, e supe-
riores violios engarrafados.
Agencia de Edwin JUaw.
Na ra de Apollo n. 6, armazem de Me. fJa 1 -
moDttt Companhia, acha-ie coaaianlemeole
bous sorliinenius de talaa de ferro Coado e
batido, tanto raaa como fundas, moendas n-
eiras todas de ferro para anianaes, agoa, etc,
dllaa para armar can madeira de todna os l-
mannos e medelios o mala moderno, machina
horlsontal para vapor, com loria de 4 caval-
loa, coucoa, passadairaa de ferro estanhado
para casa de pulgar, por menos preco que os
de cobre, escovens para navios. Trro ingles
tanto em barraacoino em arcos folhas, e tudo
por barato preco.
Deposito de cal e potassa
No armazem da ra da Cadeia
doKecife n. 11, ha muito supe-
rior cal de Lisboa, em pedra, as-
sim como potassa chegada ltima-
mente, a precos muito rasoaveis.
Superior cha nacional
em caixinhasdea libras, e da melhor qua-
lidade ; vendo-se por preco commodo, n
ra do Corp-Santo n. 9, primeiro andar.
.- Vende-se um corro de quatro rodas
muito leve e seguro, por muito pouco di-
nheiro: na praca da Boa Vista, cocheira
do francois.
Ovas do Serti).
Vende-se ovos do sertflo por preco com-
modo : na ra do Queimedo loja n. 14.
Vende-se saccis grandes rom gomma
muito alva para emgommar, e 9 redes com
todo centro marcada, agulhe proprias para
lipoias, asim como duas toallias com la-
berinto e bico as ponas : na 1 ua do rrailo 11. 14 loja.
aj?!-^***?**^* ff?*
i<9 Sarja preta.
6 Vendo-sesuperiorsetimproto maco
*> proprio para vestidos do senhora; sar- )
t> ja de seda preta legitima liospanhola; ;?
> cortes de vestido de aeda preta bor- )
m dada, gosto moderno, tendo do ludo *
a> pureflo para o comprador poder csco-
a> Iher e por preco muito commodo : na 9
t> loja do sobrado amarello da ra do 4
m Oueimadon. 29. _.^^,^,2
WSVi,***** * *
Vende-se 110 armazem do caes da allau-
dega de Jos Joaquim Pereira de Mello, a
muito superior cola das fabricas do Rio Gran-
de do Sul, chegoda agora ultimamenla.oo
preco muito commodo.
Lotera de N. S. do Livramento.
Aos 5:ooo,ooo ders.
Na loja de miudezas da praca
da Independencia n. 4 vnde-
se um resto de bilhetes inteiros ,
meios, quai tos, decimos e vigsi-
mos a
vramcnlo.
Bilhetes inteiros
Meios
Quartos
Llecimos
Vigsimos
CHA PRETO.
Vende-se superior cha prelo ,
em caixas de 3o libras cad uma :
cm casa de J. J. Tasso Jnior, na
ra do A mor ai n. 35.
Seuientes de ortalice
Vendem-se sementes de ortalice de to las
beneficio de N. S. do Li-
10,000
5,ooo
3,600
1,100
600
as qualidades muilo novas, viudas do Lisboa jn
nagale.aMargarida, e feijio carrap.it" o do M
flores: na ra da Cruz, airas do Corpo Ssn- II
Farinha barata.
Na ra da Cruz n. 33 armazem de Luiz
Jos de S* Araujo, vndese aacas com al-
queiro de farinha, tanto do 8. Calhnrina co-
mo de S. Matheus, muilo superior por me-
nos preco que em outra qualquer partee
levando a sacca mais barata, Oca tambem as
barreduras para vender, que serve para
bixos etc.
Vendem-se volas deespermacete, em
caixas,de superior qualidado: em caaa de
J.Keller& Companhia: na ra da Cruz nu
mero 55.
Vendo-se mais barato do que emou-
tra qualquer parte, ricos manteletes pretos
ede cores : na ra da Cadeia do Recife, lo-
ja n. 18.
-- Vendc-se um preto moco e robusto,
proprio para padaiia por ter prallca desse
trabalho : na ra do Trapichen. 30, esquina
da Lingoels.
Arados de ferro.
Na tiiiiilic.no da Aurora, em S. Amaro,
vendem-se aradosdeferrodo diversos mo-
delos.
Para a quaresma.
Casemira preta infestada a 5,000 rs., o cor-
te de caifa.
Na ru do Crespo loja da esquina que vol-
ta para a cadeia vendem-se casemiras preta
entestada a 5,000 rs. o corle de calca, sarja
preta hespanhola a 2,600 rs. o covado ; co-
mo outras fazendas que por sua boa quali-
dade se lurnaO recomendaveis.
Vinlio de Champagne,
e superior qualidade: vende-se no arma-
era Kalkm.m11 Irrnflos Rua da Cruz, n. "
Deposito Santos na liuhia.
Vende-se, em casa doN. O. Biebor&C.,
na ra da Cruz n. 4, slgudlo transado da-
quella rabrica, muito proprio para saccosde
assucar e roupa de escravos, por precocom-
modu
He tao barato,
Que lai animar ;
Quem vir a pechincha
Nao deixar de comprar.
Na ra do Crespo loja da quina que vira
para a Cadeia, vende-se panno lino preto, a
3,000, 3,500, 4,000 4,500, 5,000 e 5,500 rs.
o covado ; dito francez muito superior, a
6,000 rs. ; dito azul, a 2,600. 3,500, 4,000 e
5,000 rs. ; dito verde, a 2,800, 3,000 e 6,000
rs. ; dito cor do ray, a 2,600 r. ; casemi-
ra preta, a 4,800 6,000, 7,500 8,500e 10 000
rs. o corle ; sarja preta de seda muito su-
perior, a 2,500 rs. o covado; merino pretu
muilo bom, a 2,800 e 3,200 rs. o covado cor-
tes de cassa chita multo bonilos, a l,tw
rs. ; e oulras muitas fazendas por pregu
commodo.
Cemento novo a 7,000 rs.a barrica.
No armazem de Antonio Anut'S, no caes
da Alfandega.
Vende-se um teneno com 300 palmos
de frente epeito do 1000 de fundo, com
grande viveiro, quo tem perto de 5uo pal-
mos de cumplido, nn estrada que vai para o
aupuinho: a tratar na ra da Cadeia do
Sjiii&o 800 rs.
to n. 62.
Pechincha.
Na loja do Passeio l'ublico n. 15
iecife n. 9.
-- Vende-se um sobrado de um andar e
sol), no principio da ra do Hospicio, cons-
. truidn lia pouco lempo, com toda a solidez
. vende- e perfeicSo, com car.laria do Lisboa, gran-
se superior cal-virgem, chegada ultimamen- de uunU| mura j0 ,. plantado de arvoredos,
to do Lisboa, por prego muito commodo pa- CS|ri)ra e cacimba : na ra da Trempe
ra acahsr. 11.50.
_ Na ra do Apollo, no trapi- &p9Q999i:0m9mm99M9>&&
che do Ferreira, vende-se cl vi 9 ABADOS aMEHICANOS. g
gem de Lisboa, em barris, chega- I Vendem-se arados ame-
da ltimamente no brigue Laia ricinos, chegados dos Esta- |
pelo diminuto pre9o de 3,5oo rs. 8 dos Unidos, pelo barato pre- 9
__ Vendem-se batatas muito *> Co de 40,000rs. cadaum: na 9
superiores, iuglezas, recentemen- B ma do Trapiche n. 8. p
te chegadas : no armazem de Jos
Joaquim Pereira de Mello, no lar-
go da Alfandega defronte do guin-
daste.
Banana e goiaba.
Vende-so superior doce d'aquellas frurtas
domis lino quo! ha : na vendo da ra
da Cadeia do Recife defroule do lleco Lar-
go n. 25.
Vende-se
Espcrmacete em caiie de 16 libras.
Farinba superior cm saceos de alqueiro.
Cha pr.to superior.
Krva malte.
Vende-se urna preta creoula, moca e de
bonita figura, sadia.cosechSo, cozinha, la-
va, he vendedeira de ra e tem excclleme
conducta : na ra larga do Rotarlo,,loja
n. 35.
Deposito de panno d> algodo da
febrica Todos os Santos da Ba-
nhia.
Vende-se por preco commodo
o bem conhecido panno d algo-
dao des'.a fabrica ; em
vontade do comprador .'ni
vrdadei'ragenebra de Oanla emfrasquei- tor0 de ^ovaes & Compa
ra do Trapiche n. 34.
Vende-se a historia de Slmflo de Nantua,
a 800 rs. : na livraria da praca da Indepen-
dencia n. 6e8.
^ Vendem-se ricos veos pretos desoda,
de I i nliii e de relroz de Italia; mante- p
^ leles prelos do ullim'gusto e com ri- Jj
B cosenfeites; mantas de seda piolas ; J
meias de seda pretas de peso e outras
w fazendas de gosto, tudo por preco de 9
agradar aos compradores: na loja do
Jj sobrado amarello da ruadoQueima- :!.
M do n. 29.
Vende-se um cavallo alazflo, bom an-
dador baixo e muito novo : na ra do Cres-
po, loja n. 6.
Cebo refinado.
Vende-se superior cebo refinado, em bar-
ricas,que por muilo superior se recommen-
da para o fabrico das volas do carnauba: na
ra da Cadeia Velha, armazem n. 12. >
Vende-se uma preta cosinhoira de pro-
fissSo, engomma e coze : na ra larga do
Rozorio n. 35, loja.
Vendem-se tres moradas de casas terreas
de laipa bem construidas, e quatro grandes si-
tios de coquelros com bailante pasto e mais
proporcoes pura crlacao de gados, tudo na po-
voaco do Loreto. Os ptetendentea podem di-
rigir-se a Joo Paes, morador na inestna po-
veaelo.
ptima me a de jantar.
Vende-so u na mesa de jantar com 18 pal-
mos de coinprida muilo moderna, feita de
amarello, envernisada, ps lomeados ecom
pouco usosquem a prnien ler dirija-se
ra dn Rangel, Inja n. 8.
Vende-se um moinho de cafo grande
e completo, com torrador novo : ua ra da
fenhi n. 9.
Vendo-so urna taberna peqnena com
poucos fundos, na ra alo Gotovello : aiunai
a pretender dirija-se a mesma ra, padari
n. 29.
Vende-se um mntholo paraviolSo, por
Luigi Castel>cci, em francez, o com ptimas
msicas, oulro dito om portuguez, por Ma-
noel Nunes Aguedo, ambos com muilo boas
li<0es para se aprender: ua ra das Cruzes
no primeiro andar desta typogiapnia.
-- Vende-se um escravo cabra de 25 an-
nos, pouco mais aiu menos, creoulo, oflicial
de sapateiro ; em Fra de Portas ao p da
igreja do Pillar, casa da quina, se dir quem
vendo, nSn so o escravo, cumo uiin escrava
tambem creoula e moga.
(lom dinheiro avista.
Quem quizor poupar venlia ver ecomprar,
poiso ganho do quem vende fica em mos
dos compradores, esempre Dc3o logrados
e mal servidosseus amos ou senhores; om
o aterro da Boa-Visla n. 43 doposito de as-
sucar, veudom.se o seguiute assim como em
a ra da Aurora 11. 32 taberna nova pintada
de azul, manteiga inleza da melhor 640,
na n.esma tambem se vendo 4 c.ix.il.os, um fssu,C" "> W '". d1,l,8? 'S Kl"
bnlcao do amarello, e om rico espelho. las de eape^.eete 640 rs.,d,la.le carnauba
- Vende-se por'todo preco para liquidar "', Ul0, 1"rin1ha do T. on
conlas um terreno proprio com viveiro de!80":- boLcliinliaingleza das grandes 2t0
'rs., ditas pequeas 200 rs farinhi do ara-
ku>7 i>io. na.iiia.iiiit v.ii .. ,.
Vendem-se na ra do Collegio. loja de en- doce .""' .*f T'l"^" m.
caderna(;aodeJosN"eueir.doS"uz.,n.8,lmannt'la"em lJs df P 00
por proco commodo os seguintes livios:or- ., vinagre de Lisboa 110, e 209 rs., MJaO
denacOesdoreino.LinsTeixeira.BorgesCar- mol.tiiiho a 320 rs, a >* con.o v -
neiro, Ke:re,r. Borges. Loba., segn las U- "H" de arias qualidades, e multo em conU,
nhas civis, Pereira e Souz. linbas civis, Sil-,de luuo so da va Lisboa direito mercaulil, Rossi Droil pe. U bom birateil'O.
nal, C. Telles digesto poituguez, liellimej Acaba de ser caberla a loja que fui do
plilosopliiedu Droil,Ahezens Droil nitural, fallecido Jos Pinto da l'onseca e Silva, ho-
assentos da supplicatSo, Ivan-Golovine eco- je perteneeiite a Nicolao Gadault, na ra
nomio poliliquo e outros. Nova n. 12, onde a troco de potco dinhei-
Vende-so doce ale bscuri em frascos por ro aciiaro os compradores excollentes ob-
preco commodo : na ra da Cadeia do Recifo jeclns de diversas qualiddes, bem como
n. 33. sej^m: ptimas luvss tanto para hnmem,
Loja nova. 'como pan senhoras, bicos de I111I10, sada e
Vende-se nesta loja por precos baratissl- !l)lo"d- trancos e pretos, corles de leda de
mos o mais moderno sortimento de fazendas 'w e Pr'. Ien de ">\"'> "J d"
finas a saber: cortes do veslido do seda d'ITeren,,s UOWnhOl e qualida le, chapeos
branca, manteletes pretos e capotinhos a-a de P11" sed abert"s cm ?" a,l.e Pr
meninas, romeiras de linho com enfeites de sei.horss, fitas Jeques, rendas de I111I10, p-
seda, los pretos, ricos cortes de chamalote l,el Para forr" de Sdl"8' ""'"SOes e barras
par. veslido, bem como gros de aples de Pra o mesmo flm, rapolhos com molduras
furia cores dos goslos mais molernos para duradas, estojo* do costura con. m.isiea,
vestidos, corles de 19a de camello com 14 Cnndieiros de mcio de sala, globo, para os
covados pelo barato preco de 6,000 rs. o cor- mesmos, rebecas, li.iiias, OaullOS, violdes,
le, luvas de seda de cores, de Irocal e pi.|. cirmelas e outros diferentes instrumentos
ca, e muitas outras fazendas, ludo por ba-'P"'", n, n" !Ur musl"3 Para P",no-
ralo ureco : na nova loia da ra do Rancel ".ethodos para diversos instrumenlos; alem
de oulros muilos opjectos, quo seria enfa-
rua do Rangel
ralo preco : na nova loja d
n. 8.
Vende-se um palanqun da Rshia, de
bonito goslo : no largo de S. Pedro, por ci-
ma da loja de marcL.eiro, segundo andar.
Vendem-se 5 escravos, sendo 1 mulata
de 22 anuos do idade, cose, engomma bem
e cozinba; 2 pretas mocas do bonitas figuras;
2 escravos, sendo umeozinheiro e moco, e
oulro de todo servia;o de campo : na rus Di-
reita n. 3.
Grande sortimento de fazendas
baratas
Panno fino preto a 3,000 rs ; (sarja preta
hespanhola, de superior qualidade a 2,500
rs. o covadn; setim prelo maco, muito su-
perior a 4,000 rs. o covado; alparca, muito
fina a 640, 800 e 1,006 rs. o covado; cussas
de flores brancas, prop'ias para corliuudos
de cama, com 8 1|2 varas a 3,500 rs. a peca;
cassas chitas a 2,000 rs. ocorle; lencos do
cambraia do linho, parahomem a40,560 o
640 rs.; riscado assentado em metim, pio-
prios para ropa de meninos a 200 rs. o cova-
do, e outras muitas fazendas em conta : na
loja da ra do Crespo 11. 6.
Vendem-se saccas com fari-
nha de Santa Catbarina a >.,<]<)
rs. : na ruada Praia de Santa t-
Issa, a "
escrip- ta> venda defronte da ribeira do
ia, na'pe'"*- *
Veode-se uma mulata, quo sabe de to-
do o arranjo de uma casa, he muito fiel e
Charutos da Babia superiores.
Serveja fina : na Iravessa da Madro de Dcos, ^jgjte Je carra pato da fairica de cuidadosa : na ra do Amorim n. 35.
armazem ns. 4 e 6, pintado de cor.
A. s. i;ii. .. i>n,n,U "" Vende-se uma preta, do uacHo Rebol-
raujo & bill.o, no f enedo. l, de ,0e Untof gM de .^ cozinna e
Acaba de chegar maisdesle jaj^onhecido faz todo o servico de uma oasa, menos en-
azeite, omais proprio e econuqWco, para gommado e costura : na ra dos Marlmos
uso de candieiros de sala, tanto pMa sua du- 36
raao, como limpeza, e continala a haver .. Vendem-se 2 cavallos, novos e foites :
sempre um depozto para supnnfento regu- rua dj Aurur Mnd| n. 24-
Vende-sena ra do Queimado, loja n. 18, |ar dos freguezes : no armazem aje J. J. Tas- Vende-se uma porcSo de barricas va-
panno fino preto superior proya de limflo ; sojunior: na rua do Amorim n^SS. 81S promptas para se socar assucar, a oc-
setim preto o melhor possivel, chamalote .. Vende-se ou arrenda-so o angenho S. casj3o ,,e b ( pTI,cls de dnneiro c
' ----.-....*-..-.a.rtar*Bas, .... _.-----------........... I ... _._ I .. 1 I ., | ,l T~% r W
Moinhos de vento
com bombas de raposo para regrar borlas
o baixas decaplm n fi.iidic.5o de Buwmaux
ct M. Calhem: na rua do Brum ns. 6, 8 e 10.
Ao borne burato.
preto do lindos desenhos muito proprio para nU moeote e co
vestidos das bellas, sarja preta hespanhola ja villa de Iguar
correte meia I
distante
alguns mergulhos de parrenra muscatel cm
MU COfll proplrcOes para CaixaoSi resi)0nJe.ie Rosque falharem :
verdadoira, meias pretas de seda do peso, safrejar-se, embarque junio ao en|enho; ala- napr,cidt S4llta Cru, na padaria por bai-
ditas brancas; assim tomo oulras muitas fa- gau0s, ooulra* proporcoes : quem o preten- xo do SODrado ,06
zondas proprias para a quaresma, o por pre- derenlenda-secomo proprietationo mesmo
eos de agraciar aos compradores.
.^mmmmmmmmmtmmt
Panno preto fino.
Vende-se superior panno lino pro-
-- Vende-se na rua Nova n. 8, um rico
engenbo. chapeo preto, de seda, [-ara alguma senhora
Novos cobertores de tapete a viuv; um dito de seda de cor, tambem pa-
r /o ra senhora, ambos manda los vir de encom-
1,1)140 rs. menda e chegado* pelo ultimo navio fran-
Na rua do Crespo loja da eiquina que coz, mas por nao ebegarem as pessoas, para
volta para a cadeia, vendem-se cobertores quem viera m, vendem-se por preeo com-
de tapete, grande* e bonilos, pelo diminuto modo.
^aXMsaMBsiaftJUItlB'abi^lI preco de 1,440 rs.; em qualidadajao os me- Vendem-se meias de seda pretas, de
ft^k:.* .... ...linsa.. o Aon lhore* que tem vindo no mercado, por isso, peso, para senhora e hornera : na rua da Ca-
Lambratan para cortinadosa a,400 recommend-e aos Srs. de engenho quo deia Velha n. 15, loja de Bourgard.
to, cor fixa, a 4,000 rs. o covado: na
naruadoQueimado, loja do sobrado I
amarello n. 29.
rs. a peca
quizerem comprar da pichincha,.u3o se ale-
Keijgo.
Na rua do Crespo, lo a d'a esquina, que vi- 'orem, porque ja ha poucos pela eslracSo Vendem-se saccas coni feijSo novo e de
..-____.'...!..[_ ____a----....mhr.i.l ,|0(. qUO le. tldO. h,),1 llll;itnli,li' hcln ,lunintili, Kiitm ,1,. '.ilull
queteiilido. boa qualidade, pelo diminuto preco do 5000
Vende-se a melhor salsa, chegada do rs. : na rua da Cadeia do Recife, loja n. 5
Para, pela escuna Arselina, hontem despo- Madama Unta Harrlv nihilista h*a
chada:veude-senoescriplorio do corretor lau.ama oza Ilaray, moUlSla bra-
Uliveira. sil-ira, na rua Nova n. 34 ,
'Taixas nava enqetihos Dest? "'""ito \u chegado recante-
ki r j- ? j c i mente, um grande o bniliante sorlimenlo de
INo lunalicao de Ierro de liow- modernas fazendas, vindas de Pariz, consis-
man &c Me. Callum na rua do tindo,limdeo'i"sfazeniias,em.icosc.be-
e ?0enpfetos de blonde; mantas de fil deseda
Brnm, pSSando OChalariZ, contl- preta bordadas ajmitacSode blonde; assim
na a haver um completo sorti- como capotinhos pretos ede cores, muito
, i j r e i-, proprios para osados da senam Santa.
estabelecimento receben-se ment Je tainas de Ierro tundido e .. Vendem-se 12 porlas novas ale se Iro ,
ra para a Cadeia, vendem-e cambraias ales-
campinadss, para cortinados, a 2,400 rs. a
peca, com 8 e 1|2 varas.
Farinha de mandioca.
-- Vendo-se sacess com superior farinha
de mandioca a preajos rasoaveis: a tratar 1
com J. J. Tasso Jnior rua do Amorim
n. 35. !
Grande fabrica de chapeos de sol,
de J. Falque ma do C'ollgeio
n.4-
Neste novo
I)or comprimento, por preco commodo
e com prompti- do Vigario n. 5.
um novo e lindo sortimento de chapos de batido, de 3 a 8 palmos de bocea, proprias par* casa a)ecam>o; assim como
Sidos ltimos goslos, tanto de seda come -.rliam o B vr>n depaninho para homeus e senhora*. de ar-;as 1uaes atnam 8e la .
macodebaleia e de asso que se vendem'prec.o Commodo
por mon
le; gran
o paninl.
lidades para as pessoas que quizerem man-
dar cobrir armacOes servidas. Completo sor-
tmenlo de baleiag para vestidos esparlillios
para senhoras, fazem-se umhellas de igreja e
concerta-se qnalquer qualidade de chapeos
de sol: todos osobjectoscima mencionados
se veedem em porijflo e a retslho, por preco
que agradara aos freguezes vista da quali-
dade. _,
- A bordo da escuna ManaFirmina lun-
diada de fronte do caes do Ramos, ha su-
perior farinha do S. Matheus que te vende
omais barato possivel, trata-seabordo coro
o capillo, ou com Luiz Jos de S Araujo :
najri.a da Cruz o. 33.
os preco quo emoutra qualquer par- g0 emarcam_se ou carreeam- ^a rua d (resP 2l, loja de
ido sortimento de chamalote, sedas o 1 i>.j- \i i i:i .
ios em peca de tod.s as cores o qua-se em carros, semdcspezasao com-1 uernaroino maia ua onva.
nrador Vendem-se nesla loja chapeos para Sra.
I d o* mai* modernos que tem viudo de Pars,
liaratissimo. ;geu preco s avista da qualidade; nesla lo-
Vende-so um terreno na rua da Aurora j ja tambem tem um completo aorlimeulo de
aterrado, tendo fundo at a rua do Hospi- fazendas fraocezas, dos goslais mais moder-
cio, e frente 55 palmos : tambem se vende nos por tudo ser de encnnunenda feila polo
so a rua da Aurora : a tralar aa praca da In dono do estabelecimento, dase amostras
dependencia n. 17. para ver so agrada ; comosejam ricos clia-
Vende-se um escravo padeiro : na rua malotes pretos para vellido, sarjas prelas,
do Rosario Estrella 11. 13. muilo superior pannos pretos, selins maco
Vende-*e na loja nova da rua do Ran- para veslido* e coletos, cambraias de seda
gel um completo sortimento de franjase proprias para bailes pelo* seus ricos deze-
tianfas prelas pira manteletes, e outra* pro- nhos, e bonita villa que parece sede, cintas
prias para enfeitar vestidos pretos,por pro- Iraiicezis com bsrra moda do Pars e ou-
50 muito commodo. L tras muitas fazen las proprias do mercado
donhn enumerar, mas que com vista agra-
darSo aos compradores, quo os nao poder9o
comprar por prego lo vaulajoso em outra
qualquer parte.
-- Ao novo sortimento de comlecas e po-
ndrs do rame Chegados 11.liman.....In dn
Porto : na rua estrella do Rozario n. 13, Ba-
dana que fol do Sr. Cunha.
Veudem-se uvas muscatel muito boas:
na rua da donccic.iu da Boa-Vista n. 58.
- Vende-se uma poite : na rua da Paz
n. 36.
^w/vyvfvvv? ffVfVfVif*
Deposito de tecidos da labri- ]*
ca de Todos os Santos, s
na Iiahia. T
Vende-se em casa de Domingos Al- -0
ves .Malheus, na rua da Cruz do Re- *
cife n. 52, primeiro andar, algodo J
t ransado da quel la fabrica, mu i tu pro-
prio para saceos e roupa de osera- -
vos, assim como lio proprio para re- ^
des de pescar e pava. para veilas, ^
jj, por preco muilo comino lo. ce;
AAi^A^AASIniAAftMAA
CHARUrOS DE IUWNA.
Vende-se clnrulos ale Ha vana muilissimo
linos; no armazem de Kilkmann & Irm.los,
rua da Cruz n. 10.
Arados da fabrica dos Srs. llaso-
mee May
Proprios para plantar e alimnar canni de
lilferentes modellos e feitos na mais ere li-
da fabrica na Inglaterra sondo muito su-
periores a qualquer quo lem vinalo a esle
mercado,o proprio para plantarem qualquer
terreno e alo qualquer la'gura, por ter nm
arranjo proprio para abrir e fechar a aiveca.
O bico, aiveca e sola .lestes arados pasiam
por um processo que da-lhea consistencia
do 1(0 tempralo da mancira que sao de
mnita duracSo, alm de que tem bieos de
sobre-xcelleute : na rua do Trapiche 11. 14.
Altonc'fio.
Nova fabrica de chapeos ale Sol no altero
da Boa-Vista n. 22, acha-so um grande
sortimento de chapeos de Sol muila
em conta, tanto para homem.como para se-
nhora, como seja de seda ou de panniuho, e
grande sortimento de pocas de seda eale pa-
panninho para cubrir os chapeos de Sol ja
usado,tambem colicorta os alitla.s prol preco
mas coi"": 1110 ni do q 10 em outra qualquer
e parte enm toda ; romptido.
Venile-se, em casa de Kalk-
inaiiii limaos, um lindo sortimen-
to de obras de ouro, chegadas, ha
poneos dias, como sejam : ade-
reipos, pulceiras, alfinetes, voltea,
brincos, anneis, correles para re-
lojo, brinipiinhos para i'i .inr.ts de
coral, chaves para relojo e me-
dalhdcs.
MUBILItS DE FEUUO. .
N'endem-sc ricas mohilias de fer-
ro, como canaps, mesas, cadeiras
com braco c sem elle, e muitos ou-
tros objectos de ferro : no arma-
zem de W ilkiiuiiiii Irmaos, na rua
da Cruz n. 10.
Vende-se vinho de champa-
nhe legitimo e de superior quali-
dade : em casa de J Kcller &
ComptimV'i na rua da Cruz n.
55.
Molduras douraclas
ale todas os larguras : vendem-se no arma-
zem alo halll, lilil li iiiia.i.s.riiada C 11/ II. 10.
Escravos fgidos.
I '
Attenco.
100,000 r*. de gralificaco.
Contina fgido o escravo Manoel, per-
tencenle Sebaslio Marques doNasnimen-
to, deade o da 8 de letombro do anno pes-
iada., foi oscravo do Sr. Gabriel AiTunso Rl-
gueira, tem 25 anuo*, pouco mai*. OU nie-
nus, de naci Anfola, cor fula, com falla
de 2 denlos da parto superior do lado s-
l ni I", e uan pequea corda na cabeca do
mesmo lado, corpo regular, olbos pequo-
iios, beicos grossos, sem barba, baixo ebe
olcial de funilero : peJe-se, pan Unto, as
autoridades policiae* o ca pililos de campo a
sua captura, pagamlo-sc alm da gratifica-
rlo cima, todas as despezaa que seja neces-
sario fazer-se
No dia 17 de fevereiro deste anno de-
sappareceu da cidade da Parahyba o escravo
de nome Domingos, que representa tor 25
anno*| etlatura regular, cheio do corpo.boa
figura, rosto com cicatrizes ou signaos de
sua naci, denles perfeilos, mos, pernas e
ps bem feitos: tem uma hernia em uma das
verilhas, he muito Tallador, e he ofDcial de
pedrero. Consta-nos que esteve nesta cida-
do do Recife em uma casa na rua do Ouro,
e na madrugada do dia 19 do correte sahi-
ra para o lado do sul, levando comsigo um
chapeo do chile novo, jaqueta prela de me-
rino, caifa de brini branca) com listras en-
carnadas ; levava lambem um bah de folha
de flandres com ondeado azul que lera 3 a 4
palmos decomprimeoti.com miudezas para
vender, indo acompanhado por um preto
voltio. Este preto quando desappareceu da
cidade da Parahyba recebeu 300,000 rg.: ro*
ga-se a toda* a* autoridades policiaes o es-
pille* decampo que o aprehendan! eo In-
ven, na Parahyba no sobrado juntos loja de
Juan Jos de Medelros Crrela & Companhia,
e nesla cidade do Recife a s-u senhor Miguel
Felicio da Silva na praia do CalJeireirp, so-
brado novo, que recompensar generosa-
mente,
Desappareceo 410 dia 12 do enrrente
mez de marco, ala casa de sua Sra D. Anna
Joaquina Lins, rnoradaVa na rua Nova, o 0*-
cravo parlo de nomo Francisco, muito co-
nhecido por o pnssuir a mullos annos, com
os signaos seguinles : claro, barbado, com
as suicas por baiio do quoixo, magro, fala
muito maih; 1, baixo, e an la calcado: quem
o aprehender, ou suuber onde ello est, e
com o aviso possa vir a mo, se dar uma
boa ^1 lidien;.!.1, procurandu-se para esto
um ao seu genro Jos Candido de II uros,
no sen escnotoi 10: rua di Cruz n. 66, ou na
rua d'Aurora ultima casa desla mes na rua.
- Desappareceu do lugar de Caiari, vin-
do para esla praca o molatioho EstevSn,
cor clara, de idade de 16 a 17 annos, cbe-
los corridos, quo cahiam as extremidades
estando grandes, com urna cicatriz de ferida
em uma das pernas ; pertencente ao alfere*
Jos Auta.nio da Costa, residente no enge-
nlio Junco, comarca de Nazarelh ; quem o
aprehender entregue-o ao mesmo Sr. que
ser gratifica lo com 20,000 rs. sendo captu-
rado em pouca distancia, e se longo,geuero-
samente.
Desappareceu no dia tldocorrcnte pe-
lo meio dia o mulato, bolieiro, escravo do
desembargador Firmino Antonio deSouza,
morador no ultimo sitio do Hospicio viran-
do para o do Pombal. O dito mulato he bas-
tante moco, cheio do corpo, ea barba, ca-
beca grossa e chata, cabello carapinbado, e
levava-o grande, quando se relirou; temos
ps grossos, andar ligeiro e algum tanto em-
balancado, e quando falla as vezes quer ga-
guejar, principalmeuto quando tem nudo;
trajava calca preta, vesta branca e chapeo
prelo de pelo fino : quem o aprehender ser
bem recompensado; assim como quem o oc-
cultarscr respunsavel na Corma da lei pelo
fado criminoso e damno que causar.
No dia 7 do correle desappareceu um
mulatinho de nome Francisco, de Idade de
12a 13 minos; muito claro, cabello louro o
cortado rente; levou calca e camisa de cou-
ra., parece branco, e talvez se intitule forro;
protesta-so contra quem o tiver oceulto ou
seduzir, do usar do rigor das leis : roga-se a
quem o pegar de levara seu senhor o berilo
de Capibaribe, mor-dor atraz da matriz da
Boa-Vista que gratificar.
-- Desappareceu no dia 17 do correte
urna preta de neme Filicidade; estatura re-
gular, magra, tem falta de denle* na frente,
urnas marra* de pumo 1.0 rosto, cor nlo
muilo preta, vestalo de chita branco desbo-
lado, panno da costa azul, um taboleiro que
amlava vendendo, costuma guardar o tabo-
leiro e mudar a roupa, e andar pelaPassa-
gem e pelo engenho .S. Cosmo onde tem a
mili e mesmo por fra : roga-se as aulori-
Jades pcliciaes e capilSes de campo que ap-
prehendam e levem na rua da Cruz n. 35 que
serlo generosamente recompensados, assim
como se protesta contra quem a tiver occul-
la o cobram-se os dias de servico.
Dosapparecou no dia 17 do corrente d
(Mivuic.Hi do Vlunleiro da casa de Luiz Anto-
nio da Cunha, urna preta escrava de nome
Joaquina, levando vestido verde e panno da
costa azul com lislras brancas, e tem por
sigual em uma das unios um lobinho em um
dedo polegar : roga-se orianlo as autorida-
des policiaes ou capililes de campo que del-
la livercm noticia de o participar na rua do
Crespo n. 4, onda mora a senhora da dita
escrava que gratificar.
-- Desappareceu 1.0 dia 9 de fevereiro
prximo lindo, a preta Luiza de naglo rebo-
lo ; baixa do corpo, magra, moca e esperta,
vendia arroz de manhSa, e de larae doce de
calda em tabnlairo, levou vestido j desbo-
lado e panno de listras, talvez diga que an-
la procurando quem a compre por ler peli-
llo para ser vendida, desconlia-soquo foi se-
duzida o estoja acollada, puis nlo linha o
vicio de fugir, e se proceder com o rigor
da lei contra o soductor,ou quem acoita-la:
quem a aprohender e cunduzir a rua da Sen-
zulla Nova n. 4, sar com geoerosidade re-
compensado.
Dosappaieceu no dia 15 do Janeiro pr-
ximo passadu urna escrava de naci do no-
me Maris Antonia, com idade de 45 annos ;
estatura regular, lem alguns cabellos brau-
cos na frente, tem a falla bastante grossa, e
uma berruga no rosto do lado direito, tem
os ulhos bstanlo pequeos e aperlados, le-
vou vestido de assenii. escuro rom lislras,
flores encarnadas o verdes ; esla escrava foi
JoSr. de engeuho das Dua* Barra*, e ultt-
maniime do IHm. Sr. Francisco de Carvalho
Caes de Andrade, senhor do engenho do
Meio : roga-se quem o pegar 011 der noti-
cia ir nn rua larga do Rozario o. 22, segun-
do andar, que ser recompensado generosa-
mente.
-- Na noite de 12 para 13 sahio desle en-
genho Cararapes um crioulo de nome Jo9o,
o un os signaes seguintes: baixo, groasb,
bem preto, os p* grandes, chalos, desden-
tado na fenle, e tem a falla um tanto des-
cancada ; rogo a todas as auloridade, ca-
pillos de campo, o mais pessoaa do povo,
que no caso de que o eocontre, o prendi e
licam conduzir a esle engenho Cararapes
a seu Sr.
II sappareceu no dia 21 do corrente de
bordo do patacho brasileiro Alegris, o prelo
de uume Francisco ; hecosinheiro, catalura
baixa, magro, tem signaes as costas de
castigo, ps cambados, pouca barba ; levou
cami.-a e calca azul, chapen de palha ; cons-
ta que osla acoulado em uma oasa no boceo
la-go : quem o pegar pode leva-io a caa de
No.ai s o Companhia na rua do Trapiche n.
<*
T
- Acha-se fgido o escravo Jlo de An
gola.caiador e canoeiro, e bem conliecidol34, que sera recompensado.
por Jlo pincel: quem o pegar luve-o a rua
da Alegra, casa n. 34.
1 .'
' "'V. \ vTl


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