Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:04469


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Full Text
I
^ : '
vr

AnnoXXVllI
Sabbado 20
de Marco de 1852.
N. 65.
TARft M PERMMBICO.
noo A sunorurgio.
PlOtMINTO ADIlNTtDO.
Por trimestre............
Por .eme.tre .........
Por anno ...>
PtaODINTIO DUTimiSTUI.
Poi qu.rtel............'
WOTICIA. DO 1MPBBIO.
Para____lode Fevr Mlnn... l5 de Fevr.
Maranbao 24de dilo
Ccar... J8de dito.
Parahlba. 5 ir M in.-n
4/0 00
H/000
la/UOO
4/*H>
S.Paulo, li d"e dllo
R. deJ.. ''' de dito
Baha... 4 de Marco
oas da aciwANA.
AUDICBTOIAk.
Jumo a OrM
luSeg. S. Ilenrlquere
a. Longuinhos. iz. e>. a >u oras.
16 Terc.S.Cyrlaco. I. varado civil'
17 yu.iri. S Patricio. ,3. e6. o meio-dia.
18 Qulnt. S. (l.lirlrl. Panno*.
19 rit. ++!*. los es-3. e6.il 10 boraa.
I "... daS Vlrgem. | 2 varodoeivel.
20 sil.. S. Martinho. ,4. esabados ao melo-d.
21 Dom. 4.daQuares- Kilaeio.
na ; S. liento. Tercas e sibsdos.
iraatiaisri.
Crrscf tr. i 8, i i horas e 31 minuto da t.
Chela a 6, ai 3 horas e 11 minutos da m.
Mingo.nteiii, as hora e i i minuto* da t.
Nora 2o, as 1 horas e i* minutos da m.
riiMiiinoii
Prlmelra s 4 horas 13o minutos da tarde.
Segunda is 4 horas e 54 minutos da manbaa.
VABTIDAI BOI .OOBB.BIOI.
ma e Parahlba, s segundas sextas-
iras .
-Crande-do-Horte,toda. ai qulata.-felra
imeio da.
rpuns e Bonito, i 8 e 23.
lita, e Flores, i 13 e 28.
Itorla.a quintas-felras.
Inda, todos os dlai.
lautau
rOTIOIAl IITBAHOIIBll.
Portugal. I9de Fevr,
Hespanha, o de dito
Franca... 7 de dito
Blgica... de dito
Halla.... 4 dedllo
Alemania- 3de dito
Prussia 3 de dito
Dlnamirca3l deJanr
Russla... 29 de dito
Turqua. a4 de dito
Austria.. de Fevr,
Suissa___ l de dito.
Suecla... 30 de Jaor
Inglaterra 10 de Fev.
E.-Unidos 28 de Janr
Mxico... 2 de lito
California 2 de dito
Chlll. 2 de dltp
Buenos-A. i de Vea,
Monterldeo fdedifo
CAMBIOS DE IS S* HABfO,
Sobre l.ondre, a 27 aO d.
Parla,
> Lliboa, 90 porcento.
BtETAEal.
Ouro.Oncaiheipanholai.. .'.TiTIV
Hoedas de 6/400 velbaa....:.... 16J0C0
. defMOOnov...........16/000
. de 4/000................ 9/"00
Prata.-Patacdeabraalleirot........... MMjO
Peaoa columnarios.,........... 1/920
Ditos meilcano............... 1/800
PARTE OFFICIAL.
TIUBUNAL DA KELACAO'.
SESSA DE II DF MARCO DE 1852.
mais dislnctos cid.dfios do rico dtslncto da
Porto Claro, os signaes miii evidentes de
Irospeitooconsider.cSo a ua pessoa. Logo
I depois de su. chegada, e tendo percorrido
lo lugar da povoac.80, S. ElO. mostrou-se
01 Srs. desembargad
Souza, Rebollo, Telles, Peroira Montoiro, e
Vallo, fallando cota causa os Srs desem-
b.rgadores Bastos, e Luna Freir : oSr. pre-
sidente declara aberta a sessao.
fOMiKWTOI.
Aggrav.nle, Jeronvmo Joaquim Fiuia de
Oliveira ; ggr.v.do, Joaquim Ferreir..-
No tomaram conhecimento por ler sido
apreseotado fra do praso legal.
Appell.ntc, Joaqnim Francisco Baplisl de
Mello Ox.l ; appellado, o juizo.-Julga-
ratn improcedente a appellacSo.
mvisAes.
Passaram do Sr. desembargador Villares
ao Sr. desembargador Lefio as seguintes
appell.cOesemque sSo :
Appellante, o Exm. barSo de Suassuna ;
appellados, o herdeiros de Gervasio Pires
Ferreira.
i>.asram do Sr. desembarga lor Loflo ao
Sr. desembargador Souza as seguinles ap-
pellacesem quesfio:
Appellaote, Manoel Jos do N.scimento Coe-
llio; sppellada, a juslifa.
Appellaote, I). Anua Delphina Pacs Brrelo;
appellado, Francisco Jos da Costa.
AoSr. desembargador Kebello as seguin-
les sppelIacOes em que sSo !
Appallanle, a admioistratfio do patrimonio
dosorphfios; appellados, Filippe Menna
Callado da Fonseca.
Appellante, a fazenda; appellado, JoSo Pin-
to de Oliveira e Souza.
Passaram do Sr. desembargador Souz ao
Sr. desembargador llebello as seguales p-
appellsr,0es em que sfio :
Appellante, a adtninislrai;!lo do patrimonio
dosorphfios; appellado, Domingos Anto-
nio Gomes Cuimarfies.
Passaram do Sr. desembargador Rcbello
ao Sr. desembargador Pereira Monteiro as
seguinles appellacOes em que sfio :
Appellanlcs, Miguel Goocalves Rolrigues
Franca e oulros ; appellados, Jos Romfio
1 oinulves Huoiz e outros.
Passaram do Sr. desembargador Telles ao
Sr. desembargador Pereira Monleiro as se-
guinles appell.r,0es em que silo :
Appollanle, o juiio; appellado, J0S0 Manoel
da Costa.
Appellaote, a mesa regedora da irmandado
do lituano dos prelos do bairro de Santo
Aolonio ; sppellado, Manoel ias Fern.ii-
lli'S.
Passaram do Sr. desembargador Pereira
Monteiro ao Sr. desembargador Valle as se-
guiuios appdlacOcs em que sfio :
Appellante, Joaquina Mariado Espirito San-
to; appellados, Jofio Baplisl LobJ de
Gusmfio eoutro.
DISnimulC/lKS.
Ao Sr. desembargador LeSo os seguin-
los recursos em que sfio:
Recorrenle, o juiio ; recorrido, Andre Wil-
meo. .
Appellante, Lourenco Bezerra Carnero d.
Cunha ; appellado, o juizo.
Ao Sr. desembargador Suuza os seguinles
recursos em que sfio :
Hecorrente, o juizo ; recorrido Antonio
Christovfio da Mandones.-O habess cor-
pus de Augusto Carlos de llitancuurt Avil-
far.
AoSr. desombargador Rebello os seguin-
les recursos em que sfio :
Recorrenle, o juizo ; recofrido, llercul.no
sIOhor.sdi manhfia, estando presentes da, como tamben, quanto a asporto de
.A" ZlmbuniotM Villares, LefioJprosperid.de e alegr.a que apresentave a
"Colonia. De certo, nosso coraefio pejido ......_.......,--
de orazer dilatou-se, quando vimos ao en- benzida pelo missionano c.puchinno, rre
trarda Dovoacfio derramar-se por todos os Luiz do'Gravo, con todas as ceremoniss
semblantes dos que formavao a commitiva doestylo, servindodepadrinhos ocommen-
da colonia vivas h religifio calholica aposto
lica romana, i S. M. o Imperador, i familia
imperial, Sra. O, Leopoldina, proteclora
da colonia ; deram-se tres descargas de oos
quetaria, Ocando por esta forma installada
a mesma colonia Leopoldina. E na mesma
occasifio fra collocada a primeira pedra da
capella da colonia parante todos os assis-
tentesyi installacao, sendo a mesma pedr-
dador coronel Jacintho Pies de Meodonc
o corhmendador Jos Paulioo de Albuquor-
que Sirmeoto, o directur geral dos indios
Jos Rodrigues Leito.Pitanga, a o idvogalo
Lucio Soarea Eustaquio. B para eotistlf
mandou o director da colonia, Jofio da Ga-
__j que
de S. Ex. um sentimento geral de approva-
cio, e admira^fio pelo estado oascente a ale-
gro da C0I0111. Vodos por seus olhos veri-
licaram a realidade d'esla grande medida,
cuja oxrcucfio prompts o rpida ao se devo
aos esforcos e tenacidade do carcter de S.
Ex. Elle mesmo foi por assim dizer julgar ,m Lobo Beotes, lavrar esto termo, que
desuasobras. As matas queainda apouco ai essignado pelo mesmo Exm. sr. presi-
maisde doisannos continham ludo quanto dente da provincia, por elle director a mus
hademaiaabominavele perverso na socie-'autoridades epessis icima mencionadas,
dade aterrando as populacfles pacideas de E eu Flix Justiniano de Albuquerque, es-
AlagoasePernambuco, que por muitas ve- crivSo da colonia mililar Leopo dina, o es-
zesesgolaram as rendas do estado, eo que crevi.( S^uitm-se as ssigtialuras.
maislie, ceif-ram vidas preciosas, e presen-
ciaran! a perpetrarlo dos msiores enmes,
podem ser liojo percjn idas e devassadas em
Ficarei hoje por sqoi, pesar de ter al-
goma cousa a dizer sobre os leprosos do
iodas as dirceces seo o menor perigo ; l facotinho que j s8o cochecidos, o que lica-
esl o centro de ordem, o faxo que deva.r para o n. seguinte visto nao naver mais
guiar e animar o viajante ; l esta plantado lempo agora
odireitoda le ( permilta-se-iios a expres-
s8o),a voz do christinianismo retumbar
pelas solidos daquellas florestas virgen, e
levar aos corac,0es de lodos os seoli-
moritos de Dos e do homem.
A povoatao, delineada conformo o plano
dado margrm direila do bello rio Jacuhipe
conten j urna espacosa praga e alguuas
niBsem principio. A pragaacha-secircu-
(O Timbre Alagoano.)
PEBMAWBUCQ
ASSEMBLEA PROVINCIAL.
SESCA DO DA 16.
O Sr. Paes Brrelo : declara que tendo
uc
c"ao j muilo adiantad. a casa destinada pg. ,-^^g^^-^ ^^ corpo de-po_
Co^s,',,En,roe^^Xse^r?olns?rc: nrm.r .c.s. que S. Exc_nfio .chineo o ve-
! niente algum em que leja approvado o pro-
ra resitencia.do director, o a do vicq-direc
lor ja promut
jeclos estes
. 1 i i, rcobert. d eh. ob: *> ">" um *ez "ue 80 lhe ,con-
a delj k coberta de MIOl 00 autorisaS3o para augmentar es fo.ca
S Ca110., "',H'0." Z quando sssim o exigir o servico publico. O
pedra ro l.ncaaa no ""MW oor-, fofif,qwmifJWaWMn interessado
reme. Sh Ex., ordeoou que, ee aclo fosse P 1 do5 1||lMm rta provlncl, ,
acompanh.dodo toda .solemnid.de Por J^ melhoramentos
isso no referido da loRopeU MN fr- s/acie M mou-so lado o destacamento delinha, bem "b"% m. ,,
como todos os tr.b.lhadores engajados, e S., > ,0 '^'i''
Ex. seguido de todas as ouloridades da Co- **" '""",,,
lonia, e das pessoas que o b.vi.m .comp.- I |o >r. d.p Udo,,
nh.do. ".frigio par. o lugar onda se ha- ~% eo'n,qlil(Ii,0 poderes.
vi. .rr.niado urna capella de palmeiras, mm,.5 .,i, mandando
dentro d.Jqu.le,t,v. levantado um altar, ^* g*fj *,"J J"
e .... .S.I.IIO a ***j***gj* I f A com-nissfio do conslftuiCJo e poderes,
puchinho M Uta OraM, aegoin^-ae ex,m,n.do o diplom. do Sr. depnt.-
depo.s o acto Ja ^0.d,P^',;ilgK*JU ele" rmum Alves d. Silv. e .chan-
da esta solao.nd.de, o destscamen c tomou confurme com ,pur,Cilo geral felt.
psito convenienle, a ah com entusiasmo n bc, J de ^arecBor que l0.
repeli os viv.s dados peloseu director, sao- Por esla emuiua uo uo F H
1.1 religio do estado S. M. o Imperador ;
a sua augusta familia : proteclora d. Co-
lonia a serenissima Sra. D. Leopoldina, que
foram corrrspoodidos por todos osassisten-
les, feiclnndo-eo feslejo com tres descar-
gas de mosquelaria. De ludo l.vrou-se um
termo em que assignou o mesmo Exm. Sr.
e todos os mais ssistenles. A tarde lor-
nou-se formar odeslac.meuto e Ir.balha-
dores para a rovista, e ness. occasifio o di-
rector da Colodi. levantou viv.s.S. Ex. e
aos amigos da ordem, os qu.es foram igual-
mente victoriados com entnusiasmo. Du-
rante toda esta solemnidado a excellente
11111/ km da policia, que para esse fim havia
marchado d. capital tocav. pedacos esculhi-
dos, su.visando com seus sons melodiosos o
, quo pudesse h.ver de greste naquellos lu-
deSouz. M.itins, cur.dor do prela Mana, -t c(jmo dj2enu0 que d.quella e-
AoSr. desembarg.dor Telles os seguinte- =emajanl^a ci,i|ls,So tomava posse
tes recursos em que sfio : 'dauuell.s paragens o enlr.v. em seus di-
Recorreole, o juizo ; recorr Jo, Antonio M|JJ|j
Paula de Souza Leo. i;ma boa oluri. commodamente asssent.-
AoSr. desembargador Pereira Monteiro da com ,|0i3 fornos decozerseachaost.be-
as seguinles appella(0es om que sao : I |ecj
Appellante, Aotoniu Caet.no de Abrou
appellado,o juzo.
AoSr. desembargador V.lie ts seguinles
appellarjfjcs em que sfio :
Appellante, o juizo; appellado, Antonio Jos
do Espirito Saoto.
Ao Sr. desembargador Villares as seguin-
les appelIsfOes em que sfio 1
Appell.iite, Estevfio Lopes de Souaa ; ap-
pellado, o juizo.
Nfio foram julgadososde mais feitos com
dia assignado por h.ver faltado sessfio os
Srs. desemb.rgadores acuna mencionados.
Levantou-se a sessfio depois do meio da.
Sala das commissOes, 16 de margo de
1852. A. P, Maciel Monteiro, e J. J. Fer-
reira de Aguiar.
Submellido vot.cfio he approvado, e o
Sr.ilc,ma,lo que o parecer se refere he ad-
miliido com as formalidades do regiment,
presta juramento a toma assento.
O Sr. Augusto d'Oliveira : Sr. presiden-
t, dopoisdoaddiamentoque foi approvado
pela casa, sobre lei que esta em discussfio
icar; com quanto cochee a distancia
e ha entre mim, a o nobre loput ido, to-
via nfio son Ifio baldo de entendimento
e nfio possa pesar o valor das p.l.vr.s
Je emprego, e que nfio poss. iguslmenle
plii'ur qu.lquer proposito que eu emilta
'a discussfio. Sr. presidente se he ver-
ade que esta provincia nfio se ach em
do lisongeiro como aquella que foi pin-
> pelo ex-idministr.dor da provincia ;
certo que o governo geral mandar? par.
provincia mais tropa de lioha. Podeo-
pois ler o presidente su. 1lispos1c.no
. poderoso auxilio de for;a de linhs, ca-
osla que essa reducefio proposta em nada
ifilue para a tranquillidsde publica. De-
iltals o nobre deputado seii o primeiro a
reeonhecer que o corpo da polica pe. su.
nalurrZ. nfio he essenci.lmente destinado
.0 servicio que o nobre deputado se rofere ;
oseu servico ha inteiramenle policial, co-
mo allls J observamos e presenciamos
que aforra de lioha tas crisea porque a
provincia p.ssou foi aquella que leve de
entrar em grandes operarles. Por lodas
eslas rasos, eu eotendo que oss. emenda
devo ser approvada, eso s-jam sinceros os
motivos que aqu foram allegados par. a
approv<;3o do addiamenlo, pois que elle
esta de accordo com o pensamento e vistas
da presidenci
O Sr. Figueira de Mello :-Sr. presiden!?,
quando se propoz nesla esa o addfamenlo
do projeto relativo forca policl.l.com o fim
de se ouvir o Exm. administrador da provin-
cia, eu sempre pensei que essa communica-
efio lhe fosse feta por meio de .Igurn ofli-
eio desla cas. ao mesmo presidente e nfio
pela maneira porque acaba de fazer-se.
Pareco-mo que as communica(6es dest. ca-
sa com a presidencia sfio, e devem ser feitas
por escrlpto, de urna maneira offlci.l, e n3o
particularmente....
Vm Sr. Diputado : Nfio se venecu
isso? ..
O Sr. Figueira de Helio : Venceu-se en-
tfio que se ouvisse particularmente? Nfio
s,i que (al pal.vra estivesse no addiamenlo
nroposto pelo Sr. Maciel Monteiro; OSr
Maciel Monteiro pedio o addiamento por 8
das para se ouvir o Sr. presideole d. pro-
vincia....
O Sr. Vrcsidentc : O que se propoz. e .
esa .pprorou foi o .Jdi.melo por 8 di.s,
e oada mais ... a ,
O Sr. Figueira de Mello : Mas o funda-
mento do addiameuto foi o que acibo de di-
MI 3
O Sr. Maeiel Monteiro : Nfio lia duvida
que eu declirei.que nfio exiga tosse ouvido
olcialmente, mas como se costuma ouvir
o governo em taes circumslancias, caruer.-
riamente ; a commissfio de guerra, ou a de
marioha, ouvem o goveroo sem ser plo
meio ollcial da correspoodeoci. escripia,
quaodo se trata de lixar a orga publl-
OSr. Figueira de Mello : Quaodo so
consulta o goveroo, geralmente coosulla-se
por escripto.... .
Algum Sn. Diputados: N80 foi isso o
que so venceu.
0 Sr. Figueira de Mello : Pareco-me, quo
tenho direito par. fazer eslas observacOes,
creioque oisto n3o offendo a casa. Eu pen-
sei sempre que o addiamenlo era proposto
para se ouvir o presidente d. provincia, mas
ouvi-lo por escripto; esto foi o prelexlo
SAVsrv WfiT^lrtr** "^ addlaaient0
nuil termin.ntes pronunci.d.s pelo nobre '0ier0\cyt}-,,gnler0 NSo foi pretex-
deputado que se assenta a maulado (o Sr.
Paes Brrelo) nfio haveria opposicfio algu-
to, houvo molivo....
O Sr. Figueira de Mello : Motivo, retiro
ma p,ra que minl, MMW. p"a^a,To o moUvo Vu fu'odamentoa.e-
ir-, I ifla iulio que a communicacjlo devia ser
11 ** 1 __7:_a^ ^ _^ .,..... n r\Ht\ r\ fian
INTERIOR.
COLONIA MILITAR LEOPOLDINA.
Todos s.bem que cuidados a esforcos tem
empregado o Exm. presidonte desla pro-
vincia a bem d. n.scenta Colooi. militar
Leopoldina, inda ha pouco estabelecida as
m.ltis de J.cuhipn. Todos sabem igual-
mente que S. Ex. para dar urna prova ainda
mais estrondoza de seu zelo, e do quanto se
empenb. pela paz e bem estar dos alagot-
oos, acaba do fazer urna visita mesma Co-
looi, afrontaodb os oncomodos de urna ma
estaclo, no intuito de veriticar pesso.lmeo-
le o seu estado actual, s v.otagens de sua
situaefio, examinar su.s mus urgentes ne-
cessidades, solemnizan lo ao mesmo lempo
com sua presen;, o acto da inslal.cfio d.
Col )ni, o collocacilo da primeira pedra, so-
bre aqual se deve erguer a casa sagrad, de
Dos. capella da Colonia, onde a palavri
civilisador. do christi.nismo se far ouvir,
chamndoos habitantes da Colonia ao cum
riment di! seus deveres, despertando u',1
eso amor .0 trabalho, e os sentimentos do
obediencia ao governo. S. Ex. quiz com
este pisso mostrar que comprehendeu todo
o alcance poltico do pensamento do gover-
no imperial, d.ndo-lhe o desenvolvimento
possivel, e refoefando-o com o apoiode seu
prestigio pessoal. Pois bem : tanto ardor
tanto Irabalho, tant. tenacidade em fazer
o bem adiar um. recompensa; ess re-
compensa est na boca do povo ; grande,
o tfio grande, como he grande e solemne,
voz do'mesmo povo.
Nos que tiremos, honrado acomp.nh.r
S. Ex. e que presenciamos o respeito e en-
thusi.smo com quo fora recebido portla
parte onde tocou, vamos dar uma breve e
succinl. noticia d'esl visita, o do estado ac-
tual d. mesma colonia.
S. Ex. paitindo d'esl capital 1 42 do cor-
rente chegou a 19 a povo.cJo d. Colooi., de
pois de 11.ver recebido em canutillo dos
11 prxima da praca e ondo j se
temlabriedo qu.otidade da lijlo o telha P^^J^^SS%^^uS^9t^^mi^ que nos corpos logisla-
par. as construccOes, e continua, fabricar- ace rea deste .ssumpl-Ciu.^?'e-"Vera,|7 "m R/oi, aonde o governo tom um ministro
U com mu.t. .cttvid.does.es dois objeclos declarar cas. 1ja' ^ Pro.c''* u commissariS que responde pelas su.s
Tamben, existe bem ^H2*"^j^S^*iTta^'SliS governo, he muito fcil dlspensar-
sa com
mis necess.rios.
montada uma ferrara, oflicina indisp
velem estabelecimento desta n.turez..
taboido preciso para < sido preparado eserrado na mesma Colonia.
A m.deir. esta qu.si toda cortada e promp-
1. p.ra ser empreg.da. Fin.lmente a es-
trada que couduz da villa de Porto Calvo e
outros lugares Colonia tem merecido seria
tlencSo, e ch.-se admitida de um. ma-
neira que excedeu a noss expecl.c,8o. J
se parcorre ires e meia lego.s de exleocfio
de bella estrada da com 30 palmos de largu-
ra atravessaodo terrenos ioteiraroeole pil-
os, e por onde j. IraosKSo muitas pesso.s,
que levam viveros ao mercado d. Colooi..
S. Ex. depois dse haver informado de ou-
tras necessdades d. Colonia, achaodo-se
satisfeilode ludo quanto via, marcou apar-
tida para o dia 21 e chegou a capital a 24.
Esla vizita fie.r* indelevel nos aoaesda Co-
lonia, e prov.raqueS. Ex. a.be desempe-
nlur alta missfio que foi confiada ao seu
patriotismo.
Agora cumpre que o governo imperial
nao desanime no caminlio encelado, e que
coadjuve com lod.s as forjas a sustentado
daquella Colonia paraseguranca sua, edes-
enco das populscoes de Al.go.s e Peroam-
liueo, porque a doloroza expeiiencia"tem
mostrado, que seo contrario acontecer a-
quellas maltas ainda absorverfio muitos
m 1 loes .0 ihesouro, e muitas vinas ao estado
Termo de installacao da colonia militar Leo-
poldina, e da colloca^o da primeira pedra
da respecitiva capella.
Anno do n.scimenlo de Nosso Senhor JE-
SS CHISTO do mil oiloceotos ciocoeot. e
dous, trigsimo da independenci. e do im-
perio, .os vinle di.s do mez de fevereiro
do dito anno, na colonia militar Leopoldina
situada margen, direila do rio Jacuhipe,
onde presente so actiava o Exm. Sr. presi-
dente da provincia, o conselheiro Jos Ben-
lo da Cunha Figueiredo, procedeose
inslall.cfio d. mencionada colonia, cele-
brando-so mis.a, a que assistiram nfio s
o mesmo Exm. Sr. presidente e o director
d. dita, colonia e mais autoriJ.des, como
t.mbem lodos os empregados, operarios e
m.is colonos, achando-se o destacamento
em rorro, fazeodo o cipellfio uma ora(fio
foram ouv.d.s est. maiibl., o depois de.ota'",a,;'.J^",,
discutid., o devidamente pez.d.s lod.s ^JgSfmff^9^S^ cha
circumslancias rel.livas .0 objecto, S. Exc. Jg" yj qo se deve adop-
definitivamente que ^^'S^ffjSSTSU .presentad,
pelo nobre deputado, o Sr. conselheiro Ma-
nos decl.rou definitivamente que
prompto a acceitar, ou a concordar na e
men 1 por mim proposl. com uma peque
meu-i. por mim proposl. com um. peque- 1-- -- emeod. quer que o cor-
me pareceu que uma vez que a casa adop-
tou um addiamenlo afluido que esle pro-
jecto fosso confeccionado segundo as vistas
verno possa diminu
tonveniente, eolre lano que a emenda do
Sr. debutado Augusto de Oliveira quer que
tava no caso de ser approvads, tornindo-se
intil e desnecess.ria q na I quer outra que
tem por lint alterar o pensamento principal
de minlii emeod., ou seus effeitos, que de-
vem tr.zer com a reducefio prosposta, gran-
de economa pira os cofres pblicos.
A emenda do nobre deputado nfio coose
gue o fim a que eu proponho;islo he, a re-
duccSo dess. verba de despeza, pois que 11.
lei do orcimento nfio podaremos diapor di
qu.ulia relativa a essa reduccSo. Tambem
o nobre deputado ponderou que o presiden-
te hesitar, em tirar o pfio 200 individuos;
mas o nobre depuat.do sa esquecou que
ess. minh. emenl. nfio p.ss.odo, assim
como outras medidas econmicas, o nobre
administrador seria obrigado a tirar o pfio
. m.is de 200 individuos, porque a verba
das obras ser. consideravelcoeote diminui-
da e nfio havera trabalho para lana gen-
te....
lint Sr. Deputado: Pode ser conser-
vada....
O Sr. A. d'Oliveirh ; N8o poderi por
certo ser votad, por esta cas. um. consig-
nagfio ass.s lorie afim de dar Irab.lno a lo-
dos os ohreiros que se oceupam nesle ramo
do servico publico.
Sr. presidente, o nobre deput.do pare-
cen incoinmoJ.r-so con uma observaffio
que li/. em um aparte ; com refereocia a um
(acloque elle apreseotou, que disse que .
proviocii ofiosa acb.v. perfeitameota so-
.. ceg.d. Pareceu-me que o oobre deputado.
anloga ao.cto, que sendo feito com tod. Iconsideroua minhaobsirvacfio como iulai-
9 suleinnIJade fora (iodo dando o director! tameole fra de p.oposito. Eu devo-tne
jecto rosso coniecc.on.do segunu,. .s '"j-'l """!". "hasrieote 400 pr.cas e que
iSfSSfc 22S&&S2U2. o fo no possa augmentar esL oUero'no
o governo possa aug
caso de haver circumsUncias extraordina-
rias, ou de assim o exigir o servico pu-
blico.
Mis pergunto eu que inconveniente ha-
ver em adoptar-se a emenda do Sr. Maciel
Mouleiro, e regoitar-se a outra ? Parece-ma
que se os reflectirmos par o estdo da
provincia que sem duvida nfio he o mais
stifctorio, devemoade nossa parte con-
correr para que o corpo da polica tenha a
m.ior forca possivel, porque assim estare-
mos em estado de occorrer conveniente-
mente em qualquer emergenci, que des-
neste negocio marcar um certo limite, eo
Itn.iteheaiuella forc quo sempre temos
adoptado as circumstncias ordinarias da
provincia, que he de 600 pnr;as pouco mais
ou menos.
Senhores, eu ja disse que o estado da pro-
vincia nfio he o mais saiisfactorio ; e por
lano devendo o corpo de policia ajud.r as
autoridades no eso de se alterar a sguran-
Ca e lr.nquillid.de publie, est visto que
convem que este corpo tenha um. forc sutil
cente ; mas .inda accrescent.rei qu ind.
qu.ndo o corpo de policia nfio soja incum-
bido deste servico, eu eotendo que ratas
600 pr.cas me p.recem muito necessariss
para o servico policial a que elle he desti-
nado. Nos temos 50 e tantas freguesi.s, ca-
da uma freguesia tem um subdelegado de
polici, eda subdelegado requer un desta-
camento p.r. poder cumprir as su.s obri-
gaces polici.es; p.ra poder prender os
criminosos, e mtuter seguranca indivi-
dual do seu deslricto. Ora lendo nos, como
disse 50 e tantas fregueziss seguo se, que
ca la freguesia toe um destacamento de
10 pracas da freguesia, e seo duvida esta
forc que nfio he molla para que autorida-
de t-nh tod. a forc e energa no desem-
penho de su.s .ItribuicOes
O Sr. Florencio : E ludo isso deve ser
pago pelos cofres provlnciaes .'
O Sr. Figueira de Mello : Portanlo eu
eotendo ufio se deve diminuir um tal nume-
ro. Se a guarda nacional estivesse organi-
sada como devia oslar ; se eso ella pre-
sentasseaclualmenle as garantas necessa-
rias n or lem publica. ...
O Sr Florencio : Isso he um. censura
.0 governo ger.l .
O Sr. Fouira de Mello : Se he ou nfio
censure ao governo pouco me importa, por
quo cu n5o vendo aqu s p.ra elogiar O go-
verno. eu venho para emmittir as minh.s o-
pimoes com toda a franqueza e lealdade.
Sea guard. n.cionalpodesse prestar esse
servico; e. ..
O Sr. Florencio : Pode. .
U Sr. Figueira de Mello : -------e se seli-
vesse orgartsa Ja como devera est.r ; sa eu
tivesso certesa de que ella se orgmisav.
dentro de pouco lempo, Ulvez eu votaste
pela reducefio ; mas. guarda nacional esta
em perfeto abandono, est desorganis.d.,
nenhuma authoridad.de pole ter tiella con-
fiane p.ra b.sear os seus c.lculos ; e a ex-
periencia me tem mostrado, que em nenhu-
ma parte as autoridades policiaes tveram o
oapoiod. guard. nacional. .
O Sr. Costa Gomet: Apoiado. .. .
O Sr. Florencio : Nfio apoiado------
O Sr. Figueira de Mello : Na commo-
efio, porque ltimamente p.ssou a provio-
cla, commoefio que podia ter resultados
muilo mais funestos, a guarda nacional noo-
huni servico preslou. ...
O Sr. Florencio : Apolicia he quem fu-
giu para a cidade. .
O Sr. Figueira de Mello : A guarda na-
ciooal prestou algum servico ordem pu-
blica no l.imoeiro ? .. .
O Sr. Cotia Gnm-s NSo. ...
O Sr. Figueira de Mello : A resposl.
esi dada pelo Sr. Costa Gomes ; nenhum
servico prestou a guarda nacional n. villa
do Limoeiro, entretanto quo esta villa esle-
ve entregue .os sedicisos por espuco de 5 ou
6 dias. A guarda nacional prestou algum
servico ordem publica na villa e termo de
Paoii'AUo? Nfio ; nfio sa apresentou um
s soldado. Aguarda nacional prestou al-
gum servico na commare de Nas.relh ?
Nfio; Tanto he verdado, que a guarda na-
cional nfio inspira actualmente nenhuma
conlianc que mo bastar lembrar, que o
ex-presidente d. provincia tendo destacado
850 pracas da guard. nacional em dilfe-
reutes lermos,'as autoridades policiaes con-
tinuamente ssim o dechravam em s'u. cor-
respondencia ollicial; e dentis nem todas
essas)pracas se poder.m reunir, pnrquo de-
pois de mez e mais e anda nfio se tinlia reu-
nido lal numero. Por consecuencia guar-
da nacional nfio pode om veidade prestar o
servico, do quo as uulorid.des policiaes tem
nocessllade para cumprir bem sous devo-
res ; o que nfio devemos diminuir o corpo
policial, sob pena de concorrermos p.ra
que essas autoridades fiquem sem forca para
bem podereo exercer as suas obrig-
COes.
Alegouse, que o governo gerl podia dis-
por do alguma forc, logo que so tenha aca-
bado a guerra do sul, ou tenha de recolher-
se es -a forc que ost no Estado Oriental, e
na repblica argentina. Ora eu nfio rosso
ainda sobre esta base formar argumentos
alguns, porque nfio sei qu.ndo ho que o go-
vproo gor.l,julgr conveniente retirar esa,
forca a nfio posso por consequennia sobre
um. evcntu.lidade, sobre uma possibilida-
de bajear os clculos da administraefio.
Depois .inda mesmo conseJendo-se que
a forca policial poss. ser diminuida, eu en-
tendo que esta forc policial nfio he bem
substituida pela tropa do linha. A Iropa de
linh. ha deslin.d. um ceito servico, qu.l
o di defeza do Esta lo contra os inimigos ex-
ternos, e perturbadores da seguranc e Ir.n-
quilidade publica; a forc policial polo
contrario he especialmente destinada a vi-
giar sobra a seguranca individual, e de pro-
priodade, e ajudar s autoridades no exor-
cicio legal de su.s funccOes. A trop. de li-
nha, he composU de pessoas que nfio tem
tidon. sociedade a milhor conducta.. .
Um Sr. Dpeulad): O regulamonto os
lama bons... .
O Sr. Figueira de Helio : Em geral, sSo
recrut.dos, sfio chamados par. trop. de li-
Br.cadamenie inda possa ter lugar na pro- nha, os reos de polica, pesso.s a quem s
" leisofio podem punir, ou que as autonda-
VmSr. Deputado: EolSo eleve o corpo des nfio queiram punir; e p.rece-me que
a 2 mil pr.cas ... tl foto Da Pode ne*1""' Por1ue loa"os s-
0 Sr Figueira Mello : Mas nos nfio de- bem que o recrut.menlo do individuos pa-
vemos elevar a forc. polici.I a esse numero, ra o nosso exercllo se Taz com geole dest.
porque isso he um impossivol, e nos nfio especio, o que este sysiem. he seguido
podemos decretar impossiveis. Salives- tem em todo o imperio
sernos renda sufflcieiite para sustentar um
corpo de a mil pracs, ou t.lvez coocordas-
sa ness. opinifio. .
O Sr. Florencio : Renda nos temos ; sup-
prim.-se a verba das obras publicas e dls-
penda-se com polici.
O Sr. Florencio :'*~ Mis he a tropa de li-
nha, compott de reos de policia, que lem
s.lvsdo o p.vilhfio brasileiro, e que tem de-
belado a narchla em lodosos lugares que
aparecido. ...
O Sr. Figueira de Mello : Concordo in-
s assersOes, e sempre
O Sr Figueira de Mello : Mas nos nfio leiramenle com eslss assersOes, e sempre
35?2rS "DJa PrTDCiS' ,PLS i be .ora aWMB
OSr Florencio \ F.ntfio nfio sei que f- n.s margeos do Rio d.Pr.t.; ms.tambem
"JL r<<,""e' ^ reconheco que elle nfio lie o mais conve-
OSr'"nguira de Millo :~ EntSo .levemos nieoto para o servico de polici. ; em (un .
tropa de llnha 0S0 sibe f.zer esse servico,
e nem he a mis pa par. elle poique exi-
gem-se par. elle certas g.r.ntissque tro-
pa de linha nfio offerece. Parece-me que o
digno commaod.nte do corpo de polici que
est presente nfio admit'.e no corpo toda o
qualquer pessos, que se Ibo aprsenla pora
ser engrjada, sem quo primeir.menie co-
nhec;a su. mor.lid.de ; se he pessoa de
conli.nc e de boas inlencOes. .
O Sr. Florencio: E lem sido bem illudi-
do com os taes .(testados que ven) do
mallo... .
O Sr. P ven o contrario.... *
OSr. figueira de Mello : Atropa de li-
oha prest, semen como um. maquina,
presta-os dirigida e obrigada pela descipli-
ni rigorosa, a que esl sujeita, entretanto
que a forc. policial os presla com abo. von-
t.de, com a inlelligencla, e conhecimento
econscienci de seudever; presla servico
satisfazendo a condanc que ella inspira ou
queda lugaro eng-jmentoa quesesugai-
lam os individuos dessa. forc. _Portanlo
em iiunlia opiniSo a trop do linha nfio
substitue plenamente, de polici, porque
para a policia exigem-se as pessoas que
compoem esse corpo condicOcs que nfio to
,i;io na tropa de linha.
Sr. presidente, ainda farei uma obierva-
Cfio para mostrar, que uo devemos adoptar
a emmenda do nobre deput.do o SrOliveira,
e vem a ser que assembla provincial deve
na minh. opiuiSo dar .0 corpo policial a
organisacBo que elle julga conveniente ; en-
tretanto pela emenl. do nobre deput.do,
esta organis.cfio Oca devolvida ao presiden-
te da provincia.' Se nos temos conhecimen-
to das necessid.de da provincia; se nos
entendemos qu > o corpo de polici. so com
t.l ou tal organisacSo he que convem ; p.ra
quedeixara outrem o desempenho desle
nosso d,iver ? Esta queslfio lem sido estu-
d.daepode muilo bemsiraqui rosolvid.
por ms, sem grande inconveniente.
De mais a orgamsacSo que tom o corpo foi
dad. pe. jei de 1819, lempo em qui exis-
li. na provioci. o Sr, Tosa, em que tolos
tinli.mos muita coofianc, o so entila nos
nfio lhe demos autorisacadeorg.nisar a
forc policial, nao vejorasao gor, embo-
r. o aclual presidente nos merece tod. con-
fi.nC, para n3o urgauis.rmos o corpo.de
polica pela maneir. que julg.rmos conve-
niente aos iutnresses de nossa provincia o
despojar-nos dessa direito, ou dispensar-
nos dess. obrigacSo. .
O Sr. A. d'Oliveira : NSo he a primei-
ra vez que se faz isso..
O Sr. F9iMirn de Mello : Nao he a pri-
meir.vez!! bem; m.s em minh. frac o-
piniSo, eotendo, que he muito conveniente
que a assemnlea fc por si mesm. essa or-
ganisaco como entender certado.
Tenho ouvido fallar em economa dos
cofres pblicos; e na realidade he esse ar-
gumeulo importante para mim; todas as ve-
zes que sa trata de economa dos cofres p-
blicos, eu eslou sempro disposlo a anuir
ao voto d'aquelles que pretnndem r.ier es-
sas economas; m.s cntendo tambem que
quando se trata da seguranc publie o in-
dividual, o argumento da economa nao
pode ter valor algum ; e fjuo a economa
ufio pode ser admittida ou adopladi qattxao
val prriudicir ao servico mais importante
qual he o de conservr-so a seguranca pu-
blica e particular, e defonder a socied.de
contra os perturbadores do socego puDlico,
osassassinos, ele.
Se, poim, o Exm. presidente d. provin-
cia entender que a forca policial role cons-
tar de um numoro menor que de 600 pracas;
p.rece-me eutao que elle na de necesaria-
mente ielo pauiotismo que lhe reconheco
diminuir esla fo.c- Q" inconveniente,
pois, ha de dpix.r frc como esta actual-
mente dcxando ao presidento o direito do
diminuir?.....
O Sr. Paet Brrelo : lia tnt differenca
ns emendas que o nobre deputado quer
votar por uma e nSo pela outra.....
OSr Figueira de M1U0 -Eu j disse que
ma vez que o corpq de polici no he MI-
flcientemento substituido pela trop. de li-
nha ; um. vez que nfio vejo que a guarda
nacional pos vio, parece-meque se nfio deve dar seme-
lhanie reduccSo como os nobres deputado
n"rea. Se a gu.rd. n.cion.l estivesse
em bom est.do eu conviri. na reducefio,
mas nfio estando, f0rC he oopor-me ella,
ide. do nobre deput.do ser multo boa,
nao pera actualid.de, ser para o
anno qu.ndo tivermos a gu.rd. nacional
orB.nlS.da. qu.ndo mesmo aqu. es I ver m
m "talhoea d. linha, que o nobre dopula-
do appOa que virfio p.ra a provine. ; mas
cor. he premtur...... .
O Sr. Vaet Brrelo :-Mas a le he para
aer execuld em julho..... .
OSr-Figueira de Mello :-Eu nBo so. do
futuro, fallo da actu.lidade; nfio sel se a
gu.rda nacioo.l, nfio tendo sido O'ganis-
pa em anno e meio, se organis.r dentro
'l803Sr."erdV.wra.:-E 200 horneo. bSo
iln salvar a provincia?....
O Sr. Martins Pereira :-He o nobre depu-
lado s que ha do s.lv.r ....
OSr A. d'Oliveira :-Eu s no a posso
s.lv.r,' m.s .0 menos nSo fujo na ocesifio
do perigo, como Iguns filen......
O Sr. Figueira de Mello-.-Dmeoloi bo-
rnea nfio s.lv.m a provincia, mas podem
muito bem f.zer com que as utoridades
executem bem o seu dever. Duzenlosho-
roens porm podem f.zer com que o cri-
minosos se nfioes'.pem s pri.Oes, 1tom
que se m.nlenh. a segur.nc 'nd''J"1'6
iuleo que no nosso paiz a segur.oca indivi-
dua. Sa uma dea primeir.s necess.d.des
que temos, e que devemos gar,nt'r- .
Por consequencia entendo que nflo se po-
de adopt.r actu.lmente emend. do nobre
deputado, o Sr Auguto, aja ana se deve
adopt.r emend. do Sr. H.c.el Monteiro,
nuraue conseguo o mesmo hm que quel-
|e nio usando embar.cos a administra-
efio. Voto, pois, pela emeod. do Sr. Ma-
ciel MonUiro. ..
,0 Sr. aeWHonWrodalgumaieipIlea-
SOSr. rVorencoi~Sr. presidente, eu oSo
tencionava eotr.r ne.t questOo.porqueroaia
do que certo estou que asamblea provit -.
ci.l s lom odever di.fix.r. Mrc docorpode
Alicia eu me cont-M.r. em f.zer .penas
Lio coa. o meu voto silencioso; vot.v..
pois, por00, 500ou600prc., conformo
0>



'i
*
meconvenceaae, "t!Io nem ocoaulo en
votara roli emendas ou pelu proiecto, o d
IJmfaria oque entontl.sMi porque upP'>-
nho quo a easemblca provincial nao pode
fazer regularoentos para o eorpo do polica,
o nSo polo laier outraa mullas couiaa que
se tem feito, e rala om pratica faier nial
o Sr. deputado Figueira do Mello protocuu
a discusso. O nobra deputado rol lo in-
justo que eu nopudo deixarde immedia-
tamentn pedir a ,>lara para llie responder;
fol injusto quando disse que a guarda na-
cional nao est orgamaada, ese quena de
que a guarda nacional nSo presta stvicos.
Moenlenrto isto, Sr. presidente. Se o nu-
bre deputado dlsiessa que a guarda nacio-
nal estafa organisada, e que organista
03o prestava sorvicos, rasBoierla para quei-
jar-se j mas dizer que nSo sta organisada,
e que nSo presta sorvicos, e quelsar-se, lie
o que no acho justo.
O nobre doputado, lio dnputado geral,
vai para a corte, aecuso o ministro da jus-
lica por nao terorganisodo a guarda nacio-
nal na provincia de Pernambuco. Tortanto
nSo me pude convenoer seno que tal ac-
cuaacSo feta polo nobre deputado nflo era
senBo urna acensado gratuitai e aern funda-
mento ; ao menos, repito, nflo pude com-
urehendor a justtea della nao estar orga-
nisada, e nflo piestar servicos, accusmdo-a
por culpa quo ella nB tom, nem me parc-
co Justo, o culpado he aquella que a nao
organisa pra ella prestar servicos.....
O Sr. Figueira de Mella :Kaes o nobre
deputado a aecusocao a qiem quizar... .
OSr. Florencio : As assemblas provin-
ciaes nSo podem aecusar os ministros ; oas
ho certo que no posso coneebur qul o mo-
tivo por que nflo aaatouba organisado na
provincia de Pernambuco tendo-sa organi-
sado em outras provincias mais pequeas.
Eu nSo consenlirei que o nobre debutado
fallando da guarda nacional, diga que el'a
nunca preslou servidos, chamando em seu
spoio o Sr. delegado do Limoeiro, duendo
ao mesmo lempo que o corpo. do polica
prestou grandes servicos. Eu desejo ter to-
da a calma, o peco a V. ElC o obsequio de
chamar-me ordem, do mo fazer onler
nos limites da jirdem e da prudencia ; Das
eu nflo posso ouvir de bom grado qoe o Sr.
chefe de polica, que assistio a esses uni-
mos mnvimentis, diga qui na cusa ua pro-
senca de tantos individuos, edo um publi-
co que nos ouve que o corpo do polica
prestou valiosos seivicos, e quo guarda
Senhores, lo-
nas, mis tom genio muito mi tamben). 0
nobre deputado foi muito injuato com a
primeira linha, e eu eslava na rigorosi
olTigacfio de a defender, e apesar de nlo
querer entrar nesta discussAo en'endi que
nlo poda deixar pissir proposiedes que
me parecern) inexactas, o at oltensivas
Ago'a uire ao nobre deputado que seo
augmento da 100 pracas pode' influir na
Iranqoillidade publica, enlSo a provincia
est em paz. Se 300 pravas podem influir
na seguranza individual como o nobre de-
putado ac-ba de dizer, entao be cerlo que a
proVinciaesta em peifeita paz, cnlfio nSo
esta como o nobre deputado auppOetn que
ella est. Se o nobre de uta lo me aisavra
que 200 pracas s3) bastantes, ou ainda di-
go mais, sa 800 pravas sflo bstanles para es-
te servico, eu como membro de commissBo
dou-lliea miolia palavra que voto por 800
pravas ; mas veja bem o nobre deputado
que Main deduso um argumento e he que se
100 pravas sflo bastantes para conservar a
paz na provincia, enlSo ella esta no scu es-
tado normal; porque nSo sendo sssim,
nem que o corpo tivesse mil pracas, nfio
poda soccorrer as autboridades da provin-
cia porque a provincia he muito grande; is-
to para se fazer o servico como se deve fa-
zer, e nBo como se faz, que eu venho do
inau sitio para aqu, e nlo encontr urna
palrulha; para isto 100 pracas sflo bas-
tantes.
Tundo assim respondido ao nobre deputa-
do von por ultimo apresentar um fado
mais. Eu nBu quera entrar na discuseo,
mas tendo-o feito nSo devo recuar, o por
isso direi ludo qoe meaprouver.
O nobre deputado disse que os" soldados
de primeira hnba, eram icos de polica...
O Sr, Figueirade ,1/Vc-:-Nao disse tal...
Sr. Florencio :0 nobre deputado disse
e apello para a casa ; mas eu vou provar Sr.
presidente que so um soldado pode ser muito
mo, urna duzia, duas duziss, entretanto os-
la numero com ni .r lo a oulro muito maior
uilo pode fazer com quo se lance sobre o
todo urna lujuria t8o grande. Se isso fos-
seadmissivel, entfio dina eu que em vista
lo facto que vou apresenlar casa o corpo
ilo polica ja nBodevia existir, devia j, ej,
immediatameule por bem da humanidade
ser dissolvido. Eu peco a casa quo me l-
tenla bem : peco ao Sr. tachigrapho quo to-
me com todo o cuidado os minhas palavra*,
saeu quizesse tirar a conclusSu qua o Sr
sua compoiicBo nSo tinhaa mllhor gente,
*
llnlia alguna roa de polica, porque nena) tcncao da ordem, tanto em Pernambuco,
sempre aa autboridades puniam essoeros,
e tomavam o accordo dens sugeitar ao ser-
viga do exercilo ; e tanlo lato he verdade,
que pelas lnst'UCCO*sde 10 de junlio de 1822
se mandim reorutas o deiordeiros, os vi-
dios, os fiquas, e oatros que lees que (lo
reos de polica e oomo taes estflo sujeitos as
disposiQOos do nosso cdigo criminal. Po-
de alguem dnvidar deste facto, e demons-
trar que homens taes nSo merecen; a qua-
lifloacflo que Ihesdei ?
O Sr Crrela de Brllo :-l'ara so corrigirem
e lornaretn bons, como so tornam.
0 Sr. figueira de Mello : Mas, au pergun-
to, se porque parle desses homens, oo a
gran le maioria delles, em virlude da flgoro-
sa disciplina, a que ostSosugoilos felizmen-
te se corrgem dos seus vicios, aegue-se es-
tejm aptos para prestaron) os servidos de
polica ? Nao so pode nogar. que em qnan-
io seguranza individual s polica tem
prestado servicos ; quanto porm trsn-
quilidade publica e a defeza do imperio
contra os inimigos externos eu siu o pri-
meiro a conTessar, que s tropa de linha tem
prestado muito maiores, e quando eu falei
pola primeira vez ji disse que a tropa de
linha tinha prestado grandes servicos o que
acabava de coruar-s -i de gloria as margeos
do llio da Prata....
O Sr. floreado :--0 nobre deputado nBo
disse isto
O Sr. Figueira de Mello :. Eu dlne que a tro-
pa de linha linha prestado grandes servicos a
traoqullldade publica, e me lembro de ler dito,
que acabava de prestar esses servicos as mar-
gens do Rio d Prata ; dlsie-o estou certo, que
acabava de coroar-se de gloria na repblica O-
rleniale Argentina....
O Sr. florencio O nobre deputado tev ti n-
Icnjo de o dizer, nao o disse.
(Ha outroi apartes. }
O Sr. figueira de Mello : Esta he a mlalia
oppinilo ; a tropa de linha pela sua composico,
nao he a mais proprla para prestar servicos de
polica, e alem disso naolem a eacolhaque deve
(er a tropa de polica i para o servico a que he
destinada porcoosequencia, nem tropa de li-
nha, nem a guarda nacional podem servir para
prestar os servicos que presta a policia. Com
isto julgo ter eiplicado o meu pensainento e
mostra deputado quando me procura combaler, inver-
tendo as inlnbas proposiedes e desconhecendo
o verdadeiro pcnsaiuenlo, que ellas revela
vam.
O Sr. finio de Campos:Sr. presidente ; sem
clarado que votarla por essa emenda que alias, do provincial, Domlngoe Soriano Alves da
exercito, concorreram muito para a manu-
nacional nem um preslou
dos sabnm quo o corpo de policia estava
mal dividido pelas comarcas, quo eslava que o acto Irorruroso quo leve lugar tiesta
sem cartux:.me, sem inslruccOes, quo se capital, e que lodo o mundo sabe, de uip U-
< ._ .. ...... ... [ .. .. .... ...I.i.jii. lino utra. nd na in><"s_
Kiguoira, lirou da sua proposicBo, eu dira pirlicipar do calor de que parecein aaiinados
que o fui p i do polica devia ja o ji ser dis-
sulridu, por isso qua saiba o nobre doputa lo
ac'iavam os destacamentos setn sabor o qu>
llzessom, ninguem ignora isto, p que nao
pode deixar de revelar descuido da parle
'aquelles que linham resnela obrigaco
do dar inslruccOes aos oflieiscs parasuslen-
tarom o sen dever. Apparecia o povo umo-
Ilnado, commeltendo criuies, appellava-se
para o commandantn do doslacamanto, esle
n3o linha inslruccOes, nBo sabia o que h-
zesso ; por excepeflo um delegado ou outro
licou nos seus districlos, todos os msis fu-
giram.....
O Sr. figueira de Mello :He inexacto.....
O Sr. Florencio : Eu vou mostrar quo
nao he..... Eu nBo quero entrar em indivi-
dualidades, so o quizesse fazer citara os
nomes dos que fogiram para a cnliido.....
OSr. Figueirade Mello :Ha inexacto
ro dado no tribunal dos jurados, na occa
siBoomquo se aecusava uoi responsavel,
foi dado por um soldado de polica cliama-
du Manoel Comes que eslava de sentinella
os lllustres oradores que me precederam, por-
que emendo que nunca precisamos de lana
calma, como quando deliberamos sobre cou-
aas de seria Importancia, eu farei por cnbir
casa do modo o mais franco e singelo as raides
que fundamentan) o meu voto na questao vei-
tcnle.
Continuo, senhor presidente, a reconhecera
necessidade de ser consequenie comigo incs-
napoitado tribunal. Perguntem isto aosjmo, com os principios urna vez adopiadose
Srs. Manoel Jos da Costa, o Antonio Jos emitlidoa por inim : continuo a estar conven-
C.omes do Curreio, ellas que cnnlem o facto, I cido^dc fqueo adiamenio do projecto em dis-
e vejam genSo he verda le. Ora isto se po-
des? sor prova contra o corpo todo, pare
co-me que n3o era pequea, insg nao pode
ser : com ludo repito foi um soldado de po-
licia chamado Manoel Gomes, soldado que
na guerra de l'anellas ora muilo vleme,
muito destemido, que nunca fugio ; fugio
com ludo depois de dar o tiro, fugio repito,
quando antes em crises arriscadas nunca o
lluvia feito, fugio enlBo de puvo desarma-
do; liro mandado dar pela genio daquelle
OSr Florencio :-Oh Senhor !! pois nos! P"do, mas quedepois me allribuiram ou
n3o os vimos aqui ? n3o soubemos que elles Ia alguem, que mo perlencia.
n3o csliveram nos seus poslos? NBo s-.be- Poderla citar anda outros tactos, (mas
cusso fol motivado sobre o Interesse de ou-
vir-se a opinio dj nobre presidente da pro
vincia acerca da rlxacao da forca policial ; <
como quer que j se livesse realisado essa cuo-
dicclo, conforme acaba de declarar-nos o nosso
Ilustre collega, o Sr. Paes Brrelo, em cujas
palavras muito conflo, estou consegulrrtcmcn-
te disposto a votar pela emenda do Sr. deputa-
do Augusto de Ollveira, visto achar-se nella
consagrada > ideia do Eno. presidente ; e eu
j em ouir.i pecisio disse que neste negocio
me au apartara da opiniao de S. Etc., nao sd
porque apellou-se para ella no adlainenlo da
discusso do projecto, como porque estou in-
teiramente convencido de que o Sr. Ribelro
comprehender inelhor a situacao da provln-
como em outras provincial do imperio; mas
todava enioudo, qusolllustre deputado a
3uem me retiro foi um pouco injusto, fiaon-
oalgumas proporcOes tendentes a tirar o
lustra do nosso exercito quando elle acaba
de praticar 18o valiosos servicos, como nos
lodos sabemos, e como o nobre deputado
reconheceu. Portento, Sr. presidente, eu
nBo aceito a discussfio neste terreno, e oc
cuparei por muito poucos momentos a al-
tencSo; pois quero apaas responder urna
propoaCflo que fui feta pelo mesmo nobre
deputado.
O nobre deputa lo Sr. presidenta ao pssso
que quer votar pela emenda proposta pelo
Sr. Maciol Montea^) que julga igual i mi-
nha, nSo quer volar pela minlia, sem com
tudo mostrar dar os motivos que o levam a
esta peferencia. Eu julgo qua a minha
emenda ho proferivol, por isso que a exe-
nucSoda le, tal qual ho proposta pelo Sr.
Maciel Monteirp traz alguns inconvenientes
pare a presidencia porsso que todas as
vezesquese reduz o pessoal de urna r.i-
pirticBo ; uu de um corpo, essa reduceflo
he odiosa, incontra alguns embarscos, urna
vez que essa roJuccBo nBo seja decretada
por le. Sr. presidente, entendo quequal-
quer que seja o estado da provincia 200 ho-
mens nflo sflo s u Ilicin tes para manter a or-
dem publica, caso ella seja perturbada; no
entretanto quando eu dei esto aparte ao
nobre deputado que reforja esta crcums-
taocia, um outro Sr. deputado que se senla
defroote de mim (o Sr. Martina Pereira) dis-
se om aparto que la I voz eu podesse sosinho
manter a ordem cem a minba pessoa. Eu
bom cihiIicc), que por mais elevada qua so-
ja a posicBo de um homem, nunca elle pode
sopor si manler a ordem publica, quanto
inais eu que tenho conscicnciademinhi in-
sullicieocta e insignificancia (nflo apoiado);
pur ii repetindoa mesma resposta queji
dei i provoclo que se dignou dirigr-mo o
nobre deputao, eu ainda direi>que ao me-
nos posso aliancar a casa que nunca rug, e
que em certo da bem aziago como fusta o
da 3 de favereiro de 18(9, nBo abandonei o
meu posto, e antes acceitando com resg-
nseflo aquello que o acaso me dastinou, ti-
fa a gloria de haver pausado por os mesmos
perigos, que os meus companheiros d'ar-
mas do extiocto corpo de voluntarios, e
quando nao pralicassa actos de volar e he-
rosmo, ao manos nflo me portei com cobar
da como apello para lodos que mo conde-
cen) (apoiado ).
Acuando-sea casa ji canea la e solTroga
por terminar esla discusso, concluo decla-
rando que voto pela minha emenda substi-
tutiva.
O Sr. Josc'Pcdro i Faz algumas consldera-
Sdes geraes, e prouuacli-se pela emenda do Sr.
laciel Mouleiro.
O Sr. Pae Brrelo: Sr. presidente, preten-
do dizer multo poucas palavras a reapeito da
materia que se discute, nao so porque a casa se
inostra fatigada, mas ainda porque observo que
os nobres deputados jase acham esclarecidos c
com a sua consciencia formada a respeito da
quealio; no enlamo permittarn-me Vinca, e a
cmara que cu faca algumas ligeiras observa-
res, aa quae nao tem outro fim seno justifi-
car o voto que pretendo dar em favor do pro-
jecto que manda reduzir o corpo de policia a
400 pracas; e prlnciplarcl respondendu a urna
observacao que foi apresenlada pelo honrado
membro, que he chafe de pulida desta provin-
cia. Disse elle que nao sendo o estado da pro-
vincia satisfactorio actualmente no que diz res-
peito tranquillidade publica, procederamos
imprudentemente diminuindo em taes cir-
cunstancias a lu e i policial. Seguramente nao
polo projecto substitutivo.
OSr. Figueira de Mello:Sr. presidonto, ra mesmo sou informado de que uouve o i\
eu mo levanto, nflo para sustentar o pro- 'luc *cia la P,ra Taquarltlnga, onde bouve-
jcclo do Sr. cunsellioiro Maciel Montoiro, "'" !"'" ',or cc,,si'1 .de, co"n'"^ 'n''e
porque me parece que as rasOes que eu apr "'^f^ndo" a'^r'nejre.^rd'e
aniel iiBoforarn de maneira algunia com- n,erm.lencia, parece que acnao deveria-dimi-
balidas pelo nobre deputado, que acabada nuir a forja policial; mas como nisso concor-
fallar, eque ello apunas tratou do invest- damas primeiras autoridades, cuja opiniao he
gara verdado de certas proposicOes quo cu alias mu louvavcl pelo que enterra de eeono-
omillo na casa o qua elle ontondeu muilo mica, poupando ao ihesouro publico urna por-
uiversamenteda maneira pela qual era mi- v*o de contos de res que deven ser applieados
nli inloncau aprsenla-las, e mesmo d'a- a5 ol,,r" Pbllca. muito n>r_,nc,Pa''ne"f|l,"'
que.jaque exprimiam min ,as_pa,avr.s. Eu -g-Jj, To^e^L^^Z t?Z
Irada gcral, deram urna voita manr po'o dis-e que a guarda nacional nao eslava or- lacs consideraedes, em votar pela reduccio do
susto Jo quo ostavam possuidos ( hilaridstlo I Kanisada ; sem duvida a guarda nacional corpo de policia, quem nesta occasiao uiu-
gCra|), ida provincia nflo esta orgauisida ; he um toas devidos elogios pelos bons servicoique
OSr.' FirmiHO de Mello :A provincia est 'acto quo todos recoiihecem, e quo eviden- ha prestado causa publica,
cm paz? I lmente demonstra quo nos nflo podemos E que Importa, senhor presidente, que seja
OSr. Vlorencio : No entro nisso; nflo '-untar com a guarda nacional ; quo ella nflo elle reduzido, se o nobre administrador
venho aqui com intencOcs nom de nccusar
delia ao governo o arbitrio para diminuir*
forca policial ae aaslin ojulgar conveniente,
dlsse-nos que no seu eulender e turca ilc (00
pracas era Indlipensavel, nio para manler a se-
guran publica, mas para o servico ordinario
da policia. Se o nobre deputado entende qua
b'Oo pracas afio IndlJpeniavels para o servico da
policia, e que so o corpo policial pode bem des-
empenhar ease servico, eolio est n* rigorosa
obrlgacode votar contra a emenda do Sr. Ma-
ciel Montriro.
sjenhores, a provincia de Pernambuco ex-
tensa como fie, nao ae polica satisfatorlamen-
te com lino homens, mesmo uina lu v de mil
pracas nao desempenharia cabalmente todas
as uecessidados desee servico, e a prova est
em que apetar do corpo dfe policia compor-se rcm sido contados
de 6U0 pracas c acharem-se espalhadas pelas
dlerentcs comarcas, todava um grande nu-
mero de destacamentos couipde-se de tropa de
llnlia. Nao he porque o numero de i ion pracas
seja desnecessarlo que eu desejo reduii-lo ,-
mas visto qu^ o governo se encarrega de fszer
com a iropa de linha parle desse servico, acei-
temos reconbecidos lio rantajosa conccsso,
c applirfuetnos para as obras publicas o que
cconoinlsarmos nesta verba de despeza.
Mas disem os honrados, uiembros que aa
emendas contem a mesma providencia, e que
he i mi i ili-renie votar por uina ou por outra. Se-
nhores, os esforcus que os nobres deputados
leem empregado para combater uina, e susten-
tar outra moslrain da maneira a mala clara,
Sue ba entre ellas grande diQ'erenca. Julgo
esneccasario asslgnalar os pontos em que el-
las deQerem essencialmente, porque be Isso de
primeira inlencao, e est ao alcance de todas ;
mas se estou em eiro, e se coin efleito nenbu-
ina ditfereoca lia entre essaa emendas, aendo
indilterente volar por ama por outra, peco
aos nobres deputados que votem pela emenda
do Sr. A. de Ol.veira. Sendo isso uina cousa in-
diflerente espero que os nobres depulados nao
ae recusarao ao meu pedido.
(J nobre deputado que acaba de aenlar-se,
dlsse-noe que prefera a emenda do Sr. Maciel
Mootelro, porque a outra traaia o Inconvenien-
te de obrlgar o presidente a reduiir iminedia-
lamente o corpo de policia, vindo talvez a acn*
tecer queae porqualquer circumstancla fdr
necesstrio elevar a forca nao se possa conse-
gui-ln com facilidade. Eu j demonstrei que o
presidente uo he obrigado necessariaineote a
reduzir a forfa policial ; que alm disso o pro-
jecto sd lera de ser executadu d'aqui a A me-
zes, lempo em que proravelmente o estado de
agilaco em queseachaa provincia lera de-
aapparecldo, aendo que se as circuinslancias
forem as mesinas he permittido a? goveroo
manler a forja no p cm que se acha. Nao ve-
jo para que lecha milita, forja a rasao apresen
tada pelo honrado membro. Agora quanto ao
destino dos fundos eu direi que a pasear o pro-
jecto pelo qual me pronuncio, pederamos
abrir um crdito ao governo, para que no caso
de necessidade manteaba o corpo...
O Sr, barros Falco : Fica empatada essa
somma.
O Sr. Paes Barrero : Nao tenho esse recelo j
2n iiula o sano passado abrimos um crdito de
i contos ao' governo para a organisaco de
urna companhia que ae encarregasse do for-
necimenlo da carne, por um ceno prejo,
populaco desta cidade, nao flcou por isso es-
sa quanlia empatada...
O Sr. Jos Pedro:Ai circumstancias nao
sao as mesillas, o contrato despensou a soinma.
OSr. Paes Uarrelo :Pode ser lainbem, e eu
espero, que as circuinslaucias da provincia se
torncm tao favjraveis, que o governo a dispen-
se igualmente neste caso.
Sr. presidente, nao quero demorar por mais
tempo a discusso ; lembrarei cm conclueo,
que quando se discutio aqui o projecto que
manda acabar com o conselho de salubridade
publica, se disse como um grande-argumento
em favor do mesmo projecto, que uina ves que
o governo geral se encarregava de crear nesta
provincia urna cominisso de hfgicne, que
substitua cumplen mente o conselho seria mui-
to extraordinario que nos continuasseinos a
despender a somma de 7 contos de rls com o
mesmo conselho. Agora digo cu do mesmo
nodo ; visto que o governo se encarrega de
ter aqui a forja oecessaria para manter a tran-
quillidade publica, c satisfazer as necessi lados
do servijo que era feito por uina parte do cor-
Silva, no'qual pede a esla assembla augmen-
to de ordenado; considerando que esle hera
o ordenado anlea do aupplieante oceupar o -
lugar, e que aem embargo disto elle o acei-
tou ; considerando alada, que nio se compor-
ta com o estado doa cofres provinclaea qual-
quer augmento de dlapesa coin o pessoal daa
repartljoea : de parecer que arja iodifirlda
a prctenjiio da aupplieante. Sala das eom-
inijM.es da assembla legislativa proviajial de
Pen-imbuco |7 de marjo de 1852: -tarros
litirtio- Carneiro Monltiro.
A coiriinlisio de consliluljlo e poderes,
leudo examinado a pelljao do deulor Lou-
renjo Avelino de Albuquerque e Mello, em
que ae quelxa esta assembia de Ihe nao te-j,
rcm sido contados 40 votos na appurajo ge-
ral dos ineinbros da assembla provincial, pe-
la cmara municipal doste cidade, pedindo ao
mesmo lempo, que t reforme nesta parle a
appurajo, aliin de aer o requerente colloca-
do no lugar, que Ihe competir; e julgando a
cmara, que para bem se considerar eala re-
clamajo he preciso, que a referida cmara
apuradora seja ouvida, he de parecer, que
peioa meios competentes ae Ihe remeta ape-
tijo e documentos, para com urgencia res-
ponder, tranaiultindo oa eaclareclmanlos e in-
fonnajdes, que jueliflquem o seu proceda,
ment. Sola daa commissdes, 16 da marco
de 185'.. .Wurief Mouttiro-FtrrtirdiAaui-
Nflo fez nada, cacho mesmo que o nflo
pndia fazer, csti lio a vcrdniie, c me pare
co que oslo fallando a verdade, que nio
digo senfloo que se passou. Digo quo po
licia ainda quando quNesso nao podia ciim-
pnr os seus deveres, no linha inslruccOes,
duvidava a cada momento, nao sabia u que
li.e-so. O nohre dcpulido logo quando
claftlflcou csso servico da maneira por quo
o fez, loi injusto. A policia nflo fez n-di,
os riestacamenlos Urgar^m o armamento
o correram ( hillarid^de geral) e foram por
Santo AntBo, com mo lo do vircm pola es
blenlos de perturbar o repouso publico. Ago- 1<" te pocha lenlia desapparecido ene po de policia, ser cousa mullo extraordinaria
ra mesmo sou informado de que nouve o quer eslado pouco satUfaciorloein que nos acbamos, !uc nos queramos continuar a gravar os co-
0 que nao sera difncil ao governo obter coin os '"** provlncia.ea em un -
lmmensoa recursos de que pdde actualmente ( Apoiados.)
dispor, nao me parece de grande peso o argu- : O Sr. Florencio: Sr. presidente, cu apenas
meulo do nobre deputado : alm de que, se.no '".e lesanto para combater uina doulrina, que
lempo da execujo da le entender o presiden-
te da provincia, que o servijo publico nao per-
mute que ae faja a reduejao projeclada, elle a
nao far. A emenda que mandei mesa e que
lem de entrar ein discusso opporlunamente,
previne peritamente esla objeejao, pois que
nao me parece laioavel, apresenlada pelo no-
bre deputado o Sr. Jos -Pedro.
O Sr. deputado disse que havla em.barajo
pondo-sc cm pratica.a emenda do Sr. Augus-
to ; porque o presidente liavla-xte sever all-
to tendo que despedir 200 lle)Tnens. s vuii
o Sr. VicUir, nem do o ologi-r, hoi do fazer
jusiie.-i; estou muilo prompto a di/.or quo,
oquooSr. Vctor foz do bom lio bom, c <
quo foz de mi lio mo; so liomoan de
Dos e do mim.
O nobre deputado foi muito injusto quan-
do assim tratou a guurda nacional do innii
til. A guan nacin)I lio uina coro ira^flo
distincta, porque o nobre deputado sabe
que todo o culailao hguarda nacional nu
o (leve ser; pode estar as ozcepcOes, mas
ainda assim a regra lie que todo o cidadBo
he guarda nacional, lio a huva da nafflo ;
nflo devia, pois, desacredita-la. Tamhcm
foi injusto quando disso que a guarda na-
cional destacada nflo prestava servicos, ou
nflo inspirava condanca as autoridades po
liciaes.....
OSr. Pereira de Corvalho :Quom defen-
dou Muribca foi a guarda n 01 mil.....
Sr. Vlorencio:0 nohro deputed 1iquan
do assim se expressou irrogou urna injuria
agu-rdi nacionol; o cu puderia di/cr qua
as autoridades po ici es lie que uo teom,
ou nomerecem aconfime publica, p ido-
ria dizer isso, mus nflo s iu capaz de o di-
zer; digo apenas ao nobre deputado quo a
guarda nacional, como eu sou.Icstomunlx
de vista, muitas voies se lem prestado com
honra, se tom batido com valor, he fOrca
que nunca tem fgido do combato, o para
prova ubi esta o Cstuci; o quo prova sem
duvida que a guarda n-ciim.l nSo lio ma
como se quiz fazer. crer, o so olla mi presta
mais servicos aecuse o ministro dajusti.a
porque a nao deixa prestar mais, organisan-
do-a devidamonte.
Disso o nobre il-pnl ln quo a tropa de
linha era composta do reos de policia. Eu
declaro a V Exc. o a c si que, so aciso a
primeira linha he emposta de reos do po-
lica, se reos sBo aquel es que teein acom-
p.nhado e defendido sempre o cstandirto
braeileiro, digo que esti expresslo tem
urna signiflcicflo dllrenle d'aquella que o
nobre deput'du Ihe da.
Sr. presidente, as crises por quo tem p>s-
sido Pernambuco aiiesl.m quo essa forca
tom tido sempre muila coragom, muito va-
lur, muito amor i ordem, tem foito toda a
casta de S'Crilicios. O nobre deput xlo nflo
estava aqui, nflo'foi testemunha oceular de
ludo isto? De msis nflo se podo negar que
esaut iridades policiaes nflo querem sonflo
servir com pnmoira linha ; he perigosn ser-
inos francos, todas as autoridades querem
sor ajudadas por frce. de linha, nao que-
rem policii Unotire deput .do disse que
atropa do linha he Composta de reos d~
policia; mas o que so pdera diier do cor-
pudo prestar S authori ladcs o apoio (le que Pvineia aouber. como espero, onqnlslir as
necessilatn ,,0 dosempenho de seus devoras: y^g To^ZT^e n
ora, se esle facto existo edmo Deque o 110- ,iluit.ae, .rri5C,dos bao secundado com toda
ureileputadu diz, quo cu dovo fazer essas a rflicaciaos esforjoado governo do paii no
accusacOescomo deputado g-ral aoSr. mi- rcsiabelecimcnln da ordem, tao profunda-
tiislro da jusliQa p mas, eu nflo trato de ac- mente gitada ? Senhores '. sempre que ogo-
CUearjO Sr. minislru da Justina, nem ao verno souber ldentificar-se com os grandes
presdeme actual, nem a seu antecessor; Inlcreaeea da socledade ;aempre que souber
digo que este faci da desorganizo da P" cWd Jf 22.difffJ3ltn e
guarda n.0ion.l. ho bastante ?ar oliv.r 7~^'*3tt2SE2S&
o meu voto.. Como ja disse e agora* o re- Dem .rtencioo.dos, hade ler sustentculos iue
pilirei.eu nflo venho aqu aecusar nem o!0 escudem contra os ataques de anarebia
ministro, nom o ex-presidente que deixou ( apoiados) ; ludo mais sao teoras desconhe-
a provincia ; mas quando chogar a occasiflo 1 cidas no rgimen constitucional, c diladas por
leo fazer, espero fazer essas accusac<3ag uina poltica dacanha, linprevldente e sem ilg
com a franqueza que me caracterisa. (Apoia
dos,) Diz o nobra deputado, que seuflo
oxiste guarda nacional, oxistetn paisa-
us /....
O Sr. Florencio : Eu nflo disse paisanos.
O Sr. Figueira de Mello : O nobre deputa-
do disso, que senflo 0-1 iva eii execussSo a
loi, existiam paisanos, ou quo lo lo o cida-
1.1 -i oi-.i guarda nacional ; mas parece-me
indubilavol que exislindo aquella escala
de autboridades que so exigen na guarda
nacional, aquella jerarchia, ordem e discipli-
na, que exige a orgeniaacflo da urna lal
forca, esses cidadSos nflo so importsrSo com
as requisir;Oos das aulhuridades policiaes ;
nflo preslam aquellos servicos que I lies sflo
exigidos; e do faci os cidadaos cuja con-
ducta como guardas nacionaes nflo he fls-
clisadopor seus respectivos superiores nflo
se importan) com as autboridades policiaes;
como deixando de ler a guarda nacional no-
cossaria organisacBo, podoremos nos con-
tar, quo ella preste auxilio algum as autho-
ri la les? Ora esle facto he justamente o
nirieajo moral ( apoiados ^: mes tanta confi
anja deposito na Illustrajao e elevado crite-
rio do Sr. Rlbelro, que desde j Ihe prognos-
lico um futuro .le gloria sua administrajo...
Alguns Srs. Depulados : todos nos fa temos es-
ses votos.
O Se. Pinto de Campos '.Isto poalo, Sr. presi-
dente,repito oque j disse; vol pela emendado
Sr. Ollveira, e nao se presuma que Isto he ni
vontade minha para com anuelles qne na Irsse
das Escripiuras guardam a cidade e velam quaedo
nos dormimos : nao, ji rend oa devidos elogios
ao corpo de policia.
Nao concluirei, senhor presidente, aem fa-
zer alguns breves reparos sobre certas propo-
sijoes que ha pouco foram emettfdas pelo uieu
nobre amigo, o Sr. Figueira de Mello, re di-
vamente ao juizo pouco fivoravel, que parece
fater da moralldade da tropa de primeira li-
nha,..,.
O r, Figueira de Mello :Nao ba tal; j me
explique! de modo muito lisonjeiro tropa de
linha.
O Orador : Eslimo mullo que o illuitre
meubro hnuvesse dlslruido a i upressau que
poderiam causar as suas cipressOes...
O Sr. Figueira de Mello : Ninguem aprecia
em virlude da autorlaaco nella cuntida, pode responder aislo. Emendo cjue esta razBo nao
o governo se assim julgar conveniente ao ser- pode prevalecer; eu nao sou dos mais habili-
vijo publico, conservar o corpo de policia no lados para fallar nesias questoes, inas laiubeiii
p em que se acha; no enlanto como as cir-! nao sudos menos habilitado), tjkt carpo de
cjinstanclas da provincia podem mudar al ju-| teOprajas nao pode deixar de, no espajo de
Iho, e lie mesmo muito provavel que mudein,' qualro mezes, Ier8oou 100 homens que teuham
iienhun inconveniente ha emque decretemos acabado seu lempo, e ho de apparecer outros
urna reduejao que o governo nao se oppoe, e que quelram retirar-se uina vez que Ihe seja
que a nada menos importa do que a urna eco- 'sa0 peruiluido.
nomia para os cofres provinciaea de perto de 'l Eu nao posso allsiifar o verdadeiro numero,
-i" contos. I mas liOO pracas em qualro mezes nao podem ter
Nem se diga que coin a emenda oflerecida menos de 100 individuos que eslejam promptos
pelo honrado membro que se senla deste lado a receber as suas baixas no momento em que
(o Sr. Maciel Honielro) se consegue o mesmo ,e 'bea quelram dar; esses homens nao lcain
resultado, visto que por essa emenda se d ao sem pao, vo para as obras publicas ganhar
governo a faculdade de diminuir a forja poli- mais dinheiro lendo menos servijo, e nao ten-
dal. Senhores, se nos cusamos tanto prall- 'do tao grande disciplina. Isto quanlo a primei-
car certos actos quando elles vio de algum mo- raparte. Quanlo a segunda pane, disse o no-
que tnni succedido, o se ou podesse Irazor mala do que eu os servijos da tropa de lluii 1
para aqui luda a correspondencia o(nV|, desejo q.ic se me emenda bom.
mostrara ao nobre depulado. que elle lio Oradori-K.aeoii o prnueiroa fazer jusilja
que se .cha om erro, oque pelo" contrario ^S:^^
ou falo firmado na experiencia. Disse O no- deseonhecesse os i.nporlanliHimos servijos
bro depilado, que eu doclarava, que o cor- do exercito braeileiro ( apoiados); sua lealda-
po de polica pesli'a gran les serviros n'as- de e dedicajo >o Ibrono e ordem sao ioapre-
(es ltimos acontecimentosdados na provin- ciaveis. Eu live de conhecer estas verdades naa
Ca; nflo disse tal.... lulas passadas; porque andel aempre em con-
fi Sr. Florencio :Oh gente ao, coln a ,rPa de ''"ha, cuja bravura no
OSr Fiaueira de Mello- I)ia.a* innnae campo da balalhano erasuperior i roorallda-
naohavia tropa de linhi, e que donarnos iPgUiate he for9a reconhecer que o erelio
oaoserva o corpo de polica com a foreja ac- brasilelro he uina Jai grandes eolumoaa do
111 I, para que com ello mais se pudesse gi- nosso edificio social ( apofadot geraes.)
raotir a seguranza individual na provincia; O Sr Augusto de Olivara : Se. prosiijcn-
uma cousa he seguranza individual e uulra te. eu lamento que a discusso tenha che-
he tranquilidatl4 publica; cu nSo puz o cor- gauo ao ponto de excilaroeoto a que lem
po de iiolicia oessas alturas. do; n9o deiej^ria mesmo que ella fosse le-
OSr. Florencio .*-Mo Ozesse compara- vala para o terreno mais prejudicial a que
cOrs odiosas; fui ao que eu respond. foi arrastrada pelo nobra deputado que oe as-
J OSr. Ftguerade Mtf//o:Nflo foi compa- senta aqu em frente; (o Sr. Figueira de
pode policia? Na tropa de linha ple ha-lracoeaolioaas : tambero o nobre deputado Millo) nflo eotrare pois em couparagOes
ver dessi gnte mi, porm oreguUmenlojdisse que eu havia declralo que a tropa algumas. nam procurare! confrontar os ser-
a torna boa; mas o corpo de polica, ao de linha oracjmpost ds ros de polica; vqos do corpo da polica. conos da guarda
passo que no pjsso negar qoe tem offlci'esJeu nflo disse isto.... nacional, nem os deste com a tropa de li-
muito distinctos, exceptes muito lionro-j O Sr. Florencio :- Disse, disse. nlu entendo que a g-atidao nos leva a
do ferir e mole>car ioteresaei |iessuaes, e se
apezar de sermos 36 deputados pelos quaes tem
de se repartir a responsablldade desses actos
e a odlosldade que dellps resulta, nem sempre
temos bastante infles ibllldide para vencer es-
ses embarazos. Para que havemos de delsar ao
presidente tuda a odlosldade....
( ni Sr. Deputado:--ISio ha odlosldade ne-
nhiuna.
O Sr. Paes Barreo: Ja que o nobre deputa-
do se esprime por esta forma, eu devo dizer
que....
Um Sr. Deputado:O presidente cumpre
com o seu dever.
OSr. Paes Horre/o .-Demos o eicmplo cum-
prindo coin o uosso.,*
O Sr. Figueira de Mello: -- Eu nao atiendo
para a odlosldade que pode resultar, atiendo
para o interesse da provincia.
0 Sr. Cortea da tritlo: Tanto quanto os
oulros.
OSr. Paes llar reta; ~-> Senhores, parece-me
que nao sou daquelles que mais st atemorlsam
ante os inleresses ladlvlduaes, quando nao se
acbain elles de accordo cap oioteresse publi-
cjj c no enlanto sinto dlftculoTde*, c preciso
muitas vezes romper por considerares, alias
respcltaveis, quando tenho de pronunciar aqu
um voto que*Val ferir a interesses de um ou
outro individu
Respondendoaos honrados membros qucal-
firmain oo haver odlosldade na exevucn da
hre depulado, que dando-se licenca a essa gen-
te, ou sendo despedida, sendo depois alteraba
a tranquillidade publica, com fuclidade nao
se acharia pessoas moralisadas para preencher
ou augmentar o corpo de policia. Oh! Srs..'!
Pois he possivel que na capital e seus subur-
bios nao se acbeiu '100 homens moralisados pa-
ra servir no corpo de polica ? Se nao he possi-
vel escreva-se para a Haliia, que tem gente
bastante para tudo isso. ( Hitadas geraes na .u-
ta e nat gateras.)
O Sr. Jos Pedro d algumas ciplica^des.
OSr. florencto: Sr. presidente, cu respei-
to multo as iutenfdes de lod >s os Srs. que es-
tilo oa sala ; i.i.iu he minha intencao, nem nun-
ca foi o'eode-los. Supponho muito bellas as
Inten^esdos Srs. Figueira de.Mello e J.os Pe-
dio; luge fio podia ter sysiema nem tctica
deXiaverter as suasproposices, como o nobre
deputado ( o Sr. Jos Pedro ) quiz dizer que eu
laiia. Ru nao sou obfigado a combaler inteo-ljiiaudados imprimir e eguiules projeoos*
cdM, evo taceber as palavras e avalia-U
mo ellas sao. Eu nao dase que o nobre depu-
la lo iiissera que o povo eslavadesinnralisado ;
nao disse siq^muc eudbac foi-afliie o nobre
deputado nf^arsrque din dos sj|pbn ven lentes
que havlaosproenda do Sr. Auguai,. i-r.i aiu--
rar-se de momento a tranquillid.ad publica;
ser preciso cbamarem-se Par* fli<3Bk ">ais
200 homens, e haver nisso ilifflaafldMe. Fofo
que repel do que disse o nobre dpuLadu ; di-
fculdade em achar 200 homens coin a uiora-
lldade precisa para seren sold*tjos d-e policia.
.--------- im,mi- >it>wa lasan j-kiii auiui
5S?! V!^Stt2!r%2Z& U^Uo^eiare^y,^ niu^facl. ar,,r
caslellos c combale-los; accrcsceniei, f visto
dade de diminuir a forca policial, observarei
que o proprio autor daemenda apresentando-a
como que procuiou |ustillca-la, allegando que
o projecto substitutivo traria a odlosldade que
result-i de se tirar o pao a 100 cidadaos....
OSi. Barros Falcaa': He um pouco Impo-
ltica a medida, mas nao traz odiosdade ne-
it.i.iii i.
OSr. Vaes Brrelo: Tras, arfamos francos,
digamos oque sentimos. Entendo, porin, que
O Sr. Figueirade Mello: Ped a palavra,
alim de remeiier. a mesa um requerlmento de
alguns proprletarlos mocadores no segundo
dlstriclo da Iregueiia de S. Lourenco, chama-
do outrra distrito da Luz, em que pedem a
esta assembla haja de crear nesse lugar urna
fregupzia com a denomlnacSo de reguezla da
Lut...
O Sr Pinto de Campo : Entao he restau-
rar.
OSr. Figusira de Mello : Nao he justamen-
te restaurar, por que una parte da anllga fre-
gueiia da Luz est anea a Gloria e alies nao
pedem, que essa parte seja restituida, que he
o que eu entendo restaurar; o que se pede
he a creaco de urna freguezia nova. Eu re-
queiro, que esse requerlmento va acommtssao
coiiipelente para ella dar sobre elle o seu pa-
re, ei e se ouca o Exm. Uispo diocesano.
He lulo e mandado coininlssfio de extalli-
tlca o requerlmento a.que se refere o&'r. ri-
gueira de Mello.
OSr. uedes de AM/o Sr. presidente,
poneos das a casa approvou um requerlmen-
to que tlvea honra de o'erecer sua oousl-
deraco, em que pedia certas lnforniaces
acerca da divida do exnspeclor da thesouraria
Juau Uaptisla Pereira Lobo; essas intu macoca,
ainda nao vieram, mas eu me dispenso dellas,
porque se acha presente o Ilustre juis dos fel-
tos da fazenda e he dispensavet vjr urna Infor-
iii i;.i- olUcial, quando a casa pode da mes-
ma maneira ser salisfeila, e como as informa-
edes que ped osseiu para avista dellas apie-
sentar meu projecto, eu o mando mesa e II-
mito-me a isto esperando pela discusso.
He lido, julgado objecio de clibcracao o
seguinte projecto:
A asseiubUa legislativa provincial de Per-
nambuco resoive :
Art. i. As elecuedespara cobranza da divida
activa da fazenda provincial scru reguladas
pela lein. *-il de 2o de uoveinbro de 1841, e
pelas ordens e iusiruccoea espedidas ein virtu-
de da mesma le parecobraoca da divida activa
da fazenda nacional.
Art, *2. As execucoes ora pendentes conti-
nuaro a reger-se pela legUlacio adoptada
quando citas coinecaram.
Art. 3. Ficao revogadas todas as dlsposlcdes
em contrario.
Paco da assembla provincial de Pernam-
buco i7 demarco de js..-.!.
UmbeUno uedes de Mello.
O Sr. Uch* Cavilcanti: Sr. presidente,
aa informaedes pedidas pelo nobre deputado
ja foram remettidas por intermedio do procu-
rador liscal, e nao sel qual a causa de nao te-
rem anda ebegado a esla casa: com ludo ein
qualquer occasiao, que o nobre deputado quel-
ra, estou prompto a prestar todas, e quaesquer
que forem necessarias, relativamente ao Juizo
dos feltos.
O Sr uedes de Mello: Hasta quando se
diaculir o projecto
O Sr. L'rha Cavalcanli; Pois rezervar-mc-
i' i para casa discusso.
lie Igualmente julgado objecto de delibera-
cao e mandado Imprimir, o segulnte projecto.
A assembla legislativa provincial de Per-
nambuco decreta :
Art. 1, Fica creada nesta capital urna biblio-
theca publica, annexa ao lyceu.
Art. i- Para esle fin tica o presidente da
provincia ameritado a empregar a quanlia
de 4;0l>0,)00o res para compra de livros, e
assinatura das mais acreditadas revistas eslran<
geiras,
Art. 3. Ser incorporada bibllotheca a 11-
vr ni i eaisteute oo llceu.
Art. 4. O corpo legislativo provincial mar-
car annualmentc urna quota para a acqui-
slcdo de novos 1 vn>s.
Art. 5. Todas as typographias ficam obriga-
daa rcmeiter para a blbliolbeca um exemplar
de qualquer impresso, que nellas se fzer.
Art.. O presidente da provincia designar,
dos empregados do llceu, os que forem neces-
sarius p< nham de perceber estipendio, ou gratificacSo
alguma.
Art. 7. llavera porem um guarda com o
ordenado de selsccntos mil res, e cujos en-
cargos serao marcados uo rrgulamenio, que
o presidente da provincia dar para a boa cae-
cuco desta le.
Art. 8. Ficao revogadas todas as leis e dlspo-
slcdes em contrario.
Paco da assembla legislativa provincial de
Pernambuco 17 de marco de i85j.
Joaqun Pires Machado Portetta.
O Sr. Uch Cuvalcanti': Sr. presidente,
tem sido dados utilmincnie, pelo governo ge-
al alguns rcgulanientoa, e diversas providen-
cias sobre arrecadacao da tazando, geral, que
me parece conveniente sejam adoptados s\a
faieuda provincial. Reduti essas providencias
e regulamentos us projectos, que tenho a
honra de ofl'erecer a consideracao, sendo ca-
tre estes, um aubre a porceola^eii< do juizo dos
feitos, que me pljsae mais completo do que o
apr.escntado pelo sTBbre deputado que acaba
de tallar, a julgar- pelo siiaules leilura que
acaba de ser telu. KJ|a>aqui os projectos.
mu lidoa, juisadosi Alecto de dclibcracio e
eu e-tar acostumado, nao de agora, mas' de
mullos lempos, a ver que os Srs. da Habla ser-
ven, para tudo por isso disse que se n.1o ha-
viain 2on homens para esle lim, se escrevesse
para a llahia para que lambern- de l viesaem
soldados.
Vm Sr. Depulado : Isso he odioso...
O Sr. Florencio : ^oii cu oresponsavel pe*
as minhas. oplnidcs; estou no meu dlrelto
sas, n3o duvido dizrr que a miiorta he] Sr. Figueira de Mello :Eu olo disse que reconhecer os servidos de todos esses ele-| o honrado membro que susteniou com un-
modldaaca e Inleresses de uina ou outra pe- Df :
.oa, embora esses interesses e commodldadcs ; E > d D
rfo se achem de accordo e nossam prejudlcar Encl.rra.,e dlscusa;io> e 8ublnc,lldo 0 pr0.
;,r=oVq^c,u^f:c=rie-
de polica nao .lo nc.r sem pao, nem va.i mor- A de 0|ivei M
rcr de fume, porque team de aer despedidos do
carpo i nao Ibes lalurto ineioe.se qulzerein Ira-
balhar/de ganhar a .ida. Abi estao a agricul-
tura a outras Industriaa que tanto necessilatn
de bracos, c aonde elles poderlo prestar servi-
cos de grande utilldade para o pala (Apoiados )
Esse recelo pola de tirar o pi a 200 homens
uo dere levar a assembla a dellar de tomar chamada acliau-ae presentes 24 senhores de-
putados.
(' Sr, Preeiiente: abre a xssSo.
O Sr 2. Secretirio : l a acia da sessao an-
tecedente, que he approvada.
Sao ildus e approvados os seguinles parece-
rea.
OSr. PreMenli designa a ordem do dia e le-
vauta a sessao. (Eram uas horas da tarde.)
SESSA'O EU 17 IH-. MARQO DE iS.Yi.
Presidencia do Sr. Pedro Cavalcanli.
As onxe e ineia horas da manilla, felta a
urna resoluclo que, no meu entender, be do
inaior interesse para a proelocia ; pola que a
habilita para dispor. aem inconveniente, de
mala 40 contos de ris na factura das uas es-
trada' oa que ella tanto necesslta (apoiados)
A asseiuhlca legisalatlva provincial ele Per-
miuliuco decreta.
isttSI. i. Naa demandas em que decahir a f.i-
xenda provincial, ficar esta sujeita ao p.-
gaiueulo d.s cuajaa.do.idaa a pane vencedora,
eacepto as que co jswiirei aos officiacs do jul-
io, qiiccui lal caia'aadar perceberao.
Ati.'i. l-'icani spprimMas as porcentagens,
pagas lulos de'vcdores da fazenda proriudlal
na cuufui inidacTe eetrdeorelo de ii de aetembru
de 1/85.- aos empregados do juixo doa feiios.
Art. 3. Estes empregados baverao a com-
inissao de seis por cento deduzldoa de cada
quantla liquida que por diligencia aua for ee
ctivauente recolhlda aos cofres provinciaea, e
pagoj cuela doa meamos cofres.
Ari. 4, Os seis-por ceios serlo divididos por
lodosos empregeats da im-sina forma, que os
que paga a lazdeela nacional,
An. :'i. l'i-lu que diz rrspeito aa cuetes, des-
pezas juJielsaBa, e coinuuaala, observa-ae-bio
as iiutrucccjatSljidaspelo miolslerio da faaen-
da em dala de 21 de abril de l85l, declaradas
pelas ordena de 2dejunhoe 18 de- novernbro
do inesmo uno.
Art, G.Naose comprebendem as desposlcdes
desla lei as eiecnfuea que estiveiem Jolgadas
na dala da aua publlcacao.
Art.7, Ficam revogadas lodaa aa leis edispo-
si^es em contrario.
I'aeo da assembla Iegisliva provincial ce
Pernambuco 17 de marco de 1852.
Uchua Cavalcanli.
A asseinblca legislativa provincial de Per-
nambuco decreta :
Art. I. A divida activa proveniente de.alcan-
cesdosthesoureiroa,collectorea,ououlrosquaea-
quer empregados, ou pessoaa a cujo cargo s-
lejain dioheiros da faseoda provincial a que se
verificar depois da publicaclo da presente le,
vencer o juro animal de 9 por ceoto em lodo o
tempo da iudivida deicncao, ainda que arja
feila a cobrauca eatrajudicialinenle.
Art. 2. Oa reaponsaveia, contra quem eilataan
j eaacucoes em andamento serio intimados pa-
ra fazerem o loiegial pagamento daa ditae exe-
f
<1
V,,
omposta de moito mi ente. Tom, repi ara comporta de roa da polica: apenaa de- minios da ordem julgo que tanto a guarda) lo c.lor .emenda apresenlada pelo meu nobre A eamiaaao de ordenados, a quem foi p- "t*" "'" lll5"!,1.r "" ""
to, omciacs dillinctos, pessoas muito dig-' clarei que a tropa da linha pela natureza do nacional, mo o corpo de polica, como o I amiga o Sr. Maciel Monteiro, depois de ler de- sent o requerlmento do porle.ro do cooaula- | aendo ae Ibea accuinmul.ra ease juro.
v '
"


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T*
i%
Art. 3. Oifldorq'l^l''I'l'fl!?-
y.r.m obrlg.taeiere.PiiBwbllld.di.deil.ei-
peele flc.m t.mw. ine.mo ji.ro, ..ilm como os actuin ''dore.
nue ao,,** ilrem desouerado d.i flaneas den-
?rdo pr..o de 3 me.e. contad. public.c.o
rl V Aoideredore do rt. 1, aenSo conce-
der moratoria, nem lero dlrelto porcenl.-
Kem oucoinmlssSoque Iheicaberla correspon-
de me quaotlas Indivldimente detldis.
Arl. 5. O devedore de oulr. qualquer espe-
cie que pertenderem obter moratorias ou re-
minio da divida, ippresenliriio letli icqucri-
menio. instruido, com todos o documentoi
mi que se fundaren) A nembla provincial pnr
intermedio do presidente da provincia que da-
r leu parecer ouvlndo o tribunal adminis-
trativo e quaesqutr nutras inl'or inicdes que Ibe
parecerem necessarias.
Art. 6. Flcain revogadas todas .1 lela e dl-
posltaea ein contrario.
Pico da auemble. 17 de m.rfo de I (SI.
Vchta Cavalranti.'
A auemble. leajlilitlva provincial de Per-
n.inbuco decreta:
Art, I. Flc.m adoptada., e com ipplicacio
. fazenda provincial .. instruct8ei dada, pelo
ministerio da fasenda em data de SO de novetn-
bro de l8M. para regular o modo de proceder
na eobr.nr. dai letra, sacadas a favor da fa-
tend. nacional, e eus respectlvoi Juroi.
Art. 5, Estn em vigor 01 arti. 'O '10 do
regiment da faseuda, tanto pelo que respelta
divida naailva, como activa d* f.ienda
prnvlnoi.il, contando-.c o tempo par. a prei-
rrlpscao da data da presente le, quinto a divi-
d e.istente.e qusnto futun ni fornn do de-
creto de 12 denovembro de iSji, que flea lam-
bem adoptado.
Arl. 3. As dividas activa, fallida!, e insolu-
vels, sero procenadaa na forma de decreto de
52 de outubro de 1151, remeliidoi os procenos
origina ao tribunal adinlol.lratlvo par. o
flu designado no art. 4. do meimo decreto.
Art. 4. A theiourarla remclter. uaemble.
provincial em cada le-sSo una relicao espe-
cifleada da. dividas, que durante o nno 11-
nancelro llverem sido eliminadas dos rei-
pectiros quadroi.
Art.5, FicSo revogadas todas as leis.e diipo-
siciSes em contrario.
Pafo daassemblea l7de marto del8..2.
J.'r/ni'i Cavilcanlt.
A ..semble, legislativa provincial de Per-
nambuco decreta.
Arl. I.A fregus!, de Barreiroi fie. desligada
lio termo de Hlo-Furmoto. e reunida ao da agoa
prela.
Art. 2. A cabetl d termo uslm accrcscen-
lado flc. sendo.povoncao de barrelroa, com
aeategori.de villa, que llr.di de agoa
Art. 3. Flca revogadas todas as le. e dlipo-
ic'i em contrario.
Pa;o da assemblea legislativa provlnci.l de
Pernarnbuco 17 de tuarfo de 1852,
/'imiiio de Millo.
Irada Carafeanli.
francisco A'iiri.r Pas Brrelo.
ORDEM DO DJ_A.
2.i dlscussao do projecto substiluillvo lo de
numero 3 deste anno, que dli raapelto citin-
ceo do cousclho de salubrldadc.
Nao luyendo quem tome a palavra, he o
projecto sobmetlido votacao c approvado.
a.1 dlscussao das posturas nunlclp.ei d.
cmara de Flores. -
Entra em dlscussao o artigo 4." do titulo
que he approvado.
O artigo 5. he approvado com a seguinte
emeoda:
Depols das palavras- fecludo dlgi-se com
gridcs. Par Nrrelo
O inlgo 6. lambem he approv.do com e-
I. emenda:
Depoli da. palavras obrigando immedlala-
mente ao carnlcelro -dlga-se a por a por-
ral) di carne que fallar: o resto como no artigo.
Oepolsd.s palavras -carne defraudada dl-
ga-se, sulli o .i pena da lei; o resto como no
artigo.
Depols d. palavra reincidencia diga-ie.-
pag.r a multa de- o resto como no artigo.
P*it arelo.
Appram-ic seguldimente os artlgos 7. c .
0 artigo IV foi approvado com a aeguinte
emenda:
1 icpnis da palavra falsificados diga-se ou
arruinados o mais como no artigo. S. R,
Borros Brrelo.
Passa-seao titulo*.0.
O artigo I. he approvado com ella emenda:
Supprlroao-se ai palavras c o meitre pe-
dreiro de mulla de 5/000 Mella Kigo.
Os rtigos 2., 3 i. 5.", sao approvado.
sciu alteraco alguma.
0 artigo 6. he approvado com a .cgulpte
emenda:
Suprlino-se as palavras inestre de obra.--
Alello Reac
O artigo 8." approva-se lambem com esla
emenda:
Suprlrno-ie ai p.lavras c o medre da
obra &.-al ofim --S.R.-- Horro Brrelo.
O artigo 9. he approvado com a aegninte
emenda:
tuprlmao-ie as palalavrai--eo meitre da
obra 8,000 S. R. Barros Brrelo.
O artigo 1,. fot approvado, aendo tambem
esta emenda ao inesmo artigo.
Suprimiii-si- ai palavras e o me.tre da
obra -- S. II. Son/.i trio.
O artigo! II. e H. forain approvados, sen-
do repellado o l3..
O M. he opprovado com a seguinte einen-
Supprlmam-se a. palavras alm disto at
mudanca de mestres--o mais como no arti-
go 8. R. ~ Catiro Leio.
Entrn em dlscussao o rtlgo 15.
Verlftca-ae nao haver casa.
OSr. Presidente : -designa aordemdodla, c
levanta .ea.o I ernu duas horas da larde .)
A isiembl". legislativa provincial de Per-
narnbuco resol ve:
> Artigo l. Fica cread, urna cadelra par. a
educ.cSo de menina, na villa do C.bo pela m-
nelra e com meire.s condlcfle das le. em
vigor.
Art. 2. Flc.m revogida todas ai lel em
contrario.
Pafod'assembla provincial de Pernarnbuco,
18 de marco de llM. Manoel Plrmino de lefio.
Val a mesa e depols de lldo pprova-.e lem
dlicussao n seguinte requerlmento :
Requelro que e perguute ao governo da
provincia se fui ou nao eiecutado o art'go 39
da le do orcamento vigente relativamente .o
melhoramento do rio dc.Golanna, bern ooino
que remella a esla aiien.hl.1 qualquer plano
nu nrfaini'iitii que a tal respeilo poss. itlr
n. secretar!..
a Sala das .ciioea, 18 de marfo delBJ.
Aquiar. Pacs.l'arteto.*
ollliKi! DO DA.
Primeira discusi-o do projecto n. 4 desto
anno qu) eleva a cathegorii di villa e po-
voifSo de Ingaielra.
N3o havendo quem sobre elle tome pal
vr ; he submettido i volacSo o eppro-
vado.
Continua a segunda discus'So das postu-
ras da camir municipil de Flores.
0 arl. 15, addiado da sessSo de hontem he
ragaitado.
Passi-se ao tit. 5,j |B0 approvalos sem
dlscnssSoos arls. I.f8.*, 3 *,e *.
Os art. 5." e 6.' silo regeila los tanda ap-
provado os arts. 7." at jo I2. inclusi-
ve.
Osarts. l.'e i. dotit. 6.'Toram appro-
vados.
Ao art. 3.' fui mandado a seguinte e-
menda.
Supprime-se o art. etn dlscussSo. Pies
Barreto.
Depoi de aljumas reflexOes, he o art.
approvado, e a emenda regeitada.
O arl. 4. hn approvado, aendo regeitrdos
osarts 5." o 6..
' Os arts. 7." e 8." so ipprovados.
Entra em discussSo o tit. 7.".
Ao arl. i.' sSo mandadas ai seguinte e-
Dfndai.
Em lugar do 4,000 rs. diga-so 2,000 rs.
Valantim Villela.
Depois das palavras ninRunm poder*
rer diga-so sem sor convenienti uenle
recreado Par-s Ilavreto.
Depois do ligninas ubservat}>s, verifica-
se n3o haver numero para votar.
O Sr. Prtiidente : l) para oniem do da
da sesso seguinlo a continuago da do lio-
je, primeira discussHo ilos.projectos ns. 7,
8, o 10, e tereuira do de n. 1. que lixa a Tur-
ca policial.
Levanta a sessao (eram quasi duis ho-
ras.)
lar da seus negocio particulares, foi eco-
3
mettido por um asaissino que de tcala nal fiease arree.*}, dorante o crranle maz de
dcscef da Iideira di sern do Brejo-Grtnde,
deaparou-lha um tiro, o quil fol todo om-
pregir por engao em um moco do Rio-
Gnnda do Norte, que em companhia do
mesmo Semillo dirigale tambem para o
Plaohy.
l-a-ie no Pedro II de 9 a 10 do crrante :
Segunda reir tarde celebrou-se ni igre-
Iido Ronrio,' que serve de matriz, um so-
emne 7 dem = em acclo de gracaa
pelo feliz xito das arma imperlic ni
questSo do Frita ; mirchou urna guarda de
honra commandada 'por um cipitKo; assi-
to oaclo|religioao S. Ex. o Sr preaidtwte,
as princlpaes au'horidadcs civi e militares
e cula llos grados d'ata Baoltil.
Jury da capital.
Ni sess.lo de 25le fevereiro fol julgado An-
tonio AbrahSo.iccusado pela morte fela no
major Facunlo ; leve a penado gales per*
peinas.
Villa-Vicoi..-- Foi prezo Jos Alve Pe-
reir, por reduzir i eacrividSo pesso livre.
Quixeramobim. Angelo, preto, escraro
do celebre criminozo Baha deM.ria Perel-
ra, foi capturado por ter dado dui facadts
no senbor.
Ico.-- No da 13 de fevereiro o delegado de
polica fez prender Bolirmino Bizerra Lima,
desertor do corpo de polica de Pemambu-
co, bislaote recotnniendado pela presiden-
cia d'ali.
Do llio Grande do Norte e Parahiba, nada
hn digno de mcnco._______^^________
Pal recebedoria de rendas internas gr-
marcii, o foro dos trrenos de de marinha,
iavldo al o ultimo de Junho de 1831,
d do 1' de abril em dlanta aera remetti li .
conts dosdev-dores pan o juizo dos fettoe
ifa fazenda aflm de te promover a cobran-a
ejecutivamente.
O administrador.
Minoel Cameiro de Bouia Lacerda.
As mslis que deve conduzlr o vapor
Pernambuema par os porto do sul,
principiam-so fechar hoje, 20, a 1 hora da
tardo, a dpola dea hort at o momento de
fechar, rrcebe-ie correspondencias com o
porte duplo.'
COMMERCIO.
DIARIO DI PRRN4IB0GO.
RECIFE 19 DE MARQO DE 1852.
SESSAO EM 18 DE MARCO DE 1852.
Presidencia do Sr. Pedro Cavaleanli.
Al onae e inel. hora! da tn.nha, fcita.
cham.d. achain-ie preientei28 lenhore depu-
ladoa.
O Sr. Presidente abre a icssao.
OSr J.o Secretarlo liel d. aeisao anterior
que he.pprov.da.
O 8r. I. Secretario menciona o leguinte
F.XPF.DIECHB.
Um oOlclo do lecfelarlo da provincia, lemel-
tendo 40 e.einplire dorelatorio da thesoura-
ra daf.aend. provincial. Mandaram-ae dis-
tribuir.
Outro do mesmo, acompannsndo a remen,
doi documento! pedidos acerca da transferen-
cia d. in.lrii de Cimbre!. A' quem fez re-
quis!to.
Um requerimento de Joio Cavalcanti rieier-
rade Albuquerque, arrematante dos contrato!
do uovo imposto lobre cabef. de gado, e do se-
po e repeso doa acouguei do termo do Pao
d'Alho, pedindo o .bate da quinta parte do
prefod.irremat.cao. A' commlnao de or-
tamento.
OuWo de Antonio Joi Rues do Valle, pe-
dlndo que na le do orfaiuento municipal se
designe quola par. pagamento do que lhe he
devedora a cmara municipal do Pao d'Alho,
proveniente de cuita! de procenoi. A coin-
nisiau de ortamento inunicipaU
Sao lldos e approvados os sepi
Intei parece-
A nommlsso de oldenado, tendo em vista o
requerlmento de Januarlo Alcxandrlno da Silva
Habello Caneca, profeisor de desecho e secre-
tario do lyceu, no quil pede a esla cmara utna
gratificatao equlvalenir que perdeu, donan-
do de eurcer o lugar de secretario par eler-
cer Interinamente o de director do meimo lj-
ceu, considerando que nenbuin. le marcar,
gratifictao aoprofessor que Interinamente ex-
crceise o lugar de director, e que o supplenle
na qualldade de secretarlo poderla e.imlr-se
de e.ercer aquelle encargo, ae d'ahl lhe lobre-
vinhaquebr. em leuilnierenei, he de parecer
que ej ludefferlda pretenfio do auppll-
" S.la das commlndei, 18 de marfo de 1855.
Barro Brrelo. --Barros Falcao.--i>arnciro
Vtonlciro.n
Pelo Prrniuiliurana, entrado hoje do norte,
recebemos gisetas do Para at 1 do corrente.do
MaranhSo at 8, do Cear e Rio Grande do ^or
te at 13, e da Parahiba at 18.
Todas ai provincial d'esse lado do Imperio
contlnuam na mais perfelta tranqullidade.
No du 20 do passado leve lugar em Be-
lm. no palacio do governo, uina reuniam dos
icclonlstas do banco de deposito e descont!
projeclado em 1847, e de mais alguna nego-
ciantes e capitalistas, convocados em carta cir-
cular pela presidencia, .Bin de trataren! darea-
lis.tao desse Importante estabelecimento ; e
por esta occtaiain foram asslgnada 1,000 c-
faes de 100,000 rs. cada urna, capital que, se-
gundo le presuma, tinha de angmenlar necei-
s ii i menle por fallarein aluda mullas pessoas
no caso de concorrem para tao ulll lnill-
luic.io.
O governo da provincia linlia espedido 01 re-
gulamentos necessarios para a reorganlsaf So do
Iheiouro provincial, e recebedoria de rendas ,
aendo logo nomeados os respecllvoa chefe
d'essas reparllfdea, c oiitrus empregados.
O F.m. bispo diocesano tinha-se rccolhido a
capital de volta de su. ultima visit. ""
d. provincia.
O rendimento da alfandega c mesa do consu-
lado do Para em o inca de fevereiro lindo, foi
de 82:149,855 rs.
Nada encontramos nos periodicoi acercada
aaude publica na mesma provincia, parecendo-
nos, por lal silencio, nao ter ella soffrldo nota-
re I alteraciio.
Nu Minnhao anda nno era connecNo o
resultado total d. elelco par. deputados pro-
vinclacs, faltando a appnratao de trescollegloi.
Por aviso de 30 dedezembru ullimo, ex-
pedido pela secretaria de estado dos nego-
cios do imperio, foi declarado que, par
substituir o fallecido deputads por aquella
provincia, Dr. Maciel da Costa, devi ser
chamado o mais votado dos supplcntes da
segunda elelcSo, islo he da que ,love lugar
por ocnasiOo do augmento da respectiva re-
presentarlo nacional.
Tinha sido eli geralmente bem acolhida
a nomeacSo do Sr. brigadeiro Manoel de
Souza Pinto de MagalnBes, que h pouco,
esteve entre nos, para commandante supe-
rior da guarda nacional.
0 Dr. Jos Miguel Pereira CarJoso, ti-
nha sido nomeado presidente da junta de
Hy'giene Publica da provincia, na confor-
midade do decreto de 29 de setembrode
1851.
I.e-se no Observador de 8 do corren te.
A direccao do banco commercial at
temiendo, que o liel ou thesoureiro deste
JoSo Jos da Cruz, que ora se cha em Per-
narnbuco nAo tinha vind.) tomar conta de
."i emprego no dia que lhe foi determim-
do, o exunemu delle, nooieando para o
substituir o Sr. Antonio Raymundode uli-
reira Comea, que era o fi-l do mesmo Sr.
Cruz durante a sua ausencia, e para subs-
tituir ao Sr.Oliveira Gomes no lugar del.
ecripturarlo, nomeou aoirmSo date Ray-
mundo Torquato d'Oliveir Gomes.que era
2.'escripturario.
Conta-no, que a direccSo do banco II-
zera depol aatas nomeagOes urna redc-
elo de 750/ nos ordenados oslabelecidos.
j- No ala 14 do correnle, annivenario
nfralicio de S. M. a impentriz, so far a a-
bertura do theatro S. Luiz, outr'ora Unido.
Kste edificio depois dos reparos, pinturas, e
idornos que nellese fez ullimamenle, tor-
nuu-se ui\dos mais bellos e migestosos e-
diflcios do imperio. Nesses reparos e ador-
nos se despendeu mas de rinte contos de
ris ; porm lie esta urna d.s mais bem
emprogadas despezas.
O Dr. Joaquim Manool de Macelo, nosso
romancista popula', acabava de instaurar,
segundo o progresan, urna icrjdo contra o
impresario do theatro de S. Izabel.dost ci-
dade, por ter lovado a coua a Tome lia O
Phanlama Braoco, de produccosua.
No Ceara.a pos de continuada chuvas.li-
nham declinado ia febres, ndo sendo toda-
va poupados, os quechegivam de fura;
porem, o decressimenlo do mal en com ra-
sdo atlribuido, purii-ii correspondente de
Balurite, ao limitado n. de pessois inda
ndo atacad por clle.vindo assim os ca-
zo grave* de vomito negros, o a mortali-
dade s diminuirem aomenle na razdo da
dimiiiuigiiu do n. dos infeirn.
Em varias correspondencitsdo \t, pu-
blicadas no Pedro l, tem sido fortemente
T
PRAfA DORECIFE, 18 DE MARCO, AS
8 IIOIIAS DA TARDE.
cotaijOes orriciABS.
Cambio sobra Londres : a 27 d. a dinheiro,
60 d|v.
Descont de letras : de 3 e 6 mozes 1 p. c.
ao mez.
ALFANDEGA.
Rendimento do dia 18.....11:473,230
Deicarreeam hoie 20 de marco.
Briguosueco Flix faritlha de trigo.
Brigue portuguez jfarsajffe/ia arcos
de pao.
Escuna inglez Juliui Cesar merca-
dorias.
Barca ingleza Hnlhexiy bacalhao.
Escuna brosiloira -- Aroelina mercadorias.
I niimrlai;ti<>.
Brigue sueco Flix, vin lo de Trieste, con
signado a Aslloy & Compauhia, manifesluu
o seguinte :
l sjo barricas farinlia de trigo ; aos con-
signatarios.
3 caixas miudezas ; a J. D. Woirhopp Si
Companhia.
li.arca ingleza Rnthsey, rinda de Terr
Nova, consignada a Me. Calmout & Compa-
nhia, manifesluu o seguinte :
2612 barricas bacalhao ; aos contigm-
tarios.
Patacho nacional Astri, vindo do Rio
G'ande do Sul, consignado a Millar Oh-
veira, manifestou o seguinte :
7108 arrobas carne de charque, 30 barri-
cas sebo derretido, 100 arrobas dito em ra-
ma, I barril lingnis, 1000 ditas seccas e 14
couros salgados ; aos consignatarios.
CONSULADO GEHAL.
Rendimento do dia 1 a 17. 9:185,399
dem do dia 18........ 1.729,075
30:914,474
DIVERSAS PROVINCIAS.
Itondimenlodo dia 1 a 17 .
Idetndo dia 18.......
2:809,365
62,581
2.871,916
l'.\|iiirluiio.
Trieste, barca Luboquense Reuhchkeil, de
412 toneladas, conduaio o seguinlo : 4800
saceos coi) 21000 arrobas de assucar.
RECEBEDORIA DE RENDAS INTERNAS GE-
RAES DE PERNAMBUCO.
Rendimento do dia 18..... 850,401
CONSULADO PROVINCIAL.
Rendimento do ilia-18.....1:330.772
Movimento do porto.
flavios entrados no dia 17.
liba da AsriimpcSo -- 8 das, escuna ingleza
Gem, de 180 tonelada capitlo A. II ni -
nah, equipagem9, om lastro; aocapildo.
Rio Grande do Sul 40 illas, patacho liras -
loiro Astrea de 117 toneladas .capitilo
Jo.!" l-ii no Ferreira, equipagem 10, car-
ga carno ; a Bilthar t Oliveira. Passa-
geiros, Mecias Jos de Freitas, Justino Ro-
drigues Gardoso Jeronymo Femandes
Cabreira Pintn, o Doirina Camilla da As-
sump?ao.
Navio sahido no dia 18
Lisboi brigue portuguez S Domingos, ca-
pildo Manuel Connives Vianna, carga as-
sucar, algo Ido e mus genero.
A'aviot entrados nn dia 19.
Para e portos intermedios 14das e II ho-
ras, paquete de vapor brasileiro Pernam-
buema, de 240 toneladas, commandante
Judo Manriques Olten, equipagem 29 T'az
a seu bordo, para esla provincia, fre Lou-
renco da Divnt Pastora, Augusto Roza ,
Filippe da Molta Azevoio H 1 escravo,
Francisco Jansem Vieira iln Mello, Manoel
Jos Pereira Pacheco, W. Youle, Torlulia-
no da Cosa Pinheiro, Joaquim Ignacio
Peroira, Dr. Jos Moreira Bramido Caslel
lo Brinco Jos Cimillo Furtido de
Meiuliiiica. Dr. Gabriel Soares Rnpozo da
Cmara, Manoel Divino das Nevea, Leo
nardo Anlunes de Meira llenriques e I es-
cravo Antonio Vicente de Magalhdes ,
Francisco Ferroira doMuraas, a>2 escravo.
a entrega': para o Sul, Leopoldioo da
Silva Azevedo, escrivdo da armada Jos
Goelho da C.Motta, frei Antonio de S. Braz
Maciel Pinheiro, Antonio Henriquea Lial,
4 prirjas de pret 1 dispenseiro da arma-
da e 2 rccrutis para a marinha.
Parahiba 2 dias, hiate brasileiro Tres Ir-
nidos, de 30 toneladas, mestre Jos Duar-
te de Souza, equipagem 5, carga loros ; a
joaquim Duarte de Azevedo. Conduza
tripuliolo do hiate brasileiro Viajante.
A'iem sahido no mesmo di.
Tricslo lia-ra Lubequense Redechkeit ,
eapitdnC. G. Severin, earg assucar.
aun___ul ni naiiu -awa
i)('clai-a<;ocs.
O Sr. Dr. chrfe de pulica Interino da pro
vinca, manda faier publico para conhecftnea*
io dos Interesaadm, que d'ora ein dJinte nao
comenlir que irjain coniervadoi na -cadela
d'-sia ctdade por inals de um mea, os escraros
que al I i sao recolhldos a requlsicao de ieua ae-
nhores para correceo de faftai cominettldas
para com estes( visto que a mesma cadela nao
p'le admltllr grande numero de presos, e i
por falla de um estabeleclmeolo proprlo para
correcedes daquella natureu, be que se con-
ente que all si*jain recolhldos escr*os pelo
tempo de um mez, como fica dito. .
Secretarla da polica de l'eruambuco, 18 de
marco de 1851. Antonio Jos de Frciias.
Prlmelro amanuense.
REAL COJIPANHIV \JE PAQUETES INGLE-
ZKS A VAPOK.
THEATRO
DE
S. IZABEL.
32.' RECITA DA ASSIGNATURA.
HOJE, ao DE MARCO pE i85a.
Subir a sena depois di exacucdo de
um das melhore ouverturaa pe orchea-
ir, o magnifico e apiratoso drama sacro
em 3 adose 4 quidros.
S. Cecilia.
Aclia-se brilhantemente preparado todo o
michinismo, que pede o drama, bem como
o vestuario.
Comecar as 8 horas.
Os bilheles chm-o a venda no lugar do
costuroc.
TIUiATROF APOLLO.
RECITA EXTRAORDINARIA.
Sabbado 20 do correnle.
EM BENlFlCIO DOS ACTORES CAETAN
E i i: i i- ii i mi.
Urna da rnelhores ouverturas annunciar
ao respeitavel publico que vai dar comeco
g represenlcSode um dos milhores dra-
mas originaos portuguezes, composii;io do
nsigne poet Jos Mari Atfonco, o appro-
vado pelo conservatorio de Lisbua, o qual
lem por titulo
QCRIME.
S>
Vinte Annos de Jlemirsos.
0 titulo enigmtico odifllcil de resolver
que o actor deu a cada um dos actos deste
drama, d bem a conhecer a magoitude do
mesmo.
l.Acto-OSegreJo.
2.e > "AsEscripturas.
3 O Cofre.
4 O Remoren.
5.* --O Padre Anselmo.
Dar fim o espectculo com a graciosi
farca
O h! que Apuros,
ou
ONOIVO EM MANGAS DE CAMIZA.
He este o diverlimonto que os beneficia-
dos offorecem ao respeitavel publico, de
quem esueram toda a proteco.
Principiar as 8 horas.
TUEATROE~S.~FKANClSCO.
BENEFICIO DA MENINA JOSEPHINA
(JOVEN FLUMINENSE.)
Domingo, 21 de marco de 1852.
Depois de urna bullante synfonia prepa-
ratoria, dar principio seguinte divert-
ment :
Primeira parle
Um* hora de mgica,
por Mr. Iloberti o qual oxecutar nesta
parto tudo o que se pode desejar do mais
bointo nesle gonero, iio s pela cscolha
las surtes, mas tambem com a execucllo
de muins pecas da sua invencSo feilas
por elle, o expressamento reservadas para
esta occbsSo.
Segunda parle.
Urna mu elegante danca ingleza,
pela beneficiada.
Terceira parle.
Le pas styrien,
passo a dous burlesco, em que o Sr. Nan-
d far O engracado papel doJOUAUD, e
menina Josefina o de ROJL'ETE,
Quarla parte.
O Alcides Maranhens, llorcules da com-
panhiaRobert,depon de ter feito a ex-
traordinaria prova do forca, de sustentar
a peca grande de calibre 6 sobro os peits
dar mai outra prova da fca de seus
msculos, que he de ae fazerpuchar por
dous vigoroso cavalloque no podorfio
arrancar o dilo Hercules d'ondo elle se
agarrar.
Quinta e ultima parle.
terminar O divert liento com a appari-
?fio do
Zefiro c Flora
ou tu!o o que ha de mais elegante om llan-
ca SOBRE DUAS CORDAS, pelo Sr. Nand
e a joven beneficiada.
Principiara s 8 horas.
Avisos martimos.
O patacho nacional Alegra,
segu para o Ri > de Janeiro, no
domingo, ai do corrente, para es-
crvos e passageiros, para o:>quaes
olTerece excellenles cominodos :
Irata-se com os consignatarios N'o-
vaes & Companhia, na ra do Tra-
piche n. ,'i.'|.
Para Lisboa, a galera portuguez Nar-
garida, capitlo Silverio Manoel Reis, saho
com a maior brevidade possivel, rpcebo car-
ga lele e passageiros : quem pretender ,
dinja-se ios consttanos Oliveira Innios
& Companhia, na ra de Apollo n. 14, uu ao
referido capillo.
Leiiflo.
-- O corrotor Miguel Carneiro, far leilUo
no dia sabbado 80 do crente, as 11 hora
da mantilla, no seu armazem na ra do Tra-
picha n. 12 de dilTerentes traste novo, e
osados, pianos, um blc3o d'imarello, es-
pedios, quadrua cutn ricas eslampis, long,
vidros, candieiros, aerpentints, e outros
muilos objecloa que e entregar por qu|-
quer prego que for olTerecido, e ao mel di
em ponto ir a leilUo um cabriolet inglez
corp arreios, issenlo de palhinln, cobsrla
de tirar e por, e multo maneiro________
i
Avisos diversos.
Ileniy llichardsou, oapilSo da barca
ingleza Fany Luceu tendo concluido os con-
cert desta, occaiionada por sua arribad
i-i So dia 22 deste mez espera-' que naite porto fez, e estando prumpto i se-
."/RsAaV sedoSul o Vipor Tay, com-jguir a visgetusje seu deslino, de Calcult
MnGIflK niandinteMoss, e depois da I para Duhlin, pretende lomar a risco 14 20
-Y,\Ya^Tin'tVic^mpol.~ Manoel An- ;-". Iu0la faTcty : IslJa^ak demorado costume seguir [contos de ri sob o cseo, quilha e appare-
.nTZ'lT^ciT.-^Z.o EsteUta ca.al.. e,B ^"'pTuco empo (a 10 do p. pass.do para o porto, da Buropi. Par. pa...g.m -lMd. dita barca,, a e. rg. de aasucir sedas,
.P.a>. duoeiro lido o maior SemiSo Tcllr diriji-se emeasa da agenoia: na ra do Tra-;<, que oonduz a aeu bordo a quen con-
H lid. julgad. objeet de d.libcr.ci ^\lv\w ml\xl pari o W?i a Ira-' oicha-Novo n. 42. I vonlu esta tr.rra.ccao faca su. proposl. por
mandado Imprimir o seguate projecto: aiiiii"""1" r
carta fechad, dlrigindo-se ao consulado
brit.nnlco inte ou at aabbado, 90 do cor-
rente ao malo di.
D-se 50,000 ra. ajor, obre penho-
resdeouro: quem quizar, dirija-ae a ra
Augusta, vend n. SI, que e dlr" quem di.
Jos Joaquim da Silva Maia,
fa publico, que no deve a Joa-
quim Lopes da Coste Maia,aquaa-
tia que elle menciona em seu an-
nuncio, e nem t8o pouco ha 5 an-
nps, como elle diz.
'-- Precli-e lugar om moleque, pr o
serrico de urna cal de familia e vendar na
ra : quem o tirar, dirija-se a ru do Hospi-
cio n 17.
-- Cordulina Hara da Concele So, e Sebu
tiana Marta da Conceicflo, embarcara para o
Rio do Janeiro.
Ra das Trincheiras n. ia.
Tiram-se pissaporte para dontro e fra
ilo imperio, e tambem tiram-se folrtaa cot-
das, titulos de residencia, por diminuto pre-
(O : a tratar ni mesma casa cima.
'Di-se 1:000,000 rs. juros, del 1|2 por
rento ao me/, por lempo de um anno, ou
mais se convier, sob hypotheca em predio
neata cidade, li.re e desembaricado, re-
cebando-ge os Juro menlmenle : quem
quizer, annuncie.
Recebemos do Sr. francisco
Joao de Rarros a quantia de rs.
436,4oo provenientes da subs-
cripcio, que o mesmo Sr. ohteve
em nosao favor pelas pessois de
sua amisade, como consta da mi-
nuciosa relacoque precede, e de
que ficemos com oulra igual. Re-
cife, 17 de marco de i85a. An-
gela Emilia Pereira Motta, a rogo
de Mara Jos Fercira Motta, Joa-
quim Antonio Pinto Serolio J-
nior, como teslemunhas Candido
Alberto Sodrc da Molla, e Joa-
quim Filippe da Casta.
-- Precisa-se de una ama de leite: na ra
do Collegjo 11. 16, lerceiro andar.
-- Jolo Antonio da Trlndade, faz cente
ao respeitavel publico, quo de liojo em rilan-
te se .i--i_-ii.il 11 Jo.V) Antonio de Abreu Trin-
dide.
Rornardo Domingues Silva Araujo ,
embarca para o Rio da Janeiro,' .0 seu escra-
vo Jos.
Mara do Jess da Rolva.'subditi por-
lugueza retira-se para Portugal'.
Lotera do Ro de Janeiro.
aos 20:000,000 b 10:000,000 de rs
cautelista Salustiano de Aqui-
no Ferreira avisa 00 resp.itavel
publico, que as suas cautelas e bi-
Ihetes da lotera das Agoas Virtuo-
sas da Campanha, e da aa lotera
do Theatro de S. Pedro de Alean-
tara, estSo nicamente a venda ,
na praca da Independencia n. f3 e
id loja decalcado do Arantes ,
e na ra da Cadeia do Recife n.
46, loja de miudezas de Jos For-
tunato dos Santos Porto. Avisa
mais que no dia ao do corrente, de-
ve chegor do Sul o vapor da com-
panhia brasileira, e no dia aa des-
te mez, o vapor inglez Tay, con-
ductores das lisias tle umbas as lo-
tera.--, c sao pagos inmediatamen-
te sem ganancia alguma, todos e
quaesquer premios que sahircm
nos bilhetcs e cautelas vendidos
as fojas cima mencionadas, logo
que receber as listas.
Rilhetes
Mfiios
(Juarlos
itavos
aMMsM___._aMaMaiaBiawa-.-aMaiimaMaMaMaMa__a-._i
me Leocadio, de dule de 92 annos, pouco
milaou menos, com os ignaes seguintes:
altura regular, cor fula, cheio do corpo, ps
acbapidoi, cerns lina e rquiadis. Este
escravo j ndo he a prlmlra fuga que faz;
Julga-sendir pelo suburbio da comirca
do Cabo por ter nascido no eoiienho Mundo-
Novo da mesma comarca. Qualquer capillo
de cimpo que o pegar e conduzi-lo ao men-
cionado engenhoS. Paulo, ni freguezla dos
Afogido, recebar 50,000 r. de graliflc-
cSo,
.' Engeoho Un.
Arrenda-', vende-se, ou permuta-se o en-
genho Una distanta desta praca 10legot,ni
comarca de Sanio AntSo, com boa casa de
vivenda, grande senzala n estribarla. Ven-
do-sea safra late anno, i> do anno vindou-
ro. Oengenho mj com agoa he multo copei-
ro,e tein urna serra d'ago, e urna dis'ila- .
(So bem montada, e Ierra de excellenles
quali lades par toda e qualquer plantacSo:
oa pretndante dirijam-an ao pateo do ar-
mo, obrado n 2, primeiro andar.
Traspasaa ae por precita muitocommo-
dos, 16 o meado de setembro deste nno. o
aluguol do silio do Sr. Queiroz Fongeca.sito
ao principio da estrada do Remedio, planta-
do de arvoredos, com boa casi para grande
familia, semalla para escravo, Cocheir,es-
tribara, etc.: quem o pretender dirija-se ao
sobrado n. 1, na ra da Cruz.
A rmandadedoSr. Rom Jess dosNir-
lirios, dos Pobres erocti na jgrejadeN. S.
do Ro/ario do bairro de Sinto Antonio, pre-
tende expor o mesmo 8enhor em solemne
procissilo vista dos deis qual era de eos-
turne no dia 21 de marco; e para islo visa-
dnos o respeitavel publico para que flquem
cente pelas ras que tem de passar iflm
le aprompta-las e limpi-lis ; ra s.lo a
seguintes : rui larga do Rozario, pateo do
Paraizo, traveisa para a ra da Cadeia diri-
gindo-se para o Recite; ra da Cadeia eda
Cruz, traves-a da Lingoenta, pateo do Cor-
po Santo, ra do Vigario, traveasado Azei-
ie do Peno ra da Hadre de Dos dlla
do Collegio, dita do Queimado, dita do Ll-
vramento. ra Direita, em eguimedto das
Cinco Ponas ao voltir ao chafariz, ra Au-
usta, eni frente ao peleo do Carmo, cam-
buj, ra Nova, dila das Trincheiras, dita
estreita do Rozario, a recolher-p.
n
Vendas.
aa,ooo
11,000
5,5oo
a,800
i,3oo
Vigsimos
-. Lnio Jos de Castro Araujo, remelle pa-
ra o Rio de Janeiro, o escravo Joaquim, da
nacflo Angola, do 33 annos do idade, a ser
entregue a seu proprielario Rornardino Jos
Pinto.
Napolen Cabrel Bez, embarca para o
Ro do Janeiro, os seus escravos, douome
la I' 1 1 1 e Antonia, creoulos.
O Sr. Jos Antonio da Silva, natural da
frrgnezia de S. Salvador de Arvoro, em Por-
tugal, tem urna caria, vinda do sua familia:
na ra da Cruz n. 59.
__Antonio Francisco de Moraos, subdito
Brasileiro retira-so para Portugal: a tratar
do sua saude.
Antonio Francisco de Noraes, ten lo de
retirar-so para fora do imperio, deixa por
seos procura lores, em primeiro lugir ao Sr.
Antonio Jos Leal Reis, em segundo aoSr.
J080 Jos de Carvalho Moraes, e em lerceiro
ao Sr. Thomaz Kernandea da Cunta.
Antonio Jos Alvos do Unto lemlo-se
despedido da casa, que gira debiixo da fir-
ma social deTrhnrda & Malveira, ltenlo o
comportamento vil, o traicociro do primei-
ro pura o amiunciaiite, pelo qual julgou
imcumipativel com a sua honra ecnnlucta
at aqu illihada O conservar-se por mais
lempo n'e-.n casa, acha-so constituido na
satisfactoria obrigaro do lostooiunhar seu
maia vivo reconhecimento, sua gratidilo in-
delevel, seus protostosdo miis puro e sin-
cero agradeciinento pelo b im acolhimento
que snnpre recib^u, e pelas.mineiras im-
preilTaveis, com que fol tralado pelo Sr.
Jos Concalvos Malv lira.
__No se onten len lo com o abaixo as-
signado o annuncio que so ach transcripto
no 111 im i de 1'eini ni luir 1 n. 57 do 10 do cor-
ralo em quo pedo o pagamqnto de 2 letras
e para que nSo aparecam equvocos seme-
ntantes o abaixo assignado declara que de
hoje emvanle so assignar Antonio Gon-
(alves Fdrreira Cascio.
Antonio Goncalves Ferrei'a,
Os abaixos asignados, fazem publico
que ge ach eitincta a sociedado commer-
cial, qu girara debaixo da firma Pacheco
lillm & -Meo les --tiesta cidade.de que os mea-
mos abaixos assignado foram inembros,
com o fallecido- Sr. Ilomingoa Jos Perei-
ul Paobeco; os meamos ibuxos assignado
lambem fazem publico que tem feito nova
socied.de, debaixo da firma Pacheco & Man-
des. Aracaly 28 de fevereiro de 1852.
Manool Jos P. Pacheco.
Jos Nendes.
Lotera do Rio'de Janeiro.
Aoa ao:ooo,ooo de rs.
Na Idj 1 di' miudezas da praiji da
Independencia ti. 4, ven 'em-.se bi-
Ileles inteiros, rucios, quartos, oi-
tavos e vigsimos, a beneficio da
aa. lotera do theatro de S.Pedro
de Alcntara, e um resto de meios
bilhetes, quarlos, oita vos e vig-
simos, a benficD de um hospital
das. Agoas Virtuosas da Campanha;
vem as listas das duas loteras no
primeiro vapor que chegar do Rio
de Janeiro.
Vende-se a dinheiro ou apraio.
Ni rua Nova loja de Jos Uaptisla Draga,
um excedente alambique novo pelo sistema
de Derosn, sempleficido.que tendo costado
I .-.liin.iiiK) r-i., te vend', cun gran le abale;
previne-so que no casarle ser prr-ciso I /.<>
alguma modiucac,3onoilito alambique para
deslillarcomo os decarapuca, sera ella fei-
tii a conlento do comprador, u gratis Q 111-
i|ueralainbii|iie!rulineiro, eimperf lito, cus-
a 700g a 800/ rs., quan Jo o de que se tra-
ta tem duus caldeiras o diflerentes acegso-
rios que o tornara muito recurnendavel sen-
do etn reliK.'.lu muito mais barato
Na rua Nova, loja franceza n. 10.
Receben so de Franca pelo ultimo navio,
um -ort i -liento do I /" las de bom gosto,
como sejiiii: chapeos de seda e de palhi
ahei tos c rochados, manteletes, capotinhos
e visitas,1 ri tos e de cores, meias e luvas da
todas as qualidades, bico de linho, imita-
i,'.io de matine, dito de blonde, dito de seda
e de algodSo tiranos e pretos, sarja prcta
hospanbola do diversas qualidades,veo9 pre-
tos imilicSo de blonde, e muilos objectos
proprius para a quaresma ; como tambem
instrumentos de msica : rebecas rebecOes,
vin i'i '.-, II unos, Qautins, clarinetes, e todos
os insti un,culos do cobre, melhodos para
pianos, rebecas, e para violOea dos rnelhores
utores; elins para homem e senhora, chi-
cles para carros de todas as qualnlades,
chapeos de sol para nomem esenhora ; e tu-
do que dir respeilo as luja- fraooeag, por
barato prego.
Vende-ae no armazem do ces di alfan-
dega de Ju Joaquim Pereira de Hallo, a
muito superior cola da; fabricas do Rio Gran-
de do Sul, chegoda agora ltimamente,eo
prerjo multo commolo.
Mello Freir.
Vende-se o direito das pessoas por Pascoal
Joc do Mello Krelre.lraduzido em portuguez
para uso dos Srs. acadmico do terceiro an-
no : na livraria ns 6 e 8 da praca da Inde-
pendencia.
Vendo-se um sitio belradorio.adlan-
ti da ponte deUcni, com esa magnilica,
tendo sdiinie grande ala, 2 gabinetes,e 2
alenvas, sala uual atrs, mais 3 quartos b
cnsinha, terreno com mais de mil palmos
de comprimento e grande biixa de cipim : a
fallar na rua de Santo Amaro n. 18.
CJ.RA EM VEHS.
Vende-se cera em velas das
rnelhores fabricas de Lisboa e do
Rio de Janeiro, sortimentos mui-
to variados e a precos commodos :
na rua do Vigario n. ig, segundo
andar escriptorio de Machado &
Pinheiro.
Cola do Rio Grande.
Vende-se cola do Rio Grande do
Sul, por preco muito comino.lo :
na rua do Vigario n. 19 segundo
andar, escriptorio de Machado 6c
l'iiieiro.
Vende-se doce da arac de raminhos,
em libra, a 6l0rs.,o bonitas bocetit do mei-
mo doce,, por prego commoo : na ru do
Hospicio, sobrado n.ii.
Vende-ae urna tendedein e micoira :
na loja do sobrado n. 15, da rua do Hospi-
cio, 1 tratar com Jos Lourenco Martin.
Fauno preto nao.
f Vend-so superior pinno fino pre- j
lo, cor fix, 4,000 rs. o covado: na
I na rua do Queimado, loja do sobrado M
* amarello n. 29. sf
.BI_I *
Vende-ae urna leuda de aapiieiro, com
lodos o pertence., muito fieguezidi, na
--. Precisi-aa de urna negra captiva que
saiba cosinhar, eugommar e comprar; na!
rua Nova n 69, primeiro andar. I rua da l.ingocta : a tratar ni menna.
- Precia se de 2:000,000 rg. para pag- Vende-se urna capa de gargarita, rica,
ment de urna hypothe'ca, sobre urna cas. com cruz a bolota de ouro : na rua do K11-
nova acabada muito pouco tempo, na en-'cantamanto n. II.
trada du corredor do bispo. j No aterro da Boa Vida n. 5, vaadem-
- Deaappireceu do engeoho S. Paulo,em se diverts quidrllhas, valcase nielodiapa-
dezembro de 1851, o escravo creoulo d no- [ r pi.no, s om malhojo para flauta.


H^,
*

4
Farinha Fontana. ,
i de J. J.
TlS-
chogada ltimamente: em caaa
n Jnior na rur do Amorim n-
... Vende-.e um rro de qu.tro rodas
multo lev o seguro, por multo pouco di-
nheiro : ni praa da Bol Villa, cocheir
d^Smmmmmmmmmmmmm
5 "iWdoTobiTdo imirello di ruTl
A do Queimado n. 29, tem par vender
f um rande aortimeuto do pannos pre-
tos llnoi e de core flxesjcasemira pre-
ta elastioa luperior de 9 a 14,000 >
corte de cala: cortea de coleto de ca-
emira preta bordados; ditos de setim
preto tambem bordados; chapeos pre-
tos francezes os mais modernos e de
melhor qualidade que hoo merca-
do: ditos de castor braneo Inglez da I
ultima moda; e outns fizendis de
sosto e proco commodo.
Morullas superiores.
Na fundicJJo deC. Starrit Compiithli,
em S.-Amaro, acham-se renda moendas
de canns, todas de ferro, de u
construccSomuilo superior
No armazem da ra da nocla n. 15,
yende-se cal deLlboa em pedra, a mais no-
va que ha no mercado, chegada do correnle
mez, no brigue Laya ; issim como mercurio
doce em caixinhis de libra cada urna, tudo
ror menof preco do que emoutra qualquer
parte.
Grandes pechinchas, na ra do
Creopo n. x4> lojade Jo.- fran-
cisco Das, a i4,7 corte !.!
Riquissimos cortes de vestidos de flnissi-
ma soda e delicados gosto, fizenda inteira-
mente moderna, pelo Daratissimo preco de
H,000 rs. o corle ; ditos de cambraia seda,
sendo o mais superior que tem apparecido
no mercado, pelo barato proco de 9,000 rs. o
corte; superiores vestidos dofinissima cm-
brala e de cor, com riquissimos babados e
todos os seus pertences, sendo urna peca de
gallo e outra de corddo, que se d de gra-
tis a quem comprar os vestidos, pelo mili-
to barato preco de 6,000 rs. o corte ; ditos
de cambraia ccm barra brinca e de cor, fa-
zenda do ultimo gosto, pelo bantissimo
proco de5,500 rs. o corte; ditos de cassa
chita, com 6 i|2 varas a 3,000 rs. o corte;
ditos muilo linos, fazenda de muito bom!
Vende-se sen limite
Panno lino preto e de cores a 3,000 rs; o co-
vadci chapos pretos franeeaes a 5 e 7,000
r caaa um, cortea de cisemira de pura la a
5,000 rs., cortes de cambraia branca com
Ultras i ,400 rs., cimbraia de orgindy pa-
droes modernos a 400 rs. o covado, chita
fnncezaaeriicados.a 840 rs. o covado, pe-
Cas de chita azul com flores amarellas com
38 covadoa por 4,400 ra., brim trancado do
puro llnho de listraa de cores a 800 rs. a ra-
ra ; e outns muitas faiendas por bantissi-
mo preo : na ra do crespo, loja imarelli
o. 4 de Antonio Francisco Pereira.
Para a quarcsma.
Grande sortimento de aarja preta hespa-
nbola, setim prelo maceo, corles de vellido
de seda preti bordados muito novos pa-
drflps, ehamalote de leda preti com listraa,
veludo prelo, veos pretos, muas do lito
preto, manteletes pretos e de cores, casemi-
rss pretaa, pannos fiaos, cortes do odele de
seda bordados, merinos, lpica, lapIfB, tudo
ultimameute cbegado, e por precos commo-
dos : na ra Nova n. 23, loja de Antonio Go-
mes Villar.
4,000
Vende-se rap de Lisboa, negado lti-
mamente, vindo de encommenda, cousa
superior, e responsabiliaa-se pela qualidade:
na ra da Cadeia do llecife, loja de Joo
da CunhMagalhfles, n 51.
Vende-se marroquim de todas as cores
a 1,600 rs., bindejas linas, colheres de me-
tal do principe, facas com garfos muilo fi-
nas, ditas para meninos, bocelas pintadas
para doce, enxadas calcadas com ac, arcos
de ferro para barris, pipas e loneis, toroei-
ras de metal com chaves para barris e pipas,
panfusos para camas francezas, jarros usu-
rados para mesa de jantar, e todo o trem
para urna cosinha : na ra Nova, loja de fer-
ragens n. 16 do Jos Luiz Pereira.
Toalhas de laberinto.
Vendem-se 2 ricis toalhas de laberinto
largo,em roda,polo diminuto preso de 14.000
rs. rada urna : na ra do Queimado, loja de
miudezas, junto a lojadje cera n.33.
Sarja preta.
% Vendo-se superior setim preto msco (#
0 proprio para vestidos de senliora; sar- 4
? ja de seda preta legitima hespanhola; 4
fr cortes de vestido de seda preta bor-
dilos multo unos, lazonua ue mu. u umu moderno, tend do ludo
gosto a 2,500 rs. o corte ; chitas estoclas "M" compr.'dor poder csco-
?!&."*Effitlt^..e.d4': Ihse por preCo Jilo commodo : na i
loja do sobrado amarello da ra do 4
t Queimado n. 29. ?
Vendo se urna crioula do 24 anuos,
&msm&mgfiB&
a 200 rs. o covado; ditas francezas a 240 rs.;
ditas de quadros escuros, fazenda do ulti-
mo gosto e novos padrOes a 200 rs. o cova-
do; riscadinlios muito lixos a 160 rs. oco-
adoi-
dar.
Na ra do Vigario n. 19, primeiro an-
dar, ha pira vender muilo superjor cera
em grumo, em barricas pequeas, o supe-
riores vanos engarrafados.
Ovas do Serta').
Vonde-se ovas do seitao por preco com-
modo: na ra do Queimado loja n. 14.
Vende-se saccas grandes com gomma
muito alva para emgomraar, e 2 redes com
todo centro marcada, agulha proprias para
lipoias, assim como duas toalhas com la-
vado; superior atoalhado adamascado de
puro lu lio, com 8 palmos de largo, pelo ba-
ratissimo preco de 1,600 rs. a vara; brim
trancado de puro linlo, de diversas coros e
delicados gostos, pelo barato preco de 1,200
rs. avara; riscado delinho, com 4 palmos
de largo a 300 rs.-o covado; algodao.azul
de 41)2 palmos de largura, fazenda muito
propria para ropa de escravos a 200 rs. o co-
vado ; assim como outras muitas fazendas ,
que se vender por preco' mais commodo
do que em outra qualquer parte.
Cobertores de algodao.
Superiores cobertores de algodSo de di-
ferentes cores, tecidos a dous ios, muito
grande, tem todaapplicacoem urna casa de
familia, por servir para meza de engom-
mado e forrar camas e mesmo para escra-
vos, pelo diminuto preco de 1,440 rs.: na
ra do Crispo n. 6.
l'otassa'americana.
--No antigo deposito da cadeia volita, n.
13 existe urna pequea portlo de putassa
americana, chegada recentemente que por
superior rivalisa com adaftussia: vende-
se por preco razoavel.
Rap Paulo Cordeiro,
recentemente chegado do Rio de Janeiro :
vende-se na ra da Cadeia do Recife loja n.
50, de Cunha &Amorim.
Vendem-se relogios de ou-
roeprata, patente inglez: na ra
da Senzalla Nova n. 4a.
Deposito de cal virgem.
Cunba & Amorim, na ra da Cadeia do
Recite, n. 50, vende-se barris com supe-
rior cal em pedra, chegada pelo ultimo
navio de Lisboa, por menos preco do que
em outra qualqner parte.
Sementes de ortalice.
brinto e bico as ponas : na rua do Quei- rados de setim, para liomeiti, a
madon. 14 loja. jj 30,000 rs. na ra do Crespo, loja
- Vendem-se 3 escrivos de servio de| ?
cimpo; i muala de bonita figura, engom- amarclla n. 4, de Antonio fran-
ma, cose o cozinha; 1 escrava que corta e faz' csco Pereira.
qualquer vestido engomma e cozinha ; t
dita de bonita figura e de todo o servico ; 1 ]
escravo que cozinha bem o diario de urna; Vendem-se sementes de ortalice de todas
casa, e I escrava de meia idado : na ra Di- as qualidades muito novas, viudas de Lisboa
reita n. 3. j na galera Margarida, e. feijSo carrapalo e de
Cera em velas, flores l na ra da Cruz, atrs do Corpo Sm-
t > to n. 63.
V ende-se superior cera em ve- .. Nt rua j,8 cruzos n. 23 segundo andar,
las, fabricada no Bit) de Janeiro, vendem-se 4escravas sendo 2 creoulas,
-. i __..;, n,,,;,. todas com abelidadese bonitas liguras.
de muito bom sortimento c muito Ao bom e barato.
em conta : no esenptono de No- ( Vende-se na rua do Queimado, loja n. 18,
vaes & Companhia, na rua do Tra- panno fino preto superior prova de limo ;
i o i [saln preto o melhor possivel, ehamalote
O cautelista Faria Barbosa^ Acudam ao novo barateiro.
vendeu no pateo do Clllegio, casf Vejidem-.e na rua do Cabug n. e, loja de
1 ,, miudezas, osporai linas de ac o da ultima
do Iivro aiul os meios bheles
em qnartos que tirou o primeiro
i .-ooo.ooo rs. e o segundo 200,000
rs.; e outros premio* de cem e
mu i tos de quarenta. Na mesma
casa vende e pag sem descont os
seus bilhetes da vigesim segunda
lotera do theatro, cuja lista vem
no vapor inglez de ao do corrente,
pelos seguintes precos :
Meios lo,4oo
.Qnartos 5,2oo
Uitavos 2,600
Vigsimos 1,200
Vendem-se 30 taboas de plnho para is-
soalho, j apparelhadis, por preco em con-
ta : na rua da Cadeia do Recife, loja n. 6.
CHA PRETO.
Vende-se superior cha preto,
em caixas de 3o libras cada urna :
em casa de J. J. Tasso Jnior, na
rua do Amorim n, 35.
Lotera de N. S. do Livramento.
Aos 5:ooo,ooo ders.
Na loja de miudezas da praca
da Independencia n. 4 ; vende-
se um resto de bilhetes inteiros ,
meios, quartos, decimos e vigsi-
mos a beneficio de N. S. do Li-
vramento.
Bilhetes inteiros
Meios
Quartos
Decimos
Vigsimos
Vendo-se um negro bom cosinhoiro,
com todas as qualidades precisas, nSo se
vende para f'a da provincia : a tratar na
rua do Queimado n. 10, terceiro andar.
Pechincha.
Na loja do Passcio Publico n. 15 vende-
se superior cal virgem, chegada ltimamen-
te de Lisboa, por preco muito commodo pi-
ra acabar.
Vende-se urna bacia de rame, grande,
em bom estado : na rua do Rangel n. 54.
Vendo-se um plano inglez, para quem
quer aprender, por ser de preco muito com-
modo e se achar em bom estado : no atorro
da lla Visla, sobrado n. 17.
Loja de quatro portas, no aterro
da Ooa Vista n. 60.
Vendem-se riscadinhos escocezes, padrOei
escuros, muito bonitos, para lodo servico,
a 140 rs. o covado; dito de outra qualidade,
a 120 e a 100 rs. o covado, e muitas fazen-
das, por precos commodos.
Vendem-se palitos france-
zes, guarnecidos de Iranias, for-
10,000
5,ooo
3,600
1,100
600
Agencia de Edwin Maw.
Na rua de Apollo n. 6, armazoni de Me. Cal-
preto do lindos desenhos muito proprio para
vestidos das bellas, sarja preta hespanhola
verdadeira, meias pretas de seda de peso,
monlSr. Companhia, acha-se constantemente ditas brancas; assim como outras muitas fa-
bous aortiinetos de taxa de ferro coado e zondas proprias para aquaresma, e porpre-
batido. tanto rasa como fundas, moendas in- -oj ,je 8graj,r a0s compradores.
eiraa todas de ferro para animaea, agoa, etc, Vende-se o sitio no lugir denominado
duaa para armar em .nadoira de odo. o, ta- g A cujosji0 he dofronto do de Ntcolo
manhos e madcllos o mais moderno, macoina ..._.' r,. ,._i.. ....1 ,_ ,,..,
horlaontal para vapor, com forca de 4 caval- Rodrigues da (.unlia, o qual lem bastante
los, coucos, passadeiras de ferro eslanhado terreno e casa terrea; com diversos pes de
para caaa de pulgar, por menos preco que 01 frucleiras, e cupia fura de Casa; a falta de
moda, pelo preco de 1,600 rs. o par; cartas
francezas pira voltirele a 560 ra. o binlho.
Marroquins.
Ni rui do Cibug n. fl, loja nova de miu-
dezas, tem para vender um aortimento de
celes de marroquim, pelo preco de 1,600 rs.
cada urna, a elle antes que so acaba.
Grande fabrica de chapeos de sol,
de J. Falque tua do Collgeio
n.4-
Neste novo estibelecimento recebeu-se
um novo e lindo sortimento de chipos de
Sidos ltimos goVo.t, lauto de seda como
depaninho para homeos e senhoras, de ar-
macHo de baleia e de asso que se vendem
por menos preco que em outra qualquer par-
te; grando sorlimento dechanialole, sedas
e paninhos em peca de todas as coros oquo-
lidides para as pessoas que quizerem man-
dar cobrir armacOes sorvidis. Completo sor-
limento de bilelaa para vestidos espartilhos
para senhoras, fazem-se umbellas de igreja e
concerta-se qnalquer qualidade de chapeos
de sol: todos osobjectoscima mencionados
se vendem em porfo e a retalbo, por preco
que agradar aos freguezes vista da quali-
dade.
Negocio vantajoso.
Vende-se o hotel commercio silo na rua
da Cadeia n. 1,1, romos uteocilios que o
comprador quizer: a tratar no mesmo.
Vende-se bolacha e biscoutos de fari-
nha de milho: as Sinco Pontea n. 38.
Moinhos de vento
com bombas de repuxo para regrar borlas
o bailas decaplm na fundc!lo de Bowmaux
& M. Calhem: na rua do lirinti ns. 6, 8 e 10.
Lotera do Ro de Janeiro.
AOS 20 000/000 r.
Na casa reliz dos Quatro Cantos da rua
do Queimado n. SO, vendem-se os afortuna-
dos bilhetes, meios, quaitoa, oitavos, vig-
simos, da, 32 lotera do theatro deS. Pedro
de Alcntara, cuja lisia chega no primeiro
vapor al o dia 20: ailes que eslo no reslo.
Vende-se sapitos do Ararat! a 800 rs.
na rua larga do Ruzario n. 35, loja.
Vende-se um terreno com 300 palmos
de frente e porto de 1000 de fundo, com
grande vivelro, que tem por lo de 500 pal
mol dacomprido, na estrada que vai para 1
Hanguinho 1 a tratar na rua da Cadeia do
Recife n. 9.
-- Vende-se um sobrado de um andar e
sola 1, no principio da rua do Hospicio, cois
truido ha pouco lempo, com toda a solidez
e perfeico, com cantara de Lisboa, gran-
de quintal murado e plantado de arvoredoa,
estribara e cacimba : na rua da Trempo
n.50.
Vende-se a meacHo do sitio grande, na
estrada dos Afflictos, que principia defronte
da capella do mesmo titulo, por muito me-
nos do valor que Ihe foi dado no inventa-
rio : a Iralar no mesmo sitio, com o dono
a qualquer hora do dia.
- Ven le-so um hem cabriole!, com todoi
os iparellios, e querefldo o seu cavado, mui-
lo vivo e manso : a tratar com Jos Prea de
lloraos, na rua d Cadeia do Recife, loja de
ferrageos.
ARADOS AMERICANOS.
Vendem-se arados ame-
ricanos, chegados dos Esta-
dos Unidos, pelo barato pre-
co de 40,000 rs. cadaum: na #
k. .11 '. 'un ni- lia i v .... ..v. ~, .. ~ .-. y, y" 1 7-----------------------------
Grande e novo sortimento de louca vidndi, 0 -franichc n, 8.
Como aelain talhaa do porto grandes e Pe"i 5^< 5
quenas para depotito de docea
nanteiga c doce, tigelaa grandes para bater
po-de-16, eacarolai com cabo, panelas para
cosinha, aisadorea coraprldos e redondos, para
ssados do forno, como sejam leltoes, pirs,
galinhas, tombos, viudos a moda da Euro-
pa, vaioa flnoa e ordinarioa par florea figuras
para Jardn, oalungas multo engranados, jar-
ros Unos da Pirahiba c da Bahl, quartiohas
garrafas, copos com pratos, rouriogues, resfria-f <]3o
dores brancos, encarnados, ludo para resfriar 1
agoa, alguidares de todos os lmannos, btalos
para meninos aprenderemandar.ditascom lam-
pa para compras, ditos para costura, ditas com
pes para flores, ou frutas, condecas, e cestas,
casllfaes de louca de diflerentes cores, morln-
guea e quartinhas pequeas de difireme co-
res para folguedos de meninos : na rua da
Cadeia do Itccifc n. 8.
Farinha barata.
Na rua da Cruz n. 33 armazem
Jos de S Ara
queire de fari
mo de S. Hatheus, muito suporior por ...
nos preco que em outra qualquer partee soJunior: na rua do Amorim n. 35.
levando a sacca mais barata, fica tambem as Vende-se ou arrenda-se o Eogenho S.
barreduras para vender, que serve para Rita moente e corren e meia legoa distante
bizosetc da villa do Iguarassu'com proporcOes para
--A bordo da escuna Maria^irmina fun- safrejar-se, embarque junto aoengenho; ala-
bulhoes pr!*###*
Deposito de panno ti 1 algodSo da
febrica Todos os Santos da JJa
nhia.
Vende-se por preco commodo
o bem cotilleado panno de algo-
desta fabrica ; em pessa,
vontade do comprador no escrip-
torio de Novaes & Companhia, na
rua do Trapiche n. 34.
Azeite de carrapato da fabrica de
Araujo & Fillto, no Penedo.
Acabidechegar maisdeste j conhecido
azeite, ornis proprio e econorr.ico, pin
uso de cindieiros de sala, tanto pela sua du-
de Luiz
aujo, vndese sacas com al- rac3o, como limpeza, o continuar a haver
inha, tanto do S. Calharina co- sempre um depoztto para suprmanlo regu-
heus. muilo suporior por me- lar dos froguezos: no armazem de J. J.Tas-
No escriplorio de ilanocl Joaquim Ra-i de cobre, escovens para navios, ferro inglez moradores o l"in tornado dmenos valor
tantocm barrascomoem ircoafolbas, eludo ou mesmo alguna que tem tiJo, sehaviam
por barato preco. tratar tudo com zelo, relazadamonto 89 nSo
JJepOSitO de Cal e pOtaSSa. emporlanm, antes pelo contrario estraga-
' ~ vam; portantotorna-se um bonito sillo pa-
1>0 armazem da rua da Liadea ra quem o quizer comprar para morar ou
doHecfe n. ia, ha multo supe- passar a festa, querendo-se despor faer
.,..,' despeza com o mesmo, e casa e serca; tor-
nor cal de Las boa, empeora, as- nar-se-ha de dobrado valor; portanto sirva
mos e Silva, na rua da Cadeia do Recife,
vende-se por preco commodo cal virgem de
Lisboa ebegada no ultimo navio, bezerro de
lustro, mercurio, linha de Roriz,retroz, fe-
cbaduras do Porto, pannos e casemiras
de Ida.
Principios geraes de economa pu-
blica e industrial.
Vnnde-seeste compendio, approvado para
as aulas de primeiras letras, a 480 rs.: na
praca da Independencia, livraria n. 6 8.
Na porta da Alfandega e no
armazem do barateiro Joaquim da
Silva Lopes, vende-se farinha fon-
tona SSSF e de Phiiadelphia, l-
timamente chegada.
Alpacas de cores.
diada de fronte do caes do Ramos, ha su-
perior farinha do S. Matheus que se vende
o mais barato possivel, trata-se abordo com
o capilSo, ou com Luiz Jos de S Araujo :
na rua da Cruz n. 33.
Na rua da Cruz n. 37, vendem-se 4 es-
cravos pretos mocos e bonitas, liguras, os
quaestrabalham em armazem de assucar
bem como estiva ou qualquer outro servico,
e 3 cosntiam o diario de unta casa : at
na mesma.
Farinha de mandioca.
- Vende-se saccas com superior farinha
de mandioca a precos rasoaveis : a tratar
Com J. J. Tasso Jnior rua do Amorim
0.35.
Vende-se
Cha preto e verde, de superior
qualidade em caixas pequeas ;
Vellasde espermacete de superior
qualidade em ditas ditas,
Fio de sapateiro, de diversas co-
res :
Tudo em conta, no armazem de
Adamson Iloiwe & Companhia,
na rua do Trapiche, n. 4a*
Vendem-se velas de espermacete, em
caixas, de superior qualidade : em casa de
I. Keller t Companhia: na rua da Cruz nu-
mero 55.
Arados de ferro.
Na fundicSo da Aurora, em S. Amaro,
vendem-se arados de ferrode diversos mo-
delos.
Para a quaresma.
Casemira preta infestada a 5,000 rs., o cor-
te decalca.
Na rua do Crespo loja da esquina que vol-
ta para a cadeia vendem-se casemiras prela
enfestada a 5,000 rs. o corte de calca, sarja
..i. ,......1.^1. n O CA ra n HiiVHiln CO-
sim como potassa. chegada ultima- este de aviso que o dono vendeu por mo- preta hespanhola a 2,600 rs. o covado ; co
i _.,: tivos de divida : quem o perlender dirija-se mo oulras fazendas que por sua boa quatt-
mente, a precos muito rasoaveis. ru, do Li,r.Jnt0 *,, n, 5> ou ndi
Superior cha nacional dealfaialen. 2 ao entrar pino becodoPa-
&SffSS STUfJS? : dr--" Vende- SUT panVidir.., no lerr. a ,20 rs., e ,s c.znnos .nw.-.
u. do CorDo-SantoPn S^neiro MdSr ntro da cid.de, tendo lugar pira moad. promptos par. qu.lquer obn, pelo d.m.nu-
^Jy^^Xw^TmXmo^^'*' P". le?h*' coin "embarque to precede2,000 rs. cada um.
dadese tornaO recomendaveis.
Rua do Paaseio Publico n. 9.
Vendem-se 180 varas de bico e renda da
trra a 120 rs., e 18 cazilhos envidiados e
Na loja do sobrado amarello da rua 4 ven(.e.se outro 8i0 em urna II lia perto dos
a> do Queimado n. 29, tem para vender
9 um lindo e variado sortimento de al- m pacaa de cores, proprias pira palitos. *J

Vendem so amanas de ferro : na rua
da Senzalla Nova n. 42.
Vonde-se urna mesa do amarello, com
7 palmos de comprimento e 4 de largura
na rua Bella n. 16.
AGENCIA
da fundicSo Low-ftloor.
RUA DA SENZALLA NOVA N. 42.
Neste estabeleeimento conti-
na a haver um completo sorti-
mento de moendas o meias moen-
das para engenho, machinas de
vapor, e taixas de ferro batido e
coado, de todos os tamanhos, pa-
ra dito.
Antigo deposito de cal
virgem.
Na rua'do Trapiche, n. 17, ha
muito superior cal nova em pedra,
chegada ltimamente de Lisboa:
tambem se vende potassa da Rus-
sia, novae de superior qualidade.
Casa de commissao de escravos.
Vendem-se escravos e recebem-
se de commissao, tanto para a pro-
vincia como para fra della, para
o que se o florece muitas garantas
a seusdonos : narua da Cacimba
n. li, primeiro andar.
1 muito bom lugarnaPassigedaM.gdale- na porta : o pretndeme annunde sua mo-
,com muito boscasa, poco, e muitas fruc-.raa'*
Gomma de engommar ,
em saccas i na rua da Cruz n. 24.
Luvas de totcal, com bolotas
teiras, por outro beira do Rio Capibartbe,
ouporalguma propriedade na praca vol-
tando-seem dinheirooezcedente; lambem
Afogados, com duas formidaveis
muitos pes de coqueiros, e urna
cisas,1
raudo
a 12801S.
Vinho de Champagne,
e superior quilldide : vende-se no arma-
em Kalkmana IrmSos Rua da Cruz, n. 'O
Deposito da fabrica de Todos os
Santos na Baha.
Vende-se,em casa deN. O.Bieber&C..
na rua da Cruz n. *, algodSo transado da-
gados, o outras propones : quem o preten-
derentenda-secomo proprielariono mesmo
engenho.
Cera de carnauba a 5,ooo rs.
Vendc-se na rua dos Tanoeiros n. 5, supe-
rior ceri de carnauba de primeira sorte pelo
diminuto preco de 5,000 rs. a arroba ; sebo
do porto em caizas 1 7,000 rs. a arroba.
*0mm9immmitt mmmm< mm^mm
K Vendem->e ricos veos pretos de soda,
:'[: de li 11I10 e de retroz de llalia; mante- i;
leles prelos do ultimo gusto e com ri-
cos enfeites; mantas de seda pretas ;
jneiasdeseda pretas de peso e outras _
fazendas de gosto, ludo por preco de "
agradar aos compradores : na loja do
sobrado amarello da rua do Queima-
do n; 29. 9
%
Vendem-se muito superiores luvas de tor- _u 1(a rsbrica, muito proprio para saccoade
1.'_n,t _dA "P!.m:,..f"'*.e. .. ..".t8..0.c.i 9U com bolotas, a 1,280 ra._o par: na rua, ;ssucar e rupa de escravos. por precocom.
vende-se a dinheiro, atroco de escravos, ou doQueTmado'n.'ie, foja de miudezas.
alguma propriedade de maiorou menor va-1 a 1 npllira dp nnnto in-ler
lor recebendo-se ou voltando-se o ozceden- ^vas ue pellica, oe pomo ingiei
te, alralar com Joaquim Ribeiro Pontcs: na
rua da Cadeia do Recife n. 54.
Vendem-se sacadas de granito e de pe-
dra, umbreiras, vergas de pedra pira portas'o Queimado n. 16, loja de miudezas.
ejanellas, na estrada de S. Amaro junto a .
fundico dos Srs. c siarr & Companhia, pa- ^ambraian para cortinados a a,400
a 1,000 rs. o par
Vendem-se luvas de pellica, de ponto In-
glez, para homem, a 1,000 rs. o par: na rua
ra tratar or preco commodo : a fallar na
rua da Cruz n. 51 no armazem, o no escrip-
lorio do primen o andar.
Vendem-se caizinhas com tmaras, ditas
com peras secas, ditas com pecegos, dilas
com amenas, seiras de 2 e 4 libras de figos,
passas de alicante muito graudis, figos de
comadre, ameias as mais superiorres que
pode haver, latas com sardinhis de mntes,
estrelinha para simpa,talhanm, nletria, fari-
nha de araruta, amendoas comfeitadas, de
divercos gostos, como seja laranja, limSo,
canella, chocolate, o brancas, tudo muito
superior: na rua da Laraogeira n. 16.
FeijSomulalinho ,
muito superior, em saccas grandes, o tam-
bem se vende emalqueires, medida vellia :
na rua da Cruz do Recife n. 24.
Attengao.
Na rua do Crespo 11.10, vendem-se exce-
lentes manteletes e capotinbos de seda e
ehamalote pretos e de cores, por menos pre-
co do que em outra qualquer parte; soda
furia cores, psra vestidos a 1,200 rs. o cova-
do; palito de brim a 4,000 rs. e casaca a
5,000 rs.; chitas franezas com lista na fren-
te a 300 rs. o covado ; ditBS sem lisia a 240
ra., e outni muitia fizendia, que se vende-
ro por todo preco, vista dos compra-
dores.
rs. apega.
Na rua do Crespo, loja da esquina, que vi-
ra para a Cadeia, vendem-ae cambraiis des-
cantonadas, para cortinados, a 2,400 rs.
peca, com Be l|2 varas.
Lindas imagens chegadas ultima-
mente de Lisboa.
Trocam-se as imagens seguintes pelos pre-
cos abaizo declarados: sendo, S. Jerony-
mo 2,000 rs,Santo Antonio 3,000 rs.,S. Fran-
cisco 2,500, S. Jos 2,500, S. Benedicto 2,500,
S Luis 2,000 rs., S. Bento 2,000 rs S. Paulo
2,000 rs., S. Joflo 2,000 rs S. Manoel 2,000
rs., N. S. do Carmo 2,000 rs., N. S. da Sole-
dade 2,000 rj., N. S. do Rozarlo 2,000 rs ej.
5. da Conceicilo 2,000 rs., Santa Ajuda, San-
ta Rosa, e Santa gueda 2,000 rs., e N. S. da
Saude 2,000 rs.; assim como algumas figuras
por precos commodos : na rua do Cabug n.
6, loja de miudezas.
Veaae-se cera de carnauba, e toalhas
de panno delinho, para roato: na rua da
Madre de Dos, loja n. 34.
Vende-se ura terreno na rua da Aurora
com 50 palmos de frente e 2jp do eitensSo,
tendo caes de ujolo a beira mar, licindo en-
tre is casas dos lllms. Srs. CustivSo Jos do
Reg e Francisco Antonio de Olivelra : os
prelendentesdirijam-se a rua das Torre* n.
8, primeiro indar.
modo.
Nova pechincha.
MadapolOes com pequeo toque de iviria a
2,400, 2,800, 3,000 rs., 1 pessi.
Ni rui do Crespo loja da esquina que vol-
ta para a cadeia vendem-se madapoloes li-
nos com pequeo toque de avaria a 2,400,
2,800,3,000 rs., o outras muitas fazondas
por preco commodo.
lie to barato,
Que laz animar ; -
Quem vir a pechincha
N5o deixar de comprar.
Na rua do Crespo loja da quina que vira
para a cadeia, vende-so panno fino preto, a
3,000, 3,500, 4,000 4,500, 5,000 e 5,500 rs.
o covado-: dito francez muilo superior, a
6,000 la.; dito azul, a 2,600, 3,500, 4,000 e
5,000 rs. ; dito verde, a 2,800, 3,000 e 6,000
rs.: dito cor da rape, a 2,600 rs. ; casomi-
ra preta, a 4,800 6,000, 7,500 8,500 e 10.000
ra. o corte; sarja preta de seda muito su-
perior, a 2,500 rs. o covado; merino preto
muilo bom, a. 2,800 e 3,200 rs. o covado cor-
tes de cassa' chita muito bonitos, a 1,920
rs. ;.e outras muitas fazendas por preco
commodo.
Vende-se urna loja de couros com mui-
to pouco sorlimento, e tambem se traspassa
a cisa a qual tem proporcOes para este ou
qualquer outro negocio, por ser em um dos
melhorea lugares di rua Direita, com com-
modos para moradia, e purlSo para o paleo
da Penha : na mesma rua Direita n. 55.
Cemento novo a 7,000 rs.a barrica.
No armazem de Antonio Aunes, no caos
tda Allandega.
immm mmmmmmtmm wmtmmm
Novos cobertores de tapete a
i,44 rs-
Na rua do Crespo loja da esquina que
volta pin a cadeia1, vendem-se cobertores
de tapete, grandes e bonitos, pelo diminuto
proco de 1,440 rs.; em qualidade sSo os me-
ntores que tem vindo no mercado, por isso,
recommenda-ae aos Srs. de engenho que
quizerem comprar da pichincha, nSo se ue-
morcm, porque jaba poucos pela estrado
que tem lido.
Farinha de mandioca.
Vende-se superior farinha de
Santa Catharina, muito era conta:
no armazem n. 7, defronte da Al-
fandega, de Jos Joaquim Pereira
de Mello, ou a tratar no escripto-
rio de Novaes & Companhia na
rua do Trapichen. 34.
Para fechar contas.
No escriptorio de Novaes &
Companhia, na rua do Trapiche
n. 34, segundo andar, vendem-se
carneiras de cores ; capeos do Chi-
le, grandes e pequeos ; linha de
cabeca encarnada e de roriz, por
menos preco do que em outra
qualquer parte, por se querer fe-
char contas.
Taixas para engenhos
Na fundicSo de ferro de Bow-
man &c Me. Callum na rua do
firum, paseando ochafariz, conti-
na a haver um completo sorti-
mento de taixas de ferro fundido e
batido, de 3 a 8 palmos de bocca^
as quaes acham-se a venda por
preco commodo e com proropti-
do, embarcam-se, ou carregam-
se em carros, sem despezas ao com
prador,
{imao de JSantua a
800 rs.'
Vende-se 1 historia do SimSo de Nantua,
a 800. rs. : ru livraria da pncida Indepen-
dencia n. 6 68.
Baratissitno.
Vende-se umtcrreoo na rua da Aurora j
aterrado, tendo fundo at a rua do Hospi-
cio, e frente 55 palmos: tambem se vende
so a rua da Aurora : a tratar na praca da In-
dependencia n. 17.
Arados da fabrica dos Srs. Ranso-
111 e e May
Proprios pira plantar ealimpar canna de
Jilfererttes modellose feitos na mais acre li-
tada fabrica na Inglaterra ; sendo muilo su-
periores a qualquer que tem vindo a este
mercado,e proprio pin plantacom qualquer
terreno e de.qualquer largura, por tur um
arranjo proprio para abrir e fechar a aiveca.
O bico, aiveci e sola desies irados pasum
por um procesao que da-lho a consistencia
de ac temperado da maneira que sao de
mnita duracSo, alm de que lem. bicos de
sobie-excellente: na rua do Trapiche n. 14.
Yende-se, em casa de Kalk-
mann Irm3os, um lindo sortimen-
to de obras de ouro, chegadas, ha
poueos das, como sejam : ade-
remos, pufeeiras, alfinete,*voltas,
brincos, anneis, correntcs pira re-
loj o, brinquinhos para criancas de
coral, chaves para relejo e me-
dalhdes.
PIANOS.
Vendem-se em casa deJKilk-
mann Irritaos, na rua da Cruz n.
10, ricos pianos de Jacaranda, com
excellentes vozes chegados ha
pouco tempo.
mt ? f ?m? f f f f tw f 11
2 Deposito de tecidos da fabn- 2
*> ca de Todos os Santos,
na Bahia. 4l
Vende-se em casi de Domingos Al- #
ves Matheus, na rua da Cruz do Re- m
:-y cifen. 5a, primeiro andar, algodto "*
* transado daquellarabrica.muitopro- TS
prio para saceos e roupa de esera- 2
vos, assim como (lo proprio para re- a,
dea de pescar e pavios para vellas, 4
por preco muito commodo. -f
Altencao.
Nova fabrica de chipaes de Sol no Hierro
da Boa-Vista n. 22, acha-se um grande
sortimento de chapeos de Sol rauita
em conta, tanto para homem,como para se-
nliora, como seja de seda on de panninho, e
grande sortimento de pecas de-seda ede pa-
panninho para cubrir os chapeos de Sol ja
usado.timbem concerta os dittos peol preco
mas commodo do que em outra qualquer
e parte com toda promplidSo.
MOBILIAS DE FERRO.
Vendem-se ricas mobilias de fer-
ro, como canaps, mesas, cadeiras
com braco c sem elle, e muitos ou-
tros objectos de ferro : no arma-
zem de Kalkmann Iruiaos, na rua
da Cruz n. 10.
Escravos frgidos.
Atlenrao.
100,000 rs. do gratincacBo.
Continua fgido o escravo Manoel, per-
tencento a Sebastian Marques do Nascimen-
11, desde o da 8 de setembro do inno pas-
udo, foi escravo do Sr. Gabriel Affonso Rl-
guoira, tem 25 annos, pouco mais, ou me-
nos, do naci Angola, cor fula, com falta
de 2 denlos da parte superior do lado es-
quer do, e nina pequea corda na cabeca do
mesmo lado, corpo regular, olboi peque-
nos, beicos grossos, sem birba, baixo e be
nllieial de funileiro : pede-ae, portanto, as
autoridades policiaes e cipitSes de campo a
sua captura, pagando-se alm da gratifica-
Co cima, todas as despezas que seja neces-
sario fazer-se.
Desappareceo no dia 12 do enrrente
mez de marco, da casa de sua Sra., D. Anna
Joaquina Lins, moradora na rua Nova.oea-
cravo pardo de nome Francisco, muito co-
nhecido poro possuir a muitos annos, com
os signaea aeguimea : claro, barbado, com
assuicas por baizodo quoizo, magro, fala
muito mane, baizo, e anda calcado: quem
o aprehender, no souber onde ello esti, e
com o aviso possa vir a mo, se dar urna
boa gratificac&o, procurando-ie para este
flm ao seu genro los Candido de Btrros,
no seu esenotor 10 : rus di Cruz n. 66, ou
na rua d'Aurora ultima casa desta mesma
rua.
ArtencSo, 50,000 rs.
Fugio, ou foi se duzida no dia 19 do mez
p.p., urna pa nimba do nome Arcbanja, de
12 annos de idade, com os signaes seguin-
tes : cabellos cortados rente, olhos meio
vesgose pequeos, levou vestido de chita,
com listras brancas e cor de caf, com ra-
magens encarnadas; esta escrava veio re-
moilida da ciade da Victoria, ao Sr. Luiz
Comes Silverio : prtenlo roga-se ai auto-
ridades policiaos, capitSes de campo e pes-
soss particulares, que a prendam e levem-
na a rua da Cadeia do Recife n. 17, segundo
andar, que receber 50,000 rs. de gratili-
im 1,.lo, e protesta-se com todo o rigor da
ei contra quem a tiver acoitado em sua
casa.
-- Desappareceu no dia 2 do corrente mez
a negra creoula do nome Anna ; estatura al-
ta, rosto descarnado; lem um dedo de una
mo aleiado, que n3o o endireita; tem j ru-
gido e tem sido achada na fazenda dos Ira-
des de S. Bento, ao p de Iguarass 1 quem
a pegar ou der noticia aooda ezisle, ser
bem recompensado : na rua larga do Hozar io
n. 21.
Desappareceu do lugar de Ciiari, vin-
do para-eata praca o molalinbo EstevSo,
cor clara, de idade de 16 a 17 annos, cbe-
los corridos, que cahism as extremidades
estando grandes, com urna cicatriz de ferida
em urna das pernas; perlencente ao alteres
Jos Antonio da Costa, residente no eoge-
nho Junco, comarcado Nazareth ; quem o
iprehendssjwntregoe-o ao mesmo Sr. quo
ser gratincado com 20,000 rs. sendo captu-
rado em pouca distancia, e se longe,genero-
samenle.
Est fgida escrava ereoula de nome
Leonor; baixa, grossa, e tem um olbo mais
pequeo do que ontro ; levou alguma rou-
pa de seu uso, e anda passeando nesta cria-
de: quem a pegar leve a rua do Collegioa
aeu senhor Joto dos Santos Porto, que gra-
tificar.
Desappareceu no dia 14 do corrente
o cabra Bernardo; altura regular,cheiodo
corpo, com denles limados, de iaade 18 an-
nos, ps grandes, com algumas mareas de
bexiga: a pessoa que o pegar leve ao enge-
nho de lilo, comarca de Santo Aolfio, que
ser bem recompensado.
Desappareceo no dia 14 do corrente pe-
lo mino dia o amlalo, bolieiro, escravo do
dosembargador Firmino Antonio deSouza,
morador no ultimo sitio do Hospicio viran-
do para o do Pombal. O dito mulato he bas-
tante moco, cheio do corpo, lem barba, ci-
hec.. grossa e chata, cabello carapiobado, e
levava-o grande, quinto so retirou; temos
ps grossos, andar ligeiro e algum tanto ero-
balancado, e quaodo falla asvezes quergi-
guejir, principalmeute qoando tem modo;
Irajava caica preta, veatil branca, e chipeo
prelo de pelo lino : quem o aprehender ser*
bem recompensado; assim como quem o oc-
cultar ser responsavel na forma da lei pelo
fado criminoso e damno que causar.
No dia 7 do correnle desappareceu um
mulatiohode nome Francisco, de idade de
i2a 13 annos; muilo claro, cabello louro e
corlado rente; levou calca e camisa de cou-
ro, parece braneo, e talrez le intitule foiro;
prolesli-ae contra quem o tiver oceulto ou
seduzir, da usar do rigor das leis : roga-se a
quem o pegar de lovar a seu senhor o bario
uuCipiberibe, mondor itnz da matriz da
Boa-Vista que gratificar.
t
l
V


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