Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:04468


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Full Text
T.t-< 'S
AnnoXXVllI
W
Quinta fera 18
.-r*
DIARIO

de Marco de 1852.
N. 64.
raigo ii gtrmoBivglo.
Pioimibto Adiibtdo.
Por icines ir c --.........
Por mno ...,..,.-,.....
PiOO DXNIBO DO t.lMSTII.
f o quutel.............
WOTI0I41 DO 1XFEBIO.
DIAs DA IBMAITA. AUDIMOlAs.
Para.... 18 de Fevr
Maranho 24 de dito
Cear... 18 de dito.
Parahusa, o de Marco
Minas...
S.Paulo.
R. deJ..
Babia...
15 de Fevr.
i-j de dllo
15 de dito
4 de Marco
4/000115 Seg. S. Henrlque re
8/0001 s. Longunbos.
15/UOI 16 Terc.S.Cyrlaco.
17 puart. S Patricio.
18 Quii. S. (.abrid.
9 Seit. *#S. Josees
poso da S. Virgem.
20 Sab. S. Martinho.
4/500
Dom. 4. da Quares-
ma ; S. Beato. (Tercas
Julio di OrpM
e5. a 10 hora i.
1. vara do civil.
e6, ao meio-dla.
Fallida.
e6.ii lo borai.
2. vara do civil.
4. e tabadot ao melo-d.
Stlacn.
e gibados.
la>M.
I Crescenle i 28, ai s hora e II minute i di
I Chela a 6, ai 3 horas e l'l minutos di m.
Mingoante ill, Al hora e 11 minuto! da
[Nova 20, a 4 horas e H minutos da m.
riIlMIBDI Oa
Prime Ira s 2 horas e 54 minutos da tarde.
Segunda s 3 horas el8 mlnutoi dainanhla
Dito Ao director das ul>ra,i .publicas, dizen-
do flear sciente de se acharem concluidos os
concertos da ponte da Tacaruna, c de ter o ar-
rematante daquella barreira comecado na mes-
mi data a recebar o imposto do pedaglo.
Communicou se a thesoursrla da f.sendi pro-
rinclal.
Dito Ao director do arsenal deguerra, con-
cedendo a autorliaco que pedio, para despen-
der a quantla de I00/00 ri. com a compra de
cein arrobas de cabo de linho velbo para mi*
nufacturacao de tacos para a artilharla das tar-
taletas. Neste sentido omelou-ae a theaoura-
rla de fazenda.
Dito A' thesourarla da fazenda provincial,
communicando, que, segundo parlicipou o di-
rector das obras publicas, nao ae fax inala ne-
esirlo o augmento dotelhelro da casa de de-
lenco para nelle serein rccolhidos os objectos
existentes no armasem prximo ao palacio da
presidencia, e prevenlndo-a de barer autori-
sado o niesmo director a despender trinta e
tantos a quarentamil ris com o transporte dos
referidos objectos para aquelle telhelro. Of-
ficloa-se neste sentido ao mencionado director.
EXTERIOR.
PARTE OFFICIAL.
GOVERNO DA PROVINCIA.
EXPEDIENTE DO DA 2 DE FEVEREIRO
DE 1851.
Omclo Ao commando das armas, remet-
iendo copia do aviso da repntelo da guer-
ra de 3l de Janeiro uliimo, no qual se de-
clara, que os sargentos e cadetes, pertencen-
tei as diversa! armas do ejercito, poden), pa-
ra execuco do artigo 28 do regulamento de
31 de marco de istl, ftrter eiame em qual-
quer dai meimai armas.
Dito Ao mesmo, communicando, que, por
. decreto de 12 de Janeiro ultimo, siguudo
r conatou de viso ra reparlleo da guerra de
11 do mesmo mes, foi nomeado o prlmefro
tenente Joo Evangelista Kery da Fonseca
para o lugar de director da colonia militar
deata provincia.
Dito Ao mesmo, transmltlndo por coplas
o avilo do ministerio da guerra de II de Ja-
neiro ultimo, e o decreto, i que elle se re-
fere, eoncedeodo amnista aocapllio da quarta
classe do exerclto Joao Baptista do Atnaral
e Mello, pronunciado pello crime de rebelllo,
em que lomou parle nesta provincia. Iguaes
coplas foram remeltidas a thesourarla de fa-
jen da.
Dito Ao mesmo, communicando, que, se-
gundo se declara em aviso da reparlicao da
guerra de 27 de Janeiro ultimo, a ordem d-
da pelo aviso circular de 29 de outubro do
anno paliado para nao seren einprrgados os
ofBclaei do exercito em commisies eatranhas
ao ministerio da guerra, sem previo consen-
timeuto deste, nao se enlende com os omelaes
reformados.
Dito Ao mesmo, transmitlindo por copia
o aviso da reparlicao da guerra de 31 de de-
sembro do anno passado afim de que, no
so faja observar o que nelle se determina
acerca daa irregularidades notadas no srrrico
da companhla de cavallaria deita provincia,
mas tambem informe sol.re a materia do dito
aviso,
Dilo Ao mesmo, dizendo, que, para poder
latlsfazer a exigencia do ministerio da guerra,
comida em aviso de 27 de Janeiro ultimo,
fatie preciso, que aquelle commando remet-
a a secretarla da presidencia segunda va da
;uia do ex-cabo do primeiro baulbara defn-
antaria, Joao Felie Baptista.
Dito Ao mesmo, remetiendo copla do avi-
so do ministerio da guerra de 9 do crreme,
concedendo a balsa pedida pelo cadete lono-
cencio Serfico de Assis Carvalhi.
Dito Ao desembargador chele de polica,
transmltlndo por copias o avlr-
co da juslica de 28 do mez
decreto de 19 do mesmo me
amnistiado Antonio Jos Pestai .
pelos aoonteclmenloi polticos, que liveram oade d,incll da a coro, poderh,mos ,u,.
nesia provinca. .__,_,__ .,__, tentar que o imperador Napoleo rrgeltoa for-
PEMAMBICO.
riBTIDll SOI OOBBIIOI.
Oolanna e Parahlba, s segundas e sextas-
felras.
Rio-Orande-do-Norte, toda ai quintai-feiras
rnelo da.
Oaranhuns e Bonito, i 8 e 23.
Boa-Vista, e Florei. i 13 e 28.
Victoria,s qulntai-feirai.
Olinda, todos os dias.
rOTioiAi iiTiiNaEinaa.
Portugal. I5de Fnr,
Hespanba. q de dito
Franca ... 7 de dito
Blgica,.. 4 de dito
Italia.... 4 de dito
Alemanna. 3de dito
Prussia ... 3de dito
Dlnamsrca.il de Janr
Ruisla... 29 de dito
Turqua. A de dito
Austria.. I de Fevr,
Sulssa.... l dedito.
Suecia... 30 de Janr
Inglaterra lOdeFev.
R.-lInidot 28 de Janr
Mxico... 2 de dito
California 2 de dito
Chlll. 2i de dito
Huenos-A. I i de Fevr,
Montevideo ilide dito
OAltBIOi DE 17 DIMllfO.
| Sobre I ondres, a 27 a (0 d.
> Parla,
. Lisboa, 90 por canto.
MSTAB*.
|Ouro.Onca heipmholii.. ..7;T.7?'_ .
Hoeda de6/400 velhas......... 16/000
> de 67400 nova.......... 16/000
de 4/1100................ 9/100
|Prata.Patacei braiilelro........... 1/20
Pesos columnarioi............ 1/920
Ditos mexicanos.............. 1/800
PROTESTO DOS TESTAMENTEMOS DE LU1Z
PHIL1PPE CONTRA O DECRETO DE LIZ
NAPOLEA) QUE CONFISCA US BENS DEI-
X \l)iiS PELO MESMO.
Os executores testamentarios do fallecido
re Luli Phlllppe, abalxo asslgnados, julgam
de seu imperioso dever pratestar contra o de-
creto de 22 de Janeiro de 1852 relativo aos
bens da casa de Orleans. Este decreto tram-
torna nteiramente nao a o testamento que os
abaixos assgnadoa foram encarregados de eie-
cutar, seno tambem todos os contratos elvis
que nao regulado e filado a posicio e os di-
reitos dos dill'erentcs mrmbros dessa augus-
ta casa ; por Isso os abalxo assignados, pres-
cindido de toda a consideraban poltica, vero,
appellarpara ajusllcido principe presidente
da repblica franceza, e Indicar os erros de
direlto sobre que se fund nteiramente o le-
Lguddo decreto Se este* erros nao forem reco-
nhecidos e corregidos, far/io amis grave vio-
lencia aos sagrador direilos de propriedade
desta familia.
Para anullar a doacao de 7 de agosto de 1830
e declarar r-unidos ao dominio publico os
bens que raquella poca possuia o duque de
Orleans, r segundo decreto de 22 de Janeiro de
1852, invoca o antigo principio pelo qual o es-
tad, se torna seohor de todos os bens perten-
ecales ao principe que sobe ao throno.
Poderiainos examinar histricamente este
ideraci
._i, s de natureza totalmente diveraa regula esta
Dito -- A' thesourarla de fasenda, transmlt- o_ 0 anli drcUo milnar<:b|c0 nSo pode
tlodo copla do aviso do ministerio da guerra de ^ ,eri,meiUe invocado contra um principe
II deJaneiro ultimo, regulando o nwn-1 recebeu s coroa nSo e,n conformidade des-
xer-ie a correspondencia entre aquelle minis-1 |e d(reil0| porin ein opposicao a elle o rei Luiz
Phlllppe oceupouo throno depois do rei Car-
los X, perin nao foi seu legitimo successor,
provincia
terlo ea mesma thesouraria.
Dito ~ A'mesma, remetiendo copia do aviso
do ministerio da marloha de 5 do correte, re-
gulando o modo de se fasercm os pagamentos
da reparlicao da marlnba de conformidade com
o decreto o. 736 de 20 de noverobro de 1850,
que manda centralisar as thesourarlas todos
oa pagamentos. -- Iguaes copias foram remel-
tidas ao Inspector do arsenal de marinha e ao
contador.
Dito A'meima, autorissoda-a, era vista do
que represenlou em officio dc2l do correte, a
despender, nos termos do decreto de 7 de maio
de 1842, com os diversos crditos do ministerio
da guerra, os augmentos, que se faiem neces-
sarlos para os respectivos pagamentos, os quaes
conslam do demutistr. livu, que acoopanhou ao
citado ofncio.na Importancia total de 143:954^805
ris. e declarando, que fleain sem cuello os di-
versos pedidos parciaes, que aquella thesouraria
teni feito, e a presidencia concedido, para as
despezas do mesmo ministerio,
Dito Ao director do arsenal de guerra,
remetiendo copia doaviso da reparlicao da guer-
ra de 31 de Janeiro ultimo, mandando remetter
para o meio batalho do Cear os artlgos cons-
tantes da relacao que tambem reine tic por
copia.
Rclaco qtu si rtfirt o officio cima.
72 mochilas de brim oleado,
lol modulas sem ser oleadas.
72 Marmitas de folba para urna pnca.
72 Uornaes de brim.
I Panellas de folba para olio pracas,
8 Saceos de brim para as ditai.
1 Tercado cora balaba de sola para corneta.
I Ceoluro para o dito com cananas e car-
tuxeira de madeira,
Portarla Ao agente da corapanbia das bar-
ca de vapor, maudando dar transporte para a
corte, no piimelro vapor qne passar para o
ul, a tres individuos, que Ihe forem reinel-
dospelocommandantedo brigue escuna Ltga-
lidade o quaes teem de all depor no conse-
ibo de guerra do mestre, que foi ds guar-
nlco do mesmo brigue.
DEM DO DA 24.
Officio A' thesourarla de fazenda, commu-
nicando que, por decreto de 5 do corrente, te-
Jundo constou de parlicipaco do ministerio
justlcs, foi removido o bacharel Francisco
Rodrigues Sette de Juiz municipal e de orphios
dos termos reunidos do Rio Pormoso e Seri-
nhem para Juiz municipal da segunda vara
delta eldade, e nomeado para aquelle lugar o
bacbarel Francisco de Astil de Ollveira Maciel.
- Neste sentido fizeraiii-se as convenientes
communlcacdes.
DitoA'mesma, inlelrando-a deque, por
decreto de 3 do corrente, segundo constou de
communlcacao do ministerio da juslica, foi no-
meado o bacharel Joao Silvelra de Souzs para
o lugar de oflicial-maior da secretaria do tribu-
nal do commercio desta provincia. Flzeram-
se neste sentido as necessarias participacoes-
Dilo A' mesma, Intelrando-a de haver au-
tonsadoo marecha! commandaote das armas
a effectuar o contrato, que pretende faxer o m-
sico do quarto batalho de artllharia a p, Joo
Jos de Mallos, para continuar no mesmo ser-
vico por mals oito annos, mediante a gralili-
cafio de SOlnoo rs., que Ihe ser paga com
50/000 rs. a vista, e o resto era prestaces inen-
saeade I0/000ra. -- Gommunlcou-se ao mesmo
marecbal.
DitoA'mesma, communicando, que, por
decreto de 5 do correte, segundo constou de
partlclpacao da reparlicao da Juslics, foi no-
meado Juiz municipal e de orphos dos termo
I
ero herdeiro.
As leis da antlga monarchia nao podiam ser
applicadas a uin monarcha novo, a urna lista
civil nova, a urna constiluico nova que de.ia
produsir novos resultados as lels, no gover-
no e no futuro do palz. Por isso'abandonando
aseus linios a 7 de agosto de 1830, seu patri-
monio hereditario, o principe nao commelteu
uenhuma fraude contra nina le que nao Ihe
era applcavel, s leis e os fictos repeliera pols
a imputaco que os considerandos do decreto
querendo lancar sobre sus memoria.
. Ainda nao tendo havido ncubuma doacao,
devia conslerar-se derogado o antigo prin-
cipio da devoluco dos bens ao estado, quan-
to mala que, se o duque de Orleans aceitou a
coroa em 1830, foi com esta condico. O prin-
cipe nao vacilou era conssgrar sua vida aal-
vacao da socledade ameac.da no meio de urna
convulso que elle nao milia excitado era
deiejado ; porm ao mesmo lempo exigi que
seus lilbos preseivariam o patrimonio que ha-
via berdado de seus antepassados.
A doacao de 7 de agosto, desnecessaria por
quanto referia-se a um direito que j nao
exista, nao fes constar seno urna s cousa, a
vontade decidida do principe que ia subir ao
throno de conservar a propriedade deseuabens
nis tnos de sua familia ; e he Indubitavel que
era esta una condico que elle linha o direlto
de estipular em 7 de agosto. Neste tempo, com
elleito, bem que'declarado redos Fraocezei
pelai dual cmaras, elle nao era, em quinto
nao aceitou a coroa, mals que um simples
principe francs. Isso be to corlo que por
urna disposlco da lei de 2 de marco de 1833 se
determinou que a lista civil nao abrirla sua*
cootas seno do da 9 de agosto, por quanto
duque de Orleans nao era recoohecldo como
rei seno do dia em que aceitn a coroa e prca-
tou Juramento i constiluico. Nesse momento
pois houve um contrato, urna convenco so-
lemne entre a naco e o principe, e recordan-
do todos os acontecimentos daquella poca
nSo podemos comprehender de que fonte se
pode tirar a idela de que esta doacao, ao de-
pois vonheclda, revoltara a consclencia pu-
blica.
.Muiio pelo contrario, be corto pelos prin-
oipios debaixo de cuja protec;So colloca-
mosaquesUo, receberatn nSo somonte a
saucco da loi, seuSo tambera a consagrac,3o
de sua validado por todos os poderes pbli-
cos que se bao succedido em Franca desde
1830.
Em 1830 he corto que ja nSo ezisliam os
parlamentos, guardas dos direilos pblicos;
porm os poderes nSo estavam todos con-
centrados em urna s mSo, e as duas cuna-
ras tariSo secn duvida uenhuma applicado,
pois tinham o direitode o fater, e este era
o seu dever, os antigos principios motiar
chicos io principe que subia ao throno,
se tivessem crido que estes principios Ihe
eram applicaveis.
Pelo contrario, ellas reconhecersm for-
nalmente; pelo art. 2 da lei de 2 de margo
Je 1832, que o rei harta conservado a pro-
priedade dos beasquelhepertenciam antes
de sua subida ao tnrona.
A lei de 2 de margo de 1832 obra 'do po-
deres eminentemente inJependentes, e que
historia nSoaccusir de terem sido cot-
descendentes a rcspelo dos interessos mt-
reunidoi de S. Francisco e Porto Bello na pro- .conuou"; roapeuu uua iuw.0a u-
vc". de Santa Camarina, o actual promotor '" 1 familia real, nao pOdo ter eOeito
publico da comarca de Garaohuos, bacharel I'Otroactivo em materias quo n3o liles por-
Jos Mara de Albuquerque e Mello. -Nesieltenciam, e lemilou-se a reconhecer que os
sentido fieram-ie as convenientes cominunl-1 principio* de direito publico iovorados pelo
ntoei. decreto de 22 de Janeiro de 1852 nflo eram
Dito Ao director geral da instrueco pu-
blica, Inielrando-o de haver deferido o reque-
rimemo do professor publico de prlmelras let-
iras do Pilar em lia marac, Victoriano Jos da
Aisumpto, concedejido-lhe mals um mez de
llccnra sem vencimento contar do dia em que
applicaveis posi^ao especial do duque de
Orleans e que em nenhum momento tinha
hividodevolufSoao estado dos bensdi doa-
(30. A lei de 2 de margo de 1832 foi decla-
rativa do direito preexistente, como se fos-
aelindouaprtmeira.-Coininunicoitrse alhe- sa urna decisao que devesse Intervir sobre
sourarla da faxeuda provincial. I um pretenc.ao uiloga o dominio do es-
tado, com a nica diflerenca que decit
com mait autorldade e solemnidade. Nei
pois, como o decreto de 22 de Janeiro n
receia faze-lo, a competencia e a aulhori
de do; poderes pblicos da monarchia coi
lituciooal, be ameacrr todos os ioteri
creados, oa ganntidos peto periodo de
annos; be dar o primeiro pisso pira u.
perturbarlo profunda em o nosso di
publico.
A revolca"o de fevereiro bistiria por si
Dir destruir os effeitos desta preteod'
devolurjaoao dominio do estado,aind
ella se tivesse verificado, que se nSo ver
cou em 1830. pois se o dueiu-Am a>c.7.jti-
antigoS quorii que o principe torn a a rei
deiasse ao estado sua fortuna pessoal, en
buscado sobre a condigno de que conservi-
ria a coro ; o proprio governo provisorio
limitando seu rigor a ama medida de se-
questro, respeitou e reconheceo a dosgao
le 7 de agosto de 1830.
No mez de outubro de 1848 sendo esta
queslBo submeltida delibersc,So da asiem-
blca constituinte, por proposta de Mr. Julio
Favre, representante do povo, Mr. Berryer
apresentoo um parecer no qual se ve s se-
gointe paragrapho:
Quer se trate de am monsrchi, querde
um simples particular, quer o despojo seja
de palacios, quer de cabanas, quer de pe-
queos campos, quer de vistos dominios,
Isso importa pouco ; por quanto o mil he
o mesmo, e este mal he contigioso em nos-
sos dias mais que em qualquer oulro tem-
po ; a invasSo das propriedades, o esqueci-
menlo dos direilos, o despreso dos contrac-
tos sc'ism exemplos cheios de perigos para
spguraoca de todas ss condicOes sociaes,
e todo o goveroo deve estar convencido de
que sua dignidide, sua forca sua influencii
sobre os interessos de todos, serSo julgidas,
n medidas no espirito dos povos pelo respei-
tos que mostrar ter ao direito jusliga ea
honradez publica.
O parecer foi approvado por unanimidade
sem que seu autor procurasse sequer susten-
tal-o na Iribuua.
Mais tarde a assembla legislativa longo
de negar a vallidade da dnelo de 7 de agos-
to, autorison o fallecido rei Luiz Philippe a
elTeiluar um empresllmo no qual intervie-
ram os donatarios hypotbecsndo os bens
comprebendidos na do(Io. Ainda ha mais,
o goveroo interveio directamente oeste em-
prestimo o qual foi levado a efTeito pela aJ-
minstraefio dos bens da cisa de Orleans de-
baixo dos auspicios do ministro da fazenda.
O untado lomou urna hypolheci sobre estes
mesmos bens dos quaes se pretende agora
que j entao era proprietario.
Em 1850 lmlmente urna commissfio da
aaaaamhla propoz levantar o nquestro quo
pezava sobre os bens de SS. AA. Hit., os se-
nhores principes de Joinville e duque de Au-
mele, o o ministro da fazenda oblen lo a
palavra para expor em nomo do presiden-
te da repblica, o pensamenlo do governo
e reclamar da assembla urna medida mais
completa e miis justa, pedio que se levan-
tasse o sequestro dos bens da doagSo de 7 de
agosto, os quaes couseguio deste modo res-
tituir deflnitivamente a seus verdadeiros
proprietirios. ( Veja-se o Moniteur de 23
de fevereiro de 1850, discurso de Mr. A.
Fould.j
Assim em todss as poess it o decreto de
92 de Janeiro se eocontra depois dos mais
solemnes debates a consagrado da proprie-
dade da familia de Orleans ; trplice reco-
nhecimento de que osbens da doicao n3o
11 n lia m deixado nunca de pertencer-lhes.
'usando agora s consequenclas deste
decreto, diremos u3o s que ataca a pro-
priedade do chefe da familia, senBo que
transtorn todos os convenios que os mom-
bros desta familia hSo celebrado j uns com
os outros, j com estranhos.
Dotes hilo sido constituidos por oito con-
tratos malrimoniaes, tratados diplomticos
hSo sido celebrados sobre os mesmos com
oito potencias estrangeiras ; algunsfllhos
do re morreram primeiro queelleesea-
cham representados por herdeiros da menor
idade, uns francezos, outros estrangeiros;
parte dos bens da doatjio bao sido vendidos,
outros bao sido hypothecados para empres-
timo......... Direilos hereditarios, direitos
de principes estrangeiros, direilos de me-
nores, direilos de terceiros tudo o decreta
ataca, tudo elle transtoroa.
Ainda hi mais, anudando o testimonio
do rei, o decreto aoulla timbn o do Mada-
ma Adelaide, sua augusta irmS.
O rei e sua irmSa baviim com elTeito
combinado suis disposicOes testamentarias
de modo que evitassem a excessiva divisBo
em mSos de seus descendentes da grande
massa de bens de que ambos eram propie-
tarios. Com este um urna das successes
assegurava mais o que liaba meaos na ou-
tra. Os dous testamentos se combinavam
para realisar o pensamenlo commum, a
iguildade entre todos.
Esta igualdide uesppareceria se se ml-
lanse o testamento do rei, e o testamento do
rei he anulladoae osbens da doago forem
separados do patrimonio commum; por
quanto aquelle dos berdeiros, em cuja par-
te so acharem bens livresda applicicSo do
decreto nflo poder conservsra parte que se
Ibe deu no testamento tendo o decreto ata-
cado os bens sssigaados a seu coher-
deiro.
Debiixo deste ponto de vista da exeeugo
testamnntiria confiada a nosso cuidado esta
compromeltido o nosso mandato, e somos
obrigados asppellar para a juslica molhor
informada do ebefe do estado.
Em todo o caso pedimos decisBo.
O decreto trata urna questao de proprie-
Jadn e resolve-a applicando priocipios do
direito publico, entretanto que a decisBo
desta sorte de qucsloes pertence essencial-
menteaostribunaes,cujaautoridadeheDnal
Concluindo, os executores testamentarios
do fallecido re Luiz Philippe nBo podem
calar-se sobre dous grandes erros de fado
proclamados pelos decretos de 2> de Janeiro.
Bem que estranhos s considerigOes de di-
reito, estes erros parece que nao exercido
desgraciadamente um influencia demasia-
da mente-grande sobre a solug.lo, por isso
os abaixo assignados nBo podem deixtrde
procurar reclica-los.
Segundo os decretos, a casa de Orleans
possue 300 milhoes em prodios oa Franca, e
separados os bens da doicao, licam-lhe mais
de 100 milbOes. Estes orcamenlos nBo po-
Os executores testamentarios do fallecido i posto a subscrever a oplnio de S. Exc, visto vos exportados di provincia desde o prin-
rei Luiz Pbilippe, tendo sido obrigadoi a
examinar a fundo todo este negpcio, estilo
nocaso de adlrmar que os dous orgimen
tossBo completamente erraneos, e i-seve-
ra m que a execuffio do decreto de 22 de ji-
neiro de 1859serla a ruina quasi completa
dos herdeiros do fallecido rei Luiz Philippe.
Ellesespeiam pois quenSo terSoappellado
de balde para a justiga e lealdade do princi-
pe presidente da repblica.
(assignados.)
Dupin, duque de Mnntmorenei, conde de
lontalivet, Laplsgoe, Barris, Sgribe.
{Do Heraldo
FER.^HJUCtv
ASSEMBLA PROVINCIAL-
SESSU EM 16 DEMARCO DE 1852.
Presidencia do Sr. Pedro Cavulcanli.
At onxe a mela horas da manhia, felta a
chanada acham-se presentes 30 senhores depu-
tadoa.
O S-. Prriidcntt abre aaesiSo,
O.Sr J.Seerslario lasctal da scsso ante-
rior que heapprovada.
O Sr, i.* Secretario menciona o segulnte
EXPEDIENTE.
Um requerlmento do kim. blspo diocesano,
pedindo se marque na le do orcainento quola
sufficiente para a nbra da nova matriz de Sao-
Jos desta cidade ao menos para ae poder col-
locar a coberta, cuja obra est oreada'era rs.
27:0871000. A' commisso de orcatnento.
Oulro de Joaquim de Araujo Nunei, arrema-
tante das pfferlcdea no municipio de Pao d'Albo,
pedindo abal no prreo da arremataco, cor-
respondente perda que tem soltrldo por se
haver separado du mesmo municipio a parte
denominada povoajo da Lus. -- A'commis-
so de orcainento de cmaras.
He lido julgadoobjcclo dedeliberaco e man-
dado imprimir o aeguinle projeclo:
A assembla legislativa provincial de Per-
natnbuco resolve:
Art. I. Fica elevada cathegoria de villa
com a denomlnacao de villa de logazelra, a po-
voaco do mesmo nome, perlenceote a comar-
ca do meamo nome.
Art. 2. O terreno delta villa comprebende-
r a fregueila do mesmo nome, dividlndo pelo
norte com o riacho Ptancosinho e lorias as agoas
pendentes at ao dlstricto de Plane provine!.
* l'arahyba, c pelo sul comecando na embo-
cadura do .lacho Prateado e subindo at encos-
tar as agoaa Oc Mexot freguezla de lceos de
Bailo.
Pacod'assembla provincial dePernambuco,
IB de marco de 1S>2. M. J, Cvneiro da Cu-
nan. A. F. dt OHveira Dorinfos <(> Sonsa
Leio. F. Bhaphael de Helio Reg. Costa Co-
mea. Borros Brrelo. Corra da Brillo.
Vcrcira de Carvalho. Cameiro Uonteiro. Sf~
x Porlelta. P. Finio de Campos ""'"" de
Mlmito. r*Untint rtii-.1... shartins rereira.
P. Siqucira Varejao'.
O Sr, Presidente: Val ler-se o requerlmen-
to do Sr. Pinto de Campos, appresentado na
sesso de hontem; entendendo euqueaques-
lo da urgencia est prejudicada, porque inde-
pemiente della o requeriinenlo pode entrar em
dtscusso, por isso que a hora he a competente.
(Apoiados.)
He lido o requerlmento do Sr. Pinto de Cam-
pos e o aditamento do Sr. Figucira de Mello.
Tambem se l ebe apoiada a segulnte emen-
da aditiva.
Accrescente-se ao requerlmento as palavras
seguimes: collocadn loode convler.
- Na deterranaco do numero dos escravos
Inclua-se o sexo, a Idade e naturalidade dos es-
cravos exportados. Maciel Monleiro.
Nao bavendo quein acerca do requerlmento
e eraenda pediste a palavra, encerra-se a dis-1pulado ,e encana
line com esta arma, e eolocudtfendi-ine.
estar convencido de que sb este presuposto cipio do anno financeiro at ao presente;
foi adiado o projecto, e nao crelo que fo.se Isso Na Clga ex,,en, documentos, quesalis-
dize-lo nem roim, a pesar do que se tem
dito na casa, porque em primeiro lugar pelo
relstono ou bilanco do primeiro semestre
do mino linanceiros se pode saber o nu-
mero de escrivos exportados dentro deise
semestre, mis nBo dentro dos dois mezes
da Janeiro e fevereiro ; e eu como ebefe de
polica da provincia declaro a cisa que du-
rante esses mezes, a exportarlo pareceu-me
extraordinaria, e produzio em meo espirito
a conviegao de que era eminente qoe ae to-
misseilguma medida afim de evita-la. De
miis quaudo ainda nos livessemos a impor-
tneii completa do imposto cobrado uestes
dois mezes, nem por isso poderismos saber
qual o numero de escravos exportados, por-
que os documentos (nanceiros nSo nos of-
ferece semelhante dido; e nem nos podem
olTerecer, e smente pelo requerimento do
nobre deputado he que o poderemos atber:
esses documentos nBo h3o de ser pedidos
nem a thesouraria, nom ao consulado pro-
vincial, mas sim secretaria da polica,
porque essa repartigOo he que tem exacta-
mente os esclirecimentos acerca dos escra-
vos qoe sBo exportados ; e conven ainda
observar que os escravos que acompaoham
seus senhores, ao passo que nBo pigueni im-
posto tiram passaporte; por consequencia
sabe-se pela polica, o que ignora a re-
partirlo fiscal; por esta forma temo -mais
meios de obler a aproxunagBo da verdade,
do que por meio do halanfo da thesouraria.
He verdade que ainda assim nBo liberemos
toda a verdade, mas saberemos o mais apro-
ximadamente que he possivel....
Vm Sr. Diputado E-t argumentando
contra o requerimento. ..
O Sr. t'igueira da Helio : En digo que
assim se obter a aproximacSo da verdade,
entretanto que o nobre depulado negando
o seu voto para a viuda deste* documentos
comtenla-se com menos aproximacBo. Dis- -
se-se que ha urna grande exportg3o de es-
cravos, mas diz-seislo vagamente, e como
saber se com eCTeilo he I0u grande como se
diz? Mas pode conhecer-se o que b *" *f"
u_j uito cr>rB;""uo exporticflo dos
ltimos mezes, com a exporlacBo anterior
e foi por isso que eu mandei o meu addita-
mento aa lequerimento persuadindo-me
quo tuda esta dlSCussSo tifio serve senao pa-
ra gaslarmos o tempo, que devemosapro-
vedar em nutras materias, d'ra cu. con-
clusBo, queeunBo a provoquei, que este
negocio me pareceu smure multo sim-
ples, e que se julguoi Conveniente dizer
alguma couta em apoi do requerimento
foi por me parecer elle justo, e digno da
approvacao da casa.
i que
apresentou esse adiamento....
O Sr. Maciel Monleiro: Multo obrlgado pe-
lo boui conceito que de mlm fax.
(Continuar-ee-lta.)
Discurso proferida pelo Sr. taptiste, na tessao'
de 12.
O Sr. Baptista : = .Sr. presidente, euapprovo
o alldlaminto e pouca cousa dlrel em favor del-
le. So h casos, em que se posea conceder um
addfamanto aein Inconveniente algura, he jus-
tamente este deque se trata. O projecto man-
da estinguir o conielbo de salubrldade publica
depois que for nomeada a conimiiso pelo go-
verno na formada lei de 14 desetembrode ISoO.
Abl temos por consegulote urna lei cuja esecu-
co est dependente, na frase dos jurisconsul-
tos de uina condico suspensiva ; aqu eita
por consequencia o addiamento no mesmo
projecto. Porque seheneeeisario que o gover-
no procedas nomeaco dos empreados de que
trata a lei citada para que ento fique exllocto
o conselho de aalubrldade publica, o que re-
sulta dahl evidentemente, he que nao ba urna
necessidade real e emininente, que deva ser
salisfeila com a medida do projecto.
Portanto quando uina dlsposicohe de natu-
resa como est, que tem ein si mesmo o addia-
mento, que esta dependente de urna eomiic.o
suspensiva ; pergunto eu a ineus nobres coile-
gaa ; que incouven ente baver por que se pes-
sam alguna esclarecimenios ao governo, sobre
a materia ? Em casos taes quaesquer rases
devem esclarecer o nosso animo, e Jfval-o x vo-
tar pelo addiamento. Perguntou um nobre*dc-
pulado quaes sao os esclarecimentos que iros po-
dem vir do governo, eu digo que podem vir al-
guna ; qorque nos sabemos que existe a lei he
verdade, mas tambera sabemos que a commis-
so nao tem sido nomeado emPeruambuco ; ao
passo que consta que ein slguinas uutras pro-
vincias o governo ja tem procedido a essa no-
meaco. Que rases lera lido o governo para
nao ter feito essa nomeaco nao o sabemos.
Ha um aparte.
O orador: He porque em Pernambuco ha
um cooselbode salubrid de publica assim ouco
dizer a um honrado meinbro. Eu nomeacbo
aulhorisado a dar esta ras, e nem a acceito ;
porque para Ut* inra preciso imputar ao
governo um proceder espea.ui-in. c pouco ai-
roso. ,. _
Mo tantai as rasOes que podem ter moviewo
governo a nio fazer essa nomeaco, que le nao
podedize.aocertoalalrespelto Pudeaermesmo
que o governo se tenha vlato em embaracos ni
nomeaco ein rrl.co a capacidade d.s pessoas
porque bem que era Peroaiubuco hajam incai-
cos inulto distincloi, cP"CI de prcencherein
commissdes in" porlanlei. que eisa toda-
va com- -"* ,em e '" gratuita, ou (lelo ine-
,.. as vantagens que ol'erece nao sao gran-
des ... .
Vm Sr. depulado : Tem gratl8c?ao. ..
O Sr. bapliila : Mais gratificaco peque-
a ....
E se nao he eita a raso, pode haver multai
outraa....
Um Sr. dcpulatado ~ O patriotismo dos m-
dicos supprir o resto....
O Si. baptista: Em todo o caso o certo he
que o governo nos pdde esclarecer a este res-
peito. E se estas rases nao nos devem mover
aacceilaro addiamento, he forcoso coofessar,
que contra o addiamento nao ha raso que ae
possa dar; pols, repito, oaddiimentu diriva-sc
da naturesa do projecto, est nelle e vive com
elle, ese nao o queremos na discusso da lei ;
bavemos de tel-o na suaexecuco,
O Sr. Crrela de Brilo i Eu apprendl com o
nobre deputado o anno passado a considerar
us addismentos como meio indirecto de malar
os projectos....
O Sr. Baptista i** Eu crelo que o nobre do-
Fol alguemque quiz ferir-
Subraetlido lucceasivamente votaco o re-
querimento e emendas s3o estas, e aquelle ap-
provados.
ORDEM DO DIA.
Segunda discusso do projecto n. 1 que fixa
a forca policial para o anno de 1852 a 1863 e a
emenda do Sr. A. de Ollveira que dizem assim:
A assembla legislativa provincial dePer-
nambuco decreta:
Artigo nico. A forca policial da provincia.
Em fira sao estas rases era que fundo o meu
voto; mas como em todas as occasies tenho
dado testemunhos multo evidentes, de que me
nao aftligo com as oplnies contrarias as mi-
nhas, calmo e tranquilo oflereco aojuiso escla-
recido da cmara o pouco quedlsse.
Discurtos pronunciado! pelo Sr. figueira de
Mello na sesiio de 15.
O Sr. Figueira di Metilo: Sr. preaiden-
ERRATA.
No Diario n. 61 de 15 do corrente.
Na columna quarta, Urinas 123em lugar de
nao podelela-senao poda.
Na columna quinta, liohas 74em lugar de
destrulolela-sedistrlbue.
Iiepartf3o de polica.
para o auno fioanceiro de 18SJ a 1853, constar igf a opposigfio que o nobre deputldo pares-
do mesmo numero de pracas que actualmente Sl, fgjer ao requerimento, procede sem da-
tera, com a organlsajao que Ibe foi dada pela j_ _;, ler a[iendido ao que disse O no-
leln.273dc7deabi.ldel8M; observando-se ueputal|0 qu0 o apresenluU :
? S3S d..';?nbt| Pernambuco, 3 de marco de itef- Joao' Va- 'que a assembloa devia lomar alguma modi-
linlim Yillela. Manoel Antonio Martins Vvci- da pin obstsr a essa grande exporlacBo do
ra.Florencio Jos Cameiro Uonuiro, vencido. escravos ; que uos pode ser mullo prejudl-
a Artigo 1. A forca policial de toda a provin- (.al e com OiTeitu. Se tem saludo um
cia para o anno financeiro de 1I5J. a 1853, cons-j.ranrje numero de escravos da provincia pe-
lara de 400 praca de infamarla. rece, que-a assembla deve tomar em con-
Art. i. O presidente da provincia dlsirl-, ( numer05a exporlicSo, eUl-
docorpo obre os escravos que se esportim para fon
Art. 3. O preiidente da provincia fica au- \ da provincia ; tilvez, que se se augmentar
torliado a elevar em circuuniaociai extraordi- este imposto alguma cousa ganhemos com
uria a referida forja a 600 pracas. isso. Eu tenho ouvido dizer, at que ha
dem ter sido subministrados senBo por pes-
Art. 4. Fica revogada a lei n. 233 de 21 de tqu 88peculidores, do Rio de Janeiro, que
alo de 1819 e todas as dlspoiifei era con- m comprar escrivos.equeempregamjo-
otttmtati.,- Par. ra.lor clare.. re- Jmoii.meios par. si.tisbzerem ,,
(ularid.de do. tr.balhoi. eu emendo que o.sOes de que sBo nc"rre**???,, '
que est era dlieuiio he o projecto o. I eo por tsnlo, que deve ser approviao
"'"'..ej,,,,. P.r m.lor clarea Idos os meioa para sstisfizerem aacommis-
JSr. Presidente: Ps re_'... j. .... ...,,jiii Parece-me
projecto n. I i por tamo, que aeve ser i .uO o reque-
prlmelro artigo da emendado Sr. A. de Olivei- rimento. porque elle lende a esse lim mui-
r; porque constando esta de tres artlgos, e lo justo, qual o de dar assembla o conhe-
sendo a segunda discusso por artlgos s pode cimento exacto da importancia dessa gran-
ser admlttida a emenda artigo por artigo
L-se e apola-se a segulnte emenda:
A a.aembla legislativa provincial de Per-
nambuco decreta:
" Artigo nico.
1. A forca policial da provincia para o
anno tinaoceiro de 18V2 a 1853, constar do
mesmo numero de pracas que actualmente tem,
Com a organlsaco que Ihe foi dada pela le n.
173 de 7 de abril de 1851; observando-se em
ludo as dlsposlcei della.
2. A presente forja poder ter diminui-
da, segundo as exigencias do servico publico,
al o limite que o goveroo julgar luluclenlc.
Maciel Afonteiro.
O Sr. Pinto de Campm: Sr. presidente, eu
tenho necessidade de ser coherente cora os
meus principios.. Quando se tralouda priinei-
ra discusso do projecto que ora noi oceupa,
appareccua ldela de ser elle adiado at queie
ouvine a opinlo do nobre adrainlitrador da
provincia areipeito; mal como vejo por ene
chuveiro de emendas aditivas e lubilltulivas
que a casa anda nao lera assentado no que se
hade seguir; psrece-me que nao ae preen-
cheu o liui do adiainentn: entreunto eu nter-
pello a algura dos nobres deputados que se la-
aba entendido com o Eira, presidente para que
diga qual be a opinlo delle: nio quer Uto di-
ler que devintos legislar sob a Influencia do
poder; e eu lerel o primeiro a pugnar pela In-
dependencia do corpo legislativo; mas sim
porque asiento que se nao devera contrariar na
pratloa os principio!, ha pouco coniagrados
pela....
O Si. Mello Reg: E para seguir o eitylos
da casa,,..
Or. Pinto de Campos: Repito, pols, se
algura Sr. deputado h. lido alguma Inteligen-
cia com o presidente da provincia acerca
U O 411 mi aiiav au "i"' iiiijii tam -- g-- r----ia w-j... -uwB>Bv s-~ -------
sois nteiramente estnnbas aos negocios d seu parecer iobre a flxaeao da forca policial,
familia de Odaos. I bja de declarar, porque nena pane enou d'a-
i MUTILADO
de exporticBo. Ni reilidade quiodo nBo
lemos a vantsgem de colloniSEcSo, que atae
para o Rio de Janeiro, parece quodevemos
tambem empregir alguns meios para que
esses escrivos nBo pnssam sihir da provin-
cia em detrimento da nossa agricultura.
Acho pois, que o requerimento foi muito
justo, e filho do patriotismo do seu nobre
aulore do inleresse que tomi pel caus da
provincia, por isso emendo que deve sei
adoptado para quo tomemos um medida a
tal respailo.
O Sr. Figueira de Mello :Sr. presidente,
em vista dos irgti metilos apreseotidospeos
nobres deputados quetrictavam de inpug-
nar o requerimento nBo posso deixar de di-
zer ainda algumas palavras sobre a mate-
ria. Com effeitoadmiro-me que se apresen-
tem esses Srs tao desafamados contra o re-
querimento quando elle me parece ISo lim-
pies, e que at devena ser votado por accla-
magBo da casa, sera depeedeocia desta dis-
cussBo que s serve de nos lomar tempo que
devemos consagrar a outras materias. Em
verdade a queslBo nSo he mais do que um
nobre deputado pedir certos esclarecirnen-
tas ao governo pira sobre ellos poder aven-
tar qualquer ideia que elle tenha a resucito
do melborameoto de nossa agricultura, ou.
dos nssos impostos. Ora aparecer urna
discussfiodeslas a respailo de tal matetia be
sem duvida para admirar....
O Sr. Florencio ;\ discussBo tem sido
excellente; em todo o caso a discussBo he
sempre conveniente....
OSr. Figueira de Mello:0 nobre depu-
tado apenas quer saber o numero de cscr-
PARTE DO DIA 13 DE MARCO.
Illm. o Exm. Sr.Parlicipou-me o dele-
gado do termo de Csruir haver consegui-
do prender Florencio Jos Villa-Nova, e
Clemente, escravo deste, e ambos autores
do assBSinato perpetrado ni pesso de Ma-
noel Ignacio de Lima, tendo se a prisSo ef-
fecluado no dia 7 do corrente, e bavendo
sido commelliJo o assassimto ha, a'gum
tempo.
De lora nada mais consls, pois comquan-
to tenha eu recebido do delegado de Pao
d'Alho em ollicio accusindo remessa de
dous crimioosus, e de um recruta, inda
nao me fonal elles entregues.
Communiciu-me o delegido do primeiro
districto deste termo, referindo-se ao .sub-
delegado da froguezia de Santo Antonio,
que no dia 11 do correte, as 11 horas e
meia da minhBa, o mestre eirpioa, Joflo
Mara do Rozario, estando a tnbilhar na
ti rra da igreja malriz d referid freguezla
succedeo que ao psssar por cima de um
alcapfio escorregasse e cihisse dessa altura
at a das janellis do coro, ficando muito
miltratido, e em perigo de vida.
Hontem, urna hora e meia da tarde,
pirlicipou-me o commindante da guarda
da cideii, Francisco Genuino Simfles, que
no soslho da prisBo dis mulheres tioha-se
descoberto um irrombimento, e que, se-
gundo as infurmacOes que podra colher
de um preso, tinham os presos do seguro
em visti passar por aquelle arrombameoto
pira dita prisfio das mulheres, e desta pre-
tendiera forca endir-se. Fui i dita ce-
dis, e examinando o rombo feito, ordene!
que fosse concertado o soalbo.
Hoja veio a parte do circereiro sobre esse
aconleeimenlo; enella diz esse empregido
que por haver descoberto o arrombamento
cima indieido, fizert pissar urna revista
minuciosa na prisBo do crime, e podra
nessa occaaifio tomar quatro facas, dous
caivetes de mola, um punhal e urna ver-
ruma, que ludo remelteu-me.
E parlicipou-me tambem dito carcereiro
haver feito pasr pir I prisBo da enxo-
via os presos Tbomaz Antonio de Gouveia,
Pedro Pereira da Silva, Francisco Antonio
de Brito, Minoel Joaquim da Silva, e Joao
Aolonio de Lima, por serem o autores do
rrombimento em questao; e i final que
no soalho da prisBo daa mulheres tinha Ho-
ja tambem descoberto outro rombo menor
feito com fogo por urna presa com o lia de
espreilir o que se pissava no seguro.
Hontem foi que o delegado luppleota do
primeiro districto deste termo pirticipou-
me o espancamento de Antonio Mana O Con-
nell Jersey, queja-levei ao conhecimento
de V. Exc. ....
Diz o mesmo delegado, rerermd-se o
inspector de quirteirBo, Tnom LeSo de
Csslro, que s cinco horas e meia do dia 9
do correle, oa preciaba do Livrameuto,
pertencente ao primeiro quarleirBo do se-
gundo districto, Joao Athanasio Botelhoa
Antonio Miria tiverim urna dispula deque
resultaram pancadia reciprocas. Como te-
oha o referido Antonio Mara de queixir-se
persnte mim daa offeoaes que receben,
segundo ella m'o asseverou, terel de conho-
cer a verdade deste aconteclmento quindo
instaurar o devido proceaso.



/.-I-
7
s
DIARIO DE PEBNAIBCO.
BECIEE 17 DE MARQO DE 18*9.
A assembla Jolgou objccto de dellbera-
rJoe mandou imprimir seis projeclos; ap-
provouum parecerda commissSn de orde-
nados Acerca de um reqnerimento do por-
teiro do consulado .provincial, assim como
ootro da commisao de constituicSo e pode-
res, relativo a peticlo do Dr. Lourenco Ave-
llno de Albuquerque Mello: approvou igual-
mente em segunda discussSo o projoclo
aubstiluitivo ao de numero 3 deale anno
Acerca do conselhodesalubridade : entran-
do em discussSo as posturas municipaesda
cmara de Flores, foram approvados com
algumas emendas os arts. 6.' a 9.* do tit 3.,
i.o a 18 do tit. 4.*. rejetou o art. 13 do mes-
mo tit., e approvou depois o 14, Dcando
adiada a votacflo do 15 por falta de numero.
A ordem do dia he a primeira discussflo
do projecto n. 4, que eleva a cathegoria de
villa a povoacSo de logaieira o continuac
dnjIojHij''. iifirTiiTmar
Communicados.
Ao lermosa declaracSo que por este jor-
nal tem fello a companhia Robert an-
nunciando urna representacSo em beneficio
do nosso palrieio, pemambucano, nllo po-
demos delxar de dirijir ao reapeitavel pu-
blico duas palavras A respeito.
A declaracSo referida he por ai so mais
quosufllniciite para garantir ao joven bene-
f i c i a i o urna grande concurrencia ao espec-
tculo annunciado para a noite de boje 18
do correte.
Prime!ranete, tudo prende e despert a
curiosidado publica no plano de represeola-
cSoalli transcripto, A vista do qual bem
se comprehende o esmero e cuidado com
que a insigne companhia procurou distin-
guir e abrilhantar o espectculo de boje,
rnchendo-o deto ricas e encantadoras va-
riedades, em atlencSo sem duviJa para
com o joven bcnefeciado.
Em aegundo lugar, nSo se trata de qual-
quer beneficio; trata-sedo benefioio de
um artista insigne, primeiro zoglar do Bra-
zilsein rival na corda, como o .atiestan) os
riithusiaslicos applausos cum que o publico
desla cidade tem sabido al hoje coroartSo
incomparavel tlenlo tiata se linalmente
do artista pemambucano, do cidadSo bra-
sileiro, em cujas glorias se deve glorificar o
paiz que o vio nascer.
Discpulo respeitoso e ehelo de gratidSo
para com o generoso meslre, que o acolheu,
desde a infancia ; sempre infatigavel no
arriscado e penoso trabalho da arte, que
exercita, tem este mancebo sabido conser-
var-so at hoje digno de 13o generosa pro-
teccSo.
Filho respeiloso e cheio do amor para
com aquella que lhe deu a vida, embora
looge dalla, nos theatros, sempre em face de
urna mullidlo a victoria-lo, lisongeado pela
**Tj*),c8o de lodos, neos por isso ello a es-
queceu ,>,.. .._ me,mo u,a Pf|. .t,,
arrimo, enviando-lbe as mais paquenas li-
beralidades, que de seu meslre o protector
alcancava.
Sabemos, que agora mesmd*tem o digno
mancebo destinado o producto deste tane-
ficio, que le foi concedido, para melhor
garantir a autora de seua das um futuro
ni ais rom modo, pro. orcionando-lhe mios
de urna subsisteccia meos penosa do que
at agora.
F. quemA vista disto deixrr de concor-
rer para urna obra 1.1o meritoria ? Quem
nao coadjuvar o digno lilho em loo bello e
jusloeiiipeulio T (Juera deixar cm fim de
proteger o iusigne artista pemambucano?
Ninguem certamente.
Pelo contrario todos nos o animaremos
e elle jamis dir que os seus patricios lo -
ram para com elle menos generosos do que
o digno estrangeiro, que lhe serve do pai
Se esto concedeu-lhe um beneficio, nos ou-
tros saberemos faze-lo avullar.
* *
Circulando inseras duas correspondencias,
una do Echo Pemambucano, e oulra na Impren-
ta (papel), que acobcrladas com o asqueroso
ananto do annimo e no Immundo de suas lin-
goagens vigas e declamatoria*, Insultan! e ca-
lumnian! (como soemj a inioi e a meu lilho Sa-
lustlno, mandei por Intermedio de meu pro-
curador chaina-Ios a rrsponsbilidHdc, alim de
flear descoberto seu autor, para intentar a
aeco qu.aa leis me facultam ; appareceu (co-
mo be de chicana) um mlseravel, que s ins-
pira asco e comiseracao, tirando desl'aricoc-
cullo o seu autor, que atraves do annimo o
conheceinos, e tolhldo por conseguinte deste
desfbrco legal, eis que recenteinente apparece
outra oa inesuia Imprenta, entio assignada, por
mandato do facioora e selvagem Estevo 'Ja-
valcantl, pelo seu sobrlnho o proletario efaci-
noroan Francisco Cavalcanll, por antonomasia
Chico Panca, na qual com falsos ditos de leste-
muahas compradas e imlnuadas, procuram
manar a mlnba reputaco, a de meu lilho e a
do honrado c bem contiendo coronel Joflo da
Cosa Villar, attribuindo-uos crimiualidade na
tentativa de morledo EstevSo Cavalcaotl.
lomo pretendo com os dados que tenlio, (islo
be) contrariedades destaa mesmas testeiuunhaa
e inultos outros documentos, destruir esta Ira*
na infernal, urdida no centro de seus antros
ensanguerStado, donde s partem planos de
vlogaoca, de peraegulcao e de morte, peco ao
respeitavel publico que suspenda qualquer jul
ico que tenha formado em nosso desabono ties-
tas correspondencias, todas saturadas de men-
tiras, de calumnias e falsidades.
Declaro desdej, que dlspreao solemnemen-
te o juizo daquelles que s eniergatn pelo pris-
ma afogueido das paltes polticas c particu-
lares, assim coinoasescarainucas destaa beatas
feroses, e suas constantes atneacas de nos tirar
a vida, porque estamos hem fortes, escudados
com a innocencia de nossas conscfcncias e a
puresa de nosso* coraedes; serlo mais algu-
snas victimas lnnoceDleinentes arrastradas ao
holocausto de suas ferocidades, sedalas de
sangua e de vlnganca.
Nao me teoho aprassurado em dar publiol-
dade todas estas pecas e documentos por-
que aguardamos a sentenca final do processo
monstruoso, intentado por estesdousmonstros,
nem que enejamos firmes na convieco de que
elle em dfreito nada pode significar pelaa bem
Balenles e flagrantes contradices e mentiras,
das vendidas e perjuras testemunhas, (o que
tudo provarel), bem reflectldas e pouderadas
felo espitlto de justica e Imparcialidades dos
uiiea, A quem se acba altelo esie linfernal
processo,
Ilugo-vos, senhores editores, o favor de in-
serir em seu Diario estas breves llnhas de seu
constante leitor.
Uanorl Florentino Carnetro da Cunha.
Parahyba do norte, ISdejaneiro de 1852.
Dita de um sitio denominado Qui-
ranga, do e.rgenho de Unna
a Dita de urna sorte de trra denomi-
nada Aragoarl, em Unna
s Dlla de niela legoa de trra denomi-
nada Duas-Rarras, em Unna.
a Dita de doaeao para patrimonio da
capella do Menino Jess, em Unna.
a Dlla de urna legoa em quadra, sita
no lugar do ro Plrangltlnbo, em
Unna.
Dita de doacio a Jeito Leandro Boa-
rea de Araujo, e sua niulher.
a Dita de venda da urna sorte de (er-
ra na rlbelra de Unna, da parle do
Sul, denominada barra de Jaqulpe.
s78e Dlla de venda do engenho denomi-
nado SaccoemSerlobaem,
> Dita de venda do engenho denomi-
nado Unna.
. Dlla de venda da niela legoa de tr-
ra, denominada Vanea-grande, em
Serlnhaera.
o Dita de uina sorle de Ierra, deno-
minada do Cocal, em Unna.
Dita de venda do engenho Bombar-
da, em Dnna
Dita de venda de urna Ilha, deno-
minada Ilha-grande dos Fojos em
Unna.
1100 Dita de venda de urna legoa de trra,
em quadra, de sesmarla, na beira
dorlode Jaculpe.
Dlla de venda de urna sorle de ierra,
sita belra dorlode Unna, da par-
te do sul do engenho Piabas de bal-
xo.
- Dita de venda de urna aorte de trra,
denominada sitio do Coroniol, no
aertio doslohamuns.
Dita de venda de uinafasenda de cri-
ar gado, no serian do Jope, denomi-
nada a Haz, na tibelrade Unna.
ii Dita de venda de urna legoa de tr-
ra sita no Amaragi, denominada do
Gregorio, em Serlnhaein.
Una de ralelo, de venda de niela
legoa de trra denominada Frexelras
1191 Dlla da venda de urna sorte de Ier-
ra, tila beira do rio de Unna, fei-
la por Joao Paz de Albuquerque, e
eua mulher, ao coronel Ignacio Jos
de Barros.
179-4 Dlla de aforamento perpetuo, e
venda vitalicia, fella pelo meslre
de campo Eslevao Jos* Paz Brrelo,
e aua mulher, de urna sorle de ier-
ra do seu morgado, cmUnna.
> Dita de venda de urna proprledade
de trra com mela legoa de fundo,
alta inargeni do rio Seriuhaem, da
parle do Sul, no lugar da Varzea-
grande, denominada Brcjo.
1795 Dita de venda de uina proprledade,
denominada dos Ouleiros, de IX. S.
da Conceicao de Maracalpe.
Dlla de rateiode foro perpetuo, das
trras ao pe* do uteiro de S. Gen-
calo, onde se acha situada a fabrica
de fater agoardente em Unna.
Dita de venda da proprledade deno-
minada Dornelles, sita nos Merepes
de Francisco Pinto.
i Dita de uina parte das trras do Fer-
ras, em Serinbaein.
1796 Dita de uina dila na proprledade do
Po-branco dita.
Dila de parte das trras denomina-
das do Malinas dlla.
Dita de venda do eneal>!>o Fernan-
das. _
,-M.i de urna propriedade no lugar
dos Outelrus dita.
* Dita de mela legoa de Ierra nos li-
mites do engenho Ubaca de cima,
onde chamao Cachoeira-pequena.
Dila de urna sorte de Ierra denomi-
nada Tamataquera, na freguezia de
Santo-AmSo da malla.
Dila de venda, u. .|0r do engenho
Pracinha, em Unna.
1787 Dila de venda do engenho Boiu,.,,
freguesia do Cabo.
Dita de vendado engenho Carrapa-
to, emerinhaem.
n Dita de venda de uina sorte de tr-
ra no Pcrraz, em Serlohaem.
>> Dila de venda da propriedade deno-
minada da <.i,.i, i.--:.i. em Unna.
1798 Dila de venda do aillo denominado
lanilla, do Gindabi
u Dila de venda de urna propriedade,
sitia no engenho Massaugana, coi
Ipojca.
ros, Os dividendos mexicanos, objeeto mul'daa rgleles remotas do Oriente do Mar
importante na bolss do coinmerclo, fatem par- j ABlirello, do Ganges sagrado, do Mar Ver-
le das remessas de especie"
os conteos so mar
D, inscriptas na lampa
dlphtongo.
iss aocoinmercio, lasem par- Amarello, ao Ganges sagrado, do llar ver-
le especies e os caliotes que melho e venerado Nilo pontos geriei don-
rcadoscomasieir.tinicucsAifl|de aMivm os ihesouros da Amarle, d
lampa, e Juntas em forma de A|||> ed| Afric|
{Revti Driltnnique.)
ruitml do Commirelt.)
COMMERCIO.
de 5 mozos f p. c. ao
na de venda do engenho denomi-
o Pracinha, em Unua.
Dita de venda do engenho S. Joao
da Barra, em Unna.
Dita de venda de mcia legoa de tr-
ra, denominado S, Domingos dita.
Dita de venda de trea porces de ier-
ra, sitas oa serra da Boiburewa,
lugar chamado Teiielra, comarca
da Parahiba.
Dita de venda da proprledade deno-
inlnada]Angelim, em Serlnbaeui.
Dila de venda dn engenho Uom-Suc
cesso, dila freguezia.
Continuar-se-h

Quandoa'totslidajla das especies velo JA
par trra, fecham-se as portas do rma-
telo, e os empregados da alfaodega, os ofll-
ciaesde bordo eos agentes da companhia
das Indias Occidentaes oceupam-se conjune-
lamente na veriflcaco do manifest da car
ga. Finda esta operario, o ouro e prst alo
mottidos as carruagns do camiuho de fer-
ro, quo ebeginf at A porta do armazem,
os Iransmittom com boa escolta ao baneo de
Inglaterra.
A cochonilha em da Ameriea Centril
mettida em couros no curtidos, a que se
da o nome d surriies, pesindo cid um del-
les quintal e meio. O empregedo da alfao-
dega fura o rouro com um instrumento de
ac para cerlificajr-se de que nSo encerr
contrabando ; a cocbonilha apparece .em
pequeos bocados deforma irregular,'de
cor purpures, e do tamanho de melado de
um bago de ervilha. De nenhum modo
moslra ser substancia animsl; e comtudo
he o corpo de um pequenino insecto despo-
jado aja cabeca e pos por mel de frieelo.
Esfregindo-se com un, bocado de cochoni-
lha urna superficie hmida, obtem-se cor
avermelhada. A cochonilha, por meio de
preparado artificial, forma a base do car-
mi ni e das lustrosas tintas carmezins
e escarales que se empregam as fabricas
de estofos. Pode fazer-se alguma idea da
immensa quantidade deslee insectos que
produz a America Central comparamdo-ae
a sua exiguidade com o peso de cada surrSo,
e com os milbares de surrdes que vem s ao
porto de Southampton.
He por este mesmo porto que as Antilhis
nos enviara atina deliciosas gelas e coowr
vas de goiabas, de gingibre, de limfjea, de
tamarindos. Os paquetes das Indias Otci
dentaes tambem trazem, principalnente
das ilhas do Baliam, tartarugas vivs, de
que se faz sopa para os nossos grastonemos:
silo ellas enormes em tamanho, e para n
conservar vivas, os marinhelros, no acto da
bsldeaco e limpeza do convs, IIks liumn-
decem os olbose a boca com asrsssourss :
de lempo a lempo enche-se d'agua um bote
cmrima da coberta e se mettom dentro as
tartarugas a refrescar, que enlSo com suas
ovolucSes e folganga divertemos passsgei-
ros.
Ha mui curioso ver a bordo de um paque-
lechugado dasAntilhasA caldeira-de Sou-
thampton 40 ou 50 tartarugas colossaes, vi-
vas, deitadas de costas e enfileiradas sobre
o conve; esta postura grolesta e o estado
de impassibilidade em que se achatn provo-
can! ao primeiro aspecto riso involuntario.;
porm os movimenios musculares de seus
pesclos, que so esteodem como em busca
ile humidade, e o modo supplicanle dos po-
bres animaos, bastariam para commover
ferocidade gastronmica dealguns ricacos.
A seda em bruto, trazida pelo paquete de
Alexandria, vem da China. Para facilitar o
transporte a travs do deserto do Egypto,
he etnbatlada em pequeos pacotas do peso
de um quintal, que sfio robertos com eslei-
rs tecidas de rotim. Son'uma cariogagao
vieram mais de 600 pacotes do seda represen-
tando o valor de quasi 100,000 libas ester-
linas.
Os chelea que trazem estes vapores sSo
procedentes de Cachemira e de outras par-
tes da India ; eso os mais preciosos que
> manufacturan) no mondo. Acliam-sn
n urn Carga centos de chales ; e muitos O lllm. Sr. olnclal malor, servindo de ins-
los lior.u r,,s j9 our0 o i,rala valem de200a Pctor da Ibesouraria da fazenda provincial,
3&0 libras cada pv.. iPo,i.o, .o om ..i S,J,?i,?.pr."uento.d* orde,.n E,m- Sr- "e>i-
xasde madeira de camphoreira, forradas de "*..? FrITU'.h'i ,"' Wcoq.u
, .. r., '-.s ,nos alas O, e 7 le aoril, prxima viiulaura ra
olha de ferro, e guarnecidas no interior a- pracapa ,er ,,,{,, per.nl. 0Tribuna,
bundantemente de pimentas e outras espe- admlnlsiralivo damesma ibesouraria, aquein
nanas para impedir que facam estragos os por menos fizer a obra da conclus.lo do aterro
PRAGA DORECIFE, 17 DE MARCO, AS
3 HORAS DA TARDE.
coTtcOu oppicuis.
Prete para Vnico : 30 es p. c. por tonelada
do assuotr.
Ditopara Liverpool pela Parahiba : 7il6e5
. c. por libre dealgodSo.
i para o Canal e continente, entre Havre
e Hamburgo, incluidos os ltimos por-
to : 30 o 5 p. c. por tonelada deassucar.
Cambio sobre Londres : a 37 d. dioheiro,
letras 60 dias.
Descont de lotras
mez.
Compras de assncar 3.' e 4." aorte a 2,080 rs.
a arroba.
Ditas de dito 6.* sorte a 1,850 rs. a arroba,
ALFANIIEGA.
Rendimenlo do dia 17.....7:548,483
Oescarregam hoie 18 demarro.
Barca ingleza Rolhitat/ btcaUAo.
Barca americana Minmota feriaba, bo-
lachinhas e breu.
Brigue portoguez Mara Feliz merca-
dorias.
Ugue sueco Ftlix firinha de trigo.
Ecun. ingleza Juliut Cutr merca-
dorias.
Inipin-liniirt.
Barca americana Minetota, vinda dePhila-
delphla, consignada a Deane Youle 6i C, raa-
nlteitou o seguale:
l fardo lencos, 194 dito e 57 calas tecidos
de algodo, 4 ditas drogas, 50 dlus canella, 21
ditas cera branca, 329 ditas dila em velas, 3 di-
ta machlnismo, 79 dita e 76 mela ditas cha,
2 carros e arrelos, I fogao e pertenece, 30 du-
rlas de cadelras, 60pecas de esleirs, 2,001 cha-
rulos, 3I0 barris com breu, 550 barricas bola-
xloha, 75 ditas bolaaa fina, 75 ditas dita ordi-
naria, 795 ditas familia de trigo.
CONSULADO GERAL.
Rendimento do dia 1 a 16. 25 200,409
dem do dia 17........3.894,990
banal administrativo, manda fazer publico,
que vai novaoienle a praca para ter arre-J
matado do dia 18 do corrente a quem por
menos fizer a obra dos concertos da ponte
dos Carvalhos, avahada em 954,500 rs., to-
mando-se por base d'arrematelo o offere-
cimonto de II porcento de batimento fei-
to por Filippe Bioicio Cavalcaotl de Albu-
querque.
A arrematc.1o ser feila na forma dos ar
tigos 94 e 27 da lei provincial o. 286 de 17
de maiode 1851.
As pesspas que ae propozerem a esta ar-
remiticSo comparecam na aala das sessOes
do mesmo tribunal, nos dias cima mencio-
nados pelo meio-dia, competentemente ha-
bilitadas.
E para constar se maodou affixar o presea-
te e publicar pelo Diario.
Secretaria da Ibesouraria da fazenda pro-
vincial de Pcrnambuco, 7 de marco de
1852.
O secretario,
Antonro'Ferreira d'AnnunciacSo.
Clausulas uptciaei d'arremalaeio.
1.' Os reparos da ponte dos Carvalhos se
rilo feitoa pela forma, sob as condicOes e
do modo indicado oo orcamento approvado
pela directora em conselho, e apreseotado
ao Exm. Sr. presidente da provincia na im-
portancia de 954,500 ra.
2.a As obras principiado noprazodeom
mez e serio acabadas no de quairo mezes
ambos contados da entrega do termo d'ar-
rematscSo.
3.' O pagamento ser feito em duas pres-
tarles iguaes, sendo a primeira quando ti-
ver feito amelado da obra, e a segunda
quando estiver concluida a obra.
4.* Durante a execucSo das obras ser o
arrematante obrigadoa dar fcil e commo-
do transito ao publico.
5.' Para tudo mais que nSoest determi-
nado as presentes clausulas seguir-se-ba
o qaedispOea lei provincial o, 286, de 17
de maio de 1851.Conforme.
O secretario,
A. F. d'AnnunciacSo.
59:185,399
DIVERSAS PROVINCIAS.
Rendimenlo do dial a 16 .
Idomdoilia 17.......
2:7*6,840
62,525
2:809,365
Exportaco.
Lisboa, brigue portuguez S. Domingos ,
condutio o seguinte :--1460 saceos, 4 bar-
ricas e 3 caras com 7323 arrobas e 10 libras
de assucar, 7 pipas, 10 quartolas e 145 bar-
ris mel, 20 saccas com 108 arrobas e 21 li-
bras de algodSo, 1112 paos de quirs, 2 bar-
ricas vi iros quebrados, 1 dita 1 alqueire de
farinha de mandioca, 6caixasdoce, 36 ta-
boas de costado, 4 pranchoes dito e 135 cau-
ros salgados.
RECEBEDOR1A UH HENDAS INTERNAS CE-
RAGS DE PERNAMBUCO.
Rendimento do dia 17..... 857,441
CONSULADO PROVINCIAL.
Rendimento do dia 17.....2:414,343
Declaragdes.
EDITAES.
VAR1EDADE.
MOVIMENTOCOMMEBCIAL DE SOU-
THAMPTON.
Ha annos que he Soulhamplono porlode ebe-
gadac desembarque das carregaedes das espe-
cies metlicas e de outros objeelos de preco
que alterosos barcos a vapor iransporlam das
mais remolas regldes do globo. A situaco
desla cidade no fundo de urna vasta baca uu
braca de mar navegnvel, de fcil accesio aos
navios que pasaam o canal da Mancha ; o ca-
mlnho de ferro que liga a cidade com a inelio-
pole, Loodre, lhe cooferem vantage eipe-
ciaes.
Tres vezes em cada mez vemos chegar a
Southampton os productos estrangeixos oais
ricos e mais estimados: o ouro da California,
a prata do Mxico do Chile, a platina do Per,
a perola da Hahia de Panam e do golpho
Prsico, o diamantes de Golconda, as drogas
lintureiras da America Central, os chales de Ca-
chemira, as tartarugas das ilhas Bahatna, os do*
ees de fruta da Aotilha, o inarfim do Egvpto e
da Arabia.
Por Southampton sao us metae precioso In-
Irodusidos na Europa em abundancia tal
que suscita as mais graves queatdes econmi-
cos eameaca modificar profundamente as rela-
ces polticas ecommereciaes das naedes. Im-
pona-se anniiatniente ein Uoulbampton ouro e
prata no valor de 5.000,000 esterllnos. O ouro
insectos durante a viagem,
Os chales de crep procedem da China ;
sSo ricamente ornados de bordados A agu-
Iha, que s podem fazer-se n'um paiz onde
he tSo barata a mSo de obra e o povo dotado
de tanta paciencia como engenho. Estes
chales vem em carios mettidos em csixas
mais solidas.
O morfiti importa-so em barricas de com-
primento desmesurado, contendo centos de
prezas ou colmilhos que provem dos ele-
phantes bravios dos Estados do pacha do
Egypto e de varias partea do Oriente, Ha
tambem marflm fossil, extrahido dos de-
serlos onde estere enterrado, em muitos ca-
sos durante seculos.
ntreos diversos objectos importados de
citerior da casa de deteoco, avallada en rs.
5:8f)"/709.
OSr. Dr. chafe de polica interino da
provincia, tendo de contratar o sustento
dos presos pobres da cadeia desla cidade
pelo tempo de um anno, assim o manda fa-
zer publico alim de que as pessoas que a is-
so' sequizerem prop'or compaocam nesta
reparticSo com as suss propostas dentro do
prazo do 15 dias da dala destu; certas de
que as condiedei do ultimo contrato que
devem servir de base sSo asseguintes:
1. Que se daria a cada preso por almoco
urna tigella de caf e um pSo de vlntem.
2. Que para o jantar, que seria a urna ho-
ra da tarde, sedara nos domingos, segun-
das e quinlas-feiras uiqa libra de carne fres-
ca, caldo, 1/16 de 1/40i farinha; oas ter-
cas e quartas-feiras meia libra de carne sec-
ca com feijUo em proporcSo, e o mesmo
1/16 de farinha ; as sextas-feiras e sabba-
dos 1/2 libra de bacalhao eo mssmo 1/16
de farinha, accrescentando-se nos dias de
carne 10 tis de touciobo e 4 ris de touve
por cada preso.
3. Que a comida seria dada pelo fornece-
dor prompta e com a necessaria limpeza,
feita na cosinha da cadeia e destribuida em
bandejas de madeira ou estanto, ou i cada
preso ou .por turnias de dous at cinco,
conforme isso parecesse mais conveniente,
requisicSo dos mesmos presos.
4. Que se lhe daria pelo foroecimento do
sustento de cada um preso a quantia de 160
ria diarios; que este pagamento seria meo-
salmcnte feito preceden do attestsdo do Sr.
chefe de polica em que se declarssse que o
fornecedor cumpria com os seus deveros.
5. Que o fornecedor se sujeitava a ser
despedido toda a vez que o mesmo Sr. chefe
de polica eotrasse no conbecimento de nSo
ter este cumprido com as condi;0es a que
se sujeitava.
6. Que lhe seria dada por esta reparticSo
S. Cecilia.
Acha-se brilbantemente preparado lodo o
machlnismo, que pede o drama, bem como
o vestuario.
Comecar as 8 horas.
Os blbetea acham-ao a venda no lagar do
costume.
iheairoTeapolio.
RECITA EXTRAORDINARIA.
Sabbaio 20 do corrente.
EM BENEFICIO DOS ACTORES CAETANO
E lli.L 1 lli-DO.
Urna das melhores ouverturaa annuneiarA
ao respeitavel publico que vai dar comeco
a representacSo de um dos mllhores dra-
mas originaos portuguezes, composiflo do
insigne poeta Jos Mara Afonco, e appro-
vado pelo conservatorio de Lisboa, o qual
tem por titulo
OCRIME.
ev
Vio te Annos de Rcmorsos.
O titulo enigmtico ediflicil de resolver
que o aetor deu a cada um doi actos deste
drama, d bem a coubecer t magnitude do
mesmo.
l. Acto-OSegreJo.
2. > AsEscripturas.
. 3.e O Cofre.
4. O Remorco.
8.* O Padre Anselmo.
Dar fim o espectculo com a graciosa
farca
O h! que Apuros,
ou
ON0IV0 EM MANGAS DE CAMIZA.
He este o divertimento que oa beneficia-
dos oOerecem ao respeitavel publico, de
quem esperam toda a protecSo.
Principiar as 8 horas.
acha designado no orcamento, que nesla he
Alexandria, contam-s pedras preciosas, | apreseotado a approvacao do E>m. Sr. presi-
joias, variedade infinita deenfeilea e orna- |?S!."ed* provincia, na importancia de 5:857/709
tos de marflm, de tartaruga e de madeira
A arrtmatacaoser feila na formados rticos
24 e 27 da lei provincial n. 286 de 17 de malo
de 1851.
A pessoas que se propozerem a ela arre-1 a lista dos presos pobres existentes na ce-
mataeao, comparecam na tala da- -
mesmo tribunal, nos
pelo nielo dia, compet
E para constar se mandou alisar o presente e
publicar pelo Diario.
Secretarla da Ibesouraria da fatenda provin-
cial de Pcrnambuco, 15 de marco de l85t.
O aecrelarlo,
Antonio Ferreira d'Annuneiacao'.
' Clautulat especioet da arrematecao'.
1." O arrematante ser obrigado a ejecu-
tar o aterro da casa de detcnco cooforme se
de
do sndalo. As podras preciosas sSo pe
maior parte diamantes, gatas, turque-
zs, rubins, saphiras, grnalas, etc., e igual-
mente peroles, viudo das diversas regidos
da India, da Persia, da Asia Menor; as desla
ultima procedencia s9o oolligadas por ju-
deus e outros marcadores e representan) o
valor das fazendas europeas remedidas
a regiOes remolas, como Astracn, a Tar-
taria.
Os objectos de joalheria o ourvesaria vem
principalmente de Trichinopoly, afamada
no Oriente pelas obras em moiss e pedras
preciosas. Porcerto que o Indio, em suas
obras manuaes de livor delicado, tem apti-
dSo especial que nSo possue o Europou,
porque os grilhOes e braceletes de ouro fa-
bricados em Trichinopoly levam sobaja van-
tagem aoa que ae fazem no Occidente; e a
prova he que n8o se podem concertar na
Europa, quando accidentalmente se que-
huiiii ou estragam
Todos estes thesouros alio submettidosao
exatne dos agentes da alfandega em arma-
zn simados no ce, e onde sSo admilti-
dos iBo aqmente o consignatarios, os em
ria.
vem principalmente da California, e em p. Ei-1 pregadoa da alfandega e das docaa. He tal
n mi Amia rretal n*ln mnh a Im iXnm anal >a o nua aa it_________-. i__Isa -_-~ a*________ -_*^____.
Publicago a pedido.
ESGRIPTUHAS EXISTENTES NO CaRTOIO
DO ClVEL DA VIlLA DE'SERINHAEM, QUE
MENCINA'O SUAS CONFBONrACO'ES E
LIMITES,
n88 Eacriptura de renda de urna aorle
de ierra denominada Estrello na
freguesia de Uan.
Dita de aloramento de um aillo de-
nominado Msngulnho em Uno.
> Dlla de venda do engenho Anglcos
em Unna
Dlu de venda do engenho denomi-
nado da Berra, lavocscao de Nossa
Si-nhora da Estrella termo de Santo-
Anlao.
Dita de venda de um sitio denomi-
nado Canijas em N. 8. do O'.
Dita de venda de um pedaco de Ier-
ra, denominada Outeiro da liba,
ilo em 'aguar termo de Serinhaem
Dlla de venda de ama propriedade
no engenho Golcanna.
arela fina, gasta pelo embate das aguaa.e que se
pode apanhar na praia. Dantes vloha dentro de
pelles, mas hoje traiem o de ordinario em cal-
sotes de madeira, cujas, dimenadea nunca escc-
dem a Ires palmo em cads face ; bavendo-os
mais paqueos.
Grande parte da prata vem em barras. Eta
barras, de forma plano-convexa, tem perto de
tre palmos de comprlmento por seis pollega-
d4s de largurae de grossura.e | es.ni cada uina
pouco mais ou menos tres quartos de quintal.
O empregados Incumbidos de vigiar o desem-
barque das especies metlicas trazldas por um
vapor das Indias Occidentaes adinlraram se ha
pouco lempo da encontrar entre essas especies
cerlo numero de objectos informes, que pare-
ciam casiarola vcllias de lata, Incapazes de
aervlr e amassadas. como as vezes e vem no
lounim-os. Achou-sc que era platina, metal qus
se estrahe do Per, e que por longo lempo foi
dcsconhecido no inundo amigo. A platina he
mal duraque o ferro ; resiste acelo do ar, dos
cidos, do lcalis, e pelo que respelta A belesa,
raridade, ductllidade, indeslructlbllldade, ni
Igual ao ouro e i prata.
As especies trazldas a Southampton pelo va-
pore que conduteui as malaa sao desembarca-
da empie primeiro que outra qualquer
Crie da carga. Emquanlo se effectuaodetem.
rque, faz-se no caes entre o navio e arnia-
em onde aquellas ae guardara urna praca vazla
onde no he aJmiltida peasoa eslranha. Ho-
rneo de eenflaoca sao os nicos empregados
nesla rpida conduccSo do ouro e prata e este
transporte he feito sempre sob a vigilancia dos
agente da polica e dos officlaes de bordo. Os
caisoles de ouro em po e as barras de prata col-
locam-ac ordenadamente no pavimento do ar-
mazaru, que algmas veses est lilleralmenlc co-
berto da volumes contendo Jolas a metaes pre-
ciosos. O valor das calas de ouro em nova-
rla de mil a irlnta mil dolares ou peso du-
Ihes passa pelas mos, que os inspeccionan)
com tinta indiiTerenca como fariam a urna
carregacSo de ovos, vfnda da fronteira costa
de Franca, ou de batatas da Irlanda. Du-
rante a noite, os agentes de polica fazem
rondas emvolta dos armaren; o outros pos-
tados as portas das docas interceptan! a
passsgem depois das horas marcadas.
Qanio os vapores das Indias Occidontaes
e Orientaes chegam juntos, o que muitas
rezos acontece no meado do mez, reu-
nem-le valores e productos manufacturados
at um milhSo esterlinoi JA vimos o pavi-
mento de um daquelles vastos armazenslit-
teralmente coberto de montes de ouro, de
platina a de perolas ; e alguna passos mais
adisnln grandes mesas seinlillando com pa-
dres preciosas, e carregados doa artefactos
mais bellos do uoirerso.
Southampton goza o singular privilegio
de aero nico porto dos lempos antigos ou
modernos que tenha recebido al maravilho-
sas produccOe de ambas as Indias. Nio ha
porto nos Estados britannicoa que lhe possa
disputar ata vantagem.
1)oze vapores procedales dss regidas do
Oriente, e vinte e quatro que vem das diffe-
rentes partes do Occidente, ali chegam em
oda auno carregados de immensss rique-
zas. Para formar as carregacOes desees
vastos e magnficos navios, que semaual-
mente sulcAo as aguas da Soulhamptun, sa-
l em sem cesaar mercaduras, saber :
das longinquia regidas do Occidente dpa
csudalosos rios que daioem dos montes Apa-
laches, do bojo das Cordilhelras, a travs do
isthmo de Darien o do rasr das Antilhis
I." Esle aterro ser principiado noprato
de 30 dias, e concluido no de nove metes a con-
tar da data da arreinatacao.
"i." Serao aterrados com preferencia aquel-
es lugares que o eogenhelro encarregado da
obra designar ao arrematante.
4." importe desla arremataco ser pa-
go em quairo preatacOe iguaea, da manelra
aeguinte: a primeiraquaudo o arrematante II*
ver felloa quarla parle do aterro, a legunda
quando livor feito a melado, a terceira quando
liver fello os Ires quartos do aterro, e a quarla
I quando tlverlnteiramente concluido.
5." Para ludo mais que nio esllver decla-
rado as presente clausulas seguir-se-ba o
que dispc a lei provincial n. 286 de i? de maio
de 1851.
Conforme. O secretarlo, A, F. d'Annun-
eiacao'.
O lllm. Sr. ofilcial-maior servindo' de
inspector da thesouraria da fazenda provin-
cial; em cumprimento da ordem do Exm.
Sr. presidente da provincia, manda fazer
publico, que nos dias 22, 23 e 26 do correa-
te ir a praca para ser arrematado, perante
o tribunal administrativo da meama thesou-
raria, a quem por menos fizer a obra do se-
gundo lauco da estrada da Escada, avadada
em 11:584,210 rs., e sobas clausulas espe-
ciaos abaixo copiadas.
A arrematado ser feita na forma doa ar-
ligos 24 e 27 da lei provincial a. 286 de 17 de
maio de 1851.
As pessoas que as propozerem a esta ar-
remataco comparecam na sala das aeasOes
do mesmo tribunal, nos dias cima men-
cionados pelo meio-di, competentemente
habilitada*,
E para constar se mandou affixar o pre-
sente e publicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria da fazenda pro-
vincial de Pernambuco, 3 de marco de
1853.
O secretario,
Antonio Ferreira d'AnnunciicSo.
Clautulat eipecioei d'arremalaco.
i.' As obras dependentes desta arroma ta-
cSo sergo feitis de conformidade com o or-
namento approvado pela directora em con-
selho e apresentado nesla data A approva-
fio do Exm. Sr. presidente da provincia na
mportaola de 11:584,910 rs.
9." O arrematante comecar aa obras no
praxo de um mez e concluir no prazo de
um anno, ambos contados da data do termo
de entrega d'arrematacSo.
4.a A importancia desla arrematado se-
r paga de conformidade com o art. 39 da
lei n. 286
4." Para ludo mais que nSo est determi-
nado oas presentes claueulas seguir-se-ba
oque dispOe a lei provincial a. 386 da 17 de
maio de 1851.Conforme.
0 secretario,
Antonio Ferreira d'AnnunciacSo.
O lllm. Sr, ofilcial-maior aervindo da
loapector da thesouraria da fazenda provin-
cial ; em cumprimento da resolucSo do tri-
na tala das sessdes doldeia, a que so houvesse concedido racOes
ni.miT.,h?i!mC,.0J diari">' siimdoporellareguIar.se nocum-
ememe habilitad.. prmen\0 do .eusdeveres, (cando, porm,
entendido que no numero dos prosos pobres
nSo serian contemplados oa escravosem ra-
sflo do foroecimento do sustento destes, de-
ver correr por coota do carcereiro, como he"
de le e estylo.
7. Que o fornecedor so sujeitava a forne-
cer o sustento aos presos pobres recolhidos
enfermarla da mesma cadeia daodo-se-lhe
320 ris diarios por cada um e obrigando-
se elle a cumprir o regulamento na parte
que lhe diz respeito.
Secretaria da polica, 16 do marco de
1852. Antonio Jos de 1 re Has.
-- Pela delegada do primeiro districto do
termo do Recife lora recolhido cadeia por
andar fgido o preto Luiz, escravo de Jos
Maximino Perclra Vianna,que o mandar re-
ceber quando lbecoavier.
T1IEATRO DE S. FRANCISCO.
QUINTA-FEIRA, 18 DE MARCO DE 1859.
5.' representacaS da companhia Robirt.
Beneficio do joven pemambucano ( pri-
meiro zoglar do Brasil)
Primeira parte.
Lindissmos e bonitos equilibrios pelo be-
[ neficiido, o quil nSo s pela presteza e agi-
lidade com que os desempenha,mas tambem
pela extorna seguranca que requerem esses
trabalhos, tem merecido em todas aa partea
a approvaeSo geral.
Segunda parte.
Necromancia, prestigitaco e
mgica.
Mr. Robert principiar este acto com ama
maravillosa serie de metbamorpbosea, illu-
sdes, transformacOflt, eto., etc., as quaes nSo
enumera Mr. Robert, pordeixar odireito do
publico, que he o da sorpresa.
Terceira parte.
Os irmaos Esle- ou as escolas de
A tltcyas
Peles Sta. Alexandre, Mand, a Sra. Josepbi-
na e a joven, gentia. Este admirevel traba-
llr, sera tiesemponhado com todo o esmero
p issjvol tanto as posicQes acadmicas como
na forja muscular que em particular o Sr.
Alexandre exacutar.
Quarla parle.
Exercicios aobre o lio d'archal pelo Sr.
Mand.
Quinta parte.
Grande danca de corda teza.
1." A jovuu gema lara seua uualumados
Ira balboa.
2." Bonitos e elegantes passos pela joven
Ilumnense.
3 O joven pemambucano, se distinguir
sobre acorda, tanto com a maromba, como
sem ella, passos de elevacOes de muiia ele-
gancia, e urna danca chamada La Sabot-
tierretendo por sapatos um par desabo.
Terminar esta parte com a risonha Janea
do pslhaco sobre os hombros de sua av do
idade de96 anuos.
O beneficiado far nesta noite todo possi-
vel para continuar a merecer o favor do res-
peitavel publico ; e geralmente conta de n-
lemflo com a estima e geuerosidade que ca-
raclerisam os seus mui dignos patricios.
Principiar as 8 horas.
m
REAL COMPANHIA DE PAQUETES 1NCLE-
ZES A VAPOR.
No dia 22 deste mez espera-
se do Sul o vapor Tay, rom-
mandante Moas, e depois da
demora do costume seguir
para os porto da Europa. Para passagem
diriji-se em casa da agencia: na ra do Tra-
oche-Novo n. 42.
- Antonio Joaquim d'Oliveira Baduem,
escripturario da segunda seccSo do consu-
lado provincial, faz sciente aos propieta-
rios dos predios urbanos, dss freguezias de
S. Antonio. eS. Jos que principia hoje a
fazer o lancamento da decima doa referidos
predios.
Recife 15 de marco de 1859.
O escripturario.
Antonio Joaquim d'Oliveira Baduem
COMPANHIA BR ASI LEI R A DE PAQUETES DE
VAPOR.
Sendo notorio que frequentementeos pas-
sageiros que visjam aoa vapores da compa-
nhia dos paquetes, transportam clandesli-
nameote em suasbagagensavultadas qaan-
tlaa de dinbeiro, tanto de conta propria,
como alheia,defraudando assim a companhia
em um de seus ramos de rendimento; o
abaixo assignalo gerente da companhia bra-
silera de paquetes de vapor, faz sciente, que
nSosor permittdoa passageiro algum levar
comsigo maior quantia de 1:000,000 rs. em
qualquer especie. No caso de desconfianca
de contraveneno, os agentes da companhia
e os rom ma ma uto > dos paquetes, podero
mandar examinar as bsgagens, e sujeitar ao
pagamento de frete duplo toda a quantia que
for encontrada, e exceder aquella somma.
Rio de Janeiro, 30 de agosto de 1851.
Marcelino Jos Coelho.
BENEFICIO DA MENINA J0SEPHINA
(JOVEN FLUMINENSE. )
Domingo, 21 de marco de 1859.
Depois de urna bnlhante synfonia prepa-
ratoria, dar principio o seguinte diverti-
mento :
Primeira parte.
Una hora de mgica,
por Mr. Robert i o qual executar nesta
parto tudo o que se pede desejar de mala
bonito neste,genero, nSo spela escolba
das sortea, nas tambem com a execuclo
de muitas pegas da aua invencSo feitas
por ello, e expressamente reservadas para
esta occssiSo.
Segunda parte.
Uma mui elegante danca ingleza,
pela beneficiada.
Terceira parte.
Le pas styrien,
passo a dona burlesco, em que o Sr. Man-
d far o engracado pipel de JOBADD, ea
menina Josephina o de ROQUETE,
Quarla parte.
O Alcde Maranhense, Hercules de com-
panhiaRobert,depois de ter feito a ex-
traoidinaria prova de forc, de sustentar
a pe;a grande de calibre 6 sobre os paitos
dar mais outra prova da forca de aeua
msculos, que be de ae fazerpuchar por
dous vigorosos cavallosque nao poderSo
arrancar o dito Hercules d'onde elle se
agarrar.
Quinta ultima parte.
terminsr o divertimento com a apparj-
i;ao do
Zeiro e Flora
ou tudo o que lia de mais elegante em dan-
ca SOBRE DUAS CORDAS, pelo Sr. iland
e a joven beneficiada.
Principiar A 8 huras.__________________
"~jajF !j9lPJB)SBHajaBjVBBBHBaBBBBBBBBJBa)
Avisos martimos.
Para o Porto sahe com muita brevida-
dde a galera portugueza Bacharense, de
primeira marche, da qual he capitSo Ro-
drigo Joaquim Coreia, para carga ou pasta-
geiros, para os quaes tem os mais asseiados
commodos, Irata-se com o capillo na pra-
ta ou com Jos Moreira Lopes: na ra do
Queimado a. 29.
Para o Rio de Janeiro.
Sigue com brevidade, o brigue
escuna nacional Olinda por ter
parte de seu carregamento enga-
jado: para o resto, escravos e pas-
sageiro*, trata-se com os consig-
natarios Alachado & Finheirc, na
ra do Viga rio n. ig, qu com o ca-
THEATRO
BE
S. IZABEL.
39.' RECITA DA ASSICNATURA.
HOJE, 18DE MARCO DE i85a. Pltio Ma"oe' Marciano fterreir ,
Subir a scena depoia'da exeoaco delntl praca do Lommercio.
uma das melhores ouverturaa pela orchea'-l Paraj> Porto aeguir al no Om do oor-
tra, o magnifico e aparatoso drama sacro frente mez a hem conhecida barca portugue-
em3 adose 4 quadroa. | zaSanta Crut, capillo Minoel Francisco No-

. ..
.
- *
i
MUTILADO



;
guoira : rtcebe carga, e tem exoellentes
comrrodos para psssageiros : trata-ae na
roa do Vlgario escriptorlo n, 11, 1. andar
ou coro o capitBo.
O patacho nacional Alegra,
segu para o Rio de Janeiro, no
domingo, a i do corrente, para es-
cravos e passageiros, para os quaes
olerece excellentcs commodos :
trata-se com os consignatarios No-
vaes & Companhia, na ra do Tra-
piche n. 34.
Para a Bahia.
Segu com brevidade o novo e'veleiro hia-
to nacional SANTA CRUZ forrado de cobre
para o reato da carga trala-se na ra da Ca-
deia do Reciten, 33..
Para o Kio de Janeiro, se-
gu viagem, a barca nacional Fir-
meza, pregada e forrada de cobre,
e de muita velera marcha : para
carga, passageiros e escravos a fre-
te, para o que tem excedentes com-
modos, trata-se na ra da Gadeia
n.40, ou na praca, com o con-
signatario Manoel Francisco da
Silva. ________^^^
Lciloes.
-- O corretor Miguel Carneiro, far* lei lo
no dia gabbado 20 do corrente, aa 11 horaa
da manhBe, no sou armazem na ra do Tra-
piche n. 12 de differentes trastes novos, e
usados, pianos, um baldo d'amarello, es-
pelhoa, quadros com ricas eslampas, louga,
vidros, candieiros, serpentinas, e oulros
maitos objecto que se entregar por qual-
quer prego que for offerecido, e ao meio dia
cm ponto ira a leilBo um cabriolet inglez
com arreios, assento de palhinhe, coberta
de tirar e por, e muito maneiro.
LeilSo que taz Domingos Bozano, ca-
pitSo da barca sarda Balilla nasua re-
cente viagem de Genova para Buenos-Ayres,
encalhada no lugar denominado Pao-Ama-
rello, por conta e risco de quem pertencer,
em presenta do vice-consul de S. M. Sarda,
e o Sr. Jos Saporitti, agente do seguro,
por intervencSo do corretor Miguel Carnei-
ro, hoje 18 do corrente, s 10 horas da ma-
iihBa, na alfandege.das mercadoriassalvadas
damesroa barca, seguintes: pipas com es-
pirito de vinho, ditas com vinho, pipas e
barris com azeite doce, caixis com garra-
fas de dito, ditas com cognac, Champagne,
licores, marrasquioho, muscatel, absintho,
e vinho medoc, barris com oleo de ricino,
e latas com dito, barris eom vinagre, cai-
xa com queijos, papel para msica, dito
para escrever, e dito de embrulho, pellos
de bezerro inrernisadas, sapatos brose-
guins para homem esenhora, sudase velli-
dos, barricas com linhaga; -molb'os de mer-
lin, vasos de barro, e alguns objectos maia
que se pode arrematar.
a
Parante o jnio do olvel da|prjmeira va-
ca, escrlvBo Molla, val a praca na prlmeira
audiencia com o abata da lei, para serem ar-
rematados, um esoravo urna parte de urna
casa sita nos. Afogados. pertencentes a viuva
do finado Canuto Jos Velloso da Silveira
por exocugBo de JoBo da Cunha MagalbBes.
X) cautelisla Parka Barboza julga conve-
niente declarar que os precos, por que an-
uunciou bontem vender os seus bilbetes so
se enlendem com s da vigsima segunda
lotera do thaatro de S. Pedro, em conse-
quencia de' haver abundancia no mercado.
-- Esta fgida a eacrava creoula de nomo
Leonor; baixa, grossa, e tem um olho mais
pequeo do que o outro; levou alguma rou-
pa de'seu uso, e anda pa9seando nesta clda-
dc: quem a pegar leve a ra do Collegioa
seu senbor JoBo dos Santos Porto, que gra-
tificar.
-- Tendo desapparecido do abaixo assig-
nado um relogio patente suisso n. 197 com
amaciiina desorganisada, roga-sea pessoa
a quem elle for dado concertar ou para
vender, leva-lo a ra da Penha por cima da
toja do surrador o qual relogio pertence a
Francisca Bazilia Pereira^
JoBo JosBaptista.
Desappareceu no dial* do corrente nl ru'a'daVuror n .2 : quem'o pretender
o cabra Bernardo; altura regular, cheio do 'dirija-se na venda porbaixo, ou na ra do
corpo, com dentes limados, de iaade 18 an- crespo n. *.
nos, ps grandes, com algumas marcas de, .. 0 thesoureiro da irmandade do Senhor
bexiga : a pessoa que n pegar leve ao eoge-; Boo, Jegug dos pasg0g do Corpo Santo, em
nho do Bdlo, comarca de Santo AnlBo, que noojeda mesa,'roga a todosos seus irmBos
ser bem recompensado. da mesma irmandade que no dia, 26 do
Ao bom tom. [corrente, hajam de comparecer na igreja
Acaban, de chegar de Paria as mais boni- matriz da Boa Vista, com 'V'miK'sI
tas e ricas tas de voludo com a sua compe- companharem a procissfio do mesmo Se-
tenta fiv"la dourada, propriaa para pescoco e nbor, aflm de fazer o acto mais brllbante; e
ntrslenhoUrrid5oP-seP a, moilr... a- aquellas irmao.. &KMJ&*2
cham-se venda por tSo barato pregoque ma irmandade, enSoquizerem teompanhar
ninguemdeixar de comprar: na ra larga a dita proc.ssflo, as queirarr.' Ml"
do Rozarlo n. 38, loja-de miudezas, junto a tbesoureiro da mesmi 1 ma"dade no^d '
holln inSr lunhnlnmeo. antecedente, para o thesoureiro estar man
-"SaiaVr? GSano Francisco de prevenido d capas, par. aquellas quequ-
Oliveira, digno empresario do theatro de zerem acompanhar dita procissao.
Santa-lzabel. que leve quanto antes aaoena O abaixo assienado avis
- Preclsa-se de pretoa para serventes:
quem oa tlver equizer alugar, dirlja-ae a
roa do Bangel n. 9.
- O Sr. Carlos Maria Pereira
Lagos, he chamado a ra da Ga-
deia Velha n. 33, para se Ihe en-
tregar uma carta e encommenda ,
vinda da llha de S. Miguel, do
que se exige recibo.
RafTael Lucci, vai a Lisboa.
Ramos & Companhia embarcSo para
o Rio de Janeiro, a sua escrava parda, de no-
me Thereza, d 9 annos de ida Je.
Precisa-se de um pequeo
portuguez, ltimamente chegado ,
para caixeiro de uma loja na cida-
de da Parahiha; quem o tiver, di-
rija-se a ra do Cabug, loja de
miudezas n. 1 D.
Aluga-se uma preta, para servico de
rasa : quem a pretender, dirija-se a ra do
Sol, casa n. 1.
-- Aluga-se o primoiro andar, da casa sita
3
Qoadros, natural da ilha Graciosa, e quo foi Joaquim da Silva Boa-Vista, retira-se
ilipped'Aul. yoSr.Uezerra.eodemestre P'g' V"L ,
OrsineoSr. Alrnoto. to, que, ha mais de pannos, me
Tinturara franceza deve, como se v dos documentos
Noaterro da Boa-Vista n. 17, lingem-selo- g Jos Maia, firmados:
daequalquer fazeBda, seda, la, algodSo e,uu on o T0..
linho, tanto em obra como em peca, e com na ra do Crespo lojan. 8. Joa
muito aceiojassim como se limpam casa-qUim Lopes da Costa Maia.
do Panno que ti- 1_ recisa.seaIu(?ar um molequ

Avisos diversos.
Aquellos senhores que anda nSo me
remetieran! assucar nesta safra, nBo obstan-
te estar ella quasi a lindar, hajam de me pa-
garen! quanto antes os fornecimentos que
Ihes fiz, visto que taes Taitas demonstram
nflo cuntinuarem suas correspondencias
eommigo, como tratarim e deviam ; scienli
licindo'os do que aquellos fornecimentos
nilo oscomprei pelos prasos queSs. Ss. que-
rem. Comoeu deva tambero, e esteja, em
veixamespara pagar.nSotenho remedio se-
nfii fazer este pedido, nicamente aquellos
senhores que anda nSo me remetteram as-
sucar nesta safra.
Luiz Epifanio Mauricio Wanderley.
Precisa-se de uma boa ama de leite
em Olinda, no sobrado da cadeia da S, es-
quina da rna do Bom-Fim.
Acha-se aborta na ra do Santa There-
za n. 28, uma aula particular de primeiras
letras para meninos, onde seensina com to-
do o zelo e solicilude a ler, escrever, e con-
tar, elementos de grammatica nacional, co-
zer, bordar, marcar, e lavarinlo : os pas de
familias que quizerem admittir suas filias,
dirijam-se a mesma aula, que acharSocom
quem tratar.
Aluga-se uma escrava que coze, cosi-
nha, lavn eengomma o diario de uma casa:
na ra do Seve, caaa terrea e sotSo, defronte
do theatro.
Madame Theard, modista france-
za, na ra nova n. 3a.
Madame Theard tem a distincta bonra de
convidar ao respeitavel publico, e com espe-
cialidade. as pessoas quo honram seu esta-
belecimento, que pelo navio francez Havre,
o ultimo chegado de franca, recebeu um va-
riado sortimento de objeclos nSo sdesua
prodssBo, como outros, pedidos de sua par-
ticular encommenda por nSo se acbarem no
mercado a contento de be ti servir aoiseus
freguezes, como sejam : mui ricos chapeos
de seda, de finiasima palha de Italia, mui
lindas formas, e variados enfeites; mantele-
tes de fil de linho brancos e prelos, ditoa
de seda eom oa mais elegantes enfeites de
diferentes tamanhos e gostos ; cabecOes e
romeiras de fil,tudo que ha de melhor nes-
te genero; camisinhas, manguetas de Ql ;
corpinhos de cambraia, e lil branco mui
proprios para montara; os maia lindos e
ricos enfeites para cabega de aenboraa e me-
ninas; lindas pulceraa de lita aventaesde
seda com ricos cordes e borlas as pontas;
boi mui variado sortimento de llores finas
para todos os mis teres; mu lindas cpelas
de core para baile, e brancas para noivado;
leqtes com asteas de madreperola e ponnas
de narabont com ricos desechos de pintura
o melhor que ha no mercado ; espartilhos
de da e liobo, tudo que tom vindo de maia
nio orno e comnioJo para aenhoras o me-
nina, e para senhoras bstanle gordas, o
quebe bem didlcil do encontrar-se pela va-
rieado deivirem de tamanhos de scnlio-
ra i guiar, dando a grande encommenda s
oras gordas a fazerem roupinhos por se
verth privados de encontrar espartilhos
erarle, que nada encommodam a cintura;
penrtmu linas para chapeos ecabefa ; lu-
vasiliodaaasqualidade; tran^aa e fran-
jas pin enfeites, fil de linho e blondo; ri-
fas lilnlas brancas imitarlo de blonde para
noiviiMlin branco cor de perola o melhor
quelaoate genero: erepe de eores mui
lindel corte de vestido de gorgurflo proto,
mui iU fazenda propria para asaatir ao
actoa* aemana santa ; e outros muitos ob-
jfctoTue se nBo mencionan! pela insufli-
cieuold lempo, mas que serio patentes
os coferadores. Quanlo a precos tudo he
majsb*oque em outra qualquor parte,
cm vi.tKa excellente qualldade e gosto dos
meiBKlobjectos. Assim como no mesmo
eslabtilhneolo so executa cora a maior
presUnJ perfeisio toda a qua idade de ves-
lidos, iLptoi toucados, e tudo tendente a
moda(ienhora u goalo de quem as en-
comaMitar, para o quo tem os mais mo,
deraos itorlnos qua mensalmente recebe
por todcfM navio*. .
*ll*-a o armazom alto oa ra ua
Cruz n. f: quem quizer drija-so ao eacnp-
torioda-ji lrmao, na mesma eea pri-
n.eiro anitr.
cas o outra qualqucr roupa
ver nodoas, pondo-se como novas e por pre-
cos muito commodos.
Desappareceu no dia ti do corrente pe-
lo meio dia o mulato, bolieiro, escravo do
desembargador Firmino Antonio doSouza,
morador no ultimo sitio do Hospicio viran-
do para o do Pombal. O dito mulato he bas-
tante moQO, cheio do corpo, tem barba, ca-
beQj grossa e chata, cabello carapinhado, e
lovava-o grande, quando sorelirou; temos
ps grossos, andar ligeiro e algum tanto em-
bataneado, e quando falla as vezes quer ga-
guejar, principalmeute quando tem medo;
trajava calca preta, vestia branca, e chapeo
preto de pelo fino : quem o aprehender ser
bem recompensado; assim como quem o oc-
cull.il- sera rcsponsavel na forma da lei pelo
facto criminoso e damno que causar.
No dia 7 do corrente desappareceu um
mulatiohode nomo Francisco, de idade de
12a 13 annos; muito claro, cabello louro o
cortado rente; levou calca e camisa de cou-
ro, parece branco, e talvez se intitule forro;
protesta-se contra quem o tiver oceulto ou
seduzir, de usar do rigor das leis : roga-se a
quem o pegar de levar a seu senhor o barBo
de Capibaribe, mordor atraz da matriz da
Boa-Vista que gratificar.
ATTBNCAO.
Desappareceu ha 8 das um bote que se
arma a vapor, o qualse achava fuodiado de-
trs do armazem do Sr. Jos Antonio de
Araujo, etem ossignaes seguintes : popa de
navio, tendo um sol pintado de branco, o
casco preto com a borda branca,dentro ama-
relio e encarnado : quem deate der noticia o
pode fazer na venda da ra da Cruz n. 57,que
ser recompensado.
OSr. que se acha encarregado de co-
branzas de contas nesta cidade, tendo sido
encumbido de semelhante trabalho, por ou-
trem a quem seu dono havia legalmente en-
carregado, he rogado a apparecer para dar
contas do que ha recebido, e mesmo para en-
tregar essas contas, pois que n3o convm que
continu, e mesmo por ter feitocita(Bo,sem
para islo ter ordera.
- U bacharel JoBo Vicente da Silva Costa,
professor substituto de philosophia e geo-
metra do collegio das artea do curso jurdi-
co, avisa a quem convier, que ae acha re-
sidindo no aterro da Boa-Vista n. 2, onde
pode ser procurado, principalmente a tarde;
por isso que tem de leccionar pela mantisa,
naquelle collegio.
Precisa-se alugar um moieque de 15 a
18 annos, para o servio de uma casa de
pouca familia : na ra Nova n. 36, loja de
cutilero.
-- Quem annunciou querer dar roupa para
se lavar e engornmar, para se entregar no
lm de 15 das, dirija-se a ra da Cadeia por
detrs do theatro velho n. 20, pnmeiro an-
dar.
- Aluga-se o segundo andsr do sobrado
da ra do Pillar em Fra do Porta com mul-
to commodo, bonita vista e fresco : os pre-
tenderes dirijam-se so pnmeiro andar do
mesmo.
O abaixo assignado, previne
ao respeitavel publico, que nin-
guem faca transaccao alguma, com
Manoel Paz do Nascimenfo mor
rador no engenho Pao Sangue ,
termo d'Agoa Preta, respeito a es-
crava parda, de nome Francisca ,
de 11 annos de idade, por perten-
JoSo Mara Seve.doulorem medicina 0
faz saber,que esla no exercicio de sua
_ profissSo, e que tem fixado sua resi
t dencia na ra da Cadeia de Santo An- (
tonio, casa n. 10, aoode pode aer pro- #
curado. 9
Avisase aos amsnlea do bom engommado.
Lava-so o engomma-ae com todo o aceio e
promptidSo pelos presos seguintes: caifa e
jaqueta a 100 rs.; camisas a.HO rs.; coletes
a 60 rs.,- e toda qualidade de roupa : na ra
da viracho n. 33.
Precisa-so alugar um sitio para as par-
tea de Santo Amaro : quem o tiver annuncie.
-- Aluga-se em soparado uma sala, com 9
quartos e 1 sollo, 4 quartoa, 2 aalas e cozi-
nha : na ra da Penha, sobrado n. 1, com
lampeBo.
Na praca da Independencia n. 12, tr>-
ca-se por 2 queraos, um lindo cavallo ,
muito gordo e com buns andares.
Lino Jos de Castro Araujo, remello pa-
ra o Rio de Janeiro, o eacravo Joaquim, de
nacBo Angola, de 33 annos de idade, a ser
entregue a seu proprietarioBernardino Jos
Pinto.
-- Napolen CabrieljBez, embarca para o
Rio de Janeiro, os Bus escravos, de nome
FabiBo e Antonia, crlqulos.
-O Sr. Jos AntoniKda Silva, natural da
freguezia de S. Salvador^) Arvore, em Por-
tugal, tem uma carta, virfda de sua familia:
na ra da Cruz n. 59. \
O Sr. Francisco RbeircXTavares, tem
uma carta, na ra da Cadeia Uo Recife n.
48, primeiro andar.'
O Sr. Bornardino da Silva Guimaraes.
faca favor de apparecer na ra do Cabug n.
2. a negocio de seu inleresse.
-- Precisa-se alugar uma ama aecca de
bons costumes, e que saiba bem cosinhar ,
nBoseduvida pagar bem, ae agradar o seu
sorvico : na ra daa Trincheiraa n. 19, so-
brado de 2 andares.
Precia-ae de um preto, que teja bom
e fiel, paga-ge bem : quem tiver e quizer
alugar, dirija-o a ra do Trapiche Novo
n.10.
-- Precisa-se de uma ama, para servir o
Interno de uma casa de mui pouca familia :
no Hospicio, aillo de portBo verde, junto do
da Viuva Cunha.
Precisa-se alugar uma mulher de ida-
de, livre e deaempedlda, para ama de casa
de pouca familia : a tratar na ra do Cres-
po n. lo.
Precisa-se alugar um nafro: na refina-
cBo da ra doa Guararapea n. fa-
cer ao mesmo abaixo assignado ,
como se est ventilando no foro
commum. Recife, 16 de maride
i85j. Ivo Pinto de Miranda.
Francisco Antonio SlmOes, tendo de re-
tirar-so para Portugal no prximo vapor.de-
clara que deixa por seus bastantes procura-
dores, em primeiro lugar ao Sr. Vicente
Jlonteiro Borges, em segundo ao Sr. JoBo
Fernandes Prenle Vianna, eem terceiroao
Sr. Francico Rodrigues da Cruz.
Quem annunciou no diario de hontem
precisar de uma peasoa para tomar conta de
roupa para lavar e engornmar, dirija-se no
becco do Carioca n. 9, que ah achara com
quem tratar. .
Precisa-se de um bom caixei-
ro para loja deferragens: no ater-
ro da Boa-Vista, loja n. 46.
Na ra das Agoas-Verdes, sobrado de
um andar n. 14, dBo-se bolos de vendagem
a 80 rs. a pataca; bem como armam-ao ban-
dejas com muito goslo, por prego man em
conta do que em outra qualquer parle.
O abaixo assignado roga as patrullias de
polica, mestres de campo, e mesmo a ou-
tras pessoas, que porveulura encontrarem
um menor de nome Benedicto de idade 11 a
12 annos, cor fula.olhos grandes, rosto com-
prido o com muitas marcas do bexiga.e que
foi vestido com calca e camisa de nscado
americano, olevem a sua casa no aitio da
Estancia n. 17,ou a secretaria da policia.que
receberBo alguma gratificado; advertindo o
abaixo assignado,que o dito menor be livre,
e que se achava em sua companhia por ter
ioteiramente deavalido aem pai e mSi.eque
porlanto protesta denunciar perante as au-
toridades legitimas qualquer pessoa que
tentar reduzlr a ecravidBo o referido me-
nor o qual se evadi de sua caaa no dia 15
do correnta pelas 9 horas da manhfia.
Antonio Jos de Freitas.
I'recisa-se de uma ama com leite, que
o lenha em abundancia e bom, para ojea de
pouca familia : na ra Augusta defronte
do n. 17.
l'reeiaa-se de 90,000 r. por cinco me-
zes sssignando-se urna letra de 100,000 rs.
e o pretndeme tem casa de negocio, ou da
um escravo de seguranca para garantir dita
quantirquem quiser annuncie para ser
procurado.
BANGO DE PERNAMBGO.
A directora do banco de Per-
nambuco annuncia aos. senhores
accionistas, quesubscreveram ac-
c5es, que tem deliberado princi-
piar a receber a primeira presta-
c3o, conforme determina os arti-
go 3 e 5 dos estatutos no dia i5
de abril prximo vindouro, efina-
lisar o recebimento no dia 3o do
mesmo mez. Os senhores subscrip-
tores de aeces, que as tem cedi-
do a outras pessoas, lhes passarSo
um titulo de transferencia, que a
pessoa dever apresentar na occa-
siao em que vier fazer entrega do
dinheiro e o mesmo titulo deve
vir reconliecido por um tabelliSo.
Em tempo se annunciar a casa
onde se devem dirigir. secre-
tario da direcco, Manoel Ignacio
de Oliveira.
- Precisa-fallar a negocio de inleresse
coin.os lierdeiro de francisco Crrela de
feitorda mina do ouro, fallecido nesta ci
idade, segundo consla, ba oito annos. A
qualquer dos meamos herdeiroa, ou pessoa
quedslles aaiba, pede-se queira diriglr-sea
casa n. 6 defronte do Trapiche Novo, ou an-
nunciar sua morada para aer procurado.
Madama Jtoutier modista franceza
ra Nova n. 58.
Pelo navio Havre recebeu-se um lindo sor-
timento das ultimas modas de Pars, a sa-
ber: ricos chapeoa de seda de todas aa cores;
ditos de palha da Italia abertos, multo boni-
tos ; chapeosinhns de seda e de palha, re-
dondos para meninos e meninas de 1 a 6
annos, com abas largas de lindos enfeites o
de todas acores; um lindo sortimento de
trancas e franjas tanto prelas, como de co-
res, capellaa de flores muito ricas e moder-
na; um grande sortimento de filos de to-
das as qualidadea ; muito lindos manteletes
e capotinhos de seda do melhor gosto ; flo-
res linas, manguitas da bico para senbora o
maia moderno gosto, stiro e tafetSa de to-
das as cores; plumas de cores para enfeite,
bieos de linho verdsdeiro; ricos toucados de
senhora para baile ou Ibeatro; chapeoa da
montara ; lencinhos 'de seda ; lencos de
rainbraia para senhora; flores e ramos de
flores de laranja, ricas luvss de pelica para
homem e senhora, ohamalole preto, luvas
pretas para senhora, fitas de vrludo tanto
preta, como de toda as cores para punhos
e poscoco com as livellos ricas; muito lin-
dos manteletes de fil preto para quareema ;
florea e plomas pretas ; camisinhas com
bertura e bordado; camisinhas com goli-
nhas bordadas e com bicos ; mangas borda-
das de fil, bicos de blonde, casaquinhas
brancas bordadas para meninas ; espartilhos
para senhoras e meninas, atacadores para
botn da senhora ; na mesma loja fazem-ae
vestidos de casamento, de baplisado, toca-
do menino e de senhora, capotinhos de to-
das aa qualidades, com perfeicBo e prego
commodo ;recobem-se todos os mezes lau-
rinos modernos, que impresta a seus fre-
guezes.
Mobilias de alug'uel.
Alugaro-se mobilias completas, ou qual-
quer traste separado a vontade do alugador,
e por preco commodo : na ra Nova, arma-
zem de trastes do Pinto, defronte da ra de
Santo Amaro.
-- Precisa-se,de 200,000 rs. por empres-
timo, e por tempo de seis mezes, pagndo-
se o premio que se estipular com seguranca
em ui:>, dous, tres e quatro escravos, con-
forme a vontade do emprestador: quero qui-
zer annuncie.
Na ra do Hospicio o. 52, precisase de
uma ama que engorme com perfei;So: pa-
ga-se bem.
Irmandade do Divino Espirito
Santo.
para Portugal.
Precisa-se de uma ama de leite: na ra
Direita n. 34, oasa de um andar.
Compras.
Compram-se trastes usados e tambero
se troca m por novos : na ra Nova, arma-
zem de traste* do Pinto, defronte da ra de
S. Amaro.
Compram-se para urna encommenda
do Rio de Janeiro, 2 eacrava creoulas, ou
pardas, de 19 a 20 annos, que tenbam boas
figuras: na ra Nova n. 16.
Compram-se escravos, ou escrava de
qualquer Idade, que nBo sejam doentes, pa-
ga m-sa bem: na ru larga do hozario, loja
n. 35.
Compram-se urnas portas de amarello,
em bom uso, que tenham 5 palmos de lar-
gura o 12 1|2 ditos de altura: a tratar na ra
do Vlgario n. 19, primeiro andar.
Compram-se garrafa vasiase paga-mse
a 6,000 o cento; no pateo do Carmo, ven-
da nova n. 2.
Na ra da'Cruz do Recife o. 52, pri-
meiro andar, precisa-se comprar uma escra-
va creoula que saiba cozer, engornmar e fa-
zer laberintoa.e que teoha bonita figura, pa-
ga-se bem.
-- Compram-se 2 ou 3 fronhas pequenaa
de laberinto, 6 a 7 varas de bico fino que se-
ja largo e bem feito que be para loalha de
bretanha fina, renda para botar em fronhas:
na ra do Rangel n. 36, primeiro andar.
-- Compra-so um escravo que entenda
alguma cousa de padaria: na pa lana do
Forte do Matto n. 31.
-- Compra-so a Medicina Popular do Dr.
Chernoviz, mesmo usada, sondo barata:
quem tiver annuncie.
Vendas.
Lotera do Kio de Janeiro.
Aos 20:000,000 de rs.
Na loja de miudezas da p/aca da
Independencia n. 4 vendem-se bi-
lbetes inteiros, meios, quartos, oi
tavos e vigsimos, a beneficio da
aa. lotera do theatro de S.Pedro
de Alcantara,e um resto de meios
bilhetcs, quartos, oitavos e vig-
simos, n beneficio de um hospital
das Agoas Virtuosas daCampanha;
vem as listas das duas loteras no
primeiro vapor que chegar do Rio
de Janeiro.
O cautelista Faria Barbosa,
A mesa regedora tem marcado odia 19 do!I vendeu no pateo do Collegio, casa
corrente aa 6 horas da tarde para a trasla- |___ a,l na mciiis hillicli's
dacBp doa restos mortaes de seus falecidos do livro azul OS meios Dlinetes
irmBos, da igreja de S. Francisco para a do em qnartos que tirou O pnmeiro
N. S. da Conceico dos militares, ^endo, e o segundo 200,000
celebrarle ah um aolemoe Memento, e p >
urna oracBo anloga, recitada pelo Ryro. pa- rs.; e outros premios ae cem e
dremestrepregador da cpela imperial JoBo mutOS de quarenta. Na mesma
Capristano de Mendonca; convida portento _.. J.
a todos os seus irmBos a assistirem a este casa vende e paga sem descont os
acto tao pi e meritorio. seus bilhetcs da vigesim segunda
li&ttm'SMTn1^*!1^ wi2,ista vem
encarnada e bolea da mesma cor, pedindo n0 vapor inglez de 20 do corrente,
esmola para a cera do Divino Espirito San- .._ nrpros
to ; e para que por osle modo nBo seja e|u- pelos seguintes pre?OS .
dida a devocBo de alguns fiis, se declara MeiOS 10,4
Quartos
Utavos
Vigsimos
CHA PRETO.
00
5,2oo
2,600
1,20o
_ devogBo de algu
que estas asmlas nBo aBn aplicadas para
cera do emblema do Divino Espirito Santo
outr'racollocado na igreja de S. Francisco
elioje nade N. S. da ConceicBo dos mili-
tares.
Joaquim Francisco de Azevedo, faz
sciente quo de hojeem diante se asslna
por Joaquim Francisco da Silva Azevedo
por haver outro de igual nome.
-- O cnsul de S. M. Britannica notifica ----~- -- ~"" tjpoias, assim como duas toahas com la-
que elle pretende vender a casa, trras e em casa UC J. J. 139SO Jnior, na Derrint0 e bico as pontas
mo preco: na ra do crespo, loja ama relia
n. 4 de Antonio Francisco Pereira.
Para a quaresma.
Grande aortimento de aarja preta hespa-
nhola, setlm prelo maceo, cortes de vellido
de seda prota bordados muito novo pa-
ilrflos, chamelote de aeda preta com listraa,
veludo preto, veos pretos, mantas de fil
preto, manteletea prelos e de core, caseroi-
ras pretas, pannos finos, cortes do colote de
seda bordados, merinos, alpaca, lapim, tudo
ultimameute chegado, e por precos commo-
dos : na ra Nova n. 23, loja de Antonio Go-
mes Villar.
4,000
Vondo-se rap de Lisboa, chegado lti-
mamente, vindo de encommenda, cousa
superior, e responssbilisa-se pela qualidade:
na ra da Cadeia do Recife, loja de JoBo
da Cunha MagalbBes, n 51.
-- Vende-se msrroquim de todas core
a 1,600 rs., bandejas tinas, colheres de me-
tal do principe, facas com garfos muito li-
nas, ditas para meninos, bocetas pintadas
para doce, ciliadas calcadas com ac, arco*
de ferro para birria, pipase toneis, tornei-
ras de metal com chavea para barris e pipa,
parifuso para camas frsncezn, jarros dou-
rados para mesa de jantar, e todo o Irem
para uma cosinha : na ra Nova, loja de fer-
ragens n. 16 do Jos Luiz Peroirs.
Na rna Nova, loja n. 18 de M. A. Caj',
ha sempre um sortimento de obras de alfaia-
te, tanto superior com mais inferior, cami-
sas brancas e de riscadoa francezes, ditas de
meias, lencos de setim para grvala da to-
das as cores, chapeos francezes os mais fi-
nos que ha no mercado, ditos de sol de seda
preta e de cores, ditos de panninho, suspen-
sorios, meias cruas, lencos de seda para al
gibeira. capas de panno fino proprias para o
enverno, um sortimento de pannos finos da
todas aa cores e qualidades, merinos, bros
trancado brancos o do cores de puro linho,
gangas francezas a 1,200 rs.-o corte de cal-
ca, o de palito a 2,000 rs riscado francez
muito fino.proprio para vestido de xiquitos;
faz-se vestido de montara do merino da cor
que a pessoa quizer por 50,000 rs. ; lem bo-
nelsevcos para a mesma montara, e para
xiquitos; um sor lmenlo de charutos finos,
vindesda Babia : emfim os freguezes pdem
sabir desta loja promptos de ludo al fuman-
do, so trocerem papel moeda, prala ou ouro.
Toalhas de laberinto.
Vendem-se 2 ricas toalhas do laberinto
largo,em roda.pelo diminuto preco de 14.000
rs. cada uma : na ra do Queimado, loja de
miudezas, junto a loja de cera n, 33.
# Sarja prela.
/ Vende-se superior setim preto maco
fr pro] no para vestidos de senhora; sar-
{< ja de seda prela legitima bespanhola;
fr cortes de vestido de seda preta bor-
y dada, gosto moderno, tendo de tudo
por(Bo para o comprador poder esco-
lhcr e por prego muito ummodo : na na
% loja do sobrado amarello da ra do %
1g Queimado n. 29.

ende-se um preto corpu-
lento, ptimo fornero e mestre de
masseira: a tratar na ra da Sin-
zalla n. 90.
Vende so nma crioula de 24 annos,
boa figura e ptima conducta, eosaba com
muita perfeicBo, cose costura chBa, he
ezcellente cosinhelra e perita engommadei-
ra ; na ra da Cruz, n. 18 lerceiro andar.
Na ruado Vigario n. 19, primeiro an-
dar, ha para vender muilo superjor cera
ero grumo, em barricas pequeas, o supe-
riores viohos engarrafados.
Ovas do Serto.
Vende-se ovas do sertBo por prego com-
modo : na ra do Queimado loja n. 14.
_. Vende-se saccas grandes com gomma
Vende-se superior Clia preto, muito alva para emgomaar.e 2 redes com
em caxas de 3o libras cada uma : todo centro marcada, agalba proprias para
ierra marinha situado no aterro da Boa-Vis- j() ,A,mgr.:n 11. 35.
ta n. 35 e ltimamente servindo de hospital a _._-_.
britannico; as pessoas qne quizorem com- Lotera de SS. O. do L,ivrament0.
prar os ditos objectos podem examina-losa Aos 5:000,000 ders.
qualquer hora ao dia, dirigindo-se a meima' __._.
casa, e as offertas de cmpraselo receidas I Na loja de miudezas da pra?a
no consulado britannico desia cidade atoo da Independencia n. 4 > vende-
dia20do corrente mez. I ..> Am hillipfps inteiros .
- Maradojesus da Relvi. subdita por-," um rest0 ae D"liele3 mieiros ,
tugueza retira-se para Portugal. meios, quartos, decimos e vigesi-
Loteria do Rio de Janeiro. mos a beneficio de N. S. do L-
aos 20:000,000 e 10:000,000 de rs. vramento.
O cautelista Salustiano de Aqu-1 Bilhetes inteiro
no Ferreira avisa ao respeitavel
publico, que ag suas cautelas e bi-
lhetes da lotera das Agoas Virtuo-
sas da Campanha, e da 22. lotera
do Theatro de S. Pedro de Alcn-
tara, ealSo nicamente a venda ,
na praca da Independencia n. i3 e
15 loja de calcado do Arantes ,
e na ra da Gadeia do Recife n.
46, loja de miudezas de Jos For-
tunato dos Santos Porto. Avisa
mais que no dia 20 do corrente, de-
ve chegar do Sul o vapor da com-
panhia brasileira, e no dia 22 des-
te mez, o vapor inglez Tay, con-
ductores das listas de ambas as lo-
teriap, e sao pagos immeiliulamen-
te sem ganancia alguma, todos e
quaesquer premios que sahirem
nos bilhetes e cautelas, vendidos mt-*k
as lojas cima mencionadas, logo
que receber as listas.
Bilhetes 22,000
Meios 11,000
Quartos 5,5oo
Oitavos 2,800
Vigsimos i,3oo
- Quem quizer lomar conta da ropa do
um mogo aolteiro, para entregar no flm de
15 diaa, lavada e engommada: annuncie pa-
ra se tratar do ajuste.
Alugi-se a loja do sobrado da ra dos
Quarteis n. 16, proprio para qualquer esta-
belecimento : a tratar na ra do Queima-
do n. 44.
Aluga-se o lerceiro indar da casa da
ra do Queimado 11. 9: a tratar na loja.
Antonio Jos de Oliveira, relira-se pa-
ra Portugal a tratar de aua aaude.
FURTO.
Furtaram da sala dedetraz do sobrado da
rna da Flores n-1, em alarde do dia domin-
go 14 do corrente, uma casaca de panno li-
no preto nova, 1 caifa de casemira preta,
1 coleto de setlm preto bordado, e 1 ca-
misa demadapolBocom o peito de esquifio,
em coja abertura se achavam dous boliio-
siohos de ouro, esmaltados de azul com
umbrilumte em cada um dalles. Roga-se
pois qualquer pessoa i quem forem otfe-
recidos os ditos objectos o favor de appre-
hende-los, o leva-Ios a casa cima que ser
recompensado ; a mesma recompensa se of-
ferece a quem descobrlr o lidrBo.
na rus do Quei-
; mado n. 14 loja.
-- Vendem-se 2 escravo de servico do
campo; i mulata de bonita figura, engom-
in.i, cose e cozioha; 1 escrava que corta e faz
qualquer vestido engomma e cozinha ; 1
dita de bonita figura e de lodo o servico ; 1
escravo que cozinha bem o diario de uma
casa, e 1 escrava de meia idade : oa ra Di-
reita n. 3.
Cera em velas.
Vende-se superior cera em ve-
las, fabricada no Kio de Janeiro,
I de muito bom sortimento c muito
em conta : no escriptorio de No-
vaes& Companhia, na ra do Tra-
piche n. 34.
Agencia de Edwin Maw.
Na ra de Apollo n. 6, armazem de Me. Cal-
raontSt Companhia, acha-ae constantemente
10,000
Meios 5,ooo
Quartos 2,600
Decimos 1,100
Vigsimos 600
Vende-se um negro bom cosinheiro,
com todas as qualidades precisas, nBo se
vende para f'a da provincia: a tratar na D"0VaTorlm^toVdTaia"de"ferro cado e
ra do Queimado n. 10, tercoiro andar. batido, tanto rasa como fuodaa, moendaa In-
Pechincha. .elraatodaa de ferro para animaes, agoa, etc,
....,_ ., .- m-j. 'ditas para armar em madelra de todoa oa ta-
Na lojado Passeio Publico n. 15 vende- manhS8 c mdelloa o maia moderno, machina
se superior cal virgem, chegada ultimamen- horisontal para vapor, com forca de 4 caval-
lo de Lisboa, por preco muito commodo pa- loa, coucoa, pasaadelraa de ferro eatanhado
ra acabar. para cala de pulgar, por menoa preco queoa
-- Vende-ge uma bacia de rame, grande, de cobre, eacovena para navioa, ferro inglez
em bom estadg : na ra do Rangel n. 54. tanto em barras como em ireos folbas, e tudo
~ Vende-se uro plano inglez, para quem por barato preco.
quer aprender, por ser de preco muito com-1
modo o se achar em bom estado : no aterro IJepOSltO (le C8l e IlOtaSSH.
HITT&SStS* noaterJ armazem da ra da Cadeia
da Boa Vista n. 60. |do Hec,,f n; .xLa ha mui' 8uPe-
Vendem-seriscadinhosescocezes.padres rior cal de Lisboa, em pedra, as-
escuros, muito bonitos, para lodo servido,Isim como potassa chegada ultima-
a 140n. ocovdo;ditodeoutraqualidade, ,...;
o covado, e muitas fazen-
Vendem-se palitos france-
zes, guarnecidos de trancas, for-
rados de setim, para homem, a
20,000 rs. .* na roa do Crespo, loja
amarella n. 4 de Antonio Fran-
cisco Pereira.
Vendem-se 30 taboaa de pinito para a<-
soallio, j apparelhadas, por prego em con-
ta ; na ra da Cadeia do Recife, loja n. 6.
Attencao.
Na roa do Crespo n. 10, vendem-se excel-
entes manteletea e capotiobos de seda e
chamelote pretos e de cores, por menos pre-
odoque em oulra qualquer parte; seda
nrla cores, para vestidos a 1,-JOO rs. o cova-
do; palito de brim a 4,000 rs., e casaca a
5,000 rs.; chitas francezas com lista na fren-
te a 300 r. o covado ; ditas sem lista a 340
rs., o outras mulla* tazendas, qne se vende-
ro por todo preco, a vista dos compra-
dores.
Vende-se sem limite
Panno Bnos preto e de core a 3,000 ra. o 00-
vidc, chapeos prelos franceses a 5 e 7,000
rs. cada um, cortes de casemira de pura la a
5,000 ra., cortes de cambraia branca eom
liatras a 3,400 rs., cambraia de organdy p<-
drOes moderaos a 400 rs. o covado, cnitaa
francezas e riscadoa, a 210 r. o covado, pa-
gas de chita azul eom flores amareilas com
38 corados por 4,100 rs., brim trancado de
puro linho de liatraa de cores a 800 rs. a va-
ra ; e outras murtas fizendis por baratUsi-
mente, a precos minio rasoaveis.
Superior cha nacional
em caixinhas de 3 libras, e da melhor qua-
lidade ; vende-se por prego commodo, na
ra do Corpo-Santo 11. 3, primeiro andar.
Vende-ae 011 troca-so um lindo sitio
em muito bom lugarnaPasssge daMagdale-
na, com muito boacasa, pogo, e muitas fruc-
leiras, por outro i beira do Rio Capibaribe,
ou por alguma propriedado na praga vol-
lando-se em dinheiro o excedente; lambem
vende-ae outro sitio em uma llha parto dos
Afogados, com duas formidaveis casas,
muitoa ps de coqueiros, e uma grande
planta de capim, faz-se todo o negocio;
vende-se a dinheiro, atroco de escravos, ou
alguma propriedado de maior ou menor va-
lor recebendo-se ou oltando-se o exceden-
te, atralar com Joaquim Ribeiro Pontes: na
ra da Cadeia do Recife n. 54.
Vendem-se sacadaa de granito e de po-
dra, umbreiras, vergas de podra para portaa
eianellas, naoatradade 8. Amaro junto a
fundigBo doa Srs. C. Slarr & Companhia, pa-
ra tratar por prego commodo : a fallar na
ra da Cruz n. 51 no armazem, e no escrip-
torio do primeiro andar.
Vendem-se caixinhas com tamarai, ditas
com pens secas, ditas com pocagos, dila
com amaizas, seiras de2 o 4 libreado figos,
passas de alicante muilo graudas, figos de
comadre, ameias as mais euperiorres que
pode haver, latas com sardmhasde liantes,
estrelioha para soupa.lalbanm.aleiria, fari-
nha deararuta, amondoa eomfeilada, de
divergosgosloa, como seja .laranja, limBo,
canalla, chocolate, e brancas, tudo muilo
superior: na ra da l.arangeira n. l.
] MUTILADO
L


7'

Farinha Fontana,
cheada ltimamente: em eiM'de 1.1. Taa-
o Jnior, nt ra do Amorim n. 35.
.. Vende-se um carro de quntro rodas
muito levie seguro, por muito pouco di-
nbelro: na pracs'da Boa Villa, cocheira
do francois
Ni loja do sobrado amarello da ra
do Queimado d. 99, tem para vender
um grande sorlimento de pannos pre-
tos finos e de cores flxes;cesemira pre-
ta elstica superior de 9 a 14,000 rs, o
corto de cala: cortes de coleto de ca-
aemira preta bordados! ditos de setim
preto tambcm bordados; chapeos pre-
tos francezea os mal modernos e de
1 mellior qualidade que ha oo merca-
2 do; ditos de castor braneo inglez da
3 ultima moda; e outri fazendss de
3 gosto e preso commodo._____ 1
MNMNM HWWWPWWOi'*'!' WWaVWW
Moendas superiores.
Na fundis'odeC. Starr& Companhla,
em 8.-Amsro, acbam-ae venda moendas
de eanna, todaa de Trro, de um modelo e
construcco muito superior
No armazem da ra da Modan. 15,
vende-se cal de Lisboa em pedra, a maia no-
va que ha no mercado, cbegada no corrento
mez, no brigue Laya ; assim como mercurio
doce em caizinhas de libra cada urna, tudo
por menos preco do que emoutra qualquer
parte.
Grandes pechinchas, na ra do
Crespo n. i4> loja de Jo.' Fran-
cisco Das, a i4,? n. o corte!! !
Kiquissimos cortes de vestidos de linissi-
. ma seda e delicados gosto, fazenda intoira-
mente moderna, pelo baratissimo precede
14,000 rs. o corte ; ditos de cambraia soda,
sendo o maia superior que tem apparecido
no mercado, pelo barato preso de 9,000 rs. o
corte; superiores vestidos do flnissima cam-
braia e de cor, com riquissimoa babados e
todos os seus pertences, sendo urna pesa de
galSo e outra de cordSo, que se di de gra-
tis a quem comprar os vestidos, pelo mui-
to barato preso de 6,000 ra. o corte ; ditos
de cambraia ccm barra branca e de cor, fa-
zenda do ultimo gosto, pelo baratissimo
preso de 5,500 rs. o corte; ditos de cassa
chita, com 6 t [2 varaa a 3,000 rs. o corte;
ditos muito finos, fazenda de muito bom
gosto a 2,500 rs. o corte; chitas cabocolas
muito fixase finas, cores de caf edevinho
a 200 ra. o covado; ditas francezas a 2(0 rs.;
ditas de quadros oscuros, fszenda do ulti-
mo gosto e novos padrfles a 200 rs. o cova-
fionstuE
NICO DEPOSITO PARA VENDER AO PUBLICO.
DE
Bartholomeu Francisco de Souza.
RA LARGA DO ROZARIO N. 36.
HE FALSO TODO O QUE NAO' FOR VENDIDO NESTA CASA.
Garrafas grandes a 5,300 rs., pequeas a 3,000 rs.
IMPORTANTE PARA O PRLICO.
Em conseqoencia da continua celebridade do Xarope do Bosque, os proprietarios o submetteram aoexame e experiencias do lllm. Sr. Dr. J. F. Slgaud, distincto medico,
e presidente da academia imperial de medicina deata corte, e os resultados foram os seguintcs :
lllm. Sr. -- Em resposta a sua carta, pela qual V. S. pede a minha opiniSo acerca das virtudes medicinaos do Xarope do Bosque, transmitto-lhe o resultado de mi-
nhas indagases sobre o dito remedio no parecer que vemannexo minha carta. Sou deV. S. com dedicado o atiento venerador o criado
Bio de Janeiro, 28 de agosto de 1851. J. Slgaud.
Iloje que a potencia do anooncio domina soperamente, que ella se tem tornado a alavanca da industria e do commercio, engrandecendo o circulo de suas operasfles
diarias, e que para as relasfles dos povos ella he urna garanta, assim como urna necessidade imperiosa, cumpre, em vez de procurar anniquilala, de a dirigir, e ter com ella o
comportamonto quo observam os estadistas a respeito das revohicoVs que nSo pdem suObcir, porm que sabem dirigir.
O Xarope do Bosque occupa entre nos as cem boceas da fama, quer na capital, quer as provincias do imperio, e sustenta a sua reputasSo desde urna serie de annos.
O crdito de remedio peitoral he baseado sobre repetidas e numerosas curas de bronchites, de afieccOes catarrhacs, de astbmas, e mesmo de phthisica pulmonar nos seus prmei-
ros periodos. Eis o que urna imparcial averigussSo di por certo, e pela applicafRo que tres annos seguidos tenho feitn do Xarope do Bosque em casos idnticos, o remedio nSo
tem desmentido a sua valiosa e benfica reputasSo em todas as ocessifles que uve de o empregar. Fundado no principio de que a uniSo devanas substancias era necessaria para
com por um remedio elucaz contra aa numerosas molestias do peito, o autor do Xarope do Bosque, ajudado pelo pharmaceutico que legalmenle dirige a sua ofllcioa, conseguio
constituir urna nova preparaco com boa porcSo de vegetaes, de plantas conhecidas na materia medica, e juntou outra parte de agentes therapeuticos, os quaes de ordinario se
empregam separadamente, porm que desta vez pela sua reuniBn, corresponder ao fin a que se propz o autor, que foi de preencher simultneamente as variaa indcaseles
oQorecidas no tratamento das molestias do peito. Rosulta da composisSo do Xorope do Bosque urna acsSo queorera sobre a composisSo do sangue ; ella torna-se assim tnica,
e vem a serdepois sedativa. O efleito expectorante he puramentesecundario ; todava he certo, e nSo deixa de valer muito para o curativo de catarrhos chronicos, de bronchi-
tes teimosas de certas especies de asthma, o para modificar as le>cs tuberculosas no periodo de seu desenvolvimento. Os elogios que se faz do Xarope do Bosque para curar a
Dhtliisica pulmonar equivalem aos gritos de enthusiasmo que em oulros lempos se tem soltado com igual fervor em abono do cbloro, dos vapores de carvSo, dos xaropes de
Codeina de phellandrium, do melhodo do Dr. Lotour, das mermeladas de Thronchin e do Lauetti, e at de gomma elstica; sSo os mesmos que hoje se prodiga lisam ao oleo de
ligado d bacalho. Todos estes remedios valem alguma cousa no principio eno desenvolvimento da tuberculisasSo; porm, quando a diathese purulenta est patente, ninguem
so etrove a proclamar infallivel qualquer agente thorapeulico ; o mefitis anceps quam nullum serve de desculpa para todos. He mister, porlanto, perdoar aos sectarios do Xarope
do Bosque a gratidSo que os anima, sem todava parlilhar cegamente a sua fantica linguagem. O Xarope do Bosque he um poderoso remedio para curar varias enfermidades
i
do; riscadinhos muito Dxos a 160 rs. oco- acudas e chronicas do peito, mas o sou proprio autor nSo o quer inculcar, como alguna o dizcm, remedio universal.
vado ; cassa chita muito largas e decores
flxss a 200 rs. o covado; alpaka preta muito
fina a 640 rs. o covado ; merino preto mui-
to lino a 1,800,2,500, 2,800 e 3,200 rs. o co-
vado; superior atoalhado adamascado de
puro linho, com 8 palmos de largo, pelo ba-
ratissimo preso de 1,600 rs. a vara; brim
trancado de puro linho, de diversas crese
delicados gostos, pelo barato preso de 1,200
rs. a vara; riscado de linho, com 4 palmos
de largo a 200 rs. o covado; algodSo azul
de 4 1 [2 palmus de largura, fazenda muito
propria para ropa de escravos a 200 rs. o co-
vado ; assim como outras muitas fazendas ,
que se vender por preso mais commodo
do que em outra qualquer parte.
Cobertores de algodao.
Superiores cobertores de algodSo de di-
ferentes cores, tecidos a dous fios, muito
grande, tem todaapplicaso emuma casa de
familia, por servir para meza de engom-
mado e forrar camas e mesmo para escra-
vos, pelo diminuto preso de 1,440 rs.: na
ra do Crespn. 6.
l'otassa americana.
Np antigo deposito da cadeia vellia, n.
12 existe urna pequea porgo de potassa
americana, chegada recentemente que por
superior rivalisa com a da Itussia : vnde-
se por preso razoavel.
iiap Paulo Cordeiro-
recentemente ebegado do Blo de Janeiro
vende-se na ra da Cadeia do Recife loja n.
50, de Cunha a Amorim.
Vendcm-se relogios de ou-
ro eprata, patente inglez: na ra
da benzol la Nova n. 4a.
Deposito de cal virgem.
Cunba Amorim, na ra da Cadeia do
Recite, n. 50, veode-se Jjarris com supe-
rior cal em pedra, chegada pelo ultimo
navio de Lisboa, por menos preso do que
em outra qualqner parte.
No escriptorio de Manoel Joaquim Ra-
mos e Silva, na ra da Cadeia do Recife,
vende-se por preso commodo cal virgem de
LishOa cbegada no ultimo navio, bezerro de
lustro, mercurio, linha de Roriz,retroz, fe-
chaduras do Porto, pannos e casemius
de lia.
Principios geraes de economa pu-
blica e industrial.
Vende-se este compendio, approvado para
s aulas de primeiraa letras, a 480rs.; na
prasa da Independencia, livraria n. c u 8.
Na porta da Alfandega e no
armazem do baraleiro Joaquim da
Silva Lopes, vende-se farinha fon-
tona SSSF e de Philadelphia, l-
timamente chegada.
De certo Xarope do Bospe nSo he urna composisSo feita por curiosos, ou curandeiros ; be o resultado de conhecimentos praticos emchimica e em materia medica.
Sabendo aggregar com hbil escolha substancias medicinaes, as quaes nSo sBo incompaliveis, o autor n3o perdeu de vista o principio salutar'que a uniSo faz a forsa, e enlflo sou-
be unir plantas e tirar partido dellas. nflo querendo introduzir na confecsSo do seu xaropo peitoral agentes mineraeSj qu corpos activos, cuja acsSo flea depois neulralisada pela
fermntaselo, ou pela mistura de qualquer alcoolalo.
A analyso do Xarope do Bosque demonstra que nada de nocivo entra em sua composisSo, e que o autor seguio as regras de urna sensata posologia para a des-
tribuiso das substancias medicinaes, fugindo imitar certos curandeiros que carregam as suas receitas com dses exageradas, e que nSo sabem reconhecor a virtude de cer-
tas plantas indgenas que sSo venenosas, o, como taes, podem prejudicar muito a saude publica.
Afastou-se o autor do Xarope do Bosquo do emprego de medicamentos alterantes, nos quaes os alcalinos oceupam um lugar tSo importante como o do mer-
curio, do iodo, do arsnico. Os alcalinos exercem sobre a economa urna grande influencia do mesmo modo qae os cidos; o sangue he naturalmente alcalino, porm at certo
ponto, e lie preciso ter em vista a sua composisSo para nSo introduzir em remedios peitoraes agento ou substancia que o neulralisa ou altera aa qualidades chimicas que o
sangue reparte as varias secrcccflcs do corpo humano. O fim que tencionou seguir o autor do Xarope do Bosque foi de aggregar substancias que operassem sobre o sangue,
segundo o mesmo modo que operam as rreparesOes de ferro, e entSo a sua escolha foi feliz, pois os ingredientes satisfazem, a meu ver, o fim proposto.
O Xarope do Bosque lio urna composisSo pharmaceutlca complexa; nao se basfia sobre um agente nico como certos outros remedios que so procuram inculcar
encerram isoladamente. Elle nSo pertence a olasse dos rehusados peitoraes ou das pastilhis do assucar queimado quo tanto se gabam; sendo o seu valor cousa trivial, o
Xarope pertence a mais elevada e scientifica cathegoria pela sua composisSo pharmaceutica e naturalmente pode se collocar na lista dos xaropes de reputasSo merecida que
liguram nos formularios como os xaropes peitoraes de Lamouroux, de Desessarty, eos xaropes depurativos de l.arrey de Portal, de Ricord e de Devorgie, remedios ma-
gistraes que os nossus facultativos receitam diariamente, sem todava serem inteirados da sua intima composisSo.
A minba experiencia clnica declara-sc em abono do crdito do Xarope do Bosque, depois de haver eu feito uso em multiplicados casos de bronchites, coqueluche,
angina do peito e as lesOes agudas e chronicasdos pulmOes pelo espaso de tres annos consecutivos. Desejo que boje, que o crdito do Xarope do Bosque esta firmado, que
o sou autor nSo'continue por muito lempo de o deixar na cathegoria de remedios secretos, e que fac,a ao povo, que lo b6a aceitasSo fez ao seu remedio, um beneficio de
aratiJSo publicando a sua receita. Eis o meu voto sincero, eis a opiniSo que professo em abono das virtudes medicinaes do Xarope do Bosque. J. Sigaud. *
' O genuino vende-se nicamente na ra do Hospicio n. 4, Rio de Janeiro, e pelos agentes autorisados as provincias do imperio.
S Alpacas de cores. 0
Na loja do sobrado amarello da ra 4
$3 do Queimado n. 29, tem para vender 9
2um lindo e variado sorlimento de al- f
pacas de cores, proprias para palitos, m
Vendcm-se amarras de ferro: na ra
da Senzalla Nova n. 42.
Vende-se una mesa de amarello, com
7 palmos de comprimento e 4 de largura :
na ra Bella n. 16.
AGENCIA
da fundicSo Low-Moor.
RCA DA SENZALLA NOVA N. 42.
Neste estabeleeimento conti-
na a haver um completo sorli-
mento de moendas o meias moen-
das pava engenho, machinas de
vapor, e taixas de ferro batido e
coado, de todos os tamaitos, pa-
ra dito.
Antigo deposito de cal
virgem.
Na na do Trapiche, n. i7, ha
muito superior cal nova em pedra,
chegada ltimamente de Lisboa:
tambera se vende .potassa da Itus-
sia, nova e de superior qualidade.
Casa de commissao de escravos.
Vendem-se escravos e recebem-
se de commissao, tanto para a pro-
vincia como para iota della, para
o que se offerece muitas garantas
a seus donos; na ra da Cacimba
n. 11, primeiro andar.
Acudam ao novo bnrateiro.
Vendem-se na ra do Cabuga n. 6, loja de
miurtezis, esporas finas de aso e da ultima
moda, pelo preso de 1,600 rs. o par ; cartas
francezas para voltarete a 560 rs. o baralho.
Marroquins.
Na ra do Cabug n. 6, loja nova do miu-
dezas, tem para vender um sortimento de
peles de marroquim, pelo preso de, t,600rs.
cada urna, a elle antes que se acaba. _
Lindas imagens chegadas ultima-
mente de Lisboa.
Trocsm-se as imagens seguintcs pelos pre-
sos abaixo declarados: --sendo, S. Jerony-
mo 2,000 rs,Santo Antonio 3,000 re.,8. Fran-
cisco 2,500, S. Jos 2,500, S. Benedicto 2,500,
S.Luis 2,000 rs.,S. Bento 2,000 rs., S. Paulo
2,000 rs., S. J0S0 2,000 rs S. Manoel 2,000
rs., N. S. do Carreo 2,000 rs., N. S. da Sole-
dade 2,000 r., N. S. do Rozarlo 2,000 is <.
5. da ConceisSo 2,000 rs., Santa Ajuda, San-
ta Rosa, e Santa gueda 2,000 rs., e N. S. da
Saude 2,000rs.; assim comp algumas figuras
por presos cammodos: na roa do Cabug n.
6, loja de miudezaa.
Vesae-se cera de carnauba, e toalhas
de panno de linho, para rosto : na ra da
Madre de Dos, loja n. 34.
Feijao mulatinho ,
muito superior, em saccas grandes, o tam -
bem se vende emalqueires, medida velha :
na ra da Cruz do Recife n. 24.
Gomma de engommar ,
em saccas na ra da Cruz n. 24.
Luvas de torcal, com bolotas
a 1280 rs.
Vendem-se muito superiores luvas de tor-
cal, com bolotas, a 1,280 rs. o par: na ra
doQueimadd n. 16, loja de miudezas.
Luvas de pellica, de ponto inglez,
a 1,000 rs. o par.
Vendem-se luvas de pellica, de ponto In-
glez, para bomem, a 1,000 rs. o par : na ra
do Queimado n. 16, loja de miudezas.
Cambraia* para cortinados a a, 400
rs. apc<;a.
Na ra do Crespo, loja da eaquina, que vi-
ra para a Cadeia, vendem-aecambraiaa des-
campinadaa, para cortinados, a 2,400 rs. a
peja, com 8 e l|2 varas.
O modernismo
Fazendas multo linas, as mais modernas
que ltimamente tem apparecido.
Cortes de sedas escocezas, gostos mleira-
mente novos, ditos de dita difTerentes pa-
drees tambem muito modernas por presos
commodos e mnito recommendaveis pela
boa qualidade, ditos de cambraia de seda
muito superiores e modernos, ditos de Qlo
de linbo bordados de bonitos gostos, mante-
letes dos mais modernos, pretos o de diife-
renles cores: no armazem de fazendas de
Goveia & Leite, na ra do Queimado o. 27,
Novidade para as senhoras-
Acaba de chegar um rico sortimento de
romoiras de fil de linho bordadas dos me-
Ihores gostos o mais modernos que se tom
visto; camizetasde cambraia bordadas mui-
to finas, lencos de cambraia de linbo edm
cercaduras de cor muito Unos e bonitos pa-
drOes pelo diminuto preso de 8,000 rs. a du-
zia : no armazem de fazendas de Goveia &
Leite, na ra do Queimado n. 27.
Para senhoras viuvas.
Mantas de blonlle pretas muito finas e bo-
nitas por presos commodos : no armazem de
fazendas de Goveia & Leite, na ra do Quei-
mado n. 97.
Vend-se um forno para padarla, no
centro da cidad, tendo lugar para morada
e armazem para lenha, com desembarque
na porta : o pretndeme annuncie sua mo-
rada.
Farinha barata.
Na ra da Cruz n. 33 armazem de Luiz
Jos deSa Araujo, venile-ao saca* com al-
queire de farinha, tanto de S. Calharina co-
mo de S. Matheus, muito superior por me-
nos preso quo em outra qualquer parte e
levando a sacca mais barata, fica tamoem as
barreduras para vender, que serve para
bixos ole.
A bordo da escuna MariaFirmina fun-
diadadefronto do caes do Ramos, ha su-
perior farinha de S. Matheus que se vende
o mais barato possivel, trata-seabordo com
o capitSo, ou com Luiz Jos de Sa Araujo:
na ra da Cruz n. 33.
Na ra da Cruz n. 37, vendem-se 4 es-
cravos pretos mosos e bonitas figuras, os
quaestrabalham em armazem de assucar,
b^oi como estiva ou qualquer outro serviso,
e 3 cosinham o diario de urna casa : atratar
na mesilla.
Moinhos de vento.
com bombas de re'puxo para regrar hortas
o baixas dccaplm na fundiQSodeBowmaux
& M. Calbem: na ra do isrum ns. 6,8e 10.
Grande e novo sortimento de lousa vidrada.
Como sejain latras do porto grandes e pe-
quenas pira depoiito de doces, bulhflcs para
1.111 [ i;m e doce, ligelas grandes nsra bater
pao-de-l, ca9arolas cora cabo, panelas para
cosinha, assadoresvcoinprtdos e redondos, para
ssados do forno, como srjaiu lcites, plrus,
galiobas, lomboa, vlteloa a moda da Euro
pa, vaioa finos e ordnarioa par flores figuras
para jardlns calungas muito engrasados, jar-
roa finos da Parablba e da BahU, quarlintiaa
garrafas, copos com praloa, murlngues, resfrla-
dorea brancos, encarnados, tudo para reifriar
agoa, alguidares de todoa oa lmannos, balaios
para meninos aprenderein andar.ditas com lam-
pa para compras, ditos para costura, ditas com
pea para flores, ou frutas, condecaa, e cestas,
casticaes de loufa dedlflerenles cores, morin-
gas e quarllnhas pequeas de diUerentes co-
res para folguedoa de meninos: na "'
Cadeia do Heeilc n. 8.
11c to barato,
Que iaz animar ;
Quem vir a pechincha
Nao deixar de comprar.
Na ra do Crespo loja da quina que vira
Azeite de carrapato da fabrica de
Araujo & r'ilho, no Penedo.
Acaba de chegar mais desteja conhecido
azeite, o mais proprio e econmico, para
uso decsndieirosdesala, tanto pela suadu-
rasSo, como limpeza, e continuar a haver
para a cadeia, vende-se panno fino preto, a sempre um depozito para auprimento regu-
3,000, 3,500, 4,000 4,500, 5,000 e 5,500 rs.' |lr dos freguezes: no armazem de J. J. Tas-
o covado; dito francz muito superior, a so Jnior: na ra do Amorim n. 35.
6,000 rs.; dito azul, a 2,600. 3,500, 4.QO0 e .. Vende-se ou arrenda-se o Engenho S.
5,000 rs. ; dito verde, a 2,800, 3,000 e 6,000 ru, rnoente e corrente meia legoa distante
rs.; dito cor de rap, a 2,600 rs. ; casomi- da villa de Iguarassu' com proporsOes para
ra preta, a 4,800 6,000, 7,500 8,500e 10.000 gafrejar-so, embarque junto ao engenho; ala-
ra, o corte; sarja preta de seda muito su- gados, o outras proporsfles :quem oprelen-
perior, a 2,500 rs. o covado; merino preto, derentenda-secom o proprietario no mesmo
muito bom, a 2,800 e 3,200 rs. o covado cor-1 engenho.
ra da
Grande fabrica de chapeos de sol,
de J. Falque ra do Collgeio
n.4-
Neste novo estabeleeimento recebeu-se
um novo e lindo sortimento de chapeos de
Sidos ltimos gostos, tanto de seda como
depaninho para homens e senhoras, de ar-
masSo de baleia e de asso que se vendem
por menos preso quo em outra qualquer par-
te ; grande sortimento dechamalole, sedas
e pan inhos em pesa de todas as cores e qua-
lidades para as pessoas que quizerem man-
dar cobrir armasOes servidas. Completo sor-
timento de balias para vestidos espartilhos
para senhoras, fazcin-.se umbellas de igreja e
concerta-se qnalquer qualidade de chapeos
de sol: todos os objectoscima mencionados
se vendem em porsSo e a petalbo, porpreco
que agradar aos freguezes vista da quali-
dade.
Negocio vantajoso.
Vende-seo hotel commercio sito na roa
da Cadeia n. 13, cornos utenoilios quo o
comprador quizar : a tratar no mesmo.
Vende-se bolacha e biscoulos de fari-
nha de milbo: as Sinco Pontes n. 38.
A nltima moda.
As mais bonitas fitas de veludo com a sua
competente livella dourada, proprias para
pescosso de Sra., vendem-se na loja de
miudezas n. 38, da ra Larga do Rozarlo
junto a botica do Sr. Bartholomeu.
Grande invencao.
Um celebre engenheiro machinista cujo
nomo tem assombrado lo la a Europa acaba
de descubrir por mel de um pequeo alam-
bique o modo facillimo de em 5 minutoa
obler o mais bem feito caf que ae pod
tomar, e para amostra mandou para esta
provincia meta duzia dos ditos alambiques;
os quaea se acham a venda: na ra larga do
Rozario loja de miudezas n. 38, do Cardial,
pelo preso de 4 a 6,000 rs.
tes de cassa chita muito bonitos, a 1,920
rs.; a outras muitas fazendas por preso
commodo.
Deposito la fabrica de Todos o
Santos na lialiia.
Vende-se, em casa deN. O.Bieber&C.
oa ra da Cruz n. 4, algodSo transado da-
quella fabrica, muito proprio para saccosde
assucar e roupa de escravos, por presocom-
modo.
Nova pechincha.
MadapolOes com pequeo toque de nvaria a
2,400, 2,800, 3,000 rs., a pessa.
Na ra do Crespo loja da esquina que vol-
ta para a cadeia vendem-se madapolOes fi-
nos com pequeo toque de avaria a 2,400,
2,800,3,000 rs., e outras muitas fazondas
por preso commodo.
Para a quaresma.
Casemira preta infestada a 5,000 rs., o cor-
te de calsa.
Na ra do Crespo loja da esquina que vol-
ts para a cadeia vendem-se casemiras preta
enfestada a 5,000 rs. o corte de calsa, sarja
preta bespanhola a 2,600 rs. o covado ; co-
mo outras fazendas que por sua boa quali-
dade so tornaO recomendaveis.
Ra do Passeio Publico n. 9.
Vendem-se 180 varas de bico e renda da
trra a 120 rs., e 18 caxilhos ouvidragados e
promptos para qualquer obra, pelo diminu-
to preso de 2,000 rs. cada um.
Vinho de Champagne,
e superior qualidade : vende-se no arrr.a-
em Kalkmann IrmSos Ra da Cruz, n. 10
Pal India Ale. -
Ainda resta alguma deata deliciosa serve-
ja, que bem pode suprir a compaogne, ven-
dem-se em barricas de 3 duzias, e caixas de
urna duzia, muito proprios para mimos e
casas particulares, pelo diminuto preso de
6,000 rs. a duzia : oa travessa da Madre de
Dos ns. 4 e 6 armazem pintado de cor.
Farinha de mandioca.
Vende-se saccas com superior farinha
de mandioca a presos rasoaveis : a tratar
com J. J. Tasso Jnior ra do Amorim
0.35.
Vende-se
Cha
m
ARADOS AMERICANOS.
Vendem-se arados ame- 9
ricanos, chegados dos Esta- <*
a. dos Unidos, pelo barato pre- .4
' co de 40,000rs. cadaum: na
S ra do Trapiche n. 8.
Deposito de panno d > algodao da
febrita Todos os Santos da Da
nhia.
Vende-se por pre?o commodo
o bem conhecido panno de algo-
dSo desta fabrica ; em pessa, a
vontade do comprador no escrip-
torio de Novaes & Companhia, na
ra do Trapiche n. 34.
Vende-se sapatoa doAracatia 800 rs.
na ra larga do-Rozario n. 35, loja.
Vende-se um terreno com 300 palmos
de frente e perto de i 000 de fundo, com
grande viveiro, que tem perto de 500 pal-
mos de comprido, na estrada que vai para o
Manguinho: a tratar na ra da Cadeia do
Hecife n. 9.
Vende-se um sobrado de um andar e
sotSo, no principio da ra do Hospicio, cons-
truido ta pouco lempo, com toda a solides
e perfeijo, com cantarla de Lisboa, gran-
de quintal murado e plantado de arvoredos,
estribara e cacimba : na ra da Trempe
n.50.
Vendc-sn a measSo do sitio grande, na
estrada dos Afilelos, que principia defronte
da capella do mesmo titulo, por muito me-
nos do valor que Ihe'foi dado no inventa-
rio : a tratar no mesmo sitio, com o dono
a qualquer hora do da.
-- Vende-se um bom cabriolet, com todos
osaparelbos, e querendo o seu cavado, mui-
to vivo e manso : a tratar com Jos Prea de
Moraes, na ra da Cadeia do Recife, loja de
ferragens.
Vende-se a fabrica de charutos no Pa-
tio do Terso : a tratar na mesma ou no beco
Cera de carnauba a 5,000 rs.
Vende-se na ra dos.Tanoeiros n. 5, supe-
rior cora de carnauba de prlmeira sorte pelo
diminuto preso de 5,000 rs. a arroba ; sebo
do porto em caixas a 7,000 rs. a arroba.
Vende-se 1 banda para oflcial da guar-
da nacional, 1 chorSo para ofllcial decaval-
laria, 1 relogio patente suisso 1 cama de
armasDo : na ra Nova n. 16.
alis"*-* sauttsBasiav atfei
^^mot.i i. 1 MI^^^MWIISI ^mifSMMOT SOTl.
Vendem-se ricos veos pretos de seda,
de linho e de reros de Italia; mante-
letes pretos do ultimo gosto e com ri-
cos enfeites; mantas de seda pretaa ;
meias de seda pretas de peso e ontrai
fazendas de gosto, tudo por preso de 2
agradar aos compradores: na loja do 9
sobrado amarello da ra do Queima-
do n. 2.
g^^A^P^^^u jctisjjuMMA^^ttalfHfft^i^UlB^BSjB^B^afkU a^ft^^Baa^B^ha^B^^^B^s^Bfl
Ww lis>wPW|wlWi WlpajJjajvaWP
Novos cobertores de tapete a
i,44 rs-
Na roa do Crespo loja da esquina que
volta para a cadeia, vendem-se cobertores
de tapete, grandeae bonitos, pelo diminuto
preso de 1,440 rs. ;em qualidade slo os me-
Ihores que tem vindo no merca'do, por isso,
recommeoda-so sos Srs. de engenbo que
quizerem comprar da pichincha, nlosede-
morem, porquej ha poucos pela estrasSo
que tem tido.
Farinha de mandioca.
Vende-se superior farinha de
Santa Calharina, muito emeonta:
no armazem n. 7, defronte da Al-
fandega, de JoS Joaquim Pereh-a
de Mello, ou a tratar no escripto-
rio de Novaes & Companhia na
ra do Trapichen. 34.
l'ata fechar contas.
No escriptorio de Novaes fie
Companhia, na ra do Trapiche
n. 34, segundo andar, vendem-se
ca unirs de cores ; capeos do Chi-
le, grandes e pequeos ; linha de
cabeca encarnada e de roriz, por
menos preco do que em outra
qualquer parte, por se querer fe-
char contas.
Vende-se um terreno na roa da Aurora
com 50 palmos de frente e280 de extensSo,
tendo caes de lijlo a beira mar. Picando en-
tre as casas dos lllms. Sra. GustavSo Jos do
Reg e Francisco Antonio de Oliveira : os
pretendentesdirijam-se rus das Torres n.
8, primeiro andar.
f-iinao de Nantua a
800 rs.
Vende-se a historia de SlmSo de Nantua,
a 800 rs. : na livraria da prasa da Indepen-
dencia n. 6e8.
Baratissimo.
Vende-se um terreno na ra da Aurora j
aterrado, tendo fundo at a ra do Hospi-
cio, e frente 55 palmos : tambem se vende
so a ra da Aurora : a tratar na prasa da In-
dependencia n. 17.
Taixas para engenhos.
Na l'undicao de ferro de Bow-
man &c Me. Callum na ra do
Un ni, psssando o chafariz, conti-
na a haver um completo sorti-
mento de taixas de ferro fundido e
batido, de 3 a 8 palmos de bocea ,
as quaes acham-se a venda por
preco commodo e com prompti-
dao, embarcam-se, ou carregam-
se em carros, sem despezas ao com-
prador.
Na loja de miudezas d ra larga do
Rozario n. 38, do Cardial, vende-se peo tes de
tartaruga para coco, polo ridiculo preso de
3,500 rs.
,do Abreu, fabrica de charutos n.4, edar-se-
preto e verde, de superior I ha os motivos porque se vende ao compra-
qualidadeem caixas pequeas ;
Velasde espermacete de superior
qualidade em ditas ditas,
Fio de sapateiro, de diversas co-
res :
Tudo em conta, no armazem de
Adamson Hoiwe & Companhia,
na ra do Trapiche, n. 4a.
Vendem-se velas de espermacete, em
caixas, de superior qualidade: em casa de
J. Keller & Companhia: na ra da Cruz nu-
mero 55.
Arados de ferro.
Na fundieto da Aurora, em S. Amaro,
vendem-se arados de ferro deJiversos mo-
delos.
dor.
Lotera do Rio de Janeiro.
Aos 20:000/000 rs.
Na casa feliz dos Quatro Cantos da ra
do Oucimado n. 20, vendem-se os afortuna-
dos bilhetes, moios, quartos, oilavos, vig-
simos, da 22 lotera do theatro deS. Pedro
de Alcntara, cuja lista ebega no primeiro
vapor at o da 20: a ellos que estSo 00 resto.
Vende-se urna loja de oouros com mui-
to pouco sortimento, e tambem se traspassa
a casa a qual tem proporsfles para est ou
qualquer outro negocio, por ser em um dos
melhores lugares da ra Direita, com com-
modos para moradia, portSo para o paleo
da Penha : na mesma ra Direita n. 55.
Cemento novo a 7,000 rs.a barrica.
No armazem de Antonio Annes, no caes
da Allandega.
Escravos fgidos.
Attencao.
100,000 rs. de gratiflcasSo.
Contina fgido o escravo Manoel, per-
tencente a SebastiloMarques doNasoimen-
to, desde o da 8 de setembro do anno pas-
eado, foi escravo do Sr. Gabriel Alfonso Rl-
gueira, tem 25 annos, pouco mais, ou me-
nos, de nasSo Angola, cor fula, com falta
de 2 denles da parte superior do lado es-
querdo, eums pequea corda na cabeca do
mesmo lado, corpo regular, olhos peque-
nos, beiQos grossos, sem barba, baixo e he
ofilcial de fuoileiro : pede-se, portento, as
autoridades policises e capitSes de campo a
sua captura, pagaodo-se alm da gratiuca-
SSo cima, toc'.s aa despezas queseja neces-
sario fazer-se.
Desappareceo no dia 12 do corrente
mez de marc,o, da casa de sua Sra., D. Anna
Joaquina Lins, moradura oa ra Nova, o es-
cravo pardo de nome Francisco, muito co-
nhecido por o possuir a muitos annos, com
os signaes seguimes: claro, barbado, com
assuisas por baixo do queixo, magro, fala
muito manfa, baixo, e an la calsado: quem
o aprehender, ou aouber onde ello est, e
com o aviso posea vir a mo, se dar orna
boa gratificado, procuraodo-se para este
fim ao seu genro Jos Candido de Buros,
no seu escriotono: ra da Cruz n. ti, ou
na ra d'Aurora ultima casa desta mesma
ra.
ArteosSo, 50,000 rs.
Fugio, ou foiseduzida no dial do mez
p.p., urna pardinhadenome Arcbaojstde
12 annos de idade, com os algnaes segan-
tes :-- cabellos cortados rente, olhos
vesgos e pequeos, levou vestido de cH
com listras brancas e cor de caf, com
magens encarnadas; esta escrava veiof
mettida da ciada da Victoria, ao Sr.
Gomes Silverio : porlanto roga-se aa
ridades policiaes, capitSes de campo el
soas particulares, que a prendam e lev
na a ra da Cadeia do Recife n. 17, sega
andar, que receber 50,000 rs. de grl
casSo, e proteata-se com todo o rige*
le contra quem a tiver acoitado ea
casa. ,
Desappareceu no dia 2 docorrenU
a negra ereoula de nome Anna; estatua
ta, rosto descarnado; lem um dedo dr
mSo alejado, que nSo o endireita; tem
gido e tem aido sobada na fazenda do*
dea de S. Bento, ao p de Iguarassu : ,
a pegar ou der noticia aoude existe! ser
bem recompensado; na ra larga do Rtoario
n.81. _.
Dessppsreceu do lugar de Caisri
do para eata praca o molatinbo E
cor clara, de idade de 16 a 17 annosJ
los corridos, que cahiam as exlreof
estando grandes, com urna cicatriz di
em urna das pernas; pertencente ao|
Jos Antonio da Costa, residente niM
nbo Junco, comarcada Nazaretb ; onem o
aprehender entregue-o ao mesmo Sr. que
ser gratificado com 20,000 rs. sendi captu-
rado em pouca distancia, e se longe|enero-
samente.

*
V*

'V
f*
M t'

1 MUTILADO


Full Text
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