Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:04466


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Full Text

<

AnnoXXVIlI
ti.
DIARIO
rncuo M sononipglo.
Paoamento Aduntado.
tit irlmeitre..........
Por semestre ...... .
Por nno ..............
Pago dintuo do tiihestui.
Poi quartel.........
OTIOIA DO 1MFEIIIO
Para.....18de Fevr Minas... '15 de Fevr.
MaranhSo 24 de dito S.Paulo. 11 de dito
Cetra-... J8dedllo. IR. de J.. 95 de dito
I'inhiba. S 1r Marco Baha... de Mareo
I Das da imilla, audizn 01 A%.
4/000! iSSeg. S. Ilenrlqucreil Juiio OrpM
8/000 j. Longuinhol. l.c 5, s lO horas.
IS/MOOJ16 Terc.S.Cyrlaco. I. varaTdocivtl,
I7 Ouarl. S Patricio. 3. c6. ao melo-dia.
i/iOO 18 Qulnt. S. Gabriel. Fatenda.
9 Sexl. *+$ lo-.-es-.'I. eli.as lo horas.
posod.S Virgem. 2 tara do civil.
20 Sao. S, Martii.lio. 4. esabadosao melo-d.
21 Dom. 4. da Muars- JWoea.
111a ; S. lenlo. |Tercai e libados.
de Marco de 1852. '
N. 62.
PERMMBICO.
Creaceate i 28, aa 8 horas e 31 minuto da t.
(hela a 6 as 3 horas e 11 minutos da m.
Mingoautel?, ai hora e i f minutos da t.
Nova i 20, 4 boraa e 14 mlnutoi da m.
>IIK1BDI HOJI
Primelra I horae 18 minutos da tarde.
Segunda 1 hora eit mlnuloi da manhaa.
I-AUTIDAB BOI COBBIIOI,
Qoianki e Parahiba, segundas e senai-
felrs.
RIo-fJrande-do-Horte, todal ai qulntas-felra
ao elo dia, .
Garaohun e Bonito, i 8 e 23.
Boa-Tiata, e Flores, i 13 e 28.
Victoria, ai qulntai-felrai.
Ollnda, lodoi oa dlat.
KOTICIAS STIIANOXIBAI.
Portugal. ISdeFevr.Autrla.. de Fevr,
llespanha. qde dito ISoliaa...'. I dedito.
Franca ... 7 de dito
Blgica... 4 de dito
Italia.... 4 dedito
Alemanba. 3de dito
Pruasia ... 3 de dito
Dinam.rc.3l deJ.nr
Runla... 20 de dilo
Turqua. a4 de dito
Suecla... .10 de J.inr
{Inglaterra 10 de Fev.
[E.-Unidoi 58 de Jaqr
Mxico... S de dito
California 2 de dito
Chlli. 8* St dUo
Ruenos-A. 1 de Fevr,
Montevideo l6de dito
CABIBIO DE 1S BtBllCO,
|Sobre Londres, a 27 aBO d.
Parla,
> Lialioa, 90 por cenlo.
ETAZf.
lOuro.Oncaahespanholas....'..; ..
MoedaideWi'OOveihas....;.... -.
. derjMOOnovaa......... 16/000
de4/0OO................ 9/100
| Prata.PatacOea braslleiros........... U**|
Peoa col mu nar ios............ V
Ditoa mexicanos............ i#o"u
0
PARTE OFFICIAL.
GOVERNO DA PROVINCIA.
EXPEDIENTE DO DIA 14 DE FEVEREIRO
DE 185?.
Officio AoEim. preiidenle do tribunal de e_
o tenente da quarta claise do ejercito Jos
Cyriaco Fcrreira.
Dito A' tlieiouraria de fazendapua fazer
demandar o niajor do quarto baialho da guar
Francisco do Espirito-Santo, quo foi reco-
lhido ao deposito com o nooie de loJo da
Silva, visto ter aprosentado iseoc.3o legal a
seu favor.Commonicou-se o desembar-
justlia, transmlltind as respoitas dadas peledrna guarda nacional ainda nao forjo reco-f mandar entregar ao capllao Jos momaz
Juli de direilo da comarca de Naiarelh, Joa-l|hidai ao arienal de guerra; resto das cern Goncalves do Rosario por conta dos venc-
quim Manocl Vleira de Mello, as duas portarlas | que recebeo por einpreniiuo n'aquellc ane-j mentos do destacamento do gusrdas nicio-
3ue S Esc. Ihe dirigi ein datas de 19 e i de J nal para a marcha do dia 7 de aeiembro del nae9 c ezembro ultimo. Communlcou-ie ao refe-i 1850; podendo exigir do director do meinio1t.noo.000, que o mareen! comroandanlo
-il. .... I~___..... ^-_- ...... i-...."... a.p.ili. ,. D. ron- ... .._ __ J_.
rido juis.
Dito Ao coininando dai armas, dizendo
que o soldado Joo FranciBco da Silva, deque
trata o officio do commandante do corpo de
polica, sobre que esie commando informoii
em 16 de Janeiro ultimo, deve vollar para o
quarto b.lall.o do arlllharla, como ja fol de-
terminado pela preiideneia rni 10 de marco d*
anno pastado, visto que fioalitou a lentenca .
que lhe fol imposta, como desertor do referido [oulubro al 4 de Janeiro prximo panado,
corpo, onde leve balxa, eegundo deelarou o Dito Ao juii relator da junta de juili-
respecllvo commandante, licando porm obrl- ca, trammitliodo, para depois de visto, ser re-
cado a repor a quanlla que recebeu por se ba-' laiado cm sesso da inenna junta o proc---
----------'al.lllian
arsenal, para o que f.co expedidas as con
venientes ordena, os documentos, que forem
precisos para este fnn. Mate aentido ofnei-
eu-ie ao referido director.
Dilo A meima aulorlsando-a, a vista de
sua informacao, a mandar pagar a Jos An-
tonio de Feria a quantia e a0:08o reis, que
elle dsstnaiieo com o forneclmenlo d' agua
e lu so destacamento d'Olioda desde 24 de
ver ajustado Indevldamenta para oservicodo
sobredito halalhao.
DitoAo inspector da thesoursria de fa
zenda, dizendo, que para (oder resolver
acerca dos esclarecimentos que S. S. pede
em ollicio de 11 do corrente, relativamente
i graii(ic"c,rii's que por aviso do ministerio
da guerra foram mandadas abonar aoamr-
nuenso da ezocla pagadoria, Ignacio Fran-
cisco Marlins, ao porteiro da misma, Tar-
gino Silvdlio de Souza Magalbfles, e bem
essim sobre o que deve observara respeito
do cosdjuvsdor dos trabalboa da mesma pa-
gsdoris, Jos de Oliveira Rarbosi, convm
quo S. S., ouvindo o contador o procurador
liscal da mesma thesourana remella secre-
taria da presidoocia os scus pareceres.
DitoAo director das obras publicas, au-
torisando-o a vender em hasta publica os
materiaes e ohjectos que, pertencendo s
obras do palacio da presidencia e correio,
e armazens da repartirlo a seu cargo, nSo
so mais necessarios. Communicou-se
thesouraria da fazenda provincial.
DitoAo mesmo, dizendo que, visto nflo
baver inconveniente algum, segundo sua
merco deelarou em oflicio de 11 do corren-
te, em ser recebida derinitivamente a obra
da primrira psrle do caes da ra da Aurora
em 29 demarco prximo vindouro, lem-
po em que se venco o praso concedido para
a entrega da segunda parte do mesmo caes,
conforme pede o respectivo arrematante,
Antonio Jos Gomes do Correio, o auto-
risa a assim proceder.
DitoAo mesmo: Tenho presente dous
cilicios datados de 10 de dezembro do anno abonar um mez de sold ao capitSo Fran-
passado, e 5 do mez corrente; no primei-j cisco Carlos Bueno Deschamps, quo lem de
ro dos quaes propOe Vmc. a construc(9o de
roces-
verbal feito ao soldado do nono batalho de
infamarla Jos Custodio dos *aolos. Commu-
nicou-se ao commando das armas.
Dito Ao loapector do arsenal de mari-
no, coinmunicando, que, por avilo do mi-
nisterio da marinha d 13 de Janeiro ulti-
mo se mandn, que a Herculano Jos Mar-
roquim seja levantada a flanea, que presla
ra, a lim de lhe ier entregue a madeira,
que lhe Tora embargada pela nspeccio d
quelle arsenal, e prevenindo-o de que, segundo
e declara no lina I do citado aviso, nio fol
deferida a pretencao do referido Marroqulm,
relativamente a continuaco da exportaco de
inaderas,
Porlaria Ao agente da companhia das bar-
cas de vapor, para mandar dar passagem pa-
ra a corle a Augusto Carlos de Amorlin Gar-
ca em um dos lugares vagos para paaaegi-
ros do eslndo a bordo do vapor S. Saltador.
DEM 1)0 DIA* 17.
Oillcio. -- A' thesouraria de fazenda, di-
zendo que, visto serem insuflicientes, se-
gundo consta do seu oUlcio de 14 do cor-
rento, as quantias que foram entregues nes-
te mez ao pagador daquella thesouraria,
pela dcima-segunda parte do ere lito fi-
lado, para as despezas que correm pelas seis
rubricas mencionadas n pedido, que de-
volve, e precisar-se mais de 19:831,628 rs.
para continuado do pagamento de seme-
Ih.irites despezas, concdenos termos do
decreto de 7 de maio de 1819, a auturisa-
(8o pedida em dilo oflicio, para se despen-
der a referida somma pelas sobredi tas ru-
bricas.
Dita.A' mesmt, aotorisando-s, decon-
formidsde com a sua informacSo, a mandar
das armas requisita para occorrer as des-
pezas com o pagamento do mesmo destaca-
mento no corrente mez, devendo esta quan-
tia ser deduzida das respectivas reli(0e< de
mostra e folbas de vencimenlos.Commu-
nicou-se ao mesmo marechsl.
Dito.-A director geral interino di Ins-
trucfSo publica, inteiraodo-o de baver de
conformidade com a sua informacao, con-
cedido dous mezes de liconc" com venc-
ment ao professor de primeiras letras da
ci'.fldc de Nazareth, Marlinho da Silva Costa
Jnior para tratar de sua saude.Neste sen-
tido fizeram-se as necessarias communi-
ca(0es.
TB1BUNL DA RELACAO'. I eipanso aos nossos inslinctos, nem plena
a -!-y' salisfaSo aos nossos sentimentos no que
M-.ssmi DE 8 DE MARCO DE i85i. se tefere aos intoresses que mais de perto
Pri.eW,a do bxm Sr. conselMro Aieuedo. i n0l loctm nSo eremos que nos sej ve lado
A 10 horas da maol.Sa, estando presentes, ,, um, visl> a-0|hospor mais vasto ho-
csSrs. desembargado-res. Bastos. Lefio, Sou-'rionle, e con8,grar B situaefio actunl do
za, Rcbelio, Luna Freir, Telles, Pereira maad0 inteiro .tteneSo que mais a miudo
Montoiro, e Valle, fallando com causa o Sr
desembargador Villares : o Sr. presidente
declara aborta a sessao.
J0LOAHBST0S.
Aggravante, Mara Francisca de Souza Ra-
mos ; aggravado, Jos Mara Goncalves
Ramos.Deram provimento ao aggravo
quiseramos consagrar ISo smenle ao nosso
paiz.
Os esludos que emprehendemos por estes
caminhos, nSo serfio, sem emburgo disto,
inleiramente perdidus para nos. Como par-
le, o nan pouco importante., da familia hu-
mana, nada que loquea generalidade, pode
Miranda.
Appellsnte, o juizo; appellada, a administra-
i ejodos hospilaes de carieade.
Dito.-Ao inspector do arsenal de '"IaSimI, JaiUnt) Meroi pelo curador de
nha, para mandar prestar ao encarregido w er,nc, appe|lado, Antonio Gomes
do registro do porto um escaler para nelle "" v *
Aggravante, Mana Francisca de Souza Ka- deix,r da locr.n0s tambom. l'-rlicipamos
mos; aggravado, Jos dos banlos Souza'
Lins.-isegaram provimento ao aggravo-
Appallante, ojuizo; appellado, Manoel Fi-
IJppe.-Mandaram a novo jury.
caiciUCBi.
Recorrente, JoSo Jos da Cruz; recorrido,
Manoel Carlos Godinho.
Appellante, Mara Francisca deS ; sopella-
do, Jeronymo Joaqun) Fiuza de Oliveira.
Appellaates, Silvana Mara da Conceiao e
outro; appellados, Bernardo Antonio de
do registro do po
fazer o servico a seu cargo, visto achar-se
inutilisado o da repatticjlo da saude.Com-
municou-se ao mesmo encarrcgaJo.
Villar.
aivlsOta.
Passaram do Sr. desembargador Bastos
unicou-se ao mesmo encarregado. desembargador Leflo os seguintes re-
Dilo.Ao mesoio, para contratar com al- """" m aues3o-
gum navio mercante o transporte dos ob- p.)e,lanle>qM,noel Jos do Nascimento Coe-
jectos especificados na nota, quo remelle, "
urna nova ponte da Magdalena em subsli-
licfio da que all existo, c no eegundo de-
monstra iiuccfies que se pdem tazer
em alguma das quotas consignadas qara de-
ferentes obras, aliui de obler-se a summa
necessaria para aquelln, e em resposta oc-
corre-me diier-lhe que, erando prxima
a reuniSo da assemblea legislativa provin-
cial ii.'n se [ni le autorizar dosde j a obra
da referida ponte, ncm da dos Afogsdos,
visto nSo haver consignacSo para somelhan-
te despeza, cumprindo, porm, que Vmc.
nSo s preste o maior cuidado aos cons-
tantes reparos e seguranzas, que exigir o
eslado de ruina das ponles existontes nos
lugares mencionados e no bairro do Recife,
mas tamben) que empregue na conser-
vado dellas todos os meios prescriptos pi-
la arle, ofio poupaodo medida alguma para
preserva-las do perigo que se receja.
Ihln a.i promotor publico da comarca
da Boi-Visla Em resposta ao seu oflicio
de 10 do mez passado, propondo duvidas
sobro a conlinuacSo do processo formado
contra o nulor de um assassinato perpetra-
do ha mais de trese annos, leuho a dizer-
Ihe que nSo ha rasan alguma para que a
jusli?a nflo prosiga as diligencias comsca-
daa para sujeitar aquello cnmiiioso a puni-
(10 legal, cumprindo, poitanlo, yisla dos
termos, em que Vmc. diz estar o processo,
que suba este quunto anles ao tribunal da
relacSo para tomar conhacimento da appel-
la(fiodojuiz de direito presidente do jury,
o que deve Vmc. desde ja promover.
DitoAo delegado do termo de Gara-
nhuns, para informar com brevidadequan-
do e por quem foi nomeado Manoel Pereira
dos Santos Rocha para o lugar de director
dos indios da aideia das Aguas-Bellas.
DEM DO DIA 16.
Officio Ao commando das armai, inteiran-
do-o de haver espedido ordem, nao s ao a -
gente Ja companhia dos paquetes da vapor pa-
ra mandar transportar paraacoite, no vapor
S. Salvador, o 2 cirurgio alfires do corpo
de aaude do exercito, doutor Jos Zacaras de
Carvalbo, e sua inuiber, mas tamhein a lhe-
aouraria de faseoda para abonar ao referido
2. clrurglao o aoldo do correle mez, e as
vantagrus que lhe compelirem. Neste senti-
do expediram-ie aa convenientes ordena.
Dito Ao meamo opprovaudo que seja ex<
onerado do emprego deajudante, queinteri
menle eierce na forlale de Tainandar,
FOLIIETIM.
OU
MEMORIAS DE UM MARID0.H
POU ICGINIO 8E.)
XL.
Tenho lido mullos romances, e quasl sempre
o hroee a herona sao poslos empresenta, e
em relacao por algum perigo a que o joven ea-
tranho subtrahe com risco da propria vida a
bella desconhecida; recordando-iue da con-
versado desta larde digo comlgo mesmo que
ha aconteclmenlos moraes, que ha simples con-
versas capazes de iuipressiouar lalvcz lo viva-
mente a iinaglnacao de una mulher como os
successos mala romanescos. Oxal que cu nao
me teoba engaado.
Ela quasl palavra por palavra a conversacao
que esta tarde bouie cm presenta de minha
mulher.
Joo Raymundo (a minha mullid : i i ,
pouco eu dizla a Fernando, aeohora, quanlo
elle devla acbar-se feliz aqu. Sem fallar da
felicidade de partilhar esta lolldao com a ae-
niiora, elle deve achar tantos altrativoa na vida
do campo, gracas s iuteressantei eccupacOes
que creou para li.
Albina ;.- Mr. Uupleals ecu goitainos.be
verdade, miiilo do campo, aenbor.
Madama Ravmundo: E islo be o elogio de
(*) Fufa- o Diario n. Go.
seguir para a corte, alim do runir-se ao
batalnSo da guarniefio fixa de Coyaz, que
pertoneo, passaodo-se-lhe a competente
guia com as necessarias declaracfles.Com-
municou-se ao commando das armas.
Hilo.--Ao inspector Interino d'alfsndega
desta cidae, inteirando-o de haver, de con-
formidade com a sua informacSo, concedi-
do permis9o a James Brower para sahir
com o brigue ingloz Margarl Redely, de
que he capilSo, alim de acabar de carregar
o mesmo brigue fora da barra, licando po-
rm ao alcance das bateras da fortaleza do
Brutn.Neste sentido ofliciou-se ao admi-
nistrador da mesa do consulado.
Dito.A' thesouraria da fazenda provin-
cial, dizendo que pode entregar, mediante
as necessarias cautelas, ao capilSo Antonio
Joaquim de Mello, procurador de Francis-
co Jos de Figueredo, que se acha nomea-
Caetano de Mis-
destinado as provincias na mesma
cadas.
flota que se refere o officio cima
Para o MaranhSo.
15 caixOes.
Para o Para
2 caixOes pequeos.
Para o Cear
25 barris de plvora
1 caixote pequeo.
Para a Parahiba
27 barris de pelvora.
Para as Alsgoas.
25 barris de plvora
12 caixOes.
Dito.Ao meamo, dizendo ficar se/ente de
haver Smc. embargado 36 paos de sicupira,
vindosde Iguarass, sendo 19 na canda S.-
Autonio-da-Barra, e!7na S.-Autonio-Via-
jantc.
,. I Hio;appollada, a juslica.
Passaram do Sr. desembargador Lelo ao
Sr. desembargador Souza as seguintes ap-
pellacesem que sfio:
Appellante, Joaquim Francisco de Mello
Oxal appellado, ojuizo. .
Appellantes, Miguel Goncalves Rodrigues
Franca e outro ; appellados, Jos Human
Goncalves Munizeoutros.
Appellante, Joaquim Jos da Fonseca, cura-
dor da pret Maria; appellada, Mariana
Augusta lonteiro de Mello.
Appellante, a adminstracao do patrimonio
dos orphSos ; appellado, Domingos Anto-
nio Comes Guiaiaraes.
AoSr. desembargador Kebello as seguin-
tes appellacOes em que silo :
Appellante, Jos Alexandre Crrela de Me-
nezes ; appellado, Antonio Ferreira l.us-
losa.
Passaram do Sr. desembargador Rebollo
ao Sr. desembargador Luna Freir as se-
das ideias que predominam na generalida-
de, participamos de seus erros, de suas preo-
cupares, assim como de seus desejos, ede
suas mis nobres esperanzas, e a humsni-
dade nlo pode fater urna so evolocAo na
qual nSo lenhamos um interesse directo, e
pela qual nos nSo sintamos arrastados. No
periodo actual da agitecfin o em que do-
pois de ISo largas e tilo sanguinolentas es-
caramuzas as ideias contaras parecem en-
contrar-seem frente urnas dss outras para
dar a batalha Anal e dicissivs,- hoje que dos
excessosdo liberalismo tem lirado furca, os
partidarios das ideias antigs para procla-
maren) suas esperances e reclamaren! a res-
taurado de sou|i>redooiinio, ao pssso que ss
ideias liberaos exigem que nau s -j un jul-
gados por seus excessos, que ntfdessimu-
I iii os excessos das ideias contrarias e que
as deixem respirar o ar que necessilam pa-
ra vivero para dar seus fruclos,-em nossa
opiuiSo, he chegado o momento supremo
em que vai decidir-se urna das queslOes
mniures que nos aprosenta a historia do
mundo, e abrir-so para a humanidado um
novo periodo que em nada se pareco com
o que at agora temos visto. Uotrocedera
o iiiiin-iii por ventura, como alguns o dese-
jam! julgando isso possivel, siluacaio em
que se achava em pocas anteiiores? iiu
antes progredir at ao ponto de estabele-
cer definitivamente um novo syslema com
grandes coudicOes de durado, no qual as
trii-i ivO.'s, antigs se iruianem naturalmente
com as necossidados modernas, e a orileai
e a liberdade cresgam e flores;am cm BOlSO
indissoluvel ?
Taes afio as queslOes que hoje eslao sub-
meltidas ao fado da humanidade inteira, e
que quiseramos estudar com mais amplido
do que a que permitiera as columoas de um
peridico e com mais coobecimentos do
que os que eslfio ao nosso alcance. A exis
tencia dos dous obstculos que indicamos
ruto.Ao director do arsenal de guer- gUntes appellaces em que sao : nos obrigarfio aser multo breve, a apontai
ra, autorisando-o a mandar desligar d<*' Appellante, Ignacio Jos da Silva; appella-Jtao mente algumas cunsidera^Oes que
companhia de aprendizesdaquelle arsenal I u0, Ignacio Manoel Viegas I outros poderlo desenvolveren) loda a sua
o menor Firmino Herculano da Silva, vislo Appei|antes, Eslevao Jos Paes Berreto e sua p|entude,
achar-se doente de epilepsia, enlregando-o mu|her ; appellados, Francisco Paes Bar-
apessoa que porelle seinteressar. reto e sua mulher.
Dito.A' thesouraria da fazenda provin- ( paaaaram do Sr. desembargador Telles ao
cial, para mandar por em praca a obra da gr- rjetembargador Pereira Monleiro as so-
bomba, que se mandou fazer do dcimo- cuir,ies appellacoes om que sao :
I ........ ,. .. I.......I ......I. I.. 1... I' llhn *> ... .. _t_ n_____I
Recorrendo a historia do mundo, nSo en-
contramos mais que um grande periodo bis
tonco que tenha alguma analoga com o
que i-si.ln hoje percorrendo as uacOos da
trra, o qual comuna para nos da poca em
quese cuusolidou dillinilivainenlo em In-
glaterra o systema rcpresenUlivo. Esso pe-
riodo he o quo so uclia com,>rchenddo en-
tre os p'imviros symptomas da decadencia
queexpciinientou o imperio romano, alea
aceitarlo doliniliva por tolas as nacoes ci-
vilisadas das grandes verdades do cliristia-
nismo.
Palor & Companhia. Donando do um lado o carcter religioso
Ao Sr. desembargador Leao as seguintes dessa gran le e salvadora transformacao dos
, appellacfies em quo sao : i p0vos da trra, a maior que tem visto os se-
peza ser paga por aquella Ihesourana a vis- A(ipe,|anle> An||> Delnoa Paes Barreto ; P-iculos, silo tantas as analogas que apresen-
pellado, Francisco Jos da Costa. Mam as duas pocas, que s para enumera-
AoSr. desembargador Souza as segua-'|S, necessilariamosdas dimenr,r)es do um
?'m ? S '". que- "sta,des U1"n-I tes appellacOes em que sao: volume. No periodo amigo, cumo no mo-
[ormaeao, deferio o requonmento em que ^CiS! Cuslodio Ferreira de Mello ; ^erno.depoisde una poc do grandes con-
tercero lancoda estrada do Pao d"-Alho,. Appellanle, Jos da Rocha l'aranhos; appel-
deveodo servir de base essa erremaUsSo |ado, lisses Coltles Cavaican.i de Mello,
oprecode 350,000 rs. offerecido pelo arre- Appellanle, Joflo Balthasar de Sousa;ap-
matantedaqjello lanso.-Communicou-se i 'pe||au0 Andr Joaquim do Oliveira.
ao director das obras publicas. DiSTaisoifSES.
Dito. A'mesma, inteirando-a de haver i Ao Sr_ desembargador Bastos as seguin-
de conformidade com a sua informav3o, tes appellacOes om quo sSo:
mandado fornecer pelo arsenal de guerra Appe||aqte, ojuizo; appellados, Johnston
as 550 correias do malote de 3 por praca,
comprehendidas na requisifSo do comman-
dante do Corpo de polica, devendo essa des-
do, pelo missonario Fre
sina, administrador da rcedificac.So da igre- Deane Youle & Companhia peliram psrair,-
nt n f'i?, f'l lado. Jos Francisco do Reg Barros. comulum apparente, sem communicarem
rom do fJc.r debaixo das baleras da loria-, Ao sr. de8embargador Rcbelio as seguin- lUU)asas outras o que experimenlavam, sen-
12 docorrenle,
Dito.Ao agenle da companhia das bar- ieza-
sagem para a corle, porconia do governu, cemento
no vaporS.-Salvador as pracas do prel que. Dito.Ao
pelo commando das armas Ino torem man-
dadas apresentar.-Communicou-se ao mes-
mo commando.
Dita.Ao mesmo, para mandar dar pas-
sagem para a curte por conta do governo
au s ao capullo da guarnic,3a fixa de Goyaz
Francisco Carlos Bueno Deschamps ; mas
tambem mulber o quatro filbos do mosmo
capillo.
DEM DO DIA 18.
Oflicio. Ao Exm. presidente do Mira-
nltaoi, dizendo ficar sciente de haver-se
procedido no dia 2 do corrente na cidade
de Caxias a eleicao para depulados assem-
blea legislativa daquella provincia, sem que
livesse occorrido a maior novidade.
Dito. Ao commando das armas, man-
dando por em liberdade o recruta Joflo
, : appellacOes ern que sao : J0 segredodo conciliar a venerado as suas
mesmo, au orisando-o a des- ,.,I|te a ^^ regedora do rozario dos anllgas lra,iic0e8 com a liberdade que todo
pender por coala da verba d.artigo,11.da ua freguezU de Santo Antonio; o mundo procura.
a B.^!.%VailiM ppellado, Manoel Das Fernandas. (juando no periodo anligo appareceram
da distnbuicSo, ale a quant la de 200,000.. Na0 foram julgados osde maisfeitos com'0r lia, as jas sa|V,doras, urna parte da
rs., que Smc. diz, poder gastar-se com o K, ,0 pornaver Mudo a sessao os ;uci4vjade as abracou com cnlliusiasmo, e a
EfT'S^SS.fSli "JJi*.?.^.'LIS- 8r. deswmbargadortM cima mencionados. outra p.rte as repeli com energa. Osbo-
Levantou-se a sessao as 2 horas da larde, meas das ideas novas, aecusados de faccio-
innovadores solTreram
eslrada da Victoria, no lugar denominado
Sicupira, que pela m qualidade do terre-
no, apenas cliove, lorna-se intransitavel
por formar grandes atoleiros e camalhies.
Communicou-se a thesouraria da fazenda
provincial.
Dito. Ao director do collegio dos or-
phfios, dizendo ficar int- Irado de haver
Smc. feito entrega do menor Joaquim Ve-
nancio de Souza a seu padrinho Joaquim da
Costa Maia, que, para o receber, se achava
autorisado pelo pai do mesmo menor, ora
residente na cidade do Po>to.
EXTERIOR.
sos ede innovadores soflferam persegui-
1,'i'ic- de toda a especie. Os partidarios das
jidss antigs que pouco antes nao criam
"^-- i aellas, emponharam-se em restaura-las,
MADRID* DE JANEIRO DE 1852. como se fura possivel dar nova vida a um
Senas circunstancias actuae; iio aos I cadver. Lutou-se com talento e com in-
consideramos em situar;So de applicar as cansavel ardor. Um homom, lo eminente
queslOes interiores em toda a sua plenitu-lcomo Juliano, empenhou-se em conler o
deosvstema de exarae a qus estamos aeos- jprogresso e suas legiOes Iriumphadoras
turnados desde a crei<3o deste peridico,
senos julgamos na necessidade de nao dar
ambos. As pesioas que l podem vlver Ha vi-
da ficticia das cldades aborrecen! o campo!
Eu: K ili-ui.ii-. confesse, senbora, que as
popuUcdei rustical valein cem veiea mais do
que as popula.-i o', dascidadci.... lempre inve
josas.. icinpre odenlas....
Charpenlier : Que quer, Mr. Fernando, be
porque tambem o luxo dascidadei otlerece l
peisoaa que muitaa vezes carecem de pao um
contraste tilo cruel com a sua miseria....
Joo: He to dcsculpavel invejar o super-
:uio,... quaodo se -carece do neccssarlo I
Eu: Mas, meucharo, a inveja he sempre
urna paix.o m.
Cbarpentier: Confesse pelo menos, .Mr.
Fernando, que um pobre hoinem sem asylo de-
ve sentir una amarga tristeza ao passar noi-
te por um palacio rcsplaodeccule de fcsla e de
luz?
Eu: Sem duvida ; mas que quer Vine., be
urna deigraca ; porm que remedio ?
Madama Raymundo: Porm ha tanto con-
Irastei pungentri para os quaes ha remedio
Olhe, Mr. Fernando, embora eu corra o lisco
de parecer diser urna puerilidade, co,n(eaio.lbe
que me revolto lempre qusndo peoao neaiea
monloei de ouro e de prata posloi mostra aoi
paliantes circisa doi cambistas ; no he para
i pobre s vezes urna tentacao tcrrivel.... e
einpre nina irona cruel vista denai rique-
tai? Quantos delles depois de terein multo
lempo contemplado esses thesouros nao le vo
meditando n'algum ci une ou inaldizendo o seu
destino l
Eu: Cerlamente, aeuhora,... mi rellexiio
mecommove.,.. cual eibibijuei tem icu pe-
rigo....
Joao a Albina : Ah! aeohora, nao he ver-
dade que ha Tanlaloi em Paria ? Al eise po-
bres meninos esfarrapadoi, magroi, fauinloi,
que devorain coui o olboa eise tbeiuuroi gas-
tronmicos expoitos em casa dos pasteleiroi f-
famadoa!
Albina: He verdade, seuhor,.,.. pobres
menlnoB....
Eu: Devo declarar-te, ineu pobre Joo,
que fallando sobre gaitronomia caminhai sobre
iini terreno ardenle.... ob! ardente como ai
fornalhaide Very.,,, Minha mulber be muigo-
loia....
Joo a Albina, a qual corou com um ar con-
trariado; He verdade aenhora?
Albina cada vez inaia embarazada: Se-
nbor.... be um gracejo-de Mr. Duplcasis.
Joo lorrindo; Oh! n'.o se de leuda disio...
a lenhora tem perfeilainenlc ralo. Aftnal de
contal Deo creou aa comai boaa para aerem
couilda, e demals teria elle acaio pensado, dl-
rei meimo acariciado com tanto amor, ene de-
licado apparelbo que se chama o aentido do
goslo, le o homem folie destinado a l comer
alimenioi imipidoi ou groiielroa ? O que be
mo be, que lmente bem poucas pesioai po-
dem ser gulosas, emquanto que lodos deve-
riam poder entregar-ie a ene prazer, nio be
as. i ni, Fernando?
Eu: Oh.', .. lodos...,
Joo: Cerlamente.... E porque nao?
Eu : Isto h um paradoxo como outro qual-
quer,...
Charpeoticr: Eicule-me, Mr. Duplessis,
Joo nao deixa absolutamente de ter rasao.
Supponbamol que como nol Estados Unidos,
por exemplo, cada um pode ler-com inui pouco
gatto, gracas ao iinmenso desenvolvimento da
atricullur, e s abundantes produccoei do
____.1,____.-_ = .. __- K...wlaiit<-. '
Joo rindo : E a loogevtdade huuiaua ga-
nbarla com ino, e enuo ae chegaria a idade
doi pautarebaa. *
I.o: Oh 1 como i louco!
Joo Raymundo :Fallo mui seriamente ;
aabioi mdicos j provarain que quanlo mal
agradavel, lucculenlo e variado be o alimento
luaii le prolngalo o nonos dial. A' Albina
com alegra : A seubora v que pode ser gulosa
com todaaiegurauca de coniclencia....
Eu : Meu charo Joo, nonai opialdei sao
completamente diUrenles.;.. Crelo que he pe-
rigoio dar ao povo nccesudadea que elle nao
lem, ou foxe-locunbecer, digo lastimar gozos
que ignora. Aiiim nonol lavradores coinem
mu alegremente seu pao de trigo mourisco, e
seu queijo duro, e bebem agoa ein ciuia para
elles o pao de avela, o bife de pbaiso com tru-
fas e o vinno de Clos-Vaugeot, be o alcoro,
acaso sao por ino mal infeliz?
Madama Boymundoi tomo Mr. Duplessis,
Vmc er.... e aqu oo fallare! mais da gula,
eu generalisarel.. Vino, er que ha prudente,
que ne justo.... que he humano delaar para
einpre a mor parle doi nossos lemelbanles oa
completa Ignorancia dos gozos que ao o pre-
vllegio de um pequeo numero, e sobre ludo
dos gozos iolellectuaes? de que I a reinos nos-
tai delicias, nos a quem a educaco tem aper-
feicoado ?
Eu: Uertaroente, senbora.... Porque cm-
flm esses gozos inlellectuaei.... por exemplo
linos caiupouezcs os igiioram...; logo noaen-
tem necessidade delles.
Joo Raymundo: Porm, meu amigo, nao
he nosio dever vlito que somos maii esclarec-
TcarneVexceile^^^
d'agoa doce, caca, frucias.... a gula Oca ao al-
cance de lodos.
Joo Raymundo : Fernando, t l seusivcl
queimavam incens ante os snligos dolos,
como se aervisse para alguma cousaoin
msica, nao he assiin Mjibloqiiailro agr
da i tua villa, c um bello l.vro ao leu eipirilo_
Eu : Certamen!*..,- A que vem com liso?
Joo Raymundo:-- SuppOe-te educado em
urna deploravet iguoraocia, como o lilho de um
desiei pobres camponezci de que estai rodea-
do, gozarlai acaso dos encantol da msica, da
pintura e da poesa? "
Bu: Nao...i mas como msica, pintura e
poesa, acriaiu cousas desconhecldas pra
mlm.... cu nao lenli.la essa falla de goio ; nao
leria outra necessidade seno a de meus apeti-
tes msleriaes. _
Madama Raymundo : E ino he grande dei-
graca! Mr. Fernando, cu devia quasi dizer um
criine; porque o homem nio deve vlver s pe-
lo corpo e pelos lenlidos..... deve viver tam-
bem pela alma e pela iolelligeocia....
; a quien perceb que baalguol Instantes Al-
bina loiuava um inlevesse cre.centc nessa con-
versacao; duas ou Ires vcies vl-a estremecer,
e corar, como e houveisc procurado e achado
certas allusdes applicavela a sua posicSo pes-
soal.J ,_ ^
Eu: Francamente, meu charo Joao, nao te
creio icrio quandome dlies, por exemplo, que
he um dever para inim procurar fazer com que
Gros-titrrc, meu trabalhador, eeja aensivel a
msica, pintura c a poeila.
Joo l; ii inundo : E porque nSo?
Eui Porque he slmplesinentc impoislvrl...
Charpenlier : lmpoislvel: nSo, Mr. Duprei-
sis ; fizai campanhaa da Allemauha,... no ex-
ercito de Conde (accreicentou Charpenlier
lembrando-sc do leu papel de marqoez em pre-
aenca de minha mulher) e vi cem vezei os la-
vradores allcines en. mas villa a uoile depoli
doi trabadlos do campo tocarem e canurem em
coro to bem como na opera.
Madama R.ymundo; -- Que di, Mr. Fernan-
conso ofllcial, quandojinflo parte do cora-
580 o impulso de queima-lo, quando se ha
convertido om unta prescripc^o da ordenan-
ca o que j nSo he um maudido da cons-
ciencia.
QuBntas analogas nSo poJeriamos en-
contrar entre os homens daquella opposi-
de moderna desempenham o mesmo papel e
obedecem s mesmss illusOes Porm veja-
mos ainda mais qual foi o resultado dessa
lula. A perseguido, a violencia, as victo-
rias faziam o efleito exterior que fazara
sempre. As ideas novas estavam vencid,
e pareciam definitivamente moras ; largos
periodos de annos se passaram, nos quaes,
como succedeu na Europa em 1815, se creo
que as idis antigs haviam trjumphado, e
que as ideas novas linham perdido toda a
esperance. Porm fogo, nem por estar
oceulto deixava do progredir, e este fogo
era o que 080 se poda extinguir. Cada ge-
rarfin a medida q e hia crescendo, destmia
um anncl da anliga radeia, e trazia novos
recrutas ao novo espirito do mundo. Cada
veterano que morria era urna perda pora as
antigs ideas, a qual as au subslituia. (Ves-
ta situarlo era evidente que a acco do lem-
po s bastava para extinguir a victoria quo
tivessem podidj ilcan$ar as forjas da socie-
dale que desapparecia.
Digam-nosse ludo isto nSo paroce a his-
toria do mundo desde que rebentou a pri-
meira revoluto franceza. Com a grande
dcsvnntagem para nos, em semelhante na-
rallelo, de que as ideas que hoje so v3o de-
senvolvendo s5o de urna ordem menos ele-
vada e menos puras quo as do periodo quo
nos referimos ; com a desvantagem de que
as ideas liberaes admittem um exageragilo
funesla para as ideas moderadas, os acci-
dentes todos e o modo de manifestr-se,
sao os mesmos. Denois de largas lulas, con-
segue-se derribar por alguns annos as ideas
de que o mundo se ha apaixonado. Grandes
capacidades, dispondo de Turcas collossaes,
team conseguido por vezes supprimir a ma-
manisfesiacao, destss deas ; mas passados
alguns annos, desappareceram alguns au-
ii'-is, os novas gerirjOos deram novos recru-
tas, o essas Ideas que se criam exlinctasf
vieram outra vez a brotar com msis inlon-
sidade quo danlcs.
Ainda he um dos mysterios do porviro
sabm se a solucSo final ser idntica em
ambos os casos. Temos expuslo os antece-
dentes eduscobrimos nelles urna anallogla
to perfeita que n3o podemos capacilar-nus
doqueas consequencias sejam differentes.
N3o nos osoantamos porque apparece s ve-
zes o contrario. As disgregas que tumsof-
l'rido as novas ideas, nAo sRo para nos, mais
que um processo de purificarlo que assegu-
ra seu triumpho final sem risco para as so-
ciedades, como admiramos na magnifica e
estavel consliluicao da Gr5o-Brelantia. Ne-
11 liii 111 grande resultado, nenhiima granito
satisfazlo sem alcanca se grandes dores e
som grandes contrariedades.
Porui o que em nossa oniniSo assegura o
rosullirvlo, he a solu?ao histrica que levo a
nrimoira das queslOes quo havemos eslabe-
liirido, e que se acham submetlidas ao fado
da humanidade. O quo mullos desejam ho
que as sociedades uioJerna^ vollem ao es-
tado em que so achavam antes que a pala-
vra libo'dade resoisse no continente euro-
peu. Abra-se a historia do mundo e di-
gam-nos qual a epocha om que depois de
haver-se derribado um edificio sucial qual-
quer, se tenha outra vez construido este de-
buixo do mesmo plano quo antes linha.
Ri-nzi, aspirando restabelecor a repblica
rom -ii 1, ha bom esemplo do que se Conse-
gue quando se quer dar vi la a urna recorda-
cSo queja nao est nos costumeseda qual
se tem perdido a fe. N5o basta querer re-
proiluzir um estado social determinado ; ho
preciso ter todos os elementos que o consti-
tuan!, he preciso, alm disto, o quetalvez
he mais impossiwl anda, senesla impussi-
bilidade cabem difluientes graos, conseguir
quo nAo tenha existido oque tem exisliJo
depois. uom quizesse fazer-nos volver ao
perioJo das Cruzadas, teria que apagar da
memoria dos homens o desrohrimentoda
America, a invnc,ao da plvora, a da im-
prensa, a do vapor e a das estradas de ferro,
etc., etc. Basla esta considerado para co-
nhecer qu3o invensiveis so as barreiras que
se oppoem a que o fuluro volle para o pas-
sado. Isto he tao impossiv'el como querem
fazer retroceder em seu curso os gragdes
rios. A Providoncia lhes tem marcado sua
carreira, e elles teem inevilavelmentode ir
parar no mar.
Se o reirocesso nos progressos humanos
he impossvel; fcil he conceberqual aso-
lucaoqueem nossa opiniao lerao as ques-
lOes que hoje oceupam a alUncaa do mun-
do. A solucao he pira nos fora de duvida.
So ha tropecos 00 caminho que retrdeme
marcha e produzam grandes males para a
humanidade, nos o lamentamos, porem nem
por isso deixaremus de considerar que os
autoresdestes males fazem^m_erfoj^om):
a^Ss^aoTnTq^e^a a geule do campo
he isso urna doce e ulular diitraccao depon
dos rude trabalhoa do da ?
Carpentler: Nao lie ino melhor do que ir
estpidamente laverna jogar.7 __
En : Concordo .. Alin de queo Allemaei
temoceuio musical.
albina com timidez: Talvez porque elle
he cultivado* desenvolvido desde a infancia....
Madama Raymundo:- Madama Dupleisia
tem perfeitamenie rasao.... Tenho vino eico7
lai de meninoi nal quaes ic eminava a cantar,
elles adquirlam urna |usteza de cntoaco, e
Ulna delicadeza de ouvido incriveil.
Eu Ob, aeohora, quanto a Ino iou com-
pletamente de sua opiniao, porm cipero que
Vmc. concordir co.nigo quando cuLuslen'
que he insensato querer que Gros-Pierre ij
lensivel muiica, poesa e '-aW----.
Joo Rayinuodo: -- Meu charo Fernando,
manoemos* chamar Gro. P.er.e l.i-lhe .
falc de barro, ou o Boroa azul.... Apollo que
elle nos ouvlra com toda altencao....
u:!- Cornos de fado, Que be la poesa !
Jo estei com eflello os dignos clanicoi de Mr.
Sro.-P.erre. A Ino deve-e .juntar a alta a-
ironomia de Mathew Lambeta, e a sublime
nhilosoplil de^oilradamus.
Joo Rayinuodo : Oh! que importa, ma-
lloo motejador o germen do gozo lolellec-
lual deixa acaio de existir no pobre Groa-Pier-
rc por elle gostar deise contoi Ingenuoi ou
ibsurdoi, como quicre? Porem desenvolvc
isa intelligencla noruina educaco surnclenle,
cun diaGros-I'ierr'e voltaodode mustrabalbo
esouec.r iuai f.dlgas, e ...elorar o seu espi-
do leudo-nao mais Malhen, Lansberg ou Barba,
azul, porm algum bom llvro sobre a agricul-
tura, ou a narraco de algum rasgo de patrio-
liimo de nonol pall! Vamoi al o lim. Dirs


=

polenta e cgo. porquanto lutam contr as
lices msiseloquentes da historia, pira sl-
cancar urna victoria) que por Ilm e em ulti-
mo resultado o tempo Ihes ha do arrebatar,
su antea nlo occorrerem slgumas deslss
eventualidades to communsque activam o
facilitan, a acrjlo do lempo. Lamentamos
que ncm todos vejam aa cousas como nos,
e que nSo se una todo o mundo pira chegar
a soluto sem tropeos, sem lulas o sem
desgrscaa.__________________'lL,Hld.0.,l
INTERIOR.
PER
CORRESPONDENCIA DO DIARIO DE
NAMBUCO.
Varohyba, 12 de marco de 1852
Tocou ante honlem neate porto o paque-
te dosul, que nos conflrmou a noticia d"
derrota do dictador de Buenos-Ayres,
deu-nos o pormenores da grande accSo do
dia 3 do pausado, na qual as armas brasi-
leras encheram-se de gloria, o mostraram
ao tyrauno em poucos minutos que nlo
eram as mais fracas oomo ellesuppunha.eos
soldados imporiaes Ihe provsram que sabem
encarar a morta com placidez e sanguo fri
Agora talvez os progresistas se conven-
Sam da queda de Rosas, e alguns o v3o sau-
ar Bahia, e talvez acompanha-lo Ingla-
terra, para n3o deiiarem mais a preseur;a
do seu hroe. Apparece-mo urna reflexo
nest momento, que he para mim um inde-
cifravel enigma, e nao quero deixar de
presentar-lh'o. porque talvez baja quem
o explique. Como os progressistai, liberaes
da quinta essencia, lano sympathissm com
Rosas, o maior tyranno do seculo 19? A-
caso querer cada um delles ser um novo
Rosas no Brasil ? NSo sei ; mas as obras de
siguas asaim,o indican; e quem o duvidar
recorde-se d facilidade com que oscom-
mandanles das Torcas liberaes na ultima
revolla mandavam paitar pe/a armas sem
appello nem aggravo, no s os seus desaf-
fectos, como aos meamos individuos de sua
frca. OCurinhem desta provincia ainda
se record com horror de dous actus desses
de atroz barbaridade.
Sluilo me admirou a pequea perda de
nossas frcas em tSo disputada accSo e ain-
da nisso vejo o braco divino protegendo o
imperio da Santa Cruz.
He muito lastimavel que o D. Rosas, as
si di como foi do arribada Bahia, nSo
correase todas as provincias do imperio par*
receber as un.""* de seus amigos pelos
seus linlliiintos faltos d'armas e principios
liberaes nunca desmentidos; enelle{vero
povo brasileiro, principalmente os incautos,
retratados os homens do intitulado progres-
lo, que com a liberdade na bocea s mirara
o poder para enlSo, rodeados dos indispeu-
saves mashorgueiros, prem por obra actos
de dispolismo mais atroz, sufTocando. at os
lamento* das victimas de sua barbaridade.
Apre Nunca tomei urna lirada 13o lon-
gi 1 Sou incorrigivel em minha mama de
politicar, A experiencia, essa mestra rigo
rosa, me tem, como dizem, poslo sal na
moleira; e com a idade que tenho me ha
mostrado o que s3o os ullra-liberaes quando
no dominio, portento desculpa mereco se
me deavio um pouco do meu lim para en-
trar em materia para que nSo tenho as pre-
cisas bahilitares.
Nada tem apparecido de novo, e os Ihugt/i
teem nos dado armisticio.
Do centro nflo tonho tido noticias, nem
mesmo do Inga, onde anda se conserva a
frca.
Esse ailencio sobre o centro parece-me
de bom agouro, mas nada quero aveoturar
pois estou muito prevenido com os symp-
toinas de tranquillidade dos desordeiros.
NSo quero deixar de communicar-lhe urna
descoberta quo Dt, com a qual estnu mais
satisfaito do quo se descobnsse a pedra phi-
losophal.
Sei quem lio o meu alfaiate honorario
JoSo da M....., que tSo bellas e crrelas epis-
tolas me tem remeltido pelo meu* amigo
Argot. NSo se chama como diz, mas lomou
aquelle pseudonymo para honrar-se com o
de um pardavatco em tudo a elle semelhan-
te, grande sacriljcador de Bacco, assassino
e desordeiro, que en Campia reuni um
grupo de nutro* a titulo do oppor-se le
do censo, e comraetteu desordena e feri-
mentos. D'aqui ja ve que o meu alfaiate
honorario he boa peseta ; porm acrescen-
tarei, para melhor gratifica-lo, que al,
alm domis, he reo de polica; pois no
dia 7 do crrante encontrei-o nos arrabaldes
desta cidade com um bom par de pistollas
A tal encontr muito temeria este seu cria-
do se nfio conhecesse que tees almas e taes
armas s alguma cousa dizem atraz de urna
boa gameleira.
Descobrio-se agora urna nova especula-
cao, nova digo para esta provincia, mas
julgo que n3o pegar* porque os ensaios nao
foram satisfatorios.
Apresentou-se no mercado um individuo,
desses que, lavrando pouca canoa, nao loro
signal conhecido com que facam distinguir
os volumes do seu assucar, com urna por-
cSo de saccas d'aquelle genero contendo
asante areia. Felizmente foi descoberta
a trafleancia, e o assucar aprehendido; o
que far desgostar nflo s o inventor, como
a todos os maia que o quizerem imitar. O
traficante logrou evadir-se.
Descubro insto urna reaccSo do productor
contra o mercado pelo traustornodos pesos
dos solidos, como em outra Ihe cnmmuni-
quei ; mas o commercio he mais previnido
do que os matulos que sempre sahirSo de
peior.
Adeos Saiide e largos annos Ihe desejo.
i ..Js^mBm
chamada achara-se presentas 22 senherea depu-
ladoa.
O Sr. Presdanla abre a sena o.
O.S'r J.Srlor(o t aa aotaa das aeaiSe anle-
cedentesque sffoapprovadas.
O Sr. I." Scaraltirin menciona o seguinte
EXPEDIENTE:
Um requerlmento de'Domingos Suriano Al-
vas da da Silva porlelro da meaa do oonaulade
provincial pedlndo augmento de ordeuado.
A' commlsso de ordenados.
Oulro de Jesuino DomlnguesCarnelro, escrl
vio privativo do jury n. villa de Pao d'Alho, p.--
dlndoae Ihe marque quota para pagamento das
custasque lelbeeatadever.A'coramlssio de
orcamento municipal.
Urna representaco do bacharel Lourenco A-
vrl [na de Albuquerque Mello,contra a apuracao
de votos para deputadoa provloclaes feita pela
cmara municipal desta cidade por ter sido elle
aupplicantc letado ; pelo que pede queeata'as-
sciiiIiIim o mande Inscrevcr na Mata dossupplen-
tes no lugar que Juitamente Ihe compete.A'
commisiio de conslltulcaoe poderes,
lie Ildo e approvado o segulnte :
PARECKR.
A' commisiio de conslltulcaoe poderea, ten-
do examinado o diploma do Sr. diputado ele lio
Alvaro Barbalho Ucha Cavalcanll eachando-o
conforme com a apuracao ulllrnauente feita
por esta aasembla, he de parecer que o mei-
nio senhor deputado lome asiento.
Sala daicommlssdes 15 de marco de 1842.
A. P. Maclal Honteiro. F. d'A. d'Olirelra
Maclel.J. J.Ferreira deAgular.
O Sr. deputado,he iDtroduiido na sala,com as
formalidadea do cal) lo, preala juramento e tom
asieuto.
fCon/inuar-ae-Ad,)
2

trio, cldadios Jrasllelrns, domiciliado na clda- outros muilos fados que por brevidade dei-
de de Macelo, provnola daa Alagoas: nessa ]xo de referir, mas que sendo precisos sahi-
qualldade fot adinetiido a matricula rin O de rg0 n0 publico.
a 'q"J"'m"U""""p" d"p,110 d0 "H""1 Emquanto Vmc. dizer que a torca sob seu
N 51. O p.u"ho nacional Aml.ade d. 147 t^S.T u^ "" ei.tr6g0e ,,Exm' T1"'"'
neladaa de que he proprletarlo Dominga! Lo- d"n,te pes de Amorlm, cidado Drasitelro, domiciliado I l"dade lem ingerencia aobre ella, SOU a
dizor-lhe que Vmc. mente, porquanto esta
Tribunal do commercio.
De ordem do tribunal do commercio da pro-
vincia de Pernambuco ae faz publico a reta-
ceo aballo transcripta, daa embarcaeflee brasi- anno, por despacho do tribunal de 12 do dito
lelraa que ae matricularan! no mea de fevarelro me/..
na cidadt de Macelo, provincia das Alagoai :
nena qualldade foi admeltldo a matricula em
0 de fevereiro deite anno por despacho do tri-
bunal de 0 N. 52 A lancha nacional So-Antonlo-Flor-
do-itio de 31 toneladas, de que he proprletarlo
Thoma/. Gomes de Almeida, cldadio Brasileiro,
domiciliado no Paco de Camaragibe, provin-
cia das Alagas : nena qualldade ful admetli-
da a matricula em 10 de fevereiro deste anno,
por despacho do tribunal de 9 do dito mez.
N. 53. O brlgue nacional Concelcao de 192
toneladas, de que lie proprletarlo Manotl Al-
ves Guerra Jnior, cldadao Itrasilelro, domici-
liado nesta cidade : nessa qualldade foi ad-
nettido a matricula em 10 de fevereiro do cr-
reme anno, por despacho do tribunal de 9 do
dito mea',
N. 54. A sumaca nacional Tlova-Especulado-
ri de 49 toneladas, de que he proprlelario'An-
tonio Rodrigues da Cunba cldadio Rraillelro,
domiciliado na cidade de S.-Maihrus, provin-
cia do Espirito-Santo : atea qualldade foi ad-
ii] i nuil a matricula em 10 de fevereiro do cor-
rente anno, por despacho do tribunal de 9 do
dito mea.
N. 55. O brlgue nacional Lcio, de 2l7 to-
neladas, de que sao proprietarlos Viuva Gau-
dlno&FUho, cldadaos Urasileiro, domicilia-
dos nesta cidade : nessa qutlidade foi admet-
tido a matricula em 16 de fevereiro deste anno,
por despacho do tribunal da inesma data.
N. 56. U patacho nacional S.-FraDclico, de
101 toneladas, de que he proprletarlo Joao
Francisco da Cruz, cldadio Brasileiro, domi-
ciliado nesta cidade : neasa qualldade foi ad-
mettido a matricula cin 26 de fevereiro deste
torca est dlsposIcBO das autoridades po-
licises, tanto assim que qualquer dessas
autoridades tem della disposto, e contina
a dispor em deligencias, rondas noturoas,
etc.
Emquanto o^dlzer Vmc. que ainda mes-
mo dirigindo-se o tenente-coronel chefe do
bstalhSo, Vmc. o nSo obodeceria ; permit-
ta-me fszcr urna reflexlo, que esse proce-
dimento s he digno de Vmc. ou de outro
qualquer homom que por infamia tenha da-<
do baixa de algutn corpo.
Tenho assim respondido o seu olficio.
Dos guarde a Vmc. Quartel do com-
mando interino do 1. batalhSo da guarda
nacional do Olinda, 23 fevereiro de 1852.
Manoel Esteces de Abreu, capitao cumman-
denle interino do t. batslho. Sr. capitao
Francisco do Reg Barros.
COMMERCIO.
137 rolos salsa ; t J. Piolo de.Lem.os dt Fi-
lil).
47 ditos dito; a Manoel Duarte Rodrigues.
1 pipa e 9 barris azeite de mamona, 4 di-
tos oleo -de cupsiba, 8 ditos ornadas, 1 cal-
x9o calcado, 8 cairas vela de carnauba, 3
saceos cera de dita, 4 ditos milho, 801 ditos
arroz, 341 dilos caf, 27 ditos pimenla, 1000
paneiro sal: a ordem
CONSULADO GERAL.
Rendimentodo dia 1 a 13.
dem do dia 15 .
18:823.001
3:670,737
82:493,738
do corrate anuo.
ot Stronymo Monltiro,
Secretarlo.
Relacao.
n. 50. O patacho nacional Santa-Cruz de
237 toneladas, de que sao proprietarlos Manoel
da Costa Moraea e Manoel da Costa Perelra Co-
Secrelarla do Iribuaal do commercio da pro-
vincia de Pernambuco, 5 de marco de 1852.
Est conforme.
Afnximiano Francisco Dutrlt,
OIBclal maior Interina.
CMARA MUNICIPAL.
S1APPA deiiionstrativo da inlitimncoed relias no ccmlterlo publi-
co desta ciclarle, niniinii....... decorrldo do l.'de marro de
1851, dia eiuque tiveraiu principio, 2!) de fevereiro de
1852.
Meta.
Marco
Abril
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LIVRES.
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1581 851 3'|4t
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SEPULTURAS.
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516/000
188/(111"
Fevereiro | 2tf| 2i:t| 45| 58| 74| 191 I0| 7| I)0|||9| 1 4|
902/UOO
| 3ti0|JiU| 5.'.7| 44H| U3III :SM M3 103| 787;nii6| Mj 67|
7::"
:51^
100
Cmara municipal do Recife, 1. de marco de 1852.
O procurador Jorge Vctor Ftrrrira Loptt.
DIARIO DE PERNAMBUCO.
RECIFE 15 DE MARCO DE 1852.
A sssembla depois de haver approvado
um parecer da commissao de conslitnicaoe
poderes subrn a admissSo do Sr. deputadn
Alvaro Barbalho Uchi Cavalcanti, oceupa-
se, em discutir um rpquerimento do Sr.
Pinto de Campos, pedindo inforrriaces ao
governo acerca do numero de escravos ex-
portados desta provincia, desde junho pre-
trito ateo presente, o qual flcou addiado
por haver dado a hora marcada pelu regi-
ment para taes discussdes e ter licado em-
patada a votacao do requerimento Je ur-
gencia apresenlado pelo mesmo Sr. Entran-
do na ordotn do dia approvou com algumas
emendas o restante do titulo 1. das postu-
ras da cmara de Flores ; e bom assim o
titulo 2.* eos arligos l.*e 2. do titulo 3."
sendo regeitado o artigo 3. do mesmo titu-
lo e addiado o 4 por se verificar nfio haver
numero legal para a votacao.
O Sr. presidente, desigoa para a ordem
do dia da sessfio seguinte : 2.a discussSo do
projeclo n. i. que lisa a forca policial; 2.'
dosubstituitivo ao den. 3 que suprime o
conselho do salubridade.
r iliiiliiir.i.,'.lo de outro qualquer peridico
poltico.
Olinda, 9 de marco do 1852. Sou de Vs.
Ss. etc., etc. '
Dr. Caetano Alves doSouza Filgueiras.
Pubhcagoe's a pedido.
PERNAMBUCO___
ASSEMBLEA PROVINCIAL.
SRSSAO EM 15 DE M \lti,:0 DE 1852.
( Presidencia do Sr. Bario de Cab'be continua-
da pelo Sr. Vedro Cavalcanti.)
As onze e meia horas da manha, fefta a
Corres pondencia.
tu que Gros-Pierre he inseosivel a pintura ?
4u:-- Vejamos a pintura de tiros-Fierre..,,
ella deve estar na altura de sua (literatura.
Juan Raymundo: -. Apostemos anda que
Gros-Plerre tem em sua cabana alguma groa-
aeira estampa.
r.u : Essa he boa 1 O Judeu errante, Geno-
veva de Brabant ou Cambrenoe gritando aos In
glezeit; A guarda inorre e nao se rende Tal lie
o ni o /1' o de predilecco de Gros-Plerre! lie es-
ta a sua galerio,.... o seu louvre.... els oa Ti-
tlens, os Rbeos, os Raphaeis ao alcance dos
olbos eatupldos de Gros-Plerre!
Madama Raimundo ; AbIMr. Duplessis,
he porque o pobre Gros-Plerre nao pJe esoo-
Iher entre Raphael e a groaacira estampa de
Genoveva de Krabant, aaslm como o nao pode
mire o seu pao mourlsco e urna mesaesqui-
aita.
Joo Raymundo: Assim como elle tem fu-
me, e aatlaf essa foinc eoin pao mourlsco, as-
sim Gros-Pierre tem o (oslo, eo Instlocto da
pintura e em falta de raeioe elle a satisfaz coin
o Judeu errante eu Genoveva de Brabant.
F.u: De sorte que cslabetecereinoa a fanta-
sa de um mu/.eii ciu cada um dos 44.000 mu-
nicipios de Franca para a malar edificacao, e
jubllaco artstica de MM. Gros-Pierre ecompa-
nbla.... Isso he com etTeito multo curioso, e
aobre tudo pouco dispendioso como Votes.
Veem.
Joao Raymundo (sorrindo a Albina}: Co-
mo est esse paule de Fernando esta tarde mo
tejador, sennora? Todava quero, procurar
confundl'lo, o que me ser fcil, porque estou
eerto de que elle he da minba opiolio. Mas
entrrga-se ueste momento a uui dos mais ulels
deveres da bospllalldade.... contradit, porque
a contradiccao allnenla uiaravllhossmenle a
conversa.
Srs. Redactores.Tenho eu, por motivos
attendiveis, recusado a honra que meSafcu a
sociedade liberal pernambucana em cousi-
derar-me um dos seus membros instituido-
res^ um doscommissionados da redacao do
seu orgdo nSo desejo de modo algum par-
ticipar, sem merece-lo, de qualquer gloria,
ou bem que desse titulo me possa provir.
como de varios peridicos do norte, do Gri-
to Nacional do Rio de Janoiro, e de carias de
amigos infira que continan) a considerar-
me socio da liberal, e redactor da Im'pren-
sa, rogo-lhes o especial obsequio de publi-
carem estas linhas pelas quaes formalmente
declaro que nfio perlenco a sociedade algu-
ma, que nfio tenho, nem ainda li'o parlo,estar a mullier de Vmc. rebtteoJo alguna
Nfio posso deixar de estranhar o ollicio
de Vmc, em resposta a um outro por mim
dirigido em data de 22 do corrente. Nesse
ollicio diz Vmc. que muito estranha a ma-
neira porque me dirig no meu offioio sobre
minhas ordens para que Vmc. as execule;
assim como, que delibere! outras ordens
sobre Vmc.
Comquanlo veja-me embaracado a res-
ponder este trecho prfr ser elle muito meta-
phisico, e at incomprehensivel, todava res-
pondo-lhe que nenhumas ordens deliberei
para que Vmc. as executasse, e que quando
ainda as deliberasse Vmc. as devora cumprir
sendo ella da natme/a d'aquellas de que
consta o meu ollicio ; isto he, urna simples
requisicSo doquatro pregas para acompa-
nhiirein dous guardas solteiros que linham
de ir mudar a outros dous casados e distaca-1
dos na cidade do Recife : que digno de es-|
tranhar, por absurdo o represeosivel, foi
o procedimento de Vmc. quando a seu bel
prazer pretendeo sahir com urna patrulha
armada sua dispostc3o para ir ao Rio-Do-
ce prender guardas a sua orden, o que lo-
ria elTeiluado se nfio fosse obstado pelo mui
digno subdelegado da freguezia da S, o
major Miguel Jos Teixoira : que digno de
estranhar, por ser muito represensivel e
mesmo criminoso, foi o procedimento que
Vmc leve com os guardas destacados, obri-
gandoos a rabater as suts pritoeiraa datas
com o abate de mil ris depois de vencido
quatro ou cinco dias, ao porluguez Fran-
cisco Antonio da Silva Siqueira, e esto no
dia do pagamento apresentar-se no quar
tel para receber os sidos respectivos, com
mui pouca excepefio; e ainda mais Vmc.
exigir doua vintens de cada soldado, eum
cruiado de cada ofllcial para pagamento de
canoa: ainda nfio he tudo; e que mais o
PRAGA DO RECIFE, 15 DE MARfO, AS
3 HORAS DA TARDE.
cotaces orrictass.
Cambio sobre Londres : a 27 d. i vista ,
houve urna transsccfio a 27, letras de 60
dias pagavel, melado em 15, o melada em
45 das.
ALFANDEGA.
Rendimento do dia 15.....4:420,423
Detcarregam hoie 16 demarco.
Barca ingleza Bella mercadorias.
Escuna ingleza -- Julios Cossr plvora.
Barca americana > Misenota farinha de
trigo.
Brigue brasileiro Olinda mercadorias.
lmportacao.
Calera ingleza Bella, vinda de Liverpool,
consignado a Deane Youle & Companhia,
maniteslou o seguinle :
20 tonelladas ferro bruto: lastro do navio.
25 ditas dito, Ib ditas e 10 quintaes de dito
em barra e chapa ; a C, Starr & Companhia.
91 laxas de ferro, 2 pecas mechanismo, 3
caixassellos; a S. P. Johnslon & Compa-
nhia.
10 tonelladas csrvfio, 1 barrica dito em p,
1 dita e 1 cesto louca, 16 barricas vidros,
40 feixes pis, I caixa chapeos de sol, 21 di-
tas linhas, 2 ditas pertences para chapeos de
sol, 1 dita lacre, 5 fardos barbante, 78 bar-
ricas ferragens; a IJ. H. Wyatt.
1 dita louca ; a L. Antonio de Siqueira.
97 meios gigos e 2 barricas lougs, 3 caixas
rendas, 1 fardo tecidos de linho ; a Russeil
Mellors fi Companhia.
1 caixe arreios, 1 dita um piano, 1 dita
ohjectos de escriptorio, 1 dita um carro, t
bah roupa, 210 cannus de ferro, 6 ancoras,
6 forros de bolmete, 754 panelas de ferro, I
caixa urna machina galvnica, I embrulho
ignora-se, 10 caixas tecidos de algodSo, 58
gigos e 21 barricas louca, 32 taxasde ferro,
100 barris manteiga, 2 feixes ac, 2 tonella-
das ferro, 1 caixa urna machina, 1 barril
cervejs, i barrica limas; aos consignata-
rios.
12 presuntos, i fardos papel, 1 barrica
mangas de couro, 2 ditas ferragens, 2 ditas
.queijos, 2 latas ditos, 15 rudaa re minUVs,
I caixa e 1 barriquinha ignora-se, 1 un, lio.
goas, 3 pegas cabos, 22 barricas serveja ; a
W. Killey,
1 caixa urna burra de ferro, 1 dita tintas e
pennas, 31 ditas o 4 fardos tecidos de algo-
ililo ; a Rostron Rooker & Companhia.
1 embrulho ohjectos manufacturados, 2
caixas miudezas, 23 ditas o 47 lardos tecidos
diversos ; a II. Gibson.
1 caixa um instrumento de njusica, 14 far-
dos e 25 caixas tecidos diversos, 3 barricas
ferragens, 100 barris manteiga ; a J. Ryder
& Companhia.
150 ditos dito, 1 caixa sellns, 5 ditas e 7
fardos tecidos diversos: a Rosas Braga &
Companhia.
1 caixa amostras de miudezas: a David
Byres.
1 dita sementes, vidros e plantas, 2 ditas
miudezas e papel, 1 barril cerveja,A fardos
barbante, 7 ditos tecidos diversos, 1 pacote,
1 caixa e 3 barricas ferragens, 1 caixa miu-
dezas ; a G. Kenworthy & Companhia.
24 gigos, 20 meios ditos e 6 qusrlos de di-
to e 1 caixa louca, 28 fardos e 13 caixas te-
cidos diversos ; a Fox Brolhers & Compa-
obia.
16 ditas e 56 fardos dito dito ; a Jones Pa-
tn & Companhia.
6 caixas ditos de slgodfio; a Admson Ho-
vne & Companhia.
8 bairicas p de carvo, 7 ditas barro ; a
Bowmaon & Me. Callum.
12 fardos e 34 caixas tecidos diversos,!
barrica panelas; a J. Paler V Companhia.
1 gigo louca, 50 barris manteiga, 10 far-
dos e 12 caixas tecidos diversos.
7 fardos dito dito ; a J. Crabtree & Com-
panhia.
1 caixa objectos de escriptorio, 1 cmliru
DIVERSAS PROVINCIAS.
Rendimentodo dial a 13 3:316,862
Idctnilo dalo......... 339,979
2:656,841
RECEBED0RIA DE RENDAS INTERNAS GE-
RAES DE PERNAMBUCO.
Rendimento do dia 15.....1:357,440
CONSULADO PROVINCIAL.
Rendimentodo dia 15.....8:812.411
Movimento do porto.
Cltnuultu ttptciaii eYarremalacfo.
t.' Os reparos da ponte dos Carvalhos se-
rlo feitos pela forma, sob as condicOes e
do medo indicado no orcamento approvado
pela directora em conselho, e apresentado
ao F.xm. Sr. presidente da provincia na im-
portancia de 954,500 rs.
2.a As obras principiarlo no prazo do um
mez e serfio acabadas no-de quatro mezes
ambos contados da entrega do termo d'ar-
rematacSo.
3.a O pagamento ser feito em duas pres-
tares iguses, sendos primeira quando ti-
ver feito amelada da obra, e a segunda
quando esliver concluida a obra.
4.a Durante a execuefio das obras sers o
arrematante obrigado a dar fcil e commo-
do transito ao publico.
5.a Para tudo mais que|nfioesU determi-
nado as presentes clausulas seguir-se-ha
o quedispOea lei provincial n. 286, de 17
de maio de 1851.Conforme.
O secretario,
______________A. F. d'AnnunciacSo.
Declaracdes.
navios entrados no dia 15.
Ilha de Fernando de Noronha4 dias, IraUs-aJ
porte brasileiro Pirspama, commandante
CamiUn de l.ellis Fonseca. Traz a seu bor-
do, o tenente coronel Jos Mara Ildefonso
Jacome da Veiga Pessoa, ox-commandan-
tedaquella Ilha, com sua familia e 1 es-
crsvo, lente Jos Antonio de Araujo
Pernambuco, com sua familia, Manoel
Tnomaz dos Santos e 1 escravo, Miguel
Alexandrino Giivlo Francisco Pereira
Campos, Jos Joaquim de Santa Anna ,
Cristovfiode llollanda Cavalcanti, anspe-
cada Jofio Gualberto com sua familia
composta de 7 pessoas, Francisco Floren-
cio Cardozo, Leandro Jos Bizerra, Joa-
quina Mandes da Cunba e t escrava, Geno-
veva Maria da Conceicfio e 2 (litios, Izsbel
Joaquina de Santa Anna e 1 (litis, Claudi-
naMaria Dias el (ilha, Mariana Romana
e 8 fllhos, 8 mulheroa e 8 sentenciados que
Qndaram seu degredo,
Glasgow 65 das escuna ingleza Julius
Cesar, de 113 toneladas capitao Tno-
maz Baldevin, equipagem 7, carga fazea-
das e plvora; a Adamson Howie & Com-
panhia. Passigeiro, Alexandro Bremmor.
Navio sabido no metmo dia.
Rio de Janeiro patacho brasileiro Bella
Anita, capitfio Manoel Jos de Sena Mar-
tina, carga varios gneros. Conduz 49 es-
cravos e 1 cria forra,
A
EDITAES.
(llllm. Sr. ollicial-maior servinln de
inspector da thesouraria da fazenda provin-
cial ; em cumprimento da ordem do Exm.
Sr. presidente da provincia, manda fazer
publico, que nos dias 22, 23 e 26 do corren-
te ir a praca para ser arrematado, perante
o tribunal administrativo da mesma thesou-
raria, a quem por menos fzer a obra do se-
gundo lanco da estrada da Escada, avaliada
em 11:584,210rs.,e sob as clausulas espe-
ceos abaixo copiadas.
A arremataefio ser feita na forma dos ar-
ligos 24 e 27 da lei provincial n. 286 de 17 de
maio de 1851.
As pessoas que se propozerem a esta ar-
remataefio comparecen) na sala das sessOes
do mesmo tribunal, nos dias cima men-
cionados pelo meio-dia, competentemente
habilitadas.
E para constar ae mandou a(Tixar o pr-
senlo u publicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria da fazenda pro
vincial de Pernambuco, 3 de marco de
1852.
O secretario,
Antonio Ferreira d'AnnunciacSo.
Clausulas e'peciaei d'arremalacao.
1.a Aa obras dependentes desta arremata-
efio serfio feitas de conformidade com o or-
camento approvado pela directora em con-
selho e apresentado nesta dala approva-
efio do Exm. Sr. presidente da provincia na
importancia de 11:584,210 rs.
2.a O arrematante comecar as obras no
prazo de um mez e concluir no prazo de
um anno, ambos contados da data do termo
de entrega d'arrematacfio.
3." A importancia desta arrematado se-
r paga de conformidade com o art. 39 da
lei o. 286
4.a Para tudo mais que nfio est determi-
nado as presentes clausulas seguir-se-ba
o que dispOe a lei provincial n. 286 de 17 de
maio de 1351.Conforme.
O secretario,
Antonio Ferreira d'AnnunciacSo.
O illui. Sr. ofTicial-maior servindo de
inspector da thesturaria da fazenda provin-
cial ; em cumprimento da resolucfio do tri-
bunal administrativo, manda fazer publico,
que vai novamente a praca para ser arre-
matado no dia 18 do crranle a quem por
menos Qzer a obra dos coocertos da ponte
dos Carvalhos, avsliada em 954,500 rs., lo-
na redacefio dessa
fnlha, e muito menos na

Cu;Nao, nao.... zumbo mui seriamente
(pondo de parte a hospitalidades dos quarenla
e quatro mil mozeos de Gros-Plerre.
Joao Raymundo Pois bem / sim cada mu-
nicipio aeria msico porque o meslre.escola
eosinaria msica, cada municipio leria boos
livros, porque cada municipio teria suabiblio-
tbeca....
Eu rindo: Mas o muzeu.... o mmeu!
JoSo Raymundo : E seu muzeu lamliem.
Eu rindo mais alto : liravo Joao, bravo !
laso he delicioso. .. vejamos a decifraco da
charada.
Joao Raymundo: Sabes tu quanlo custa
un muzco talqual o comprebendo, isto he mui
aulBciente para dar o gosto e o couhecimenlo
do bello naa artes? Hasta comprar urnas viole
estatuas de gesso felfas segundo aa obras pri-
mas da estatuarla antiga, e perlo de duzeotaa
bellas tilhographlas segundos melhoresima-
droa da'escola antiga e da moderna, isto custa
de quatrocentos a quinhentos francos, quando
multo.... Vi um muzco igual a este na fabrica
que..... (Mas Jooparou, lembraodo-aedo seu
papel de lho de marquez) na fabrica que um
meu amigo diriga ; verdadeiro inunlcipiosi-
nbo porque tiulia mil ou mil e dusentos obrel-
ros.,.. Pois bem, um grande numero desses
bravos obrelros, bem que sua educacao artsti-
ca houvesse sido mili tarda acbavam alinal
un. nobre e verdadeiro prazer as horas de re-
nouso em contemplar essas obras primas.
Eu : Admiti laso. Mr. Groa Cierre ser
msico, Mr Groi Fierre gustar de ler bellos
livros, Mr. Groa Pierre aera aensivel pintura !
E sabes qual ser o reaullado disso ? Vou dizer-
te. Ainanha eu a Mr. Oros Pierre :
A larra est hmida, he preciso ir traba-
Ihar. Perdoe-me, me responder Gros Pierre,
tenho anda de 1er um acto da Athalia, Ou en-
snllns. como he' publico nesla cidade, e
ia >: chegou o-tempo dcaegar, be preciso aviar
com isso pois nao tarda que chova. Perdoe-
me, senhor, me responder Gros Pierre, tenho
de aprender minha parte no choro de Afore
que cantamos esta noite. Ou ento, rapaz, he
tempo de semear, he tirecieo pois cuidar nisso
quanto antes. Perdoe-me, responder Mr. Gros
Pierre, desejo ir ainda esla mauha ao uosso
musen da Hiballir: para Linear nova vista ao-
bre a Venus Catlipige que multo me Intereasa, e
de que creio ter muito conhecimento. Anda
l, nuil charo, tudo Isso sao bagatelhas e coi-
meras i minha boa a*v tinha raijo. Ha neate
mundo duaa classea de gente, % gente bem
eduoada, e a que no o he mullo, a gente feliz
e a Infeliz. Sejainos chandosos para com es-
tes, i religio no-lo ordena ; mas querer eleva
los ao nosso nivel pelajnielligcncia. ae fosse
poaslvel, serla isso a consa mala perigosa, toda
ordem e toda a subordina; peaappare-
cerlam.
Joao Raymundo : Erro I.... Tu concorda-
rn que n* lavra a trra, acmea-a e trata do teu feoo;
porque Ihe he preciso antea da ludo trabalbar
para viver?
Eu : Nao vas tu com isso gloriftcar Mr.
Gros Pierre ?
Joao Raymundo i De nenhama aorte. Gros
Pierre compre o aeu dever ; lodo o homein de-
ve trabalhar para viver ; porm segundo pro-
sas, Gros Pierre se Julgaria meos obrigado a
trabalhar para viver, e assim se tornarla menos
trabalhador porque seguindo a ana charra
cantarla com voi entoada algum bello canto
potico e popular em vez de recitar com voz
desentoada uina estpida lamentaco, ou urna
copla obscena ? Seguodo pensas Cros Pierre
se tornarla umpreguicoso porque em vea de
encantar seus olhos com desformes estampas
i catx. oojecios ue escr.p.no, ooru- mndo.se porha,e d'arremalatjfio o offere-
baninraoiio e 5 alllnetes de ouro, a C. J. ciment0 d(J,, cenl0 de ,ba\meut0 fe.
Aslloy & Companhia.
1 pacote facas e garfos, 1 caixa meias, i
bsrrica ferragens, "a caixas e t fardos teci-
dos diversos: a R. Royle tx Companhia.
1 caixa diversas mercadorias; a G. Pat-
chett.
1 pacote livros : a A. H. Murdoch
4saceos amostras; a diversos.
1 caixa velas; a N. O. Bieber & Cotnps-
nliia.
Brigue escuna brasileiro Arselina, vindo
to por Filippe Binicio Cavalcanti de Albu-
querque.
A arrematacSo ser feita na forma dos sr-
tigos 24 e 27-da lei provincial o. 286 de 17
de maio de 1851.
As pessoas que se propozerem a esta ar-
rematacSo comparecam na sala das sessoes
do mesmo tribunal, nos dias oima mencio-
nados pelo meio-dia, competentemente ha-
bilitadas.
E para constar se mandou afiliar o preten-
de Ma.rai.hlo, consignado a Jos B.plista da t ub,jcar Diario_
Fonseca Jnior, man.festou o seguinte : secretaria da thesourari
I caixa fazendas ; a Antonio L. P. Mello.
6 ditas tercados, 1 dita pinceis ; a N. O.
Bielier & Oempanliia.
42 volumes sois ; a Francisco Comes de
Ollveira.
pregadas ei
Secretaria da thesouraria da fazenda pro-
vincial
1852.
de Pernambuco, 7 de marco de
O secretario,
Antonio Ferreira d'Annuncii
co.
isso misino que a Inteligencia de Gros Pierre
- tu sua cabana, leria habituado aua
vista admlraco e gozo de bellos quadros ? ae desenvolver, elle coiuprebcndera Jnitamen-
Segundo pensas emflin Gros Pierre se tornarla te que anda por multo tempo haverao sem
um paufe. uiu iosolente, porque em vez de ir duvida desigualdades de Ic-rtunas e de conai-
embruteoer-se na laverna aot domingos irla toes... Maa confeaso que Gros Pierre aira com
s, ou com alguna amigos sentarse i sombra, 'g ao mesmo lempo, ae um pequeo nu0'"
lr bons livros e porque noite cantarla em Pde gozar do super/luo em toda a seguranca,
choro como os lavradores allemaea ? Em uina he soberanamente Justo que o maior ul"fr
palavra, segundo pensas, Gros Pierre ser for- P"a tambera ganhar com o aeu traDaiuo o
mldavel porque ter esclarecido o seu espirito ? necessarto, isto be o pao do corpo e o ao espiri-
inelhorado aeu coracao ? porque vivir para a to para si e para os seui. Assun "'J'"" "
almaeiiitim! umisando.assim as aptlddea que Pierre aobre seus dl.ellos he "cl"e1cne;'r"
Deoa pos cm todas aa creaturas ? bre eeus deveres em urna palavra meu cna
Eu Certainente terel medo, e grande me- ro Fernando, dlaer que o deaenvolvlinento da
do de Mr. Groa Pierre deade o momento em intelllgeocia do povo he f0'0*"^^'",,
que elle se envergonhar de sua condico, e que devemot condemnar o povo ai urna "
achar multo estranho ser trabalhador eusquan- e avilunte Ignorancia.... < **"'""*''!
lo que sou dono do caatello de Rlballlre. pretender que devemo matar a alma para me
Joao Raymundo:-E cra eolio que por Ihor escravisar o corpo he P" na r ''"' "'
maia Ignorante e embrutecido que ae/a, GVos prudente delaar pobrea "***! gW
Pierre nao compara os aeua irapoa com os leus na Ignorancia de s. me >>* vestidos? Sua..ios rudes.... com tu.s .nao. contar u.ndlacom ".^''^^''V.cr.nco.
aatr ",i,eravel ehoup"a como ua &cz%tfSo\^^^
nscao be preciso embrutecer o povo pela Igno-
O vapor brazileiro Pernambucana, com
mandante 1. ll.Otten, hade chegar dos portos
do Norte, a 14 ou 17 do corrente mez de
marco ; e seguir para os du Sul no dia se-
guinte aoda sua entrada.
-- Pela delegada do primeiro districtodo
termo do Recife fora recolhido cadeia por
andar fgido o preto Luiz, escravo de Jos
Maximino Perelra Vianna,queo mandar re-
ceber quando Ihecoovier.
REAL COMPANHIA DE PAQUETES 1NGLE-
ZES A VAPOR.
No dia 22 deste mez espera-
se do Sul o vapor Tay, com-
mandante Moss, e depois da
demora do costume seguir
para os portos da Europa. Para passagem
dirija-se em casa da agencia: na ra do Tra-
oicbe-Novo n. 42.
- Antonio Joaquim d'Oliveira Bsduem,
escriplurarlo da segunda scelo do consu-
lado provincial, faz sciente aos propieta-
rios dos predios urbsnos, das freguezias de
S. Antonio. eS. Jos que principia hoje a
fazer o lancamento da decima dos referidos
predios.
Recife 15 de marco de 1859.
O escripturario.
Antonio Joaquim d'Oliveira Baduem.
COMPANHIA BRAS1LEIR4. DE PAQUETES DE
VAPOR.
Sendo notorio que frequentemente os pas-
sageiros que viajam nos vspores da compa-
nhia dos paquetes, transprtala clandesti-
namente em suas bagagens avultadas quan-
tias de djnheiro, tanto de conta propris,
como alheia,defraudando assim a companhia
em um de seus ramos de rendimento; o
abaixo assignaln gerente da companhia bra-
silera de paquetes de vapor, faz sciente, que
nSosur permiltidoa passageiroalgum levar
comsigo maior quanlia de 1:000,000 rs. em
qualquer especia. No caso de descondanca
de contravencSo, os agentes da companhia
e os com mandantes dos paquetes, poderSo
mandar examinaras bagagens, e sujeitar ao
pagamento de frete duplo toda a quantia que
Mr encontrada, e exceder aquella somma.
Rio de Janeiro, 30 de agosto de 1851.
Marcelino Jos Coelho.
O 4.a iritalhSo de artilbaria a p contra-
ta o fornecimento d'agua a raslo de 40 ris
o barril; aquelle a quem tal fornecimenlo
convier queira dirigir-se secretaria do su-
pra citado batalhSo, desde as 9 horas da
manhSa at s 2 da tarde, a lim do firmar o
contrato.
THBATRO DE S1ZABEL.
39.a II l: CITA DA A 11. ,\ A I I 11 A.
Quarta reir, 17 de marco de 1852.
Subir a scena depois da execucSo de
urna das melhores ouverturas pela o dies-
tra, o magnifico e aparatoso drama sacro
em 3 actos e 4 quadros.
Santa Cecilia.
Acha-sc brilhantemente preparado todo o
machinismo, que pede o drama,, bem como
o vestuario.
Comecar as 8 horas.
Os bilheteSacham-se a venda no lagar do
eoslumc. ____ __
THE. DE APOLLO.
RECITA EXTRAORDINARIA.
Sabbado 20 do corrente.
EM III NII'ICIO DOS ACTORES CAETANO
E FIGUEIIEDO.
Urna das melhores ouverturas annuociar
ao respeitavel publico que vai dar comeco
a representclo de um dos mllnores dra-
mas originaos portuguezes, composicio do
insigne poeta Jos Maria Affonco, e appro-
vado pelo conservatorio de Lisboa, o qual
lem por titulo
OCR1ME.
eo
Vinte Annos de Remoraos.
O titulo enigmtico edidlcil de resolver
que o actor deu a cada um dos actos deste
drama, d bem a conhecor a magnitude do
mesmo.
l.'Acto-OSegreJo.
9.a > As Escripluras.
3. O Cofre.
4.' a O llemorco.
5.a --0 Padre Anselmo.
Dir lim o espectculo com a graciosa
farca
O h! que Apuros.
0U
ONOIVO EM MANGAS DE CAIZA.
He esta o divertimento que os beneficia-
dos oflerecem ao respeitavel publico, de
quem esperam toda a proteeflo.
Principiar as8 horas.
instantes o nio perda de vala.
Eu:Sim; mas pelo menos Gros Pierre,
(iii com sigo : Assim he que sao as cousas
be preciso que apparentemente Isto aasim so-
ja ; porqne nao pode aer d'outro modo. Eu fui
creado para viver, e morrer o'uma cabana aa-
slm como Mr. Dupleasla ftasceu para habitar
n'uin caslello.... Porm ae amanbla Gros
ncTa, ene'rVa-o pelas privacOea, e adormecer
as clasies mala esclarecidas nos egosticos gosos
do bem eatar material ... Nao, nao, Fernando,
eu conheco o teu boin e leal coracao, e digo-te,
ue pensas como eu. Sim, Deoa dotou a noasa
aliado Instlnclos, de precUdea e de desejos
envo.vlm.nto do seu espirito. ,11. dir ~ ?b.re^
^ro^nu'o.^.^Meu'pobrV Fernando, C'.I.T...I.. I* pouco a pouco, aua
"enrodemos mais. "o raciocinio que voz resoaraao tne.mcitempc^".nte f ao-
nao doi
cmprettis a
. Gr P:er,r.,,,',d.eclTo',"T..o',he nor.V.eu. olhos brllh.*.. sa.-f.ce. paluda,
mor.lisado, be um raciocinio d. aelvagein por se linham vivamente corado. Albioata alguna
e parela sus-
pensa de seua labios.
Querendo acabar logo com urna conversacao
que por tantas razrjea me Inquietara approai-
uiei-inc vivamente de madama Raymundo no
momento em que Joao acabava de fallar, e di-
rigindo-me a ella ;
Meu Dos, senbora veja como Joao se
anima.... o rubor febril de snas faces... Ah !
bem IinprudcDt. fomoa em permiltir-lbe que
se lavanlasse esla tarde.
Eil no pensava ser proplieta. De repente
Joao o qual fallando ae tinha assenlado oa pol-
trona em ves de conservar-se deludo pareceu
atacado de urna vilenla oppressao, recostou-
se, empallideceu multo, suffocou um gemido
doloroso levando aoa labioa o lenco ; quaai no
mesmo Instante esse lenco flcou linio de sau-
gue.
Meu lilho eiclamou madama Raymundo
correndo para Joao que la fechando os olhos e
perdeudo os sentidos.
Eu observe! attentamente minha inulhrr
emquanto que madama Raymundo e Cfaarpen-
to-r cuidavain de Raymundo ; Albina domina-
da por uina viva einoco tinba oa olhos molba-
dos delagiimas.
Approzmel-inc della, e dlsse-lhe quasi com
dureaa i
Vosse nSo cali bem aqu. Este eapectaculo
fai-lhe mal, Por favor retlre-se vou ajudar
a transportar Joio para o seu quarto.
Pello laso, Joio flcou logo mala alliviado, e
mais socegado entre as inios de sua mi e de
Gliarpcntier,
[Continuar- se-lia.}
I
i"


T
ti
THEATRO DE S. FRANCISCO,
QULSTA-FEIRA. 18 DE MARCO DE 852.
5.a representaeaB da companhia Robert.
Beneficio do joven peroambucano ( pri-
meiro loglar do Brasil)
Primira part.
Lindissimos o bonitos equilibrios pelo be-
neficiado, p qual nSo s pela presteza e agi-
lidade odin que os desemponha.mas tambem
pela externa seguranga que requcrem esses
trabalhos, tetn merecido em todas as partes
a approvaeio geral.
Segunda parle.
Necromancia, prestigitaco e
mgica.
Mr. Robert principiar este acto com urna
maravilbosa serie de metbatnorpboses, illu-
sflas, transformages, etc., ote, sa quaes n3o
onumera Mr. Robert, por deixar o direito do
publico, que he o da sorpresa.
Terceira parle.
Os irmaos Esler ou as escolas de
Alhenas
PelosSrs. Alexindre, Mand, a Sra. Josephi-
na o a joven gentia. Esta admirare! traba-
Iho ser desempenhado com todo o esmero
possivel lantotnaa posados acadmicas como
na flirt; muscular que em particular o Sr.
Alexandre executar.
Quarta parte.
Exercicios sobre o lio d'archal pelo Sr.
Mand.
Quinta parle.
Grande danca de corda teza.
1.' A jovod gentia (ara seus costumados
trabalhos,
2. Bonitos e elegantes passos pela joven
fluminense.
3 O joven pornambucano, se distinguir
sobre acorda, tanto com a mromba, como
sem ella, passos de olevages de muita ele-
gancia, e urna danga chamadaLa Sabot-
tierretendo porsapatosum par desabots.
Terminar esta parte com a risonha danca
do palhago sobre oa hombros de sua av de
idade de 96 annos.
beneficiado far nesta noite todo possi-
vel para continuar a merecer o favor do res-
peitavel publico ; e geralmente conta de an-
temSo com a estima e generosidade que ca-
racterisam os seus mu dignos patricios.
Principiar as 8 horas.
gue viagem, a barca nacional Fir-
meza, pregada e forrada de cobre,
e de muita veleira marcha : para
carga, passageiros e eseravosa re-
te,para o que tem excellentes com-
modos, trata-se na ra da Cadeia
n. 4o ou na praca, com o con-
signatario Manoel Francisco da
Silva.
Para o Rio de Janeiro segu em poucos
dias o patacho brasileiro Felicidaile : quem
no mesmo quizer embarcar escravos ou ir
de passagem, dirija-se a ra da Gadeia do
Recife n. 39.______
m
Leiloes.
O corretor Oliveira far leil0o, por
ordem de lleory Richardson, oa pililo da bar-
ca ingleza Fairy Queen, por conta e risco
de quem pertencer, e em presenta do Illm.
Sr. cnsul de S. M. B., do metal de ferro tl-
do da dita barca, arribada a este porto na
Aluga-se a loja da ra Nova n. 57, on-
de existo a loja de alfaiale, e tambem ven-
do-so a armagto e seus pertencus: quem
pertender dirija-se a mesma loja.
Attencao.
100,000 rs. de gralillcacln.
Contina fgido o eacravo Manoel, per-
tencente a SebasliBo Marques doNascImen-
to, desde o da 8 de setembro do anno pas-
sado, foi escravo do Sr. Gabriel Affonso Rl-
guelra, tem 95 annos, pouco mals, ou me-
nos, de nag.lo Anela, cor fula, com falta
de 3 denlos da parte superior do lado es-
querdo, e urna pequea corda na cabala do
mesmo lado, corpo regular, ollios peque-
nos, beigos grossos, sem barga, baixo e he
ofllcial de funileiro : pele-se, portanto, as
autoridades policiaes e capitBes de campo a
aua captura, pagaodo-se alera da gratifica-
do cima, todas as despezas que seja neces-
sario fazer-se.
-- Quem quizer lomar conta da ropa de
um moco solteiro, para entregar no flm de
15 dias, lavada e engommada: annuncio pa-
ra se tratar do aiuste.
Aluga-se a loja do sobrado da ra dos
Quarteis n. 16, proprio para qualquer esta
3
sua recente viagem procedente do de Cal- ibelecimenlo : a tratar na ra do Queima-
cult com destino ao de Dublin, quarta-fei-
ra 17do corrente, s 10 horas da manlula,
no Trapiche do Angelo.
LeilSo que faz Domingos Boaano, ca
pilSo da barca Sarda Bali lia na sua recen-
te viagem do Genova, para Buenos-Ayres,
encalhada no lugar donominado Pao-Ama-
rollo, por conta e risco de quem pertencer
em presuma do vico cnsul de Sua Magos-
tado Sarda ;e o .Sr. Jos Saporilte, agente
do seguro, por intervenefio do corretor Mi-
guel Carneiro, quarta-feira 17 do corrente,
as 11 horas da mantilla na alfandega a cerca
de pipas com vinho, azeite em caiaas, quei-
og, papel de pezo, dito de embrulho, lico-
es, ssbBn, o mais gneros que pessam se-
em arrematados, tudo salvado da mesma
barca.
Avisos diversos.
Publicar, ui litteraria.
ELEMENTOS
pa
Homaopathia,
Sahio a luz a segunda parte desta obra
composta pelo professor homceopatha Gos-
get Bimont. Recebem-se assignaturas para
a obra inteira a 1,000 rs., no consultorio
bomoeopathico da ra das Cruzesn. 28. De-
pois da publicado da terceira parte, o pre-
go ser elevado a 8,000 rs. para aquellos
que nSo tiverem assignado. No mesmo con-
sultorio, acha-se a venda tudo quanto he
necessario para o estudoea pratica da ho-
mceopathia, como seja : livros impressos
para historias de doentes, regimens apiu-
priados para a provincia de Pernambuco, e
eocarrega-s e de mandar fornecer qualquer
encommenda de medicamentos homoeopa-
thicos, tanto avulsos como em caixas, em
glbulos como em tinturas.
No prelo : fathogenetia dos medicamen-
tos brasiloiros.
Elementos de anatoma e phitiologia com es-
lampas, paraos curiosos em homoeopalhia.
Roga-se aos aenhores assignantes o ob-
sequio de mandar receber seus exempla-
res no consultorio homceopalbico da ra
das Cruzes n. 28.
TKATAMENTO HOMEO-
PATHJCO.
DAS MOLESTIAS VENREAS,
BANCO DE PE BAMBUCO.
A directora do banco de Per-
nambuco annuncia aos senhores
accionistas, quesubscreveram ac-
c5es, que tem deliberado princi-
piar a receber a primeira presta-
cao, conforme determina os arti-
gos 3 e 5 dos estatutos no dia i5
de abril prximo vindouro, efina-
lisar o recebimento no dia 3o do
mesmo mez. Os senhores subscrip-
tores de acc5es, que as tem cedi-
do a outras pessoas, Ibes passarao
um titulo de transferencia, que a
pessoa dever apresentar na occa-
siaoem que vier fazer entrega do
dinbeiro e o mesmo titulo deve
vir reconliecido por um tabelliao.
Em tempo se annunciar a casa
onde se devem dirigir. O secre-
tario da direccSo, Manoel Ignacio
de Oliveira.
Joaquim Francisco de Azevelo, faz
sciente que de hojeem diante se assina
por Joaquim Francisco da Silva Azevedo
por ha ver mil ru do igual nome.
FUHTO.
Furtaram da sala de detraz do sobrado da
rna das Flores n. I,em alarde do dia domin-
go 14 do corrente, urna casaca de panno li-
no preto nova, 1 caiga de caseraira preta,
do n. 44.
-- Aluga-se o terceiro andar da ciss da
ra do Queimado : a tratar na loja.
-- Antajpio Jos de Oliveira, retira-se pa-
ra Portugal a tratar de sua saude.
D-se 1:000,000 de rs. a juros a 1 1(2
por cento ao mez, por tempo de um, ou mais
annos, sobre bypotheca em predio livre e
desembargado, dentro desla cidade, rece-
bendo-se os juros mensalmenlo: quem qui-
zer, annuncie, para ser procurado.
- D. Gaudioa Leopoldina Maria do O',
embarca para o Rio de Janeiro, o seu escra-
vo preto de Angola, de nome Antonio, de
32 annos do idade.
O Sr. Carlos Maria Fereira
Lagos, queira apparecer, na ra
da Cadeia Velhs n. 33.
~ Furtaram na noute do dia 10 para 11 do
corrente, da cocheira do abaixo assignado,
um selim novo, com estribos de ago de mo-
la ; assim comoum freio o cabezadas tam-
bera novos : roga-se a quem for oflerecido
esses objectos, de os aprehender e leva-Ios a I e capolinhos de seda do melhor gosto ; flo-
mesma cocheira, que ser recompensado. I res finas, manguitas de bico para senhora o
Lourenco Ferreira Alves. mais moderno gosto, selim e tafets de lo-
J. II. Lasserre Tai fazer
ama viagem a Franca.
-- Aluga-soe tambem se vende, urna ca-
ta com grande solio e mullos commodos
grande quintal com arvoredos, tanque pa-
ra banho, estribarla para 2 cavallos, sita na
8oledade n. 42, logo adianto do chafariz,
Obave ache-se na venda do Sr. Francisco
na esquina quevolta para a estrada dejlo
de Barros, s se aluga con condigSo de fa-
zer cerca a sna custs.
O cnsul de S. M. Britannica notifica
que elle pretende vender a nasa, trras e
trra marinha situado no aterro da Boa-Vis-
ta n. 35 e ltimamente servindo de hospital
britannico; as pessoaa qne quizorem com-
prar os ditos objectos podem examina-los a
qualquer hora do dia, dirigindo-se a mesma
casa, e as oflVrtas de compra sero recebidas
no consulado britannico desta cidade at o
dia 20 do corrente mez.
-- Precisa-se fallar a negocio de interesse
com os herdeiros de Francisco Corroa de
Quadros, natural da filia Graciosa, e que foi
feitor da mina do ouro, fallecido nesta ci-
dade, segundo* consta, na oito annos. A
qualquer dos meamos herdeiros, ou pessoa
que delles saiba, pede-se queira dirigir-se a
casa n. 6 defronto do Trapiche Novo, ou an-
ounciar sua morada para ser procurado.
Precisa-se alugar urna negra ainJa de
meta idade, para vender na ra fructas e
verduras, sendo de boa conduela e fiel, pa-
ga-se bem e Ihe se d bom tralameoto
quem a tiver e quiser alugar dirija-se ao
primeiro aitio na estrada dos Aflelos ao
lado direito para tratar do ajuste.
Madama itoutier modista franceza
ra Nova n. 58.
Pelo navioilavre recebeu-se um lindo sor-
timento das ultimas modas de Pars, a sa-
ber: ricos chapeos do seda de todas as cores;
ditos de palha da Italia abortos, muito boni-
tos ; cliapeosinhos de seda e de palha, re-
dondos para meninos e meninas de 1 a 6
annos, com abas largas de lindos enfeites e
de todas as cores; um lindo sorlimento de
trancas o franjas tanto pretas, como de co-
res, capellas de flores muilo ricas o moder-
nas ; um grande sorlimento de filos de to-
das as qualidades ; muito lindos manteletes
Lotera do Rio de Janeiro.
aos 20:000,000 e 10:000,000 de rs.
O cautelista Salustianode Arpi-
o Ferreira avisa ao respeitavel
iublico, que as suas cautelas e bi-
lletes da lotera das Agoas Virtuo-
sas da Campnba, e da aa. loteria
do Theatro d S. Pedro de Alcn-
tara, estSo nicamente a venda ,
na praca da Independencia n. i3 e
i5 loja de calcado do Arantes ,
e na ra da Cadeia do Recife n.
46, loja de miudezas de Jos For-
tunato .dos Santos Porto. Avisa
mais que no dia ao do corrente, de-
ve chegar do Sul o vapor da com
panlua brasileira, a no dia aa des-
te mez, o vapor inglez Tay, con-
ductores das listas de ambas as lo-
teria?, e sao pagos inmediatamen-
te sem ganancia alguma, todos
quaesquer premios que sahirem
nos bheles e cautelas, vendidos
as lojas cima mencionadas, logo
que receber as listas.
Bilbetes aa,ooo
31eios 11,000
prestio se quizer utilisar, annuncio por
esta folba.
a%r a ttct
Na Ra do AragSo, n. i2, se-
gundo andar, copia-se com-perfei-
93o qualquer papel em muito boa
eltra e por prego commodo.
Goippras.
e conselhos aos doenles para se curaren) a
I II'' 1'lt.lV "MI
si mesmo, sem precisarem de medico, co,ele do seUm pret0 bordado, e 1 ca-
polo professor homceopatlia m de m,dapol3o com o peito de esquiSo,
Oosiel-utmont gm ca- iDelturs se achavam dous botlo-
Sahio a luz e acha-se a vonda no cnsul- gnhos.''deouro. esmaltados de azul com
tono bomoeopathico da ra das Cruzesn. um brilhanta em cada um delles. Roga-se
28, pelo prego de 1,000 rs. s qua|quer pessoa 4 quem forem offe-
nistona Universal recidosos ditos objectos ofavor de appre-
Resumida para uso das escolas communs hende-los, e leva-Ios casa cima quesera
dos Estados-Unidos da America do norie recompensado; a mosma recompensa se of-
por Pedro Porley, traduzida parauso das frece a quem descobrir o ladrSo.
escolas do Drasil pelo desembargador Lou- -- Desappareceo no dia 12 do corrente
reojo Jos llibeiro : subscreve-se na livra- mez do margo, da casa de sua Sra D. Anna
ria da praca da Independencia ns. 6 n 8, a Joaquina Lins, moradora na ra Nova, o es-
cinco mil ris por cada exemplar encader- cravo par Jo de nome Francisco, muito co-
nado. nhecido poro possuir a muitos annos, com
Suspiros poticos de um dester- os signaea seguimos: claro, barbado, com
r rwv 11 luloii por baixo do queixo, magro, fala
rado. muito manca, baixo, o an la calcado : quem
Com este titulo acaba de sabir luz urna o aprehender, ou souber onde ello est, e
pequea brochura escripta em verso portu- com o aviso possa vir a mo, se dar urna
guez, na qual respira o fogo ardente do pa- boa gratificacSo, procurando-se para esto
iriolismo deque he animado seu autor, jo- flm ao seu genro Jos Cndido de Barros,
veo lisbonense residente nesta cidade. He- no seu escriotorio: ra da Cruz n. 66, ou
commenda-se esta obrasinha ao benvolo na ra d'Aurora ultima casa desta mesma
publico, principalmente aos portugueses,os ra.
quaes como seu autor eslSo carpindo longe -. NapoleSo Gabriol Boz, embarca para o
do patrio solo as saudades que a lembranca Rio de Janeiro os seus escravos de nomes
delle faz deapertar. Vende-se pelo mdico Monica, creoula ; Lusia, creoula ; i hume,
prego de 1,000 rs. cada exemplar : na loja de creoulo.
miudezaa do Eslima no aterro da Boa-Vista; No deposito de potassa, na ra do
na esquina doCollegio, e na ra da Cruz, Apollo armazem n. 2 B, ainda existem pon-
lujas de livros. eos barris com a superior potassa do Rio de
Janeiro da acreditada fabrica de Moura &
Bastos; a qual se vende neste deposito por
prego rasoavel.
Na tarde de domingo, 14 do corrente,
Ainda contina a estar fgido o preto
Pedro Antonio, de 45 annos de idade, per-
nas enchadas e os ps grossos, costuma em-
bebedar-se; assim orno sempre Irabalhou
de servente de pedreiro, e tambem trabalha
de onxada na estrada nova, aonde tem. sido
encontrado, anda com urna carta para a so-
nhora D. Maria Joaquina de Abreu Lima;
quem lhe pergunta o que anda fazendo, diz
que vai ontregar a carta a sua senhora
quem o pegar, leve-o entre as dail pontea
da Magdalena, no sitio do porlSo de ferro ,
que ser recompensado.
Atierro da Boa-Vista n. 16.
Pommateau cutileiro tem a honra de pre-
vinir ao respoitavol publico que vai fazer
urna viagem a Franja e por este motivo re-
solveu vender a prego do cusi todas as fa-
zendas da sua, lojiisto a dinheiro a vista
afianzando a qnalidade das fazendas que Ihe
comprarem, tem fumo de muito bom goato
O abaixo assignado, faz sciente, que
tem acabado com a sua loja de alfaiate, sita
na ra Nova n. 35, e estabelecido outra de
ferragens, no aterro da Boa Vista n. 46, on-
de pode ser procurado a qualquer hora
do dia. Jacintho Soares de Menezes.
~ Pede-se aos senhores Joaquim Clemen-
de Lomos Duarle, Manoel de Almeida Li-
des as cores; plumas decores para enfeite,
bicos de linho verdadeiro; ricos toucados de
senhora para baile ou theatro ; chapeos de
montara ; lencinhos de seda ; lencos de
cambraia para senhora; flores e-ramos de
flores de laranja, ricas luvas de pelica para
hiiinciii e senhora, chamalote prelo, luvas
pretas para senhora, fitas de vrludo tanto
pretas, como do todas as cores para punhos
e poscoco com as llvellas ricas; muito lin-
dos manteletes de fil prelo para quaresma;
flores e plumas pretas; camisinhas com
brrtura e bordado; camisinhas com goli-
nhas bordadasecom bicos; mangas borda-
das de lil, bicos de blonde, casaquinhas
brincas bordadas para meninas ; espartilhos
para senhores e meninas, atacadores para
botins da senhora ;na mesma loja fazem-se
vestidos de casamento, de baplisado, toca-
de menino e de senhora, capotinhos de to-
das as qualidads, com perfeigUo e prego
commodo ;recebem-se todos os mezos figu-
rinos modernos, que impresta a seus fre-
guezes.
Quartos 5,5oo
Oitavos a,800
Vigsimos i,3oo
--Olferece-se urna ama portugueza para
todo o servico do urna casa : na ra do Do-
mingos Pires, ou no Corredor da Rispo ta-
berna nova.
Prerisa-se alugar urna ama forra que fac
o servico de c Praga da Independencia n. 38, so dir quem
pretende.
Precisa-sede um mostr e pratico para
tomarconta de urna embarcarlo de lote de
22 tonelladas e prompto seguirviagem para
qualquer porto do norte, para onde pretende
navegar: aquelle que tiver relaces com es-
ta praca ea da l'arahyba, Mamanguapo, etc.,
e.quo goze do bom crdito, pode dingir-see
bulica do Sr. Vicente Jos de Brito, na ra
da Gadeia, junto aoarco da oonceigo, que
achara com quem tratar.
-- Aluga-se um sitio na Cruz de Al-
mas, com bstanles arvoredos, baixa pi>ra
capimocasa de vivenda : a tratar na loja
de Manuel Luiz Concalves, na ra da Cadeia.
Olferece-se urna ama para casa de lio-
mem soltoiro, a qual sabe cusinhar e en-
gommar, faz doces, magas le muilas quali-
dads : quem de seu prostimo se quiser uti-
lisar dirija-se a ra da Guia dentro do Re-
cife n. 7, loja de marcineiro que so dir
quem quer.
-- Quem quizer comprar nma pequea
casa terrea sita no bairro de Santo Antonio
a qual tem alguna commodos, e vende-se,
por prego muito em conta, dirija-se a ra
Direita o. 64, segundo andar.
Compram-se trastes usados e tambem
so trocam por novos : na ra Nova, arma-
zem de trastes do Pinto, defronta da ra de
S. Amaro.
-- Compram-se para urna encommenda
do Rio de Janeiro, 2escravas creoulas, 011
pardas, de 12 a 20 annos, que tenham boas
figuras: na ra Nova n. 16.
Compra-s urna casa terrea que tenha
bons commodos para familia, sendo na ra
do Arago, ra da Matriz e Hospicio: quem
tiver para vender annuncie por esTa follia
para ser procurado.
Compram-se os diarios ns. 3, 4 e 5 des-
te anno : na livraria da praga da Independen-
cia ns. 9
Compram-se escravos, ou escravas de
qualquer idade, que nSo sejam doentes, pa-
ga m-sa bem: na ra larga do Rozarlo, loja
o. 35.
Compram-se urnas portas de amarello,
em bom uso, que tenham 5 palmos de lar-
gura e 12 l|2 ditos de altura: a tratar na ra
do Vigario 11.19, primeiro andar.
-- Cumpra-se urna pardinha que nSo tenba
mais de 12anuos de idade : na ra UaGruz
n. 45.
Compram-se garrafas vasias a 6,000 rs.
o cont ; na trawssa da Madre de Dos ns.
4 e 6 ou na restilago na praia de Santa
Rita.
Compram-se garrafas vasias o paga-mso
a 6,001) o cont; no pateo do Carino, ven-
da nova n. 2.
Vendas.
AOS UENTES.
J. A. S. Jane dentista, tem a honra de
avisar ao respeitavel publico, que se acha
rozidindo na ra Nova n. 19 primeiro an-
dar, aonde estar sempre prooipto a qual-
Mobilias de aluguel.
Alugam-se mobilias completas, ou qual-
quer traste separado a vontade do alugador,' quer chamado, desdo s 9 horas ila mantilla
e por prego commodo : na ra Nova, arma- al as 4 da tarde ; o annunoianle encherta
zem do trastesdo Pinto, dufronlo da ra de de urna todos o denles, que por isso lem
ma, o lenente Manoel Jos da Silva Leile, o ^al0 Amar0- um comf)lelo satUmeol \e nles ar,jfi
avor de1 dlr.girem-se a ra do Queimado .. Precisa-se alugar urna preta quesaiba ciaes, incorrutiveis e do porcelaua.mui de-
,-N.nu\enX2Varal3 docorete', s.-1 ^em engomm.r e lavar^ que tenha boa con- lic.dose do ull.mo gosto fe todos "os mais
hio deste engenho (
de nome Joo, com
14 nara II dn currante aa- ^ ----------, 1.------ -.- -------., ,..., RU3vU UUUa ua mai
ix para ia ao trreme, h ducla para andar com meninos : quem tiver accessonos lendcntos a sua proficuo, asse-
2r s!ZZ" driJ-8e '" d0 Vi"i0 3- 1 Vera"d0 a loJs as PeS80as I"8 quizaren,
m os signae seguimos. .. jos Joaquim Maia Ramos, julga nada utilizar do seu presumo que nSe. exige pa-
dever, massealguem sejulgar seu credor
aprsente suas coritas no praso de 8 dias a
contar do presente annuncio : na ra Nova
n. 6, para serem legalmente pagas.
Amorim IrmSos, fazem sciente, que
tem mudado seu escriptorio, da ra da Ca-
Avisos maritimos.
r.a^,:^?'Sf,frnT^'b/.e:d*: direIo do Recife aopipuco,perdeu-
dade a galera portugueza Bacharense, de
sinele e chave de ouro, sendo
primeira marcha, da qual he capito Ro- est, do moll9 de um ca0sinho, o aquello
dngo Joaquim Coris, para carga ou passa- com uma dr, d tup,s,0 marolla fina!
geiros. Jara os quaes tem os mais asseados m ,cnou querendo restituir dirija-se
commodos, trala-se com o cap.Uo na pra- ao sobrado de dous andares, na ra da Hor-
ca ou com Jos Moreir. Lopes: na ra do n.48que ser recompensado.
Queimado n. 29. .. esappareceo, no dia 15 do corrente,
rara o K10 de Janeiro. am caxorro d'agua, branco, coto; quem
Segu com brevidade, o brigue tiver acbado e o queira restituir dirna-se
0 ,.. ,' ra da Cruz n. 10 que se gratificara bem.
escuna nacional linda por ter precisa-se de um pequeo de 12 a 14
parte de seu carregamento enga- annos, para uma venda; na Passagem da
jado: para o resto, escravos e pas- Ma.g.d8j08a"q'uim d silva Boa-Vista, retir.-se
sageiros, trata-se com os consig- para Portugal.
natarin Marliarln 1 Pintipirr n Miguel Joaquim da Costa, tendo de fa-
natarios maciiaao ex nnneirc, na zer uma viagem a Lisboa, pede a quem se
ra do Vigario n. iq, ou com o ca julgar seu credor aprosentesua conia para
nilSn Mnnnel l\lnrri'ir\n l'Vrrrirn ser paga, assim como ruga a seus devedo-
puao Manoel marciano l erreira rM g,^,,^ ,niigl.t hiJim de so|ver seus
na pra9a do Lommercio. dbitos, at o fim do|corrente mez, pelo que
- Freta-se a barcaga Tentadora Feliz, Ihe ficar agradecida,
prompla seguir viagem para qualquer por- _. f. .
lo do norteou doaul com preferencia para! Irmandade do Divino Lspinto
n de l'arahyba por menos vinle por cento! Santo,
nos freles de qualquer outro ; o tambem se _. -..i. ,._, J....J. ji ta ,in
negocia a dinheiro ou a praso ; os preten' A me,3' r6f e,dora l.Bm marcado o da 19 do
denles de uma e outro cousa poden exami- jrrenle as 8 horas da tarde para a tras a-
n.rno Forte do Mato, junto ao trapiche do da*P doaretn? -nortaes do seus falecidos
algodao: tratar na'rui larga do Rozario '3os, da .greja deS. Francisco para a de
n 18 demanha. at a, 9 horas, e de tarde N-,S:da ConC5'Sa0 ds1m'"tarps- de,endo
a|j8 3 DUO v"ruoicelebrar-sa ah um solemne Memento, e
- Para Lisboa segu no dia 16 do cor- ma "So 'og*. recitada pelo Rym; pa-
renteo brigue portuguez S. Domingos: ain-1 dre me,slrePW^r h cpela imperial Joflo
da recebo alguma carga e passageiros : a tra-1 c,Pr'sl"no de Mendonga; convida portanto
lar com ocapitSo Manoel Googalvos Vianoa.i" odosos seus irmSos a assistirem a este
acto ISo po e meritorio.
Anda de porta em porta, por todas as
ras deata cidade, um individuo de capa
baixo, grosso, bem preto, ps grandes e
chatos, desdentado na frente, lem a falla um
tanto descangada : roga-se a todas as auto-
ridades, capitaes de campo e maia pessoas
do povo, que no caso de que o oncontrem
o prenlam e fagam-no conduzir ao dito en-
1 a 11 III IIIUMBUV 0VIU VSVIlUIVIIUl
genho Guararapes a seu senhor Lourengo de, doja> para rua da Cr5, '3
Sa Albuquorque. i>recisa-se de um pequeo de 12 a 14
- Itallael I.ucci, vai a Lisboa. annos para caixeiro de uma taberna, com
-- Deseja-se fallar com o Sr. Antonio Jos ., g9m ,,. lra(ar rua
de Souza, filho natural da cidade de Braga I d, Sen2a,a Ve,ha 5n ng mesm, S8 vondem
a negocio de seu interesao : oa rua da Cruz cajxade mj|hor gosl08i vindas d0Aracaly,
n- 6J' I por prego commodo.
- O abaixo assignado faz acianto aos seus p _.Kn0vn,n),M Martina Pereira, abaixo as-
freguezes, que tendo acabado com a sua lo- 8ignado assignou unia procurago em 1819
ja do alfaiate da rua Nova ; aquellos que ain- noec da tiverem obras em sua mao, assim como |CQ aulorisaniloa Helll0 Jos Moreira pU re.
os que Ihe devem, que pode ser procurado cebero que |ne deTani ge|s davedorM< ni
no atierro da Hoa-VIsta, loja n. 46; ass.m pr0vincj da P,rallyba, o este Moreira substa-
COHiO uan'*a t\a\i*ni\ ila una ral I n A nairi. 1 "
Ihos
maga
do altura, e collocado n'uma porta, ludo por re8pondeu por caria datada em 10 de ja-
prego commodo, J. S. de Menezes. ne'iro d0 correnle ann tjnha d|do
- 0 Illm. Sr. Manoel Marques da CosU pon.uto'o4 abaixo .".signado
Soares, senhor doengenho Seb.r de Santa] Jrevinea lodlg pessoag com quenB tem
Cruz far especial favor se nestes 8 das traus,cc(jes, aSo g"dejU pr0vinci. como da
mandar conferir e ajustar sua conta com p,rahy, que nao fagam Iransacgao alguma
Luiz Epifanio Mauricio Wanderley. tedente a seus negocios com o mencionado
alia r T' I O'iiavaa ua uinuri. %, %,& .u mui'iiaod ljia-
no vende I ballo de amarello 4 caixi- ^,eoeu os mesmos 0jeres na a de
spromptosa servirem em qualquer ar-n00, Anastacjo pereira sendo porm caga-
bSo de loja, I rico espelho com 6 palmos jdo| esjeJ poderes a Manoel Anastacio Perei-
' com o capitn Manoel Googalves Vianoa,
ou com o consignatario Joaquim Ferreira
Mondes Guimarat'S, na rua da Cruz n. 57, se-
gundo andar.
Para o Porto seguir al no flm do cor-
rele mez a hem eonhecida barca portuguo
za Santa Cruz, capitn Manoel Francisco No<
gueira : recebe carga, e tem excellentes
oomrr odos para passageiros : trata-se na
rua do Vigario escriptorio n. II, 1. andar
ou coro o capillo.
Para o Rio de Janeiro, se-
encarnada e bolga da mesma cor, pedindo
esmola para a cera do Divino EspintoSan-
to ; e para que por esle modo nao seja elu-
dida a devogBo de alguna fiis, ae declara
que estas esmolas n3o sflo aplicadas para a
cera do emblema do Divino Espirito Santo
outr'ra collocado na igreja de S. Francisco
e hoje na de N. S. da ConcaigBo dos mili-
tares.
Ruga-so ao Sr. Salustiano do Aquino Fer-
reira o obsequio de n3o pagar o qu 1 por sor
te sabir no quarto do bilhete 5,308 da lote-
ria das Agoas Virtuosas da Campanha sem
serao seu dono Jos Ignacio Pereira da Sil-
va, visto ter perdido.
Aquellos senhores que ainda n3o me
remetieran) assucar nosta safrs,n3n obstan-
te estar ella quasi a lindar, hajam de me pa-
garem quanto antes os fornecimentos que
Ihes fiz, visto que taes faltas demonstran!
0B0 continuaren suas correspondencias
commigo, Como trataran) e deviam; scieuli-
ficando-os de que aquellas fornecimentos
nao os comprei pelos prasos queSs. Ss. que
rom. Gomo eu deva tambem, e esteja em
veixames para pagir.oBo tenbo remedio se-
pilo fazer este pedido, nicamente aquellos
senhores que aluda n3o me raraetleram as-
sucar nesta safra.Luiz Epilanio Mauricio
Wanderley.
Na rua do Cabug n. I Dse d algum
dinheiro a juros sobie penhores de ouro e
prata, assim como sobre firmase contento
F. Sauvaye encarregado pelo Sr. cn-
sul da Franga da liqui Jag.io das cuntas do
fallecido Eugenio Galgot, querendo entregar
ao dilu Sr. cnsul o importe da mesma 10
quidagSo: roga sa pessoas que forem .ere-
doras do fallecido de a'presenlar as suas cop-
las al o dia 20 do correnta mez, na rua da
Cruz n. 8, depois daquella data n3o serio rua e fazer algum servigoem casa : quema
mais attendidas. quizer dar em aluguel, dirija-se ao aterro
-- Precisa-se alugar um moleque, de 15 a !da Boa Vl8la' venda *3,
____________.___ __Pra1.1aa.aa uiiiiir lar
negocios
Manoel Anaslacin, a quem tem cagado todus
os poderes que na mesma procuragBo tinha
concedido.Domingos Martina Pereira.
Aluga-se um mulatinho, de 14 annos,
vindo ha pouco do mato, muito esperto e
fiel, e muito proprio para o servigo de casa
e de rua ; assim como outro mais velho
ofllcial de sapateiro e de muito boa con-
ducta : na botica da Viuva Cunba, na praga
da Boa Vista, se dir quem os tem.
Ainda se prcisa de uma ama. do leite :
na rua da Praia n. 49.
Obarateiro.
Tiram-se passaportes para fra do impe-
rio por 23,000 rs., foi ha corrida por 10,000
n ttulos de residencia de eslrangeiros por
5,000 rs., livre dodespeza*: na rua des Trio
che-ira, u 12, que achara com quom tratar.
-- Precisa-se de uma ama deleite, forra,
ou captiva, para uma casa de muito pouca
familia, paga-se bem se agradar ; no pateo
doTergon.21, primeiro andar.
Aluga-se uma mulata, para o servigo
interno e externo de uma casa, cozinba e
eugomma: na rua do Queimado, loja n. 10.
-- Aluga-so ou vondo-so um sitio, com ca-
sa de vivenda, no lugar do Palnameirim,
adianle da Ponte d'Ucba : quem o preten-
der, dirija-ae a traversa do Veras n. 15.
Precisarse de uma prela para vender na
Jigo pa
ga alguma, nSo ficando os denles bem pus-
tos que n3ose possa deferengardos proprios
naturaes, e podendo-se masligar com os
mesmos toda e qualquer comida sem sentir
a menor dor nom ter receio de os quebrar,
tambem chumbaos denles naturaes Tura-
dos da caria com ouro, prata e metal bran-
co, prevenindo assim aconliuuagSoda ca-
ria, dores e mesmo evitando por isso a for-
ma de passar a caria dos denles furados para
osoutros s3us ; t-unlvn tira pedras 011 ca-
rias dus dentes em geral, que tanto os dam-
nelica e coopera para o mo alito da. bocea,
nao seudo lirado: oannunciantea 10 an-
nos que exerce a sua profisgao nesta cida-
de, e os muitos exemplos que lem dado! Cruz n. 2J
nesse longo tempo, ser quanto b*sta para! VonJo-se uma crioula de 2t annos,
se garantir. [boa figura e ptima conducta, ensabda com
*V*V y v yV''?jffy?v '# Ignacio Luiz Je linio Taborda, n3o 8' oxcollento cosiniioira e perila engomma le
*> quizara mais chamar a atteng3o de "
* seus devedorns pelo jornal, mas o es-
Loteria do hio de Janeiro.
Aos ao:ooo,ooo de rs.
Na loja de miudezas da praca da
Independencia n. 4, vendem-se bi-
Ihetesinteiros, meios, quartos, oi-
tavos e vigsimos, a beneficio da
11. lotera do theatro de S. Pedro
de Alcntara, e um resto de meios
bilhetes, quartos, oitavos e vig-
simos, a beneficio de um hospital
das Agoas Virtuosas daCampanha;
vem as listas das duas loteras n
primeiro vapor que chegar do Rio
de Janeiro.
Vende-se bolacha e biscoutos de fari-
nha de milho: as Sinco Pontes n. 88.
A ultima moda.
As mais bonitas filas da veludo com a sua
competente fivella (mirada, proprias para
pescossa de Sra., vendem-se na loja de
miudezas n. 38, da rua Larga do Ruzario
junto a botica do Sr. Bartliolomeu.
Grande invengo.
Um celebre en>enhero machinlsta cujo
nome tem assouibrado lo la a Europa acaba
de descobrir por ineio de um pequeo alam-
bique o ino'iii facillimo de em 5 minutos
okler o mais bem feilo caf que se pode
tomar, e para amostra maudou para esta
provincia meia duzia dos ditos alambiques;
s quaes se acriam a venda: na rua larga do
Ruzario luja do miudezas n. 38, do Curdial,
pelo prego de 4 a 6,000 rs.
o Na lujado miudezas d rua larga do
llozarion. 38, du Cardial,vende-sepentes de
tai taruga para coco, polo ridiculo prego da
3,500 rs.
Vendo-so a fabrica de charutos do Pa-
tio do Tergo : a tratar na mesma ou no beco
do Abreu, fabrica de charutos n.4, e dar-so-
ha os motivos porque se vende ao compra-
dor.
. ATTENCAO.
Vende-se uma taberna nova bom afregue-
zada,, ou dase sociedadea um mogo que
entre com alguns fundos : a tratar oa rua da
quecimento dos mesmoso fazem no-
, -, >nivaua .ni aaw- ^
^ vamenle langar m3o deste meio de 2
\j. que nSoquizera usar, e portanto ro- < '
, ;.i a todos os devodores do tinado
ra ; na roa da Cruz, n. 18 terceiro andar.
CHAIlUrOS DE HaVANA.
Vende-se charutos de llavana muitissimo
finos; no arnTazem de Kalkmann & IrmSos,
rua da Cruz n 10.
Na ruado Vigario n. 19, primeiro an-
ta' Antonio da CunhaSoares Guimaraes, Prj vender muito superjor cera
> Jos Joaquim de FreilasGuimarSes, a em grumo, em barricas pequeas, o supe-
> e Viuva Freitas CuimarBes, venham 8 rioresvinhos cngairafados.
ls* solver seus dbitos at o fim de abril Vende-se doce de arag de raminhos
n. 15.
, Vende-se uma negriuha do 8
na rua das Flores n. 21.
annos
Ovas do Serta 1.
Vende-se ovas do sertSo por prego com-
18 annos, para o servigo de uma casa de pou-
ca familia : na rua Nova n. 36, loja de cu-
tileiro.
Precisa-se de uma ama de leite, que
seja forra, paga so bem : na rua de S. A-
maro, sobrado na praga do capim n. 6.
Deseja-se fallar com o Sr. Domingos
Pereira do Espirito Santo, morador no en-
genhu Dous llragos do Baixo, que de pre-
sento ae acha nesla praga, ou ja esteve ha
poucos dias, ou alguem por olla, a negocio,
que se Ihe diz respelto : na rua do Crespo
u.10.
J. R. Lasserre &c Compa-
nhia, teem dado procura95o a B.
Dldier.
Francisca Joaquina du Conceiglo, sub-
dita brasileira, retira-se para fura do Im-
perio.
Precisa-se alugar uma negra para o
servigo do uma nasa de pouca familia : a
tratar na rua larga do Rozario 11. 26, loja de
miudezas.
Aluga-so um preto perfeitamente re-
finador : na rua da Seozalla Velha n. 98.
Preciaa-sede um moleque para o ser-
vigo de casa de familia : a rua du Hospicio,
casa n. 17.
Precisa-se de um menino, para caixei-
ro, preferindo-se os chegados de fra : na
rua do Llvramento 11. 19.
-- Precisa-se. de 200,000 rs. por empres-
timo, e por tempo de seis mezes, pagndo-
se o premio que se estipular com seguranga
em um, dous, tres e qualro escravos, con-
forme a vontade do empreslador: quem qui-
zer annuncie.
Na rua do flospicio n. 52, precisa-se de
uma ama que engomle com perfeigao : pa-
ga-se bem.
> proimo,|no fim doqujo praso passa- "* em libras; na rua do Hospicio sobrado
* r a publicar seus nomes por exten- J
y gu, e uzarde seus direilos; eapssa ]f|
;y. occasiao 11B0 pielera nenhum dos di- 2
a> tos deveres apresentar motivo de 2
;> queixa por alegag3o de ignorancia.
Constando ao abaixo assignado que al-' modo : na rua do Queimado loja n. 14.
guem se tem servido Jo seu nome paraob-1 __Vende-se saccas grandes com gomma
ter dinheirus, mercaJorias, emprestimus, e muito alva para emgoinmar.e 2 redes com
cousas alugadas, como carros, cabriolis, tolo centro marcada, agullia proprias para
cavallos, canoas, ele. etc., declara por esta ijpoias, assim como duas toalhas com l.i-
follia que jamis conlraclou com pessoa al- bennte bico as pontas : na rua do Quei-
guma.queuSo assignou letra, ordem, bi- mado n. 14 loja.
Ihele, cartas, e escnplos para contracto al- Vende-se saccas de muito superior fa-
gumato presente; e finalmente declara rinha deS. Gatharina a 2,500 rs.: uaruada
que nada deve at hoje a ninguem. Olfnda pr>ja armazem de carne 11. 10,
12 de margo de 1851. Vende-se uma taberna na rua do Ran-
Elidio Janson de Castro o Albuquerque. gel com fundos, de 400,000 rs. pouco mais
Precisa-sa de uma ama para o servigo da ou monos : a tratar na rua do Colegio n. 17
uma casa de pequea familia: quem estiver segundo andar.
nestas circumsiancias dirija-se a rua detrs ._ Vende-se IIH1 nieto Corpu-
da malnz da Boa-Vista,na segunda casa que1, c 1
fica no fundo da igreja. lento, ptimo lorneiro e mestre de
- o ab.ixo assignado, vendo o annuncio masseira: a tratar na rua da San-
do cousui de .v M. bnlannica, publicado no ..
Diario do Pernambuco do 10 do crrente, re-, zalla O. 90.
lalivoa venda da casa do cobrado de 3 anda- Vendem-se 2 escravos do servico de
res, sita no atorro da Boa-Vista n. 35 que campo; 1 mulata de bonita figura, engom-
servio de hospital inglez, declara que essa ma, cose e cozinha; I escrava que corta a faz
casa he foreira o mais o quintal da mesma,e qualquer vestido engomma o cozinha ; 1
tem o mesmo senhor da casa pago foros, e o dita do bonita figura e de lodo o servigo ; 1
terreno de marinha de que fallou o mesmo escravo que cozinha bem o diario de uma
Sr. cnsul he nos fundos o junto da maro no casa, a 1 escrava de meia idade : na rua Di-
lugaronde elle ltimamente afurou como reita n. 3.
Ven le-se um bom cabriolet, eom todos
oa aparelhos, e querendo o seu cavallo, mui-
to vivo e manso : a tratar com Jos Prea da
,. Morees, na rua da Cadeia do Recife, loja da
calves ferreira mande pagar la ferragens.
do mato aonde est os 23.00o1 Vende-se um sobrado de um andar
c ,' soiao. no principio da rua do Hospicio, cons-
rs., quecou aqu devendodesde truido t,a pouco tempo, com toda a solidex
i85o, d
da l'rais
visto
mesmo confessa e pode declarar o referido
cnsul.JoBo llenriques da Silva.
O Sr. Assencio Luiz Gon-
-.. .. ....... uvrvuuvuwuv ifuldo \\x pouco lempo, com lOJS a SUIluo:
de alugueis da casa da rua e perfeigao, com cantara de Lisboa, gr.n-
>' an7r,U fn; m.^ ,, Jo de quintal murado e plantado de arvoredos,
na, aonde foi morar quando,^,,,^ e MCinbtK. n, rua da'Trempo
casou, visto que o seu prente en. 50.
fiador r do Rprifp nSo o lem f>i_'- ~ Vende-se a meagflo dosillo grande, na
liaaor ca ao necue.naoo lem le- sUaJa Jus Ainjct08f que principia defronte
to ale hoje, e nem tara. |dl cspella do mesmo titulo, por muito me-
Um rapaz brasileiro, com principios de' nos do valor que Ihe foi dado no iuveuta-
estudos, se olfereee para ensillar primei- rio : a tratar 110 mesmo sitio, com o dono
ras letras fra desta praga : quem de seu I a qualquer|hora do dia.
-
" 1 **********"**?****



-'=-,/
Farinha Fontana,
chegada ltimamente: em casi de J. J. Tal-
an Jnior, na ra do Amorim n. SS.
-- vende-so um carro de quatro rodaa
muito levne seguro, por muito pouco di-
nheiro : na praga dt Boa Vista, cocheira
do frangois.
Pa** MWMaMMMMMIaMMM
Na loja do sobrado amarello da ru
do Queimado n. 29, tem para Tender
uro grando sortimento de pannos pre-
os finos e de cores flxes;casemira pre-
ta elstica superior de 9 a 14,000 rs, o
corte de calca; cortea de coleto do ca-
aemira preta bordados; ditos de setim
preto tambem bordados; chapeos pre-
tos francezes os mais modernos e de
f melhor qualidade que ha uo merca-
Ido; ditos de castor branco inglez da
ultima moda; e outras fazendas de
gosto e prego commodo.______ <^
MoenditR superiores.
Na fundigSo de C. Starr& Companhia,
em S.-Amaro, acham-se venda moendas
de canna, todas de ferro, de um modelo e
construccSo muito superior
- No armazem da ra da Moda n. 15,
vende-se cal de Lisboa em pedra, a mais no-
va que ha no mercado, chegada no corrente
me/, no briguo Laya ; assim como mercurio
doce em caixinhas de libra cada urna, tudo
por menos prego do que emoutra qualquer
parte.
Grandes pechinchas, na ra do
Creopo n. i4, loja de Jo.' Fran-
cisco Dias, a i4f rs. o corte! i
Hiquissimos cortes de vestidos de flnissi-
ma seda e delicados gosto, fazenda ioteira-
mente moderna, pelo baratissimo preco de
14,000 rs. o corte ; ditos de cambraia seda,
sendo o mais superior que tem apparecido
no mercado, pelo barato proco de 9,000 rs. o
corte; superiores vestidos doflnissima cam-
braia e de cor, com riquissimoa babados e
todos os seos perlences, sendo urna peca de
galSoe outra de cordflo, que se da de gra-
tis a quem comprar os vestidos, pelo mui-
to barato prego de 6,000 rs. o corte ; ditos
de cambraia com barra brenca e de cor, fa-
zenda do ultimo gosto, pelo baratissimo
prego de5,500 rs. o corte ; ditos de cassa
chita, r im 6 1|2 varas a 2,000 rs. o corte;
ditos muito linos, fazenda de muito bom
gosto a 2,500 rs. o corlo; chitas calmelas
muito ixjs/; finas, cores do caf e de vinho
a 200 rs. o covado; ditas franeczas a 240 rs.;
ditas de quadros escuros, fazenda do ulti-
mo gosto e novos padrOes a 200 rs. o cova- ra para a Cadeia, vendm-ite cambraias des-
do; riscadinhosmuito flxos a 160 rs. o co- campinsdas, para cortinados, a 2,400 rs
vado ; cassa chita muito largas e decores, pega, com 8 e 1|2 varas.
Acudan) ao novo barateiro.
Vendem-se na ra do Cabug n. 6, loja de
miudezas, osporas Tinas de ago e da ultima
moda, pelo prego de 1,600 ra o par ; cartas
francezas par voltarete asaora. o baralho.
Marroquins.
Na ra do Cabug* n. 6, loja nova de miu-
dezas, tem para vender um aortimento de
celes de marroquim, pelo prego de 1,800 ra.
cada urna, a elle antes que seacaba.
Lindas imagens chegadas ltima-
mente de Lisboa.
Trocam-se as imagens segulntea pelos pre-
gos abaixo declarados : sendo, S. Jerony-
mo 2,060 rs .Santo Antonio 3,000 rs.,S. Fran-
cisco 2,500, S. Jos 2,500, S Benedicto 2,500,
S Luis2,000rs.,S. Bento 2,000 rs., S. Paulo
2,000 ra., S. JoSo 2,000 rs S. Manoel 2,000
rs., N. S. do Carmo 2,000 rs N.-S. da Sole-
dade 2,000 ra., N. S. do Bozario 2,000 ra V.
5. da ConceigSo 9,000 rs., Santa Ajuda, San-
ta llosa, e Santa gueda 2,000 rs., e N. S. da
Saude 8,000rs.; assiin como algumas figuras
por pregos cammodos: na ra do Cabugan.
6, loja de miudezas.
~ Vende-se rap de Lisboa a retalho : na
ra da Cadeia do Becife n. 15.
Vende-se um negro de meia idade ,
com principio de pedreiro : na ra do A-
morim n. 33.
- Vende-so cera de carnauba, e toalhas
de panno de linho, para rosto : na ra da
Madre de Dos, loja n. 34.
Vende-se um pardo mogo e bonito, pro-
prio para pagem : na ra larga do Bozario,
loja n.35.
Fcijao mulatinho ,
muilo superior, em saccas grandes, e tara -
bem se vende emalqueires, medida velha :
na ra da Cruz do Becife n. 24.
(omina de engommar ,
em saccas : na ra da Cruz n. 24.
Luvas de torcal, com bolotas
a I'jHol'S.
Vendem-se muito superiores luvas de tor-
cal, com bolotas, a 1,280 rs. o par i na ra
doQuoimado n. 16, loja de miudezas.
Luvas de pellica, de ponto inglez,
a 1,000 rs. o par.
Vendem-se luvas de pellica, de ponto In-
glez, para homem, a 1,000 ra. o par : na ra
do Queimado n. 16, loja de miudezas.
Cambraia* para cortinados a a,4oo
rs. o peca
Na ra do Crespo, loja da esquino, que vi-
Depsito da fbrica de Todos oa
Santos na Balita.
Vende-se, em casa dnN. O. Blebcr kC.,
na ra da Cruz n. 4, algodSo transado da-
quellafabrica, muito proprio para saccosde
assucareroupa de esclavos, por pregocom-
modu.
He t3o barato,
, Que laz animar ;
Quem vir a pecbincha
Nao deixar de comprar.
Na ra do Crespo loja da quina que vira
para a cadeia, vende-se panno fino preto, a
3,000, 3,500, 4,000 4,500, 5,000 o 5,500 rs.
o covado ; dito francez muilo superior, a
6.000 rs. ; dito azul, a 2,600, 3,500, 4,000 e
5,000 rs. ; dito verde, a 2,800, 3,000 e 6,000
ra. ; dito cor.de rap, a 2,600rs. ; casemi-
ra preta, a 4,800 6,000, 7,500 8,500 e 10.000
rs. o corte; sarja preta de seda muito su-
perior, a 2,500 rs. o covado; merino preto
muilo bom, a 2,800 e 3,200 rs. o covado cor-
tes de cassa chita muito bonitos, a 1,920
ra.; e outraa muilas fazendas por prego
commodo. .
- Vende-se um alambique continuo, do
Erosne lerceira classe, proprio para fabricar
espirito, do 40graos, prompto do todo o ne-
cessario a sen maneo bomba do cobre de
4
Lotera do Rio de Janeiro.
Aos 20 ooo/ooo ra.
Na casa feliz dos Quatro Cantos da ra
do Queimado n. 20, vendem-ae os afortuna-
Toocinbo superior,
Vende-se em barris e s arro-
bas, toucinbo de Santos, muito su-
doabilhetes, moios, quattoa, oitavoa, vige- perior, por preco commodo :
simo, da 22 lotera do tlieatro de S. Pedro ;*S a. i n..,n a -
de Alcntara, cuja lista chega no primeiro lra% essa a Maure a* Ueos n. 4 e
vapor al o da 20: aellas que eaiso no resto. 6, armazem pintado de cor.
--Vende-se urna escrava crioula de 14 a
15 annos, robusta, sem viciosecomalgumas
habilidades; vende-se por precisSo : em S.
Amaro, no segundo sitio depois do cetnite-
rio se dir quem vende.
Vendem-se no aterro da Boa-Vista n.
54 as seguinten msicas para piano;seis val-
sas : a joie,o#lirio, a bravura, a ligeireza,
galloppe, Aurora, auadrilhas do lago daa
fa4as,quadnlhada pequea festa americana
por G. Bedler, quadrilh da leinbranga dos
Cirineos por Musard, quadrilhastriumapbes
por H. Herg, quadrilh do Cassino. meloda
liroliana vanada por A. Moeker, psssstem-
po musical, llliada de Homero, methodo
de flauta por Devienne.
Arados da fabrica dos Srs. lianso-
me e May
Proprios para plantar e alimpar canna de
diferentes modellos e feitos na msis acredi-
tada fabrica na Inglaterra ; sendo muito su-
fixas a 200 rs. o covado; alpaka preta muilo
fina a 640 rs. o covado ; merm prclo mui-
to lino a 1,800,2,500, 2,800 e 3,200 rs. o co-
vado; superior atoalhado adamascado de
puro linho, com 8 palmos de largo, pelo ba-
ratissimo prego de 1,600 rs. a vara; brim
trangado de puro linho, de diversas crese
delicados gestos, polo barato prego do 1,200
rs. a vara; riscado de linho, com 4 palmos
de largo a 200 rs. o cova lo; algodSo azul
de 41|2 palmos de largura, fazeula muito
propria para ropa deescravos a 200 rs. o co-
vado; assim cumo outras muitas fazendas ,
que se vender por prego mais commodo
doqueem outra qualquer parte.
Cobertores de algodo.
Superiores cobertores de algodSo de di-
ferentes cores, tecidos a dous fios, muito
grande, tem todaapplicagoem urna casa de
familia, por servir para mera de engom-
mado e forrar camas e mesmo para escra-
vos, pelo diminuto prego de 1,440 rs.: na
ra do Crespo n. 6.
l'otassa americana.
No anligo deposito da cadeia velha, n.
12 existe urna pequea porgSo de potassa
americana, chegada recentemente que por
superior rivalisa com adaBussia: vende-
se por prego razoavcl.
Rap Paulo Cordeiro.
recentemente ebegado do Bio de Janeiro ,
vende-se na ra da Cadeia do Becife loja n.
50, de Cimba & Amorim.
Vendem-se relogios de ou-
ro eprata, patente inglez : na ra
da Scnzolla Nova n. !\i.
Deposito de cal virgem.
Cunha & Amorim, na ra da Cadeia do
Becile, n. 50, vende-se barris com supe-
rior cal em pedra, chegada pelo ultimo
navio de Lisboa, por menos prego do que
em outra quslqner parte.
No escriptorio de Manoel Joaquim [ta-
mos o Silva, na ra da Cadeia do Becife,
vende-se por prego commodo cal virgem de
Lisboa chegada no ultimo navio, bezerro de
lustro, mercurio, linha de Boriz.retroz, fe-
chaduras do Pollo, paonos e casomias
de Ida. 9
Principios geraes de economa pu-
blica e industrial.
Vnnde-seeste compendio, approvado para
as aulas de primeiras letras, a 480 rs.: na
praga da Independencia, livraria n. 6 e 8.
Na porta da Alfandega e no
armazem do barateiro Joaquim da
Silva Lopes, vende-se farinba fon-
tona SSSF e de Philadelphia, l-
timamente chegada.
S Alpacas de cores. 4
Na loja do sobrado amarello da ra 4
t do Queimado n. 29, tem para vender 4
a>i. um lindo o variado sortimento do al- Q
pacas de cores, proprias para palitos.
Vende-se urna negra, muito boaon-
gommadeira e cozinheira : na ra do Quei-
mado, loja n. 10.
O modernismo
Fazendas muito linas, as mais modernas
que ltimamente lem apparecido.
Corles de sedas escocezas, gostos inteira-
mente novos, ditos de dita dillerentes pa-
drOes tambem muilo modernas por pregos
cominodos o muito recommendaveis pe
boa qualidade, dilos do cambraia de soda
muito superiores e modernos, ditos de fil
de linho bordados de bonitos gostos, mante-
letes dos mais modornos, prelos u ile difi-
ranles cores: no armazem de fazendas de
Cuvcia & Leite, na ra do Queimado n. 27.
Novidade para as senhoras.
Acaba de chegar um rico sortimento de
romeiras de fil de linho bordadas dos me-
Ihores gostos e mais modernos que se tem
visto ; Camizetasde cambraia bordadas mui-
to finas, longos de cambraia de linho com
cercaduras de cor muito finos e bonitos pa-
dres pelo diminuto prego de 8,000 rs. a du-
zia : no armazem de fazendas de Goveia &
Leite, na ra do Queimado n. 27.
Para senhoras viuvas.
Mantas de blonde pretas muito linas e bo-
nitas por pregos comino tos: no armazem de
fazendas de Gaveia & Leite, na ra do Quei-
mado n. 27.
Farinha barata.
Na ra da Cruz n. 33 armazem de Luiz
Jos deS Araujo, vende-se sacas com al-
queire de farinha, tanto deS. Calharina co-
mo de S. Matheus, muito suporior por me-
nos prego que em outra qualquer parte e
levando a sacca mais barata, fica tambem as
barreduras para vender, que serve para
bixosqtc.
A bordo da escuna Mara'rmina fun-
diada de fronte do caes do Bamos, ha su-
perior farinha de S. Matheus que se vende
o mais barato possivel, trata-seabordo com
o capitSo, 011 com Luiz Jos de S Araujo :
na na da Cruz n. 33.
Na ra da Cruz n. 37, vendem-se 4es-
cravos prelos mocos o bonitas figuras, os
quaos trabalbam em armazem de assucar,
bem como estiva ou qualquer oulro sorvico,
e 3 cosinham o diario de urna casa : atralsr
na mesma.
Vende-se urna taberna no Giqui com
poucos fundse muito boa para qualquer
pessoa que quena principiar : portante
quem a mesma pertendor pode dirigir-se a
ra Direita n. 53, ou a mesma taberna que
he a prime na passando o engenho.
Moinhos de vento
com borjadjas de repuxo para regrar hortas
o baixas de caplm na fundigSo de Bowmaux
ot M. Calhem: na ra do Brum ns. 6, 8 e 10.
Grande e novo sortimento de louga vidrada.
Como aejam talhas do porto grandes c pe-
quenaa para depoiito de docea, bollicies para
manteiga c doce, ligelas grandes para baler
po-de-l, cac.arolas com cabo, panelas para
coaioha.aaaadorea comprldos e redondos, para
asaadoa do forno, como aejam leitdes, plrs,
galinhaa, lomboa, viudos a moda da Euro-
vazos finoa e ordinarioa para llores figuraa
repucho, grelhae porta de fugao,ludo ainda renorea a qualquer que tem vindo a este
novo o do muita vantagem para um engenho
nSo s por sua qualidade, j exprimenta-
do, e que se pode ver trabalhar ; como pe-
la importancia por ser o menor em tama-
ito ; assim como, tambem 2 toneletes e 8
pipas j corlidas, proprias para deposito de
espirito : na ra do Bangel n. 54, a fallir
com Victorino Francisco dos Santos.
Bom e barato.
Vendem-se bandejas as msis fi-
nas e bonitas, que tem appareci-
do no mercado, por pceo commo-
do : na loja de ferragens da ra
da Cadeia do Kecife a. 56 A, de
Antonio Joaquim Vidal.
Nova pecbincha.
Madapoles com pequeo toque de avaria a
2,400, 2,800, 3,000 rs., a pessa.
Na ra do-Crespo loja da esquina que vol-
ta para a cadeia vendem-se madspolOes fi-
nos com pequeo toque de avaria a 2,400,
2,800,3,000 rs., e u'utras muitas fazendas
por prego commodo.
Para a quaresma.
1 o cor-
Casomira.preta infestada a 5,000 rs
te de caiga.
Na ra do Crespo loja da esquina que vol-
In para a cadeia vendem-se casemiras preta
entestada a 5,000 rs. o corte de caiga, sarja
preta hespanhola a 2,600 rs. o covado ; co-
mo outras fazendas que por sua boa quali-
dade se tiniaO recomendaveis.
A aoo rs.
Na ra eslreita do Bozario, travossa para
o Queimado deposito n. 39 A vende-se
muilo boa bolachinha ingleza a 200 rs ; la-
tas de araruta a 2,000 rs e outras muitas
qualidades de bolachinhas e biscoitos de fa-
rinha de araruta, proprios para doentes.
No mesmo deposito anda se continua ven-
der biscoitos de Boms, por prego commodo.
Ba do Passeio Publico n. 9.
Vondem-se 180 varas de bico e renda da
Ierra a 120 rs., e 18caxilhos envidragados o
promptospara qualquer obra, pelo diminu-
to prego de 2,000 rs. cada um.
Vinho de Champagne,
e superior qualidade : vende-se no arn-.a-
e 111 Kalkmanu IrmSos Ruada Cruz, n. 10
Pal India Ale.
Ainda resta alguma desta deliciosa serve-
ja, que bem pode raprir a compangne ven-. seus pagamentos: na travessa da Madre Heos
dem-se em bamcasde 3 duzas.o caixasde seedir d h
11 n>'i ilii no ntiiiln nroiiriAC nirl m I lAH a
mercado,e proprio para plantaremqualquer
terreno e de qualquer largura, por ter um
arranjo proprio para abrir e fechar a aiveca.
O bico, aiveca e sola destea aradoa passam
por um proensso que da-lbea consistencia
de ago temperado da maneira que sSo de
omita duragSo, alm de que tem bicos de
sobre-excelleote: na ra do Trapicho n. 14.
Vende-se urna loja de couros com mui-
to pouco aortimento, e tambem se traspassa
a casa a qual tem proporgOes para este ou
qualquer oulro negocio, por ser em um dos
meiiiores lugares da ra Direita, com com-
modos para moradis, e portSo para o paleo
da Penha : na mesma ra Direita u. 55.
Toalhas de laberinto.
Vendem-se 2 ricas toalhas de laberinto
largo,em roda,pelo diminuto prego de 14,000
rs. cada urna : na ra do Queimado, loja de
miudezas, junto a loja de cera n. 33.
Cera de carnauba a 5,000 rs.
Vende-se na ra dos Tanoeiros n. 5, supo-
rior cera de carnauba de primeira sorte pelo
diminuto prego de 5,000 rs. a arroba ; sebo
do porto i'iu caixas a 7,000 rs. a arroba.
Vende-so um relogio suisso minio em
conta com pouco uso : no sobrado da ra do
llangol n. 60.
Vende-se um deposito de vendor assu-
car refinado, na ra do AragSo n. 36: quem
quizer comprar apparega 1 na ra dos Pires
n. 28 que achara com quem tratar.
GRANDE PLCU1NUI1A.
Est-se desmanchando o thea-
tro da ruada Praa ( casa amarel-
la da esquina ) e l mesmo se ven-
de por todo o preco, 5o bastido-
res em bom estado, pannos de vis-
tas, sanefas, calhas, bancos de pa-
Ihinha e oulros objectos de thea-
tro, bem como tahuas de assoalho
e forro, caibros, enxameis, travs,
tudo muito barato para desoecupar
a casa.
Vende-se 1 banda para ofltcial da guar-
da nacional, 1 chorSo para ollicial de caval-
laria, 1 relogio patente suisso e 1 cama de
armagSo : na ra Nova 11. 16.
Vende-se urna taberna em multo boa
ra e afroguezada, com poucos fundos, e se
faz todo o negocio, por ser para adiantar
Verniz copal finoa 16,000 rs.a garrafa.'
Vende-se na ra do Bangel n 61, verniz
copal superior a 16,000 rs. a garrafa.
Aos amantes da caga.
Vende-se urna rica espingarda ingleza da
2 canos por commodo prego :na ra larga do
Rozario, loja de miudezas de Soares & Mu-
raes.
Oleo especifico para limpar a caspa
Vende-se na ra do Bangel n. 64 oleo es-
pecifico para conservar o cabello e limpa-lo
da caapa a 640 rs. cada frasco.
'i uta o de JNaiitua a
800 rs.
Vende-se a historia de SimSo do Nantua,
a 800 rs. : na livraria da praga da Indepen-
dencia n. 6e8.
Baratissimo.
Vende-se um terreno na ra da Aurora j
aterrado, leudo fundo at a ra do llospi
ci, e frente 55 palmos : tambem se vende
s a ra da Aurora : a tratar na praga da lo*
dependencia n. 17.
Taivas para engenhos
Na fundcSo de ferro de Bow-
8c Me. Gallum na ra do
SALSA PARRILHA
DE
As numorosas experiencias feitaa como
uso da salsa parrilha em todas as enfermi-
dades, originadas pela impureza doaangue,
e o bom exfto obtido na corte pelo lllm.
Sr. Dr. Sigaud, presidente da academia im-
porial de medicina, pelo lllustrado Sr. Dr.
Antonio Jos Peixoto em sua clnica, eem
sua afamada casa denude na Gamboa, pe-
lo lllm. Sr. Dr. Saturnino de Oliveira, me-
dico do exercito e por varios outros mdi-
cos, permillem hoje de proclamaraltamente
as virtudes cflieazes da
SALSA PARRILHA
DE
man 6C Me. (Jalium na ra
Brum, p.ssando ochafariz, conti-
na a haver um completo sorti-
mento de taixasde ferro fundido e
batido, de 3 a 8 palmos de bocea ,
as quaes acham-se a venda por
preco commodo e com prompti-
dao, embarcam-se, ou carregam-
se em carros, sem despezas ao com-
prador.
Cemento novo a 7,000 rs.a barrica.
No armazem de Antonio Annes, no caos
da Allandega.
Sarja prola.
Nota. --Cada garrafa contem duaa libraa
de liquido, e a salsa parrilha de Bristol he
garantida, puramonte vegetal sem mercu-
rio, iodo, potassium.
Vende-se a 5/000 rs. o vidro na botica do
Sr. Jos Mara Gongalves Bamos : ra doa
Quarteis pegada ao auarlel de polica.
f Wtf ftPf ff V f f f f f f f f V
* Deposito de tecidos da f abri- =
> ca de Todos os Santos,
na Bahia. *
9- Vende-se em casa de domingos Al- -^
jF vea Matheus, na ra da Cruz do Be- * cifen.52, primeiro andar, algodSo *
transadodaquellafabrica,muilopro- *
prio para saceos e roupa de escra- V'
S vos, assim como lio proprio para re- ^a
des de pescar e pavioa para vellas, a> por prego muito commodo. *****AAAA9** **AAAAAA*
Na ra Nova n. 8 vendem-se S colchas
de damasco de seda, 2 [tullas de lsvarinto,
1 jarro e baca de cristal, sciencia da lezjs-
lagia por Filongiere, cdigo penal por Cb.au-
veau, grammatica franceza por llamoniore,
dita portugueza peloDr. l,oureiro,Cypriano,
novella, Adonzella do Nevoeir por Walter
Scott, Arte do Tintureiro, Arte de Cosmln,
Kilwurds ou Revivis, Tompson Seasont,
Melchior elMouny Bobin por George Sand,
Arte dse curar a si mesmo, Tratado dellar-
mooia seguido deutn diccionario completo
doa acordes e regras do contraponto por
? Vende-se superior setim preto maco S proprio par. vestido, de senliora; sar- J Bretn protasod. harnon.. no conserva-
ja de seda preta legitima hespanhola; ^ tono real do 1 ans.
corleado vestido de seda preta bor- 4] MoldUI'JJS (loiir.uliis
4J dada, gosto moderno, tondo do tudo >'de todas os larguras : vendem-se no arma-
te porgopara o comprador poder esco- 7.em deKalIkoiannlrmaos.ruadaCruz n. 10.
t> Iher e por preco mullo commodo : na 4 ,.
t loja do sobrado amarello da ra do <)| Yende-se vinho de champa-
II Queimado n. 29. ('nhe legitimo e de superior quali-
-#*****.#*** *> W.'dade: em casa de i. Keller &
urna duzia, muilo proprios para mimos e
casas particulares, pelo diminuto preco de
6,000 rs. a duzia : na travessa da Madre de
Ueos ns. 4 e 6 armazem pintado de cor.
Farinha de mandioca.
Vende-se saccas com superior farinba
AttengSo.
Vende-se um violSo de faia, com pouco
uso e do muito boas vozes 1 na ra do Tra-
piche, deposito de charutos n. 26.
m MMflNMl WWHHHj
H Vendem-se ricos veos prelos de soda,
de mandioca a precos rasoaveis : a tratar i Qf de linho e de retroz de Italia; mante-
com J. J. Tasso Jnior ra do Amoiim
n.35.
Vende-se
Cha preto e verde, de superior
qualidade em caixas pequeas ;
Vellas de espermneetc de superior
qualidade em ditas ditas,
Fio de sapateiro, de diversas co-
res :
Tudo em conta, no armazem de
Adamson Hoiwe & Companhia,
na ra do Trapiche, n. l\i.
Vende-se um forno para padaria, no
centro da cidade, tendo lugar para morada
earmazem para lenba, com desembarque
na porta : o pretndeme annuncie sua mo-
rada.
~ Vendem-se velas deespermacete, em
caixas, de superior qualidade : em casa de
J. Keller & Companhia: na ra da Cruz nu-
mero 55.
Vende-se ou.arrenda-so o Engenho S.
Rita moente o corrente meia legoa distante
da villa de Iguarassu' com proporges para
safrejar-se, embarque junto ao engenho;-ala-
gados, o outras proporges : quem o preten-
derenteoda-secomoproprietariono mesmo
entrenho.
I Pa-
Vendom-se amarras de trro : na ra Pra Jardim calungaa muito engracados, jar-
da Senzalla Nova n. 42. roa flooa da Parahibae da Babd, quartlobas
V..111C. i. umm' mi-sn Ho imirallit _! garrafas, copos com pratos, murlnguea, reafria-
~ \ende-se urna mesa do amarello, com J branco., encarnados, ludo para resfriar
7 palmos de compr.mento e 4 de largura :| ag0ii a,guidare, de todos oa ta.nanhos, btalos
1 ,(l' < para meonoa aprcDdereinandarfdilascomtam-
pa para compras, ditos para costura, ditas com
pes para flores, ou frutas, condecas, e cestas,
casticaes de louca de dillerentes cores, mora-
gues e res para folguedos de meninos ; na ra da
Cadeia do Hccie n. 8.
Grande abrica de chapeos de sol,
de J. Falque tua do Collgeio
n.4-
Nesle novo estabolccimento recebeu-se
um novo e lindo sorlimento de chapeos de
Sol dos ltimos gostos, lano de "seda como
de pauinho para homens e senhoras, de ar-
magSo de baloia e de asso que se vendem
por menos prego quo em outra qualquer par-
le; grande sortimento de chamelote, sedas
o paiiinhos em pega de todas as cores e qua-
lidades para as pessoas que qujzerem man-
dar cubrir armages servidas. Completo sor-
timento de btelas para vestidos espartilbos
para senhoras, fazem-se umbellas de igreja e
concerta-se qnalquer qualidade de chapeos
de sol: todos os objectos cima mencionados
sejvecdem em porgflo e a retalho, por prego
que agradara aos freguezes vista da quali-
dade. *
Vende-ae urna bonita e nova cadeiri-
AGENCIA
. da fundicao Low-Moor.
BA DA M.N/.AI l,.\ NOVA N. 49.
Neste estabeleeimento conti-
na a haver um completo sorti-
mento de moendas o muas moen-
das para engenho, machinas de
vapor, e taixas de ferro batido e
coado, de todos os tamanhos, pa-
ra dito.
Antigo deposito de cal
virgem.
Na ra do Trapiche, n. f 7, ha
muito superior cal nova em pedra,
chegada ltimamente de Lisboa:
tambem se vende potassa da Kus-
sia, nova e de superior qualidade.
Casa de commissSo de escravos.
Vendem-se escravos e recebem-
se de commisso, tanto para a pro-
vincia como para fra della, para
O que se olerece muitas garantios
a seusdonos .-narua da Cacimba
n. ti, primeiro andar.
ARADOS AMERICANOS.
a> Vendem-se arados me- 9
ricanos, chegados dos Esta- #
JJ dos Unidos, pel barato pre- .4
90 de 40,00*0 rs. cadaum: na ?
S ra do Trapiche n. 8. 1
Vende-se um garrote de pura raga tu-
rina : os prelendenles dirijam-se a ra da
Cruz n. 45.
Azeite de carrapato da fabrica de
Araujo & Filho, no Penedo.
Acaba de chegar mais desteja conbecido
azeite, o mais proprio e econmico, para
.uso.de ca.odieiros de sala, lauto pela aua du-
i-.ii..io,. crlio limpeza, e continuar a haver
sempr ufii depotito para suprimonto regu-
lar dos freguezos: no armazem dej. J. Tas-
so Jnior : na ra do Amorn n. 3S.
Deposito de panno ti. algodSo da
febrica Todos os Santos da Ba-
nhia.
Vende-se por preco commodo
o bem conhecido panno de algo-
dSo desta fabrica ; em pessa, a
vontade do comprador: no escrip-
torio de Sovaes & Companhia, na
ra do Trapiche n. 34.
-- Vende-se sapatos do Aracali a 800 rs.
na ra larga do Bozario n. 35, loja.
:% leles pretos do ultimo gusto e com ri
t cosenfeites; mantas de seda pretas ;
~ meiasdeseda pretas de peso e outras
* fazendas de gosto, tudo por prego de
9 agradar aos compradores : na toja do
sobrado amarello da ra do (Jjueima-
do n. 29.
mm mwmmmmmmm
Arados de Ierro.
Na fundigSo da Aurora, em S. Amaro,
vendem-se arados de ferro de diversos mo-
delos.
-- Vendem-se, por prego mais comino lo,
do que em outra qualquer parte, na ra do
Collegio n.20, ossequintes livros, e oulros
que por nSo fazer mui extenso oannuncio
se deixa de mencionar: Novos Elementos de
Economa Poltica; Direito Publico Geral, os
Elementos do Direito das (entes, peloDr.
Autran; InstituigOes de Direito Civil Brasi-
leiro, pelo Dr. Loureiro; (,ol leenv s das
Leis do Imperio; Macarel; Collegio abrevia-
do, e um completo sortimento de livros la-
tinos.
A ovos cobertores de tapete a
i,44 's-
Na ra do Crespo loja da esquina que
volta para a.cadeia, vendem-se cobertores
de tapete, grandes e bonitos, pelo diminuto
prego de 1,440 rs.; em qualidade sSo os luc-
idores que tem viudo do mercado, por isso,
recommenda-se aos Srs. de engenbo que
quizerem comprar da pichincha, nSo sede-
morom, porque ja ha poucos pela estrag3o
que te n lido.
Vende-se urna cafeteira, umbule eum
assucareiro de prata, obra bem feitaesem
feitio: na ra de Agoas-Verde n. 23.
Farinha de mandioca.
Vende-se superior farinha de
Santa Calharina, muito em conta:
no armazem n. 7, defronte da Al-
fandega, de Jos Joaquim i'ereira
de Mello, ou a tratar no escripto-
rio de Noves & Companhia na
ra do Trapiche n. 34.
Para fechar contas.
No escriptorio de Novaes &c
Companhia, na ra do Trapiche
n. 34, segundo andar, vcnJem-se
carneiras de cores ; capeos do Chi-
le, grandes e pequeos ; linha de
cabeca encarnada e de roriz, por
menos preco do que em outra
qualquer parte, por se querer fe-
char contas.
Vende-se muito sofTrivel bolacha de
lodosos tamanhos por 2,560 rs. arroba, o80
rs. por libra; e outra um pouco mais abaixo
para arranjo de escravos a 2,000 rs.: na ra
do Quartel dePolicia, padaria n. 18.
Vende-se um terreno na ra da Aurora
Chapeos do chile finos e baratos
Vende-se chapeos do chile de
todas as qualidades, grandes e pe-
queos, por preco commodo ; na
ra do Crespo n. 33.
Aos 30:000,000 de rs.
O cautelista Souza Jnior, tem
exposto a venda as suas cautelas e
bilhetes da lotera do Rio de Ja-
neiro, a beneficio do theatro de S.
Pedro de Alcntara, da qual a lis-
ta deve chegar do dia 19 do cor-
rente em diante, e os vende na
sua loja n. 37 A, na iui do Quci
mado, aos baratos precos abaixo ;
Bilhetes inteiros 33,000
.Huios ditos 11,00o
0 uartos 5,5oo
Oitavos 3,800
Vigsimos i,3oo
Cera em velas.
Vende-se superior cera em ve-
las, fabricada no Kio de Janeiro,
de muito bom sortimento c muito
em conta : no escriptorio de No-
vaes& Companhia, na ra do Tra-
piche n. 34.
Vende-se urna parte do grande sitio do
Arraial quo foi do finado major Menoel Gon-
galves Bodrigues, e hoje perlencentea L. G.
It. F. ; tambem aluga-so a casa da Capunga,
defronte do Sr. Lopes, ou so traspassa oar-
reudamenlo de 3 annus, os quaes estilo pa-
gos : a tratar no largo do Tergo, casa do
lllm. Sr. Mello.
Agencia de Edwin Maw.
Na ra de Apollo n. 6, armazem de Me. Cal-
iiiniitSi Companhia, acha-se conalantemente
booa aortinientos de taixa de ferro coado e
balido, tanto raaa como fundas, moendaa ln-
eiraa todaa de ferro para animaea, agoa, ele
ditas para armar em madeira de todoa oa ta-
mandoa.e madelloa o mais moderna, machina
horlaontal para vapor, com forfa de 4caval-
los, coucos, paaaadelraa de ferro eatanbado
Sara caaa de pulgar, por menoa preco que os
ecobre, eacovena para navios, ferro inglez
tanto em barras como em arcos folhas, eludo
por barato prefo.
Deposito de cal e potassa.
No armazem da ra da Cadeia
do Recife n. 13, ha muito supe-
rior cal de Lisboa, em pedra, as-
sim como potassa chegada ultima-
mente, a pregos muilo rasoaveis.
Superior cha" nacional
em caixinhas de 2 libras, e da melhor qua-
lidade ; vende-se por prego commodo, na
ra do Corpo-Sanlo n. 2, primeiro andar.
Vende-se 011 troca-se um lindo sitio
em muito bom lugarnaPassage daMagdale-
na, com muito boacasa, pogo, o muitas fruc-
teiras, por oulro beira do Bio Capibaribe,
ouporalguina propriedade na praga vol-
lando-se em dinheiro o excedente ; tambem
vende-so oulro sitio em urna liba perto dos
Afogados, com duas formidaveis casas,
muilos ps de coqueiros, e urna grando
planta do capim, fiz-se todu o negocio;
vende se a dinheiro, atroco do escravos, ou
alguma propriedade de maior ou menor va-
lor recebendo-se ou voltando-se o exceden-
te alratar com Joaquim Bibeiro Pontes; na
ra da Cadeia do Becife n. 54. '
Vende-se por commodo prego 1 relo-
gio orisontal, saboneto, caixa d'ouro, com
mostrador esmaltado bom regulador, 1 lo-
neta com excellenle vidro de grao encas-
tuada d'ouro, 1 corrente d'ouro para relo-
gio por IG.000 rs. e outra dita de prata dou-
lada por 8,000 rs.: oa ra do Hospicio casa
terrea n. 17.
(jompnnb't na ra da Cruz n.
55.
Sobrado cm Goianna.
Venilc-sc, muito em conta ,
um bonito sobrado sito na ra
do Meio, n. 58 avaliado em
3:000/000, em o qual tem parte
rsula Mara das Virgens e sua
irmaa Joaquina Alves de l'aiva na
importancia de 107,47.i rs- (]ucm
pretender dirija-se a caza de Kal-
kmanu lrmfit>s,rua da Cruz.n. 10.
nhadeavarees, prompta e forrada de da-
masco de lila : ua ra do Bangel n. 54, a fal- Vende-se um lerieno com 300 palmosjcom 50 palmos de frente e 280 de extensSo',
lar com Victorino Francisco dos Santos. de frente e peito de 1000 do fundo, com j tendo caes de lijlo a beira mar, ficaodoen-
Negocio vantajoso. [grande viveiro, que tem parlo de 500 pal-itre as casas dos lllms. Srs. Gustavo Jos do
Vende-seo hotel commercio silo na ra I mos decompndo, na estrada quevai paraoJBego e Fraociaco Antonio de Oliveira: os
da Cadeia n. 13, cornos ulencilios que ojManguinbo : a tratar na rus da Cadeia do I pretendantes dirijam-se a ruadas Torres n.
I comprador quizer; a tratar no mesmo. I Becife o. 9. 8, primeiro andar.
AttengSo.
Vende-se na ra do Crespo n. 16, loja que
volta para a ra das Cruzes, bons chapeos
francozes a 5,000 e 6,000 rs. cada um, he
para acabar; a elles.
Vendem-se charutos da Babia das me-
Ihores marcas em casa de Kalkman IriiiSos :
luadaCrHzn. 10.
Vidros par espelhos.
Vendem-se vidros para espalhos de lodos
os tamanhos gor pregos muito em conta em
casa de Kalkman IrmSos ra da Cruz n. 10.
Escravos rugidos.
Deaapareceram do engenho do meio da Var-
xca, propriedade de Francisco dcGarvalhoPes
de Andrade, na madrugada do dia r de Marco,
oa aeguiotea cscravoa : Manoel pardo d id.de
do a 45 annoa; rosto cahido bem barbado, c so
com suisaa, c um snalzinho prcto,no roato, tem
oa dedos grandes dos doa ps um lanto volladoa
para dentro ; Alexandre taobem pardo, irm.in
do primeiro, idade de 20 a 25 annot, he alto,
espadando, e bem feito de oorpo, tem paoo pe-
lo rosto, e por todoocorpo; Miguel, prelo criou-
lo, idade de 10 annos pouco mala ou menoa, es-
tatura ordiuaria, grosio do corpo, roato redon-
do, feicdes groaaeiras, e ja descahldaa, levo,
como passaporte, uina carta dirigida para lnha-
ruuns
No dia 7 do corrente desappareceu do
engenho Quizanga freguezia de S. I.ourengo
da Malta, o preto de nome Argostinho, escra-
vo de Jos Francisco de Barros lleno, que foi
comprado ao Sr. Manoel Pires Ferreira;cons-
ta que o mesmo anda nesta cidade ; assim,
roga-se a quem o pegar leve-o a ra da Cruz
n. 46, primeiro andar, ou ao dito engenbo,
que ser recompensado.
Da fabrica de caldeireiro da ruado
Brum n. 28, auseutou-se no dia 15 do prxi-
mo passido, o preto Alexandre, de nagSo S.
Paulo, de 35 annos de idade, alto, reforgado
to cor po ; falla desea ngada, dcscou lia -se que
o mesmo se ache para as bandas do Bio Do-
ce, por ter sido escravo do Meliquer, Fran-
cez, morador nesse lugar e ter para ah seus
coohecimenlos, o foi ltimamente escravo
do Sr. Boily : roga-se a quem o pegar de
leva-lo a dita fabrica que ser recom-
pensado.
ArtengSo, 50,000 rs.
Fugio, ou foi se duzida no dia 19 do mez
p.p., urna pardinhadenome Arcbanja,do
12 annos de idade, com os signaes seno 1 li-
les :-- cabellos cortados rente, olhos meio
vesgose pequeos, levou vestido de chita,
com listras brancas e cor de caf, com ra-
magens encarnadas; esta escrava veio re-
mettida da ciade da Victoria, ao Sr. Luiz
Gomes Silverio : portento roga-se as auto-
ridades policiaes, capitSes de campo e pes-
soas particulares, que a prendam e levem-
na a ra da Cadeia do Recife n. 17, segundo
andar, que receber 50,000 rs. de gratiM-
cagSo, e protesta-se com todo o rigor da
lei contra quem a tiver acollado em sua
casa.
Desappareceu em setembro de 1850, o
escravo JoSo, que havia apouco ebegado do
Cear, cujoescravo lem os soguintes sig-
naes : bem preto, bonita figura, estatura or-
dinaria, olhos e boca grandes, beicos gro-
gos, com todos os denles da frente, ps
grandes, muilo ladino com quanto aeja do
Angola, he meio gago e usa quasi sempre
do termo pstuscada ; roga-se por tanto as
authoridades policiaes, aos capildes de cam-
po, ou qualquerotra pessoa a captura d'es-
te escravo, a quem se gratificar com40,000
rs.: no Recife na ra Cadeia n. 34, primeiro
andar escriptorio de Jos Antonio Bastos,
ou na provincia do Cear, com o seu Sr.
Luiz Rodrigues Samico.
Desappareceu na noite de 7 do corren-
te mez do margo, de bordo do patacho lira -
sileiro, Felicidade, dous escravos marinhei-
ros, sendo um de nome Jos, nagSo Benguel-
la; representa lcr40 anuos de idade, pouco
mais ou menos ; baixo, falla bem e tem bar-
ba serrada ; e Jo.lo creoulo da Bahia, de ida-
de 30 annos, pouco mais ou menos; baixo e
grosso do corpo, e tem barba meia serrada,
da perna direita metleojoelho para dentro,
e tem os pdsmuito cambados; os quaes es-
clavos levaram caigas de brim branco e ca-
misa de alga Jilo azul: quem os pegar leve-o-,
a bordo do dito patacho, ou ra da Cadeia
do Becife n. 39, escriptorio do Amorim Ir-
mSos, que serio generosamente recompen-
sados.
*.'




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