Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:04463


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Full Text
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i -
AnnoXXVlII
( /
Sexta fera 12
DL4RI0 DE m PEMAMBim
wco'O SOBOBIV9I0.
PiatMinio Aduntado.
Por trimestre.............4/000
Por lemeitre ........... 8/000,
Por anuo........-......15/uOO
PiQO DKNT.O DU rilHERTRI.
Por quartcl............. 4f>00
OTICIAJ DO lMPEniO.
Pari.....18de Fevr Mlnai... ibieFeft.
Maranhao 21 de dito S.Paulo. la de d((o
Cear... l8dedllo. 'R. deJ.. 5 de dilo
Parahiba. 5 Ir Marco Babia... 4 de Marco
DI.* da IM1. audizncI Ah.
8Seg. S. loode Deoal Hito Ai Orphlf
instituidor dos ll. i: 2. e5. ai ii) horas.
9 (ere.. S. FrancllcaR.I 1. taraAo civil'
10 i.i"-iri. S. Mllllan. .3. e6. ao meio-dla.
11 Qulnt. S. Candido. Faienda.
12 .Sen. S. Gregorio,3. *6. a 10 borai.
Magno. ^
13 Sab. S. Sancha.
|4 Dora. 3. daQuares-
ina ; 8. Maihlides.
2 vara Ao eivi.
4. e fabadoi ao nirlo-d.
Rtlacao.
Trrr.ai e nb.doi.
rixiBlDti
desente 28, at i borai e >1 minute da i
Chela a6, ai 3 horas e 11 minuloa da m.
Mingoarftei II, al 6 hora e ll minutos da t.
Nora lio, ai 4 horas e i* miuutoi da m,
raiiHii di non
Prime Ira s 10 hora? e o mlnulm da manhSi.
Segunda i lo horas e 30lninirtoa da tarde.
PAUTE OF FICI AL.
BISPA DE PEKNAMBULO.
Tendo n6s em vista os motivas exis-
tentes para ns igrojas nSo ser celebrado o
acto denominadodescendimento da cruz-
prohibimos este acto sob pena de interdicto
eclesistico (ipso fiel" na qual incorrem os
trinsgressores desta nossa prolubicSo. Pa-
lacio da Soledade. 10 tle marco de 1952.
JoSo BispoDiocesano.
EXTERIOR.
situa^aO da repblica argentina.
Buenos-Ayrrs, 10 de feverelro.
O acconlecimentos sorprebendentes que se
succederatn i nona Yista prestam nnrtargo
campo s observ*cdes do eioiptor reflexivo, e
mu assumplo grandioso as paginas da historia
contempornea.
O partido nacional arvorou o estandarte sal-
vador movido pelo santo desejo da llberdade,
anhelando emancipar o pal datyrannlaem
que por longos annos jazia submergldo ; e de-
pois de ter quebrado as cadelas que oppri-
mlam o estado oriental do Uruguay, dirigi
auas bastes vencedoras inargem opposta do
Prata para libertar a Confederaco Argentina
da tilo atroz e sanguinaria quanto immoral e
ruinosa dictadura do tyranno Rosas c de seus
icarios e escravoi.
O general emchefe do grande exercito liber-
ador cercou as suas proprias guaridas n ogre
do PraU, reduriiido-o aos es.reltos limites da
capital e Immediaces, cortando-Ibes os recur-
sos e collocando-o na alternativa tcrrivel dc i
aceitar uin combate de morte ou de abandonar
o campo tomando urna fuga vergonhosa
Desde que a America fot dcscoherta ate nos-
sos diai, nunca se tlnham visto nclla (Ycnle .1
Trente dous exercito* tao numerosos c to chelos
de recursos, Mais de 50,01)0 hoiiien*. sendo
metade de cavallaria, e um tmn cou*ideravel
de artilbarla de campanha, compunhain apro-
ximadamente o total das duas Torcas quasi
iguaes que deviam decidir do triuinpho da ll-
berdade ou da perpetuaco da tyrannla.
O lance devla ser decisivo, e fo considerado
de tantt importancia, que, conhecendo o dic-
tador Rosas que era urna que sto de vida ou de
morte para o seu presente e Tuturo, decidio-se.
pela primelra vez na sua vida a pr-se Trente
du seu exercito para tornar a lula mais tenaz,
mais duradoura e sanguinolenta. Nada se ti-
nba omiltido da sua parle. Ouro, promessas,
sedueco, engaos eameacas, deludo se (an-
cn mo para animar e sustentar a relazada
disciplina e resfriado espirito de um ezercilo,
- Nao ha vencedores nem vencidos; todos
somos 1 r.n.ii)-,; esqueclmcnlo geral de lodos os
aggravos i confraternldade e fusao de todos os
partidos polticos, rormam a inscrlpco das di-
visas libertadoras. Taes sao as consoladoras,
patriticas e magnificas palavras do libertador
que quV que a le recobre o seu imperio, su-
perior s influencias bastardas e s palxes mes-
quinhas.
A urna tal divisa, a tao sagrado lem na deve-
nios adherir sinceramente, secundando com
uina inoderaco magnnima os magnnimos
principios que noa fndlcou a espada vencedora,
nica no seu caso que liuha para obrar de 011-
tro modo o direlto que d a Torca, porin que
ubordinou o dlreito da loroa ao da raso e da
le, tracando-nos ua senda digna, gloriosa,
humanitaria, e a nica em nossa oplnlao que
pode condtizir-nos aos altos flns de uina rege-
neracao poltica to desejada e lao necessarla
ao paiz.
Os que concitaren! el nimos, os que agita-
ren as palios at agora felizmente subjugadas
rasao, os tjue quizerem impor aos poderes
constituidos urna coaceSo moral para desva-
los do recto caminho que bao lmprehcndld<> ;
emflin, os que pedirem sangue e persegniedes
ou sao Inlmigos disfarcados da nova ordem es-
tabelecida, oueilo Tunesta c lamentavelinen-
teestravlados, e suas Instigacfles que sem du-
vlda aero desatendidas e reprovadas por to-
das as pessoas sensatas, produzrhm smentc o
triste resultado de conduzir-nos anarchia c a
desoidem, cujos frutos seriain Idnticos aos
que colherlamos 'ae desgracadamente tivesse
triuinphado o tyrauno do Prata.
Se a in i 1 da le reclama os que tenham com
mettido delictos communs, dessa classe de de-
udos cuja repameo exige a vindicta publica
s autoridades e aos tribunaes compete o seu
castigo, ea elle* devem submetter-sc e elevar-
se as justas reclamacdes dos aggravadospor cs-
polaccs, insultos ou assasiinalos.
Porin scuipre reprovaiemos as concitaces
por meio da imprensa, os gritos de vinganca c
exterminio, e as instigaces malvolas. Que a
(el seja urna verdade, porin que ella, e so illa,
determine jurdicamente as victimas e o casti-
go : o mais he confusa o, desordeni c auarchi*.
Temos visto e estamos palpando os satisfac-
torios resultadps que se ho seguido ao trium-
pho das armas libertadoras dirigidas pelo ge-
neral Urquiza restain-nos cousiderar quaes
tetiam sido as consequencias de urna victoria
oblida pelo tyranno Musas.
Quem i' 111 visto o sanguinolento rasto que
elle delito u tp* si, quem ouvio suspirar as es-
posas e tilnos, paes e irmos, prente c amigos
das iiiiiiinii r.iv. 1- victimas da sua tyrannia, po-
der* calcular, ainda que diminutamente, quaes
teriam sido os resultados do seu triumpbo ; e
dizemos diminutarzenltf, porque para estma-
los em toda sua eitenso era indfspensavel ser
de Margo de 1852.
N. 59.
FABTIDa SOI OOBBJIOI.
lanna e Parahiba, negunda e aeztaa-
o-Grande-do-norte, toda ai qulntai-felrai
o mel da.
iranhum e Bonito, 8 e 23.
a-Vlita, e Florea, i 13 e 28.
ctorla.ai qiilnl.ii-felr.is.
Inda, todos o dlai.
WOTIOIAI BaTBAKOEIBAI.
Portugal, i.'ide l-Vvr, Auitria.. 3 de Fevr
llcspanha gdedilo '.Siilsna... I dedllo.
Franca ... 7 de dito
Blgica... de dito
Italia.... 4.de dito
Alrm.nl a. 3de dilo
l'rusila ... 3 de dito
Dinam.rca3l deJ.nr
IIin"la... 29 de dilo
Turqua, vi de dito
Suecla... 3odeJanr'
Inglaterra 10 de Fev.
E.-Unldsa 28 de Janr
Mxico... 29 de dito
California 2 de dito
Chlll. 2> de dito
-Huenoi-A. I! de Fevr.
Montevideo 16 de dito
. caniles se 11 DI MAB90.
Sobre Londres, a 27 a 00 d.
Pars,
Lisboa, 90 por rento,
mu.
Ouro.Oncas heapanimias....:.;..'.:.
Hoedaa de 6/40n Tflhai....T....
> de (5400 novas.........
de 4/1100................
Prata.PatacSea brasilclroi...........
Pesos roliilliliarlos............
Ditos mexicanos......*#.
IqJOOO
16/010
16/000
9/H)0
1/U20
1/920
1/800
desejada, em cujo aso demomira-ie por ova- Viro, 1 veterinario, 3 tinlureiros, 2 padei-
efles decorosas, lem servilismo oein degrada- *poSl 2 pedreiros, 1 oleiro, 3 cirniceiros, 1
cdei, c a exageraban he perpetua porque a ius
lenta o temor, e lo raiteira e miieravel como
perpetua.
O grande exercito libertador deiempenhou
de vi llmenle a sua misso, e agora he necena-
rlo que contrlbuainoi todos para 01 altos Aos
que le propox o seu itluatrecaudilho, evitando
as dissenedes, parcialidades e divergencias que
farlam eita tanta crutada tao inefnca como ai
que a idade media lancou contra Paleitina Os
extremos tocam.se, o despotismo e a anarchla
sao igualTnente funestm; prevlnamo-noi con-
tra ai suas comequenciai.
[jente Comercial del Plata.)
{Jornal do Commercio.)
INTERIOR.
A COLONIA D0.\A FRAMCISCA NA PROVIN-
CIA DE SANTA CATHAHI.NA.
Esta colonia esta fundada em um terreno
no municipio de S. Francisco da provincia
idracoiro, 2 naturalistas, 2 cofdoeiros, e I
inti r, que todos tem tomado datas e s3o
ilonos. Osdemaissfio I a ira linos.
o- colonos ,t agora viudos so em sua
eneralnla lo bem morignrados, Unto que
indi nSo se don um crime commeltido por
!gum driles; dedicam-sn assiduos aos seus
(insieres ; silo frugaig e industriosos, e vi-
vero satisfeilos. AlgunS, 1 o rom, que vie-
ra m prvidos de meios pecuniarios, e que
m vez de criirem com seu tribalho os go-
tot que dosnjam, os querern ter ja custa
do seu dioheiro, cousa impossivel em um
#stabelecimento em comeco, e onde cada
lual s cuida em si, esses estilo menos
ponientes, e talvez procuran) fazer lavrar o
.'esinimo antro os outroi.
A empresa coloaisadora tomn a sen car-
goi a'berlura dos caminhos de cotnmunica-
Cili dentro da colonia, ea conslruci;So das
pantea aoi colonos flca a j)brigac3o de os
de Santa Calharina, de 3,500 bracas de fien- f "ervarem. lia ja felas 8 750 bagas des-
te ao rio Caxoeira, e de 8.500 de fundo ser-1 minhos com 5 brafas de largura, des
rag.-ral, terreno que faiendo pirte dai 25 |m'>ad.'_,l0_8 Jlm_p"."-,Lrp"^'.!?: ".". "'
leguas quadradia do trras que coustituiram
no qual, Individualmente fallando, cada sida- dolado RoJas dc cor au de ,
do llnha mais .y.up.ihlai pela causa contraria porUnlo ee, c el)ei he capa, a cornprthe.
do que pela que se na obligado a defender. 'd ||nha de e,lerlllinlo q'ue a ,ua .aga.
.r^TZ 'le^'y"er0 C a,"b "" to de demonio liuha t.5.do,
ercitos vieram a. mao.. ( A julgar, porem, por aeui actos anteriores, e
Por esp.co dsete horas o chumbo, a metra- Ja,gbUaial phraaes que nos asseguram pro-
II1.1 e o ferro homicida dmmou as filrlras de '
um e ontro campo porin a victoria desde o
nuocfara poucos diai antes da aua derrota, as
dre.ill.-n-n.-s ili- I sin i- 18)1 leriain sido un Lirio
principio se tlnha moitr.do a favor da justa Q daJ |(lv^ pfemcd,,,do. La.
causaqueconiegulootnumpho ina.s comple- de le,fm ol,ruldo a,
to, leudo acut.l.dos o dispersos o, im.nlgos f cid.de. e a, cabesa. da. victima, eo-
lito ; tem-ae construido solidas estivas, e a-
berto vallas onde eram precisas para os tor-
nar comino lamen lo transitaveis cm toda a
sua extencSo.
O caminho principal que a travessa o cen-
tro da colonia na dircccOo L. O no qual ha
orna bem construida ponte, corre perpen-
dicular ao rio, e tem 2,100 bracas de exten-
silo. Pura Helo a este atea extensSo de 1900
o complemento do dote da Serenissima
l'rinceza i Senhora D. Francisca, foi cedido
i casa do Sr. senador Schroederde llamhur-
go pelo Senhor Principo de Joinville para
liinil.ic.io de um eslabelecimeato colo-
nial.
Dista a colonia da cidade de s. Francisco,
cabeca dodistricto,4 a 4e meia leguas,con- .
lando as voltaa dos rios.quesao oS |Franc8-'lbr''s abr,-e .oulrf j eatrayessandoo do
co, o lago Saguass que desp.J. n.quelle, o niro ou partmdo delle na direcco M. S.
rio dcsto nome, e o Caxoeira que nelle des- i"' m*18 Clnc0- A bl"."9 desie cm,n"os
agua, e cm cuja margem direila est sita 8 "m ('ue P'.r" ? Intenor ji se nSo nota o m-
colonia Conveniente da extrema numidade que tem
Por ora a navegado fluvial he o meio l8?enos mar8em rlo I"'*"0
nico rte communicaco enlra os dous pon- i "t"d" e f T ""ao toi. Cr.ndes boles ou canoas podem che- colonos a loas eduasem conliguidade.com
garat o porto da colonia em 4 a 5 lloras, loulniduis do mesmo modo defronle, for-
aproveit.ndo bem as mares: os navios j I ando assim grupos de q.tro liab.iacOes
alto bordo nao podem nassar alm da boca I B,r" rcili de lago Saguiss a 3 leguas poucomiisou raM orrerem
pagando em cada um urna molla de 2/000
a beneficio de um cofre de pobres. Se Qn-
doonovoprazo nSo tem cumprido as con-
ilniVs, he despedido da colonia.
O Sr. Aub, que principia a fundar um
estabelecimento as terrn perlenc-ntei a
S. A. R., oSr. principe de Joinville, prnjec-
ta urna obra quesor de transepdente ulili-
dadi- nii i > para a colonia, seno t>ml>em
para todo o districti de San Francisco, e
vem a sr um caminho, pira o qual ja ha
feitas 600 brac.u de picada com 4 bracas
de desmatamento, que communique a co-
lonia com o lugar dasTres Binasonde
linda polo lado de San Francisco o catninlio
de communiccSo entre este dislriclo e Co-
ii li li i, que he o nico por onde pode descer
gado, que all abunda, e de que aqoi ni
o iogua, quando po I ser ami la i rulo ba-
tenlo pelo caminho projectado, bem como
a colonia, para o que ja se destinatn para
pastos os terrenos hmidos a beira do
rio.
OSr. Aub pretende que o referido ca-
minho principio da margnm esqueda da
Cschoeira, seguinilo primeiioa directjO i\
1/2 4 a O., depois N., e emlim N. 1/4 a les-
te; e calcula que para alcatifar sTres
Barras-nao lera urna extensQo maior de
these, este o ohjeclo da dlscusiio. icnhore,
anda nfio he verdadeira a proposlcao do no-
bre deputudo quanto a concluao que elle quer
tirar, supponHoque o membroi deltas coin-
inlcries nao perceber gratlflc.fao alguma
por isso que os 200 rontos do crdito votado he
exclusivamente applkado a obrai hvglenicaa.
Pelo 11 un la.....nto, e elle aqu eil, tais empre-
gados tem grallflcacciei.
O Sr. Aqvtno da um aparte.
OSr. h,r\rI Munitiro : En me dirijo i
sua lgica : refiro-rre ao seu argumento.
Eu disse e repilo : a queslo de dinheiro
nfio devia ser trazi la para a cisa, conside-
rada no ponto de vista qu se considerou ;
m ainda que eisi queslSo podesse ser ir.-i-
/idii, digo eu, sendo eases commissarios
pagos pelo cofre geral, que fort;a ldeter
a nhjeccSo d'aquelles que dizem que sendo
os un rontos applicados a dessecamento de
pantanos, abertura decanos, etc., nSo po-
dem ser destinados a outro (ImT
De mus, linda quando frira certo que a
importancia do crdito volado deve ser po-
sitivamente applicado as obras que a sauda
publica reclama ; nem por isso ficariarrlas
eomihisMi \s privads das gratificar;0eg, A
que me redro; poisque da verba das even-
lUHes, e do producto das loteras autoriza-
das pela lei de 14 de setembro de 1850 polo
11,500 bracas, atravessando os rios CubatSo o govcrnu tirar os meios de retribuir taes
grande e pequeo, e o Pirabeirah; mis|servicos
que nao le renderam prisinueiros. Ilusas luglo
espuvuuo i i'i i un < ..., ......11 i, scus-re-
morsose vergonha a bordo dc uin vaso miran -
geiro, par. onde o seguio uin certo nuiuero dc
aeua adherentes manchados pclus crimes e de-!
pracaa separadas de seus troncos,
,o escarnen e ludibrio de seus si-
lariam pela
oderacidas
carioi.
A srrpenln eslava ferida no leu orgulbo, e
predaedes ai man execraveis.
O poder de Rosas lio n anuiquill.do, pulve-
i is uin, c redusido a nada o exercito liberta-
dor conseguio o inals bullanle triuinpho, e o
povo deRuenos Ayres saudon com euthusias-
ino oillustre chefe a quem devia a sua liberda-
de e futuro, e que tinha asscuudo os seus quar-
ii is a urna legoa da cidade, esquivaudo-se a
receber os louros dc uina victoria cm que cor-
rer sangue Iralcrual.
At aqui o fcito de armas: vejamos suas
consequencias para o prescute e futuro da Con
federacao Argentina, e depois examinaremos,
quaes seriain se o tyranno Rosas livesse conse-
guido a victoria.
Terminada a accao e depostas as armas con-
trarias, parece que al certo ponto teria o ven
cedor o direilo de iiupr a lei a amigos e ini-
inlgm, com cspecialldade quando todos os po-
deres eslavatn desmontados, e quando, provo-
cada pelos latellktei do tyrauuo, a anarchia
principiara a levantar sua sanguinolenta ca-
brea.
J'orrm o general Urquita linha-sc iracado
urna liona honrosa de conducta : Arme mili,
rstabeleceu seuquarlrl general em l'alermo, c
i........linio provisoriamente um governador co-
ndecido e venerado por sua probidadc, confiou-
Ihe a tranquillidade publica, dcixandu-o gyrar
com inteira lilierdadc e independencia na rbi-
ta de suas altribuices, auxillando-o ao mes-
mo lempo com alguma forca, a que era abso-
lutamente necessaria para suslentir a ordem
publica em unifio com os cioados da capital.
Dous das depois do cmbale a traoquillida-
de publica eslava legura, e linham-se reprimi-
do completamente as desordena que Maucilla
promovea Janeando ao crime uina turba ig-
norante e obsecada que se entregou ao saque,
funesto e ultimo legado da derrocada tyranma
A accao da lei recahio severa e justa sobre os
criminosos apprehendidos na accao, sem ex-
cepcao declassesnem de lucirs, sem cooside-
raedes a vencedores nem a vencidos porin j
tranquillo o p.li erestabelecldo o socego, ad-
quirirn), todos os negocloi o seu curso ordina-
rio, como se j livesse decorrido uin anno de-
pois da ultima crise; e nem mesmo aquellas
pessoas marcadas desf.voravelmente pela opi-
ii i "i i publica liveram que lamentar nenbum In-
sulto.
.continha a sua vinganca nos moinentoi de In-
certeza, porque o assassino hecobarde; ler-se-
hia porin soltado com todo o furor, com toda
a vlllexa de que he susceptivcl quaudo vence-
dor, perseguindo seus contrarios iuermes, e
anda os iudillerenles e omissos com o sangue
fri e insaci.vcl ferocidade do llgre que alac. o
rebanho, cuja crueldade nao se satisfaz em-
quanto mo v degolladas todas as mansas e
inoflensivas ovelhas.
Taes teriam sido os primeiroi resultados do
seu Iriumpiio ; e depois, quando j saciada no
paiz a sua sede de sangue e de viuganca, se be
que poda saciar-se, \oliar-se-hia para as pre-
tendidas nil' ns is de que sem sessar se quelxa-
va ; quando satisfeita a sua vinganca, tratarla
de satisfaser a sua ambico, que na he menos
deseiifreada. Enlao arrastando ao mesmo lem-
po partidarios e iuimigos, teria nbrigado os li-
nios c os pas das victimas lacrilicadas a pegar
em armas, para levara desolacSoa Kntre-Rios,
Uruguay c Hraill em primeiro lugar, em se-
gundo ao Paraguay, e depois ao Chile e mais
repblicas do centro.
I a moralidade, as leis. os coslumei e a rcli-
gio que lan vilmente foram por elle escarne-
cidas, violadas e conculcadas, virlain a desap-
parecer completamente sob o jugo oppressor
dc urna vara dc ferro que eslabclecerla, em
respeito sua pessoa, una cega idolatra, rri-
gindo-ae em um moderno N*bucodouosor.
Porin o dominio daquellc terminou com o
einlinHri oiienio e Ignominia, e sepultado na
ignorancia e cmbruieciinento, rodou o falso
pedestal em que se ostentava como um gigante
este rach.tico pygmeu, s grande cm ferocida-
de, em ambicau e em crimes execraveis,
l'n mi.unos pois uin justo tributo de gralidao
ao general Urquiza, que concebeu e reallsou o
grande objecto ile destruir o lyranno, redimo-
do-o nuliidade de que liuha saludo e em que
semprc devera existir. Porin que este tributo
de respeito e gratido em nada se pareca com
os involuntarios c obrlgatorios louvores que o
temor ou a coaeco arraucavain; que seja pu-
ro e sincero; e tao nobre e digno como slnoero
e puro.
A nagrr.ir>i he Jilha da violencia ou da bu-
milhaco.e em uad. parecida com o eothusias-
mo; porque oenihusiaaino proinovc-o a pre-
senta de um ohjeclo querido ou circuinstancia
FOLHTII.
ou
meriorias de um warido.c*)
(roa eugenio ius.j
XXXVIII.
Acoinpanhei o prefello at ao carro, e apenai
o vi retirar-ae com aua escolla, voltel prompla-
mente para a sala ; quando cutre! madama R<*y-
niuudo punha sobre a mesa o signalainento de
cii liliiu, que ella acabava de ler cotuChaf-
pentier. Logo que vio madama Raymundo,
cujos ollios se linham ligeiramcnte humedeci-
do, me diase em vut bata i
Ah agora, preciso de ir abracar a meu
lilho.
Depois dirlgindo-sc a Albina :
At logo, seuhora ..., pretendo provar-lbe
que Mr, de Berteuil uao he um hoinein lao ter-
E ae for preciso Mr. Du-
rivel como parece
plessis me ajudar a faser esla rehabilitarn.
K madama Raymundo sabio com Chrpen- jples e locantes (lilas por ella com as lagrimas
lavra.... E essa madama de Berteuil que oura
diser, comum tom melhor, que no fundo seu
marido be um hoineiu excellente.'
Ella diz a verdade, minha chara amiga,
porque deve-se levar ein conla as paixdes po-
lticas; poim que pensa voss da marquesa?
.Vio sel.... demais ella falla nimio e bem,..
mas i,-1ii um cerlo ar orgulboso e protector
que me he desagrad.vel, um. ftdalga como
ella deve despretar uina pobre burguesa como
cu. Assim o Sr. me l.ir.i grande favor em obri-
gar-me o menos possivel a fazer companbla a
seus amigos.
Na fallaremos sobre este assumplo, mi-
nha chara amiga. Nao le apresse em julgir as
pessoas pela apparencia..., Mas lenho que Ira-
larde alguns negocios com o meu admlnitra-
dor< permuta que me retire.
E deixei minha inulhcr.
Eu carecia de estar s para pensar em ma-
dama Raymundo com toda a liberdade, para
recordar todos os incidentes denla sceua, em
que ella tinha mostrado lana coragein, tanta
(nesenca dc espirito, tanta graca e finura.
Quando pens que casas apparenclas de leviao-
dade quasi engranadas occultavain as terriveis
anclas de una ini que tema pela vida dc seu
lilho ; quando me record dessas palavras liin-
tier.
I noiolhos depois de ter lao inaravilbosainente
a-1 conjurado o perigo : Ah agora piedlo Ailr
menos da cilade.
N'i foi bem escolhido o local para assen-
to do centro colonial, por baixo e hmido
om domasia, o sujeilo a ser innundado em
todis as grandes mires em urna exlencSode
msis de200 bracas da margem do rio, quan-
do a pouca distancia para o sul hnvia terre-
no elevado e enxutn, mais azido para o fim
onde linji; est construida a olaria, que foi
indicado peloSr. coronel Antonio JoSo Viei-
ra, e onde at nSo falti a vantigem de poito
prximo e commodo, queseicna a cousa de
300 braeii do rio"BoqueirJo.
NSo podem porem ser aecusados desle er-
ro, que lem dado motivo a algumag quei-
xas, nem o actual director da administrac,9o
o Sr. Eduardo Schrooder, nem o Sr. Aub,
procurador do Sr. principe de Joinville, que
nm eslavam em Pr.nni.en n. nneasiao
da esculla; mas sirn o primeiro adminis-
trador mandado pela empresa, que vendo
beira do Caxoeira uma cabana construida
polo Sr. Froulin, sem mais examo, e a dcs-
peito dos conselhos e admoestat}es doSr.
curonel Vieira, teimnu em construir ali as
cisus de depsitos para a recepco dos colo-
nos, e para situar, posto que um pouco mais
cima, os primeiros que chegaram.
Aoque consta, esse primeiro administra-
dor desmeollo complelamonte a confianza
quo indio se deposilava ;ej uo existira
nem o ncleo colonial se nflo livesse ido
colonia o Sr. E. Schroeder, quo, atlendendo
velha esperiencia doSr. Aub, com quem
obra de perfeito accordo, deu nova e acer-
tada direcv0oaos oegocios da empresa.
A 12 de Janeiro de 1852, a populacSo da
colonia era de 393 individuos, viudos om5
transportes, de todas as idades e sexos, o-
riundos das differenles nacionalidades ger-
mnicas, da SuiM-.ii allems, o 61 da ortfe-
ga, que destinan lo-se California, chega-
dos ao Itio, preferiram eslabelecer-se em S.
Francisco como colonos, e tem-se compor-
tado bem. Ha s dous bomens de 56 an-
nos, todos os mais silo de 50 i ara baixo.
Contam-se 101 cheles de lamilla, inclusi-
ve 9 viuvos e 8 viuvas ; o resto, 292, silo sol-
teiros.
Fallecern) na viagem : 7 do primeiro
transporte, 2 do segundo, e 1 do terceiro; e
na Colunia: 3 affogados, Sesmagados de-
baixo de arvores que derrubaram, 1 de apo-
plexii, 5 que j linham embarcado phlhisi-
cos, e 35 de dysenleria, que ai.con os pri-
meiros eli 'gados, provavelmente porque
tendosahido da Europa no invern e des-
embarcado durante os calores doverSoes-
tranharam o clima e a residencia, no que
ainda era um deserto. O cerlo ha que o
mal cessuu os seus estragos, e que em geral
se goza boje na colonia ba saude.
Enlie os rolnos contam-se : 1 padre pro-
testante, -2 ino lieos. 4 boticarios, mas uma
s botica, 1 mestre de escola, 8 marceneirus
ecarpinteiros, 10 ilfilitM, 1 lecelan, 3sa-
pateiros, 4 mareantiis, 2 negociantes, 1 eu-
eadenni lor, 1 oqnves, 3 forr-i os, 1 calde-
es
de
Ficaudo s com Albn.que parecia profunda
mente entristecida, eu Ihe dlsse: aArjcar a mtufithn nao sel o que deva adml-
Que tem vou, minha chara amiga,? i rar mal, ie o curacao ou o espirito desta adml-
O Sr. ainda me pergunla? responden ella, Iravel inulher. E quando a comparo com AlDi-
julga que me he agrad.rel achar-me diaria-1 na que nunca se moilrou mais uulla, mala es-
iiieuie enm o leu feroz marque!.... Eise ho-Etupida, experimento senlimeutos delnexprl.)
loein que mi falla cm fuzillar e exterminar a | mlvel amargura. iiiinna forca I he a minha ,coniclencia I he a I que eucoinprebendia lual necessidades, aeus
gente elle me horroriza! Ouvindo-o eu eslava |......................................'... minha religiao! emlim rila he ludo para raiin! jdlreitoa, sua, esperancas.... por isso.... sehou-
lio aterrada que nao poda pronunciar uuiapa-1 Oh! que abyimo!.. Que farei?.... que Porin fallemos de ti. Charpentier le dlsse tu-1 vene occaalo ellel teriam sido.... elles scro
llera de mim?.... que relolverelr1 do o que le pode inieressar nesse lufelli neg- Sos mais Intrpidos soldados da liberdade.
(*) Fia- o Diario n, 47. | Continuemos a narracio desle da. ci. Estamos vencidos, nao desanimados...., | Juao.leus olboi brillio ; tuas faces se aui-
lin is ou tres horas depoi. da partida de Mr.
de s i ni ie- il.ii o-, eu aoube por madama Ray-
mundo que Juin se achava melhor, que deie-
java ver-me. .
Nao o faca fallar inuto, me disse ella, pou-
pe-o ; porque quaudo ella m minia Ihe del par-
le da visita do prefeito, sua emoeo foi profun-
da, nao por causa do perigo de que esleve
ameac.do, o seuhor bem couhece Joo, poim
elle i'ioeu por mim, e por Charpentier.
Fui ter cun Raymundo, o qual achel dcltado.
Ligo que me vio, elle eitendeu-me sua mao
descarnada e alva.
Assenta-te ahi, bom Fernando, disie elle
moslraudo'ine umacadeira junto do seu le to.
Tenho lanlai cousas que dizer-te!
Joo, la uiai.... me recommendou que
te poupasse.
Trauquillia-te..... eu te direi multo em
poucas palavras. Uepois elle continuou eu
nao peusava que noasa presenca ein tua casa
devla caus.r-te tao cedo sustos. Esla ina-
iili.ii. leu prefello velo aqu, nao he?
Gracas a Dos ... a coragein, a admiravel
presenca de espirito de tua ini e ae Mr. Cbar-
peulier afaataramo perigo; espero que Isso le-
ra sido um mal que produia um bem. Agora
podes licar aqui com toda a segur.oca.
Dfie, Fernando.... que inulher he minha
ni.li eu te faliava amigamente de sua resolu-
cao, dc seu sangue fri, t a viste obrar.
Para a admirar.... F. eu tainbcm te direi
como onligainente: l mullo feliz por ter urna
ini como a tua.
Oh! minha mal! exclamou Jsocom ex-
abacio, ininba mal ella he a mluha vida, a
precisfio.
Ha j 62 casas e cabinas acabadas, e 26
m conslrucfSo. No numero dis primeiras
contam-se as duas de deposito, cada uma
de 70 palmos de frente e 50 de fundo, unde
alo recolbidos os recem-chegadoa, e onde
nioram cmqiiantu niio leein babitafOo pru-
pria; e entre todas ha uma de sobrado, uma
assobradada com dous torrees,'e seis cu-
beras de telhas, sendo tres destas na olaria,
on le j se tem fabricado bastante tena e li-
jlo.
Quem for visitar a colonia Dona Francisca
esperanzado de ahi encontrar elegantes
construccOes, jardins amenos, vastas plan-
tuc/irs, primores, emlim, da industria e ar-
te, passar por uma triste decpelo ; mas
quem tuer refleclido que os primeiros colo-
nos pi-arain o terreno virgen e agreito em
v o------,- '.. m.-,t, observar em Drjnc..
pos de Janeiro de itsoz extensos e excellen
les caminhos, todas ess.s casas e calan-s,
tendo aos lados ou no fundo seus rucados,
todas rodeadas de csnlciros plantados de
iniiho, arroz, fcijSo e outros gros, bta-
las, nabos, belerrabas, couve-flor e oulras,
cauas de assucar, e principios de planlacrs
de bananeiras, cafeseiros, laranjeiras, par-
reiras, ele Dcara agradavclmente sorpren-
dido, e nSo deixar do reconhecer que mui-
lo se lem feito no curto espado de dez me-
zes.
Compre, todava, confessar que os pri-
meiros ensaios de cultura nSo liveram feliz
resultado. Os colonos, inexperientes ou
teimosos, lancaram Ierra as sementes que
Ir/1 .i ni, ou puderam adquirir, sem prepa-
raren! devotamente a trra, sem a escollie-
rem apropriada, e sem attenderem rsla-
tlo; o por isso pouco pruduzio a colheila
de btalas, e falhou completameulo a do
arroz. He de esperar que, ameslrados ior
esta triste experiencia, sejam mais felizes
os colonos as suas novas plantarios.
O syslema adoptado para o eslabeleci-
ment'i he o da propnedade individual. Ca-
da colono compra empresa o terreno que
julga Inisi .r-liie, e que Ihe ha vendido a
raso de 2/iOO o morgen, que equivale a um
quadrado de 22 brabas. Aos quo n3o po-
dem pagar a empresa fia, assim como fiaos
alimentos e instrumentos iratorios e ou-
tros de qun cada um carece.
Os colonos pigain as sus pissagons, mas
os quo o oiio podn fazer a empresa abo-
na o prero dolas.
Cada colono lem uma caderneta onde se
lancam, extrahidos do livro da receiti
despeza, os seus deve e haver.
O debito pode ser pago em numerario,
em productos da industria, ou em trahaiho
feito lias ubras proprias da empresa. O co-
lono quo toma um terreno lem obrigaco
de, dentro em quatro mezes, levantar e s.i
nelle, faier um rogado, o principiar a plan-
tar. Se nolim do prazo mi tem feito es-
tes tnbalnos, e quizer, lolavia, continuar,
conceden- Ihe outros quatro mezes, mas
t ii r- t- t- i -i
consullanlo-se a carta acha-se que a exten-
s.io mi s-i.i talvez menor do 16,000 b'a-
es Seja o que for ; a obra he utilissima,
98 for concluida ser mais um meio, e po-
deroso, para afOgemaro gento feroz, o para
dar impulso prospoii lado da colonia e do
divii'io dc San Francisco.
A* visla do quo fui observado o Rea dito,
pode esperar-so com bous fundamentos que
a colonia Dona Francisca vingar e prospe-
rar ; e estes fundamentos so: primeiro,
a bondade do clima, ein que doe.nr.as end-
micas sao desconhecidas; segundo, a fer-
tilidsde do solo que denunciam as corpulen-
tas arvores que o cubren), e quo lie abun-
dantemente legado da aguas; teiceiro, a
facilldadu o Commodo das coinmuiiicacrs
por agua cjm o porlo e a capaeid.de desle ;
e quiito, a perseverancia dos AlleoiSes, que
nesla e n'oulras provincias tecm dado sona-
jas provas com a sua constancia no trabalho,
com o seu denodo, e com a honestidade do
seu procodor, do quanto valem e de quan-
to sao appreciaveis para a colonisicdlo no
no-s i paiz.
(Jornal do Commercio).
PERNAMBUCO
mtlbores das talvci pruxnuus, ralarao para
nos.
Unupalavra alada sobre o passado, meu
charo /oo ; quaado loraei a ver o nosso po-
bre Jactnlb.... lafonnei-me do que liabas
IViio depois da nossa sabida docolleglo; elle
pareceu guardar reserva. Nao iasisu..,. mas
boje....
Joo me laterrompen e me disse (rislementc:
A proposilo de Jaclatbo.... visie-o inor-
rer.... iu ?
Ah! sm...
_ Pobre amigo 1.... elle (inha uma saude tao
Traca,... viva spelo coraco, e lalvcs srja urna
molestia do corafo que o leuha levado A que
altribuirain a sua morte?.... Concebe* que
Suaado eu soube aesla desgraca por uiua carta
e sua mulber, nao ouzei pedir-lhe na que Ibe
escrevi ein resposla neobumas inrormaedes.
#s mdicos alltlbuiram sua morte s con-
sequencias de mu mui longa enleriutdade de
que ia convalescendo ba um me. Mas ouve-
ine, Juo, essa lembranca me penalisa como a
ii, aparieino-la por favor, in te ia dlteodo
que o nosso amigo le liuha conierrado em re-
serva quando Ibe perguntel o que fazias depois
que sahiste do collegio.
Como no collegio.... eu consprava, Fer-
nando ; lie Isto o que Jaclntbo julgou dever oc-
cultar-ie.
Porin tua vocacao indusirol?
Segu-a sempre; eu era ltimamente di-
rector de urna grande fabrica.... a qual linba
duas ftliaes as provincias ; ininlta posico pu-
nha-me diariamente em relafo com obreiros;
elles me ainavam, porque euosamava; por-
ASSEMBLE FHOVIINGIAL.
sf.ssao em 9 de Marco de 1852.
Piesidtncia doSr. Dr. Pedro Cavalcanli.
' cun I US.10. J
O Sr. Macicl Monlciro'.- &r, presidente, au-
e dp nroienn. nue se rontiiM.i- .. 1.1,
cando um consellio de saluliridade publica,
eu devo declarar a V. txc. que algum a-
mr lenho a ene meu hlln mas lambcn
fleclararel com lod i a sinceriilade de quesou
capas, que sempre repule! um oiius pesailo
para o cofre provincial essa creacao;c foi
smenle quando me persuad dc que o po-
der geral nao previa a essa necessidade que
empenhel o meu voto nesta assemblca por
que rilein Mu-ule esla provincia sujeia co-
mo todas as outras a causal deilruidoras, li-
vesse ao menos um corpo sienlifica, a quem
as autoridades consultassem qnando tivessem
de tomar algumas medidas a respelio de hy>
gienc publica. Declaro coin toda a fr.nque-
re que desde o momento em qeu promulgar-
a a lei dc 1850, que creon urna jimia cen-
tral dc bygieiie publica com drlrgaces as
provincias, enlendo que era inulil o conse-
Iho dc salubridade na provincia de l'ernain*
buco; e se bem srja esta minha opiniao
devo faser justica aos membros de que se com-
pde esse cousellio, c essa justica se eslende
a cada um dos iiicinbras em particular que
como empregados pblicos, e como bomens
da sciencia, Ibe lenho estima e consdsracao .
mis nesu discussao as individualidades ilesap-
pirccem, porque se trata s da utilidad! pu-
blica. Eu disia que o consclho me pareceu
desde eatio inulil, porque a junl. central,
tjiie deve estar cm relaciio com as coiinuis-
soes <|ue lem de se esiabelccer as provincias
podera ministrar a essas coinmissi'S ludas as
liMIruccdes, lodosos escUrecimenlos, todas i
O presidente da junta central lem grati-
eo.ii inulto avuilada, recebe muito bons
vencinenlos; por isso estou persuadido de
que o governo far pouco mais ou menos
o ni Mim a re- rilo desses memhros das
commissOes filiaes as provincias.....
0 Sr. turros lirtelo :E que nSo faca....
OSr. maeill Monieiro :Mas vollemos
questo; em regra n.lo se trata de destruir
cuusa algum, nilo se trata de acabar com
urna insiiluico til; o de que se traa ha
de saber quem d- ve suppurtar sua despeza ;
se o cofro geral, se o provincial : aquelles
senlioics que enlenderem que os cofres p-
blicos 1 invn ci.ies s.io muito ricos, que na-
damos em riquesa e prosperidade nSo s
uara pagar as despezis que Ihe so encar-
roadas icio .-icio mi iinoiial, mas tambem
aquellas que devem sel feitas pelo governo
geral, riitSo vtm contra o pFttjeclo ; mas
digam-o claramente aos eleitores de i Vi n m-
buco que n.lo i]ii' ein as economias, di-miii
os ulciloros do Pernambuco que, quanlts.
chegou o momento em que te quena pro-
ceder com economa, alliviando os cofres
provinciaes, votaram cuntra essas econo-
mias. ...
OSr. Carneiro da Cunhtx:- Ento he escu-
dado pedir uad. ao Rio de Janeiro. ..
OSr. Maciel Monleiro : Sr, presidente,
endono apreso necesario a essa institui-
do, mas nilo posso apesar do amor d-pa-
toruidode deixar de reconhecer, que com
quunlo lenha ella prolusilo uti i lodo pare
o paiz, hoja ni i pode snb-is ir porque he
nnulil, visto que existe outro corpo qun
lom a se aaego as inesmas m .....i...,,,-, ,s
te que ella se aclia encarregada. Itrconhc(o.
epito a necessidado de um corpo scieutlico
que possa dirigir o governo sompre, cm uin
paiz onde nada so tom curado da saudo pu-
blica, o principalmenlo cm occasies em
que infolismeiite se dosemvolverein terri-
veis flagelos e epidemias ; nem desejo que
um tal coiis -ii o dcix de existir 0 que
quero he queelleseja substituido cuuio he
por esse outro pago pelo cofre ger.l. Me
paroce que esta idea uo podo ser regeilada
pola casa. O illuslro membro que so lev m-
lunpara impugnar o piojeclo que eu tinha
ofTerccido considcracSo da casa, na ques-
lSo do i oii'ocuei disse, que essa commis- '
>5o hygienlca n!o substitua pimamente ao
couseli'O de salubridade; mas permilla-me
que ilie cu observo que uo foi muito feliz
na ni ojimein. co que fez. O presidente da
provincia, pelo regulamnnto citado de 51 es-
t auihorisado a nomear commissarios,. .
O Sr quino : Em caso de necessi-
dade.
O Sr. Maciel Monleiro: Entflo quer o
nobre deputado que se nomem e paguem
taes rtiiiiiniss.n ios sem ser em casos de ne-
cessidade ? Supponho que nSo havendo ne-
cessidade nSo devem exisistir, be s quan-
do a necessidade os reclams quo elles de-
as (li i i ni o o, ni s 'i ni lio no on ., mis para
essas commissocs bem se dirigirem.
A que.ci pois redui-e a termes mui sim-
ples, e precisos: ha uina inslituicao paga
pelo cofre provincial; essa mesiiia inslituicao
dev ser retribuida pelocofic geral. Agora
vote cada um dos deputados como Ihe pa-
recer .....
U Sr. Aquino: O fundo valido, nao foi
destinado para isso; esl ahi a lei... .
O Sr, fllaeel tlonleiro : Nao eotendo-bem
o nobre deputado ....
O Sr. Aquino : O fundo volado, be para
dispesas do uialcrial, ato he pira o pessoal .
O Sr. atciel Monleiro : Essa queslao de
dinheiro nao devix ser trasida aqui ; pe on-
ta-iue o nobre deputado que Ihe eu diga que,
uu se trata a qui de dinheiro trata-se de
ii ni i commissao de saude publica que tein de
substituir arr consclho de salubridaile, essa he
mam Tua mal me reconiuicudou que le pou-
passe toda e qualqucr emoco viva.... Ils'sta so-
bre este aisuuiplo ... Tu j me fallaste.... tu
me diiseste muito em poucas palavras... Coin-
prrhendo agora a tua vocuco e a tua vida pas-
sada.
E tua vida Fernando ? Como deve ella ser
feliz! S i lo mo das vaidades do mundo habitat
um delicioso rcliro com uina mulhcr comple-
ta.... e que dizem ser encantadora....
ho .unni na ... lalves seja exagerado, po-
rin ella be agradavel. Tu a vers.
__ Aasiui espero, e depois de todo o bem que
unnli i mal e eu sabemoi della, juro que rat-
n! lyupalbia Ihe he desde j adquirid..
Ela 1 e tu nunca cuidaste ein casar-lc?
E eu nao s>u casado ?
Como?
K .........i ini'
Sempre mullas cousas em poucas pala-
vras, meu charo Joo; concebo.... o mala fe-
lis dos ensarnemos nao te otlerecerla a fellcl-
dade intima que gozas na coinpanbia de la
ini.
lito te admira?
Nao.... porm tua Idolatra por tua mal...
deve ter olludido a tuas amaalei.... nao he I
Joo?
A f que nao.
Deveras ?
Aqu para nos, Fernando, eu nunca pro-
curei I.vos do coraco.
Tu te tens contentado com prazeres fa-
cis? /
Oh! ludo o que ha de mais fcil, meu
charo Fernando : um amor serio obriga, cuo
esl na mluha nalureza engaar a ninguno...
Ollerrcn o que posso, e do-me o que quere ni
He singular!.... com o lado exaltado c
quasi heroico de leu carcter..., nunca sentis-
te a nec.ssidade de um amor lerio?
vem ser creados. For tanlo o imbre depu-
tado fez a sua allegacSo. mas no trouxe co-
mo prova seiio esse fcto muito simples ;
e lalo fazendu outras observares estou por
assim diser desonerado do mais inssistir
ueste ponto. Repito, o que no meu enten-
der o ha de substancial no eonselhu de
sato bridada, ha tambem as cornmissoes, e
digo'in -isquo pe'0 fado dese.rein dele,mil s,
o cimmii-sii s liliaes do urna grande jun-
ta que esl establecida na corte, licam do-
tadas de maiores recursos no dusempienho
das suas operacOes ; tem ellas muito maio-
res recursos digo, porque a junta da cor-
te, tem relac^s mais ampias com os Corpus
scientificos, ombora o digno preiiJonte do
actual conielho nos tenlia convencido de que
ello o o seu conselho hilo procurado, h3o
[sunca. poique Ja le di.se, o meu amor
por minha ini oceupa lodo o meu coraco. E
uepois bem sabes, Fernaudo.... que quem lem
o u>.io pela liberdade, como eu tenbo.... quem
se lem dedicado de corpo e alma ao triumpbo
de urna idcla,... nao lem vonlade, nem lempo
de occupar-ie com amrteos.
Ah! meu pobre Joan, quem labe le tu,
seguudo o proverbia, s recuaste.... para me-
lhor.... sallar. Dlze-ine pols, se n'uin. bella
luanha.... acordares lonco de ainorei....
Vamoi Ii I .
Tu le compromet dc mais.
Pois bem, meu charo Fumando.... se que-
res.... absolutamente que um dia eu fique amo-
roso....
Eu? nao quero Isso absolutamente.. pc-
|o contrario.
Como!.... pelo contrario....
fim, pelo contrario.. Dos me livre,
meu charo Joo, de te ver cahlr ein teinelhan-
le bespeiro.... Ah! ses'oubesse os enfados, os
embaracos, as penas diiso que chainam lacos
do coraco..,. um amor aerlo. Mullas vetei/
oioiiisMin.li vezei Moho passado por liso....
Assim accredita-me, persevera em tua re-
solne.io... lln inlJ sempre un admiravel mai
para o teu coraco,... c os ainore l'accis para
dlvcrtiinento.
Assim lenho sempre feito.... e estou cerra
que o larei sempre ainda que a Ii n I oinguem
possa. como tu dises com raso, reiponder pe-
lo futuro.
Oh! tu, com teu carcter de ferro, tu.
exaltaco|polilica, c tua justa idolatra por tua
mai.... tu podes, melhor que oinguem, res-
ponder pela futuro.... Oh! oque he que te fax
Anda agora eu me defenda deieiper.d-
inentede nuuca dever ficar amoroso; tu Insis-
tas dixendo-ine que nioguciu devia jurar na-
] MUTILADO


i
'
foito lodos os esfo'cos posslvels pan lovir
os iiisliluiclo o ponto bu) qui estao ou-
tras sem llianles que existen) era piizeses-
tranh.is, porque o que ho verdade, o oque
se uno pode desconhecer ho que ni corta
iiiln h mis possibllidade deter essu rea*
cOes, exulindo ali urna escola de medici-
na, una issociac.lo medica; corpora,0s
estis, que esto mu reliQo com as corpo-
racOes aclentilicaa da Europa .oque por isao
po lerflu conhccer, o que hooverda mus no-
vo e mais fresco nos melhoramonlns hygie-
nicos : o sendo assim pode a junta central ra-
zar irradiar pelas difirante* conuiiisso s
todos os esclarecimentos convenientes
Por tanto no meu conceilo as commissOes
flliaesda junla central de hygionie pubnoa
do Rio do Janeiro subsliluem vanlajosmien-
te o conselho de salubridade.
Nfio qoererci repito, que o conselho deixe
do existir, mas quero que elle exista so-
mento em quinto nao existir ess cotnmis-
>io geral, que no meu entender subslilue
0 conselho-ero lodo o caso. Kesummlo o
que dase, susienloquea queslao su reduz
i saber quem deve pagar es! desposa : o
qne entender qu> lemos dinheiro 1180 se-
parase nossas despesas, mas tainbem par
01 geraos, votom contra o meu projecto, os
que entendercm que as rcudas aOo exiguas,
insuficientes, e nao b.slam para as desbe-
bas p/ivinciees, e que. por coiiseguinto no
podeni ser apphcidas a desposas geraes, en-
13o terSo de volar, a favor delle.
O Sr. /felino: Mojlra, que o concerno
geral de lalubiidade publica nao pode er
sul'illiuldo in-l.i coiiimiiaao de hygiene publi-
ca, nao por. que aquelle lem funccOea me-
dico legara, de que cala ae nu pude oceupar,
ae uno poique o pes.oal illcie do da. cum-
misidcs pula que o cuuaellio he compo.lo de
cinco mdicos com del gados eui ludoi os mu-
nicipios, eiiirnaiilo que as couiiiiissd.es de hy-
giene publica deveui aer organisada. cuinos
coinuilaiarlos vacclnadore. pruvinciaei, coui
os provedore. da aaude dos pollo, e delegado,
do clnirgio-iuor do exercilo, nao acudo esiea
liiiu i......mu, retribuido peUa novaa obriga-
(dea, que Ihe ao Impoata. pela le, que nao
Idea ni .ni i ordenado; nioslra mala quanlo
vira a sofirer esta provincia com a extinco
do conselho de salurnlade, poia que dclle o-
i ir ludo depende c rrgularldadc da prona-
gacao da vaccina, por quanlo os co.uuii.sjriu.
municlpaei, nao tendo ordenado ncui gratl-
liicaco alguma, nao se preslam iuoculacuo,
o que so e pode conseguir sendo clles ao mes*
mo lempo delegados do conselho; e couclue
inoslraiidoque ocousclhn nao ignora os pro-
gresiua que na europa vaui fazendo as .o-
encas medicas, nao precl.audu dos .ucenos
inlellectuaea das corporacuea do Ido de J.inclro;
e que os incinbrns do inesiiio conselho pnr ve-
aes e tem pieslado graluiaincnlc a cuiinnls-
sOcs de que pelo governo lio sido cncarrega-
dot, e esto aeinpre promptos a proceder por
cate modo quando se Iratar do beui puldico ;
aendo bailantes os Tactos que abouaiii a seo
patriotismo.
O Sr Maciel Honlelro : Sr. presidente,
n.io teucionava insistir no que pouco pon-
dere! sssembla a respeito do projeclo que
se discuto ; in-s como pareceu-.ne uuvir da
parte do illuslre deputadu,que me precede,,
ilgumas observares a que mo posso .i '.lio
rir, nSo pusso dflixn" de f.zer ar, inciios um
protesto. O nobre inembru no enlrOU DI
questjfo failou (he verdade) alguin tempe;
m*i em verdade ufra da quesillo; polsqur
nao dcmonslrou que apesar da le ger,,| l-r
creado uma junta central de hygieme na
capital, e commissOes flliaos as provin
cas, ainda assim deve subsistir o conselhol
do salubridad publica. 1) sta quesian nlu|
so oceupou elle ne o do outra que ha a qu
domina por assim dizer o debat, o he qu
so pode conservar o conselho de salubrida-
de sem onus algum para a provincia. To-
das estas avoriguacOis alias inni o uni -
tantese quecnnsliiueni por assim dizer
parto mala es- ni' ai da disciisslu, todas i'S-
gis nvcriguacocs foram postas de parlo,
contentando-" 'lo *"il ">> ilioioo
servivos, que eu reconheco, o quo no si
ha ja ni sido postos em llovida por ninguo i.
na casa, o quo por tanto o nobre lucubro
podia t'T-se ahsli lo de ennumcrar. Mas o
. individuos esl3u aqu em discusso? Noj
a questSo lio de utilidade imblica o no he
outra; e anda prosiiguinlo insta niosmi
senda o nobre memhro, applicoii-soelie a
tratar dos einprogados do conselho, e no-
meadaincntn do porleiro, o dos outros. dan-
do a entender que devia deixar-so subsis-
tir o cosnellio smenlo porque uma vez sup-
primida tal reparlicilo, esses individuos dei-
xarSo de perceber um vencimenlo.....
O Sr. Aquino NSo foi isso o que disse,
oflo foi ussa a minha opini3o,...
OSr. Maciel Mtmteiro: -Entilo a quo res-
peito veio enumerar-se os individuos de
que se comiiOe as commissOes, e dize.r-.se
que esses Individuos polinomio sor i-un
prehendtdos na organisaco do pessoal das
commissOes ? A que veio dizer, quo (Icaria
um porleiro sem emprego etc. ele. ? Essas
qu sii'i 's s3o de inleresse in livividualeco-
mo taes nSo po lom ser ventiladas quanlo
se discute um projecto de'utillida le publiea.
I-.ii declaro r.....'mi nle ao imbio depi.lado
que se o ronsellio deixassn do existir, c ti-
vesse de ser suistituido pela commissSo de
!|ue falla a lei de I* de setembro, se eu
ii.se idministrador nomeana o no-
bre memhro para presidente deisa commis-
s3o ; nas no queieria que o conselho por
qiialqner consideraciio suhsistisse pago
pelos coffres provineiaes. Sr. presdante,
mis, pe: mil i n-me a asssoinbla que Ih'o di-
ga) lemos o habito de lodidualisif os prin-
cipins os imis vastos, as di .i i i,.:- as mis
implas, todas as quesles quasi que so re-
duzem a individuos, o isso lio um grande
mal, e um pernicioso syslema : na la ha
tam fatal um corpo legislativo, que deve
inuitis vez-'S na sua maicha arredar, ou of-
fendor inleresses individuaos de um lado, c
outro; he preciso pois que nos abstenha-
mns das individualidades e quo Iractoraos
smentedaquillo que he doutrinal. Ora da
parle doutrinal da quesillo, o nobre mem-
hro nSo se oceuna. Occupou-so elle ticu-
l,mdfl.,massutnDlo Quemo hepessoal, elrfai/<. eoafajioM; r^r,m bem de u "V- \ ehliriaUnUol0i qn rm nW pr<' d mV- ma. smente se o concelho de salubrldadc pu-
cina aur im (.leo'o a einila di droga; o guaet- blica deve, ou nao ser ejtlncio, urna vas que
owrpr.paron>'MpMrmaeM nlJai q, allmtnlol dilinm/o. ao conmino publi- publico, e peso para os cofres proviqelaea; ae
co, pr m.nu iiii.r aa fcalieof, "'y'-"tito, siu- para que oiervlco, de que se acham encarre-
PIM tioior lobra o molerla fof wi >mpr,- gados, nada aolra, na le do orc.iricnlo podc-
godoi. Ora, dlr-ae-b, que estas aUrlbulcaes reinoi ni provlr esta neceasldade com o re-
noae acham Impllcliamete incluidas as que medio conveniente: depola disso o governo
aleigeralconlereaJunlillchTgleuc publica? geral que ae tem oceunado deste objecto com
Deceno que no, e or consequencla parece- tantoouldado cop>o todoisabemos, ae enconlra
me que o conaelho be inulto bem substituido '" Inconveniente que o nobre dcpnlado en.
pela commlssCn estabeleelda pela lei ger.il : e eberga de nao termos vacemadorea por falla
nuenenlium prejulao re.ullar da ellocc|o da cunvenlenle retribulcao, o governo geral
L me.mo cooVelho. t"'r ao 'n'lhorar este ramo do ae/vifo pu-
lla este principelmenle que me obrlgou
lomara palavra, o illuslre membro eonsti-
tulu-se o campeSo da provincia para desa-
grava-la da uma offentt, que psreca ihe eu
lizera- Disse eu que a junta de hygieno
do Hio do Janeiro, linhi miis melos, e mais
recursos, do que o simples conselho de sa-
lubriJa le pira bem desempenhar as mas
funccfles; disse que havia uma academia
de Ynedicina, uma escola medica, corpos
scienliflcoa, astas que ostavam em relaco
com as corporr,oes scientilicaa da Europa,
e conclu em fim que era ella um corpo mais
authorisado, composto de maior numero de
inlelligenciae por conseiuencia mais habi-
litado para aconsel lur o governo as oled i das
que por ventura houvesse de tomar acerca
da saude publica em um ou outro ponto do
imperio. Que respondeu o nobre mombro
auto? disse que havia mandado tubos de
vaicini, que teve occasitlode escrever uma
memoria em que procurou destruir a
preoecupacito que so espalhou at na Euro-
pa de que a morphea podia ser curada des-
te ou .laque-nenio id, e portal meiojulgou-
se no i' iso de defender a provincia de otlen-
sas iilo I 'ilns ; porque as nimbas observa
cesnenhuma injuriase conten a provin-
cia de Pernambucoe escusadoera quebrar
lae is por tal motivo.
Se o nobre depuiado emprehendesie para o
pane irlco du conselho, eu dclxal-o-ia em seu
proposito, mai dUer qne quera defender a pro-
vincia, como ae eu llie bouvera feilo alguma of-
fensa, Isso beque me nao parece mu deslocado
e incongruente. lie porem notavel que o nobre
mimbro que se levanta com o proposito de de-
feodrr a dlgnidade da provideia ( dijuidade de
que eu o supponbo extremo mantenedor, assim
cuino lodos os pernaiubucanos) em urna bella
occasiao perecease atacal-a quando disse, que
na uossa provincia, aquelles que nao recebeui
.-upen lio o.io ii iii iih.i.o inni se euipregain
com rio, no arrvico publico. laso he que de
certa iiianelra leo le os briospcrnainbucauos,
isto he que olt'ciide a provincia, auppuudo em
seus lillios falla de patriotismo, e esta aecusa-
V ni de falta de patriotismo coinprehende nao
sO os individuos que nao sao abastados, e que
sao ohrigados a ampregar o eafircoi do seu
traballio para suitcntar-se, mas coinprehende
l.iuibciii aquelles que ainda leudo multo recur-
sos pui.l. ni consagrar auas vigilias ao servlco do
pait; esla ful a propoiico do nobre depuiado ;
mus lato nao iieassiui,c inesmo ha mulla gente
que pode servir gratuitamentr, e que de facto
serve ; e he pena que lodosos pernambucanos
nao i [. i i ni colocados cin posicao de fazel-o ;
por que se em algumi parte eu pederia esperar
aervif os gratuitos seria de certoein pernambii.
co (apodados) Por lano no fieu agravo al-
..un a provincia por que al seniiores nao me
record de ter fallado iiunca a justica quedevo
a uiinlia terra.a qual alias cu vol o sentiiuouto
do amor, e do cuthiisiasino o maisslucero, nein
em occasiao nenbuiua da iniuha vida publica,
i|uando se trata de aquilatar seus mritos, suas
cmincnlesqualldadcs tico eu aquein de quem
querque 8eja ; nao s nao fz injuria a pro vin-
el, i. nein agravo, como de mais a mais tendo-ie-
mc supposio o aggressor, glorlo-mi de ser ues-
te *-,onto seu apologista,
Iviou certo de que o nobre membro nao fez
Injuria a provincia,nao quU seoo einittir uma
niela alias mullo ecebida, e saber quem traba-
ihaquer um estipendio; mas o modo por que o
nubredrputaduseexpiimiuparecc ter dado a en-
tender couia mullo diversa do que tenclo-
nava.
Sr. presidente, sao estas nicamente ai ob-
srvateles que lenho de submeiier a asieinblea,
e deixude proseguir ;porque(torno a repetirjo
nobre membro que failou nao me parece que
ni..... ni quesillo doutrinal, e por isioconii-
niio a votar porque a preferencia seja dada ao
meu projeclo.
O Sr Aquino: ( D alguus esclarecimentos
a eu discurso anlccodenie, e fasendo oUtras
rrfletdes, ( acaba reirlbuindo ao Sr. Maciel
lluntriro, os elogios que, este lhc dera.
O Sr 'lr/utira de Helia : Sr. presidente Ic-
v.into-me slmplesineiite para faier algumas
conslderaces relativamente ao que disse o no-
bre diputado que acaba de seular-sc, coin o
Imita .l..i....i|pr insliliiirSi. .1........--i *
ii lei provincial tem adup-
Disse o nobre deputadn que ao conselho de b
salubrldade pelo artigo 8. da le de sua crea- .
cao eitao Incumbido! o corpos de delicio, au-
topsias, etc. entretanto que as coimnisioes
O Sr. Aquino F. emquanto o nao mllborar?..
OSr. Fi'aurim d Milla: Nada nos obila,
que na dlscussSo do orcainento provincial, ou
lTygVecaTna'oo'esiYo"rma"i''eLiojo'que" "<. projecto lubstitultlvo, facinoi um ar-
ach. em parte alguma prohibido, que se en- "K? mandaiido pagar aos commi.sarlos vaccl-
cairegu .1 coin.ni.rei de hyglene urna leme- nadorei. Tornando, porem ao Ho de meu
Ihante Incumbencia ; deuials eu vejo, que por discurso parecc-ine, que o governo geral ccr-
urna le geral, lito he, pelo nono cdigo, lodo "> d" clrcuniranciai em que se ada esse ra-
o medico eit obrlgado a prrstai-ae afaiere- mo de servlco publico, e esclarecido pelas re-
seseiainesmedlcoleg.es, e portento nenbura presenUfOea, que o nobre depuiado, dlrigl-
membro da coinmlisSo de hyglene se pode le. do pela propria experiencia Ihe hade faier por
galmcntefurlaraocuiiipriineruo deiie dever; ceno hade dar o remedio proprio, como tem
seena Incumbencia he dada mais especial- dado aceica pe inuiloi outras colisas. Nao ve-
niente ao conselho de salubrldade pela nossa ju pol. que o a.guinenlo do nobre deputado
le provincial, he porque r.cebend, o. seus dev. proceder fcinli.n, eu emendo que u,,,
membros urna gratlflcacao pelo Ibe.ouro pro- vex que n. UmeS ***"**J
vinclal, justo era que sobre ellas pes.iie maior bUc "' 1ue ,ub,,Uue" '^'*' ?""!
traballio Ul" "tabelecimenlo provincial da luesuia
porq _. .
came, e noi relatorlos medico legara Indis- c0"" :- __,_.,,!_ _.-i.,.
pcnsaveii. porque quando se trata de far.e, um A0"'" : ~ Se aubalitulise completa
ei.mc medico-legal, o medico nio estil ol-ri- ""f- u. conviiia .... ,.,nrt .
gado a marcar o facto e sua. circunstancias. f *" '">: ~ ^"'"" Pnd
mas t.mbein a tirar des.t facto circu.nilanclai subsutuc completamente, por MI^MDclf
as co.iclusue.ou resultado, que elle aprc.cn- onde op.n ao que o^ projecto do Sr. M ciel
la, pol. as.iin exige .... po.iv-o, e o iura.nen- Montelro seja adoptado, e regciado o outro
lo que presta de ajudar a. autoridade. ni) concluirel appre.eDtando a casa.anda urna
exerciclo'deseus deveres. Por con.equcncl. a considerarte de que agora me leuibro che
.llribulta-o de f.xer os exame. medico-legaes que a. ...e.u.a. raxe qu1 ella casa leve para
dado ao conselho de salubrldade mullo exprs- abolir as .n.pecc.c. doas.ucar e algoda1, sa.n
.....ente na nossa le, embora nao esteja deca- "fuese dao no caso presente. 'P^f
rada na lei geral, pe.tence tamben, a co.nn.is- f.i abolida, por que pelo^VjHNH ItaW
o hygienica e.labelecld. pela lei geral de 14 de malo de 1836 a In.peccao "enes ganero.
de setembro de 18M, porque, repito, liso nao se se la.la por parle do governo geial, e "era
he mal do que acoadjuvaco que os homins desnecessaria urna duplcala de exaiues, ue
prorei.ionacsnainateriade.ua proftssao, Je- e.nprcgados, agora o ineimo acontece en o
veui prestar as autoridade pollciies, aos Iri&U- estabclccimento geral de hygicmc publica,
n.e. c a toda admiuislrafo. val faser o servlco do conicl 10 de salubrldade
O nobre deputado tamben, qui, mostrar que #fflSSU*2^ %l2XZ
ISttSZSSmttVySt te Porfco.egui, pei. ex.inc^o, que pea.
,Sr. denotado v.cclnador geral da provin- '^r/m^lfoipendld., he approva-
da rel(3o, algum deienibargadoret e Julzfi,J
ebefes dai reparlifdes. cintnandanti e ofti-
cliiei de corpos de prlmelra lloba c guarda na-
cional, c graude numero dr peiioai gradas,
dlrlglram-ae todos, coin S. Kxc, i pe para o
ces do Colleglo, onde te acliava uma guarda
do dcimo de Infamarla com uma banda de
msica, e mala outras duas para Ihe presta-
ren, as devldas honras, e all ebegados des-
pedlo-ee S, Etc. pessoalmente de todos que o
acompanharam, com mostraa de pezar, en-
trando com alguna na gallla, a qual parti,
seguida de varios boles, e duas lanchas coin
duas bandas de msica, at a bordo.
A assembla approvou hoje em segunda dls-
cussao o projecto n. 2 drste anno, que transie-
re a sede da matriz da villa de timbres para a
de Pesquclrs, com una emenda doSr. Plguel-
ii de Mello, tendo Umbem approvado previa-
mente um requerlmento do Sr. Guedes de Mel-
lo, em que pedia se consultasse a oppinlao do
governo da provincia acerca daquella transfe-
rencia, rejeitado o adiamento propostopeloSr.
Paes Marreto at que as IrforinacOes pedidas
vleasem. Prestaran, jurameuto, e tomaram
assento os seobores Manoel Firmino de Mello
e Dr. Francisco de Paula Kaptl&ta.
A ordem do dia para a sessoseguinte be a
contlnuacfio da de hoje, e a prlmelra dlscussao
do projecto substitutivo ao de n. 3, que supri-
me o conselho de lalubridade*
4 oru mimicado.
THEATUO l)H APOLLO.
Benfico da aetrit loanna anuaria.
Quando se abri o Ihealro de S. Isabel,
a aun i que teve a gloria de eslrea-lo na
quilidade de primeira dama foi a Sr.' Joan-
Da Januarii, que mais do que mnguem
auxiliou o Sr. Germano, coltieo ipplsusos
do publico, o foi ulil i essa primeira em-
presa que tanto lucrou e deu para tantos
e 19o alegres passatempos.
A atriz 15o exaltada por quasi todos n'a-
quella pocba, em nada, eremos nos, tem
diminuido de talento e Jos mais atlributos
de artista. Passa-se o tempo, e com elle
vera a justica, depois de arrefectdas as pai-
xOes que s vezea, seja dito sem applicacao,
levantam mediocridades e doriibam genios
Nunca ouvimos dizer que um talento, por
grande que seja, exclu outro. Na Baha
represeDtava a Sr.' Joanna om uma compa-
niiii mque brilhava mais de um (alomo,
venca, para bem dizer, o mesrao ordenado
que a atriz mais bem paga ; ) trabalhan-
do varias vezes de primeira dama, e squel-
PIUCA. DO RECIPE, 11 DE MAfigO, AS
3 MOKAS DA TARDE.
cotacOis ornoMM.
Csmliios sobre Londres:i27 d. 60d[vidi-
nheiro.
Hilo dito: a 27 d 60 e *0 das de preso.
Ditos sobro Piriz : 838 rs. por f. SO diis de.
praso. _____^^
Movimento do porto.
d?X;& dV^rcn^.r.^^do'd.lr^clel-!' H
ni. o- do exercilo e arinai
dando-.e o nobre deputado no artigo 3.a rio
regula.nenio geral de.... de nove.nbro do anno
i ambas nimios applausos, como ni Poftredas
Tendo dado a hora ruinas, na Marta oama, etc., e islo ha
O Sr Pitiidtnti d a ordem do da, e levan- bem pouco tempo ; sendo ensaiador e des-
era co.npo.io de cinco membro.. RolreUnU.^g^tS^SSTXK"t***"*?' presentar damas centraes? quem deixara
eu julgo que o nobre deputado nesta parte es- O Sr / miden le arare de reconhecer cxce|,enc, dessa ,ctrjz
1 'XZt2XS&^Sf7lJS&!"" que he approvada. i comed!. ? Nflo sor sui falta muito sen-
sBD compo.1" de membro. o.e.do. pelo* j O Sr. I.. Senario menciona o legu.ot. I sivel era qualquer the.tro de Pernarabuco,
governo, mas fazein, aleen desses, parte dellas
os professores que ha pouco citei, que sao o
oinmis.orio vaccinador, o provedor da sade metiendo as posturas
o delegado do cirurgl.io-inr do exercilo; nhun...-A commiauode
lias o nobre deputado, por occa.iao de um U"i reque.imenlo de J
EXPEDIENTE. I o nao tornar as suas companhias incom-
Ilm orncio do secretario da provincia, re- pletsi e incspazes de levar scena cerlos
- da cmara de gara- uran)Mp
U Pauino""si'vn Um d" Prov do 9eu Ulento h dB ser-
aparte, que ha pouco
'mi dizendo que assim
por-sc de seis membros
iiium dar-se nos cor
da ; e agora ests jurando por mim que nunca
amaret, .. Olha, Fernando, tu me f nos mais mocos.... coin tuas coutradicccs,
Entretanto he verdade, meu pobre Joao
tenho algumas vezes, como agora, doudices da
inoeldade.
.- De mais, cielo que o teu ultimo juico he
mais certo que o prlmeiro.
A saber que nunca ficars amoroso ?
Slm ... porque j fui experimentado a es-
te respeito*
Tu Jcao?
-- O que chamas oamor serlo nSo he, segun-
do um selvagem como eu pode fallar dessas coli-
sas, o amor serio Inspirado ao lesino tempo
pelo carcter e pela bellesa?
Oralmente.
-- Ora, viv multo lempo na lnllinldade de
uma das mais lindas mulheres que se podem
ver; ella reuna a belleza um caiacter original
3ne ineagradavs multo; todava nao quel oa>
a amoroso della, entretanto has de Onfessar
que havia de que s-lo..:. pois coubcccs cssa
pesio*.
-- Quem he entao?
A inulber do pobre Jaclntbo,
Ella!....
Nunca sentiste amures por ella?
Nunca 1 admiras te disso ?
nao, porque havia uma excedente rasao
para que te nao tornasse amoroso della.
Que rasao, Fernando ?
Tu o perguntas ?..,no era ella raulher de
Jacioiho ?
Que lem Isao 7
Tu dises que tem Isso P
Donde vem o leu espanto 1
Alada me perguolas Admlttldu na loti-
mldadti de Jaclntbo...,.em seu lar....repara nis-
10 Jbo em seu lar domestico.....cmliin.....
o sinctuarlo de sua anillia......
- iin.'i i l.i que um
lado.
l u n.-in me espralarel sobre todas as consl-
ileaces que elle fe, porque uma parte dellas
j foi sufficicnteinente respondida pelo ineu
nobre amig o Sr. conielheiro Maciel Montel-
ro, mas apenas verel se posso responder a al-
guns de seus argumentos, ou aqulo que su-
puz seren argumentos da j-arle d.i nobre de-
putado, para sustentar o conselho na provincia.
O nobre deputado prinelpiou duendo, que
linba feilo ou mostrado que o conselho era,
multo diverso da commisso de hygiene publi
ca que se pretende crear...
OSr. Aquina: Que tinha mala funcedes.
O Sr. t'iyueira de Mello '. ... entretanto que
e li-io o artigo 5.* da le provincial, que creou
o conselho na provincia e marcou suas attri<
buifOes, e o comparo com o artigo 4. da lei ge-
ral, que creou essas commissOes as provin-
cias, eu vejo que as attribuices sao as mes-
nas; embora essas alt'iuuicdei n^o v<\< \ o
narcad-aS to explicitaiiicnle na lei geral, co-
mo estu na nossa lei provinctjl, ninguem dir
que nao se achem implcitamente incluidas.
!No artigo 4. da le geral de |4 de setembro de
l8&0, se di* que sao attribuices da junta de
hygiene publica : !-. prnpor no gottrno tndu as
medida*,que jutgir nrce&tariat nu convenientes a
bem da salubridad* publica, e informar sob>$ as
qu Ihe foretn indicadas peto mesmo governo; 2.*,
entender nae/feetwa rj'cuc/o das postura daca-
oi'iM muir,r, n/'/ililv a objecto tle snhihrid-.ie
publica, e indicar Ihe as medidas quejulgar necet-
iindi mi convenientes para que se convertam em
posturas' recorrendo pira o governo nos c 'tos dj
ni lujo 7-i da lei do I.' de outubro de 18*8, quando
no for aitendida; 3.", exercer a polica medica
nas visitas di:* mbaxcaecs at agora encarruja-
das a innptcco da sadi do porto, e nas que de-
vnn faier-se nas boticas, lajas de drogas, mercados,
ar i ainxs, e em geral em tudas os lugares, estabe-
Icrimentos e casas, donde possa provr daino a
sade publica.
Ora estas attribuifdes sSo as inesmas que es-
(o no artigo 5.# da lei provincial n. 14 J, que
errla o cousellio de salubribade.
Este artigo declara que pertence ao conse-
lho prorogar a vaccina; visitar as priso'a e ca-
sas de soccorros pblicos; inspeccionar os estabeteei-
mentos industriad em relacho a sade. publica;
examinara planta emaiscircumst*nciasdJi cidadts,
villas t povoafo'es, suas pracas, feiras,matadaurni,
tsterquitinos. etc.; vigiar sbreos tugares de inhu-
maedo; curar dos meios de prevenir as epedimias
devia dar-se o caso de empate, com prejulzo <.ue 2' i"
do andamento dos negocios incumbidos a com- com rendimento da, i
n.Mdi 0 pobre deputado assim se.q "">, ld1 r"ol.hi
respond, com a considera-, cial desde. 1> de ju
bypothese haveria o desem-.Mnle.-A eomnliMa
misso. Quando
exprima, eu Ihe
cao de que nessa
pal pelo voto dequalidade dado ao presiden-
te; e agora accrescentarei, que com efleito es-
matricula de sua aula. sufiiciente para rcotnmendar ao publico o
ao thnouro provin- ,uam. iin,.iA
1 d \mol\ foT drama Clolilde-
ao de insiruccao publica. A generoidade com que, segundo nos
rjHDEM D DIA. consta, a Sr.' Joanna Januatia, ja proropta
Secunda discusso das posturas da cmara Par retirar-se para a Uahia, se presta ainda
4C i C "|il nva.naiu.nit.i, <|UC VUI lUinu ;- j p, _Q- honaflnina dna -, I :. i .,. *a..B MsMa.a.aihs.1
se voto hecom effeito conferido aos presiden- municipal de t lores.
tesdascominisses ou jumas de hyglene pu- s approvadoa sem
blica pelo artigo 3. do regulamento do gover- *;0' e. '*, .... m,mj & ,,-*,
no ge/al de. ..de nvemb.o de 1851, po?s aht I O Sf. ^loueira de Mello manda a mesa o
aos beneficios dos artistas seus companlu-i-
artigoa ros, alim de nDo ficarem com suas familias
inteiramonte entregues a fome e miseria,
lie masque sulllciente para recommeudar
ao publico a proteccSo dessa digna aciri-t.
* #
^
occasiao de usar de urna tal altnbuic
porque nein sempre os votos dos membros des-
sas commissOes se dlvid rao igualmente, como
porqnc pelo artigo 3. do citado regulaiuento,
o vaccinador geral, o provedor da sade e o c-
rurgio-mr do exerciio smente faiem parte
das commissdes, ae existirem nos lugares, em
que ellas fu/en. creadas, e conseguinleiuenle
se par acaso faltar um ou outro dcstes empre*
gados, a oommisjo vem a compi>r-sede ciuco
COMMERCIO.
m
to retirado a pedido de seu autor. a.....
Verificando-se nao haver casa | FAfjpirc.
O Sr Presidente dlsllOJ ordjm O dta Rendiment0 do dia 11.....4:805,725
Si di Urda Oescarregam M* 12 demarco.
------------------------.. Barca americana -- Uenriet familia de
epaiticao de polica. trigo.
p'MtTE DO'DIA l DE MAHiJO. Palacho belga Rosalie ~ mercadorias.
Do interior da irovinnu nada consta. Brigue porlugnoz -- Marta Feliz idem.
/Taiiios entrados no dia ii.
Rio de Janeiro 15 das, escun hinove-
riana Ludwig & Elisse de 98 toneladas ,
capitSo i. H. Biertnann equipsgem 7 ,
em lnsi.ni ; a Viuva Amorim & Pililos.
Barcelona 32 das palacho bespanliol
Generoso, de 136 toneladas, cspitSo Pe-
dro Pons, equipsgem 10 carga vinhoo
mais gneros ; a Joo Pinto de Lemos &
Filho.
Santa Cathsrina -29 dias, brigue brasllel-
ro Paquete de Pernambucn, de 19 tone-
ladas.cspitUo Jeronymo JosTelles, etiui-
psgem 13 carga familia e lastro de po-
dra ; a Leopoldo Jos de Castro Araujo.
Passageiro, Emilio llenrique Mafra, com
sua senhora e S fllhos menores.
Rio Grande do Sol -- 27 das escuna brasi
leira Santa Cruz, de 115 tonelladas, capi-
Uo Candido Frederico da Cunha Bilen-
court, equipagem 10, carga carne: a Joo
Francisco da Cruz. Passigeiros, Joaquina
Pereira de Sa, 1 sobrinhoe 1 escravo.
Pblladelphia -- 27 dias, barca americana Mn-
nesota de 366 tonelladas, capitfio James
Veacock, equipagem 13, carga, fazendas e
familia; a Deane Voulle & Compinhia.
Passageiro, Charlos F. Forster.
lYi.in'oj sitiados no mesmo dia.
Bahi-- brigue escuna de guerra brasileiro
Olinda, commandante o primeiro tenante
Bernardo Antonio Loureiro. Conduz e
Exm. Sr..Vctor do Oliveira e sua familia
Liverpool -"- galera iogleza Culumbus, capl-
t3o Richsrd Goble, carga, assucar e al-
godSo. Passageiros, George CUadevick,
sua seoliora o 2 Tlllios, J. YVesloinmau
Laesso, Gustavo B. Lsesso.
Buenos-Ayres por Montevideo patacho
hollandez llernardus, cspitSo B. II. En-
gelsman, carga, assucar.
EDITAjES.
individuos, e eolio o presidente nao lein ne- Das partes dos subdelegados desla cidado Barca ingleza -- Bella idem.
ces.idade, nao tem o dlreito de usar do seu vo-
to dequalidade para desempatar as que.(des,
.obre que dividirein igualmente os outros
membros.
Telo que respeiti ao numero dos membros
la. coiiimissdc. de hyglene laoto he ceno, que
estas iccoii.peni de t inembroi, que a nao ler
assim entendido, dcariam as coininUsdes coni-
posias s de dou., pela falta de algn, desse-
proftasores, o que he contra a disposico do ar-
tigo 3.* que quer que aejam compu.tas de tres.
relativas a semana prxima passada nada lmportiu it.i.
consta seno o haver sido pronunciado pelo Brigue nacional Paquete de Pernambuco,
suhdnlegado de San Jos prlsflo e livra- vindo de Sania Catharfna consignado a
ment, como incurso no artigo 205 do co- Leopoldo Jos da Costa Araujo, tnanfTestou
digo criminal, a parda Helena Maria dos oseguinte:
Prazeres, por ferlmenlos graves que llzen 1330 alqueires farinha, 40 toneladas las-
em Virtuosa Maria dos Prazeres. tro de pedra ; a ordem.
llontem, s 6 horas da larde, foi espan- CONSULADO GERAL.
cado Antonio Mana O'Connell Jersey, re- Rendimento do dii 1 i 10. .15:894,259
...dador do peridico Paladim pelo inspector dem dodi 11........1:510,408
A. cominis.des, segundo minha oplnlao, coin- de quarteiro Jo3o Athanasio Botlho, o .------__
pocin-e en. primeiro lugar de tres membros, Iqu,| [,'iinl'i'iii he empregado na alfandega, 17:404,667
nomeado. pelo governo. e vaccinador geral, I uizen,j0.se Keralmenle ler sido este espan- ._________
['orU arinadTaue" ciX'ma"."^..^ n^.n I """"0 motivado por grandes insullos que DIVERSAS PROVINCIAS.
,o ou ada que accidentalmente P"" | Anl(jnJ0 ,, n8o cess.va ,le dnig.r em Rendimento do dia 1 a 10
Que mal. ?
Ou.arias tornar-te amoroso de sua ma-
inel f
E porque nao ?
Jou...no te reconheyo mais....
K eu, meu bom Fernando, nao te coni-
prchendo com esse leu ar pasmado.
Nao teulio o direilo de aam fcar ao on-
vir-te fallar deste modo ? a ti Joao, a ti que 4.
a propria honra, a ti que s a lealdade per.on-
niflcada ; a Ii que Tost educado por urna mil,
como a tua... uum inulhcr dos lempos an-
tigos :'
Onde queres Ir ter com isto ?
Nao, n.-in crerel uunca que tenhas sido ca-
pas de trahir indigoamcute a amizade e confi-
anca de Jacintho.
Tral.i-lo...por tornar-mc amoroso de sua
mulher ?
Que / pois nao seria io trahi-lo, e tra-
lii-ln pelo modo inai. indigno ?...
Ve.n c, ineu bom r- croando, e.cuta-me,
tu di..e.te anda agora, que nada se deve ju-
rar, que o amor ve.n, mo grado no.so, sem
que nelle pensemos, nao foi assim '
Slm, pon:iil...
Deiseino-nos de por.n, di.seste isso ou
nao P
Sem duvida, di.se.
-Logo cin que loria eu trabldo a ainiadc
de Jacintho loroando-me mo grado meu amo-
roso de ua mulher ? Carreo por ventura dl-
aer-te que se esta palias e lornai.e o que
chama... o. romancistas, uma paiso irietitlivel,
eu me fra morto antei que diier u.na pala-
vra de a.nor mulber de nono amigo ?
Ah 1 Joo, liu..' eu te reconheco nl.so I
noli eitou certo de que farias como diies /
achar-se na provincia, e lito porque a lei qjli
que e.aes hoinens p.ticos, vies.e.n aju-
dar a cuuiuii.ses no e.ercicio de sua. attri-
buiedes. Pnanlo, parece-me que o aigutnea-
lo pelo nobre deputado apre.entado de que
ou a com...i.sao de hygiene publica nao be
composia de numero sutncieutc de pei.oas pa-
ra se oceupar dos diliereulea tr.ib.linn que Ihe
sao iuipuSlo.,' ou nao lem a .omina de conhe-
ciuieuto. nece.iario. driles se oceupar em ver-
dadora utilidade publica nao tein valor ue-
nhuin. .
O nobre deputido lambem prelendeo, que
sendo o. coinuiissarfo. vacclnadores, do. mu-
nicipio., os delegados do cou.clbo de salubrl-
dade, nao poderla o nobre deputado na quali-
dade de vaccinador gerol da provincia de res-
ponder pelo siivito doa primeiro., urna vez
que estes dcixassrui de ser pagos, como viria
a acontecer pela eilenco do corpo de lalu-
bridade ....
U Sr. Aquino : Tenho alguma experien-
cia ....
Or. Figueira di Millo: m Mas isto me parece
cstranlio que.lo, de que ae tracta; porque
nos nao tratanio. agora de saber se os coinmi.
Fernandome dlsM Ravmunila rindo-.epre-
liro ter na.cldo neste tempo e ter-te conhe-
cido no Santa-Barbara ; mas tranquilllsa-le,
nunca fcarei amoroso contra minha vontade,
e nonca lerei de malar-me.
-^ Evidentemente, porque dizer que a gente
Ii. .i amoroso contra vontade he um modo de
fallar, he uma eiageraco Nao se di< i mi-
li, m que o amor fere como uma bala de ar li-
diarla.
A t que nada disso sel, meu bom Fer-
nando ; nao tenho nenhuin conbeclinento des-
las cousas, mas tu dlsseste, e eu J tioha novi-
llo dizer multas veses que o amor be vetes
repentino e Irre.l.tlvel.
Oh siui, purin nos romances I Mas ludo
i.so nao pas.a ds erro, e chlineras I ...Coin
este, pretexto, he que colorein a.mal.^idg-
nas Ubertiuagens. Aiio.il de contal o liomem
pode ludo o que quer : assim por eieinplo lu,
meu bravo Joao.,.lu'que tens uma voutade de
ferro, uma Incrlvel forca de carcter, e.tou
certo de que lerels podido Linpedlr-te de lie.ir
amoroso da mulber de Jacintho, se tlvesse. seu-
lldo atacado por es.e .entiinento...
__ Um provavelinente, aiea bom Fernando,
ainda que eu nada te possa alarmar sobre is-
ao, porque, como j te dlise, nunca flquei amo-
roso pela mulher de nosso amigo. Que que-
res Ha scnti.nci.ios ao. quaes sou iniclrj.-
mente eitranho, fallo sobre luo como um ce-
g a reipelio das cores. O ...taino digo do
amor serlo e de suas consequenclas obrlgada,
fldelidade, clume. ele, ele.
Tu nunca foste closo ?
Nunca o fui...
Com cll'elto lito be mu simples coin leus
amores facen.. Mai com uma mulber a quem
seu peridico ao mencionado Botelhu: s Idemdodiall
duas horas da tarde procedeo-se a corpo
de delicio na pessoa do offendldo, o qual
deelarou que pretenda queixar-se do seu
aggressor a fim de promover a sua piinie, lo.
Foram presos: i ordem do delegado do
2077,393
171,098
2:248,491
I xpiuliii un.
Liverpool, galera ingleza Columbus, de
primeiro distncto deste termo, os paisanos 411 1|4 toneladas, conduiio o srguinle: ~
Antonio Jos Bernardo, e Manoel Francisco I20t.saccas com 6679 arrobas e27 libras de
I. 'iie, ignoran lo -se o motivo da pns.in de algodSo, 382 saceos com 2434 arrobas e 31
taes individuos por nSo. os ter acompa- libras de assucar, e 2 barris vinho.
nbado a paite respectivi. tem pela Parahiba, brigue hamburguez
Ed, de 446 toneladas, conduzio o seguinle :
420 remos.
Valparaizo, patacho hamburguez Norma,
conduzio o seguinle : -- 2400 saceos com
12000 arrobas de assucar.
RECEBEDORIA DE RENDAS INTERNAS GE-
RAES DE PERNAMBUCO.
Uojepelai cinco horai da tarde leve lugar o Rendimento do dia 11 .'. 669,965
embarque do Exm. Sr. Victor de Oliveira, el- CONSULADO PROVINCIAL.
presidente desla provincia: reunido, no i.alac o R8nr,ment0 do u, f0.....1:532,962
da presidencia o l-.xui. sr. presidente r. A. Kl- .
DIARIO DE PERNAMBUCO.
RECIFE, 11 DE MARCO DE 1852.
beiro,
commandante das armas, prc
ildente dem do dia II
1:566,379
diculo, de vergonhae de ignominia..
Con t,iuu sin. w .,> .... COIIIO----- i----
ravoe digno amigo tu deveras ter nucido nolainaisesr
lempo de Sparta Parece-me que lerla dito i mim me.mo
- Ohrlgido pelo teu bom desejo, inen bom l de dun uma loa minha amante me .mi aln-
da, e ento he loucura o clume, ou ella nao Oiculo. ae vergouua "'a""-; """
m ama mal, ...e enla-0 de que sirve o ciu.ne ? quererla, tu vlugar a lodo o preco tua honra
De qne erve de que aerVe ? por ventu- em aeu singue r... ,.
ra a gente he senhor disso ? *"<< J'."" Pobrc Fernando- lu c'l
lie ento o mesuio que o amor ?
He cen ve.es peior ; porque trata-se do
amor proprio.
O amor proprio de que, Fernando ?
Essa lie la : a raiva dever-.e a gente
de.presado por amor de uin rival.
Ma. em que he que o teu clume impede
de ser, despresado ?
Nao Impede nada ; porm o clume nlo
raciocina, he um hentiuienlo ceg, fuiio.o,
feroz.
Irra ....estou multo contente de nao ter
jmala que experimentar ea.e aentimento
Tu o experimentariaa'coino qualquer ou-
tro em certa. condicde....Joo! .e fo.se. casa-
do, por eiemplo...
lie e.ta lambem uma queslo, meu bom
Fernando sobre a qual.recela que nao estare-
mos de accordo,..,
_ Porque ?
Bem que, conhecendo lio pouco de casa-
mento como de amor serlo, eu falle ao acaso,
parece-me que se fos.e casado, e que mlnba
mulber...
E que tua mulher te tive.se engaado,,.,
usemos do termo proprio.
Pol. bem t ou eu-lerla motivado pela mi-
nha conducta a InHdelldade de mlnba mu-
lber,...a ento nad. lerla que dlter...
Nada qua dlier Como, nada quadiier?
__ Deiza-.ue continuar, Fernando ae pelo
contrario, eu nao Uve.se motivado ei.a tral-
eo, ento mlnba mulher te teria portado co-
mo urna mlserivel e eu nao terla por ella e-
oo de.prexo.
Mi. o ten cumpllce, o .eu Infame cum-
plice ? Aquelle que e houve.ie coberto de rl-J
linda exagerando....
Nao exagero nada...lili. nao I
Vejamos ou por uma causa, ou por outra
faco minha mulher desgracia ella loma um
amante, coinmeile uma fallar, he verdade, maa
como sua falta nao desculpa a minha. parece-
me que o melhor he evitar o escndalo que
recahiria lano sobre mim como lobre minha
mulher.
Mas o seu cumpllce...dlie-mc...o seu in-
fame cumpllce '
_ O seu cumpllce ?...Eu nenhum mal que-
rerla a esse pobro rapaz, por ter obrado como
tantos outros, como tu mesmo lens obrado,
encantador malvado, em multas occailes sem
duvida lempre que tem tldo que comolar es-
posas Inlelixea e perseguida., pol. supnonho
que he a Isso que chainas amores senos 1
Meu charo Joao, fallamos em ger.l nao
se trata de mim....Sanente pretendo que se tu
te visies indignamente engaado por una
aalher a quem amalara, a quem nao tivea.es
dado senao provas de ternura, .ficarlaa furioso,
.i,o irlas balter-te al morie com o eductor
de tua mulher, com o Infame que llveue des-
truido tua fellcldade, que te houvesse deshon-
Deshonrado Nao de certo julga-me to
melindroso como qualquer .obre o verdadeiro
ponto de honra, por.n nunc. julgarei minha
honra compromettida, nem sequer levemente
ofl'cndida, porque uma mulber, que eu tiver
julgado digna de minha affelco se porte para
couiigo como uma iniseravcl,
Pela inspectora da alfandega se faz pu-
blico que ficou trinsferida pin o dia 12 do
correte a irrercitaco em hasta publica
porta da alfandega, de 2 caitas cora 157,000
varas de cordSo para vestidos no valor de
471,000 rs., sendos arromatacSo livrededi-
reitos ao arrematante. Alfandega de Per-
nambuco, 41 de merejo de 1852.O inspec-
tor inferido,
Bento Jos Fernandes Barros.
O lilm. Sr. inspector da thesouraria
da fazenda desta provincia, minda faier
publico que os exames a quo tem de proce-
der-se para preenchimento das vagas exis-
tentes na me sm a reparticSo teiflo lugar noi
das 13 e 15 (docorrente) sendo os dos pre-
tendentes aos lugares de praiicantes no dia
13, e os d'aquelles que se destinam ios lu-
gares superiores no dia 15. As pessoas por
tanto que esliverem babelitadas deverSo
comparecer As 10 horas dos mencionados
dias.
Secretaria da thesouraria de fazenda de
Pernambuco 8 de marco de 1852.
O oflicial maior interino,
Emilio Xavier Sobreira de Mello.
-- Olllm. Sr. ollicial-maior servinio de
inspector da thesouraria da fazenda provin-
cial; em cumprimento da ordem do Exm.
Sr. presidente da provincia, mmda fazer
publico, que nos dias 22, 23 e 26 do corren-
te ir a piuca para ser arrematado, perante
o tribunal .ilmini.lraiivo da raoemo tbeaou-
i ariii, a quem por menos (izer a obra do se-
gundo I-.neo da estrada da Escada, avaliadi
em 11:584,210 rs., e sob as clausulas espe-
ciaos abaixo copiadas.
A arrematacSosera feita na forma dos ir-
ligos 24 e 27 da lei provincial n. 286 de 17 de
in .in do 1851.
As pessoas que se propozerem a esta ar-
rematacSo comparecam na sala das sessdes
do mesmo tribunal, nos dias cima men-
cionados pelo meio-dta, competentemente
habilitadas.
E para constar se tnandou aflixar o pr-
senle o publicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria da fazenda pro-
vincial de Pernambuco, 3 de marco de
1852.
O secretario,
Antonio Ferreira d'AnnunciifSo.
Clausulas etpeciaes d'arrematado.
1.a As obras dependentes desta arremata-
cSo serSo feilas de conformidade com o or-
namento approvado pela directora em con-
selho e i presentado neste data ipprova-
980 do Exai. Sr. presidente da provincia ni
iii.pnrtaiii.'iii de 11:584,210 rs.
2.a 0 arrematante cooiecar is obras no
prazo de um mez econcluir noprazo de
um anno, ambos contados da data do termo
de entrega d'arrematacSo.
3.a A imnortancii oesla irremalacSo se-
r paga de conformidade com o art. 39 da
lei n. 286
4.a Para tudo mais que nSo est determi-
nado nas presentes clausulas seguir-se-ha
o que dispOea lei provincial n. 286 de 17da
mam de 1351,Conforme.
0 secretario,
Antonio Fernira d'AiinuiiciacSo.
-- 0 Ilion. Sr. llicial-inaior serviodo de
inspector da thesouraiia da fazenda provin-
cial ; em cumprimento da resolucSo du tri-
bunal administrativo, manda fazer publico,
quo vai novelmente a prac,a para ser arre-
matado no dia 18 do correte a quem por
menos flzer a obra dos coocertos da ponle
dos Carvallioa, avaliada em 054,500 ra., lo-
mando-se por base d'arremata(ao o offere-
cimenlo de 11 por cento de abalimenlo fe i -
i T~ Ii' i i a*a>Ta^MaMaawaaa.aBWaraaga*a|
_ Olha, Joao...tu me espanta* com o teu
sangue fri, e...
Eu nao pude continuar. Madama Raymundo
entrou, e disse-me sorrindo :
Mr. Duple3sls, temo que um colloquio
mais longo l'adlgue a meu filho '. venba simples-
mate para leva-lo daqul.....
Slm, di.se Joo, consinlo nisso, mlnlia
mal, sob cundico de que Vmc. me delxar le-
vantar-me um pouco esta tarde...He preciso
pelo menos que Fernando nos aprsente sua
mulber.
.- Se fores prudente..... multo prudente
d'agora al enlo,respondeu madama Ray-
mundo sorrindo, talvex que po.ainos aiientlr
a leu pedido...
Que acba Mr, Duplessls l
Nao ouso, (enbora, ter oplnlao a este rea-
pello...He fcil ver-se que Joo ainda lem fe-
bre. ,c talvez nao fosie prudente...que se le-
van lasse to cedo,
Bello...ento te pdes do lado de minha
ml...fngtato amigo...
Tomemos um mel lermo--dliae mada-
ma Hnmundo a sen filho,ic d'agora at .
larde tua febre ie acalmar, permiltirei qua te
levantes uma meia hora depois de Jaotar para
que Mr. Duplessls le pona apre.enlar >ua
oiiillier...
A.Jim seja,rll.se Joao ;nao tenho von-
tade, sao dous contra mim. Smente ae eu for
condemnado a ficar de cania peco qua Fernn*
do venha faser-mc alguma coinpanhla : he isso
uma compen.aco que elle me deve.
Promettl a Joo fa.ei o que elle me pedio, e
deliei-o su com suarni.
(CoMinuar-M-Aa.)
ti
KV
.>
] MUTILADO
/


7:u
m
Precisa-so de um mestre e pratico para
Jtomarconta do urna embarcarlo de lote de
forma dos ir- passageiros escravos a trete para ola2tone|lidiieprompto8egulrviagempri
to por Piiippe Binicio caralcaotl de Aibu- bre de primeiri'marcha s receber.
luerque.
A arremaUcSo aer feita ni ------ .
tigoisie 27 iia lei provincial n. 28 de 17 que tem excellentes commodos ; a
^Tpes'so.Mu. .epropozerem.e*.r-!'"> rua do Collegio n. i7e-
remitacfio comprecam na sala das sessfles gur do andar ou com o capitao
do mesmo tribunal, nos dias cima mencio- MnnlJos- Rihnirn
nados pelo meio-da, competentemente ha- wanoel -**80 "DeirO.
Para a l'arahiba.
Pretende sahir al o lia 17 do correte, o
hiato nacional Parthibano : quem no mes-
mo quizer cirregar, dirija-se a ra do Viga-
rio n. 6, ou ao mostr Victorino Jos Perei-
i ,i, a bordo.
Para Lisboa segu no da 16 do cor-
rete o brigue portuguez S. Domingos: an-
da recebe alguna carga e passageiros : a tra-
tar com ocipilgo Manoel Conexivos Vianna,
o com o consignatario Joaquim Ferreira
Hendes Guimares, na ra da Cruz n. 57, se-
gundo andar.
-- Para o Porto seguir al no fim do cor-
rete mez a bem connecida barca portugue-
II Santa Cruz, capilSo Manoel Francisco No
3
bilitadas.
E para constar se mamlou ailar o presen-
te e publicar pelo Diario.
Secretaria da thesourarit da fazenda pro-
vincial de Pernambuco, 7 de margo de
1859.
O secretario,
Antonio Ferreira d'AnnunciacSo.
Clausula! esptciaei 'arrematarte.
1.' Oi reparos da ponte dos Carvalhos se-
rlo feitoi pela forma, sob as condices e
do modo indicado no orcamento spprovado
pela directora em conselho, e apresentado
ao Exm. Sr, presidente da provincia na im-
portancia de 954,500 rs.
.* As obras principiarSo noprazodeum
mez e serio acabadas no dequalro mezes gueira : recobe carga, e tem excellentes
ambos contados da entrega do termo d'ar-
rmtcflo.
3.a O pagamento ser feito em duas pres-
taches iguaes, sondo a primoira quando ti-
ver feito ametade da obra, e a segund
qusndoestivcr concluida a obra.
4.' Durante a execucSo d >s obras ser o
arrematante obrigado a dar fcil e comino-
do transito ao publico.
5.* Para tudo mais que nSo estdetermi-
nado na presentes clausulas seguir-se-ha
o que dispon lei provincial n. 286, de 17
de maio de 1851.Conformo.
O secretario,
A. F. ifAnnunciicHo.
Declarares.
O Sr. iir. chufo de polica interino di
provincia, manda fazer publico para conbe-
cimento dos interessados, que d'ora em
diante no conceder passiporlealgum pa-
ra escravos que forem exportados para fra
da provincia, sem que se Ihe appreseole fo-
Iba corrida dos mesmos escravos, alim de
que a polica possa saber se estes se acham
santos de crimes.
Secretaria da polica de Pernambuso, 9 de
marco de 1852. Antonio Jos de Freitas,
primeiro amanuense.
-O lente encaneg lo do reconhecimen-
to, medicflo.deni.rcafiodos terrenos dema-
rinha, convida aosSrs.CaeUnol'ereira, Hay-
mundo Nonato da Silveira Souto.eFrancisco
Goncalves de Arruda, a comiiarecerem na
casa desua residencia, na ra Direita n. 78,
aflm de Ihe darem alguns esclarecinientos
sobre os terrenos, para poder informar os
respectivos requerimanlos, que panno em
suas mSos.
O annuncio feilo dias polo nono ba-
t.lho de infamara sobre a maoufactura-
cfio de seu fardamento grande, e que por
inconvenientes fui mandado suster, tem io-
teiro vigor: quem quiscr d'elle encarrr-gar-
se, ou vender os pannos, pode dirigir-se no
da 15 do corrente serretaria do batalhSo
as 10 horas da manliSa com as amostras e
seus ltimos presos : podero vir tamben)
os srigueiros que quizerem fazer as barre-
tinas.
COMPANHIA BRAS11.EIR4. DE PAQUETES DE
VAPOR.
Sendo notorio que frequentementeos pas-
sageiros que viajam nos vapores da compa-
nhia dos paquetes, transportaui clandesti-
namente em suas bagageus avultsdas q'uan-
tias de dinheiro, ttnlo de conla propra,
como alheia,defraudando assim a companhia
em uin de seus ramos do rnndimeuto; o
abaixo assignalo gerente da companhia bra-
silcira de paquetes de vapor, faz scienle, que
nSo sur permillido a passageiro alnum levar
comsigo maior quenlia de 1:000,000 rs em
qualquer especie. No caso de. desconfanos
(le contraveneno, os agentes da companhia
e oscommandanloi dos paquetes, podero
mandar examinar as bagagens, e sujeilar ao
pagamento de frete duplo toda a quantia que
fr encontrada, e exceder quell < sornma.
Marcelino Jos Coelho.
comnodos para passageiros : trata-se na
ruado Vigario escrplorio n. II, 1. andar
ou com o cap tilo.
Frota-sn a tarcaca Tentadora Feliz de
lote de 35 a 40 caixas,fabricada e promptaa
seguir viagem para qualquer porto do Norte
ou doSul, e tambem >e vende a dinheiro ou
praso com firma que agrade aos pretenden-
tes podem dirigir-se a ra larga do, Rozario
n. 18 que acharao com quem tratar.
Para o Rio de Janeiro.
No dia 14 do corrente, sahe in-
falivelmente, patacho nacional Bel-
la Anitta: para passageiros e escra-
vos a frete, trata-se com Manoel
Alves Guerra Jnior na ra da
Cruz n. 4<> primeiro andar, ou
com o capitao Manoel Jos de Sen-
na Martifls, na praca.
Para o liio de Janeiro vai
sahir com a maior brevidade pos-
sivel, o patacho nacional Alegria ;
para o resto da carga, passageiros
e escravos a frete, trata-se com
Novaes & Companhia, na ra do
Trapiche n. 3i}.
Para o l io de Janeiro s"gue em poucos
dias o patacho brasileiro Felicidade : quom
no mesmo quizer embarcar escravos ou ir
de passagem, dirija-se a ra da Gadeia do
llcolo n. 39.
Para o Rio de Janeiro, se-
gu viagem, a barca nacional Fir-
meza, pregada e forrada de cobre,
de mnita veleira marcha : para
carga, passageiros e escravos a fre-
te, para o que tem exccllentes-com-
modos, trata-se na ra da Cadeia
11.40, ou na praca, com o con-
signatario Manoel Francisco da
Silva.
Leiloes.
qualquer porto do norte, para onde pretende
navegar: aquelle que tiver relacCes com es-
ta praca e a da Parahyba, Mamanguape, etc.,
e que goze de bom crdito, pode diriglr-se a
botica do Sr. Vicente Jos de Brlto, na ra
da Cadeia.juntoaoerco da conceicao, que
achara enm quem tratar.
-- Os abaixo assignados fazem publico que
elles teem diasolvido amigavelmente a sc-
ciedade que tinham na luja de ssleiro sita
na ra Nova n. 47, e que gyrava sob a dril.
Coelho & Caroeiro,ficando de ora em
diante o mesmo esl heleci monto com o mes-
mo gy.-o o transaccoes, mas sement sob a
direcclo e responsabitidade do segundo
abaixo assignado. Jos Ricardo Coelbo,
Francisco Jos Carneiro.
. -- Dsippireceu no dia 5 do corrente o
negro Manoel, creoulo, de idade 40 45 an-
nos, muito baxo, cabera grande, com muito
pouca barba, cor fula: quem o pegar leve-o
na botica da ra do Rozario n. 36, que ser
recompensado
-- Manoel Francisco Morera Mais, vai a
Portugal.
Prccisa-se de urna ama p'a o servico de
urna casa de pequea familia: quem estiw
neslas ciroumstancias dirija-se a ra detrs
da matriz da Boa-Vista,na segunda casa que
lica no fundo da igrrja.
~ Jos Vielra deFigueiredo embarca para
o Rio de Janeiro o seu escravo de nac3o An-
gelare nome JoSo, de idade 28 annos.
Napoluiin Gabriel Bez embarca para o
Rio de Janeiro a sua escrava de incflo Angola
do nomo Mara, de idade30 annos, Thereza e
Albino creoulos.
Oab.iixo assignado, vendo o annuncio
do cnsul de S. U. britannlca, publicado no
Diario do Pernambuco de 10 do corrente, re
latlvo a venda da casa do sobrado de 3 anda
res, sita no aterro da Boa-Vista n. 35 que
servio da hospital inglez, declira que essa
casa ho foreira e mais o quintal da mesma,e
tem o mesmo senhor da casa pago foros, e o
torreno de marinha de que fallou o mesmo
Sr. cnsul he nos fundos o junio da mar no
lugar onde elle ltimamente aforou como
mesmo confessa e pode declarar o referido
cnsul. Jos Marques da Silva.
- O Sr. Assencio Luiz Gon-
calves Ferreira mande
do malo uoaile est ,
TBEATRODES IZABEL.
31.a RECITA DA ASSIGNATURA.
Sabbado, 13 de margo de 1852.
Bstra do ador Luiz Carlos Amonto.
Depois da execucSo de urna escollada ou-
vertura, subir scena o magnifico drama
om 5 actos,
O Ermito da Serrado Giltra.
Os principaes papis serio desempenha-
dos pelos artistas Mara Leopoldina, Germa-
no e Amodo.
Comecar as 8 horas.
Os Inlhi tes acham-se venda no legar do
coslume.
IHElifBETPOLlfl.
RECITA EXTRAORDINARIA.
Em beneficio de Joanna Januaria
de Souza Bithancourt.
SABBADO, 13 DE MARCO DE 1852.
De, os da execufSo de urna brilhante ou-
vertura, pela orcliestra represenlar-se-ha
pela primeira vez nesla edade o interes-
santissimo drama em 5 actos:
CLOTILDE.
Personagens.
Christiano.ofGcial de secretaria o Sr. Gui-
mares.
Lespinois, ministro o Sr. Costa.
Raphael Barar, judeu o Sr. Seona.
Uessay, marquez o Sr. Telles.
Jos, criado velho o Sr. Jorge.
Um carcereiro o Sr. Mello.
1 ni criado Caetano.
Clotilde a beneficiada.
A senhora d'Armely a senhora D.Carolina.
Um comissaroda polica 11 Sr. Francisco.
lksignacto Jos actos:
Primeiro o roubo e o assassino. '
Segundo o remorso.
Terceiro o desprezo.
Quarto a denuncia.
Quinto o envenamento.
He desnecessario tecer qualquer elogio
sobre este drama, para que o publico melhor
possa sen 1 ir os seus bellos effeilos scenicos
IVo Om do drama, o Sr. Antonio Maximia-
no, e a senhora D. Carolina, em obsequio
beneficiada, caotarSo o novo j gracioso
duelo,
A Sentinclla da Cadeia.
Dar flm aqespectaculho a bem conheci-
da e applaudiJa Tarca, com o seu competen-
te fandango saloyo,
O CHAPEO PARDO.
A beneficiada, ten.lo de retirar-se para
provincia da Baha, tem a honra de offere-
cer pela ultima vez, ao generoso publico
desta cidade, o presente espectculo, e ca-
pera aquella costomada prolecfBo, que s
fie propiiode um publico illuslrado.
Os bilbetes acham-se em casa da benefi-
ciada, na ra larga do Rozario n. 46, pri-
meiro andar, e no dia do espectculo, no
tbealro, lugar do coslume.
i
Leilloque fazaDomingos Borano, capito
da barca .-; i 'Balilla na sua recente
viagem de Genova para Buenos-Ayres, en-
cilliada no lugar denominado Po-Amarcllo,
por corra e sco de quem pertencer, na
presenta do Vce-consul de Sua Magestade
Sarda ; e o Sr. Jos s pon ti, agento do se-
guro, por intervencSo do curretor Miguel
Carneiro, sabbado 13 do corrente, s 11 ho-
ras da m.-inli j,i, no caos da alfandega, a cer-
ca de vellames, forres, inastareos, vergas,
pannos, correntes u outros pertences salva-
dos da mesma barca.
l.eiUo queCaz Domingos Bozano, capitSo
da barca Sarda Balilli, na sua recente
viagem de Genova para Buenos-Ayres, en
calhada no lugar denomnalo l'o-Amarel-
lo, por conta e risco de quem perlencer,
em presenta do vce-consul de Sua Mages-
lade Sarda; e o Sr. Jos Saporitli, agente
do seguro, por interveiicflo do corretor Mi-
guel Carneiro, segunda-feira 15 do corren-
te, s 11 horas da mandila, no caes da al-
fandoga, a cerca de pipas com vinho, azei-
te em caixas, queijos, papel de peso, dito
de cmbrullio, licores, sab3o e mais gene-
ros que possam sor arremtalos, ludo sal-
vado da mesma barca.
LeilSo que faz Domingos Boiano, ca-
pitSo da barca Sarda Balilla, encalhada na
sua recente viagem de Genova para Buenos-
Ayres no lugar denomina lo Pao Amarello,
onde o arrematante tomar conta; no da
sexta-feia 12 do corrente, as II horas da
nubil por conta o risco de quem perten-
cer, na presenta do vice cnsul de Sua M 1-
gestada Sarda, e o Sr. Jos Saporitle agente
do seguro, por intervencSo do corretor Mi-
guel Carnoiro, do casco, dois mastros gru-
pez, correte, com ancora, bombas, iiioline-
Ic, forrado e pregado de cobre, e mais per-
tences, na pra?a 1I0 Commercio.
-- George Chadwick, ten lo-se retirado
com sua familia para Inglaterra, o correlor
olivenj far leilSo, de toda a mobilia e
ulencilios da casa no campo, que foMa sua
residencia, no Mangumho, sitio do Sr. An-
tonio Cameiro Macnado aios, defronte do
do Sr. Porto, e de mais um cabriolet de a
rodas, para um cavallo, 2cavallos, 1 vacca
de lite, etc. : segunda I'ira, 15 do corren-
te as 10 horas da manha no indicado
lugar.
pagar la
os aa,ooo
rs., que ficou aqui devendo desde
i85o, de alugucis da casa da ra
da l'raia, aonde foi morar quando
casou, visto que o seu prente e
fiador c do Recife, n3o o tem fei-
to at hoje, e nem far.
-- Um rapaz bresileiro, com principios de
estudos, se offerece para ensillar prime-
ras letras fra desta praja : quem de seu
prestimo se quizer utilisar, annuncie por
esta folha.
Rento Jos Fernandos, remello para o
Rio de Janeiro, os seus escravos, Firmino,
ol.ou-enco, pardos; ElesbSo, Christovao,
Simplicio, Magdalena, Narcizs, Clemencia,
c Caetana, creoulos.
O barateirn.
Ti'am-so passapoit-s para fra do impe-
rio por 23,000 rs., folha corrida por 10,000
rs ttulos de resi Icncia de estrangeiros por
5,000 rs., livredodespeza: na ra das Trio-
cheirasn 12, que achara com quom tratar.
- Precisa-so de urna ama de Ieito, forra,
ou captiva, para urna caaa de muito pouca
familia, paga-se bni se gradar ; no pateo
do Terco 11. 21, primeiro andar.
Aluga-so urna mulata, para o servico
interno e exteno de urna casa, coiinha e
oiigomma: na ra do Queimdo, loja n. 10.
O abaixo assignado faz publico, que
perdeu um meio bilhete n. 85, da lotera a
favor das nbras de Nossa Senhora do Livra-
mento ; por isso, avisa ao Sr thesoureiro,
que 1115o pague a outrem o premio que por
miiI' Ihe sahir.
Jo.lo Vicente de Brito Galvo. .
Aluga-se ou vende-so um sitio, com ca-
sa do vivenda, no lunar de Palnameirim,
adianle da Ponte d'Ucht : quom o preten-
der, dirija-10 a trave.-sa do Veras n 15.
- Francisco Hias Ferreira faz publico,que
lena cedido o seu armazem de recnlher do
caes da alfandega, sito no corredor da igreja
di Madre de Dos, so seu ex-caixeiro o Sr
los Joaquim Pereira de Mello, ficando ros-
ponsavel o mesmo Sr. Mello por todo o acti-
vo e passivoque diz respeito a dito armazem,
e o aonunciante desooeradode toda e qual-
quer responsabilidad?.
-- O abaixo assignado pede ao autor do
annuncio inserto nos Diarlos de 9 e iodo
crranlo, que se digne declarar se as iniciaes
E. J de C. que tambem silo do seu nome,
faltando-lhe todava o A, ihe silo dirigidas ;
porquanlo nSo tendo elle abaixo assignado
conirahiilo com pessoa alguma, empenhos
de naturrza alguma, quer mostrar-se a tolo
tempo livre de laes i mpulacties;o pede igual-
mente declare por esta folha sua moradia,
alim do abaixo assignado apresentar-se aoSr.
autor do dito annuncio para se certificar de
que nao foi o abaixo assignado quem fez taes
empenhos, no caso de alguem para esse fim
ter-se valido do seu nome.
Elidi Jamen de Castro e Albuquerque.
Quem quizer e tiver seu dinheiro para
comprar a propriedade deuomlnada Doron-
dongos, com meia legoa de trra em quadro
e algumas matas para tirar madeiras.na fie
guezia de Bom-Jardim, comarca du Limoel-
ro, ja com principio de eogenno d'agoa, o
muito propria para isto, que vista inelhor
conhecerSo rapparega a tratar com seu dono
em dito lugar e abaixo assignado. Assim
como laiiibom urna fazenda de criar gados,
denominada Ovelhas, entre as torres e barra
do Bodorong, termo da Cabaceira da Para-
hyba do norte edaqui bem perto; tem de
trra mil lincas de testada pela beira do dito
no, e tres legoas de fundo para o norto.com
bemfeituriss o todo arranjamento precisa,
como veril o se quizerem: veode-se tambem
os gados quo tem ou tirando-os, senSo qui-
zerem comprar; ficando dita torra e mais
bemfeitorias etc.: a tratar com o mesmo
dono, morador em Dorondongos.
Vinssimo da Silva Pimental.
Alinelo. '
Vestem-se anjos para procissilo, com o
maior asseio possivel e elegancia, o prec,n
he o mais coinmodo possivel, assim como
se alugam azas para os meninos aojos : na
ra da Cruz n 27, segundo andar.
-- l.ava se e engomma,-se com todo o as-
Loteria do Rio de Janeiro.
aos 30:000,000 e 10:000,000 de rs,
O cautelista Salustino de Aqu-
no Ferreira avisa ao respeitavel
publico, que as suas cautelas e bi-
llictcs da lotera das Agoas Virtuo-
sas da Campanha, e da aa lotera
do Theatro de S. Pedro de Alcn-
tara, estilo nicamente *a venda .'
na praca da Independencia n. i3 e
15' loja de calcado do Arantes ,
e na ra da Cudeia do Recife n.
46, loja de miudezas de Jos For-
tunato dos Santos Porto. Avisa
mais que no dia ao do corrente, de-
ve chegar do Sul o vapor da com-
panhia brasileira, e no dia 22 des-
te mez, o vapor inglez Tay, con-
ductores das listas de ambas as lo-
tera?, e s5o pagos inmediatamen-
te sem ganancia alguma, todos e
quaesquer premios que saliirem
nos bilhetes e cautelas, vendidos
as lujas cima mencionadas, logo
que receber os listas.
Bilhetes
Compras.
Compram-se escravos, ou escravasda
qualquer idade, que nflo sejnm doenles, pa-
gam-se bem: na ra larga du Rozario, loja
Compram-se urnas porta de amarello,
em bom uso, que tenham 5 pal nos de lar-
gura o 12 l|2 ditosiln altura: a tratar 11a ra
do Vigario 11. 19, primeiro andar.
Compra-so um sillio pa'a senhora,
quo esleja em meio uso, com os seus com-
petentes arreios : na ra do Queimdo, lo-
ja n.39
C mprrrVsc urna mulata, que
seja linda, anda que notenlia ha-
bilidades, e alguna escravos creou-
los: na ra do Trapiche n. 36, se-
gundo andar.
Cumpra-se ums pardinha que nSo lenhi
mais de 12 anuos de idade : na ra da Cruz
n. 45.
aa,ooo
11,000
5,5oo
a,800
Aleios
(Ruarlos
- itavos
Vigsimos i,3oo
- Quem tiver para vender alguns lan;os-
e froiihas de lavarinto de bom goslo, dirija-
se a ra do Trapiche Novo n. 12, segundo
andar.
-- Precsa-sealugar um moleque diligen-
te e soni vicios para o servico do urna casa
de pouca familia; o niio se duvida pagar bom
se elle fr hbil dirja-se a ra das Trinchei-
ras 11. 19, sobrado do dous andares.
A pessea do 10 a 15 annos que quizer
servir do criado, appareca na rill da Cruz do
seio pelos precos segumtes : calcas e jo-freir na botica do Loureoco l'olro .las Ne-
gue/as a 100 rs., e camisas a 80 rs.. collcles ves quo iahirt com quom lnllnr.
a 60 rs e toda qualidade de roupa por di-
minuto prc?o : na ra da Viracho n. 33.
Oabaixo assignado ruga se Sr. colec-
tor o obsequio risca-lo da lista dos* colcta-
dos, pois deixou de vender agoardente, des
de o dia 3 do corrente, como j o annun-
cou neste Diario, requereo aoSr. adminis-
trador para ser iluminado, o qual mandou
informara sua merc, e at hoje nada de
ini iiiii,ii, i.., j diz que nSo tem ordem
e como nSo se pode hir mais sua casa por
ser muito louge, se Ihe faz o presente an
nuncio para em tempo competente servir de
prova. Antonio Joaquim Salgido.
Precisa-so de urna ama que saiba fazer
todo o servico de urna casa, allaocando sua
conducta : na ra do Apollo n. 19, primeiro
andar.
Precisase fallar ao Sr. JoSo de Dos C-a
bral : no armazem do caes da Alfandega
a.5.
Francisco Gongalves Netto, vai a Eu-
ropa.
JoSo Fernn ios Antunei, subdito por-
tuguez, relira-so para fra do Imperio.
Manoel da Silva, subdito portuguez ,
retira se para fra do Imperio.
-- a ru da Senzalla Velha n. 96, preci-
sa-so iie um bom furnniro.
Maia llamos fie Companhia, pelo presen-
ta avisam a todas as pessoas, que sejulga-
rein seus oradores, por qualquer tildo, que
no praso de 8 das, a contar da data destu
queiram auresentar suas cuntas, alim do se-
ren legalmente pagas.
Rugase a pessoa a guem urna negra
desse na qua.ta l'era de cinza, ou n'outros
dias, una bandoja grande, para guardar: o
favor de annuociar para ser procurada, vis-
to ella ter desapparecido.
.it l'recisa-se de una ama seca *i en >
f t"ii la de cosinlij, dan lo-so bom or-
i ilena.i.., conforme o sou trabalno, a r<#
O abaixo assignado faz scienle ao pu-
blico que retira para a illia da Madoira
para companhia do sous pais a seu mano An-
tonio Gomes Jardim.dn ineuor Ua lo.
Jo3oGomes7ardim.
Precisa-sede urna pretl P vender na Z uuizer apnoeca: na ru do 9
., .. f.. .... ..I,.,,,,, .,..-.,,..,. an. ,..ki ilil..... A ... r *.
ra e fazer alguin servirjo em casa : quem a
Suizor dar em aluguel, dirija-se ao aterro
a Boa Vista, venda n. 43.
-- Perdeu-se urna banda de soda, com ba-
calhos de retroz epernas deouro, desde a
praca da Boa Vista al a pra$a da InJepen-
lencia : a pessoa a quem fr offurecida, ou
_ Caes por detraz da ra do Bruin, f
9 dentro do Recite, nico sobrado que '**
* tem no caes, sendo de 2 andares e
% pintado por fora de encarnado: Q>
O Sr. I.oiireue.) Carneiro da Silva, tno-
forra
tiver 'St7^U^7mmM- ridornoeiwai.no Taquari, queira U.rijir-
p^c^X^u^T^mmnio' S? as Cinco Pontasn.ai .negocio que Ihe
-- Prccisa-se alugar urna negra para o ul ,fp''. ____. ...
servico de urna casi de pouca familia : a ^oc.s.-se do urna ama de leUe,
trata? na ra larga do Bozano n. 26, loja de ou escrava para acabardecnaruma enanca:
miudezas. ni* Cinco Ponas n 21. ,
- Aluga-se um preto peritamente ro- -OlTewca-M um horneo, portuguez para
finador : na ru d. Senzalla Velha n. 98. lellor ,le '"?. q,ja!tai" b"u"'1.9 P1
Boa aratificacilo quem o precisar inja-se a ra da Cadeia
Na madrugad, do dia 10 do corrento de- du ReNcire"- primeiroandar. "
sappareceu da Torre o preto Joaquim creou- ""?^fUJ Senzalla Ve ha n. 96, preci-
lo"representa ter 30 annos, bnditi lisura, am furneiro e uin c>IXBiro P"B
estatura regular, bem barbado, com suissss 'liu 8,',','.:
por biixo do quixo. clieio do corpo, lev... ~ Oorece.ie rapaz portugus para
caixeiro de vonda, ou oulro qualquer esta-
Avisos martimos.
Para o l.io de Janeiro sai no
d i 13 do corrente o brigue nacio-
nal Recife forrado epregado deco
\
Avisos diversos.
Acto de piedade e odifiicar;9o.
No domingo 14 do corrento, lo n a r-
mandade da muito gloriosa i na ge ni do Sr.
Bom Jezus da Cruz, erecta na igreja do Ko-
zano da Boa-Vista, do a conduzir em sol-
lemne procissfio, fazendo o seu prestito, s.i-
bindo de sua igreja precorrondo a m sur.
ra, seguiudo pelas de da S. Cruz, Gloria,
por tr.z da Matriz, Atterro, Nova, Cabuga,
Crespo, Collegio, Estrella do llozario, Paleo
do Carmo, ra das Flores, Aurora, Formosa,
Hospicio, praca da Boa-Vista, ra da Con-
ceici.i, Pires, Velha, Travessa do Veras, Ara-
gSo, recolhendo finalmente pela frente do
Rozario. Roga-sn por tanto a todas as pes-
soas moradoras em todo este transito, de
consevarrem por esta occasio ss frentes de
suas habitafes no melbcr estado de aceio
possivel, afim de que este aclo 13o solemne
se torne mais magestoso, e edQlcante ; ou-
tro sim se faz saber que de hoje ai ao dia
da festividade, irmandade om corporacSo,
vesiti.r.io as referidas ras, pira receb. c
dos devotos do mesmo Sr. quaesquer quan-
las, que a suas vontsdes e devoco sugge-
rir, alim de que esta acQSo so torno tanto
mais mageatos como edificante.
Desappaiecou no dia 9 do corrente pelas
6 horas da tarde 1 escravo de nome Rayman-
d'1, bem conbecido por ser bastante cambado
daperna direil., queencosta ojoelho n. ou-
tra perna; cor fula, e por ser nieio maluco
parece ter Ihe dado o ar de vento ; levou cai-
fa e camisa, e cooduzio urna baca velha de
latSo : quem o pegar ou dalleeouber noti-
cia, dirija-se.ru do Queimdo n. 14, que
ser gratificado.
do um cavallo alasao capado que furtouda '".' "mu,'ouu,r ?u
estriban; frente aborta, 4 ps calca los, bem be,1"1"! '" P,r* t0mar ^ ,"" baU"J
carnudo e bastante ardigo; levando um se- "J?"?l,,r.\0 2" b"S1l""t8i'araCi i
Um de pagem quasi novo, um matulSo de c e da fiador a su conducta: quem de eu
couro de carueifo com roupa, urna jaquel P"timo quier ulil.s.r dinj.-ie a Pra-
de couro e um par.-poito juga-se i calca- ',a' d",10 as 2 da "rdu 1uo ,c"ara
do, levando um clavinoto que foi granadei- w"JffS l",. ., .. ,
ra.'que tambal furtou ; julg.-so ter tomado JffZ"!,eo,u,e *l"*G'"""f lendoi)e
a str.da do Limoeiro ou l'elras de Fogo, retirar-se para Portugal no prximo vapor,
-- Precisa-sc (leSofilciaes de alfaiate .|o
obras grandes : na ra Nova n. 18, loja do
M. A. Caj.
Manoel Jos dos Santos, embarca para
o Rio de Janeiro, a sua escrava, de nomo
'Maris.
O Sr. Antonio Jos da Silva Cuim.riles,
queira annunciar sua morada, ou dirija-se a
loja desta typgraphia.
-- Jos Alfonso Moreira, embarca para o
Rio de Janeiro a sua escrava Mana de
DIOjfo.
-- Aluga-se o loro 'ro o quarto andar do
sobrado da ru larga do llozario n. 36 : a
fallar na botica do Barlholoineu Francisco
de Souza,
O Sr. acadmico Francisco deAraujo
Barros, queira por obsequio apparecor na|
ru doMatliias Ferreira, sobrado n. 6, a ne-
gocio de sou interesse.
Roga-seaoSr. Bernardo Luiz Ferroira,
queira api aroc t em i iliu I., na ru do Ma-
linas Ferreira, sobrado n 6.
Jos Francisco .la Silva, mudou o no-
me para Jos Francisco da Silva iivcira, por
liaver oulro de igual.
Norberlo Joaquim Jos Guedos, embar-
ca para o Rio do Janeiro, o s:u eicravo .ar-
do, de npme Marcollino.
Precisa-so de 2 pretos, para trabalhu-
rem em relinacto : quem os tiver e os qui-
zer alugar, dirija-se a ra das Cruzcs n 21,
para se tratar.
O caulelista Fari i Barbosa continua a
pagar sem d.sconto algum os bilhetes pre-
miados da 21 loteri do theatro do S. Pedro
e tem a vonda bilhetes da 22 do mosino lliea
I...: no Pateo do Colbgio, casa do livro
azul. A Mata ve i. infallivelinente no vapor
inglez de -20 do corrente.
O francez Norat, recoolcmenle chega-
do avisa ao respeitavel publico que tem no
hotel Francisco um lindo sorlunento de
joias de ouro, o brilhanlos: tu lo por presos
muilo rasoaveis.
No pateo di ribeira de S. Jos n. 15,
lava-se e eagomma-so com perfoic,ao e ac-
ceio.
Precisa-se de um feitor, quo trabalhe,
para um sitio perto da prar^a : na ra Nova,
no primeiro andar do sobrado n. 26.
-- Aluga-se um moleque, ou urna negri-
niiii, para o servico do urna casa do familia,
paga-se hem eda-se bom tratatnonlo : na
ra do Hospicio n. 5.
Precisa-so do urna ama par. o servido
interno de urna casa de pouca familia: quem
se adiar neslas circunstancias, dirija-se a
ra das Trincheiras, sobrado de 2 andares
n. 42.
Propo-se s administrar qualquer en-
genho, urna possoa que tem as habilitaces
necessarias : quem do seu presumo se qui-
zer utilisar, dirija-so a ra Nova, loja n. 49.
Precisa-sc alugar alguns escravos acos-
lui'u.iii- ao servico do campo : quem os^i-
Compram-se as seguinles
qualidades de grao, mamona, ou
carrapto,' mindobm descascado e
andyroba : a tratar com Correia
Leite, na ra da Cruz n. 4o, pri-
meiro andar.
Compra-s uinbilhar eumjogodebi-
gatella, nao se repara ao uso que possam
ter, aendi) barato, dirija-fe a ru. da Cadeia
do (terife, fabrica do cnaneus de Joaquim
Luiz Vioira alii se dir quem quer.
Compra-so urna Casa terrea que estoja
em bom estado; na ra AiiRusta, Agoas-ver-
de, roa de lio. tas, p.teo dn Carmo, S. Podro,
pateo do Tarjo e ra Impeial : qu*m tiver e
quizer ven lor dirija-se a ra do Livamento
o. 4.
-- Compn-so um violSo, do muito gosto:
na rua do Noguolra n. 39.
-- Compra-se um berco em segunda mo:
na rua dn finia n 64.
Na botica da ru do Collegio n. 6 se
compra panno velho de lin'io.
t&* Compram-se escravos de ambos os
sexos, com habilidades, ou som ollas, para
lora o dentro da provincia, paga-se multo
bem, ten lo bonitas figuras : na ru das La-
rangeiras n. 14, segundo andar.
' Compram-se garrafas vasias a 6,000 rs.
o cento ; na travessa da Madre de Dos ns.
4 o 6 ou na reslilieilo na prai de Santa
Rila.
Vendas.
Lotera do l'uo de Janeiro.
Aos 50:000,000 de rs.
Na loj 1 de miudezas da praca da
Independencia n. 4. vejidein-se bi-_
Ihetes inteiros, mcos, quartos, oi -
tavos e vigsimos, a beneficio da
aa. loleria do theatro de S. Pedro
de Alcntara, ;.um resto deanie03
bilhetes, qoai iir. i.Ni'i'd.eou's e vig-
simos, a beneficio de um hospital
das Agoas Virtuosas da Campanha;
vciii as listas das duas loteras no
primeiro vapor que chegar do Rio
de Janeiro.
Vende-se um cavallo de es-
triliarU, ptimo e novo, por preoo
commodo : no aterro da JJoa Vis-
ta n. 75.
l'arinha de mandioca.
Vende-se superior lariuha de
Santa Calliaiina* muilo em conta:
no armazem n. 7, defronte da Al-
landega, de .los Joaquim Pereira
" de 31clio, on a tratar no esorpto-
rio do Novaes tk Companhia na
rua do Trapiche n. 34.
I'ara fechar contas.
No escriptorio de Novaes &c
Companhia, na rua do Trapiche
n. 34, segundo andar, vendem-se
carneiras de cores ; capeos do Chi-
le, grandes e pequeos ; linha de
cabeca encarnada e de roriz, por
menos preco do que em outra
qualquer parte, por se querer fe-
char contas.
Cera em velas.
Vende-se superior cera em ve-
las, fabricada no Rio de Janeiro, '
de muito bom sortimento c muito
em conta : no escriptorio de No-
vaes & Companhia, na rua do Tra-
piche n. 34.
qulm Jos da Costa Fajoses, e em terceiro
Salgadinlio freguezi ae carensISoVos.-q
!!r.a,...m..., .-----.......' este ultimo encarregado, e com ageroncia
que sera generosamenle recompensado.
- Pergunta-se a quem souber, se lie com
calica e pedacos de lijlos que se devo con-
certar o empe.lramenlo feilo segundo o sys-
tema deMac-Adam, como se esta prati-
cando no aterro da Boa-Vista.
Precisa-so de um moleque para o ser-
vico de casa de faitilia : na rua do Hospicio,
casa n. 17.
do ambas as lujas, isto de acord com o pri-
men o procurador Guimares.
Precisa-se deum caixeiro, de 10 a 12
annos, para venda, doi cliegados ltima-
mente do Porto : na rua da Senzalla No-
va ... 1.
Atierro da Boa-Vista n. 16.
Pommaleau culileiro tem a honra de i re-
- O abaixo assignado comprou e tem em vinir ao respeitavel publico que vai fazer
seu poder o meio bilhete da aa.' lotera do urna viagem a Franca e por este motivo ro-
tbeatro de S Pedro de Alcntara, de n. 1277, solveu vender a preco do custo todas as fa-
e o meio dito das Agoas Virtuosas da Campa- zendas da su, loj. isto dinheiro a vista
nlia de n. 2,053,que irmaos da irmandade do afianzando a qualida iu das fazendas quo Ihe
N. S. do Ter^o mandtram comprara sua cus- comprarem,tem fumo de muito bom gosto
la, e delles fazem doacSo igreja da mesma Pede seao engracado, que no dia 3 do
irmandade, para com o producto de algumi corren^tirou um chapeo novo, deixaudo
sorteque possa sahir, ser ippiicada compra um oufro uz de alfaias e objectos que os mesmos doad.j- Ihia a irmandade de S. Rita, que venha em
res julgarem precisas. quanlo antes tirar este engao, pois basta
Jos Pinto de M.galhdes. 3 dias de graca do contrario ver l o da
-- No dia 7 do corrente desapparocau do u nome por extenso, caso iiSo o fs
engenho Quizanga freguezia de S. I.ourencu l'e e" df, dirigindo-S8 ru do Nogueira
da .Mutis o relo de nome Agostinho, escra u- la u rua da Cruz u. 46.
vo de Jos Francisco de Barros Reg, que foi Negocio de vanlagem.
comprado aoSr. Manoel PiresFerreira;cons- Qualquer pessoa que queira um negocio
la que o mesmo anda nesta cidade; assim, de vanlagem, queira dirigir-se ni confeila-
roga-sea quom o uogar leve-o rua da C.uz rilda ruado Rozario n. 43,que achara quurn
n. 46, primeiro andar, ou ao ditu engenho, '" esclre;a dito negocio,
que so recompensado. Aluga-se o primeiro e segundo indar
-- 0 Sr. Jos Goncalves Gaspar Jnior,-com sotad e tri^eir da ru do Apollo n. 16,
queira dirigir-se rua larga do Hozarlo n. faz-seabate no preco: osSis. que off rece-
37, a negocio do seu inleresse. rain certa quan.ia, sendo que aiuda preci-,
-- Precisa-se de urna ama de meia idade sem podem apparecer ua rua Uireita n. 23. f um ama que engmale com perfeicao : pa-
que lenii boa conducta e que lenha'aa pro- -- Manoel Joaquim Lamas, vai a Portugal, j[ga-se bem.
porches de regir urna casa de l.omein sol- leva em sua companhia sua mulher Joaqul-, Aluga-se urna sala com dous quartos
teiro: quem se ach.r neita cireumstanci ni llerculan de Arauo Lamas, e 3 Ulnas!na ru Direila.proprio para homem solteiro:
procure na praja da Independencia n. >. menores, rsula, Lucila e Ficilia. J a tratar na prs di Independencia n. 12.
Vende-so um terreno com 300 palmo
,de frenlo e pe tu do 1000 do fundo, com
ver, annuncie, oudirlja-seao paleo do Car- |.a,ie viveiro, que tem perto de 500 pal-
mo, c se do esenvao santos mosdecomprido, un
--.Rogaso ao sonhor reverendo padre,
que entregou una caita, vinda das Alagoas,
no pateo uo Carino, casa du escrivlo San-
tos : queira annunciar sua morada, parase
e.ntregar a respoata.
-- l.ava-se o engoinma-so com lodo aceio
e pr!ii,.ii loo, n'ij i. de homem : na ruado
Fogo n. 2
Dcsappareceu da'ci lado de Olinda, a
prela de noinn Thereza, do nacu Angola, a
qual foi escrava de Jos Roberto, moraior
na mesma cidade, o hojo de 1). Victonana
Carneiro da Cunha : quem a pegar leve-a a
mesma cjdade, na rua do Rom Sucoesso, ou
nesta typgraphia.
Precisa-se do urna ama idos, para to-
do servico interno e externo, do urna casa
de pouca familia : a tratar na rua rio Pilar
n. 12.
Urna pessoa que tem 20 anuos do prali-
ca do ensiuo publico nesla cidade, se offe-
rece par leclonar primeiras letras, gram-
malica nacional e irithmetici em cagas par-
ticulares : quem quizer utilisar-se de seu
presiono, dirija-se a rua do Livrimeolo, so-
brado n. 30, ou innuncie.
OITerece-se urna ama para casi da ho-
mem solteiro, i qual sibe cusinhir e en-
gommar, faz doces, macas de muilas quili-
ii. es : quem du seu prestimo se quiser uti-
lisar dirija-so rua da Cuia dentro do Re-
cife n. 7, loja de marcineiro que se din
quem quer.
Conlinua-se a dar dinheiro a juros,
sobre penhores de ouro, ou prit, om pe-
quenas o grandes quantias, a 2 por cento ao
mez : quom pretender, dirija-se rua lar-
ga do Rozario, loja de miudezas n. 26, que
sedii quem di.
--Na rua do Hospicio n. 52, precisa-se de
i estrada que vai para o
Manguind : a tratar na rua da Cadeia do
Recife n. 9.
Vende-se rap de Lisboa a retal lio: na
rua da Cideti do Recita n. 15.
Vende-se muito soffnvel bolacha de
todos os tamanhos por 2,560 rs. irrobs, e 80
rs. por libra; e outra um pouco mais abaixo
para arrai.jo'.le escravos a 2,000 rs. : na rua
itoQuartel dePolicia, padaria n. 18.
Vende-se seda com tecido de piala mui-
lo barata, propria para vestuarios de angi-
nbos de procissSo : ua rua do Queimdo, lo-
ja n. 10.
Vende-se urna escuva 'do 30 annos, de
boa conducta, a qual miI> fazer o servico or-
dinario de um c:i.sa,e se vende por nSo que-
rer trabilhar no campo : na cidade de Olinda
rua do Ctbnl n. 2, ituz d igreja da Boi-
Hon.
Vende-se urna parte do gnnde sitio do
Arnial que foi do finado major Menoel Gon-
calves Rodrigues, e hoje pertencentea L. C.
R. F. ; tambem aluga-se i cali da Capung,
defronto do Sr. Lopes, ou se traapus o ar-
renda ment de 3 annos, os quaesestJo pa-
gos : a tntir no lirgo do Terco, casa do
lliui. Sr. Mello. ,
.. Vendem-se os segniotes livros por com-
modo preco : Abren, direito natural, 5,000
rs.; BeatUe; acienea moral, 6,000 rs.; Jouf-
froy, calhecismo dedireito natural,3,000 r|.
Ferrer, direito.natural, 1,000 rs.; Becartdas
(acuidades d'lm, 3,000 rs. ; eloqueacia na-
cio-aal pelo pa Ir Miguel, 4,000 r.; Vieira,
diccionario inglez portuguez, poituguex in-
glez, 3,000 rs.; o primeiro volume da geo-
graphia universal de Balbi, liaducco pur-
tugueza, 2,000 rs ; e as viagenad'e Altina as
cidade mais cultas da Europa, ns princi-
para pov.oacdesuo.* Halinos.povos desounhe-
cidos "de to lo o mundo, 2,000 rs.: no aterro
da Boa-Vista, loja n. 58.
Vende-so una cafeteira, um bule e um
astucareiro de prata, obra bem leita e em
fetio : ni rui de Agois-Verde n. 23.
J MUTILADO 1


Grande fabrica de chapeos de sol,
'de J. Falque ra do Collgeio
n.4-
Nesto novo estabelccimento recebeu-se
um doto e lindo sortimento de chipos de
Sol dos ltimos gostos, .tanto de sed como
depaninho para homens e senhoras, de r-
magfio de balis e de asso que se vendem
por menos prego quo em outra qualquer par-
te; grande sortimento de cliamalole, sedas
e paninhos em pega do todas aa cores o qua-
lidades para as pessoas que quizerem man-
dar cubrir armagOes servidas. Completo sor-
timento de btelas para vestidos espartilhos
para senhoras, fazem-se ufhbellas de igreja e
concerta-se qnalquor qualidade de chapeos
de sol: todos os objectos cima mencionados
aejvendemem porgan o a retalho, por prego
que agradar aos fregueses a vista daquali-
dade.
Deposito da fabrica de Todos os
Santos na lluliia.
Vende-se, e mensa de N. O. Bieber&C.,
na ra da Cruz n. 4, algodSo transado da-
qaella rabrica, muito propno para saceos de
assacar e roupa deescravos, porpregocom-
modo.
. He to barato,
Que faz animar ;
Quetn vir a pechincha
N3o deixar de comprar.
Na ra do Crespo loja da quina que vira
para a cadeia, vende-se panno lino preto, a
3,000, 3,500, 4,000 4,500, 5,000 e 5,500 rs.
o covado; dito francez muito superior, a
8,000 r*.; dito azul, a 2,800, 3,500, 4,000 e
5,000 rs. ; dito verde, a 3,800, 3,000 e 6,000
r. ; dito cor de rap, a 2,600 rs. ; casemi-
ra preta, a 4,800 6,000, 7,500 8,500 e 10.000
rs. o corle ; sarja preta de seda muito su-
perior, a 2,500 rs. o covado; morin preto
muito bom, a 2,800 e 3,200 rs. o covado cor-
tes de cassa chita muito bonitos, a 1,920
rs.; e oulras multas fazendas por prego
commodo.
--Vende-se, por muito barato prego, urna
eanoa aborta, muito bem construida, que
carrega 1800 lijlos de alvenaria : a tratar
no armazem do Sr. Torres, no porto das ca-
. noas, junto a ponte da Boa Vista.
i.ti vas de pellica.
Venilcm-so liuissimas luvasde pellica, pa-
ra senhoraa 1,600 rs. opsr; ditas para ho-
inem a 3,000 e a 900 rs. upar: no atorro da
Boa Visla, loja n. 58.*
Vende-se um quartio para carga, por
prego commodo : na ra do Amorim n 18.
Na ra Velha n. 81, vendom-so om con-
ta os seguintes livroa : Ortolan, explica-
cagSo histrica das instituas do Justiniano,
3v.; o mosmo autor, historia da legislaglo
nomana, desde sua origcm at a moderna
legislago 1 v.; P. J. Proudhom, da enaguo
da ordem na humanidad, ou principios de
organisag.lo polita 1 v.; o mesmo autor ,
memoria sobre apropriedade 1 v. ; os Ca-
Tapuceirosenca*dernadns, desde o 1.* n. al
o ultimo, e Laferri'ere 1 v.
- Vende-se um bonito cavallo, com todos
os andares e muito novo : na ra do Calin-
ga, loja deseloiro n. 3 A.
Pal India Ale.
Anda resta alguma desta deliciosa serve-
ja, que bem poda suprir a compangne, ven-
dem-sn em barricas de 3 duzias, e caixaa de
urna duzia, muito proprios para mimos e
casas particulares, pelo diminuto prego de
6,000 rs. a duzia : na travessa da Madre de
Dos ns. 4 e 6 armazem piolado de cor.
Farinha de mandioca.
-- Vende-se saccas com superior farinha
de mandioca a pregos rasoaveis: a tratar
com J. Tasso Jnior ra do Amorim
n. 35.
- Vende-se um Corno para padarls, no
centro da cidade, tendo lugar para morada
earmazem para lenha, com-desembarque
na porta : o prctondonle annuncie sua mo-
rada.
Vendem-sc velas deespermicete, em
caixas, de superior qualidade : em casa de
J.Keller Companhia: na ruadaCruznu-
mero 55.
Sfiriifto de Nantua a
800 i s.
H4
^
ARADOS AMERICANOS. ^
Vendem-se arados ame*- .4
ricanos, chegados dos Esta- 9
*' dos Unidos, pelo barato pre- *
j) co de 40,000 rs. cadaum: na *
S ra do Trapiche n, 8. ^
de diversas co-
Vende-se
Cha preto e verde, de superior
qualidade em caixas pequeas ;
Vellas ile espermacete de superior
qualidade em ditas ditas,
Fio de sapateiro, de divers
res :
Tudo em conta, no armazem de
Adamson Hoiwe & Companhia,
na ra do Trapiche, n. 4*.
Vende-se ou arrenda-seo Engenho S.
Rita moenle e correte meia legoa distante
da villa de Iguarassu'com proporgOes para
saCrcjar-se, embarque junto ao engenho; ala-
gados, o outras proporgOes : quem o preten-
der entenda-se com o proprielariono mesmo
engenho.
O barateiro est, em carnf o.
Na ra do Cabug, loja nova n. 6, vendem-
se caixas de colxelos francezes a 70 rs.; pa-
pis do agulhas francezaJ, nmeros 1, 2. 3,
4, 5, 6e 7 a 40 rs.; dilas do 11. 8 a 12 a 60 rs.;
ditas portug*zas para alCaiato a 60 rs.; cai-
xas de ditasa 280 rs ; botOes do egot -
Vende-se a historia de SimQo de Nantua,
a 800 rs. : na livraria da pragada Indepen-
dencia n. 6 e 8.
#* $
0 Alpacas de cores. m
0 Na loja do sobrado amarello da ra 0f
fr, do Queimadon. 29, tom para vendar 9
um lindo o variado sortimento de al- /fi
Qp. pacas de cores, proprias para palitos, )
JNa 1 ua do Cabug n. 6, loja
nova de miudezas, vendom-se meias pinta-
das, para homem a 300 rs. o par; ditas mui-
to linas com lialras, tanto para homem
como para menino a 280 rs.; muas brancas)
para senhora a 280 rs. ; ditas muito finas a
400 rs.; ditas de listras a 360 rs.; ditas pro-
tas a 400 rs.
Cheguem ao lualo.
Na loja n. 6, na ra do Cabug vendem-
se bicos Trnceles de diversas larguras, por
pregos muito commodos; assim como seja
da largura de 1 palmo e mala a 640 rs. a va-
ra; peutes de balea para alisar cabello a
320 rs. ; ditos de coco a 280 rs. ; ditos de
msrfim, muito baratos; assim como um bo-
nito sortimento de litas de seda, tanto lisas,
como lavradas, por pregos commodos ; li-
nhas em carreteis a 100 c 30 rs ', e a duzia a
320 rs.; dilas de dilos a 200 rs., e de n. 16 a
60 a 880 rs.; de n. 70 a 150 a 960 rs. a duzia;
nvelos de linha lina de marca a 20 rs.; as-
sim como um sortimento de lindas em no-
vlos de todas as cores, o urna grandsima
porgSo de miudezas, que se vendem mais
barato do que em outra qualquer parte.
--Vende se urna taberna* com poucos Fun-
dos sita na ra do S. B. Jess das Crioulas,
por baixo do sobrado de 2 andares; a tra-
tar na mesina, ou atrs da (undig.lo em S.
Amaro com Manuel Fructuoso da Silva.
Vende-se um terreno na ra da Aurora
com 50 palmos de frente e 380 de extensSo,
tendo caes de tijolo a beira mar, Picando en-
tre as casas dos lllms. Srs, CustavSo Jos do
liego e Francisco Antonio de Oliveira: os
pretendeutesdirijam-so a ra das Torres n.
8, primeiro andar.
Attencao.
Na ra do Cabug, loja n. 6, ha para ven*
der um sortimento do ferragens finas da cu-
trlaria, como sejam, caivetes muito finos
de 2 luidas, com cabo do ciiif/e deviadoa
800 rs.; ditos os mais finos que lm appare-
cido, cooi 6 Folhas, pelo prego de 3,000 rs. ;
assim como um sortimento de tesouras ,
sendo de diversos
3-1,000
II ,000
5,5oo
:1,80o
i,3oo
na ra
>$- Vende-se, por muito commodo prego,
Um'DaiiJS ?>' algum esialieluei Jienlo : no
aterro da Boa Yfsis .'70.
Espelhos de parede a 3 20 rs.
Vendem-se espelhos de psrede a 320 rs ;
caixlnhas com phosphoros a 30 rs. e a duzia
a 160 rs.; agulbas curtas para alCaiato a 60
rs. o papel; ditas compridas de muito boa
qualidade,com alguma avaria, muito pro-
prias para meninas que aprendem a coser a
40 rs. o papel do 100 agulhas ; escovas para
cavallos a 320 rs. cada urna; ligas para meias
a 160 rs. o par; bengalinhasde pao a tu rs ;
medidas para alCaiate a 100 rs.; Cerros para
encrespar cabello a 320 rs., e oulras muitas
miudezas, por pregos commodos : no ateri-
r da Boa Vista n. 70.
Vende-se um alambique continuo, de
Erosne terceira classe,j>ropno para Cabncar
espirito, de 40 graos, proniplo de todo o ne-
cessario a seu maneo bomba de cobre de
repudio, grclhae porta de fugAo,tudo ainda
novo o de muitavantagem para um engenho
nao s por sua qualidade, j exprimenta-
do, e que se pode vertrabalhar ; como pe-
la importancia por ser o menor em tama-
ndn i assim como, tambem 3 toneletes e 8
pipas j cortidas, proprias para deposito de
espirito: na ra do Rangel n. 54, a fallar
com Victorino Francisco dos Santos.
Vende-se urna bonita o nova cadeiri-
rita de varaos, prompta e Corrada de da-
masco de Ua : na ra do Rangel n. 51, a fal-
lar com Victorino Francisco dos Santos.
Bom e barato.
Vendem-se bandejas as mais fi-
nas e bonitas, que tem appareci-
do no mercado, por preco comino-
do : na loja de ferragens da ra
da Cadeia do'Recife n. 5c A, de
Antonio Joiquim Vidal.
Vende-se um cavallb de estribara ,
ptimo e novo, por prego commodo : no
aterro da Boa Vista n. 75.
Nova pechincha.
Madapoles com pequeo toque de avaria a
3,400, 2,800, 3,000 rs., a possa.
Na ra do Crespo loja da esquina que vol-
ta para a cadeia vendem-se luadapolOes fi-
nos com pequeo toque de avaria a 2,400,
2,800,3,000 rs., e outras muitas a/endas
por prego commodo.
Para a quaresma.
Casemira preta infestada a 5,000 rs., o cor-
te de caiga.
Na ra do Crespo loja da esquina que vol-
ts para a cadeia vendem-se casemiras preta
enfeslada a 5,000 rs. o corte de caiga, sarja
preta hespanhola a 3,600 rs. o covado ; co-
mo outras fazendas que por sua boa quali-
dade se turnafi recomeudaveis.
A 200 rs.
Na ra estrella do Rozario, travessa para
o Queimado deposito n. 39 A vende-se
muito boa bolachinha ingleza a no rs la-
tas de araruta a 2,000 rs e outras muitas
quajidades de bolachinhas e biscoitos de fa-
rinha de araiuta, proprios para doentes.
No mesmo deposito anda se continua ven-
der biscoilos de Rems, por prego commodo.
-- Vendem-so queijos do serlSo, muito
novos no armazem do caes da Alfande-
ga n. 5.
Ra do Passeio Publico n. 9.
Vendem-se 180 varas de bico e renda da
trra a 120 rs., e 18 caxilhos envidragados e
prpmptos para qualquer obra, pelo diminu-
to prego de 2,000 rs. cada um.
Vendo-so por muito commodo piego
5 caixillios envidragados,muitu proprios pa-
ra armago de qualquer loja : no atorro da
Boa Vista n. 70.
Negocio vantajoso.
Vende-seo hotel com murcio sito na ra
da Cadeia n. 13, cornos utencilos quo o
comprador quizar: a tratar no mesmo.
Vinlio tle Champagne,
e superior qualidade : vende-se no arrr.a-
em Kalkmanu Irmos Ra da Cruz, o. 10
Vendem-se charutos da atahia das me-
Ihores marcas em casa de Kalkman Irmflos :
ra da Cruzn. 10.
-t Vende-se um garrote de pura raga lu-
rioa : os protendentes dirijam-se a ra da
Cruz o 45.
rs. a gfosa; ditos de mndreperola a 560 rs.
ditos ue dito mais linos a 720 rs.
Azeite de carrapato da fabrica de
Araujo & Filho, no Penedo.
Acaba de chegar mais desteja condecido
azeite, o mais proprio o econmico, para
uso de candieiros de alo, tanto pela aua du-
ragSo, como limpeza, o continuar a haver
Uempre um depozito para suprimento regu-
lar dos freguezes : no armazem de J. J. Tas-
so Jnior : na ra do Amorim n. 35.
Deposito depinno dj algodo da
febrica Todos os Santos da Ba-
nhia.
Vende-se por preco commodo
0 bem conhecido panno de algo-
d5o desia fabrica ; em pessa, a
vontade do comprador: no escrip-
torio de Novaes & Companhia, na
ra do Trapiche n. 34-
Custou, pormsempre appareceu
O novo barateiro, na ra do Cabug, lo-
ja nova de miudozas n 6.
Nesla loja vendem-so as miudezas, pelos
pregos seguintes: como seja um sortimento
explendido de luvas de pellica, para homem
1 1,000 rs.; ditas do ponto inglez, tanto pre-
tas, como brancas, muito novas a 1,500 rs. ;
ditas de fio da Escocia a 300 rs.; ditas pretas
de seda muito superiores a 1,000rs. o par,;
ditas muito novas de pellica, para senhora a
900 rs.; ditas do dita superiores, com bor-
dados do varias cores e do belotas a 1,600
rs.; dilas de seda de cores, as mais finas que
lem apparecido a 1,500 rs.; ditas prclas de
lorgal a 720 e 800 rs.; dilus de dito multo fi-
nas, cum balotas a 1,280 rs, e oulras mui-
tas cousas, por pregos muito commodos.
Vende-se sapatos do Ararali a 800 rs.
na ra larga do Ito/ario n. 35, loja.
"4SSJI^^^**^ WB89ff
f Sarja preta. 9
f Vcode-se superior setim preto maco
t proprio para vestidos de senhora; sar- *
{. ja do seda preta legitima hespanhola; 4
t corles de vestido de suda preta bor- <
t dada, gosto moderno, tendo de tudo Q
( porgao pira o comprador poder esco- t
ti Iher e por prego muito commodo : na t- loja do sobrado amarello da ra do >
t Queimado n. 39. *
*********** *********
Vende-se na ra das Cruzes n. 22,so-l
gundo andar, um bonito escravo de 25 annosi
de idade, official de carpina e bolioiro; o una
creoula de 24 anuos, engommadeira, coslu-i
reir, cosinbeira e lava de sabSo; outra dita
de 28 annos muito possaole, cosinheira e la- oliveir
1 omi mu,t" unas 8 dedicadas, send
a ou tanian|)OS ,, proprias para tod
Aos 2otoo0,ooo de rs.
O cauteli.sta Souza Jnior, tem
exposto a venda as suas cautelas e
bilhetes da lotera do Rio de Ja-
neiro, a beneficio do theatro de S.
Pedro de Alcntara, da qual o lis-
ta deve chegar do dia 19 do cor-
rente em diante, e os vende na
sua loja n. 37 A, na rut do Quei-
mado, aos baratos precos abaixo :
liilheles inteiros
Meios ditos
Quartos
itavos
Vigsimos
Vendom-so amarras de ferro:
la Senzalla Nova n. 42.
Vende-se urna mesa de amarello, com
7 palmos de comprmanlo e 4 de largura :
na roa Bella n. 16.
mmmmmmmmimnmmmn mam
Na loja do sobrado amarello da ra
do Queimado n. 29, tem para vender
um grande sortimento de pannos pre- _
tos finse de cores fixes;casemira pre- n
ta elstica superior de 9 a 14,000 rs, o y
corte decaiga; cortea de coleto de ca- S
soinira preta bordados; ditos do setim 8
preto tambom bordados; chapeos pre- S
los francezes os mais modernos e do *
melhor qualidade que ha no merca- S
do; ditos de castor braoco inglez da
ultima moda; e outras fazendas do'jjt
_ gosto e prego commodo.
M^i^u ^da*A iiV.\a*a*i:^^a.aa*a*.^a^ .***.****^********a* v-..^ sea *.. I.
*jm***m wwmmwmwwiimwi Lotera de N. S. do Livramento.
Aos 5:ooo,ooo de rs.
Na loja de miudezas da praga
da Independencia n. 4, vendem-
se bilhetes inteiros, meios, quar-
tos, decimos e vigsimos, a bene-
Principioageraes de economa pu-
blica e industrial.
Vondo-seestecorpendi, approvado para
a aulas do primeiraa letras, a 480 rs.: na
praga da Independencia, livraria n. ( e 8.
Na porta da Alfandega e no
armazem do barateiro Joaquim da
Silva Lopes, vende-se farinha fon-
tona SSSF e de Philadelphia, l-
timamente cliegala.
AGENCIA
da*fundic3o Low-Moor.
RA DA SENZALLA NOVA N. 43.
Reste estabeleeimento conti-
na a baver um completo sorti-
mento de moendas o meias moen-
das para engenrTD, machinas de
vapor, e taixas de ferro batido e
coado, de todos os tamanhos, pa-
ja dito.
Antigo deposito de cal
virgem.
Na ra do Trapiche, n. 17, ha
muito superior cal nova em pedra,
chegada ltimamente de Lisboa:
tambem se vende potassa da Itus
sia, novae de superior qualidade.
Vende-se vinho de champa-
nhe legitimo e de superior quali-
dade : em casa de J. Keller &
Companb'i, na ra da Cruz n. 55.
Casa de commissSo de escravos.
Vendem-se escravos e recebem-
se de commissao, tanto para a pro-
vincia tomo para fra della, para
., ...., .^n,, ~v..v- o que se oiferece muitas garant'-as
ficio da lotera de N. S. do Livra- aseusdouos : narua da Cacimba
n. ti, primeiro andar.
mm ^ yyyyyyyy y0fWQfw^9
Deposito de teciilos da fabri
.)
**
I
ment que corre impreterivel-
mente no dia 12 do corren te.
111,0110
5,ooo
a,600
1,100
Coo
Bilhetes inteiros
31eios
Quartos
Decimos
Vigsimos
Baratissimo.
Vende-se um terreno na ra da Aurora j
aterrado, tendo fundo at a ra do Hospi-
cio, e frente 55 palmos: tambem se vende
s a ra da Aurora : a tratar na praga da In-
dependencia n. 17.
Moendas superiores.
Na fundigSo de C. Man Companhia,
em S.-Amaro, acham-se venda moendas
', de canna, todas de Cerro, de um modelo e
construego muito superior
Venden-se sement de coentro de boa
qualidade a 160 rs. a garraCa : na ra do Vi-
gario, venda de JoSo SimSes de Almeida; na
ra da Cruz, .Manuel Jos Corroa Jnior; no
becco Largo, Joaquim de Souza Pinto.
do
a a costura do
senhora, pelo baratissimo prego de 640 rs.,
pois quem comprar n3o se arrepende, pola
sua superior qualidade; lacas ogarfos, por
pregos commodos.
Oh l senbores namorados.
Na ra do Cabug, loja n. 6, ha para ven-
der carios dourados com collecgOes de
cartas, com ricos e delicados bordados, mui-
to proprios para a joverapaziada.
Attengilo.
Vende-se urna lauterna mgica, com scus
competentes vidros, sendo de transforma-
gSes e afumas de logo artificiado augmen-
to lio de 3 pollegsdas al 15, ou 20 palmos,
tanto servo para theatro, como para casas
particulares : na ra do Hospicio, passando
o quartei, a penltima casa. Grandes pechnchas narua
Na ra das Laranjenas n. 14, segundo 1 1 j 1 1 u
andar, ha ptimos escravos ido ambos os so- Lreflpo n. 14, loja de JO.-e rran-
xos para se vender, com habilidades esem cisco Das, a l4? rs. O corte! !
ellas por pregos razoaveis. | Riqussimos cortes de vestidos de finissi-
liementO novo a 7,000 rs.a barrica, m gBda e delicados gosto, fazenda inteira-
No armazem de Antonio Aunes, no caos mente moderna, pelo baratissimo prego do
14,000 rs. o corte ; ditos de cambraia seda,
sendo o mais superior que tem apparecido
no mercado, pelo barato prego de 9,000 rs. o
corte; supeiiores vestidos dolinissima imiii-
braia e de coi, com riqusimos babados e
todos os seus perlenccs, sendo urna pega de
Itl'lim, passando ochafariz, contt- galoe outra de cordSo, que se d de gra-
na a haver um completo sort- Usa quem comprar os vestidos, pelo mui-
. ... [o barato prego de 6,000 rs. o corte; ditos
menlo de taixas de Ierro tundido e de Cambraia cem barra branca e de cor, fa-
baido, de 3a8 palmos de bocea 3 zenda do ultimo gosto, pelo baratissimo
_____ __,___________j_ prego de5,500 rs. o corte ; ditos de cassa
da Allandega.
Taixas para engenhos
Na fundicao de ferro de Bow-
man 5c Me. Calium na ra do
as quaes acham-se a venda por cnlff,oom'V^Ttrei'a 8,'OOO o'eoriej
preco commodo e com prompti- ditos muito liuos, fazenda de muito bom
7 F ..... 1 .. a CA aia n Anrln filiilne nahnnnlaii
dao, embarcam-se, ou carregam-
se em carros, sem despezas ao com*
prador.
VENDEM-SE ,
Toboas de pinho at 3 palmos de
largo.
Itotijas com bom oleo de linhtca.
liemos de faia de todos
mentos.
Cimento em barricas e meias ditas.
Tambem se retalha s tina.
Atrs do theatro, armazem de Joa-
quim Lopes de Almeida.
Vende-se cerca de 3|5 partes ou otlo
do maior e soberbo prodio com frenta rara
a ra do Collegio e Passeio publico, de esta-
bilidade, o qual produz avultado rendimen-
to : os prctendentes dirijam-se ao corretor
vadeira: todos para lora da provincia.
-- Vende-se a armago de urna tabern
Vendem-se 6 covados de panno para ca-i com alguns fundos, ou sem elle, sita em
pote para o campo, 3 e 1 terga cor de rap
para sobre-casaca,2 cuberas uovas de cama,
1 relogio caldeirSo sabonete proupto; tro-
ca-se urna imagem de S. Francisco; tudo por
prcciso, e alguns sapatos de mulder.
Toucnho superior.
Vende-se em barris e s arro-
bas, toucinhode Santos, muito su-
perior, por preco commodo : na
travessa da Madre de Dos n. 4 e
6, armazem pintado de cor.
Verniz copal lino a 16,000 rs. a garrafa.
Vende-se na ra do Rangel n 64, vorniz
copal superior a 16,000 rs. a garrafa.
Aos amantes da caga.
Vende-se urna rica espingarda ingleza de
3 canos por commodo prego rna ra larga do
Rozario, loja de miudezas de Suares 6 Mo-
racs.
Oleo especifico para limpar a caspa.
Vende-se na ra do Rangel n. 64 oleo es-
pecifico para conservar o cabello e limpa-lo
da caspa a 640 rs. cada frasco.
Jogos de vispora.
Na ra larga do Rozario u lo, loja do miu-
dezas, vendem-se jogos de vispora, por pre-
go muito commo lo; assim como encordoa-
gfles para violSo, de muito boa qualidade,
por menos prego do que em outra qualquer
parte.
lie barato que admira !
Na ra do Cabug n. 6, loja nova de miu-
dezas, vendem-se pegas de franjas com 15
varas a 3,000 rs.; ditas de dita muito ricas,
tanto brancas, como de cSres e com belo-
tas, pelo barato prego de 4,000 rs., muito
proprio para cortinados, fianjas eslraltas
para toalhas a 100 rs. a vara; babados para
toalhas, tendo a largura del palmo a 180 rs.
a vara e dito da largura de 3 palmos a
240 rs.
Vndese urna escrava moga de bonita
figura com algumas habilidades : oa ra do
Apollo n. 32, segundo andar.
gosto a 3,500 rs. o corte ; chitas cabocolas
muito iixa-v' finas, cSres de caf e de vinho
a 200 rs. o covado; ditas francezas a 2(0 rs.;
ditas de quadros escuros, fazenda do ulti-
mo gosto e novos padrSes a 200 rs. o cova-
do; riscadinhos mullo flxos a 160 rs. o co-
vado ; cassa chita muito largas e decores
fixas a 200 rs. o covado; alpaka preta muito
fina a 610 rs. o covado ; merm pelo mui-
to fino a 1,800, 2,500, 2,800 e 3,200 rs. o co-
vado ,- superior atoalhadn adamascado de
OS compn- puro lindo, com 8 palmos de largo, pelo ba-
ratissimo prego 'de 1,600 rs. a vara ; brim
tmigado epurolinho, de diversas crese
delicados gostos, pelo barato prego de 1,200
rs. avara; riscado de linho, com 4 palmos
de largo a 200 rs. o covado ; algodao azul
de 4 l|2 palmus de largura, fazenda muito
pro pi i a para ropa deescravos a 200 rs. o co-
vado ; assim como outras muitas fazendas ,
que se vender por prego mais commodo
do que em outra qualquer parte.
Cobertores de algodao.
Superiores cobertores de algodSo de di-
ferentes corea, tecidos a dous (ios, muito
grande, tem todaapplicago em uina casa de
familia, por servir para meza de .engom-
mado e forrarcamas o mesmo para escra-
vos, pelo diminuto prego de 1,410 ra.: na
ra do Crespo n. 6.
Arados de ferro.
Na fundigSo da Aurora, em S. Amaro,
vendem-se arados de ferro do diversos mo-
delos.
Superior cha nacional
em caixinuas de 2 libras, e da melhor qua-
lidade ; vende-se por prego commodo, na
ra do Corpo-Santo n. 2, primeiro andar,
l'otassa americana.
No antigo deposito da cadeia velha, n.
12 existe urna pequea porgSo de potassa
<;
<

ca de Todos os Santos,
na llaliia.
Vende-se om casa de Domingos Al-
vos Maldeus, na ra da Cruz do Re- 4
* cife n. 52, primeiro andar, algodSo '
* transado daquella fabrica, muflopro-
k prio para saceos e roupa de esera-
^ vos, assim como lio proprio para re-
p. desdeposcar e pavios para vellas,
- por prego muito commodo.
Agencia de Edwin Maw.
Na ra le Apollo n. 6, armazem de Me. Cal-
mo! & Cumpanliia, acha-se coaitanlemeiilc
bons aorliinentos de taixa de Cerro coado e
balido, tanto rana como fundas, moendas lu-
cirs lodas de ferro para animaea, agoa, ele
dilas para armar em madeira de todos 01 ta-
manhos e madelloa o mais moderno, machina
inirisuiiial para vapor, com forfa de 4 caval-
los, coucus, pasaadeiraa de ferro eatanhado
para casa de pulgar, por inenp* preco que os
de cobre, escovena para navios, ferro inglez
tanto em barraacomocm arcos folhaa, eludo
por barato preco.
Deposito de cal e potassa.
No armazem da ra da Cadeia
doNccife n. ia, ha muito supe-
rior cal de Lisboa, em pedra, as-
sim como potassa chegada ultima-
SALSA PAIIIIIIH
DE
As numorosas experiencias feitas com o
uso da salsa parrilha em todas aa enfermi-
dades, originadas pela impureza dosanguo,
e o bom xito obti lo na corte pelo Illm.
Sr. Dr. Sigaud, presidente da academia im-
perial de medicina, pelo lllustrado Sr. Dr.
Antonio JosPeixoto em sua clnica, eem
sua afamada casa do saude na Camboa, pe-
lo Illm. Sr. Dr. Saturnino de Oliveira, me-
dico do exercito e por varios outros mdi-
cos, permitiera hoje de proclamar altamente
as virtudes cfficaies da
SALSA PARRILHA
DE
Nota. -- Cada garrafa contem duas libras
de liquido, e a salsa parrilha de Bristol lie
garantida, puramonte vegetal sem mercu-
rio, iodo, potassium.
Vende-se a 5/000 rs. o vidro na botiea do
Sr. Jos Mirla Gongalves Ramos: roa dos
Quarleis pegada aoauarlelde polica.
Em casa de J. Keller 81 Com-
panhia, acha-se a venda vinagre
lnaiico, superior de Nanles, em
barris de 36 medidas.
Vidros parr espelhos.
Vendem-se vidros para espelhos de lodos
os tamanhos gor pregos muito em conta en
casa de Kalkman IrmSos ra da Cruz n. 10.
Vendem-se, por prego mais commodo,
do que em outra qualquer parte, na ra do
Collegio n. 20, os seiuintes livros, e outros
que por nSo fazer mui extenso oannuucio
se deixa de mencionar: Novos Elementos de
Economa Poltica; Direito Publico Geral, os
Elementus do Direito das Cenes, pelo Mr.
Autran; InstituigSes de Direito Civil lirasi-
leiro, pelo Dr. Loureiro; CollecgOes das
l-os do Imperio; Macare!; Collegio abrevia-
do, e um completo sortimento de livros la-
tinos.
1,600 rs. p par.
Vendem-se ricas luvas de pellica,com ata-
cadores de seda, para senhora, a 1,(00 ra. o
par: no aterro da Boa Vista, loja n. 58.
Peneirasde rame.
Vendem-se muito novas peneirss de ra-
me, para padarias e refinagOes : na ra do
Cabug, botica n. 11.
Escravos fgidos.
i
urnas das casinhas da Ribeira da Boa Vista,
defronte do assougue : a tratar com o arre-
matante da mes.ua ribeira Joaquim Fernan-
dos de Azevedo.
mmmmmmmmm mmnmmmm*mm
{S Vendem-so ricos veos pretos de soda,
{ de.linhoe de retroz de Italia; mante-
& letes pretos do ultimo gosto e com ri-
gs cosenfeites; mantas de seda pretas ; m
A meias de seda pretas de peso e outras "
': fazendas de gosto, tudo por prego do fm
tt agradar aos compradores : na loja do P
$ sobrado amarello da ruadoQueima- w
do n. 2.
- m iswmwmmmm mummmw
Vendem-se na ra Nova n. 28, saceos
de
fina
modo.
Chapeos do chile finos e baratos.
Vende-se chapeos do chile de
todas as qualidades, grandes e pe-1 so. de C"" & Amorim.
" # 1 -- No armazem da ra da Moe.la n. 15,
vende-se cal d" Lis lua em pedra, a mais 110-
. americana, chegada recontemente que por
tapete para conduzr roupa, e lima muito J Jor ;, Com a Russi.: vende-
1 para cscrever, por prego mullo com- g/por preCfl rll0,vel.
Rap Paulo Cordeiro-
recentemenle chegado do Rio de Janeiro ,
vende-se na ra da Cadeia do Recife loja n.
quenos, por preco
ra do Crespo n. a3.
Vendem-se 7 escravos, sendo IffB
molequo, de 16 annos de idade; 1 esc
bom cozmheiro; 1 dito ofilcial de alfaiate.
ptima escrava boa costureira do corlar e
fazer qualquer vestido; 2 ditas deservigo
decampo; I mulata de 22 annos da idade,
cojee engomma bem e faz doces de todas as
qualidades: na ra Direita n. 8.
Vende-se urna morada de casa, sita oa
ra Augusta, com i salas, 3 quartos, cozi-
nha fra, boa cacimba, quintal murado e
urna moia agoa no fundo com bons commo-
dos : trala-se na ra das Agoss Verdes o.
31, ou no pateo do Carmo, venda n. 1.
Farinha Fontana,
chegada ltimamente: em casa de J. J. Tas-
so Jnior, na ra do Amorim n. 35.
Vende-se um carro de quatro rodas
muito levoe seguro,.por muito puucodi-
nheiro: na praga da Boa Vista, cocbelra
do frangois.
va que ha no mercado, chegada no crrente
timo mez, no tingue Laya ; assim como mercurio
iscravo' doco ""' caixinhas de libra cada urna, ludo
lor menos prego do que em outra qualquer
parte.
Vendem-se relogios de ou-
ro e prata, patente inglez: na ra
da Senzalla Nova n. !\i.
Deposito de cal virgem.
Cunha & Amorim, na ra da Cadeia do
Recite, n. 50, vende-se barris com supe-
rior cal em pedra, ebegada pelo ultimo
navio de Lisboa, por menos prego do que
em outra qualqner parte.
-- No escriptorio de Manoel Joaquim Ha-
mos e Silva, na ra da Cadeia do Recife,
vende-ae por prego commodo cal virgem de
Lisha chegada no ultimo navio, bezerro de
lustro, mercurio, linha de Roriz,retroz, fe-
cbaduras do Porto, pannos e casemias
de 10a.
mente, a precos muito rasoaveis.
Novos cobertores de tapete a
i,44o rs.
Na ra do Crespo loja da esquina que
volla para a cadeia, vendem-so cobertores
de tapete, grandes e bonitos, pelo diminuto'
progo de 1,440 rs.; em qualidade sSo os me-
Ibores quo tem viudo no mercado, por isso,
recommenda-se aos Srs. de engenho que
quizerem comprar da pichincha, uSo se de-
morn, porque jaba poucos pela estragan
que tem lido.
Attencao.
Nova fabrica de chapeos de Sol no atierro
da Boa-Vista n. 22, acha-se um grande
sortimento de chapeos de Sol muita
em conta, tanto para hornero,como para se-
nhora, como seja de seda ou de panninho, e
grande sortimento de pegas de seda ede pa-
panninho para cubrir os chapeos de Sol ja
11-.1 io,i.imiie.;ii concerta os ditlos peol prego
mas commodo do que em outra qualquer
e parte com toda 1 romptidSo,
Vende-se, em casa de Ralk-
mann limaos, um lindo sortimen-
to de obras de ouro, chegadas, ha
poucos dias, como sejam : ade-
rn ns, mlcciias, alfinetcs, voltas,
brincos, anneis, correntes para re-
lojo, brinquinhos para enancas de
coral, chaves para relojo e me-
dalhoes.
_. Recreio de Jirdim.
R icosTa rros de d i Reren tes q u a I idades, ele-
gantes figuras de corpo inteiroe meio cor-
po, representando as diflerentes estacOes do
tempo, eas partes do mundo : globos muito
elegantes com seus pedestaes de goslo mo-
derno,obras de louga muito perfeitase fabri-
cadas no l'orlo: assim como um soberbo leilo
doitado : so vende a pregos baratos para aca-
bar : na ra da Cadeia do Recife n. 38 se di-1
r quem faz este negocio.
11ANOS.
Vendem-se em casa de Kalk-
manu Intuios, na ra da Cruz n.
10, ricos pianos de Jacaranda, com
excedientes vozes chegados ha
pouco tempo.
Livros em branco.
Vende-se em casa do Kalkmanu IrmSos,
na ra da Cruz n. 10, livros em branco che-
gados pelo ultimo navio.
Sobrado em Goianna.
Vende-sc, muito em conta ,
um bonito sobrado sito na ra
do Meio, n. 5fcS avahado em
3:0008*000, em o qual tem parte
rsula Maria das Yirgens e sua
irinaa Joaquina Alves de l'aiva na
importancia de io7,473 rs. quem
pretender dirija se a caza de Kal-
l.iii.inn lrmSos,ruada Cruzan. 10
MOB1LIAS DE PERRO.
Vendem-se ricas mobiliasde fer-
ro, como canaps, mesas, cadeirasl
com braco e sem elle, e mijitos ou-
tros objectos de ferro : no arma-
zem de Kalkmanu irmaos, na ra
da Cruz n. 10.
Na madrugada do dia 8 de margo cor-
rente, fugio o preto, de nago Angico, le-
vando vestido caiga de algodSozinho azul e
camisa branca, tem urna perna torta e he ce-
g de um uilm, e tem a falla bastaote gro-
ga 1 quemo pegar, leve-o a sua Imperial n.
43, quesera recompensado.
Da fabrica de caldeireiro da ra do
liruin n. 28, ausentou-se no dia 15 do prxi-
mo passado, o preto Alejandre, de na gil o S.
Paulo, de 35 annos de ida le, alto, reforgado
do corpo ; falla deseangada,deaconfia-se que
o mesmo se ache para as bandas do Rio llo-
co, por ter sido escravo do Heliquer, Fran-
cez, morador nesse lugar e ter para ah seus
conhecimentos, e foi ltimamente escravo
do Sr. Bolly : roga-se a quem o pegar de
lera-lo a dita fabrica que aera recom-
pensado
-- Desapparebeu no dia 24 do mez passa-
do urna escrava de nome Anna, altura re-
gular, ead los aparados, olhoa grandes,
denles limados e sem fall de algum, hom-
bros desodos, peitoscaidos, costas carnu-
das e com urna quelmadura no meio, levou
vestido de xita roa clara, panno da costa
uzada com listrasazues e encarnadas, brin-
co d'ouro flanee/, e tem alom dos mais sig-
naes as orelhls piquonss e algum tanto ras-
gada, levou urna bandeja grande nova, e
urna tosida de me?a com as letras 1.1. G ;
suppoem-se ter fugilo para o mato, d'onde
a quatro mezes de l veio, tendo sido es-
crava de Jeronymo Teixeira Coeldo, cacri-
v3o do subJelegado do districlo de Ingazei-
ra quem a prehender leve ra do Quei-
mado n. 15 que ser recompensado.
ArlengSo.
fugio, ou foi se duzida. no dia 10 do cor-
rente, urna p". 1 diuha de home -Archalijo, de
12 annos de idade, com os signaos seguin-
tes : cabellos cortados rento, o Idus meio
vesgose pequeos, levou vestido de chita,
com listras brancas e cor de caf, com ra-
magens encarnadas; esta escrava veio re-
medida da ciade da Victoria, ao Sr. Lulz
Gomes Sil veno : portento roga-se as auto-
ridades policiacs, capitSes de campo e pes-
soas particulares, que a prendara e levem-
na a ra da Cadeia do Recife n. 17, segundo
andar, que recober 50,000 rs. de gralifl-
e.ie.ni, e prolesla-se com todo o rigor da
le contra quem a tiver acollado em sua
casa.
Desappareceu em setembro do 1850, o
escravo JuSo, que havia apouco chegado do
Cear, cujo escravo tem os soguioles sig-
naos : bem preto, bonita figura, estatura or-
dinaria, odos e boca'grandes, lieigos gro-
gos, com todcs os denles da frente, pos
grandes, muito ladino com quanlo seja de
Angola, he meio gago e usa quasi sempro
do termo patuscada ; roga-se, por tanto as
autliorrdades poliriaes, aos capitSes de cam-
po, ou qualqueroutra pessoa a captura d'es-
te escravo, a quem se gratificar com 40,000
rs.: no Recife na ra Cadeia n. 34, primeiro
andar escriptorio de Jos Antonio Bastos,
ou na provincia do Cear, com o seu Sr.
I.uiz Rodrigues Samico.
No dia 8 do correte desappareceu o
I preto Angic ; levou caiga de algodo de li-
nho azul e camiai branca de madapolfio,po-
rm j foi visto com caiga branca ; lem urna
perna torta para dentro, ceg de um olhoe
falla bastante grosso: quem o pegar leve-o a
ra 1 np-irial-ii. 43 que ser recompensado.
Desappareceu do engenho Peeras, fre-
guezia deJaboatao, no dia 8 para 9 do cor-
rente mez de margo o escravo Luiz de na-
gfio;alto, barbado, Cira comprida, boigos
grandes, consta andar por esta cidaale ou ar-
robadles: quem o pegar leve-o ao engenho
cima ao seu proprietario ou nesla cidade ao
.Sr. Joaquim Candido Ferreira, qne ser re-
compensado generosamente.
Desappareceu na noite de 7 do corren-
te mez do margo, de bordo do patacho bra-
sileiro, Felicidade, dous escravos marinhei-
ros, sendo um de nome Jos, nagSo llengui 1-
la; representa ter 40 annos de idade, pouco
mais ou menos ; baixo, falla bem e tem bar-
ba serrada ;e Jofio creoulo da Baha, de ida-
de 30 annos, pouco mala ou menos; baixo e
grosso do eorpo, e tem barba moia serrada,
da perna direita metleo joelho para dentro,
e lem os ps muito cambados; os quaes es-
cravos levaram caigas de brim branco e ca-
misa de algo l1o azul; quem os pegar leve-os
a bordo do dito patacho, ou ra da C.deia
do Recife n. 39, escriptorio de Amorim Ir-
mSos, que serSo generosamente recompen-
sados.
Desappareceu no dia 7 do corronte um
molatinho de idade de 12 a 13 annos, muito
claro, e por isso pode dizer que he forro ;
cabello louro e corlado : quem o pegar le-
ve-o a ra da Matriz da Boa-Vista, caaa de
seu aenhor o barSo de Capibaribe, que re-
compensar.
j MUTILADO L


Full Text
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