Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:04462


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Full Text
AnnoXXVIf
>*V>-
Quinta feira 11
DIARIO DE WPEMAMBWO.
raigo NncnieolO.
PlOaKBNTO ADUIfTiDO.
tit trlmeitre. -.........
Por irmcstre ..........
Poi upo........-.....
PAQODBNTSO DUTtlMESTBB.
Por quartel ...........
WOTIOIAI DO lMPlnlO.
Par .....I8de Ferr Mlnaa... a5 de
Maraabao '21 de dito S.Paulo. il de
Ceari... 28 de dito. R. de J ..'."> de
Parahlba. 5 ir Marro 'Habla... 4 de
Da.-. DA IIM1S1, AUDIIKOlAg.
4/0001 8 Seg. S. loSo de Deotl Juitode OrpMo
It/OOOl nstlluldor dosR.C 2. e6. s 10 horas.
IA/iMoJ 9 Terj.S. Francisca R.l I. varado civil-
la ihi.in. S. .Milu i". 3. e6, ao meio-dli.
'if'00 11 Qulnt. S. Candido. Paitada.
llSnt S. Gregorio 3. e 6. Ai 10 horas.-
Jaor. Magno. 2 rara do civil.
dito ri s.iii. s.Siiii'li.i. !4. eaabadosao melo-d,
Ferr. l4 Doro. 3. da Quares- Kilaeio.
Mareo mi.; S. Maililidri. Tercas e libados.
iramiisii."
Crescente 28, it 8 borai e >l mlnulca da t
Chela a <>, as 3 horas e II mi nulos da ni.
Mlngoante 1!, ai > hora e 11 miamos da I.
Hora 20, aa 4 horas e 14 minutos da m.
IBUI11BDIHOII
Prlmeira s 0 horas e 18 minutos da tnanba.
Segunda s !> horas e 4*2 minutos da tarde.
INTERIOR.
MINAS GERAES.
Ouro-Prelo, de feereiro de 1851.
Continan) as Indlspoiicdcs contra os regu-
lamentoa do censo e do registro dos nasciinen-
tos e obltoa, e mratenle contra este ultimo.
Mus nao era de esperar outra cousa- Entre nds
todas as dlsposicoei legislativas ou regula-
mrntares que jugain com os inleresses c h-
bitos das classes mals numerosas da aociedade
ao de dlmclllima eaecuco. O derrainamento
de nossa populacho por urna superficie que
nenhuina proporcao guarda com ella, as dis-
tancias que aeparam uma habitaco de outra,
offerecein obstculos Invendris aeco do
poder no Interior daa nosaas provincias. Per-
guntai aos eaecutores do regulainento de 3l de
Janeiro de l84i se ellri o lein podido ctunprlr
cm todas as partes. Exceptos inappas reinel-
tidos pelos Juitts de direito, elles que digam
c, apetar de todas as diligencias, lein podido
receber outros.
Quando ata dos noasos nisis dlstinctos esta-
distas, n Sr. Alvea Braneo, se a memoria me
n"io falla, disse no senado que as lels se eie-
culavam como era posslvel cecula-las, o jor-
nalismo da corte btadou contra esse principio
que, se nao foi o resultado da eiperlf ncla daa
nosaas cousas, o fol ao menos de multa inedl-
taco.
'elo que acabo de. referir, e porque nossas
iDitlIulcdea levam a diantelra de um seculo
ao estado actual da populaco do interior dos
nosaas provincias, as lels nao se eiecutain
como devena aer, mas como he posslvel ec-
cuta-las.
Lembra-me oque aconleceu a umjiiii de
direito multo meu conhecldo em UN corral-
cao que fea. Maoilou vir sua presenta os li-
vros de notas de todos os rscrlvcs de paz, e
depols de os examinar ochou que nao havla
uma s escriptura de compra e venda de que
constaste o pagamento da alia, porque real-
mente nao tmli.i sido paga. Querendo respon-
aabilisar oa rscrives que liaviam incorrldo ein
taes omisses, disseram elles lodos que se a
pena era o perdimiento do olflcio, escusado era
processa-los, porquanto j se div.nn por de-
mittidoa.
Um allegara que era carplna, e com o car-
go deesciivao perdia lempo que mals Ihe ren-
da trabalhaodo pelo seu officlo ; oulro diiia
que tervia lo smente em obsequio a seu com-
padre, a quem devia multas obrigacoes.
A'vista disto contenlou-se ojuir de direilo
em admoesta-los dando no provlinento as pro-
videncia neceasanas para que se pagassein as
sitas, pois que de outro modo ficavain os dis-
trictos|de pas sena escrlvaes.
Una observacao porin pede a imparclali-
dade que cu faca i a opposico aos reglamen-
tos citados nao aprsenla ntsla provlucia o ca-
rocier que apresentou cm Peruambuco. De-
pols de 1842, ouvia ha pouco a um amigo, o
povo ficou multo tivilisado, e nao acredita ce-
gimentc euiquanta caraminhola Ibe querem
implngir. ,,, ,
Na verdade, o lOdejunho mutilisoii pelo
descrdito mullos telos de opposico. Pode
boje quem quiter fallar cm e.cravidao desla
ou daquella ciaste, ninguno Ihe da ouvidos.
O hoinens a quem impiiiavam o desejo de que-
rer escravitar o leu concillaos ven.-rram ni
1842, e ningueni ficou fscr.ro. Este ficto falla
inais alto ao boin senso do pala do que toda*
aa declamacoes virulentas do espirito de par-
tido.
E poli loda a oppo-.ic.io se tem concentra-
do sobre as difficuldades praticas dos regula-
inentos.
0 es-presidente Sa Reg, de volta para essa
provincia, demorou-se alguns illas rni S.-Joo
d'-El-Rc, onde recebcu as mals distinclas pro-
vas de considerado e estima dos habitantes
daquella cidade. Teve o nieiino aculliluienlo
que ao passar por all na qualidade de presi-
dente da provincia.
Falleceu na cidade de Barbacrna o Sr. Anto-
nio Jos Kerrelra Armond, irmo do fallecido
baro de Pitangnv. Ao dcixar esta vida fet dis-
posiedes taes, que ser semprc lembrado pelos
orphaese iodigcnles com quem reparti sua
fortuna.
Segundo e le em urna folha desta ca llal,
deiiou'oa legados seguintes :' para fundaco
de um hospital em Darbaccna, I20.0UO.OUO;
para casamento de varios orphoa. 20;000,000 ;
para as irmas da c-ridade em Mariana, rila
0:000.000 ; para o collegio dos orphos da mes-
ma cidade, 4,000,000 ; para a malrli de bar-
bacrna, 5:000,000 ; para capella da Boa Nor-
te da inesma cidade, 5:000.000 ; para os ter-
ceiros de S -Francisco c Itosario, 1,000,000 ; rs-
molas aos pobres, na corla da matili. 800.000 ;
para ai alilhadas pobres, em Leos de rais e
e outros ohjectos, a unas 100,000 e a outras
300,000,
(Coria particular.)
(Jorual do Commercio.)
MINAS GERAES.
(Juro Preto, i.'l de fevereiro de 1852.
Iloje a mina que nesla provincia se procura
explorar contra a aclualidade sao os inconve-
nientes que resultan! na pratlca do regulamen-
to do censoe registro dos nasciiuciilos e bitos,
quando determina que oenhuin batismo ou en-
terrainento se po.safaicr sem que seja presen-
te ao parocha ou ao administrador do ceinlle-
rio uma gula do respectivo escrivo de paz,
certificando o ssienlainento do naiclmenlo ou
do bito.
Na verdade ene inconveniente exiite, por-
que eicrives ha que residem em distancia de
duaae tnaii legoas das povoaedes, e districtos
queseacham em des e mals das capellas ou
natriiei em que de ordinario aquellcs actos
ao celebrados.
O prlmelro inconveniente procurou ja o no-
bre presidente desta provlucia remediar, tanto
quanto eslava na cspbera de suas attribuicdes,
e para lito ordenou aosjulzes de direito que
obrigassem os escrivea de paz a residir uis
povoaedes, afim de que fcilmente, sejam en-
contrados quando procuiadjs pelos iulercssa-
doa; o segundo porin nao Ibe lein parecido
ii'i fcil de remover, porque estaodo as povoa-
ces desses lugares no goio de fazerein o en-
lerrnmenlos em ceinlierius parliculare8, lero
agora mullas vezes de ver insepultos oseada-
veres, al que os interessados Icuhain Ido re-
sidencia do escrivo de pat, a qualquer distan-
cia em que eslejam, solicitar as sobredllas
guias, tendo que cm lempo d'agoat ver-se-:io
elle imillas vezci na neceisidade de atravrssar
rioi caodalosos. Assiin, ou os cadveres fica-
rio insepultos falla das guias, ou os adminis-
tradores dos cenillerlos, cedendo aos sentiinen-
tos de humauidade e dando sepultura aos mor-
ios, incorrero as penas de desobediencia de
que trata o artigo 25 do regulamento.
Na mirilia humilde opialo cumpria que al-
guma providencia se dsse a respeito dos en-
terraraeutoa. Sob lnformacao dos subdelega-
dos cumpria que, por exemplo, os juites de di-
reito marcassem os lugares em que a dlspoil-
cao dos arii(;oi23 e iosse substituida por ou-
tra, principalmente a respeilo dos euierros.
Quando em um districto, aoi habltantea de um
lugar fosse Incomraudo procurar as guias do
escrivo de par, residente a urna grande distan-
cia, poder-lbes-bla ser facultado oblerem-as
do l'unccionarln publico mala visluho, por ex-
emplo do inspector do quarteiro, no mcsino
ou em outro districto, dcbalio das mesmas pe-
nas do artigo 25. Dol llvros que aervissein para
esses registrossuppleinentares os funecionarios
registraoles deverlam remeiler uieusalraciUe
urna copia aos cscrlves de pai respectivos. Irairos para o Norte, 8 para o Poento, em
Consta-nos queo nobre presidente estuda acu-Jcampims, e as freguesits de Belblen, de
radainentc todos os inconvenientes Jos regula-
mentos para os submetter consideracao do
Ilustrado governo Imperial, e deste obter os
remedios adoptados. Honra pois Ibe seja feita !
Foi feia a nomeaco da offlcialidade do prl-
melro ii.it illian de guardas naclonaes do Ouro
Preto. e acredito que rccahlo a cscolha em pea-
seas inulto dislincua, e que esse meu pensar lie
o mesmo de toda a cidade; por lsso que nao
me consta que tenha apparecldo cemura algu-
iiii a esse acto do governo, aloda mesmo feila
pela opposlcno e tanto mals se robustece a
unnlia f quando me lembro que esta gente he
amiga de censurar, e que uo perdoa acto al-
l-iiiii, aluda que raso nao baja para que ella
se faca. __. .._ n,,irn.lsarPre'''e- Quinto ai'rlelcees suspeosas de
4 o.ganlsacao da guarda nacional emoutroa f' Socct, Santo Antonio e Sorooaba.
mos da provincia nap tem sido aluda fe ta de "vra|lei oa ultima, id tenho a accretcen-
piin....
o porque, nao ael, porin tenho ouvido dlzor
que a guarda nacional preclaa ser organlsada
por comarcas, e que comquanlo tenhain che-
gado ao governo ai qualificaedes de inultos
municipios, falta a de um ou outro de cada co-
marca : entre as cousas mais reclamadas boje
pela opinlo e pelas ncccssidadcs publicas he
seguramente a organisa(u definitiva da guar-
da nacional. Em urna provincia to vasta como
esta, serla preciso todo o cxerclto que est no
Rio da Prala para se distribuir por todas as lo-
calidades a forja necessarla para as diligencias
da pullcia e mantimento da teguranja Indivi-
dual ; na falla porin delle, o nielo nico que
resta he a forja cvica, que preste autondade
o seu auxilio na hora cm que elle se torne ne-
crssarlo; actualmente porin a expectativa da
novaorganisao,aggrav,indo o j anllgo de-
leito e Indisciplina da guarda nacional, priva
a autorldadc do valioso auxilio desta forja, e a
sso atlribuo cu, nao sel se me engao, o mo
estado cm que por alguns lugares anda a se-
guranza pessoal.
A respeito da iranquillidade publica tenho a
saiisfac.-io de comiiiuulcar-lhe que, pelas ulti-
mas noticias recebidas de todos os pontos da
provincia, gota ella do inaior socego e paz; e
quasi que Ibe posso dar certeza de que ella nao
ser perturbada, nem mesmo pela queslo do
registro dos nasctmentoa e bitos. Por c nao
podetn medrar os estupidos embustes com que
a esse pretexto se perturLou a ordetn publica
no serlo do norle.
Uinaengracada vou eu contar-lhe.
Sabe Vine." j que na cidade de Itabira da
Mato Dentro, d'onde sahlo a felicitafo aos se-
uhoresOtlonis por nao adherircinao program-
la dos senliores Gabriel e houza Frauco, hou-
ve um pagode, e dep ds delle os que inals car-
regados lie ai mi deram pelas ras alguns vivas
a repblica, que foram logo abafados pela voz
do agente de pdBcia, que sem ceremonia fol
metiendo na cadeia o herde principal da feaia
(era um aapatelro, econsla-me que mo sapa-
lelroj, com o que tudo se acoiiiuiodou. Ora,
apeuasconslou islo na capital, soube-se lam-
ben! que o governo recouiinendara ao delega-
do que preveuine laetescaudalat puulndoior*
reccioualineute os bebados e vadios; Isto sci
por v-la em i:m artigo do Born Scnso, que, se
gundu o Apostillo, sabe do que se paisa nal se-
cretarias : o tal Bous Simo uando a noticia ex-
cilou a colera apostlica, e solTreu uma grande
massada por cnainar n-i> i >< c ado aua aina-
dos do postulo, os virtuosos republicano! da
Itabira ; el srnTo quando chega a certidao do
interrogatorio do tal patriota da repblica, em
que elle com os da sucia declaran! que nao sa-
uiain o que ii/ri.iui. porque cstavam embria-
gados;!.. Quero ver o que diz o redactor do
Apostato quando ler o Inlerrugalorio do aapa-
telro polilico,
{Carta parlcular.)
^____________ildtm.)
S. PALLO.
S. Paulo, 12 de feverairo de 1852.
Ao mens agora nSo me vejo embarazado
para dizer-lhe alguma cousa in.te'essant's :
a quadra eleitoral he 15o farlil em oceurren-
cias quo o meu embarago hJe osla na esco-
Iha desquemenciotiare O seu corresponden
te de Pans quasi sempre acera ns previ-
sOes da ultima caria ; e de ordinario na se-
beo) Ihe dizia eu, > ou
Jundiahy, Pirassonunga. Bethlen do Dcs-
calvado, Penha ; em algumas de*las fre-
guosias linha a opposirjo perdido na elei-
c.1o de I8t9.
Da marinha no ha ain la noticias deta-
lladas, mis he provavel que tencesse o go-
verno. em I' 11 itulia. S. SebastiSo, Iguape,
Paranagus, Morretes, Antonina, Guaraluba,
(Icanilo reservadas como provavets para a
opposi;9o nicamente aa villas de Canan e
Xirifica, e freguesia de Yporanga.
Na. villa Bella houve discordia entre os pro-
prios governlstas, e to grave que produzio a
suspenso da eleijo, e qurixas ein duplcalas
de Margo ce 18>2.
N. 58.
rABTIDll DOB OOBKKIOI.
*
nna e Paraljlba, s segunda! e seitas-
ras.
Crande-do-Horte, todas aa qulBlaa-felraa
mel da,
nhuns e Bonito, 8 e 23.
Vista, e Flores, 13 e 28.
ria.i qulntas-felras.
ida, todos os das.
J/OTICIS UTBANOEIBA*.
Portugsl. 15 de Fevr,
Hpspaoha o de dito
Franja ... 7 de dito
Blgica... de dito
Italia.... 4 dedito
Alemania. 3de dllo
Prussia .. .3 de dito
Dlnamtrcs3i de Jtnr
Rutila... 29 de dito
Turqua. i4 de dllo
Austria.. 8 de Fevr,
'mu. .. I dedito.
Suecla... 30 de Janr
Inglaterra 10 de Fev.
E.-Unldos 28 de Janr
Mxico... 29 de dito
California 2 de dito
Chlll. 2 de dito
Huenos-A. M de Fevr,
Montevideo l6de dito
CAMBIOS DE 10 VI MAIICO.
| Sobre Londres, a 27 aGO d.
Pars,
> Lisboa, 90 por cento.
itaes
| Ouro.fJnjasbfspanholas.....T'.;"..
Hoedas de 6/400 velhaa. ..!....
de 6*400 nova..........
* de4/0C0................
IPrata.Pataofles brasilelroa...........
Pesos columnarloi..........*
Ditos mexicanos............
2q/000
lii/tKO
16/ono
9/100
1/020
1/920
1/800
W*yT'!'
lar que em Soracaba e ltaganea f VMiiildsMu
apoderaram-ae da urna, e juramentaran! sup-
plentes do juiz de paz que mals proprlos Ihes
parecern!, e conclnlram a eleljo, sendo no-
lavel que emSorocaba, onde a opposijo sem-
pre ir i ii ni [ilion, na apurajo ficasse com 5 votos,
e os governlstas com 355. E'certoque esta el ci-
eo fez-se sem multa ceremoula : no mesmo
da receberam-se cdulas e apurou-se: parece
que havla pressa. As representarles que as
mesas parochlaes dlrlgiramao presidente aluda
eslo sem'respostas, e he geral a opinlo de
que ella ser quevlslo como ha eleljdes feta~
depois da suspenso, o senado decidir; i
que al enlo fiquein suspensas as que se prin-
cipiaram apenas.
as dnas paroebias, porin, de Santo Aotonio
e Soccorroas autoridades policiaes nao cuida-
ran! em fazer sua eleijo; e por lsso he de crer
que continu a encelada.
De Itapeninga lia noticias completas: a for
que ali destacava ao mando do capiloGananca
parece que lentou Inteivir, e que alguina- pri-
siirs se fizeram; masdiz-se que reunidos os op-
posiciooistat, e apresentando dispoiijdei lirl-
.iirni.i-, o con.mandanle adoeeeu e oa presos
oram tollos e seguio o processo da rleijao
com toda a calma vencendo a oppoilco : isto
he o que me assevera pessoa bemlmfurmada,
e be mu i difireme do que antes corra.
J se pubHcou, na Aurora, a chapa do go-
verno para senadores, e compoe-se. como eu
j Ihe havla dito, dos seguintes candidatos:
cooselhelro Plmenta Bueno, monsenhor Rama-
Iho. Carneiro de Campos, Silva, Jos Manoel
da Fonceca, e Pires da Motta.
Gonciulram-se aa negoclajdes para a incor-
porajo da coinpanbia denomisjt08- ,,io Claro,
que prope-se a emprehendtr a factura da es-
trada mais importante da provincia, com pro-
pnrc'ie. p.na ser transitada por can os, Dispens-
me de explicajSes a respeito, porque o I/piran-
r/ade hoje publica oprojeclo deconstlluljaodes-
sa companhia, que val er tubinetlido assem-
bla prorlntial, e t accresentarei que o geverno
apola essa empresa de iiiconiestavel Importan-
cia para esta provlocia. Reineltu-o pois para es-
te projeclo, que espero publicar com esta, pa-
ra aer lido e eatudado pelos cntendedore, e
colher-te alguna provello dat observajes que
alguein quelra publicar a respeito-
Corre como certo que o Dr. Silvei'a da Mona,
dir.rtnr da inairucjao publica, teve um dmete,
com o teutecretarlo, Ur. Ribas, deque resul-l
tou o julgar unp isslvel continuar no einprrg,
e pedir sua demisso, viilu nao achar no gover-
no o apoio que esperava. O facto parece lucon-
testavcl; mais sobre as cautas que deteiinina-
rain o pedido de demisso como o queouvi.sem
garanli-lo. ...
(Carla particular.)
Projeclo de l'.i orgnica da componhia
do Rio Claro.
Art. 1.0 presidente da provincia he arj-
torisad a contratar com o sargento mor
Antonio Paea de Barros e Vicente do Souza
Queiroz a incorporado daCompanhia das
Estradas de Santos-, composta de accionis-
tas, e representada pelos dtreciorea por ella
nomedo*, sendo as acr,oes de cont de ris
cada urna, e nao podendo comectr os
trabalhos sem seiscentas accOcs ioscrip-
Arl. 2. A Companhia das Estradas de
Stnlos lica obrigada a construir urna eslra:
guinte principia
iil'i errei nos clculos da minha ultima, _
etc. Costo desta seguranza e constante a- da de carro, desdo a dita cidade ale o mo-
cero de ctlrulo ; e por isso promrtlo-lhe nicipiode S. JoS do Rio Claro, alravessan-
nuii cada vez que eu souber que alguma do os de S. Paulo, Jundiahy, Campias e
coisa hade aciiiitecercoin quasi certeza, hei Limeira, ramilicando-a pelo lado do norle
do previamente annuncitr-lhe, para que alolliu Parahyba. e pelo de sudoestn tos
nilo se diga que s em Paria se atlvinha. municipios de ll, porto Feliz, Capivary,
Isto lu lo s-tvo de prembulo para dizer- Conslituif3o e Mogi-tnirim. E ficando-lhe
Hio que nSo me enganei quando na miuha permittido tambem ramilical-o para outros
de 20 do passudo Ihe assoverava que o rom- ponlos que Ihe convenha, coiuttnto que fa-
piuiento entre o governo e o Dr. Pacheco ca nos primeiros onze annoa do seu cou-
era inconcerlavel. Mis depress do que eu tracto.
contava vieram os aconlecitnentos confir-
mar mintias previsOes : a exclusSo do dito
Dr. da lista do eloitore* da S accelerou a
exolosSo : des le logo comeQtrain os gover-
uistas a aggredir violontamonte a ovelha
dispersa du rebanho ; e a Aurora, que logo
appareceu eu grande tenue, isto he,em g'Bt:-
de formato e unidamente imoressa, deu re-
bate nos arraiaes, denunciando o Dr, Pache-
co como desleal, e declaraodo-o digno de
ctsligo por ler transigido com um opposi-
cionista para truca de voto para eleilores,
u.i'i in se vio us apuros que Ihe causava
a chapa legal, que se espallira uo da 31 de
lanero de a tarde.
0 que resullou desta aggressSo que pare-
ca calculada para I un; ir (Ora do parli lu o
Dr. Pacheco, fui retoiquir este em um avul-
so impresso na lypugradhia do Ypirnnr/a.no
qual diz, sub sua asstgnatura, cousas bero
aerea ao presidente, eaua roda ou engrana-
da corle, como se exprime a corresponden-
cia. Na mesoia occasio sahio du mesmo
pelo oulro avulsoassigitado o velho tagua-
rema, que toma as dores pelo Dr. Pachece,
e nBo poma o presidente com alluses nu-
merosas e ferinas ; e rutnbuom este escrip-
lo a um amigo muito intimo do Dr. Pa-
choco.
Est pois, a desordem no campo de Agra-
mante, e o diabo, quesegundo t opini3u
dus opposicionims, anda solt desde 1848
nao ha de perder a occasifio de alicax a dis-
cordia e todas as pailos vehementes, para
depois deleilar-se com o espectculo das
ling.ii e (desaguisados que ho de resul-
tar.
Su bem poda agora aclarar um pouco
um vaticinio que le lia, em linguagem
propria, na minha ultima ; mas a cousa
anda tem ssus contras, e deponde de varios
incidentes que podem realisr-se ou nSo,
conforme o an lamento da eleicSo senato-
rial ; epur isso abstenho-me, por emquan-
tu, de explicacoes, e s Ihe digo que o fu-
turo da poltica desta provincia est prenbe
icsuccs'ds importatiles.
Cunliituam favoraveis ao governo as no-
ticias cleitoraes do interior. Nos munici-
pios de Limeira.S. Joo do Ido Claro, Mo-
gi-mirim, ConstltuicSo, Taluhy, Pindanio-
nhtngaba, Guaraltngueta e Taubal venceu
o governo; a'opposico venceu em Loreoa,
ijueluz, Cuuha, Imbabu', Piuheirus e Bar-
ia Art. 3. A factura da estrada comprehen-
de pontes e aterrados, e quando passarem
pelo lello das actuaos servir-lhe-hSo as o-
bras fi'ilas. TerSo trinta ptlmos de largu-
ra, as d sassiiiiilini las de niatns; sua inclinacSo
longitudinal nSo exceder regularmente
seis por cento, poder elevar-aea oiloquan-
ilu as localidades o exigirem, e mesmo a
dezetn caso extraordinario; mas esta eleva-
c3o de dez por cento nunca sera excedida
nem continuada por mais de duzentas bra-
,s-
Ait. *. A companhia conservara sempre
em bom estado aa estradas por ella construi-
das, e assim as entregara no fim do seu con-
treto ; as actuaos que a companhia tem de
substituir, emquanlo o n3o llzer, fsra oa
reparos necessarios que no esto a cargo
dos propnelarios ou daa cmaras munici-
paes de tuatitira que so conservem transita-
veis. .
t Quando houverem duas e mais linlus
de eslnda de um ponto a outro, a obrigacSo
de concert imcumbido a companoia s ae
entende de uma das lii.lia?.
Ait. 5. A companhia conduzir as li-
nlia.i das estradas a construir por onde maia
convoninnte fr, tendo em vista o menor de-
clive, o menor extenso, modificando estas
duas condeses uma pur outra ; e nenhum
propnelario poder obstar.
Arl. 6. Fica applicada a esta obra o ren-
dimento'dabarroira de Santos poriOinnos
elevando se a laxa nos primo ros dez tnnos
a mais melado, reduzindo-se actualidiade
nos dez seguales, e a melado da aclusllda-
denos ltimos vinle-annos, onlregando-se
a mesilla b irruir companhia para arreca-
dnl-ii ciiiii as mesmas regalas de que goza
a recadacSo actual eos seus empregtdos.
bodia desta entrega coa>ec.ar a covrer o
periodo de quarenta annos deste coulrac-
to, e os uniros que se estipular.
Arl. 7. O governo pora tambem dispo-
sicSo da companhia o uso dos edificios e lor-
enos que possue nu Cubalo, com faculda-
de de fazer cercados para capinsses, e pastos
dos antmaes do servico da mesnia, e as cons-
IruCQOas necessarias, licaudu salvo o uso ac-
tualmente permillido aos tropeiros. EsW
niosma (oncaaso se esteodera a todos os
terrenos que o governo possuir ou lorem de
uso commum ao longo da estrada.
A companhia gozar duranto o periodo
ontracto do direito exclusivo da roda-
para t-anspnrtes de carros ou pessoas
[paite das estradas quo abrir ou preparar
ludo s permiltido aos possuidores de
ros de elxo fixo, de qualquer denomina-
, viajaren) nellas ou transportarem enlre
a residencia e os seus predios, ou onlre
s, objeclos seus, prohibidos absoluta-
o uso do eixo movel.
Fica livre o transito de animaos ; porem
porces de estrada abortas d novo, e
havendo impedimento de transito na
pectiva estrada velha, s podero transi
trovas depois qui a companhia aa de-
ar francas, o que far logo que eavtiverem
cluidos todos os aperfricoamenlos, e que
i po lera exceder a doua annos depois de
.milla oa seus carros a trabalhar.
Ait. 8. 0 governo desaproprlar o ter-
renos necessarios para novas estradas e alar-
gatnentos das acluaes, sendo a indemnisa-
eflo por conla do mesmo governo. Desapro-
piar lamben), mas por conla da compa-
nhia. o que est necessitar para o aervico
dos transportas nos lugares convenientes,
como sao ranchos, armazens, pastos e ca-
pinsaes.
Art. 9. Prestar companhia toda a
protercSo necessaria para rtgularidade o an-
daraonlo dos seus trahalhos, e far regula-
menlos em queimponha penas, com fcil
execuQSo aos que impelirem ou perturba-
ren) ainda lempo rariamenlo o transito d
sslrada, ou causaron) a esta algum damno.
-Art. lo. SerSo dispeussdos de outros
servicos da provincia os engenheiros o no-
meiis eu tendidos que a companhia pedir pa
ra a obra da estrada: e os empregados e
operarios pertencentes guarda policial se-
rao tambem dispensados do servico. A as-
sembla legislativa provincial solicitar dos
poderes supremos a iseucodo servico, da
guarda nacional edu recruUmento paraos
ditos empregados e operarios; a isencSo dos
direitos do impoitacflo das machinas, ins-
trumentos e utensis importados para obra
da estra, ou para os transpones ; sendo esta
cuncessSt) somonte por 10 hoaiens.
Art. I). A companhia obnga-se a em-
prear na obra da estrada anoualmenle to-
do o ren lmenlo da barreira, o mais de ou
tro tantu ; excepto no primeiro anno, pro-
vavelmenle oceupado em exploracOes e reu
ni3ode operarios, prazo que o presidente
da provincia fica aulonsado a prorogar, ha-
vendo cans judificada.
Ari. 13. Lugo que qualquer secfSo da
estrada esliver apta para o uso dos carros
de eivo fixo a companhia empregara nella
quautus lorein exigidos regularmente pelas
necessidades dos irans'portes, tanto de g-
neros como do gente, e o aluguel dos gr3os
e de oulro) genero*, c .jo volume n3o ux-
ce. la igual peso daquelles nao excedor a
lo rs. por liiToln ein legua, coutainloso
mais o corresjondenle a duas leguas pelo
recebimenlo e entrega; e nos outros gneros
de maior volumu relativo, ou de risco, sera
conveocionalmente proporcionado, assim
como o das pe. Arl. 13. Seaassembla provincial au-
tnri-ai- estrada de ferro ou outro novo meio
de transportes, que inulilisar o dos carros
pela estrada projectada, indomnisar a com-
panhia e Ihe dar preferencia na nova em-
presa.
Art. 14. O presidente ds provincia ve-
lera no cumpriment i deste contracto, pro-
vendo administrativamente em sua execu-
c3ii, e dar annualmenle conta assemblca
provincial do que tiver occorrido, para ella
prover o necessario.
(Jornal to Cominercio.)
PERNAMBCO
ASSEMBLEA provincial.
SESSAO Et* 8 DE MARCO DE 1852.
/'rtiiiifiicid do Sr. Pedro Cavalcanti.
t t^oncuso.
nliiil.M DO DA.
Segunda diteus o do projeclo. n. I deste
anno, que ii vi a forja policial para o exerclcio
de 1852 1853.
O ir. -tunui'o de Oliveira : Tendo em al-
gumas palavras que profer na priiueira discus-
so da presente lei me coinpromeitldo a apre-
sentar urna emenda de redaejo para a forja
policial, quetein de ser decretada, levanto-me,
Sr. presidente, para dar cumprimeolo a minha
promessa.
Primeiro que tudo pedirel licenja a V. Esc.
para declarar com aquella franqueza piorna
do meu carcter, que nesla occasiao nao son
guiado por lentimento algum de animosidade
contra o corpo de polica, o qual, pelocoolrario
me merece todas as sympaihlas. Julgando-me
pouco habilitado para einilliruui juizo seguro e
acertado acerca da actual o rganisajoe coinposi-
jo deste corpo, eanteteitaodoinclioadoaacre-
dii.ar aob a f dat palavrai do oobre admlnla-
trador da provincia, contignadas em teu rela-
tarlo a ene retpeito, que por defeitoi de seu
regulamento nao ha elle podido chegar ao es-
lado de disciplina que era para desejar sou
comlu lu forjado a nao desconhecer o mereci-
mentodo seu nubre coinuiandanie, nosso dig-
na collega, e mais ofciaet, sem nunca me es-
quecer da relevancia de alguna strvijot pres-
tados por estt metino corpo as crises arrisca-
das, porque ba pastado esla provincia.
nicamente motivos de siricta economa
me levar.un a siilum lie, ronsiderajo da 'ca-
sa urna emenda substitutiva a este projeclo, a
qual me fol suggerida pela mesqulnhez com
que no orjaiueulo da thesouraria, segundo nos
annuciau aqu o Exin. presdeme, fdra alten-
dfdo um dos artigos ao meu ver mais impor-
tante da despeza publica, qual odoa un I im li-
no mus materiaes. Sendo urna verdade reco-
nbecida e sentida por iodos, que esla provin-
cia para seu engrandeciinenio e prosprrldade
precisa de estradas que a babllitein a trazer os
seut productos ao mercado principal, sem os
Inconvenientes eoout, que actualmente pesam
sobre ella; he sem duvlda doloroso. Si. presi-
dente, ver inarcar-se a quanlla de 170 conloa
para o corpo de polica, destlnando-se apenas
a de pouco mals de 100 contos para as oblas
publicas, ( apoiadoi J emquanlo que se torna
absolutamente necessaria Ulna coosignajo su-
perior a 200 contos da res para que os ir.li.i-
Ihos encelados neaae ramo Importante do ser-
vijo publico tcnliam um andamento regular,
e para que.os concluidos nao se deterioren!,
sem fallar de ouliaa obras que multo cumpria
emprebender. He esla, Sr. presidente, a princi-
pal e nica raso que me moreu a rediglr esta
emenda, que, alias, nao he scoo a repro^uc.
jo da lei policial com que o Exin. Sr. nai<(u dn
lloa Vista governou-nos dous ltimos a;,'u08 de
sua inemoravel adminittrajo. (.Ipuie.do. )
O piusa o i en I' da ni i n ha niiui',.1 uu em
peil'-ui hannonla com a opio^o lttongelra
maiufestada pelo Exin. Sr- prc'iU(.nlc cerca do
isi.nlo pulllieo ilesla proviu'.,,, mas como ine
tenha em outra occasto drc|lrado discorde do
r
Exin. Sr. Vctor de Oliveira em esse ponto do o corpo sempre se ha portado bem, e quando
seu relatorlo, talvez alguein me quelra quall- se porta mal, be como agora nestat quettdea
flear hoje de contradictorio, ou enxrrgar em de Pao d'Alho e Llmoelro.
meu proceder detejot de crear embarajos pa-, Sr. presidente, direl a V Exc. que o officlsl
ra a nova admlnistrajao. i de Pao d'Aliio portou-sr multo bem, e nao fez
I/mSr. Diputado: Apoiado. fogo porque nao teve ordem, e o seu deataca-
O Sr gusto de Oliveira : Embora uma ment fol detarmado por 800 homms, tendo
foroa policial numerosa, perfeltainente dlscl- apenas o destacamento de M prajat; elle offi-
pllnada c organlsada seja um poderoso auxilio cial, digo, porlou-se muito bem, assim o affir-
.......... pode estribar qualquer presidente mam as autoridades poliches do lugar, as
afin de mantera ordem e a paz. comludo de i quaes declaran) que elle esteve em rlscot de
outros mtlus nao menos efneazes dispem oa perder a vlea; e eu Invoco como prova desta
presidentes, requlsltando do governo central vrrdada, o testemunho do nobre chefe de po-
alituns bataihdes de Iropa de linha. Fellzmen- Hela, que seacha na rasa.
te os gloriosos succetsos que tlveram lugar no O Sr Figueira di Mello : Apoiado; he urna
principio do mes passado na repnblica argn- verdade.
tina, oceaslonando a queda do dictador Rosal, O Sr. Barros Pulctio : Este officlsl mesmo
e irazendo coinsigo a coucliiso da guerra do assim esta preso, e rrspindrndo a contelho por
Mil devem de por em ditpoolbilidade grande se haver retirado para a capital sem ordem.
parle desse numeroso exerclto, que te acha O ohiclal de Llmoelro fol mala Infelii, por
reunido nat margent do Prata ; portanto hahl- tou-ie peior, talvez j anustado como prece-
liudoseaclia o.uverno pa iiliifatcr qual- 'uinte docompanheiro. ou mesmo porque uus
quer requislcflo desse genero, que Ihe forfeltallhe dlnain haver ordean para laier fugo, outrot
por parte de seu delegado nesla provincia oujdlziain que nao Hzette masque oao desam-
en) ulra qualquer ; altn de sempre estar aolparaise a cadeia com os preos : o pobre que lo
alcance das presidencial o einpreo de um ou- ditpunha de 18 prajat, que nao recebla ordem
tro mel, qual o de chamar a trrico a guarda
nacional, que, te bem tenha algons inconve-
nientes, ao menos tem a vantagem de sua des-
peta nao pesar sobre os cofres provlnciaes.
Todava, Sr. presdeme, convencido como
eu eslou que o novo administrador da provin-
cia vein animado dus inelliores srnliinenlos,
que pela nrobidade e honradez de seu carc-
ter nos .illi ni, i, que vem givernarsegundo as
conveniencias da poltica, que Irluuiphandu no
da v de selembro de 1818 elevou o gabinete
Imperial as posijoes oUlciaes que actualmente
oceupa i eu nao desejaria que esla assemba
dciasie de conferir a esse digno administra-
dor as mesuiaa altribnicfles de que gnzavam
os seus anlecesiores. aliui de niantrr idesa a
Iranquillidade publica, caso venha esla a ser
iiova'uienle perluibada pelos pbrenezis e deli-
rios do partido opposicionisla; e j prevenindo
essa hypolbese, a emenda conliu nina dispo-
sijo concedendo laculdade ao presidente da
provincia para elevar em casos extraordinarios
a forja policial a 600 prajas.
Bem sei que na pralica do syslema repre-
sentativo a lei da xajo de forjas he sempre
cousiderada urna medida de alta confianja,
e elaborada sobre nina propusla em cuja apre-
srntajn o governo sidlicita do corpo legisla-
tivo um voto de confiarra; com quanto me pa-
que as assrmbleas provluciaes este
rigor.
reja, .
principio nao seja seguido com o memo
todava a lei de fiajao de forja policial hi
sempre confecccionada segundo a Indicajo
ii o a no relatorlo das presidencias, e na pre-
sente tituajo, leudo boje chegado o Exi
Sr. Ribeiro preaidente uotneado para etia
provincia, e leudo conveniente couliecer
aa tuas vistas a cerca deste assuinpto, talve
alguein de entre nos rntenda que deve ter
adiada a dltcutso detle projeclo; porem
Sr. pretidenie me parece que teinellianle ad-
diamento n.io trtr seno inconvenientes; nao
i ein huin, dous ou trez dial, que o nosso ad-
ministrador poder formar urna Ideia exact
a cerca do estado da provincia, enlretanlo que
para o ondainenlii dos nossos trabalhos he ne-
cessaiio, que esla lei seja votada a lim de que
a coiimilsso de faienda poisa quanlo antes
apresenlar a coso o reaullado de seus Iraba-
Ihos. Ao passo Sr. preaidente, que rala as-
semblca nao fica despojada de um direito, que
por asslni dizer Ihe gaianlem os csiylus par-
i.ioniii.iie-. nem privada de um ensejo fivo-
ravel para dar um vol de confianja ao novo
adminittrador que procure se entender com
ella, -pudrudu esla lei aer correal la na ler-
ceira discutso, ou na segunda e terceira dis-
cusso da lei do orjamenlo.
O Sr. Martina Pireira: Logo nao he econo-
ma.
O Sr. Augusto di Oliveira: Eu nSo com-
prehendo o aparte do nobre depulado ; eu cx-
puz mlnhaa ideias e pejo ao nobre depulado
que me combita.
O Sr. .Warim i Pereira: Em lempo compe-
tente.
O Sr. Augusto de Oliveira: A economa
eu a quero, mas quero ames de tudo a tran-
quilidade publica, e nao quero negar a um
presidente em que confio os melos para inan-
te-la. ( l.. i n' ) Sao Sr. pretidenie estas
as tinlcat retrs que me induzirom a con-
feccionar esla emenda, que passo as mos de
V. Ex. afiim de ser llda na mesa, e concluin-
do dar-me-hia por muito feliz se as breves
explicajdes que acabo de dar eu houvesse
conseguido despersuariir a dous illuslres de-
pulados que se senlSo do oulro lado, que a
esle meo proceder nao presidirn! ncni a odi-
osldade nem o resentimento.
Vat h me e he apoiado o seguinle :
Emenda subatutiva ao projeclo n. I.
Arl. 1. A Torca policial de toda a provin-
cia para o annn fipanceiro de 1852 o 1853,
constar de 400 pracas de infantera.
Arl. 2. O presidente da provincia distri-
buir e organisar a referida forca como
enlonder mais conveniente a economa o
dcsciplina do corpo.
Art. 3.' O presidenleda provincia fica au-
torisado a elevar em circunstancias extraor-
dinarias a referida 0151 a 600 pracas.
Art. 4.' Fica revogada a lei n. 215 de 21
de main de 849, e todas as disposices em
contrario. S. M. A. d'Olicelra.
OSr. Sarros Faleo : Sr. preaidente ne-
iiliiiin 1 tenjo havla feito de lomar parle nena
dlscussao, porin como o nobre depulado que
me precedeu cbamou-ine a ella com seu dii-
curjn, noliveoutio remedio.
Or. Augusto di Olivilia: Eu nao o cba-
mel a diacuss.-io.
O ir. nrroi Falclo : Mas fallou em rcla-
torio, em indisciplina e no corpo re polica.
A queslo, Sr. presidrnle, he bstanle aeria
para 111I111; mas, comludo, eu delxarla de a
deseuvolver se nao tiveaie o deverde; derender
a minha digmdade lo acremente ferida, nesla
parle do relalorlo do Exm. presidente da pro-
vincia : ( li) eu digo que nao quera enirar nes-
la queslo, uo porque me deixassem de ru-
brar as faces a leitura do relatorlo, na parte
que me diz respeilo ; nao porque dalxe de es-
ar acosluinado de re.ecr injuslljaa e ingra-
vincla nao teve em vistas laojar sobre niiin e
ao corpo que cominaudo uma tao grave In-
juria I Talvet houvesse aqu alguma lacuna
que eu a nao posso enxergar...
Sr. presdeme, a falta de disciplina em um
corpo importa em multa cousa i e eu nao me
podeouo capacilai de minha. emprestada rela-
xajo, porque slivo bem ao governo j
ba inultos anuos e em difierentes campanhas,
sem que esse deleito tenha sido descobeilo ou
conliccido ein luim por nlnguem, he claro que
no poda eapargi-lo pelo cor|io que comman-
do, ao ponto de o lomar indisciplinado. (A-
potados.)
Sr. presidente, tlgumas prajas do corpo em
quetlao ho fraileado faltas, porin nunca se
uir, e neiii 193 fouco te poder pruv-fcque
ellas tio acobertacia: por, lP.COni attinpum-
dade I ( Apotados ) Todas as fallas que hegam
ao'ineu couhecimento al tenho leudo ipn-
senja do governo. ou punido-as se esiao a
meu alcance; uo se provando o eootrar o do
que hel dito, como jnlgar o corpo iodltcipllna-
du nessa parte? r ..
Bu. iod rcbelio pela qaalilem taMs-
mente ciu provincia panado de iMb para ca.
que nao fosie duvidosa pira elle, vendo que so-
bre villa mi.11 chava inuia gente ie poz a ca-
miiiho cu. esta capital, dous das autes de ser
o seu destacamento desannudo, creio que por
OOhomens : este ofnclal vlo-ie em una colli-
sao terrirel, porin inesiiio assliu o seu proce-
diinenlo fui muito criminoso; esta preso por
isso, a respondendo a coaselho K quemo]pren-
ilcii e deu a parte pela qual est elle respnu-
icndo a conselho ? Fui cu ; fui eu que sou o
responsavrl pela disci|>liuj do corpo !
Sr. presidente, direl que ignoro as raides
que inoyeraui o nobre presidente da provincia
a fciir-ine lio cruelmente : por tanto, repito,
queahi houve engao, ou talve seja poique
estando pouco acostumado a lutar com soldad 03,
upponha como Indisciplina *lgun pequenos
tesmandos (|ue tem apparccUo no corpo de po-
iefa, e que apparecem uob corpos os mais vigia-
dos e disciplinados que como este se acharem.
Sr. presidente, a lei que creou o corpo de po-
lica, e que Ibe iieu a sua organsa^o, deter-
mina que dous tercos da forca fosse distribui-
da por as dlflerentes comarcas da proviucia, e
|ue um terco se conservasse n capital : o le-
gislador eotendeu bem oque fazia com essa
deliberaco; quii que sempre houve*se urna
forca de reserva para fazer o servico d- capi-
tal, e para mudar os destacamentos em certot
e determinados lempos ; porque o destacamen-
to durando muilo cm um lugar nao faz o servi-
co como deve, c a razo he porque oss soldados
se vio familiarUaodo muito com o povo, e v
portanto se tomando complacerte, e cumuiet-
tendo algum abuso ou falta.
A le, Sr. presidente, nao tem sido execu-
tada nesta partf, e a raso que ha a tal respei-
lo, he por que a provincia nao tem andado em
esiadu normal, em toudo o lempo que tenho
coiiiiuandado este corpo; sendo por tanto es-
tes uiovitueutos, que lein obngado o governo
a lancar mo de toda a forca, sem puder at-
teuder a essa necessidade.
Qualquer curpu do eaercito, Sr. presidente
por mais disciplinado que seja mais que se
acbe desta forma destacado, praticar enevi-
tavclmenlc algumas fallas, ( Apoiadot gra$ )
pur tanto &r. presidente em concluao repito,
que estou convencido que o uobre adminis-
tiadorda provlucia nSo qoi laucar sobre mia
o o corpo, um aualtiema jue nao merecemos !
Sr. presidente o meu lim nao foi justificar-
me, appresentei estas rabrs fiuineuic, para
u dcixar em silencio o que se disse de miin,
: do corpo que commando; tendo em meu fa-
vor a minha consciencia, o bom scnso da casa,
e o juiso do publico em geral.
Sr. Florencio: U um aparte.
O Sr. Barros Falcao: Ku nao quero en-
trar com o nobre diputado nesta questao; dei-
o-lbeocampo hvre, pode emitir sua opt-
nio como quiser, e entender, certo de que
nao Ihe dou resposta alguma nesta materia.
0S>. Jos Vedro ; Cumbate a emenda,
sustentando o prejecto.
O Sr. Carneiro da Cunha :Disse que dSo
era s a cuiilianga, masas necesidades da
pruvinci, e as furgas do rofre quem o guia-
vam n'esla votecao : o por isso pudendo
bem ser que o Exm. Sr. Hibeiro vesse a
certeza do que para esta provincia virra tro-
pa de linha da muita disponivel que se acha*
va agora no Sul, desuecessario se tornara
o numero de forc,a policial tal qual se cha-
va marcada no projeclo; e os dinheiros que
se houvesse de empreg^r pora tal lim, nflo
seriam applic-dos com menor proveitoem
entradas : por tanto que seus desejos nVsta
occasiao seriam em favor ue um addiamen-
todoprojecto por alguns das.
0 Sr. Eitelita :Sr. presidente, voto con-
tra a emenda e presto o meu voto ao pro-
meto tal qual se acha, seotindo que as for-
jas do cofre provincial nflo sejam outras
porque o meu voto seria para augmento ;
nSo porque recele que a ordem publica se-
ja alierada, porque enlflo oesse caso 3o he
o augmento de 300 ou 400}prac.as que podem
concorrer para o restabelecimcnlo da or-
dem ; nSo vou por esse lado, vo-o pelo pro-
jeclo Ul qual se acha, e pres'aria o meu
vol como ja disse, se visso que podiamo
dispr de tendas maiores, porque emendo
que as autoridades que se acham collocadas
cm diversas comarcas necessitam de um con
tigente forte para repressfio do crime e per-
seguido dus criminosos, e vendo,que as au
toridades para repressSo do crimo e poderem
peiseguir aos criminosos impondo-Ihes a
severa puni^So da loi, precisam terem ea-
sen deslacamentos, e lie essa rasflo porque
voto pelo projeclo tal qual elle se acha. Nos
vemos que os crimes tem augmentado....
O Sr. Vau Barreto \- -Mcniao os crimes
tem augmentado ?!...
O Orador : NSo ; augmentam na rasSo
daimpuuidade : loda a vez quena impu-
iii i. di! o crime rehabilita-s*, augmenla-sef
olio preciso quo as autoridades do centro
le
tiham forcbs para prender aos criminosos
lar acostuinndo de retener injusiicaa c u-g.-- crime. '
zes quiisou autondada um di.ersos lugtres,
tenho teslemuiihaJo, e tenho contado com
o apoio dessa forca, e por lano vendo que
ella presta o> aervic,os que della se deve es-
perar, e convencido que aa aotondades de-
vem ter uma forca com que poeaam coular,
pars garanta de seus actoa; olo pelo pro-
jacio lal qual se aona que conserva a loica
i croada, e contra a emenda.
OSr.Uaciel Monteiro : Sr. presidente,
na pnmeira discussUft deate projeclo, eu
expendi aaminlias opiuioesa respailo da li-
cu da forca policial, e me parece narer
i..h! ruda a verdadeira doutrina pela
sa.
ealabe! c:do a
qual sedeve regulara fixcaod.s prasasem
um corpo deliberante. Neasa mes a occa.
siao aveotei o principio da confunca, quo
fui combatido pelo uobre I'"*0 1" "
assent. dolado pp|.osto (o Sr. Jo** :HeJ,)
I-ara que porm so me podosso combalor,
'"ra preciso cootestar lodas as praticas
doplidu em lodos oa parlamentos do nun-
i MUTILADO


-
_i
';

do, e .ni m'imo atacar o principio da ra-
zio politira Srs. / He inquest.on.vel que
a conli.nca ou deiconianca que por ternu-
ra *e deposite eoi urna adminutracSo deve
pezar foriemente na decretacBo de foroa
pulilic*, e dirigir o voto do parlamento.
Como he que urna assembla deliberaole
palriotioa cundir recursos de forca a urna
aui.nida.le que por ventura possa anular no
empregoeipplicacao dnaa forc?S!porven-
tura for demonstrado que um administrador
qualquer elongeeilou eu de suppor.isso do
Sr. Vctor) se for demonstra lo digo queum
administrador qualquer desviando-a dos
legtimos linsapplicara a forca policial pa-
ra|opprimirao cidadflo, para tolhera liber-
dade do voto, urna assembla patritica,
votar a fon; que elle pedir ?.,.
O Sr Correia de Brito :NBo;...
O Sr. Mariel Monleiro : Parece-me que
nilo sei bem que essa principio deconllan-
ca deve auhordinar-se ao principio de uiilli-
dade publica, isto ha ao principio da necea-
sidada averiguada deasa forca, mas lambam
aei que eise oulro pri cipio n3o podo obrar
iaola lmante, isto he por si so e aem refe-
rencia sos recursos pecuniarios do Ihesouxo.
Portanlo deve-se decretara forca publica:
Primo em razSodo principio de contiene*
que se deposita no adminisirador i secundo
emrazfloda naecssldsde que se tenha da
pplicacao deas furca: terti.i, em relajo aos
recursoa, emeios do tnesouro, Eu estou
dlsposto a votar pelo projecto que quer que
se conservo a fO'Ca no estado de 600 pracas,
isto he q.ie se mantenha o estado actual ;
mas por outro la lo nSo posso deix.r de re-
conhecercomo muilo evidentes, e palmares
algumas observar,6es que foram aqu expos-
tas para abonar a emenda substitutiva que foi
pronosla acunsi.le' agflo da casa, succada-nos
4 uoa o que ordinoriameuto uocode quelles
quase habituara avivar na penuria, o que
nSoouzam delatrseos desejos e sous es-
forcos por urna vasta esphara do recursos e
de inhuraoiontos.
Srs.! he doloroso que dina provincia co
mo a provincia 3o Periiatnbuco, tenha par
mantar a uniBo do fazer-lho annualmont'<
um tilo pnuoao holocausto quero dizer, que
para conservar a uniSo do Imperio tenha de
despojar-se da enorme quantia do 5 mil cori-
tas todos os anuos; que a tanto sobcm as
rendsgaraes, quando apenas nos Beata OoO
contos, para asnossis nccessida.les Ineses:
essa partilha he por certo summamcnle de-
sigual. Ninguem mais do que ou econhe-
ce a necessidade da uniBo do imperio por-
que be preciso.que olla subsista para pros-
peridade de todo o imperio, e al mesmn
porque qualquer desvio que podesse haver
a tal respeito nflo poda deixar de trazer
para as provincias, em que infelizmente se
desse grandes calamidades; mas he prenso
que ergamos um brao de dor, ou ao m-nos
um queiiume mostrando que 600 contos
que nos deixam apenas para ai nossia ua-
cessidades mais palpitantes, n.iu sSo bas-
tantes para os milhoramenlos de que neces-
sitamos, afim ue que urna nova partidla se
faca mais equitativa e mais justa. Neni
se diga em contrariedad desta opiniflo
que eu reputo summamonte patritica, que
aforeosho sido faltos para desenvolvers
ni iii da prospe.idadeque por ventura
natureza tenha laucado aqu, o ali na provin
ciade Pernambuco; purquantotiBose ye em
parte alguma, um s milnoramenlo, ja nflo
digo erTecluado, mas vindicado'em beni-'
flcio da nosa agricultura. Eotender-se-ha
porvenlura que a agricultura da provincia he
objerto puramonte local? Pois dos ohjectos,
ou artigos agriculasexpurtados para fora da
provincia nflo perc-be o thesonro do impe-
rio 7 por cenlo ? E essa quola nflo WJ-
i i ue a m ixima parto do imposto percebido?
NBo Ihe corra a ubngKlo Por ensequen
ca (al mesino como medida fiscal) de es-
tender, e desenvolver a prosperidad da a
gricultura, purquoomfim, oui ultimo re-
sultado he o guverno geral, lio a unio
quem mais vantageus lira dessa agricultu-
ra E seria exorbitante, ou indebita, ou
porvenlura ofTensiva dos principios do nos-
so direilo publico, qualquer intervoncao
do goverrlo geral tendente a auxiliar os po-
dores provinciaes no empenho do animar
as industrias locaes, e promover nossas
viss de coinmunicasJo interna para facili-
tar o transporta dos nossos productos a-
griculas ? Pois nSo he evidente que a pri-
meira necossldade que temos, he das vias
de communiccao que nBo oxistem na
provincial? E laes beneficios ao pssso
que augmentar a riqueza publica, o me-
Ihoraria a s-le do cidadfto brazileiro.
nilo estreitaria admravel.nente o la?o da
uniBo, e cosonlidsria a inlagridade des-
te v.glo imperio. Mas lera elle por ven-
tura concurrido com a provincia para se at-
tender a essa necessidade Ten por acaso
0 governo geral procurado introduzir na
nosaa provincia lodos esses pioeessos adop-
tados em paizes que produzeni os mesmos
gneros coloniaes, ou fundado esrolas nor-
maos de agricultura ? NBo ; tejo apenas
.| i vim ou oulro in lustnoso.um.ou out o
agricultor dirigir-se a Europa, para beber
lices proveilusai, e por si, e r un os seus
pequeos recursos pessoaes, solada nente
forcejar por melhorar seu eslabeleciinonto :
em nenhuma parle desse escasso, demora-
do e parcial progresso.distingo eu n niSo
do superiores poderes, que se se preoecu-
pam e.n extrahir toda a renda das localida-
des sem procurar abastecer e fecundar a
fonte donde olla deriva. Por tanto he lem-
po de ergue-se a voz, e chamar a alinelo
dos (invenanlos sobro esto doloroso .sudo
de cnusas, que estou certo ser melhorado,
setslvozfor ouvida.
Sem embargo do que acabo do exnor. em
relacBo a exigidad das nossas rendas, n.lo
uese]arei porem que se deduza de laes con
sideracs urna consaquencia extrema, iito
he, que se adopte a emenda de redaccBo
que acaba do ser apresentada ; pois que a-
cima de ludo est a ordem publica, o a se
guranca do cidadSo brazilcnro. lie mais,
cu, nSo desejo por o mais pequeo emba-
razo a administradlo provincial, nem mes-
mo swicn.se que urna ou nutra refloxBo mi-
un., produzida em apartes, ou mesmo quan-
do tiver de orar acerca da administra3o do
Sr. Vctor deOliveira, possa de alguma ma-
neira influir no voto definitivo que tenha do
dar respailo dos recursos com que por
ventura deve a adminstracBo ser dotada,
llamis he sabido que est j nomeato um
noto administrador para esta provincia,
que be oExm. Sr. Francisco Antonio Ribei-
ro, e segundo os principios que em urna
das sesses precedentes ennunciei, me pa-
rece que esta assembla nBo polo desist',
nSo digo de ouvir ofiicislmonte, mas de pro-
curar saber quaessfio as vistas de S. Ecx
acerca da administrar-Jo da provincia. Quem
nos diz a ni que o Sr. Ribeiro animado
dus senlimantos honrosos, o patriticos que
1 lie eu ri conlieQO nSo procurar elle mes-
mo essa diminuido da forca para poder
dispr do meios pecuniarios mais ampios,
com que possa melnorar o estado da pro-
vincia ? Pode isso muito bem*.iiecadnr; e
administradores lem l.avilo,que te-m tu
hoslilidada feito nova administrasBo o
que por certo nflo eai no espirito dos no-
ores membros, porque todos querem ooad-
juvar a administraeflu.f (apoiados). Eu
sou o primeiro a confeisar que deposito ple-
na conUanca 00 novo administrador da pro-
vincia, porque apprecio em alto gru sua
illuatracBo, e entflo nBo prescreve a pruden-
cia que sesddieeits discussBoat que o no-
vo administrador soja ouvido, nBo digo oID-
cialmente mas por outra msneira qu.lquer?
Nos sabemos quaes as relscOes do corpo le-
gislativo com o governo quando se traa de
derrotar as forcas do mar e trra); sabemos
que nos parlamentos da Europa, como tam-
bem as nossaa camal as os ministros da
guerra, e marinba, quando se tomde lachar
a forca, he chamado e ouvido as commis-
sOes respetivas. Portanlo procuremos ouvir
o Sr. Ribeiro o depois habilitados com a sus
opiniflo votaremos com mais seguranca
iil.lis sal llorn.
Sr.' presidente, tendo dado assim o meu
foto, que se ciffra no addiamento que you
prupor dests discussBo, nBo podeie. deixar
de faxer algumas obiervacoei acrca do.il--
guns principios, ou opiniOes que foram aqui
emiltidns na cas, por um nobre depulado.
isse elle que nBo desejaria que a furca fos-
le diaiiouida, porque eiilente, que mesmo
quando qualquer sobras que possam haver
na vei li.i de despeza do corpo de polica nSo
desejaria elle que laes sobras fossem appl-
cadas em melhoramenlos m>teriaes, ou
obras publicas, porque ha su opiniBo o
syslema seguido na administracio daa obras
publicas, nBo he o inillinr. Eu concordo
com o nobre depulado, e o acompanho nes-
ta sua opiniflo, com efteito me parece que o
systema empregado as obras publicas he
mu inconveniente, o estou mesmo persu
di.lodn quo as avulladaa aooiinai que se
tem despendido ueste ramo do Bervico pro-
vincial pouca utilidade lem Irasido. Eu ye-
jo quo desde que existe reunido o corpo le-
gislativo, desta provincia se votam grandes
quanlias psra obras publicss, mas observo
lainbem que em parle nenhuma vejo obras
publicas nltimadas. So por ventura houver
de subsistir, e continuar ainda o mesmo
sistema de administrar as obras publicas
eu sena do voto do uobro depulado e al
pedera que se nBo consignassein fundos pa-
ra taes despezas ; mas eu nBo posso suppor
que se continu esse systeina.o quando che-
gara occasiSo propra daver-se-ha discutir
qual o modo de verificar os millioramenlo
maleriaes da que carecemos, e adoptar o
syslema que se deve abracar ueste ramo de
-..'i viro. Nao acho pois rasSo no nobre de
potado, quando por tal motivo regeita urna
economa. Tenho receio de cmittira mi-
tins opiniBo a respeito da adminislracBo das
obras publicas ; mas o meu dever me obriga
a fazel-o. Senhoreeu enten lo que nBo de-
ve haver adminislracBi) de obras publicas ;
nnteudo que o governo da provincia deve
ser aulorisado para contratar com compe-
ndias tes, e laes obras determinadamente,
urna vez que essas obras sejara llscalisadas
pelo podar publico, e ate mes.no nBo excluo
os estrangeroa nesta concurrencia : antea-
do que seria cnnvenienle o contratsr-se com
alguma comeanhia estrangeira ou n .norial
o fas.ment e ronclusBo de tsl, e tal obra.
Sabemos priineirameule que os capities de
i...... pruviucia nao esculos; aabeinoa que oa
i ipn.ie, de alguna palie esirangelroa hoje su-
perabundam cal oo lito de Janeiro,onde olhc-
iuiirii k ni (ido a felieldade de draconlar oa
exequer billis 3 por cento, aonde al apollce
se achaiii au par. Ora por que nao dcvereino
iiii.i ir o ciii alguma companhia eatrangeira
ou fnliuin'iiae aa nuasa obras, quero dizer as
obias mala-neceaaaria t mala luiporianle da
i ii 11 ni 11, um* vrz que essaa obras aejain fisca-
liaadia, e aa con.licOea ue taea coniraelo ra-
aoavels r vanlajotaa?
O Sr. Birroj Hrtelo: = Tem-noa faltado urna
cotia i para lato que he um guverno.
U Sr. Maciel NoiUcim : Nao quero_ o mes-
lo apierna de faaer obra, e por que pao o que-
ro, ealeodo cmireulente que ae procure obier
sobraa em a dlveraa deapeaa P ra que reuni-
da se applluuein aquella outra, aos noasos me-
Ihoramentos maleriaes que be es le o mel de
recuperarmoa o tempo e lano dinhelro gasto
cinpura perda. Sr. vou propi oadiamenlo do
projecto por S ou 10 das al que se saiba qual
a opioiao do Sr. Itibeiro.
O nobre ineinbro que propoi a emenda achou
intilil ease addiamento porque ( dase elle )
abe-e mullo bein que o Sr Ribeiro ato
poderla ler oplnio formada a reapeilo da
provincia em 3 ou i dia. Mas pode el-
le saber, se lem oulros ineioa a dUpor em
er da or{a de polica pode o Sr. Hlbeiro por
um syslema de adminiatracao que baja concebi-
do eviiar o etnpiegn da lorca na maior parle
dos casos. Sr e oad.ni.iiilr^dor da provine!
(Ivesseueeeaaidade, ou tivesse procurado o au-
xilio dot' el il.ios amaulea da ordem, ene que
aempre h.-m .iikiIi nln o guverno naa criae
nais arriscadas eaangrenla ; se o governo da
provincia liveas procurado a cooperaco de-
es cidado devolados a ordem publica nacrlse
porque acabamos de passar, estou muilo cerlo
que ejeauillio,esacooperafilu nao lie lerlaiti
fallado ; assim como uao faliarao aoSr. Ribeiro
ou a oulro administrador qualquer, quando a
circuiiisianciaaoosejam aa mala prosperaa, ou
quando a ordem publica corra perlgo; se.i lm
negada a continuacao dola c lopcracao aquelle
"T'-nni que nao procurar cercar-se dus ami-
gos da ordem dos cidados intereisadua na ma-
nutencin dessa ineaina ordem. Paraoa governo
que sujeltam laes auxillare,e so ronli un na for-
ca material na forca militar, para eaaea nao sao
bastantesOn homens.e nem for(aalguma e e-
lou cerlo de que se alguiu dellea houvesse segui-
do .ni- inspiracea, ternos-hia pediiio bOOO bo-
mensj porqoe n".o coiifitm oein naopiuiao,nein
no auxilio nue Ihe poder ministrar 6a amigos da
ordem. Eu fico idea diversa do Sr, Ribeiro; eu
eslou persuadido que esse Ex.n. administrador
hade governar segundo o pi i.icipio Oogoverno
representativo governo que pertence a um parti-
do, governo que governacum um partido, por
que em mu ja he ebegada a poca de e diaer
com franqueta, que essa Ici murria, essa con-
cordia, que he alias u meu voto mala ardente
nao pode exislfr na forma de governo que temos,
ou mudemos a forma de governo represeutati-
vo.ouento nos aujeitcinosa essaa condiedes fa-
i ii'i.iln systema repreaentalivo. S no governo
absoluto be que ha um t partido ; por que a
sua base be a furca bruta, c naja oplnio, Tal
governo era o regeito.
Voto pelo addiamento.
Vai mesa, e he apoisdo o seguale re-
quorimento:
Requelro o a l.liamcnlo da diseussSo
poi 8 das. Maciel Uonleiro.
O Sr. Jo$ Ptdru :ainda insfUe em suss
opimOos, explican Jo-as convenientemente.
Encerra-se a discussSo, e submeUldo
votacBo o addiamento proposto pelo Sr.
Maciel Montoiro he approvado.
Entra em primeira discussBo o projecto
n. 2, que transiere a seda da matriz do Cim-
brea, para pesquers.
Vai a mesa, o he apoiado o seguale re-
querimeato :
Requelro que leja adiada a discussBo do
projecto, at que pelos canaes competentes
sa 0.15a a ooioiBo do Ex>n. Prelado Deoce-
isno a etsa respeito.7// liego.
O Sr. Pinto di Campos : Sr. presidente, no
meu niender q adiamenlo proposto be in-
tempestivo; porquauto o que elle quer he o
incauto queja ae acha prevenido no docu-
mentos em que a coinmisao baseou o aeu pa-
recer ; e e o nobre autor do adlainenlo ae des-
se ao.r'H>lh de ler esse dooaajIStttei, TCrli
dictara seinelhante medida, alias conTcnlenle
aos luiereiiea rtaqurllea puvos.
O Sr. Mello Reg 1 combate 1 opiniflo
do precdeme orador, e sustenta .1 addia-
mento que'' propoz.
OSr. Carreta de Brillo : lusteol o pfo-
lecto, combatan to o addiamento,
O .Sr. e/io Hego :redargue lo Sr. Bril-
lo, insiatindo n la permtiva opiniflo.
O Sr. Pialo de Campo: Sr. preIJenle, In-
sisli em pedir a dcgolacio doadlameolo. (JW-
tadus, )
O Sr. titilo Rigo: Isio be pouco evang-
lico.
Sr. Pmlo di Campo: Rellrarel a tiprca-
sao. mas au me deinoverei do Arme proposi-
to de votar contra urna medida, que me pare-
ce ociosa, qual a de pedir etclarecimenlos 10.
bre um pouto inconlroverso e evidentemente
delucidado.
U nobre inembro (abe que sou bastante zelo-
10 das aiirlbuicdes epreroaatlvas que por reito coiupetein ao Eim. dlocesauo em nego-
cio desta naturexa, e creio que lenho dado da-
lo eiuberanle prova, sempre que questflea
Idnticas se agita.n neala casa ; por consegua-
te nao se pode presuinlt que eu 'procure af-
fattar a IntervencSo de S. Esc. Rvma. naespe-
clalldade que nos oceupa ; parecendo s.iioo-
le que ha desnecesaarlo Incjminodar anda b.
Kxc. sobre uiu uegucio a reipello do qual j
deu aua oplnio, como se v do citado omcio
que ha pouco foi lido.
Ora, quaoto pelo lado do interesse e commo-
dldade dos povos,* devo aiseverar casa que
nenbuin detrimento Iheesobrevlideisa trans-
ferencia ; porquanto nao sinente a villa de
Petqueira se acha collocada no centro da fre-
gue.ja de Cimbres, como tambera be certo que
a antiga matriz be situada uociiiio da erra de
TJruba, cujo lugar vai-se por caininhos qaasi
lmpratp:aveiSi o que nao se d a tespello de
Pesqueira, o mal bello povoado que ha de
ponte atora !
O Sr. Mello Reg : Estimo ouvir taei lufar-
maedea ; fui para lato que eu aprsente! o srli-
me.ito no sentido de uuvir ao Sr. hispo.
O Sr. Pinto de Campo: Pol bein, em um
en'outro caso deve a uobre depulado estar sa-
tisfeito, e prescindir da neceaaidade de aovo
esclarceimeatos, a vala d.quelle grande volu-
tne que ae acha appenso ao projecto da coin-
inissao.
O Sr. Carntiro da Cunha : Que volume he
esse?
O Sr. Pinl Campo : Ovoluine de que fal-
la be o coiuplexo.de documentos, que ha pou-
co .iran lidos nafcasa.
Uemais, Sr. presidente, se o nobre autor do
adiaiuento lem sempre manifestado aqnl o
maior xelo pelos dinbelroa pblicos, zelo que
por certo no supponho pharisaico, corao nao
votar pela trasferencla daquella inatrfr, cojo
acto ter sem duvlda de poupar ao Ihesooro
publico algumaa soimnas, quaea as que sao ne-
cesiarias, nao para a reediticaco de um lein-
|il 1, mas aim para a sua edifcaco; porquanto
a vclha inania de Cimbrea est inleirainente
disiruda, corao cnofeasa o proprio Parocho eiu
um seu ofJucio que taitibem fgura entre aquel*
lea documentos; ao passo que a capella de Pes-
queira conserva-se e.u multo bom estado, e
com lodos os requisitos lodispensavels decen-
cia com que se devem celebrar o acloa paro-
cbiaea.
fui Sr. Diputado : Ento o nobre depulado
j l fot ?
O Sr. Pinto de Campo: Oh Quantss vezea
por ella passel.' Muitas vezea Ht uell oraedes,
(Ailaridada) e admire! que to longe da cap-
la! bnuvessc um lemploiloho Uo bem edifica-
do e com lauta decencia!
Taes sj), Sr. presidente, as raides em que
me fundei, redigindo o parecer que e discute,
c pelo qual eapero que a casa ae pronuncie.
Julsa-se a materia discutida, submeltido
o addiamentu a votacBo lie regentado, sendo
em seguida approvado o projecto.
O Sr. Pinto de Campos : Requer a dis-
pensa (lo inlresiiciu para o projecto aer da-
do para ordem do dia de araanoaa.
A cass uSo .mulle a esto pedido.
Passa-so a segunda discussBo das postu-
ras da FlOres,
Verifica-se nBo have casa.
O Sr. Vretidente designa a ordem do dia e
levanta a sassBo (eraujquasi 2 horas da
tarde)
9,
1
de nulro modo : a agilcullura, srnhnres, tem
merecido, he verdade. a alinelo do governo,
mas sinente as oocasldes em que tuna no-
va Iroposlco tem de ser lancada no paii...
O Si: Pac Barrete : Ento be a cmara,
queixe-se do poder legislativo,
O Sr. Boro Vanelo :fallo do poderes po-
lticos do estado. Se tal-be, Sr presidente, o
estado de nossas comas, a provincia de Per-
nambuco, sendo urna da que concorre.n com
maior summa para a renda geral, be, portan-
lo, urna daquella que mala aulfrein com a dis-
irlbulco actual da renda, porque a sua renda
tanto geral, como provincial monta acerca de
li ni! couios.e pouco mala da declina parle des-
sa quanlia be o que constltue a renda pura-
mente provincial. Entretanto, senhores, pelo
acto addlclonil eito cargo do cofre pro-
rinciaes lostrucco publica, a forca policial,
a illumlnaco publica, a arrecadacio e Hsca-
llsaco da renda provincial, a edlftcaco de
cadetas, hospftaes, e a coostrueco de estra-
das, ponte, etc., e nao lie posslvel que todoa
essea ramoa da admtnlstraco publica, que to-
da essas necessldades da pruviucia aejam sa-
Ilafeltas apena com pouco mal de lilil con-
tos de ris; sendo anda para notar-se qoe para
as vias de communlcaco, que aao Incontesta-
velinente o inelhoramento que as necesslda-
des publicas mal rcclamam. sao apen'.s con-
signados annualmenle 80, ou 100 contos. V
portanlo a casa que cora a renda que actual-
mente tem a provincia nao temos meios de
alUfaier a inals palpitante das necessldades
publicas, aquella que a agricultura pede como
favor, lalvez nico, porque, senhores,* eu es-
tou bem convencido qne se as aspiracoea de
fossem alm, seriara anda mais malogradas
do que sao. Se, pois, aa estradas nao podein ter
aquelle andamento rpido que be mlster ter ;
se apezar de se haver dado comeco a cons-
iruccu dellas na provincia ha 16 annos, ainda
nao contamos mais de 14 legoas de estrada.
nada ou quasl nada se lem feito em benfica)
da nossa agricultura. Alguna senhores (se
alguem ba que diacorde desta oplnio 1 pode-
ro lalvez dizer : aueinenlal aa rendas se a
existente nao pode satlsfazer eiaaa necraslda-
des :inas eu Um Jirel, Sr. presidente, que
qualquer acto legislativo saldo desta casa
como m He augmentar as Imposicdes queja
exislem to honerosamente aobre a provin-
cia, seria um acto absurdo, serla mesmo ty-
rannlco ( mullos apniadm ) ; porque, senhores.
o assucar j esl lo honeradoque ateo mo-
mento de embarcar tem pago prximamente
80 por cento, sendo 10 de dlieltoa de exporta-
cao geral e provincial e o mais de frete de
transporte, balanca, bora piso, tara, e quanta
cousa por ah se paga ; e tudo lato monta a
peno de 30 por cenlo ; a agoardente por um
regulainenlo promulgado nao sel por queme
approvado, creln, que pelo Sr. Viclor, paga 40
por cento, porque 20 por cento he cobrado nos
mado a innciitiva nessas dimiouicOes de que ntie elles figura utn nidrio de S. Exc.
forco alm disto p le tambera acontecer Kvma. eiri que inanifeatameute se acha bem
que o Sr. Ribeiro (cornos pouco ponda- difluida a sua opin.au acerca da queslo qfte
roo um nobre alambro desta casa) con- nos oceupa. Eotrelaolo, Sr. presidente, eu ro-
te com o recurso de Turcas que pos- II"1 *V.Eo. que se digne de fater ler oa
saqisupprr a deliciencia da forca policial meoei.oados doeumenlos, al^m de que e.i!.
MaTpor ou.ro .adosa esa. forca ex.stenle ^^^SJ^^^^^^^Z.
lUbsisleiuospoucoideannos, nBo podar t. da trao.fereoci da matrl de Cimbrea pa-
entender-se tsmbein, que a sua diminuieflo i- a villa de Pesqueira, e nem imagine alguem
nal actuaos circunstancias be um aclo de queouuos moUvos que nao sejo osdajunica
SESSAO EU 9 UE MARCO DE 1853.
Presidencia do Sr. Dr. Pedro Cavacanti.
As dezemeia horas da maiihSa, feila a
rhamada, verifica-se estsrem prsenles 29
Srs. depulados.
OSr. presideute abre a sessfio.
0 Sr segundo secretario lea acta da ses-
sSo snlerior que be approvada.
OSr. primeiro secretario, da coala do se-
guale,
EXPEDIENTE.
Um ofilcio do collegio eleitorsl da comar-
ca do Cabo, remeltendo a copia aulhenlica
da eleirBo feita em 3 a 4 de dezambro de
1852.Archiva-se.
Um requerimento de Jaouario Alexandri-
no da Silva Hallullo Canaca, profossor de
desenlio do lycau desta cidade, pede a esta
assembla primeiro, queseja elevado o seu
ordenado ao mesmo que os de msis professo-
res calhedratico* do mesmo Jyceu; segundo,
que seja dispensada para a matricula dos
alumnns de desenlio a conlribuicSo de res
lo/OOO anouaes, e exame da lnigu. nacional.
A' commissBo de inslr.iccao publica.
Uutro dg parocho collado da freguezia de
Santo Antonio do Silgueirn, pedindo a as-
sembla que se Ihe msrqua urna quota pe
cuniaria om favor ds obra de sus matiu.
\' .' iniriiiss in de nrcain.'iil.i.
A's onze horas, sendo annuriada a chegs-
da ao pago oa assembla do Exm. Sr. Eran-
cisco Antonio Ribeiro, comeado presiden-
te da provincia porcatta imperial de... do
corunte anno.
O sr Presidenta nomeia para compor a
commissBo que tem de recaber a S. Exc. na
ante-sala aosSra. Paes Barrcto, Maciel Mon
!!.' o e Carneiro da Cunha. A commiss3.i
sshe da sais, o vullando pouco depois,
scompanha ao Sr. presidente da provincia
quo presta juramento aa forma do acto ad
dicional.
Conoluido eate aoto S. Exc. retira-se com
as mesmas formalidades com que eulrou.
Foi lido aa mas, e apoiado pela casa,
0 requerimento de um Sr. deputado.
O Sr. Barros brrelo: Pedindo a palavra,
Sr. presidente, tenho por fim Justificar utu re-
querimento que vou ler a honra de submetter
consideracao da casa, e que he concebido nos
scguinles termos :
o Requelro que esta assembla dirija uina re-
presentado a assembla geral, pedindo que
toda a renda de exporiaco seja considerada
provincial.*
Oa leltura que acabo de faser ter a casa re-
conhcldo a Importancia da materia que faz o
objecto do requerimento ; e,.pola, por amro
deasa Importancia e della s, eu ouao invocar
a auenc.ii da casa, pedludo apenas para mira
a sua cosiumada benevolencia.
Quando, senhores, unta imposico qualquer
be laucada sobre a Industria de um paiz, he
inistcr lea-ac era vista na distribulcao da ren-
da resultante deasa Imposico qua o maior
quinho eja appllcado para beneficiar a la-
duilria desse pala, para promover o seu ine-
lhorainenlo, o seu aperfeicuamento, era firn ,
asiiu, por exemplo, a renda de exportaco
que entre nos nao be utra cousa mala do que
o resultado da Imposico lancada sobre a In-
dustria do pala, devera de aer applicada era
satlsfazer as neceasldades mais palpitantes da
DOSSB industria, do que em salulaer nutras
quaeaquer. Jnfelisinente, porra, assim nao
te.11 acontecido ; porquanto, aendo a agricul-
tura a Industria que mala avulla no paiz, por
||3 .|u Brasil be um paia eminentemente
aercola, nenbuin benelido, uenbum favor,
neubu.pa altencao lem merecido da parle du
guverno. _m .
O Sr, Pee* Brrelo :Nao apoiado.
O Sr. fltrtK apoiado.
O Sr. Barros 4>ri. :-Dlse e repllo, a agri-
cultura nao lera riierecldo favor da parta do
governo; mas coi> honrado uninbro e
meu Illustrado amlgoN{-me umnao apoiado,
-eu vou corriglraexi)XeMao.ePronunc'I'-,,,e
lugares era que ella he fabricada, e oulro tan-
to be cobrado nos em que Be consom como
be designado na lei, c como a que paga as fa-
bricas nao traz letreiro, nem muda de cor,
paga duas vezes 20 por cento ; o algodo pa
ga tambem crelo que JO por cenlo compre-
bendldo o frele ; a carne, genero de primei-
ra necessiJade, paga nao sel Be 30, ou 33 por
cento.
Vede agota, acnbores, em presenca desles
fados que eu acabo de relatar, ae he, ouser
possivel augmentar anda as imposl(des exis-
tentes. K de mais en nao enlrnilii que do laclo
nico de termos urna grande renda sedeva
concluir que o pala prospera, nao, senhores:
florescenles financas, numeroso exercito e uraa
grande esquadra nao sao os ijrrapihoinaa da
prosperidade de um paiz, o verdadeiro symp-
thoraa da prosperidade de um pala se raanifes-
(a quando a Industria progrlde era seus melho-
ramenlos, quando a imporlaco nao excede a
exportaco; eintlin a riqueza publica he o que
constitue a riqueza do paiz, e be oeste caso que
se pede dizer que ura paiz prospera. Ora, de
que nos pude servir mais um oneroso tributo
sobre a populaco ? de certo que de males.
Sr. presidente.desde j protesto contra qual-
quer interpretaco que se pretenda dar as 1111-
nhas palavra, quando digo que nove decimos
da renda da provincia be mandada para a cor-
le ; eu sel, enhorea, que ease dinhelro nao he
all gasto em baile efuocedes, longe de ralin
faier ecbo cura os Argos couatuululea da pro-
paganda ; mas o que be verdade be que ao
uir.ino nuil"' que oa haUl.anteB do Recite com-
prara agua, no Kio de Janeiro, baveodo j um
aqueducto, outro encauamento acaba de aer
din-o nulo no valor creio que de 1,200 conloa
para dar agoa gratis a populaco; aindamis
o governo acaba de nouiear uina coinmisao
para elainlnar se as nascencas do rio que for
nece agoa ao encanainenio permitiera que eate
seja traaldo de mais longe. ese me nao engao
essa In 1 fo! oreada era 200 conlos.
OSr. Florencio: l. mu theatro Interino e
outro definitivo ? ...
O Sr. Pee tiancto: Illo he a cusa dos
particulares.
O Sr. Baros Brrelo: Nao sel se he a custa
de particulares, o que sei he que na le do or-
camenlo f iran couslgnados IU0 ou 20e conlos
para o theatro.
(Ha uui aparte.)
O Sr. Marra Brrelo : Dizla eu, Sr. presi-
deute, que eslava bem certo que esse dinhelro
nao he gasto em festas c bailes ,* mas eslou
tambera inulto convencido, tenho mesmo uina
convieco muito profunda de que a dialribui-
co da renda publica nao be feita com igualda-
de, einbora a alfandega do Km de Janeiro ren-
da u dobro das do norte do imperio; mas d'ahi
nao se conclu que nds. sejamos fellies se os
lacos da unio forera rolos, nao de certo; uein
ae collija de miuhas palavras que eu partllho
as ideiaa daquelles que entendem que a nossa
felieldade consiste na desmetiibracu do impe-
rio; naa, aenhores, eu abomino, eu detesto ca-
tas ideias, e jamis railltarei debaixo dessa ban-
dn a, porque ella symbollsa a nossa Iota! rui-
na, a nossa completa destruico. (Mullosa/fota-
dos.) Mas por amor mesmo da lotegrldade do
imperio he que emendo que esta assembla
deve dirigir uina representaco aos poderes
geraes, pedindo que uina lufuslica to grande
como a que existe actualmente na distribulcao
da renda, seja reparada, que as proviuciaa se-
j.un inelbor aquluhoada, para que a industria
da provincia uio continu a jazer no estado em
que jaz: e eu espero que o meu llluslra 10 ami-
go que ba pouco deu-me ura nao apoiado,
elevar a sua voz era meu favor, lato be, em fa-
vor da causa tp justa da provincia de Pernam-
buco.
OSr. Pac Brrelo :Poto a palavra.....
OSr. Presidente :Eu ti 11 ti a posto em ds-
oussJo o requeriaynto porque u primeira
viataosuppuz tal, mas considerando o re-
querimento mo parece que o seu objecto
lem a natureza de urna indicacSo, a que
deve por ronseguinte ir a urna commissBo,
porque o artigo 110 diz o seguate :
11 SBo requer mentes, ajada que outro ao
mo se Ibes d, todas aquellas mocos de
qualquer depulado, ou.commissBo que ti-
veroni por fim a promogilo de algum objecto
de simples expediente; como, pedir iufor-
macOes ou esclsrecmentos ao governo, pe-
dir dispensa de siguas dos trabadlos da me-
aa, a das coromissoes; pedir sossBo extra-
ordinaria ; augmento ou prorogacBo das
horas ordinarias; pedir alguma providen-
cia, que a concurrencia das circumstancias
(izer necessarii, sobre objecto de simples
economa, do traballio da assembla ou po-
lica da casa, que nBo esteja determinado
Do regiment.
NBo se refere a nenhuma destas especies,
logo be indica5.10 portento vai a urna com-
misslo que supponho deve ser a de orga-
meuto, nSo haveodo,. portanlo, por om-
quaoto dlacussBo.
ORDEM DO DIA.
Primeira discussBo do projecto n. S, re-
vogauo a lei o. 1*3 que cria um cooselho
de sslubridade publica.
O Sr Carneiro da Cunha :Sr. presidente
eu nSo sei anda como hei de vota/ em se-
melhante materia; e tendo faltado por
doenle, como marnJou participar, o nobre
tutor do projeclo, achva curial que fusse
adJiada esta materia ale que podesse com-
n. 3 deste snno st que se aprsente sru < NBo posso deixar de observar a V. 8-,
autor, que sa .cha por ora doenle.-Car- que ..So he possivel policiar este baino
Miro da Cunna. 1 com tres patrulh.s, como actualmente exis-
0 Sr- S Peretra pronuncia-ie contra o tem, porque sendo o burro mais' ln>Purt*n-
addiamento. I te desta capital no a pelos cofres publi-
0 Sr. Carneiro daCunha:Seosddiimen-, coi que nelle existen, como pelo nnn"-
tonBo pJe pinar aem que ie marque o rio da casas commercises o deposito oas
diversas fazendas em armazens, se torna
digno e merecedor de toda a vigilancia po-
licial, oomo nesta data fiz ver ao Exm. pre-
sidente da proviociaa respeito, dizeodo-lli.
tempo, enISo eu ad licin.rei--oito das,
porque se o encommudo for 1 msis entflo...
O Sr. Prndenle :0 nobre depulado po-
de mandar o seu addiamento, mas eu vejo ..
que se minda um proje. to a urna commii-! que com menos de seis pitrulhis nao pono-
sBo e que flea addiado t ella dar o,seu ra fazer com actividade a polica deste bair-
oarecer; oque o regiment nBo qulz, he.ro, a seodo estas palmillas rondada! por
adfiamentos para enterrar o projecto. 1 um ofllcial da meia nnite em diente, e por-
OSr. Carneiro daCunha :-Ea apreseota. que al essa hora policiava eu eos meus
rei um addilamentu ao meu requerimento; inspectores o servico das ronda!.
msreando oito (lias. O Si. Mello Reg ap-
presenta um encommodo pelo qual dei-
tou hoje de comparecer, mas pJe ter mui-
to boas rasOes para apresentar esse projec-
to ; mis 00 nem se quer o ouvi fallar nisso,
ella mo nilo communicou as suss rasos e
creio ser si cavalleiroso o ouvi-lo.....
OSr. So Pereiro :Tem Ires discussOes.
OSr Carneiro da Cunha:Mu na primei-
ra he que se trata da utili lade em geral, e
entSo he conveniente ouvir o autor do pro-
jecto ; creio que o nobre deputado nBo Ihe
Tari a injustiga de suppor que elle fugio da
discussBo; lene o nobre deputado que elle
nSo venha para justificar o seu projecto?
Sr. Presdeme, p le ser que este projecto
seja conveniente, e nto s pelas ras>a que
o nobre depulado aprsenla de convir ou
nBo o concilio de sslubridade, quem sabe
se convir que exista o concelho sendo a
duvida se goral ou provincial? Eu preciso
ouvir o Ilustre autor do projecto, e por^sso
apresentei o requerimento.
Vai mesa e he apoiado o segunte
ADDITAMENTO
Ao requerimento de additamento acres-
cente-sepor oito das..1/. i. Carneir da
Cunha.
O Sr. Paes Brrelo:Vou mandar mesa
um novo requerimento de addiamento: cu-
ten lo que tendo a casa de tomar urna deli-
beracSo acerca da materia que ae discute,
convni ouvir a oppiniBo do Exm. presiden-
te a tal respeito, porquanto elle ho compe-
tente para nos informar sobre isso : este
addiamento prehenche osGns que teve em
vista o nobre autor do addiamento, porquo
entretanto pode apparecer quem assignou
o projecto para entSo dara.s rssoes em que
o fundamenlou.
Vai mesa e he apoisdo o seguate re-
querimeato :
a Requeiro que seja o projecto remetido
a 1 residencia para daroseu parecer sobre
elle. / X. Paes Brrelo.
Vai mess a segunte :
Emeoda substutiys ao projecto, raso nflo
Daos guarde a V. S. Subdelegada, 8 de
margo de 1858.0 subdelegado, Jos Joa-
quim de Oliveira. Illm. Sr. Dr. Anselmo
FranciscoPirelte, Hielo de polica interino
desta provincia^_________^^^^_^___
DIARIO DE PERNAMBUCO.
RECIFE, 10 DE MARCO DE 1859.
\ 1 n.1 nlula 11, pelas quairo horas da tarde em-
barcar com destino a Babia o Exm. Sr. Dr.
Vctor de Oliveira. Continuador da poltica de
iinp.arci ilul.nle e Innilcracao, que aqui desen-
mlve.i n Sr. .Sniu.i Ramos, S. Kim. tornon-se
pilos meamos ti rulos, que aquelle dl.tlncto ad-
mlnlslrador, recommendavel a estima e reco-
iihci iuirniii desta provincia. Sempre preveni-
do contra a eiageraco e lnjusilca do. partidos
soubeelle manter o Imperio da le, protegeros
direltos do cidado contra aggressOe. abusivas
ou violentas, promover com escrupuloso selo
as conveniencias do servico publicu e os inte-
reBsea reaes da provincia, aplacar finalmente a
agltaco lerrivel por que, ha pouco passou
ella, restltulndo-lbe a paz a pela ju.tlca, e
.era jmala Bentlr a dura c sempre odiosa ne-
cessidade de faaer uiariyres. Prospera Ibe seja
a vlagem.
A aBiembla provincial occupnu-ie boje com
a dl.cus.io daa posturas da cmara municipal
de Florea, continuando amanha a mesina or-
dem do da. ___________.
A galera Bella, entrada hoje de Liver-
pool, trouxe-nos o Times de 10 de fevereiro
prximo passado, no qual apenas encoatn-
mos digna de ser levada ao conbeciment de
nossos leitores a noticiada appresentecBo
do bil da reforma parlamentar feita por
lord J. Hussell na cmara dos communs ; a
da soltura de varios individuos prezos em
Franca por opioies polticas; a da prizSo
do muilos oulros, principalmente na Girn-
da, pela inesma causa ; a deque o partido
nacional na Hungra e na Transylvania con-
tinuara em urna agitacSo surda ; a de que
existe na Austria urna impressSo mui gersl
pisse o addiamento proposto peloSr. Csr- de que urna grande mudanfja ter lugar an-
neiroda Cunta. [tesde u.n auno na posicSo poltica da Hun-
A assembla legislativa provocal de Por- 8" i finalmente a de que a sagrada Coo-
oameuco. IgregacBo dos Ritos em Roma estiva inves-
Resolve. ligando os ttulos snctidade, antes da res-
Art. nico 1.". Fica revogada a le n. pectva canonisscBo, do veneravel Ceraldo
1*3, aquecriaumconeelliode sslubridade Msgells, do veneravel EstevBo Bellesiooe
publica.
2.0. A presente disposi'cBo soler vigor
311,1 mi o se eslabelecer nesta cidade a junta
e Hygienie de que tracto a lei geral de 14
de selembro de 1850, a regulamento de 29
de srtembro de 1851.
Psr;o dra assembla legislativa provincial,
9 de Margo de 1852. Maciel Monteirn.
Move-se questflo de ordem, sobre a mane-
ra de considerar-se o projecto, ou emenda
substuliva do Sr. Maciel Mjnteiro nesta
discussBo, tomsm parle os Srs. presidente,
Msciel Munteiro, e Figueira de Mello. l -
sulve-se a lina! qua baja a discussSo de pre-
ferencio de que tracta o artigo 134 do reg
ment.
O Sr. presiden! e : Esl em discussSo a
preferencia entre osdous projectos.
(Pausa,)
Vos votos, votos.
O Sr. S Pereira : Tricla-se da quclao
de preferencia ?.... Pee a palavra.
O Sr. Presidente : Te 11 a palavra....
Combateos projec-
da veneravel sror Mara Crocilissa.

COMMERCIO.
O Sr. S Pereira
tos.
(Continuar-sc-lia.)
Rendimeoto do dia 1 a 9.
dem dodia 10 .,.....
DIVERSAS PROVINCIAS.
Reodimeotodo dia 1 a 9 1:768,155
ItlemdodialO......... 309,238
Hepartico de policia.
PaRTH DO DIA 8.
Illm. eEim.Sr___Nada me consta dos ter-
mos de fra da capital. E quaolo aos acconte-
cimentos desta cidade nenbura teio chegado
olliei ilinenie ao meu conheciineoto, tendo si-
do ante-hontem preso a ordem do subdelega-
do do Recife o soldado de cavallaria Maooel Pe-
reira por aer encontrado cora mu caivete de
mola, e a ordem do da Uoa Viala, Apolinario An-
tonio, por motivo que se Ignora. Hontein foram
presos a ordena do delegado do primeiro dla-
trlcto deste termo o preto Luis escravo de Jos
Maiiralano Pereira vianna, por andar fgido;
a do aubdelegado de Sanio Antonio oa preaos
escravoa Antonio e Joo, este a reqtilslco de
seu -cnlior e aquelle por haver furtado um ca-
vado, sendo tambera preao o crloulo Domin-
gos dos Sanios Gusmo, por ebrio estar fa-
/rrulo deaordeos.
Dens guarde a V. Esc. Secretaria da polica,
8 de marco de I 52.
Illm. e Exm. Sr.-Nenhum acontecimen-
to notavel me foi commun.c.do pela, auto- ^"V^aTi^aTeodaS
nd.de. da provincia alm do naufragio de ?00 fp.s aii un.e 900
urn. barca .arda, de quo ja Uve a honrado ffiK,-b
PRACA DO RECIFE, 10 DE MARCO, AS
3 MOKAS DA TARDE.
COTACES OFriCIAES.
Csmbios sobre Londres: a 27 d. 60 dias a di-
nheiro,
i Descont de letras a 3 mozes a 1 p. c
I ao mez.
ALFANDEGA.
Rendimeoto do dia 10.....4:985,409
Descarregam hoie 11 de margo.
Horca ingleza Bella mercaduras.
Darra ingleza liorvat bacalhto.
Uarca porluguoza Margando merca-
dorias.
Drigue portuguez faria Feliz dem.
B.-.rca americana Henriet-- fariaha de
trigo.
Importaran.
Patacho americano llenrietto, via.lo de
IIiltiinoro, consignado a lleorv Fonter &
Companhia, maoifestou o segunte:
1047 barricas e UO meias ditas farinha de
trigo; aos consignatarios.
CONSULADO GERAL.
12:954,985
2:939,274
15:894,259
parecer o sau autor, para nos dar asrasOes
em que o fundamenlou; creio que isto at
he um eitylo seguido aqui.
Vai mesa e he apoiado o segunte
REQUERIMENTO.
Requeiro queseja lidiado o projecto
fallar a V. Exc.
Nesta cidade nsda occorreo hontem alm
le algumas prises, a saber: do pardo Jos
Ramos da Rocha e do portuguez Domingos
Jos Vieira Braga, ordem do delegado do
primeiro dislricto, o primeiro por haver
furtado urna porcBo do roupa, a qual foi en-
tregue i seu dono; o segundo por ter es-
paucado a um matulo; de Jos Francisco
Roberto a ordem do subdelegado do Recife,
por uso de armas prohibidas; a do escravo
jijii .i ordem do subdelegado da Boa-Vista,
por desordena ; a do preto Antonio, escra-
vo de Toralo da Silva Campos, ordem do
aubdelegado d Santo Antonio, requisi-
cio de aeu aenhor; o a do pardo Jos Fran-
cisco, escravo do Dr. Farreira, ordem do
subdelegado de Sao Jos, sem declararlo
do motivo.
NSo posso deixar de lavar ao conhecimen-
t de V. Exc. o oflicio, por copia incluso,
do subdelegado do Recife, em que expOe
um acontecimooto, de que lalvez se teria
podido originar algum incendio. As pro-
videncias qua esse subdelegado pode no
m do dito oflicio j* foram dadas pelo Exm.
aotecessor de V. Exc.
Copia a que se rifen a parte supra.
Illm Sr.Cumpre-me participar a V. S.
que s II horas da noile de sabbado, 6 do
crranle, fui chamado por um dos caixei-
ros da casa commercial de Braader Bran-
dis & C na ra do Trapiche, para provi-
denciar acerca de urna porcBo d'agua raz
que baviam despejado por debati da porta
do arrematante das fazendas; e tendo eu
ido observar o queme parleipava o caxni-
ro, acbei que com elTeito haviam despejado
nflo pequeua porcBo dudito liquido, e que
este correudo se entranhou por debaixo de
urna grande quantidade de caixOes que
cheios de mercaduras existiam 110 arma-
zn- ...
Vendo, pois, que so para fias sinistros
se poda urdir um Irania semelhante; flz
postar urna palmilla porta do dito arma-
zem, e com outra percorri lodo o- bairro
al depois das duas horas da manhSa sem
que encontrasse nem se quer individuos a
quem polesse attribuir um tal allantado,
que levado i effeito nada menos importara
que destruicBo de toda a ra do Trapiche
etilvez de outra pela estrllese das ras.
2:077,393
Exportaco.
Rio Grande do Norte, lancha brasileira
Feliz das Oodas, do 29 toneladas, conduzio
o segunte : 2 mullios fszendas, 1 fexe e
2 tons arcos de ferro, 2 ditos menor, 1 cai-
xBo sabBo, 1 resfriador de emarello, 9 funiz
de canudo e 4 ditos de garrafa.
Buenos Ayres com escala pelos portos do
Rio da prala, patacho hollaudez Bernardus,
zio o seguinle :
barricas e 150 bar-
riquiiitiHS com 7550 arrob.S de assucar.
KECEBED0R1A DE RENDAS INTERNAS GE-
RAES DE PERNAMBUCO.
Rendimento do dia 10 .... 753,916
Movimento do porto.
navios entrados no dia 10.
Liverpool--37 dias galera ingleza Bella ,
de 383 toneladas, CapitBo YV. Kelley, equi-
pagem 18, carga fazendas e mais gneros-
aDasneVoulle & Companhia. Passagei-
ro,Ellen iiodgekiss.coin filhos menores.
Babia lidias, patacho belga Rosala, de
188 toneladas, capitBo Haussen, equipa-
gem 12, Carga varios gneros; a N. O. B10-
bar & Companhia.
Ballimore 56 dias, patacho americano
llenrietta, de 123 toneladas capitBo i.
VV. Peed, equipagem8, carga farinha; a
llenry Fursler & Compauhia-
Buenos Ayres ~ 32 dias, brigue inglezlleb-
b.-ri,de 258 toneladas, capttSoJ. Me. Coy,
equipagem 16, carga couros ecabos; ao
capillo. Veio refrescar e segu para
Liverpool.
Navios sahidos no mesmo dia.
Breroeo barca sueca Cabden, ctpttSo lled-
quest, oarga assucar.
Rio Grande do Sui pelo Ro do Janeiro pa-
tacho brasileiro Espadarle, capitBo J0B0
Cassaveccbia carga assucar. Condtix 4
escravos.
Rio Grande do Norte lancha brasileira Flor
das Ondas, mestre Vicenta Jos da Costa,
carga varios gneros. Passageiro, Jos
Joiquim Pastel.
ED1TAES.
0 Illm. Sr. inspector da thesouraria
da fazenda desta provincia, manda faier
publico que os exnmesa que tem de proce-
der-se para preeochimento das vigas exis-
tentes na meama repartcBo teiBo lugar boa
lias 13 o 15 (do crenle) sondos dos pre-
tenderes aos lugares da praticaotes no dia
13, e osd'aquelies que se destinsm aos lu-
gares superiores no dia 15. As prssoss por
tanto que estiverern babelitades deverSo
comparecer s 10 hort dos mencionidos
diss.
*
-
MUTILADO




a
Secretaria di thesouraria de fazenda de
Permmbuco8 de marco de 1853.
0 i'llifl malor interino,
Emilio Xavier Sobreira de Mello.
--Olllm. Sr. ollicial-maor aervin lo de
inspector da tbesouraria da hienda provin-
cial; em cumprlniento da orclem do Exm.
Sr. presidenta da provincia, manda fizer
publico, que nos diaa 23, 83 e 36 do corren-
te ira a praca pira ser arrematado, perante
o tribunal administrativo da mesma thesou-
raria, a quem por menos fizer* obra do se-
gundo lineo da estrada da t senda, avallada
em 11:584,310 rs., e sob as clausulas espe-
claesabaixo copiadas.
k arrematado ser feita na forma dos ar
tigos3le37da le provincial n. 286 de 17 de
malo do 1851.
As pessoas que se propozerem a esta ar-
remat|cao comparecam na sala da9 sessoes
do mesmo tribunal, nos dias cima men-
cionados pelo meio-dia, competentemente
habilitadas. -
pira constar sn mandou aluzar o pre-
sente e publicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraiia da fazenda pro-
vincial de l'ernambuco, 3 de marco de
1853.
O secretario,
Antonio Ferreira d'AnnunciicSo.
Clausulas cpeciaei d'arrematado.
1.a As obraa dependentes dosla arremata-
rlo serio feitas de conformidade com o or-
y inicuto approvado pela direcloria em con-
selho e apresentado nesla dala approva-
do do Exm. Sr. presidente da provincia ua
importancia de 11:584,210 rs.
3.' O arrematante comecar as obras no
prazo de um mez e concluir noprazo do
um anno, ambos contados da data do termo
de entrega d'arromatac9o.
3.' A importancia desla arrematacSo se-
r paga de conformidade cum o art. 39 da
le o. 286
4.a Para ludo mais que nSo est determ-
nido as presentes clausulas seguir-se-ha
o que dispOe a le provincial n. 286 de 17 de
ininii de 1851.--Conforme.
O secretario,
Antonio Ferreira d'AnnunciacSo.
Olllm. Sr. ofllcial maior servio lo de
iospoctor da tbesouraria da fazenda provin-
cial om cumprimenlo da ordom do Exm-
Sr. presidente da provincia, manda fazer
publico, que nos ias 9, 10 e II do corrente
ir praca para ser arrematado, perante
o tribunal administrativo da mesma tbe-
souraria, a quem por menos fizer, 16 grades
de ferro para a obra da casa de deteo(3o.
A arrematacSo ser feita na forma do9
arts. 24eS7d lei provincial n. 268 de 17
do maio de 1851, e sobras clauzulas espe-
ciaes baixo copiadas.
O brigue escuna de guerra Olinda, re-iburgez Ed queira as entregar hoje lo
cebe a mala para a Baha, hoje 1 hora da Ido corrente mez, at dei horas do dia.no
tarde. |eooulado de Hamburgo : ru da Cruz n. 4,
Cartas seguns vlnJas do sul para Ma- pois que depois dess* hora, nlo se respon-
noel Jos de Sena Mirtina, s Trajano Anto-
3
m
nio da Costi.
O procurador da cmara miinicsl pelo
presente avisa sos donos de eslabeleclmen-
tos, e de carrosas e mais vehculos de con-
dcelo, que renbam quanto antes mesm
cmara pagar o imposto municipal, nflo se
aguardando para o fim do mez, porque en-
tilo nSo llavera lempo de despacha-los om
continente, peja afluoncia.
THBATRO DE SIZ4BEL.
SI. RECITA DA ASSICNATURA.
Sabbado, 13 do marco de 1852.
Estra do actor Luis Carlos Amodo.
Depois da execuco de urna eseolhida ou-
vo'turi, subir scena o magnifico drama
em 5 actos,
O Ermito da Serra de Chtra.
Os principies papis serSo desempenha-
dos pelos artistas Mara Leopoldina, Germa-
no e Amodo.
Comecar as 8 horas.
09 bilhetes acham-se venda no lugar do
costume.
THEATOYPOLLO.
RECITA EXTRAORDINARIA.
Km beneficio de Joanna Januaria
de Souza Bithancourt.
SABBADO, 13 DE MARCO DE 1852.
Depois da execuco de urna brilbante ou-
vertura, pela orcheslra represenlar-se-ha
pela piimeira vez nesla cidade o interes-
santissimo drama em 5 actos :
CLOTILDE.
Ptrionogeni.
Cliristiino.ollicial de secretaria -- o Sr. Gui-
marfles.
Lespinois, ministro o Sr. Cosa.
Riphael Barar, jud.eu o Sr. Senos.
Bcssay, marquez o Sr. Telles.
Jos, criado velho o Sr. Jorge.
Um circereiro o Sr. Mello.
Ini criado -- Caetano.
Clotilde a beneficiada.
A senhora d'Armely a senhora D.Csrolina.
Um comissarioda polica o Sr. Francisco.
Designaco los actos.
Primoiro o rouboeo assassino.
Segundo o remorso.
Tercoiro -- o despreio.
Quarlo a denuncia.
Quinto o envenamento.
lie desnecessario tecer qualqner elogio
* sobre este drama, para que o publico melhor
duelo,
aabilsa por pagamento algum, relativo lo
dito navio.
Para o Rio de Janeiro seguir nestes 8
dias o veleiro patacho brasileiro Espadarte ;
pira passageiros. e escravos afrete, trata-se
oom o capitBo a bordo, ou coo\Amorim &
IrmSos.na ra da Cadela n. 39, primeiro an-
dar. l'ara o Itio de Janeiro vai
sahir com a maior brevidade pos-
sivel, o patacho nacional Alegra :
para o resto da carga, passageiros
e escravos a frete, trata-se com
No raes & C'ompanhia, na ra do
Trapiche n. '.S\.
Para o Rio de Janeiro sai no
dia i3 do corrente o brigue nacio-
nal Recite forrad je pregado de co-
bre de primeira marcha s recebe
passageiros escravos a frete para o
que tem excellentes commodos ; a
tratar nar ua doColIegion. 17 se-
gundo andar, ou com o capito
Manuel Jos Ribeiro.
Para a Bahia sai em poucos dias a escu-
na Tentadora forrada e pregada de cobre
Z
a o resto da carga tratase com Novaes c
a : na ra Do Trapiche n. 34.
-Para o Rio de Janeiro segu em poucos
dias o patacho brasileiro Felicidade : quem
no mesmo quizer embarcar escravos ou ir
de pas9igem, dirlja-se rus da Gadeia do
Recife n. 39.
Para o Hio de Janeiro, se-
gu viagem, a barca nacional Fir-
meza, pregada e forrada de cobre,
e de muita veleira marcha : para
carga, passageiros e escravos a Ire-
te,parao que tem excellentes com-
modos, trata-se na ra da Gadeia
n.4o, ou na praca, com o con-
signatario Manoel Francisco da
Silva.
JLeiloe.s.
E para conatar se mandou alisar o pre-
sente e publicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria da fazenda pro-
vincial de Peroambuco 2 de marco de 1852.
O secretario.
Antonio Ferreira d'AnnunciacBo.
Clauzulas especiaos da arrematado.
Ia. Todas as grades serSo feitas, de con-
formidade com o orcameolo e dezenbo jun-
to, > pelo preco de 130 rs. a libra,
2.a O arrematante ser obrigado a apre-
sentar deatro de 5 dias urna das gr mi s
prompta, e nu praso de 70 dias, entregar
todas as 16 grades promptas, cuntidos am-
A Sentinella da Gadeia.
Dar fim ao especlaculho a bem conhecl-
da e applaudida farca, com o ssu competen
te fandango salyo,
. O CHAPEO PARDO.
A beneficiada, tendo do retirar-se para a
provincia da Bahia, tem a honra de offore-
cer pela ultima vez, ao generoso publico
desla cidade, o presente espectculo, e es-
pera aquella co9tumada protecelo, que s
he propiio de um publico illustrado.
Os bilhetes aclum-se em casa da benefi-
ciada, na ra larga do Rozarlo n. 46, pri-
meiro andar, e no dia do espectculo, no
bos os prazos Ja data da erremalaco.
3.* O pagamei'lo ser felto em duas pres- theatro, lugar do costume.
tiCOes da maiipua segumte : a primeira -
iguala melade da importancia da arremata- rpH R ATRO HP t^ p> i VI'IS'l
Ci, quando estiverem pr.mptos e entregues 1JJ g* I J.VF .V
8 arados, e a segu.ida igual primeira quan- UUI.XTA-FblllA, II DE MAIiyi DB 1852.
3." represmtuca da companhia Kooert.
Hrograinuia do divertimentp.
Impellido Mr. Robert e sua companhia
do esiiverem lo las prompias e oiilregues-
4.a O airemalanto sera obrigado a einpre.
gar naconslrucijflodestas grades o ferro da
melhor qualiJado que se custuma empregar ne|a benevolencia com que o publico per-
emlaes cazos. nambucaiio acolhe seus trabalhos, ha dis-
5* Para tudo o mais que no est deter- poslu ia,, o dia indicado um grandeeva-
miuado as prsenles clauzulas, seguir-se- ,u0 espectculo dirigido da maneira sa-
la o que dolerojini a lei provincial n. 286
do II de malo de 1851. Conforme.
O secretario.
A. F. d'AnnunciacSo.
-- 0 lllm. Sr. ofTicial-maior servindu de
inspector da tbesouraria da fazenda provin-
guinle:
Primeira parte .^
Physica e mgica.
Mr. Robert dar principio a esta com urna
serie de variadas e formosas sorles Unto de
OT.^^
bunal administrativo, manda fazer publico,
que vai novamenle a praca para ser arre-
matado no dia 18 do correle a quem por
menos zer a obra dos concertos da ponte
dos Carvalhos,avahada em 954,500 rs., lo-
mando-se por bise d'arremhtacflo o offere-
cimenlo de 11 por cento de abatimento fei-
to por Filippe Binicio Cavalcauti de Albu-
querque.
A arremalacSo ser feila na forma dos ar-
tigos 34 e 27 da lei provincial o, 286 de 17
de maio de 1851.
As pessoas que se propozerem a esta ar-
rematacSo comparecam na sala das sessdes
do mesmo tribunal, nos dias ci ma mencio-
nados pelo meio-dia, competentemente ha-
bilitadas.
E para constar se mandou afiliar o presen-
te e publicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria da fazenda pro-
vincial de Pernambuco, 7 de marco de
1853.
O secretario,
Antonio Ferreira d'AnnunciacSo.
Clausulas ispiciacs d'arrematac&o.
1.a O reparos da ponte dos Carvalhos se-
rSo felos pela forma, sob as condices e
do medo indicado oo orcamento ap.rovado
pela directora em conselho, e apreseotadn
ao Exm. Sr. presidente da provincia na im-
portancia de 954,500 rs.
2.a As obras principiarSo no prazo de um
mez e serSu acabadas no dequatro mezes
ambos cootados da entrega do termo d'ar-
rematacSo.
3.a O pagamento ser feito em duas pres-
teces iguaes, sondo a primeira quando li-
vor feilo amelado da obra, e a segunda
quando estiver concluida a obra.
4.a Durante a' execucSo das obras ser o
arregazante obrigado a dar fcil e con mo-
do trinsilo ao publico.
5.a Para tudo mais que nSo est determi-
nado nis presentes clausulas seguir-se-hi
o que dispoca lei provincial n. 286, de 17
de maio de 1851.Conforme.
O secetario,
A. F. d'AnnunciacSo.
Declarayes.
OSr. Dr. chelo de polica interino da
provincia, manda fazer publico para conbe-
cimeoto dos iuteressados, que d'ora em
diante'nSo conceder passaporte algum pa-
ra escravos que forem expoi lados para fra
da provincia, sem que se Ihe appresente fa-
lla corrida dos meamos escravos, afirn de
que a polica possa saber se estes se acham
isentos de ni mes.
Secretaria da polica de Pernambuso, 9 de
marco de 1852. Antonio Jos de Freilas,
primeiro amanuense.
-O lente cncirrega lo doreconhecimen-
to, medicSo.demircico dos terrenos dema-
riohe, comida aosSrs.CaetaooPereira, Kay-
mundo Nonato da Silveir Souto.eFnncisco
Concalves de Arruda, a compereaerem na
cosa de sua residencia, na rus Direita n. 78,
iilim de Ihe direm alguns esclarecimentos
sobre os terrenos, par poder Informar os
respi divos requerimanlos, que paratn em
suas rnSos.
ISo bellas e agradaves a vista como incom
preliensiveisao enlondimento
Segunda parte.
Corda volante a toda altura do theatro
pelo primeiro alcides maranbense Alexandre
I ouis, o qual depois de haver executado va-
riadas e elegantes posicOes, terminara pelo
Cran-Redomoinho gyrando com tal veloct-
il uli' que nSo se Ihe .podera distinguir a
cor dos vestidos.
Terecira parte
Um novo e muito divertido baile mmico
chamado a Chine, dancado em trage e
msica anloga pelo Sr. Man m, a meuin.
Josephina eo Sr. Alexandre.
Quarta e ultima parte.
Grande danca de corda te/.a pelos qnalro
discpulos de Mr. Robert, fazendo sempre
neste aclo o gracioso papel de palmeo o Sr.
Alexandre, o qual cxeculai sobre a corda
urna danca cmica, leudo por sapa tos dous
cestos nos oes.
a.a jovensinha genta de 4 annos de-
pois de seus trabalhoa.far as suas mu difli-
ceis desleseles.
3 o_a menina Josephina, que tantos ap-
plausos ha merecido, lornit a se presen-
tar sobre a corda na qual desempeohar va-
riadas posicOes de muita elegancia, e termi-
nar por dencar urna mu dilicil danca de
carcter.
4.'__Danca com maromba o aem ella pelo
joven pernambucano, o qual se distinguir
sobre a corda, terminando com mu elegan-
tes passos, elevacOes, etc., etc___________
Avisos martimos.
Para Lisboa segu no dia 16 do cor-
rente o brigue porluguez S. Domingos :' an-
da recebe alguma cirga e passageiros : a tra-
tar com ocapUSu Manoel Goocalves Vianna,
oucom o consignatario Joaquim Ferreira
MendesGuimares, na ra da Cruz n. 57, se-
gundo andar.
Para o Porto seguir at no fim do cor-
rente mez a bem conltecida barca portugue-
za Santa Cruz, capilSo Manoel Francisco No-
gueira : recebe carga, e tem excellentes
com ir odos para passageiros : trata-se 'na
ra do Vigario escriptorio n. II, i. andar
oucom ocapitSo.
Frea-sn a barcaca Tentadora Feliz de
lole de 35 a 40 caxas.fabricada e prompta a
seguir viagem para qualquer porto do Norte
ou do Sul, e tambem se vende a dinheiro ou
praso com firma que agrade aos pretenden-
tes podem dirigir-sea ra largado, Rozarlo
o. 18 que acharSo com quem tratar.
Para o Rio de Janeiro.
No dia 14 do corrente, sane in-
falivelmente, patacho nacional Bel-
la Anilla: para passageiros e escra-
vos a frete, trata-se com Manoel
Alves Guerra Jnior na ra da
Cruz ti. 4o, primeiro andar, ou
com o capito Manoel Jos de Hen-
na Martina, ni praca.
-- Quem tiver contss com o brigue Ham-
JoSo Pinto Regis de Souza
far leilo por intervencSo do
corretor Uliveira, de la pipas de
ptimo vinho velho do Porto, e
de marca muito acreditada neste
mercado, o qual ser vendido a
praso em lotes vontade dos
compradores e sem limites em
preco, por ser para liquidarlo de
contas : quinta feira it do cor-
rente, s io horas da manhaa, no
armazem do tanoeiro na ra da
Madre de Dos, defronte da en-
trada para o consulado provincial.
LeilSo que faz Domingos lio/ano, capillo
da barca sarda < Balilla ni sua recente
viagem de Genova para Buenos-*yres,'-en-
Cilliada no lugar denominado Po-Amirelln,
por conta e risco de quem pert"itcer, na
rosenca do vice-consul de Sua Magestde
Sarda ; e o Sr. Jos Suporitti, agenle do se-
guro, por iitnrvrncflo do corretor Miguel
'........ini, sabbado II do crreme, as tl ho-
ras da mantilla, no caes da alfandega, a cer-
ca de vellames, ferros, maslareos, vergas,
pannos, correntes e outros perlences salva-
doa da mesma barca. ,,.,
O corretor Miguel Carneiro, far letlSo
na quinta-feira, 11 do corrente, as 10 horas
da manliSa, no seu armazem, na ra do
Trapicho n. 12, de muitos trastes novos e
usados; loucas, vidros, candieiros, relogios,
telina, pistolas, urna rica mesa de pedra, so-
bre ella acha-se desenliado a coh larga com
iodos os apostlos, urna ColleccSa de qua-
dros, contendo a historia sagrada, e outros
muitos objectos que val a pena ser arrema-
tido.
l.eilJoquefaz Domingos Boxano, capilao
da birca Sarda Balilli, na sua recente
viagem de Genova para Buenos-Ayres, en-
calhada no lugar denominado Po-Amarel-
lo, por conta e risco de quem perteocer,
em presenca do vice-consul de Sui Mages-
tade Sarda; e o Sr. Jos Saporitti, agente
do teguro, por ntervencSo do corretor Mi-
guel Crneiro, segunda-feira 15 do corren-
te, s II horas da manh;ta, no caes da al-
fandega, a cerca de pipas com vinho, azei-
te em caixas, queijos, papel de peso, dito
de embrulho, licores, sabSo e mais gene-
usquepossam ser arrematados, tudo sal-
vado da mesma barca.
-- Crocco & Companhia farSo leilSo, por
ntervencSo do corretor Oliveira, de dilTe-
rentcs hiendas francezas, inclusive muitis
recentemente importadas, pruprias para a
quaresma i quinta feira, II do corrente, as
10 horas da maohSa no seu armazem, na
ra di Cruz.
LeilSo que faz Domingos Bozano, ca-
pttSoda barca Sarda Balilla, encalhada na
sua recente viagem de Genova para Buenos-
AyYes no lugar denominado Pao Amarello,
onde o arromatinle tomar conta; no dia
sexti-feia 12 do corrente, as II horas da
manhSa por conta e risco de quem perteo-
cer, na presenca do vice cnsul de Sua Mi -
gestada SarJa, e o Sr. Jos Saporitle agenle
do seguro, por intervenco do corretor Mi-
guel Carneiro, do casco, dois- mastros gru-
pez, correte, com ancora, bombas, molln-
le, forrado a pregado de cobre, e mais per-
tences, na praca do Commercio._______^_
Avisos diversos.
,i----------
AO PUBLICO I !
Pergunti-se se esta no caso de ser pago do
seu ordenado um empregado que, semlicen -
ca da presidencia, ou do seu chefe, deixa
a reparticSo, mandando parto de doente, e
larga-so para Olinda desde o mez prximo
psssado, para fazer exames preparatorios,
afim de matricular-se no curso juri lico, e se
deve a provincia tolerar semelhante abuso.
O inimigo dos injustos.
-- Jos Luiz Pereira, embarca para o Rio
de Janeiro a sua escrava Tliomnsia.
Quem tivor para vender alguns lencos-
e l'rontias de la varinto de, boiu goslo, dirja-
se ra do Trapiche Novo n. 12, segundo
andar.
Precisa-sealugar um molequo diligen-
te e se id- vicios para o servicu de urna casa
de pouca familia; o nSo se duvida pagar bem
se elle for hbil: dirij-se a ruadasTrinchei-
ras n. IV, sobrado de dous andares.
A pessoa de 10 a 15 annos que quizer
servir de criado, appareca ua ra da Cruz do
Recife na bo/ica do Loureoco Pedro daa No-
ves que achara com quem tratar.
O abaixo assigoado faz sciente ao pu-
blico que retira para a ilha da Madeira
para companhia de aeus pais a seu mano An-
tonio Comes Jardim.de menor idale.
JuSo Gomes Jardn!.
Desippareceu no dia 7 do oorrenti um
molatinio de dude de 12 a 13 annos, muito
claro, o por so pode dizer que be forro ;
cabello louro e eorlado : quem o pegir lo -
vo-o a rua da Matriz da Boi-VIsti, casa de
seu aenhor o barSo de Capibaribe, que re-
compensar.
Aluga-seo primeiro e segundo andar
com sotSo e triioira da rua do Apollo n 16,
faz-se abate no preco : os Srs. que off-rece -
ram certa quamia, sendo que anda preci-
sen podem apparecer na rua Direita n. 2a.
-- lloga-se aos Srs. J. T. (cmico do thea-
tro de Apollo) e A. J. (canoeiro), que diri-
jim-so ao Heneo das Portas n. i, satisfaze-
rem o que nSo ignoram ; do contrario ae
usar dos meioa que a lei 'acuita.
No dia 8 do corrente desappareceu o
proto Angico ; levou calfi de alxodSo de li-
ndo azul e camisa branca de madapolSo,po-
rcm j foi visto com calca brinca ; lem urna
perna torta pira dentro, cgode um olhoe
falla bastante grosso : quem o pegar leve-o a
rua Imperial n. 43 que sera recompensado.
-- Desappareceu do engenho Peneas, fre-
guezia de Jaboatlto, no dia 8 para 9 do cr-
renle mez de marco o escravo Luiz de na-
ci; alto, barbado, Cira comprida, beicos
grandes, consta an lar por esta cidade ou ar-
rebalJes: quem o pegar leve-o aoengoiihn
cima ao seu propriolario ou nesla enfado ao
.Sr. Joaquim Candido Ferreira, qne ser re-
compensado generosamente.
-- Desippareceu na noite de 7 do corren-
te me/ de marco, de bordo do patacho bra-
sileiro, Felicidade, dous esr:ravo< muinhei
ros, sendo um de niimi Jos, nacSo Benguel
la; reprsenla ter 40 annos de idade, pouco
mais ou monos ; baixo, falla bem o tem bar-
ba serrada ; e JoSo creoulo da Bahu, de ida-
do 30 annos, pouco mais ou menos; baixo e
rosso do oorpo, e tem barba meia serrada,
da perna direita metteo joelho para dentro,
e tem os pds muito cambados; os quaes es
cravos lovaram calQ.is de brim brinco o ca-
misa de algodSo azul: quem os pegar leve-os
bordo do dito patacho, ou rua da Cideia
do Recife n. 39, escriptorio de Amonio Ir-
mSos, que serSo generosamente recompen-
sados.
.- OSr. Antonio Rodrigues Fernandos Vi-
eira, tem urna carta na prtuja da Indepen-
dencia n. 13 o 15.
Manoel Joaquim Lamas, vai n Portugal,
leva em sua companhia sua mulher Joaqui-
na llerculina de Araujo Lamas, e 3 lilhas
menores, rsula, Lucila e Ficilia.
-- Manoel do ascimento da Molta, em-
barca para a corte do Rio de Janeiro, a sua
escrava creoula, de nome Filippa, de 15 an-
nos de idade.
Virgina Miria Ramos, embsrcam para a
edrte do Rio de Janeiro, a sua escrava Roza,
de linceo Angola, de30 annos de idade.
-- Ramos & Companhia, embarca para a
corle do Rio de Janeiro, os seus escravos ,
Joaquim, de nsolo Angola, de 38 a 40 an-
nos de idade; Luiz, creoulo, de 16 snnos de
idade.
-- Jos da Fonseca e Silva, embarca para
corte do Rio de Janeiro, dous escravos
creoulos, ambos de nome Luiz, um de ida-
de de 25 annos, e outro de 40.
Paulino Pires FalcSo, embarca para o
Rio de Janeiro, a sua escrava preta, creou-
la, de nome Marcellina, a entregar ao S. Jo-
s Joaquim Corma de Laceria.
Precisa-se de2ofllciaes de alfaiatode
obras grandes : na rua Nova n. 18, loja de
M. A. Caj.
-- OSr. Jos Goncalves Gaspsr Jnior,
queira dirigir-se a rua larga do Hozarlo n.
37, a negocio de seu inieresse.
Napolen Gabriel Bez, embarca para o
Rio de Janeiro os sous escravos sen.....I. >
Antonio molatinio, Rosa creoula, Aniceto
creoulo, Amaro creoulo, Tito de necio An
gola 30 annos, Claudina de nacSo Angola 31
anuos.
.- i'iecisi-i" dn urna un de meia idade
que len'i.i boa conducta e que tema as piu-
porces de regtr urna cisa de boinein sol-
teiro : quem se achar nesta circumstancia
procure ua uraca da Independencia n. 3.
Nogocio de vantagem.
Qualquer pessoa que queira um negocio
de vantagem, queira dirigir-se na conl'eita-
ria da rua do Itozario n. 43,que achara quem
Ihe esclareca dito negocio.
Joslligino d Miranda rnmette para a
Bahia a seu sonhoC, o desembargidor Joa-
quim Teixeira Peixoto de Abreu e I. iim, os
escravos creoulos, Autonio.ltaymunda e Be
nedicta.
i'recisa-se de urna ama que saiba fazer
todo o servico de urna casa, ailiancando sua
conducta : na rua do Apollo n. 19, primeiro
indar.
Precisa-se fallar ao Sr. JoSo de Dos C-a
bral: no armazem do caes da Alfandaga
u'. 5.
Francisco Goncalves Netto, vai a Eo-
Offerecese uTa r'apiz portugus para
caixeiro de venda, ou nutro qualquer esta-
belecimento, pira tomar conta por balanco
ou sem elle, para O qu> tem bastante practi
ca e da fiador a sui con lud: quom de -cu
presumo so quisar utilisar dirija-se a Pra
cinha n. 12 das 10 as 2 da larde que achara
com quem tratar.
FranciscoJos AlvesGulmarSes lendode
retirar-se para Portugal no prximo vi| or,
declara para conhecimento dn qu<,m possa
interessar que deixa cjmo sous procurado-
res em primeiro lugar ao Sr. Jos Alves da
Silva GuimarSes, em segundo ao-Sr. Joa-
quim Jos da Costa Fajoses, e em t irceiro.a
JoSo Chrisostomo de Lima Jnior, (cando
esto ultimo encarrega lo, e com agerencia
de ambas as lujas, isto de acord com o pri-
meiro procurador GuimarSes.
Perduu-se ou entregou-se por- engao
I ou 2 cartas para o Sr. Domingos Rodri-
gues de Andrade, quem as tiver rogi-w o
favor de mandar entregar a caaa do meamo
Sr. ou no escriptorio de Novies 5c Compa-
nhia : na rua do Trapiche n. 34 |que se Ihe
h Jim agradecido.
Aluga se um moleque creoulo,-de H
annos de idade: na rua do Caldeireiio nu-
mero 56.
Precisa-se de um caixeiro, de 10 a 12
annos, para venda, dos chegadus ltima-
mente do Porto : na rua. da Senzalla No-
va ,. I.
- Aluga-se 2 salas bem arranjadas con
tendo cada urna dallas 3 quarlos ludo pro-
prio para homem Solieiro ; na rua do Quei-
mado loja de|miudeza n. 24.
Quem precisar de urna ama de le'ite.que
o tem em abundancia e h un, e sem lilho,di-
rija-se ao aterro da lina-Vista no 1. andar do
sobrado, onle mora a viuva do linado Ma-
noel Rodrigues dos Passos.
Atierro da Boa-Vista n. 16.
Pommateau cutileiro tem a honra de pre-
vinir ao respeilavcl publico que vai fazer
urna viagem a Franca e por este motivo re-
solveu vender a preco do cusi todas as a -
zendas da sua, loj listo a dinheiro a vista
a lia rica ii lo a qualidado das fazendas quo Ihe
comprarem, tem fumo de muilo bum goslo
-- Pede se ao engracado, que no dia 3 do
corrente tirou um chapeo novo, deixando
um outro u/. ni i.iia oecasiSoem que so reco-
tna a irinandide do S. Rila, quo venda em
quinto antos tirar este eogano, pois basta
3 dias de graca do contrario ver al o da
10 o seu nomo por oxtenso, caso_n3o o fa?a
at esto dia, dingindo-se a rua d Nogueira
u. 39 ou a rua da Cruz u. 46.
Precisa-se da quantia de 5:000,000 pou-
co mais ou menos, a hsco msriumo, para
pagar os concerlos do navio de commercio
llambumuez Mi Capm John Oldroy, vindo
da Sil. Zitins Neivfoundland, o qual segu
viagem para Liverpool por via da Parahiba.as
pessoas a quem coimero negocio, compare-
cam no consulado de Hamburgo ; na rua da
i.i'ii' n. 4, terca feira, 9 do crrenle, at dez
boras do dia
Lotera do Rio de Janeiro.
Cumpram-se as seguinles
qualidades de grao, mamona, ou
carripato, mindobim descascado e
amlyroba : a tratir com Correia
Leile, na rua da iJruz n. 4o, pri-
meiro andar.
Comprn-se urna estante para livros que
nSo soja muito mando : na travesa da Con-
cordia n. 5.
Compra-S" uinbilhar eumjogodebs-
gatella, nSo se repara ao uso quo possam
ter, sendo barato, dirija-'e a rua da Cadeia
do Recife, fabrica dn c'ianeos de Joiquim
l.ui/ Vi i'ii ah se dir quem quer.
, Compra-se urna casa terrea que esleja
em bom estado; na rua Augusta, Agoas-ver-
de, rua de Hurtas, piteo do Cirmo.S. Pedro,
pateo do Terco e rua Imperial : quem tiver e
quizer vender dirija-se a rua do Livamento
n. 4.
Compra-se um violSo, de muito goslo:
na rua do Noguelra n. 39.
Compra-se um ncrco em segunda mffo:
na rua da Guia n 64.
Na botica da rua do Collegio n. 6 se
compra panno velho de linho.
Compra-se meia duzia de cideiras
com assoulo de palna e sem ella, que esteja
em bom estado : na prsc* da Independencia
n. 12.
(C^ Compram-se escravos do ambos os
setos, com habilidades, ou sem ellas, para
fra e dentro da provincia, paga-se mullo
bem, ten lo bonitas Dguras : na rua das l.a-
rangeiris n, 14, s-gundo andar._________
Vendas.
Lotera do Rio de Janeiro.
Aos ao:oo<>,0oo de rs. ,
Na lnj i de miudezas da prac da
Independcnciftn. 4, ven lem-se bi-
Hieles nteiros, iih'ms, nu u Ins, oi-
tavos e vigsimos, a beneficio da
ti. loleria do theatro de S. Pedro
de Alcntara, e um resto de meios
bilhetcs, quarlos, oituvos e vig-
simos, h beneficio de um hospital
das Agoas Virtuo-as da(.'am,ianha;
vi-in as listas das duas loteras no
primeiro vapor que chegar do Rio
de Janeiro.
ropa.
-- JoSo Fernandos Antones, subdito por-
luguez, retira-so para fra do Imperio.
Manoel da Silva, subiilo porluguez ,
relira se para fra do Imperio.
aos ao:ooo,ooo e 10:000,000 de rs.
O cautelista Salustianode Aqu-
no Ferreira avisa ao respeitavel
publico, que as suas cautelas e bi-
Ihetes da lotera das Agoas Virtuo-
sas da Caropanha, c da as lotera
do Theatro de S. Pedro de Alcn-
tara, estSo nicamente a venda ,
na praca'da Independencia n. i3 e
i5 loja decalcad) do Arantes ,
e na rua da Cuticia do Recife n.
46, loja de mudezaa de Jos For-
tunato dos Sanios-Porto. Avisa
mais que no dia ao do corrente, de-
ve chegar do Sul o vapor da com-
panhia brasilcira, e no da aa dcs-
te mez, o vapor inglez Tay, con-
ductores das listas de ambas as lo-
teras, e sao pagos immcdiatamen-
te sem ganancia slguma, todos e
quaesquer premios que sahircm
mis lileles e cautelas, vendidos
as lojas cima mencionadas, logo
que receber as listas.
liil lietcs 23,000
31eos 11,000
Quartos 5,5oo
i favos
vigsimos
a,800
i,3oo
Teido-sn dado a um preto da costado
nome Paulo, um taboleiro com os livros da
escriiituracSoconimercial da casa do finado
negociante Antonio Carduzo de Queiroz
l-"pe"ier-seaoSr Antonio Goncalves Fer- Fonseca, para os levar par* a rua de S. Rila
re-.ra o favor de vir pagar as suas duas le- coberlos com urna toilha com os iniciaes
Iras 'vencidas: na loj da rua do Cabu- F. It. A., e urna cadeirinlia de pao d'olhe.
. ,', 2. e.te preto os exlraviou: quem do laes ubjec
'"a rua da Senzalla Velha n. 96, preci- tos tiver noticia dirija-se a rua do S. Rila
sa-se de um bom forneiro. n. 14, que sera recompnsido.
-Mala Ramos &. Companhia, pelo presen- A pessoa a quem pertoncer ums escrava
te avisam a lodas as pessoas, que sejulga- que diz chamar-se Mara, a qual esta fugid-
rem seus credores, por qualquer tildo, que a anuos, e diz nertencer a um porluguez de
no praso de 8 das, a contar da data desle nome Joaquim Manoel, que tlnlia urna lilh-
queiram apresentar suas cuntas, afim do se- de nome Margari la : quem for seu dono di-
rem Hgalmente pagas. rija-so as Cinco Ponas casa da Sra. Roiioha,
Roga-se a pessoa a quem urna negra quo te n raneno de matulos, oudo achara
desse na quarta feira de cinza, ou n'outros quem ifella d noticia.
dias, urna bandoja grande, para guardar: o, Atlencao !
favor de annuuciar para ser procurada, vis-; Ajverle-se a certo'empregado publico,
lo ella ter desaparecido. 1 U8 estando com parte ue duonte na res-
Jos Saponte, negociante estabelecido cctva repartc3o, so aclia na academia do
nesta cidade com escriptorio na ruado Tra- 0|ln.la fazendo eiaines preparatorios para
piche Novo, n. 18, faz sciente as pessoas a mallcu|,r.se nu curso de direiM; queafa-
queni possa interessar, e aos Srs. negocian- Z0[llla puu|ca au patrimonio de quem
les desta cidade, que elle se acha legalmen- r esluj,r qu quein tem m .0s estuda
te nomeado agente das companhias de se- sua custa, qUem nSo os lem deve plantar
guro martimo de Genova, nesta mesma ci- ijatias
dade, sendo que por isso esta munido dos O inimigo dos espertalhoes.
precisos podaros para iotervir judicial e ex- .. Na rua nireita sobrado de um.andar n.
trajudicialmente, em todos os actos e neg- ,, da uollca yen lem-se barrilinhos de
ciosqueas mesmas companlnas disserem doce rdegoiaba nteira, jaleia, de araca, e
reapetlo._____________________[_______I ouiros COm doce, dilo de mangaba; tambem
faz-se doces secos ludo de muito superior
qualidade e barato preco; tambem se faz
bolinlios para cha, e se enfeitam bandeijas
dos meamos com tamos, flores, figuras, ti-
tulo", tanto em bolos como em allinins, faz-
se bolos de diversas qualidades, faz-se pu-
- dim, lorias, Iremedeiras.arot de hite,doces
tem no raes, sendo de a andares e ft> ue ovos tambem seapromtam jamares, e
W piulado por fora de encarnado: almocos, tanto para o diarlo de qualquer
"('WajV' pessoa, como para banquetes, com muito
-OSr. Loureuco Carneiro a Silva, do- sel0 e muit0 enconta.
rador 110 eugeiiiio Taquari, queira dtrijir-
seas Cinco Ponas n. 21 a negocio que Ihe
diz respelto.
-- Precisa-se de urna ama de leile, forra
ou escrava para acabar decriaruma onanca:
oas Cinco Ponas n. 21.
Uff-rece-se um homenl portugus para
rcci-.a-.su de urna ama suca que en-
tenda de cosinha, dando-se bom or-
denado, conforme o seu trabalno, a
que quizer appareca: na rua do
_ Caes por detraz da rua do Brum,
dentro do Recite, nico sobrado que
Compras.
Compra-se tuia mulata, que
sej 1 linda, ainda que naotenha lia-
UII -ICUO-O7 UUI ItUtllWll. (luiiujut* (-<.... ,.!.,. 1
leitor de sitio, o qual lem basiaute prauca: bilidudes, e alguns escravos creou-
quem o precisar uinja-sea rua da Cadeia' |os; na rua 0 Trapiche n. 3C, se-
do H-cil'c n. 30, primeiro andar.
Na rua Ua Senzalla Velba n. 96, preci- g
i. nimio andar.
sa-se e um forneiro e um caixeiro para
darla.
Aluga-se om sotSo com veranda fora
ejanella nooilfiocom 3salaa4quaitoseboa
cosinha, em boa rua.
Precisa-se de um forneiro na padaria
dos All'ogados o. 66.
Sarja preta.
Vende-se superior setim preto macao $
_ proprio para vestidos de senhora; sar- (%
a>j ja de seda preta legitima bespanhola; #
9 cortes de vestido de seda preta bor- #
a>j dada, gosto moderno, tendo de tudo #
I pnreilo para o comprador poder esco- u
a>( Iher e por preco muito cum modo : na % loja do sobrado amarello da rua do 9
f> Queimado n. 29. *
awa>a.*** a}* ^a.... ?*
Vendem-se t moradas de casas terreas,
chos pronrlos, sitas atraz da matriz da Boa-
Vista ns. 62 c 6* : a tratar com Francisco da
Cunta Bezorra, em casi de Manoel Antonio
Ribeiro com prensa do algodSo no Forte do
Mallo*.
f| Na loja do sobrado amarello da rua J
fg do Queimado n. 29. tom para vender i$i
^ um arando sorlimento de pannos pre- J|
_ los llnns ede cores llxes;c .seinira pre- ,
* ta elajtiea superior de 9 a 11,000 rs, O '.'
corte decalca: corles de coleto deci- S
8 semira meta bordado*; ditos da setim jj
" preto lamiieni bordado' cnapoos pre- *,
"1 los francezes os mais mu i...u^ h do. **
5 melhor'quli ladn quo ha no merca- JJ
d" ditos '10 castor branco inglez da p|
ultima moda; o outr-s fizonJas de if*
.i L'otoo preco commolo.
Vende-se unta BMrava moca do bunitu
fi;ura cun algumas habilidades : na rua do
Apollo 11 22. segundo andar,
Mff '*> *,*?'t,fe
ij, Alpacas de coros #
J. Na loja do sobrado amarello da rua -aj
tf) do Queima lo n. 29, tem para vendor )
a> um lindo o variado sorlimento de al- flj
*>> pacas de cores, proprias para palitos. *>
^Vai.**-*** *!.**l>,****
Quem nao comprar !
Historiado Brasil a800rs.
Vende-seo resumo da historia do Brasil ,
pelo diminuto preco de 800 rs. : na ruado
Crespo n-16.
ji!tt MMf IIM
^ Vendem-se ricos veos pretosdeseda,
-^ leles pretos do ultimo goslo e com ri-
eos enfeit-'S; mantas dn seda pretas ;
* meiasdeseda pretas de pesoeoulras
S fazenda* de gosto, lulo por preco de
agradar aos compradores : ni luja do W
f sobrado amarello da rua do Queima- 8
f do n. 29. 9
ja a w&mwmis1* *
Vendem-se na rua Nova n. 28, saceos
de tapete para conduzir roupa, e tinla muito
fina para escrover, por preco muilo com-
modo.
Vende-se urna e lavadeira, e cosinha bem o diario de urna
casa : quem a pretender dirija-so a rua es-
treita rio Itozario 11. 33.
Vende-se na rua das Cruzes n. 22, se-
gundo andar, um bonito escravo de 25 annos
de idade, offlcial de carpina e bolieiro; e urna
creoula i|e 2* anuos, engommadeira, coslu-
reira, cosinheira e lava de sabSo; outra dita
de 28 annos muito possanie, cosinheira e la-
vadeira: tidos para lora da p ovincia.
-- Vendem-se 6 covados de panno para ca-
pote pira o cimpo, 3 e 1 ter?a cor de rap
para sobre-casaca,2 coberlas uovas de cama,
1 relogio caldeiro saboneta promplo; tro-
ca-se urna imagem de S. Francisco; tudo por
prcciso, e alguna sapatosde mullier.
Vende-se una molatinha de 7 annos de
idade, muito linda e proiiria para qualquer
menina : no Hospicio, sitio da senhora viu-
va Cunha.
Vende-se um relogio de prata patente
suisso e excellente regulador, com a compe-
tente cadeia, contendo 4 oilavaa de ouro de
lei, pelo baratissimo prefo de 50,000: quem
o pretender dinji-se a praca da Indepen-
dencia n. 14.
Verniz copal fino a 16,000 rs. a garraf*.
Vende-e na rua do Rangel n ?, vornix
copal superior a 16,000 rs. a garrafa.
Aos amantes da caca.
Vende-** urna rica espingarda mgleza de
2 cio por commodo preco : na rua larga do
Rozario, loja de miudezas do Soares & Mo-
Oleo ospeciflco para limpar a caspa.
Vende-se na rua do Rangel n. 64 oleo es-
pecifico para conservar o cabello e limpa-lo
da caspa a 640 rs. cada frasco.
Jugos de vispora.
Na rua larga do Rozario 11.40, loja de miu-
dezas, vendem-se jugos de vispora, por pre-
co muito comino 10; assjm como enco/doa-
Crtes para violao, de muito boa qualidale,
por mano preco do qua em outra qualquer
p*rte.
Vidros parr espelhos.
Vendem-se vidros para espelhos de todos
-- Compra-se urna pardinha que n!o lenha
mais de 12 annoa de idade: na rua da Cruz
Comoram-se garrafas vasias a 6,000 r*.
o cenlo ua travesa da Madre de Dos ns. Vendem-se vidros pa-a espomos ae iouos
4 SS oi na reslilaco na pra' de Santa' o tamanhos gor precos muitoem conta en
Rita casa do Kalkman Irmaos rua da Cruz n. 10.



Grande fabrica de chapeos de sol,
de J. Falque la do Collgeio
n. 4*
Neste ntffo eatabelecimeato recebeu-se
un novo lindo sortimento de chipos de
Sol dos ltimos gostos,. tinto de sed como
de pininho pan homens e senhoras, de ir-
migBo de baleia e de asso que se vendis
por menos prego quo em'outra qualquer par-
te; gnnde sortimento de durmile, sedas
e paninhos em pega de todas as cores e qua-
lidades pin is pessoas que quizerem man-
dar cubrir armacOes servidas. Completo sor-
timento de hlelas pin vestidos espartlthos
para senhoras, fazem-se umbellas de igreja e
concerti-se qnalquer quilidade de chapeos
de sol: lodos osobjectosicim mencionadns
aevendem em porgao e retalho, por prego
quo agradar aos freguezes vista daquali-
dide.
Deposito do fabrica de Todos os
Santos na llaliia.
Vendo-so,ra rasa do.\. O. Bieber&C,
ni rul di Cruz Di *, algodSo transado da-
(luella fabrica, muito proprio pin siccosde
assucar e roupa de escrivos, por prococom-
modu.
fie lao barato,
Que laz animar ;
Quem vir a pecliincha
Nio deixar de comprar.
Ni rui do Crespo loja da quina que vira
pin i cadeia,- vemle-se panno lino prelo,
5,000, 3,500, *,0OO *,500, 5,000 o 5,50D rs.
o covido ; dito frineez muito superior, i
6,000 rs. ; dito azul, 2,600, 3,500, 4,000 e
5,000 rs. ; dito verde, i 3,800, 3,000 e 6,000
rs.; dito cor de rap, i 9,600 rs. ; casemi-
ri pretaj i 4,8006,000, 7,500 8,500 e 10.000
rs. o corle ; sarja preta de seda muito su-
perior, a 2,500 rs. o covado; morln preto
mullo bom, a-U,806*o 3,200 rs. o covado cor-
tes de cassa chita muito bonitos, a 1,920
rs.; e oulras muitas faiendas por proco
commodo.
VeiMe-so.spor muilo barato prego, urna
cinoi iberia, muito bem construid, que
carrega 1800 lijlos de alvenaria : a tratar
no armazem do Sr. Torres, no porto das ca-
noas, junio a ponte da Boa Vista.
i.uvas de pellica.
Vendem-se uissimas I uvas de pellica, pa
ra senhoraa 1,600 rs. o par; ditas para ho-
mem a 9,000 e a 900 rs. o par: no aterro da
Boa Vista, loja n. 58.
Vende-se um quartio para carga, por
preco commodo : na ra do Amorim n. 18.
Na ra Velha n. 81, vendem-se em omi-
ta os seguidles livros : Ortolan, explica-
cicSo histrica das instituas de Justiniano,
2 v.; o mesmo autor, historia da legislado
Romana, desde sua origcm at a moderna
legislado 1 v.; IV J. l'roudliom, da niacSo
da ordem na humanidade, ou principios de
orgaoisagBo pulita 1 v.; o mesmo autor ,
memoria sobre a propriedade 1 v. ; os Ca-
ripuceirosencidernadns, desde ol.* n. it
O Ultimo, e Lsferriere 1 V.
Vende-se um bonito cavallo, com todos
os indares e muito rovo: na ra do Cabu-
g, loja de!iron.3A.
Vende-se, por muito commodo prega,
/m balcSo pira algum estabelecimento : no
aterro da Boa Vista n. 70.
Espelhos de parede a 320 rs.
Vendem-se espelhos de parede a 320 rs.;
caixiuhis com phdsphoros a 20 rs. e a duzia
160ri.; agulbas curtas para alfaiate a 60
rs. o papel; ditas compridas de muito boa
qualidade.com alguma avaria, muito pro-
prias para meninas que aprendem a coser a
40 rs. o papel detOOagulbas ; escovas para
cavallos a 320 rs. cada urna; ligas para meias
a 160 rs. o par; bengalinhas de pao a 240 rs.;
medidas para alfaiate alOOrs.; ferros narn
encr>pr cabello a 320 rs., e outras muitas
miudezas, por pregos commodos: no ater-
ro da Boa Vista n. 70.
Vende-se um alambique continuo de
Erosne terceira classe, proprio para fabricar
espirito, de 40 graos, prompto de todo o ne-
cessario a seu maneo bomba de cobre de
repucho, grclhae porta de ug.1o, tudo anda
novo o de muita vantagem para um engenho
nio s por sua qualidade, j exprimenta-
do, e que se pode ver trabalhar ; como pe-
la importancia por ser o menor em tama-
nbo ; assim como, tambem 2 toneletes c 8
pipas j cortidas, proprias para deposito de
espirito: na ra do Rangel n. 54, a fallar
com Victorino Francisco dos Santos.
Vendo-ae urna bonita e nova cadeiri-
nhade 2 vanes, prompta e Torrada de da-
masco de 13a : na ra do Itangel n. 51, a fal-
lir com Victorino Francisco dos Santos.
Bom e barato.
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Vendem-se bandejas os mais fi-
nas e bonitas, que tem appareci-
do no mercado, por preco commo-
do : na loja de ferragens da ra
da Cadeia do Kecife n. 5G A, de
Antonio Jo'quim Vidal.
-- Vende-se uro cavallo de estribara ,
ptimo e novo, por prego commodo : no
aterro da Boa Vista n. 75.
Nova pecliincha.
MadspolOes com pequeo toque de avaria a
2,400, 2,800, 3,000 rs., a pessi.
Ni rui do Crespo loj da esquina quevol-
ti pin cadeia vendem-se madapolOes fi-
nos com pequeo toque de avaria a 2,400,
9,800,3,000 rs., o outras muilas fazendas
por prego commodo.
Para a quaresma.
Cisemira preta infestada a 5,000 rs., o cor-
te de caiga.
Na ra do Crespo loja da esquina que vol-
ts para a cadeia vendem-se casemiras preta
enfestadi i 5,000 rs. o corte de caiga, sarja
preta hespaiiholi a 2,600 rs, o covado ; co-
mo outras fazendas que por sua boa quali-
dade se tornaO recomendaveis.
A aoo rs.
Na ra estreita do Rozario, travessa para
o Queimado deposito n. 39 A vende-se
muito boa bolachinha ingleza a 200 rs ; la-
tas de araruta a 2,000 rs e outras muitas
qualidades de bolachiobas e biscoilos de fa-
rinha do araiuta, proprios para doentes.
Pal I ni lia Ale.
Ainda resta algumn desta deliciosa serve-
jS, que bem pode suprir a compangne, ven-
dem-se em barricas do 3 duzias, e ciixas de
urna duzia, muilo proprios ;-..,,. mimos e
casas particulares, pelo diminuto prego de
t,000 rs. a duzia : na travessa da Madre de
Dos ns. 4 e 6 armazem pintado de cor.
Farinba de mandioca.
Vendn-se saccas com superior farlnha
de mandioca a procos rasoaveis : a tratar
com J. J. Tasso Jnior ra do Amorim
o.35.
Vende-se um forno para padaris, no
centro da cidade, tendo lugar para morada
earmazem para lenhs, com desembarque
na porta : o pretndanlo annuncie sua mo-
rada.
Vendem-se velas de espermacete, em
caixas, de superior qualidade : em casa de
J.Kellerck Compaohia: na ra da Cruz nu-
mero 55.
| ARADOS AMERICANOS.
H Vendem-se arados ame- ..>
t* ricanos, chegados dos-Esta- Jj
( dos Unidos, pelo barato pre- .*
?* 90 de 40,000 rs. cadaum: na
8 ra do Trapiche n. 8.
Vende-se
Cha preto e verde, de superior
qualidade em caixas pequeas -,
Yellas de espermacete de superior
qualidade em (lilas ditas,
Fio desapateiro, de diversas co-
res :
Tudo em conta, no armazem de
Adamson Hoiwe & Companhia,
na ra dn Trapiche, n. .'\i.
Vende-se 011 arrenda-seo Engenho S.
Itita moente e corrente meia legoa distante
da villa de Iguarassu' com proporges para
satrejar-se, embarque junio loengenhoj ala-
gados, oulras proporgOes : quem o preten-
der entenda-se como proprietario no mesmo
engenho.
O barateiro est ero campo.
Na ra do Cabug, loja nova n. 6, vendem-
se caixas do colxeles francezes a 70 rs.; pa-
pis de agulhas francezas, nmeros I, 2, 3,
4, 5, 6e 7 a 40 rs.; dilas de n. 8 a 12 a 60 rs.;
ditas porluguezas para alfaiate a 60 rs.; cai-
xas de dilas a 280 rs ; bOtOes de agot a 200
rs. a grosa; ditos do madreperola a 560 rs. ,
ditos de dilo mais finos a 720 rs.
Azeite de carrapato da fabrica de
Araujo & Filho, no Penedo.
Acaba de chegar mais destej conheride
azeite, o mais proprio e econmico, para
uso de candieiros de sala, tanto pela sua du-
rago, comorlioipeza, e continuar a haver
sempro um depozito para suprmanlo regu-
lar dos freguozes : no armazem de J. J.Ths-
so Jnior : ua ra do Amorim n.'35.
Deposito de panno di algodo da
febrica Todos os Santos da Ba-
nhia.
Vende-se por prego commodo
o bem conhecido panno de algo-
r"-imito de JNautua a
800 rs.
Vende-se a historia de SimSo de Nantna,
VENDEM-SE ,
Taboas de pinho at 3 palmos de
largo.
a 800 rs. : na livraria da praga da Indepen-! Botijas com bom oleo (le linhara.
dencati.6c8. Remos de faia de todos oscompri-
lle barato que admira mentos
Na ra do Cabug n. 6, loja nova demiu-:.,. .
dazas, vendem-se pegas de franjas com 15 t.imento em barricas e metas dilas.
varas a 3,000 rs.; ditas de dita muito ricas, Tambem se retalha s tina*.
tanto brancas, como de cores-e com belo- .
tas, pelo barato prego de 4,000 rs., muilo, Atrs do tneatro,armazem de Joa-
proprio para cortinados, franjas estrellas' quim Lopes de Almeida.
par toalhas a 100 rs. a vara; bebidos para .. Vende-secerca de 3|5 partes ou o tolo
dao des a fabrica : em pessa, a
No mesmo deposito anda se continua ven- vontade do comprador .* no escrip-
der biscoitos de Rems, por prego comrnodo. w ai' i : _
-- Vendem-se queijos do sertfio, muito tono de Sovacs & Compaulua, na
ra do Trapiche n. 34
novos : no armazem decaes da Alfaode-
ga n. 5.
Ra do Passeio Publico n. 9.
Veodem-se 180 varas de bico e renda d
trra a 120 ra., e 18 caxilhos eovidragados e
promptos para qualquer obra, pelo diminu-
to prego de 2,000 rs. cada um.
Vende-se por muito commodo prego
5 caixilhos envidragados,muito proprios pa-
ra armagBo de qualquer loja : no atorro da
Ro Via'.a n. 70.
Negocio vantajoso.
Vende-seo hotel commercio sito na ra
da Cadeia n. 13, cornos uteacilios que o
comprador quizer: a tratar no mesmo.
Vinho de Champagne,
e superior qualidade : vende-so no arrr.a-
em Kilkmann IrroSos Ra da Cruz, n. 10
Vendem-se obarutos da Dahii das me-
Ihorel marcas em casa de Kalkman Irmllos :
ra da Cruz n. 10.
Vende-se um garrote de pura raga lu-
Custou, pormsempre appareceu
O novo barateiio, na ra do Cabug, lo-
ja nova de miudezas n 6.
Neata loja vendem-se-ss miudezas, pelos
pregos seguintes: como seja um sortimento
explendido de luvas de pellica, para homem
11,000 rs.; ditas de ponto ingloz, tanto pie-
tas, cmo brancas, muito novas a 1,500 rs. ;
ditas de fio da Escocia a 300 rs.; dilas pretas
de seda muito supriores a 1,000 rs. o par|;
ditas muito novas Se pellica, para senhora a
900 rs.; ditas do dita superiores, com bor-
dados do varias cores e de balotas a 1,600
ra.; dilas de soda de cores, as mais finia que
tem apparecido a 1,500 rs.; dit s pretas de
torgal a 720 e 800 rs.; ditas de dito muito fi-
nas, com balotas a 1,280 rs e outras mui-
tas cousas, por pregos muito commodos.
-- Vende-se sapatos do Aracati i 800 rs.
na rui larga do llozario n. 35, loja.
-- Vende-se urna arroba de peona de ema ;
ria : os pratendentes dinjau-se a ra da I na ra larga do Rozario n. 26 loja de mui-
Cruz n. 45. | dezai. '
toalhas, tendo a largura de 1 palmo a 180 rs.
a vara, e dito da largura do 2 palmos a
240 rs.
Na ra do Cabug n. 6, loja
nova de miudezas, vendem-se meias pinta-
das, para homem a 200 rs. o par; ditas mui-
to finas com listras, tanto para homem ,
como para menino a 280 rs.; meias brancas,
para senhora a 280 rs. ; ditas muito finas a
400 rs.; ditas de lustras 4 3o r. ; djtas pre-
Uo o 400 ra.
Cheguem ao barato.
Na loja n. 6, na ra do Cabug vendem-
se bicos l'rnnce/cs de diversas larguras, por
pregos muito commodos; assim como seja
da largura de 1 palmo e mais a 640 rs. a va-
ra; peutes de balcia para alisar cabello a
320 rs.; ditos de coco a 280 rs. ; ditos de
marliiD, muito baratos; assim como um bo-
nito sortimento de filas de seda, tanto lisos,
como lavradas, por pregos commodos ; li-
nhas em carreteis a 100 e 30 rs e a duzia a
320 rs.; ditas de ditos a 200 rs., e de n. 16 a
60 a 880 ra.; de n. 70 a 150 a 960 rs. a duzia;
nvelos de linha fina de marn a 20 rs.; as
sim como um sonimeuto de liohas em no-
velos de todas as cores, e urna grandsima
porgo de miudezas, que se vendem mais
barato do que em outra qualquer parle.
-- Vende se urna taberna cum poucos fup-
dos sita na ra do S. B. Jess das Crioulas,
por bdixo do sobrado de 2 andares; a tra-
tar na mesma, ou airas da fundigSo em S.
Amaro com Manoel Fructuoso da Silva.
Vende-se um terreno na ra da Aurora
com 50 palmos de frente e 280 de extensSo,
tendo caes de lijlo a boira mar, fleando en-
tre as casas doslllms. Srs. CuslavSo Jos do
llego e Francisco Antonio de livena: os
prelendeutesdirijam-se a ruadas Torres n.
8, primeiro andar.
AttencSo.
Na ra do Cabug, loja n. 6, ha parn ven-
der um sortimento de ferragens finas da cu-
tilaria, como Sejam, caivetes muilo finos
do 2 folhas, com cabo de chifre deviadoa
800 rs.; ditos os mais finos que tem appare-
ciJo, com 6 folhas, pelo prego de 3,000 rs.;
assim como um sortimento de tesouras ,
muilo finas e delicadas, sendo de diversos
lmannos e proprias para toda a costura de
senhora, pelo baralissimo prego de 640 rs. ,
pois quem comprar nSo searrepende, pola
sua superior qualidade; fcil e garfos, por
pregos commodos.
Oh l senhores namorados.
Ni rui do Cabug, loja n. 6, ha para ven-
der cartOes dourados, cum collecgOes de
cartas, com ricos e delicados bordados, mul-
to proprios para a joverapaziada.
AttengSo.
Vende-se urna lauterna mgica, com sous
competentes vidros, sendo de transforma-
gi'ii's e alifumas de fogo artificial, o augmen-
to be de 3 pollegsdas at 15, ou 20 palmos,
tanto serve para Iheatro, como para cisaa
particulares: na ra do Hospicio, passando
o iii.ii '.!, a penltima casa.
Na ra das Laranjeiras n. 14, segundo
andar, ha ptimos escravos pie ambos os se-
xos para se vender, com habilidades e sem
ellas por pregos razoaveis.
Cemento novo a 7,000 rs.a barrica.
No armazem do Antonio Aunes, no caos
da Altandega.
Tuixas para engenhos.
Na l'undicao de ferro de Bow-
man &c Me. Callum na ra do
Brum, passando ochafariz, conti-
na a haver um completo sorti-
mento de taixas de ferro fundido e
batido, de 3 a 6 palmos de bocea ,
as quaes acham-se a venda por
preco commodo e com prompti-
dao, embarcam-se, ou carregam-
se em carros, sem despezas ao com*
prador.
do maior e sobarbo predio com frenta para
a ra do Collegio e Passeio publico, de esta-
bilidade, oqual produz avultado rendimen-
to : os prclendeotes dirijam-se ao corretor
OlivSira.
- Vende-se a armago de urna taberna,
com alguns fundos, ou sem elles, sita em
urnas das casinhas da Ribeira da Uoa Vista,
Lotera de N. S. do l.ivramcnlo.
Aos 5:ooo,ooo ders.
Na loja de miudezas da praca
da Independencia n. 4> ven -em-
se bilhetes inleiros, meios, quar-
tos, decimos e vigsimos, a bene-
ficio da lotera de N. S. do Livra-
mcnlo que corre impretcrivcl-
mente no da 11 do corrente.
Bilhetes inteiros 10,000
Meios 5,ooo
Ojiarlos 3,600
Decimos 1,100
Vigsimos 600
Baratissimo.
Vende-se um tcrre'io na ra da Aurora j
aterrado, tendn fundo at a ra do Hospi-
cio, afrento 55 palmos : tambem se vende
s a ra da Aurora : a tratar na praga da In-
dependencla n. 17.
Mocndus superiores.
Na fundicOo de C. Starr& Companhia,
em S.-Amaro, acham-se venda moendas
de canna, todas de ferro, de um modelos
conatrucgSo muito superior
- Vendc-e um boi de carro muito mango
gordo e mantondo ptimo pa a servigo de
engenho : na ra da Florentina.
-- Vonde-Sd urna casa em Olinda ra de
Baixo n 29, quem pertendar dirija-se ra
do Trapiche n. 26.
Vende-se um pardo mosso, e bonito
bem proprio para page : na ra larga do Ro-
zario n. 35 loja.
Muito barato.
Na ra do Crespo n. 16, loja que volta pa-
ra a ra das Cruzes, vendem-se finas cisaai
francezas a 280 rs: o covado ; a ellas que
silo baratas e he para acabar.
Vende-se por muilo baralo prego urna
preta cnoula de 33 a 36 anuos do idade pro-
pria para pagar semana cu para o .ornen
de campo por nelle ler sido c 1.1.1.1,0 ser mui-
to forgosa o liiin bom troca-so por outra pre-
ta ou preto quo entenda do servigo do casa,
vollaodu-se alguma cousa se for possivel,
em S Amaro taberna ao peda casa do Sr.
Cardoso.
Venden-so sement do coontro de boa
qualidade a 160 rs. a garrafa : na ra do Vi-
gario, venda de J0S0 Simoes de Almeida; na
ra da Crur, Manoel Jos Correia Jnior; no
becco Largo, Joaquim de Souza Pinto.
Grandes pcciiinchas, na ra do
Creopo n. i.\, loja de .lo Fran-
cisco Dias, a i4 rs.-o corte! !
Riqusimos cortes de vestidos de finissi-
ma seda e delicados gosto, fazenda inteira-
monte moderna, pelo baralissimo prego do
14,000 rs. o corle ; ditos de cambraia si la,
sendo o mais superior que tem apparecido
no mercado, pelo barato prego de 9,000 rs. o
corle; supe lores vestidos dofinissima cam-
braia e de edr, com riquissimos babados e
todos os seus pertenecs, sendo urna pega de
galSoe oulra de cord3o, que se d de gra-
tis a quem comprar os vestidos,'pelo mui-
to barato prego de 6,000 rs. o corte ; ditos
de cambraia cem barra branca e de cor, fa-
zenda do ultimo gosto, pelo baratissimo
prego de 5,500 rs. o corlo ; ditos de cassa
cltila,com 6 112 varas a 2,000 rs. o corle ;
dilos muilo lino-, fazenda de muilo bom
gosto a 2,500 rs. o corte ; chitas cabocolas
muito lisas o finas, cures de caf e de vinho
a 200 rs. o covado; ditas francezas a 210 rs.;
ditas de quadros escuros, fazenda do ulti-
mo gosto e novos padrOes a 200 rs. o cova-
do; riscadinhos muito lixos a 160 rs. o co-
vado ; cassa chila muito largas o decores
linas a 200 rs. o covado; alpalta preta muilo
defronte do assougue : a tratar com o arre- _
matante da mesma ribeira foaquim Fernn- "J" I Z"TX mU"
oes ue ,w vi-.iu l0 "rt0 1|800, 2,500, 2,800 e 3,200 rs. o CO-
Chaneos do chile finos olanlo* I T",o;- su^erior aloalhado adamascado de
unapcoa ao cune unos e liarnos. 1 puro iinho.com 8 palmos de largo, pelo ba-
Vende-se chapeos do chile de ralissimo prego de 1,600 ra. a vara; brim
todas as riualidiulcs "i-nulos c nc. lrncado de purolinlio, de diversas cores e
loads as quaiiaaaes, grandes e pe- de|icadosgoslos. pelo barato prego de 1,200
na
quenos, por pre?o commodo
ra do Crespo n. a3.
Vende-se um sitio beira do rio, adian-
to da ponte Ucha, com casa macnifica, Ion-
io adianto grande sala, 2 gabinetes, 2 alco-
rs. avara; riscado delinho, com 4 palmos
de largo a 200 rs. o covado ; algud3o azul
de 4 l|2 palmos do largura, fazen la muilo
propria para ropa de escravos a 200 rs. o co-
vado ; assim como outras. muitas f.zend.is ,
que se vender por prego mais commodo
vas.saia it,uai atriz, quanos e cozmna, do que em outra qualquer parte.
terreno com mais de mil palmos de coin-l H .. 4.
AGENCIA
da fundico Low-Moor.
RA DA SF.NZAI.LA NOVA N..42.
Neste estbeleeimento conti-
na a haver um completo sorti-
mento de moendas o meias moen-
das para engenho, machinas de
vapor, e taixas de ferro batido e
coado, de todos os tamanhos, pa-
ja dito.
Antigo deposito de cal
virgem.
Na ra do Trapiche, n. 17, ha
muito superior cal nova em pedra,
chegada ltimamente de Lisboa:
tambem se vende potassa da Mus-
sia, nova e de superior qualidade.
Vende-se vinho de champa-
nhc legitimo e de superior quali-
dade : em casa de J. Keller &
Compaas, na rita da Cruz n. 55.
Casa de commissao. de escravos.
Vendem-se escravos e recebem-
sc de commissao, tanto para a pro-
vincia como para fra della, para
0 que se offerece muilas garantas
aseusdonos na ra da Cacimba
n. ti, primeiro andar.
Farinha Fontana,
chegada ltimamente: em casa de J. 1. Tas-
so Jnior, na ra do Amorim n. 35.
Agencia de Edwin ftlaw.
Na ra de Apollo n. 6, armazem de Me. di
moDtSt Companhia, acha-se emulan tem n ie
bous aordmenloa de taina de ferro coado e
balido, tanto rasa como fundas, moendas in-
eiraa todas de ferro para animaea, agoa, ele ,
ditas para armar em madeira de todos os ta-
manhos e madellos o mala moderno, machina
liorisniu.il para vapor, com forja de 4 caval-
los, coucos, paasadeiras de ferro estanbado
Sara caa de pulgar, por menoa preco que os
e cobre, eacovens para oavlos, ferro taglez
tanto em barras como em arcos folhas, eludo
por barato preco.
lieposito de cal e potassa.
No armazem da ra da Cadeia
do Itecife n. 13, ha muito supe-
rior cal de Lisboa, em pedra, as-
sim como potassa chegada ultima-
mente, a precos muito rasoaveis.
Novos cobertores de tapete a
i,44 rs.
Na ra do Crespo loja da esquina que
volta para a cadeia, veodem-se cobertores
de tapete, grandos e bonitos, pelo diminuto
prego de 1,440 rs.; em qualidade ato os me-
1 llores quo tem viudo no mercado, por iss.i,
recommonda-se ios Srs. de engenho que
quizerem comprar da pichincha, nlo sede-
morera, porque j ha poucos pela estragSo
que ten tido.
Escravos fgidos.
primento o gran la baixa decapim: a fallar
na ra de S. Amaron 16.
Vende-se urna casa nova na entrada
do corrector do Bispo, acabada a pouco
lempo, com bonito sotam feilo a moderna,
com quintal o cacimba : vende-se para pa-
gamento de urna hypotheca.
-- Vendem-se7 escravos, sendo 1 ptimo
moleque, do 16 annos de dado; 1 escravo
bom coztnheiro; 1 dito odlcial de alfaiate; 1
ptima escrava bna costureira do corlar o
fazer qualquer vestido; 2 dilas de servigo
do eatni n; I mulata de 22 anoos da idade,
cose e engomma bem e faz doces de todas as
qualidades : na ra Direita n. 3.
Vende-so urna morada de casa, sita ua
ra Augusta, com 2 salas, 3 quartos, cozi-
nha fra, boa cacimba, quintal murado e
urna mei 1 agoa no fundo com bons commo-
dos : trata-se na ra das Aguas Verdes n.
21, ou no pateo do Carmo, venda n. 1.
Aos 20:000,000 de rs.
cautelista,Souza Jnior, tem
exposto a venda as suas cautelas e
bilhetes da lotera do Rio de Ja-
neiro, a beneficio do iheatro de S.
Pedro de Alcntara, da qual a lis-
ta deve chegar do dia 19 do cor-
rente em diante, e os yende na
sua loja n. 37 A, na ra do Quei-
mado, aos baratos precos abaixo :
Bilhetes inteiros >.?.,000
Meios ditos .11,000
Quartos 5,5oo
(Jitavos t 3,800
Vigsimos i,3oo
GRANDE PECHINCllA.
Est se desmanchando o thea-'
Principios geraes de economa pu-
blica e industrial.
Vnnde-se este compendio, approvado para
a aulas de primeiras letras, a 480rs.: na
praga da independencia, livraria n. 6e8.
Cobertores de algodiio.
Superiores cobertores de algodSo de-di-
ferentes cores, tecidos a dous fios, muito
gran Je, tem todaapplicago em uns casi de
familia, por servir para meza de engom-
mado e forrar camas e mesmo para eacra-
vos, pelo diminulo prego de 1,410 rs.: na
ra do Crespo n 6.
Vende-se um cavallo rugo e com todos
os andares : na cocheira da ra da Flo-
rentina.
Arados de ferro.
Na fundigSo da Aurora, em S. Amaro,
vendem-se arados de ferro de diversos mo-
delos.
Superior cha nacional
em caixinhas do 2 libras, e da melhor qua-
lidade ; vende-se por prego commodo, na
ra do Corpo-Santo n. 2, primeiro andar.
l'otassa americana.
--No intigo deposito da cadeia velha, n.
12 existe urna pequea porgan de potassa
americana, chegada recentemente que por
superior rivalisa com adaRussia: vnde-
se por prego razoavel.
itap Paulo Cordciro-
recentemente chegado do Rio de Janeiro ,
vende-se na ra da Cadeia do Recife loja n.
50, de Cunha & Amorim.
No armazem da ra da MoJa n. 15 ,
vende-se cal deLi.'boa em pedra, a mais no-
va que ha no mercado, chegada no corrente
mez, nobrigueLay ; assim como mercurio
doce em caixinhas do libra cada urna, tudo
oor menos prego do que em oulra qualquer
parte.
Deposito de cal virgem.
Cunha & Amorim, na ra da Cadeia do
1.nuil.1 nn.iii un, na ra
jro da ra da Fraia, casa smarel- Recite, n. 50, vende-se barra com supe-
la da esquina, e la mesmo se ven- rio.r. cal em podra, chegada pelo ultimo
j. ______i_ I navio de Lisboa, por menos preco do a ue
de por qualquer pre?o, um resto em outra qualquer parte.
que ainda tem de bancos de pa-
Ihinha bastidores em bom es-
tado, pannos de vista
talhas, gradaras e mutos mi-
tres objectos de t lien tro bem
como taboas, caibros, etc rudo
por qualquer pceo para desoecu-
para casa.
Vendom.se amarras de ferro : na ra
da Senzalla Nova n. 42.
-- Vende-se urna mesa deamarello, com
7 palmos de comprimento e 4 de largura :
na ra Bella n. 16. a
~ Vende-se urna porgSo de barris de mel,
muito bom, em barris de quarto, quo serve
para garapa de animaos por ser grosso :
quem pretender filie com Antonio Leal de
Barros, na ra do Vigario n. 18, ou no es-
criplorio de Lino Jos de Castro Araujo.
qualquer p
-- No escripiorio de Manoel Joaquim R
mos o Silva, na ra da Cadeia do Recife,
vende-se por prego commodo cal virgem de
snelas ,, Lisboa chegada no ultimo navio, bezerro de
lustro, mercurio, linha de Roriz.retroz, fe-
chaduras do Pollo, pannos e casemiras
do 13a. _
Vendem-se relogos de ou-
ro eprata, patente inglez: na ra
da Senzalla Nova n. 43.
Na porta da Alfandega e no
armazem do barateiro Joaquim da
Silva Lopes, vende-se farinha fon-
lona SSSF e de PhiMelphia, l-
timamente chegada.
-- Veqde-se um carro de quitro rodil
muito leve e seguro, por muito pouco di-
nbeiro : ni praga di Boa Vista, cochein
do frangois.
Na madrugada do dia 8 de margo cor-
rente, fui;in o preto, de nagSo Angieo, le-
vando vestido caiga de algodSozioho azul e
camisa branca, tem urna parna torta ehe ce-
g de um "liin, e tem a falla bastante gro-
gs .- quemo pegar, leveo a ra Imperial n.
43, que ser recompensado.
5o,ooi> rs. de gratifcacSo.
A quem pegar ou descobrir onde se acha
urna mulata de nome Paula, de idade 20 an-
nos pouco mais ou menos; estatura alia,
bem disposta, cabellos cacheados, cor nao
muito clara, cheia do corpo, rosto redondo,
linha uns pannos pela pele do pescogn, e
anda calgada. Desappareceu do passo de Ca-
maragibe, provincia das Alagoas em sleui-
bro de 1848, seduzida por um canoeiro de
nome Cosme Duarte Bibeiro, filho da Para-
hyba. Ella he hlha de Cururipe, donde fui
vendida para Porto Calvo. Desconflr-ae exis-
tir neata cidade ou seus arrebaldes, pois
houve noticia della ter estado em Santo An-
13o; porm talvez tenha ido para a Pirihyba
ou Cear, Roga-se, portanto, todas as au-
toridades policiaes bu capules de campo a
capturen) e a entreguem ao onhor da mes-
ma Antonio Leal de Barros, que se ach mo-
rando na ra do Vigurio n. 18, ou noeterip-
lorio do Sr. Lino Jos de Castro Araujo.
Da fabrica de caldeireiro da rui do
Brum n. 28, ausenlou-so no dia 15 do prxi-
mo passado, o pieto Alejandre, danagSoS.
Paulo, de 35 annos de ida le, alto, reforgado
do corpo; falla deseangada, desconfia-ie que
o mesmo so ache para as bandas do Rio Do-
ce, por ler sido escravo do Meliquer, Frail-
ee/, morador nesaelugar e ter para ah aeus
coohecimentoi, e foi ltimamente escravo
do Sr. Boily : roga-se a quem o pegar de
lera-lo a dita fabrica que ser recom-
pensado.
Desapparebeu no dia 24 do mez passa-
do urna escrava de nome Anna, altura re-
gular, cabellos aparados, olbos grandes,
denf.es limados e sem fall de lgum, hom-
bros desodos, peitos ciidos, coatas carnu-
das e com urna queimidura no meio, levou
vestido de xila roxa clara, panno da costa
uzada com listrasazues e encarnadas, brin-
co d'ouro fi .Hice/, e lem alem dos mais sig-
naes as orelhas piquenas e alizum tanto ras-
gada, levou urna Dandeja grande nova, e
urna toalha de meza com as letras 1.1. G ;
suppoem-se ter fgido para o mato; d'onde
a quatro mezes de l veto, tendo sido es-
crava de Jeronymo Teixeira Coelho, eicri-
vao do subdelegado do districto de Inga 1 ei-
r ,-quem a prehender leve ra do Quei-
iiiadu n. 15 que aera recompensado.
Arlenglo. '
Fugio, ou foi se duzidi. no dia 10 Afccor-
rente, urna pardinha do nome -Archiva, de
12 anuos de idade, com os signaes aeguin-
les : cabellos cortados rente, ollios meio
vesgose pequeos, levou vellido de chita,
com listras brancas e cor de caf, com ra-
mageua encarnadas; esli escrava veio re-
ine Una da ciade da Victoria, ao Sr. Lula '
Gomes Silverio : portanto roga-se is auto-
ridades policiaes, capitaes de campo.e pes-
soas particulares, que a prendam e levem-
ni 1 ra da Cadeia do Recife n. 17, segundo
andar, que receber 50,000 rs. de gratifi-
cagfio, e prolesla-se com todo o rigor da
lei contra quem a tiver acoitado em sua
casa.
Desappareceu em setenabro da 1850, o
escravo Joto, que havia apouco ebegado do
Cear, cujo escravo tem os soguiotes sig-
naos : bem proto, bonita figura, estatura or-
dinaria, olhos e boca grandes, beigos gro-
gos, com todos os denlas da frente, ps
grandes, muito ladino com quanto seja de
Angula, he meio gago e usa quasi sempro
do termo pituscada ; rogi-se por tanto as
authoridadea policiaesfcaos capitSc de ca i-
po, ou qualquer oulra pessoa 1 captura d'os-
te escravo, a quem so gratificar com 40,000
rs. ; no Recife na ra Cadeia n. 34, piimeiro
andar escriptoiio de Jos Antonio Bastos,
ou na provincia do Cear, com o seu Sr.
Luiz Rodrigues Smico.

*^.~-- -


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