Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:04461


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Full Text
i -.
^
AnnoXXVIlT
Quarta feira 10
DIARIO
de Margo de 1852.
N. 57.
PfiMAMMJMh
migo < PlOUlSIO ADUHTADO.
Por trimestre............ 4/000
Por semestre............. 8/000
Por anuo.............. l.'i/OOO
Pago dbkiio do tkimbstbi.
Por quartel............. 4JSO0
BTOTIOI4S DO IMPERIO
Para .... iKilr Fevr Mina... a5 (Ir lanr.
Maranho 21 de dito S.Paulo, al de dilo
Crar... i8 de dilo. R. de J.. v de le, r.
Par.hlba. I de Marro Babia... 4 de Mareo I
BUH1AIFH1U, ADIKNCls.
8 Seg. S. loSo de Den
instituidor dolR C
9 Terc.S.FranclicaR.
ID (Juan. S. .Milita .
11 Qulol. S. Candido.
12 nrjt S. Gregorio
Mi.; O.
13 Sab. S. Sancha.
14 I lo i o. I. da Quares-
na ; S, Malhlide.
Julia de OrphSo
i. eb.ii 10 borat.
I. vara do arel.
3. cti. ,io melo-dia.
'anuda.
3. e 6. i 10 boraa.
2 tara do rivel.
4. e abadoi ao raeio-d.
Relacao.
Tere.e sbados.
rnmnlDii
Creicente a 28, ai 8 horaa e 1 mlnutoi da t.
Chela a 6, ai 3 boraa e II minutoi da m.
Mlngoante a n, aa 8 hora e 11 minuto da t.
Nova 2o, ai 1 horaa e i* minutos da m.
rauaiDDi noj
Priraelra as 8 boraa e 80 minuto, da m.nbaa.
Srgunda a 8 boraie 54 ininuloa da tarde.
1IIDII BOI OOBBIIOI,
Oolannaji Parabiba, egunda e leitaa-
felraa.
RIo-Craide-do-Horte, todas ai qninUi-felrai
ao rae da.
Garanh Ai e Bonito, i 8 e 23.
Boa-Vil, e Florea, i 13 e 28.
Victoriafa quintaa-feiraa.
Olioda.lodoi oa diai.
Kuriciaa rariiANGEiBaa.
Portugal. !5deFevr,
He.panba a de dito
Franca... 7 de dilo
Blgica... 1 de dito
Italia.... 4 de dilo
Alemania. 3de dilo
Prunia .. 3 de dilo
Dinamrc.3i de Jinr
Ruaila... 29 de dilo
Turqua. j4 de dito
Austria. de Fevr,
Sun-a. .. I de dilo.
Suecla... 30 de Jaor
Inglaterra 30 de Deibr
F..-llnldoi 28 de Jaur
Me leo. .. 2 de i'ilo
California 2 de dito
Chlll. 2i de dilo
"ueno.-A. I de Fevr,
Montevideo 16 de dilo
CAMBIO* BE 9 BS MOCO.
Sobre Londres, a 27 a60 d.
a Paria,
Lisboa, 90 por rento.
HETAZa.
Ouro.Oncas hrapa nimias.. ..'..'.'.'.'.i. 2a
Motilas de 6/400 velbaa...i.. lB/ntiO
> de 6*400 nov........... 16/000
a de4/0C0................ 9/100
Pr.U.-P.tacor. braailelroi........... JAg
Peana columnarioa............ n
lliloi mexicano.............. 1/800
PARTE OFFICIAL.
GOVgRNODAPROVNCA.
Illm. Sr.Tenho presente o sou oOlcio
de 30 do mez flnilo, que acompanhou por
copia o que Ihe di igid 28 do mesmo mez
ojui municipal suppleiite do termo de |-
guarass, participando estar traoquillla a
Tilia,mas harerem ainda grupos armados pe-
lo centro, prepararem-se uovas reunifles em
trras de alguna engenhos, e achar-sea po-
puladlo pacifica recelosa de novos .nen-
iados. Lssaj communicaejO diz V. S-, que
combinadas cOfn outraa do delegado dol* o Eim. Sr. prndenle dr.t. provincia
mesmo termo, do de Po d'Mho, e do Joii dirig, ao meimo r. martcbal em dala de
honlem.
Candido Leal Fernira,
Aldanle de ordeni enea/regado do delalh e
Vctor de Oliveira.Sr. desembirgador che'
fe de polica.
(Jommando tas armas.
Quartel general na cidade do Recife, 5 de mar-
(o de 1852.
oIdem do ni n. 75.
Manda o Sr. manchal de campo graduado
Antonio Correa Sera, conunandante da ar-
maifsier publico pira a devida observancia,
que o goveruo imperial por avilo expedido
pelo ministerio da guerra 3i de dezembro
ultimo, houve por bem permltlir que continu
a residir nena guaroicao o alfere da tercel-
ra claise do exercilo, o Sr. Joaqnhn Jos IV-
relra Vlanna, legundo cnnstou do omclo
de direilo do Limoeiro, com unta infinidad"
de carias particulares do centro da provin-
cia, e com o g'rsl receio de novas desor-
dens que m.nifest.m lodosos cid. IHos, o
coovencem de quesoeitsle paz e tr.nquil-
iidade Da provincia, be ella apparenle, e que
nao se pode confiar em semelhsnie es'ado
como duradouro. Por rasa occasiAo julgou
V. S, coveniente faier ante mim umi rech-
n nflo contra o Diarlo de Pirnambvco n 20
de 26 do mez passa 10, por nSo haver con-
templado o nomo de V. 5. a par dos do ma-
rechil commandmte dis armas, e do com-
mandantesuperior da guarda nacional des-
ta cidade, quindo tratou da coaljuvacSo,
queneslrs achet para realisar as molidas
tomadas i bem da ordeni, perturbada pelas
ultimas amotinares contra o tegulamento
do registo de nescimentos e bitos e enu-
merando V. S. os si' vio'-, i too diz lisera,
concluo por pedir-me, que en mande publi-
car n'aquella folha lotla a sua corresponden-
cia ac- de certo modo compensara a Lilla de publi-
esefio da minha correspondencia com V. S
A' primen parte do sohredito olliciu d
V. S. respondo, que semelhante communi-
cacAo igual a lo las as nutras, queme te <
feito VT8. stitre o estado de tranquil i lade
da provincia, ha mais de um mez, n as
quaes reproduzinilo-se apenas a discipc/io
dos aconlecimentos feita por alguns delega-
dos tifio se mencicona um s servico, deli-
EXTERIOR.
wm
RIO D\ PRATA.
Viva a C'infedirapo Argtnltna.
Aviso oflicial.
Havendo a pessoa encarrrgda da conerya-
r;ao da ordem npsla cidade reunido, s 3 hora*
da in.uili.it, uina coimnUso compoftta de aua
euiioria tllustrisina o b*po de Auloue 01
Sra. D. Bernab Escalada c Jote Diaria Ro-
jas, para, inanifenlar ao Illm. Sr. UrigadHru
O. Jimu Joze Je UrquUa, gtneral rm chefe
do exercilo alliado, que pur ler Picado aem
autoridades esla provincia, rra de urgente ne-
cessidade noinear utua auterldade que inanti-
vesse a ordem e reprimiese os excessos tao
frequentes em semelhaules crises: lugo que
s. \.\. rc< r|)i'u to iuiportanle communicaeo
dirigi au Sr. presidente da Kxma. cmara de
jusiica, o Dr. D. Vicente Lpez, <> olliciu se-
guinte:
Viva a Ct'tifederando Jrgentint.
0 goveruador e capilo-general da provin-
cia de Entre-Rfos, general em chefe do exer-
cilo alliado.
Quaitel-general em palermo de S. Peoito, t
de fevereiro de 1852.
r. Dr. Vicente Lpez.
1 'nulo o exercito alliado pulvtrisado boDlem
nos campos da b-itallia o ai'Oinlnavel poder
que opprcmia ao heroico povo de luenos-Ay*
res, e licado de tacto acfalo de toda a autori-
L-iuvnr ao InBlito general Ur^uita, e aos va-
lentes que coHipdem o exercito libertador, a
quem o poto de llurnns-Ayrea aauda com toda
a efluso do seu coracao!!!
Na vaga facrtela de opiniuei r de nctl-
clas que clrcularain hontem sobre as pessoas
e sobre os successos, Julgaraoa arriscado es-
lendermo-nos alm dos factos positivos, ou ao
menos provavels.
O tyranno Rosas, seus ilhos, e alguns de
seui prenles e creaturas partiram abordo do
vapor Ingle/./.orui, que os deixn* em Ingla-
terra, onde drsliuci.ir.io tranquillos, nao de
consclencia, os lucros de suas rapias. Asae-
gursm-nos que Jlraeoo, o entendido capU&o do
porto, levava debati do braco esquerdo uin
cofrezinho bastante pesado que apertava con-
tra ocorafXo. Estarla chelo de lomas ?
Aquelles que do paiz tlahain fetto umi pro-
prtedade exclusiva, perdida toda esperanca de
monopolio, abaudooaram-o entregue ao chaos
mais espantoso, e na mals critica e terrlvel das
posices.
Mandos de soldados dispersos, que tinham
entralo no dia anterior nesta cidade, se espa-
Iharain hontem pelss ras entregando-se ao
saque, e commettendo toda classe de excessos.
Wesse acto, e emquanto nao chegavam as
forcas que o goveruo provisorio tlnha recla-
mado do general Urqulza, os cldados corre-
ram .s armas, e reunidos naclonaes e estran-
geiros, divididos em patrulhaa de olto a dez
humens, se lancaram sobre os salteadores, a
quem fteram pagar caro seu criminoso arro-
jo. Bem depressa as forcas libertadoras, que
Instantneamente voaram em auxilio da popu-
lacao, ajudarain ns cidadaos fin lai nobre ta-
rrfa, couseguindo restabrlecer a Iranquillidade
publica lodav.a, temos a lamentar bastantea
atrujiellaces coiiimeltidas nos prlmeiros mo-
mentos, i
Devenios denunciar um facto duas vezes in-
fame por seu carcter c por suas tendencias.
Assegma se geralutente que Mancilla, na oc-
casiao de dispersar seus soldados, Ihes dsse :
Agora rada um [apa por si o que pad'f.
Se o faci he verdadeiro cuino corre, e qua-
s uuiversaliiiente ouvimos hontem de larde,
seu objeettj nao po>a ser outru aeoao entie-
Acl
s suas
e posb
e apel
que chi
se cuir
cidade
e nao y
farcoti
nhecl
Era
mese
trar-i
se tei
povo
est '
rellg
o sa
de su
Re de Buenot-Ayres eslava ubmettlda
rdeut: srus cldados estavam nrmndos
9 em diversos pontos paradetVnde'-lo,
dluo, desde manhaa do da 3, em
ou do campo de batalha, conservou-
dosamenie oceulto nos arrabaldes >\<
\l meia noite em que se embarcou :
ndo as trevas escudo suhVieote, dls-
i em marlnheiro inglez para no ser cu-
nt Tejerina, 43(1 ; San Martin, cronel Eche-
nagusia, 430 : Constlldico, coronel Toledo,
430 ; Federacao, coronel Rodrigues, 430.
Nosso correspondente e.-c eve-oos que Ro-
sas e sua romiliva sahirflo as 4 8 meia da
manSa do dia 9 no Centaur, e que de noite
Dlvlsdfs de cavaUaria : primeira, coronel n--'ra -fl ntril Copf't aue seuria im-
nel Smblela. 0 ; quinta, coronel Goma- alcancar na lluhiau Pe-nambuco o paque-
I a coniclrncia que tinha de seui cri-
Sua vileza, (| ic li'i'i le atreven a mol-
ru proprioi parlidarioi, c al driiei
I Com que cara se apreirntar elle ao
le, quando o Con/liel anDunciar aau<
? Gomo reerber elle povo, cuja le,
e librrdade lem um culto trio tlncero,
ego inooalro que Ibe levam o i.avio
,_narlnhareal ?
O utarecbal liyniu, n sima pule do quefezRoaas para merecer que
I he laiicase lama e pedra nai ruaa de Londres.
(Comercio dW Piala. )
(Jornal NEGOCIOS DO RIO DA PIUTA.
Foretu belligerante.
Roiario, 3 de Janeiro de 1852.
aOLBTIM N. IQ.
ExereUo grande da America do sul.
Viva a Confederaran \rgentlna .'
Quarenta e sal mil lelicentoa e aeisenta ho-
meni compem o penoal do eaercllo illnitre
reilau*rador dai lei, here do deierto, drfen-
or da independencia americana, ex-encarre-
lei. 325.
Total: 4,219.
Uruguay.
Esquadrio de artllhaila volante : teente-co-
ronel Vedla. 200.
llalalhAe de Infantaria : Reitencla, coro-
nel Leaica. 500 ; Cifad.ire, teoente-curonel
Palela, .suii -, Guarda oriental, coronel Soliooa,
49H ; Ordem. major Abrlla, 280.
Total : 1,970.
Braiil.
Priineiro regiment de artllbarla volante :
major Gonr;alee Ponte, 200.
Ualeria de foguetci a Congreve, major Con-
calve Fonle, 100.
l;.n iI.'mi'h de Infantaria : n. 5, major Lope
Pecegueiro, 5i0 ; n. 6. tenente-corouel Keirei-
ra, B0 ; n. 7, tenenle-coronel Bruce. 490 n.
8, major llesin, 54"9 n. II, teneote-coronel
Mello Albuquerque, 529 ; n. 13, tenente-coro-
ii<-1 Ferreira Tamarindo, 453.
Secundo regiment de cavaUaria : tenente-
corouel Oiorjo, 550.
Total: 4,020.
Tren, cavalbada, parque, mestranca, Inva-
lido : 2,000
Total geral : 28,1419.
neny'imim Virasoio
Diamante, 20 de deiembru de 1851.
MAPPA DS KOHCAS HE KOS\S
tan general da provincia de Mueno-Ayre, brl-
giileirii D. Joo Mano nappa geral que publlcatnoit lirado das auai
orDcinai de Palermo.
Com eate poderoio ejercito eipera-nni em
'en .tul trin. ja rodeado de fo'sns al ao rio, e
forflmcando-ie a toda a preisa pela encoila de
Saotpi Lugare. Guarnecem eata llnha ineipug.
navdl cem pecas de arlilbaria, e da contianca
anaoldadopara derramar o leu sangue a san-
tldade da causa que defende, que he ni ie<
gar a cidade pilbagem, para depon poder di- tldd<
ler que com a ausencia do tyranno llosia ae anda lempo, a Julio de Un.., de lornar-ie ej.
havia enlronisado a anarchia. O bom senao jictivo odispotto pelo pacto jederaltm 1831 e le-
genda. OU eaforco bemsuccedilo no fmpenho de .devores onci.e8> dealu.tr.-i. ^^^d5r,^n..7r:of.r:
muilo a polica da provincia so nao Tora juade COIO ,., ,,,,,_ ]u|guc| conveoientc en-
con.ider.(3o de que pude ella tur ciim,>rido|carrFgar ym, do gOVerno provisorio de toda
as suaa obriga^O sem vigiar, e provid -nciarlesta provincia, porqumto com esta noineaco
na forma da8 lei. sobre ludo oqun pertenceldou ao magnnimo povo de Buenos-Ayres urna
prevencSo dos delicio, e tnanulenCHO da[garaoila positiva deque suas intenre aerad
seuuianca, e tranquilizada publica ( art
4 4 da lei de 3 de dezembro de 18*1 ) omil-
tindo todava o resultado de su. incesante
vigilancia, e de sua. i-IIIc.ko. providenci.s :
ee>tou por outro lado porsuadido de que
se V. S. c.rrega aempre de negras cirros
n.rr.QSo dos tnovimentos pupulareK, n3u o
liw m'it.-i com o designio ssas louvavcl dit
fortalecer o meu lelo pelo servico, tonian-
do-tne l vigil.oie sol re a culpa eel negli-
gencia^ absoluta falla iie forca moral, que
denunciaran] da parle dealrunnis autorid.-
despolici.es cerlos factos uliimemenlo oc-
corridos. Tomo por tanto no devido.pro--
co taea parlicipaces porque eslou ccrlode
que nfio teo V. S. se d scuidado de lser o
seu dever para evitar o prugresso to mal
respeitadaa, nao s porque elle cuohece mui-
lo bem os antecedente que recoiiiuiendam a
Vm. para nierecer a conanca publica como
porque o general em chefe de eaercllo alliado,
leudo feito deiapparccer da cena publica a
O. Jorro Manoel de Rosa, quer delxar ao povo
que elle cpprlmla completa iiberdade para dis-
por dos .rus destinos.
Contando poli com o seu patriotismo c com
os esforco com deve Vm. contribuir para re-
orgaoisar ludo o que deslruio o tyranno da
nossa patria, julguei ronvenlente commuolcar
aVm. i rlelc.-iuaue lir da sua pessoa para go-
vrrnadur provisorio dt-sta provincia.
Dos guarde a Vm. por inultos annos.
Jimio Jote >'e Urquita.
Viva a Confederafdo Argentina!
O preiidente da cantara de ju^tira, encarre-
gado pruvisoriamente do goveruo.
!| llurnos-Ayres, 4 de fevereiro de 1852.
que Ihe. nflo foi ios.s.vel prevenir. eJle| j. Etm. ',. brlg.deiro Jusio Jte de Ur-
modo devera a polica catar ja senliora da ulia ...."ch.fc do ercilo alliado.
origem, e nalures dos ullimuS acontec- j ^ Exil,_ Sr_ A minha chegada a esla cidade
memos o tere provavelmentn descobeno os ,. reailsados os lmures que a cuiumiwao leve
planos, e tramai', que houveram, e* meios a honra de manifestar a V. E. cerca da con-
de aecSo, que so preparsram, os rhefes, ou .rrvacao da ordem: lia saquea parciaes em
-'............V.Ki. lenlia
tos no futuro, e facilitara accao da jusiica JIor Illuilu$ ,nno.
quanto ao pass.do Presumo mesmo que ( Fcenle Lope
ao desvelo, o solicilude de V S se deve a I fita a Cou/eder(3o rgenlinal
nSo re.lis.uflo de ccrlas noticias alorrudo-l naado.
desle povo e o promplos c eflliaie. aoccorroa
do eiercllo libertador, iransloruarain eise pla-
do ii.Iri n.1, que causou tantas victima.
NalparteolBcial dete numero vero nosso lel.
tore. as opporlunas medidas que o governo
provisorio adoplou para inanler a Iranquilli-
dade publica e garantir a proprledade.
Tamben! le ioieiraram da acei lada eicolba
do general Urquisa ooroeaodo governador pro- ciou trinla e se/s vezes ein quinze auno o me-
vlsoilo ao benemrito cldado Dr. D. Vicente recido postoque oceupa, offerecendo.lhe ml-
Lopet, que leunca lyupalhia de toda a pro- Uiares de cldadao, por um acto esponlanen
vlucia. I Ajenie Comercial ) Ido sen patriotismo e enthuslaamo, o sacrificio
Accrcscentaremoi agora o delalhes que de suas fortuna, vida e fama Respondem
acabainua de obier. j pelo eu Irluinpho as gloriosas campanhas em
O primeiro corpo de Bol., que ahio a bater- que o valor e pericia militar do hore do d-
se foi a cavaUaria de Pacheco : esle liuha man- serlo se lem provado ein trinla annos de com-
dado antes quiiinar o campo na dlreccio Mo- balea e de victorias.
roo, por oude vioha a vanguarda do exercltoj O capito San Martin, chegado a JO de de-
allisdo, e o fugo Ihe podia ter causado graode sembr com desatis toldadoi, e fuglndo de
damno; mas por urna manobra babile promp- Palermo para incorporar-jo ao rirn-ito liher-
i>o B-i.eiai 'i.iuin, mudando de frente, lao- lador, Initruio-nos deslcs e de oulros porinc-
cou Pacheco sobre o campo quelinado, derro- oorel nia menos Intetessantes. Em quatro
iaodo-o iiuihi-iii ii.iuii'iiie. Itusas inandou en- dias de marcha, por mel de um pala aberlo
ni o luda a sua cavaUaria para sustentar Pa- desde o acampamento d Rosas at ao nosso,
checo, que foi denotada igualmente. I n5o encontrou quem obslasse ao seu In-
Todu i exercilo alliado marebou enlao so- tent,
bre o de llosas que se retirava para Sanios Lu-1 Os mil boinens de Echaguc que bguram no
gares. A balalha se fes geral, e a victoria lcou mapp. formam hoje a noasa vanguarda, c Vjs
ua parle doi alliado. [ultimo que delle se separram na sua fuga na
A artilharia do grande exercilo conlrlbulo altura do Arroyo de Rui Diat, inforinam-nos
poderos.meute para o eiilo da batalha. I que Sant Colonia levava alada qualrocentos
Frouuuciada a derrota geral, foratn perse- homens reunidos. A diviso Serrano forma
guidos a mo tente al abati de Palcriuo. | hoje a divisAo Gonialez do nosso exercilo
O exercilo de Rosas aollreu consideravels general Mancilla -receloso por cerlo de que
perdas, ao passo que o dn general Urquiza le- no aprojimassemos para contar-lhe os seus
ve inultos poucos morios. Toda a divlsOe. 2,801 soldados, marcli u com elle para Paler-
&T*MtiqfaMiu\^.tfo'W'>'Cit "as provincial de Buenor-rijTM e de Santa-Fe.
partibus) da confederaco, governador e cap-1 .... .S .
\ Coronda, Echague, l.dOO ; San Lorenio, San-
ta Coloma 1.400 ; Rosario, Serrano, 1,600 ; Ra-
malln, Mancilla. 2,800; San Pedro, dilu, 400 ;
Sara e, dito. 300.
Total: 7,500.
Centro.
Roas, Cortina, 1,000; Barrancosa, Aguilera,
G00 Guarda de Lujan, Pacheco, 4,200.
Total: 5,800.
Sul.
LagAa dos Padrea, Cornet, 700 i Tuy, Pedro
Roa, 1,200 ; Salado, dilo, 600 ; Enseada, di-
to, 300.
Total: 2,800.
Cidade.
Convalecenca, Sanche/., b00 ; Recoleta, Bled-
ma, 600; Ranchera (Colegio j. Luil Fontana,
400 ; Serenos e comiuissiouad is e activo?, F.
M Larrazaual, 700 ; Veteranos o activos Agui-
lar, 8lK); I lem iilem. Mamou Rodi igues, 800 ;
1,1, n, 1:0111. Pedro Xaineno, l.mO; Restau-
radores veteranos, Ravelo, 400; Acendedo-
rei polica. Romero, 400 ; tenentei-alcaides
dem. Herrero 900 ; Vigilante d:u>, More-
110, -' 11.
Total 1 6,800.
Passlvos dojulgados da cidade. 4,000 ; dem
dem e Fionleira da Cunpanha, 7,000.
Total : 11,000.
Palermo.
Veterano, 6.500.
Santo Lugares.
Veterano, 6,200.
Total geral : 46,600
Ruenos-Ayrei. 12 de deiembro de 1811.
Est conforme, N...<
[Jornaldo Comercio.)
iriii oa governoa de Entre-Rlos e Corriente
crido ingenuamente que Rosas dizia a verdade
qnandolnstava com exigencia p.ra que Ihe ad-
mittissein a reouncia.
Se alguma cousa fallasse para augmentar n
espantu que tao lemiveis preparativos devem
inspirar-nos, completa-lo-hfa a popiilsridade
de D. Joan Mannel de Rosas que em va'orenun-
ti d. Euiop.. O Cnnfi'et. segundo infor-
mam-nos, recebeu pelo Victoria ordem de
sahirdeste potto e esperar o Centaur n. al-
tura d. Punta de Indio para recebar o
malvado scompanhado de seus sequazes.
Escrevem-nos ponderando a ndignaQdo
que em Ruenos-Ayre. rausava a presenta
de seu tyranno no cnal, e que um. corn-
misslo de subditos inglezes se dirigir ao
almirante llenderaon allm de que rale fizns-
se partir Hnsis. O almirante promelleu fa-
zel-o com m.ior brecid.de, e assim se ao-
nunciou n. sala do commerrio.
Diz-ae que o governador Lpez no da 8
chamara o Sr. Gore, e Ihe declarara Ihe
mandara seus pass.porles se Rosas nflo sa-
liisse immedi.lamente o Sr. Core p.rlicl-
pou a intim.QSo ao slniiriin'e a bordo.
Diz-se lambem queoSr. Gor. dissera ao
governador que Rosas ia pobre, pois levava
nicamente 400 oncas. A isso .juiit>-se que
()govemdor responder : que quarets di-
zer com isso?
Os commerciantes inglezes tratavam do
reunir assignattiras psra iim< represenlagflo
i.inlia lazendo-lhe ver a trisle posicSo em
que tinliom si no Rio ta l'rata, pela comluta dos seus lti-
mos agentes, conducta que de maneira nen-
iiiiiini eslava de aecurdo com os interesses e
vistas biitsnlcas.
As fsls>s iiifortna;Oes desses agentes ti-
nham felo com queo governo de S. M. a-.
dopiasse o .irocedimento que leve de slgum
lempo para c. Parece que os asignatarios
pe lem o emprego do um. poltica mais ade-
qoada aos vrrdsdeiros interesses hritanni-
cos e que estreite, em vez de affrouxar, as
i- 1 nenes amigaveis entre estes p.izes e a In-
glalera..
( Comerceo del Plata.)
lllem.)
INTERIOR.
desle se poriaram bizarramente.
Logo que Rosas se embarcou, Mancilla con-
sentiu que seu soldados deband.ssem e com-
meUes.em grandes desorjeu. Sai|uearam mui-
ino, encravando as pecas com que tao heroica
mente e com tanto fmeto atirou balas ardentes
no Toneleiro ( Acebedo ) obre a eiquadra de
nossos alliados. Deve lamenlar-se em tao Io-
tas casas, roubando especialiiicuie as da ra cruento combate o gasto inuiil dequinhentos
da Fedrraco. Sabeudu disto o geueral Urqui- '. tiros de artilharia, cojo valor emprrgado ein
za, mandn enirar na cidade urna divisao da obras de utllidade publica lena basiadu para a
infatuarla commandada pur Vliasoio. A esla construecn de urna pootc, ou abertura e sus-
forca se eocorpuraram lodo, os batalhOes de teniacao de urna eicola.
comiiiei ci d. cidade. O coronel Virasoro re-l Quatro mil homens, pois, dos que formam o
cebeu orden severa para mandar fuzllar to-( mappa Junto, engroiaam n
V. S. dirigir suas reclamac,oes: como, po- premapor q
rm revelem as suas expressOeS alguma des- 2. O que conlravierem ordem precedente
confianza de que eu 1180 lenha considerado t,., sujeltos s penas que sua reincidencia
i'S seus servidos, julgo neerssarto observar- exegir.
Ihe, que desde o principio d'aquelles acn-' 3. Por eapaco de oilo dia, contados da pu-
teetmentos empenhei me tei rre em dar o blicacodcste bando, iodo o ludlviduo que for
maior valor moral seus .dos, s.lvando-o JcoBirdg pela, ru. roubando e for panbe*
mesmo de.lgum involuntario .niquilamen- %&&%" ,X%Z
lo de sua importante aulortdade quando v. tra{a0 j0 delicio.
8. aelimiUva 4 Irain-milllr-me a. noticias 4 i-.siado ene termo, ic nomear urna com
que recobia de seus delegados, e pedia que mlssao miniar encarregada eiclusivainente de
eu osse ss providencias sobre o que ia oc- julgar breve e summaiiainenie lodo o aecu-
correndo: suppunha eu, portanto, que n3o aauo de roubo, e aera seoienclado segundo a
devia V. S. attrihuir-me agora na vontade proras do proces.o, e em conlor111ld.de com
i seu reipeilo, lembraitoo-se que al de as orden, que o governo expedir.
ra piova, quanuo no di. 4 do mez pass.do
depois de observ.r-lhe or m.is de um. vez
que devia V. S partir para a comarca de
Pao d'Alho, por se dar um dos casos preve-
nidos uoatt. 60 00 regulametito ne 31 de
aftiiara us lugares publico.
I'ucnos-Ayrt, 4 de fevereiro de i852.
i'ce//le Lopes.
Buenos-Ayres, i de fevereiro de 1852.
A imprensa, livre do jugo oppreiibr que
Janeiro de 1842, drcl.rando-me V. S. que"ru*av* *ua vo1' 8OMra d. r.ioavel inepen-
o nflo fin., rer.pond-lhe que bom (ora l, r a"Kl1 que a torna um poderoio auxiliar noi
eu assim conhecido lailtcularmcnle o sou
proposito para puupar-lhe o de.-m de urna
Ul resposta oflicial.
Se diminu minha correspondencia com
V. S e deuou ella quasi te ser publicada,
foi por 11B0 haver necessidade de pertrba-
lo a miudo no de>empeoho de suas funccOes
Eollciaes eoiquanto que ru ajudado du
oni sensoda popul(3o p.ciflc, e fa valer o respeito infundido pela forrja puliii-
ca, comm.nd.d. por um dUlinclo general,
que coi a miior lealdade seempeuhou nu
prompto reslabelecimenlo du socego publi-
blico, pude conseguir a desappsrifSo dos
Inmullo-, edeixei livre do desemb,.rajado a
Jiolicia o proseguiriienlo de deveres que ella
mais mdia rsquecer. Entret.mo como
V. 8. julga muilo til a publicaco de toda
a sua cories.iOiiJencia oflici-1 sobre os refe-
ridos succes.-os que saarram na provincia,
e no possa ess. publicar;Ju fazer-te cusa
do pioprielaiio da tyuOgrapliia do Diarlo,
que a isso se nflo obrigou pelo contracto
celebrado com tste governo, autoriso a V.
S. mandar publicar aquella corresponden-
cia no mesmo Diario, ou onde mais conve-
nha, .prisent.ndo-aie a cunta da despeza
para sor s.tisfeiU.
Deoa guarde a V. 8; P.lacio do governo
dePern.mbuco, 6 de fevereiro de 1853.
governua republicanos, eiclarecendu ua prlu
cipiua, illualiaudo aa queaides e denunciando
o aiiusos.
Os eacriplore. pubiicoa poder expor livre-
meole aua cunvievea aeiu temor, seiu coac-
co e seui lullueiicias; aem essas iuiluciicia
que coosuluiaiu una amea^aou umaieulcuca.
Cessar de utna vez ena cuufusio espanlusa
de poderes, ssa anarclua da ailribui(e. em
um s bollicio que ceiiverte eui juguete os
prluclplu. m.is sagrados, ai inititui^es mais
venerandas, as corpuraces inals respeilaveis.
fiao lorna'aser prolauado o ancuirio d.l
leis, nr ni 1. li malta a repreienlacao nacional,
m ni nieuoipread. a cuoitiluicao poltica da
repblica.
As provincia confederada, urna ves cons-
tituidas, Irmaiiado seu lulerese e esiabeie-
cido um paciu livre, espontaneo, com o con-
curso de seu legitimo represculantes, pode-
rao dedicar-ae setu contrariedades nem dis-
cordia a 11 nii .ir o iuumeraveis elemeulo- de
riqucia ein que abunda seu ferlil solo. .
Eis-aijui enmueradas euglobadamente as
principaes vaniagen que dever a confedera-
fo argentina au benemrito e esclarecido ge-
neral 11. Justo Jos de Urquizi, que uppondo-
seao plano ambicioso* do bastardo dominio
do diciaoor Rosas, dcstrulu com sua presenca
esse fantasma de poder, mantillo pelo terror e
cimentado oa eavionagein, subministrando
historia um novo leatemunbo que cotnprova
que o terreno da lyr.nuia tic a vergonna, o
opprobrio c o baldao.
ROSAS E O SEU EXILIO.
Mootevijlo, 8 de fevereiro de 1852
Hontem desaferrou desle porto pata o inte-
rior do rio o vapor de S. M. II. Conftcl, o qu
segundo estamos informado., deveri condu.tr
liiglatrrra Roa.s, .eu prente, e algnns de
seus amigo que le acbain boje a bordo do
C'//our.
O lyranno mala atroz doi lempos modernos ;
aquello que destruio toda a liberdadea da
ua patria, e por eipico de 20 anno calcou
o p. ua le e da huinanidade, val rel-
dir entre o povo mai livre do mundo, ondeo
repeilo i lei be um artigo de f.
o pali mals religioso oa trra val desembar-
car o sacrilego profanador do culto; aquelle
que fez fuiilarsetn furnia alguma de procesao,
e o que he mais, sem rasao, porque nao tinham
cominrtlido o menor crime, Ir sacerdotes, an-
daos de to ..11 im, veneravel e virluuio; a-
quelle que obrigou todos os sacerdotes a pen-
durar o pello as legendas sanguinolentas de
que uaava ein seus documentos officiaet; e a
pregar na igrrja do Senhor, nao priucipios de
amor e de paz do Evangellto, mas .colmenlos
de odio, de vtngacas e de barbaras persegmede,
que coosliluiain seu crter e seu syatema;
aquelle que para eucliex a medida de sua imple-
dade les enllocar seu retrato sobre os altare
erigidos ao Dos de paz e de bondade, compel-
liudu os .sacerdote a recelr-lo porta do tem-
plo venido de lobrepeliz. Aquelle que fes fu-
silar Camilla O'Gorman, grvida de oilo me-
ses.... Tal be o n'oinern que os vapore, de S. J!.
II. vio levar Inglaterra!
Deus castgou aua aoberba preclpitaudo-o da
eleva ia poslctio a que tinha subido por um. es-
cada de Crimea iuaudiiu, >aiic do Rio da Prata.
deteatado por auaa maldadea por todo aquellea
qoe lem coracao de homein; e desprezado at
por eu acquaze pela infame vileza que ntoa-
trou nu ulitinu momenloa desle graude dra-
ma. Poiui uao be lato seno o principio do aeu
merecido castigo.
Sua cobarda nao Ihe permiti procurar urna
uioric honrosa no caoipo do batalha, com a
qual ni ni reabilitado aeu Dome; porquaoto a
nobresa e o valor uierecem uuio apreco, que
nos adiamos dispostos a perdoar o. criiues em
obsequio a estas grandes virtude do here.
Fugio do combate como um vil, deixando
desde o principio que leus soldados, .ein direc
cao nem concert, sotlVessem a vergonba e a
norte, que s elle mereca. Salvou assim aua
vida, porm aer, nao o uvidamos, para ar-
restar uina existencia de yeixainei e da oppro-
bio em toda a parle onde ver chegado o es-
cndalo de suas accoes
seitflo olhando para as planicies a ver se di-
visa! as nuven de pocha levantadas pelas co-
lumnas de seus irmzos e de srus libertadores
para procuraren! as sua lucirs proleccao e
amparo.
Acostumado Rosas a deaprezar a oplniao pu-
blica, a repriml-la pelo terror de aeu acio
aelvagen, e a falsea-la com manifestarles
mentirosas em respoita a renuncias falazea,
conta homena e nao vontadea. Oa boineus tem
ido para elle at hoja machina de dealrulco,
ou Instrumento de engaos. Mai alguns dias
Ihe mostrar i, felizmente multo tarde, que
dentro do pello de cada Argentino bale um co-
racao, e que em cada cabrea das que e tem
salvado do sen cintilo pz lieos urna faitea da
iotelllgencia que no distingue do Irra-
clonaea,
Exercilo grande alliado libertador.
General em chefe o Exm. Sr. guvernador e ca-
pitao-gcneral da provincia de Eotrc-Hio bri
gadeiro D, Justo Jos de Urquisa.
Entre-Rlos.
Esquadrdes de artilharia : coronel Piran,
30 ; artilharia volante, tenenle-coronel Gon-
zlez, 200 ; balalhode Infamarla, Eulre-Ria-
no, lenenie-c ironel Lista, J50 ; Urquiza, coro-
nel Basabllbaso, 6u0.
Divisor-, de cavaUaria ; primeira coronel Ur-
dioarrain, 1,300; egunda, coronel Galana,
1.500 ; terceira coronel Palavecino, 1.100 ;
quarla, coronel Domnguez, Pacheco, 600 e Her-
nando, TOO I quinta, coronel Zilnar, 5(10 i sex-
ta, coronel Almada. 900 stima, tenenle-co-
ronel Pato, 600; oltava, major Lpez, OJO ; no-
na, leme-coronel Gonzlez, 500 ; San Jo,
tenente-corouel bario de Geali. 300.
Escolta deS tic, coronel Aguilar, 350, co-
ronel G bailo, 270; Guarda, tenente-corouel
Reyes. 200.
Total, 10,350.
Corriente.
Artilharia (esquadrao de) tenenle-coronel
Gonzlez, 130. m
lufantaria batalhio defemor, major Mar-
ae, 350 ; dito patricio, major Acevedo. 300.
Divlaoes de cavaUaria : euolta, coroocl Vi-
rasoro, 750; primeiro regiment, coronel
Ocampo, 68J; egundo dilo, coronel Lope,
500 ; terceiro dito, corooel Paiba, 5*0 ; quarto
dito, coronel Ccere, 600; quinto dito, tenen-
le-coronel Bejarano, 650 ; aexto dilo, coronel
Rlcarde, 700.
Esquadrdes de artilharia volante ; tenenie-
corouel Castro, 110; tenenle-coronel Mi-
tre, 100.
Total 5,260. _
lluenos-Ayrea.
alalbei de Inlanuria : Duenos-Ayre, coro-
COItRESPONE.NCIA DO DIARIO DE PER-
NAHBUCO.
Parahtjbi, 5 d marco de 1852.
Firme em meu proposito de nntici.dor
pego hoje n. pena com bastante mi vonta-
de, ou urna couso que os aQligos chamavam
preguita, e os modernos, talvez para disfar-
Cat o rigor da p.lavr. indolencia; mas para
me nao deixar vencer desse peccado mortal
e principalmente psra que oieus Aristarchoe
nflo julguem que su.s dentslas me 1 em
alongado, e se possuam por um momenlo
do pr.zT da victoria, vou cumtirir o dever
que me impuz, ou, como ii/em ellos, que
meu amo me impoz. E som m.is prembu-
los entro rm n.leria.
Os thuggs dispertaran! na Jacoca (infeliz
patria I ) e alli um individuo deu um tiro
1111 ti-ii 1 sua prima, que iaimedialamente
pa-sou ileta para melhor. 1. nnnnlin lu a
victima d'aquelle ba baro, tenho o prazer
to dizer Ihe que o ais.s.sino est preso.
Tambam pouco distante d'aq ie'le luga- um
portuguez i oso soff eu urna bacamartada,
da qual eslava a decidir, e ignoro quem
o assissino, e quses os motivos do atlen-
l.do.
Sem ter monlido a l- m ule, eslava pos-
suido de espirito syhilatico quandu Ihe dis-
sn que os Ihuggi bieve ispertaiiam, ecom
estrondo.
C'iegou no dia :! o Dr. chefe de polica,
do Inga, e s'guillo me afllrina o Mreos
deixuu .iquelle lugar com esperanzas de so-
cego. Afore, que com elle seguio, ficou
alli, o que julgo conveniente, pois os tra-
vesos nflo esqueceta fcilmente a brinci-
deira. ,
Creio que com a suspensflo do regula-
ment do rgislro dos mscimentos e bitos
e da lei do censo conseguir-se-ha tranquil-
lisar os bulifjosoa; mas nflo podemos con-
tar que ell-s fiquem sem disposigSo para
outr, so contrario devenios esierar peque-
as desorden em um ou outro ponto at
psssar o lempo clinuterico das eleictJ'S.
NOTICIAS DE BUENOS-AYRF.S.
Montevideo, 10 de fevereiro do 1852.
Pelo Victorin recabemos catas e peridi-
cos de Buenos-Ayres al 7. Noseacham
entre elle<, bem entendido, nem a Caceta,
nm o Archivo Americano, n"m o llrll sb, l'-
c*ef; estes org3oi da opiniao pe-imam o
folego, e ISo repentina foi sua mort, que
nem o suspiro da aionia. As tres linguas do
Archivo ommudecerim precisameme quan-
do seu longo srttgo sobro. bio general Uiquiza se ia lornsnio interes-
sante. .
Emfim, est^s periolieos, cujo principal
nbjecio era espalar peloorhea calumnia e
a im o.tira, deinara-n dn escandalisar
o mundo com suas repugnantes produc-
'S.
O que encontramos da mais nolavel no
Agente Comercial he o fado de ter o gtneral
Mancilla man lado entregar no dia 3, quan-
do queslo eslava ja concluid), 150,00d
pesos ao Vi 1*1, enc*rregodo de sua casa, o
20,000 ao geaeral D. Tonas Gul lo. N3o
Compreh-fndemos com qun f.cuida le o gene-
ral Mancilla dispunlu assim dos capilaes
pblicos, nem com que direilo os agraciados
re iiiini estes fundos.
Dias anles llnha llosas tamben) resartido
o dinlieiio a mos largas, n3o lano para
todo o lempo do seu governo houve indivi-
duos que receberam sotninas considuraveis,
sem razflo honesta, e sem qoe jamis appa-
recesse conta de sau emprego
.mu 11 est dubia a noticia, qoe em minha
ultima Ihe dei, de ler sido insuflada a so-
ciedade librrima constiiumte; e por mais
tenho procurado informar-me, pois
Parece-nos que h.vi.mo d. ver factos que tenho P^J^Sai.
multo curiosos .. um. comm.s.ao de inv.s- h?XX*?.d.P aohS con egdo tal-
lig.caose oceupasse de os examinar; ^Z 3, o 'o q o .aoccalli M
""V ^r..nM^. "sluuT "somm" \ h" Su o TSS prof.nV
rW^X^K 1 q- p""r nareriver;'*Sesb,.erc.1n,o. 1
istoVtiio umaclo de jusiica com- .consegu.sse 9mUlfMamWM^
'porque PO ha raz3o pJra quedes- :recebr urna po Sozm a d aquelle dom
desse monstm qu,
uniforme inglezolevou para bordo de um
noio d. su. sober.na.
Prevendo queo general Urquiz oceupana
sua casa, tiolia l'-nu nella um mina, n.
qual deposiluu porcSo daquiuties do polvo-
nhec.tnento. Se nSo fr. esperaiiea de
casos de febres entre nos, mas que benignas,
e degeneram ein intermitentes. Nada digo
a rr-spelto, porque disso nSo pesco.
Temos oslado abysmados em urna podre
instpilez, henhum oiverlimenlo publico, e
nem mesmo pailioular apparece, de suita
Essa quanlidade de p
mente arruinado a casi como lambem gran-
de p.ne da cidado A'sbila do raqu lo
faziain-se investigacOes, e escreve..i-nos
ter-se iiescoberlo, hornvel horrivel! hor-
rivel que os trbalo* lores que flzer.tn
mina e leiaram a pf
golados,sem duvida
grelo.
Ilorrorisava-nos que Mancilla livesse man
breve melhor.r, eu que, como sab*, gasto
bom humor, e comigo alguns mais, una-
mos desesperado. "
N3o sei como as bellas teem supporlado
ellas, colladas,
odem go-
eis-
me reincidido em minha culpa ante-ciU-
mas oque hei defazer? He mal
' letmoso.
nhado o nSo ter contina-
lo o meu sonho CockincMann;
paree* TA. a de^cohert, por at,uelle qac e- (00 .con ^ ^ ^
Uva encarregado de dett,rfogo amina, pro- m. P na-r.cSo innocenle. e
v. que p... estas ""''''?- n0, ePpBnd r-^ ^ h"e-' inCel'.d' 8*^
cr.me 11S0 ha horror imposstvel uamFaue os horneas de quasi todos os pal-
oneamos estes noulMiwn&itbmw*^^^^ de 8emen.
mUnd- t2 de fevereiro. |. pois bem, c.d. Ja}.*\
Hontem voltou o Urugu.Hy, e por .lis, re- ,ou oulr. ~^*,'- ff0'p',tS o p,.n!
portante em ambos.
Itialores quu ler.tn a nao ei ) """'.-,,' ':,,
palvor, foam logo de- um permitido tilo >"' .,i,'0il'
l n.ra se auardar o i:- que tao poucos entretcnimonios t.oaea
la p.rase guaraaros. q^ N lo ha duvida sou iucorrig|vel,
..jue Mancilla livesse man-'me reincidiud.i em
dado saquear actd.de, e nao julg.v.mos balara; mas oque
Poasivel haver maiorm.ld.de Agora a meu,.ntigo o er .
vit.g.iic. que inlent.va .eu cuuh.-lo, e que "*"}' K'r
I""... .a ,io,.h-ria ne .niialln me. ea- 'do a conlar- lie o a
rauyba he um brejelro, porque eu rae asse-


t
- i
melho o velho licenciado, o rugoso bonzo,
ao obeso commeroiate, ao maluco oomman
dsnte, eo (pirante do pechalato, *o juil
de loogaa uiihti, io m>nhoio poltico, ao
poorr-4 compessivo, etc., i-lc, etc.,
era un Dos nos ouda. Ora eu que amo
a tranquillidade publica, e multo mala i
ni iiii p,asnal e individual, e eatou com o
crido ga bocea deaerdetcobeitu, temo mul-
to que me nao rompam o capote, au*
lujes. Ern vala do expesto, tenha pacien-
cia, que talvez opporlunidade tenha, e en-
tflo da Cochinchina Ihe escreverei, entretan-
to mu e lour.a Ihe oescjo.______________
todoSr. Figueira de Mallo he temporario, lde, tem luafamill, seu* inleiajiaei;nfs-
. ___. .a. ar> nfln -al >.\ i n fa I i m irlj na *__________
2
PERNAMBUCO
ASSEWBLEA PROVINCIAL.
Discursos doSr. Naciel Nonleiro preferidos na
teisXo de 3 do correnl.
O Sr. Nucid Nonleiro : Sr. presidonle,
eu desejara que o rcquorimento houyesse
sufrido alguma impugnando para ouvr o
fundamentos.....que se estriba o seu. nobre
utor: cumo elle, eu desojara ver eata as-
semble chela, porque duu lodo a proco ao
eoncurao daa luzes, maa teuhu escrpulo
em votar pela sua mocSo, porque nSo sel,
se com effeito o Sr. desenibargador Figueira
de Mello parlicipou a esta assembl*, que ae
achava doenle enflo poda comparecer por
um grande espato de lempo. Segundo eu
Ostou informado, o nobre membro se apre-
sa-uta talvez aqui dentro de alguna ias ; o
aecom tfJeilo be isso verdade, me parease
desneceaaarioo chamar-se suppiente (Juan-
do se spresenta motivo justo donde se con-
.' clua que um mi'tnbio n.lo p.le tomar as-
sento, acho conveiuerito quo se chame o
suppiente, mas nflo havendo parlicipacflo
alguina, eu nflo posso votar pelo requeri-
mento em questao; pelos inconveniente
q,ie e podein* dar : espero ouvir o seu no-
bre autor e se o regiment m'o periaillir
dire mais algumas lalavraa.
O Sr. Uncid Mimtei'O :Bu levanlo-me
para cumbaler o requerimentu e oaidia-
menio, e quasi me podera dispensar de IV
ze-lo a vista do presuroivel tffeilodu aldi-
taiin tito. O nobro membro que appresen-
tou o rrquerimeuto, fuodou-so na consli-
tuicSo do imperio : dase elle que havendu
o aclosddiciunal estatuido que as saem-
blas provincaesde alguinaa provincias se
composessem de 3S niembms, em rigor de
dirrito d-vem ellas ter sempre presentes
36 imiivi uiis. Ora se isso he verdade, se-
gue-seque toJas as vezes que Tallar um in-
dividuo em urna s-'ssilo, emboia tenha ja
~ tomado assento e soja membio elTeclivo,
violada lica a constituic3o se porven-
tura a aasembla nflo mandar chamar o
suppiente habel ludo; porque saasima letra
do acto addiciooal na parte relativa ao ob-
jectoquese discute sera plena mente execu-
Uda ..
OSr. Vireira de Carvalho : A consequen-
cia he Toreada...
O Sr. Naciel Nonleiro : -- Forcada I.'! O
acto addirinual, repilo, qui' que hoovo.se
na assrmhli prqvincial de Pernamhuco 36
livmli o- ; tod-8 as vezes poisqun faltar um
membioesla violado o acio addicionzl, por
que a ssembla nflo mandou chamar um
suppiente que suhstituissn a falla....
l'mSr. Depulado :- l'iota o contrario...
O Sr. Nanel Nonleiro : Isto he tilo vesi-
vel, quo salla aos olhus de lodos que semo-
lhante inlelligencia nflo ha adu.issivel.
Mas se o nobre depulado nflo se impoila
tamben) cun os usos dos parlamentos. ..
OSr Pereira de Carvalho :Sou i ovalo...
OSr. Nocid Nonleiro -NSo se importa
com o precdeme dos corpos legislativos,
nflo se importa meamo com os efTeilos de
e elle ou Ira tomar cotila da policia, ou vira
para a aasembla....
O Sr. Florencio : Tomar conla da poli-
ca nSo, porque isso he contra a conslltui-
080...
O Sr, Naclel Nonleiro : Se mis para
a diente constar que elle nSo.vem tomar
aasenio, ou porque esteja doento, ou por-
que fique novamente encarregado da poli-
ca, eu nflo terei duvida em approvsr o [-
querimento t tambem nflo terei duvida em
votar pelo addRamentu do Sr. Brillo que
quer se chame o numero necessario para
que se coa.pler.te o cor, o legislativo; eo
illus're orador tem tanto estu lado a cons-
tituidlo, sabe-a tambem que nSo sei como
nflo propoz a substituidlo de lodos os luga-
res vagos na assembla : tinha elle vasto
campo a percurrer e o seu zelo seria maia
completo; parece que elle nflo devia limi-
t ii -.-o a um pequeo canto desse immenso
espado. Ouanto as ras0js que o nobre mem-
bro appreseotou para justificara necesUda-
do da presmea dos 36 membios, eu nflo en-
l-ar.'i uessa questflo, as rasOespro luztda?,
sflo rasOes de escola, e por isso deixarei de
acompaiihar o nobre membro neate ter
reno.
Voto por tanto contra o requerimento e
contra o additamnuto.
OSr Naciel Nonleiro :Sr. presidente, a
nuteria deste inoj-ciu he importmtissima,
e ao que me (pareceella nflo tem aiuo ava-
aada no alto grao que ae me anlulha.
A ctdade de Pernambuco est en< gran-
de parle descalca, e todos nos sabemos,
que em presenca da opulencia do faus-
to, da illustracflo e da civtlisarjfio que
se Ihe recuiihecem, esle signal de atraso
constitue urna mancha na physionomia des-
la bella cidade. He assim que o viajante
que visitar nosso paiz e percurrer aa ras
deata capital, nflo poder deixar de conce-
ber urna triste idea no que loca ao nosso
dlantamenio material, e da nossa civilisa-
clo.ao ver lagos e pantanos no meio deata
i-iiado : fapoiadoa) o calamento das ras he
urna necessidade reco ihecida por todoa
aquellos qfle tem tidu occasifli) de visitar ouT-
tras ci la es e fazerem coinparai;Oes a esle
respeito. Quizera ou poitanto, que se esta-
holecosse urna discussflo seria e al SCienti-
fici sobre esla materia ; mas pelo pouco la-
t -ii-.s-i que ella tem inspirado, vejo qce a
assi-mhlea nflo esla minio disposta a tratar
desta quesillo. O nobre autor do adianv-nto
que fui lulo ha pouco, quer que o projecto
seja s'ilunctli io a commisslo de Cmara
municipaes: um outroadia-nento havia si-
do proposto j com diveiso" flm. Eu quero u
adiamenlo tambem; mas nflD o quero para
nenbum dos flus que foram lembrados: eu
desejava em vista do que acabei de ox.ii ,
em villa da importancia da materia, que
este projtcto fosso remettido a uina commis-
sflo especial, e se fosse possivel, a una coui-
missflo mixta, composla dos memhros desta
casa o de membros de fra pntendidus noss .
materia. Ilouve lempo em que os recursos
ila municipalidade eram sobre-mauei'a es-
cassos; eemverdade tiflu pudiam elles de
forma alguma chegar para occorrer as nu-
merosas despezas que posam sobre ella.
Felizmente, a asseuibla provincial de l'er-
nambuco tem toma 10 em considera^flo a
pobreza da nossa municipalidade e a lem
dolado com maiores meios; de maneira,
que a municipalidade ja se aclia em estado
de poder fazer alguns dos beneficios que os
munteipos do Rccife tem direilo de recla-
mar ; mas o que he verdaJe hu que qual-
quer que seja a importancia desses recursos,
os meios presentes, sflo insullicientes para
levar a effeito o C'lcamenlu desta immensa
chlado: fauoiados) he preciso puis cogita-
ren! alguma oulia medida para o fazimenlo
urna hei meneulica quo pode gornr graves ni-,
convenientes, que pode ir af au absunlu e COMortO das calcadas. O projeelui lea.br.
0 uso. dos parlamentos nflo silo aquellesl um ,]"lr^ lue.nflu "?.".,r" * que o nohre mo bro quer eslabelecnr...
O Sr. Pereira de Garvalho :N8u duvido:
eu arguinento pelo lado do dirrito,..
OSr. Naciel Nonleiro :--Eu iealio o no-
bre membro, para que na hissoiia dos nus-
sos parlamentos me mostr que se lem se-
guido o queelle preiend qu m casa adopte.
O Sr. ivrcira di Carvalho : --Nao duvido,
nao eniro uisso, porque aflo eslou compe-
tentemente habilitado...
OSr. Naciel lonteiro:Senhores,uma
porohjecto, o fazer pesar urna parle dos
onusuocalcamento sotirea cmara eoutra
parto subre os proprietarioa: he naluial,
que una falange de individuos se levante
cuntra o pensa ment do prujeclo ; por quo
heoianifesto que urna tal iuova(flo fosse o
interesse particular, que n'eui sempre se sa
critica no bem comaium.
Mas nao hu is-o razflo sufllcienti para des-
prezar o prnjecto, embora leuha elle de sus-
citar algumas uilliculdades ; al mesmo
purque iepulo os grandes proprietarios mu
parlicularmeule interessados na obra em
te caso nflo esto Infelizmente os pernam-
bucanos que quasi nunca tem por adminis-
trador um lllho de sua provincia (apoiados).
NSo se siga, pola, que por um tal ayalema
ter dado a Baha bons fructos elle os pos
dar a Pernambuco, que poiaa aqui fizer os
mesmos beneficios que fez all. Altvndendo
pola a gravidade da materia, voto para que
se(no'ieio urna commlasllo especial, que
medille obre a imporiancia da materia e
proponha a casa o alvitre que julgor poder
aerexecutado.
(Continuar-ie-ha.)
RepartQo da Policia.
PARTE DO DA DE MAHQO.
Foram presos: ordem do delegado do
primoiro dislricto deste termo, o preto Psu-
lo, para averixuacfles policises ; e do sub
delegado da fregu? ia de Sin Jos, Caeta-
no, escravo de Manoel Claudio de Queiror,
por uso de armas, e a prela liberta Deifina,
por insultos.
DEM DO DA 5
Alm das occjrrencias da comarca de
l'od'Alho, nada consta que tenha alterado
o socego publico em outre qualquor ponto
da provincia.
Foram p esos: a ordem do subdelegado
da fregueia de San F do Recife, Silvano Gomes, para recruta; a
do subdelegado da fregueia de San Jos,
Antonio Carlos, por ebrio; ea dosuble-
legado da r'egezi'a' da Boa-Vista, Francis-
co Furial, ignorsndo-se o motivo da sua
pristo A ordem do delegado do primeirn
ilislricto deste termo, o preto Domingos
escravo do coronel Joaqun Cavalctnli do
Albuquerque, requisicSo deseuaenhor;
a ordem do subdol, gado da Treguetia da
Varzea, Malhlas de tal, para correlo; a
ordem do subdelegado do Pofo da Panella,
Jo. Pereira doEsuirito-Santo, por ter oc-
cultado em sua casa urna prela escrava; e
do juiz municipal da segunda vara desta
cidade, o poituguez Manoel Fernandes da
Silva, por estar pronunciado : alm dostas
prisOes oada mais ennata ter occorrido..
DEM 1)0 DA 6.
Nada consta haver acontecido nos diver-
sos termos da provincia, a nflo ser o fado
de um tiro dado por um tal JuSo Gomes em
Manuel J ,a i ii i ni do N participa o delegado do termo de Iguaras-
, acrescentmdo ter sido aquella tiro da-
lo pelo referido Gomes em defeza da pro-
pria-pessoa.
Desta cidado^e seu termo nada tambem
co sta, excepcilo de ter sido preso a or
lem do delegado do primoiro districio des-
te termo, Patricio Martios Ferreira dos
Sanios.
Tribunal do commercio.
De ordem do tribunal do commercio da prn-
vincla de Pernambuco ae faz publico a rela-
cao abalo traoscrlpia, dos coiuiuerclaoteiqur
ae matricularan) no inez da faverelro do cor-
renl anuu.
ioii Jtronyno Monliiro,
Secretarlo.
Relaco.
W- 97. Sr. Henrlque Ellery, cldadao Ingle?,
I Mu, ih ,.|,, na cidade do l.eaii, ruin aua caa
de coniinerclo de grosso trato : nesaa quallai-
de foi adineitldoa matricula em 12 de fe>e-
reiro deate auno por despacho do tribunal de
9 do dito mez.
N. 98. Sr. Jos di Cunha Braga, cldadfli
Portuguez, domiciliado na capital do Para com
ana casa de commercio de giosto trato : nesaa
qualldade fol admettido a matricula em 27 de
fevereiro deate anno por deapacbo do tribunal
de 19 oo dito mez.
Secretaria do tribunal do commercio da po
viuda de Pernambuco, 5 de marco de 1852.
Esla conforme.
Muximiann Vranriico llwirlc,
______ Olflclel maior Interino.
DIVERSA8 PROVINCIAS.
DIARIO E PERNAMBUCO.
couslituioflo nflo he senflo um esqueleto,
essa conaliluicSo para ter movimenlo, vida. -
funccOe, he preciso que tenha orgflus pro- q""^, que de cerlo augmentara o valor J
p.ios, e paites que formemcor.o, esses or- "us seus ..redius. Seja pore.u como fr, o|n
RECIFE, 9 DE MARCO DE 1852.
Hoje pelas II horas da manhita dlrigio-se o
Edil. Sr. Vctor deOlivelra i casa da residencia
do aeu succesanr, o Enn. -Sr. Francisco Anto-
nl.RIbeiro, ,-ilim de o acompanhar ate* a aa-
sembla provincial, perantequem devia o mea-
mo prestar o competente juramento, e regrei-
aando amboa, depols dease acto, para o palacio
do governo, deu Ihe posae da presidencia da
provincia na forma da lei, estando preseutes o
Eim. e li vio. blspo diocesano, commandante
Rendimentodo dial a8 1:377,727
ldemdodia9......... 390,428
1:768,155
l.xpoit nciio.
Liverpool barca ingina Creamore, de SIS to-
neladaa. comliulo o aegulntc i 1,017 saccas
com 5,560 arrobas c t libras de algodio
IlloGrandedoSul patacho braaileiroEapadarte
cnnduiiooirgutnle:-H75l>arrlcasel25barriqul-
nhas com 58nl arroba 8 lidras de aaaucar bran-
co, 100 barrica com777 arrobas 3l libra assu-
car mascavado.
Bramein barca sueca Cobdem de 492 tonela-
da, conduzo oaeguinte: -- J barra vinho 6,000'
saceos, com 30,o0 arrobas de assucar masca-
vado.
Parahiba blata braslleiro N. S. das Heves, 20
toneladas conduzio o segulnle : 500 arrobas
carne, 1 glgo lauca, 10 barricas farinba, I bar-
ril atelte doce, I pipa vinagre, I barrica farl-
nha.l ditaGiinglbre.i einbrulbo colla,i dita al-
vaiade, 1 barrica farluba l calza folbas de
cobre. m
RECEBEDORIA DE RENDAS INTERNAS GE-
RAES DE PERNAMBUCO.
Rendlmento do diaV..... 985,092
CONSULADO PROVINCIAL.
Rendimentodo da9.....1:100,103
Pauta
dos precot correntei do assucar, algodio, e
tnait gneros do pait, que se despachan na
mesa do consulado de Pernambuco, na se-
mana de 8a \3 de Narco de iSSi.
Assucar em c. branco I* qual. Arroba 2,100
a '2' 1,700
mase .... < 1,400
bar. esac, branco 2,300
a maso. ... 1,550
refinado....... 3.040
Algodio om pluma de I" qual. '< 5,100
Dito.......2* 4,700
Dito.......:i> i< < 4,300
Ago'ardente caxaca 20 graos Pipa 44,000
Dita.........Canad 250
Dita de canna........ 52,000
Dita........Canad 300
Hila resillada.......Pipa 48,000
Dita.........Canad 240
Genebra.........Canad 360
Dita.........Botija 180
Licor..........Canad 400
Dito.......... Garrafa 18o
Arro?. pado 2 arrobas um Alqueire 4,400
Araras.........Urna 10,000
Panagaios........Um 3,000
Bolachas.........Arroba 3,500
II i--o i lo.......... 5,000
Cafo bom.....'. 4,300
Diio reslolho....... 3,200
Dito com casca...... a 3,200
Carne secca....... a 2,880
Coucosoom casca > Cento 4,000
Charutos bons...... 1,400
Ditos ordinarios...... 700
Di'o regala e primor ... 2,500
Cera de Carnauba.....Arroba 5,000
Couros de Boi salgados .Libra 117'
Dilo espixados......Um
Dito de onra......
Doces de calda......Libra
Dito de goiaba......
Dito secco........ o
Estopa nacional......Arroba
Farinba do mandioca
Feijiio
Fumo bom. .
Dito reslolho .
Gomma. .
Gengibre ,
l.euliu uV aellas
Dilo de toros
<
gflos, essas parles que formatn curpo sflo os
regulamenlus, sflo os usos, silo os estylos, os
hal'ilos, as regras parlameillares. Ooi-oi
quiaer urna coustiluic,flo, o smenle tuna
aa armas, couioiandanle aunerlurda guarda
au, >..ouioa. ... r~"> ""'"''*"< nacional, commandantes e officlaea dos corpos
que he verdade he. quecum OS meios ordl- deprimelra llnha apllela, alguna cnsules e
nanos nflo he possivel calcarom-se as ras, pessoas gradas, que all ae acbarain reunida.
Nflo sei se solia mesmo conveniente sub-j ______ .
metiera obra einquesiSo a direccao da mu- Depols do Juramento do Etm. presidente.
consiitiiicflo lera um esqueleto, mas nflo la. niPl'dade; po que, se Dem, que ruco- u,e lugar na aasembla legl.latlva provln-
. I HllQi .. .... -. I.i i -I ,IMi ,,l>r,,Ulli lili l'.IIIW mil, nial b .I1.M....3. Aa ...n ron.in .... ai. I An Ca
r uo> curpo organisado. O que he a Cunsti-
tuitflo inglesa ? O que be a letra da cunsli-
tuiefloingleza? He alguma cousa, son os
usos, si-in as inslrucces, seni os ha-
buos pariaui nt i re,.' N3o he cousa algu-
ma, e assim sflo todas as cuiisliluic.>s. Ob-
serva-seque nos paizes adolesceuies tiesta
forma d governo ha a preocupatao dse
isolar a cunstilui(flo desles auxiliares que
foriii-un o seu complemento, mas nos paize.*
que sflu maisamestiadus, mas pralicos, pro-
cede-se por outro theor.
O nobre membro, me parece que lirn a
sua aigiinjenlacflu da.consliluicflo, da sua
disposi(flu literal, nflo po luzio uutra rasflu
segundo me record, al me parece contra-
dizer-se quando disse havena conveniencia
em nflo se chamar O suppiente pur dous, ou
tres ilias. t) nobie membro para tirara
conclusflo que tirou devia provar que o im-
pedimento do Sr. Figueira de Mello poJeria
ir a o n desses dous, ou iresdias....
O Sr. Pereira de Carvalho : Nflo esla
provado o cuutrarlo....
O Sr. Naciel Nonleiro j Mas porque nflo
ae prova o culinario, isto he que o impedi-
mento nflo excdela de dous nu tres das,
segue-se, ou est provado, que elle seja mais
prolongado, ou que exceda es-e periodo ?
Crio que nao : por lauto he iilogico que o
nobre inembre suppooha provadu que u im-
pedimento do Sr. Figueira de Helio leve
neresaariamente exceder a 4, ou 5 das. O
nobre membro soccorr u-se para prova de
aua aaaerci3o a urna deciaraeflo que est no
jornal: a declaiacflo me parece que be con-
traria da aua o .muflo ; porque diz o jornal,
queoSr. Figueira de Mello eata dueute, e
como tal nSo polo cieicor a, funccOes da
polica, e que nflo Ihe consta que tenna si lo
nomeado suiatiltitu : ora o qu-i se deve
inferir daqui he quo s o impedimento do
Sr. Figueira de Mello devesse ser prolonga-
do, qu* j ae lena nomeado o aeu succes-
sur, jfl se leria numeadu um novo chefe de
policia interno.
O Sr. Pereira de Carvalho: Nao se se-
gu....
OSr. Alacie/ Nonleiro: Se o argumento
de.... valle alguma cuota he para concluir-
se o que acabo de eslabi'lecer repilo o
que dase ; e seria um des.r feito a adini-
nlieta.que ah existeiu peruambucauos mu- cial a dlscusaao de um requerimento do Sr.
lo probos, horneas multo dislinctos e que l'arroa llarreto, einque pedialinpetraiae a casa
tem leito assignalados servirjus ao paiz; lo- da aaaembla gerat -- fleasse aa rendas da e-
davia em atlencflo a materia me parece que ?'"*'" send.. consideradas proyinciaea; rece-
.,, ,.,.,,,i,. niMiniiinttrr-si) o Ir.ha- bido como indlcacao, ful remettido o rrquerl-
sena conveniente o com.neller ae o ir.ba- m.n.0 ,. comln,..o de orcamento; entrando
Ihudocalcameulo a urna autoridad supe- depola em discuaaaoo projecto n. a deite anno,
rior. Sei quea municipalidaje lem aeu eo- foi mesa um pro|ecto substitutivo do r. Ma-
geuheiro, e a provincia os seus ; mas como cirl Monleiro. t tendo lugar a dlscutsio de pre-
o assumplo em quesillo esta sujeilo opi- ferencla, naoual lomaram parte os aeohorea
iiiOes dlfierenles, e at a systemas diversos, Aquino, S Pereira, Maclel Muntelro e Figueira
adoptando una tal systema, o adoptando ou- de Mello; decldio-ae pelo do aubstitntiro.
tius tal nutro, e devendo >-11 s variar segun-
do a natureza do -Id, ea cuiiligurafflo ia-
pxosa do terreno, talvez fosse couveuien-
le consultir a algumas especialidades as
materias, que por experientcs e professio-
naes senam menus sujeitas au erro. A'viata
do que acabo de rele ir, he miuha opiniflo,
que resolvida a queslflo dos meios, se cutn
A' duas horas da larde encerrou-ae ascsso,
ti, iielo a inesma ordem d > da.
COMMERCIO.
o superior. 27 d. a poneos das.
se, que o imposto dos carros que Compras de algodflo na Parahibs:a5,300ri ,
e boje municipalidade, constitua -. p,osl0 bo.I0,
da que devia ser applicada, tal lim Fr"le P,r,, V.'n,C8 !,30 f 5 P- -
verdade; mas, presume-se, porven- Descont de letras de 8 mozos a I p. C.
PIUCA DO RECIFE, 9 DE MARCO. AS
3 IIOHAS DA TARDE.
coticObs OFFICISES.
metta a execueflo da obra urna inspeci;3o Cambio sobre Londres: a 26 l|l a praso, e
e ilnoeto superior. 27 d. a poucos dias
Disse-se, que
pertence
Sua l'en i
he isso v
tura, que com esse frac recurso possa ella ,0 me1,
effectuar o calcamenio das russ? certo que ALFANDEGA.
nflo: essa renda podera e anda meaquinha- Rendimentodo dia9..... 6:783,232
mente chegar para a cunaervacflodiscalca- Desearregam hoie 10 demarco.
das, (apoia >oiJ mas nunca para o seu fazi- B,r ni Mito fapoiados:. Portanto, nflo se preoc- dorias.
cupem os nobres meaibros com esas renda ; Br'gue porluguez S. Nanoel I. dem,
poisdevemos estar convenc los de que o B,'8"U8 portuguez aria Felit dem.
mo lucio do imiiosto dos carros nflo choga- B4rc* ingleza- Norval bacalbo.
r nem mesmo para a conservafflo das cal- I inpiirlnuo.
cu las. A'visia de todas estas observacOes, Vapor brssileiro aBahianaa vindo dos
concluo, que esla materia precisa de ser ma- portos do sul, consignado a ageocia, mani-
durameule meditada e discutida e nflo se feslou o seguinte|:
pense que, porque na baha se tem Vilo o I pacote ; a Novaes & Compsnhia.
Lcalcameulo por esse sy-lcina seja possivel Icaixflo; a J. Falque,
fazer-se aqu tambem I Nos sabemos a im- 5 ditos; a Joflo Jos de Carvalho Horaes.
. Ccnto
... <
Pranchasdoamar.de 2 cus. Um
Hilas do lomo......
Co tado de amarello de 35 a
-10 p. (lee. o 2 la 3 de I.
Dilo dito usuaes ....
'os'nilinlio do dilo. .
Sonllio de dito ......
Forro de dito......
Costado de louro ....
Costad inbo de dito .
Soalhodedito. .....
Forro de dito......
Dilos de cedro.....
Toros de tatajuba .....
Varas de pirreira ....
Dilas de aguilhadaa .
Ditas dequirls.....
Itodasdo sicupira para carros
Eixos de dita para dilos .
Mel em pipas.......
quartolas......
liarirs........
Milho..........
Podras de amolar ....
Ditas de filtrar......
Ponas de boi......
Piassaba........,
Sola..........
Sarca parilha. ,
Tapioca......... a
I 'nlns ile leu.......Cento
Couros do cabra.....
Azeile de ca'rapa lo.....Canad
r/j
145
18,000
240
200
400
1,000
Alqueiro 1,280
st 4,000
Arroba 6,500
3,000
Alqueire 2,000
Arioba 2,509
l.iiuii
9,000
16,000
8,500
22,000
12,000
. 8,000
. ,. 6,000
. .. 3,500
. 6,400
. i 5,200
. < 3,800
. 2,500
. 3,200
. Quintal 1,600
Duzia


Par
(
Urna
Canad
Um
1,280
1,600
,960
40,000
18,000
35,000
190
6,800
Alqueire 1,600
1,000
13,000
3,300
200
1,900
18,000
1,600
200
16,000
64o

a
, Cento
. Mollio
, Meio
Arroba
Muvuuento do pono.
1 encapado rncomoiendas; a Francisco
Alves de Pinho.
2 surrfles, 1 lata, 1 encapado ditas; a
/Tatito entrado no dia 9.
Ilha de Santa Helena 10 das, escuna in-
gleza Precedent, de 155 t,melladas, espi-
tflo Cbarlos Newman, equipagem 8, em
lastro; a Le Bretn Schramma & Com-
psnhia.
AWi'o snhido no mesmo dia.
Para e portos intirmedios-- vapor brasilei-
ro Halii -na, commsnJante o primero t-
ente Segnndino. Leva a seu bordo os
passageiros, Francisco Fideles Raposo,
Raymunda Mara dos Santos, Joflo de Oli-
veira Sanios, Joflo Climaco Lobalo, sua
senhnra 1 escravo.
SJSBJi
EDITA.ES.
75 do regularnento do nfimo ceinlterlo, so a
ella, ou a prasoa que contratar dilo tervlco he
pe milildo faier tal foroecluiento de earros, fl-
cando prohibido aoutraqualquer pessoa f.seUo
como abusivamente se taro praticado. E para
que cesaetal abuso, se mandou publicar a pre-
sente. Paco da cmara municipal do Recife em
sessio de6 da inar(o de 1(152 Francisco Anto-
nio de Ollvelra, presldeute, Manoel Ferreira
Accioli secretarlo Interino.
Olilui. Sr. ollicial-maior servindo de
inspector da thesouraria da fazenda provin-
cial; em cumprimiMilu da ordem do Exm.
Sr. presidente da provincia, manda fazer
publico, que nos dias 22, 23 e 26 do corren-
te ir a praca para ser arrematado, perante
otnbuoal administrativo da mesma thesou-
raria, a quem por menos Uzer a obra do se
guodo lanco da estrada da Egcada, avahada
em 11:581,210 rs., e sobas clausulas espe-
ciaos abaixo copiadas.
A arrematarlo sera feita na forma dos ar-
ligos 21 e 27 da lei provincial n. 286 de 17 de
malo de 1851.
As pessoas que se propozerem a esta ar-
rematado comparecen) na sala das sessOes
do mesmo tribunal, nos das cima men-
cionados pelo meio-dis, competentemente
habilitadas.
E para constar se mandou affixar o pre-
sente e publicar pelo Diario.
Secretaria da thssouraiia da fazenda pro-
vincial de Pernambuco, 3 de marco de
1852.
O secretsrio,
Antonio Ferreira d'AnnunciafSo.
Clausulas e 1.' As obras dependentes desta arremata-
eflo serio feitas d-i conformidad com o or-
namento anprovado pela directora em con-
sdbo e a presentado nesla data approva-
eflo do Exm. Sr. presidente da provincia na
in.port uicia de 11:581,210 rs.
2.* O arrematante comeoar as obras no
prazo de um mez econcluir noprazu de
um anno, ambos contados da data do termo
de entrega d'arrematacflo.
3.* A importancia nesla arremalacSo se-
ra paga de eonformidade com o art. 39 da
le n. 286
4.a Para tudo mais que olio esl determi-
nado as presentes clausulas snguir-se-ha
o que dispOe a lei provincial n. 286 de 17 de
malo de 1851. --Conforme.
0 secretario,
Antonio Ferreira d'Aonunciacflo.
0 lilni. Sr. oftlcial niiiior servm lo de
inspector da thesuuraria da fazenda provin-
cial em cumpnmento da ordem do Etm
Sr. piesidente da provincia, manda fazer
publico, que nos dias 9, 10 e II do crrenle
ira a praca para ser arrematado, perante
otribuna administrativo da mesma the-
souraria, a quem por menos fizer, 16 grades
de ferro para a obra da casa de deten;3o.
A arrematadlo ser feita na forma dos
arls. 24 e 27 da lei provincial n. 268 de 17
de maio de 1851, e sobas clauzulas espe-
ciaos abaixo copiadas.
As pessoas que se propozerem a ests sr-
reniat ic.lo coinpaiccam na sala das se-soes
do mesmo tribunal, nos das cima men-
cionados pelo meio dia competentemente
habilitadas.
E para constar se mandou afilar o pr-
senle e publicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria da fazenda pro-
vincial de Pernambuco 2 de mar^o de 1852.
O secretario.
Antonio Ferreira d'Aiinunciacao.
Clauzulas especiaos da.arrematado.
I*. Todas as grades serflo feitas de eon-
formidade com o orcamenlo e dezenbo jun-
to, e pelo proco de 130 rs. a libra.
2.a O arrematante ser obrigado a apre-
sentar dentro de 5 dias urna das grados
prompla, e no praso de 70 dias, entregara
todas aa 10 grades promplas, contados am-
bos os prazos da data da arremalacSo.
3.' O pagamento ser feito em duas pres-
1 ii,'D 's da maneira seguinte : a primeira
muala melado da importancia da arremata-
cao, quando estiverem promptose entregues I
8 grados, e a segunda igual a primeira quan-
do estiverem todas promptas e entregues.
4.a O arrematante sora obrigado a nmpre-
gar na o in-l ruroflo destas grades o ferro da
melhor quali lado que se cosluma empregar
em laes cazos.
5* Para tudo o mais que nflo est deter-
minado as presentes clauzulas, seguir-se-
haoque determina a lei provincial n. 286
de 11 de maio de 1851. Conforme.
O secretarlo.
A. F. d'AnnunciacSo
-- Convlndo tomar todas as providenclaa a
bem da aaude publica, a cmara municipal des-
la cidade adverte as pessoas que faiem calxdea
neo lo o ios, e aa que o comprain, que devein
aer ellesfeitos com laboas que nao sejio inul
delgadas, bem unldaa umaa s outraa, e bem
llegadas, de sorte qnc nao delxein fcilmente
transpirar por seos fundus os miasmas que se
desprendem doscadarerea que encerram,Mean-
do prohibida a dura doa mesinm por outro mo-
do. Eparaconslar se mandou publicar o preaenle.
Paco da camera municipal do Becife em sasso
de 6 de marco de 18,2. Franciscu Antonio de
Oliveira, presidente, Manoel Ferreira Accioli,
secretarlo inllrino.
O Dr. Jos n i\ mun lo da Costa Menezea juiz
municipal aupplenta da 2." vara, e do com-
mercio nesla cidade do Recifa de Pernainbu*
cu por S. M. I. e Cf que Dos guarde etc.
V ico saber aos que o presente edital virem,
que Manoel Lopes da Silva me apresentoii por
escripia apelle.o do teor aeguinte.Ulz Manoel
Lopes da tillva, morador nesla cidade, que quer
faier citar a Manoel Francisco Coimbra, mora-
dor na ra Nova desta mesm cidade, visto nao
se ter concillado como faz certo o documento
primetro, para vlr assignar os des dias da le
letra documento seguudo, para rcinlr por es-
tar vencida, cum os juros convencin a,a decor-
rldos, e nao lemladu no dilo termo, ser con-
dcinnado no principal, juroae cuntas at elTec-
livo embolcu do aupplicante, sendo logo citado
o supplicado para todos os mais termos com a
pena de revelia. Pede a V. S. Sr. Dr. juil mu-
nicipal aupplente e do commercio que ae sirva
mmem*m*iwm^^r^^^^m*2ss~
seu conheclmento os referidos edltaes serlo pu-
blicados segundo o disposto no 5a. do art. 45
do regulamenlo n. 331 de 25 de noveinbro de
I8.V), eciislaiRecife 3 da marco del 52 Jo-
s Ravmundo da Coala Menezea-=Em compr-
manlo do que bal por citado ao dito Manoel Fran
cisco Coimbra. para que dentro de quiose dias
compareca ueste Julio aflu de responder a ac-
code dea dias cima mencionado, cujacltacao
seiacusada em audiencia deste julio,Ando se-
ja o dito praso, e no comparecendo correr a
causa a sua revelia al Anal senlenca, E para
que chegue a noticia de todos se pasaou o pre-
sente, e mais dols do mes no teor, sendo um
kfuado na praca do Commercio, outro na casa
da audiencia, e outro publicado pela Imprensa.
Dado nesta cidade do Recife em 8 de marco de
1852. Bu Manoel Joaqulin Baptista escrlrio In-
terino osubscrevl.
Jos Haymundo da Costa Menezaa.
O Dr. Jos II .i y mundo da Costa Menesea, Juiz
municipal aupplente da a. vara nesta cidade
do Becife de Pernambuco etc.
I-ayo aaber aos credores iocert s de Jos Pes-
taa da oliva, que por este )ulzu Ihe mote exc-
cucao Jo. Rodrigues Sordos socio liquidante
na Orina social Brinco & Rodrlguea, em virtude
da qnal se procedeu a penhora naquao iade
214,000 de arremalacSo de um deposito de aaau-
car do exrcuiado Jos Pratana, que se acha de-
positado em ino do depositario gval Francis-
co liaptlsta de Almeida.pelo que bel por citado
aos mesmos credores lacertos do axecutado pa-
ra que no termo de 10 dlaa colados da publl-
cacao do presente comparefain neatejulaoa
opporeua a preferencia que tlverein a sobredi-
la quantla, sob nena de se passar mandado de
levantameuto a favor do esequeote e para que
chegue a noticia de todoa mande i pasaar o pr-
senle edital e duis doa meamos tbeores que i.
rao publicados pela imprensa e axados na pra-
ca do commercio e caaadas audiencias Recife
5 de marco de 1852. Pedro Tertuliano da Cunha
escrivo o suoscrevl.
Jos Rayinundo da Costa Meoezea.
O IIIm. Sr. iiflicial-maior servindo de
inspector da thesouraria da fazenda provin-
cial ; em cumprimento da resoluoflo do tri-
bunal mi i inisiraiivn, manda fazer publico,
que vai novamente a praca para ser arre-
matado no dia 18 do crtente a quem por
menos fizer a obra dos cune otos da ponte
dos Carvalhos, avahada em 954,500 rs., lo-
mando-ge por base d'arreinalerjfio o ouere-
cimenlo de II por ccnto de a batimento fei-
to pur Filippe binicio Cavalcaot de Albu-
querque.
A arremataeflo aer feita na forma dos sr-
tgos 24 e 27 da lei provincial o, 386 de 17
de maio de 1851.
As pessoas que se propozerem a esta ar-
remalacSo comparecam na sala das srssOes
do mesmo tribunal, nos das cima mencio-
nados pelo meiu-uia, competentemente ha-
bilitadas.
E para constar se mandn aullar o presea-
te e publicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria da fazenda pro-
vincial de Pernambuco, 7 de marco de
1852.
0 secretario,
Antonio Ferreira d'Annunciaoflo.
Clausulas especiaes a"arremata(ao. <
1.a O reparos da ponte dos Carvalhos se-
rflo feitos pela forma, sob as coodicOes e
do medo indicado no orcamento ap. rovado
pela directora em conselho, e apreseotado
ao Exm. Sr. presidente da provincia na im-
portancia de 954,500 rs.
2.a As obras principiarBo no prazo de um
mez e serflo acabadas no dequatro mezes
ambos contados da entrega do termo d'ar-
reinata(flo.
3.a O pagamento ser feito em duss pres-
tac,esiguaes, sundoa primeira quando ti-
ver feito amelada da obra, e a segunda
quando esliver concluida a obra.
4.a Duranle a rxecueflo daa obras ser o
arrematante obrigado a dar fcil e comino-
do tiansitoao publico.
5.a Para tudo mais que nflo est determi-
nado nss presentes clausulas seguir-se-ha
o quedispOea lei provincial n. 286, de 17
de maio de 1851.Conforme.
O secretario,
__________A. F. d'AnnunciQflo.
eclarayes.
' O procurador da cmara munlcal pelo
presente avisa aos donos de ostabulecimeti-
lo-, o de cu rotas e mais vehculos de C00-
duceflo, que venham quanto antes A rnesm.
cmara pagar o imposto municipal, nflo se
aguardando para o lim do mez, porque en-
tilo nflo llavera tempode despacba-los em
continente, pela afluencia.
De ordem do lllm. Sr. director geral da
instruceflo publica, fafo saber a quem con-
vier, que o concurso cadeira de instruceflo
elementar do segundo grao do dislricto da
S, he no da 9 do crrante.
TIIEATHII DE APOLLO.
REilTA EXTKAOBDINARlA.
Em beneficio de Joanna Januaria
de Souza Bithancourt.
SABBAD0, 13 DE MARCO DE 1852.
De os da execoQflo de urna brilhante ou-
vertura, riela orcheslra represenlar-se-ha
pela p'imeira vez nesla cidade o interei-
santissimo drama em 5 actos :
CLOTILDE.
Firsonagens.
Cliristisno,oflicial de secretaria o Sr. Gui-
maifles.
Lespioois, mini-tro -- o Sr. Costa.
Riphael Barar, judeu o Sr. Seona.
Hess,y, marqitez -- o Sr. Telles.
Jos, criado veil.o -- o Sr. Jorge.
Um carcereiro o Sr. Mello.
Um ciiado Caetano.
Clotilde a benellciada.
A senhora d'Armely a aenhora D.Carolina.
I'.n comissariode policia > Sr. Francisco.
Designando dos actos.
Primoiro--o roubu'eo assassino.
mensa iiillurncia que exerce o presidente
da provincia da llama sobre o espirito dos
seus compiovinciauus ; sabemos do presti-
gio de que elle guza, e da magia com que Russel Mellors & Companhia.
seus peusamenlos patriticos hflosldo abra- 1 dito ditas ; a viuva Amorim & Filho.
cados pelos bahiauos; e o que elle la pJe 1 dito ditas; a J. Keller & Companhia.
conseguir dos seus comprovincianos, nflo o 1 dito ditas; a Napoleflo G. Bez.
poder de certo obter qualquer presideute 1 ombrulho ditas ; a Fraocisco Peres Ca-
de Pernambuco (apoiados); esses melhora- mar.
mentos ma tenaos, esse cuida lo, e desseilo t dito ditas ; a Jos Antonio da Costa
noeugrandecimenlo eprospendadedo no-so Irmfio.
nialracoda provincia osuppr queo impe* paiz, so o pJe ter algum coraeflo verdadei- 1 jacaz encapado ditas; a S. F. Poing-
dimenlo do chefe ue polica dovia prolun- ramente pernambucano e oflo individuos desler.
gar-se, e que nflose nomeasseum subatitu- que vem aqui exercer urna missflo ephemera Escuna hespanhola Annita, vinda de
to para occupar esse lugar, nflosepie ou antes fazer um tirocinio, e que (amitos Buenos-Ayres, consignada a Joflo Pinto de
supuOr isso da presidencia, e o oobremem- apoiados) no lim de alguns mezes vul- Lomos dt Filho, manifeatou o seguia.e :
bro sern querer Irrogou-lhe um d-sar... taro para o aeu paiz deixmdo a provia-
O Sr. Pereira dt Carvalho :NSo Sr. eu ca estremecida e atrasada, amaneando aos...____ ,------------------------^
meesplic-rei.... qUS -||( goza de perfeita tranquillida- 20 couros servindo de coberta a mesma i matante. Alfandeg de pernambuco8 de mar
OSr Naciel Monleiro: Por tanto anda de e prosperldade. O Sr. Gonjalvea Mar- cama. fcodeitoi. n i,.n..ior t-u.in.
oargumantoaqueonobremembroaeaoc- lins lem applicado suas vistea fpatrioti- CONSOLADO GERAL. Bento Joa Fernands Marios'
correuidojornal he contra- producen!!. Nflo cas para o desenvolvimeoto de sua* trovm- Rendimento do dia 1 a 8. .11:529.3391 cmara municipal deata cidade fas publico,
so tendo provado que ha um novo chefe de ci; mas o Sr. Marlins lio (Uno da/Bahie. dem dodia 9 .........1:425,616 Jq0e ,endo-lhe privativo o forneclmento de car-
policia, (e a polica nflo he cousa que possa elle deve cuidar do desenvolvimento e pro- -.Iros fnebres para condcelo doa cadveres ao
star auspensa) segue-se que o impedimen- gressodasua provincia que be onde elle re- 12:954,985 'cemilerlopublieo.seguodo o disposio no artigo
3,000 quintaos (peso liespanuol) carne; cordu para volidos no valor de 141
OS mesmos. jaendo arramatacio llvre de dlieltos au arre
O lllm. Sr. inspector da thesouraria
da fazenda desti provincia, manda fazer
publico que os exaroos a que tem de proco-
tl-r-so para preenchimentu das vagas exis-
tentes na ra-saii repartirlo teiSo lugar noa
das 13 e 15 (do crente) sendo os dos pre-
tendentes aos lugares de pralicanles no dia
13,e osd'aquelles que se destinam aos lu-
gares superiores no dia 15. Aa pessoas por
tanto que esiiverem babelitadas deverflo
comparecer s 10 horas dos mencionados
diaa.
Secretaria di thesouraria de fazenda de
Pernambuco 8 de marco de 1852.
O ofllcial maior interino
Emilio Xavier Sobreira de Mello
Pela Inspectora da alfandega ae faz publico
que na eonformidade do artigo 229 do regula-
menlo ae ho de arrematar em hasta publica i
porta da repartlcflo no dia lo do i correte de
pols ao mel da 2 calas com 15,000 Taras de
' 141,300 rs.
mandar que, deatrfbuida esta, eja citado o sup-
plicado, e qua o olHcial encarregado da dlll-' Segundo -- o remorso.
gencia cumura o dlapoato noa | i, e 2 do de- leiceiro 0 desprezo.
reto de 25 de novcu.br.de IH5 E recebe.i (Ju.rto -- a denuncia.
Merce.-Joe Nirciio C-aine o. INida mas con- *-..,.,__., .._..*
llnha dita pel.cao. na qual de. o despacho sc-!Qu.,U nvenamentO.
guite: Destribuldaclte-se. Recife JO de feve-1 "a desnecessano tecer qualqaer elogio
reiro de i8ai-Costa Meneses-Em comprl- sobre este drsma, para que o publico melnor
ment decuju despacho Indoo offlclal e Justl-'pussa sen ir os seos bellos effcitos scenicos,
ca cllarosupplicadoe n.oachaodo pasaaracer-1 Mo lim do drama, oSr. Antonio Maximia-
tido declarando o suplicado se achava fura da el- Do, e a senhora O.Carolina, em obsequio
dadr; peloqueosupllcanteme anreaentuua re- t ben.-liciida, cantar.lo o novo e gracioso
pilcado Kur segulnle. lllm. Sr.Dr.|juli munlcl- aei0
pal aupplente e do cominerclu.Ulz o auppll- '
canta que da certido do ofclal no Incluio re-
querimenlo coribla que nao pode ser citado osu-
A Sentinella da Cadeia.
Dar flm aoefpectaculho a bem conheci-
jillcado por estar fora da cidrde.e no annunclo di 0 applaudi la farca, Com O seu competen-
no Diarlo de Pernambuco junto, con.ia ter o te fDd,ngo Salyo,
aupjilieaao sabido para Tora a tazeralgumas co-1 ,, ritxppQ PARDO
hraucaa : e por laso que pode acontecer, que nao i t ... j 1 .. T, ...
se demore por multo lempo, e V S. o julg.- beneficiada. teoJo de reltrar-SO para a
ment do arresto marcou o praso de qulnse das provincia da Baha, tem a honra de offere-s.
para o aupplicante propor a accao, e dito pra- cer pela ultima vez, ao generosa publico
ao esl a concluir-se, requer o suplicante a V. desta cidade, o presente espectculo, e es-
8., que avistada Imposslbllldade de propor a pera aquella cosluma la proleccto, que s
accoporno se ter feito cliacSo, e a vista do heprop.iode um publico Ilustrado,
auuunclo. que posto na indique o lugar para 0j bilhetes acham-se em caaa da beriefi-
onde sedeslinou o supplicado, todava nao de- c.|a .... |.Pirm -,| Rni.rln n la nri.
clara que sahlo para fura da provincia ae digne *,''", r"i "g dU K "'JLJL. i P
proroaro praao marcado por mala..... termo rn,"' andar, e no da do espectfculo, no
que V. S parecer rasoarel. Pede a V. S- que Ihealro, lugar do coatume.
e sirva deferlr-lhe, E recebar tuerce.Joa aVflHa^^BBTal
fVaaolso Camello. A vista de cuja replica profe-
r despacho segulnle; jusulique a incerteza
do lugar, para aer citado por ed.tes. Recife
21 de fevereiro de i8.V2. Coila Meneiea.=Ein
cumprimento da.cujo deapaoho produslndo
o aupplicante auaa leste.i.uuha, e aublodo oa
autoa a inlnha concluao profer a eeu.enca
aeguinte : A vala da loquir.c.o de fulhas 11 a
fuliiaa i! julgo juilif.cada a Incerteza do lugar,
THEATROOE 8. FRANCISCO.
OCIMA-FEIItA, 11 DE MARCO DE 1859.
3.a represmtucai da companhia lioberl.
Programla do divertimento.
Impel i lo Mr. Robert e sua companhia
pela benevolencia com que o publico per-
Tuliiaa I Ijulgoj^imoana a incerteza do lugar, ,mbuC40 tfl0||le .eug trabalhoa, ha dis-
em que se sca atanoel Francisco Lo inbra, por "*"""___ .. ,_,_.. ..'i_.
i.t. mando que aa pama, edltaea con. o praso POalO para O da ladiCado um grande e va-
de .5 dlaa, para que dentro dallas aa aprstala) riado espectculo dirigido da maneira iu-
o dlloCoimbra em juiso, e para que chegue ao guinte :


?-**
55
PrimHra part.
l'hysica e mgica.
Mr. flobert dai principio a esta com lima
aerie de virlidas e formosaa sortea tanto de
physica como do mgica emethamorphosea
tto bellas a agradaveis i vista como incom-
prehenaiveisao enlendlmento.
Segunda part.
Corda vol'iite a toda altura do Diestro
pelo primeiro alcidea maranhenae Alejandre
I.ouis, o qual depoia de h.ivar exerutado va-
riadas e elegantes posicOes, terminar pelo
Gran-RsdomoiQho gyraodo com tal veloci-
dsde que nSo se Ihe poder distinguir a
cor doa vestidos.
Ttrccira parte
Um novo e muito divertido baile mmico
chamado a Chinela, dancado em traga e
msica anloga pelo Sr. Mandil, a menina
Joaephiua a o Sr. Alejandre.
Qurt'ta e ultima part.
Grande danca Ue corda toa pelos qustro
discpulos de Mr. Robart, fazendo sempre
neata acio o gracioso papal de palnaco o Sr.
Alexartdre, o qual execular sobre a corda
orna danca cmica, tendo por sspitos dous
cestos nos pea.
8.'A jovenslnha gentia dn 4 anno< de-
poia de seus Irabalboa fara as suas mui dilli-
eeia desleseles.
3 A menina Josephina, qun tintos ap-
plausos ha merecido, tonina a se aprestn-
tar sobre a corda na qual descmpsnhar va-
riadas posicOes de multa elegancia, e termi-
nar por danzar urna mui diflicil danca de
carcter.
.Dinca com maromba e som olla pelo
joven pernambucano, o qual se distinguir
sobre a corJa, terminando com mui ciegan-
tes passoa, elevagOas, etc., etc_____________
Avisos martimos.
Para Lisboa segu no dia 16 do cor-
rente o hrigue portuguez S. Domingos: an-
da recebe alguoia carga o passageiros : a tra-
tar com o capitSo Manoel Goncalves Vianna,
ou com o consignatario Joaqoim Ferreira
HendesGuimires, na ra da Cruz n. 57, se-
gundo aodar.
Para o Porto seguir at no llm do cor-
rente m-z a hem connecida barca porlugue-
za Santa Crui, capitao Manoel Francisco No-
gueira : recebe carga, e tem cxcellentes
comirodos para passageiros : trata-se na
ra do Vigario escriptorio n. II, I. andar
ou com o capilfio.
- Krota-sa a barcaca Tenia lora Feliz de
lote de 35 a 40 caixas,fabricada e promptaa
seguir viagem para qualquer porto do Norte
ou doSul, e tambem se vende i dinhajro ou
praso com firma que agrade aos pretenden -
tes podem dirigir-se a ra larga do, Rozario
D. 18 que acharfio com quem tratar.
Para o Rio de Janeiro, embarca J. L. R.
Taborda,_o_gfjj escravo pardOj de 12 annos
'ftde, de uome Jofio.
Para o 1' io de Janeiro.
No dia 14 docorrente, sahe in-
f'alivelnienle, patacho nacional Bel-
la Anilla: para passageiros e escra-
vos a frete, trata-se com Manoel
Alves Guerra Jnior na ra da
Cruz n. /|0, primeiro andar, ou
com o capitao Manoel Jos de Sen-
na Maitins, na praca.
Para o Rio da Janeiro sai no da lo do
crrante o brigue Recife, s recebe passa-
geiros e escravo* a frete: a tratar na ra do
Collegio n. 17 segundo an lar ou abordo
com o capitSo Manoel Jos Itibeirn.
Quem tiver contas com o b'igue llim-
burgez Ed queira as entregar hoja I o
docorrente mez, at dez horas do da, no
consulado de Hsmburgo : ra da Cruz n. 4,
pois que depols dessa hora, nSo se respon-
sabiliaa por pagamento algum, relativo ao
dito navio.)
Par* o Rio de Janeiro seguir nestes 8
diaso veleiro patacho braaiteiro Espadarte ;
para passageiros, e escravos a frete, trata-se
com o Capilfio a bordo, ou comAmorim fle
lrmSos,na ruada Cideia n. 39, primeiro an-
dar.
l'ara o Hio de Janeiro vai
sahir com a maior brevidade pos-
sivel, o patacho nacional Alegra :
para o resto da carga, passageiros
e escravos a frete, trata-se com
Novaes fk Companhia, na ra do
Trapiche n. 34.
Fara o Kio de Janeiro o bri-
gue nacional Recite que perteade
sair no dia 8 de margo por ter a
maior parte do carregamento
prompto ; quem no mesmo quizer
carregar ou embarcar escravos a
frete dirija-se a ra do Collegio n.
17 segundo andar, ou ao capitam
Manoel Jos Ribeiro.
Para a Baha sai em poucos das a escu-
na Tentadora forrada e pregada de cobre
para o resto da carga trala-sa com Novaos c
Companhia : na ra do Trapiche n. 34.
anilina ----- j. 1 1 miti
Leiloes.
ros que possam ser arremtalos, tudo sal-
vado da oicsma barca
- O eorretor Miguel Carneiro, far lelil
na quinta-feira, II do crrante, as 10 borss
da manhSa, no seu armazem, na ra do
Trapiche n. 19, de muitos trastes novos e
usados; loucas, vidros, cindieiros, relngioa,
selins, pistolas, urna rica mesa de pedra, so-
bre ella acha-se desenhado a cela larga com
iodos os apostlos, urna colleccllo de qua-
dros, contendo a historia sagrada, e outroa
muitos objectos que val a pena ser arrema-
tado.
C. G. Astley & Companhia, fardo Icilo
por interveneflo do eorretor Oliveira, de
grande variedade de fazendas proprias do
mercado: quarla feira, 10 do crrante, as 10
horas da manlia, no seu armazem, na rna
uo Trapiche Novo.
Crocco & Companhia fardo leilSo, por
intervenido do eorretor Oliveira, "de difte-
rentcs faiendas francezas, inclusive multas
recentemenle importadas, prupriaa para a
quaresma : quinta feira, II do correte, as
10 horas da mauhfia no seu armazem, na
ra LeilSo que faz Domingos Bozano, ca-
pitn da barca Sarda Balilia encalhada na
sua recente viagem de Genova paia Buenos-
Ayres no lugar denominado Pao Amarellu,
onde o arrematante lomar: cunta; no dia
seita-fei'a 12 docorrente, as II horas da
mantilla por conta e risco do quem perten-
cer, na presenca do vice cnsul de Sua M 1 -
gestada Sarta, e o Sr. Jos Sapontte agente
do seguro, por inlervencfio do eorretor Mi-
guel Carneiro, do casco, dois austros gru-
po?, correal, co te, forrado e prega lo de cobre, e mais per-
lences, na pr^Qa ao Commercio.
Avisos diversos.

Precisa se fallar aoSr.Jofio de Daos Ca-
bral : no armazem do caes da Alfandega
n. 5.
Francisco Goncalves Netto, vai a Eu-
ropa.
-- J0S0 Fernandos Antune, subdito por-
luguez, retira-se para fon do Imperio.
Manoel da Silva, subido portuguez ,
retira sa para fra do Imperio.
-- Peda-seaoSr Antonio Goncalves Fer-
raba, o favor de vir pagar as suas duas le-
tras, vencidas: na Inji da ra do Calin-
ga 11 2.
Ja ra da Senzalla Vclh n. 96, preci-
ss-se de um bom forneiro.
Maia Ramos & Companhia, pelo presen-
te avisam a todas as pessoas, que sejulgi-
rem seus ere lores, por qualquer titulo, que
no praso de 8 das, a contar da data deste ,
queiram auresentarsuas conlas, alim de se-
ren logalmeote pagas.
Rogase a pessoa a quem urna negra
desse na quarta feira de cinza, ou n'outros
lias, urna bandeja grande, para guardar: o
favor de annunciar para ser procurada, vis-
to ella ter desapuarecido.
Manoel Alves Guerra Jnior, embarca
para o Itio de Janeiro, o seu escravo mula-
to, de nome Manoel.
- Jos Estoves do Nacimnnto, embarca
para o Rio de Jan'iro, a sua escrava Selias-
tiana, de nacSo Angola, do 31 annos de
idade.
~ Jos Ssporite, negociante estabelecido
nesta cida le com escriptorio na ra do Tra-
piche Novo, n. 18, faz scienle as pessoas a
quem potM interessar, e aos Srs negocian-
tes desta cidalo, que elle se acha tegalmen-
ta nomeado agente' das companhias de se-
guro martimo de Genova, nesta mesma ci-
liada, aendo que por isso est munido dos
precisos poderes para intervir judicial e ex-
trajudicialmenle, em todos os actos o nego-
cios que as iiiusinas companhias disserem
respeito.
Jo3o Pinto Regis de Souza
far leiUo por intervencSo do
" eorretor Oliveira, de ia pipas de
ptimo vinho velho do Porto, e
de marca muilo acreditada neste
mercado, o qual ser vendido a
praso em lotes vontade dos
compradores e sem limites em
prego, por ser para liquidarlo de
contas : quinta feira 11 do cor-
rente, s 10 horas da manhSa, no
arumeui do tanoeiro, na ra da
Madre de Dos, defronte da en-
trada para o consulado provincial.
LeilSo que faz Domingos'Bozano, capitSo
da barca s-rda < Balilia na sua recente
viagem de Genova para Buenos-Ayres, en-
calhada no lugar denominado Pao-AmareMo,
por conta e risco de quem pertencer, na
presenca do vice-consul deSua Magestsde
Sarda; e oSr. Jos Saporliti, agente do se-
guro, por inteivi ncllo do eorretor Miguel
Carneiro, sabbadoldo corrente, s II ho-
ras da manhSa, no caes da alfandega, a cer-
ca de vellames, ferros, maalareos, vergas,
pannos, crrenles e outros pertences salva-
dos da mesma barca.
LeilSo que f .z Domingos Bozano, capitSo
da barca Sarda a Balilh, na sua recente
viagem de Genova para Buenos-Ayres, en-
calhada no lugar denominado Po-Amarel-
lo, por conta e naco de quem pertencer,
(in presenca do vice-consul de Sua Mages-
tsde Sarda; e o Sr. Jos Saporitli, agente
doteguro, por intervenefio do eorretor Mi-
guel Carneiro, segunda-feira 15 do corren-
te, s II horas da manlie, no caes da al-
fandega, a cerca de pipas com vinbo, azei-
te en eaixas, queljos, papal de peto, dito
Ue embrulho, licorea, sabio e mais gene-i
Precisa-se de urna ama seca que en-
8 tenda de cosinha, danln-se bom or- 9
donato, conforme o seu trabalno, a fg que quizer appneca: na ra do *
a#) Caes por detraz da ra do Brum, ?>
t dentro do Recite, nico sobrado que 9 tem no raes, sendo de 2 andares e
D pintado por fora de encarnado.
*v^*S>ial#t*
-- O Sr. Lourenco Carneiro da bilva, mo-
rador no engeuno Taquari, queira dirijir-
se as Cinco Pontasn. 21 a negocio que Ihe
diz respeito.
Prensa -se de urna ama de leite, forra
ou.escrava para acabar decriaruma enanca.
as Cinco Puntas n. 21.
Urna pe-soa que escreve sotrive! e cor-
rectamente, offarece-se para escrever a
quem de seu pre-timo se quizar utilisar :a
tr-tar no largo da Ribeira, armazem de fa-
milia n 7.
0IT-reca-H um homem portuguez para
|.-iior de.silio, o qual tem Instante nunca
quem o precisar uirija-sea roa da Cadeia
do II i'ie n. 3ii, primeiro andar.
Tendo-sn dado a um pr<-lo da costa de
nome Paulo, um taboleiro com os livios da
rsc letiir.ic.ln coininere .1 da casa do liaado
negnciante Antonio Cardozo de Queiroz
Fooseca, para os levar t>ara a ra de S. Rita
cobertoa com urna toalha com os iniciars
F, B. A., e urna cadeirinha de pao d'olho.
este preto osextraviou:|<|uem de taes objec-
tos l ver noticia di-i] -so a ra de S. Rita
n. 14, quesera recompensado. s
A pessoa a quem peitencer urna escrava
que diz chamar-se Mana, a qual esta fgida
a annns, e diz peitencer a um portuguez de
nome Joaquim Manoel, qoo linha urna (Iba
de nome Margan la :quem for sen douo di-
rija-so as Cinco Ponas eaaa da Sra. Rozinba,
que le n/raneno de matulos, onde achara
queofd ella d noticia.
Attenco |
A que estando com parte ue dutnte na res-
pectiva reparlicSo, se acha na academia i'e
il111 ia fazendo exames preparatorios para
matricular-se no curso de direito; que a ni
zenda publica nSo h patrimonio de quem
quer esludar, que quem tem m-ios esluda
asna cusa, e quem nSo os tem deve plantar
batatas,
O inimigo dos espertalhOes.
-- No dia 10 do crranle depois da audi-
encia do lllm. Sr. Dr. juiz da seguoda vara
tem de ser arrematada urna casa terrea : na
ra Uireita da froguezia dos Afogados por
execuefio da Antonio Annes Jscume Pires
contra os herdeiros de Manoel de Gouveia
Souza.
Na ra Direita sobrado de um andar n.
33iao p da botica, van lem-se barrillnhosde
ilnce degoiaba inteira, jaleia, da araca, e
outros com doce, din. de mangaba; tambera
faz-sed (ees secos tudo de muito su. emir
quslidade e barato proco; tambem ae faz
bulinhos para cha, eseenfeitam bandeijas
dos meamqscom lamos, f ores, figuras, ti-
liilfi-, Unlo em bolos comoem allinms, fa/.-
se bolos de dineral* qualnlailes, faz-se pu-
dim, tortas, lremedeiras,srot de leite,doces
de ovos, tambem se apromlam jantarev e
alinocos, tanto para o diario de qualquer
pessoa, como paia banquetes, com muio
aseoe muilo euconta.
AllencSo.
Veslem-se anjos para procissSo, com o
maior asseio possivel e elegancia, o proco
be o mais commodo possivel, assim como
se slugam azas pa-a os meamos anjos : na
ra da Cruz o 27, segundo andar.
Aluga-se o segundo 'andar com solSo e
-- I.ava-so e engomms-se com todo o al-
acio pelos .procos seguales : caigas e jo
gue/as a 100 ra e ramisas a 80 rs.. collot-s
a 80 rt, e-toda qualidade de roupa por di-
minuto preco : na ra da Viracfio n. 33.
- Deaapparebou no dia 2a do mez passa-
do urna escrava de nome Anna, altura re-
gular, cabellos aparados, olhoa grandes,
denles limados e sem falta de algum, hom-
bros desodos, peitoa cados, costas carnu-
das e com urna quelmadura no molo, levou
vestido de xita roxa clara, panno da costa
izada co n listras azues e encarnadas, brin-
co d'ouro francez, e tem alem dos mais sig-
naes as orelhas piquenas e algum tanto ras-
gada, levou urna bandeja grande nova, e
urna toalha'de mera com aa letraa 1.1. G. ;
suppoem-su ter fgido para o mato, d'oede
a qualro me/es de la veio, tenJS Sido es-
crava de Jjronymo Teixeira Coolho, eacri-
vSo drrsubJelagado do dlstricio de Ingatei-
ra ; quem a prebender levo ra-do Quei
mado n. 15.que aera recompensado.
Ariencfio.
Fugio, ou fol se duzda. no dia 10 do cr-
ranle, urna pardinha deome Archanja.de
12 annos de ida le, com os sigoics seguin-
les:cabellos cortados rente, olhos meio
vesgos e pequeos, levou vestido de dula,
Com listras brancas e cor de caf, com ra-
magens encarnadas; esta escrava veio ra-
meilida da ciada da Victoria, ao Sr. Luis
Gomes Silverio : porlaolo roga-se as auto-
ridades policiaes, cipitfies de campo e pes-
soas particulares, qua a prendam e lovem-
na a ra da Cadeia do Rerife n. 17, segundo
andar, que recebar SU.0UO rs, de gralifl-
caefio, e protesfa-se con todo o rigor da
le contra quem a tivor acollado em sua
casa.
--1)i'sap. areceu em setembro-de 1850,
escravo JoSo, que havia apouco chegado do
Coar, cujo escravo tem os soguiutes Big-
uaes : bem prolo, bonita figura, estatura or-
dinaria, olhos e boca grandes, beicos gro-
cus, com lodos os denles da frente, ps
grandes, muito ladino com quanto seja de
Angula, he meio gago e usa quasi sempre
do lermo patusca la ; roga-se por tanto as
a ul 'i mi la les polica,-s, aos ca ii iV'S de Cam-
po, ou qualqueroutra pessoa a captura d'es-
to escravo, a quem se gratificar cuHi0,000
rs.: no Recite DI ra Cadeia n 3, piimeiro
andar escriptorio da Jos Antonio Bastos,
uu na provincia do Cear, com o seu Sr.
Luiz Rodrigues Samico.
Oabaixo assignado.roga aO Sr. colec-
tor o obsequio risca-lo da listados coleta-
dos, pois deixou'de venderagoardente, des-
de o dia 3 do corrente, como j o annun-
ciou nesto Diario, reqaereo aoSr. adminis-
trador para ser inhumado, o qual mandou
informar a sua merc, e at noja nada de
ioformacSo, j diz que nSo- tem ordera
e como nSo so pode hir mais sua casa por
ser muito longe, se Ihe faz o presente an-
tendo no meto urna pequea passadeira com
tu is pequeas torquesas, a na ext> emidadi-
uma ancora e cacolela de Ouro, cbavesl-
netediditn, podra vrJe a urna pulula e
prata gavalnlsada : quem sacha', pode le-
var a ra do Livramento n. 20, primeiro an-
dar, quesera gratificado generosamente.
-- ti moco qu annuuciou no Diario dr
quinta.feira querer ser caixelro de venda,
querendo tomar conta de urna, dirija-se en.
Olinda na ra de Malinas Ferreira n. I.
Preciss-se de dous feitores pira enge-
oho, preferiikdo-aeserem das ilhas : no lar
go do Livramtoto n. 20, acbarSo com quem
tratar.
Precisa-se de urna ama qu
tenlia bom leite : no aterro da
Boa-Vista n 58.
-- Desipparecau da encadernicSo que di-
rige o pa ue Lomos, na ra du Collegio
coileccSo completa e encadenada uo peri-
dico lAriilnelroa, cuja capa anda esla poi
cabir : margein de um ios nmeros ha
escripia una nula da lypographia era que
fui un, resso esse peri "iico, igual qun O
faz por demaia conbrcido. Hoga-sea pessoa
quem poreulura baja esta coileccSo de
Ser off recida, a queira levar ao dito padre,
que, alem de gratificar, licar muilo agra-
decido.
Na Imprenaa de muaica da
ra Relia n 18, Imprim-"- a
rica mudlnha coin acoinpa-
nhamcniu para piano.
I*i eco i liso ra.
Nao te lembras meu amor,
Do aoaao beljo primeiro
Dease beijo que aellou,
Noaao Toioderradeiro.
Quando dalla me racirdo,
i oininovldo eu eslrcmrco,
Qulaera, meu beai, dlier-le :
Guarda-o que eu o nao inereco !
Eaaa bocea de coral,
Esaa ruta em rosto anglico,
Eise rizo de innocente,
E Macular-ae na'o devlara
Pelo meu balito Impuro?..,.
Mas, meu aojo, o meu amor
He fervente, he solo, be puro .
lrmandaie de S. Jos d'Agonia.
O secretario da irmandade do glori
pitriarcha S. Jos d'Agonia, erecta no con-
vento de nossa Senhora do Csrmo, cumprin-
do com as dispnsices da mesa ger.l con-
vocada ltimamente no dia 29de feveroiro
prximo passado, para o lim de se elfertuai
a e iilie icfio das catacumbas no camiteriu
publico, pelo prsenle avisa a iodos os
nuncio para em lempo competenlo servir ue jrmg0s de ambos os sexo da referida irman
prova. Antonio Joiquim Salgado.
Preciss-se trocir um v.illo da imagem
S Anna, altura de um palmo at palmo e
meio, era bom ou mau estado; quero ttver
dirija-so ra do Livramenio loja dis seis
portasque abi encoutrar co i Iquem traclar.
- O cnsul de S. M. B itaunica notifica
dade, qua devam presiar-se para esse lim
com suas esmolas que dictarem suas gene-
rosidades, no sendo menos da quantiade
5,000 rs., porque assim sen o meio adequa-
do para a conciusSo de urna obra tola ne-
cessaria a mesms irmandade ; assim como,
lem mais deliberado que. lo ios aquellas Ir-
que alie pretende vender a raso, Ierras n m;ios ,y. nfio sSo renii'los, hajam de o fa-
lerra marinha situado no atorro da Boa-Vis-, ier eulondendo-se com o secretarios lim
la n. 35 e ullimamemo servindo de hospital de seren melnormente orientados sobre o
lii l n i.eo ; as pessoas qno quizo-em com- goto dos indultos da quelles que s3o remi-
prar os ditos objecls po lem eximina-los a dos, e lenhim contribuido Com a competen-
quilquer hora uo dia, diiigindo-se i mesma e uuo[a reserva,I a a edilIcacAo ja referida ;
casa, o as oCfertas de compra serSo recebidas porque ao contraria nilo deizarfio tanto una
no cumulado brilannico desla cidade at o cumooulrns de gosar dossulfagioi coum
dia 20 do co-rente me*. irmfios, porem ntlo lerSo o previlegio de poi
Eu abaixo assignada, declaro que al- (eu fallecimenlo uu de seus lilhos menores
guem Ion feito ospalhar o falso boato de seren sepultados ras catacumbas, uassiu
que me acho de novu contratada nolheatro sorSoem covas no xfio, cujas despezs seis
de Santa Izabel, sem duvida para acarrela- p0r conla da irman laile sonde nessa confor-
ro n soliii: uiiui a o li si ade no i es.-eila ve| miiladoenteiidido nicamente com o pala, v
publico. Nulamente declaro que ha tudo nSo com os flilios : avj-ta duque os ente
falso, e que nem tal cousa me tem passado ressados deverfio dengir-sc a ra das Flores
pela idea, por isso que leoho da retirar- me ,.,s, 9 das 6 as 9 da manhS, e do 1 as 3
para a Babia, logo que tenha concluido o da tarde.
ria urna XC lenle casa de vivenda, que
he tid-a como a melhnr da da qualqu r en-
genho que a circunvizinha. Cmie-se dito si-
lid-a quem comprar a afra criada, que pre
zumo se ser de mais de 900 p9es: quem per-
ianto o pretender, dirja-se ao mesmo sitio,
ou no engonho referido.
Aluga-se urna escrava, boa engommi-
deira e muito boa pira o servico de umi sa-
la, e com a condigno de sahir as 6 horas da
manilla e recolher-ae as 6 ds tarde ; quem
a pretender, dinja-ae a ra do Livramento
o. 14, ou na Paisagem pisasndo 1 rontezi-
nha, no sobrado que tem porlSo de ferro.
-- o,dia 10 do corrente, se ha de arre-
matar em ultima praca, ni lila das audien-
cias do Dr. juiz municipal da segunda vara,
o escravo Luiz, pertencenta a Ignacio Jos
de Barro, por execuefio de Jos A11I80 de
Andrade, escrivSo Cunha no vilur de
300,000 ra.
~ Precisa-se de um criado de qualquer
ida le : na ra dos Quarleis n. I, primeiro
andar.
- Aluga-se um sitio nos leguintes luga-
res :-- Passagem Remedio, Torre, Capun-
ga, Mingiiinhn, e Ponte d'Ucha paga se
bem 1 na ra do Aragfio 11. 32, ou aununcie
por esto Diario.
Aluga-si o lercoiro sndar e sotSo, do
sobiado n. 27, da ra do Amorim, no Fort"
lo Mallos: a t'atar no segundo andar da
mesma casa.
Na ra do Hospicio n 59, precisa-sede
urna ama que engomoie com perfeifSo: pa-
ga-so bem.
-- no pateo da ribeira de S. Jos n. 15,
lava-se e engomma-se com peifeic,8o e sc-
Qtio.
-- Precin-se de um amassadnr : na pa-
daria da ra larga do Rozario n 48.
Precisa-ae de urna ama escrava ou for-
ra, quesaiba bem engommar, e so presto a
algum servido mais de urna casa de familia;
assim como tambem d'uma boa lavadei a do
varella quo lave com presteza : na ra do
Kriim, no segundo indir do aobralo de 4
andares.
Precisa-se alugar urna negra ah la de
meia ida,le, pira vender na ra fruclas o
verduras, sendo de boa conducta e el, pa-
ga-so bem e llie se ue bom tratamenlu :
quem a livor o quiser alugar dinia-se ao
primeiro sitio na cstrida dos melos ao
lado direito para tratar do ajuste.
Caridade sem limites,
paiz, em r, ra piannos, ssrafinas, rachas da
nuiiraa, arordfios, equalquer iu-t-inn mu
luaapareca, tambem fat obras novas, e tem
para vender leaiejos o um orgSo de bom li-
nai |i 1 iiois vozeaem conta.'ecehe em tro-
co instrumentos usados, na rnesaia casa ili-
na-se pimnos em casas pai liculaiei.
Arieuda-saa prupriedaue.ileSanta An-
na, com sbralo, senz>|la para escravos, f-
"ribarii, urna excellente ularia, baisa para
canim, plantafSu do caima, eum bom sitio
com minios arv irelos ; arreada so pelo
tompo que se clin vene miar : no Forte do
Matlus, a fallar com seu proprielarlo Jos
francisco Belem.
meu beneliciu nu lliealrode Apollo.
Joanna Januaria de Souza Bilhencourt.
Precisa-se fallar a negocio de inten-asc
com os herdeiros de Francisco Corris de
i.iua tros, natural di iliia Gracius, e que foi
fetorda mina do ouro, fallec lo nesla ci-
dade, segundo consta, na oito anuos. A
qualquer dos mesmos herdeiros, ou pessoa
que lidies sub, pede se queira diriglr-ae a
casa n. 8 defronto do Trapicho Novo, ou an-
nunciar sua morada pora ser procurado.
I o sacerdote desoccupido so olTerece
p-ra dizer mi-sas nos domingos e diassan-
tos ate 3 ou 4 legoas fra destl praca: quem
quizer procure na rui do Sebo n. 35, ou m-
nuncie. Adverte-se quo o padre nfio precisa
le conduccSo eso sujeita por urna mdica
gratificacSu.
ATTEraCaO.
JosPradines. culileiro armeiro, estabe-
lecido na ra Nova n. 36, tem a honra de
participar ao respeil.vel publico, especial-
mente aos seus freguezos, que receb -u pelo
novio llavre.recenlemenle chegado de Fran-
ca, um completo e esculhido sorlimenio de
tegouiss de entilara tina, para airaiate,para
costura e para hm da los, tesouras de unhas,
di notas e curvas, ditas de cirurgia e todos
os instrumentos, pioprios para opo-aces
medicas, t souras para jardim, canivet -s 1I0
urna e mais foliias, para pennaa e de algi-
beira, freos, rabes do 8QO pulido e pratea-
dos, de lo los os feitins e diferentes mode-
los, esporas de 050 polido do todos os fei-
tios e igualmente praloados, picadeiras, ca
bocadas de carro uu cabriole!, ferros de ar-
rancar denlea sorli los do superior qualila-
le, carleiras com ferros para limpar denles,
ntvalhaa de supenur quilldade,pulvarinhoa,
o lodos os mais preparoa de CaQa, ea^oletaa
da primeira qoa laJe, at aqui nunca vio .
das a esle mercado, da marca G, fundas,
surtidas de molas do ac ; e muilos outros
objectos de ulilidade para uso domoslico e
geral do publico; bem como faz amui-ciio
de navalhas, lesouras, e outros instrumen-
tos cortantes, as torcas, quintas e sabba-
dos, e oxecula qualquer obra ledente a seu
offlcio.
Manoel Jos dos Ssntos, embarca para
o Rio de Janeiro, a sua escrava, de nome
alaria.
O Sr. Antonio Jos ds Silva GuimarSes,
queira annunciar sua morada, ou dirija-se a,
luja desta lypographia.
Jos Alfonso Moreira, embarca para o
Rio de Janeiro a sua escrava Mana de
nefato,
Aluga-se o lerciro equirto andar do
sobrado da ra.larga do Rozario n. 38 : a
fallar na botica de Bartholomeu Francisco
deSouza,
. O Sr. acadmico Francisco deAraujo
Barros, queira por obsequio apparecer na
ra deMalhias Ferreira, sobrado n. 6, a ne-
gocio de seu iuteresse.
Roga-seaoSr. Bernardo Luiz Ferreira,
queira aprirecer em Olinda, na ra de Ma-
linas Ferreira.
A cavallrice junto do botol commer-
cio esta provida du oplimoa cavallos bem
gordos, e novos arreios para passeos ; tam-
bem tem bona qua raos castrados e passei-.
rus, os quaes se alugara para viageoa.
Aluga-se um sobrado de um andar, ou
mesmo algum andar, naa aoguinlea rusa :
Cruzaa, Queimido, aterro da Boi Vista, Ci-
deia do S. Antonio, Rozario, piteo doCir-
mo e Nova : a tratar na ra da Cadeia de S.
Antonio n. 9.
Na noule do dia 4 do corrente, perdeu-
tra peira da casa da rua do Apollo : a tratar na so da punle do Caxaog, a Passagem d
ra Direita n. Si. [Magdalena, urna crranle tioa derelogio
Suspiros poticos de um dester-
rado.
Com este titulo acaba de sihir i luz urna
pequea hruchura escripia em verso portu-
guez. na qual respira o fogo ardenle do pa-
triolis'no de quo he animado seu aulor, jo-
ven lisbonense residente nesta cidade. Ile-
commendi-se esla obrasinha ao benvolo
publico, principalmente aos porlugueses,us
quaes como seu autor estilo carpin 10 longe
do patrio solo as saudades que a lembrauca
del le taz despertar. Voude-se pulo motico
preco de t,0i>0 rs. cada exemplar : na luja de
1111 'i le/as do Eslima no aterro da Boa-Vista.
O autor da onra aci.na aproveita esla oc-
casifio para, por meio
  • O udio eterno que consagra a esse seu indig-
    no cumpatriot', que uusou pegar na peana
    para cubiir do epilhetusos mais mjuiiosos
    seus cumpalriolis qu aqui resideui. Se o
    comporlamenlo dos porluguezos 110 Brasil
    he digno de censura, nfio competo a um
    avciiturciro cuino ha esso vil portuguez, de
    os ecusar, escrevendo contra elles o que
    sus desordenada m-me Ihu suggero; e as-
    sim praticaudu 1180 se euclie de lama e
    dosprezo, como tamboin cobre de oppvobriu
    0 paiz onde nasceu. Como portuguez e nas-
    cideem Lisboa onde elle dl ter lambem
    naseido.as su.is faces se coram de ve>gunlia
    1 ni na u .io-se que he uin poituguez, que he
    um patricio seu que procura desacreditar os
    seus compatriotas aos olhos dos braaileiroa.
    que tfio liospitaleiaiiienle os recebem em
    seu seo. O autor das poesias nfio pretende
    de niuueira alguma defender osseu> compi-
    Iriolai, porque Ihe fallam os meis necessa-
    riuapara isso, valo a nalureza nflu o lor do-
    lado de eioquencia para poder confundir
    esse misero pedante; purm quiz Uo s-
    menlo mustrar ao publicu ainda que imuer-
    feltameule, o bou prufundo resentimento
    coiiira rsse vil reptil que diz ser portuguez,
    e que se jacta de propagar ida.s lito infames
    leivos is, acarrelahdu sobro seus compa-
    triotas o udio dos brasileiros, ecobriudo-se
    elle mesiiio do maior desbrozo que Itio vo-
    laram todus os houiens sensatos.
    Cal'ti da Europa.
    Aterro da lina vi-la n. 36.
    O proprielario do caf da Europa tem a
    boma ue prevenir o respeitavel publico, e
    principalmente aos seus fieguozes, que u
    seuestabelecimenlo acha-se aberto desde o
    Jia 4 de marco, nellose enconl a todo 0 da
    efroscusde lodssasquilidides, assim como
    cal superior todas as tarles, e jogos diver-
    sos ; ludo Islu a uinlietro vala; assim co-
    mo os verdadeiro surveles a mud Ira ace-
    za ludus OS das noite.
    -- Quem liver um bilhir em bom estado
    pin vender ou para alugar, annuucio p sor procurado, ou trata-se no alerto da Ba
    Vista 11. 2<, 110 caf da Europa.
    Aluga-se urna sala com dous quartos
    na rua Oireita,propriu para homem sotleiro:
    a tratar na praca da Independencia 11.12.
    piecisa-se de urna ama, que soba co
    ziuhar o diario de urna casa do pouca faui
    lia : na travessa da rua do Vigario, loja de
    bai iieiio n. 1.
    -- uuein quizer comprar urna pequea
    casa terrea sita nobaiiroile Santo Antonio
    a qual tem alguna commodos, e vendo-so,
    por preco muilo em cunta, dinji-se a* rua
    Direita n. 64, segundo aodar.
    Sitio no engenho.
    No engenho Agoas Claiaa u'ruc, ba um
    sitio para lavrauor, que queira atrojar de
    sem
    Sciencia sem privilegio.
    Francisco de l'aula Carneiro
    Leo, reside no aterro da Boa Vis-
    ta d< 16 onde offerece-se 'para
    curar homeopticamente as se-
    guales enlermidades e n5o cu-
    rando nao tem direito a nenhum
    pagamento sendo chamado hijo
    no principio da molestia e nao
    tomando o doenie nenhum medi-
    camento alopathico e mesmo ca-
    seiro. Ferimentos de bala, ou de
    rjuaesquer outros instrumentos ;
    grandes quedns ou pincidas por
    uiaiores que srjam, respirando a-
    111 la o paciente; pleunzes, os mais
    uguilos e violentos; fcbre_amHrel-
    la, des'enter'n sangunea, bexigas,
    sarampo, e sarnas inda as mais in-
    tensas e rebeldes, erisypellas, to-
    da molestia venrea ousyphlylica;
    bobas, seja de que carcter forem;
    1 heumatismoa agudos, e em geral
    todas as mais etifermidades em
    tempo que possam ser curadas.
    Aluga-so c tambem se vende, urna ca-
    sa com grande sulfio e muitos enmmodus ,
    grande quintal com arvoredos, lauque pa-
    ra hatillo, estribara para 2 cavallos, sita na
    Soledade n. 49, logoadtanle dochafariz, a
    cnava acha-se na venda do Sr. Francisco ,
    na esquina quovolla para a estrada de Jlo
    le Barros, s se aluga com cundifo de fa-
    zer corea a sua cusa.
    Aluga-se o terceiro andar da cass do
    aterro >fa Boa Vista n. 4: quem o pretender,
    dirija-se a rua do Trapiche n. 36, segundo
    andar, para tratar com Salustiano de Aqui-
    no Ferreira.
    Precisa-sa de um fcitor. pan o sitio de
    A. V. da Silva Barroca, em Bemlica : a Ira
    lar no mesmo lugar, ou oa la da Cadeia do
    Recife n. 49.
    Aluga-sa um sitio na Cruz
    a 1800 a lOOOpSesaniua'es, p'or estas 6 safras
    ,J viadouras, tomilm dus erranjos neceasa-
    de Al-
    mas, com bastantes arvoredo, boza para
    caeim ecasa de vvenla : a tratar na loja
    de Manoel Luiz Concalves, na rua da Cadeia.
    -- A pessoa que L 01 em seu poder urna
    arvore de gerarjfio da familia do instituidor
    do vinculo da quinta deCantim, em Poitu-
    gal, t-nha a bundadede a man lar entregar
    na 1 ivraria na. 6 e 8 la prarja da Independen-
    cia, quo muito se agradecer.
    Carros fnebres.
    Pateo do Hospital n. 10.
    Os contractadores tem mudado seuesla-
    tielee.ineiil 1 para a coCheira do pateo do
    Hospital n. 10, unde acharflo ornados os car-
    ros de 40, de 30, e de 8,000 rs.; a este os
    contractadores fornacem caixflo de conduc-
    efio, e de inadeira para enlerramenlo. Na
    mesma hide venda caixOes do madeira.'os
    contracladorea seencarregam da ornarem
    anjos u defuutos, assim como do furueco-
    rem a cera que fr precisa.
    CaU^rittta
    Na Rua do AragSo, n. i2, se-
    gundo andar, copiarse com perfei-
    rao qualquer papel em muito boa
    eltra e por preco commodo.
    OSr.Bernardo de Albuquer-
    que Fermindes Gama, queira man-
    dar pagara subscribi dente Diario.
    Miguel Estoves Al>es. com casa Jr r-
    m a i, s no bairro do llecifo, na rua do En-
    ea na ment n. 4, lembra ios Sra. arreralan-
    tes de canos fuen es, que foi desnecessa-
    rio I' /"-i publico que nfio Ihe tiohain cedido
    o mesmo baico por quanioja de todos era
    sebillo. O me-mu Faz publico que como al
    aqui se encarroga de qualquer enterra), ti-
    rar as I icene is, e couduzr us cadavrts para
    o cemiteriu a voulade de seus nonos, som
    estes teiem o menor trabalho,para oque lem
    todos os nreparos neceasarios como sejam
    caixes eVTeitados para anjos, pamos ricos
    para col) ir os mesmo', e pannos de ciuz, e
    lainliein fornece caixOes pintados de preto
    para enterrar asaim como acua-sea sua ca-
    sa provida de um tudo para qualquer aima-
    efio de igreja ou ollicius, e tudo por meuys
    ,necn do quo 0111 nutra par).
    Garlos Claudio Tresse fabricante
    de orgo e realejo, na rua das
    1'lores o. 19,
    avisa ao respeitavrl publico, que concert
    orgfio, e realejos por marcas modernas deste
    iladama lloutier modista fraaceza
    run Nova n. 58.
    Palo navio Havre recebau-se um lindoaor-
    timenlo daa ultimas modas de Paris, a sa-
    ber: ricos chapeos do seda de todaa as cores;
    diloa de palba da Italia bertue, muito boni-
    tos ; ctiapeosinbos de teda e de pallia, re-
    dondos para meninos e meninas de I a 6
    annos, com abaa largas de lindos enfeitea e
    de todis as core ; um lindo su-i imento de
    trancas e franjas tanto prolaa, como de CO-
    r-a, capellag ue (loies muilo ricas o moder-
    nas; um grande sortimenlo de filos da to-
    das as qualidadea ; muito lindo m.nileles
    o capotinhua de seda do melhor gusto ; flo-
    res Oas, manguitas d, bico para senhora o
    mais moderno goslo, stim a tafetfis da to-
    das as cores; plumas decores para enfeile,
    bicus de Mnho verdadeiro; ricos toucados de
    senhora para baila ou theelro ; chapeus de
    moii'a'ia ; lencinhos de seda ; lencos de '
    cainbrala para senhora; Drese ramos de
    flores de laranja, ricas luas de pelica pira
    no i. ni e aenhuia, cnamalole preto, luvas
    pretas para senbora, litas de velado tanto
    prelas, como de todas as cores para punhns
    e poscoco com as livellas ricas; muilo U-
    aos manteletes de fil preto para quaresma ;
    llores e plumas pretas ; camisiiihas com
    berlura e bordad >; camisinhas com goli-
    nhas bord idas e com bieos ; mangas horda-
    das de lili'i, bicos de bloude, caaaquinhis
    brancas bordadas para meninas ; espaililhos
    para senhoras e meninas, atacadores para
    botina da senhora ; na mesma loja fazem-se
    vestidos de casamento, de baplisado, toca-,
    du menino e de senbora, di" liutios de to-
    das as qualidades, com perfeicfiu e preco
    commodo ;recebem-se to los os mezes figu-
    rinos modernus, quo impresta a seus fre-
    guezos.
    AOS UBVKS
    -- J. A. S. Jane dentista, tem a honra de
    avisar ao respnilavol publico, que se acba
    rezidiado na rua Nova n. 19 primeiro an-
    dar, aonde estar sempre prompto a qual-
    quer chamado, desde as 9 horas da manhSa
    al as 4 da tarde; o annuncianle encherta
    um eoii. lem S'irtimanto de denles artiQ-
    ciaes, .inconutiveis e lirados e do ultimo gosto ; e todos os mais
    accessonos tendentes a sua proficfio, asse-
    vi" a n ni a tolas as pessoas que se quizerem
    utilizar do aeu presumo que nfio exige pa-
    ga alguma, nfio licunlo o denles bem pol-
    los que nfio se pussa.detVrencar dos proprios
    naturaes, e podendo-se mastigar com os
    mesmos 10 la 9 qualquer enmela sem sentir
    a menor dor nem ter recelo de oa quebrar;
    tambem chumba os denles naturaes Tura-
    dos da caria com ouro, prata e metal bran-
    ca, prevenalo a8>itn a conllnuacfl'i da ca-
    ria, dores e mesmo evitando por isso a for-
    ma de pn.s.ir a ca< ia dus denles luiados para
    os outros -os ; t.uiliem lira nedraa ou ca-
    nas dos denles em geral, que tanto os dam-
    n-lica e cuupaara para omaoaliioda bocea,
    nfio sendo lirado : o aununcianlea 10 an-
    uos que exarca a sua priifi.sc.iIo nosla cida-
    de, i- us muilos exemplus que tem da lo
    nesse longo tempo, sora quanto b.-sta para
    se garantir.

    BOWMAN or MC. CALI.II.M engenhei-
    ros machinislas e fundidores de ferro, mui
    respeilosamente annunciam aos senhoras
    propriatanos do engenhos, fazendeiros, e
    ao respeilavel publico, que o seu estahele-
    cimento de ferro movido por machina de
    vapor, na rua do Brum, passan 10 o cbafa-
    n/, contina em effeclivo exercicio, ese
    aclra completamente montado com appa-
    1 cilios da primeira qualidade para a per-
    fella oonfcrco dus malares pecas de lili
    cliinismo.
    Habilitados para emprehender quaes-
    quer obras da sua arle, Buwman & He.
    Calium, desejam maia particularmente
    chamar a aitencilo publica para as se-
    guinls, por terem deltas grande sorti-
    ineiilo j promptas, em deposito na meama
    1'unnc.lo, as quaes construidas euj sua fa-
    brica (id lem competir com as fabricadas
    em paiz estrangeiro tanto em preco
    como em qualidadeda mtennos primas e
    111,10 d'obra, a saber :
    Machinas de vapor da melhor cons-
    trucsSo.
    Moudas de caima para engenhos de
    todos os lamanhos .movidas a vapor por
    aga, OU animaos.
    Bodas d'agoa inoinhos de vento e
    ierras
    Manejos independentes para cavallos.
    Bodas dentadas.
    AguilhOea, bronzes e chumaceiras.
    CavilhOes eparafusos de todos os ti
    maullos.
    Tainos, paros, crivoseboceas de for-
    nalha.
    Momiios de mandioca, movidos a mfio
    ou por animaes, e prenaas para a dita.
    Chapas de fogfio e tornos de farinha.
    Canos de ferro torueiras de ferro t
    de bronze.
    Bombas para- cacimba e de repuebo ,
    movidas a" mfio, por animaes ou vento-
    Guindastes, guinchos e macacos.
    Prensas hydraulicas e de parafuao.
    Ferragens para navios, carros e obrn
    publicas.
    Columnas, verandas, gradea e portdes.
    Prenaas de copiar oartaa e sellar.
    Camas, carros de mfio e arados de fer-
    ros, eic etc.
    Alem da superioridade das suas obrar,ji
    geralineulo recunheoida Howmia & Me.
    Calium garantem a mais exacta conformi-
    dade com os moldes e dezeoiios remettidoi
    palos senhures que se dignarem de f.zer-
    Ihes oiicoinmendas, aproveitando a occa-
    siSo para agradecerem aos seus numero-
    sos amigos e treguezes a preferencia com
    que leeiu sido por elles honrados, e asse-
    gursm-lhesque nfio pouparfio esfurcos e
    diligencias para conliuuarem a merecer a
    sua conlianca.
    Paulo i'itin iioiix-, dentista V
    frmeez,oirerece seu prest- #
    mo ao publico para todos os y
    2 mistereii ae "ua P""lssao ;#
    S pOde se" procurado a cual.'*
    S auer lior e 8UB cHa n*
    S ?a larga dolto*rlo, 3, ,
    segundo andar. tj>
    MUTILADO


    '
    K
    ATTENCAO'.
    Os contraladores dos carros f-
    nebres, faiem publico, qne o an-
    nuncio, que se tem publicado oes-
    te Diario, declarando, que forne-
    cem carros de 4o, 3o e de 8,000
    rs., tambera se entende cornos an-
    ios, a quera dSo caixSo de conduc-
    ho e de roadeira para enterra-
    miento ; tambera faiem publico,
    que, no estabelecimento ha quera
    seencarregue delirar as guias,
    mediante urna pequea gratn-
    cflrfiOi
    .'- Norberlo Jotquim Jos Guedes, embar-
    c par. o Rio de J.neiro, o aeu escravo par-
    do, de noma Marcolino. ...k.ii,.
    --Precisa-so de 2 pretos, para trabalba-
    remem.eflnacSo : quem ositlW (sos qui-
    zar alugar. dirija-se a ra das Cruies n. -il,
    "'L'p^da-s'.'.oSr. E. J. do C, <;-
    lar os seus penhore, Uto no pr.so de* das
    untado,uost. data, docontr.orllo *eo-
    didos para p.gamenlo do pnncipai, juros a
    despejas que se tem feito em nnuncio.
    -- JosFrancisco da Silva, mudou o no-
    me para Jos Francisco da Silva Oliveira, por
    haver outro de igual.
    Lotera do Rio de Janeiro.
    Na loja de miudexas da praca da
    Independencia n. 4> foi vendido
    umbilhete inteiro da al lotera
    do theatro de S. Pedro de Alean-
    tara n. 776 em que sabio o pre-
    mio de 1:000,000 rs.f o possuidor
    do dito bilhete pode vir receber
    na mesma leja que lhe ser pago
    sera disconlo.
    Precisa-se de um feitor, quo trbalos,
    para um sitio perto da praca : na ra Nova,
    no primeiro andar do sobrad" >
    Aliiga-sa um moleque,
    nha, para o servico do urna casa
    paga-sebom e da-so bom trata
    ra do Hospicio n. 5.
    Precisa-so do urna ama para o servico
    interno de urna casa de pouca familia: quem
    se achar nestas circunstancia, dirija-se a
    ra das Trincheiras, sobrado de 2 andares
    n. 42.
    Propc-se a administrar qualquer en-
    genho, urna possos que tem as habilitacOes
    necessarias : quem do sou presumo se qui-
    zer utilisar, dirija-se a ra Nova, loja n. *9.
    Precisa-se alugar alguna escravos acos-
    turnados ao servigo do campo : quem os li-
    ver, annuncie, ou dirlja-se ao pateo do Car-
    ino, esa do escrivSo Santos.
    Roga-se ao senhor reverendo padre ,
    que enlregou urna carta, vinda das Alagoas,
    no pateo do Carmo, casa do esenvao San-
    tos : queira annunciar sua morada, para se
    entregar a resposta.
    Lava-se e engomma-so rom todo acero
    o promptidSo, ropa de homem na ra do
    Fogo n. 2. .
    Desappareceu da cidade de Olinda, a
    prela de notne Tliereza, do natSo Angola, a
    qual foi escrava de Jos Roberto, moraJor
    na mesma cidade, e hoje de D. Victoriana
    Carneiro da Cunta : quem a pegar leve-a a
    mesma cidade, na ra do Bom Successo, ou
    nesla typographia.
    Precisa-se de urna ama idoss, para to-
    do servico interno e externo, de urna asa
    de pouca familia : a tratar na ra do Pilar
    n, 12.
    ca
    rece
    m
    tic
    urea
    burlo 11. 30, ou annuncie.
    Traspassa-teo arrendamento do enge-
    nho lina Nova, sito na froguezia de Ipojuc,
    moedor de atnn.ae, cun oxcellenies malas,
    poito de embarque em trra do mtsmo en-
    geuno, mui boas varzeas para cnas, e pti-
    mas Ierra para roja e oulros legumes, bom
    cercado e grande olta para cnac,3o de ga-
    do : a tratar com o actual rendeiro do dito
    euganho.
    Conlinua-se a dar dinheiro a juros,
    sobre penhore de ouro, ou prata, 0111 po-
    quenaa e grandes quanlias, a 2 por cento ao
    mez : quem pretender, dirija-se a rua lar-
    ga do lio/ario, loja de miudezas n. 26, que
    se dna quem d.
    Oder ..-se urna ama para casa de ho-
    mem solloiro, a qual sabe cusinhar e en-
    gommar, faz doces, matas de muita quali-
    dades : quem da seu prosti.nusequiser uti-
    lisar dirija-se a rua da Cuia dentro do Ite-
    cifen. 7, loja de marcineiro que se dir
    quemquer.
    * O francez Norat, receolomenle chega-
    do avisa aorespeitavel publico que tem no
    bolel Francisco um lindo sorlimeotode
    joia de ouro, e brabantes: tudo por precos
    muitoraaoavei.
    Ocautelista Faria Darbosa continua a
    pagar sem descont algum os bilhetes pre-
    miados da 21 lotera do theatro do S. Pedro
    e tem a venda billiele s da 22 do mesmo thea-
    tro : no Paleo do Collegio, casa do livro
    azul. A liata vem infalli'cimente no vapor
    inglezde20do corren te.
    Offorece-se um rapaz portugus para
    caixeiro de venda, ou oulro qualquer esta-
    belecimeuto, para tomar coala por balando
    ou som elle, para o que tem bastante practi-
    ca e.d fiadora aaa conducta: quem de eeu
    presumo se quiser utiliiar dinja-ae a Pra-
    ciaban. 12 da 10 as 2 da tarde que echara
    com quem tratar.
    Francisco Alves CuimsrSes lendo de
    Quem precisar de urna ama de leite.que
    o tem em abundancia e bom, e sem (llho.di-
    rija-aeao aterro da Uoa-Vista no 1. andar do
    sobrado, oota mora a viuva do floado^Ma-
    noel Rodrigues dosP.ssos.
    Precisa-sede um forneiro: na padaria
    do AITogados n. 66
    Atierro da Boa-Vista n. 16.
    Poromateaucutlleiro tema honra de pre-
    vinir ao reapeitavel publico que vsi fazer
    una viagem a Franja e por ete motivo re-
    slveu vender a preco do cosi tola a fa-
    zendaa da sua, Injiislo dinheiro a vista
    abantando a qualidade das fazenda quo lhe
    compraren!, tem fumo de muitu bom goslo
    -- Pede ae ao engranado, que no dia 3 do
    crrante tirou um chapeo novo, deixando
    um oulro tizado,na occasiSoom que se reco-
    Ihiaa irmandadede S. Rita, que venha em
    basta
    Vinho de Champagne,
    e superior qualidade : venderse no arrr.a-
    em Kalkmanu Irmos Rua da Cruz, n. 10
    - Vcndc-se spalos do Ararati a 800 r.
    na rua larga do Rozario n. 35, loja.
    -- Vende-se urna arr>>ba de pf una do ero a ;
    na rua larga do Rozario. n. 26 loja de mul-
    dezas.
    Hmfio de Nantua a
    800 ra.
    Vende-se a historia de 8im8o de Nantua,
    a 800 rs. : na livraria da prajada Indepen-
    dencia n. 6 e8.
    Axeite de carrapato ua fabrica de
    Arauo ck Fillio, no Penedo.
    Acaba de chegar misdesle j conherido
    azeilo, o mais proprio o econmico, para
    ndieiros de sala, lano pela aua du-
    4
    *V,KporY.ta^
    tedia, dirigindo-sa.ru. do Nogueia sempre um depon topar, .aprmenlo regu-
    .. r', h?/., ir. lardosfreguezes: no r
    quanlo antes lir.r este engao, poil------
    3 di.s do guien do contrario ver al o da "
    S.VVu.Tc'r^o/as"' U" '"""""i''
    - Prreisa.se da quanti de 5:000,000 pou- so Jnior : ... rua do Amori n. 35
    co mais ou menos, a .isco martimo, para, Deposito de panno di algodao da
    pagar o concert do navio de commarcio fhripa Tnrlnn rw Santos da Ra-
    llamburtiuez Kd Capm John Oldroy. viudo1 "D""
    .it- si.. >; .mis Neivloundland, o qual segu! nina.
    viagem para Liverpool porviad.P.rahiba.a 1 Yende-se por nreco commodo
    pesaoaa a quem convier o negocio, compare-
    am no consulado de Hamburgo ; na rua da O bem conhecido panno de algo-
    por pre90
    ;cido
    des'a fabrica ,
    em pessa, a
    Compras.
    1.10/ n. 4, terca feira, 9 do crrenle, at dez J;0
    vontade do comprador: no escrip-
    torio de ISovaes & Companbia, na
    'rua do Trapiche n. 3A.
    na-ruaTo^.? *? *** g't0: Custou, porm serapre appareceu.
    Compra-ae um berco em segunda mHo: O novo harateiio, na rua do Cabugi, lo-
    na rua da Guia n 64. I ja nova de miudezas n 6.
    Na bouca da ruado Collegio n. 6 se Nesla loja vendem-se as miudezas, pelo
    enmpra pao.no velho de linho. precns seguintes: como seja um sortimento
    .- Compra-se meia duzi de cadeira explendido de luvas de pellica, para homem
    com assento de palna e sem ella, que esteja 1,000 rs,; ditas de pomo inglez, tanto pre-
    em bom estado : na praca da Independencia tas, como brancas, muilo novas a 1,500 rs. ;
    Q j2. ditas de bn da f.scucin a 300 rs.; ditas preta
    ' Compram-se os Diarios n. S,*e5deste dejsed. muilo superiores a 1,000 rs. o par j
    auno: na livraria n. 6 e8, da praga d.ln- dita muito novas de pellica, para senhora.
    dependencia. 900 rs. ditas do dila superiores, com bor-
    F- Compram-se escravos de ambos os dados do varias cores e do bclotas a 1,601
    IILCIIU3 II, IT| s.ajuii -...---------#---------------------- _J-
    -- Compra-se urna venda, que seja boa, e tas cousas, por precos muilo commodus.
    que venda para o malto e para a prata
    quomliver, dirija-soarua Diroita n. 17, que
    la se dir quem compra.
    .- Compram-se garrafas vasias a 6,000 rs.
    o cento ; na Iravessa da Madre de Dos ns.
    4 o 6,ou na restilatSo na praia de Santa
    Rita.
    Vendas.
    Nova pechincba.
    MadapolOes com pequono toque de avaria a "a' ""^"''"
    2.400. 2,800, 3,000 rs., a pessa. u, tn br.nc, ce
    Na rua do Crespo loja da esquina que vol- '
    ta para a cadeia vendem-se mad O barateiro est em campo
    Na rua do Cabug, loja nova n. 6, vendem-
    se caixasde colxeles francezes 70 rs.; pa-
    pis do agulhas francezas, nmeros I, 2, 3,
    4,5, 6e7a 40 rs.; ditas de n. 8 a 12a 60 rs.;
    ditas porluguezas para alfaiate a 60 rs.; cai-
    sas de dil.s a 280 rs.; botOes de agot a 200
    rs. a grosa; dito do midreperola a 560 rs.
    ditos de dilo uiai linos a 720 rs.
    He barato que admira !
    Na rua do Cabug 11. 6, loja nova de miu-
    dezas, vondem-se pecas de franjas com 15
    ditas do dita muilo ricas,
    como de cores e com belo-
    tas, polo barato prejo de 4,000 rs., muilo
    . oronrio ora cortinados, fiamas eslrallas
    nos com pequeo loque de avaria a 2,400 r loi,K,s 100 rs. a vara; buhados para
    2,800,3,000 rs.. e outras mu.tas fazondas f0\V,s, leudo a largura do/palmo 180 rs.
    por preto comrnodo. v e dil0 da Urgura d8 2 pa|mo a
    l'ara a quaresma. 240 rs.
    Casemira preta infestada a 5,000 rs., o cor- ___Nja rua d0 Cabug n. 6, loja
    , lodecalca. nv de miudezas, vendem-se meia pinia-
    Na rua do Crespo, loja da OMQioe JBejoW D J h aoo rs djli, muj.
    taparaacadcia vend*m-se casem ras pre a H homem,
    enfestad. a 5 000 rs. o corte de calca sarja w V^ ^
    preta hesp.nhol. a 2,600 rs. o cortdo ; co- v rs .^ mujtg flnis
    r-------------, ----- __n ara aoilliurn a ot ia. un*va uiunu Bine -
    mo outras f.zeudas que por sua boaquall- 0u r8.; dJU8 d0 listras. 360 rs.; ditas pre-
    dadose tornas recomondaveis.
    A 200 rs.
    Na rua estreita do Rozario, travessa para
    C-ueimado deposito n. 39 A vendo-se
    tas a 400 rs.
    Cheguem ao biralo
    Na loja n. 6, na rua do Cabug yehdem-
    se bicos francezes de diversas larguras, por
    Vendem-se queijos do serillo, muilo
    novos no armazem do caes da Alfande-
    ga n. 5.
    Rua do Passeio Publico n. 9.
    Vendem-se 180 varas de bico o renda da
    trra a 120 rs., e 18 cazilhos envidratados o
    promplos para qu.lquer obra, pelo diminu-
    to preto de 2,000 rs. cada um.
    Vende-se por muilo commolo proco
    5 caixillios envidracados,muito proprios pa-
    ra armadlo do qualquer loja : no atorro da
    lloa Vista n. 70.
    Negoeio ventajoso.
    Vende-seo hotel commercio sito na rua
    da Cadeid n. 13, cornos ulencilioi que o
    comprador ouizer : a tratar 110 mesmo
    "KRICANOS.
    ?
    ARADOS a.MEI
    Vendem-se arados ame-
    ricanos, chegados dosEsta-

    dos Unidos, pelo barato pre- 4
    f 90 de 40,000 rs. cadaum: na Si
    8 rua do Trapiche n. 8.
    Vende-se
    Cha preto e verde, de superior
    qualidade em caixas pequeas ;
    Veilas de espermacete de superior
    qualidade em ditas ditas,
    Fio de sapateiro, de diversas co-
    res :
    Tudo em conta, no armazem de
    Adamsou Hoiwe & Gompanhia,
    na rua du Trapiche, n. ^1.
    __Vende-se ou arrend.-so o Engenho S.
    Rita moente e corrente tnei. legoa distante
    d. villa do Iguarassu' com proportOes para
    retirar-se para Portugal no prximo vapor, I safrejar-.se, embarque junto ao engenho; ala-
    declara para conhecimenlo de quem poss I gados, o outras proportOes : quem o preten-
    inleressar que deix como seus procucado- der entend-se com o propriet.no no mesmo
    res em primeiro lugar ao Sr. Jos Alves d. engenho. ,
    Silva Guiarse, em segundo ao Sr. Joa- .. vende-se superior forinha de mandioca
    de S. Malheus, por preco commodo, a bordo
    da escuna Maria Firmiua, fundeada defron-
    le do caes do Collegio : trala-se a bordo, ou
    naru.daCruzn 33, com Luiz Jos deSa
    Arsojo- .,
    -- Vende-se bacilhao do tinas a 5,000 rs
    da melbor quali lado que ha de ba.rica, que
    evendem a 10 e 11,000 rs. : no armazem
    do S. Antonio Aunes, .10 caes da Alfandega.
    Vende...-sr velas de esperm.cele, em
    caixas, de superior qualidade : em casa de
    J.Keller&Compaohi: na rua da Cruz nu-
    mero 55.
    Pal India Ale.
    Anda resta alguma desta deliciosa srve-
    la, que bem pode lOprlr a compangne, ven-
    dem-se em barricas de 3 duzias, e cnxas de
    urna duzi, muilo proprios par. mimos e
    casas particulares, pelo dimiouto%ireco de
    6 000 r. a duzia : na travessa da Madre de
    Deosan. 4e 6 rmazem piulado de cor.
    Familia de mandioca.
    Vende-se saccas com superior f.rioha
    de mandioca a preto r.so.veis: a tratar
    J. Tesso Jnior rua do Amonm
    quim Jos da Costa Fajse, e em lerceiro a
    Joflo Cbrisostomo de Luna Jnior, ficando
    este ultimo encarregado, e com .gerencia
    de ambas as tojas, isto de acord com o pri-
    moiro procurador Uuimr.rSes.
    O Sr. Tliomiz da Cunii Lima Cantua.
    rio, tem urna encommeada vin 1 doRiude
    Janeiro : na rua Nova n. 16.
    Perduu-seou entregou-se por engao
    urna ou duas cartea para o Sr. Domingos
    liis de Andrade, quem as tiver roga-se o
    favor de mandar enlrogar a casa do mesmo
    Sr. ou noescriptoriode Novaes & Compe-
    ndia : na rua do Trapiche n. 34 que se Ibe
    fiear agradecido.
    Alug.-se um moleque creoulo, de 14
    annos de idade: n. rua do C.ldeireiro nu-
    mero 56.
    ' Precisa-se de um caixeiro, de 10 a 12
    annos, para venda, dos cnegados ultima-
    monte doYorlo : na rua da Senzalla No-
    va ti. 1.
    Na rua da Senzalla Velba n. 96, preci-
    sado de um forneiro e um caixeiro para
    padaria. I
    Aluga-se um solSo com veranda foro com J
    e janella no oilo com 2salas 4 quartos e boa n. 35.
    coiiuha, em boa rua.
    -- Aluga-so 2 salas bem arr.njadas con-
    tendo cada urna dolas 3 quartos tudo pro-
    prio para homem solleiro ; na rua do Quoi-
    mado loja de miudeza n. 24.
    Vende-se um forno para padaria, no
    centro da cidade, tendo lugar para morada
    e armazem para lenha, com desembarque
    como lavradas, por preto commodos ; li-
    nhas em carreleis a 100 e 39 rs e a uuzia a
    320 rs.; dilas de ditos a 200 rs., e de n. 16 a
    60 8S0 rs ; de n. 70 a 150 a 960 rs. a duzia;
    nvelos 'le linha lina do matea a 20 rs.; as
    sim como um sortimento de lindas em no-
    velos de todas as cores, e urna grandissima
    i"o: 1 de miudezas, que se vendem tutus
    barato do que em out.a qualquer parte.
    -- Vende se urna taberna com poucos fun-
    dos sita na rua do S. B. Jess das Criuulas,
    por baixo do sobrado de 2 andares; a tra-
    tar na mesma, ou atrs da fundido emS
    Amaro com Manoel Fructuoso da Silva.
    Vende-se cerca de 3|5 partes ou o lo lo
    do maioro soberbo predio com frenti para
    a rua do Collegio e Passeio publico, de esta-
    bilidade, o qual produz avullado rendimen-
    to : os prcteudeutes dirijam-se au corretor
    Oliveirs.
    Attencao.
    Na rua do Cabug, loja n. 6, ha part ven-
    der um sortimenlo de ferragens linas ds cu-
    tilaria, como sejam, caivetes muito litios
    de 2 fdlbas, com cabo de chifre de viado a
    800 rs.; ditos os mais Tinos que tem appare-
    ci Jo, com 6 folhas, pelo preto de 3,000 rs.;
    assim como um sortimenlo de tesouras
    muito linas e delicadas, sendo de diversos
    lana.1I1 js e pro iras para toda a costura de
    senhora, pelo baratissimo preto de 640 rs.
    pois quem comprar nSo se arrepende,apela
    sua superior qu.lid.de; lacas e garfos, por
    pi erais commodos.
    Oh! l senhores namorados.
    Na rua do Cabug, loja n. 6, ha para ven-
    der cu loes dourados com coUec^e de
    cartas, com ricosedelicados bordados, mui-
    lo proprio para a jove rapaziada.
    Altento.
    Vende-se qm. lauterna mgica, com seus
    compleles vidros, sendo de transforma-
    res e alguma de fogo artificial, o augmen-
    to lie de 3 pollegsJasat 15, ou 20 palmos,
    tanto serve para theatro, como para casa
    particulares : na rua do Hospicio, passando
    o quartel, a ponullima casa
    -- a rua da l.aranjeiras n. 14, segundo
    andar, ha ptimos escravos ,de ambos os se-
    xos par. se vender, com habilidades e sem
    ella por preto razoaveis.
    llimha de porco a 500 rs < iAru.
    Vende-se banlia de porco a 500 rs. a libra:
    na rua do Collegio n. b.
    Cemento novo a 7,000 rs.a barrica.
    No armazem de Amonio Annes, no cae
    da Allandega.
    VENDEM-SE ,
    Taboas de pinho at 3 palmos de
    largo.
    Botijas com bom oleo de linlmca.
    liemos de faia de todos oscompri-
    raentos.
    Cimento em barricas e meias dilas.
    Tambera se retalha s tinas.
    Atrs do theatro, armarem de Joa-
    quina Lopes de Almeida.
    Vende-se um terreno na rua da Aurora
    com 50 p'linos de frente e 280 de exteusSo,
    teodo caes de lijlo beira nlar, Picando en-
    tre s casas dos lilms. Sr Gusl.vHo Jos do
    Reg e Francisco Antonio de Olivera: o
    preiendentesdinjam-se a rua das Torres n.
    Tuinas pura engenhos.
    Na funrlic3o de ferro de Bow-
    man Se Me. Callum ta rua do
    Brum, passando ochafariz, conti-
    na a haver um completo sorti-
    mento de. taixasde ferro fundido e
    batido, de 3 a 8 palmos de bocea ,
    as quaes acham-se a venda por
    prego commodo e com prompti-
    d5o, embarcam-se, ou carregam-
    sc em carros, sem despezas ao com-
    prador.
    -- VeQdo-se a armacSo de um. taberna,
    com alguos fundos, ou sem elle, sita em
    um da casinhas da Bibeira da Bpa Vista,
    defronle do ansougue : a tratar com o arre-
    matante da mesma ribeira Joaquim reman-
    des de Azevedo
    Cbapeos do chile finos e baratos.
    Vende-se chapeos do chile de
    todas as qualidades, grandes e pe-
    queos, por prego commodo .* na
    rua do Crespo n. a3.
    -- Vende-e um sitio beira do rio, adian-
    to da ponte I.'cba, com cas. m.nniflc, ten-
    do .diante grande sala, 2 gabinetes. 2 aleo-
    vas, sala igual atraz, 3 quartos e cozinha,
    terreno com mais de mil palmos de com-
    primento o gran la baixa decapim: a fallar
    na rua de S. Amaro n 16. .
    Vende-se urna casa nova na entrada
    do corrector do Hispo, .cab.d. a punco
    lempo, com bonito solamfeiloa moderna,
    com quintal e cacimba : vende-se par. pa-
    gamento de urna hyootheca.
    Vendem-se 7 escravos, sendo 1 ptimo
    moleque, de 16 aonos de idade; 1 escravo
    bom cozinbeiro; 1 dito oIDelal de alfaiate; 1
    ptima escrava boa costurera do cortar e
    fazer qualquer vestido; 2 ditas de servico
    decampo; I muala de22annoa da idade,
    cose e engomma bem e faz doce de indas as
    qu.lid.des : na rua Direila n. 3.
    Vende-se urna morad, de casa, sita na
    rua Augusta, com 2 salas, 3 quartos, cozi-
    nha lora, boa cacimba, quintal murado e
    urna i. e. 1 agoa no fundo com bons commo-
    dos : trata-se na rua das Agoas Verdes n.
    21, ou no pateado Carmo, venda n. I. -
    Aos 20:000,000 de rs.
    cautelista Sotiza* Jnior, tem
    exposto a venda as suas cautelas e
    bilhetes da loteria do IIio
    neiro, a beneficio do theatro de S.
    Cheguem ao barato.
    Ricos jarros de porcelana a 4, 3, e 2,500
    rs. o par; bonitas figuras de porcelana a 3/
    ra. o par; lindos prato de uvas srlificiaes
    pelo barato proco de 1,280; oolhere de ver-
    dadero canquinho para sopa a 6,000 rs., e
    para chs a 3,000 rs. duz>.; muitpauooita-
    re parea de meias para senhora a 500 rs. ;
    medida para alfaiate 360 rs.; rica gar-
    gantillas gretas com alflnete, fivela, pulie-
    ra e brincos a 4,000 ra.: dilos do fllagran a
    1,000 rs.; brincas de vidro a 160 rs. o par;
    ditos de fllagran 120 e 80 rs.; e outras
    mais miudezas que se vende por menos pre-
    to do que em outra qualquer parle na rua
    doQueimado n. 16, loja de miudezas.
    -- Veo le-.-c urna portSo de barra de Del,
    muito bom, em barri do quarto, que serve
    para garapa .1 snimaes por ser grosso :
    quem pretender falle com Antonio Leal de
    Barros, na rua do Vigario n. 18, ou no es-
    Criptoiio de Lino Jos de Castro Araujo.
    -- Vende-se um boi de carro muito manto
    gordo e maniendo ptimo pa.a servico de
    engenho : na rua da Florentina.
    Vende-sa urna ca em olinda rua de
    Baixo n 29, quem perlendar dirija-se rua
    do Trapiche n. 26.
    Vende-se um pardo mosso, e bonito
    bem proprio para page : na rua larga do Ro-
    zario n. 35 loja.
    Muito barato.
    Na rua do Crespo n. 16, loja que volta pa-
    ra a 1 ua das Cruzes, vendem-se finas cassas
    francezas a 280 rs. o covado ; a ella que
    sSo baratas e he para acabar.
    Vende-se por muito barato preto urna
    preta crioula de 33 36 aonos de Idade pro-
    pria para pagar semana ou par. o servifo
    de campo por nelle ler sido criada,e ser mul-
    to fortosa e tambem troca -se por outra pre-
    ta ou preto que entenda do .ornen de casa,
    voltaiado-se alguma cousa se ot possivel,
    em S Amaro taberna ao p da casa do Sr.
    Cardoso.
    Pcneiras de rame.
    Vendem-se muito novas peneiras de ra-
    in" para padaria, e reflnatoes; na rua do
    Cabug botica n. II.
    Venden-so sement de coenlro de boa
    quali lade a 160 rs. a garrafa : na rua do Vi-
    gano, venda de J0S0 SimOes de Almeida; na
    rua da Cruz, Manoel Jos Correia Jnior; no
    becco Largo, Joaquim de Souza Piulo.
    1,600 ts. o par.
    Vendem-se ricas luvas de pellica, com a-
    Itictiifores do seda, para senhora, a 1,600 rs.
    o par : no aterro da lloa Vista, loja n. 58.
    Attencao.
    Nova fabrica do chapeos do Sol no attorro
    de J.I-! ds Boa-Vista n. 22, acha-sa um grande
    sortimento de chapeos de Sol muita
    em conta, Unlo para-homem,como para se-
    i'etlr.i de Alcntara, da qual a lis-: nhora,comoejatie sed. ou de panmnho, e
    tm j..._ !,._._ J. ,,: a. grande sortimento de pecas dn seda e.le pa-
    ta deve chegar do da 19 do cor-) Ui..iiopr. cubrir os chapeos de Sol ja
    rente em diante, e os vende naj usa 10,tamben, concerta os ditloepeol preto
    sua loja n. 37 A, na un do Quei-
    mado, aos baratos precos abaixo ;
    Bilhetes inteiros 22,000
    Meios ditos 11,000
    Quartos 5,5oo
    0.1, .vos 2,800
    Vigsimos i,3oo
    GRANDE PECHINCHA.
    Est se desmanchando o tbea-
    ini da rua da Praia, casa amarel-
    la da esquina, e la mesmo se ven-
    de por qualquer preco, um resto
    que anda tem de bancos de pi-
    lliinha bastidores era bom es-
    tado, pannos de vista sanefas ,
    tullas, gradaras e muitos u-
    tios objectos de theatro bem
    como taboas, caibros, ele tudo
    por qualquer preco para desoecu-
    par a casa.
    -- Vende-se um. casa, com om quintal
    de 50 palmos de largo etalvez 300 ou mais
    Oe fundo, com algn arvoredos, com se-
    jam : 20*ps de larangeiras enxerladas de
    novo, na Capunga Nova, terceira casa antes
    de chegar a do Sr. Ciro ir.1 : a tratar no
    mesmo lugar, na casa do fallecido M;deiros,
    ou no TrapicbeNovo n. 4.
    mas co.nnio 10 do que om outra qualquer
    e parle com toda 1 romptidflo,
    luandes pechinchas], na rua do
    Crespo n. 14, loja de Jo.- Fran-
    cisco Das, a i'|S rs. o corte!! !
    Riquissimos cortes de vestido de flnissi-
    m. sed e delicado goslo, fazenda iuleira-
    monle moderna, pelo baratissimo preto do
    14,000 rs. o corle ; ditos de cambraia seda,
    sendo o mais superior que tem apparecido
    no mercado, pelo barato preto de 9,000 rs. o
    corte; supe.lores vestidos do linissima om-
    nala e ue cor, com riquissimos babados e
    todo os seus perlences, sendo urna peta de
    gal3o e ...11. a de cordilo, que se d de gra-
    tis a quem comprar os vestidos, pelo mui-
    to barato preto de 6,000 rs. ti corte ; ditos
    de cambraia cem barra brenca ede cor, fa-
    zenda do ultimo goslo, pelo baratissimo
    preto de 5,500 rs. o corle ; dilos de cassa
    cnila, com 6 i|2 varas a 2,000 rs. o corle
    dilos muito linos, fazenda de muito bou
    goslo a 2,500 rs. o corle ; chitas cabocolas
    inulto lizas e linas, cores do caf edevinho
    a 2 ni rs. o covado; ditas francezas a 210 rs ;
    ditas de quadros escuros, fazenda do ulti-
    mo gosto e novos padies a 200 rs. o cova-
    do; riscadinbos muilo fixos a 160 rs. o co-
    vado ; cassa chita muilo lamas e decores
    finas a 200 rs. o covado; algalia preta muito
    fina a tito rs. o covido ,- merm pelo mui-
    lo lino a 1,800, 2,500, 2.800 e 3,200 rs. o co-
    vado ; superior aloalhado a.iamascado de
    puro linho, com 8 palmos de largo, pelo ba-
    ratissimo preto de 1,600 rs. a vara ; brim
    trancado de puro linho, de diversas cores e
    Lotera de N. S. do Livramento.i delicados gostos. poiu barato preto de 1,200
    Aos 5:000 OOO deis. rs. avara; riscado doliuao, com 4 palmos
    w 1 .' de largo a 200 rs. o cuvado ; algudSo azul
    na loja ue miudezas ua praca, ,je ttl3 p,ii,is delargura, fazeni muito
    da Independencia n. &, venJem-' p.opri para ropa de escravos a200rs. o co-
    .. u:ii-1 vado; assim como outras muitas fzendas ,
    se bilhetes inteiros, meios, quar- que e venderi por prcco mi8 tommodo
    los, decimos e vigsimos, a bene- do que em outra qualquer parto
    lirio da loteria de N. S. do Livra-
    mento que corre impretervel-
    mente no da 12 do corrente.
    lid heles inteiros 10,000
    Meios 5,ooo
    Quartos 2,600
    Decimos 1,100
    Vigsimos Goo
    Vendom-se amarras de ferro : na rua
    da Senzalla Nova n. 42.
    Vende-se urna mesa de amarello, com
    7 palmos de comprimento o 4 do largura :
    n. rua Bell. 11.16.
    Baratissimo. ,
    Vende-se um terreno n. rua da Aurora j
    aterrado, leudo fundo at a rus do Hospi-
    cio, e frente 55 palmos: tambem se vende
    s a rua d. Aurora : a tratar na praca da ln-j dlos.
    Principios geraes de economa pu-
    blica e industrial.
    Vonde-seestecompendio, approvado para
    as aulas de primeira letras, a 480rs.: na
    prata da Independencia, livraria 11. 6 e 8.
    Cobertores de algodo.
    Superiores cobertores do algodio de di-
    ferentes cores, tecidos a dous flos, muito
    grande, tem toda .ppljcatao em urna cas. de
    amilia, por servir para me/a de engom-
    mado e forrar camas o mesmo para escra-
    vos, pelo diminuto preto de 1,410 rs.: na
    rua do Crespo n. 6.
    -- Vende-se um cavalloruto e com todo
    os andares :. na cocheira da rua da Flo-
    rentina.
    Arados de farro.
    Na fundit.lo ri Aurora, em S. Amaro,
    vondem-se arados de ferro de diverso mo-
    Loteria do Rio de Janeiro.
    Aos 20:000,000 de rs.
    Na loja de miudezas da praca da
    Independencia n. 4> ven 4em-se bi-
    lhetes inteiros, meios, quartos, oi-
    tavos e vigsimos, a beneficio de
    urahospital das Agoas Virtuosas da
    Can ank.
    Loteria do Rio de Janeiro.
    aos 20:000,000 e 10:000,000 de rs.
    cautelista Salustianode Aqui-
    no l'eneia avisa 00 respsitavel
    publico, que as suas cautelas e bi-
    lhetes da loteria das Agoas Virtuo-
    sas da Campanha, e da 22. loteria
    do Theatro de S. Pedro de Alcn-
    tara, estSo nicamente a venda ,
    na pr"at;i da Independencia n. i3 e.
    i5 loja de calcado do Arantes ,
    e na rua da Cadeia do Recife n.
    46, loja de miudezas de Jos For-
    tunato dos Santos Porto. Avisa
    mais que no dia 20 do corrente, de-
    ve chegar do Sul o vapor da com-
    panbia brasileira, e no dia 21 des-
    te mez, o vapor inglez Tay, con-
    ductores das listas de ambas es lo-
    teras, e sao pagos inmediatamen-
    te sem ganancia alguma, todos e
    quaesquer premios que sahirem
    nos bilhetes e cautelas, vendidos
    as lo jas cima mencionadas, logo
    que receber as listas.
    lil he tes 22,000
    Meios 11,000
    (Ruarlos 5,5oo
    itavos 2,Roo
    Vigsimos l,3oo
    Ven le-se, por muito barita preto, um
    cano .berta, muito he 111 construid, que
    carrega 1800 lijlos de alven.na: tratar
    no armazem do Sr. Torres, no porlo das ca-
    noas, junto a ponte da Boa Vista.
    Luvas de pellica.
    Vendem-se finissimss luvasde pellica, pa-
    ra senhora a 1,600 rs. o par; ditas par. ho-
    mem 2,000 e a 900 rs. o par : no aterro da
    Ro. Vista, loja 11 58.
    Vende-se um quartio para_carga, por
    preto coiiMirrio : na rua do tnoriTn-MT-..
    -- Na rua Velha n. 81, vendem-se em con-
    ta os seguintes Irnos : Oriolan, eiplica-
    cncan histrica das instituas de Justiniano,
    2 v.; o mesmo autor, historia da legialacao
    llomana, desde sua origem al a moderna
    legislatSo 1 v.; I'. J. I'roudhom, ds criarrio
    da ordetii n I.ornan rinde, ou principios de
    organsac9o polila 1 v. ; o mesmo autor ,
    memoria sobre a propriedade I v. ; os Ca-
    ra puceiros eneadcrtiadns, desde ol.' n. al
    O intimo, e l.afcrriere 1 V.
    Vende-se un bonito cavallo, com todos
    os andares e muito novo : na ru do Cabu-
    g, loja deselciro n. 3 A.
    Vende-se, por muilo commodo preto,
    um balc9o para algum estabelecimento : no
    aterro da Boa Villa n. 70.
    Espelhos de parede a 320 rs,
    Vendem-se espelhos de psrede a 320 rs.;
    caixit.has com phospboroa a 20 r. e a duzia
    aKiOrs.; agulhas cunas par. alfaiate a 60
    rs. o papel; ditas compridas de muito boa
    qualidade, com alguma avaria, multo pro-
    prias para meninas que aprendem a coser a
    40 rs. o papel .ir ion agulhas ; escovas.para
    cavallos a 320 rs. cada urna; ligas para meias
    a 160 rs. o pal; bengalinnasde pao a 240 rs.;
    medidas para alfaiate alOOra. ; ferros para
    encrespar cabello 320 rs., e outra muita
    miudezas, por precos commodos: no ater-
    ro ua Bo Vista n. 70.
    Vende-se um alambique continuo, de
    Erosne terceira classe, proprio para fabricar
    espirito, d 40 graos, promptode todo o ne-
    c --ni a en r.i neo bomba de cobre de
    repucho, grclhae porta de fugSo, tudo anda
    novo e do muita vanlagem para um engeobo
    nflo s por sua qualidade j exprimen!. 1-
    do, e que se pode ver trabalhar ; como pe-
    la importancia por ser o menor em taoia-
    nlio -, ass'in como, tambem 2 tonelete e 8
    pipas j coitidas, proprias para deposito de
    espirito: na rua do Rangel n. 54, a fallar
    com Victorino Francisco dos Santos.
    Vende-se urna bonita e nova' cadeiri-
    nhade 2 varaes, prompla e forrad, de da-
    masco de 13a : na rua do Rangel n. 54, a fal-
    lar com Victorino Francisco dos Santos.
    Bom e barato.
    Vendem-se bandejas as msis fi-
    nas e bonitas, que tem appareci-
    do no mercado, por preco comino
    do : na loja de ferragens da rua
    da Cadeia do liedle n. 56 A, de
    Antonio Joaquim Vidal.
    Vende-se um cavallo de estribaris ,
    ptimo e novo, por preto commodo : no
    aterro da Roa Vista n. 75.
    dependencia n. 17.
    Miudezas baratas.
    Vendem-se carteirinhas com 100 agulhas
    francesa de todo o sortimento a 280 r.;caia
    xhib -s com 6 papis de agulhas francezas a
    240, ditos com 4 papis muito boas agulhas
    a 300 rs. jrodinhas com allineles francezes' |2 exifte tima pequea porco de pulsase
    Superior cha nacional
    om caixinhsde2 libra, e da melhor qua-
    l. i' ; vende-se por preco commodo, na
    rua do Corpo-Sanlo n. 2, primeiro andar.
    I'otassa americana.
    No antigo deposito da cadeia velha, n.
    n.po,U: o"pretndeme annuncie su. mo- wmmm~wigm-
    a 100 rs.; buhas de peso a 60 rs. a meada,
    ditas muilo finas a 140 rs.; pentes da mar-
    11 ni para alisar 1,280, ditos para tirar pio-
    1ho a 320, 4'J0e480rs., ditos de bfalo mui-
    to superiores para alisar a 360 rs ; linha de
    carrileis da 2u0 jardas a HOra., dila de 100
    jaula* a 30 rs.; petas de fita de coz com 10
    varas a 320, 360,400 e 410 r. Da-se as amos-
    tras : na rua do Queimado n. 16,lojj de miu-
    dezas.
    Ao bom e barato.
    Caixlnhas de desenlio a 200 rs.; caixi-
    nhas oe obrejas de cola; 100 (velas douradas
    para calta e colett a 160 rs.; caixas com 500
    llhozes a 300 rs ; tesounnhss muito linas a
    720,480, 400 o 200 rs., ditas para unhas a
    720 e 610 rs.; caivetes de cabo de viado
    com 2 folnas a 720; agulha cantla a 20 rs.
    o papel; muito lindosagulneiros de casqui-
    nhocom um sortimento de agulhas france-
    zas a 140 rs., s as agulhas vale o dinheiro;
    agulheiros iio v.dro 160 rs.,- lindas com-
    unas d -. I.Uo com 25 gr.inpas a 120 rs., na-
    da tfio barato ; ricas Caixas de flores a 1,280,
    800, 600, 600 e 400 rs. lie tudo isto da-so
    .musir : Na rua do Queimado n. 16, loja de
    miudezas
    Mt.eiiilti- guperlores.
    Na fundicSo de C. starrc Companbia,
    em S.-Amaro, acham-se a venda moendas
    de canna, todas de ferro, de um modelo e
    conslructSo muilo superior
    americano, chocada recentcmento que por
    superior rivalisa com a da Itussia: vende-
    se por preco raoavel. I
    i.apc Paulo Cordeiro.
    recntenteme chegado do Rio de Janeiro ,
    vende-se na rua da Cadeia do Rccifo loja n.
    50, de Cunha ot Amonm.
    No armazem da rua da Moda n. 15 ,
    vende-se cal de Lifboa em pedra, a mais no-
    va quo ha no mercado, chegada no crrente
    mez, no.brigue Laya ; assim como mercurio
    'l.i.-e em caixinha de libra oada urna, tudo
    ior menos preco do que em outra qualquer
    parte.
    Deposito de cal virgem.
    Cunha & Amerim, na rua da Cadeia do
    Recite, n. 50, vende-se barri com supe-
    rior cal em pedra, chegada pelo ultimo
    navio de Lisboa, por menos preto do que
    em outra qualquer parte.
    No escriptorlo de Manoel Joaquim Ra-
    mos a Silva, na rua da Cadeia do Recife,
    vende-se por prefo commodo cal virgem de
    LishOa chegada'no ultimo navio, bezerro de
    lustro, mercurio, linha de Roriz.retroz, fe-
    chadura do Poito, pannos e casemira
    delSa.__
    Vendem-se relogios de ou-
    ro eprata, patente inglez: na rua
    da Senzalla Nova n. l\i.
    Escravos fgidos.
    Na madrugada do dia 8 de margo cor-
    rente, fu ni o o preto, de nacSo Angico, le-
    vando vestido calta de algodSozinho azul a
    camisa branca, tem urna perna torta ebe ce-
    g de um olho, e tem a falla baslaate gro-
    t 1 quemo pegar, leve-o a rua Imperial n.
    43, quesera recompensado.
    5o,00 j rs. de gratificacSo.
    A quem pegar ou descobrir onde se acba
    urna mulata de nome Paula, de idade 20 an-
    nos pouco mais ou menos; estatura alta,
    bem disposta, cahellus cacheado, cor no
    muilo clara, ebeia do corpo, rosto redondo,
    tinha uns pannos pe pele do pescufn, e
    anda citada. Desappareceu do passo de Cu -
    marag.be, provincia da Alagoas em sotem-
    bro de 1848, seduzida por um canoeiro de
    nome Cosmo lluarle Bibeiro, fllho da Para-
    hyii.-i. Ella he blha de Cururiue, donde foi
    vendida para Podo Calvo. Desconfiase exis-
    tir neata cidade ou seus arrebaldes, pois
    Monvc noticia delta ler estado em Santo An-
    13o ; porm lalvez tet.ha ido para a P.rahyba
    ou Cea.a, Ruga-ge, por tanto, a ludas as au-
    toridades puliciae ou capilSe de campo a
    caplurem e a entreguen) ao senhor da mes-
    ma Antonio Leal de Barros, que se acba mo-
    rando na rua do Vig.no n. 18, ou 00 eterip-
    lorio do Sr. Lino .'us de Castro Araujo.
    DS fabrica de caldeireiro d. rua do
    Brum n. 28, ausenlou-se no dia 15 do prxi-
    mo passsdo, o pieto Alexandre, de natSu S.
    Paulo, de 35 annoa de ida Je, alto, reforcado
    do corpo; falla descantad,desconfiase que
    o mesmo ae ache para as bandas do Rio Do-
    ce, por ler sido escravo do Ueliquer, Fran-
    cez, morador nesse lugar e tor par. ahi seu
    conbecrmenios, o foi ltimamente escravo
    do Sr. Boliy : roga-se a quea o pegar de
    lera-lo a dita fabrica que ser recom-
    pensado*

    i
    MUTILADO L


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