Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:04459


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Full Text
u
AnnoXXVHT
SeffundaTeira 8
.>'
migo a sOBORiepio.
PaOlHIItro ADIiNTADO.
Pdr trimestre.............V000
Por semestre .......... 8/iino
Por nao..............15/030.
PlOOOINTIO DUTIIHISTII.
Poi quartel.............4f<00
aro-rio i as do liapinio
Par .... l8de Fevr iMInae... ?5 de Janr.
Maraohao 24 de dito S. Parlo, h de dlio
Cear... 38 de dito. R. de... mi.-l.n-.
Parablba. I de Marco u.ihi.-i... 17 de dlio.
da DA IIMM, audiemoiAai.
8 Seg. S. Io3o de Dens
iii-iu.ii.i.n ii..< ii i:
9 Tere-S. Francisca R
lu 1.1...111 S. Milita .
11 .iiiini S. taudldo.
12 Km., S. "
Mag o.
3 ni o de OrphSe
|2 o5. s iO horas.
I. vara do eittf/.
3, i-ti. aojnrlo-dla.
Pareada.
Gregorio 3, r 6., 10 borai.
2 vara do eivet.
13 Sao. S. Sancha. 4. e sbados ao melo-d.
7 Doro. 3. da Quares- Kilfio.
ina ; >. Maih.ides. Tercas e libados.
I IIHMIBIDn
Crrcenle 28, II 8 horae II minutes dt I
Chela a ti ai 3 borai e 11 mi autos da m.
Mlngoante II, ai A bora e 11 minutos da t.
Nova 20, ai 4 born e i* minutos da m.
VBXAMAII DI BOJ
Primeiri ai > horas e 54 minutos da nianha.
Segunda s 7 horas e 18 minutos da tarde.
de Marco de!8.S2.
N. 55.
MAMO BE PERMMBIJO.
.g?
PARTE OF-f CUL.
GOVERNO DUMtOVIiNClA.
Illm. Sr. A viste do que rxpe o dele-
fsdo do Limo, im no ..llcio, qne digio
. S. em data de ta do crtenle, e cuia copia
V. S. remellen llantera cnm sen o 11 i i .. n
244, teuho a dizer-lhe, que convem commu-
nicarao menino delgalo as providencias,
que se deratn para o re9tabelecmenlo ta
ordem ni villa d'aquelln mime, e que alem
das exnlicagoes, que elle deve ti prorapto
dartob-e o seu ettrenhavel piocad>manli>,
compre, que declare, e exponha minuciosa-
m.'iile todos os Tactos, pelos quaes se flon-
venc-u, de que fui poltico o movimento,
que o poz aas fug, nao carmnelo mencio-
nar o nomo dos indivi luos que promove-
' rem, ou dirigiram u mesmo movimento.
Dos guarde a v. s. Palacio do governo
de Pernamhucn, 17 de Janeiro de 1852.
Viciar de Olivcira, Sr. desembargado!che-
fe de polica.
Illm. e Eim Sr. Tendo communicado
ao del-gado de polica do termo d'i Limneiro
as provi leticias, que se derSo para o resta-
belecimenlo da ordem na villa do m-smo
nonie, e exigido que elle desse de promplo
as necesssnas explicagoes sdire o ett auha-
vel prore lmenlo que leve de desamparar o
seu cargo, e deixan lo tle fazer-me as con-
vetiiHiites commuiiicscoes ; e outro s m
roe exposesse miiiuriusameule indos os
Tactos, pi |ns quaes elle se conven-
cen, de que Cora poltico o movimento qu',
o poz eui fuga, juluodo meu dever Irn
mitlir a V. Ex. a copia inclusa do ofttsfo.
que elle me ende'cssou em dala de 21 de Ja-
neiro prximo passado, com asquaes satis-
faz, embora itncompliam"nte, as ordens de
V. I- x., mas de modo a fazer-se idea dos
mol vos, que inll'jirao para oseu comparti-
mento ecouvicc3o,
Dos guarne I V. Ex. S'cretari da poli
ciade pernamburo II de fevereno de 1852
Illm. c Exm. Sr Vctor de 01 oeira, prasi lea
te da provincia tle Pernambuco. O chef i de
polica Jaro.limo Martiniano Figueira de
Mello.
Illm. Sr. Em resposta do olTIcio de V.
S. de 18 do crtenle, em que me pergunla
a rasSo porque suponlio o movimetilo du
Limoairo, mais poltico do que occ.siniisdi,
pela le do censo, ettibura me eche suspen-
so, como ja coiiimunlquei a V. S em dat
dd 14 do crrenle, cumpro-rne asseversr-
Ihe que nSnduvidu que a principio os amo-
tinados tivessem como causa do movimento
a supra dita lei ; porem, ten lo ell. s si Jo es-
clarecidos por pessoas ben intencionadas
e de boa f, e haven lo dado moslras de se
capacitaren) da verdade, depois de pouco
t.-in.-i, esquecendo a c.usal de suas reti-
no-, comegaram a perseguir pessoas du
partido qu* auelcnlUo a actual tirdem de
colisa-, dando gritos do iii.io.in g abols,
tentando deporein autoridades constitu-
tlas, iioiiiioiii'o outras pur insull gao de
individuos, que sao bem conbecidus na mes-
n.a comarca,
D os guarde a V. S. Goianna 21 le Janei-
ro de 1852. lio. Sr. desembarca ior Jer-
nimo ,\l i tima o Figueia de Mello, chele
tle polica tlt provincia.JoaquiO) Anto-
nio CT'eira Galio.
Illm. Sr. Itesponden lo ao seu oflic;o de
24 do crrente em addilameulo ae de 23, a-
quelle acompanhado da cipit duque Ihe
dirigi o delega le do tormo to Pao d'Aiho
19 d'.st mesmo m-z, e este acompanha-
du l. mlii'in da cupia do que |ne dirigi a 21
O oV,ag"do do lermo de Nitarelh, t-nho a
dizer-lhe: quinto falta tle compaiecimeu-
to dos guardas nacouas deslaca los, que te-
nho a esie rospeitu exigido as precisas in-
[brinsgops do commaiidante da legiflo de
Mazare h adverlindo-o da falla. e.,i que letn
elle iurorri lo por nSo havrr dado promplo
cumprimento as ordens d'egia pre.-i.lenci-;
quanlois leut-tivas, que -r i. en ni da par-
te dos amotinados, queainlase CjnservSq
armados.enibora n3o seapresememem g*ru-
pos, di vi-ni as autoridades policiaes d'aquel
les dous termos cumplir energcamecie
seus deveres, empregando semprequn Ior
preciso, os consideraveisdestacamenlos, que
ali se nuil, ni sob suas ordens, e obran io
com incessante aclividade no sentido de
mantera seguranca publica, de um modo
digno de cuiilianqa. que tem as mesmas au-
toridades merecido de seus auperiures
quaiiio liiialnieiilc nos boats, de que
emissarios tem parli lo para dilf-.-
renles partes com a 'un de aconse-
Ihaiem a populacfiu a n.io ceder as amias,
emquanloS. M. impeiial nao concordar em
convocar se urna tssemblea consliiuinle,
no convem por modo algum, como V. S
pe feiamenle conloe1, que a polica se li-
mite lar nuiicia de Uoios, que cutrem
conlra alianquillidade, e seguranca i Uhlica
e Min Ihecuii.irecutihi cero fundamenlu de
taes boatos, perscrutar os planos de quaes-
quer conspiraQues, de que lenha !. seon-
fianfa, e alet ng-r, em soinma, o lio cas tra-
nas, e maquuit,Oes, que por ventura ha-
jmii conira a ordem publica, para obtar con-
venientemente com todos us melus, que tem
a sua uisposicno, e com os que haja de re-
quintar ds pmueira aulondade da pruviu-
cia, que jamis lli'nsnegou.
bous guarde a V. S. Palacio do governo
de pern-niburo, 26 de janeirode 1852.
Ffor d'Olivcim. Sr. desetnDergadorcbo-
fe de polica.
Illm. Sr. Tendo V. S. em vista os o lu-
cios junios pnr copia, um du Exm Um Hia-
to d'esla ditcesn, outro do Juiz de direito
da comarcado Rio Kurmozo, outto do Dele-
gado do termo do mesmo nome.e outro do
conselbo da sociedade de liberal pernatnbu-
cii, to tus relativos ocrurrencias, que
n aquello teimo liveram lugar no dia 22 io
renle, queira iiilurtnar-me com urgencia
sobre ludu quantu all houver snc.eili.lo
quer em ielat,ao ao movimeiilo feilo por D-
meos armados, quer em relaclo ao cumpor-
tamenlo do dito delegado, Cumprindo outro
aim, qt,e no s d V. S desde ja as mais e-
nergic-s pro
'Dos guard i a V. s. pa aeio do governo de ; casos que form varejalas, e nSo quere
Pernamhucn, 28 de fovereiro le I85J.fie-'que fusseuj fetas arbitrariamente pelo
Ior de Oliceira. Sr. desumbargador ebefe povo.
As 4 para as 5 horas ds tarde, quan lo roe
de nuiicia.
Illm. p Exm. S'.Ten lo apparacido ns-
la cida le a noticia de que. o partido pralej.
ro pretenda inglsllar urna socie lade, esoa-
Inou-se tambnm que do outro lado navhm
projoctos de se oppnr, e queren lo ou evitar
que appareesse algum dis'urbio, mandei
chimaras p>soas que me indigita am como
autores di-ti o.i. ii-ieari o loes flzverque
nSo eslava bem tal p'ucoiiment, porquan-
lo a loi permiltia a reun lo do soci d-dei
cumprindo-se aa formalidades que ella exi-
ge Masapesar de todas as minhis instan-
cias nflo pude conseguir qne desislissem do
proj-cto que rinham. Iiingi-me sos que
teiicinnavam installar a socio Inte, e parti-
cularmente Ibes pedi que por ora desislis-
sem de lal reunan porquanlo po lis nccasio-
via quasi desobedecido pelo novo que esta
va reunido e suba a 2uo hom-ns armadoi
que quprism diflnitivamente atacar a casa
da reuni.ln, em quej olloestsvim nenhuus
dos instaladores, r. celn o ofllcio n." 7, que
inteiramente acal nou tolos os animus.
Parece que as sociedades que nSo se on-
pocm i ordem social nos termos do art 284
do coligo criminal, podem ser permitlids.
i rel oicn las as formalidtdes dosaits. 28i
e 2*3 do mesmo coilgo. Porm estara oes-
te caao urna sociedade, cujo Km he publico
o que no ptopgur idaiaa que al.cam algu-
mas d.s b-ses da conslitU'cSo Supponho
que discutida bem a materia a prolnnico
n.ii foi illegal, todava eu consentira que
ella se reuuisse se nSo fosse as ciicuin-Un-
vabtidas do coannoi.
lanna e Parablba, s segundas t sextas-
felrai.
w-Grande-do-Horte, todas as qulntaa-felras
o nielo da,
ranhuos e Bonito, 8 e 23,
a-Vista, e Flore, i 13 e 28.
Ictoria, s quintss-felras.
Inda, todos os das.
STOTIOIA* SaTBAMOEIBAa.
Portugal. 15 de Kevr,
Hespauha o de dito
Franca ... 7 de dito
Blgica... 4 de dito
Italia.... 4 de dito
Aleio.nl.a. .'(de dito
Pntala .. 3d>dlto
Dlnamrcs3i de Janr
Rusila... 2 de tillo
Turqua. j4 de dito
Austria.. 3 de Fevr,
bolaia. .. i de dito.
Suecla... 3o de Janr
Inglaterra 30 de Drxbi
E.-Unldoi 18 de Janr
Mxico... 59 de tilo
1 allfornla 2 de dito
Chlll. 2 de diio
uenni-A. 4 de Fevr,
Montevideo 4 de dito
CAMBIOS sr DI MABCO
-obre Londres, a 27 a 60 d.
a Pars,
Lisboa, 90 por rento.
ICTASI.
Ouro.Oncas hespinholas....T.7".'.'.V. !q|000
uedas de fi#4im velliai......... lh>Ot O
. de6>4nOoovaa......... Itiannil
a de 4/orn............... 9/100
Prata.Patacfles brasllelro............ )/li20
Pesos columtiavlus............ U'i-.n
Ditos mlicanoa............ 1/8U0 -
nar desor.lens, e eu cora a pouca forca de cas excepcionaes e n que me vi, e a exem-
linha que linha miuha dispos'fo no os
poda garantir, non manter o socego publi-
co nesta citlade. Achei taoibem da par e
deates a mesma resistencia. Tive, porm,
algumas i's.it'ranc.as de que a sociedade n.io
so i--tiiH-v, porque con-lanlo-me que
po do que so le n pralicado em ontiiH lu-
gares e nesta cnlade que deve servir de nor-
ma aosoutros termos da provincia.
Devo amia fazer ver a V. Esc. que antes
de iro juiz de direito a casa da reunan, por
duas vezes la fui o subdelegado de-te dis-
sn-sem os iustalladores. Por ora a tran-
quillida le publica esta inteiramente resla-
lieleei la, porm se lem.rein *' novo ins-
l Miar a socie lade osle e-l i io nao se maute-
estava designado o dia de hoje, oque alguns. tnctoe nflo pO io cons guir que se disper-
dos in-l o| iilni-. s deviam chgar uo princi-
pio da semana finia, at hoiiUrn pela ma-
ntilla uo tuiliam chpgado.
No dia 19 recebi da cmara municipal o
oflicio n.* I <]! i.'iia'.l i para delibrar con- r, se nSo houver aqu um fui te deslaca-
i i ii'1 as circumslancias o permiilissem. merlo para couter o povn, que esl p^rsua-
llo ii- ni a. ir >s hor s da tarde soube que di.io que ella tem pur lim o por-so ao g j-
U'i'nai lo Jos dAGamara, que he o inc n-ga.lo da instalfaciio, linha chegado. Es-! Apresso-me a levar ao conlircimen'O de
perei que me coiiimun 'asse se pretenda V. Exc estes acmitecimentos, alim de qne
fazer a ie Junio, para llie f.zer sentir a im- n.io rhegue n altralos, e para cerlilicar
prudencia de tal proceiimento. ,\'a io. lia que o socego publico est restabelecido.
mesma ucosio soube que n.io p-q.ieno Com tu lo pata evitar algum insulto que i -
numero de geni.* arma la exista reun la em de apparecer, sena cunvenient-i que V. Exc.
alguns logares peni, .testi cnlade, pro opti sedignasse miniar elevar o destacamento
a marchar se a sociedade se installasse, e de.la anule pelo menos a 5o pr .cas.
que os installatlores sabendo disto tambe o Dtosguaide a V. Exc. Riu-Formuso. 22
tratar.m de reunir gnute para repellir qual- de fovereiro, s 2 huras da noite, de 185J
i um ulnii i|m: sollV.-.-e n. Illm. e Exm. Sr. I)r. Vctor de Oliveira,
Considerando que desle estado de cnusas presi lento desta provincia.Francco Ho
no lena resultar denam.m-nto desangue, *'"f Selle, juiz municipal e delegado do
e (car esta ci lade em ajnarohia emquanto ",0 Furmuso.
nao chegasse furca para coplero povod'sen- ,,lrn Sr.Constan lo a esta cmara, que
freado, rosulv prohibir a ui-tallaeo da se pretsude instalar nesta cidaJe umi su-
sociedade, esperando que me participas- ciedade com o fldi de se opir o governo
sem para fazer sentir esta resoluco; e ctual, destruir a cunsiituico doi.uporio,
como a forcA do destacamento apenas c mis- e eslabelecer a repblica, e sabendo que O
tava de tlez pracas disponiveis, requisilei povo tm peso, que preza a sgrala pessot
ao lenente-coronel Jo. Antonio Lopes, ue s e estiina a actual l'ma do go-
commindaniodo batalhao de guardas na- verno, como a umea, que coucorre para a
cionaes detta cida.le, cen p'atjas, e Ihe pe- fe,ici ',e dos braailerus, temeuJo ao mes-
n pule-o i me iie que se unisso r.....o mu totnpo, que apparega algum excessoda
para eunter qualquer excess qoepolesse Pe do uiesuio povo, que ueclaradamanie
apparecer, e visse S) consegua reunir nao consenle, que lal socieda le se rena,
m-isalgumas pessoas em quem eu podesse lumo a deliberacao deolTiJiar a V.S.,coiuo
confiar para manter o socego i-ublico. Pri ,""r* auloiidada p.lioi-l do (arara,
Aatciucohoras da tarde tle lionlsm rocebi t^enio ver estas oircuuislancias, e lem-
oofli.-ion.* 2, de Bernardo Jos da Cmara, braudo a V. S quesera prudente prohibir
a quer siondi com o oluYiu u. 3. Es.erei es-a reumSo, ctnu o que se evitata o e.can-
que o oosino Cmara, assim co no as pes- ",l0 de tal sociedade, assim como algum
soascon quem eslava. comprehenJeudo rompnnonlo la pai te do povo para a luipe-
bem os motivos que me impeldam a proii- dlr- t,la Cmara, s bendo be-u do espirito
bir a reuuiAo, Uesistissein delia; porm d0 Puvu> 'im CJ" das disposivs de
Francisco llodr goes S Ue, digno alel -i i-lallada, nH uli.tui 'ss > nadt tnas fa- Dr. Lemenha Lina, e sendo ahi, dlrlgram-ie
do da cuta le do Illo-FormOSO.-tamii r-m som a rocisi de V. EXC, e retirando- a ineims casa os .lesordelroa armados .meo,,,.
me pira miona casa oncontrei ao cidado Pnhia do delegado, e Intimaran, com h.ca-
JosPAn.on.o L.pes. aoa, pe.i qB qi- ZESSrT&ZZ -^TS-ttt
zesse ler a bon lade de cnegar miiha casa meil|e omcliMe a lne..oo delegado qne pre-
eannuindoelleaomeu convit-, pu ah Ihe ,ent eslava, declaraudo-lhe que a inaiallacio
fiz g intr o quanlo acabo de expr, e i-to ,.;,, ellectura e como o meitno Sr. Ca-
en presenta daquelle cidsdflo Vital, dei mar nao quiesse subiuetter se a tSo absurda
Jolo Antonio da Cosa e Silva, e di tabeliSo' ealgencla. esteve a pontoa de ser asiaiilnado,
desta ella le Antonio Pinhairo da Palma, eaioe'u como o Ur. Lemenha Llni, onvlndo se
lulos acons Ihei que tivtssem toda a pru-l n"" o""" H'1"' de rnorra, e sendo sala
.:... onde eslava,ii acuelles ctdadaoa assaltada pelos
equito turbu-
enriqu-t Viandirlej
a. i.--Illni Sr.-Devendo ter lugar boje
i 11 horas do dia em casa do Sr. Dr. AguS-
I..ment., Luis a reunido para a in-t.111-
ioda sociedade filial, e constando-me que
nneiis mal intencionados preten lem com
rea armada opor-se que tenha elTeitu a
ta roiiiii.li>, e como nada faznmos, que no
ja permiltido por lei, e a V. S compete fa-
r com que ella seja fielmente cum..ri la,
Inpregaudo os melns seu alcance, punin-
quelles que ptetendem perturbar a
nquillidade publica, commumeo a V. S.
ra que d as providencias, que a lei Ihe
O.-.leoa em taea oaios, para que rejamos ga-
rantidos, responssbilisando a V. S. por
qualquer violencia, que contra nos pon
apparecer. Se a tranquillidade publica se
acna ameafada nSo he por certo por nos,
qus escudados na lei queremos praticar um
acto, quo ella permiti, por n lint por
aquelles que procurara satisfacer caprichos
indo de encontr ao que elladispO'. He o
quemecumpre dizeraV. S-, rogando-lhe,
que venhs assi-ti' cim >us presenta sos tra-
bilhns da suciedad*.
Rio-Formoso, 22 de fevoreiro tle 1852.
Illm. Sr. D Francisco Rodrigues Selle, de-
legado. Bernardo Jo' da Cmara.
N. ti. -ijusii io honi- olli 'u a V. S.,
iii.i:iiii lo o uieii cousemim mo, para quo se
eff.-iiiiave a leniiilo da socie lade, que V.
S. veioitislallar, fit ver os motivos, que a
i-lo mo unne liam, eesjere de sua pruden-
cia, assim como das pessoas. que a devem
ct.mpOr, que compreh'iitlendo bem, que nln
pnssu olferecr ss garantas, que V. S. exi-
ge em seu oflicio de boje, aliassem a inslal-
I.qSo stque chPgassea resposta do ufll :io,
que ia mandar so Exm. oiesidenleda pro-
vincia. Entretanto, V. Exc. recalcitra em
Instal'ar a sociedade sem attender as pun-
deragOesque Inefiz; ivdi do que devo
fazer ver a V. S. que he o respon>avel por
qualquer tumulto, que nesta cilada appa-
recer, vislo co no em desobediencia a urna
ordem, que Ihe fui intimada, da lugar a que
se altere a tranquillidade publica, fie ndu
certo que s i couijreheuder as tumbas ubri-
gacOes ean as lazer cumplir.
dencia, que sera ella nada se conseguir,., -. ^"a'
senSo desorden, e retira am-se. lenl0i A cidade offere
Tenho mais a notar a V. Exc., que quando
me dlrigia para casa do D'. Lemenha vi en-
trar nesta cida.le umi poreflo de homens
armados, e depois talvez de 3 para 4 huras! ca urcessarla para evitar o derramamento de
da tarde vi passar pela frente de minha ra-"ngue, e o cldadao dltocoronelCainara.ee-
sidencia outra porcJo de homens armados ',e,"Ju a r"- !> um olllclo ao d-l.ga-
i......i.,.,. ..*, 1 ....i.ri .1. .. .do, oeclaramlo oa baver coniiniiado a se.so
aque
va,ii
IFerecia em sua populaco
i:ii.inii, as vidas dos cldadaoa aggr.didoi;
mas tendo neate caao de travar-ie non luta
a,iguin.denla, f o inister obrar con, a prud.n-
is'nal nenl o i|ue tuto anl-ria de con
cento e cincuenla humens, nSo sabendo eu
por ordem de quem se reuniram e entraram
nesta cida.le, e com quanlo ficasse um pou-
co assustaJa a populado desta cid i le, cun
tu lo n.i.) me cuiiiia que occorresse desor-
leill alg.ril i
II .ja pela manhla recbi na carta do revi-
rando vigario de-l i colad i Antonio Margues
de Casi i ih i pe,lu.lo -me o favor de chegar a
sua casa, pois me desejiva multo fallar, e
i|uo n.ii viulia pi-soil.neuto porque linha
mu .inuoie ilo, e perlen leudo eu ir alarde,
pastado*poueoa min*ntm depois du reca-
liim mi i desta carts recebi urna ouira ins-
tando para qua eu fusso quanlo antes a que-
rei-lne fazer esle favor, uoisqua hsvnur-
geucia. eniflu fui immedialamenle e encon-
Irei o masino reveiendo vigario ulo o mu
casi puie.n son em uutra visinhi, como uc-
culto, e nargiinian lo-lne o que exiga de
mim, ou tuina a co nmunicar-me, elle me
respuiid.'u que me linha uno la.I > pedir o
f,vor de ira sua o .a pan mo cotnmuncar
que noj I i iiliei recem lo um reoido lo cnla-
M an io Hmnque Wanderley ( pnr um fuS .
li.eni'i o i m| i.n Ine man lara diserqueale
aqu tinna sido a seu favor, porem que nao
po lia continuar a ser, e que se reiirasse da
ei.ii i.- i,.nno .1-' olio das, poisque nSo res-
pondera pelo quelite a cunlecesse, e que
Un: coiativa mais luver Juaquiui Francisco
Dinii dito que quando elle vigario fosse, ou
lieos gu rio a V. S. Itio-Formoso, 22 de esuvesse na malriz o havia ue laucar
Lo.
fovereiro de 1852Illm Sr B-rna"doJo.
da Cmara.O delegado, Francite Hodri-
mi Selle. ,
N. 7.Illm. Sr.Tendo officiado a V. S.
denoli da Installacao por volle de uiu outro
ol-i.i recebidu do mesmo delegado, em que
este reiponsabliliava ao dito Cmara pela, con-
aequeociaa da Ioilallaco. Feito o t|ue, o gru-
po eapaliuoi-.e pela cidade. e durante a ootte
I ir.i.,1 a casa de algum ci.ladoi huaealoi, co-
mo folie o reverendo vigario Antonio Marquei
de Cislilha. o cidado Jal Feij de Mello e ou-
Iros, e os insultar.)',, con, injuiiai e grilu de
morra.
Na ni.-amo da 22 do corrente um das cheles
dui d.sordvlroi, u >.-i Henrique Wanderlrjr,
man l.oi Intimar a., reverendo vigario cima
referido, para que dentro de 8 das abaodo-
oasie i fregueiia, pena da ler aasassinado,. e
uo dia seguinte, V3. Joaqun, Franei.co iniz,
mu.o clieft doa desordeiros, fot a matriz co,n
gente armad ,, e nao achando ahi o mesmo vi-
gano, o. i ii-.ui que ah [mili l.lo com o intuito
de eapeh-lo e de fechar a igteja. o que faria le
o mesmo reverendo vigirlo tivesse o arrojo de
se apresentar na freguesia.
Cun ro agora levar ao conh"Cimnto de
V. Exc. algumss uutras circunstancias.
Pouco depois de encerrada a > --.io, o cjm-
n i ii.inii: do destacamento acompanha lo
de furca de linha, cercou a casa da residen-
cia do llr, Augustu Lnmeuha Lms e vare-
JOU-a .iiMunlu que o fazia co,- onlnu do de-
legado e p-lo pret-xto de have en armas,
'.'.aula en......tr.m o, levuu presos a dez
e o i i.i .-, que all si acnavam ; os Srs.: Ber-
nardo Jos da Cmara, Ir. Le neuha Lms,
ina|or CieUBO Franci-co de Barros W.n ler-
ley, Vicoute da Cunda Sonlo-Mai ir, Man-
rique Luiz de Barios Wanderley, Joriniano
Autiiiiu Don te Cund, Jiiquii Jus de
.zote lo, A-.ton i ijaeintiio da Silveira, Ma-
nuel u.. lia ios Wanderley e 1-, loi I- Jos
l'eueira, us qua-s se ido levado- a pre.en-
laja r
delia, e por ,ssu vanlo-se assim amaleado
recurra a muii para que d iuvesse do dar al
gU nS provi lene ,,s, e q ie prelen lia ti ir pa-
ra a capital desta proVluolia queixar se V
que hoje pelas II horas da tnanhaa preten-'El. : ora, d.\ois de o ter ouvi lo Ihe disself4 dudeegado; matidou e-te aullar dizen-
dia ioslallar a sociedade filial, porm tendo que uii.n.i ao delega.,0 co nu autiridade do que nao dera ordem para prendu-los.
tecobi lo o oflicio de V. S. em que me pro-1 pulicial para dar as pruvidencias, e co n ef-
hibis tal mslaliatvS i, assim O fiz. Daclaroa felu prucurei o delega IO, e cuulando Ihe
V. S. que a nilu insUllei, llm se nistallara j oque me o ,li .v de coinmouicar u reveren-
S'mque V. S. cunsinla, visto assim o ler d. vigariu, Ihe pediqie d sseas providen-
delermitiado. cus p.ra que ta.la snil'resse u revetelido vi-
Ooos guarde a V. S. Rlo-Formoao, 22de I gano,o naos) insullasse a pessoa alg lia, o
l v.o jo du in ">-.!. -1 I o. Sr. Hr. Francisco que assim o prouielteu fi/er, diSBn lo i-
que e-tava persua.ltdu quo nada acunl-ca-
M.i, o que depois fui co nmunicarao refe
rilo reverendo vigaiiu afi n de u sncegar, ao
quo me ruspondi-u que n.io ,,'-1,,,. issn el-
le nao se julgaiidu seguro la se npre para o
Kecifequeixar-se a V. Ex. e pedir iruvide i-
cias. ii.-vo ia,ni, o f.zer sentir a V. Fx.
que a forv'a que entrara h mtein armada
R idrigues Selle, digno dolegalo deslu ler-
mo. Bernirdo iot da Cmara.
Illm. e Exm. Sr.preteudeo lo alguna ci-
dadSos m "adores nesta comarca eslanele-
cercm nesta ci la le umasucedads (Segundo
o que me const >u) cjiti o titulo deCousti-
tuuitee lendo-se espalhido a noticia de
que se iiislallana no oa 22 do corrente.
assim nJot-ncionavara praticar, e esta ina- gfaude numero de proptielarius.pJeailian-
ndSa vier.m mulla casa, o m-nciona lo V. S que lera tudooapoio, quo Wr
Cmara e o Dr. Augusto Leiiienba Lms, e de-1 preciso para fazercumpnr a ordem de pro- _
cUraram-n.,1 que estavam disposlus a ins-1 bibivao, se purveulura os instaladores furein como d opposujilo (assim chamado] um raspara 10 da mandas em que lura mana-
tallar a sociedade fosse qual fosse o resul-j ^" desarrazoadas, que so alrevam a tesis- puuco indispusios, aquella qusieudo impe- di embora segundo me dis.e o delegad..,
lado. Fiz-lne ver o qOanlo era perigosa i l|r- Espera, porlaiito.esta cam.ra, que V. S. dir a ins alselo de tal socioda le, por juigar nao saben lo eu ( comu acuna digo ) por or-
esla resolucao porquanlo estva conven-' prudente, coujo be, lome a deliberatjau de ser ella or usiva aos principios conslituciu- de,u doq lem e rcuuiu essa forc/a, e enlio i
ciloque nada iiodena obstar quMa r.uniSu' mandar piodibir a inslallic9o a suciela- na-s, eesle por Ihe quererem impedir a ina- olla nesta ci lade. Apressu mea levaruex-
fosseoi-solvida, se purvoutu.a seelTectu.s-: de.cora o que eyilara, que a tran |Uillilade tallavau de sua sucieade. por juigar q ,e po,t i au conhucimenlu de V. Ex. como en-
S'" puis quaeu poucus suida, los de primei- publica ii3j solra, e lara un real servicu ao em nada olTendiam seus Bill a consntuicao lenlusor du uieu dever, ali n de que scienie
raiiiiia liona pra os garant-, e mo me: governo da S. M. I, e aus habtenles desle e urdera eslioeleci ia, e tanto mus que de- V. Et. do osseucial oceum lo nesta ci ia le,
oslava bem soccorrer da forca que me pu-l mumcipiu ziam us d-ste partido que esta socie lade era oestes uuus das .possa deliber.ro quee
dessem prestar os inslalladtes. Itet.ra-I Daos guarde a V. S. Passo da C. M. do filial Ja estaneleci la na Capital desta pru- aua sabedona juigar justo,
r.m-se, puietn, sem nada decidirem. N-s- Riu-Fonnoso, 18 de fevereiro de 1851- vincia por peruiissao do V. Exc. heos guarde a V. b. ,.ur muitns annos.
ta mesma uuiuli.i.i recebi dn major Manoel Mm. Sr. Dr. Fraucisco lluangnes Selle, dig- as vesperas daquelle da designado fize- Biururu.uzo. 23 de feveeiro de 1852, Illm.
Ilamiques \an ierlPV o olTfio n *, aque no delegado de pelicia des,e termo. Ha- ram os inslall. lores desta socie lade scienlo, o Ex n Sr. Viclor Uliveira, diguissiuio
respond duendo, que so fossem precisos noel II nnques V.i.deiley, presidente. Jus ao delegado desta cidad i Francisco Ito in-: piasi ente da piovmcia de l'ernau.bucu.
para mantara socego publico os hume .s' tul da Caldas Luis. Joaqun) Francisco Ui- guea Selle, de que preten liam realisar a Oj ,iz de dir.ito da coin,uarca Loureocu
que, He me olTe.ecia, Ihe olli ia-ia-equisi- niz, o padre Juu Guinea de liveira, Auto- inst.liacuo da refaiida socie la le; e este Caetano Pinlt
lando-us, e que entretanto os tivesse promp-1 "i" los Sanios Vital e Fr.nc.sCu Kudrigues d.leg. lo (segundo me inlurtnam) a prmci- | lllui. a fc.-u. Sr. -Agora co.npa.eceu em mi-
tos par, marchar par. esta c.d-de lugo que Selle. pi Su se o,poodo a nao, nu di. 2 J pere.n t presensa o reve.endo pa.ocno da freg e-
dos us que estavam reunidos nesta cidad
para que, ganhan lo a sua couliaiica, pu-
desse cuuler us excessus delles mesmos, o
que Cnnsegui.
A's 11 li'.ras do dia recebi o ofllcio n.* 5.
A furca n .t: linha pedido ao teiienle-ctiro-
"t:l Jo- Antunio l.O.es tuina cnegado a
iiiuilo te npo, a do major Manuel II un mus
eslava anciusa por aiaicnar, tem que che-
gando nao os pudesse cunier; e dirig o
ofllciu n 6, duqusl n8 live lugo respos-
ta. Cllegou, eiiii ctanlo, a forera do major
Manoel II uiri.|ii -, e reuiram-se grande
numero de guardas nacin aas e de particu-
lares. Neste espago de lempo, emquaniu
-e ,io n..mu a resposta do meu ulllcio s pu-
do conler o povo L-zendo ver que o Dr, juiz
do direito desla comarca se litilia di i* lo
para Casa da reuniflo, e que linha esmeran-
gas de que elle conseguase quo ella se dis-
solves.se: que leudo elles se reunido com
O liui lio tlisSulvOC o nu -iieie l.ul que sup
piiuliMii cunta a lOiina do governo, nSo
ihe eslava bem -atacar umacasa undeestaVa
a primara autnridade du lugar, com ulim
de cuuseguir pola persuasSu o que elles
queriam conseguir a I ugi
I> -(j ai.-, que sahio o llr. juiz de direito
espalhuu-se gue a sociedade se tinha insul-
tado, e que na loja da casi da leuuiS.i havia
armamento ege,t< prompti para resistir
Sa I iss-iii atacados. M.uici v.ir.-j.r a tal
casa, assim como outras que me dissaram
e-lar em iguies circu.ustnicias, iucumhin-
ili estas diligencias a urna palrulha de pri-
meira i i una, e nflo cuiiseuliudu que acum-
panhasse paisano al apparecesse algum intuito. O comman.lan-
te da palrulha nflo cumpreheuden lo bem
as ordens que Ihe dei ttouxe a miuha pu-
denda-, para que as aiilon-jsenca alguns dos inslalladores da socieda-
dads"pt>irciaes do lugar cumpram seu de-jde qu se encouiraiam as diversas esas
a,er niatileiidua urdem publica.e proceden-!que fo'am cor. idas, uas quaes n.io .se achou
doonlra osque a pertub.rain, conio pro- arina aigutna. Fiz logo soltar a lodos,
ponha sem perda de lempo ludo o que exi-laconselnando-lhes quo e retiras-em p.ra
gem as circunstancias a respeito dame.- as suas casas.
cftodenovodelegado.e novossuppienteseml Devo, poim, fazer ver a V. Exc. quo o
ordem que iiu a a polica ser de mudulque me ounguu a mandr fazer oslas dli
algum co, diada S inJiviJuos.queacabam de I gencias lu tere n-me afiaugado algumas
allenlsr coolra as leis arman io-se sem or-l pesso.8 proba que em to la a no te auie.e-
dem legal, e cua.indo a auloridade proce-l denle Iluda entrado grande numeio de gen-
der do modo por elle imposto. I te e armamento, e estavam as diveisas
i logo qn
eu os pedase. A cada momento linha no-
ticia deque em oiversos lugares >e~reunia
geni; para marchar,-alim de fazer diss il-
ver asucielade, e l mundo eu algum ex-
cesso, cujos reaultadus seriam Irislis.-mos,
e leudo prohibido a i n.,1.1 la,,o da soc eda- niSa ** do crrenle deve ler lugar a prnnei-
de, fui forgado a aceitar os servigos de to- ra reunido. Apunas forem appruvados os
estatutos, quo devem reger a mesma socis-
Cunsl l luilieu) esta anciedade que u sub-
.lel-gadi L'Urentinu Jusds Unan la diss-
ra algumas pessoas ter visto duas cartas
lo ciiefe de polica, Jernimo Malinlano
Figueira de He lo, escripias a Manuel II.m.
rique wmi.oiey e a Jos Antonio Lupes,
as quaes recomiiien lava que por todos us
no los i upe ii---. a nisiai. ,g.i i da sociedade
filial. Coii-t,, outro si n, que o teneuto-
,: irouel Jo- Antonio Lopes 'maudou para
aqueile disUrlii nolile.ir a guarda nacio-
nal, e como esta n.io coinpaecesso foiam
i,--.'o- ptesus e outros evadiram-sd. Cons-
ta final mente que aquella genio armada
preteudeo sublevar o povo, dizonlo-lhe que
a in-l.iil.ii; io da s.iCieda.ie tuina por li.n a
leilura e execugSu do regulamento de 18
lejunho ,1o anuo pas-a io : o que ia pro-
duziodo serios com 'rometlim-nios.
A sociedade Liberal Vemambucana limi-
tan loso a s exposigflo fiel doa lacius, cm-
lia que V. Exc. inpreg-ra as providencias
necessarias para evitar a ,ep'0 lugflo de su-
melliantes abusos quo lerflo de atirar a
pruvilicia em lulas eusanguectadas, o ga-
rantir asvdat eos direito dos ci lad.los
habianles na ci lade d i Itio-Foraioso que
pertencem ao parlidu liberal da p ovinnia.
R.cie, ca-a das .i-.ii la socio lade Li-
be al lv- n un:,.,,:....., 27 de fevereiro da
1852.Illm. e Exm sr Dr. Victor <1* Olivei-
ra, dignissim.) nresilenie .1 si, pro-i,cii.
Dr. Anlomo Vicente do Natammto Fetiza,
vic.ue-i lente. loo Miquitino da Cunta
..a i ,m.. ,.,.,, ,,.Ia. mst.H loi-i-s dizeudu-lhe luu Hio-Furmoso, patuclpaudo-ine ser ex- .Soutt-llaior, prim-iro secretario.
.d. n nl it. aUasse 1 ,,C ujuda Tm q-a Plw de sua fregueii..'por urna f.,ta armada. I !,. Sr._E respusla ad uffleio n. *07
:'e ISA^ttT-al^KSia-S aqUVB|"".'-P-. V. Eac.se d.goe provideociar com L, SBJ antacssor M Jo raez dad tenho
Illm. Sr. Encarregalo pela sociedade
beral pernan>bucana por ollicio de data -.
22 de dezembro proxi no passadode pro no- eile delegado de ludu lizese sciente a y., i ,M;lt euergu obre asic horroroso atteula-
veraiuslailac ,o le urna auceualu filial nes- Exc. cuja deciso deveriam aguardar, pois ,)_ p4ra ,|Ue u meauo parodio possa regir
tacomaica, communicu a V S., queaina- qne teceiava algum conlliciu uesagra lavel tr.iniuiiiaiueuie a lreguezia, da qual esi ca-
na ocessiflo de au. inslallagao, e por outrus ca regado.
molivosque me dizem diclarara naquelle' Ueos guardeV. Ese. Palacio daSolcdade
ollicio os uue rae nSo referiram. Nflo obs- \ eu, 27 de fevereiro de i852.-lllin.er.ain.br.
tamo sao, no relerido dia 22 do crrenle Vctor de 01 ve.ra, presidente da provincia.-
entraram a cheg.r a esta cidade alguns ci- "P "'-.ano
dad.los convi lados para essa sociedade, e| liba, e Exm. Sr. A sociedade Ltaeral ler-
miiihi casa Vieram ler: n. dade, e eleilo o conselho, a quem be ca-
lia ia a sua direcgfl), cumprir-se-ha o pre-
Ceilo do artigo 283 do cdigo penal, confio,
q iu V. S. zeoso, como ne, na guarda .ia lei,
eaber rcsp-iiur o direito ua assuciaijo, ga-
rantido pelas luis Vlgeutes.
D;os guarda a V. S. Ci lade do Ro-For-
m li.n, Ji de levar, i o ,1 : ISiJ. -I Hu. Sr. Dr.
Francisco Ho Irigues Selle, d> legado do 11 io
Furmuao.Bernardo ot da Cmara
Illm. Sr. ai: .lu de roceber um ollicio de
V. S datado de boje, em que mo cuuiuiuoi-
ca, que. seudo Humea lo pela suciedad o li-
beral pernambucaua para iustallar uesla co-
marca urna sociedade lili.I, tuina designado
o dia u'iiui.iulia.i para a reuuiflo, pru eslau-
do, que cumplira o dispostu ou art. 283 do
cdigo criminal, apenas lu-.-um appiovadus
os eaUlulus, e humeado o cooselho, que lem
de o reger. Constan lo-me que algumas pes-
soas irr. II 'di.lamento Se preparan) para evi-
tar, que lal r-uniau so ell'nclue, e uu leu lu
OU linea sullicieule para g r.inir nao so us
ques > reuuirein, cumu .os habitantes deal.
cld.de, ae porveiiiur. apparecer algum dis-
turbio, e sen lo du meu riguroso ueve, eui-
pregar lodua os meius ao meu alcance, para
que a ti anq,iill na lo publica nflo Se altere,
nflo posso consentir, que lal reunalo se el
lectue, einquaiitu uflu ubieuha du Exm pre-
sidenta da provincia os esclarecmeiilos.que
Vuu pe lir, e me luruega us meios uec s .nos
para que nflo appsreg. algum moiuu. A'vis-
la do que baja V. S. de adur a uist .liagflu da
sociedade, al que cuegue a resposta do
Exm preaideute. j
Dos guarde a V. S. Kio-Fonnoso, 21 de
fevereiro, de 1852.Illm Sr. Bernardo Juae
da Cmara. delegado, Fianciico Rjdri-
gues Selle.
iM. 4.-1)1 11. Sr. Const ,ndo-mo que Bar-
nardo Jos da Cmara e t> .1 os preleudem
ou quorum transi nar a ordem ,uii.ica,o
tentar conlra .S autoridades constituidas,
tOinoalibdrd.de de oifdiecei a V. S.loioa
os incus moradores e a unuua pe-soa a fa-
vor du governo, e, logo que v. 8. me otila-
tur, pruuipl.tueute me actuiei nessa ci-
dade.
Ueos guarde a V. S. por muitos minos.
Xaogua, 22 de fevoreiro da-1852..Illm. Sr.
amigo os ciladJus Antonio dos santos e"'l"e a una.ao de e.npreg.r us meios le-
6 .... ....;,.- ., gaes, ve, traier ao couheciiieuto de V. bie.
il, major do commando superior da. oeaurructoi ue ,_ n0 dta 2f
.nio estanJo em
com
guarda nacional,e Juaquim Franc seo Uiniz, I uo correie ciJj
e disse am-tue que viuliam rogar-me cono u.,.,,.,,, da
pnmeir.i auloridade da comarca que liuu-
vesse de cooperar para que t.l aocied.de se-
uSo iualallasse pois recal.vara que de sua
in-t iiag.iu se segu'ssem luuestas conse-
queucias, puis 0 parliJu do governo a que
elles perlencam eslava Jisp s;o a ludo cus-
lu a mo consentir que se insiadasse uesta
cnlade utna lal suciedad, ,,lf n-i.a aos
principios constilucionaes, o que uecessa-
nameute deveudo haVT pertilaCi da par-
to daquelles OldadlOS que 8a diziam instal-
ladures dossa sucieda le.ein a quererem ins-
lallar, o resulta.io inevitavel sen. daveiein
cuuseq leoei s Inste, p is o seu ladu, Ou
pariido tiiiiu li ,-l'iiie forga a sua disposi-
gflu para luipedirein a leuinflu ou installa-
gSodetal sociedade, e liualmeute que eu
nuuvcs-e de cuncu' rer para a cunservagflu
da ordem e trauquillidade publica desta ci-
da le, ludo a cas. du ur. Auguslu Liuieuda
Lius onde ae acnav.in reunidos us ruferidus
cida iSus e os conveucess a a que desislis-
sem de se neihaiito prel ingfl,), au que vendo
eu que Com elfeiio podenatn ser perturba-
das a ordem e tr.oquilli iade publica desta
Cidade a.uiuiii lu a esto p? lulo dingi-
uie logo a casa daquelle D.. Lemenha, ou le
ful mu pulida, e r speiiosaiuenio. receblJu
por eile, e igui ji -iiio pur m.is mis uito,ou
doze ndadaus que aulla all Si ac lavain, e
laz-n lu-inus Sentir o quanli eu julgava
p.udeiileque nSo ustallasseui a sociedade,
sen, que V. Exe. ocenle da que occjrria
huuvesae de deliberar u que enleiilesse jus-
to, e l'.zendo-lhes niajs algumas cuusiddia- '
Crtes. u que uuVHl Jo todos, Com tuda alten- Antonio dos Santos Vital, piofessor publico de
gao, mo respon ler.in. q ,e Com bMnto da- g Ijw* \J^J^STSl
Sdj.ssera auuuir ao meu pedido, cum l"Jo >. 'Xjc in.ult.udo aos se .s advrsanos pu'iti-
nau pudtaui lazer, porque a suceda le Ja se CJ e lllleatado-os. Teodo-se encerrado os
acnava llislallada, puiO.n qub desojando Sa- ll40a|nos da sociedade, oa eus inembrus reli-
lisfazer-me em lano quaulu Ibes era pussi- r..rain-se, e alguos deates dlilglraui-ie para a
vel.queoireciariam o delegado dizenlo- caa da Sr.' U. Frauciica Atuonla Llni, entre
ihe que se bsm que a sociedade jae.tiresse as quaes os sobreditos Sr. coronel Cmara e
a dizer, que j antes de o roceber havia eu
mandado reforjar convenientemente o des-
tacamento da cidade du Rio K Tinos.i, n.l >
para obstar a i -l .11 ,gi da socie Jadas, pois
para i-t i achou-se o delegado ui -.un con-
tra a sua vuniadu auxiliadu pur mais dd 100
humenqus se reuniram armadus sem or-
dem neto reqn-ieio legal, mas si n para
manter all o socego publico que cnegou a
ser puraq-ialie aiojd pertd'b, io, pelos fal-
sos amigos da ordem : e quantu a in Jicagflo
: de se prohibir n nuvas sucia lados, e d-s-
do Rio-Karmoao por mc: j t ne fjcl| je ver q(lg
providencia, oecei.arias para garantir naquel- 3 m Zes n'esl. cd.de B sooiedade L.ber.l
la comarca as vid .seos arenos doa memb'os l'rnambucana cono n aquella ollicio se
do parilo liberal, que all se achau, amc>ca- ta.. Iiavendo-se djoiS mslallado U,na ou-
tra com a deiioiiiniagflu da Conmluinte,
mas perigosa que a pnraeira, como uo mes-
mo ofllcio sa raconhece, e tenio-se ainla
insuda lo varias liliaesu'aquella em diver-
sos lujares da pruvincia sempre com scien-
cia da polica, seria quando manos, bem
impoltica actualmente a le nbrauga de si-
iiilii.inlu dissul igu e prombigflj depois de
se ior presenciado aquella depluravel fado
dse armaiem iliegalmente muiio, inlivi-
luos, uizen iu-so auiigus e sustentadores da
.,r lem para prohiberein atiisl liag.io ,lu urna
-o-i.nli le, que era alias fellal da Liberal
P.irnamliucaua, a qual segundo se dia no
prelito ollldiu quer erapregar meios
.asoivei--, e paciflcos, e ja coutava en<3o
na provine a varias feliaes ioslail.das com
c lOhecimaulo da polica e sem uppusigo
alguma. Importan lo pOtS o arbitrio proaos-
io um acorogoamento do ai cutido uratica-
du ua ci ia lo do Kio Furmuso, he obvia a sui
iueooveiiieucia, cumprin lo sim, q ie faga a
polica o seu dever, exerceulo uuis rigo-
rosa vigilancia sob e iodos e quaesquer in-
dividuos que pretendan perturbar a ordem
publica, ou que couepriretn contra aainsli-
luiceselazes do paz, quer faejam, quer
nao fagara p.rle desimiliiautes sociedad-s.
(leus guarde a V. S. palacio do governo
e i'ern i.nb u-ii l do marco do 1852, i'teor
deUlioeira.Sr. cuele de polica io ur,,,o:
N. 4u7 Illm.-e Exm. Sr.--Taniu requesita-
do a V Ex. por meu ulllcio de de jaueiro
ultimo, sob n. 216, que sediguassa expadir
as suas ordens, pa/a qua o daslacamanto
existente ua cidade do llio Formoso osse
augmentado com mais nula pragas, acabo
le recebe,- agora o incluso ofllcio sou a dala
de 21 do crrenle, em que o delegado de
dos' Us fjclosoccorterau, fielmente pela tna-
neira segundo a qual pasaain a ser expostos.
l-.ui coDseqiieucia de aut risac.io de.la soc.e-
tlade, o i il ,.li Sr. coronel K rnardo Jos da
Cmara dirigue->e ao llio-Formoso e ah fea
a .i.-. ).-', i das pesso is que deviam iustallar
a filial, designautlo-llies o da 22 do carrele
pelis 10 horas da manliaa, e a casa do Sr. Dr.
Augusto I. ni. un i Luis.
No dia ti parlieip.iu o mesmo Sr. Cmara ao
delegado do lugar a inslallacao que deveria ler
lugar no u,uro da. e ua notie do meainu di,
rec.beu resposta do mesmo delegado, em
qual Ihe declarava este que nao cousentia na
lusiallatao d.i sociedade porque nao noli i fur-
ca seu alcance para ga auilr a, pessoas doa
iiiM ,li i.l.H ,-s, a ciesueniandu saberque ho-
inens o rclleci, laineuie pretenda.,, cum f.rga
armada ubstr a loatallifo. Achando-se po-
rm feltoa os convites, e sendo um acto legiti-
mo a lustallaco de urna sociedade, que em
nada i,i|.-ii.1i ao direito de ulngueu, e uein as
leis do paiz, o dito Sr. Cmara ierou .11 un a
in.i o, ,, ,., no da, lugar e hora designados
con, cincuenta e seis ci iad>s que convocadus,
iiivi.iui cumparecido. E logo que a iualallacu
ful proclamada e se pmcedeu a eleico reapec-
tiva, fui disao participado o delegado, palo que
neuhuiita das coudicea legaes deliou de ser
cumplida. Achaodo-se asi,,,, realisada a lua-
tallaco. foi a comarca Invadida ,or-ui grupo
de cento e lautos hoiueoa, capilaueados pelo
teoeme-coronel J,,a Antonio Lupes, luijorl
Maojel Henrique Wanderley. Frauclico tlari-
nho VTiuderlry, Juaquim Frauciaco lio, /


ajf
pnlici. rto >es activo termo, r. fere) o iom
I. ri'iui .lus, .iiii- Hlli liversm lugar par* o
flu .1.. ulislr iii-UliacA) il'utna Sucied-ilu
liiml ila nociedaiia l.tleral poniHiiibuc n-,
Cojo Un ii a pro'ln'iiaoJii da lima H bles cotislituinle no Imperio, fDin.i commu
Diquei V. Et. pm meu offlcio de le lio
veinlirodo 00 prximo ti i lo, e porque 0
refer o a tranquil I lade polillo a s ja ainii. pailur-
ba la, g.i de noo o tentar reglgbelecer a re-
fe ,Ls,,cie(l..il lilial, ailenlaainlispoaica i
que Ihe le ni volado o poro do termo, e por
oulio la lo declara, que o destacamento
enlatante na cid-iie do Hio Formoso, ( que
o aup.ionlio no exe -dnr de 19 praos a v.g-
U .lomappa, qu'eS Ex. me envin em data
de 31 d' Janeiro trllalo) he inaulll I-ule pe-
ra polc-r dita onlaia anda ruesmo cm
. tempoa ordinarios, rogo aV Ex. qoe h-ja
de man.lar relimar o referido loiic-mii.i-
to, ae Ine meiecerotn coiisi leragilo a. rase*
que niilio de apre-enlr-liie. Mu acuica-
nlia a copia .loa documentos a qux o dele-
gado 8 refere, porque eslou peo sua lulo,
que V E. j us lera recab lo en n o ollicio,
por elle en lorossadu a V. Ex. obre eale as-
'ol II t I .
I'.n esta oecasio no pujao deixar desig-
nillc.ra V. Esc. q >e refieliudo agora mai*
ai i-'ii um nt sol.re oa lina da socie lado L'-
berl Ponan.bucana, e sobre os acontec-
Oientoa. queden lugar no llio Kormoso -
iiisleliacSn do uina de naa llliaes, me pare
Ci que lal g icio la i e beni assnn oulra* que
su hj.i eslab-leci lo i' i u o titulo dH Oo .S
t tuinte, po lem vir a ser a causa de gran ie>
desordena, ealo una pe mam ni conspi-
radlo contra a constituida i poltica do lui-
pnno, por quaiit i todos os seus estreos ten
dim a faer reiu'mas a consiiluigo por
iiiiiio |.'"oin.i asseiutila C'>niitijint-, i| i
a o.ni i co i-i 111:..- .1 i Ii'-.'m nliece, e diivoin
por tanto dar ein lesirltad.i a il.ai.tru ledo de
Pacto Fon lameulal on lo alguna dos aeu-
artigos.- A socie a le denom n > Co is I-
luuiie queso illslail iU .....i i Ct ia lo mil o
da 7 10 carrete anda me parece maispe-
rigoaa e crimines >, do qoe asocilo e l.'-
b'ral I' rnainiiucaiia, poique se ambas lem
pur' restabelecer, desenvolver ou anipliai
por meio de ri formas convenientes o e| i-
niMiilo do nocralic i no governo do pan, a
gocie ta ie Liberal s nenio qner emprear
os melol ra-oave s. e pacficos ao passo que
a sociedad* consliluuil.! .tei-i ra. qoe ella
quera realiaacSo lo u>s id is pelos meios
e modos qo a. cncu natalicia* olToece em
penasesi'ollieu lo euire elie.s os tnelitor.-g
(un o u neo meio pos-ivel ner ver o reiur-
roar a coustiloicSo, que nSo offellda a solio
i.iii, do i".ni. lie urna .i. I., cuiiililu ule
originad i pal poder, o pelo poso, e regular-
neme, rousntulda qua por ura ella Iraballlar
d leoilenoo as mi* ideal peanle a opluUo pu-
ba por meio lia inipren a, .la t ibuua ele e-
11- mente que is sua* sessocs sarao porl s feaa-
das, qumio loce.lade parecer til. Polers;-
ha lalver. dizer. que peloi aru. >8 le 28 di cu
oigo criminal e*saa remudes nao -ai ciiiiiinnsas,
pnr.|iieno se consiitiem para Bul, de que se
eiiji ae;r.dod.s aso l-doa, e bti CUmprid i.-
da. a.f.im-ld del legaes necenai as para ana
inil.ll.cao; |ior np.ie e-in- que q>eii m asso-
cladailes seciel a nao se oppore ii a oraleiii soc al
i.ii.i ter tolerad cum muii
-i-
.i _i*a.,


*
mudrrac.o, e ordenel. que apprebendeise lo'a par. aam a qoal nflo ha.iiotf.lade inialel
o arniaueiilo, que rncoiilrasie, e prendeaae a a'upnnhamo.s mesmo que as auloridole
peatoa qur vlaie, que erain oapaae de pagar proOuraagom lm er, indetuindo il dag
un annaa, por ni o comniandanie da patrulha congldaracOeg eiposlag, que egaa ocio lad*
nlo tjuiup rhendendo bem a ordem que del, ^ llsUlt cometleriam niaso algom
trou.e a o.lnlia pre.enca alguna doa iMUlUdv- bllrrieilade ? Nlo cumnrU
%?V^h^S$~ nano nu-Iba. k-Wlk o.rligo ,07 dj
(irrids!. OS tliiara i
mi llbrrdade, e da uiatiiia aorte onrrgrain ai. Coligo ori4iin>l,ro_nb>ni(|.oo'n s
f o orador l
igca
OS arllgog
abla, .|
[|lland >
caaas.'que en nao llnbi nrdrnadu, como corres on lentes? ,
nciinle'cru a de Jo- FljO de Mello, peaaua qua oiladng) Enl et'iito como lu lo alo nHo paa
eatava g
timar I:
lie oteiino me havla dll<
(loan.1.1 vivri.ioi a mulla prese
m;?:?meLa'r;r.,.usJSSSzz&Em ^"*>***f i"-'-om
o Ur. jultde dlr.lt.. di.iglr-ma un. offlcio, que ao_ngBut e que eapero que uage
I..HI -l'n n (o.laa as 111 .;- t i m
gravemente doenle, e que, ggm de mapas hy olheses baseados nm in
mnenlo btat tal loitalacao, fon,Co g parlicul.rea, he de todo o int
"tniiior r"**e 1"" vanham ao conliecimento d gl
do JuidaCa- assembla ejolarecin-ntog ofli -es, e f
e neaie lempo,
, que por foro qu
l,.ir ofllclo deiuoruu-se
IDUICO cinto, coolive II p
ra .uno o para a casa da reonio. Enl etioto
ai peasnas. que ratavam reunida* para a Inatal-
lacao da aoclrdadc ae foram dlsprraando e al
inairo para as cinco lluras da tarde. ubteve-*e
i olh"i i n. 7 feiio na casa de II. Francisca Auto
lia I.
iscut .
Eu outro perioiodo discurso loS. Ex
l-s* quo oa partidos da p ovincia liflo ar
ripalo caireira na estiada d-s recrimina
ertns, los o los e das vingauegs ; mu q.iem
lulo v insto uina bella Ucean iiuem dor
qoe houve Oafactog, uorem, naocoirohnra'iig'melhin
oi,e"itru"algniVdJa' iTallado- lo a.sercJo ; antes a des nontem altamente I
ja devlagem, M. na di., senhor preaidonle, em que as
E. le oIBoiu aplacou todoi oaolmoa, c limnc- folhag do la) ailo lili r .Inflo iinasnem
dlaiaoieine reatabelrcru-ae a ordem. H.jeful na torrente de s mi- furores, de gilag inpre-
liif.irmado de que os Inslaladurea, quandu aun- c,^ues viulaalitaa, e das mais t pos injurias
berjin, que se dlriglam para e-la cidade os 100 lo o8 0J me t,ios d i paitilo da ordem, lo
homena quetinh. .rqoe.ilado ao lente co- brlgta,,0.^ u 1DB10 dessea vaoo-e* la C il
st?StS -" v- tSArstA?- -'o o sttt&tfiS fl
eo, que luar, e que e.ia g-nie ae di.peraou >a>sa >o ooulia oag-usadve-ganos, a quadi
jaoiuuoiieriode.i cld.de o..lugar Partido Ve- ja gineacam com punhali bala, como so 16
in..-.iii.-n i.i .in- vlnhi ua retaguirda a fjica na le-la desle Civaileiro ( o Ora lor apresen
lo major Han el (lenrlipiei. | u o .leriodlCO 1'aUdiM ) CUJO treCIIO p.S>
t-'i-li/jiieiiie nao houve derramamento de an- r,., ur
Naoloiiisso, nSo i hedsr-ge-lbe
ue, e a tram|uilidade publica cala rraiabele-I foul K
:.da. Tod.v.aiedeuo.o leutarem Inal.lUr a Q,t/neit
ocledade tera de .pparecer o que Ja appare- '
eo e lalvea o reauludn nao seja o mesoio ae-| uar ""'
o houve
udepeod
.. i .i'i^ o.m.ni ni, por quinto li
i I. .ii i o r.i i .i 11 i.-, mesmo e
lariu, p ill que alem de aer por i
. .pm i ha .ii in.i iii-.,i,: graud
e p.ivo.qoe ve
i n.i embarcar
Insucieute pa
i lempo oidl-
oieaioo mullo
concurrencia
raaer -isocar para embarcar,
receber oque di Itecife
|lr..s .; .
elro
rile a V.
lioso 24 de feve-
nnarg'dur J ro-
Rio For
le I852._lllin. Sr deei
ni no M. nmino Figuelra de Mallo, ehef
...lo ii desia pruviucn fanaico Rodriauts
Selle. iioul'oruie.=d/ioo Josc de Fiellas, I".
Aminueuse.
avakagBMBBjBBjgBajjsjM
PERNAMBUCO
d
menl *rv
|||U|(S0,CIB
<|il -|i.ir i5>
Utrol i-sem
llfX|)ilO i
caraoi i ce
tiKtu. I III
,. i'iih Cis, q
ni i .i.i uir 'it
que e n i
iii"iii'i !
ii pirlKw
..t\ *,
i MriitS. quei
ilUuiutul* |
t evi '.lUfiiiL'nte s-
in
S'IO.
N.i
punllc meu
s. .re ii la
ll. ( -- H.lullt I
o udi-ii
i.tu/1 .i i
liiiid i -. ;i lu
HUbf tcitio e "
lor a V.n- .or i
i. i- usunt.r-i
,d.i..rp..r ...
Inl.i igu. lainb
se p.cpaie.ii i
qui-aiau o a
pin
ufe
..I.,
lldhi
ASSEMBLE\ hHOVIiNCL.vL.
SF.-S \0 Ii ) l)l.\ 4.
C ni' I nado.
O Sr. Vinlode l'.atfM :-- Sr. Pre'i lnte :
nSo vejo r-z3o aUuina pe qual de.xe do
se. aprov-ilo o requeri-neuto que se acha
sobre h unza, visto qua o aeu II n lm o mais
u-to, o o uais c miiii' m- e-no lodas as coli-
no S l.l iM i.l I nli'
O u uobre auctnr teri lo, como todos
n*. da urpresa q'je 1 ie Causara o mu vi-
sivel cnitraato que su nota no discurso cun
que o Ex o. ad niuistra lorda priviucia abri-
r eati agseuiblea : obs-rvaulo s i que s
Ex. ao pateo que pinta e d-screve c un co-
rea -s inais gratas e liaou'geiras o estado da
provincia, em coja piniura potica rivslisi
como pico po ni; nv. na d ripco a de-
s.Millo da lilla dos .niioi e- ; ve--e ao mesmo
lempoque S. Ex. revela u u ficto qui* por
cerlo ii.ioOsla u > ci'C iludas circumslanciag
ordinarias, e q te em ver in I paree* d -
sou
l.i .il_.nn. i|U.' O
II da ordem l lili.:
oernlia-lJ Avi.t
J principio ne.li
o q..e se ub i Ir*, que leu.ian
v.ica.ao de nina a.-
inle, e que sejam dlg.
loinocjnlr- la*.
ii ui.lid.de ni.
aiioipr
qoe iodo u uo.eini
qualqurr, eja .na
I.'hi iig.no>- ol rig
to qoe iiSj d
geot i nni.us.
e co i. o leuip
panbaiH .
(.0115 .H..|iiiS
a in.i-ll {.o de noval sr
i o ti>ia i. i .r ni.10 a co
>i.n lea kgisjaliva comn
aui.i.i-- a- q.ie tor..r.. ealatam
c n-liliiijij, e prejudiciae a l
bina.
U o guarde a V. Ex. secretaria da polica de
Priuaii.biico '2* de f.vii.iro de I -52 I.Imi. o
hS'M.Sr. Vicl'ur de Ul.v ira, prndenlo da pro-
vincia. -O diere de polica, lironyma Uarwiiano
J//nem de \1 lio
1.1..i Sr. rendo occorrido um aconlecimen-
to nesli cidade Do da 2' do coi reme, cuj s
couaeqoenciaa se.la.n iriiis-lmas, ae nao fui-
prege a prudencia que rinprrguei na., o
l.v. i lugo ao conheciiiieiilo de V. S. porque Je-
i.i.n .-.i i-I., nuil aulica regalo de Ir balli^s, re-
lativos au in.Sin.i jluiKimlinelo, pineni com-
niuoiquel ao Kxn. prea.dei.le a.i pruviucia, ali.o
de destruir i|oaiquer noliei i de terror que pur
ata i.iade live apparecido Trudo .. partido
mi. ii-. .1.- o.o.ni.o nesla cidade no ineiiciutiado
da 22 do crreme una socled.de appareceram
buatus, de que bavU oppoiico a casa loslaf-
lat*o.
hiiiirrgiiri lodoi os meios amlgaveis ; para
que, uu ii.ni se 0|ipi.selseoi. ou II i u;io se lus-
I ni i.-e ; po em n.nl consegoi No da 19 do
correle recebi da cmara municipal o .lli io,
que por ri.j.i i remello aob ll 1. que nao res-
M.ii'ii agoardaodo-me para obrar coufurme al
ciicuiii.ianciaa o peroiiiiissem.
No dia 21 pude crrlilicir-oie, de que ir a.sn-
ciedede e tuslallineappareccriacnposno.pois
de Campos .. bem ; cu
aqni Biii destacamento, e meinio mo o* nonras leput doa nSo convo n na ll-
oi! O-i.. mu n H.ti.ii-i i .i.ietu.i lleve turado artiga, deixaiei de Id-lo, e nt-ao
Iouvo-lbeg o .-eu bom a.uso ; eut eleuto
emprd direi que esta a ueaca forn-l
lie .iir.giia ao mu deslindo e bene-
mrito cuefa le polica da provincia, o Sr
Fi;ueira di ti lio, cojos aervigos au paiz
silo de ta manila i upo l.ocia, que le-ronii"
los, nu negal-os, seria uegar a propri luz
do da (numerosos apoiado).
Cuno, pon, diz o nobie a iminislfa lor di
provincia que os parudus ba.i sulfocadii
em l.ieo* frateruaes as litas, e os odios? E
Como podara lar-ae aemelhanle allia.r;* en
trepa tilos que sea;uem Cimiuhos oivar
ana, i is.m ep.-ml s nos meios e nos Hus ? Un
que lisenla uina -envnl lo ll ibolici 11.
subveraSn do sy.tein alopiado pelaos
5 lo, e na poja^aQ.l. de principio* aliar-
enii'os ; .'.. n.l o q te viven lo au ere us
Culo de -ii 'S antigs gloi'S, fiel -' o.ire a
-"ii* 'lo-; na- .I i ./., o do ni ni'r-e.ln, s mi
arelo no ni mo i.i i ..I i este drama,eapor
que aquellos que regen o governo da socie-
dado uianife.iein sua reprova^Jo cintra os
ex:-ssos da tuibulencia .' Sim, o partido da
ordem lun'ta -se a deplorar que os negocio-
publ.cos levem Iflo man cmiiuuu neala pro-
vincia, e que o au.igo .esp-ilo pela mouar-
e'ii.i va sendo violado nos coraed-s, por
a 11 i.'ll -s que i lereni reformas picareti, <
que I m mu .in as I i seus perio lieos, sem que ne ihuma repreg-
-.1 i ixi......iii- ii da parla dequem govern* .'
Vio le'lamo; aqu te'ibo .uio mo no
d-sineute altenda-SH bem i-r i n ii 'o .;
directa que o primeiro numeio do Diario
Nudo lirga ao iiro.ir'o c''fe la n-clo :
a lloje o Diario Noeo -Ul mi ao >r I). Pe-
dro I | i'i 111 mi i o--1 tetm* c-ga oo
syst'in ii ca di mol .cena contra as r-'o-
ui-s, nlo tardara muit i qua a ei;.....n.i;i
do sofT. i nenio e o d'Sespero domineui i
puvo, e a palavra publica ilelSS da ii no
n i a i--u a ra ao, edirij.-ae as pai\0 *. e eu
i o as putenciaa pliiaicas Lnn.i.iii o lug
que giaude mi
MU diveraui loe
...inpl i a lil.irell
que ua lu.talado
in.i.i, e aue os ll
bem reuoiaui &*
do ne.te ineain
llidu o nlli ni o. 2,ce
f.nc i de Hulla a mi
i .mili- oa iostaladures e soceg
residvi prulnbir a inatalacao. aprsai
iioi-iueuie ter Uro a alguui.i* pea-a,
Mulo, e Pflappndl cun o olbcio ti. 3.
lu da aegotote pela m iuii.ii. vio lu
i ... o Ur. ii-n.i i I mi nii i Lm- '- ii. in
Jul da (.mili., in.'. 11/. ve. a iuipi udeucia,
liavia em luilallar-se a sociedade, saucud
apparecla f ole oppollclio do partido domo
l i- Ou puvo qu: esUva peralta lldu, que
tmlia por lim dutrulr a furnia de guveruo,
f.-liameiitr in.a rege; e que eu com a pequea
I r...i de Ini'i i. que liolia a ion.ti i dispo.ic-'io,
uo oa podia i; niulii. prliici|i.iliiieiltc leudo
de gente armad
-es deste temi e dos vi/oulio
r para dissolver a reuuiau, e
a. s-beiidn di.to. laiiibeni reu-
ilaladore sabendo dale tain-
le para ae deU'.udrreiii. Tcu-
dia as duras da tarde rece-
,(Oiihi'Crii.lu qye liulia pouca
mlnlia dlipuaicio paia ga-
poblico ,
de ante-
que cou-
a tninlia
rdu
|U<
publico ir,ra4 a.-onjOoianitiiores. E porque utn
"' ""'*Ifaatnaeuielhgiile 0*0 de i. iie'rg. CB')' i"< 0C,ra *' asgoilllHa o dever de
antead aP eci-lo, eis .i n qtal o mo ivo que no-
li n.icii vnii o auctoi do req leinneiito a nadir que
- lo. i 11 pulo r ni ns CO upelentos au aollicilaa-e da
or un-i presidencia i iforuia. O s mais mi lUCioi-s,
on que io*-em presentes ete teciuto to-
. il <.4 as pessas nllieiaes Ou q iae-.|Uir oulros
lo '(11116010, realivosa esas fado, cuj no-
ticia lio- tniole aqu S. Kx : ibII'o-.iio as
I Ultimas iicc iiuMiria- de lli i l'iinno-o.
Ora onde esta, pois, a i.icoiive ii nca do
requei jinenlo ? (Jilo desar pollera sobrevir
a ."i. Ex. la utibicau leases esclareenneulo.?
tlciarario sen.lg dra d' sua nagaejo?
E leo lo. por Lulo, que no la lion'a lo no-
bre .i i inin.na i o quo lal requer nenio
pa--", ae bem qu* enl que Ex no i evitara a nota ou de cuutr
111 nrin nu de ni mi i a pru leulo ua apreciado
desae tacto
lu de duas, ou o I -co se deu ou nSo:
no pri'tieiro Caso t-uios cont'a ligio, por-
q ia all ni 'ii i.i S IA q ni ,i ..i i.i.i' i i'-1 i
no mais perleilo Untado 16 pa/ i' de ll Ii.| li-
li.la le, na is-o meo tipaliv.'l c un as oc tor-
rencial do Rio-Forinoso, on le sBuii lo S.
Ex.aoideio foi oerlurbnla, e que aindi es-
pira v- i'ifoimacdeS acerca da li.n.ini ni i que
, nrveiitura houveasem tomado as cuusas
x'venlicarem se, pnrem scouii^Oeada pii-
iiiBna il ,u-u a, i-lo lie, de na la ler hav lo
em llio-Formosu, enl ao o publico tirata suas
consequenci s.
S.Milion'S, i'.sloii com eU'-im enforma lo
de i i houve tumultos nm KijFortnoso, por
invasin da in-l ll.e.Mi de urna sueielado
revolucionaria que cedo apo-lolos. il ) n
enviados, leutaram reali.-ar uaqu- lia culada:
tetn-so dito que apenas aevulgansiu alli a
noticia de qoe lal sociedade tena de sar fun-
lada a popil leo agttou-se; e cono essa
socielade lem por Ii n destruir lod.s as ba-
sei consigna las nu noaio pacto poltico,
pioclaman io a convucaeflo d urna consii-
lutiite, gran le nu noro dos liahilailes, ni-
miament zelosos dj) mu iusiiluiiO s ua- _
tas so reunir. p*r?imp-iir in-ulhclo '"'nsaa uwis qu
da sncelalo : leut-se dito nai* que as res- "' d"J,""r "ue '
' 11 > a ii ..ii o i -, ir \" iln .1 -I olios
b transi no da ordeui oni'i, procursin
.ur ocios hranloa e suasorios desvanec ra
i :c i .le -"miciIi i to i'ist-llac.ln; mai que a
SS'1 es -lll'al "S ii/.ii.'oi"| itl-lall ..I il'c.. ge-
tfurament animado* da im mili la le com
l'icl o proced lo n *at Capital, e ufoulroS
pontos da provincia, otile se acoam estabe-
lecnlas iguaea aocio lados, ou antes conspi-
rares permanentes contra lodosos princi-
pios tutelares da ordem social e do Toruno
lliazil-uro
detlda, lert'iveur convencido qno ella>lnha
teiar n faetns que linda obrlgacao de relatar-
noa, lerla a cnrageiu neceaaarla para ceoaura-
|i, lerla a energa precm (prnnlta-ie-nie a ei-
prenl ) para accuaa-lu : porque eisa hoineiu
havrria perdido ai (uilidades para ser meu
amigo, e se em tneu coraclo eilalliaetn aeotl-
iiientos de gralllan, o amor a veruade, o len-
Imieiilo de inlnha dlgnidaiie, a hoaroia e lin-
portanlliiiaa minio, que- rrcebnla provincia,
farlam com que ao menos eu me calaiae. Aa
aiiencdes pusilnimes se aiieiiiclham |cuin-
pllildadr.
Vniei contra o reqiieriinenlo porque previa o
reaultado da qoriio, que elle la auiciiar, e
recei onto multo as dfscuiaea calorosa* eapai*
ti.un.i., nao degejava que logo oo principio
delta aessao f ise encelada una questan odi-
la, como qiiaal aemprc sao todas ai que allec-
i nu i pin simal ol ule-, tiioriiieute de certa or-
dem ; resultado de que cada ves mala me capa-
citara i vista do aspelo, que iiieamo hontein
t.ioiiiu logo a diacusaiio ; pul se o nobre autor
do requeriiiieuiii ealiveae simplea.nenie do-
minado do de-ejo de pedir riclarrciinenloi, o
terla apremiado, Jo.lineando iru olij'Clu e
sua urgencia cun a calma e moderaran de quem
deaeja eaclarecer-ie obre alguma cuu-i ; e
nao como proceden, que sem ler .nula obtidn
ol esclarecimentoa que pedia, anlicipou aia-
xunadameiiie o aeu julio taiand luga de con-
iiiiiii..... o relatorto. Volel contra o req ,e-
i ini.'ino. porque conhecedor do carcter d Sr.
Vctor deUltveira, apreciando ..o..........on-
los de probntade e bonrade', e jul^ando-o
Incapia de ser ioeaclo, eslava mullo conven-
cido de i|u.-elle lerla o documentos em que se
h iM'.io, e eil.titulo taes documeuios, nao qu'-
ria, amigo como son do meu partido, que elle
vienariii ler d'aqul lio grande publicid t.le. p
deudo por ventura servir de pasta algn
vonlade maligna, que em tildo procure acbar
in un de cunear, axgredir e aeuaurar
Depuia que o uobre deputado que aoabou de
fallar, narrou us factos sobra que versa a eipll-
cacao pedida pelo ooore autor do requerimeo-
to, "iiien Ii na., dever calar-.oe, poitu f|ue po-
dera reservar-me para quaudo viere.u os do-
cinneul'.a, que eslo i cerlo hau de vlr, pula ion
bem esiou convencido de que o requerlmenlo
Ii i de ca-. ir, valo que algn* aenUure, que
boniem vniaram cumia deaaram de vir Ii .je
Um ir. Deputado: Tambe u ii.ii Vieram al-
guiisdoi i|iieo appruvarain.
O Si.Vorte la: J recuuliecl qual aera- o re-
.11111 i i da vulaco.
U Sr Vacie! Monteiro: lito nao lie parla-
ueniar.
O Sr. Porella: Sr. presidente, o nobre au-
tor do ie ii.m iiiieiiio, quando hooteui acabi.u
de ler a pargft du relatniio relativa a seguranca
publica,avaacou que tielle eusergava umacoo-
Irad.co (iropos.c.o que foi continuada pelo
nnbre deputado que acaba de fallar ; porque
diaseram que allirmaudo o Sr. Vctor de 01.-
veira que 4 proviucla acba*.e em pn e (rao-
i|mllidade, dina de.uis. r|ue no (lio Formlo se
navla dado um aaoflNMule causado por .iquei-
l'-i, que le dinam defeusore da or.le.u publi-
ca, hiitcii.lo que ae nao d lal coulradicao:
oSr. presidente da pruviucia dia oseguinie:
(/,' e quaudo falla do lio. Puruiofo, diz: (fej Nao
sel po.aaonde baj a coulradicao. O ir. preai-
dcule da pruviocta nao dia que ene ponto est
marina., qoe est sublevado : dit que all se
liavia dado lal disturbio...
O AV. Concia de arillo: Nao foi ahi que eu
aotei a c miradicao.
OSr. Porlella:0 requerimento era para pe-
dir escUrecimenlos a respeito de.le fado, par-
que disse o nobre deputado que leudo o sr.
Viclor asieverado que a provincia goiava de
o ni uillidade, depoii dina que le bavia dado
aqoelle inuviiiieutn....
O Sr. 1 orrcia de Un,
doi nao foram estes 1 1
VSr Por.ella: P*
uobre o. pul nlo pi
a'. Ui pontoi compara-
n os comparare! de novo
1 o funda.nenio, que leve
ra o seu requer.nenio,
que
ella
que
p'ulnbido a iutaiavo, eoja deliberadlo devia
fuer cumprir, puremiiao coasegui cuiivcuce
lu.
Eu havla rrquliltado ao teneute-coronel Jo-
s Aiiloulu I. pea, cuiinnand.iite do balallio
de guarda naci.taes ce.u hou.eui, e aceitudo o
rll'erecinieiilo que me nuil a fcilo o lliaior Ha-
noel llenr.que Waoderley uo ulKcio n.4 e luda
el forca eslava a chrgar. As Ii hor>i do da
reeebl o offlcio o 5, a que respond com o offl-
cio 11.B eujo portador ful u sol leieg-do deale
ilosirictn, quem pedi parllcularmeulr, que II-
lesse lodos 01 eiforjoi para que a reuui.io se
disaolreise. Neui u meu offlcio, aein ai iustan-
claa do aubdela ado poderam cunieguir, que
' ae retlrai-eui as peaaoai que A eitav un reunidas.
O tein hoiiena qiteeu lenlia requriitaduaoie-
iii-nie-cnionel Joa aiiioion Lope, e o que
me oHereceo o majar Manuel lleoriquej u-
iiiia. chrgado; g. ande Numero de guardas m-
1 1 o...., e de p'.vo le buha re.mido, loda esta
Lenle estiva fuo.a para atacar a casa da-reu-
niao e ni.penar Prea as peaaoas que l esla-
v. 01 O duuturJnigda direlio de.1.1 coiiiiua ca
para la leiiuha dirigido, fui-ne preci.o lnijn
tolo delta circurtutmc.a para o comer, fuendo
ver oquantu era det-iru, cercar mua casa.ou-
(1 o Ii iva a piimelra aulurldade da comarci.
cuo. o lim de obler quea reuaiio se dissolvesse
pur meio da persuaiao.
Deide a iioile aulecedeute multa* peiioas me
dlriatn que linhs entrado grande uu.ueru da aa-
inaiuea o, e de gente, e que' eitavain occulto*
nu caa do l)r. Lemenlia e em algu.nai man
Qaeriam forca varrjareataicasaae eu temea-
du, que o tenein lem o meu coaienliuieulo, e
houvene alguio delaeato reioivi, como m.is
prudente, mandar varejar por uina patrulha de
j.ilmetra liuha, a quem recominendel toda a
d is argumentos, o o llirono ruara .el is a es
cono estiln-c.a de bonilla !.. a Eia |ul
saolioreg, como o is-re'o uoj lem I' m 11.111
buco (sena-fio ionio 1 la. )
.lgun sen/lores depulados :l.si he mu-
lo fo l- por earlo .'
O Sr. M mu/ Catjlcantl : Ddos est -
citin le l ido. ..
O .Sr, fimo de Campos : Ha verdtde ;
mas Dios diz : Paga da tus p.rta. qu 1 nu
le au larei Deosq ier qia o luriio ae sus-
tente ; mas qoer tambe u que a sus cu..
nSo corr a r valia,
Senli.irus, ninguam mais do que eu deso-
ja que as nossas 1.1-111 1 e i fin I iiieiit,, ,
- consorvem ile-as, e para sustenta-las le-
uhu ex.o-ll p ir vez S a minlla ti la (apo'g-
doa); e cor i.to gjuto -leui n d'alma que
o.ae pa lid.1 que lu lo a ne ii 11 i'S'ii'vo rasoavel as suss disv.irada
i" t -neii ujj do c mirarlo lo los a ie l-s que
l'enl sido liis a.1 impera.lor Ii lo de Coo-
liuuar a s -r aaenfica ios aos.furores le.-o
fae^lo turbulenta : e aindi i-s 1 nao he to-
do ; e a iliscunsidnrgf.! 1 com queaalmi-
111-11- 1; iu provincial i" n 1 ca io os amigos
natos da ordem e da monarchia, g 111 outro
nm 1.0 mais d 1 que o desejo da cortejar aos
Coo.lituintos ?...
En siiuiui 1, Sr. presidente, porei termo
e.tas ligairas oliser*act)* ; e como larei
.un 11 11 .-1 1 1 .le auansar outros tpicos
do li.cuis 1 do S. EXC aguar.li es-e mo-
menlo para apreciar os ultimo* niovimen-
loa populaies que livaram lugar ha punco
enire n>, dechran lo des lo j, que divtrj >
inteiraiiienle do nobre presidente na m 1-
neira de avaliar essas acontecimentos as-
sim como n.i < lerminare sen cuufessar
que as oulias partea In discurso le S Exc.
sanas mala a.iroveitaveis, pelas in Ii0<0t)*s
reaentou, s 11 lo
para doulu'ar que na parte ooltlica fossa
um poucuaffaslado e red ni lanle.
V/ilo, nota, oslo requeri.nenio. ,
O Sr. /',,/-//1: Sr, presdeme, asss deli-
cada e espinliuna he a queiiu de que nos oc-
iii.iiiii... e nao ineno* melindro be a posicao
em que me ac'10. Alna 1. de coraco d > pai,
do qoe perlencein 01 nobrc depuiadoa, lau-
to o que acaba de fallar, cuino o aut>r do rc-
qiierimeuio, eu desejara nunca ter occailao de
dncrepar do modo de pensar dos mesuiui, mal
cedeudo aui liupul.oi da inluiia conscieocia, ao
dever de gralida* para cum o na pessoa, i|ue se
uo fui atacada, au menos ful cansid
apxa,
de pre-
laoio que pedio eiplicacdea sobre ene punto
Nao ha poiscontradiccao. I. per.-uado-mc qui
1 ni io .mol 1 vi -11 -.''ii 00 llio Furmosu pea-
-o .- reunid.1. Iiomrui com armas, poder-se.
ini todavia dizer que a pruviucia gozava de o.
mis que um puulo qilalqoer de um 1 proviuc,
lili lie tuda a pruviucia : pude-se tallar coi ge-
ral ;'e tanto he isla aasiiii. que pusa.
lar o eaemplo de pessoas respeiiavel
aid-ulrs malla illusir-d >s. que 11.11 el
cas que figuro, euuiiciaram iguaesprupoaiud
JSr. Hauuel Vietra Tosa, Mal digoo oii.oilru
da inir.ulia, quaudo em 10 de abril de i-i
abri a sessao de-ia as.embl 1, espi ioiio-ae 1 s
la nia.ieira: -- Eu me congratulo comvoicv pe>>
rertabelccimento da />az da tranquiludade pu
//lint peta nanuti'nc 10 dai imtUutco'ei do pa,z
que todo, desejamts eurain lusla uao I 111 01 a verdade, co.u quinto uess.
lempo, como tudos nos saoeuiua, aiu i eXisHg'
sem baiaibei em diversui pon IOS da pruvm.
cia, aluda esltveise Caetauo Ivs capitanean
do grupos e Pedro Ivo ua* malas cun geute
reunida ...
(lia direrso apartes, que, por simultneos
1111 i |.o I.'hi.s ..j. mili
O Urad mquaiito p.....i eamir em tus pnulos da
plrar contra a ordem publica : lerla puuco dia.
cielo o governo que lal acrrdllawr, podemlu
aotei contar era todo o cam com o deivario de
alguna hoineni, que ein pemainapla onbre a
realliar, e aein Jmala poderetn cndor em
no'loa paciflcim de Irinoipliii, O oa deiordeln
geral librain mal eip-rancas-
O Sr. Pinto de Campos: Ue mal uina con-
I'.ilH.I'.
OSr. Portilla: NSo tel ir o nobre deputa-
do que acabou de fallar, narrando-o* aconlrcl-
iiieuao qoe leve lugar no Hio Formlo, estarla
I1.111 informado do como elle ie deu. Dia-e
elle..., (eu ojo quinera entrar nena qurilau)
ue o povo. que ae h*via reunido ein oppoiicao
a imiallaco de uina sociedade lili ii da a..cle-
dade Liberal Pernaiubucana, nao linha proce-
d lo de um modo tumultuario ; mal ae o nobre
deputado quizrr, eu lerel um docuuieulo que
provar o contrario do que aisrrerou....
OSr. Pinto de Campoi: E eu lenho docu-
mentos, qne dizem u contrario....
O Sr. Portella : Maa o que eu lenho be offi-
Clal.
" Sr Meu/ Montetro : Seria melhor qne
viene pelo caminiio da secretaria.....
OSr. Vorltlla: Sel que o requerimento
paisa, pu.. reservarme para quaudo vlerrm
ua il. .linio' 11 i.o : p.'il i ene por certido para po-
der argumentar. ..
Um Sr. Deputado: O nobre deputado_ nao
pode prever ,|usl sem o resudad 1 da volaeo.- .
O Sr. Portella: Sel, porque 01 sen limes que
v.it.n nu nu.uno uo bao de mudar de opl-
ula.....
Um Sr. Oepuiado : A dlscuiiao pode ler fei-
li .. 1 .r n. conviecrle*,
'Si. W.i'irl Monteiro : Eu eilou quasl vo
laodu coot a, .lepla que uuvi o oobre deputa-
du. (HdaHdade.)
O Sr. Prtala Nao lerei o documento, re-
rervo-me pira quaudo vierein 01 demail Con-
egulnlenienle nao locarei na queaiSo, que
apreaeutou o nobre deputado (o Sr. Campo*)
acerca da limalla,-> da lal aocledade : me re
aervarei para depon, Ii .noli aqui como qu
paritdu o meu discurso. Suppuoho ler dado 1
r.010 da negaco do meu voto, e ler uiostradi
que no. eaisle a coolradicco que o nobre de
ion .do euiergou uo relatorto do Sr. presiden-
te da provincia
O Sr. I'r, aii/talr : A hora dos requerlmen
loa esl acabada, por coosequeucia a diicusiao
Oca adiada.
(I .Vi- Correa de Urilio ( pela ordem J manda
mesa o leguiuie icqueriuienlu :
Pequero a urgencia para continuar a dls
1 ii" 10 do requerimento ubre 01 negocloi do
Hio Fonnoio, para que elle posaa votar-se- Sa
la .I 1. --o -, 5 de marco de ISAZ.
Apoiado, entra em diacusiao, e he logo ein
seguida approvado.
O Sr. Prndeme : Ten a palavra o Sr. Cor-
la de Hrltto.
O Sr Corrli de Brillo; Sr. presidente,
animado de aeulinenios de verdadeira ay.n-
p.iilna pelo nobre depoladdaSVriuieiro lecnta-
rio, he com baslaute draprazer que me reiul-
v.i 1 i-miar com elle em lifa, a combaler al
guuias de suas proposiedea, e a refular sua
nnniiiMii 11.10. una' lo ni preparada, e que
mullo provra lepor-ve.uura fusse cmprrgada
1 in defesa de boa cauta.
Cor tnats hbil que leja um advogado, por
mais imrlligencla e couheciinenios que elle
tenba, colucar-se-haetn pulico difncll e arris-
cada, aemprc (|ue ae eucarregar do patrocinio
de causal mal paradas, ou balda deju-llca.
Alquil Sniores drpularfos, Nio apoiado.
U 'Sr. Portel!*: O principio be exacto;
nasa appllcacau nao lie verdadeira.
OSr Corrt de /Trilla: Meu discurso res-
ponder c-balineuic a este aparte do nobre
deputado.
Sr presidente, antes de involver-se na dls-
cunan, o nobre prt.ueiro lecrelario confe-snu-
egrato ao actual administrador da provincia,
eoovou os protestos da au.izade que Ihe
con agr, e acabou por declarar que. .
(' Sr. PortelU: Que o amor da verdade lie
que me diriga.
O Sr. Corita de Brillo: Era lito jnsta-
nuienie o que cu la oizer, quando o uubre
lepo i ..I leve a l.undade d iuterromper
.11 ion
9 lites
iiliuuaiidn): Quero dizer qui
ssa ivi.in em arlos ponos <
ni la.
uao se aegue que a
: A cum lu.:,,, he
e que o ar. Vctor
inenos lo considerada de le
ellleiro viana. e uiuiio prluo paluieiiie por amor a er- ca nao esieja em pa
a, ven lo aquellas autoridades, que n3o dade. siutu nao poder denar de descordar dos ""J1 e,n eon.graca
on.egui-m evilar a iusallagao da tal so- m-ui nobres c.llegaa, e dl.cord ir quandu leo-
cieaie, o q.je por coiiseguii.te a orlem do pela orlmelra vez de filiar parante um au-
publica seria peit rbidaa visls da formen- diln.lu lo numeroso e lio illu.irado, eu preci-
lava mais do que nunca de apilo e auimacao
daquelles que 111.1* ameslradus se acliam uas
lulas pa 1 lamentares, cuuio por esempli
Ore orador que lime
materia, e que por tod
l.n; 01, i! 1 11 o v.-rc el 1 dOS OS Jl' itus, a loo
.in as lu"!' las quo a pru loneta ac isa*
liuii. U e-p'clv cc.iili r-quisiou
segundo se me iulouna, divers s cuuiin
lucia gente
pi ovincia nao guie de paz
O v Au/usto de Ollvti'
que o Sr. l'o.li se eugauoi
lambeiii se e-igaua.
OSr. Portella: O actual administrador da
provincia dase o iiieamo que o sr. Totta, em
quem se nao notou cuoln*>licc;io; e se a ua.
huuve eolao quando o Sr. lo la se ciiuuuciuu
pur aquella 111 ineira, ao pasao que logo que
parti de Peruaoibuco, ou d'uhi mu pooco
lempo, appareceu nova rev lluego que leve da
-r -mi o- ni 1 pelo Sr. Honorio, arele que lam
bem au se da coulrad.cca 1 agora, puis na 1 mi
consta que bija prubabil.dade de appareceral
guma revulla.
Sr. presidente, coohecedores, euiuu il v.....1,
ser .I cilla di nos.a populacau, ui., podemos
ignorar que existe uella a pos.ibihdade. de lia-
v.-r de un da par uutro una irriuca nos e>-
piritos, pela a.. 11,110. i;.1.1 de diversai causas
bem c inlie.li as ...
S- Pmli de Cnmpoi 1 Uina dellas he a
oooitituiote
O Sr Portella:Nio llovido: repillo com
lodas asforcas a ideia de c m-tltulme. Recu-
nlieccndo porm apussibilidale.de .ma revul-
Ci. 11.1 1 I nu iiijiiu 1 alguma ao meu paiz: ua
urupa, no* paizea miis a n on al .a,na lamo
na Allriniuha, ni Inglaterra, nessas Iras 11a-
edes, que 01 1 por asiim dizer, a vanguarda da
hoiiiiiildide ua mareba da clvtlisacu e do pro-
C'e.'ii lem-ae Vial 1 iU" O pOVO api es.on ti.
vezes ni 1 voilion 01 iiiea|ieraloa, praiica actos
que parecein depor contra o seu estado de 11-
luatraco. Repito poil que uo descuoheco a
i ."iiiili 1 ile de mu i revolla e com lato nao
lago lojuria ao meu pala, torno dizer; mas
por adiulllir-ie eaia posubilidade, e reconhe-
cer-se in.' n 1 que o* nimos .nula se acham
um p meo agliadoa, nao ae segu qoe a proviu-
e legue que ella
pru vi que o Sr,
Vicior uo pudease dizer, como dlaie, em seu
relatarlo,que a provincia goza de paz.
Oi-ie-ie iiii.lieiii. Sr. presideoie, que nao se
d presentementecouciltaco nos partid is,e .u
a-.nu bavla o Sr presdanle da provincia sld.
nu. exacto quau 10 fez lal declaracao
lo, para que
lein juanea
iro, nao e.a pre
Ar presida-ule,
> uobre prime!
sua vida au lia prec
ue
rita :ieo.lilei c o pillill- le
i sinceridade do illuarre ac
isa au. deciaracau pur
como mullo bem nb.er.
'o secretario, ein luda 1
rteniei que aulorlseni 1
po
de-
para innitrir (u'ni pouco felis fui a leinbranca
do llloslre inemlirn.
Ui toplcoi a combinar ao eile: ( Ii )
Acha e a provincia em pas e gnia de tran*
oilinlade. Uepoli dos inovlinentoa politl-
ciii ((ue, ha tres annos, a enlutarain, a raa.au
foi pouco a pouco recobrando o sru imperio
obre 01 humen*, apaixonadoi. ol odios se leein
ido aplacando, as rrcrlmiuacdei arrefeeeudo,
e 01 riplrltoi se dlipondo tolerancia e
conciliario: quando nao fdra inenno a necei-
sldade de descanso depois de linios infortu-
nios que pe.1r.1m aubre ambos os parlldui,
a reflesao baslava para arreria-loi do campo
Ii'-im o, ..lu das linas r..incidas, s mpre lo-
glorias, aemprc desoladorai; e o verdadeiro
patrloiiimo, a cojos 1n.pois.1s jamis deao-
ii. il' 111 e-la mi. 1 ...a..... pmcao da grande
familia bra-ilrlra, lellarla bem drpresia o
eique. luanlo de reciproca! ullrnsaa, e con-
drmii ria aliamenle o propriu peiisamrnto de
n..vai diic.irdial civil Nrin lerla poiilrel
que oulra fuise a marcha dus aconiecliuruioi:
em lodas ai proviuci.s do l-rasil, que lem
p...nlo pela ile-ci.i{.i de li;ii-cs dliseacOei
intestinal, 01 nimos se bao sem difflculdadc
congracado, e a unido fraternal, que dmla-
gue u nona nacioualidade, lem clcslrlrado
iinmedlalaiiiente todas as ferldas. uiaiainl.i a
lembranca do panado, e garanllodo coin utna
paz duraouura um futuro cheio de vida e de
prosperidade. '
Tlve niiini imeiiie parllclpafio officlal de
que no da 22 do inez paliado, pratendendo
alguna cidadaos inslallir na cidade do
Rio-Kormosu una sociedade denominada
Liberal Pernnmbuc'inii. igual a oulraaque ja
esistem em diveraua lugares da provincia, re-
oiiii.im--e iiiiiiios bomeiii aunados, annun-
ciaudo-se defensores do governo, e querendo
impedir a insiallacao; mas 01 ineinbroa da 10-
ciedade, couaudo, como devlain, naa garan-
ta! legaes e uas provideuuia da polica, ei-
peraiain que ae restibeleceue a ordena pu-
blic-, atacada deaia vez por aqueilea que le
dizlain aeu! propugnadure: npero mi'..un 1-
{Oei c. cu...sianci .d.n para mandar proceder,
cuino fr de jumea a 1. s, de too iooplua-
da occurencla. a
segundo se l no primelro desle tpico*. 01
odios polticos se vo estinguindo, a cencili*
nao .1 a- pau-l ili'l.nles, que oa mili no., le val
oprrando por ll uiesuia, e proiimu en o mo-
meiilu cm que ellas, laucando por Ierra ai
linden is em den-olor das qiiae! Inlavaui.il-
vurarSo novo estandarte comuiuin, em torno
do qual se gruparao para ae abracaren!, para
vivareni em cummum, qo es oulros inrm-
broi de nina ineima I inilii, duininsdoi lo-
dos de um l peosamento, convergmdo todps
para um s ponto.o ouiro tpico, poim, o con
trario de lu lo lasse infere; pul qoe, se aa rou-
sas tlve.sem ueste citado, se nao apresentarlain
c* ein Itiu-Forinoio dous parlidos, dlsputaodo-
lepalmo a palmo o terreno; lito c, u.n domi-
nado do desejo de tramar contra ai InstflulcOrs
do paiz, nada poupaudo po levar arRe.toa
inslallacao de tuna sociedade que, segundo
seus cstaiuloa, j conhecdos do publico, tein
por liu 1 u linar os ineioi de esbandalhar a
arca ,ianla da nacao braiileira, o nono
paClo I.....laineiilal; o ulllru. ariliMlilu ein /i'l'i
e dedicafao pelas inesinal Imlituicdes, afai-
tandu-se porque leinelhsute iosiallacio ae nao
veriHcane, para que 11S0 houvesse mala ene
fuco de inachinacdes contra o syitema que fe-
lizmente nos rege. E nio ie ensergar em
ludo lago tuna 1 oiilrailico.iu ?
O J'r. Poilella : Isio he nicamente ii'uiu
ponto da provincia.
O Sr. Carita de Brillo : Se havendo tido
meu corpo completamente cliag.nl ., eu dlsser
ue eatou com elle quasi lan, e, avrrlgoado o
icio, se rcouhecer que anda ahi conservo fe-
rida cancerosa, que carece de longa e cuid-do-
sa cura, cerlo ningoc.11 ine irrogar lujuria, se
qual.ficar-.i.e de mesarlo.
O Sr. ilacitl .1/ui.i-iMi: A concilia(ao ha um
arlo moral: onde clao os orgus por que le
lia 111 iinlcl 1 ?
(i Sr. Cania dt Brillo: O meu minio illui-
trado e respeilabel amigo acaba de auggerir-
uie um argum. nlo que muitu Ihe agradeco, e
do qu .1 vioi desde j prevalecer-me Cnmo rl-
multo bem pul. iioiiii. a conclliaco lie um
lo odo moral, qoe, smenle por meio, latn-
iiioo inoro'', se [10 le realiaar : denlife eates
meios o mais poderoso he cert-mente a manl-
1 -o '. pala Impreass, Ous .I.-.. o. de opra-
lo, be a pregaco diaria econinua de doulr-
1
espe.io Juizos iiiruus hourosos. En po- uas piopuas a opressa-lo ; mas dizei-me, se-
ren, pedir ao nubre deputado que, dando- nboie., lia nesla provincia uu.a gazeia sequr
o... ...ai. uina prova da butidade de seu cu- que se cucarra gue de semelbanie uiisso ?
racio, furneceiidu-iios mais um documento r\n: Nao! Nio!
desua recl do, aiuizaise de seus cllega. como1 O Sr. Corra de brillo : Ao contrario, nal
querqueelles a'juueui de S. S.; pedira-lhe que. inein a. ni. 'in, do partido coMlilaiaie acaba
uao piocurasse aurlOUtr-aae InleiicO diver-Tde operarse importante cisao. e a f.c5io (lis-
.a* daquellaa que naturaluienle devem delu- sideule, por eu orgao, o fNurfo-Aoeo, pret.n-
zir-se de iii.nhas paiavras. como prallcou la-ae, arrogante, fulminando o <. e a Ierra;
quando diie que, a|irrseniando o requeri- compro.....iiendo-se a Tazer oar o ihrono do
manto que le diicule, me nao prnpus a obter Sr. D. I'rdro II como os eitilhacoi de urna doa-oi,
eiclaieciiiientos acerca dai occurrebclas do se S. M. se nao poter lr,la di rerolueao, .mi,
Rio formulo, mas, sim, a dr.abafar-mej e mvocar, de mi.lu in.prio, aconsiituinle; Invec-
quando alnrniou que o modo apaiaouado, co- livaudo al alguu.Ue >eua piopriu.corrrligio-
uiu cu un vira esse requeriiueiila, ludicra Daros que -e -pressa em averbar de Ir.ihidore
que eu apenai Uvera por lim luscitar uina e vendida, no poder Quasl que uo ha da riu
queslu o.liosa. quea /...pren.u .papel) uo publique lougosaill-
4'r. Prtela- Fo mo o inilhnr juizo das gol em que le nos cuspen, a* n.alore. lujurias,
i.ii.-.i 11 o du uobre deputado.
O Sr. Correa de Brilla
taivez, naquella uccasiao.
um pouco 01 ai. fui-temei
casa; inas, se isto acuntece
"io 11 eu fallar, sc.ii
idenlilico'iie com 1
Sr.
ni.....
presidente,
01 echoasse
le no recinto desu
leO, fui porque assini
npre que, para aisim
a iiiairria de que me
rneme o desejo de
-h.gar ao coiiheciineuio da verdide me le-
vou a apreseular o reqiieriinenlo em qm -i.iu
e p 11. r. -me que lenho dlrello a ser acredi-
tado quaudo asslm me esprimo. ( ^potado)
O nobre deputado lastimou qi
1111 1 I lo 1
provincia
luc ,
"ii)i
Kulii'l iiiio
livesse
leviann o presidente da va que 1
no correr de-la dis-
iiu de espre.iioalgu-
: de quem a euipu-guu,
se nos a ti rain os mais nausea bu udus sai casinos,
OS lll.iis IlujeuloS illsUlluS A I.....'.tas .lll.l> fo-
I!. i' .qqi ni -ii ni 11. aiguiii quelgualaiti nal,
... nao cicedem-nas, na lurpltude da lingoagem,
no leo in aOci.menlo naa nlli i-. Onde eslo,
pola, o* sjni| lomas da approii.iiaco drisa Ida-
de de ouro que cum lama guranca noa pro-
melle o irlalorio ? Onde o cir.iclcii-t eos dos
des-jos de Conclliaco e fraienudade ?
. O Sr. ilaciel Monteiro : O que be pena lie
que uso au seja verdade: drsejo-o mala do
que u presidente da provincia.
O Sr. Corita de brillo : Tambetn eu deseja-
da isao fosse una tealidade.
.done, innco. ni mais do que eu de-
ictliacao da imporiaule familia per-
bucana ; niugiiciu mais Uo que eu anhela
..' IIa i uqi'.n .-, echegue a um accd.do,
pre
quo aq
d ir una a -iaania, e o alvo oto naquella
comarca. M'S, agora perguntarej eu, on le
esla a iilegali la lo oe sis inaoife-laeois da
lia te las auloridales du lili Fortnuso," dos
iliaiios cida i is qu 1 se opposora.u a vSOCUa
Cslu de um aclu altentatorio das institu-
..ii -. do paiz ? Cu.no, polS, langa S. EC. 11
estigma da rep'ovaQau subre a couducta .la-
qualas, que uppuseram diquua a lor enta
le ide-s inseusaias e perigusas? Quinto
mo no nobre e digno de u.n ,.ovt* def nder q'u"e"",'5
os '' iu 'inos cuogliiuiivus do seu paci so- aeu, m.
ilaciel loei'ro : Oque o relator'o ei
ella ode, ae tiveic um baiu estylo
uao se coico
uas
lambem faliuusVbe Sr. preaide .te. me parece que o Sr Victur de
he reo i.ihecnl.i como Olivcira em seu relatoriu nao diz que esiste ei
geiilesda gUardi nacional, para refurgara m dol mais"diguos e denodados ca.npedes do la cmclliacao ji ...
guarnicilo da ctale, e por es-a orcisiu parlamento brasilelro (.1 Sr. Maciel Mumelro.) UmSr. Deputado da um aparte
concurreram oulros iiiiiit.is Cidadlo* do par- Emendo que corre ine, obrigacio de etplicar ."*
lldocoilgtitiCluugl acoiljuvarem a acollo a raiao porque neguel houleiu o meu voto ao "^~'",0^y!i2i*X
da le contra individuos que aqui foram requerimento .endo oIB lal-maior da aecrea- que nao lem ha ped.fas qu
na du governo, lalvez posaa penuadir-sc al- oem....
guem que eu anim proceder por icu.er qde O ir. Portella: Elle nao diz que 01 eiplri-
09 docuuiemoi que e esloja couciliados, uiaa que tundean i Isso:
lara irazidos a discuaso publica, uvesae.u de a couciliaco, a luuderacao do partidos nao
contrariar a aasercao do nobre admioi.ira lor Imporia a co.n.nuubao de eu respeclivoi
da provincia em seu ral .torio, e que pnanlo pnoclpioi; nao be isso; cada parUd.. aegue
eu desejara ncas-em elles acoberiado. con, o leu* principios, segu seu camlnliu differeme ;
v,'o do uii.leno. P-rm se uu leudu p.cce- "'aa nena direccau, que lomam oae ae oll.am
denles que den mhafll co.ilra a slocerldade do com lauta acrimonia e odio, como quandu
meu ear.ioler. [apoiados] ea puno Invocar esta e da aquella leudeiici
me.na ,1 ncmi. n- eiii aboiiu de iiiluhai pala- dos po- -
vraa.dlre com luda a franqueza de iiiiuha al.ua
iquella rasan, que realmente se u.io
giras par- uiioi mu ponderlas mu-
ela
oe po-
s, l I-
Sr
ej
u.n
qui
reguladu -empre pelos m 11 -11 1 .. de uulnn e
oe verdadeira liberdad ; muguen) dirigir
Providencia vulos unis fervorosos du que
aquelles que. eu diariamente ihe encaiumbo,
para que laca com que, mediante lal coodico,
OS le iliiiuol.'.nius lei.li.iio Ulll -O pin. Mlnlllo,
una so vonlade porque, Sr. presdeme, rslou
peisu.idl.lu deque, riuqu.mu esta conclliaco
e esse acrrdo se nao derru, Peruainbucu j.
111.11, era u que pode e o que deve icr. ( Vfuilos
apoiados. )
O Sr. Florencio ( coin forca ): Mullo bem I
Mullo bem
USr. Correa de Brillo: Repito, Sr, presiden-
te, o queja iii'-e u'uiu artigo que fui publi-
cadu ua l'.lli.'i ulhclal do meu partido: lou Hra-
aileirn, quero o eiigraodeciiueulo il 11101 paiz
geral; mas, auiei de ludo, auu Peruamu-
ei-l!
E utn povo qua anda lem diante dos o
livarania negaco do meu vol .
Sr. pre.ideute, siuio profundamente que te-
fe a simplicidade, no sulTre que eseg go
Ustis da liberdado, que ellos ofio compre
lieiide.m, coulinuem a millar tudus OS
los de trabalho cootribidoa 00 romanen
lui eucoulii lauiodoi ineui nobres collegas
e os nobres depuia-
cerlo hio de coufussar que ag .ra em
I'.m u uiiiiiii'u uao se da a meama auiuioaidade
que ae dava eui fevereirj de I.SiJ. e luesuio cm
lodo o anuo U Sr Pialo de .ampos : t 11 atneacas do
puuhal?
O Sr. Portella Hoja ha inail moderacao e
tolemncia; reco heccae lito e.u ludo o brasil
E deui lis, o Sr, presdanle da pruviucia ou
die que 01 espiriloi clao j cougranadoi,
que o partido* eilo de luios dadas, lamo que
asiiiu se exprime: a Nao he porm que eu creta
i mar d
11 ocla mu,
.in. o. .nu,' 1 se nio 11
ina que in lique, da pali
I .....i.,-.....I. lser recahir sobre a ailmiiiis-
ii.n.n. pio-.ii.cial .1 i el. 1 da leviandade. ( A-
pnhdos.)
O S'r. Portella: E a contradlcco n uina
peca olUcial cuino se carecleri.a ?
O Sr. Corr/a de finio: Pode ser lillia de
ero de Inteligencia, quenada le parece cum
a leviandade: lie b'm pussivel que um indivi-
duo combine os fictos eotre si de modo a clie-
gar a couclusdes uieuos esaclas, sem que, to-
dava, seja leviano.
I) Sr. Portilla: E S. F.ic. lem falta de in-
telligeucia ?
O S'r. 6'orraa di Brillo: Nao eitejamol a
cunvener argu -iros em cavallelros; uu mal-
bartenles o lempo em pegar de paiavras
eu nao disse que o adiuln sirador da pn
tem falta de uteliigencla, mas, alm, q
dia ler errado ua rumbluacao dos faelu
vez mesiuo por lajta de pleno couuecimeoio i C111J _
dellea. o Sr. Portilla: Apoiado
O S'r. Maciel Montnro: Errain grandes ho- '
mena, quaolo mais o Sr. Vctor de Olivcira!
Errou coiupletamcule nesse relatorio, e Ucoi
.o ira que seja ene o seu ultimo erro.
Ur. Cuma di Mr/lio: Seuhores, pera que
taula susceptibilidade f O erro lie parlilha doi
humen.; ora. o Sr. Vctor de Olivcira he ho-
ein; loen ha de errar, e errar muitai vezea
1100 todoi O* OUlrO* leUS -"nn-lll mies.
Sr. o e-i iinie, eo eslava dispostu a nao ad-
dlolpnir urna palana sequr is que Uve a
honra de proferir honte.n nesla casa quando
|i(in'ii(eijii-i i'n aro requeriiiieuto de que orase
trata: era iniuha inteii(o drixar correr a dis-
eii" ni -on qOe n.ll 1 mais me Involvene, e
cuino he de meu dever, cunfonnar-.ne com
qualquer decilio que a respeito buuvee de
tonar esta 11111 -ta- asiembla. em deisar
eicapar a mais leve espre o de deagosto, se
nu v mu 1 me fuie ella deifivoravel; e ei-
tava neita disposca'o, por que eoundu que
uinzuem lein dlreiio de luipur mal opiules
i 111 uu.ia da casa ( Apniadoi. )
II si. forU/la: Nem eu quz Impor ai
mullas
O .r. >rrei da Brillo: Nein eu-disse qiie
o meu uobre collega leve sementante preteu-
c.io. P.ico-lhe que uo eosergoe ineiii luliag

.dio
mil I
pes
npre- e do publico que uie Urio a Jmiic* de err que quecoui ella (co.u plUica de cucilUcao) ae e u
hapl- ie eu eetiveaie conTencido de que o pre.ide.ue emara.ii iodo os de.couieai-met j, ou se al-1 lao
CO da da provincia vioha eiu casa fallar a rerdade caucara a certa de que amgueu. -j* de coa, i pac
p.liVras insluuaicdea
so 1; nrole-to que uao deseju ottf.ide-lo.
O Sr. Portilla: Eslou cerlu disto, e lliua-
grridecu
O >r. Corrta de rittin Sr. presidente, o
nobre deputado, ai deudo em detejut de fa-
aer daiapparecer a coulradiccao que resulta da
combiiiacao dos dous tupeos do relaturlo de
que uie tenho oceupado, leiubrou-ae de esu-
bi.'lcccla s.neutc entre Uin drues topicu*
e mu pcqut'UJ ineuibro do outro: (orea he, por
pensa como eu
pens.
O r. Correa de fritto : ... e, como tal. de-
sejo que minha pioviucia seja tao fei qu.ui-
to pdee deve ser.
Um Sr. DrpuHdo ; Tanto como as outras.
O .ir. .-1*1 e/e. Siunteiro : E inals alada.
OSr. Curtdi d$ Hrttto : DU muitu bem o
meu nobre e Ilustrado amigo, o mais anda do
que aquellas cujos recunos irnturses fiirein iu-
feriorei aus da nossa. ( Apoiado*. )
.*M*iHs ineus seollmentu*, sendo esla
a minhi doutrlua, eu me nao deliarla de con-
gratular com o administrador da provincia por
fjuanto se cooiiu em seu relatorio com reft-
rcucla nosta sltuacao poltica, te poiventura
fosse li-'l o quadro nue che tra^ou coin tao bo-
nitas e lisongeiras cores ; mas, etanJo tao bel-
1 painel muito aqum da realldade, recelo
|ue seja causa para que, suppondo-se ein mar
imj 11.1 nio-i), descuidado ser eucuate ao lente des-
la nao o piloto que houver de governa-la, e ahf
-i'l .1 -un1*; 1, para nao acordar seoao depuU que
ne i[ ll.nl.is ondas e alblllantcs reutos bouve-
1 c.iii-11.1 atirado subre os cacbupon, que, aguja-
dos, ah a rsperaiu para esmiglbaeu na.
A* vista da compareci qne de novo estabe-
lecl-eotre us dous tpeos do lelatorlo, que te-
uho lulo 1.1-.1. parece-.ue ter provado que
elles se contrariit.e.u.
O Sr. 1'orieUt: E frain,. com e.ilo. cates
(opidos o* que o nobre depuudu cuiupaiou
lioiiieiii ?
OSr. Correa aV ti riti : Sim, senhor : se-
pelio para o lesieiiiuuho da casa. Dentis, aqui
est sobre a mesa, lal como me ful dado pelo
Sr. ucbigrapho, e sem que anda luja recebido
amis gelra correccio, o dis- tirso que profer
uesse da : posso conlia-lo ao meu ittuatre col-
<>
i
lo, que, iiicamo arrlscaudo-ioe a abusar dallrga, cdellc ver S. i, que loraui jualameoie
"
paciencia da casa, volle eu i esia coiubluacio^eitei 01 tpicos combinados.


ii
O Sr. Portilla : Pode ier: lalvea irja erro
y de Inirll.geni-u de mtaha parle.
O Sr. < Virria rf. Brtta: N. srnhor: aocon
fratra. Inclino-me a crrr uuea arglliiieniaco de
qu hnje m ervi'i o nobte depu'adu he lllha da
puuea attencao coiu >|ue me ouvlo.
O Sr. tortilla : Nao, enhor : 01150 leinprr
o n hre depiitado soin mulla alleoco; lalo
rju<- Ihe esti.ii dando apoladoa.
O Corrt de Brido 1 Demonstrada onmnif
acha a ontra.llccio de que o nobte drputado
qult lalvar o aduilulalrador da provincia, r
recouhrclda. vista dos ficto) aobre que, h'
pouco, chau.irl a atlencA da caa, a u.eacll-
dilo de quinto dltie S. Eic. eout referencia a
Iltnacau poltica da provincia, veja.n! a
feliio nono nobre coll>-ga, quandu, conceden*
do, 'Inda que por hyiiolheic, que Rio-Purmoso
ae nao a.'hae.u polilla pal, qult pruvar que a
pre.i.trocla poda considerar a proviucla eiu
estallo de plena Iranqi.lllidade.
Para pruv.reata aua propoiico apadrlnhou-
oiiobredepuiido enm < rrlatosio lldo pelo
Sr. Tala cala im.ml.lv na sessao de 184, e,
leudo o lopico uesie relaloilo. en que lao fia-
Unci llrasilrim ae congratulara com a repre-
sentacio provincial pelo re'labeliei e lo da ;>i
lia tranquilad tdc publica. p-la manul-ncdo dm
iii'tiluifort do piiique todoi drtejamol jaranos
dtfnder, aiiemuu de dlier que enlajo aluda
Ca Uno Alves calara fin armas, anda Pedro
Ivo oceupava aa maltas de Agoa-Prela, e que,
lato nao obstante, uingueui qualillcou dr
iueactas aquellas exprraaAei.
Senhuiei, quanda n .Sr Tolla aaslin le e-
pr I mo poda e derla fi-lo: Caelano airea
nao eilava ein anual, neiu Pedro Ivo oceupava
ai mallas de Agoa-Prela, como approuve ao nu-
tre deputado referir-uoa: .1 prlmriro solicitara
uina amnista, e fingir aceita-la curdialuiente ,
do segundo nao havla a uiais paisagelra noll-
ticla: tanto que, em tupico desse reltalo,
anterior qu^lle que se reporlou ono.a.i hon-
rado collega, o Sr. Tona dlstrra : ( t)
i Ulll uaiuenle, senhures, a guerra civil est
termnala, e aniquilada a rerolla. ess is'isasina
lugir exiitenrcu.iSeiurma'Iat contra a autoridade
publica: do* que a conipunhaiii uns < sl.10 "as
11.aos daju-llca, oulos se auseniaram p.ra fil-
ia do imperio segundo cunda, o reslo se ada
hiuiiiido, a loasinia parle que formava a doa
llludldol se aprovrliau. do generoso perdi
que u governo Ihea franqueou eiu diveriaspn-
cas desla deagracada luta, e que terh poupado
mullas victimis, eatanvado loinieus..singue, se
alguna criniiuosos cheles ni.lrisseui em seu.
peitosseotiuientos, j uo digo de patriotismo,
portu de huuianidaile.
O Sr. Portilla : agora lela o relatoriu do
Si Honorio, logo uo cometo docipilulo7Yan-
quitidade e eegurunca publica.
i1 Correa Ut Britto : Yon salisfazer a exi-
gencia do honrado ineinbro, e eaiou cerlo de
que isio nada Ihe aproveltar : ( U)
Esta esperanca ( a da paa e tranquillidaJe
duradouras que se referir o Senhor rosta
quaudo passara a aduanistracu da provincia
au Sr. i.arueiro I.eo ) desvaucceu-se bein de-
Irla afilela! Honra a lodosrase hrio'oi milita
re que prealarnin n valioso cialiiRea de aeu>
preaaa.
O ineimo meu antecessor, ein re ilnrio re-
servado, me bavia declaiadu ler mandado pos-
lar em Agoa-Prela e Verde o oilavo balalho de
caladores, com o mde comer a Caelauu Al-
vea, que ie apreienlava como auccessor de Vi-
cente de Paula, e laubem a Cedro Ico, com el-
le Intimamente ligado ; e outroslui para pren-
der a este reo que nao estav. auiuisliado
como aquelle. a
IW-si rp.,ca, Sr. presidente, exercla cu o lu-
gar de official-maior da secretaria do governo,
sabia perleiiauenie da marcha deste e de ou-
troa negucios cujo pleno coohecimento depen-
de d^apreciaco de dncumeuios olliciaes; e,
jiuia, eaion felumeote habilitado para explicar
o couio o negocio ae paaaou.
(^uni1ueala asaeuiUla eucet-iu aua sess.io
de 1840, uo bavia com efello reuuies arma-
das contra a auto*idade publica; mas, das de-
pois, G'fUiH Alvca, ....... van.1.1 a largar, a
inscaiaque lomara para so licitar a clemencia
imperial, reappareceu em attitu-le Imslll,
grandemente arcuiula.lo p.ir Pedro Ivo,* dese-
jnao de coiisniidar a coullini-a publica, anda
n.t bein eatabeleci.la, o cir._lnstaVau paa-ar as
reiteaa da aduiiuiatraco ao Sr. Ilnnoiio, ah
aervivoa ro detuqgravn iai Itil da sociedode e da
moral' nf'fendtdai. e que nao' poup *ram i'crijicins
para salvar o eupa%\ A seua caloraos se de-
vem os irlumphos usigualadus dos prluielro
reconiros com 01 ioiinigos noa entbales de
Vlosauplnho, Maricota, l.aluv Oaangl,' de
pon dos auaea, perdendo os rebeldes a eiperan
ca de conaegulr a vlet ra a nda que cantinuai-
tema enrul/iir o neo o'plaitade demnronara edi^
Jicin da monaichia lotfiiluciina' que a opinino
grrul do 'laeil idolatra como nica ia:naijaarda
d> eu.t direiint r libtidadrl detenn'aram a tan-
deira de mlieiavcu rejo mal que o nait rej-ita e
que meimo es-i degenrra hi nrati.eiros nao' po
diam compre/icndtr nem eiplicar.-
A tul, aeuliores. ae dl<, e e dlx inulto bein.
que. a vigorar, n revidiiciio affeela i' toda a Mar-
te do pa't, detmoronaria o edificio da moitanh a
conUittKlonal; aqill ae qualiHca de mte a^ril or
irjinmai tniciplas na bandeira que dr-.eiimla-
r.im iiokoi adversarios quamlo reconhecerain
que ja 1 h va 11 a.1 v ra preciso coose var a m isca-
m linii........., >lli (no relatiriodo Sr. Vio-
tnr) i|ii ihiivini-ie uosa-ia esforcos .le injortunioi
ue petaram sobre ambos 01 pirtidvs, como je
Mae aiuenlc do futuro detes que le traliva,
e uao do do Imperio inieiro e do di monavchli:
aqu se prodigallaam merecidos encomio! a lo-
dos que cooperaran! para o Iriumpho da lega-
lldade all lulmlua-ae grave cenaura aos que,
ardendo ein deiejos de contrlbuire-n pela ob-
servancia das lela, e qtiereudo cocorrer para
que iieuhuina mingoa aolfreasea frca moral do
agente da auturida.le publ.ca em H10 Kormoso,
apreseotaram-se dlsposma a nao cooaentir que
e Inslallasse a socledade Liberal l'ernambucana,
|ue, segundo o contexto de seus eslalulus, ae
*oiu|iroinrile a tuda eiupregar para que se con.
Toque uina constituale que rwolva 1 suciedade
brasllelra para recoualrui -la sobre basea dema-
ggicas 1. ..
As patarras que acabo de cilar, Sr. presiden-
te, e que, a olho valos, nada esiau de aooorto
com as doSr. Vctor de Olivelra, sao do Sr. Mi-
noel Vlelra Tosa q.ie o obre prinirlro secre-
tarlo lio mi- 1.1 1.nenie .|ll ihti.MU de dlglliSSi-
no ministro da uiail.iha; e, pols.devemde ser
Je i-i .ni.- auloridade para S. S.
II Sr. Portclla : ^- P, Isa verdad o_ s:io.
O Sr. I orrea de Hritto. Poia bem! fin A17/1-
deira de mi.eiaveis rejormat que o pan rey// '. e
que mesmo os que a dceniolaram nao' uotlian
comprehciider nem explicar, amia he a meaua
ein ionio da qual se aggrnpaui os que mere-
cen! buiu julio da parte do adininistr idor da
provincia; essa b'iidelra aluda be a mesilla
contra a qual lidaiii coiislauleineote os que, ni-
velados por 5, Etc. com aquelles, como que
sao estiguiatisados, como que o olerecidos
em holocausto a seus adversarios polticos.....
(Apoiados.)
Vejamos, anda, como o Sr Honorio Mrmelo
Ceruelro Leo, este inulto 1.1 i-u i.l c prluii-
iloestadista, com suaa vistas larg is e perspica-
zcs, aqiiilatnu o lado que nos he adverso : {le)
a Os priucipaes autores e prom.dores da no
va revulta foraui, alui do eafillao Pedro Ivo
Velloso da Silveiri, osaitiuisliados domes de
abril do anuo passado ; aquelles que recebe-
ramannistia ao terminar da rebeliio de 1848,
aluda com as armas na mo.s
i'fji pulii'ial par o anno dj 1852 gao, quandn en emendo o artigo 1 da lei ln
l8S.Tr-
O Sr Ftarttuh :*-:
Ci'saarlu que u jn.
me ileciirei Tdnci 1
cute, sen lo mmb
11T11. (lari. 1 d* 1 i n erpretaouva ao acto
al I Innnl, dii as 11: as a semill.s pro-
Tinciaosco-arbeit' leiiislar aobre a polio.1 e
eCCIIIO s. i. mU'lici al
O a, a pala ve polica coinprehnnde a po-
lica niiin clpil un.1 a pulicis juiiehri":
sa 1 olir-i. di lio en, de q ib falla n t do art.
10 do arto-ad ilrlou'l n-i muni-i al, a pro-
Irrprriailva da uiaiftira porque espvn.ll : de-
10 do actoa.MIclonal. nao sel p
ekplfcou, e nao me convencen quandn
aliase que o artigo nao lini.a appllcacao. Tam-
S111 o mo men.II quindo se espresiou cer-
do artli-o de flaacao de f irea, que ichou ea-
lar en em c .iilrailicva.i, lainliein repito, lilsln
niu o eutendl, e o confesso de todo 11 meu ca-
ricial, porque, senhnres o inlgo I a dlx que 1
pilavri miuniclpil do irtigo 10 he eui nf.-r.-n-
Cia au artigo I he pnlaclaru que apalaviama
nflo heiln uliliilale puches; .Invern* fon-
>iia,v a B# ,r.^a_,B.>J ^ aj i V
i.sli.il -W4 i) 111 r J i ruin irn ; B-l he gHifll. nicip >l A., an-() lO 4 .lo aclo 'Idl
evi*. vir do iIHerfilo lo uov-rno ger^l. S"
< c.ro' tle p -I cit hn mun^ipii, sein duvi-
l.i i.'vm .sor t* n -ii im oiumciD I ; na e apoiici i eli na im e-
liit ublienci rus, [ mt i m 'S-i'ti, (jut' n (iropusti nlo
vem 4 camtrt, mus do presid -nta d pro-
vi(i(.i;i : imi ni! ) si-i c i;iii> i'IU pos-:i 80P pro-
vincial me parece tambero, que n >s nSo
n p-T'iii'Ui. ln por in-in 'ira altluma Mit**rpre
tar oacLo-addicional de modo nverso do
ue aoamas prop las palavra*; ito nlo he
dilopor inim fot diton*i i>rprioprojecio que
ioconvflrtcu trm lei interpretativa o qwl
li/ : ( ) ora soeu nao vejo no aclo-audi-
eionil un so at.go que me diga qiH* p*>-
11< i h provincial e bem polo ooutrario vhji
qu**cll be municipal v> < u se aa fttOO-
c,e< da poi'iia silo ju Melara*, isto "e, esta
h o d ns do cnefti de m.I'Cm, do d-'l-na lo,
d i subdelega 1>& e vm lo p i'a|i-rend r c i
i O canino lgala porn, f^l 'IPiprea1o e
abandonado ; purque se partido violento pre-
fera coi.|iirar, ecogilava de recorrer de novo
t armas.>
Trnho o de de iuforinar-vo? que to-*
das e-las prumessas e prulestos {os doi uosio
adversario) nao eram seoo eslr.itneini com
que l4es tiuiiien^ ua< se pejam de alr guveiuo, e dos qujes uusnn iiicsuio gloriii-
car-ne
O Sr. Portclla \ O Sr. Honorio relere-ic a
l8iv.
O Sf, i'orrtia de Writt- (elevando a vozll O
11 i i nulirer e moa HliHtradj Sr. Ilino'ia
teve-se de couiignar .-u-1'n-i no telalorln <|iie| Hennlti Caroeira Leno rotiroil se lufelliiueote
i ii* i de ser iiupress, e de corier pur tuda a
provincia, por todo o tmperin mas. pa*a por
le sob.'avi.o u seu nonio dguo r un lo iHu-
trado siiocessir, em relatoriu reservado prev
nio-o do verdadeiro eslado das couias, dandu-
Ibe i'inii das providencias que adoptara para
atacar o oial em tua orig-'iii. Ksta pune, pois
du rtlalorio do Sr. To>ta nada apruveita ao
meu nubre colleja : nao farla de>apparecer a
coutradic(u que se uta no relatoiio du Sr
Vctor de Olivnra, Miuda inesiuo adinitlida a
i\ |i"ihrse que o tu nr. I li im->i -, nada distu se opi r> que veniiatn
esta to, lmenle p-ra habilita la a fonnar juuo se-
guru acerca de uina ucciirrencia tau p ordinana. que fui inferida uo relat irlo em que
a presidencia uusdeu orna du estado da pro-
vincia, e que, como ludus sabrm. he e drve de
ser peca muilo seria etmpuiuute; cuninbulr
|ara que -ejam etcaceadus esclarecnnriilos
(jiK'in os pr-dt* j u,i chegir ao conhecioieiiiu d.i
yerd de, equivale a cooj.crar para que se u<-
gu* pu quein ten. foiue, e agua queui lem
sede.
Sr. presidente, como j tive a lioara de de-
clarar esta .i-M'n lilc.i. era intenfo inlnha
nada acciescenur ao que disaera em apoio il
meu requerioietito de que aiii'la ae trata mas,
vlsia da direceo que se ha dado discusau,
vrjo-uia furcadu a me nu assentar aem Taser
11 j-, algumas cooideraces.
1-in vista dos termos deque seaeiviooSr.
Vctor de UliVeira qumdo dcscrev-u a situacau
di>- partidos eutre nos, puece que S. F.xc. est
persuadido de ijuea lula que t<'Steiiiuul>oiaem
i S #S .- I8i9 nu fui un. lua cutre o principio de
urii.in e u da auarcba, euire h meiis que,
todu tianse.quciiam derender o tb'onu e as los
lliulfes juradas, e lu iividuos que, esfurcau-
do-se por derribar eslas, empeuhavaiu-se por
despedrar aquelle; parece qu- .*>. Kxc.qUlt.lu-
ilic.ii que o paribio que aqui tudo arriscou
cid pro da consiit ticu c da monaichia uoesi
preso por lacoalguma essepor cuja- Ideas sem*
pie li..ir-iiii ua cidado *jo actualiuenle csUo
nu [iDiit-i ; parece, Hitalineute, que S. c.xc. ten-
lou equipirar-nus a essas parcialidades mesqui-
iiti.li que, sem u.-usauemo u^bre a rcalisa-
nin, sem di ilir.i. ,i i aut dogmas de urna cieusa
poltica, uiuul un-se e miiliiis.iiu-se. p.ii.i ear-
r.'i.itcui inutuainenie do goiu material e lu-
gloriu deposlcd a ofliciaes, uu de algumas des-
sas faliaa du fofu pu-0e-l com que guveruos
iiieiinscunscienriosos, einleiranieuteaqiiinde
aua alta iin^sau.aeiii perveitercunsci< netas me-
nos its>s, craces puuco patriotas hutrelauto
exprimindu-e as-im, 9, Exo. nao s us irruga
graviliiia lujuria, como ai e | << ein cou-
tradiccocoin >eu predecessures, ecomopro-
prlo governo de que he delegdo. e cujo pen-
sameuio deve de ser seu. ( potado*- )
Sr. presidente, trazeudu para aqui os rea-
torios lu- Srs. Tosa e Honorio, u aobre pri-
ineiro secretario foroeceu-me armas muilo po-
derosas, e eu nao podia deisar de aproveilar-
ue di-1 las seiu dar pruva de nuiavel liubecill-
dade.
Vejamos como o Sr. Tosta aprecbu essa re-
volta agora pin ada coui cies menos carre-
gaoas do que aquellas que Ihe competen.: {li)
a liiiti.im rile (os ebefes da revolta} embe-
bido nos animo* das classes menos pensadoras
aeniiiuentos proprlos para leva-la ao esalta-
meuto: haviam assulado as pakaes das massas,
que produiiram os desastroso* aconieclmenlos
de satie 27 de juibu; aconteciinenios que elles
luesinos repruvaraui depois, sem se lembrarem
de que os tinham Imprudeutemenie pruvoca-
do. juntaran, a ludo liso o terrivel mbute
de qde aeus adve>sarlus procuravam vender
comuescravos uiua parle da popuUco; e ai-
siiu licou preparada a mlua que mais larde de-
vla fazer esploso, por emquaoto demorada,
puique Ibes fui cuuservaido u poder, aluda que
reinclu a cercos limites que Ibes impozera a
poltica de uo. de uieus uupres predecessores s
Creio qut ae refere o Sr, To^ta ao Sr. Pires
da Molla, a cuja perspicacia, a cujo nuo admi-
ni-i-aiivu jamis me causare! de leuder bome-
uagem.
Wjimof tambein como, depois de haver re-
ferido a iiinueira fiaucu digna pur que abusa-
raiu da furca publico aquelle de nosaoa adver-
sarios que, aaesuio duraute o comeco da revol-
ia, alada a Uubaui sb sua iuspecco, se exprl-
me u Sr. Tala para cuui aquelle* que coulri-
bujraui para pi urimeiro trlginpUy da legali-
dade : {le)
Hoora, aenhores, honra a estas benemri-
to que 1111111 ecudiram aos reclamos da pa-1
i tiju em 18'ni; e de emo ,. u c a pruv ocia,
11-ni (unge de n-if *r priMp*ridUi lem desanda-
do oiii|iU-i.tiiiruit-. {Apotad s )
Ucctrdfiiio-not, lioaioieute, da maneira co-
uiu iH.inii ser-ico e u po da urdJain e da irn-
quillidade publn-a rram apreciados pelo gover-
no geral lo^o depois de .i;- I i-i > as revoltas de
848 e i>i'. edeciamos, cada qual em su*
cuuscieucia, se o Sr. Vctor nucsi emeontra-
dlccao cum elle, e com os seus dou oobre
piedecessores (tpoiados )
Sr. presidente, auppuu'io que, alm de ha-
ver demonstrado semelbaoie contra lieco, te-
nho pruvado <|iie o partido, lao i '.mu a i > pelo
^r. Viclor deOoveira, he o meiiiio que, uramds
ura menos dliauad Miieute, ora mi ns u>a uieuus
liypocriameole, de cuiiliuu ha con^piradu
coitr. a mili' ii publica e coulra as i.m i v\ \ <>
juradas: lermiuarei. porl uto, aqui, reservau-
do-me o di rih de aluda urna vei o copara
aUefactn da caa sobre o nbjecio em discus.'.o,
se tanto me parecer uecesaano
A'r. Ou de$ di Millo combate o requeri-
meiiio.
Cucrrra-se a discuss.o, c, subinellido o re-
ijm-riim-ni.i tos coulra 12.
U p'ivo que se tem conserva !u na galera,
sabe.
O Srs. depulados tambem se retirain da sala.
O Sr. 1'rMidcntv ; Passa-se a
UAOBH uo un.
Primeira discusaao do projecto que lita a
furca policial pra o anno de ks --' i 'vj'.
\iiiii..i-M' nao liawr casa.
0 Sr. Presidente designa a ordein do da e le-
vanta a sessao. ( Eram quasi duas horas.)
SESSAo KM5DE M4ftf0JiE ISSi
Vreiidenci* do Exm Sr. Uaraode Cpitar be
,\- 11 iMU'.ii iiii lu.iii ..i i, lena a r .i.ni .i
scham-s-* presentes 21 S s. i-. \\ .. \- -.
O Sr. presidente': Abre a sessao.
OSr,2 Secretorio: -L acia da scss3u
anteriur qu** Iih a pruva ia,
O Sr i" Secretario. Da C "ita do snguinle;
LXPE01CNIE.
Umolicio do s cr.ti-io da provincia r-
nii!1 Li'iniii u relatoiio da cmara municipal
d'e-ta oida le ubre neniado do municipio
.-I commisiaodc wyocif) das cmaras
Outru do mesmo remeten io as conlas
da rreoMa e deapesa da cmara municipal da
villa de Ticaial relativas au ex>*rcicio d
<650a 1851, e bamaslm o o'Cimeuio d
Cor ente uno..-I commitsttd de ornamento
municipal
Seuuo oresenle commiss9o de eslalisti-
c i urna representado da cmara municipal
ie Cimbres em que pede a esta ss-uibla
a conlirma^So da transferencia da sede da
mUru da autiga vilU lo mes 00 iiume para
a de Pesqueira, em consequeucia do estado
verd ideiramente decrepito u ruiuo>o e n que
se acba aquella msLri, como demonslram
os documenius, que a compaiiliaram a dita
represe..iai;8o; ao passo que os mesmos
pruvam,quea repella de "esuqeira oll'urece
toJas as m(0| o -s requeridas pela decen-
cia cotn qu se devota exercitar as func<,0os
religioSdS. dignas por Cr.rl i d lob, o es-
plendor e magniceocia ; e ait*ndnndo so-
bre tudo a co niniS'. i que o acto dessa
tran>fere4icia ja foi ap.rovado pelo El o.
Diocces>no, cojju se de^rotiendo d s ,, of-
(icio dirigido a presidencia em data dd 13
de setemb'ode I8l,nea mesma commis
s3o du parecer, que esta asseuibla adopte
a sguinle:
RESoLUgiU
A assembli logisuuva provincial re-
soivo :
Art. nico : 'Fie* trans-n la a sde da
ni-.lri/. d ntiH villa d .iiiinres nara a de
peaqueira e revOgaiaa todas as disposi<,des
eui contrario. -
Pagoda ssembla provincial de i'.-rn un
buco 5 de margo de 1832. -Piulo de Cam-
pos.- Estetlila.JlaruiisPereira.
Julga 10 objeclo da del libe rae;.', o vai a im-
premir.
ORDEH DO I.U.V.
l'rimpira discussSo do projecto n. 1 que
maosos u evitar ciimes que sSo funC(,oes
feraes, como he que eu posso por illagO i
M> n-iiii', iIj/it que a polica ln proviucjal ?
Vio posso ; n.1o de*o ; o se uiio posio Lem
1 v i, ontr-ndo que a polica he geral. lias
a is-finh i'vi tem, he verdade um d -vor, mas
vamos vor qual he eu estou prompio co-
mo doputado provjq'ial a cum rir este de-
ver. Oait. II a lo aele ad iiciontl, dU o
seiruinte; flej estou prouip o. he un dover
que eu compro mas que n Illa a fore* por
ventura pag-* P nao se p le concluir i. n
por cerlo porque eu vajo que a assemb^a
provincial fl* o uuneio das comarcas; se
ue para mais, n uec-*ssario um jiiz di di-
reito, um parocho ,etc. ora a estes empre-
Kados quem pifa he o gorerno geral : por
Ihelixira i i brlgacflo le pa^a-la. Estas sil as minh >s
opiiimes e he a razan porque *SiHnoi ven.
c do o proJHcio ; 6 ilretaiito, eu eiiteud j que
levemos lixar a i i t,' i e n'ossa m* i ,. i i ,i .
Urei sobre a mitins depois qui livor ou-
vi lo os 111 i.vi r "s collegas da co mniss.lo.
0 Sr. Jos Vedro ;Sostena que o projec-
to deve i'" r para m'.;u i la disCUSSlo.
OSr. itorencio: Sr Presidente eu nao
i 'tiii> os u.'S parlamentares, sou debuta-
do oovoedevo por forca cahir em otos,
mas eatou prompto a corrigi los io'o que
rnilhore* tasos se aoreseuinm ; mas me pa-
resse digo, (me paresse,(porque nflo estou
<>.'[ io, u/ni posso adiaucar ) que lenho o li-
reno de a9sigiisr-me voncidocomo i.embro
da i'O'iuiii i>;.o reservan lo-me para a dis-
cussio para cni.1i dar as r >so -s do n u pro-
v 11 nenio : me parease que mesmo na as-
semb'*geral tem sido esiylo mu>tos deuU-
(.idoadiasa m reservo-mepar a uiscusso
~ssiiio vencido --Ora, se eu lenhoudirei-
t 'eme assign^r venc lo, roser/an io-m
pura a dlsOUS^u, au ponho n.Vi es a- e u
i'im i a i ir*;.io, qoan lo cjiic irlo q ie temos
o ri'ciio :o lu.ir .i lo e,i. S o noure debu-
ta lo meconveiicer de que ou s l-nno u ii-
rejio de falUr uina vvz e qoo lioje m^s nu
se urganisa o corjo policial ele ooUo e*.
pmioria lillas lis ra/Oesdomeu proc-li-
uellK), UlaS llOle Un o priui'-iro da do liscus-
s3o, .i iniii i.l i li qus se marca a finja Htc
como o no >r* de.ut>i lo miacosidi cou-
i ro H lorio] tu co no d-*, ut-ido novo, ou
Co ni airado ua lamo parlamentar d vo
if coi a des a c>juip*ua do uobro d-pu-
tat| lo que a Soa ac niioilia : o nobre Uh-
"j o,l i loi iuj iat'. Anda a pouco me disse-
ram e alias pessoasque eni-Mi lem ia ni te-
a, que ti o un ira disCossfio se l aiava da
unlid i le lo moj co; quauto a utilidadd
u uiio a i' mi.-ni-; a lor^.i publica he u-,:<)-
veril o, o govoi no ne o lo nent > da ord-m e
il.o 1>I U&O po-,. i ir C lll a l-lO .1 Oi-I IOS
-ir p ii.-c q i n.iu citoo em cootradicv.o,
ipiesentauoo apenas as m-o-s porjxe di-
'i,:i i oa o,qjioiao dos meu^ collegos: eu
lo Cjuai lio o CorpO policial g'al, co lio
ja nsse, e se u Boore debtalo me cruv^r
jueo.corpu de polici* be prujosio pla im
mi a,i|ii n n a lu-.-, iMi.s ; 11 Calcadas
etc. ic. eu declaro |U ne mu .icip-*! mas
emquanio esiiveras ordens da imhcia ju
liciaiia he ger^l, nisto estfu eu ..me. Dio
un lo : isto esia eacnpio na le inteprela-
(tv i, qu as asSimbiaS pro-ini: a;? ii.iu lem
nre.lode iotreprelar os ariigos do acio ad
dicioiml seno da mmia po que aa pala-
vrassuam. o conlr^no iisso, nada, n*da, na-
da; n mi ue para nos. Se o nubre deputado me
Coiivoucer de que eslou em Coiiu oluj.tu,
bem, o aai aqu oOou fez por isso insisto
o ininha opioiflo.
0 Sr. injusto da Qliveira :Damos em ou-
tro numero
O Sr. i.s titila : Sr. presidente, pedi a p.i-
lavia, no para eulrar ein lica com os nobres
(chutad s que U'. ni filiado a re"pelto da na-
teiia, ap na* pedi a palavra para espor o meu
iiiodo ue pensar a respeiiu da quesiao.
Traia-s. lioje da primeira distUiso do pro-
jiClo que tem por li-n Ixji a f rea policial, be
boje| Sr. presidente, que temos de decidir ae
coi i, Hleiio be conveniente, se cjiii etleiiu he
ulll a finTc-i policial, isto be, se esta casa reco-
ubece que temos neceas! lade de um corpo po-
licial para auiilio das auto idadea, nao s cri-
mina es, como pulkiaes.
Ora, se as*lm he, ae hoje s vamos tratar da
uulidade ou nAo fiuh-u le do projecto, a que
v. ni aqu a quealo do pagamento ou nao pa-
gamento desa forc ? Hoje nao devenios entrar
uestaquesl he isso qursto secundaria, que
poderemos discutir ein urna kegunda ou tercei-
ra di lui'.ii) do projecio. ou podamos inesmo
resolver por nielo de urna emenda, levaudo o
pagamento dessa forca Ihfsouraria compe-
lenie, sem queenuemos agora nesta quesuio;
agoardemo-nos para occasiao opporiuua que
por certo no he esta: enleudo, repli, que
nao he oecasio coiuprteute esta para se tratar
da i|Uijt&o de quem hade pagar afores po-
licial.
O Sr. Ffortnci'i: -- Logn, o pagamento nao be
iiMinii do piojeclo t Essa be boa...
OSr, Eitetit't ; Reservemo-nos para a se-
gunda di.ciissao, eah podeieiiua diier quem
deve pagara forca policial, agora oque queie-
uo saber he ne deve haver um corpo de poli-
ca ; be boje ludo quanto se deve tratar.
Se o nobre deputado se oppoze*se xicao da
forca, mostrando que ella nao he louveoieute,
e que deviamu* acabar com este corpo .,
QSr.Joti Ped o i W.io podemos, o aelo ad-
dcloual obliga...
Um .ir. Deputado : S podemos lixar maior
ou menor numero.
O Sr. EstelUta: Ue verdade; emlim, se fal-
lasse teica da uull iade, ou nao uiilldade, eu
dira (pie anlscu*sao marcbavaseu camioho i-
guiar, iiiis occuparmo-iios de pagamentos, de
muero etc. i isso oe iuleuipesiivo.
Pedi a palavia s pira facer eslas refleides,
que tiUem respeilu ao camliibo da discusio.
U sr. Ptorencio : Eu peo! a palavra para
re>pooder ao uoore deputado, que se asienta
lili a esijuerdi, e que agora nao esta na sala,
o W. A. de Qliveira ) u ipie muilo simo, por-
|ue o io deaej ira entrar agora ua discusao sem
que elle me ouvisse, para me nao aecusar de
ler eu descobei to pedras phd >sophaes, etc...
( O Sr. A de Olivelra entra ni sda. )
O dr. Florencio (continuando); Oh !.....
estimo bem, at me ammou inai*. ( Hilaridad*
na tita e o itet-ii. ) nobre deputado prmclpiou
a sua aigumenuco, dUendo que eu tinha
fe i lo urna iuveucao; o nobre deputado julga
Cuuipreheode amb.s a* autereriores polica $
ee-n ma { U. )
II poli iiecrstarin que o nnbre deputado, ou
f ria boiu i|ue o nbre deputado ( e al o con-
vld.i ) defl hst- o que he polica Judiciaii., c
!ne lu- pulila administrativa, e enl saber-se
a se o corpo de pulida municipal be geral ou
provincial.
t Dentis, s nhorea, nio ful eu quem Inveniou
esta lutelhgencia, be ellsvuiuno clara e f imples,
taulo hus quamlo a lellnierpretaliva be mul-
lo posterior ao acto .nidi.-i.-od
O nobre deputado eoganou-se completa-
mente uando disse, que no m de <8 aunos,
eu itnha vindo descubrir a pedra phllosophal,
eat cu.: ni. in redondamente, esta quetlao j.
fui flipnsuscitada e milito debatida.,.
Vm .v. eputddo : Eutao J uo be calou-
roJ'..... J
O Sr. Florencio: O calourumo nao com-
prebend todas as especies. Eu sel que eia
questao he bisiante oJIosa, offende aos iute-
resseageraes ; mas o que be cerlo he que a po-
lica he para ajudar o. delegados, serve para a
segur,ni,.i puulica, aqual compete ao goveruo
eral, aaslm conloo culto ; po er-se isto na aclualldade seria mn descalo,
arria um desacato se uoa assembli provincial
Alease isto; mas fallemos com fr-nqueta, ap-
llela he geral, tudas as suas aitribuices s
geraes, devem eer paga e muito bem paga
pelo governo ger.1, e nao vejo iieuhuina dilll-
culdade nisto, uegue a cmara os meloa para s<
pagar a esta gente, que o piesideute da pr-
viucia, delatado do governo geral, que com a
peiiua na mao fas portaras *0h aua responsa-
bilidade, fai alguma, tirando dos cofies ge-
raes o que for iii'uf.s.iiiu para esta denpeca
Que a polica be oecessarla uao ha iiuvi.i.i. a
polica be forca puollca, forca he governo, go-
verno be elemento de urden, e eu quero or-
dem, uo se persuadan do couirano. Son-
que o uobie depuladu, apezir de deputado ge-
ral, uo alba como se converteu o projeto qu<
boje be le interpretativa, eu o sei, porque in
cuutou mu amigo, que foi depuiado uessa po-
ca, '.-si* o projecto e pasou em discuasa...
U -.r. Aqwn> : E*Umoi em familia agora '
O Sr. Flvrecto : Nao sel se eatant-os em fa-
milia, mi- o que aet he que se em fimilla te
iii'Subngaco defallarcom 11. i j u < /. o, cun
ni ti' ti ni |ti- ,..i dave us fallar aqu...
O Sr. A quino. Mas o neb esta f-diandu sem o poder fuer em vista ii
art, ]21 do regimeiilo, ja fillou duas vee
nao poda fallar terceira, esi fazeudo-o fora
da ordein ....
O Sr. Florencio: Isso he competeucla do
Sr. presidente, e nao do Sr. deputado para
mostrar que eslava fora da ordem, o Sr. de-.ii
la lo devia ler pedido a palavra, e nao inler-
romppr-me quaudo eu esiou usando do dire
lo que me cuncedeu o Sr. presideule, muilv
ni.ns quaudo eu fallo ad duas vezes, e nao tren,
porque a seguuda loi pela nrdem ; purianl-
o Sr deputa lo he que est f>a da ordem,
eu falo que V. Kx., Sr. presideule, o.io tivess
cuoiprldo o regiuieuto; e fique cerlo u uobi<
deputado que assim como sou muilo dcil em
receber qualquer aparle, sou furia bastant
para repulir deasas e de mitras imprudencia
Coolinuan lo o meu di-curso, por i|ue o S>
|n.i lente que be a aitctoridade compelenh
iiiecuiiseoie{liiUrlda a pedra piiiloauf.l. e que DUS ItJ aunos dec
rldos muilas o|iludes idnticas a esta le*,
aparecida, e posso asseverar que capacidade
multa superiores, da provincia, hmiens O
ri ii. i i, piecisameute da ciencia, e a quen
c .multe!, sao da mesma u|duiu.
A g .ra rcSponde're ao nobre deputado qu
fall iu em segundo log ir. Du o Sr. depuia-l<
pie a qoestao do p desla di cocao: Ora Sr. (residente nesla um
tena existeui tre ramos, que sao Hxacao do nu-
mero, pagamento e rrgulameutu; ludo Isto
peitcucea materia, logo lud se pode iractir
Seub ores para a flual convencer os Sen'ioie
(puta los de que o corpo de polica uo h
provincial, lembrar Ihe.hel o procedment-
do g.iverno ger >l ulinimieute havido a est<
respeito K.n fe ver i ro do anuo pascado a a
sem lea de aergipe queien iu premiar os ser-
vico* de Uiit oIHciaI d polica qo~ no campo
receben umi feriiueuto, apoteuloii-o, na*
u goyeruogeiat auuuluu e siderar. que e-t b-iecun nlo do* orphflm*
embora tenha una a i ministra cR puiilic,
he uti estahelecimeoto particular; ci-i
p'Ofe-Bi'es com o ciranter de mprega lo.
uhlico", entpndo nS< ser multo curi-l par>
hem depressa virfio as aptMMitado is ttt-
cear ns suas ren laa, pur c .nseqreoci. im
tiOSHiblllli-los de si' \-\ -/eren. >S o'Tlrfaijfl
que estflo subjeitos Gu po lia aprsenla'
Jvers-s coii'f er-*r6'S para pruvar, quea<
razfles aiu*s**nta ia* pur esa prof ssor par*
ser cuiisi lerado emprega lo ubi ten un
iio valioa-s, que elle nao esta no Caso -lof
demais profussures, mas estn >o o project
cm primei a tii>cii-sio. achu serHm bat Hi-
tes as consiilerat,Oes qujklU par* provar *
na inuliii la lo; pur cuj i razf enleudo que
o projeciu deve er lugo re^ iludo em pu
* i 11 disoosflo.
Submeitldo o projecto votacao, he reBei-
tado
Prlmeira discuno das posturas da cmara
de Flores.
O Sr. Cameiro da i'unha :*-DIk, que tendo-se
mu iluli a sede d'i Villa de r lores, chava me-
Ihor er add a la a disi-usso das posturas, por-
qiiant'i podia essa mud.uif i alterar as uecessl-
a ea do municipio.
Nao haverdo mala quem falle aobre a ma-
Itrla, s i approvadas em prloielra discussau
po-ltiras.
Vai mesa e he apprnvdo depois de breves
"II''"' O S*>gllllte i r pur un. ni i :
Iteijuelro que pilo- tr*tjisjsj|#f se solicite
ilo julio d >s leilos d.i I i/i-m.i i u-iia demiiu*tra
pao dos reganles quesllus ; 1." qual a lmi>or-
lancia da divida do es-Inspector da th soura-
ria provincial Joo KaptNla Perelra Lobo, cuja
cnbranca ti comiio-uida ao dito juiso | 2*
qual a que por conia se tem rec es da azenda provincial 3-* qual a da pur-
cent gem iue JA foi peicebida pelos eucarre-
- lilll, .1.1 I' .<'< II ,.!).
Hala das aeAes, 6 de marco de 1852. Vm-
belino (iHemSa de Mello
Procede-se eleico da commis*,"o especial,
que lem de dar o seu parecer sobre o projecto
que trata do calcameulu das ras : sah ni elel-
los oa senhores : harrus llarrcto, Alaciel Muu-
leiro e Domingos de S.oua Leao.
Ksgotada a nruVn do da
O Sr. Presidente levanta a sessao meia bo-
ra depni* 0o meio-dia, deHignaudn os traballioi
la sesao seguinte ; tpic i>ci:io scguiola discus-
sao do proje lo n. 1 de*tc auno, c |Omeira do
le n. 2 a segunda dlscusswu das posturas de
Flores
Fr te da Parahibs a Ijvrr^uol : 3(8 d. e
* p. c.
Dascoiito de letras : a 4 mezas t p. c.
ai.k\m>m;a.
leodimento do da a..... 8:356,763
Desearreqam hoje 8 de mareo.
Rirca portugue/a Mar ganda merca-
dorias.
Hiigue portugiicz -- Mara Feliz idm.
a S. Munocf /. esdeira
O arcos.
Rirr*a inufeza Narval bacalho.
Urigue f anc *z Eluite de la mtr merca-
duras.
I uiporlu ai.
irmun b aseiru Ai la/, vindo do Rio
(mude lo illloH, -nanif'-t-)'i o segUHito :
IUU63 arrobas carne s cci, 217 ditas cebo
un pues, 71 3(4 ditas grana em b Xigas, e
60 couros secos ; sos consUn tu ios.
CO.VSULAIM tifcKAL.
Hendimentodo da 1 a 5. 9 3*7 8ot
dem dodia 6 ....... 640.178
9:957,979
IVEltSAS PHOVINCIAS.
Itendlmentotio da f a 5
dem do da 6 .
I Of)fi.3tl9
141.329
1:150 638
REGIFB, 6 DEMARCO OK 1852.
AS 6 HORAS DA TRI>E.
RETnOsFECTO SE.tTANAX,.
Como S4beni os Mlorrs desta rl lade e seos
danifilo de que uiio pooia d-ir-sc tal aposeu-
tidorla, por <|tie as assemol las u.To podem
dar pens *s. Ura >enhores um empregado
perde no srrvico pubin- um i perna, 01111111-
lsi*ie, mi" a ism nihli'.i pioviucial que ln,-
paga, que lixa eu numero, mi pode remune-
rar Ihe o 1riv1.11 por elle prestailu ? Us uo.
bres depulados vjjiii esia loufu o de prin-
cipios, e digau-me ein vista disto se o cor-
po de polica he provincial, ou geral, Cu
quero pol'cia, e quero-a muito bem paga, c
quaudo a miuhi opiuio nu prevaleca, enio
^ont.irnos, ablii-ae no 1. do crrente a as-
'mblt'a legislativa provincial. Pjim o que
Ulvpz algueiii sin/la Ignorem he que, o rela-
lorio da presidencia, agradando a uns pelos
eus traeos de vilvel imparclilidade. nao dei-
x ni todava de causar de*gostus a alguem por
comer certas verdade* da uaturea d.iquellas.
que a velha torta inandava calar mas, euifliu,
'iiiln antiqusimo costume ou regra da hu-
11 mi I ule, que (n in qau pode agradara to-
dos, nao nos devenios nnr ivilli.ir de qoe as-
*>m acontecesse. AlC o prsenle aluda u^nhum
lirojectu appareceu, que pur sua Importancia
' iiovidade possamos ineuciunar, o que cerla-
oirnte he divido a is poucis illas de st*ss.io de-
orndos. e fes-sc apeins notar rnire os Iraba-
Ihusda cmara Am preludio de deh4rim>uia
un i- ns (I us ramos do pudfr legislativo pro*
iacial por ncoasilo da di*cussao ile um reque-
imento prdiodo ao governo copia authenif
lUI di correspondencia. ouVial s -bre os uln-
nos acoutfciuieiilos uo Rio-poimosn ; mas he
uuito de e*|i-rar i|ue o palrlollaillO e lllos-
i- i-,.1 1 da assembla Ihe uo permitiiro pro-
gredir.
No mesmo dit l.efilleceu Juanna Mari* da
{oledade, prea erloula, com mala de-lUO anona
i-- iilade, e r|ue aimla no Correte t /. Ullta
viagi'in a p >os Prazeres A long>-vida e em
uoasu pau he fnirta rara, e por ls*u mulla gt-n
te a desoja, e v com olhos cubicosos, quaudo
ipnirece fin qnil-fuer.
Enirou no da 3 da Europa o vapor Tau. de
sando tu 'as as potencias do velho mundo sem
nal >r novidade. Cu Franca coirinu a ftiliO-
'iouar pacinoameiiCe o despotismo onj mis S >b a cpa eifirrapada de urna c usiituiftli
loiuinal !. S a*I 1;>-,< u) 1 siiiip|icida uas eitudidi dcisa mil avenidas ijranla de
mu s. vai o presidente de lil anuo* pralleau*
lo verdideros actos de vandalisiim, tem c -
mo a conlii-aco di propriedade dos fiHi s de
Coi/. Kilippe, soleiiiueiueuie desruuh<*clda
lela* Iris do pau ; e desla surte ftigloilu a
Kr 1 ue do u u nu 1 --ni > i;n ii cahio nalgar*
*s du o iui-u confisco, que b*m considerado
i.'io he fui s\ outr.i orno restan o mesmo com-
muuismo, em favor, porm, de Lull INipolea-i
e do* seu*. por quem nao repartidos frater-
nalmente os li-ii-* adelos. Mmtas pessoas e
tem exforcado porluer urna aualyse re*um
midida uov cou^iituicao, para bem darem
a couipreheuder o seu systeoia, e llo qne al-
gumas lem nin ni th Mi -11. miiiisii acham fa-
Cllidio, porque o p.esidente da repblica no-
nal, em verdade, nada lals fet du que repe-
KxporfHCo.
Stockholm. baica sueca E'izabHh, d4l4
tunela lea, condu/oo seguidle; 3374 finc-
eos h 71 bi'ric s com I773 arrobas e IS
libras de *s*ucar, o 8582 couros.
Rio de J M reo, eoiidiizio o seguii t<):-- 100 bseri-
(Ms e I Ojo sirciis eoni 6<)06 arrobas e 14 |U
br.is do ,1-ui'r, 100o i-i i 01 seceos e 1178
ei s de ^aquetas.
ilCCChCDMA DE liCMi.VS INTERNAS GE-
HAKS DE PKRNA3IUUCU.
Kendiuiento do dia 6 ..... 617,916
CO.VSULAIHI PUUVI.NCIaL.
Renliroeiilo do <)ia 6.....627,797
Algodao- -
Assucar
quero um reguUu.enlo com garantas, pof M'r com u-ua prlmd .de rscus. a e.. 58 arii-
uue emb.rro com esta historia^ de cuiillauca.'f ," a Palav,f cel,bre ,e Lui* XIV. E com ef-
nada ha de garantas, por (,ue confunca he fe*l,t p."' ;*" arll duI1'' ci-iigo ollumauu
cousa com que imbirro. Concilio repetiudo
que s f illel uuas vees, por que a terceira foi
[t--| t ordem.
OSr Jijas Pedro Anda replica, suslen-
taudn a sua permiitlva upiiiio, c respuuden-
do ao precedente orador
nOs nao lemns aeuo.Luis n i|...ir 1 dicta-
dor. C'u PoriUgal foi lido na cmara tempO'
raria o projecto de relonna a caria, e posto
nao seja cmipleto,' lodavia sempre consagra
duas alieracdes naivels, e digna* de Imitac
taes como a snbsutuicao di eleico derecia
Sr. Maciet .Woalero:-- C Nao podemos ou- J?-I|V0, P a f,c,lllj,|e lira,|il a" P'ler rfl"
vir, o discurso do Sr. d''p>iliilo em conse-
queucia de f>ll*i em voz muilo baiaa. j
Uepuls de mi ii' ahumas nflexde* dos Se-
nsores Guedes de Helio, e Maciel Montelro.
Encerrou-se a l -cusso
Julgana a materia descutlda, he o projecto
ubuieildn avotVco e aprovado.
As galleras despovoaiu-se.
Uflcar tratados sem aulieucia r appruvicao
das caunr s legls' iiiva*. Ni Hnpauha eca-
pnil a raiulia l/abel || de ser Victima do pu-
nhal do ficaohoso padre 0 Miriiuho Meiino.
que eui una mulhet pretenda por em prallea
as lii'ii.'s lernveis, que seut duvida bebeu eu>
sua tiihh (Im-c i.
Wo da ft toniuii p e levanta
SESS\0 EM 6 DE MARf) DE 1852.
Boira em prlmeira disctissfio o projecto nu- de de chele mieriuo, o Sr Dr. Anselmo Fran-
,erol do auno passado equiparando o pro- ^o Piretu por ler .iado parle de doenie o Sr.
fessor de m.iaica do collejo .los orphaos a>os de.emb.rgado Mgue.ra de Mello.
de mal profesores publicut. I No d,a aoisKfrdiiia enlrou do* portos d
Verificou-se 11S0 Lave casa. orle o wpo, Paraenee endo delssdo todas as
O &r frsu'denss: Designa a ordem do dia Provincias marfil as e ceniraes desse lado d-
levanta a se.sao hera 1 hora e 10 minutos. '"'Perlo em plena as e socego. No I.- do cor
rente anuo insiallou-se a nov provincia do
Amazonas, lomando pot.se o pn-si lente, e mais
autoridades. A salubrldade publica no Cea-
Presidencia do Sr. Or. Pedro Gavateantl. continu a ser pouco satiifactorla em conse-
As onze horas da maohua, f'iia a cha- lu ncla de Carlos andacns e da permanencia
mala, acham-se presentes -25 Srs. depula- da l.b.eamarell.em cerlos lugares.
> a" r Cum data de 7 do passado live-nos nnticlas
,. t. i_ f> de Rom Jardini, que nos do em perfeho so-
0 Sr. presiente abre a mmRo. ce(( ltl fregia. bem como a do Imoeiro,
OSr segundo secretario 10 a acta da ses- taudafeito all soa entra >a trinmphal o viga-
s3o anterior qoe he approva la. rio l.hacun. que por oecasio dos ltimos mu*
OSr. primeiru secretario, da cjnta do se- vimeutos se achava homisiado ua vdla do Pillar
guite, da \* if..hi -1.
r XPEDIE'sTR Entraram durante a semana 20 embarcaedes
Umrequerime.,to.leJo.qimJo.leCsr- c ""' '5- Be,.Ju a alf.ndeg 44;ftl8,878
va ha da S.que n Vareja.i duen lo que >;lmNH peoa, M hornea.. I
lenJo .lio Momeado pror.i.80'eaeseniio no ih,re,c8 parvulus llv.ea; e 6 huuieiis, I tnu-
seminario episcopal deUiin la, s- acna .Ira- n.r ,. 5 p.rvulo, eacraToa
empiegado cum a soppressAo u mesma ra-
leir.1, co que pele a r.-p.niciln dessa 11-
jusiici. A comalias!. d>> pelifdes.
Out'O .lo ni.-sin pe .imlo, se in.n le crear
um cullegio normal de agricultura theorica
e pr-alica. -- A coiiliiiisaiiij de liistrui.'i;,lo
publica.
J.iUou-sn objectoiled. liboraso, e man-
dou-aeimuriaiii oseKul'.te
HHOJKCTD
praga no iiecii'E, 6 m m vngo DE
I8, AS SHrlRA* UA TAR'JS.
Itevitla icmannl.
Cambios- Sacuu-ar a 27 l|4. 7 Ij8 e 37
d. pur 1/ ra., seudu .ste o
mal regular, pur hoje os sac-
< i.ini.--. i,.1., qiiererein saccar
por ni ni.
Luir. ...i 82l saccas, e flze-
rani-ae vroilaa a 5/ ra. por ar-
roba le pil.nrlra so.te; asslin
tu.11.. cnala sr fl.rra uina de
algo lao eaialeate oa Paral, jba
a 5/300 rs. por amiba posiu a
Imi iu pniriudu aquarta par-
te de segunda aorte.
Aa eiura.las Inraiii pequeas,
e as rendas limitadas, obten-
do de segunda surta de '2(38(1
a 2.400 r... o de urcelr. de
1 .i.'lou a 2/J.V) e o de quarta de
v/1 j-i a /imi n. pal airoba do
h.iii. i., u n.ascavadn eacolhi-
do u de l/.'iSOa I 600 c o regu-
lar de I/-I5U a l^iUU rs, por ar-
roba,
eite-doce Veu.ieu-se a 1/840 rs. por ga-
l.n. do .lo .slciiiierianeu.
Bacalho Cii.-garam d .ua ca.iegamen-
lua, dos nnaes um ful vendido
a preco uciullo e.autro e.ii
em er ; reta|.iuu-se de i/juO
a l.' rs |i"i barrica, c llca-
ra.11 em Mr 5.5S0
Carne secca bniiaram dulli carregamen-
tua, du. quaea ae vP.xlrr.nn
de vailaa partidas di' 23I0Q
a -28O a de huraa Ayres, e de'
H-t 3/2110 ra. a du Hiu Gr.udc,
caraiu liuje em ser 2<1,UU1) sr-
ri.b.a.
('ominhos Ven.ieraiii-se a S/rs. porar-
robs.
Krva dore Mem a 7/ rs. por arroba.
t'ur. de trigo- O meicaUu esteve mais anima-
do, e vendeiau-se eer a de
2,40.1 barrillas aus prec'is se-
guidle. ; a de Itli-liniuud a 15/
rs.. a de P.ila.lelphia de l.'l/a
i ,; ra.. a Ue 1'neate BSa? de
11..,- ni) a >7/rs. e a de Naric-
illa a l.'1/5 0 ra., a eaisleutc
mulita a ..ii'ii bariiuaa.
I.ouca inglea Veiideu s a it pur eruto de
prenau sobre a lactura.
Manleiga dem de 450 a l6 rs. por libra
da li.gleaa.
Papel -...-- het-se venda do le machina
a3/>00 r... edude peso a-2/
rs. a|resina.
Pimentada India Vemleu-.e a 240 rs. por libra,
Velas --.-- Mein a li.iO n, por libra d..' ea-
pcriu.cete
Vliibos ..... dem a 95/ rs por pipa do de
toue.
Uiscoulos--------He letras a seis rollo inries de
1 a I 11 It por eeniu ao mea.
Flcaram no porto 5t e.nba caedea ; aendo 2
austracas, 30 brasileiras, I din nuarqtie.a, t
fraueczas, I ha.iiliurgueaa ? hollaiideas. 7 la-
glezna, i lubequciase, Gportuguesas, I mssia-
na e 3 ureas.
VaVVtllieillO di* JlUI'IU-
IIIAKII) Ufi Pfitta\41BUC0.
RECIFE, 7 DE MARCO UE 1832.
Ni parte ulll ;ialf que linjo trinicere-
0109, eiicuhl'.ii.lii os l.'il.ni!. aspc-S'S re
lativasaos acoiitecinientos que uliiuiaiiion
a A assembla l'gisialif a provincial de Per- tj tiveram lugar no Rio Kormoso, e que
fora ni p.didas pela asseu.b.cs provincial a
ti .minien resolve
a Artigo nico. -- Fici rovogila a lei n.
113, queciia um cotiseino do salubrida le p osidencia
pobl Ca.
a P,co da aasembla provincial 6 de
alario do 1852 -- Mello Hg->.
OiiKEH UOllIV.
Prlmeira Jiscussao uo projecto n 31 do
auno passado, que equipara o profesor de
muici do colegio dos orpnfloj aosdemais
flanios entrados no dia 6.
Terra Nova--30 das, tune iwi /. !V nv.il,
dn 2>5 toneladas, capildo James W -liice,
equn.ag -m ti, carga bacilhao ; a Jolnis-
tun Palor t i.ooi .iiiiliia. .
trienal 56 .lias, hrigue iaglez llariha, de
116 toneladas, capiUo li ni .1 l .ilaihu.ou ,
eqmpagem 8, c-irga b.ralnao ; a James
Crablree & Cnuiiiaunia.
Numos siAi/oi nu meimo dia.
Un-.nos Ayres i o. M"tileidoo hrignn por-
tuguei i..-!..--! al R 'go, cap.tSu Man .el Jo-
da Silva liis, carga assucr e agurdente
Porto barca poituaue/a iNossaSeuhora da
Boa Vi.ge n, apiflo Antonio Ferrein Ju-
jiio-, Cirga assucar e mais gsueros. PaS-
sageiro, Inaquim Pinto
ff.ipiu mirado no dia 7.
Dal n -- lidias, racuia hrasiiejri A ll-i.lo,
de 60 muela las, SaplUo J.i i-inno Auto o
de I- ig i-i e lo, e|uipageiti 7, drga v nos
gneros; a amonio de AluieiJa Gomes.
ChiIuz I nscravo.
AViuio subido no mesmo dia.
Rio dn Jsaeiro brigue braaileiro Lelo,
ca itSo Antonio Co'lho de li'eira, c.rga
ass.,car e algo lio. L iva 10 escravos a en-
tregar.
Ooisreufio.
0 brigue eacuna de guerra ameriomo Rol-
phiu, couimaiidanu o. P. Lee, segua o *ea
des' iuq. .._____
Aviso divertKi.
C0MMERCI0.
PHACV 1)6 RECIFE. 6 l)E MARCO, AS
3 IIUllAS DA TAKDK.
coTacBS orncians.
prof-ssores Dublicos. i Cambio sobre Londres : a 27 d. a 0 d|v.
OSr Pertlra de Oarvalko : --Sr. prrsllen- Vendas de algodao d* Par-arriba, sen lo lj*
te, ei.tar.do, que o projecto n. 21, no deve' de aegundi aiorle a 5,30 rt. posto a de lodaa oa farguraa : v_eodern.e no arma-
serapnravado; eo'.eaio, que eat) projecto! bordo.
IUimphrey H. Swcfl, cidldlu america-
no, retira-aa com aua familia para fora do
impeiio. ... .
Geurge Chadwick e a aua ramilla, ub-
ditos brilatinicos, teltram-se para a Ingla-
Francisco Antonio de Olivelra Jnior,
embarca pira corte do Rio de Jan-iro, o
aeu e.cr.vo. de non-. Tliuu.ac.
lii.nos c C.iin.iaiilna. embarcan, para
cor e do Rio de Janeiro, os escravos se-
guintns: -- Joao, crooul; M .rcimua, creuu
I., ue 7 anuos de ida le; l.u i /, da Angola ;
Victoriano, ni .lato de 18 anuos de idade.
Vendas.
Molduras dou radas
_af oa larguraa : vendem-so no ari
i /em io Kallkaiann Irmaos.ruada Cruz o. 10.


AGENCIA
da fundicao LowMoor.
RA DA SENZAIXA NOVA N. 49.
Neste estabeleeimento conti-
na a lia ver um completo sorti-
mento de moerulas o meias moen
das para engenho, machinas de
vapor, e taixas de ferro batido e
coado, de todos os tamanhos, pa-
ja dito.
Antigo deposito de cal
virgem.
Na ra do Trapiche, n.17, ha
nmilo superior cal nova em pedra,
chegada ltimamente de Lisboa:
tnmbem se vende potassa da Kus-
sia, nova e de superior qualidade.
Deposito da fabrica de Todos os
Santos na llalli a.
Vende-se, em casa deN. O. Bieber&C.,
ni rui d Cruz n. *, elgodao transado da- qm 20 ri 0 COVado; aballa preta muilo
quella rabrica, muilo proprio para saceos de fina 6to rs ocovado ; merm p'eto mui-
assucar oroupa do escravos, porprecocom- lo (no a 1,800,2,500, 2.8U0 e 3,20d ra. o co-
mojo. __ vado; superior aloalhado adamascado de
Vendem-se relogios de ou-|pUro iiniio.com 8 palmos de largo, pelo ha-
,.._.,, ,..,. ;i., -o Plia ralissimo preco de 1,600 rs. a vara; lnim
ro eprata, patente inglez. na ra |rin.id0 J, ,ruro ,inll0f ded,vors.s crese
da Senzalla Nova 11. !\i. 'delicadosgostos. pelo barato preco de 1,200
Casa de com missSo de escravos. "<" ''fdo deHito, m*M*'
... de largo a 200 rs. o covado; algodao azul
Yendem-se escravos e recebem- ^e *l|2 palmus de largura, bien la muio
se de commissao, tanto para a pro- piopiia para ipa de escalos 200 rs o co-
r J1 11 -a vado ; assim cumo oulras multas fzendas ,
vincia como para lora deiia, para que se vender pnr Lr(.co mais commodo
Oque se olerece militas garant:as doqueem oulra qualquer parte.
aseusdonos narua da Cacimba Na fuDlljc3o de c. siarr& Companhia,
n. 1l, primeiro andar. (em S.-Amaro, acham-se a venda moendaa
Knrinha h'nnlana de canna, todas de ferro, de um modelo e
farinha romana, 'construyo muilosuperior
chegada ullimameiite: em casa de J. J. Tas- ,;ran o Jnior, na ma do Amorim n. 35. i -raaae latinea e cnapeos ue SOI,
Agencia de Edwin Maw. de J. talque la do Collgeio
Na ra de Apollan. 6, arinazem de Me. Cal- n. /}
moma, Companhia, acha-ae consiantemeole ,, ^ noyo e!>l,belecimento receheu-se
S.Td.,0uX^:^,Xdd..Xnd0.*.d." "J "ovo e lindo sortimenlo de chapos de
eiraaeodaa de ferro para animaea, agua, ele, Sol dns ltimos(OSloa, tanto de sed* como
dliaapara armar em madeira de todos oa la- de paninho para homens e senhoias, de ar-
mauhos e msdellos o mais moderno, machina niac3o de baleia e de asso que so veudeiii
horiaoolal para vapor, com lurca de 4 caval- por menos preco quo em oulra qualquer par-
lo, coucoa, paaaadeiraa de ferro esianhado le; grande sorlimnito de cha malote, sedas
para caa de pulgar, por menos preco que o e panjnhos em pega do todrs s cores o qua-
decobre, escoveaa para navios, Ierro iuglez |j8jes ,,8r, a9 pessoas nUe quizerem man-
loioeio barraacomoem arcol'olhas, eludo d,rcoblrrrfiacoes servidas. Completo Sur-
t randes nechinchas'. na ruado Vende-se urna parle do gnnde sitio do
aranaes pecninciiiis,, "" u" Arriial que fo do finad. m-jorManoel Coo-
Creepo-n. i4,iojadc Jo.e fran-
cisco Diaa, a il rs. o corte! !I
Riquissimos cortes de vestidos de (lnissi-
ma seda e delicados goito, fazenda inteira-
mente moderna, pelo baralissimo preco do
14,000 rs. o corte ; ditos de cmbrala sida,
sendo o mais superior que teiti apparecido
no mercado, pelo barato preco de 9.000 rs. o
corle; superiores vestidos de flnissima cim-
braia e de cor, com riqusimos babados e
todos os seus perlences, sendo urna peca do
Si 18oe oulra de cordSo, que se d de gra-
sa quero comprar os vestidos, pelo mui-
to barato preco de 6,000 rs. o corle ; dito*
de cambraia cem barra Invoca e de cor, fa-
zenda do ultima-gusto, pelo baratissimo
preco de5,500 raro corle; ditos de cassa
chita, com 6 i|2 varas a 2,000 rs. o corle ;
ditos muito linos, fazenda de muilo bom
gosto a 2,500 rs. o corto ; chitas cabocolas
muito Das e finas, corea de caf e de vmho
a 2 ni rs. o covado; ditas fnnrezas a 210 is ;
ditas dequadros escuros, fazen la du ulti-
mo gosto e novos padrfles a 200 rs. o cova-
do; riscadinhos muilo flxos a 160 rs. o co-
vado ; cassa chita muito largas e decores
por barato preco.
tmenlo de hlelas para vestidos espartilhos
JDepoSitO de Cal e llOtUSSa. para senhoras, faze'm-se umbellas de igrejae
No armazem Ha na ra I'.arle ia conceita-se qualquer qualidade de Chapoa
j.vo arrnazem da ra aa uaoeid deso|.,odgolobjecll,acima uienciunado.-
do Uecile n. Il, ha milito supe- se ver.dem em pupilo e a relalho, por preco
or cal de Lisboa, em pedra, as- u0 gradaraaus freguezesa vista da auaii-
sim como potassa chegada ultima-
mente, a precos muilo rasoaveis
Farinha de mandioca.
- Vende-se saecas co
Na porta da Alfandega c no
armazem do harateiro Joaquina da
superior farinha Silva Lopes, vende-se furinha fon-
tofia SSSF e de Philadelphia, l-
timamente chegada
- Vende-se um carro de qnatro rodas
Calves Rodrigues, e boje pe tunente a I.. G.
II. F.; e aluga-se lamben! a casa da Capungi
defronte do Sr. Lopes, 011 traspassa-se o tr-
rondamento de 3 annos, os quaes est9o pa-
gos : a tratar no largo do terco, em casi do
lllm. Sr. Helio.
Vende-se um rico e grande realejo com
lindas figuras como sejam.cavalloria, infan-
tina, dancarinns de corda e outras umitas
figuras que danfam na occaslilo em que loca
o realejo, por preco commudo : no atorro da
boa-Vista 11. 17, luja da tinturara franceza.
Vende-se um carro bom e muito em
conta para pretos trbalharem : no becc.i lar-
go do Recife, venda que volla para a Sen-
zalla Nova.
__Yende-se um palanquim da Baha de
muito bom gosto : no l rimada loja de marcineiie, segundo andar.
Custou, pormempr.: apiiareceu.
O novo harateiio, na ma do Obliga, lo-
ja nova dejniudozaa n 6.
Nesla luja vendem-se as miudezas, pelos
precus seguintes: como seja um surlimentu
explendido de luvasde peluca,para honuTA
1 1,000 rs.; ditas de ponto inglez, tanto pre-
tis, cunin brancas, cnuit" novas a 1,500 rs. ;
litas de fio da GsOuOla a 300 rs.; dilas pelas
de si'da muilo superiores a 1,000 rs. o par;
ditas muito novas de pellica, para senhora a
900 rs.; ditas de dita supeiiores, com bor-
dados do varias cores ,e de belotas a 1,600
rs.; ilitas de seda de cores, as mais linas que
tem apparecido a 1,500 rs. ; dil-s pretas de
turcal a 720 e 800 rs.; ditas de dito mullo li-
rias, cum balota* a 1,280 rs e oulrs mul-
tas cousas, por precos muito commodos.
O barateiro est em campo.
Na ra do ''ahoga, loja nova n. 6, ven lem-
se canas de c.ilxtes f'sncezesa 70 rs.; pa-
pis de agulhis l'n....../m, nume'OS 1, 2. 3,
4, 5, 6 e 7 a 40 rs.; ilas de n. 8 a 12 a 60 r>.j
dilas purluguezas para alfaiate a 60 rs ; cai-
\as de ditas a 280 rs ; bolOes de agot a 200
rs. a grosa; ditos do madreperola a 560 rs. ,
ditos de dito mais linos a 720 rs.
lie barato que admira !
Na ra do Cabuga 11 6, loja nova demlu-
deza", vcudero-se pecas de franjas com 15
varas a 3.U00 is ; ditas de dita muito ricas,
tanto brencas, cuno de ces e com hel-
las, pelo barato prego de 4,000 rs., moilo
propno para cortinados, fianjis estrellas
para tolh>sa 100 rs. avara; baados para
Vende-se um terreno na ros da Aurora
com 50 palmos de fronte e 280 de eajensflo,
tendo caes de lijlo a beira rilar, fleando en-
tre ai casas dos lllma. Srs Guatavto Joi do
Rege o Francisco Antonio de Oliveira : os'
prelendentesdirijam-se a ra das Torres n.
8, primeiro andar.
Vende-ae urna casi, rom um quintal
de 50 palmos do largo e talves. 300 ou mais
de fundo, com alguna aivureaos, comse-
jam : 20 pea de larangeiras enxertadis de
novo, na Capunga Nova, terceira casa antes
de chegar a do Sr. Orn. ro a tratar no
mesmo lugar, na casa do fallecido Hodeiros,
ou no Trapiche Novo n. 4.
Lotera de N. S. do Livramnto.
Aos 5:ooo,ooo de rs.
Na loja de miudezas da praca
da Independencia n. 4, ven (em-
se bilhetcs inleiros, meios, quar-
tos, decimos e vigsimos, a bene-
ficio da lotera de N. S. do Livra-
mnto que corre impreterivel-
mente no da 11 do corrente.
liilhetes inteiros 10,000
Meios 5,ooo
Quartos a,600
Decimos 1,100
Vigsimos 600
Vendom-se amarras de ferro na ra
da Senzalla Nov n. ii.
Sapatdes francezes de lustro, para
homem a 5,800 rs. o par.
Continua-se a vender aapaioes francezes
de couro do lustro, para homem, obra de
ultimo gosto, etiegados pelo ultimo navio a
5,800 rs.; assini como ditos para rapaz de 9
a 14 annos por precos commodos no a-
lerro da Boa Vista, loja de calcado n. 58,
junio ao seleiro.
Atlencao !
Na ra larga do Rozario n 40. loja de miu-
dezas, vendem-se os seguinles livros ot>
muito bom estado, pelos precos abaiio
mencionados :
llHccionano ilignum Lexicn 4,000
'Dito pu luguez e laiini, cumposicSo 5,ooo
Curuellio 2,000
Salustio 2,000
Chaces de Cice'o 3,o0o
toalh. s, toado a largura .le 1 palinu a 180 rs Geometra, ou Elementos de Euclides 3 uoo
a vara, e dilo da largura do 2 palmos aj |',m,|i tuina 1,600
240 rs. r Sel-cta 1,600
Na ra do Cabug n. 6, loja Eioquenca nacional soo
nova de miudezas, ven lem-se mei-s pinia- Crammalica latina 80J
das, para homem a 200 rs. o par; ditas mu- Vende-s urna mesa de amarello, com
lo finas com lislras, lano para homem, 7 palmos de romprimento e 4 de largura :
como para menino a 280 rs.; majas brancas, na rua Be"* ''" .
para senhora a 280 rs. ; dil'S muilo flnasa, li.ir.i 11 ssi 1.0.
NA -
Rua Imperial 11. 1 I 8 e 12o, e deposito na rua Sova n. 33
Respeilnsamenloavisam ao publico, e particularmente aos Srs. de engenhoi> des-
tilndn'e?. etc., que esto estabeleeimento sn acha completamente montado, com as pro-
poruea necessarias, para desempenhar qualqu mo. 0< mesmos chamam a alinelo para as seguinles obras, as quaea construidas em la
fabrica rompelem comas fabricadas na Europa, na qualidade e mo de obra, e por me-
uos oreen, a saber :
MACHINAS continuas de destilar, pelo methodo do autor l'rancez Derosne, HBH-
Ihores machinas, que pan este lim ate hoja lem apparecido.
Af.AMRIOUF.S de cubre de toilas as diniensrjns.
TOMOS OS COIIIF.S necessarios para o fabrico de assucar.
TAIXOS DE COBRE pra refinasao.
TAIXAS DITO para engenlio.
PITAS DITO movis para dito.
IlOMHAS DE COBRE de picle, de repucho, de roda e de pndolas.
ESCRIVAMNIIAS de laiilo dos melhores modellos.
DITAS DITOgalvauisadas.
SINOS de lodos os lamanhos.
OS Ai'i(i;ci wi.is foges de ferro econmicos.
BIIRKaS de ferro as mais bom construidas.
CARIIOS dilo de mflo.
roitTOES de ferro.
VARANIIAS dito.
CRADIA.MENTOS dito.
TAIXAS dilo.
CAI.DEIRAS dito.
Ia.MII.IIkis de zinco e de folha, para banho de choque
de mandioca a precos rasaveis : a tratar
com J. J. Tasso Jnior rua do Amoiim
n. 35.
Deposito de cal virgem.
Cunha Amorim, na rua ,a C.dei, do "^J^J-TC E! "t rSSi
nheiro : na
Recite, n. 50, vende-se b.rris com aupe- '""V'u : Pr< d Bo Visla, cocheira
n'aWe ZZTVrT.L A i.?-.' um forno para p.dari. no
em oulra qu.lqner parle P S centro ** cid.de tendo lugar p-ra morada
- No escriplono de M.noel Joaquim Ra- ?'> P"r. '?? coJ.e*lb.,Z"
iplorio de Manuel Joaqui
moa e Silva, na rua da Cadeiado Recife,
vende-se por preco commodo cal virgem de
Lisboa chegada no ultimo navio, bezerro de
lustro, mercurio, linlia de Roriz.relroz, fe-
cbaduras do Porto, pannos e casemiras
de Ifia.
Rap Paulo Cordeiro-
recentemente ebegado do Rio de Janeiro ,
vende-se na rua da Cadeia do Recife loja n.
50, de Cunha & Amorim.
No armazem da rua da Mola n. 15 ,
vende-se cal deLi.'boa em pedra, a mais no-
va que ha no mercado, chegada no crrenle
mez, nobrigue baya ; assim como mercurio
doce em caixinhas de libra cada urna, ludo
por menos prefo do que em oulra qualquer
parte.
Novos cobertores de tapete a
i,44 rs-
Na roa do Crespo loja da esquina que
volta para a cadeia, vendem-se cobertores
de tapete, grandes e bonitos, pelo diminuto
reco do 1,440 rs.; em qualida le sSo os me-
nores que lem viudo nomeicaJo, por isso,
recommeoda-se aos Srs. de engenho que
quizereui'comprar da 1 chincha, nao se de-
mrelo, porque ja ra puucus pula eslracSo
que lu n tido.
11c to barato,
Que 11/. animar ;
(Juein vir a pechincha
Nao deixar de comprar.
Na rua do Crespo loja da quina que vira
para a cadeia, ven le-se panno lino prelo, a
3,000, 3,500, 4,000 4.500, 5,000 e 5,500 rs.
o covado; dilo fraocez oiuilu superior, a
6,000 i's. ; dilo azul, a 2,600, 3,500, 4,000 e
5,000 rs. ; dilo verde, a 2,800, 3,000 e 6,000
ra.; dilo cor de rap, a 2,6u0 rs. ; casumi-
ra preta, a 4,800 6,000, 7,500 8,500 e 10.000
rs. o corle; sarja prela de seda muilo su-
perior, a 2,500 rs. o covado ; merino prelo
muilo bom, a 2,800e 3,200 rs. o covaJo cor-
tes de cassa clnu muilo bunilos, a 1,920
rs. ; e oulras mullas fazendas pur precu
commodo.
Vende-se larinhu fontana,
muito superior e nova no merca-
do : a tratar com Manuel da Silva
Santos, na rua do Amorim n. 5C e
58, ou no armazem do Annes no
caes da alfandega.
Irados de ferro.
Na fundigSo da Aurora, em S. Amaro,
veodem-se arados de ferro de diversos mo-
delus.
Superior cha nacional
em caixinhas de 2 hbras, e da melnor qua-
lidade vende-se por preco commudo, na
rua do Corpo-Sanlu o. 3, primeiro andar.
j'classa americana.
No anligo deposito da cadeia velba, n.
12 exlate urna pequea porcJo de polaasa
americana, chegada recentemente que por
superior rivali.-a com adaRussia: vnde-
se por preco razoavel.
Principios geraes de economa pu-
blica e industrial.
Vende-se este compendio, approvado para
as aulas de primeiras lelraa, a 480 rs. : na
praca da Independencia, livrria n. 6 e8.
Cobertores de algodo.
Superiores cobertores de algodSo do di-
ferentes cores, leci los a dous ros, muito
grande, tem todiapplici(io em uma casa de
familia, por servir para meia de engom-
mado c forrar camas e mesmo para escra-
vos, pelo diminuto preco de 1,440 ri. na
rua do Crespo n. 6.
-- Vende-se um cava I lo ruco e rom todos
os andares : na coebeira da rua da Flo-
rentina.
-
na porta : o pretendeule annuuce sua mo-
rada.
Negocio vantajoso.
Vende-seo hotel commercio silo na rua
da Cadeia n. 13, cornos utencihos que o
comprador quizer : a tratar no mesmo.
? ???^^???a>a^*af^^^^^^a>^
g ARADOS AMERICANOS. J
a. Vendem-se arados ame- &
ricinos, chegados dos Esta-
dos Unidos, pelo baralo pre- 3
* 90 de 40,000 rs. cada um: na ?
rua do Trapiche n. 8.
Vende-se
Cha preto e a-erdp, de superior
qualidade em caixas pequeas :
Ve.las de espermacete de superior
qualidade em ditas ditas,
Fio de sapateiro, de diversas co-
res :
Tudo em contn, no armazem de
Adamson lloiwe & Companha,
na rua du Trapiche, n. 4>.
Vende-se 011 arrenJa-se o Engenho S.
Rita nuil' .le o crrente meia legos distante
da villa de Iguarassu' coni propurces para
Safrejar-se, embarque junio ao engenho; ala-
gados, o oulras propones ; quem o preten-
der enlenda-se com o proprielai io no mesmo
engenho.
Vende-se superior farinha de mandioca
de S. M iine 11 -, por preco commo lo, a bnro
da escuna Mana Firmina, fundeada defron-
le do ces do Colleaio trala-se a borlo, ou
na rua da Cruz D. 33, com Luiz Jos de Sa
Araujo.
Vinho de Cliampa;ne,
e superior qualidade : vende-se no arma-
em knil.in.iuii lrmSos Rua da Cruz, n. 4o
Vende-se uma pequea casa terrea na
Cidade de Olinda, na iravessa de S. Pedio pa-
ra M alnas Ierren' 1 toda de pedra e el ; por
prefo commodo na inesma ciJade a traz da
Uoa- Ora rua do Cabral n. 9.
Siinao de Aantua a
800 rs.
Vende-se 1 historia de Similo de Nantua,
a 800 ra. : na livrria da praca da Indepen-
dencia 11. 6 e 8
Azeite decirrapato da fabrica de
Araujo & Fillio, no Penedo.
Acaba de chegar mais destej conheri lo
azeite, o mais proprio e ecunutnico, para
uso de candieiros dttaala, lauto pela sua du-
raedo, como limpeza, e continuar a ha ver
sempre um depuzto para suprmanlo regu-
lar dos freguezes : no armazem de J, J.TaS-
30 Jnior : 11a rua do Amorim n. 35.
Vendem-se velas de espermacete, em
caixas.de superior qualidade : em casa de
J. Keller & Companhia: na rua da Cruz nu-
mero 55.
Deposito de panno di algodao da
febrica Todos os Santos da fia-
nhia.
Vende-se por preco commodo
o bem conhecdo panno de algo-
do desia fabrica ; em pessa, a
vontade do comprador." no escrip-
torio de Soyaes & Comprfhhia, na
rua do Trapiche n. 34-
-- Vende-se nacalhio de tinas a 5,000 rs.
da melhor quali Jada que ha de barricas, que
se vendem a 10 e 11,000 rs.: no armazem
do S. Anlonio Annes, no caes da Alfandega.
ni 1 rs.; dilas de listias a 360 rs.; dilas pre-
tas a 400 IS.
Cheguem ao bira'.o.
Na loja n. 6, na rua do Cabug vendem-
se bicos france'es de diversas larguras, pnr
precos muito commodos; assim romo seja
da largura de 1 n-ilmo e mais a 610 rs. a va-
ra; peutes de baleia para alisar cabello a
320 rs. ; ditos de coco a 280 rs. ; dilos de
ni Hii 11, muito biraios; assim como um bo-
nito sortimento de lilas de seda, tanto lis s,
como lavradas, por preeoa commodos ; li-
11 'as em carreie s a 100 e 30 rs e a duzia a
320 rs.; dilas de ditos a 200 rs., ede n. 16 a
60 a SSO rs.; de n. 70 a 150 a 960 rs. a duzia;
nvelos de linha lina do matea a 20 rs.; as
sim como um snrtimento de liuhas em n-
velos de lodas as cores, e uma grandissim*
porcSo de miudezas, que se vendem mais
barato do que em outra qualquer parte.
A tic 11 rao.
.Vi rua do Cibug, luja n. 6, ha parn ven-
der um sortimenlo de ferragens finas da cu-
tilaria, como sejam, caivetes muito finos
de 2 folhas, com cabo de chifre deviadoa
800 rs.; dilos os mais finos que tem appare-
cido, com 6 fulhas, pelo preco de 3,000 rs.;
assim como um sortimenlo de tesouras ,
muito finas e delicadas, sendo de diversos
lamanhos e proprias para toda a costura de
senhora, pelo baralissimo preco de 640 rs. ,
pois quem comprar n3o searreienle, pela
sua superior qualidade; facas e garfus, por
precos commudos.
Oh! l senhores namorados.
Na rua do Cabuga, luja n. 6, ha para ven-
der caildes dourados com colleec.Oes de
Vende-se um terre-io na rua da Aurora ja
aterrado, leudo fundo at a rua do Hospi-
cio, e frente 55 palmos: tambem se ver.de
s a rua da Au un : a tratar na praca da In
dependencia n. 17.
CEKA EM VELAS.
Vende-se cera em velas, fabri-
cada no l'u.i de Janeiro, de muito
bom sortimenlo, e por menos pre-
co do que em outra qualquer par-
le : no escriptorio de Novaes &
Companhia, na rua do Trapiche
n. 34.
Capachos barato'.
Vendem-se capachos com 31)2 palmos a
500 rs. : na rua do Quintado n. 16, loja de
miudezaa.
Ricos pesos para suster papel.
Vendem-se muito bonitos pesos para sus-
ter papel pelo commo lo preco de 1,600 : na
rua do Queimado n. 16, loja de miudezas.*
Luvas de (io da Escocia a '2oo rs.
Bonitos padrocs de pentes de tar-
taruga, para prender cabello.
Vende,e-s bonitos pentes do tartaruga
pan prender caheiln, |elo conmodo pre^-o
de 4,500 o 5,000 rs.: ra rua do Queimado
n. 16, luja de mi.>leas, d se amosliai.
Iticas imagen* chegada* de Lisboa.
Trncam-se as segulntrs imag^ns: S.
li !!' ., 3,000 rs.; S. Francisco, 3,000 rs 1 B.
SALSA PARRILBA
UE
As un o-o-a- experiencias fetaa como
uso di salsa parrilha em todas as enferme-
dades, originadas pela impueza dosangue,
e o bom emlo obli lo na corte pelo lllm.
Benedicto OO rs .Violo Baptist- 2 000 Sr. Dr. 8g.0d, presidente da sea lamia im-
rs ;Santa Marganda, 2 80Ora. Santa Elige- per.al de medicina, pelo .Ilustrado Sr. Dr.
ma 2 500rs-is-nta Agi.ua 2,500 rs., e N. Al0hio jo, Heixolo em sua clnica, eem
senhora da S-u le, 2.800 rs. : na rua dU| SUI1 af,m,ua Casades-ude na C.mboa, pe-
Queimadon. 16, loja de miudezas. lo lllm. Sr. I)r. Saiurn.no de Oliveira, me-
1 alitos de logo em caixas de pao ajd.co doexercito e por vanos ouiroa medi-
o par.
Vendem-se lavas de fio da Escocia com om
pequeo toque ue mofo a 200 rs ; a ellas que
eslSo se acabando : na rua do Queimado n.
16, luja de miudezas.
Aliudezas baratas.
Vendem-se crteirinhas com 100 agulhas
franceasde lodo o sortimenlo a 280 rs.;caia
xmli'S com 6 papis de agulnas francezas a
210, ditos com 4 papis oiuito bas agulhas
cartas, com ricos e delicados bordados, mui-l a 3" rs- rodinhas com allinetes franceres
lo proprius para a jove rapaziada. a ,0u rs.; hullas de peso a 60 rs. a meada,
Vendo-se urna capa de panno 87ul, fl-' l,lt,s multo finas a I lo rs ; peines do mar-
no, muilo propria paia militar: na ma Di- l1m P,r" '""" 1.280, aiios para tirar pio-
rciti n.72.
Allenc-io.
Vende-se orna laulerna mgica, com seus
romp'lentes vidios. sendo de transforma-
c.0 -s e altiiinias de fugo apificial, o aiigmen-
Ul he de 3 pollegs las ale 15, ou 20 palmos,
lano serve para iheatio. como para casas
particulares : na rua do Hospicio, passando
0 quailel, a penltima casa
Vendo-a
1 1" 11 1 da rua da
Boa Vista, confronte a capaila, qu* n a qui-
zer comprar e continuar coui j*uil est.he-
lecimenlo, aluga se ,a luja, onde est dita
armaclo. A localididee mdico precu do a-
luguel silo solucientes lara coiuydar
quem
sohra
dor Jnaquim Francisco de Mello Santiago.
Na rua das l.aranjei as n. 14, s>-gunio
Ino a 320. 400 e 480 rs dilos -le bfalo mui-
lo superiores para alisar a 360 rs ; linhas Lo
carriieis de SOJarda a >0 rs., ilas de 100
jarda.- a 30 rs.; pecas de lita de COZ com 10
vaias a 320, 36u,400 e 410 rs. D-se as amos-
tras : oa rua o (Jueiiiia.lo n. 16,loja de miu-
dezas.
Vendem-se no largo do Livramnto n.
20, saccascom muito bom milho pelo bara-
ultima casa. t0 ure0 ue i900 rs, s>CCil,
a armaeflo completa da ta- a_ kom ha ralo
JaConeeicfio, no bairro da A0 bm etDar"*'
Caixinhas de desenho a 200 rs.; caixi-
nhas ue ohreias de cola; 100 (velas douradaa
para calca e coleto a 160 rs ; caixas com 500
ilhuzes a 300 rs.; tesounnhas muito fli.as a
720, 480, 400 e 200 rs., ditas para uuhas a
1 sao suiicienies isra coiadar a1 ,:;:',------. -. -........
quizer vender a relalho : tr.la-se noi "Oe 640 rs.; Caivetes do cibo de viado
do da mesma loja, ou com u procura- cum 2 f""'al V0' "Kulh" canlufas a 20 rs.
o ps| el; muito hnilus agutiieirua tt osqui-
nhu com um sortimenlo Je agulhas frauce-
----! 1 un ano i*" o"|' 1 m ". i-r, ,"i-t|y|| IU 1 __. -
an lar, ha ptimos escravos ,de ambos os se- f'li1."'s;.V\..*a?u.L"lv ".? j.'?h. -?.;
xos para se vender, com habilidadesesem
ellas por p t; s razoavels.
Ilnn/ia de porco a 500 n a libro.
Vende-se banha de purco a 500 rs. a libra:
na roa do Collegio n. 5.
Cemento novo a 7,000 rs. barrica.
No armazem de Antonio .Annes, no caes
da Altanlega.
Ven icin-so 3 moradas de otsas terreas
de pe Ira e cal, ao.lado da igrrja de S. Ama -
ro, que rende mais de 1 por cento : na rua
das Cruzea n. 10.
VENDEM-SR ,
Tullos de [linln> at 3 palmos de
largo.
Botijas com bom oleo de linhaca.
liemos de l'aia de todos os compri-
mentos.
Cimento em barricas e meias ditas.
Taaibem se retalha s linas.
Atrs do Iheatro, armazem de Joa-
quim Lopes de Almeida.
Taixas pura engenhos
Na fundico de ferro de Bow-
maii &c Me. Callum na rua do
Brum, passando ocbafariz, conti-
m'i. a itaver um completo sorti-
menlo de taixas de ferro fundido c
batido, dft.3 a 8 palmos de bocea ,
as quaes acham-se a venda por
preco commodo e com prompti
d5o, ernbarcam-se, ou carregam-
sc em carros, sem despezas ao com*
prador.
agulheiros de viro a IbO rs ; lindas caixi-
nhas de. labio com 25 grarnpas a 120 rs., na-
da ISu baralo ; ricas Caixas^Je llores a 1,280,
800, 600, 500 e 400 rs. De iu 10 ialo da-se
a mus ra : Na rua do Queimado 11. 16, loja de
miudezaa
Eigas de borracha a 160 rs.,
o par.
Ni rua do Queimado n. 16, loja de miu-
dezas, vendem-se ligas de borrocha a 160
ra. n par, nada ISo barato; a ellas que eslflu
se acabando.
Muilo Lara'o.
Na rua do Crespo n. 16, loja que volta pa-
ra a rua das Cruzes, ven leni-se finas cissas
francezas a 280js. o covalo ; a ellas que
s.lu baratas e he para acabar.
Aunis de cornalina verdadeira a
1,000 ra.
Vendem-se lindos anneis de cornalina ver-
dadeira a 1,000 ra. tanto para homens,
como para senlioras : narua do Queimado
n. 16, luja de miudezas.
Cheguem ao barato.
Ricos jarros de porcelana a 4, 3, e 2,500
rs. o par; bonitas figuras de porcelana a 3/
ra. upar; lindos pratus de uvas arlificiae
pelo baralo preco de l,28ii; colheres de ver-
dadero caaqumiio para Supa a 6,000 rs., e
para cha a :1,00o rs. a duzia ; muito suoc ju-
res pares de meias para senhora a 500 rs. ;
medidas para alfaiale a 360 rs.; ricas gar-
gantillas pretas com alflnele, fivela, pulce-
ra e hnneos a 4,000 rs ; ailos da filagra a I
1,000 rs.; brincos de vidro a 160 rs. opar;'
ditos de filagra a 120 e H ) rs.; e oulras
mais miudezas que se vende por menos pre-
CO do que em outra qualquer parte : na rua
do Queimado n. 16, luja de miudezas.
Vendem-se 2casinhas meiaagois, no
fim da iua Augusta : Irala-se na caa 11. 32,
da mesma rua.
2o rs.
Vendem-se, na rua do Queimado n. 16, Io-
ji de miudezas.
Camisas de meia a 1,100 rs.
Vendem-se finas camisas de mia a 1,100
rs. : na rua do Queimado n. 16 loja de
miudezas.
Lindos espelhos de Jacaranda a
>., |oo rs.
Vendem-se muilo bonitos espelhos de Jaca-
randa, com columnas e de muito bom vidrn
a 2,400 rs : na rua du Queim.-do n. 16, loja
de miudezas.
Boas e novas cordas para violo.
Vendem-so moilo novas encordoaces pa-
ra violen, por menos preco duque em ou-
lra qualquer parle : na rua do Queimado n.
16, loja de miudezas.
Hicas caixas com amendoas con-
feiUdas, a 3,000 e 4,000 rs.
Vendem-se ricas o bonitas caixas com a
mundoas confeitadas, chegadas ltimamen-
te de l'ariz, nada ISo apreciavel para se dar
de mimo, o pelo diminuto preco de 4,000 e
2,000 rs.: na rua do Quoimado n. 16, loja de
miudezas.
.No sitio da Trempe, sobrado n, 1, ha
uma vacca preta parase vender, muilo gran-
de e gorda, com 1 bizrrro de i mez, muilo
bonito, a qual d para mais de meia cariada
de leile, o maissu.>enoi; assim como sapo -
lis do lamanho ue laranjas grandes, lano
em fruclaa, como em arvores para se plan-
tar, e muito hn n capiui de planta : trata-se
10 mesmo sitio.
Ven le-se um sitio pequeo, com casa
de pedra e cal, plantas de frucios, viveiru e
ulencilios ue venda, ou em ellos : no ilao-
guinho n. 35
Toicinho superi ir.
Vende-se em barris e as arro-
bas, toicinho de Smlos muito su-
perior, por preco commodo: na
travessa da Alidre de Dos ns. 4
e 6, armazem pintado de cor.
Vende-se o sitio confronte a capella de
l'.elem, o qual lem 1500 palmos de frenle e
fundos al O panlanu de Ol na, cun duas
grandes eelegautes casas novas, euma dia
pequen, o sdiu lem suflNenle pasto para
15 vaccas, basiaules arvoreosde boas fruc-
las, baila para capim e excellente agoa de
heln-r : na rua da Senzalla Velha, armazem
n.lOt.
Vende-se na cavallarice da Iravessa da
rua Helia n. 2, um cavallo meia lo, bom
para cabriole!, o que se affianca, pois he
hem conhecidii; ato he novo, e tambain in'm
esta das milhorcs carnes.
Vende-se urna prela de nacSo do 28
annos de i lade,por prreo muilo cmodo por
andar a oentaua : no pateo da Sauti Cruz,
taberna n. 70.
i3r Marmelada nova, 3 i\i libras
por 1,000 rs.' .
Na rua estrella do Horario 11. 43, vendem-
se latas com marmelada nova, p-lo diminu-
to preco de 1,000 rs. a lata de 3 1|2 libras.
Veiiden-i' sement >' cuentro de ba
qn.ili iade a 160 rs. a garrafa : na rua un Vi-
gariu, venda de Julo Mmes de Almeida; na
ua da Cruz, Manuel Jos Corris Jnior ; nu
becco Cargo, Juaquim do Souza l'iuiu.
1,600 rs. o par.
Vendem-se ricas luvas de pellica, com a-
tacadores de seda, para s -inora, a 1,600 rs.
o par : no aterro da Boa Vista, loja n. 58.
Livros em branco.
Vende-se em casa deKalkmann lrmSos ,
na rua da Cruz n. 10, livrus em branco che-
gados pelo ultimo navio.
Vende-se um linio vioUo de chaves,
marchelado de madreperola, boa madeia,
hem c 111-11 nido o de bonitas vnzes, no va-
lor de 30,000 rs. : no aterro da Boa Vista ,
loja ao fazendas de 4 portas n (0.
Vidros pirr espelhos.
Vendem-se vnlros-paia espalhos de lodos
oa lamanhos gor precus muito em conta em
casa.de Kalkman Irmdus rua da Cruz n. 10
1 lAiNUS.
Vendem-se em casia do Kalk-
mann Irmos, na rua da Cruz n.
110, ricos pianos de Jacaranda, com
excellentes vozes chegados ba
pouco lempo.
eos, permitiem hoje de proclamar altamente
s virtudes ollieaies da
SALSA PARRILHA
DE
Nota. Cada garrafa conlem duas libras
de liquido, e a salsa parrilha de Briaiol he
garantida, puramente vegetal sem mercu-
rio, iodo, potassium.
Vende-se a 5/uoo rs. o vidro na botica do
Sr. Jos Mara Goncaivc* Ramos : rua dos
Quinis penada ao uuartel .le policia.
Ji.ii) m nuc Pires, vende sua taberna,
sita no beca* da Lingoeta n. 5.
Becreio de Jardim.
Ricos jarros de lilTirentesqualidades, ele-
gantes h.'uras le coi 110 mi. ni .> meio dWr-
po, representando aa differenteseatacoas do
lempo, eas parles do mun lo : globos muio
elegantes com seus pede-laes de gusto mo-
derno.obras de louca multo perfeltas e fabri-
cad s no Porto: assim como um soherbo l-3o
dallado : so vende a precos baratos para aca-
bar : na rui da Cadeia do Recife n. 38 se di-
a quem f.z este negocio.
f*vvm*Vv f f f f f f f f *
J Deposito de tecidos da labri- *|
# ca de Todos os Santos, ^> na Baha.
Vende-se em cusa de Domingos AI- i
-> ves Malheus, na rua da Cruz do Re- -4
J" cife n. 52, primeiro andar, algodo J
* transadodaquella (abrica, muitupro-
^T prio para saceos e roupa de escra- 2|
^ vos, asaim como fio proprio para re- 2
^ des de pescar a pavlris para vellas, 2
r por proco muito commo lo. 41
AA*A*)A*ft^4ftA* *******
Veodein-sn cl.arutos da Itahia daa me-
lhores marcas em casa de Kalkmao Irmfius :
ma da Cruz n. 10.
Vende-se vinho de champa-
nhe legitimo e de superior quali-
dade : em casa de J. Keller &
Companl/'s, na rua da Cruz n. 55.
Em casa de J. Keller & Com-
panhia, acha-se a venda vinagre
branco, superior de Nantes, em
barris de 36 medidas.
Vende-se, em casa de Kalk-
mann limaos, um lindo sortimen-
lo de obras de ouro, chegadas, ha
poneos das, como sejam : ad-
renos, pulceiras, alfinetcs, voltaa,
brincos, anneis, correales para re-
lujo, brinquinhos para enancas de
coral, chaves para reloj o e tne-
dalhdes.
A10B1LIAS DE FERRO.
Vendem-se ricas mobilias de fer-
ro, como canaps, mesas, cadeiras
com braco c sem elle, e militas ou-
tros objectos de ferro : no arma-
zem de Kalkmann lrmaos, na rua
da Cruz n. 10.
'V

I
Escravos fgidos.
Da fabiica de caldeiroiro da ruado
Brum 11. 28, auseutou-se nu domingo, 15 do
rente, o pelo Alexandre, de nacSoS.
Paulo, de 35 anuos de ida le, alto, reforfado
do corpo, lalla descancada, foi escravo do
Mehquer, Francez, morador no Rio Doce, e
nlti ament do Sr. Bully : roga-ae a quem.
o pegar de leva-lo a mesma fabrica que sera
recompensado.
-- Desappareceu em diaido mez pasudo
o pelo Pedro Antonio, de 40 annos de ida-
de pouco mais nu menos ; estatua ordina-
ria, pernis muito grossas, e pee cuchados ;
cara compri la, beicua foveiroa, i com calo
na cabeca de carregar tinas como servente
de pedreiro, por ailar sempro trabalhaudo
em Obras. Ha noticia que anda com um ba-
laio pequeo', desles que vm de fra, a ti-
tulo de andar vendeudo, e guiando para
a senhora a quem paga semana : quem o pe-
gar leve na passagem da M.gdalena, entre as
duas ponles, no sobrado com ponto de ferro
Ju laio .Ineilo, que rauli ara.
*
I
A
I
I
t


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