Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:04458


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Full Text
V*
AnnoXXVHI
Sabbado 6
de Margo de 1852.
N. 5.
DIARIO DE 9 PERMMBICO.
raic/o a siierupijio.
Pimm Aduntido.
Por trimestre............
Por semestre ..........
Por anno .... ..........
Paoo Dirirao bu iikistii.
for quartel .............
TOTIOIAl DO 1HFEHIO
P*ri.....18.le Fevr Minas... j5 de
Maraohio 24 de dllo 'S.Paulo, al de
Cetra... 28 de, lito. R. de... I 1 de
Parablba. !8 ce dilo 'Habla... 17 de
DA D SBMAlfA.
AVMUCMOlAu.
4/000
8/000
15/UOOi
4/500
1 Seg. Si. Adrlo. Eu-
docia e Anloniua.
2 Terf.S. Jovlno.
3 U-iirl 11'-metel h>.
4 Qulnt S. Cisemlro.
5 riVlt, O uiystrrio da
1'm.n de J afi.
B Sab. S. Viciar.
7 Dora, x da Quare*-
ina; S. Thomaz.
Jaiiorfr OrpMe
2. e5.ii lOborai.
I. wr do civtl.
3. e6. ao melo-dla.
Parrada.
3. t0.it 10 hora*.
2 ii"i' da civil.
4. e sbados ao melo-d.
Hrlaco.
Tercases-ibsdos.
rHHIBlDII.
Creicente i 28, s boras e >I minutos da t.
Chela a 6, ai 3 horas e ll minutos da m.
Mingoante u, as 6 hora e il minuto* da t.
Nova 20, a* 4 hora* e il minuto* da m.
raiiaiiDi BOJ
Prlmelra *5 horas e 18 minutos da manha.
Segunda s5 horas e 42 minutos da tarde.
rl&TIDAS DO* OOBItXIOS.
Solanna e Parahiba, a* segunda a e seitas-
I feira*.
Mo-Craude-do-Norte, todas ai qulntaa-frlra*
ao mel da.
Baranhun* e Bonito, i 8 e 23.
foa-Viata, e Florea, 13 e 28.
Victoria,* quintaa-felra*.
Diinda, todos o* diat.
aroTiciaa iixinncrinjs,
Portugal. 15de Fevr,
Beapaoba o de dllo
Franca ... 7 de dito
Blgica... 4 de dito
Italia.... 4 ddito
Alernanlia. 3de dito
Pruasla ... 3 de dito
Dlnamsrc3i drJanr
Ruisla... 29 de dito
Turqua, al de dllo
Austria.. 3 de Fevr,
Suls-a. .. I de dito,
Suecla... 30 de Janr
Inglaterra 30 de Drrbr
K.-Unidos 28 de Janr
Mxico... 20 de dito
California 2 de dito
Chlll. 2i de dllo
Hueiios-A. 4 de Fevr,
Montevideo 4 de dito
CAMBIO", w A O MABCO.
Sobre Londres, a 27 a 60 d.
a Par*, .
Lisboa, 90 por cento.
METAS*.
Ouro.Oncas hespanholas......Til!.
Hordas de 6/400 velhas.........
> de 6*400 nova*.........
de4/0C0................
Prata.PattcSes brasileiroa...........
Peso* ruin ni n a rius.. ,.........
Dito* mexicanos.............
1B/01O
16/000
9/i 00
1/920
1/800
PAUTE OFFICIAL.
TKIBUN&L DA KELAUtU.
i

chegada a maiorldade, e que enlio nao era
posto que l^.se declarada de nli.ii- maior.
P. Sabe se com o puohal ferio ou iiialo
a rainha ?
It. >- Sabe que a feriu e ignora se morrer
da ferlda.
P. -- Onde mora, e a que lempo est ern
SESSA DE 2 1)1. MARCO De 1852.
Preside-.ca do Exm Sr, conselneiro Azeoido.
As 10 huras da manhia, estn lo presentes Madrid ?
os Sr*. deaembsrgadores Villares, Bustos, R Mora no Arco del Trlumpho numero
Leio, Souza, Plebe lo, Luna Freir, Telles, l- "8"ndo quarto, e esla em Madrid a d
Pereira Monloiro, e Valle : o Sr. presidenta al0*-
j,.i.rl .i,.... .=% r P. Se liaba mal* alguma coma que dizer?
declsra sbena a ses.fio. Re.poodeo que nao.
juloahentos. K lida i si declaraco ae relificou etc.
Aggravante, Antonio Carnoiro; sggravado, Depon da interrogado instaurou-se o sum-
llenrique Jorge. Negaran) proviuiento ao mariu coin espantosa celerldade, tomaudo-se
a a-gravo. of necr**ar!os depoimeoto* dos alabardelros
Peticode Gertrude Cuilhrmins 8mo- que estavam mais prjimos raluhanoaclo
nete, em que pede proogaefio de lempo dc "'""'" delicio, e em seguida as
AppeIUnle,OjUiio;ppelUdo(PedroAnto- particularidades que osleitoreii couliccein.
nio da llva.-Julgartm improcedente* Hecelwu-ie a declarado dos facultativo* que
appflllaQ (raurain a rainha; iuinnelteu-se puuhal ao
Appellanie, o juizo; appellado, Eufrasio Jos eaainedemeu res espadeiros, que declararan.
Ouart'. Mar.dr.r-m a novo jury. ser arma de uso prohibido a toda e qualquer
Appeilaiitff. o juizo; aupellados, os herJei- Pa-
ros Jo HariquA PeJro de AlmeidaCon- c.L)cu;8e u,c* l,?ab,ua0 d Padrc Merln0-
firmiir,.m *nlPii-a segundo elle a ludicara, a qual Uoha appareD-.
a. i ^1161^*' .. ., ca pobre c lu.ieravel; encoulruu-se eulre ou-
AppeiUDles.aviuvaeherdeirosdPGaudmo lr..i objeclo* um livro em branco (rodo ea-
AgoLinho de Barros; appellado, Jos Can- criptas algumas m m, onde estavam coosi-
dldo de Carvalho Medeiios. Cunfirma- gnadas varias lodicacdes e re (le es que reve-
rn a sinttica. lam as infames dou.rioas e vis senliraei.tos
Appellatite, Marcelino Jos Lopts; appella- de seo auctor.
do, GuinermeSoaresB'Jtelho.-fleronHa- Segulram-se na piimeira lostancia os rapi-
raui a s-nlen^a <*m parte.
A
dos (ermoa Judiojaes, que ja se publicaram;
,., Y"">"\' Pw. e to rapiduS que me a nuite passaram os
apellante, Antooio Jos GurjSo; appelia- aulS paVa 0 .7rumlor nscal> a in dc diler
dos, JoaquimdeAIb'iquirque eoulro. sobre ellcs oo praso de duas horas, e totas
tanca de espirito, mostrando em suas atiladss
rcspoius una instruefo nao vulgar, e sobre
ludo nada coinuiuni.
Pela tarde, J oo o'ratorio, fea seu testamento
legal piT.inte tabelllo. Parece que revelou ao
r. Arraiola o sitio onde tinha aesscoU oocas
de ouro, cuja quantia com uos cinco mil du-
ros de crditos a a/u favor, precedentes de em-
prestimos, Ihe encarreguuque fosse distribui-
da metade ama ou criada que n servia, e a
ouira ineiide entre os efll-belrclmentos de be-
ni'i rtiii i; dit-se que (ambein incumbir o
inesmo seohor de offerecer a eacolnlda livra-
ria que possuiaa um lente da uolversidade ; e
que o or. Arrazola em virtude deata autorlsa-
cao dispozera que fuise entregue a bibliote-
ca do Merln ao reitor da universldade, mar-
quez de Morante.
A autoridade civil de Madrid publiooii Hm
edltal eidorUndo o povo a que condvesse oa
Juilos impulsos da sua ira no transito do sen-
tenciado para o lugar do suppllcio. O general
das anuas (ambem Ui urna proclamacu tro-
pa agradecendo o seu zelo e bous espirito na-
cional.
Os redactores princlpaes dos peridicos que
se publicam em Madrid tinbam dirigido con-
junctamente urna sentida exposifo S. IU n-
primiudo a iiiogoa deque estavam possuidos
pelo eiecrando delUto contra a pessaa da sua
soberana. Eraui quotidlauas e amludadas as
represeutaces e os protestos de adheaao de
pessuat e corporales de tona* as classes da so-
ciedadeem Igual seutidu; e fura longo sequer
euumera l*is.
Oguvernador civil de Madrid dirigi aos jor-
naes, para que o inserase.!), o segulute dbcu-
iiiento, que Merino eoviuu rainha, assignado
s II horas da nolte de 6 do correte, e que es-
t auihtnlicado por testemunbas maiores de
(Ofa a excepeo:
| > Senbora! Martim Merino, iodigao de
'coutar-se entre os subditos de V. M., para
acalmar a sua couscieucla, oo pode deisar de
recorrer e supphcar submissameote a V. M. se
digne, como enrista, perdoar-lhe a a tros io-
Juiia, que n'tiiii momento de deploravel extra-
vio teve a desgraca de commeiter contra a Au-
gusta pessoa de V. M.
- a liiiiiiiu misericordia do re dos reis Ibe
faz esperar que ter obtido o seu perdo e
para morrer tranquillo quer alcaocar, ou pelo
meaos, se de lauto nao he diguo, implorar o
de V. M -Nesi. esperaufa, e em preseuca de to-
dos os que cercam, a quem roga assiguem com
elle, declarando nao ter cmplices, humilde-
mente suplica se digne V. M. ajuntar mais
uma prova de caridade chnsta > tantas que
tem dado, laucando em perpetuo esquecimen-
lo o horroroso atteutado do infeliz Mailiin
Merino. Aeguem-se as a (.iguaiua-as.
A A'tcioa de 7 diz ultima hora : He
raeo-dia immenaa coocurrencia circula lora
ila port* de Sania barbara, oa direceo do sitiu
onde val ser justicadu Martim Mermo. Em va-
rios pontos veem-se foites piquetes- de cavada-
ra e iufauaria, e as iuimediacdes da cadeia
urna fuica respeitavrl de ambas as aruiaa.
( Rarotupo de Setembro. )
INTERIOR.
PfcR-
Degjreraram oa embargos. delindjrein estas, o dito fuuccionario o* de-
Embargante, Francisco PeJro Banrleira ile vulveo com o libello de accu*a(o. Prose-
Mello embargada, a fazentls..NSu toma- guirao depois no* mais Iramiies conhecido*.
ntn conhecimeulo dos embargos e man- guando o reo foi notificado para nomear de-
dar.rr. remellrr ao ]u quo. ''"""" trtli*l* *' profundo drspreso d
DlUOEKCIiS ed"e 'lue atQ careca de defea, po-
Appe.lante.D.Ann. U.bel' de Souza Leo, &&*2?Uff1t^tX?iS:
por si e como tulO'a de seus nihos;ap- i,(a no inundo se o nao cast.gassem com a
pellado, Uinoel Juaquim Rumos e Silva, pena que mereca. Fez burla de ai e do up-
Mandara ni ouvir o curador g -ral. plicio que dlila ver ante o olhos. a Levau-
DESIb.it(0E. tem-no o. ni alto ( pruferin ) para que toda a
Appellantes, Antonio Luiz Gonc'lves Ferrei- 8eulc ."ja bem. L veio o que he um
ra o sua mulher ; appellado, Francisco do n'"em que wbc morrer com valor. .
It .un Rarrns ligo narros tie userda. qual e concedeo o termo Improrraavel de
Apoalianle. o juizo ; appellailo, o.quioi ,\ hura5 dcfeja Wo g, ggJSJ"
Francisco de Alm por si e seu llllio. passou-se no tribunal o que sabemos.
Appellanle, ojuizo;ppellados, MsnoelCar- A notilicaco da sentenca, ouviu-a Merino
noTu I.imI i1 iiimus. com tur va caladura e Appellaule, O julio; appollaclo, Manuel Fi- repetiudoas temerarias eipretsoeanlerlorea,
jiupe. deciaiaodo que uo tema a inurte, e que cun-
kivisOkS lindo jab aunes, a sua czistencla nao era
aW.a.doSr. ta-a Vl-res ^.t'Z ^^.^.'5^
oSr. desembargaJor astos as seguinles ,|,UA#inq.ao despachissem depriM, epa-
appellaces em que sao : recia dominado por urna desesperado cuu-
Appellante, o cnsul francez interino; ap- centrada, que llie latia cubicar a morte, con-
pellado, Dioito Baptmta Furnamles. siderandu-a cooclu.ao de oceultos lull'riuien-
Apiellante, ojuizo ; appellado, Msuuel An- l0S-
tonio Rodrigues Machado. Passouacaua ao tribunal dc superior ins-
Appoliante .dmi..,str,cau do P.lr.monU ft$%!!!^&ffi^'$!?Z&
dosi.rphSosdestacid.de;appellados,ri- |eluor ophwemtlo.
lippnUena Calado da Foneca e outros. Coucluidu o pruceiso em segunda instancia
passaram do Sr. desombargador Souza ao maicuu-sc p.ra lesso donibuual odia Das
Sr. desembargado!" Rebollo as seguinles i- 10 da manba. Aiui|iacieucu du publico era
appellBr0cs eni que sfio : graudissiinai a sala nu pudia cuuter os espe-
AppellantP, Silvana Mana da L'onceir;3o cudorea, os curredure*, avenidas, e ceicaui-
appellado.BiniardoAntoni.de Miranda, asest.va ludo alulliado da muilido concor-
Appell-nles.E>lOaoJo.Paes B.rr.loosua 'eu'"- ,'ta. "a" cumpareceo, pon, como ja
"rnulher;. ppellados, Francisco Paes B.r- V!XZ^ tTM8 S^Silf
telo e sua mulher. blica epccta9au.
Passaram do Sr. deombarga ior Ri bello Nao estaudo preienie o reo, julgamos im-
oSr. desembargador Villares as sequiules pernneute relataras paillcularluaile* da se*.
appellacOrs em que sSo : ,ao, que nu accresceutam, neuidiuiinuem o
Appellante, o jjizo ; appellado, Jos Fran- lu.erease liual da causa. A leutenca publi-
cuu-sc s treshuias e u quariu, em ludo
cuuforme da priineira instancia. 0 reu ou-
viu a* quatro e meia a nuulicaco da incsina
e a de entrar para o oraiuriu, cun a iiupa*.
sibllidade com ijue ouvira a priiueira.
O leu aduptuu espuulaueameiile dieta rl-
traco do hos|iilal de catidade desla ci- goiosa, daclaraodo que assun o engia a grau-
dadi*. de irritacao pbysica e moral que o iiicuiumo-
Passaram do Sr. desembargador Valle ao dava; desde qus entruu no caicere, nu qo.il
Sr. deaembargaJor Villaies as seguinles la""r ,c nau calou e u,u Poucu de pao e vi- ro, e esperamos que o principiado nos sej*
appell.Cesem que 93o: i.l,u manilc.iai.do-se sempre forle e energi- mais propicio.
Ann*>ltai.ta o iuizo I amollado Manuel Jos c e,a,u" '"P"" resoluto, e cunsequeii- A,ndj conlinuam as fbres a bordo, e
Mc'sta^i4 .ecoIllu,1Ue d.sse n...UMdUr.foe.7c.r- conatl-ma entfr um n-.io inglez sem po-
Appellan.t. o fuizo; appella la, Anna M.ria r .uudT ""'"" la0|der seguir viagom por falta & tripul.cJo.
daCunceicao. I Aa nnlca pessoa* que lhe fallaram foram 'Tambero continuatn as aimbraa e bezig.s,
oSTSiautOBS. i o sr. Arraiola, presidile do supremo Iri- nao seja dito pur cautela, nessn qualro
Ao Sr. desembargador LeSo as seguinles bunal ue jusii(a e o fiscal du .....>.......jm- -negrecido a, quo liorrorisa os timilo3,.s-
appellacoes em que sSo : zea do processu, o escrivao e o advugadu de- mente com o qual querem os toloi que ae
Appellaule. Jo,quim Francisco de Mello Oxa- Sf.u!'-. V.":*""?'" ? n,eal fu""n. ,etua- noticiei o estado sanitario da provincia, mas
la,- appellado, o juizo.
Ao Sr. desembargador ilebello os seg
te aggravos em que sao : i,u asseverar que nao i.....i cumplice*. ac
Aggravante, Maiia Francisca de Souza Ra-' cresceutaudo com basUnte arrogela que
iiis; aggravado, Jus dos Santos de Sou- era subejameuie orgulbuso para prestar se a
za Lins. j **r lusirumeiuu de uutra pessoa, ou servir
AoSr. desembargador l.nni Freir os ses a P,uJe<:lo ineioa que no seu acto o o di-
gumles aggravos em que sao : I Vi"* au* versao a suciedade e u aeu tedio
Aggravante. Man. Francisca do Souza Ra- Lv.,?.aL8'"*r.1.u.r".da po'" cuu"a,eu'P0 e ue
aravel Carila rm ferros, pelo carcereiro.
eassim h nunca fez elle cous* 19o boa;
is ella tem serviros para mais. Como
ideria de outra son aquello empregado
nt-r urna furia que poo diariamenie em
nord'm'aquella prisBo, que encommoda a
uarda, que insulta o carcereiro com urna
iiainh i de improperios, que manga com
al, facilidade do que oalfaiate JuSo da
.....T Como podrria conter aquella desal-
ada e sua viperina lingua? Eu nSosri
regulamento da cadeia, mas creiu que
ve haver algum repressivo para um preso
perturba a polica da prisao, *o con t a-
o bem mal servidos estaramos todos quan-
-8 O.-11 ve." SO nos SOltOS.
' As noticiaa do interior slo ora melhoraa,
ora peiores, confoinm o estado do auimo de
quem as di. Aquelles timoralos afeiam
o estado a um ponto oxtraordinario, os
mais Firmes asseveram que em breve estar
tu lo acabado.
Em Bansneiras dous individuos procura-
rain matar-se, n do conducto resullou a
morte de um, sendo ooutro ireso; oulros
dous feriram-se, e estam ambos presos.
Aqubllas pri-iles promplamente retlisadas
pareeem indicar que o malo n.lo est em
lio mo eslido como o quoren) suppor.
Dizem-me, mas nSo llirmo pois nSu que-
ro gracas eom tal gente, que foi honlemj
instalada nesta capital a grande, imi>nrt*n-|
lissima e salutfera sociedade Libtrrimo^
constiluinle. Se asiim he, surgi llnalmeu-
le em nosso horisnote esse acio luminoso!
jue viii deslumbrar-iios Cum seu brilbo, |
a encher a nos pobres tolos buqui-anertos nnrnrrentem.
dcsciencias e venturas. Dos o conserve "Pa no correte in.
para nosso bem, e a Vmc. encha de felici-
dades.
deste leruio, o pardo Francisco, escr*o de be advogado, nem juiz, nem medico, nem
D. Anna Lins, para averiguares policiaes; sacerdote ; nSo tem olllcio nem beneficio,
ordem do sublelegado da fregue'ia de niio temoodecaij tno-to; einlini uada be
Santo Antonio, Sveitre Jos de Souza, absolutamente se nao urna porcao de mte-
se m declaraclo do motivo ; orlem do sub
delgalo da TreguezU da Boa-Vista, Anto-
nio Baptista e Pedro Jos de Santa Anna.
por embriaguez e desorden); e do subde-
legado da freguezia da Varzea, Sebaslio
Nunes da Silva, sem declaradlo do motivo.
T||ESOUR*ARlA DA FAZKNDA PROVINCIAL
Uemonstraffto do anido exitUnte na caixa de
dtfoiiloi em 8 d fevtreiro de 1832.
Saldo em 31 de Janeiro
p.p. 212-875,000
Receita no corrente ui. /
----------------212:87Sy000
Despea no corrente In. |
Saldo 2l2'875|00
Em leltras a vencer em
1852 a 1853
Em ledra* a vencer em
1853 a 1854
l0tJ:948000
105:927/000
-------------212:875,000
O thesoureiro,
Tliomas Jote da Siloa GuimSo Jnior.
O escrivao da receita,
Antonio Cardlo di Qutirot t'onieca.
Demoni'raeao do taldo existente na caixa do
extreicio de 1851 a 1852 em 31 de fevereiro
de IN52.
Saldo em 31 de Janeiro
p. p. 60:0-21/998
Receita no corrente in. 53:541/565 V,K_K.
6o':383BI
Saldo 62:183/502
PERNAMBUCO
elaoo da Silva Amaral
Passaram do Sr. desembargador l'crei'a
Monli-iin ao Sr. desembargador Valle as se-
guules apiella^Oes em que sfio :
Appellaule, o juizo; appellada, a adminis-
CRRKPORUENCIA DO DIARIO DE
NAMBUCO.
Parahijbi, 1 de mareo de 1852.
Findou o mez de fevereiro, a meu ver,
bstanle mo para a salubridade publica,
embora digam quanto qulzerem todos os
alfaides do mundo, e inda mais, se he
pnssivel, do que disse o tartamudo Ilitera-
rio, o Jofio da M___, que querendo des-
mentir miuha noticia sobre *s tabres, caim-
liias e bexig'S, com desetramento sem
igual e ro iui t;iil i slultice, disse que
meus fictuezes tomam sempre por I de luO
uves aqulo que mus wees[orco por lazeracre
dit.r!Se aqu o nll'.ii.t nfio lora sugeito
ao vicio dominanto aos ofllciaes relachadus
de sua classe, e como tal incapaz do racio-
cinar lhe pergunttra do que t-'iu penado
lanas victimas, o muitas de seu conheci-
mento, se me Dio engao. Vamos adianle.
Findou mal, como disse, o mez de fuverei-
heparligo da Polica.
Continuadlo do expedente do Sr. deiembar- i
gador cheje de polca, em retaedo aos inovi-1
mentas sediciosos que ttoeram lugar nesta gm coi,rc
provincia no mez de Janeiro prximo pal-
sado.
EXPEDIENTE DO DA 23 DE JANEIRO.
Ao Exm. presidente. K. 2S2. -lllm. e Exm.
Sr. Irausiuiiiiudo mos dc V. Ec. o in-
cluso olllcio pur copia, que me indereaauu o,
delegado du termo de Nazaretli lob a data de|
21 do correute, e em que eipe, que at agora
ainda lhe no haviam sido apiesentado* o* cni-
coeuta guardas nacionae* que V. Re. nelle,
mandara dcstlcar, rogo a V. Esc. e digue dar
as suas orden*, para que esse de.tacamentu *c
torne eHectivo, ou seja lubslituido por qual-
quer outra loica publica, visio que os ediciu-
o*, mbora seno apreaeulem ein grupus ar-
mados a Invadir as casas dos cidadua pacilicos,
cunservam todava a* anuas, que roubaraio, c
ameaco Ulna aedlro mala desastrosa, como
dli o mesmo delegado ; assercu que concorda j
coin outros boatos, de que emlssarios tem par-
Saldo em leltras em 3l
de Janeiro p. p. 65:3m/O0O
Receita no corrre ole m. /
| 65:301/000
i D"Pe,a D0 e0"en,e '""_____L 65:3Ol00O
127:481/502
147/502
Notas 62:n:t6/UU0
Letras a vencer em marco 26:48i/7:>0
. abril
Junho
iiillui
Em setembro
5.-68/750
27:671(000
4:479,500
l:000|0u0
--------------127:484/502
O thesoureiro,
'nomm Jo da Silva Uusmo Jnior.
O esc i'3o da receita,
Antonio CafUozo deQueiroz Fonseca.
IAKID E PB^AIBUCO.
RGCIFE, 5 DE MARgO DE 1852.
Ciiunuiiicados..
Qxa. "eusur. iiM.Aii.iiuuruinc.il loraui segn- noticie o estado sanitario da provincia, mas
da vez, a instancias do reu, empregaudu cuiao ceifando slgumiis victimas, entre asqu fuiu.la,"D0,"uvu,ef"rS'> Pa couseguir alguma muito desojo que nao seja contado o meu
ruin (velacao;u padr. ,. ,,,_ eout.nu- cabrion o'Arg,s {,, nao perdermos o en-
mus ; aggravado, Jus. Maiia Goncalves
Ramos.
I.cvantou-sn a sessfio as 2 horas da tarde.
EXTERIOR.
LISBOA 12 DE FEVEREIRO.
Ilecebemoa jumaos de M drld ate 7 do cor-
O* boletin* que publicam acerca das laliu.is, edus philosoplios
progretsivas melhoras de S. M. C. )o auteriu-
re* as ultima* nuticia* recebida* pela par-
licipaco telegraphicas.
O Interrogatorio leito ao e-frade Merino,
logo depois de preso o segulnie:
Perguntado cuino ae chamava, di**e cha-
mar-se Martim Merino, natural da cidade de
Amerio, de idade de 63 auno*.
I'ergunta : A que iu velo a palacio ?
Resposia : Lavar o opprobrio da huinani-
dade, vingando, quanto esiav* de *ua parte,
a nescla iguorancia do* que creem ser fide-
lidad* soll'rcr a infidelidade e o perjurio do
re.
P. Quando se aproximou rainha, q al
foi o seu Intento ?
R. Ti.ar-lhe vida.
P Tem alguma peasoa connivente com o
seu alternado ?
H. ftenhuina.
P. Que protissao tem ?
R. Sacerdote ordenado deide l8l3, e que
se achava na capital feito um clrigo tum-
beiro.
P. Que motivos linha para attentar con-
tra a vida da rainha ; se linha algum rcsenll-
ineuto pessoal contra ella ?
A Que nao linha motivo nenbuin pca-
oal.
P. Com quem tntrou em palacio ?
R. .-o.ii.hu.
P. Que arma levava quando tratou dc ma-
tar a rainha?
R. Uin punlial.
. he era o que se lhe mostrava?
ll. Que sin. e que lhe pareefa ser do*
que chamam de Albacete.
P. --Quando e eom que liin adquiri esse
puohal, e onde o obleve ?
eugauos repetidos.
Mjnifestou mais no decurso destas conferen-
cias que na priineira poca dc sua vida, nu
convenio, se dedicou mais do que leitura de
llvrus proprios do *eu estado, a da* obraa que
enlau corriam coin mala vuga nu publico;
que paasuu depoi* grande parte de ua vida
em 1 i iny-i e cuulinuou coin a meaiiia iuclina-
cn : isto *e pruva pelas multas cilafdes que faz
a cada possu, dos autores classicos, gregos e
' injtulogicos auli-
gos; disse mais que ebeio de incummudo
achaques, a sem vinculo* dealfecto no muudo,
ludo lhe aborrece.
Repeli por vece* que conhecia a iuiquida-
de do aclo que perpetrara; e ezaccrbava-sc
qnando lhe lUQBiravam siguacs de lucredull
dade a respetu de nau 1er cmplice,,
Pioccdeu-se eaauturaco eccleslaslica do
reo, ceremonia a que presidio o biapo de Ma-
laga. Em todu este actu couservou lualteravel
preseuca de espirito, a ponto de notar que
blspo eslava augu liado e se perda nu cei cino-
nlal; elle reo lhe apoolava ento asfaltas que
se coiiioiclliam na applicaco du que o ritual
prescreve em casos aeiuelhautes.
Teudo comparecido cun as maus atadas
atrs da* costas quaudo se lhe disse que se re-
ve.-lfsse dos |.aramenlos destinado* ao aclo,
responden mu tranquillo :
E"igeiu de iium o impossivel, pois que
Cltou dc bracus amarrados. .
Deisaudu-lli'os eultus, comecou elle proprio
coin tucego e gravidade a revestir-te com as
sagradas vestes que la beijaudu: pelo mov-
ment dos beicos, e pelo recolhimenio que se
lhe notuva, dava a euteuder que resava algu-
Ni.ii oraedes.
Cumplidas depois as ceremonias do ritual,
feila* em publicu, ao que elle ae mostrara ni-
dilierenle, rasourada liiialinente a cabeca, en-
beca para o oratorio *em perder nem por mo-
menloi a adiniravel sereuidade que sempre
bavia mostrado.
Na capella ou oratorio da cadeia vulgarmen-
te denominada del Saladero bavia algn* eccle*
siastlcos, que faziam compauhla ureo; este
deu todas as amo tras de que ae confessaria e
faiia lodos o* dentis aclus religiosos.
O dnque de S. Carlos, na qualidade de mor-
R. Comprou-o em el Rastro, julgando-oldoiua-mr da caridade, esleve ein a noite de
aproprladn para matar o general iNarvaez, a|& conversando em fraocez bastante tempo com
rainha Uiritiioa, ou a rainha quando foaieI o regicida. E*ie e rgis para nao p
tretinienlo de suas eoislolas, que bem rivaii-
sam coco as produrcOei dos lOverenJos Ber-
nardos, que lanta aceitacSo leem do publico
sensato.
O Argos, *guilhoado pela Imprensa, pa-
pel, simo do entorpec ment, e em seu
ultimo numero veio a convencar-se da in-
justica doi jnlgamentos dos Sanios Leses e
Carlota, langaodo a culpa do tal acto ao
Sr. Sa. .
Quizara ornen amigo, talvez fundado no
i-.i-l.iin-' anlign, que o jury os absolvesse
apesar das ioconlestaveis orovas que os de-
nunciavtm autores da barbara monedo in-
feliz Dr. Trujano; e mais quizera talvez
que o Exm. presidenta des*' cart-s de re-
commendscOes em favor d'aquelles inno-
centes, que ii.nl i mais fizeram do quo livrar
a repblica consliluiute deum dos muitos
Uetiotas, a quem desoja corda, accido, pu-
nhaes e bacamartes. Fiat volunlns la
Em su* queixa contra o Exm. diz que elle
deu cartas aos amigos do finado doutor,
das quaosse files prevalecern) para decidir
os jurados a fulminar a sentnca.
He muito Que cartas po lena ter man-
dado o Sr. Sa ? Eu as nfio vi, e nem vivo
in rola em quo Corram ; mas creio pamen-
te que sdas nada mais podiam contar du
qoe que elle estimara, que desejava mesmo
muito e muito que a justica fusse plena-
mente satisfoita ; s n lu pu ndus os verda-
deros criminosos; e nfio serfio taes dse-
jos dignos dc um administrador honesto e
jusliceiror1 Nfio estara elle ainda no seu
pu.-to de honra se tomasso slgumas medi-
das para que mais urna vez a imounidade
n o zombasse da lei, o crime da justica, e
os as-assinus (aqui lie que cabiam leltras
inaiusculas, sentior alfaiate) e osassassi-
ni'S, repito, nao fossem alTrontsr em sua
di'u a pobre viuvt e infelices orphfios de
sua viciima, e tomar atroz vinganca ; siui,
aquella atroz vinganra em (jilo sa altoenl*
o t,l alfaiate e seu rancho contra os hones-
tos cidadfius que promoveram sua captura,
que smil ruin seguir-lhes os passos e po-
los debaixo da acefio da jiiuic* ? Eslava
mil vezes eslava ; e emquaulo assim se con-
servar, em mil vezes no dia pediroi sus
conservarlo, e mais o faria se podesse acei-
mar os calumniadores.
Tambem lastima o Argos o estar a incoin-
i Hoja oceupou-se a assembla legislativa pro-
tido para d.Uerenie. parle., cun o li.n de acn- TIICla, d4 di;cusrio do pr.jecto n. I. que lisa
selbareio a populacau a nau ceder as arm.s em- foa .jllcia| na ,|ua| touiara.n parle os ae-
quanto b. M I. nau concordar em convocar-ae nhore, .lurenc|0. contra, e a favor os senhores
urna assembla constltuinte Jos Pedro, A. de Oliveira, Eslelia c Macicl
Dos guarde a V. Esc. Secretaria da polica Mo|llelro 8eildo aliual approvado ; e a ordem
de Pernaubuco. 23 de Janeiro de 18ai.-Illm. da d| amaniaa he a iiiesina dada para
e Eim. Sr. Vctor de Uliveira, presdeme da j '
provincia. o chefe de polica, ieronymo Mar-; 'j ^laiasaa^i awi ia-ai*rrrm"-^_^^
tniano Figueira de Mello.
tijjicio a que se refere.
lllm. Sr. Oouve.u coiiimunicar a V. S. que
o lente coronel lliglno cum as forcas a aeu
coinmaodo no regreaso do Limueiru para essa
capital, tocou esta cidade no dia 18 do corrente.
Scientitico mal* a V. S, que netta comarca
tem desap'parecido os grupos do* sediciosos ar-
mados, que Iovadiain as caas doscidados pa-
cficos. Consta-me que essesde&ordeiru* cou-
servain occullas as armas, que roubaram e di-
lein-me que acemio para una cedico mais
desastrosa.
Scieaiifico mais a V. S., que auda nao *e me
preseularam os 40 guardas nacionae, indica-
dos no nllicio de 10 de Janeiro, e dirigido a esta
delegada.
Parece-ine que e*sa demora provrn da anti-
patiza que o guarda naciooal vota ao regula-
mento da tropa de linba, e a lei da chbala pur j
elles to declamada; cumtudo ja uiBcici au res
peciivu cuiuiiiandaute para activar a esaa re-
quislco mulla e ordem do Eim. presidente
desla provincia.
Deo. guarde a V. S. Delegada do termo de
Naiarcth, 21 de Janeiro de 1852. lllm. Sr. des
einbargidor Jerouv.iio Maruuiano Figueira de
Mello, chefe de pulida deata pruvincla. O de-
legado de Naiareth, tiuihermino Clemente
Haruut Ut.cjlluo,
HH-:>1 DO Dl\ 21.
Ao Exm. presidente. N. 296. -- lllm. e Esm
0 MEDICO DO POVO.
Uemento. homo, i/uia putvtl est-
El in pulvrem reoeilerii.
Lenbm tn. homem que es p....
F que d p te has de reduzir..
Estando ja patente a incapacida le do Sr.
Francisco de Paula Cariieno Lefio para CU'
rar homoejuatliicmeiue, vamos agora oc-
cuparmo-iioscomb cabecalho do seus au-
ii i.....
n. propagadores da hornceopathia no
Brasil adiniltindo como divisa as seguinles
onrazes:Caridade sem limitei; teicnaia sem
preoilegioi; nunca p-ii.ara-n quo algum pro-
lelnrio, idiota ou insensato Uucasso mfio .'el-
las para engaar o povo, o rouDar-lhes a
vida, o o iiiuheiro.
P.Ta nossa parle temos recommendado, e
continuaremos a reconimendar a caridade
sem limitei. Sun ; queremos que cada ho-
iiietu pralique co.n o seu prximo todos os
actos do ca i Ja le s-guudo suas posses e ca-
pacidade sem- atlunder categora a que el-
le pe tensa ; mas nunca queremos que nin-
Sr'--"tuiadiiaineutu ao meu olHciu reservado, jgueui va roubar u atonda ale* para da-la
so o a data de boutem, e n. 2t2, traos.nltlo a V.
Etc. por copia o olficiu que me dirigi em 19
lo correte o delegado supplenle em eaerciclo
do termo de Pao n'ilho, declarando que por
avisos de pessoas fidediguas sabe que os sedi-
ciosos do mesiiio termo preleodein eipell-lo do
eaercicio de tua* respectivas luocoei, apena,
ala da villa o reterando capuchiuho, que uella
u-,i. aberto urna im*su.
O inesmo delegado diz que esse alteotado lhe
parece provavel vista do enlhusiasino que el-
le luosiram, e das Indouacdes que recebem
de certas pessoas, e sullitia saber o que deve
ohrar oo ca.o de *e apreaentar una lal eiuer-
!enca. Subre cale objeclo re*pondl-lhe, que
leite respe.lar a sua autor.dade com a lorca
dequedispe; nu* devo faser pouderar a V.
Exc. que as apprebeuscs do referido delegado
parecen! courmar o* recelo* do dc Nazaretb,
e o* la .. do ulliciu.
Dos guarde a V. Etc. Secretaria da po-
lica de Peruambuoo,24 de Janeiro de 1852.--
Illm. e Exm. Sr. Vctor de Oliveira, p.esl-
ili-mo da provincia. eroiumo Matlimano
Figueira de Mello, chefe du polica.
Voeumemo a que se re/ere.
lllm. Sr. U iiiiaaiouailo cuuliuua a* mia-
gues, e pretende ultimar no dia 72 do correute.
Tenhu sido avi.ado Irequenteineute por peitoas
fidedignas, que aabtudo o uiissiunariu, os ce-
diciosos picie.idc.il excluir-iue u.. delegada, o
que he dc espera, nu so de *eu audat entnu-
iauio, como porque para laso ba queiu os di-
rija. S ba tereeiru e quar tu auppleute* de de-
legado, c nao leodo quem me subsiiiua ; por-
que o lerceiru se abste.u de esercer pelo me*-
mu mulita ; rugo a V. S, pruvideucias, e que
digne-se ordenar, o que devo obrar soure este
objeclo autes, ou depois de poslu em pratica,
O nuvo so quer delegadu de sua cuofiauca.
Deu* guarde a V. S. Delegada du termo de
Pod'aioo, 19 de Janeiro de 1852. lllm. sr.
desembargador Jeruuymo Marliuia.no Kigueira
de Mello, chefe de pulida da provincia de Per-
naubuco. Delegado uppleute, Freuuisco da
Mola Caen/canil.
PARTE DO DIA 3 DE MARCO.
Foram prosos: ordem do cli .'fe de po-
lica, o preto Joaquim, escravo do Dr. Jos
Nicolao Hegueira Costa, para correefio; a
ordein do delegado do pnmeiro didrcto
os outros a ttulo do caridade ; nunca que-
remos que um nomem ignorante ein ju'ris-
pru leni'ia, medicina ole. va comprometter
a causa, ou a vida dos outros a lilulo de ca-
ridade. uueui assim praticar, coinmette um
aclo de malvadeza, e nao um acto lio sis ti-
toriocumo lie a caridaie, e por elle ba dd
responder perante Djus ; e serla tesponsi-
vel t mili.-ni peranlo os liomens, si a justica
humana losseoque devora ser. 0 homeni
i ico, quedistribue parle da sua fortuna com
os necessilados, i-xerce a caridad*; elle o
pode fazer, pmqui) reparlindo o fruclo de
-ii es economas, nio prejuJica a iiinguetn.
0 alvoga lo qud tumi a seus cuidados as
causas dos pobres para defen le-las peranle
i.s t> Humaos, exerco a caridade; e ainda
que os tribuuaes tifio *Ueuddo as razias por
elle apreseuladas, e deem uina sentenca
contra, descansa na pureza de sua conscieu-
cia, e lia iraiiquill. salisfacfio de haver pra-
ticado o bem, emprogaudd seas cunheci-
mentosem favor da humanidad*. Exerce a
oeridade ojuiz fazondo apressar a marcha
los procesaos para que os mfeiiies, que po-
dem jii.iii,ii, .-i-jimi promplamente satislei-
tus suin u luis is dSlIUCvOeS, ou calcula Ja e
injusti persegujefio uus,eescandalosa pro-
tecufto a oulros. O medico dislribuiudo os
soccorrosda scieticia aos enfermos, conso-
la ndo-os em suas sIQcqOuS, e dando-lhes o
dinheiio,que Ihes falla para mame om-sn
durante suas onforuiidades, se elies sfio po-
bres, exerce a caridade em graudo escalla ;
elle u pode fazer, purqun gaslou toja a sua
vida em estudar par* poier coiiscienciosa-
inenteser un a seus seiielhautes se.n fa-
zer desliuccfio entre u rico, o o pobre, o sa-
biu, eo iguuraule, o branco e o negro, o
simiiui- u o escravo. Finalmente a caridade
pode ser exercida por todos os liomens por-
que toJos tem sempre um presumo; lodos
poden s.rvir unsaos oulroa, cada qaal no
sou genero. Portanto seriamos injustos se
suppuzessemos que o 8r. Carnero Lefio nfio
possuisse qualidade algum, que aos outros
aproveilasae. Vamos vor de qua modo pde-
la o Si. Carneiro LoSo exercer a caridade.
Elle nfio he capitalista nem negociante, nio
lia, talvez prestes a co romper-se, animada
por um espirito, que nos homens se chama
alma, mas que nos traficante* nfio tem no-
mo, que se lhe pnssa dar ; porque e-ses mi-
-e avois sfio mai. seiiiolh.ntes ao demouio
do que ao genero humano. Como poia po-
dea. o Sr. Paula exercer a caridade? S
lhe vemos um tneio! Ja que o Sr. Paula diz
ter pancada para a medicina, v servir de
enfdrmeiro no grande BoipUal dn Caridade,
ou no azylo dos taiaroi; e se aqui huuves-
se um hospicio para os doidoi, seria preferi-
vel que para la fosse ; porque assun. a s
assim poderia fazer algum servico a huma- .
ni in lo, uma vez quo se o i pregarse nesse
mistercom toda a solicitude, e desvello. E
e d'esse mudo nfio quizer servir a Daos, e
sos homens, ento vista urna opa encarnada
e v;. aco'npauhar l\'ussoPai todas i vezes
que por milos dos Sagrados Ministros da lie-
ligifii for Elle visitar os enfermos. Si d'esta
arte proceder nioguem pora em du vi la sua
boa vontade de praticar a caridade; mas
sacrifican lo a vida dos seus patricios sua
crassa ignorancia para assim xtorquir-lhes
os meius de subsistencia, nfio pralica sonfio
um acto de intoleravel malvadeza, punida
rijorasamenie nos paizes civilisados. A ca-
ndado sem limites nfio manda malar a nin-
guein eo que lem feito os traficantes he
matar a loito, ca direito. Ureve daremos
s provas d'esta proposicio.
Dr. Sabino Olegario Ludgero Piu/io
(Continuaremos.)
P. .V. Causa 11.lima o estado de doudict, a
que tem chegado oSr. Fraucisco de Paula Car-
neiro Leo i Compunge ve-lo, e ouvi-lo / Nun-
ca os accessos de loucura loram t'.o forle co-
mo desta vez I Priocipiaraui uo quarto cre*-
cente. e e lem de tal orle augmentado, que
.uin-.i.; un leva-lo para sempre au abyamu da
desesneraca / Em seu furor, elle espuma, gri-
ta, esbraveja, morde como um cao damnado,
arranca <>s cabello, bate com os ps e aiueaca
a existencia daquelles qoe se lhe aproximain !
Oh / neste estado desgracado como podei elle
continuar com a suas iccei de francez. e
i pin ii a l.iiui a ipnhi.i ao* misero*, que nelle
criara ? He pena que to bom horaem leuha
perdido a rasao He pena que uin bo nem lio
alto coUocado, uin sabio lo prodigioso, uin
homosopatusco lo engracado nio tirva mal*
para nada .' Gompaixu oh meu Dos, cornpa-
M, para esse infeliz que lauto nos tem in.ul
tado Compaisu para elle que em seus furo-
res diz que lemos inv-'j i do* *eus lucro*, como
te nos chorassemot as migalhus, que deilamos aos
notsos caens.
I .es foram as ezclamaedes, que Usemos ao
ler os desalmh.dos insultos, que pelo Diario
nos tem dirigido esse mlseravel traficante.
lie ni podramos tambem cbama-lo safado, aera
vergoalia, paule, caloteiro, euchuga pratoa e
quanto nome porco se acha no diccionario da*
rrgaleiras e prostitutas, e de que elle usa cons-
tantemente ; um. nu no queremos parecer
com esse cao damnado por isso delxeuios ce-
sas Imuiundicrs para quem vive na crpula.
Deveinos ao publico todo o espeito ; portanto
eremos que ninguem nos levar a mal o dei-
\ ii ni.i. de respunder aos desaforos desse tra-
tante c vil prolotaiio.
Dr. Sabino Olegario Ludgero Pinito.
THEATHO DK APOLLO.
beneficio do Sr. Senna.
Sabbado um lugar no lhe.uro do Apollo a
representaco do dramallariadan Barbaroxi
ein beneficio do artista Senna.
No seculo XVI, nesse seculo tao notavel pelo
ilesenvolvimenlo das arte* e das letras, pelas
guerras de religio e pelo successos que for-
eceram historia monarchas lae* como Leo
X, Francisco I. Carlos V, Sol.naoo magnifi-
co e llenrique VIH, oceupou um distiuclu lu-
gar as guerras da Europa Km Eddyn darba-
mxa que de corsario se tomn rey de Tunes e
d'argel, almirante de Sol.uo e fui o terror de
todo o mediterrneo e o nico escndalo das
victorias de Cario* V, na frase de uin nosso
escriptor.
He sobre este famoso capilo pacha que ver-
sa o inicies, nile drama que val scena 00
theatro de Apollo.
O papel dc llarbaroia he um papel de difri-
cii esecuco. Iteprescntado no Rio de Janeiro
pelo illustre actor o Sr. Das, mestre do Sr.
Senna, anda nenhnm artista-all ae alreveu a
esecula-lo.
Todava eslamos cerlo* que o Sr. Senoa no
papel de Itarbaruxa repruduzlr fielmente o*
senliinentos dn celebre corsario, que o dra-
ma nos aprsenla amante vfngador de sua es-
posa, vleme e generaso cavaileiro e pai no-
l'ie c e.liei.iu.il. Ksl.iiiols CerlOS dever 11 lie -
presentacao do Sr. Seuna alguma cousa da
grande arle -de seu illustre mestre, e que a
esecuco deste papel ser mal* um titulo de
gloria para o amala que re, icemou JJJons
IVeo Ceg.
Esperamos que todos quantos apreciara un
bello drama e o trabalho de uinaarlisla de rae-
rito nofaltrro ao espectculo de aabbado no
theatro de Apollo.
Publicago a pedidu.
0 abaixo assignado preiendcndo retirar-
se desla cidade para Portugal, a sua noticia
chega, que pessoa mal intencionada, eque
lhe vola lodo o rauco', lenciona inicua-
mente cu*ar-lhe embarazos, neste seu pro-
jecto, sob pretexto de que elle se acha pro-
cesado, pelo que apressa-so em fazer pu-
blicar por esla bem conceituada foltia a car-,
lidfio infra, como a prova mais exuberante
da aleivosia, e falsidade dessa imputaefio
.los uros-., asseguranio desde j esse seu
injusto, e covarde inimigo, que o faz res-
ponsavel por todos os dainos, e transtor-
nos, que dahi resullar-lhe, assim como pro-
testa pelos iiiiii.is, que lhe fac .lia a lei, fa-
zel-o expiar caro o malvolo proposito de
urna perseguiefio tSo lorpe, que s se i.o le-
ra aninhar em alma lio mesquinha, e baixs,
visto como nada pie embaracar-mea via-
gem, que projecla, mostrando-se sem nen-
huma cule, ou obrigajllo por dividas.
Ilecile, 5 de marco de 1852.
Jos Franciico de Lime.
Francisco Ignacio do AlUyde, escrivio vita-
licio do Juizo municipal da segunda vara
oesla cidade do R -cifo por S.M. o Impe-
rador, que Dos guarde &.
L'erlilicu que veudo o, autos de recurso
entre partes recrrantelo supplicaote Jos
Francisco de Li ia,e reco'rrido Jos Juaquim
Das remandes, U'elles ditos autos consta a
enlenca do tuoor seguiole.
Reformo o despicho de pronuncia domen
antecessor, eassim sustenti a despronuncia
da delegada, pelas rasoas allegadas, e pro-
vas dos autos. O escrivfio cuuip-a o seo re-
giment, epasse alvar de soltar,. Pague
as cusas em que o condomno.


Recite, 5 detnarcode 1845. Jote Ray-
mund. di Coeta Meoezes.
Certifico mais, Que a sentenca lOimi ro
intimada s parle como consta.dot referi-
dos autos. aosquaessne reporto, e Tal ap'O-
sente san oouaa que duvda fassa por mtm
escrpto e essignado nesta cldade do Recite
dn Pernambuco aos de marco de 1852.
Escrevi o amlgnei.- Km f de ventado,
escrivao.Francisco ijnacio de Allaide.
VARIEDADE.
NECROLOGA.
U-'-ii iui um resumo das pessoas notaveia
que fallecern) no eslrangeiro durante o an-
uo de 1851 :
O crii'al Giacomo Monico, patriarclu de
Vi'iii'/
O cardeal de La Tour dHuvergne Saura
gUBS, bisno do Arras.
O Cardeal Antonio Mari Cedolini, biipo
de Andina.
O diiqu-Fernando Jorg* Augusto, to do
duque reinante de Saje Cuburgo Gutiia.
A duquea de Angoulmo, nina de Luiz
XVI.
A duqueza de Kent, mSi da rainha Vic-
re de llanovre, Ernesto Auguito, du-
que de Cumberlaod, to di laiuha Vic-
0 cirdeal Carlos Vizzardelli, prefelto da
congregado dos es'ulos ^
A ptinceza, Mari da Gloria, que vi-
veu algumas horas, (lina ds-rainha de Por-
tugal. ,
Otenente-general, principe, Eugenio Ate-
zan ir duque de ~-av.il.
O marecnal Soult, cavalleiro do Toztlo.
O teld marechal prussiano, FieJenco Car
los .leMuffling.
Cunradu Jo3o Langonbeck, celebre pro-
fessur de aiia.omia e cirurgia em Gollings.
O vice-almiraute hollaudoz, Vaii-don-
Bo.-ch.
O BHthemallOO Jtoobl, profossnrdauni-
versdade de Uerlin, membro do Instituto
de l'i nica.
Chosrcw-bsch, que dirigi por mais de
35 anuos os negocios do im.ierio ationano.
O maieciial de Franca, Dude de la Rru-
nerie.
O naturalista guaneo, Joilo Consumo
I'er.-tel. celebre pelo dcscobrimenlo dv
magnelismo elctrico.
O Olologo, Carlos Lach roa n, de Bruns-
wi'h.
Badi Kapick, diere da insurreico de
Kryna.
Mr. Maccohel, presidente da seceso admi-
nis'raiivi no pomi-lno de Estado francez.
'Luiz de Porbeck, ministro residente de
Badn na cune da Prussia.
O f -Id marecnal baruo de Wohlgemutli,
gov-rnador da Transilvania.
O coronel Arrila, cllefo da insurreicito de
Santiago do Chile.
O almirante ingle?, sir Eduardo Co-
drenglon-
O escultor Christiino F. Tieck, de Berln.
Oengenheiro francez Mr. Boquet, general
de brigada o membru da commisso do for-
lificacoos.
O duque de Feltre, muilo conliecido no
mundo musical.
U han Mi ..-ir i Glika, irmSo mais velho de
Alejandre, principe que Coi da Valaclna.
O principe de Lippe-Detmold.
Sir Willoghbz Cor ion. quarlel-moslio ge-
neral do exercito inglez.
O doulor Laurel, celebre medico do hos-
pital e pn-o s de Bieelre ( Franca ).
Mr Drolling, pintor conliecido e membro
do instituto o da academia do Helias Artos
dd Paris.
O cavalleiro llenrique Struiver, represen-
tante da Russia em llamhurgo.
O conde Helor Lepeletier il'Aulmay, de-
putado mullos annos pelo deparlamenlo de
Nievre em Fr'nrja.
O harn Vinnan, ministro plenipotencia-
rio da Austria junto a coi te de I: o vi I a.
O visconde Tiloma de Monrorvo, minislro
plenipotenciario qua fui de Portugal junto
de S. M. B.
O duque de N wcastle, membro da cma-
ra do3 lords na loglsleria.
Mr. Luiz Perre, director do peridico de
Paris, intitulado a .Si- /..
O padre l.eblane, da compauhia de Jess.
Mr. Maxwell, escriptor holiandez, autor
de varias obras festivas e salyncas.
O marquez do Noi lliainpt,un, presidente
da sociedade real iogleza e par da Gram-
Br.tanha.
O li.ir.ni Fieslucmo, general do exercito
francez.
Mr. B mailuha fiaucera.
O feld marechal Groswenor, entrou a ser-
vir no i-xercito inglez em 1799.
O compositor Lnrlzing, director da or-
chosts do luealro Welnelniadt de Berln.
O principe Nicolao Rans : tiuha j 101 an-
nos de i lade.
O medico JoSo llainrken, ultimo dos
membros do dissolvi Ju Gimnuii'nm illuilrc
de Bromen.
O cavalleiru Collel; ministro da fazenla
da Sueccia e Noruega.
Mr. Puype, general do exercito francez j
no lempo la enliga repblica.
Madama Layie, lilha do marquez de Beau-
barnais e prenla ile Luiz iN .polerlo.
O compositor Spoutini, autor da opera a
tiulali.
O general ifalianoGuilhorme Aimaldi.
O general francez Bnce.
O con < Taillia, par da Franca e grSo-
ri-ii/. da leglo de Honra.
O arceid* o de Alie, no Frioul (Suiss>)
Lord Koiley, ministro plenipoienciario
da Inglaterra na Dinamarca.
O ormilbologisla dos Estados-Unidos John
Anlubon.
O oo ilor Aroaldo Heise, celebre juriscon-
sulto allemHu.
O marquez do Jnrbin, par de Franca.
Mnii-cnliur Ca-imiro limuc'iowski, arre-
bispo >lo Mohilew, metropolitano de tolas
aa igrejas calbolicas romanas quo ha na Rus-
Sia.
O conde Alelxo Niknlajewilch-Tallscht-
lieiv, cunselhci.o intimo do imperador di
Rustia.
Mmriss Slielly. auctora de varias novel-
las e biogralias o oulras obras liiterariaa.
O general prussiano Mr. HoUr, minislro
que foi ia guerra
O general bario Sleemaker, um dos deca-
nos do exercito da Prussia.
O viaconde Uudresle, general do exercito
francez.
O celebre pintor belga Francisco, conde-
corado rom aa ordena de Leopoldo e da Es-
pada deouro.
O Pacna de Tnger e Liraclie.
ObirSodeOltenfels, internuncio que foi
da Austria.
O barffo de Gaotbei in, general do exorci-
to francez.
O general francez Salleux, director da
escola militar de Sainl-Gyr.
O ni o I ico JoSo Fredeiico Jakion, foi o
pricneiro que iolroduzio a vaccina na Suac-. ros.
l-ord Uacre, par de Inglaterra.
goneral inglez, sir Alexandro DuiT.
O velerano M. Squioibre, alabardeiro de
I.uiz XVI e um dos qoe concorreram para a
defesa das Tulberitt aa noite de 10 de agos-
ol de 1-92.
O tenenlt-general do exercito bavaro, M.
Bangald
Mr. John Dlckens, um dos redactores do
pe'iodjco de Londres Dajl'j-Nwi.
Mr. Dufraise, director do peridico fran-
cez La Rucia
Mr. Benchot, blbliotheclrlo da ssembla
n-ciunai iranceza e um dos mais entendidos
O bibligrafos de sea lempo.
O doutor Bougor, celebre medico francez
ao servio, i da f.milla do duque da Brdeos,
il uoutor Bougor foi quem chupou a ferida
do duque de Berry para destruir o effaito
do veneno no oaso de que a arma coin que
foi forido estivesse envenenada.
Mr. Baria, representante que foi pelo de-
parla nenio do Haute Garonne, na assem-
bl cons lluinte de Frauga em 1789
O duque Gustavo Guilherme de Mecklem-
burgo. Modo principe reinante de ilecklem-
burgo Sciii wi'i in.
Mr. l'neo loro Leclere, autor de alguna
proverbios tlramuticoi.
A celebre Pomar, rainha do Taiti.
o escriptor e historiador catboliuo Mr.
Aulin.
O conde Bernardo, msjor general do exer-
citi uontillcio.
O cavallelro Van Nagel, prlmeiro minis-
tro dos negocios estraogeiros dorei da Hol-
linil i Guillierme.
A poetiza ingleza Joana Baijlie.
Misa lioward, joven de extraordinaria l'or-
musura, e q>ie segundo os peridicos fran-
c -/.es exnrcla urna grande aseen leucia so-
bre Luiz .N.inol-'i'o.
O con le llenrique de Reuss, decano dos
iilliri gennraes do exercito bavaro.
O conde d'liirlington, membruda cma-
ra dos lords de Inglaterra e amigo intimo
1o rei GuilliernnlV
O autor dramtico napolitano, JoSo Car-
los Coieuza.
O genera I lm rao da Verger, chafe da gen -
dar eria i e Baviera.
Mr. Toolotao, director do Peuplt, periodi-
c) de Marselha.
O oiiii 'i."i de Salermo, to do rei das
Iim- Seciljas.
U hispo de Mddena.
A duqueza Amelia de Leoclileimberg,
mili da iluqueza da Bragaufa, viuva do un
i'T.i l"i i'i Brasil, t). Pedio I.
O coronel A .m -i ,u, goveruador que foi
da in- ; > di Rayn < por espaQo de dez anuos
em cujo ileslino presin imporiaotes servi-
dos aos hespanhos emigrados.
Mr. Ricardo Laior Lheil, ministro pleni-
poioiiiMa-io ilo s. M. II junto do grSo du-
que de Toscaua.
O Sr. L'ieil era catholico.
om .Mu i-I Gomes P-drosu, ex-presi
denle da repblica mexicana.
O marechal Sebastiani.
O i-mi iii Malherbe, publicista dislinctoe
redactor do Obttrvalore de Roma.
Mr. UiRuene, inventor da fotograpbia.
U nuvellila Fenimore Cooper
(Do Heraldo.)
CONSULADO GERAL.
Rendlmentodo dial a 4 .
dem dodia S........
'2
7:000,(78
3 317,3*3
9117,801
DIVERSAS PROVINCIAS.
llendiuientodQ dia 1 a .
dem do diaS ,......
852,203
151,108
1 006,309
Kxpiirluco.
Buenos Ayres c >m escala pelos portos dp
Rio da Prata, brigue portugus General Re-
g, conduzo o seguinte: -- 200 plpaa agoar-
denle, 700 barricas a 50 barriquinhas com
5720 arrobas e 25 libras de assuoar.
Rio de J-neiro, brigue braslleiro Lelo, de
217 tonelada!, conduzo o seguale : 1722
sacos, 24 caixas, I feixo e 117 barricas com
10893 arrobas e 97 libras de assucar, 100
saccis" rom 589 arrobas e 10 de algodlu ,
3500 monis Porto, barca po lugueza NossaSenhora d<
Boa Viagem, de 478 toneladas, con lorio o
seguinle : 1012 barricas, 1183 saceos e 88
caixas com 16730arrobas e 18 libras deas
nucar, a bocelas a 8caixtea 'O", 3 barri-
cas farinna ngomma, 1 canSo espadadores,
58 barns e4 quaitolas mel, 20 saccas corn
106 arrobas e 24 libras de algo.lito, t sarco
caf, 4 pranchOes madoira, e 70 couros sal-
ga los.
Parahyba, hiato brasileiro Tres IrmSos,
de 30 tunelladas, cond jZio o segoiuie : I
barril mantoiga, I dito oleo dn liahaca, I
gigo lourja, 1 barril e 2 ovios ditos mantei-
ga, 2 pipas vinagre, 20 resmas de papeL
I arroba ervaloce, 2 pacotes fio, I coxole
Iroga.s, 3 caixas garrafa) de viirio, 4 bains
anuncia a chegada do Gainbrla em Liverpool.
Soubemoi pelos vaporea frica e Fraukliu que
dei navlua mala aalavam carregando pan o noi-
ao porto, que hSo de coalrabalaucar largamen-
la a aubldade prrko noi Eiladoa-Ualdoa: aiim-
portayei no decurso da iemana tein tldoooo-
llderayels, como a viagem doi navlof t-in sido
geralmente em urna Igualdade esceiilvainenie
pequeoa. Eiperamoa 34 navlo<,dliem,IO da No-
va Orleam, 15 de Meblle, 6 de Nova York, S de
Charleatoo, e I de Sivannali, 0 dellea furaui
deapachadoi com cerca de 16000 saccas, que de-
veinoi receber durante o presente mei.
'a/i.^-Tcni havldo uina procura regular o
negocio e na cuportacao porein a *precoi
frouaoi
Nostaa tranaacdei comprebendem 200n sacrai
do Rio, de f 47 a 54 por kilo raimnas, aob pro-
ineita, 1101 saccas de Domingos, avariadas,
de fr. te a 10!, e 193 laceas da Babia, laoibein
avariadas de fr. 90 a 98. Iinporlaces;M58Me-
cas de S. Dmnlngus, por La Perouse, Feln, Ca-
ravane.e Zouaves, c 2605saccas do Rlo.por Jean
Georgea.
Asiucar.A procura foi boa; porcia princi-
palmente parao eslrangeiro- todava os precos
ii.iiiiiiliwriv.ini. As veadasfuram de 100 bar-
ricas de Cuba, a f 5B50 113o saceos de Manilha
a f, M i i jiiu aaecus de Petnambueo, a f Qn50 :
3. 0 sai-cus .le Buurbon, de fr. VlJ > oll; SO
barricas das ludias accidentaes franceas, a f 60
por 50 kllogramnas, pagos os dlreltoa. Impor-
tadas i-Ij barricas de Guadelsupe. por Naulon-
nler,
Amilerdanl.
Cali. Allaraco alg.imi de cooiequencia
leve lugar na li mci iin meroado do Caf. A
eilatencta conservado pela oompaohia Hollan-
dea daa ludias Occideotaes he a| ira de 11000
saccas menos do que em 1851, sen Jo a quao-
tblade 149667 saccas com i6..'n'J saccas em
1851.
Alinear,O asiucar maicavado lem multa al-
terafu ; o retinado socagado.
//am2>'irgo.
Cafe =3 la nossas cartas aasentam que a pro
dito, 1 caixa fazenlas, 1 pipa vinagre, 50|cura para o caf aqu durante a aemana fo
me is palitos, 2 barris azeito doce, 60 cabos
albo, 1 i- .lo papel, I barrici enxadas, 2
barns e 4 l|2 ditos mant.-lga, 10 libras
de ferro, 1 sacca ervadnee, 1 caixotediogas,
2 rolos salea, I fardo fazondas, I caixa niiu-
ii'/as, 1 caita ldzen las, 4 volumei ditas, 5
litos ditas, 2 caixas mangase lanlarnas de
vi 1ro, 3 barris manteig, I bala de pa .el, 2
barricas bolacha, 2 caixa cha, 2 ditas pas-
sas, 20 oar 'I ni de aillos, 1 Caixa miudetas,
5 ditas 11 '"o.la e aun lezas, 1 ucea prcen-
las, 2 barricas bolachas, 2canaslras sebo-
las, 1 caixote facas, 4 barris pregos, I dito
coa, 1 dito conservas, 1 cana chapeos, 2
birris ginebra, i caixa cha, 50 barricas iu-
r illoi', 1 arroba de juncos, 100 Jilas carne,
e c.iile.r.i do j ica'an la, 1 sacca caf, 2 car-
iiii's chapeos, 1 barrica as>ucar, 118 caixas
-ab.lo, 3 ditas velas de cartiaiba, 6 Jilas
cha, 6 caixa e 55b libras rap, I dita velas de
carnauba, I dita chapeos, 1 dita charutos, 2
dilas assucar.
HECEBEUOHIA DE RENDAS INTERNAS GE-
RAES DE PERNAMBUCO.
Rendimento do dia 5.....1:065,534
l;l.MU nr..\ I (i DO MEZ DE FEVEBEIR0.
40,000
275,200
28,800
410,000
COMMEBCIO.
PRA^A DO RECIFE, 5 l)F. MARCO,-AS
3 IIOIIAS DA TARDE.
C0T4COES OFFICIAES.
Cambio sobre Londres : a 27 e 27 Ii4 d. a
60d|v.
Descont do lolras : al el l|4 p. c. aomez.
Com uras do algodao de I? sorte regulara
5,000 rs.
Ditas de 2.a dita rogular a 4,700 rs.
ALFANI1EGA.
Rendimento do dia5..... 4:732,394
H'si-'irregam hoje 6 oe marfo.
Brigue francez Uloile -- me'Cadorias.
Brigue portuguez-- Marta Feliz vinho.
lmporiiicnA.
Ilrlgue porlugurz Mara Fellr, vlndo do Por-
to, consignado a Antonio Joaquim de Souia
Biheiro, uianlfestou o seguinle :
53 barricas sardiuhas ; a V. Jos da Silva Ta-
vares.
5 calas linhas, I caixao carne,2 saceos ca-
misolas dita, ?0D resteaa cenlas, I molho fo-
Ihas.le l.iureiro, I firdo acafates, 2 guilas pas-
earos a I. "llalli i l'ii n i mili do Carino.
1 barril sardubas ; a Jos Uaptista Ribeiro de
Ferial.
2 ditos vinho ; I Manoel Pe reir Campos.
6 cuoheies cera em vela, 4 caixas palitos ; a
Francisco Xavier Marlins Itastos.
ti barra azeite ; a Viuva Auiorim & Filho.
1 caixao una alampada de prata, 1 dito
inelaa de inho ; a Joo da Cunta Magalhea.
1 i mili all i pano de linbo a Anloulo Ro-
drigue! daTCostas^ampos. '
I callao luv'is'. a Antonio de Souza Du- de l'i'ina nili .r.i,
arte.
1 caixote livros ; a Machado & Pinhelro,
2 ancoretas axeltonas, 1 dita salplcdes, 1 cal
xa cevada ; a llenrique Uernardes de 011- Manoel Amonio Simoe do Amtral.
veora. .. ... I CONSULADO PltOVlNUAL.
2 ditas mludeui I a Manoel Antonio Monle- Rendimento d .lia 5.....I 626.910
Yncor'c.asaz.i.oo.., 1 cunhete fruct.s, ESIJIMENTO NO MEZ DE FEVEREIItO
calino in.ices, 1 bomba e seus pertences a 1852.
Manoel Antonio Torres Si Cimpanlila. Direitos de 3 por cenlo 26:918.512
20 barris axcltc 20 altos vinho ; a Francisco Direitos de 5 porceuto 6:D6i,72
Alves da l.'unlia & Compauhia. Capalaaia de 320 ra. por sacca deal-
I fardo i .Mi i de luuro. I caixiio argolaadou- H'."1-'"
Foros de terrenos de marinha.
Siza dos bens do raz
Declinaaddlcional dascorporacdei
de ino mora.
Direitos novo e velhos e de
chancellara
lii/iinii da dita
Matricula do curso jurdico e car-
tas de hachareis
Multa por infraccOes Jo regula-
menlo
Legilircacdes
Sello flxo e proporcional
Premios dos doposilos pblicos
Emolumentos de certidOes
Imposto sobre lojas, e casas de
descontos
Dito sobre casas de movis, rou-
pas, etc., fabricados em paz
eslrangeiro
Dito sobre seges
Dito snb'O barcos
Taxa de escravos
Emolumentos da secretaria de
estado da fazenda.
Dilos da secretaria da thesoura-
ria
112,780
1:282,459
71,820
933,610
310,805
4:415,200
117,161
14,400
3:205,920
32,007
2,240
0.7.11,7,-0
43,440
17:047,622
A saber :
Pertencente ao exercicio corren-
te de 1851 a 1852 16:806,095
Idom, de 1850 a 1851 241,527
17:047,622
Recebo Ion \ de ren las internas geraes
de feverei o de 1852.
O escrivo,
Decima dos predios urbanos
Meia sita de escravos
Rotos e velhos direitos
Cinco mil rs. por escravos despacha-
dos
Matriculas do 'y va t seminario
radas ; a Antn! Joiqulm Vaz de Miranda.
40 vasos de barro, 1 ancorera carne salgada,
I embrulbo buhas ; a Jos Joaquim Perelra.
2 caixas litas ; a Manoel Perelra Lviego.
3di as cera em sella ; a Antonio Valentiin
da Silva R rroca.
I r.innilii uiludezas a Antonio Fernandea Emolumentos de passaportes de po
Tboui. "cia
1 pacotc pano de Hubo ; a Jos Duarte das Viole por cento do consumo d'aguar-
Nevea. dente
2 lata queijos ; a Bernardo Francisco de Imposto de 3 por cenlo sobre di-
azevedo Campos. versos estabeleciinenlos
i caiiea Imagens Joaquim Pereira de Mullas (
Arantes. Juros
3 barris vinho a Augusto Cesar de Abreu.
2 caiiotea diversaa mercaduras a Gullher-
me Freder de Suuea <.n valo.i.
I calido ciiapos ; a Manoel Lula Ferrclra.
i gaiolas paasaros, ili barris carne salgada,
9 ditas ameodoas, I caixa oleo de ainendoas, ;
a Jos Cardoio da S Iva Pinto.
8 oajiis ferragtm ; a Joo da Costa Lima J-
nior.
816.820
5:360,118
1 l>35,00
l6'J,536
585,000
6'JO.OOO
7,200
2:802,240
587,610
67,674
7,801
48:106,(89
Mesado consulado provincial. 28 de leverelro
de 1852.O eacrivo da prlmeira seceo,
Juno' Ignacio do Rrgo.
NOTICIAS OM,|ER':UKS.
Havre. 4 dejevereiro.
Algodzo. Cuino aununciaiuospor u n posts-
'7"calx5osalplc8es, 10 pipas vinho a Joaquim cript.ua circular de 28 do mei passado, rece-
A.ii'iiii'. Perelra. bemol na tercafeiraa uolte as nossas cartas pe-
1 barril presuntos a Jos Antonio de Car-, ,u vapor frica, cmmunicou-se o comeo.lo del-
vatho. I'1 Pel lelegrapho antes da boca da ooile. Na
1 caixa camisolas ejaquetas, 1 sacco dinbei- quarta-felra pela manhaa.deb'ixo dainfluencl.
ro ; a Carvalho o Irmao. de "ovos embarques annunclados para este
I calla c-.nuuli.is : a Antonio Das Gulma- porto; o nosao mercado permaneceu lem >nl-
i fu ^ macao at o mel dia ; porein qiiaudo as vendas
I calite salplces, fructaa seccas : a Viclorl- de Liverpool do dia anterior foram aabldas, a
no de Caiuo M.iura. procura revlviveo, acercarle i!K0 saccas ooil i-
iiiui lioii da. eo-sraeilstnicia em 17,"00;0U0
Ib., contra 10:000,000 em i85i, e 12:009,000 em
l50.
Assaeai.O assucar mascavado fol procurado
com luais atieuco, e ospr.cus lluaraiu firmes.*
O refinado exueruuculou lainbeiu urna melbor
procura.
Rotterdam.
que o caf continua deaprexadu oeste mercado.
A existeuca total .:ouaeivaJa pela campanilla
em lodosos portos est fixadaa ser45lH00 cum
389411 em i :.i. e 280400 em .850.
Asiucar.O assucar mascavado sem altera-
caorporem o reliuado experlmeutou una pe-
quena c aiilli o procura.
Londres j de Jeverein.
Kstucar.Qt mercado* inain bem supridos
cata semana couiassucar colonial eeslrangelro,
todava os presos i.'giilam firmes, o uo.so ne-
gocio tendo sido de uaturexa ali-sfactorla c
os exportadores operam com inaistraiiqueza.
Ha cointudo meuos actividade no mercado do
assucar das Indias Uocidentaes porein os espe-
cieiros e os refiuadores operaudo coui repug-
nancia em alguns casos una pequea leduccao
foi submeliida do inferior ao souieoo. Km lei-
lao de 173 barricas, 14 barriquinhas de barba-
d-es pequeuos lotes foram nicamente venui-
dos ao curso anterior. O lino mascavado a 39:
bom mediano ao bom de 34.fi a 37|0 mediano
Sl|6 a 34: baxo 30 a 3l. Urna pequea purc.io
souienle de <50 barricase3 b.rncas graudes a-
cliar.iin compradores baixu ao mediano mas-
cavado de 29 a 29|6 liuo somenos 28 a 2S,u, o
mediano creptallisado mascavado 33 ; ordinario
30 a ti por quintal.
/luis orientis Expeiimentou-se urna
procura-animada para o de Bengala, e ha
Urna subida de b d. a 1| por 'quintal para o
brando someno, om quo se realisaram par-
ticnlarmenle grandes cumoras. O de Ben-
gala foi procuraJo com menos atUnijio e
precos mais baixos acecdram. De 900 san-
cos en lellSo a porfo principal acnou com-
pradores. Bom ao fino brauco do Benares
chegou do 3l| a 36|, mediano ao bom uie-
dlsuo 32|6 a 33|6 ; baixo de 3I|6 a 32|; Ini-
uii io e i.iV.i.io .lo :n; a ,io|i, ; iiinm masca-
va lo cheio de graosiuhos de 37| a :|S| bom
de 36| a 36|6 ; baixo ao meliano 3l| a 3i|6 ;
someno de 28|6 a 30|6 meuiano ao bom
mediano, igual ao das Mauricas. de 29| a
30|6 ; inferior e baixo de 2[ a 28|6.
Mauricios. lluuveram operaces em
granJe escala, lealisaram-se todas as qua-
lidades aos precos de todos posteriores; em
eilSo 6(40 saceos foram tolos vendidas
bom ao lino mascavado chegou de 32[ a
3t|6 ; mediano ao bom meJianu 30| a 311 6;
baixo de 28|6 a 29.6 ; e mediano do lino
sumeno de 251 a 28| porquinM. Umou-
tro-lote, otTerecido a venia publica, foi qu i-
si toduvendilo, muntando o n 5,100 sacona
bum maSCsvaJo realisou-SO de 32| a 32|6;
mediano ao bom mediano de 22|6 a :ii,i
inferior de 28| a 29| ; bom ao lino smenos
de 26|a27{6; baixu ao mediano de 23| a
25|6 ; mu ordinario do 22|a 22|6 ; as qua-
li lades para retinar de 26| a 32|, e bom mas-
cavado clieio de grSosnilios 35 por qui.tal.
Eslrangeiro. Os precos n3o in Inora-
ran! para o estranguiro, e posto que se ex-
perimenlasse urna ba procura para expor-
tarlo, principal neute para II illaii 11, o li-
zerain-se em gran le exlenso compras para
os limiles da especiara assim como para se
relujar, sol r mi si.
i.nciiiii .mi-so bous negocios no masca-
va lo de H.vaiia, principal,nenie para o e li-
bare.do. U na po ci do ordiuano branco
lo Macelo fui veuui lo a 3I|, pagos os di-
reiios.
iVluViineuiu ilc puno.
favios entrados no dia 5.
Rio Grande do Norte 6 das, lancha brasi-
lea Flor da Ondas, de 29 toneladas,
caplto Vicente Jus da Costa, equipagem 3,
carga assucar e aigodo. Passagelros, Jos
J ii |oiai Pastel, Aai miiu Loureofo de 81*
uelra.
orlo 25 das, brigue portuguez San Ma-
noel I, de iliS loaid i 11, caplto Jos Fran-
cisco Carnelro, equipagem i.'i, carga vlnbo e
mais gneros; a nlaooel Joaquim Ramos e
S'lva. Passageiros pnrtuguezes, Jos Paulo,
Custodio Loureoco Gomes, Manoel Goncalves
Ramos. Rento Jos Kibeiro, k*raocico JoAo
G'.n.lves. Jos llamos, Antonio de Azevedo,
hrra irli na de Aievedo. Joaquim Jos Aran-
tes, Miguel da Costa, Jos Aatuuio da Costa
Meira e Lourenco da S Monte Video 30 dias, brigue romano Pedro
Jos.de 142 toneladas,capito \ndr Croveth,
equipagem 9, carga carne ; a Joao Fraucisco
da Crm.
Rio Grande do sul 32 dias, brigue brasileiro
Au.las de 201 toneladas, capillo AntolHo Ri-
cardo Ferreira Soares, equipagem 13, carga
carne; a Amoriin atlrnins. Passageiro por-
tugus, Antonio Joaquim Martina.
fuvioe snhidoi no mesmo dia.
ros. Passageiros, Domingos Severiano de A e
vedo, conduz a tripulacau do biate nacional
Flor do brasil.
ED1TAES.
. poes. 25 ditos dlio em vellas, 40 barricas malor parle das ultimas, oomtudo, eiistem por
cevada, 4 caixas feixaduras, 6 ditas cascos para Igunsdlas. Nosabbado, anda que recebamos
chapeos, 2 ditas pano de ludio c linhas, 3 ditas coutluuacao das noticias favoraveis de Llver-
tani.inc.is, 27 barris axelte, S oalxas, 1 fardo, pool, o nosso mercado permanecen de todo a-,
I'temos acafates, a ditas clpaxos, 10 ditas palhlco, e ai transacoes naoeicederam 700 sac- I
condecas, 1 lata saldes, 4 caixas nozea, I dita cas, e a precos mais batios. No domingo, a clr-
reros. 100 ancoretas atelloaas. 144 vasos de cular semanal de Liverpool refere negocios ________________,-----
barro. I laceo dluhelro ; aos consgnala- cocslderavelscom l|8 d.deadlaoUmento.porem .
, cou. gu.. C01110)ej0U|,elogouejiefetuiudo pelo telegra-1 -- O lllm. Sr. offlcial-malor servindo de
tallas nassaros: a Jos Bernardes. pho elctricon seits-feira, nioproduslo eftel- inspector da thesouraria da fazenda provin-
1 sacco caatauhai, i barril airitonas, I galola 'gU"> aqu. Cometamos na segunda feira ca|; em comprimento da ordem do Exm.
passaros, 1 molho folbas de louro ; a Joaquim com mais regulaildade na procura, por quanlo Sr. presidente da provincia, manda tazer
Aotunes Iy8iw.ate.ilf aeoaa wudsjramde maoa seael. DuDlCOi aUe nos dias 5, 6 o 7 deebrilpro-
rema-
a obra do acudo na povoarjlo deS.-Bento,
no municipio de Garsnhuna, avallada em rs.
I 851.955 e aob aa clausulas eapecises a bai-
xo copiadas,
A arrematacSo sari feila na forma dos r-
tigos 34 o 27 da lei provincial o, 988 de 17
de malo de 1851.
As pessoas que se propozerem a esta ar-
rematarlo comparefin ni sala das aessOe*
do mesmo tribunal, nos dias cima mencio-
na.los pelo neio-dia, competentemente ha-
bilitadas.
E para constar so mandou aullar o presen-
te e publicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria da fazenda pro-
vincial de Pernambuco, 4 de marco de
1852.
0 sectario,
Antonio Ferreira d'Annunciaco.
Caiiiu/jj especiad i'arrcmutacto.
1.a As obras para o afude de S.-Benlo so-
rao fetas de conformidade com o orcamen
lo e planta apresentadoa approva^o do
Exm. Sr. presidente da provincia na impor-
tancia de 1:351,955 rs.
3.' Principiara.) as obras no prazp deum
mez contando-seda data em quo furentre-
gue o' termo d'arrernatac,3o e conclulr-sa-
ii.io no de seis mezes.
3." O pagamento .ITectu ir-se-ba em duas
prestai;(e.s, a primeira de quatro quintos do
importe da arrematac.lo quando forem on-
clui las as obras, e recebidas provisoria-
mente, a sogunja depois da entrega deli-
uitiva.
4 Para ludo mais que nSo estk determi-
nado ii-s presme clausulas seguir-se-ha
o quedispOea lei provincial n. 286.--Con-
ferme.
O secretario,
A. F. d'AnnunciafBo.
-- O lllm. Sr. olllcial-maior servio lo de
inspector da thesouraria da fazenda provin-
cial; em cumpriruento da ordem do Exm.
Sr. presidente da provincia, m n ia faZer
publico, que nos dias 22, 23 e 26 do crren-
te ir a praca p.ra ser arreuisudo, parante
o tribunal administrativo da mesma thesou-
raria, a quem por menos lizer a obra do se-
gundo lauco da estrada da Kscada, avallada
om 11:581,210 rs., o sob as clausulas espe-
ciaos abano copiadas.
A arrematarlo sera feita na forma dos ar-
Iig0s2le27da lei provincial n. 286 de 17 de
n i i do 1851. -
As pessjas que so propozerem a esla ar-
rimiatacfto cnnip uccam na sala das sessOes
Jo mesuio tribunal, nos das un......i-ii-
conados pelo meio-dia, competeniemenle
habilitadas.
E para constar se mandou afllxar o pr-
senlo o publicar pelo Diario.
S crelana da tlissouraiia da fazenda pro-
vincial de Pernambuco 3 de marco de
1852.
O secretario,
Antonio Ferreira d'Annunca^ao,
Clausulas cpeciaei d'arrematafio.
1.' As obras dependentes desta airumata-
c3o sern feitas de eoiiior ni iad Com o or-
namento approvado pela directora em con-
s-iho e apres miado nesta dala approva-
c'io do Exm. Sr. presidente da provincia na
importancia de 11:584,210 rs.
2.a O arremataale comecar as obras no
prazo de um mez concluir noprazo de
um anno, ambos contados da data do termo
de entrega d'arromalac9o.
3.a A importancia uesla arre>nalac3o se-
r paga de conformidade com o art. 39 da
lei o. 286
4.a Para tudo mais que nSo est determi-
nado as presentes clausulas seguir-se-ha
o que dispfie a lei provincial n. 286 de 17 de
naio do 1851.-Conforme.
O secretario,
Antonio Ferreira irAuiuiiular-ao.
Olllm.Sr. olllcial maior servinlo de
inspector da thesouraria da fasendl provin-
cial em cumprirnenlo da ordem do Exnv
Sr. presidente da provincia, manda fazer
publico, que nos das 9, 10 e II do crrente
ir a praca para ser arrematado, perante
o tribunal administrativo da mesma the-
souraria, quem por menos ll'or, l t grades
de ferro para a obra da casa do deletelo.
A .o r.'in 'faca, ser feita na fo-ma do
arla 24e27d lei provincial n. 268 de 17
do niaio de 1851. e sob as clauzulas espe-
ciaes ..baixo copia las.
As pessoas que se propozerem a esta ar-
rematacSo o i ncupc/ioi na sala das sessOes
do mesmo tribunal, nos das cima men-
cionados pelo mel dia competentemente
habilitadas.
E para constar so mandou alisar o pre-
sente e publicar pelo Diario.
S;cretna da thesouraria da fazenda pro-
vincial de Pernambuco 2 de inart;o de 1852.
O secretario.
A'iloni i Ferreira d'AnnunciacSo.
Clauzulas especiaos da arremalaca'o.
Ia. To las as grades sero feitas de con-
formidade com o orea ment e dezenbo jun-
to, pelo preco de 130 rs. a libra,
2.a O arrematante ser obrigado a apre-
senlar dentro de 5 dias urna das grad s
pi 11 11; a. n i es i d 70 .lias, entregar
todas as 16 grade promptas, contados am-
bos os prazos la data da arremalaca'o
3.a O pagamento ser feito em duas pres-
tir-o*s da maneira seguint-s : a primeira'
iju .1 a melada da impurlancia da arremata-
r; ", ijuando e-tver 'in prompt ose entregues
8 gra.ios, e a seguida mu .1 a primeira quan-
do esliverem to las prompias e entregues.
4 a O uto naUul sera ubrigado a empre-
gar na conslruceSo deslas grades o ferro da
melbor quali lade que se costuma ompregar
em laeg cazos.
.5 a Para ludo o mais que no est deter-
minado naspresen'es clauzulas, seguir-se-
ha o que dotermini a lei provincial n. 286
dol de malo de 1851, Conforme.
O secretario.
A. K. d'Ai.noneiac.lo.
acceso o aovo pharol de rotacSo collocado
em cima da aova torre de ferro na barra
desta provnola, cujas .limensfles sSo as so-
guintesi a torre he de figura pyramidsl, de
altura de 101 ps Inglezes desde o nivel do
terreno at a beira da copula, e 104 cima
do nivel do mir, fleaodo assim ao centro das
luzes a altura Ve 99 ditos; na sua base tem
o dimetro de 1S ps, e no ultimo andar
onde esta enllocado o maqumismo do pha-
rol t 'ni 7 ps e 9 pnlegadas ; fiea a referida
tdrre cima da anliga Atalaya aonde exista
o velho pharol flxo 44 pes, demorando N. E.
desla na distancia de 277 ditos.' O sobredito
novo pharol faz a aua rotaefio completa em
3 minutos apresenlanlo tres vistas de luz
mu claras, tres maisescurs,e tres eclipses.
Calcula-s-s que este pharol ser visto com
lempo claro na distancia da 25 a 30 milhaa.
Cumpre-me mais participar a V. 8. que os
signaes de chamar os navios para a barra,
bem co uo tudos os mais que al aqui se fa-
zism no s | mi oii-l'i i,.zer-.ae, continuarSo
a ser foilos em cima da antlga Atalaya, a
qual vai ser conservada para rstoservicu.
lio is guarde a V. S. Cauitania do pono lio
Rio Grande do Sul, 21 de Janeiro de 1852. -
lllm Sr. cu pililo Jo mar e guerra Rodrigo
l'neo loro de Freitas, capito do porto da
provincia de Pernambuco.Antonio Caela-
no Ferraz, capillo do porto.
Conforme.0 secret.no, Thom Feroan-
des Madeira de Castro,
TulTHO DE APOLLOT
Hoje, 6 de marco de 1852.
BENEFICIO 1)3 ACTOR HKH.NAHIil.NO DE
SVNNA.
Subi- scena pela primeira vez o apa-
ratoso drama un 3 ac'osqu tem por titulo
Hariadaiu Barbaroxa.
Terminar o espectculo com a nova e
graciosa fsrga que tem por titulo
Oh que a puros.
O N0IVOEM .YUNGAS DE CAMIS*.
lie este o di>u lmenlo q io o beneOciado
tem a honra do pela primeira vez apreaeo-
taj a seus migus, e so respeilavel publico
Jn quem espera merocer prolecv'So e indul-
gencia.
Principiar 8 horas.
~
Fubcacdes Iliterarias.
ELEMENTOS
DI
Bomatopathia.
Sahioa luz a segunda parte desta obra
composta pelo professor homceopatlia Gos-
set Rimont. Recebem-se assignaturas para
a obra inleira a 8,000 rs., no consultorio
homceopathico da ra das Cruzes n. 38. De-
pois da publicarlo da terceira parle, o pre-
co ser elevado a 8,000 rs. para aquelles
que nSo tiverem assignado. No mesmo con-
sultorio, acha-sea venda tudo quanlo he
iiecessario para o estudoea pratica da ho-
moeopathia, como seja : livros impressos
para historias de doentes, regimens apro-
pnados para a provincia de Pernambuco, e
enearrega-s e de mandar fornecer qualquer
oncommenda de medicamentos homceopa-
thicos, tanto avulsos como em caixas, em
glbulos como em tinturas.
No prelo : paiAujcHesin dos medicamen-
tos lira-ili'lliis.
Eewinos de anatoma e phiiiologia com es-
tampas, para os curiosos em homoeopathis.
Roga-se aos seohores assignsntes o ob-
sequio de mandar receber seus exempla-
res no consultorio homceopathico da ra
das Cruzes n. 28.
TKaTaMENTO homeo-
!>ATHlUO.
DAS MOLESTIAS VESEBEAS,
e conselbo aos doentes para se curarem a
si mesmo, sem precisaren! de medico,
pelo professor liomoaopatha
Gosset-Bimont.
Sahio a luz e aclia-se a venda oo consul-
torio homoeopathico da ra das Cruzes n.
28. pelo preco) de 1,000ra.
Uistoiia Universal
Resumida para uso das escolas communs
dos Esta los-L'nidos da America do norte
oor Pedro l'orltiy, traduzida para uso das
escolas do Brasil plo,desembargador Lou-
renco Jos Ribeiro : subscr*e-se na livra>
ria da praca da independencia n. 6 e 8, a
cinco muris por cada exemplar eocader-
n.do.
Avisos uiaritiuios.
Declramelo
ni mais regulatidade na procura, por quanlo o. Drflidente da provincia, manda
rea de 1200 ..ceas mudarainde maoa actual- Dub,r/C0 qUe nos dias 5, 6 e 7 de abr
raco alguuia nos precos pe honte.n aa veadas p. i1 ._ .4 ,.-. ,. ,.r >r
u. nl FmelM'de M" ao recebimento do expresan lelegrapblco 5ue mesmi thesouraria, a quem por menos Uzer
1 dito ditas dito : a Luir da Costa.
Achou-se hoje nesta freguezia em
Fura pe Portas, adente das ultimas casas da
ra do pharol, sobre urna jangada, a roupa
de dous individuos, constando de camisas,
Calcas, aquetas, coletes, lencos, meias, cha-
peos e lencol. ten lo em urna das camisas a
marca de tres iniciaes J. M. C que nSo se
sabe de quem seja ; suppundo-se que os do-
nos tendo ido lomar b.nho na praia do Urum
se teriam sfogado : quem dimito uver a essa
roupa apresente-se na subdelegada de 8.
Fr. Pedro Concalves para Ihe ser entregue.
O lllm. Sr. direclor das obras publicas,
em virtude da ordem.do Exm. Sr. presidente
da provincia do 14 do fevereiro do corrente
anno, manda fazer publico que lem de ser
vendidos diversos objeclos pertencenleas
obras do palacio, do comi e dos armezens
las obra, publicas, constando de grande
i'iircoo de ferrag -111 usadas de portas, e cai-
xi I los, ponas, polladas, e madeiras velbas.
urna pmcao de tinta; o oulros differentes
objeclos : as pessoas que pretenderen) deve-
rao comparecer na reparlicSo das obras pu-
blicas no dia 6 do correle a meio dia
Directora das obras publicas 1. de marco
de 1852.O secretario, Joaquim Francisco
de Mello Santos.
Para .'conheciment de todos a quem
interessar faco publicar aa copias ebaixo
deste inscriptas. Capitana do porto da
Pernambuco, 23 de fevereiro do 1852.Ro-
drigo Tbeodoro de Freitas, capitOo do porto.
lllm. Sr.Tenho a satisfaca de coramu-
nicar a V. S. para os fina convenientes que
no dia 18 do corrente mez, principiou a ser
Para o Rio de Janeiro seguir oestes g
dias o veleiro patacho brasileiro Espadarte ;
para passageiros, e escravos a frele, Irala-se
com o capito a burdo, ou com Amoro) &
h oaos,na ra da Cadea n. 39, primeiro an-
dar.
S'ara Lisboa.
Segoe em poneos dias o brigue portuguez
S. Domingos, por ter quasi complete o seu
carregauento : ainfla receba carga e passa-
gii os: a tratar com o capilBo Manoel Goo-
calvos launa, na cun o coosignstarin Joa-
quim Ferreira Menles GuimarBes : na ra da
Cruz a. 57, 2. andar.
l'ara o liio de Janeiro vai
saliir com a maior brevidade pos-
sivel, o patacho nacional Alegria :
para o testo da carga, passageiros
e escravos a frete, trata-se com
Novaes & Compauhia, na ra do
Trapiche n. 34'
l'ara o '.io de Janeiro.
Sihe com muita brevidade o pa-
tacho nacional Bella Aila : para
cargs, passageiros e escravos a fre-
te trata-.ie com Manoel Alves
Guerra Jnior, na ra da Cruz n.
4o, primeiro andar, ou com o ca-
pito Manoel Jos de Senna Mar-
tins, na praca do Commercio.
Fara o I* io de Janeiro o bri-
gue nacional Kecife que pertende
sair no dia 8 de marco por ter a
tnaior parte do carregauento
prompto ; quem no mesmo quiter
carregar ou embarcar escravos a
frete dirjase a ra do Collegio n.
17 segundo andar, ou ao capitam
Manoel Jos Uibeiro.
Para a Baha sai em poucos dias a esou-
ni Tentador! forrada e pregada de cobre
para olrejlo da carga trata-ee com raovaes &
Coinnanbia : na ra dtjTrapich^i^H^'^^
Leilao.
-. O correter Miguel Carneiro, far leilSo
do da terca-feira, 9 do corrente,as 10 horas
da manilla, no seu armazem, na rus do
Trapiche n. 12, de muilos trastes novos e
usados; loucats, vldros, candieiros, ralogios,
selins, pistola*, urna rica mesa de pedrs, so-
bre ella acha-se desenhaJo ceia larga com
a',
F

o
?
/
i
4
> -
1
MUTILADO


*
jodcs o apostlos, umi oollecco de qua-
d'o. contando a historia sagrada, outros
mu'tos objectos que 1 pena ser arrema-
tado. ____________
Avisos IlVtlSOS.
aTtemca.
Jos Pradlnes, rutileiro irmoirn, estabn-
leci lo ni ra Nova n. 36, tem a honra de
participar ao resrJet->TBl publico, especial-
mente a o seus freguezes, que receb-u pelo
nsvio Havre.recenlemento chagado de Fran
(a, um completo n escolhido sorlimento de
tasouras de cutilaria lina, para alfaiate.para
Cnalura e para bordados, tesoaras de unha,
dimitas a cu'vss, ditas de cirurgia e todos
os instrumentos proprios para ope-acOol
medicaa, t*souras para jardim, caivetes de
urna o mais tullas, para panna e de alg-
beira, frelos, rabes de ac pulido e pratea-
dos, de to los os felllos e di trenles mode-
los, esporas de a co poli do de todos os fu-
tios e igualmente prateados, plradeiras. ca
^
Irmanda le de S. Jos d'Agona.
O secretarlo da irmandade do glorioso
patriiroha 8. Jos d'Agonia, erecta no con-
vento dn nossi Senhora do ('.armo, cun pria-
do com as dispusieres da mesa geral con-
vocada ulllmamenleno di 29 de fevereiru
prximo pastado, para o flm de se effeotuar
a edificacao das catacumbas no ceroiterio
publico, pelo presente avisa a todos os
irm0osde ambos os sexos da referida irman-
dsde, que devnm prestar-se para esse fin
comsuas esmolasque dlclarom suas gene-
rosidades, n.lo sendo menos da quantla de
5,000 ra., porque assim ser o.meio adequa-'
do paras conelusflo de urna obra toda ne-
cesaaria a mesla irmandade ; asim como,
lem mais deliberado que. lodos squelles ir-
mlos que nao silo remidos, hajam de o fa-
rer, eulendendo-sa com o secretario a fin
de seren melnnrmenle orientados sobre o
goio dos indultos < do, e tenham contribuido com a complan-
le yunta resorvaila adillcacao ja referida ;
porque ao contrario (To deixarao lano uns
comoouiros de gosar dos sufragios cpmo
J '*ETT VuTuiri.-. li corno ouirus do gosar dos suu-agios cpmo
becadasi de carro ou eabriolel. erros de ,r- rfo Q previ,eg0 Ja por
ranear denles sorli l..s da superior qual.la- ecimenl0 ou da seus fllhos menores
da. carie.* com ttrTMWtl.wrmlm.1%^,^ na.celacue.bM, massim
navalhasde superior quali. ''/D<,l*"rl"''9'Ler8oem ovas no So, cujas despez.s ser*
e todoa os mais preparos de cafa, escoletas
da prnneira qualilsJn, at aqui nunca viu-
das a este meresdo, da marca G, fumas,
sortldas do molas de seo ; e muilos ouiros
objeclos de ulilldade para uso domostico e
ger.l do publico; bem como faz amol de navaloas, lesouras, e ouiros instrumen-
tos cortantes, as tercas, quintase sabba-
dos, e uxeeula qualquer obra tendente a seu
O (lirio
Jos Saporite, negociante eslabelendo
nesta cida le com ascriptono na ra do Tra-
piche Novo, n. 18, faz scieme as pessoas a
quem p09*a inleressar, e aosSrs negocian-
tes desta cida le, que 'lio se acln legal......i-
te nomeado agente das companhias de se-
guro martimo de Cenova, nesta me9ma ci-
dade, sendo que por isso esl mun do dos
precisos poderes para rttervir judicial o ex
""trajudiclalmente, em lodos os actos e nego-
cios que as mesmas companhias disserem
respeito.
- OernarJino Ferreira dos S.ntos Cui-
mardes, subdito portuguez, retira-su para
Portugal.
Maooel Jos dos Santos, embarca para
o Rio de Janeiro, a sua escrava, de nomo
Maris.
O Sr. Antonio Jos da Silva Guimaraes,
queira annunciar sua morada, ou dinja-se a
i ijii deata typographia.
-- Jos Alfonso Moreira, enbarca para o
Rio de Janeiro a sua escrava Mina de
nacSo.
Alugs-se olerciro e quarto andar do
sobrado da ra larga do Itozario n. 36
or conta da irmandade sende nessa confor-
miiiadeentendido nicamente com os pas, e
nSo com os flihos : avista do que osente-
ressados dev-rto deng.r-se a ra das Flores
casi n. 9 das 6 as 9 da uiani.il, e de 1 as 3
da tarde.
S. I'antaleao no Monteiro.
Depoisda feslividade do glorioso Martyr
S Pntatelo,cuja celebracSo lem de ser rea*
lis.ila no da 7 do crrele na sua capella
do Monteiro, havere lugar um jantar pelos
devotos do mesmo sanio dado a SO pobrrs ;
aos quaessera tambem nessa occasiao dis-
tribuida indivi lu .Imenta urna esmnla pecu-
niaria. Adverle-se que u juntar sera dado na
casi em que estiver inscripto o nomeca-
ridade.
Suspiros poticos de um dester-
rado.
Com esle titulo acaba de sabir i luz urna
pequea brochura escripia em verso portu-
gurz. na qual respira o fogo rdeme do pa-
triotismo de que ha animado seu autor, jo-
ven lisbonense residente nesta cidade. Ita-
commenda-so esta obrasinha ao benvolo
i.ublico, principalmente aos portugueses.os
quaes como seu autor estilo cirpin io longo
jo patrio solo asaaudades que a lembranca
delle faz despertar. Vende.se pelo inolico
preco de I,0u0 rs. cada exemplar : na luja de
miudazas do Estima no aterro da lloi-Visia.
0 autor da onra cima aproveita esta oc-
caiiao para, por meio da imprensa exprimir
o odio eterno que consagra a esse seu indig-
penna
Precisa-sede urna prela, para o servi-
co de casa de pouca familia, saben lo en-
gommar: na ra dos Copiares, sobrado nu-
mero 4.
- No dia 30 de fevereiro dessppareceu
um esoravo da Jos Antonio Corris Junio--,
de nome Jos, de nc.o congo; estatura
baixa, corpo grosso; representa ter 40 annos
de idado; levou calca e camisa de alpodao
azul: quem o pegar queira entrgalo no
fundo da igreja do l.ivramemo, na luja de
sapateiro de urna s porta, 4 Manuel lapin-
dpla de Mandones, que recompensar o Ira-
bllho.
Prerisa-se de um criado de qualquer
ida lo : na ra dos (juaneas n. 1, primeiro
andar.
Avisa-se as pessoas que tem penhores,
na venda sita na >ua da Calcada n. 9, hajam
de os tirar no praso de8dias, do cuntrario
serio vendidos para pagamento, e s se en-
tregar o que se I lies restar.
Aluga-se um sobrado Je dous sn lares
e soto, forrado do msdelra o papel, silo na
ra da Cadeia do Recife, n. 15 : quem Ibe
convier procure as chaves na mesma rua.ua
loja da Cambio do Sr. Silveire.
Tend.ro abaixo sssignado sido colecta-
do om 24,000 rs. no primeiro semestre de
1851 a 185-2 o indo agora pagar aellieexigi
40,000 rs. por assim estar lancado (disseo
Sr. Pereira da Silva); vio-so o annunciante
ohi ig.do a pagar a relerida quantia para
evitar mais prejuizo; tem o annuncianie
'
3
Precisa-s de um feitor. para o sillo de
A. V. da Silva Prroca, em Bemfloa : a tra-
tar no mesmo lugar, ou na ra da Cadeia do
Recife n. 42.
Aluga-se um sitio na Cruz de Al-
mas, com bastantes arvoredos, baixs para
caidmecasa da vivenda : a tratar, na loja
de Manorl Luiz Concalvcs, na ra da Cadeia.
A pessoa que tem em seu poder urna
arvorede geraeso da familia do instituidor
do vinculo da quinta deCantim, em Poitu-
gal, l-nba a bondade de a man lar eniregar
na livraria ns. 6 e 8 da prac da Independen-
cia, que omito se agradecer.
' llumphrey H. Swcft, cidado smerics-
no, relira-ae cum sua familia para forado
imperio.
-- Precisa se deolciaes decharuleiros !
na rus da Gloria n. 37.
A onra do II is.ni..i Pedro II, precisa do
2 olTiciaes de pedreiro, quo saibflo b -m o
Ofllcio : os que se quizerain engajar compa-
regnin no dia 5 do crrente, na mesma obra
as 6 horas da mantisa.
-- No domingo a noite cabio da cabeca
deumprelouma toalna de lavarinto com
bicos, viudo elle da ra da Cadeia para a do
Hozaijo: quem aohou, querondo restituir
podo leva-la a ra do (jueimado n. 16, que
sera recompensado.
I'ordeu-se nm meio bilhele de lotera a
benelicio de um hospital as aguas vi.tuo-
sss >la campanlia n. 5,393 com a seguinlu ,
aakignaliira : M. I. Souza, e pede a todas as'ff lulslcius <* na profl^sao :; J
leixalo da bije'ein di'antade vender agoar-| pessusque pagam premios destas loteras,, m pode -i r procnrnrto a qual* #
_____I gaj-B?BBJPja.
rcziilindo na ra Nova n. 19 primeiro an-
dar, sonde estar senipre prompto a qual-
quer chamado, desde s 9 huras da manli.ls
at as ? da larde; o annunciante encherta
de um a todos os denles, que por isso tem
um-completo sortimento de denles artifi-
ciara, incorrutiveis e de porcelana,mu der
lirados e do ultimo gosto ; e tolos oa mais
accessorios tendentes a sua proficuo, sse-
vetando a to las as pessoas que se quizerem
utilizar do seu presumo que nSo exige pa-
ta slguma, nflo Qcando os denles bem pos-
tos que nllose posss deferenesr dos proprios
naturaes, e podendo-ae masligar com os
meamos lo la e qualquer copilde sem gsniir
a monor Uor nem ter receio de os quebrar,
tambem chumbaos denles naturaes luta-
dos da caria com ouro, prata e melal bran-
co, preven i n lo a-im a conlinuacJloda ca-
ria, dores e mesmo evftaodo por isso a for-
ma de passsr a ca. a dos denles 'uredos para
us "olios sSos ; tsmbam lira pedrea on ca-
rias dus denles em geral, que tanto os dam-
iieflca e coopera para omoalitoda bocea,
nao sendo tirado : o annunciante a 10 an-
nos que exerce a sua prufiscSo onsla ci la-
de, e os muilos exemplos quo fem da lo
nesse longo tarnpo, sera quanto bsta para
se garantir. _
*#?
9 Paulo Oaltjuoux, leiitlsta
# franceji.olTci-cce seu prest-
mo ao publico para todos os "
no Ferreira arina ao resp^itavel
publico, que a lotera a beneficio de
um hospital as Agoas Virtuosas
da Campanha, corren em 37 de
fevereiro desle anno, e os billietes
e cautelis da mesma loteria estSo
rnente a venda, na nraca da In-
dependencia n. 13 e id, loja de
calcado do. Arantes, e na ra da
Cadeia do Hej:ife n. 46 loja de
11.nido/, is de Jos fortnalo dos
Sanios l'orlo, e so pagos sem des-
cont elgum todoa e quaesquer
premios que sahirem nos blhetes
e cautelas, vendidos as lojas ci-
ma mencionadas logo que che-
guem as listas.
Bi Hieles
Meios
Quartos
Uitavos
Vigsimos
Ven l^-so 11 mi
- *
fallar na botica de Barlholorncu Francisco | o cumpalriot, que ousou^egar na
de Souza.
O Sr. acadmico Francisco de Arsujo
Barros, queirs por obsequio apparecer na
ra da Malhias Ferreira, sobrsdo n. 6, ano- he digno de censurs, nao compete ...
gocio de seu oteresse. 1 aventureiro como he esse vil portuguez, da
Roga-seaoSr. Bernardo Luiz Ferreira, 1 os ecusar, escrevendo contra ellos oque
queira apparecer em Olinda, na ra de Ma- sua desordenada in-nie llio suggore; e as-
Ibies Ferreira. "alm prslicando nSo so se enche de lama o
Aluga-se um sobrado de om andar, ou '. desprezo. como tambem cobre de Opprobrio
mesmo algum andar, as snguinles ras : o psit onde iiasceu. Como portuguez e nas-
Cruzes, ijueimado, aterro da Bos Vista, Ca-cido em Lisboi onde elle diz lar tambem
deia de S. Antonio, Itozario, paleo do Car- [nasciJo.as suas faces se coram de vergouha
mo e Nova : a tratar na ra da Cadeia de S. l-mbrando-so quo he um portuguez, que he
Antonio n. 9. i um patricio seu quo procura desacre litar o
-- Francisco Moreira da Silva, embarca'seus compatriotas aos olbos dos brasileiros,
para o Rio de Janeiro, o seu escravo pardo [ que lo hospitaleiramenti os recebern em
de nome Alberto. :seu seio. O autur das poesas nao pretende
amada Cruz n. 52, exisle urna carta de maneira alguma defender os seus compa-
c urna enoommnnda para o lllm. Sr. r. Po- trilas, porque Iho faltain os meis necessa-
lycarpo RodiiguesLadeia Lime. rius pra isso, visto a nalureza nfio oler do-
Na nuute do dia *do crrente, perdeu-lado da eloquencia para poder conlunuir
si da ponle do Caxanga, a Passagem da esse misero pedante; porm quiz lu so-
Magdaleua, urna crreme fina d- relogio mente mostrar ao publico anda que unuer-
tendo no meio urna pequea i-assadeira com : fritamente, o seu profundo reseiilimeuto
duas [equinas torquesas, e na ext'emldade
lente de produccao brasileira na taberna n. e sendo que no ddo bilhele faia premio o
21 da ra das Cinco Puntas pelo que j re-j nao psgarem senao ao abaixo assignado.
quereu ao Sr. administrador para mandar, Manoel Jos de souza.
eliminar oanndneianle da lista dos colee- Sitio no engenlio.
l.d,;eofazcertoaoSr.en.preg.do,encar:| ^ mgmtm Afon a,t .UruCUi ni um
iier hora e m sua easa, na
a ra larga doKozarlo, 11. a,
r* segundo nnilii''-
i-sm-i jc* 99999 P^i
gento que a circunmlnha. Ca le-9editosi- "** """ Atagao, 11. I'2,se-
lioa quem corci.rar a safra criada, que re- guinlo andar, copia-so cun ii'iloi
zuiuo-seser.leiiia.sd900paes:quempnr-:-o qu.,|,ler pape| em milito boa
lano o pretender, dirja-so ao mesmo sitio, I ', 1 |>a|c.
ou no rngeuno refenuo. eltra e por preco commoilo.
(jueni annuuciou querer comprar um -- Ainla esta para se alugar o s ibra.lo le
cas. .orre. s,U 00 b ,ro le Sanio A, onio gehm em |(om usj a u tQ aruluZeaJ om ,,,, ra A n 9t que re* es.
a qual lem alguna commodoi, WMWft10i 67( ,, ru, Nua. n, ', vlveiroB,, com bona
guinho, OU tambem se vende havendo quem
queira comprar : tem de frente 35 palmos e
de Trente ao fundo 225 : a iralarua ra da
Praia hecco do Carioca n. 9,
Ouein quizer comprar urna pequen
por preco muito em cunta, dir.ja-se a ra __ A|Ug,.se um, ecr,v, b0, pngomma-
uireila ... 61, segundo andar. Idaira o muilu bo, para o servico de urna a.-
- (Juem precisar de um c.ixeiroporlu- ( 0 com c,ini,clll dB s,hlrvM 8 uris ,,.
guez para venda, o qual lem b.staula .ral|i | nianj|(|> 0 r,co|h,,f.so as 6 u9 Uril0 ,
ite, e mesmo a p:eleniler> ,|,rlj,.se a rua doLivramento
ID. IV, ou na Paasagem passando a (onlezi-
para pBdaria, p le dinglr-sa
venda
a ruaDireit*,
quina .
coinmi) los, 111 s im para grande familia, por
mmlico prego o al-.guel ; que n o preten-
der, uirij.-sH a voml* porbaixu do mesmo,
qo sellar com que. iralar.
Aluga-se um sobrado de un andar com
2 sol3o, na rua imperial n. 29, com com-
'--------- r- w -.- ,,0, 11. 1 i, OU IM l'd&SUKUlll PASS'.IIOO | "IO O/. 1- 'J -O l I : [ M TUa llllllUriHI 11. -U. UIHI U'.'l*-
inda n. 95, que Ohar flm^"rl niia, ou sobrado qua lem pona.) de ferro. modos p.r. gr-nde f.inilia. quintal, carim-
- Aluga-se o lercPiro andar i n oa __ Nj dja |Q uocorreille( 8e na ue trre. e t*0. os p.etenden'es, di.ijam-sea
a do (Jueimado n. 9 a tratar diiwji. | em u|limi ni (||i d(ig sobrado n. 27' **& "* o escravo Luz, pertencanta a Ignacio Jos
do Mallos: a tratar no segundo indar da N |t|rr04( ^ ^^^ ue J(ls All,ao ,,a
l9S- lAndrade, escrivao Cunha no valor de
para cobiir do epithelos us mais injuriosos -. Precisa-se de um escravo, para o serv- ofl()
seus compatriotas qua aqui residem. S.i o |co externo de urna casa do pequea familia,
comportamenlo dos porluguezes no Brasil por aluguel, ou cnuipra : na ma estroita do Precisa-s
se de um amassidor: na pa-
., dara da rua larga do Rnzario n. 48.
- Dawjt-M rallar com o Sr. Pedro Jos Miguel Estevas Al.os com casa de ar-
Alves Corris : na rua da C.deia do Recife macOes no ba.rro do Kecifo, n rua do En-
11. 31, a negocio de seu iiileresse
Aluga-se urna casa terrea
com bastantes commodos para qual-
quer familia com quintal grande
murado, telheiro e Torno, proprio
para se estabelecer padaria, no
becco das Barreiras, com os lun-
cantamento n. 4, lembra aos Srs. arre nalan- .
les de carros fooebres, que fui desnacessa-1 dos para a cainho.i: a tratar no
no f^zer publico que no Ihelinha.n cedido j 8jerro Ja JJoa Vista n. 63, primei-
0 mesmo hair'O por quanio ja do todos era .
sabido. O me-mo faz p iblico que como al 1 TO andar.
aqu se encarrega de qualquer enterro, ti- j () Sr.Bernardo de Albuquer-
uma ancora o cacoleta .le ouro, chave e si -
neleda dito, podra verlo e urna pistola de
prata gavalnisada : quem a ada 1 ole le-
var a rua do Livrameuto n. 20, primci>o an-
dar, quo ser gratificado generosamente.
Ceorge Chadwick e a sua familia, sub-
ditos britannicos, ielna-n-.se para a Ingla-
terra.
A abaixo assienada, comoenventarian-
le do casal do -en finado mando Canuto Jo-
Velloso da Silveira, declara aos cedon-a do
seu casal, quo por desbucho do lllm.'Sr. |)r.
juiz de nrpl.3 .a, Ihe fui declinada para o co-
~trerdeiro Mino 1 Leoncio Velloso da Silvei-
ra.a obrrtCSode pagar todas as l.vi l-s 8US .
passivas do oasal; em virludo do que, so nao mu os Verdadiros survules
responsabihsa pela morosidade, ou falta dos 12a lUS os dls n0lle.
cu.itra t-sse vil reptil que diz ser purtuguez,
e que se jacta de propagar ideas 1..0 infames
ealeivus.s, acarretando Sobre seus cuinpa-
Iriolas o odio dos brasileiros, e cobrin Jo-se
elle o.e, n do ruaior desiirezo que lhe vo-
taiain lodos os houiens sensatos.
Col da Europa.
Aterro da Boa-vi .la o. 36
O proprietariu do caf da Europa tem a
honra de prevenir o rospeitavol publico, e
principalmente aos seus f.eguezes, que o
seu esiabelecimento acha-se aborto desde o
dia 4 de marco, nelleaoenconlia todo 0 do.
refrescos de lo lasas qualidades, assim c .mo
cal -uiioi ou lo .las as tories, e jugos diver-
sus ; ludo Uto a inheiro vista; ssim co-
a moda Irance-
roesmos. Ma.ia Leopoldina Cordeiro da
Silva.
-- A cavallrice junto do hotel' commer-
cio eeta provida da ptimos cavallos bem
gordos, e novosarreius para pssseios ; tam-
bem lem bons quartios castrados e passei-
ros, os quaes se alugam para viagens
A pessoa que sa reinar para o Rio de
Janeiro e pr. cis-r de um criado para levar
em sua cumpanhia, iiija-sea la da Palma
n. 1.
-- O moco que annunciou no Diario de ,Companliou
qulrita-feir. ..uerer ser c-.xe.ro de venda, l^J m ,,a Mg,la|el
qi eren lo lomar conla de urna, dinja-se em
Olinda na rua de Malhias Ferreira n. 1.
Preciss-sa de duus feilores para enge-
nho, preferindo-se serem das ilhas : no lar-
go do Livrameuto 11. 20, achaiOo com quem
tratar.
Domingo, 7 do corrent, segu para o
Itin de Janeiro o patacho brasil-uro Dous de
Marco, recebe escravos a f.ele, para os
quaes se Comprometle dar bons commo los:
os pretndanles dirijam-sea B'ailhar&Oli-
veira, na rua da Cadeia do H cile o. 12, ar-
mazem.
Precisa-se de urna ama que
t<-1.lia Iidiii leile : no aterro da
Boa- Vista n 58.
~ Dessppareceu da encadernicSo que di-
rige o padre Lemos, na rua do Cullegio, a
colleccSo completa e encadenada do peri-
dico Artilheiroa, cuja capa anda esl por
acabar : margem de um dos nmeros ha
escripia ui.a nota da typographia em que
fui impresso esse peridico, signal qua o
'faz por di-in us conhecido. Itoga-se a pessoa
a quem porvenlura haja esta collecc.1o de
s r offerecidt, a queira levar ao dito padre,
que, alem de gratificar, ficar muito agra-
decido.
fia iinprenaa de msica da
rua Pella n 28, imprimi-se a
rica modinha cun acompa-
nbaii.cmo para piano.
Preco 1(280 ra.
Nao le lembras meu amor,
Do noaao beijo primeiro
Desae beijo que .ellou,
Moiso voloderradelro.
Quando delle me record,
Lominovido eu escreineco,
Qultera, me bam, dlier-le :
Guarda-o que cu o nao inerrco I
Eaia bocea de coral,
Easa roza em rosto anglico,
Fue rizo de Innocente,
Esas rosta, ene olhar" aellico.
Macular-ae nao detiam
Pelo meu balito Impuro?..,.
Mas, meu aojo, o meu amor
Ue iarveuie, be noto, be puro
-- Quem livor um bilbir em bom estado
para vender ou para alugar, annuncie P'Ta
ser prucurado, ou Irala-se no aterro da Boa-
Vista 11. 26, nu caf da Europa.
-- O hotel Torras mudou sua residencia
de Santo \ un. i. para o Monteiro, e acha-sc
pi omino a servir aos seus freguis cun lu-
do o asseio e presteza ; e ao romper da au-
1 ora do domiugo, acnarSo a ba mo de
Vacca.
-- Quem foro dono de um cachorro d'a
ni um malulo desle a
; paasagem da Magdalena al S. Loureicoda
Malta, dando os signaescaitos apagan 10 as
desbezas, dirija-.-e 1.0 lugar a cima a fallar
com Manoel Joaquim Pereira da Silva.
Aluga-se urna sala cun duus quartos
na rua l)ireita,propri.) para homem sulteiro:
a tratar na prafa da ludependencia 11 12.
-- Piecisa-se de urna ama, que s.iba co-
zinbar o diario de urna casa de pouca fan.i-
lia : na travessa da rua d > Vigario, loja de
barbeiro n. t.
Carros fnebres.
Pateo do Hospital n. 10.
Os contractadores tem nula 10 seu etta-
helecimeiito para a cocheira do patao do
Hospital n. 10, ondeacharao ornados os car-
ros de 40, de 30, e de 8,000 rs.; a este us
contractadores furnecem caixaode conJuc-
cSo, e de madeira para eulairamenlo. Na
mesma ha de venda caixes de madeira : oa
outracladores se encarregain da ornareio
anjos e defuntos, assim como de fornece-
rem s cora que for precisa.
Aluga-se a casa terrea defronte do
quartel da Soledade, por 8,000 rs. 111 lisie-:
a Iratar na rua da Cruz do Itecifa n. 12; bem
como o segundo andar do sobrado n. 42 ,
sito na rua da Senzalla Velha com g-ande
solflue bastaotes commodos, por 15,000 rs.
mensaes.
Est justa e contratada a compra da ca-
sa sita na rua da S. Amaro n. 32, na fregue-
zia de S. Antonio, pertencente a senhora Ma-
ra Semianna ; se ha alguma duvida sobre
a mesma, hajam de declarar neslcs 3 das
por este Diario.
Precisa-se de um preto, psra o servico
do butequim da rua Nova, qua soja fiel e di-
ligente.
Passn portes.
Tiram-so passaportes para dentro e fra
do imperio, e despacham-se escravos, tu lo
com muita acllvidade e preso omaiscom-
inodu possivel: a Iratar na rua do Kangel
n. .
A padiria da rua do Cotovello n. 29 ,
precisa de um amassador, para vender p3o
a cavallo, pela Casa Forte e Monteiro, d-se
bom ordenado.
-- Ufferece-se para caixeiro de qualquer
arrumacao, um rapaz brasileiroda boa con-
ducta, de tt a 16 annos, o qual tem pratica
do commercio : quem o pretender, annun-
cie por esta folha.
rar as licencas, econduzr os cadver s para ..-, i..p. ..,..,;> ,,,,,,.
ooernilerioavont.de de seus donos, sem T" ernandes Gama queira man-
es'es teiem o menor trabalho.para oque lem i dar pagara stibscr5ao deste l>Mrio.
todos os preparos uecessanus como sejam
caixOes enfaila los para anjos, pannos neos
Compra-se a casa de um andar silo na
ruado Codorniz n. 16, se alguem se julgas
com direito a ella queira no praso de 8 das
annunciar por este j irnal,
N1 rua do Hospicio 1. 52, precisa-se de
urna ama quo engorme com perfei;So : pa-
ga-ge bem
No pateo da riboira de S. Jos n. 15,
lava-seeeRgomma-se com perfcicfio e ac-
Cel* Engenho perto da praca.' ; P cobiir os mesmos, e pannos de cruz, e (
Arrenda-se, ou venda-si um engenho tambem fo.nece caixes piniados de preto
moento o correte, n.uit) perto da praca : para enterrar ; artnn cono acoa-se a sua ca-,
quem o quiser annuncie para ser procurado, sa prvida de um ludo para qu.lquer um.-
Na ruado Livamenlo, sobrado n 10, cao do igreja ou olllcios, e ludo por mouos
se dir quem da dinheiro a premio. preco do qua emoutea parta. ,
Alug-se um amo nos seguintes luga- Prec.sa-se de uina ama escrava ou for-
res : P.ssagem Remedio, Torre, Capu... que saiba bem engommar, e sa presto a .
Maiiguinho, e Punte d'cha pega-se algum sorv.co man de urna casa da familia; '
-* O __ ul^. .,...,. 1 .... I,.. ... il .una ..... 1 !. ( 1 1 .1
ga, Minen.....u, e PuiHB u ucnoa paga-su b-------y- ----------- ----- ... KUBIJJaiVHRaB
bam 1 na rua do Aragao n. 32, uu annuncie ssio. como tambem d uina 1 .vade,,,, S-rWWaWffiSL... ,
por esta Diario. varella que'lave com presteza : na rua do tj. Marr & IjOmpanllia,
lFUMD)lA"o!
d'rora
Caridade sem limiles,
ScenCa Sem privilegio. .oodireito para iratar do ajusta.
Francisco de l'aula (arnero --Arre.ua-se umsi.io us Afil.ctos.com
opl.ma casa, cocheir-,Cisa para urelos, has-
Leao, reside no aterro da Boa vis- iailtes frucieir.s, nana para epim, quesus-
tin. 16. Onde oiFerece-Se pira lenta anuual 2 cavallus : quem u pretender,
' .. ... dinja-sa a rua Velha 11. 65, para tratar ras-
curar homeopticamente as se-|pejl a0 arri,nuamenll)
gitintes enfermidades e nao cu-
rando nSo tem direito a nenlium
pagamento sendo chamado lujo
no principio da molestia c nao
tomando o doenle nenhum medi-
camento alopathico e mesmo ca-
seiro. Peiimentos de bala, ou de
quaesquer oulros instrumentos ;
grandes quedas ou pincidas por
inaiores que sejam, re-pirando a-
111 l.i o paciente; pleur.zes, os mais
agitse violentos ; febre amarel-
la, desenterii sangunea, bexigas,
sariinpo, e sarnas inda as mais in-
tensas e rebeldes, erisypellas, to-
da moleslii venrea ousyphlytica,
bobas, m'| 1 de que carcter forein;
1 heumatismos agudos, e em geral
todas as mais enfermididcs cin
tempo que possam ser curadas.
-- A'visla do annuncio publicado no Dia-
rio de 28 de fovereiro, em quesadizquno
Sr. Franciscu Machado Freir, pharmaceuti-
co em Gbianua nada d ve, declaro que he
devedur ao aoaixo assignado por urna letra
vencida e protestada em 16 de dezeuibro de
1850, de rs. 1:672,350 e seu premio at final
embolen. Vicente Jos de Brilo
- los Francisco de Lima, t-ndo de fazer
urna viagam a Portugal, ruga a todos acuel-
les que sejulgar seus credores, h.j.in da
lhe aproseular suas cootas do praso da 8
das, para serem pagas.
Peie-se aos seohoiesqueforem credo-
re* de Antonio de Paula Fernandos Eiras,
seja por letras directas, seja por letras as
quaes figure o devedur cmo garante, uu
sacadur, ou por outro qualquer titulo, da
fazer o favor do se apreaenlaiem oom seus
oreditos ao abaixo assignado, na casa de
sua residencia, na rua da Madre de Dos 11.
36, das 7 horas da manh.la at as 9 nos das
uleis, e st o dia 20 de marco correle.
J0S0 Ta vares Cordeiro.
-- Aluga-so e tambem se vende, urna ca-
si com grande sulao e muilos commodos ,
grande quinlsl com arvoreJos, tanque pa-
ra bai.lio, estribara para 2 cavallos, sita na
Soledade n. 42, lugu adame do chufarz, a
cnava acha-se na venda do Sr. Franciscu ,
na esquina quevulta para a estrada dejlo
le Barros, s se aluga com condic3o de fa-
zer cerca a sua cusa.
Aluga-se o terceiro andar da casa do
aterro da Boa Vista n. 4: quam o pretender,
dirija-se 1 rus do Trapiche o. 36, segundo
andar, para tratar cura Silustiano de Aqui-
no Ferreira.
que P-. -
quema tiver e quiser alug-r dinja-se ao. ,|n numerosos froguezes e do oublico
primeiro sitio na estrada dos Afijaos ao em geral, tem heno e.n um dos grandes
armaren do Sr. Mosquita i.a rua du Brum,
atraz do ars-nal de marinha, um
Deposito de machinas,
construidas no dito S'-u oslabeleeimento.
All acharSo us com ra lores um comple-
to sorlimento de m lendaa de canna, cum
_ todus os mellio-amentos (alguna deiles 110-
Larlus Claudio Iresse labncante VOj e origiliae de <>ri>ao e realejo, na rua daS[multoYaoaos tem mostraio necessidade.
i/in ._ J Machinas do vapor do b.ixa e alta pres-
1 lores .1. ig, Jo, uchas de todo tamanho, lano batidas,
avisa ao respeitavel publico, que concerta Climo fuili,|s, carros d inflo, e ditos para
orgito, e realejos por maicas modernas desle, coo,iuz,rTonnas da assucar, machinas para
pa.z, concerla pianuos, saralinas, cachas de moer ,nn i,0ca, prensas para dito, romos
msicas, arordflos, e qualquer instrumento l)]e f(.rr0 ua| 1() aiafarnha, arados de fer-
queapareja, tambem faz obras novas, e tem roja m para vender lealejos a om orgflo da bom la- ra B|(U1U(.ues crVos e port.s para fo>-
manho e bas vzesem cont, ecebeem lr- a|has, e urna inlluidade de obras de ferro,
co instrumentos usados, na mesma casa afi- sera nf4,i0ho enumerar.
Dase p.anoos em cana parlicularesi ^ | pj0 m .s,no deposito existo urna
reci
.. pessoa 111-
Arrenda-sa a propriedade.de santa An- jH||,pnie habilitada para rebeber todas ns
na, com sobra lo. senz.lia para e.-cravos, es- encol,neiiilas, etc. etc., que os annuncian-
les, cunl -odo com a capacidade de suas of-
iribaria, urna excellenie ularia, baixa para
ra. im, \> anl .e.i Je canna, e um bom aillo
com muiius arvnredus ; arrenda-se pelo
lampo que se cunvenc.01.ar : no Fue do
Mallos, a fall.r cjin seu proprietano Jos
Francisco B lem.
ll.ida.na Kouier modista franceza
rua Nova n. 58.
Palo navio Havre recebeu se um lindo sor-
iiiM.nl > das ultimas mudas de.I'aris, a sa-
ber: ricos chapeos da seda de lo las as Cores;
ditos da paliia da Italia abertos, muitu boni-
tos ; cuapeusiniius da seda u de palha, re-
dondos para meninos e meninas de la6
linas e macbiiismo, e pericia de seus olli-
ciaos, seconipromelte.il a fa/e.r esecuiar,
com a mior presteza, pertuicflo. e exacta
coi.l'ormi lade com os mo lelos, ou dese-
nlies, e iustruccrs que lhe torea forne-
cidas. ^^__^__
"a '
Compras.
Compram-se, para urna encommenda
do Rio da Janeiro, 2 escravas crauulas, on
pardas, da 12 a 20 minos, u 1 moleque da 14
a 18 annos : na rita Nova n. 16.
J^* Compram-sa escravos da ambos o
e capolnbosde se'da do melnor gusto ; lio-I"8 """" p. .
resfi ,as, manguitas d.bico para seuhora o quem liver, d.r.j,-soa rua D.re.U n. 17, que
mais moderno gosto, salim a tafatfls da tu-
das as cores ; plumas de cores para eufeitu,
bies da linhu verdadeiro; ricas luucados da
senhora para baile ou thealio ; chapeos Je
moniaria ; lencinhos de seda ; loncos de
rambraia para senhora; florese ra.nusda
llores de laranja, ricas luvas de pelica para
homem e senhoia, cnamalole preto, luvas
nielas para seuhora, fitas de veludo tanto
pretas, como de lo las as'cores paia pu.it.os
e poscoco cum as Dvellas ricas; muio lin-
-los manteletes de fil prolo para quarasma ;
flores e plumas prelas; camisinhas cum
i) runa elioldado; caiu.sinl.as com goli-
nlns borlidasecom bicos; mangas borda-
das do lili), bicos de blonda, casaquinhas
lu-.nras bordadas para meninas ; espaitill.os
para sanhoras e meninas, atacadores para
li 'luis da senil .ra ; na mesma luja fazem-sa
vestidos de casamauto, de baplisadu, tuca-
de mai.ino e de aeniiora, oputiiihus de to-
das as qualidades, com peifeicuu e prego
oommodo ;recebem-se tolos os mezes ligu-
rinos modernos, que impresti a seus fre-
guezes.
AOS UENTES.
J. A. S. Jane dentista, lem 1 honra de
avisar ao respeitavel publico, que se acha
a se oir quam compra
Compram-se garrafas vasiss a 6.000 rs.
o contu ; ua travessa da Madra de Daos ns.
4 o 6 ou na reslilafSo na praia da Santa
Hila- .
Compra-se meia duzia de cadeirag
com assenlo de palna e sem ella, que esteja
em bom estado : na praca da Indepeodeuci.
11. 12.
Vendas.
Loteria do Rio de Janeiro.
Aos 20:000,000 de rs.
Na loja de miudezas da praca da
Independencia n ,'j, vendem-se bi
Hieles inteiros, meius, qu irlos, oi
tavos e vigsimos, a beneficio de
uin hospital das Agoas Virtuosas da
Campanha. .v
Loteria do Kio dW Janeiro.
aos ao:ooo,ooo e 10:000,000 de rs.
U cauteiista Salustiano de Aqu*
23,000
11,000
5,5oo
3,800
i,3oo
pirta do grande siiio do
trraiaLqua fui do finado m-jorManoel Gon-
glves Rod'igues, e huje pertencente a L. G.
R. F.; e aluga-se tambem a casa da Capunga
delrunt do Sr. Lonas, ou traapassa-se o ar-
re idamento de 3 anuos, os quaes esto pa-
gos : a trat.r no largo do terco, em casi do
lll n. Sr. Mello.
Vende-se om rico e grande realejo com
lindas figuras como sejam,cavallaria, iii.u-
laria. daucarinns de corda e oulras muitns
figuras que lae no na occaIAuem que toca
o realejo, por preco commodo : no aterro da
ll.ia-V.-li n. 17, luja da tinturan francoz.
Vo ule se um carro bom e muito em
iint nara pretos trbalharem : no becen lar-
go do Recite, venda que volta para a Seu-
/alla Nova.
Ye ni '-s um v \ ni 1 11 -ii da llallis de
muito bom goslo : nu i >rgo de 8, Pedro or
cima da lujada marcin-iic, segn lo andar.
Custiu, porm>empr.; appareceu.
O novo baraleim, na rua do C>buga, lo-
ja nova de miudnzas n 6.
Nes'a luja vendem-sa as miudrzas, pelos
prec-s seguintes: como seja uin suriimento
expleudido de luvas de pellica, para humm
a 1,000 rs.; ditas de poni ingle**, tanto pre-
tas, eoiii.i brancas, muito novas a 1,500 rs. ;
ditas de fio da Escocia a 300 rs.; dilas pelas
de seda muito superiores al.OOOrs. o par;
ditas muito novas de pellica, para senhora a
900 rs.; ditas da dita superiores, com bor-
dados do varias cores e do hellas a 1,600
rs.; ditas de seda de cores, as mais finas que
tem appsrecido a 1,300 rs.; dit-s pretas de
torca 1 a 720 e 800 rs.; ditas da dito muito fi-
nas, cum balotas a 1,280 rs e oulras mu
las cousas, por preces muito commodos.
O barateiro esl em campo.
Na rua do Cabug, loja nova n. 6, ven lem-
se caixas de curiales trance*'. 70 ra.; pa-
pis da agulhas frauceas, nmeros 1, 2. 3,
4, S, 6e 7 a 40 rs.; dilas de n. 8 a 12 a 60 rs.;
dilas porluguezas para alf-iale a 60 is ; cal-
as da dilas a 280 rs ; buidas du agot a 200
rs. a grosa; ditos .lo madreperola a 560 rs. ,
ditos de di'o uiais linos a 720 rs.
Ue barato que admira !
Na rua du Cabug 11 6, luja no.a de mu
dezas, vendam-se pecas de franjas com 15
varas a 3,000 rs ; ditas da dita muito ricas,
tanto brancas, 000)0 de c es e com hel-
las, pelo barato preco da 4,000 rs., muito
proprio para cortinados, fianjas estrellas
para t oalliasa 100 rs. avara; ha lia los para
toalhas, tondoa largura le I palmo a 180 rs.
a vara e dllo da largura do 2 palmus a
240 rs.
Na rua do Cabug n 6, loja
nova de miud-zas. ven |..m-se mei.s pnta-
las, para homem a 200 rs. o par; ditas mui-
to linas cum lustras, lano para homem ,
como para menino a 280 rs.; muas brancas,
ara senho-a a 280 rs. ; dits muito finas a
10) rs.; dilas de listras 1 360 rs.; ditas pre-
tas a 400 is.
Cheguem ao lualo,
Na loja n. 6, na rua do Cabug venden--
se bicus fr.ncees da diversas larguras, por
precos muito commodos; assim como seja
da largura da 1 p.lmo e mais a 640 rs. a va-
ra; pe.,ios de balis para alisar challo a
320 rs. ; ditos da coco a 280 rs. ; ditos de
m.rli n, muito biiaios, assim como um bo-
nito .-or un -uto de litas de seda, tanto lisas,
como lavradas, por precos commodos ; li-
mas em carretela a 100 e 3) rs e a duzia a
320 rs.; dilas de dilus a 200 rs., e de n. 16 a
60 a 8S0 rs : de n. 70 a 150 a 960 rs. a duzia;
ouveius de lu na lina de maica 1 20 rs.; as-
sim cuino um sorlimenlo de linhai em n-
velos da todas as cores, e urna grandissima
po-(i 1 de 11nu.ioz.1-, que sa vendam mais
barato do que em outra qualquer parte.
Attencao.
Na rua dn C.bug, luja n. 6, ha para ven-
ler um sirtimento de fer'agens finas da cu-
Ularia, como sejam, caivetes muito finos
do 2 f.lhas, com cabo da chifre deviadoa
8)0 rs.; ditos os mais finos que tem appare-
cido, com 6 folhas, p du preco da 3,000 rs. ;
ssim como um sorlimento de tesouras ,
muito finas e delicadas, sondo de diversos
lainanbose proprias para tola a costura do
senhora. pelo baralissimo preco da 640 rs.,
oois quem comprar nlo se arrpenle, pela
sua superior qualidade; lacas e gurfus, por
presos commodos.
(Mi! l senbores noniorados.
Na rua do Cabug, luja n. 6, ha para ven-
der cuto -s dourados com collecQes de
cartas, com ricos a delicados bordadua, mui-
tu proprios paia a joro rapaziada.
Vanita-se uim capa do panno a/ul, fi-
no, muito pcopria par militar 1 na rua Di-
reita 11 72.
Altenco.
Vende-se urna laulerua mgica, con sous
competentes vidros, sendo de iran.ro-ma-
eiVs ealgiimas de fogo artificial, oaugmen-
Kl be de 3 pulais las ate 13, OU 20 palmos,
laoto serve para theatro, como para caaaa
particulares : na rua do Hospicio, passando
o quartel, a penltima casa.
Vendo-se a armaco completa da ta-
berna da rua da CoiiceicSo, no bairro da
Roa Vista, confronte a capella, quein a qui-
tar comprar econtmnar com Igual estibe-
lecimento, aluga se a loja, onde esta dita
armacSo. A localid.dee mdico preco doa-
luguel sao sufflcientes para convida* a
quem quizer vender a retalho : Irata-se no
sobrado da mesma loja, ou oom o procura-
dor Joaqun. Francisco de Mello S.miago.
Na rua das Laranjei as n. 14, segundo
andar, ha ptimos escravos de ambos os se-
xos para se vender, com nabilidadesosem
ellas por precos razoaveis.
Bank* de porco o 400 ra a libra.
Vendo-se banha ae porco a 500 rs. a libra:
na rua do Collegio o. o.
Vende-se vinho de champa-
nhe legitimo e de superior quali-
dade : em casa de J. Keller &
Gompanbia, na rua da Gruz n. 55.
MUTILADO 1


Grandes pechirichas], na ra do
Crespo n. 14, loiade Jo. Fran-
cisco Das, a i4j rs. o corte! !
Riquissimos cortes de vestidos de nissi-
ma seda e delicados gosto, fazenda inteira-
mente moderna, pelo- baiatissimo prego do
14,000 rs. o corle ; ditos de caoibraia seda,
seodo o ruis superior qoe tem apparecido
oo mercado, pelo barato prego de 9,000"rs. o
corte; superiores vestidos do linissima cam-
braia e de cor, com riquissimos babados e
todos os seus pertences, sendo urna peca de
galBoe outra de cordUo, que se d de gra-
tis a quero comprar os vestidos, pelo mui-
to barato prego de 6,000" rs. o corte ; ditos
de cambraia ccm barra brenca e de cor, fa-
zenda do ultimo gosto, pelo haratlssimo
prego de5,500 rs. o corte; ditos de cassa
chita, com 6 i|2 varas a 3,000 rs. o corle ;
ditos muilo linos, Calenda de muito bom
gosto a 3,500 rs. o corte; chitas cabocolas
muito lixas e Unas, cores de cali: e de vmho
a 200 rs. o covado; ditas francezas a 340 rs ;
ditas de quadros escuros, fazenda du ulti-
mo gosto e novos padrOes a 200 rs. o cova-
do; ristadinlios muito lixos a 160 rs. o co-
vado ; cassa chita muito largas e de cores
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AGENCIA
da fundiSo Low-Moor.
RA DA SENZALLA NOVA S. 48.
Neste estabeleeimento conti-
na a haver um completo sorti-
mento de moendas o meias moen-
das para engenho, machinas de
vapor, e taixas de ferro batido e
coado, de todos os tamanhos,j>a-
ja dito.
Antigo deposito de cal
virgem.
Na ra do Trapiche, n. I7, ha
muito superior cal nova em pedra,
chegada ltimamente de Lisboa:
tambem se vende potassa da Rus-
sia, nova e de superior qualidade.
Deposito da fabrica de Todos os
Santos 11a lialila.
Vende-se,emcsa deN. O. Bieber&C., vado cassa chi, mu,l0 largas e ae cores
na ra da Cruz n. 4, algodSo transado da- ixag 2on r8 0 ovj^q. dptka preta muilo
quella fabrica, muito propno para saceos de flna-a 640 rs. o covado ; merm pelo mui-
assucar e roup de escravos, por prego com- l0 Hoo 1800i 2)500, 2,800 e 3,200 rs. o c-
modo, vado; auperior atoalhsdo adamascado de
Vendem-se relocios de ou-puro linho, com 8 palmos de largo, pelo ha-
. ..i. _>.- ,l.., nn na raliasimo prego de 1,600 rs. a vara; briol
roeprata, patente ingles: na ra trnca(lo Je puro lindo, de diversas corese
da Senzalla Nova n. l\1. delicados gostos. pelo barato prego de 1,200
Casa de commissao de escravos. -.vara; riscado delinbo, mmjgmm
Vendem-se escravos e recebem- e ^^^. p.injus de largura, hunda multo
se de commissao, tanto para a pro- propria para ropa de escravos a 200 rs. o co-
. r, ,ru vado; assim como outras multas fzendas ,
vincm como para lora deiia, para que se vender por pre0 mais commodo
o que se offerece muitas garantias doqueem outra qualquer parte.
j 1 *i ,; 1 Moendas superiores,
aseusaonos narua da lJacimDa| Na fundcSo dec. starr& Companhia,
n. ll. primeiro andar. em jS.-Amero, acham-sea venda moendas
Farinha Fontana SSSOSSSSiJ'^'^"
SBSSS7SiSSt'''1m'{Grande abca de chapeos de sol,
Agencia de Edwin Maw. de J. Falque ma do Collgeio
Na ra de Apollo n. 6, armazeui de Me. Cal-
mont&t Companhia, acba-ae conalantemenle
lious sortimentos de talla de ferro coado e
batido, lauto rasa como fuodas, moendaa in- um novo
eiras todas de ferro para animae., agoa, etc Sidos unimos goau, .... -J.'
ditas para armar em madeira de todos o ta- de panmho para homens e senhoras, Mar
maullos e raadellos o inais moderno, machina maguo de baleia e de asso que se venden)
horisoDtal para vapor, com forja de i caval- p0r menos prego que em outra qualquer par-
lo, coucoa, passadeiras de ferro estanbado te ; grande sortimento de chamelote, sedas
pira casa de pulgar, por menos preco queoa e p,nnhos em pega do todas as cor>s equa-:
decobre, escovens para navios, ferro inglez |jdajes para as pessoas que quizerem man-!
tanto cm barras como em arcos folhas, e tudo darcorjr armaQoes servidas. Completo sor-
por barato preco limcnto de ba,eja!i pira vestidos espartilhos;
JJtPOSIIO lie Cal e pOtaSSa. para senhoras, fazem-se umbellas de igreja e
No.armazem da ra da Cadela ESXgtfSS&ff^
do Recil'c n. ia, ha muito supe- se vesdem en porgSo o a retalho, porpregoj Noarmszcm do Antonio Annes, no caos
or cal de Lisboa, em pedra, as- gradara sos freguezesa vista da quaii- da Allandega.
1 j i.- dade.
sim como potassa chegada Ultima-, ^ a da A|fanjeg., e n0 mente, a precos muilo rasoaveis. | armazem do baraleiro joaq&uim Ja d b.ix.sdecapim vendem-sena fundig
1' annha de mandioca. I g., L vende-se furinha on-
- Vendo-se saccas com superior farinha"",a ^""i ",...,,,,.
de mandioca a pregos rasbaveis : a tratar, lona Sbbr e de rllllailelpliia, Ul-
emB i. J. Tasso Jnior ra do Amorrm tmamente chegada.
D., Vende-so um corro de quatro rodas
eposito de cal virgem. muito levie seguro, por muito poucodi-
Cunha & Amorim, na ra da Cadeia do nneiro : na praga da Roa Vista, cocheira
Recite, n. 50, vonde-se barris com supe- 0 frangois.
rior cal era pedra, chegada pelo ultimo .. Vende-se um Torno para padarla, no
navio de Lisboa, por menos prego do que centro da cidade, tendo lugar para morada
em outra qualqner parte. e armazem para lenha, com desembarque
No escriplorio de Manoel Joaquim Ra- na porta : o pretndeme anounciosua mo-
mos a Silva, na ra da Cadeia do ReciTe, rada.
vende-se por prego commodo cal virgem de Negocio vantajoso.
Lisboa chegada no ultimo navio, bozerro de Vende-se o hotel comuiercio sito na ma
lustro, mercurio, linha de Roriz.relroz, Toi- da cadeia n. 13, cornos uteocilios que o
cbaduras do Porto, pannos e casemiras comprador quizer : a tratar no mesmo
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Moinhos de vento
Lotera de N. S. do Livramenlo.
Aos 5:ooo,ooo ders.
Na loja de miudezas da praca
da Independencia n. 4, vendem-
se bilhetes inleiros, meios, qtiar-
hortas
o
delwmn& iic. Callum, na ra do Brum t decimos e vigsimos, a bene-
ns. 6.8 o 10. !- .' jD!h o 1 1 -
Aos pais de fimilias.
Mndeme ra do Livramcnto, junto a bo-,
tica loja da Estrella n, 19, comprar o que em
oulra loja 11'in uchai.ln; btm feitos o fortes |
sapatinlios de pao para meninas a 320 rs. o
par, de couro preto a 360 rs., de marroquim
a 480 rs de lustro a 640 rs., de panno para
Ait \ nos amiucanos.
Vendem-se arados ame-
ricinos, chegados dosEsta-
8 dos Unidos, pelo barato pre-
* 90 de .'|0,ono rs. cada um: na
de 13a.
Rap Paulo Cordeiro.
recentemente ebegado do Klo de Janeiro ,
vende-se ua ra da Cadeia do Recife loja n.
50, de Cunta & Amorim.
No armazem da ra da MoiiJa n. 15,
vende-se cal de Lisboa em pedra, a mais no-
va que ha no mercado, chegada no corrente
mez, no brigue Laya ; assim como mercurio *S rua <] ['rapiche II. 8
docoemcaixinhas de libra cada urna, ludo ffl mmLmm^
jurnicuoi prego doque em outra qualquer !'*'
parte. ade-se
Novos cobertores de tapete a
i,44 rs.
Na rua do Crespo loja da esquina que
volla para a cadeia, vendem-se cobertores
de tapete, grandes e bonitos, pelo diminuto
prego de 1,440 rs.; em qualidade sSo os me-
lborcsque tem viudo no mercado, por isso;
recooimcnda-se aos Srs. de engenho que
quizerem comprar da pichincha, nosede-
morem, porque ja ha poucgs pola estrago
que tem lido.

lie to barato,
Que laz animar ;
QiiL'in vir a pechincha
Nao deixar de comprar.
Na rua do Crespo loja da quina que vira
para a cadeia, vende-se panno fino preto, a
3,000, 3,500, 4,000 4,500, 5,000 o 5,500 rs.
o covado ; duo francez muilo superior, a
6,000 rs. ; dito azul, a 2,600, 3,500, 4,000 e
5,000 rs. ; dito verde, a 2,800, 3,000 e 6.0U0
rs.; dito cor de rap, a 2,600 rs. ; casemi-
ra preta, a 4,8006,000, 7,500 8,500e 10.000
rs. o corte; sarja preta de seda muito su-
perior, a 2,500 rs. o covado; merino preto
muilo bom, a 2,800 e 3,200 rs. o covado cor-
tes de cassa cinta muilo bonitos, a 1,920
rs.; e outras muitas fazendas por prego
commodo.
Vende-se iarinha fontana
muito superior e nova no merca-
do : a tratar com Manoel da Silva
Santos, na rua do Amorim n. 5C e
58, ou no armazem do Annes no
caes da alfandega.
Arados de ferro.
Na (uodiglio da Aurora, em S. Amaro,
vendem-se arados de ferro de diversos mo-
delos.
Superior cha nacional .
em caixiuhus-de 2 libras, e da melbor qua-
lidade ; veode-se por prego commodo, na
rua do Corpo-Sanlo n. 2, primeiro andar.
l'otassa americana.
--No antigo deposito da cadeia velha, o.
12 existe urna pequea porgo de potassa
americana, chegada recentemente que por
superior rivalisa com a da Russia: vnde-
se por preco razoavcl.
Principios geraes de economa pu-
blica e industrial.
Vnnde-aeastecompendio, approvado para
as aulas de primeiras letras, a 480 rs.: na
praga da Independencia, livraria n.6e8.
Cobertores de algodao.
Superiores cobertores de algodSo de di-
ferentes cores, tecidos a dous fios, muito
grande, tem todaappllcagaoem urna casa de
familia, por servir para meza de engom-
mado o forrar camas e mesmo para escra-
vos, pelo diminuto prego de 1,440 rs.: na
rua do Crespo n. 6.
-- Vende-se um cavallo rogo e com todos
os andares : na coebeira da rua da Flo-
rentina.
Cha preto e verde, de superior
qualidade em caixas pequeas ;
Veilas de espermacete de superior
qualidade em ditas ditas,
Fio de sapateiro, de diversas co-
res :
Tudo em conta, no armazem de
Adatnson Hoiwe ck Companhia,
na rua do Trapiche, n. fo.
__Vende-se ou arrenda-se o Engenho S.
senbora a 400 rs., e couro a 480 rs., de se
tim prelo a 1,000 rs.; bolina de lustro para
menino a 5,000 rs.meio bolins para homem,
de bizerro a 4,500 rs., botjns a 6,500 rs., M-
patos de urna sola do couro de lustro para
homem bem feitos a 2,500 e outras muitas
qualidades de obras ; assim como pelles de
bizeno de lustro grandes a 2,880, de bezer
ro francez a 3,200, marruquim superior a
1,760, cortes de tapete requissimo a 500 rs
e sapatos ja feitos, pelles de pelica e mais
ccessorias para queni tem sapateiro : exls-
tom nesta Joja pelo barato. Assim como re-
ceba toda qualidade de encommendas de
calgado, com promplido e acoio para cujo
lim tem bons ofliciaes.
VENDEM-SE ,
Taboas de pinho at 3 palmos de
largo.
Botijas com bom oleo de linh&ca.
Remos de faia de todos os compri-
menlos.
Cimento em barricas e meias ditas.
Tambem se retaiha s tina.
Atrs do theatro, armazem de Joa-
quim Lopes de Almeida.
Taixas para engenhos
Na fundico de ferro de BoW-
&c Me. Callum na rua do
man
Rita moente e corrente meia legoa distante i> naAnrln nrliafari? ronti-
da villa de Igunrassu'com proporges par| Brum Pas9anao Cliaianz, conu
safrejar-se, embarque junio ao engenho; ala-I nua a liavcr um completo sortl-
gados, o outras prP'C0es: quem o prelen-l de (flixas je ferro fundi(Jo e
derenlenda-secomopropnetario no mesmo ..,._ .1
enienho. balido, de 3 a 8 palmos de bocea
-- Vende-se^uperior farinha de mandioca ; a) quaes acham-se a venda por
1S. Malheus, por prego commodo, a bordo 1 1 .
, escuna Mana Firmina, Tundeada defron- preco commodo e Com promptl-
le do caes do Collegio : trala-se a bordo, ou d5o, embarcam-se,
na rua da Cruz n 33, com Luiz Jos deba
Araujo
Vinlio de Champagne,
e superior qualidade : vende-se no arma-
em Kalkmanu IrmSos Rua da Cruz, n. 10
Vende-se urna pequea casa terrea na
Cidade deOlinda, na travessadeS. Pedio pa-
ra Malinas Ferreira toda de pedra e cal ; por
prego commodo na mesma cidade a traz da
Boa- Ora rua do Cabral n. 2.
Siiufto de jNantua aT
800 rs.
Vende-se a historia de SlmSo de Nantua,
a800rs. : na livraria da praga da Indepen-
dencia n. 6e8. .
Azeite de carrapalo da labrica de
Araujo & Pilho, no Penedo.
Acaba de chegsr mais desteja conhociJo
azeite, ornis proprio e econmico, para
uso de candieiros de sala, tanto pela sua du-
rag3o, como limpeza, e continuar a haver
sempro um depozito para suprimonto regu-
lar dos freguezes : no armazem de J. J. Tas-
so Jnior : na rua do Amorim n. 35.
Vendem-se velas de espermacete, em
caixas,de superior qualidade : em casa de
J.Kellert Companhia: na rua da Cruz nu-
mero 55.
Deposito de panno di algodSo da
febrica Todos os Santos da lia-
nina.
Yende-se por preco commodo
o bem conhecdo panno de algo-
dSo desla fabrica ; em pessa, a
vontade do comprador no escrip-
torio de Novaes & Companhia, na
rua do*Trapche n. 34.
Vende-sopfCalhio de tinas a 5,000rs.
da melhor qualidade que ha de barricas, que
se vender a 10 e 11,000 ra.: no armazem
do S. Antonio Annes, no caes da Alfandega.
ou carregam-
se em carros, sem despezas ao com-
prador.
-- Vende-se urna escrava de 30 annos, da
bna conducta, a qual sabe fazer o servigo or-
dinario de urna casa, e se vende por n Jo que-
rer trabalhar no campo : na cidade de Olinda
rua do Cabral n. 2,atraz da igreja da iioaOr.
Cortes de tapetes para sapatos.
Vendem-se superioros cortes de tapete*
para sapatos a 480 rs.; asaim como sapatos
j promptos para homem, ditos do lustro
para- meninas de 4 a 12 annos, sapalOesdn
Aracatya800 rs o par : no aterro da Boa-
Vista, loja decalgados,junto ao seleiro n. 58.
Couro de lustro patente.
-- Vende-se no aterro da Boa-Vista, loja
de calgados n. 58, junto ao seleiro, superior
couro de lustro sem defeiloa 2,560 rs. a pele;
aproveilem que esta so acabando.
Feijao mulatinho,
em saccas muilo grandes e da melhor qua-
lidade possivel ; saccas com gomma ; ditas
rom farinha ; carnauba de primeira sorte;
esleirs novas; lavarintos; toalhas superio-
res; velas de carnauba a 8,000 rs. a arroba ,
e ditas superiores a 10,000 rs.: na rua da
Cruz do Recife n. 24.
Vende-s uro-terreno na rua da Aurora
com 50 palmos de Trente e 280 de extensSo,
tendo caes de lijlo a beira mar, licando en-
tre as casas dos lllms. Srs. CuslavSo Jos do
llego e Francisco Antonio de -OliveRa os
prelendeutes dirijam-se a rua das Turres a.
8, primeiro andar.
Vende-se urna casa, com um quintal
de 50 palmos de largo etalvez 300 ou mais
de fundo, com alguna arvoredos, com ae-
jam : 20 pos de larangeiras enxertadaB de
novo, na Capunga Nova, terceira casa antes
de chegar a do Sr. Carneiro : a tratar no
mesmo lugar, na casa do fallecido Medeiros,
ou no Trapiche Novo o. 4.
Vendem-se 3 moradas de casas terreas
de pedra e cal, ao lado da igreja de S. Ama-
ro, que rende mais de 1 por cento : na rua
das Cruzas n. 40.
menlo que corre impretenvel-
mente no da ia do corrente.
Bilhetes inteiros 10,000
Meios 5,ooo
Quartos 3,600
Decirnos 1,100
Vigsimos 600
-- Vendcm-se amarras de ferro : na rua
da Senzalla Nova n. 4*.
Sapat5es francezes de lustro, para
homem a 5,800 rs. o par.
Continua-se a vender sapales francezes
de couro du lustro, para homem, obra de
ultimo goslo, chegados pelo ultimo navio a
"i.oo ra.J assim como ditos para rapaz de 9
a 14 annos por pregos commodus : no a-
terro da Boa Vista, loja de Calgado n. 58 ,
junto ao seleiro.
Vende-se um bonito piano por prego
commodo, no sitio grande do Sr. ilerculauo
no principio da rua da Soledade, poilo en-
carnado ; vende-se tambem um jogo de t-
peziannas: precisa-sena mesma osa de um
homem quesaiba trabalhar de encliadf.
AttencSo !
Na rua larga do Rozario n 40, loja do miu-
dez is, vendem-se os seguintes livros om
muito bom estado, pelos pregos abaixo
mencionados :
Deccionario Magnum Lexicn 4,000
Dito portuguez o lalim, composigSn 5,000
i.i'ini'l ni 2,000
Salustio 2,000
OragOes de Cicero 3,00o
Geometria, ou Elementos de Rodiles 3,000
Fbula latina 1,600
Selecta 1,600
Eloquencia nacional 800
Crammalica latina 80o
-- Vende-se urna mesa de amarello, com
7 palmos da comprimento e 4de largura :
na rua Bella n. 16.
fiaratissimo.
Vende-se um torre'io na rua da Aurora ja
aterrado, tendo fundo at a rua do Hospi-
cio, e frente 55 palmos: tambem se ver.de
so a rua da Aurora : a tratar na praga da In -
dependencia n. 17.
CEU A EM VELAS.
Vende-se cera em velas, fabri-
cada no Rio de Janeiro, de muito
bom sortimento, e por menos pre-
co do que em outra qualquer par-
le; no escriptorio de Novaes &
Companhia, na rua do Trapiche
n. 34.
Capachos baratos.
Vondetn-se capachos com 3l|2palaios a
500 rs.: na rua doQueimaJo n. 16, loja de
miudezas.
Ricos pesos para suster papel.
Vendem-se muilo bonitos pesos para sus-
ter papel pelo commodo prego de 1,600: na
rua do Queimado n. 16, loja de miudezas.
Luvas de lio da Escoca a 200 rs.
Ao bom e barato.
Caixinhas de desenlio a 200 rs.; 0*1x1-
nhas de obreias de cola; 100 fivolas douradas
para caiga e coleto a 160 ra.; caixas com 500
ilhozes a 300 rs.; tesourinhas muito finas a
720,480, 400 e 200 rs., ditas para unhas a
720e640 rs.; caivetes do cabo do viado
com 2 folhas a 720; agulhas cantoras a 20 rs.
o papel; muito lindossgulheiros de casqui-
iiiio cun um soriimciiio do agulhas france-
zas a 140 rs., s as agulhas vule o dinheiro ;
agulhairos de vidro a 160 rs.; lindas caixi-
nhas di-. Intjn com 25 graupas a 120 rs., na-
da i.lu barato ; ricas caixas de llores a 1,280,
800, 600, 500 e 400 rs. lie lu lo isto ila-se
amostra : Na rua do Queimado 11. 16, loja de
miudezas
Ligas de borracha a 160 rs.,
o par.
Na rua do Queimado n. 16 loja de miu-
dezas, vendem-se ligas de borrocha a 160
rs. n par, nada 19o barato; a ellas que eslSu
se acabando.
Attencao.
Vende-sea taberna da esquina darua do
Cano, com poucos fundos e hem al'reguea-
da, o motivo da venda se dir ao compra-
dor : trata-se na mesma venda n. 2.
Muito tara o.
Na rua do Crespo n. 16, luja que volla pa-
ra a rua das Cruzes, vendem-se linas cissas
l'rancezas a 280 rs. o covado ; a ellas que
-.'i'.i baratas e he para acabar.
Oculos para todas as idades.
Vendem-se oculos pira todas as idades ,
pelo barato prego de 800 rs. o par: na rua
larga do Rozario n. 26, loja de miudezas de
J0S0 Francisco Maia.
Aunis de cornalina verdadeira a
o par.
Vendem-se luvas de lio da Escocia com um
pequeo toque de mofo a 200 rs; a ellas que
estilo ae acabando na rua do Queimado n.
16, loja de miudezas
Miudezas baratas.
Vendem-se carteirinhas com 10o agulhas
francesas de todo o ortimento a 280 rs.;caia
xinlus com 6 papis de agulhas francezas a
240, ditos com 4 papis muito boas agulhas
a 300 rs.; rodinhas coro alunles francezes
a 100 rs.; linhas de peso a 60 rs. a meada,
ditas muito finas a 140 rs ; pentes de mar-
IIni para alisar a 1,280, ditos para tirar pio-
llio a 320, 400 e 480 rs., ditos de bfalo mui-
lo superiores para alisar a 360 rs.; linhas de
carriteis de 200 jardas a 80 rs., dilas de 100
jardaa a 30 rs.; pegas de lita de coz com 10
varas a 320, 360,400 e 440 rs. I)a-se as amos-
tras : na rua do Queimado n. 16,loja do miu-
dezas.
Vendem-se no largo do Livramenlo n.
20, saccas com muito bom milho pelo bara-
to prego de 1,900 rs. a sscca.
1,000 rs.
Vondem-so lindos anneisde cornalina ver-
dadeira a 1,000 rs. tanto'para homens,
como para senhoras : narua do Queimado
n. 16, loja de miudezas.
Cheguem ao barato.
Ricos jarros do porcelana a 4, 3, e 2,500
rs. o par; bonitas figuras de porcelana a 3/
rs. o par; lindos pratos de uvas arlific'aes
pelo barato prego de 1,280; col berra dever-
dadeiro casquinlio para Sipa a 6,000 rs., e
para cha 3,000rs. a duza ; tcuilosuuclo-
res pares de unas para seuhora a 500 is. ;
medidas para alfaiale a 360 rs ; ricas gar-
gantilhas pretascom allliulr, vela, pulce-
ra e brincos a 4,000 rs.; dilog do filagran a
1,000 rs.; brincos de vidro a 160 rs. o par;
lilos de lilagran a 120 e 8) rs.; e olra
mais miudezas que se vende por menos pre-
go do que em uutra qualquer parle : na rua
oo Queimado n. 16, loja de miudezas.
Bonitos padroes de pentes de lar-
taruga, para prender cabello.
Vende.ii-so bonitos pentes do tartaruga
para prender cuello, |elo corninodo prego
de 4,500 e 5,000 rs.: na rua do Queimado
n. 16, loia de miudezas, d se amostra.
Micas imagens chegadas de Lisboa.
Trocam-so as seguintes imagens: -- S.
Dent, 3,000 rs.; S. Francisco, 3,000 rs ; R.
Benedicto, 3,000 rs ; S. Joilo Baptista, 2.000
rs; Sania Margarida, 2.800 rs.; Sania Euge-
nia, 2 500 rs.; Santa Aguida 2,500 rs., o N.
Senhora da Snule, 2,800 rs. : na rua do
Queimado n. 16, loja de miudezas.
Palitos de fogo em caixas de pao a
2o rs.
Vendem-se, na rua do Quoinudo n. 16, lo-
ja de miudezas.
Camisas de meia a 1,100 rs
Vendem-se finas camisas de mia a 1,100
rt, : na rua do Queimado o. 16 loja de
miudezas.
Lindos espelhos de Jacaranda a
>, '100 rs.
Vendem-se muilo bonitos espelhos de jaca-
randa, com columnas e do muito bom vidro
a 2,400 rs : na rua do Queimado n. 16, loja
d miudezas.
Moas e novas cordas para violSo.
Vendcm-se muito novas encordoagOes* pa-
ra viol.o, por menos prego do que em ou-
tra qualquer parte na rua do Queimado 11.
16, loja de miudezas.
Ricas caixas com amendoas con-
k-il nas, a 2,000 e 4,000 rs.
Vendem-se ricas a bonitas caixas com a-
tnundoas confeitadas, chegadas ltimamen-
te de l'ariz, nada 1S0 apreciavel -para sedar
de mimo, e pelo diminuto prego de 4,000 e
2,000 rs.: na rua do uuoiirudo n. 16, loja do
miudezas.

Attencao.
Nova fabrica de chapeos da Sol no atierro
da Bi a-Vista 11. 22, acba-se um grande
sortimento de chapeos de Sol multa
em conta, tanto para homem.como para se-
nhora, como seja de aeda ou de pannnho, a
grande sortimento de pegas de seda ede pa-
panninho para cubrir os chapeos de Sol ja
usado, tan.liom comerla os ditlo peol prego
mas commodo do que em oulra qualquer
e parte com toda 1 romptidSo,
-- Na rua do Crespo n. 16, loja que volta
para a rua das o u/es lia uro lindo sorti-
mento de cinias francezas a 940 rs. o cova-
lo, e outras inteiramenle modernas, com
barra, que polo prego ninguem deixar de
comprar ; vndese tambem muito superior
sarja espanhola pelo barato prego da 2,200
rs. o covado, corles de vestido da barra a
4,000 rs dilos de chitas ingieras tambem
de barra a 3,000 rs. ; o outras muitas 'aun-
las que s a vista do comprador ae p Jo
dizer o prego.
Vendem-so mil caadas de mal, por
orego commodo, dando o comprador oa bar-
ris, ou pipaa, para irem-se eneher em um
engenho perto da praga, sendo as despezas
lenas pelo vendedor: quem quizer comprar,
entenda-se com o raixeiro do botequim da
rua Nova.
Vende-se um sitio a beira do rio, adi-
anto da ponte ducho, com casa magnifica,
tendo adiant grande sala, 2 gabinetes a 2
alcovaa, sala igual atrs, com 3 quartoae
cozinha, terreno com mais de mil palmos
de comprmanlo e grande baixa de capim :
a tratar na rua de S Amaro n. 18.
-- No aitio da Tiempo, sobrado n. I, ha
ma vacca preta para se vender, muito gran-
de a gorda, com I bizerro de 1 mez, muito
bonito, a qual d para maia de meia caada
de leite, o mais su [ene; assim como sapo -
lisdotamanbo ae laraujas grandes, tanto
em fructas, como em arvores para se plan-
tar, e muito bom capim de planta : trata-se
no mesmo sitio.
-- Vende-se um sitio pequeo, com casa
de pedra e cal, planlaa de frucloa, viveiro e
utencilios de venda, ou sem ellas : no Mao-
guinhoo. 35
|Toicinho superior.
Vende-se em barris e as arro-
bas, toicinho de Santos muito su-
perior, por preco commodo: na
travessa da Midre de Dos ns, 4
c 6, armazem pintado de cor.
Vende-se o sitio cnnfronle a capella de
Bolem, o qual tem 1500 palmos de frente e
fundos ale o pantano deOlinda, com duas
grandes e elegautes casas novas, a urna dita
pequea, o sitio tem sudlciente pasto para
15 vareas, bastantes arvorelosde boas fruc-
tas, baixa para capim e excellenle agoa de
beber: na rua da Senzalla Velha, armazem
n. 106.
Vende-se na cavallarica da travessa da
rua Bella n. 2, um cavallo mellado, bom
para cabriole!, o quo so lli.nga, pois ha
bem conhecido; oSo he novo, e tambem nSo
esta das mrlhorcs carnes.
Vende-se urna preta de nago da 28
annos de 1 lado,or prego muito cmodo por
andar a loentada : no pateo da Santi Cruz,
tabernan. 70.
s3T Marmelada nova, 3 i|a libras
por 1,000 ra.
Na rua estrella do Rozario n. 43, vendem-
se latas com marmelada nova, pelo diminu-
to prego de 1,000 rs. a lata da 3 l|2 libras.
-- Veuden-ae sement de coentro de boa
qualidade a 160 rs. a garrafa : na rua do Vi-
gario, venda do J^So Simfies de Almeida; na
ua da Cruz, Manoel Jos Correia Juoiur; no
becco Largo, Joaquim de Souza Pialo.
1,600 rs. o par.
Vendem-se ricas luvas de pellica, coma-
lacaJores de seda, para senhora, a 1,600 rs.
o par : no aterro da Boa Vista, loja n. 58.
Jnilo Manuel Pires, vende sua taberna,
[.sita no becco da Lingoela n. 5;
Vende-se um lindo vioUo de chaves,
marchetado de madreperola, boa madeira,
bem construido o de bonitas vozes, no va-
lor de 30,000 rs. : no aterro da Boa Vala ,
loja do 1,1 /en las de 4 portas n 60.
Vendem-se 2casinhas meia agoas, no
lim da rua Augusta : trata-se na casa 11. 32,
da mesma rua.
Vidros parr espelhos.
Venden-se vidros ova espelhos de lodos
os Umanluis gor pregos milito em contajaV"
casa de K-ikman Irmung rua" dWjz"n. 10.
liscravos rugidos.
MUTILADO L
I 'esa pj a recen no dia 2 do corrente, a
preta Anna, creoula, estatura alta, cara das-
carnada, aleijada do dedo de urna mB, que
nHo o rudireita, tem falta de denles, de 35 a
40 annos de idade, levou vestido de cbita
escura o tambem um branco: quem a pegar,
leve-a a rua larga do Rozario n. 21 que
sera recompensado.
Attencao.
Fugio ou foi aeduzida no dii 19 do cor-
rente urna pardinha de nome Archanja ,
de 12 annos de idade, com os signaes se-
guintes : -- cabellos cortados rente, olhos
meio vesgos e pequeos, I vou vesti lo de
chita,com lastras brancase o'ird efe, com
ra magros oncarn-das; esti escrava veio re-
meltiia da cidade daVictO'ia, aoSr. Luiz
Comes Silverio : perianto, roga-ae as auto-
ridades policiaes, capin s de campo e pes-
soas particulares, que a prendam e leom-
na a rua da Cadeia do Recife n. 17, segundo
andar, que rrcebera 50,000 rs. de gratiSca-
efio, e prolesta-se com todo o rigor da lei,
i mira quem a liver acoitado em sua casa.
Da fabrica de caldeireiro da ruado
Brum n. 28, ausenlou-se no domingo, 15 do
corrente, o preto Alexandre, de nagloS.
Paulo, de 35 annos de ida le, alto, reforcado
docorpo, ralla descangada, foi eseravo do
Mrliquer, Francez, morador no Rio>Dce, e
ltimamente do Sr. Bolly : roga-se a quem
o pegar de lea-Io a mesma fabrica que ser
recompeosado.
Desappareceu no dia 29 de ferereiro
prximo passado, a escrava Joaquina, de na-
gao Rebollo, de idade de 35 annos pouco
mais ou menos, a qual tem os signaes se-
guintes : altura regular, cor um lauto fu-
la, falta-lhe os dentes adianto, troi urna ci-
catriz no pescogo, que dizem, foi um lalbo
de faca que ella dr em si mesma, tem as
magaes do roslo muito altas e muito descar-
nadas em grrai, levou 1 vestido de chita a-
marella j disbolado e ou ro de chita escu-
ra com iistras, panno da costa,e cosloma an-
dar suja : roga-se aos capitaea decampo ,
queapprehenuendoa leve-a a seuseohor,oa
rua dosMa'tyrios n. 36; assim como ro-
ga-se as autoridades policiaca quesea on-
contrarem prendam-na.
Desappareceu em diasdomez passado
o preto Pedro Antonio, dn 40 annos de ida-
de pouco mais ou menos; estatura ordina-
ria, pernis muito grossas, e ps anchados;
cara comprida, beigos foveiros, a coro calo
na rabera ,o carregar tinas como srvenle
de pedreiro, por andar sempre trabalhando
em obras. Ha noticia que anda com um ba -
laio pequeo, deates que vsm de fra, a ti-
tulo de andar vendendo, e ganhtndo para
a senhora a quem paga somaua : quem u pe-
gar levo na passigem da Magdalena, entre as
duas pontea, no sobrado com poriSo de ferro
do lado direilo, que gratificar.
, <*]*, H .,; M.K


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