Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:04456


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Full Text
AnnoXXVHT
DIARIO
PiOHUNTO ADItNTiOO.
Por trimestre............
Por temeilre ..........
Por linio ..............
'PlOO OENTUO DU TIINESTal.
Por quartcl .............
afOTICIAS DO 1MVKRIO.
4/000
8/000
15/000
4/50
DAS DA BM1,
AVDIBST01A8.
Para..... I de Fevr
Maranhao 6de dito
Cear... 7 de dito.
Parabibe. S6 de dito
Vinas.. -j."l rlr luir.
S. I'lllo. 11 de dito
II. de... 14 de Fevr.
Uahia... 17 de dito.
iSeg. Si. Adrlao. Eu-
dcil e Anlonina.
2 Tere. S. Jovlno.
3 Ouart.Hemelerio.
4 Qulol S: Laemlro.
5 -Vit O myaterio di
P 11 x.i de 1 G.
6 Sab. S. Victor.
7 Dom. 1. d Quarea-
na S. Thouiat.
Juilodi Orpho
2. e5. s 10 borai.
1. vara do civil,
3. c U. ao melo-dia.
Paienda.
3. e6. a 10 boraa.
2 vara do cii'fl.
4. e sabadoa ao inelo-d.
Bclflo.
Terca! e sbados.
T
*m
-
de Margo tle 182.
N. 52.
PEMAIBMO.
Cresceate i 28, ai 8 boraae 31 minulc da t
Chela a 6, ai 3 boraa e 11 mloutoi da m.
Mingoanle 12, a S hora e ll minuto da (.
Nova i2o, ai 4 horas e 14 minutos da m.
rallis da hOji
Prlmeira as 3 boraa e 42 minutoi da Urde.
Segunda ai 4 horat e 6 minutos da manha.
vAUTiDAa DOl oonnr-ioi.
olanna e Parahlba, ii legunda e lextaa-
felraa.
Rlo-Crande-do-rsorte, todas ai qulntas-felrai
ao mel da.
Oaranhuna e Ron lio, a 8 e 23.
Boa-Vlata, e Florea, 13 e 28.
Victoria, a qulntai-fclrai.
Olinda, todoi 01 dlaa.
EXTERIOR.
CORRESPONDENCIA 00 DIARIO PE PER-
NAMBUCO.
Liiboa, 31 de jnmiro de 184?,
Pelaa ultima palavrai din queeu termine!
a mioha correspondencia datada do dia 17
ultima hora, expedida pelo vapor Teviol, deve
V. espera/ por este a noticia da dliaoluc>o ou
addiamentoda cortea. Se oa nonoi governoi
sr gulanein pelas verdadelrai praticas do re-
glmeo repreientativo, aulin drvera acontecer :
mas aqu tudo ae faz ao aveno. He tirar iem-
pre aa conjecturai por elle auppoilo, que pou-
co ha de cirar.
O ministerio tlnha perdido a queito dai
clelcori. Meando na minora ala 01 proprl'01
leJerrll):
cao rcipoita, relativamente aoi pargrafos etn
que le fallara da reforma da carta.
Ogoveroolere um prater durante eile da
curan, de que fea alardo no scu jornal, como
de coma Inesperada, e ful que Rarjana, etn lo-
do ae dlacurio nao leve ae nao algnm apoiado
dos poucoi deputadoi dadireita, vulgo dos ca-
braliitai. Esle houver'in-ae com mala 1I10
cohereocla, porque tendo eat.anhado lempie, i
oppoiico o consumirem miiilaa ecasei cotn
arguiccici e doesloi ao mloiiterio, declarou o ex-
mlnislroda faxend. Avila, por parte dna depu-
tadoi coniervadoi'ea que conatilurmo ladodirei-
to da cmara que ae abatinham de tomar par-
le naquella diacuno, oflerecendo porm urna
aubitituicHO aoi paragrafoa ein que a ooiumliso
aprov%a refirma da carta, sein ler pea forma
!ue no inesmo cdigo ae p escreve. ministro
o reino, Rodrigo da Fonaaca, fot quem fechou
a discerni, fateodo apeoaa alguutia proteita-
cdei de quo goverao v'< dewja snervcrr maio-
na na cam,r* e nao alcanca-la cotno outros go-
miolilioa que lio deputadoi ( Fon tea
no da legulnte perder tambem a eelcao
seu candidato i.realdencia da cmara dos de-Iremos o leto falto,
putados, e logo depola at doi secretarlos, aen-1 Aaalm terminou poli um debate, etn que to-
do eleltoa doui letembrlstaa da gemina, Re-1 dos luppuaham ver ma cada a verdadeira malo-
bello de Carvalho, e Avelino. Disse-ie ento lia com queo ministerio pode conlar, mal no
que o governo nao poda austentar-e com es-
ta cmara, e immdiala.ncnte ae eapalharam
boatos de addlamento, quaodo nao aeeffeclu-
aaie logo a disioliico.
Nao aconteceu porm aiilm. 0 governo
mandou censurar noa aeus jornaes, por lerem
annullado as eleicoei de Villa lleal, e os deputa-
doi com cujo apolo contara ; mal quanlo
cleieo do presidente nao ae deu por vencido ;
antea se moatrou aatiifelto, dizend 1 que Julio
Gomes fora eempre carlista e moderado I A
Leie a Imprenta, ful.o que qulteram onvir, pa
ra Ibe faterem a biographia, lirada dai memo-
rial contemporneas da reroluco de 9 de se-
tembrode 18J6. E ein verdade. ae o governo
nao acceitou o primriro candidato progresslsla,
JosCaetann de Campos, porque ( diila o du-
que de Saldanha ^imprima u.n carcter al-
tado camaia dos deputados, como solireu que
vencease a candidatura de Julio Gomes da : I-
va^anchei, um doi ministros da revoluco que
derribou a carta ein 18J, orador de clubs,
pampbletiata democrtico, e ltimamente mi-
nlatro da revoluco chamada da Alaria da Fon*
te ein 1846 ? O certo he que Rodrigo da Fon-
seca, que paisa por ter maia amigos oa cmara
do que o marech I, e que ae gaba de iter seus
oa que anda o nao sao, resolveu que se dase
o ministerio por contente da etelco fela pela
cmara, viato nao aer conveniente desesperar
j do apolo da cmara, que trata de conseguir
com o auxilio do preenchlinento dai vagai, que
a'-1 um viute deputadoi que brevemeulc ae rao
eleger.
Para que ie conheca o deiar porque o mi-
niaterlo paisounesta questo, porel aqui a lis-
ta quintupla que a cmara votou para a raiaba
eseicer a prerogativa da eacolba. Ferererao
caodldato do ministeriohe o ultimo da lina.
q.iarpclo contrario, ae coiifundiii alnla mais
cata difllcilaverlguaeo. A prora inf.llivel lie
na queilo dos actos da dictadura, mas at ago-
ra o governo anda os nao apreaentou cmara
e porque? \ explicacoquaoto a mlm he
obvia. O governo como seno lia na cmara
actual, 011 autei na vari lile inaioria que tem
lido, ha de Ira.tarde fuer eleger os aeus ami-
go! as prximas cleicea das vigatuaa; e por
sio nao lem aioda aubmellido s cd tea essai
poucii e deigracadasmedida da iui eiteril dic-
tadura nein umtiem 01 orrimenloi,porque tu-
do iito ibe p e occasionar aljfutaa votaco ar-
riscada.
O decreto da capitalisacSo, dito de 3 de
dezemhro, pirece que sainara Tai avante,
a pesar doa clamores o letige.s que contra
elle se Azarara e continuam a appatecer.
Ja se publicaran! pela Imprensa, o se propo-
zeram i.i cotes, tres subsliluices para ver
sa o n5oapprovam,pelo menos. (Jen dos pro-
jectus lie do cooselnoiro LuizJot Ribriro,
vogal da junta do cielito-publico, outo do
Japutado Faustino diiC todo o reino. O ministro do Biazll tamben
a quera comprar, dizsm quo para o Impe-
rador ; e e nSo osse o condaJo tslvez qu
elle ou o Nuncio a levassem
A* noviilades da Franca nBo tem aqui ex-
erciJo influencia alguma. O governo man-
dou todava Tazer um inventario de todas a
municOes e trem de guerra, e mandou tam
liem procoder ao sorieamento para prean-
cher as vagas do exercito, porque no caso,
nao provarel, mas possi'el de um romp-
menlo da Franca com a inglatarra, o nosso
porto deve ser a guarida das esquadras iu-
glezas, porque nBo poeramos llcar neutra-
es. Entretanto aqui ninguem pensa elu-
de:
HOTICIAI BITBANOSIBAa.
Portugal. 17 de Janr.
Hespanba. 9 de dito
Franca ... ule dito
Blgica... 3 de dito
Italia.... 4 dedito
AIr 11 ...111 .1. 6de dito
Proaila ... i dedito
Dinamarca I dedito
Runia... SO de Deib,
Turqua. 29 de dito
Austria .. -5 de Janr,
Snis-.ii... 3 de dito.
Suecla... 31 de Dezbr.
Inglaterra 8 de Janr
K.-Unidos 24 de Dezbr
Mxico... 29 de Novbr
California 20 de dito
Chili. 2 de dito
Huenoa-A. 4deFevr,
Montevideo 4 .le dito
CAMBIOS DE 3 DA NAHC/0
Sobre Londres, a 27 Vi aMOd.
Pars,
> Lisboa, 90porceDto.
HCTAEt.
Ouro.Onca heapanholaa... .'.'.'"
Uoeda de 6/-IO0 velhas........
. de liMlMI 1111V.IS........
. de4/nC0...............
Prala.Patacflea brasi leiroi..........
Pesos columnarlos.. ....,.
Ditos mexlcanoa.............
IrJjrOlO
16^000
9/100
1/1,20
1/0-20
1/800
deu as inJemnisacOtls ao coiilracto di) laba-
00. He esto o que e ha de discutir logo d-
poi> do acto addlciooal, que esta j incum-
bido a respectiva sessao (* que antes se cha
mar commissSoJ para honrar o competen-
te parecer que deve servir de thema dis-
cussSo.
0 governo tambem apresenlou um pro-
jerto para se crear mais um ministerio de
obras publicas, commercio e agricultura,
fleando o que at agora era do reino deno-
minado do reino, graca e justica, e a da jus-
illa aonexa-se-lhe o expuienle da instruc-
fSo publica. Era realmente monstruosa a
reuni.10 destas reparti(0es que havia no mi-
nisterio do reino, mas tambem he coito quo
n se crear roais urna secretaria, se podia
guerra, gosa.se de pe.ri.nti tranquilid
a esiagao vsi ptima, o anno promane boas
coiheitas, assim houvesse quem IraUsse dosjdistribuir pelas existentes os negocios quo
mel de aviventir o nosso commercio, e
animar a agricuHura, de cujos melhoramen
toa podemos anda tirar grandes vanla-
gens.
dem 12. de evertiro
Quem dir que um governo que tende tan-
to para conservador, oSo obstante a sua ori-
gen!, como he o actual, presidido pelo du-
que do Saldanha, t-ini mior oppostcBo na
cmara dos pares, dicta* consarvadoias, do
quena dos deputados, de lelClO popular
e progresista ? Pois este phonomeno esla-
tnu nos aqu presenciando. A cmara elec-
tiva favoreceu o gabinete ra I lie nilu pedir
contados aeus actos e da sua poltica, por
occasiSo da resposla ao discurso da cerda
masa hereiitiria foi mais severa. Seis das
duruu o debate, em que o ministerio foi
atacado violentamente.
Os viM'.iuie da Granjas e de l.aborim aliri-
ram o deb.to, e 13o Hitamente acuiaram o
gabinete, que depuis destvs oradores, o mi-
lilitro do reino leve da lomar a palavra pai
ra defdoiier o governo. O collega do conde
de Thumaroo minislorio da justica Flix de
llagailiaes, declarou que loinava a defeza
de lodos os actos uo ministerio do conde.
iJOpois falou pela primeira vez na cmara,
par do reino barlo da vargom ^Gaspar Pes-. o ex-minisiro FerrSu, o qual.explicou pou-
soa), lo los elles piopOem a creac^o de urnas' co airosameule a parte que tulla tomado
notas emeitidas pelo governo com juro, e| na regeueracSo, e o porque havia acceitado
amorlisaco determinada, para com estes a ooineacSo de par, que Iha oflerecera o
papis se fazerem os pagamentos de coala marecnal .Saldanna, nao obstante ter-se pro-
do estado, continuando o imposto que ac- posto candidato a deputado, do que elle
tualmenle so lanc paraa extloosloda no- mesmo coufessou, conclui-se que acceitou
tas do banco, mas applicado para amorti- a mercde par por queo nao alegara indo-
ascao ilestas novas. Dizem os eotenJeJo- pulado em neuDum dos doua circuios por
res, que qualquer destes projectos Je subs- onda se propoz. Por isto e por outros par-
iiiuiciio he petor que o decreto do governo.' liculares que revelou da sua influcucia cora
O novo psreex-ministro da fazeoda FerrSo,' o marecnal, se va quSo mediocres e pouco
G. da Silva SaocheaJ. 1. Pereira Derra- tambem offereceu cmara uni 'talvaterio, seasalossao os estadistas que nos tamos, e
mado-J. Caetano de Campos-J. Filippe de
Soure V. Ferrer Netlo Paira. A rainha, se-
gundo eitylo, nomeou o maia vota.lo para
presidente, e o lmmediato em votoi para vice-
preiideute.
Emcoocluiao a meaa da cmara, he mais ae-
tembrista que a propria maiorla, porque inul-
tos depuladoa do ceatro, e todos os da direita
ae abstiveram de votar, logo que ae eilabele-
C4H dltildencla.
Conilituida aiiim a cmara, foran resolvi-
dai as duvldas que se tenbam suscitado a res-
peito da elegibilidade dos deputados Mendea
Leal e t. Francisco de Almeida, que foraui
proclamados. A respeitodos corpos incnmpa-
llvefi pela lei, nomeou-ie urna commisio pa-
ra facer as applicacdea inarcada na lei cleilo-
ral. II. uve lugo tima inlerprliacao ao ministro
do reluo, que moitrou ainda o resentimento
com que o governo ficou por Ihc annullarem
como c chamam a estes aui/eos (inaocei- que infelizmente s.io os que un -m no gyro
ros; mis n9o mereceu approvacao nem do mcessaiile dos ministerios que nos tem lan-
govertio nem do publico. De maneira quo eado no canos legislativos e flnanceiro de
aquello noaso adagio de que na casa onde que dilicilmeute e mu tarja poderemoa sa-
n.ii Ou pilo, lodos r.illiam e lodos ton rodo o ll ir Acabando de relatar as iiiuheri.is a
n.lo se verifica com estes estadistas de ci- que me tautu refdrido, Feriio, reseuhou
frpis, porque ninguem, Inns acha rasto todoi os actos do ministerio e em loJos a-
Appareceu o tilo io-'Coiiisailo acli addi- cnou que censurar, mas no que matase de-
eioiuxl caria constitucional. Fot litio j morou l'oi na na seo completa refulaco
na cmara dos deputados. pelo presidente do decreto de 3 de dezembro, que qualiluou
do eonaalho, duqu de Sil lanha, Iteduz- com os epithelos de expoliando,rouo, ban
se a niuilo pouco como era de esperar. As ca-rots, e ouiros nao menos atlronlosos pa-
iiiii.iv.ii;.'m's capitae sSo eleicdes direc- ra o gabinete que o havia promulgada. U-
tas iliminuiQo no censo para os eleito- ma s.-ssJo toda levou ein esta furibunda
res primarios os membrosdjscorpos lo- verrina, de queo uiinisterio se moslrou 1S0
gislalivos poderem ser presos sen licenca pungido, que tendo ja daJo a ho a de se le-
da cmara respectiva, em flagrante delicio vaotar a >ess3o, KoJrigo da Funsca, quiz
a regencia do reino ser eleita pelas profonr algumas paUvras em j.i-u! n;:io
"" quasi
pouco
que
e dealioam as gete que pelo projecto do
governo aereorganisam. Mas para isto era
tiecessario por na direccSo dessas reparti-
eses homens habis, e desterrar o deiesta-
velsystema de lana papelada que demanda
inuiios bracos, e prolrahe a resolucSo dos
tiBgctos. Infelitmente as nossas leormas
sao sempre assim=alterac'o de nomes.mais
ein plegados e neniium resallado.
fiodli8 procedeu-ae elelfo da cmara
municipal deata eldade, em toda aa fregue-
O partido cabraliata aibteve le de votar. O
numero dos camarinas foi augmentado, aen-
dQ agora de*ollo (tre por cada bairro ) em vei
de treaeque havia actualmente. O novoi ve-
readore ajo tndoe progreiiiiui mal ou menos
moderado, e um realiita, que de Ayre de sa
Nogueira. O mal conncclduiiao vlsconde de
Punte Arcada, conde de Hio-Halor.Julio Pulien-
te!: eofabilcante Aniceto Veniuia Rodriguea.
Oa maia slo inferiores ao amargo que vao to-
mar, e tao que esta eicolna lem desagradado
aoi mal lemaloi do meiiuo partido a que elles
pertencm. ., -. .,
O duque de Saldanha nao conlinuou c mi as
reun,,,-., que tenciouava dar toda as semauai
ao drpulado. Slu-se mal com a tentativa do
a ordo para a elelf So do presidente da cmara,
que le lie frusl-u.e enUodeibuu-se de dar cha
e de inolhar a palavra a quem moslrou que a
nao tlnha..... .
Ein casa do vlsconde Garrelt he que houve
ama cela, a que foram convidadoi o prlnci-
paes deputado da direita (c.braluta J e a
que aiiiiiram o minlalroi do reino e fazenda,
com o liui de 01 reconciliar pelo menos em al-
gn pontoi da poltica adinlnliirativa e econ-
mica do governo. Avila e Itebello, moatraram
aouulr, o mal nao tranilgem. O governo po-
rem nao perde a eaperancas. Da-ihei o depu-
tado por Villa Real que a cmara poz lora,
fiz.-n-lo-ii duerde novo, que para taao cooier-
va l o ini-smo gover nador civil, a despeno da
Intcrpelacue d, depuiadns, e do quelxume
doi joraalisla ; nao comente na retiluicoes
da iii.ieiuuisacc qua e deram ao contracto, c
com lae Anexa naiuralmenle nao aera mal uc-
cedido, ,
A Imprem, de que he redactor o notorio de-
pulado Rebello da Silva letn-ae Jedicado quasl
excluaivameote a ridicularlaar a seasdes de am-
bas as cmara, faiendo diariamente urna ana-
Irse burleica da discusiAei. Tem dejiacado ja
atrerldainenie o ministro do reino, mal pea-
loa do Sr. marechal he para aquelle jornal mas
inriolavel que a d. rainha. lslo oa o & elle
aein rasso aufficieote. Esie jornal he sulidiado
porgeote do banco e do contrato do tabaco, e
foi evidentemente creado para def.uder os inte-
resar deitei doil esUbeleclinento, quaudo ae
abriremos debate aobre a grandequeilao da
indemuisaedea e a do decrtlo de J de deaembro.
He por iaso que at agora no tem definido a ua
poliiica como fueiu a Lei e o Conscivador.
Jos Bernardo da Silva Cabral esta completa-
mente fra da poltica; .pparece pouco cm
publico; a imprensa j nao falla delle, e dltem
que eil escrereodo urna memoria poltica de
quo havia cotnuietli 10. reapoudeo com C4- anno ao prealdenteLuliNapoleollonap.rte ..
^.r : Feliz a Eu>o,a se Uvera doze in li- O pre.idente he o chefe do e do, $<""" "
riduos com minh. cor.gem e lesolucuo a \^^Z e%T"e ...?. '.TeoV
Arrancado com difllcul lade pelos hal.bar- ,,,^r0t ;'A'!,Ha tSdo. os empreg.dn. publi-
coi: a juilica he distribuido em leu nome, el-
le tem o direilo de agraciar: lem a inlcl Uva
ido tograves mputaedra durante a discus- arugos oe uuviuosa aiipiicasao, garantas a o palnircna presidente lacuou a sossao. 13"..= declara o aasumpto, nein consta que
ao di elelcfle daqurlle circulo, e a cujas ,lribunaes, precaucOes sobre a arrecalagao^ o0 ja seguinte lallou tambem quasi loda ftl ecripl0 ienha mostrado a ninguem: lia
rbitrarledadeiieallribuiain a nullidade que da In/cti la, disposicta 'Seleitoraes e deca- a sessJo o ministro da fazenJa Fon tes de ,,......i,!., que Ihe aervir de mel de ie re-
as viciaram e inutiliaaramo iniuinro reapuo- racOes dos artigos que se n3o deem repu- j4e|i0, em resposla ao digno par FerrSo, e conciliar com o irmos. Amonio e loto, que
deu, que elle como membro de um poder n- lar constitucionaes. foi feliz em parle da refulaco, declarando aluda o nao podem ver, O conde de lhoinar
defindeme n ....... i.,i. a............,,,.. .... .------,_ j_ .- .u._______,u'' <,._.,._-.-.. .r.iia
Ib
ceira replica
deputado Ihe red
Invocada pelo aecretario de estadu deixane de
do ministro, iein que nenbum servarem-se-lho os erros de grammatica o ras (.peremos portento mais oulra ediccHo neioc'ioieitrangeiroi por dtffcrentes vexes. He
edargiiisse, nao porque a teoria de lingua, os gallicismos e tudo o mais que dos inliuilos salvslerios, que etn vez de nos dono da grande fabrica de papel-do I ojal, que o
Iha desfeia aredaccSo, para quose coniiec salvar teem-nos posto na espinha, como foroecia para aellar.e para oa periodicoa todos,
no que tiuha gauha lo um caiiedalao- elxou
um irui.i, e una filha bastarda.
Arainbad um giaude baile no domingo la
do crrente, naa aalas do palacio de Helein, pa-
ra o qual ae tem feilo 01 couvilai a corle, cor-
para trabalhos de espirito. Canetl loi con- jj0verno.' u "terquez de Lonte apenas apoiou Tambem aa aspara que ser luiidlnimo 0S01
vi Jado paracollboramesta tarefa, mas de- a roj,c5a0 t resposta, sem entrar na apr-i-'4 que prometteudar o ministro de Heipauba
e a rainha Itabel ae rasl.belecer da ferlda do
alternado contra ella prenetrado no dia i de
crrente de que Ihe darcl circunstanciada noticia
quando noi ebegarem oa pcnuenorei.
dem, 1.
Fez profunda sensacSo no publico a noti-
cia chegada aqui no dia 6 pelo telegrapno,
e pouco depois por uro expresso exped 10
pelo nosso ministro em Madrid do atienla-
dooommettido no dia 2 contra a vida d<
rainha Isabel de Hiapanha. O duque de
Saldanha a deu na tribuna do corpo diplo-
mtico da esmara dos pares, e em breve se
espalnou por toda a cidade. Os ponodicis
desie ltimos dias, ao mesmo lempo que
geltnu. coadiuva ainda maia a la reeleico, e vida poltica e domestica, esta ja pouco apio qUella cmara se levatitou para defender o
aiiim tica vlngado do deiar que loffieu na au-
nullaco de que temoi fallado.
rpoii deita lnierprllar,ei, e de alguma claiou que nSo quera ler parle ligume em Ciacau da conduela do governo o ministro
oiitraa amlgavei, o ministerio tem catado em gimiltHate t abllto. J se v o lal ocio he do re110 e 0 duque de sal lamia apenis de -
SS^^'MS'lIJSUS'Sli.fiC um ac""""">' Porque par. adoptar o me- ral resposla a algumas alluaes que a elles
oceupar em preparar tr.balhoa para dia- ,.,,, uiri.ct0 as eleicOas, que heo poni 8B i,nh falto dur.nla a liscjssao, a qual
Comas singularidadr que deixo referida, caoital da reforma, era escusado allar-se termuiou no dia 9, sendo lodavia approvad
conrasta notavelmeute o q e aconteceu com violente em reforma, porque esse pomo nao a resputa falla do throuo til coaioa redi-
a diicus.o da respoita ao discuno da coroa na ,era constiluciotral comojalinha declarado gra a commissao, e rejeiladesassubstilui-
cainara dos deputados. 1 mes.-io tima cmara cabralista. Falla-ae ^/ei locantes a reforma da carta, que os
O governo n.ais ac.utelado, ou antes eicar- em que a cmara modificara muilo a propos- COnservadotes ollerecerara, A semelhanca
o que Ihe tinha auccedido na la J0 guveroo, a qual tul o agradou a nin- ,j0 qU0 pralicaram os seu correligionarios
guem. na cmara dos depulados.
Finalmente sahio o vapor infante 11. .m; He necessario advertir que estiapprova-
iemdean.lysarapol,ticador;.binete,apreiex- ps.ra a carreira d'Africa, que devia come5ar gSo pouco tem de significativa, porque a
* a r a> ** lili liinitliuril lll itiit.tirii \ ni atlrMI n Hit. .1 -A. _- 1. 1- ,...,.,.... 1 .vi ...,,. .s.i
vaticao dft preslileiicla, tracin com o deputa-
dos mais ii.fluentes da cmara pora que na cussao da retpoU Tala do throno se abslirrs-
to deque o podiam f.zer quando se apreientas- "O pruneiro da Janeiro .
* ... .- j ___T _. ___ ,_ ..... ........I.... iln aura..! Wt^n
sem a approvaco daa corles os actos da dicta- verna
dura. Houve grande repugnancia em acceder a
eate mpenho do ministerio, porque ha inultoi
oradores queso nrste campo ..bcrio al genea-
lldadei edeelaraedea be que (lodem brilbar, o
uo pouco dos novoi dcpu.ados tinliam j felto
os aeui aprealoa para ae lancarem a eatei marea,
or elle nunca d'antei navegadoi... Fea-ie po-
rem o milagre. A dilcusio comecou no da
29 aa dua borai, e uro quarto da larde, e -s
quatro meia eitava f chado o debate, e a res-
posla approvada por grnde mama de votos !
Hecaio novo nol noa.oi facloi parlaineiitarca*
Eata dlscuiao que cuiluma levar pelo menos 15
diaa, reduaiu-se desta v, / a nove quarloi de
lira. A rievoluco qe boje serve de vogal ao
gobern, noi caso mala grave, lioha dliu ua
veapera que a reipoita ao diacurao da corda de-
via aer um acto de mero cumprliiieuto, no que
conirariou a longa pralica seguida peloi leus
correligionarios politicos, que sempre tiesta dis
csalo zerain a mais aevera analjie da po-
ltica do uiinisterio Entretanto Cala opiulo
eaarada no Jornal, e continuada depoii ua
cmara pelo reda, lor Jos F.slevo, explicou
aiU-ncoque o partido letcmbriita guardou
lea guardar oeita dlscuno.
Ounicoque nao quiz catar peloa ajustes foi
o deputado llaijonai, lente drCuimbra, progrei-
M-i -. nillri ve,. Fot elle quem aonu o debate,
lazehdo una vilenla censura ao actual gover-
no, e principalmente ao duque de Saldanba,
por baver proclamado economas e ler creado
logareisupeifluo, fazeodoumapro.nocio mooa-
Iruosa etc. I), pois,le censurar speramente o
ilecr. to da capualtsacu de 3 de dezembro, re.
ErebenJeu lainbeiu o duque de Saldanna por
aver proclamado a reforma da carta constiiu-
ciooal, quaodo a neceatidade que Jiiaja,in eiadea
lazer executar Uelmcule, para ento ae reforma-
rem aquellea artigo que a pratica ei'.ciiva il-
vene acouselbado dcverem-ie alterar. Neite
sentido mandou ene deputado uaia subuilui-
runeiro de Janeiro ao lerou o go- reSpusla eslava redigida muicautelusamon-
dor de Angola, viscon le do Pinheiro tB< geai imporUr ceusura ou louvor para o
nnunciam achar se S. M. livre de perigo,
transcrevem dos de Hespanha miudaspeiti-
-----tas liau IOIII riiiuu o ..ai.i.i., v ......... .",,",, ..,.ll -I------
rS fez tomar asseulo ante da votecao a dous^u^fidades relativas 1 dos tiuvos pares, o* copies de Sobral e de lo, que podena ler ttd i M
an- Tavareda, alias a approVatjao nflo seiia de consequencias. O essauc\rt.
(Ximenes), por Ino ter dado u n ataque apo- guVerno : e comludo muilos pare cabralis-
plettco na vespora da partida. Melhorou e la, a0 tern viudo cmara, o ministerio
diz que quer ir para a viagem de ma
prximo.
Foi porm o bispo de Angola, o comma
danta da estacSo e outraa autoridades. Es- tantos votos.
tSo com elTiilo Horneados os nevos pares .M cam-ra dos deputados n3o tom-por ora
que sao cunda de Sobral, governadir ci-' havido dtscusaSo notavel. Ja se manJaram
vil de I.i-boa, con Je do Tavarede, genro do eleger os depuladoa que faiiam em conse-
inarechal. | quencia das elen,0es duplioidas que houve,
Vtscondo de Almeiada Garrett Jos- e das que foram anouiladas Agora trati-a
quii l.ircner. I de decidir quaes So os daputauos que ex-
Viscon le de Azevedo. Ainla h mais ercem empregos incompativeis cj a dapu-
pares preconisalos.enovos ttulos tambem tacflo : sao poucos, eos oQlciaes de secre-
Nodia !8fechou-sea exposicSo dos pro- lana parece que se enteude que pudem con-
ductos agrcolas de Portug-ie seus domi- servar ambas as qualilicacOas. Ao menos he
nios, fela nos armazaus das obras publicas esta o parecer da cominisso. 0 que lem a-
uo terreiro do paco. Assiitu erainhe, El Rei vido muito so projecios, enire os quaes se
eos principes, e grande concurso de conri- conlam dous a respeito de morgadus, um
dados. Vai publicar-sa um grande relato- dos depulados Hollreman para a sua total
rio desta exposico, com o pirecer de va- aboticao, a outro ae Maules Leal para que
ros Juris especiaos sobre o merec menlo e' l'' parte de todos os bans vinculados se
qualidades dos productos expusto, de que possa tonar allodtal, conviudo tsso aos ac-
Ineremelterei um exampiar, que iranscnp-i tuaes adtiiinislradores. Este assumplo he
tono seu importante jornal pode ser mu muilo queationavel entre nos, e parece-me
uul ao commercio dessa praca. Iqueoauhuto destes projoctos chegara por
A bibliotheta publica de Lisboa foi enre- emquanto a converler-se em le. O condr
quecida com a compra que o governo fez da de Thumar Unha sido instado, importuna
celebre livraiadeD. Francisco Manoel de do, e al disseram que tenalo, por um
Mallo, vulgo Cabrnha, pela so nma de vin- fote campauna de capitalistas para lazer
' _-_-.~ j^ .......... ....... 1 1. nI i>.>.>.S.k ,1.1,1
te e cinco mil cruzados, e o Ululo de Conde
de Oiemira para o (illio do referido t, Fran-
eisco,por cuja morte se faz est< venda. Esta
livraria ci.upila-.se de una doze mil volu-
ntes, umitas medalhas e alguna manusertp-
tos. Sobre tudo em livros portuguezes era
a miis rara (das parlicularet) que baria em
passar em cortes urna lei de exiinccSo dos
morgados anda que fosse so do terco, como
H-U.. 5 Mondes Leal, mas acaou sempre
muila repugnancia, principalmente na c-
mara dos paras. .
Ha lambam outro projecto de le, de Hol-
lreman, para que se revogue a que conce-
acontecunen-
s mais funestas
porm reda-
se ao seguinte : NaoccasiSo em que a rai-
nha se dispunha para sahtr do paco em di-
reccao igreja da Atocha, para assislir ao
solemne Te Dcuni que se disae havia de can-
tar em acc<0 Jegiacas pelo sau feliz parto,
um ecclesiastco se Iha approximou, ajoe-
Ihando como para Ihe beijar a mBo e enli-
gar um memorial; e com incrivel despejo
e ndiflerenca procurou cravar-lne no peilo
um bem aliado punhal. Felizmente, coma
esta enconlrasse urna das barbas do colete,
nao penetrou profundamente; mas ainda
assim o golpe oi grava pouto de por em
algum perigo a victima de 18o negra alei-
voaia. As primeiras expresases que S. M.
soltouao sentirse fonda, fazem honra, por
urna parta sua ternura maternal, e por
oulra aos senlimentos de clomencia doS'U
magnnimocoracSo.Aondeesta minha fi-
ina t Nio nutem o pidre por minha causa I
Esta, preso em continente, negou a princi-
pio com o tom mais resoluto e com tran-
qulllidade que parecii fllha de urna cons-
cancia innocente, mas como se Ihoachasse
cosida na veste interior a bainba do punhal,
confessou o seuenme, fazendo delle o mais
cynico alarde.
Declarou chamar-se D. Martinho Merino,
lar de idado tiJ anuos, ser presoylero, e ha-
ver pertencido ordem dos franciscanos,
mas actiar-se seculansado deide 1820. A
quem Ibe exprobrava a alrocidade do enme
,le,ros ao fu'or dosctrcumslantes, quo dese-
javam faze-lo em pedacos, fui levado para o
carrerc, e procesaado com a maior releri-
dade. Con lemnado pena dos regicidas,
com espantosa serenidade (que nunca se
desmenlio at aosderradeiros momentos)
ouvio ler a sua sentones ; em cumprimo'i-
10 da qual, vestido de urna tnica amaralla
salpicada de sangue, foi levado ao calafal-
so sobre um jumento, b enforcado de gar-
rote ua praca publica. A execucao varifl-
cou-se no dia 7, e logo depnis o cadver
foi queimido e as cinzas espslhdas no ca-
,n Heno r un,mi in. Tainbam foram queima-
dos os papis qua se Iheacharam, e lodos
os eTeilos que Ihe pertenciam, exceptos os
livros, que elle deixou em teslamonto a um
lente da universidade de Alcal. Tinha l-
timamente experimentado revezos da for-
tuna no trafico improptio do sou estado,
de emprestar dinheiro a juros, e apenas
deixou urnas 60 oncas que manJou repartir
ontre urna sua parenta e a criada que o ser-
via.
Nos primeiros dias da sua priso mnstrou-
se pouco crente as verdades da religiSo;
porii dopois de entrar no oratorio a grac
de Dos obrou tulle o prodigio da Ihe com-
mover o f-irreo coracilo. Confessou-so, re-
cebeo o sagrado viatico que Ihe foi admi-
nistrado pelo cardeil rcebispo de Toledo j
matiifeslou porante todos os que se achavam
presentes o arrependimenlo que tinha do
horrendo delicio que perpetrara, e assig-
nou um papel pedindo perdo rainha, mas
som implorar a sua clemencia para com-
mutacao da senlencs, declarando n.1o mere-
cer nem querer lal graca. A execucao pre-
cedeo naconrormidade das prescrlpcOos ca-
nnicas, o acio da degradaeflo e da entre-
ga ao braco secular. Esquecia-me mencio-
nar que constantemente adlrmou nao ler
cumplieras, declararlo qua repeli ja sobre
0 cadafalso.
Quando aqui constou que o regicida era
um ecclesiastico. logo o partido ultra-libe-
ral deu sullas Ss suas coslumadas invectivas
cont'a o paittdo clorical, jesuita, retrogrado.
A < Hevolucao de Seleaibro ousou mesmo
fazer InsiniacOas malvolas que psreciam
ir ferir urna alta personacem... o que deu
motivo a um rormal protesto do ministro de
Hespanha, que a mesma folha se vio obriga-
da a transcrevar. Unm depressa se snube
quSo infundadas cram taes suspeitas, e
quao pouco merecidas as declamacOes dos
orgos do partido exaltado. I). Marluilio
Merino pertencra sempre ao parlido ultra-
liberal, lomara parle activa as scenas san-
guinolentas de 1822 em Madrid, e emigrara
para 3 Frauca en 183, onde se conservara
dez anuos. Nao ora, porlsnto, nem car-
lista, nem jesuta, nem retrogrado. O pe-
n,i.lie,i a Naca,' tez valor no intoroosodo
seus principios tolos satas circunstancias
anda que he furrjDsoconfessarque, a neiinm
partido so pode imputar a res.o isabtlidade
deumaaccso Uo atroz e infame, praticada
por um individuo solado, a impulsos pro-
prios, econdemnala e abominada por to-
das as pessoas honestas, sem distingo do
parcialidades polticas.
Pelas conversices que o roo teve na pri-
sao e no orslono se vio quo ella nao era
ignorante, masque linlia alguma instruc-
CSo, sendo versado na Keratura latn :
careca, porm, de sciencia solida em pon-
tos religiosos, possuiado apenas alguns co-
iiliecimenlos bblicos, porm mais debaixo
do aspecto estnetio, que sub o aspecto
propriamente theologico.
Il.iviin lo-so recebido pelo ultimo Bolctim
de Madrid a satisfactoria noticia de que a
rainiia Isabol se ochavo iiituramente livro
de pongo, cantou-se hontem, 13, um so-
lemne Te I), -/i na s, a queassistiram Suas
Magestades, o corpo diplomtico, a corle
e a ollicialidada da giiarnicao de Lisboa,
officiando o Ex n, cardeal palriarcna. Nao
assistio a imperatriz viuva duqueza do Bra-
ganca por se achar gravemente doonte e sua
augusta (Una, a princeza Amelia.
Par*, 10 de junriro de l8o2.
Depois da minha ultima caria o principe pre-
sidente tem tomado alguma medidas, e feito
actoque lem grande importancia: chamare
principalmnete a aua allenco obre o tre
tactos iirincipaes deslas dua semana.
1 0> decreto de cxpulso promulgado!
contra um ceno numero de anligoa repre-
sentantea : I. a proiiiulgaciio da couslituicao :
3. a rcorganisaco da gnarda nacional.
Havia na anlig'a asaemola Inimign da ao-
ciedade, e iuimigos pesaoaea do presidente.
1 .ni/. Napoleo uiou de rigor para com un e
outroi, ma teve o bom goslo de tratar mullo
maia everamente ao luimigoi da locledade
do que ao aeu. Etes ultimo em numero de
deaoilo foram provisoriamente apartado da
Franca, porm ha todo o lugar de auppor-se
qne Ihe ba>tr faxer aclode adheaao ao novo
goveroo para oblerem o direilo de entrar oulra
vet einFranci.
Oa outroa, pelo contrario, foram dividido
em dual catbegoriaa. Cinco dentre ellei, o
iu.aiaudicioaoa, oa mala culpados, que toma-
i .mi urna parle activa lias ultima iusurrecede
se,.i,, transportado Guianua f.aoceza. A se-
gunda catbegoria ciiinposla de i amigos re-
preaeiilauteaque ao couaiderado como che-
lea do ocialiamo aera expulsada de Franca, e
e e algum deile individuos ic lembrar de
loruar a por o p no territorio fraocez, aera
nnniedi.il,nien-.e prelo e transportado para
Cu,......i com o da prlmeira calhegorla.
Kataa medidas severas foram geralmente ap-
provada: ella eram necesaaiias para o rela-
rjelccimeiilu da ordem, e para a manulencao
da pai publica. Oeiuais o expulsado c o
n ,n-ii.ii i id,., nao -iiupiram iuteieaie algum
porque tloham contra o repoiiso da Franca oa
proieclu mal sinistroa, e a etcepvao de um
poeta quo se desemcainlnliou entre elle, Mr,
Vctor Uugo, noae acha ein sua lileira, um
t hoiiiem de algum valor, cuja perdaaeja para
l.nii.nar. Nao acontece assim com a lista das
desoito peiioas temporariamente exilada!.
Ha neala lala hoiiiem muilo coniideravel,
daa leis: saneciona o promulga aa lato, e oa ae-
naiui cunan lias: convoca, proroga e disaolve o
corpo leglilativo. membroi DO corpo legia-
lativo, do conselho de rstado, do aenado, os or-
ficlae! de trra e de mar, e o funecionanos
publico! Ihe prestaro juramento neile ter-
mus :
Juro obediencia constitulco, e fidelida-
de ao presidente. *
O preildenie governa por mcio dol minis-
tro!, do comelho de catado, do senado e do
corpo leglalativo.
O conielho de eatado nomeado pelo chefe do
eitado, c presidido por elle prepara o projrc-
,os de le para sobinette-loa ao eorpo Irgisla-
ivo. e designa comiuisarios encarregadoi de
'defender oslprojectoi.
O corpo legislativo be nomeado pelo povo
na razan de um deputado por 35 mil eleilorei.
Elle diacute e vola o imposto e o projectos de
le. Nao tem o direilo de iuicialiva. O direilo
de eme ma, ai leii he multo reitricto. So pode
aer utilmente exercido no caiu de o conselho
de e-ia i acc'llar a emenda. i deputadoi aao
cleitoa por leu aouoi: nao reeebem lubsl-
dio: asacsaoriso publica, poini a gize-
lai .lev. ni limitar-ie a reprodunr a act : o di-
reilo de receber ai pelicc he transiendo ao
aenado. Ai aesidei nao duraro mus de tres
metes,
O senado he nomeado pelo prealdente, ex-
cepto o senadores de direilo, que lo o car-
deaes, os mai echara eo! a mirantes. O nume-
ro dos senadorea nao poder exceder d 150;
elle he flxado em 80 para o primeiro anno. U
senadorea ao vitalicio e podem receber do
chele do estado dolacde. cuja mximum he
de 30 mil franco de rcudas. A imsso do lena-
do be vigiar ua iiianuteunio. da couslituicao e
dai Mierda,le, publicis- Elle uo delibera 10-
bre ai I. is, una oppe-ie proniulgacao da-
quellaique forem oll'eusivaada coiisiiluicao,
da religiao, da moral, da liberdade dui cultos,
da liberdade Individual, da iuviolabrndade da
como M"r. talen, e o geueraei l.bangarnier,
Limoricicre e Uedeau. seria multo para lasti-
ma. e o pala foae pira empre privado de
seu aervico!. Sua hoaillldads declarada contra
o preaidtuie acouielnuua reipeito delle cariaa
medida de precauvo que cipero pelo men,
que nao aero mullo lempo neceaariai. Tudo
o que pono dl.cr que Luli Bonaparte tem a
tirme Inienco de aorevlar o maia poalirel a
uuraco do exilio provisorio do meamui.
A iiuva couatiiuicao rediglda pelo prealden-
.e em virtude do. podere. que Ibe ideu o povo
he datada d ll de Janeiro. ouipe-ie de J8
artigo!, do! quaei vou dar-lhe u.na analyae
exaia uo menor numero de palavra! que puder.
U governo da repblica he confiado por de
proprledade e do principio da inamovibillda-
de da magiiiralura. O seoalu consulto de-
veui de ser lanccionados e promulgados pelo
presidente da repblica. Em caso de disiolu-
co do corpo Irglalativo, o irnado prove por
medida! de urgeucia, a requerimenlo do pre-
>i lente, lobre ludo o que heneceiiario mar-
cha do governo.
Tal be o lodo desta obra que d, como vnic.
v podere linenioi ao chele do estado e nao
deia subsistir leoao sombra do governo re-
prese,maneo, mas tein-ae abuiado em Franca,
tanto do! dueilos da trlbum e do! direiloi da
i.iqii eu,., que lodos o! bu neo, de bom seoso
tem aceitado, lem repugnancia urna consiiiui-
co que lupprime ogoverno pelaa aasembl a
parlatelo pasaar a maoi deum l hoineni.
alai aa repblica ainda ineimo quando nao
ao aenu uuuitoacs tem sempre o incovenien-
le que lije sao proprioa, e loda a habilidade
do redactor da conalltuiyiio nao pode paHiat
esle defeilo. A Inapreclavel vanlagem da for-
ma mornarchica he oaoadinellir nein duvida
nem inleiruptao oa transmiaso do poder. I.
O rei he .....11". viva o rei I lal lie n aiinma dai
uoinarclilaa. constitulco prncurou desviar
este perigo por urna dlsposicio que designa
o prealdente do senado comu chamado a gover-
i.ar, no cao em que o presidente da repblica
venha a morer aule da eaplracio de aeu man-
dato, mas un .ni i ent.io he precito convocar
logo o povo, c o pait ca expoio a lodos os
mam i, ,uit i lo, que pode traaer com aigo
um i m eacolba.
Lu/ Napoleo attendeo a eate perigo e para
obvia-lo, lano quanto he poaiivel, introduzio
em -o i constitu,,-ao o artigo aeguinte : a O
chefe do estado lem o direilo de por meio de
un acto lecreto e depoato no archivo do
aenado, designar ao povo o nome do cidado
que i n un. ii 11, no Inierenc da Franca,
conlianca do povo e aoi !eua suflVaglos!!
Eale artigo lem dado lugar a lauitoa conmen-
lario ciuiti ulitoi io,. ta legitl.nsta, que se
illudem empre groaaeirameole, iuiagino iu,
o preaidente eal icsolvido a diaignar, como
aeu aucesao eventual, o prclcndeinte do me8-
noa, o coude de Ciiamburd. vine, pode ficar
certo que Luit .Nap.deo nao lem obaulula-
menteeste peaaincmo; quando elle redigir eata
especie de codicillio, que deve aer depuailado
noa archivos do senado, nao aera um Hourbom,
mas urna peaioa de sua familia e de aeu nome
.me ha de designar escolla do povo. Accrea-
ccnlo que casa peaioa he bem coohecida eotre
o familiarea do principe; he um doi filhoido
principe de Canino, Irmo do imperador, be o
principe Luiz Lucianuo llonapane.
Em ti ni por uui decreto de 11 deate mez, a
guarda nacional foi reorganisada. Ha seairn-
ta annoi que existe, a guarda uacional tem fal-
to cm Fraoca muilo mil sem o querer e icm o
saber. Ella tem cooperado para todas aa revo-
lucfle, he verdade; que depon ic arrepende,
mal USO nao a nupede de proceder do inesmo
modo quando le uileri-ce occuio. Para cor-
riger o vicios delta inatiluico e tambem para
pd-laem eatado de prestar para o foluro bons
aervicos, o preiideole adoptou dual graude
medida mu eflkaie : excluio da guarda na-
cional lodo o! homeni que nao apreieutavaui
garaniiaiiumdentei de amor aos principio!
aociaea, e aupperlmio driapiedadaineole o
principio da eleicao Jo! offlciaei ; he o gover-
no que nomeia enei funciouarioi ; lo oa che-
lea de batalhao que nouieo o omciaci^iuLirl- *
ore: anim oa cbrfei da guarda nacionSf de-
pi-iidem do governo e nao de leus aoldadoa, e
a forca que ellea dlrigein lera para o futuro
um inalrumenlo poderoilsaimo de ordem entre
aa mos da auiori lade. Ueio urna reforma
eicellente e coiajoiamenie camplelada, por
que ella oQ'ende os preconceitoi doi ctdadaui,
(Js preparativo coiitinuin para chegar
a tranporia. paraa Gulanna f anecia oa iusur-
entes pod icoa, e o condcinuadoa. O governo
fai construir em llordeo oiienla grande habi-
lacoe de in.dclra que lo preparadas para alo-
Jai ia ou 40 uidu-uui is cada urna. Un primeiro
un, hoy de ii i traoapoitado foi levado para
Hreit, e ero pruiimaiuenie .m narcadoa ii'uiii
navio do Eatado com desliuo para Caienua.
Abrirain-ie novo, creditoa paia prorer a dei-
pesoa da colonia penitenciaria. Eatea crditos
a elev-o a lomuia couiidoravel de 3,.87.000
francos. f .
Coolinuao 01 iulgatucnios coolra o ehe.es da
insu.reifao, eje. omdillea.Mr. ieyrou.ir.aoai-
naudanie de ualaloo reformado, lol conuem-
n.do pelo comelho de guer, a cu Bodeo a icr
deporta,p.ra aa illiai marquezai.
/naloterra-Lord John Hcaell nao pode ale
agora cegara fortificar o u g.biue e pelajd-
junecao do. ...Uso amigo de al.. Piel Slr Ja-
meilirahm,a.inaic.nineoie doi pecinal, re-
iieliiu ioaa paupoaiai, e o primeiro iii.nialio au
lotinaijJelia cora Mr. Caidlvali, c com o duque
de ev*Ctle. He prdvavel que elle entrara oa
icaao co.n oacu inuiialerio ial qualcti que
susteutar >d o ogo adol anaquel de lo.d Pal-
meriloo. -
O graude negocio que preocupa nene nicjii,-u-
oopobl.colngiete'a Imprenia de Loudroi he
o recelo de urna iovaao uo Frauceic na liT-
glalerra, ...., .-
Todo os di.n"o Twa', o Unrnmg Umnicte, o
Dai'Y N'wl muilo outroi di.rioa eoenen suas
coluiniiaa de raciocinio em fuudamculo aobre
a probaOilidade de uiua guerra entre os doua .


**
nalz s.esol.reos nerlgoa que errarla Infla-
ierra. a soa capital da i ">' frnceee dessiu-
barc isiem us cot da Mancha-
Todo Inveniore ale plaDOf deiperla-ain
p.ra indicar alileinat de dtfea que aejain pro-
prio.aioraa riq esas da Loiidres~ao aorlao da.
c-iablu. de nossos racaiioiesd. Afriea. O medo
que ae podtroudos Iiialeze f- canamente mul-
la honra a mio.iiro tr-oceas. .
Mea Vmc. rae perunir.e h oro suelto pi-
ra a IogMeir. algoma razio de recelar um al-
taq-ieue parle da tr.oca.
8>re eale ponto r auonderel mu Ingenua-
niei.le que ninguem entre ua cuida ein rtnnvr
as guerra da KjvoIuc.o. Ogoverno o!u le mas
Vouiade diaau ao que ai cdadoi. Sahiinos de
um lempo de agltaclo e de discordia: temos que
curar s gravea f rldr que eempre fjiein ti re-
volucoes. c carecemos de pai lanl ealerlor como
Interior. Eli a verdadeira ailU'Cio da Franca.
tWtn 01 cegoi au.lot do.ln8leie ne dinicli com-
prel>euder-te ie julgaruioi as couzaipela appa-
reuclai. ,.
Porin ha na Gran Urelanha parlldo que se
,,1,,-in dcsla questo como de um melu para
ebegar a seus fin. O parlldo ultra radical r
carlista proroca com ludas as forca. um inuvl-
menio, qu sob preteato de deleta nacional,
bem pude terminar em lazer armar a pupulaja
e babia-la as arma nao par repclllr urna iu-
v.sio, senao para destruir o goveroo. Oulro
paninos menos subveislvos e menos odioso
qutrem fazer o moviinento servir para aug-
mentar sem dililculdade o elleclivo do ezercito
que decidir! mi emprr-gar 011 contra a Irlanda
sempre convulsiva, ou coulra o Cafres que Ta-
zem as po.ieaide. Ingesas da frica meridio-
nal um guerra sanguinolenta. O governo que
sabe pi'ilrilamenle em que te deve fiar sobre
ai pacificaiuieuces da Franca lem cuidado de
uo esclarecer o publico ioglez, precisamente
porque quer poder enviar novoa regiment*
para o Cabo da Boa Eipe auca, e que os crdi-
tos que elle pera padlra augineular o esercllo
lhe seao asslm meiius cuiitrslados. Ue ease
todu o srgredo deiia agllacaoquc por nada fui
provocada-
A chuva dosobreirosmecnicos continua: os
fabricaules de Loudres fecharan! sus fabrica,
e ha nesie momento mais de 2q mil obrelro
sem emprego.
Allemanha. O (loverno prusilano est deci-
didu a subiuriirr s cmaras a que.sl.io da re-
vlso da constituido i|ue tomar uazes mal
mouarchlcas. A segunda camau j manife-
lou, por um voto a n-spello de una prilco,
;ua upposico a esse prujcclo de revUo, mas
calou convencido de que o re nao parar diau-
te dete obstculo, c que elle obrara sem
parlamento, se o parlamento nao quier con-
cordar com elle. A revolufo que houve en,
Franca deu grande forca ao guvernos da Alle-
inaulia, para revogarnu as concessfles que lize-
ii.ii ao espinto revolucionarlo. O re da Pi us-
sla rrcoiistllulu uliiuiamcnie o seu conwlho de
estado, e deu lhe por piesidenle o chefe do seu
gabinete o Sr. de ManteuAVI, O general de
lioiiiiin foi nomeado mlmsiroda guerra
A usirla, a Prusiis, a Russia e a Confede-
raco germnica,em Dome dos diversos estados
da Allemaiiha. linham dirigida ao gabinete in-
gle nulaa mui eurrglcas a respelto dos refu-
giados de Londres. Lord Palmerstoo tlnha dei-
lado estas nutas'sem resposta.porm lordGran-
vill logoalepoli da sua noioelacao para o Tt-
reingn OJfitt apressurou-se em dar satlsfacoes a
ses ganioetes, prometiendo a vigilancia i
mais escrupulosa sbreos actos dos refugiadas
nos limites qucpermlliem as leis da Grau Ure-
tanha.
Htipa ha. A ralnha Isabel recebeu em au
diencia particular a 5 do crtente o marechal
Nirvarz, u qual delicu logo depois Madrid pa-
ra ir para L"j n Audaluzia ver sua mal.
dem 7 de fevereiro
A 22 do mi'/ pausado u presidenle pblica aduplou urna mo lida quo licita as
mais vilenlas reclarnaQes o qu-i tem apar-
tado do mesmo a mullos homens le bem.
Ello publicou dou decretos relativos ios
bens da familia d'Orloans. l'elo primeiro
d'st'8 decretos os princi lies da casa d'Ur-
leaus silo abrigado a ven ler no prazo ue
um auno, todos os hrus, irfoveis n de rali
quo 10-suem em Franca. I'ara iiinHv.ir i si
medida o presidente lembra que lo lasas
y-ii s que urna familia real tem sido expul-
sa de Franca, lem sido submetlida a esla o-
I > i. ni, i dn vender os b' n*. I de, o em rigor, as necessidades da poltica
podom < I > r-1111 a r n que ha de violento e d-
arbitrano em urna tal inedidi. l'O'm o se
gunlo decreto he sem juslilicacSo u som
desculpa.
Por eslo segundo decreto, o presidenle
cnnli-ca. a motor paite dua bens da casa de
Orleaus debalxu do pretexlo do r< Stituir ao
e-taln o que lhe perlence ; eis-aqui os ar-
gumentos falsos e injustos sobre os quaes
I.U17. NapoleSo funda um verdadeira es, o-
UteSo.
lia iMiin velha regra do direito publie
que quer que o re, subin lo ao tnrono. faca
ennar para o dominio do estado lodosos
bens que lhe sSo proprios Ora quandoLuit
l'hiii pe era duque d'Orleans possuia pro-
psieda les consideraveis das quaes n3o qui
despojar seus filhos ao subir ao tbronu.
Por um acto datado de'/d ) agosto elle
(i'ixou a seus Ciltios e lilhas a progne lade
do S"us bens, reservmdo smente para si o
usufructo dos rnosmos. N3o foi senSo de-
pois da se lu' assim desapropiado, que a-
ceilou a coroa aos 9 de agosto.
Iloje Luiz MauoleSo pretende que este acto
he frau Iiilento e que llevo sor nnullado.
Se o acto pois he nuil i, os bens comprehen-
didns na doagSti ficavam sendo propftedade
de Luiz Pmlippe e entnvam outra vei nu
dominio ao estado, deade o da em que i II
foi re. Tal iMOtopkltaU em que esta ba-
seado o decreto, sophisma odioso e falso em
tolos ns pontos, poique de urna pane, lie
evideiilu que Luiz Pmlippe nao aceitn a
coroa .-'-u i Com a comlicao lia n3q des 0-
jarsus lilnos da outra parte, a lista civil
foi lixa la por urna le de 1832, a qual racli
heiiu nnpiicilamenteo aclo de 7 de agoslu'
nflu compihendendo no do ninio da coroa
os bens q ie eram o objectoda doacSo de 7
de agosto.
Porem eitas rasOe evidentes para o leghlas
ineamo para os liomens de boa fe. nao luflui-
tlram, a Instancias, em conservar sin pa'las,
porem para mrlhor arredar a respousabilldada
moral doa membros de seu conselho, crtiui um
novo mlntsierlo dehaixod nomede ministerio
da estado, para expedir os negocios cuja re*
laclo o presidente se reserva pessoalinenle,
une nomeou para este lugar um hornero,
que ha exclusivamente delicado, Mr. Casa-
bianca, oqual foi quem r>f-ren ion os de-
cretos relativos familia d'Orle'iis, Mr.de
Persigny, que te ni sido sempre ligado a su
fortuna, foi chamado para o ministerio do
interior em substiluirjso de Mr. de Morny.
As outras pialas vagas furam dadas, i saber
da jusliia 9 Mr. Abatucei, da fazenda a
Mr. Uineau. a das obras publicas a Mr. Lefe-
hvrn liuriiflc. Alem disto o presidente creou
um ministerio da polica gerel e oomeou pi-
ra ello o prefeito de polica, Mr. deMaupas,
o qual foi substituido em seu cargo pelo
prefeito do alto Garonna, Mr. Ritre.
Sem sedeixir disira'iir pelo mao effeito
que produzio a medida contra os d'Orleans,
0 presidenle continuou sua otra de organi-
sacSo geral. Por mio de varios decreto
successivos, elle acaba de organissr o con-
selho de estado, o senado e as eleicOes do
corpo legislativo.
O eonselho de estado est composto por
ora de 40 membros. Os simples cooselhei-
icis li'em um or leado de 25 mil francos
os conselhelros presidentes de sec^Oes teem
33 mil francos. O vice presidente do con-
selho teem 8b mil francos.
Este alto encargo ful dado ao ex-minis-
trodos negocios extrangeiros, Mr. Baroche,
Os senadores nomealos sSo em numero
72 aos quaes he mister ajuntir quatro car-
deaes, seis mareihaes e oous almirantes. 0
uresidenle designado para o senado he o prin
cipe JiTuiii mi llonapans, exrei de Westp-
iiiiIii, irmSo do i npiua Inr ii to do presi-
dente. Seu orddnadi nSo esl llxado, po-
rem ha de ser multo elevado. Daram-lho
um primeiro ice presidente muito capaz,
Mr. de MesmanJ, presidente do tribunal da
r.-hrui, i: u.v miiiiii vice-presidentHS, Mr.
Ilrouyn ce Lhuysex- ministro dos negocios
esirngeiros, Mr. Tioplong, primeiro presi-
lente da relacSo d Pars o o general de de-
visSo Biraguay d'llilhe s. Os seuadore
uto sSo pagos, mas o presi lenle da Repbli-
ca es'a aulonsajo pela con.-t'tuiclo a abo-
nar dcticOis que podem tler-se ate 30
mil francos ile renda.
Odecrelo orgnico das elei^O'S, llxa o nu-
mero dos membros do corpo legislativo en
261 deputaJos os quaes ser3o nomeidos pe-
lo sudragio Universal. Como elles n3o re-
cobem neiihum subsidio, a esculla do povo
Jevora necessariamenie cahir sobre homens
1 un sejam iut^ressados em defender pro-
pnedadeea Ii a or lem, Finalmente, o go-
veruo lem a iulen(ao de fazer urna escolns
mure os candi latos e recommenir ao vol
do povo aquellos que lhe parecern apre-
seutar mais garantas. NSo he pro'avel que
em ido pequea dislancia da voia;3o que
por Luiz NapoleSo 00 poJer, o povo lhe en-
viemos cmara legislativa que se culloque
ii n;uis i;.'ni contra elle As eleirjOes esi3o
Aladas para 29 de fevereio.
Oprasidente acalla de dar satisfaco pnr raeio
de um decreto, s cas es elevada da >ociedidc
que os repub.canos di 18 H t.nha querido humi-
lliar. Elle resiai>eleceu por um decre o recente
ostllolos iie-uohrea que o gjveruo provitoiio
.ibulra; por um ouiro decrelo que uo he to
poui'o ii. i s republicano, rclabeleceu a decora-
r.io da leguo de noura. tal qual eii.iia no im-
perio, isto he co-n a i fiiie do hnp.rador teiuo
na clice u na coroa uiipcri!.
Ivossas prisdes suprrabundam de preso par
causados unimos aconiccliuciit' s Uinai ireular do
ml'dslro do inleriorl'ol dirigid ao picfeitoi pro-
porcionaudo-lhes .....i de diminuir o seu nu-
niero. iiui-.|. circular, os prefei os estao auio-
risailos a | or imme lialamrnte em liberdde os
3ue lhe furam pedidas e auUantou que tlnha o
ireuo. de obrar como linha frito ; foi enjlo
que a rainha mandou eligir delle purria))
primeiro miulilro os scelloi dos negocios ei-
Irangeirol.
Lord Palmenlon nao contaateu nenhuin do
fados espostol por lord John Ruuet, e ua-
lentou hrinemenle su pralencio de poder co-
mo mlnllro, dar na aecesiao mu parecer io-
bre o negocios de ua reiiartltio, e nao ser
comiderado couio um mudo dos leralhoa do
oriente. A cmara rlo-se com lito, mas como
nenhuma proposta tlnha sido fella. o negocio
tcouahl. Creio que senlo voltar a elle de um
modo directo, mss lord Palmerslon ser mullo
lempo um embar<(0 e urna ameaja para seus
collegas.
A innundafSo dos operarios continu,
bem que as gazetas oceupem-se pouco del-
les. A Irlanda est mullo agilaqa os ss-
sssinaios sSo muito frequeolrs, ha conda-
dos em que os proprietarios ricos nSo po-
dem sabir de suas casas mesmo em rlono
di, sam se fazerem escoltar por homens
armados. 0 presi lente da commissBo da
iiispi'c(3o, lord Broughtoo, acaba de ser
substituido por Mr. Fox Maule.
Alemanha.Anda se est occupindo em
Berln com a revi8o da conttituicSo. Urna
proposta de revis3o parcial, no que diz res-
peito i organisarlo da primeira cmara,
foi apresentad por um membro dest mes-
an assembla e ella foi adoptada por 95
votos contra 46. Finalmente assegura-se
que o governo quer tomar a iniciativa des-
ta reforma cuuoiem seu projeclo promp-
to. Segundo este projerto, a primeira c-
mara se recrutara priuciramenle nasfami-
um conseibo de goveroo, e deliberan) por
maioria devotos.
SECQAO IV.
Do Seiuio.
A't. 19. 0 numero dos senadores otlo
pode exceJer de 150, elle he Dxado em 60
para o primeiro anno.
Art. 90. 0 senado compOe-se: primeiro,
dos cariosos, msrechaes e almirantes; se-
gundo, dos cida itos que o presidente da
'repblica julgar conveniente elevar dig-
oidade de senador.
Art. 21. Os senadores sSo vitalicios.
Art. 22. As funccOes de senador sSo gra-
tuitas; oSo obatmta isso o presidente ds
repblica pode conce ler sos senadores, em
rasSo dos servicos por tilles prestados e de
sua posieDo pelo que respeita fortuna,
urna dolarlo pessoal que u3o exceder de
30,000 francos annuaes.
Art. 23. O presidente e ovice-presidente
do senado s3o nomeados pelo presidenta d
repblica, e escolhidos d'entre os senado-
res; suas fiimc/i's duram um anno. O
ordenado do presidente do senado be fiza-
do por um decreto.
Art. 24. O presidente da repblica con-
voca e ada o sonado; elle Oxa a duracSo
de sua sessio por um decreto. As sesses
do senido iiBo silo publicas.
Art. 25. O senado he o guarda do pacto
fundameolal e das liher la.ies publicas. Ne
ahuma le pode sor publicada antes de loe
ser submetlida.
Art. 26. O senado oppOe-sea publicacBo :
primeiro, das leis que forem contrarias
lias histories: ella sera compost.: pri- constituicSo, ou que al.carem 1fji,g'.
meiro, dos principes da familia real e d moni, a liberdade de culto, a liberdade
nuem em vigor em qusotonfio forem legal- do foi confuto, ouvldo.,e por toda parle o
mpiiln revnaadaa V^ d Iralflo, donde resultou. que em
-'-- mrnn.de 10 minuto, ficou a cldade evacua-
da pela forja, e por inultos de eo. habitan-
te., fleando apena, com migo o de.tacamen
Art.57;iJmaeldetartninirorg.nisa- >'- lO.uiouio. ficou a
to de linha. e mal. 6 ou 8 pelanas do povo.
Km to crilicaa cirrunitanclas fi ludo quan-
lo pude a l'nii da re.labclecer a ordem: ron-
co municipal.
O mure ser nomeido pelo poder execu-
tivo e 080 lie oecessario que seja. meoibro
do conselho mupicipal.
Art. 58. prseme constituirlo entrar del toda nolle, darlgi palavraa animadora, a
um vigor a datar do dia em que O grande*,qtianioi enconlrava, e lomel loda ai prau-
poderes do estado, organizados por ella,
forem constituidos. Os decretos exped los
pelo presidenle da repblica, desde 2 dede-
zembro al ao presente reriodo, terSo to-
dos forca de lei.
ada no palacio das Tulherias aos 14 de
Janeiro de 1852.
luiz Kapoleio aparte.
Vista e sellada com o sello grande.
0 guarda dos selllos.
E Houh'T.
______________________(Do 7'im )
llIdlIUa 14 3 uinii,i|/ifl a. 1-... a. a *> ^
Hohensollern ; segundo, dos membros da de pessoa, a iguildade dos cidadaos per.n
antiga nobreza immediata ; terceiro, dos te a le, a inviolabil.dade da proprieda, e e
o principio da mamovibildsde da magistra-
tura"; segundu, d'aquellas que pozerem em
pongo a sgiranga do territorio.
Art. 27. O senado regula por um senatus
cosulto: primeiro, a conslituicSo das colo-
nias e da AJgeria ; segundo, ludo quanto
grandes proprietarios: quarto, dos gran'
des dignit irlos da adminisirscSo e do exer-
cito.
Ilcifaiha.Vsn despachi ihelegratico chexa-
do honlem a Paris, nos tras a deploravel oli-
da de que urna tentativa de asisisioaio Di di-
rgida, a 1 de fevereiro, contra a rainli de n^0 tiver Sido providenciado pela constitu-
Uespanna Faltam-nos informaedes. rorein ^0 e o que Inr necessano para a maiiuten-
el-aquloqueaeabena einbalmda da Mespa- Sq mesma ; terceiro, a signific cao dos
nha. A J de fevereiro a rainha sahia pe pri-
meiravez, e dlrigia-se a p, para a Igrejado A- "
locha arim de dar gr-eal a i eos pelo seu feliz a" -
par.o, qu.ndo um Sadr que se achav .0 lado Art. 28. Esles S-natU. consultos serio sul)
do cortejo, eproximoii-se deila e ferio-a com metlidos sanrclo do preidente da repu-
nma puuhalada H.o se sabe se o asssisinn foi blica e por elle promulgados,
preso, Os bollelins dos medico, viada pelo jrs 39, q cenado mantem ou annula to-
ihelegrapho dltem que a f.-rida nao ten inulta ,joS o8 actos que lhe forem suhmettidoa pelo
gravidade, que a aiuha en calma corajosa e .,,.,, Porno ,consltuClonaes, OU donun-
^ttd&MS afaf ^"C85H em prtlt0ei d08
'"SV/rfii tfo/ca.-Alndahaum grand. mo- Arl. 30. 0 swdo pode em um reUtnrio
Tlmeiit) no fun ios frtocfMi. 5 /tt cerno dirigido ao presidente da republic* lixar
flubiram a 107 I' ancos c 30 C, dciccram 101 fr. a4 baaeS de prujectos de leiS de grnn lo ll-
e flcarain a 101 fr. e 70 c. Lorcsse nacional.
^^aWaW"*"l<' bens ll>e n-i^nihi.r achar 1 uportantei ri'cursua para
iiivft "rr mi,.i nect-asitludet de popnlarldaile.
O ii i i iih'ii(o uo padia a-Hiafise-lai e elle achou
comnindu uiolrar-ite liberal para com o povu
cun o dtohelro alheio.
Eis-aqui para que fnselle dentina as lommas
que i i v r i ri'Mih.ir da venda dos beji's da'cta
d'rlean ; 10 inllhdea aero dadoi s caUasile
aoccorruiimiiuos, 10 uillheitero em, regadu:
liomens que ufio foraui senn i ludidos a que n*o
l>ode ouir.is presus, acubi-se de noi>ear una coinmi-
i.i > fuiji alrmenla rlcparlameiito, dojiioject').
i ciitlemiliMr e do Obefe do lngarf com a inis-
io de jniijar admluislritivaineme e no mais
ourtO praso lodosos individuos presos purea
polilica. .V.ii su.i.i levados pemute os couselhoi
de linrra senio oscabfeas da In^urreico. ou os
T.-os qu sao .iccusados de ssassioatu; lodos os
aisscr.10 punidos adiiiiuislr^iivamenie ou pos-
Ios e i< liherdude. Os conselhos cte gu rra esiao
j 1 ni. t 11.1..I0 em muilos pontos e lera pionun-
;il,u .1 s si'iui-n^ .1 de mirle, purem he
provave que o presdeme coiiiinuiai a pena.
Inglaterra. U |mrUii)eoto inglei. tul aberloa3
d^sie mea. no|ieU rainlia em p-*ssoa, porm no.
urna r.jnH. uss.'i.j O- luid chsaccller Kti u discur-
so ieal i-o q>ial liauscrevo aqu someme as prln-
cipaes pastagaiis.
.... Coulinuo a nifuter as relacoits as
amigaveis com 3 putencias estrangelras. Ua-
inenlo que a guerra, qij ml'.-l cenle rebemou na
liontetia orntal doCai'O da Boa Fsperncai
ba uniauuo, cuutiuue ainda. Ser-Vos-hao apre-
seulados alguns papis contando as inl'jrmacfs
com, lelas so re a nurolia da puerta as incidas
adoptadas para dar-lhe BM.
. Tcndo observado co-n nma satlsfar;*o sincera
a trinquillidade que tem remudo oa malor parle
dil i., nd teuhoo umis proluuUo pesar de in-
forinar-vos que cedas parles dos condados de
Ar'nagb, Uona^an e Liuili se-te 11 fcito nouveis
pela perpetrado de eicess. s da n tureza a mais
serla. O poder da legtsUcu exislente tem sido
esercidn com zelo pura descubrir os criminosos e
para reprimir um syslema de c.i 1 es e de vloleu-
clas, Taial aos mais charos inleresses do paia. Mi-
nha altenfo continuara a dirigir-se para asta
Importm eobjeelo.
'eguea p-il'cipacao de alKuns bilis destinados
a modificar Icgi.f.ciu interna e um resumo da
uluicau fioanceira, o discurso termina pela ne-
cia racao seguiute realivaiueute rtfxma elei-
ral.
h Parece-me que o momento he propriclo
para examinar c m calma, senso ser opporlu-
nn f.i/.-r mi aclo do ultimo reinado sobre a re-
presfiiiac.io dos coinmuns no parlamento as
mi-liiic 11 o 's qu? poderlo ser julgadas de nsr
lureza pruprla a dar mu eiTelto mais completo
aos principios, em que'f**ta le he bascada.
nbo a mus plena conflsiica de que oeste
exaur, annulrels rni^nienle aos principios
rriMi.hi'.'iiiin da finiiiiiuico, que garanten!
Igualmente as prerogativa* da ctiro*. a aulo-
lade das duan cmaras do parlamento e os
dlrcllos e as liberdades do povo.a
A resposia a falla do tbrono foi lmmediala-
mente discutida e votada "in plena aessslo, as
(luis cmaras sem emen lat Lord erbj, na
cmara dos lords, lestemunhou sua admira^ao
pela retirada d- lord Palmerstoo, sem lmen-
os 3 por c*nto subiram a 2 francos e 60, c.,
desceratn a <3 francos e lican, a 64 francos e
7\ c
Consolidados Ingleser subiram a 97 1[4, des-
ceran! a 9. _
A NOVA CO.NSTITUig \0 DA P.EPCBLICA
Flt.\.\t:tZA.
Art. 31. Ple lambem propor modifice-
ges conblituicSo. Se a proposta lo
a locitada pelu po ler exfcuiivo assim se Tara
constar por um senatus consulto.
Art. 32. No obstinle S9> todis as mo
dili''at;''s das.bsses undamentaes da cous-
tituiQAo, taea quaes furam enunciadas na
prociamacj-o de 2 de dezembro e adoptad
O presidente da repblica, considerando > ,riinCgl erao submeltiJa ao
.e o po.o francei fora cnama lo a P'Onun- JJf(,il0 uner|.
Art. 33. Em caso de dissolu^lo do corpo
legislativo e emquanlo oulr convocaijil.i
nflo liver lugar, o senada, sobre proposta
do presi lent-) da repblica, piov por me-
didas de urgencias a tudooque he neces-
sano para ogoverno do pai.
SECfiO V.
Do curpo legislativo.
Art. 34. A eleiclo tem por baso a popu-
Jaelo.
Art. 35. llavera um deputado ao corpo
legislativo por cada 33,(mo eleitores.
Art. 36. Os depuladosaao eleilo* por sul'-
ci rja a manulencflo da antorilade de Luu
MapoliSo Boaaparte, e da-IKa os necesssnos
po.leres para faier um conslituico sobre
as bases estabelrci lasem aua pruclamafjio
da 3 dezembro ; coni leran lo que as basus
propoatas ceilafo do povo, I- f.t'ii :
1. Um cliefe responsavel nomeado por 10
anuos.
2. Mnistros depenlentes someniedo po-
de' enecutivo;
3 Um conselno de estado formado dos
linmnns mais ilisliuctos, que repare as leis
e sustenta a discuto sobre ellas no c.rpo f\;'Treja sem^scriio"!^"hila"
legUlallvoj ,..... Art. 37. N3o recebem nenhum subsi-
*. Um cor jo lr-gislativo que discuta o vo- ..
te as lei. nomeado por sulfr.gio univ..sal, rt 38. S(l0 r.omeadoa por leis annos.
sem o escrutinio de lisia, que falsifica a e- A[, 3jJ 0 c..rpo legislativo discute e vota
lt)ic,ao ,_... os projeclos de lei e os i nuoslos.
5. Urna segunda a semble, formada de p J Toda f
todos os homeni diiiinclns d-i pan, poder commUsSo encarregad. do timo de u mi.der.dor..gu.rdadopado fundamental a projeolo de |ei ar ? dos mteressrs pblicos ;e considerando que J ',, da 0Jl,o p,l0 presidente do
0 p,ovl r8"p,,n le" "nir,"a1ll,""e"ta,.1por corpo legislativo. Se a emenda nSo fr
7:000,000 sulfragios, promulga a constitu- ^optid.]pelolOOaielho da eUdo. nSo po-
cao, cojo ibeor i.e oTMRUiaM I der, ger g{;Drnetlida deliberado do corpo
>tt.t,\U l leeislativo
Art. 1. A conslituicjo reconhece, conflr- 'A 89SiSo or,,nara do corpo |e.
ma a girante os grandes principios proel,- s9ug Uiba,ho
mados em 1789 e que forman, a fa.e do di- pubiJC0S pnrnl 0 reonerimento de cin-
reito publico do petro IJ.neei. co ,mbrol {e umc.ente para que elle se
n t. ".-aii ii. resolva em commissSo secreta.
fa forma do governo da repubUea. Art w A Uwi dos ,r,bi|hos da ses.
he confiado ao principe l.uiz Napnleo Bo-
cns, ou por quaesquar outros cannaes de
e o vice presidente
aparte actual presidente da repblica, por pub| a0 cons)slra smenle na repro-
espaco de dez annos. d J .,,, no eneerramento de
A.t. 3. 0 presidente da repblica gover- c,d,%BSsaodiari, pelo cuidado do presiden-
na por meio dos ministros, do-conselho leeistaiivo
detestado, do senado, do corpo .M. ^^^0 pTOoti
Art. 4. O podor
conectivamente
blica, pelo senado o pelo corpo legisla- jdog-_ 0orden,dl, do presd-nte do corpd
'legislativo he lito por um decreto.
Art 41. Os ministros n3o podem ser
j.. I..-.I.:.. u ....i do corpo legislativo slo nomeados pelo pre-
dor legislativo he 'roldo MmTtohwbll porfsp.eodeTu an-
9 pelo presdante da repu- n es 8Io escolnidug d.entr0 os deput.-
iiadu o pelo corpo legisla- M' n..i..i^ h r.i.i..i h r..nA
tivo.
ta-la. nial exprlinlndo o deaejo de que na ou-
no inelhrjuieiilo das casas dus operarlos" nasjtra cmara sr drssrin expllcafArs de naltireza
grandes cldades tnanufactureiras ; 10 lulllidesia salisfazer a curin.fdade publica. Assimacon-
servirau pira crear laaliiulcdes de crdito ler-1 lebeu. As ef|dicacOes, dada na cmara dos
ritorlal ^Dualineiile 5 tuiUioes sero empr.ga- cominuns forain to urbano., que nao proroca-
do. fin rst.lii ni iiin.'i raix.-i d beneficencia I rain tempesta ira. Sir Benjamn Hall pergun-
para os sefventuarlos pottres.Tsso relatlvan eu- loa a lord John llussrl porque rasao lord fai-
te aos operai los das cidadtse do campos,'por. in merslon se linha retirado. (J primeiro inl-
a malor parle he para o exerclto. U restante nfttro nao hesltuu mais em entrar as m.iiore.
dos beu* ser reunido dotacao da tfglo de pa/licularidades. Koi a Franca que forneceu a
Hoora t- dever aervir para o pagamenio dos or- causa do romplmento. Eis-laqul a que respeito.
denadna dos legionarios que pertencein ao A primeira noticia dos aconteciiiieoioa de
exercifo.os quaea lero pa os iudisi ncunicnic de dezembro, lord Palmerslon tevecoin o nos-
ao. officlae., e aos .oldados. |.o ministro em Londrea.o Sr. conde de Wa-
Eale ordenado esl diado em francos para letkl, urna can-lerenda, na qual deu una ap-
oscaTaleno., 000 francos | ara os olciaes, 1,000 provaco plena coiiifileta aos actos do presl-
fraocos para os coiniiieaoado*res, 2,000 francos dente'. O condfr VValeki apresou*ae em trans-
para o. grandes < fBciae., 3 i 00 franco, para oa mlilir a noticia atesta conferencia ao .eu go-
gram-cruzes. lera disto o decreto lustitueuma erno, e o ministro Inglez em Pars, lo/d Mor- COnC dida aiinualuienli) ao presdeme d
uiedalha militar, para oa iiif.'rloreaasvoidados, maiiby, ficou desagradavelinente deaapontado repblica para a tola durat}3o Ue suas
SEcgtO ni.
Do presidente da repubUea.
Art. 5. O presidenle da repblica he res-
ponsavel ao povo francez, para o qual tem
gempreo direito de appellar.
Art. 6. O presidente da repblica he o
chele do estaJo ; elle commanda as forfas
de mar e Ierra, declara a guerra, cunciue
11 .ila los de paz, alliancas polticas e com-
morones, e expede regulaluentus ederjrctos
para a eiecuciio das leis.
Art. 7. A justifa he destribuida em seu
nome.
Ait. 7 S elle tem a iniciativa dis leis,
Art. 0. Tem o direito de agraciar.
Ai'. 10. Sanccioua e promulga as leis a
os selos consultos.
Arl. II. Aprsenla tolos os annos ao se-
nado e ao corpo legislativo por meio de
urna mensagem i o estado dos negocios da
rdpubhca.
' Art. 13. Tem o direito de declarar o es-
tado de sitio um um ou em varios departa-
mentos, com i cundi^So de commumear es-
la med la ao senado dentro da mais curto
espsfu de lempo. As cousoquencias do es-
tado de Sitio silo re- lilailas pela lei.
Ait. 13. Us ministros deveodea somonte
do chefe do estado. Cada um deiles lie res-
ponavel uuicimeiite pelos actos do gover-
no que lite dizem respailo; no ha sol la-
neJsde entre elieses podem ser aecusa-
dos pelo senado.
Ait. 14. Us ministros, os memb'os do se-
nado, o corpo legislativo, o cuosolno de es-
tado, os olliciaes das torcas de mar a ierra,
os magistrados eosfunccionaiius pblicos,
Ert-stamo seguinle juiameiito: Juro o-
e milicia a conatiiul^lu e ttdelidade ao pre-
si Ii uto. ,
A t 15. Un senatus conulto llxa a somma
a qual dar direitoauma rei.djjajfiilicla de cein ao saber da propria baca do noaso ministro dos
francos. Ceilamente u proddfto dA bi-a^yaS fd- negocios eslrangeirof oajaes eram o. aentl-
milia d'rleans nju ijaju.i.l pu,i pigif^lp-iiaa lu'nto. de lordjalmersibn. O despachos of-
cstas llbertlhladei iSJJW. v.i.i) aor pa'gSi em ficlaes recebldo.por lord Morraanbj niea-
i;raud--jiaiic pelo oiSnlfriii, mas o prclidenlc lavain da neotruus ......lo de accordo rom ei-
no oltia pira l.to de Xf/Uiti. las deinamlracOes de almpalhla abaolut, por-
(juajitdo tratou-.e d* publicar este decreto, que elle, lecoiiinendavam a reserva ea neu-
LuizSt,ai|ole.io encontrouea,! opposijo ein Iralldade.
aau conselho. .-el rnlolsa,., obre nove; pro- i Esta contradlcao eipllca-se por este fado
numiaram-se contra a m/dMique otTeodia e que os despachos eram lidos e dados ein con-
funecdds.
Ait. 18. So o presidente da repblica
mor er antes da eXpiracSo de su mandato,
o sonado couvoca a iiacSo pra o Um d pro-
ceder a nova eleicflo.
Art. 17. chrfa do astado tem o direito
defpropor aopovo, por um ac|o secreto de-
positado nos arcbivoi do senado, o nome
do cidadSo que elle recommenda no utu-
to c do injus- srlho, emquanlo que oa conferencias com Mr. rBSSB da Franca i Conlianca do povo e aos
ido Sea part- VMeskl, lord Paluieraton fallara livreinente e'.eug sulTiagius
dd e nada o pode fazer mudar de deternimaclo. Macamente. .rt 1S aii eleico do nnn nrealdenin
Elle accltoua de.Hl.,i0 do. izDl.troial. lata-'' Pore.n esle Incidental levado, ao conhecl-' //'J*/- *lVn ^
rlor, da juatlca.da obra, pubneca. e da fazen- memo de lord John Ru.sel, o irrltaram forte- di repblica, o presidente do senado gover-
daeossubstituio lo^o.. Insisti com os mlnis- mente e Irrltaram aloda mais a rainha. Lord na com a concorrencia dos ministros em
iros Ua tuerrac da marinha, os quafj comeo- Palmerslon lol multo regido nai ejpllcacci exercicio, os quaes formain por si mesnios
membros do corpo legislativo
Arl, 45. O direito de pe icio he exercido
rrlativamente ao senado. Nenhuma peticio
pode gdr dirig la ao corpo legislativo.
Ait. 46. O presidente da repblica ron-
roca, a dia, proroga e dissolve o corpo le-
gislativo. En caso de dissollucSo, o presi-
dente da repblica lie obligado a convocar
um novo corpo dentro do piazo de seis me-
zas.
SECCAO VI.
Do conselno ac estado.
Art. 47. O numero dos conselheiros de
est ido em aervico ordinario he de 40 a 50.
Art. 48. Os consalneiros ds estado s3o
nomeados plo p'C-i lenin da repblica e
podem por elle ser demeitidos.
Art. 49. O conselho de estado he presidi-
do pelo presidente da repblica, eem sua
ausencia pela pessoa que Pile indicar como
vire-presidente do conselho de estado.
Art. 50. O conselno de estado heenc.rre-
gado. debaiso da direccSo do presidenle da
repblica, de fazer piojecloi de lei e reg-
lemenos de admimatracflO publica, e de
obviaras dilllouldadi-s que possam appsre-
cer em materias de administrcr;.1o.
Art. 51. Elle sustenta em o nome do go-
verno. a discussSo dos proJHClos de lei pa-
rante o senado e o corpo legislativo O-
conselheiros da estado ancarrenado de fal-
lar em nome do goerno sSo nomeados pelo
presidente da repblica.
Arl. 52. O ordenado de cada conselheiro
de ela io he de 5.000 francos. .
Art. 53 Os ministros tem asiento a voto
deliberativo no coosel'io de es.ado.
SECgxO. vil.
Do supremo tribunal de usVea.
Art. 51. U-o tribunal supiemo de justice
iulgx sem app*lli<;Ai>, nem lecursu 4 revis-
ta,todas >s pessoas que forem enviadas sua
presanca comoaecusadas de crimes, lent-
livasou conspiragOes ennira o presidente
PEBHAMBCQ
ASSEMBLA PROVINCIAL.
SESSAUORDUNARU EM 3 DE MAll(.:0 DE
1852.
Presidencia do Sr. Pedro Cai-aleanli conti-
nuada pelo Sr. Bara'o de Capibartbe.
A's orne hora d. inanhaa, frita a chamada
achain-.e pre.enle. 27 Sr.. deputados.
O Sr. Presidente abre a sessio.
He lid. e approvad. acia da sesso ante-
rior.
He lldo e approvado um parecer da commis-
ao de conslilulco e poderra, acerca da ad-
oii-i.io do Sr. deputado Domingos de- Souza
Lrao.
O Sr. drputadn be Intrnduzido com .. for-
malidades do estjlo, presta juramento e touia
aaaento.
O Sr. 1.* Secretarlo menciona o seguinte
tXPEIJIENIE.
fui oflicio do secretario da provincia oceu-
panda a recepelo de oulro dirigido pela assem-
bla,em que c participara, quaes os uiem-
bros de que ie coiiipunlis) a mesa da inesina
a.einbla.Para o archivo.
Outro do me.ino enviando as posturas da c-
mara munlcidal da villa do Brejo.A' coinmis-
so de cmaras.
U t i do mesmo, acompanhando a remessa
do relatorlo do nirector das obras publlcas.--
A' cnmmisao das obraa publicas.
Um requeriinrnto doa moradores da fregu-
lia de PaJe-de-Florea. pedlndo a creaco (!
um ii-iino na inclina freguezi. --A' couimisso
de eslalistica.
Um. representacao da cmara de Cimbres
pedlndo providencias acerca da invasao que
eslo sofi-endo as Ierras de seu patrimonio
pelos Indios daaideia do mesmo nome. auto-
rlsados pelo respectivo director, e solicitando
urna quola para poder fazer face suas dcs-
i" /1.. A' coiuiulisau de negocios de c-
mara.
Um requerlmento de Carlos Ernesto Mes-
quila Falco, professor substituto da aula dr
lachlgrapliia, pedlndo permissiia par. dar as
lic(dea de pratlca aos aeu alumnos no recinto
da assembla, empo Ibe faculta o art gu 9.a do
re*,utaiiinio de 3l de agosto de 1849.A* com-
inissao de polica.
Outro da cmara municipal de Cimbrea,
em Pesquera, fundada no. documentos que
submette .coo.ideracao de.la a.semblavpe-
dimlo a transferencia da matriz, de Kossa M-
nhora das uioiitanhas.--A' coinmisso de esti-
lstica.
(Continuar-sc-ha.)
Reparligo da Polica.
Continuara do expediente do Sr. desembar-
gador cheje de polca, em relac&o aos mov
mentas sediciosos que ttveram lugar nesta
provincia no mes de Janeiro prximo pas-
tado.
EXPEDIENTE DO DIA 19 DE JANEIRO.
Ao sub delegado de Naiareth.
Tenho prseme os olAclos, que vnic. me
enderessou em dala de 4 e lo do corrente,
que someme hoje me foram enlreitues, e il-
gnifici.-lhe em respost, que por eta repar-
tlco J foram dadas ao delegado desse tenno
as ueceasarlas ordens, e se peiliram ao Exm.
Prndenle as necessarias providencias, para
que nellc se conserve a ordem publica, que
to gravemente nelle fora alierAda por cau-
za de alguns ajunlamentos iilicilos havidos
lio mesmo termo; e K.or tanto soinente cum-
pre-me recomendar a casa subdelegada toda
a vigilancia, e zcio na prevencao dos delictos
em seo destrlcto, e oa inanulenco da segu-
ranca publica, e particular.
eos guarde a vmc. srcrrlarla da polica de
PernamUuco 19 de Janeiro de 1852.
Gernimo Ma< liniauo Ftgueira de Uttlo, chefe
de polica Sr. subdelegado da freguezia de
Piazarelh.
Oficio a que responde o oficio supra.
Illin. or. Constando-ule acliarem-se em a
villa da Pao d'Alho, asslm como em outros
lugares ein torno de.le destrlcto grandes re-
uuiea de gente da plebe, com o fim de oppo-
rein-.e com armas a execuco do regulamen-
to de 18 de Junho ultimo a cerca do regalo
dos nascimeotos eobuoa, e recelando, deque
tae. amotlnadores quelram tambein invadir
este destncto, que al agera acha-se tranqui-
lo; de acord com o doutor julz de direito
deata comarca, e com outro. cidadaos, del
hootem principio a reunir alguma gente pa-
ra oppor-tne a qualquer tentativa de oggrisso,
que por venlur. possa apparecer da parle
de seuielhaules anarchisias, o que julgo do
mili dever participar a V. S., a quem rogo a
eipedico de suas instrucedes, e ordens*
Cuinpre-me lambem participar a V. S., que
honlem mesmo comuitiniquel esta oceurren-
cia S. Es. o Sr. Presidente a. provincia, dei-
xando de fazer enlao a mesma comuiunica-
(Ooi a meo alcance, para garantir esta cldade
de qualquer assalio: asslm paaaou-se toda a
nolte de 7 para 8 deste inezT sem que occor-
rewe mala couaa alguma noiavel.
He quanto me cabe por agora participar
a V. 8.
Dos guarde a V. S. cidade de Naiareth 10
de Janeiro de 1852 lllin. Sr. Dezembargao
dor, Jernimo Mirtlniano Figueira de Mell-
chefe de p dlcla d. proviucia O subdelega-
do Jos ftuslino Mariaao falcia.
DEM DO DIA 20.
Ao primeiro supplente do delegado do
Limoeiro.
IIIni. Sr, Constando que ainda se acha
ausente o delegado de polica desse termo,
n.lo obstante haverem ro-sa lo OS movimon-
tos, que o pozeram em fuga, e que tiveram
lugar nesse termo, e com especialid.de na
villa respectiva poroccasilo de se executar
o decreto imperial de 18 de junho do anno
prximo passado, he urgent que V. 8. lo-
me quanto antes conla do exercicio da de-
legaca do mesmo termo na qualidade de
seu primeiro supplente, certo V.,S. de quo
espero, attento o seu rrcoohecido zelo pelo
servico publico e energa na manutencilo
da ordem eseguranca publica o particular,
que nSo padecerSo nom estas nem aquelle,
principalmente achandu-se nessa villa urna
espeitavel forca de primeira linha, com a
qual V. S pudiTa fazer cont r ps desordei-
ros, so de novo tenlarem apparecer.
E porque de um olTIcio do Julz de direito
dessa comarca, que por copia me rematteo
o Etm. presidente da provincia em data da
14 do corrente, consta que fra encontrado
na Cid.ii dessa villa um horneo) livre sur-
rado, e que eslo imputa tal altentado ao
delegado desse termo ; assim como que o
mesmo delegado e as mais auinri lades po-
licises do tormo no flieram o menor MfuT-
qo para desarmar e dispersar os sedicioso
que a inva iirm, ou pelo menos conle-los
em seus desvarios; ordeno a V. S. que me
mo; ni.- circumslancia-iamenle sobre a ve-
racidade de taes lacios, e sobre os motivos
que se deram para que taes autoridades
dos.m. arassem o exercicio de seu cargo Fi-
'lalmi nte cumpre qua V. S. me envin com
a pnssivel brevidade um relrtorio de todos
os fados havidos nesse termo por occasiSo
la eiecuco doj referido decrelo, decla-
rndoos nomi'S d.is diversos chefos que II-
guraram trsla desses grupos; o partido
poltico a que eslo ligados; os vivas e
morras que proferirn) ; os sentimentos
que expressavam ; as pessoas que os indu-
ziram a rommrtter osaltenlados de que es-
sa villa fra testemunha por espaco ue seis
das pouco mais oumenus; e os motivo,
por que o destacamento policial ja reforca-
do com o de l'o d'Alho, que all fra desar-
mado, luu ii'.istin aos sediciososquando o
avcom'metleram em numero de triuta a
las prscas, como me dice pessoa lldedig-
na desse termo.
Dos guirde a V. S. Secretaria da poli-
cial de l'ernambucu, 30 de Janeiro de 1852.
Jernimo Uarlmiano Figueira de Mello,
chefe de polica. Sr. coronel Antonio Co-
mes da Silva Cumar, primeiio supplente
do delegado de Limoeiro.
Ao delegado do limoeiro.
Illm. Sr.Em addilamento ao seu oflicio
de 16 do corrente, e em eumprimenlo ao
que me delerminou o Etm. presidente na
provincia, por ullicio de 17 do mesmo mez,
ordeno a Vmc. que, alm das explicaron
que deve de prnmplo dar sobre o seu est
uhavel procediniento, declare e exponha
minucuaaoicnlo todos oa tactos peloa quaes
Vmc. se convonceo de que fui poltico o
moviinento que o poz em fuga dote-mo de
sua jurisdicao, nSo esquecendo mencionar
os n.'mes dos individuos que piomoveram
ou dengiraiu o mesmo movimento.
Dos guarde a Vmc. Secretaria da poli-
ca de Pernamhuco, 20 de Janeiro de 1852.
evnimo .Martiniano Figueira de Mello, chefe
de polica. Sr. tenentd-corouel Juaquim
Antonio Carreira GaiSo, delegado de poli-
ca do termo do Limoeiro.
DEM DO DIA 23.
alo subdelegado do segundo diitricto deste
termo.
Illm. Sr.Tendo levado ao conhecioien-
to do Exm. presidente da provincia o seu
oflicio de 13 do corrente. e havendo-toa el-
le declarado em oflicio de hontem que deve
V. S. requisitar a forca. que for de mister,
quando porvenlura venha a ser perturbada
a ordem publica no diatricto de sua juris li-
efio ; assim o commuoico s V. S. para seu
ennhecimento, e em resposla ao seu citado
oflicio.
Dos gusrde a V. S. Secretaria de poli-
ca de I', in.iiiibiii'o, 31 dejineiro de 1852.
Jernimo Mari imano Figueira de Mello,
chefe de polica. Sr. Francisco Antonio
Pereira da Silva.' delegado aupplente do se-
gundo districto desia cidade.
DEM DO DIA 38 DE FEVEBEIRO.
Copia, .' 4li8.
Illm. e Exm. Sr. Achaodo-me doente,
e sendn-me consegumtemente necessarlo
entrar no uso de reme los que me impe-
UIARIODEPEB^IBUGU.
da republina econtra a seguranc internte jp,0ieto. nao furauicapase.de de.lruir toda
externa da estado. Elle nflo pola reunir-. deacouA.u. da parto da geute do governo,
cao a V. S. pela pressa do portador, e pelaa
deshoras, em que parti.
Ueos guarde a V. 5. cidade de Nazareth dem o continuar tor algum lempo no eser-
de Janeiro de IS>2 Illm. Sr Doulor Jero-, cicio do Cargo de Chefe de polica desta pro-
nimo Maillniano Figueira de Mella, chefe de Vlllc, alnl 0 communico a V. Exc. para
ISSLiilTVSSu. 5ubdele*'d0 J" a'"- o seu conheciroento, e euro de que se digne
,'%,!"Sr^.eudocommun,c.do a V. S. J*' t* qu faca a. minh.s vezes
dala de 4 deate mez, que de acord com o d ora em diante.
doulor julz de direito deata comarca, e ma- Dos guarde a V. Exc. Secretaria da po-
la minos cldadus, tomrl a medida de reu- licia de l'eruambuco,28 de fevereiro de 1852.
nlr huma forc. para obstar a iuvasan deata Illm. e Exm. Sr. Vctor de Oliveira, piesi-
cldade pelos grupos diversos, que segundo dente da piovinria. O chefe de polica,
me constara se navlam levantado em P.o u'A-! ;er(m,mo Martiniano Figueira de Mello.
Iho. e ein alguns pontos dest. com.ica; cuin-l
pre-uie agura levar ao cOuhecimento de V.
S., que esta torca, composla pela maior par-
le de contingentes prestidas par varios clda-
dus amigos da urden), e Iranquiliidade pu-
blica, depois de achar-se elevada quasl a sO
humens, cujo commaudo foi confiado a hum
olncial de liuha de nome Luiz Maranho, de-
baudou ae eapoulaneauenie por motivos, que
passo a ezpeuder
A penas urganisou-se ella forca, os chefes
mais sensatos, preeminentes deila lomaran!
a deberaeao de encurporar a si os ineiiinroi
mais prepooderanles du parlldo decahidu; vis-
ta que de um lado o apuio das circuostaucias
ii-iM iniiv. eaU medida, e de outro nenhuns
fuud.ueiitos h.viam par. ae crer, que o par-
tido da oppusico tivese parle o. .moliuacio
popular: avista dulo estabrleceo-se ll.u(.
cune oa chefes iimii eiiiiueowt de.....lio. us
partidos polticos dast. cidade, .fin de g.
r.nUr-.e paz publica lo seriamente amea-
(adt. E com quanto os liomens da opposlco,
que ae achavam ligadas a larca do goveruo,
lucssrm os protestos mais aolemnes de sua
loceridade nesl. allianca, asseveraodo, que
ae achavam dispuslos a pieslar toda a coad|U'
vacao para a inanulenco da ordem, e que
mesmo na liypoltiesr, de que o eo paitido
tumasse parte na sublevacao popular. ( o que
at eni.io igoorava ) elles se cumpromelliaiu
a revelar isto aos chefes da forca do goveroo,
relirar-se imiuediatamenle; todava estes
deque o pamdo da oppoilcao linha parte no
ilumnenlo popular. Nesta coujeciuia appa-
receo iadlscrelamcnie o buato, ue que o ino-
viinenlo era poltico, e bem assim que el-
la cldade seria em pouOAl horas .asaltada par
buin grupo, tendo i sua frente un dos ce-
fea da opposlco; esta noticia foi imiiicdiaia-
Art 56r AS dlsp"osic,oes dos coligos, leis jineute coininuulcada por dou homens da op-
reaulamentoswa exislentas, que nao fo- po.icio em deaempaobo da sua. palavr..a os
remoppostas prosete conslituicao,conti-Je"'e da toreado governo. Desda eaUo tu-
ae senlo em virtude de um decreto do pro
Bidente da repblica.
Art. 55. Um senatus consalto determina-
ra a organlsaco deste tribunal supremo.
SECQA. VIII.
Diiposiftes gentes i transitorias
RECIFE, 3 DE MARCO DE 1853.
Iloje oceupou-se a assembla provincial
da diacussllo de um requer metilo doSr. Pe-
reira de Carvalho. que pedia a nomac.1o de
um supplente para subPtitur o Sr. dipu-
tado Figueira de Mello, que nflo havla com-
parecido por motivo de molestia, rejundo
(lizia o autor do requerimentnj, cuustava
da paite ciflici.l do Diario ; encelada adis-
cussSo, nelle tomaran, part a favor o Sr.
Pereira de Carvalho e o Sr. Guedes de Mel-
lo; contra os Sennores Maciel Monteiro, Ma-
nuel Joaqun), CarneirO da C, Eatellila ;
discutido o requerimento do Senhor Pe-
reira de Caryalno mandou o Sr. Brillo a
mesa un ri q i ri ment, pedlndo, que a casa
hou'osse de exigir da presidencia esclare-
i'i'iienii s e toda a sua correspondenea au-
tiieiilica sobie as ultimas occorrencias do
Itio Formnzii; posto a votos o requerimento
em discussSu, e por nflo t-r havido quem;
pedase a palavra, ficou adiado por empate.
Passou-se discussao do prujecto n, 10 do
anno passado, acerca do calcajneuto das
russ, construcco de passeios, encmenlos
de bicss, etc. ; lomaram parte a favor do
projeclo os Senhorea Barros Brrelo, A-
guiar, Brillo, Mello Reg, e Maciel Montei-
ro, que mandou 4 mesa um requerimento ,
pedindo se^onfiasse o esludo do projeclo a
urna comoTlssSo especial, para segundo o
seu parecer se poder aciier o melnor meio
de por em execucSo ; discutido e approva-
do o requerimento levanta o Saibor pre-
sidente a sessio ai a boraa da Urde,
i ILEGIVEL__ir



7
-^ -
f-i
vi-


dindo pin ordam do dli, apresenlaerfo
de projectos in iicacfles o requerlmen-
tos, e primeira dlscussfio do projecio n. 1
deste ano, lobre Qxa(flo da fr^a poli-
cial da provincia._____________
Pelo vapor Toy, ohegado hnfo doSou
Ihami ton va Lisboa, Madeira, S. Vicente e
Tenerip, recebemos as cartas de nossos cor-
respon denses de Lisboae Paria que ficam
transcriptas etn outro Iqgar deste Diario, e
bem assim varias gazelas ingieras, franca -
iaa, hespinhollas e porluguetas, as primei-
ras das quaes alcancam a 9 de fevereiro p.
passado, aa segundas e terceiras a 8 e as
ultimas a 14 do mesmo mez.
Ao que nos communicam dossos dous
correspondentes, s temos tempo deaccrea-
centar por ora que em Londres os consoli-
dados ficaram de 96 l|2 a 96 5|6 ; oa fura los
brsaileiros a 91; os argentinos a 50 l|2 ; os
(nutro por cento portugueses ,a 321|4 os
cinco por cento sardos a 88 I |S ; os qustro
e meio por cento russos a 100 t|2 e os qua-
tro e meio por cento belga a 81 3|4.
ta da Indis, 95cailis velaa learias, 4 di-
tas papel. 83 picotes dito, 15 fardos alfaze-
ma, ISO barricas fariiiha de trigo, 5 fardos
enxotre, 19 calxlnhaa absyntliio, 6 ditas
marrasquino, S ditas chapeos j os consig-
natarios
RENOIMENTO NO MEZ DE [FEVEREIRO
E 1859.
Hendlmento total 963:398.873
Reililulcdei 350,000
863:04,87l
256:413.041
Communicado.
nEUESSA AOSR. DR. Si BINO.
Oa lrilore tero vislo como ni tenho tldo ag
gredldo e Insultado pelo Sr. Dr. Sabino Olega-
rlo LudgCro Pinbo, aein queeu nunca o liveaie
otl'endidu, r salea pelo contrario devla-me mui-
lai atlencdet, porque aempre o tratel mullo
bem, e dar a (odas aa peaauat que me pergun-
i iv mu por elle aa inelhores Informa-e, lo
mal ii/, mas nao me arrependo, oo obilanle
eu aaber que elle me fula a guerra quanto po-
da, tratando tmente dedeaconceliuar-ine, do
que ru taubem me niio importara, porque era
o inecuioque um ci ladrando a la ; alin : por-
que ae eu hnje aei alguma couaa da bomceopa-
rhla a Deoa dero, e aei mrus eifurcvs, c nao he
para ser abalado uein levemente por um ara-
rento, por um puro ganhador. \ n vou con-
tar o que produilo a hrdrophcbla desae hornem
contra mlm, e o leltorea rerio se he poaairel
haver nina alma mala pequenlna e deipeituta,
de eaplrito maia fraco, e por conaequencla um
homeiu mala ordinario.
Adoecrua lllm Sra. D. Waria.mulher do lllm
Sr, Joao Vieira da < unha, aenhor do engeoho
de Ararlpe no termo de Ignarais, de febre bi-
liosa no mez de malo de 1850, que tendo toma-
do alguna remedios allup.thlcus plorou ; ento
ful chamado pelo meu illustre amlg o lllm.
Sr. major Manuel do Nascimenlo Cosa VI nirI-
ro, e ambos seguimos p.ra o engeoho Ararlpe
de Cima onde se achara o Sr. Joo Vlelra da
Cunha e aua familia ; ah Inttl desaa aeuhora,
e como a molestia la por dlante combando de
todos o ageolet i.omceopatbicos que Ihe admi-
nistrara, tomando de dia a da carcter inals
vi ni, e por conaequencla de inaior perlgo, e
nao querendo eu carregar com a respunaabili-
dade, aqaa a senhora aucumbisse, aein que eu
adrertitte ao dono da c .ai em lempo que se po -
desse emprcgar todos os melos para lalr.r-se a
doente, dase ao Sr. Joo Vlelra da Cunha o es-
tado em que sr ach.va aua senhora, quesera
bom mandar vr algum medico para conferen-,
ciarmoa. e indiquei o Sr. Dr. Sabino como ho-
mceopatha, aoque o br. Joao Vieira da Cunha
proiiiptanirnte annuio.e liniiiediaUmente eacre-
reu para o Recife, dando tuas ordena a respei-
to, e eu escrerl ao Sr. Dr. Sabino, rogandu-lhe
queriesse ver esta seohura, que nao lallasse, e
que seria generosamente pago; con lei-Ihe o
catado daduente, aaaiin camo o tratainenlo que
Ihe havla flto, etc., etc., o Sr Sabino ni utiinna
ilnvnl i pois. (talre que outra cousa nao uio-
vesseeisa machina sean a esperance de uma
boa recompensa; e dous diaa depola chrgmio
Sr. Sabino que lodos esperavainos; leudo des-
cansado um r>ouco examinoii a doente, lendo-
Ihe eu dito antes o que tlnba falto a vista das
alteracdes que a inolealia fea. Uepols dea oh-
serrar deu a doente o lachesls,se bem me recor-
d, depois outro, e outro medicamento cornos
e.pacus fndiapensareis. Nada coiiseguio o Sr.
Ris
Dlreitoi de contumo
Dito de I por cento de reexporta'
crio para os portos eatrlngelrnt 8,700
Ditodito para o por tu dolmperlo 138,58
Eipediente de 5 por cento dos ge-
nero! com carta de gula 423,264
Dito de 1(2 por cento dos gneros
do pala 518,973
Dito de l 1;2 por cento dos gene-
ros llrrea 8,190
Armazenagem de 1 por cento daa
mercaduras 1:404.646
Premio de l;2 p. c. dos atilgnadoi 3:159,405
Multas calculadas not deapjchos 8i0,7.'W
Sello flio 23,920
Patentes dos despachante geraea 100,000
Dltaa dllot especiara 12,500
Felllo doi liluloa dot nietmos, dos
caltelros deipachaotei eajudaole
dos despachantes 7,200
Emolumentos de certlddes 17,fio
263:016,873
K ttraordinar ia.
Producto da arrruiatacao da cobre
velho pertencente a eacuna Lin-
do*
401,400
263*448,273
as seguintes espeles.
Dlnheiro 102:313.192
Atslgnadot l6i:i35,08i
Depsitos.
Em b.il.inco no ultimo
de Janeiro
Entrados no correte
mez
Sabidos
35:609,808
4:570,369
40:180,177
9:091.049
Ris 31:089,128
Etlatentes
as seguintes especies.
Dlnheiro 790,088
Lettras 30:299.04
Alfandega de Pernambuco. 28 de farerelro-
de I85.Oeacriro lnlerlno,"roiieeoife/,oa-
la (uncaloei do Silva.
CONSULADO GERAL.
Rendimentodo dia 1 a S. ... 3205,371
dem do dia S........1 873,219
5.078.590
DIVERSAS PROVINCIAS
Rendimentodo dial a2 .
Idetndo dia 3.........
260.396
398,693
659,089
fluvial viiuiol do Brasil.
Janeiro |3, migue portugus Mentor, cap
lio 1. P. Xavier Jnior, rio Rio de Janeiro su
47 rilas, com aaauoar, caf e arrui.
dem 14, brlgue portugus Conceicao de ata-
rla, capillo a. P. Uorget, de Pernambuco asa
36 das, com aaaucar e mala genero.
Patacho portuguea Cesar, capillo M. A. da
Cotia, do Rio de Janeiro em 43 da, com vario
geoerot.
dem II, brlgue eteuna brttllelro Douro, ca-
pillo J. P. Nunet, do atarntalo em 35 da,
com varloa generot.
Patacho portugus Theodoro, capillo T. de
Santa Rita, do Klo de Janeiro em 58 dlat com
rariot gneros.
dem 20, brlgue portugus Mara, capillo 0.
G. Pestaa, da Parabjba em 27 da, com aa-
tucar.
dem 28. brlgue braillelro(Urbano, capillo
A. J: do Sanio, do Maralo em 32 da, con
rariot generot,
Mein 3i, brlgue portugus Viajante, capillo
M. dua Sanio, de Pernambuco em 18 diaa, com
aaucar e couro.
Fererelro 5, barca portuquea Flor do Vez,
capillo 8. F. dat Itere, do Para em 58dial,
com rarlos gneros.'
dem ll, rapor Inglez Sererne, capillo W.
Vincent, do Rio de Janeiro, etc., em qualidade
de paquete.
Navios carga.
Para o Rin de Janeiro a galera portuguesa
Soberaoa, capillo Francisco Cardlo da Cunha.
Dito barca hamburguesa Charlea Ross, capi-
llo II. l-nh.
Dito brlgue portugus Viajante, capillo Ma-
noel doi Sanloi. .;.:
Barca portuguesa ilortencia, capillo Joao Sil -
verio Romano.
l'i a Pernambuco o brlgue Oriente, capillo
Domingos Jos de Farla.
Dito o brlgue portugus Conceicao de Mara
capillo Francisco de Ollrelre Chainblca. _
Di ni abarca portuguesa Llgeira, capul Sn
Ionio Joaqulm Radrlgues.
Para a Hahla o brlgue escuna brasilelro Dou-
ro, caplio Joi Pinto Mues.
Dito o palaeho portugus Cesar, capillo M.
A. Coila.
Para o Para a barca portuguesa Flor do Vez,
canttMO 3. Kranclscu das Nev.
Para o Maranh.io o brlgue braailelro Urbana,
capillo Amonio Joaqumi rio Sanio._________
5
remdelo comparecam ns sala das seatVs te ral, que dito hergan'im conduzio para
do mesmo tribunal, nos ritas Asfitna men-teste porlo, procedente do Asa, on le sua
cionados pelo meio-dia, compatentemeolo
habilitadas,
K para conatar se mandou aluzar o pre-
aente e publicar pelo Diario.
Secretaria da thssouraiia da fazeoda pro-
vincial de Pernambuco, 21 de fevereiro
de 1859.
O secretsrio,
AntonioFerreira ri'Annuncicflo.
Clnuiulas t'peeiuss d'ammatof/lo.
I.* Os concuos da ponte it Mutocolom-
b serlo feitos pela forma, aob aa condi-
Soes e do modo indicado no ornamento ap-
provado pela directora em conselho e apre-
S'-ntado ao Eim. Sr. preaidente da provin-
cia na ia.portineia de 1:576,650 rs.
9.* As obrss principiarlo no prazq de um
mez e serilo acabadas no dequatro mezes
ambos contadoa da entrega do anno d'arre-
madflo.
3 O pagamento ser* fcilo em duis pres-
lacfles iguaes, sendo a primeira qurulo ti -
ver feito metida da obra e a segunda quin-
doeattver concluida a obra.
4.a Durante a execucto daa obras ser o
arrematante obrigado a dar fcil e comino-
do transito ao publico.
5.a Para tudo mais que nlo es,t determi-
nado as presentes clausulas seguir-se-ba
o que disptte a le provincial n. 286 de 17 de
maio de 1851.-Conforme.
O secretsrio,
Antonio Ferreira d'Annunciac&o. '
iViuviiuenio du puriu.
De ciar i rao
Asmilas que deve conduzir o vapor
inglez Tay, para a Bahia e Rio de Janeiro,
fecham-s boje, 4 do crrenle, as 10 horas
da manilla.
O vapor brazileiro Paraensn
com man (ante o capillo de
fragata M. F. da Costa Perei-
ra, deve chegar dos portos do
Norte em 5 do c irrente mez de margo;
seguir* para oa doSul no da aegulnte aode
sua entrada
tu llin.iir ii
sabida encilhou, eaqul chegado aoa 16 de
fevereiro ultimo quinti-feira, 4 do corren
le, ai 10 horas da minbSa em ponto (porque
o corretor tem de seguir no mesmo diaa
fazer outro lailgo), a bordo do dito bergan-
t onde dito sal pode ser com antecedencia
examinado.
--O corretor 01 veira far leilfio, por or-
den de llenry Richardson, capillo da barca
inglea Fairy Quean, i nr cunta e risco de
quem pertencer, e em present do lllm. Sr.
cnsul de S M II., de S8i saceos de assucir
braned avahado, sondo parte do carrega-
mente da mesma barca, arribada na sua l-
cenle viagem procedente do de Calcutlt ,
com destino ao de Dublin : quinta fein, 4
do eorrente.'aa II horas da manhSa em pon-
to, nn trapiche do Angelo.
Avisos diversos.
/Vauto mirado no dia 3.
Southamplon e portos inlerinedio<--23 riles,
vapor inglez Tsy commandanto F. E.
Moas. Pssssgeiros, para est provincia ,!
M un I Francisco de Paula Cavalcaute de
Albuqorque a John J. Youlle,
iVciVio sonido no mismo dia.
Rio (randa do Sul pataeno brasileiro S.
Francisco meatro Joiquim Jos de Mi-
ran 'a. carga s ED1TA.
RECEBEDORIA DE RENDAS INTERNAS GE-
RAES DE PERNAMBUCO.
Itcndi meiitu du dia 3.....1:286,226
CONSULADO PROVINCIAL.
Rendimentodo dia3.....1:712,55}
LISBOA, 13 DE FEVEREIRO DE 1852.
Prtc.ot correntei tas gneros do Brasit.
Por baliUacao'.
Por
Alporian de Pernambuco
} Dito do Marauhao
Dito dito de machina
lib.
n
n.
I ir S liini un li n ,ic ii,ni. dias e meio -un m ;)l( ,|U ,| |. ,|u ,
deisa-la peior do que a achou, (a espirar} de- I ullo jj1(l j0 uaI
i nv ni i mili-1 e acoiisclhando ao seu esposo ipie i Celo
mandaise buscar o preparos para o enterro Cafi do Rio. 1.a sorle.
qoe a diicnle nao passava daquelle dia. Isto foi 11,( dito segunda dita
na inanhlaem que irguio para o Recife. Dito dito lerceira dita
I-1.|iu-i pols lutando com a doente dando-lhe | u(0 da Dahia .
o medicamenlo, que vi ser o mal houiceopalhi- ; Cuuroi ec. em cbelo 28a 32 lib.
en, ile riiiia, rm ilu.'M hora sem iulerrupcao, e Diio dilos 21 a 27
quarenla e oito hora depois, ifinm na- Dito ditos 18 a 2S ,,
nhaa bem cedo del o parabens ao Sr. Joo Ditos dilos espichados ,,.
Vlelra e> Cunha porque citara salva sua se-| |)i,a, ditos de Minas ,,
nliora, isto dara-se i|uaudo ebegavam os leu Dloialg. do Maranhao28 a 32 ,,
portadores do Recife com o callao, vella e dk0 dito dilo 26 a'i0 ,,
mais preparos para o enterro. A Sr.' li M n 11 (- rlv ,.ir,,i,-
n -i iiii li ii o-..-, e rive hoje com boa saude i |>|Ia do Maranbao
como nao tinha aule riessa grave enferml- Qoiinna copal
dade.
Lis nieus lellore a co. i do odio que contra
iiniii nulre esae medico peiuenino : ou a se-
nhora devia ler morrldo, ou eu nao diier nue
l'ui que a cure!, porque isto era mu grande
desdouro para elle forte charlatao.
Agora mu moaliar como o Dr. Sabino he
hoiiiceopalha baalardo, ( como s o Iratarel) e
i;.iiih .i os precellos mais comcslnhoi da hoinoso-
patbia, e lambem porque en quero acabar com
o orgulho, a rareza e airerlmenlo desse char-
latao. Nao ha curioso homopalia, que ignore,
que nlo se dere dar medicamento algum em
molestias Inda as mais ligeiras sein que se
consulte a Palhogencsia com inniin cuidado e
mulla alinelo, porque este he o grande pre-
celto da hoinosopalhia, e he ahi onde esl torio
o busiles, e que d ao medico o poder de sal-
rar os doenle, porque nao reata a me*nor du-
rida, que oque mal acera com o cemelhaote
n.
n.
Prrcos.
130
125
i, "'
115
110
Arrob. 1.300
2,200 2,4"0f.
1,800 1,900
1,600
., 1,801)
107
112
117
95
120
87
87
Oleo de copabiba
Onrucii
Salsa parrllha superior
Dita dita mediana >
Dita ditas inferior
Cepita ie iireiloi.
Aatucarde Pero, branco arrob.
Dito do Rio
Dito da Dahia
Dito do Para bruto ii
Dito malcarado
i.' lufre, do Braiil grandes
Ditoi dltst pequenoi ,,
Dtipachudoi.
Ail lib:
Arrotcarolino Q-
liiin de Santos ,
ilo do Maranhio e Para ord.
lino iliin melbor
1,700
2,200
1112
107
112
105
130
97
97
450
160 2ti0
arrob. 2,000 a."00
br.'1 24,001 2d,0(M)
lib. 2oO 215
arrob. 14,600 15.000
O lllm. Sr. inspector da thesooraria
da fazenda provincial em cumprlmento da
or.Inii do Exm. Sr. presi lente da provincia,
manda f>zer publico, quo nos dias 9, 3e4
de marco proxino vin louro, ir a praca
para serarrematido, perante o tribunal ad-
ministrativo, a quem uor menos Gzer a obra
le uma bomba no dcimo lerceuo lenco da
estrada do Po-ri'Alho, avallada em 375<
rs.. tomindo-se por base da arromalacaoo
iill'ei re n i-nl-i de 350,0110 rs. feito pelo arre-
matante do mesmo lam;o do estrada.
A anemalacjao ser feita na forma dos
rls. 2t i27 da lei provincial n. 268 de 17 de
majo do 1851. e'sob as clausulas especiaes
abaixo copiadas.
As uessoas que sb propozerem a esta ar-
rematadlo c un [lar.'cnin na su la das sessfles
do mesmo tribunal, nos dias cima mencio-
nados pelo meio da, competentemente ha- W? esrorcosjiesl
bililados.
E para constar se mandou alizar o presen-
te e publicar pelo Diario.
S 'crntaria da thesouraria da fazenda pro-
vincial de Pernambuco, 23 de revereirode
I8a2.O secretario, Antonio Ferreira da An-
nunciactio.
Clausulas especiaes da arrem>tac3o.
1.a Esta obra dever ser feita de confor-
nii adu com o orcamenlo approvado pelo
Exm. Sr. presidente da proviucia emdata]
da 22 de de/enilirn de 1851, e na importan- I
cia de 375,000 rs.
3.a Esta obra dever ser principiada no
MI! lilil DE APOLLO.
Sabbado Bde margo de 1852.
BENEFICIO DO ACTOR BERNAllDINO DE
S.NNA.
Suhi' a scena pela primeira vez o apa-
ratoso drama em 3 actos qu" tem por titulo
Hiiriadaiii Barbaroxa.
Te-minar o espectculo com a nova e
graciosa firc quo tem por titulo
O'li que a puros.
9*
ON0IVOEM M4NGAS DE CAMISA.
He este o dirertimenloq'ie o beneOciido
tem a honra do pela primeira veZ presen-
tir a seus amigos, e ao respeidvol publico
de quem espera merecer proteccSo e indul-
gencia.
Principiar '8 hnrss.
THEATa b (tkaNCISGO*
OINTA-FEIKA. 4 DE MARC1 DE I852.
2.a represintiifoB da compmnia lloberl.
Em que dnliularlo as duas artistas ojivas
as quaus s.lo : a joven Fluminense de 9 an-
uos, e ii joven Geutia de 4 annns.
Mr. Itubert e sua coapiniiii desejosos
sempre de mostrar o sen agradec ment
para com o respeilavel publico, pelos louv..-
res que delle na recebilo, vai reduplicar
Horcos nesta segunda representaban,
para a fazer cala vez mus merecedora da
a, prove;.Vi geral, a qoal constar de quairn
parles n seguirile orlem :
t. parle.
Physica recreativa.
Mr. Robeitdar principio a esta primeira
parte com uma grande vari lade de sortes
de physica e magici, jogos de nifioa, roela-
morpnoses as mais singulares e surpreben-
denles, nunca vistas al agora.
2. parte.
Monsieur Escot, niadame Angot, e made-
moiselle Grichelie.
BAILETE CMICO
9, 10
7,000
ni. no
000
I.MM
1.451
1,450
,, l.iOO
1,000
mil 70.000 80.000
10,000 15,000
1,700
1,5'mi
1.600
1,250
1.200
600 1.200
li,liiii 6.600
Nao ha.
5,4u0 5,600
6.000 6.2U0
6,200 6,400
550 700
1,400 1,800
Dito dito superior
aior totuma de curas faz, e porconiequeocla Farloha de pao do Brasil arrob.
ala feliz e melbor boinotopalha : mal o Sr. I japioca arrob.
Dr. Sabino lein dito, que le eu curei ella ie-| Preeo rorreas* dot Jmaros ii Portugal
nboia fui devldoa um roleiro, que me deixou j Captivos de di re I tos.
para eu me guiar por elle ; ora pode, haver ; Amendoll eill lnio|0 doce do
praso de 30 dias, e concluida no de 60 dias, j angado em ir,ge e mus ,-., anloga, exs-
principian lo ambos os presos a contar-se da cutado pela menina Josephina, o Sr. Mandu
datada assignatura do contracto. |e o Sr. Alexandre, o qual far o engracado
3.a A importancia total da arroraataclo i pape| o gracinao Mr Escort.
ser paga etn uma s preslaQfio, quando fOrj Tercena parte.
reconhecida estar prompta. J Ai-uhih frunho
4.a Para tudo mais que nSo estiver men-! /Viailic iimiu'
cionado as presentes clausulas, seguir-se- Pelo Sr. Alexandre, artista Haranhense, o
ha o que dispOe a lei provincial ti. 286 de ] qual se apresentara pela primeira vez nesta
17 de rnaio de 1851. eidade sobre oaiane, no qual execuura va-
Conforme.O secretario, Antonio F. da
Annunciafao.
o.'u'i Ignorancia em hou,osopalhia ? pois rute <
liveaie de mudar de medicaiiienlo pelas mu- nua dita da Heira
-dancas de sympiomas. que a doenle apreien- Du dUa ,, da dita
tasse hara recorrer a un. roleiro, ou a falli- c,sca couca
gnesis ? On e havla de descubrir o medica- ,. ,. .,, ..,
ge
nienlu homosopatiiico ? no ruteiru ? ri-te char-
Cera uaciuual branca
Dita dila amarella
arrob.
alq.
lib.
3,200
2,800
2,800
i .um
300
J72
3,300
1,150
3i0
278
,------------------__.. -."-----------------' una Una amarella "* *'<
latan igual, c diiuio com tama tem rergouha Flg(lldo A lgrave, comadre arrob. 500 -
que espaula, e he ene o doulor homcaonallia >,?. rti. ,.... 400
que <- -i' ma. e he ene o doutor hoinotopa
bastardo, que quer ui-lar todu que curain
tem tua lu i-n;.i. e dia, que eu nada aei, purque
Sou um -. iijii.li), teja ludo pelus meut pecoa-
dos ; e o mais he que este animal aein pennat
cura na ininlia Ierra. Porque uio ra cale Pe-
riedu, para o aru Proedo, que lauto precisa
delle para propagar por l a aua homosupatliia
bastarda alli tilia que be tua paina, e que
ni i., quer u buiu lilliu, o que irm de oom leva "!'" Y'*<"bo
,i .u i inni : em um outro artigo iralareiuot de fr'o lebico
, ua bastarda.
Carnelro Lelo
(Continuaremos. J
liiins dito branco
Preiuutos
Despachados.
Alplili ni'i-
hacalho nacional tecco Q
Dito dito fretco
l-'eij.iii branco dat llhai alq.
Dito dito do Porlo e Figuclra
Dito rajado
arrob.
COMMERCIO.
Pasta da Ierra
Sarru de rinho tinto
Dito dito branco ,-
Vloho mutcaiel de Selubal calza
A b>rdo,
Ago'ardenle de 30 g. encase, pipa 80,000
400
2,800
750
4.000
3.200
600
M'i
400
420
5i>0
1,400
1.400
2.0ii0
5,760
800
4.2O0
3,400
40
600
480
700
PRACA DEl>ERNAMBUCO. !. DEMAIigO, AS
3 IIOIIAS DA TARDE.
coracCas ihfici ats.
' Cambios aobre Londres: a 27 118 por 1,000 rs. rjii iino~para consumo
Atelle
Laranja doce
Salgrolio
Dito redundo
al,o. 7.050 2,'.nO
caita
m. i i
Dito trigueiro
Gortica n I de tre tamanhoi
de grusaura para rolhas Q.
Dita o. 2 de Ir taiuaohoe
Dita n. 3 dita
Dila n.4 para pescarla
Vinho superior
Dito ordinario
Vinagre
2.600
I 250
.i i ii i
I.4O0
1,25o
1,300
l.'-'i'O
1,500
t,3oo
alq.
2.200
24,01.0
520
5211
170
32U
.
a 60 das vista.
Descoulu de letras: a 1 p. c. ao mez.
Dia 2 do cu rento.
Cambio sobre Londres : 27 l|4 a 60 d|V.
Da 3 do crrente.
Nenhuma trinsaccSo houe em cambio.
Descont de letr- s: t 1 |Ui p. c. ao mez.
ALFANDEGA.
Keiuiimento do dia 3..... 9:474,427 Trigo do Reino rijo
Desearrega Me 4 de marco. l | d,"'"ole
Brigue f.ancez EtoUe-- e.cadoris. g^JX.
ImportacaO. | Dil, d |,hM
Rrjgue brasileiro Msrra rindo do Rio Mllhodo Reino
Grande du Sul, em 3 demarco crranle, Diiudaillhai
consignado a Amorim & IimSos, manifeslou Ceutelo do Reino
osetruinte: ESTADO DC MERCADO.
12000 arrobas de carne de charque, 124 xisucar, Conilnraam ai vendas para con-
dit-s sebo em rama, 60 taboas de piuho; aos .
consignatarios. I Cacau. Frouxo.
3 lipas, 2quarlolase 3 barris tambas I Cal*. Tema r*aliado algnmaa venda,
120 resteas ceblas ; ao capilSo. I tanto para reexportar cuino r*raiBunsuino.
Bi.guefrancezEloile de I. mer viodo da I^GomujaCopal. rrocurad. com e.peci.li-
tette e Marseille, consignado a Cils Irmaos, gaUi ptrr|ln, .. Tero|,,rido pouca vendai.
manifeslou O segutnte : Couros. Houveram vendat dot talgadot
ICO pipas u 160 barris vinho.100 ditos azei- p, CODiumo e dos espichado para reex-
le deoliveira, toditos oleo de linbaca, 5 portar.
fi rdoa cominhos, lSsditos erva doce, 50 cai- j Oleo de cupahiba. Rffectuiram-ae algumai
xas masas, 20 ferdoi feijao, 80 dito ploien-_ vendas.
8.200
6.1100
4.200
1.600
pipa 40.000 42. 00
38.0"0 38.PUH
.. 22.000
420
lio
lili I
1 0
dio
i 10
21.)
310
O lllm. Sr. inspector da thesouraria da
fazenda provincial ; em cumprimento da
ordem do txm. Sr. presidente da provin-
cia, manda fazer publico, que nos das 2, 3
e 4 de marco, prximo vindouro ir a pra^a
para ser arrematado, perante o tribunal ad-
ministrativo da u.esina thesouraria, a quem
por menos fizer obra dos coicertos da
ponte dos Carvalhos, avaliadaem 954,500
rs., e sob as clausulas especiaes abaixo co-
piadas.
A arremata^So ser feita na forma dos ir-
ligos24e 27 da lei provincial o. 286 de 1
de in no de 1851.
As pessoas que se propozerem a esta ar-
rematadlo .o ii|iiiiociiii na sala das srsses
do mesmo tribunal, nos dias cima mencio-
nados pelo mei j-iii.i, competentemente ha-
bilitadas.
E para constar se msndou aOlxar o presen-
te e publicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria da fazenda pro-
vincial de Pernambuco, 21 de fevereiro
de 1853.
0 secretario,
Antonio Ferreira .rAnnunciafSo.
Clausuljs espiciaes dtarrcmntac&o,
1.a O reparos da ponte dos Carvalhos se-
rio feitos pela forma, sub as condicOes e do
modo inlicado no orcamenlo approvado pe
la directora em conselho, e apreseotario ao
Exm. Sr. presidente da provincia na impor-
tancia de 954,500 rs.
2.a As obrae principiaran no prazo de um
mez e Sarao acabadas no de qualro mezes
ambos contados da entrega do termo d'arre-
malarSo.
3 O pagamento aera feito em duas pres-
tarles iguaes, sendo a primeira qoando 11-
ver feito a melada da obra, e a segunda
quandu estiver concluida a obra.
4.a Durante a execuc.au das obras ser o
arrematante obrigado a dar fcil e commo-
do t osito ao publico.
5.a Para ludo mais que nSo est determi-
nado ii 'S presentes clausulas seguir-se-ha
o quedispe a lei provincial n. 28* de 17
de maio de 1851. Conforme.
O secelarjo,
A. F. ri'Aiinnnonicf').
O lllm. Sr. inspeitor da thesouraria da
fazenda provincial; em cumprimento da
ordem do Etm. Sr. preaidente da provin-
cia, manda fazer publico, que nos dias 2, 3
e 4 rio marco prximo vludouro ir a praca
para ser arrematado, peraole o tribunal ad-
ministrativo d mesma thesourarli, a quem
por menos lizer a obra dos coiicertos da
ponte de Uulocolomb, avallada em ris
Antonio Shlappriz, vai a Europa.
-- No boten, n i ni da cova da nuca, precisa-
sedeum moleque, oa preto para oservico
do mesmo.
Bernardino Ferreira dos Santos Gui-
marSas, subdito portuguez, retira-se para
Portugal.
-- Francisco Antonio SimOes, vai a Eu-
ropa.
-- Ralthazar Poreira da Fonseci Bsstos,
relira -se para Portugal.
Francisco de Miranda Leil Sevn, em-
barca para o Rio de Janeiro a sua escrava
parda, de nome Mmoella.
Lembra-se ao conselho de silubrida-
le ea cmara municioal, que lancem suas
bem li/ejii. vi-t.is subre as f'uctas que se
expOamavonla em tabnleiros pelas ras,
cujas froctas se tormrSo mis procuradas
se estlrerem em lugires ce em csas aiiropriedas, assim como e.tao oo-
tros quaesquer gneros, aquellas se torna-
ran mais apreciaveis. e por isso mesmo nao
arruina ,Vi a san lo, o que nao acontece,'
quemes como >o"ven.lem ; is pssoas que
mais consomem as menciona las f uclas sao
as menos pensadoras; como bem enancas,
escravos : e estes as vezes bem indispostns
Irrio, as pessoas que vivnm daqmllas ven-
das, como singar casa para um neuocio que
pouco deixa, a isto se responder que-o
hem geral leve pr.fe'ir ao particular : ou-
trosim, que se reunam muitas rio-lis
pessoas, aluguem casa e ahi exponham
as fructas venda, que vender3o mais, e as-
sim Bcout-c-ri-ls haver quem se dedique a
tratar molhordos sitio*, visto que as fruc-
tas se tornaro mais procuradas : Sra. re-
dactees far-me-han especial favor dar pu-
blicidade, ao qu ent nds O Fanhozo.
A obra du Hosuilal Pedro II, i rois i de
2 olliciaes de pedreiro, que saib3o li -ni o
ollicio : os que se quizerum engsjir compa-
11'1,'i-ii no dia 5 do correte, na mesma obra
S 6 horas da iiuinh.ia.
Ramos & Companhis, embarcar) pira a
corle do Rio .le Janeiro, os esciavos seguin-
tes : Joaquim, de n -r/m Angola ; G e Joaqulm, pardos, e Belizario, de nac3o.
Ueaappareceu no .lia 2 do crranle, a
preta Atina, o .mil-i, estatura alta, cara rins-
eanri.l.-i, nleijida.lo de lo de uma m8o, que
nSo o etidireita, tem falta de dentes, de 35 a
40annns de lado, Invou vestido de chita
escura e tambnm um brn.ee: quem a pegar,
leve-a a ra larga do Rozario n. 21 que
sera recompensado.
Attenc.no.
Kugio ou foi -o lumia no riia 19 do cor-
11 ni uma |i-i Imli. de nome Arc'ianja ,
de l t .11111.1- rie i-to, con os signaes sh-
gointea :-- cabellos corlados reulo, olhos
meio vosgos e pequeos. I-vou vestido de
Chila, com listras brancas e cor d" Caf, com
ramageos encarn-das; e-ti escrava vejo re-
'iii'iii a da eidade da Vicila, aoSr. Luiz
GomesSilverio : porlanto, roga-se as auto-
ridades polictaes, capilS-s da campo e pes-
soas particulares, que a prondam e. levem-
naa ra da Cadeia do Recife, n. 17, segundo
andar, que recoher 30,000 rs. de grati'ica-
c3o, e prolesta-se com todo o rigor da lei,
'mitra quem a liver acoitado em sua Casa
Aloga-sn a casa terrea defronle do
quartel da Soledad, por 8,000 rs mensae.:
a tratar na ra da Cruz do Recife n. 12; bem
como o segundo anJar do sobrado n. 42,
sito na ra da Senzalla Velha com g:ande
sotane baatantes comino.los, por 15,000 rs.
mensa es.
-- Esl justa e contratada a coitiDra da ca-
sa da ra de S. Amaro n. 32, pertencente a
senhora Maria Sismana ; se ha al vifa sobres mesma, hajam de declarar nes-
tes 3 dias por este Diario.
Um muco purtuguez, com muits prati-
Anda esta para ae alugar oa^brado de
um andar, na ra Augusta n. 94, que faz es-
quina para o viveiro rio lluuiz, com bons
cummodos, mesmo para grande familia, por
moriieo preco o aluguel : quem o preten-
der, uirija-se a vemla por btixo do mesmo,
que achara com quem tratar.
-- Alugi-se um sobrado de un andar com
2 .sotana, na ra imperial n. 29, com com-
modos para grande familia, quintal, cacim-
ba e tnrraco: os pretenden'es, dirijam-sea
ra daa Crujes n.23, terceiro andar junto
apadaria.
Aluga-se uma casa terrea
com Instantes couitimilos paraqual-
quer familia com quintal grande
murado, telheiro e orno, proprio
para se estahelecer p idaria no
becco das Barreiras, com os fun-
dos-para a camba ; a tratar no
aterro da tioa Vista n.63, primei-
ro andar.
i-7 Aluga-se um sitio nos seguintes luga-
res :-- Passagem Remedio, Torre, Capun-
ga, M n k ii i ti ti i, e Punte d'UchOa paga-se
bem : na ra do Arag3o n. 32, ou annuncie
por este Diario.
Quem liver e quizer alugar uma cisa,
sendo as mas seguintes : -- Hospicio. For-
mozs, Aurora, Alegra, S. (..incalo e Roza-
rio : q-i.'i a dlrigir-se a ruado Arago o.
32, ou annunoin pur este huno.
oil'.-rece-so para eaixriro de qualquer
arrumacSo, um rapaz brasileiro de boa 01.11-"
duela, rie 14 a 16 annos, o qual tam pralica
do 1-.1D111 i'i-in : quem o pretender, annun-
cie por e.-t 1 folha.
-- Precisa-sede urpa preta, para o servi-
50 decisa de pouca familia, saben lo en-
gommar: na rus dos Copiares, sobrado nu-
mero 4.
i .mu pr.i-sn a casa de um andar silo na
ra do Codorniz n. 16, se alguem se julgas
com direito a ella queira 00 praso de 8 das
aiinuiic.nl por este jornal,
Na ra do Hospicio 11 52, precisa-seda
uma ama que engomme cum poreic.Vj : pa-
ga-se bem
Mo pateo da ribeira de S. Jos n. 15,
lava-se eeRgomma-se com peifeic,9o e sc-
ueio.
O abaixo issignario, procurador gerat
da ordem lerceira de S. Franoiso, avisa os
foreirosda mesma orlem para quevenham
-nli-f.i/i'i-11 qu se iiehaui a llover, pois que
rio conlrariu mandara proceder judicialmen-
te contra to los os remissos, marcandot-lhes
o praso de 8 dias.
Padre Jo3o Jo Precisa-se alugar uma escrara pira
tolo oservico de urna casa de pequea fa-
milia : na ra Diroita n. 31, botica.
Engeoho perlo da praca.
Arrenda-se, ou vende-se um engenho
moente o crrenle, multo perlo da praca :
quem o quiser annnncie para ser procurado.
Na ra do Livramenlo, sobrado n. 10,
se dir quem da dinheiro a premio.
Compras.
-- Compram-se, para uma encommeoda
do Rio d Janeiro, 2 escravas Creuulas, 011
pardas, de 12 a 20 inuos.e I moleque de 14
a 18 annos : na ra Nova n. 16.
Compra-S uma grarr.malica da lingoa
nacional, adoptada no lyceu : na ra Nova,
casa n. 50, segn to amar.
-- Comprs-se o 6. tomo da ColleccjSo do
Recettas, rio JuSo Uapttsla Lueiu: na ra do
!l niL'.'l 11. 42.
yy Compram-se eseravos de ambos o
sexos, com habilidades, ou sein ellas, para
lora e tenlro da provincia, paga-s multo
bem, ten lo bonitas liguras : na ra dasLa-
rangeiras n. 14, s 'gundo andar.
Compra-se um. venda, que seja boa, o
quo venda para o malla e para a praca :
quemtirer.dinja-searua Direiti n. 17, que
la se dia Miem compra.
Vendas.
riadas e elegantes posi(0es, e exercicios de
grandedilUculdarie, terminando-is pelo dif-
ficilexercieiodeembil p sobre o dito fio, sem perder nenhutnf l)e uma p0r balanco, sendo esta em bom lo-
ponlo rio equilibrio, o qual tem si Jo sempre I C1|i 0 _ul| j, fiirior de sua con lucia: quem
ciroado e repetido em lodos 03 llieatros do' precSr annuncie por este Diario
Brasil.
Quarta parte
GRANDF. ANC\ DE CORDA TEZA
ELOS IOTE.1I DilCIPOLOS DI M. lOBEIT.
ti 1 .v.-n i'.-iiuiuiiin-.i.iii, a joven Josephi-
na Fluminense, a juveuziulia Gmlia rie 4
annns, e o Maranhense, o qual executara o
grotesco papel de na 1,meo.
i.' Principiar esta com uma scena gra-
ciosa execulada pelo p .iliaco e seu palmo, e
em seguida o dito palh. 1,1 execular subre a
corda uma rianga gr..leaca.
2 A juvenzinha Genl>a, depoii de haver
percorrido a cora executara as suas deslo-
riri'ii'. guiada pelo alh.cu seu mestre.
3 A menina Josephina de ida le 9 annns,
e em traje de amor, a ..parecer sobre a cor-
da, na qual desempenhara varios e elegan-
tes exe.cicios mu difflceis, alienta a sua
pooca l'orca e tuura idade, terminando pelo
aolo inglez.
4.* Terminar esla o joven Pernimbuca-
no, que se distinguir sobra a corda, exe-
cutara v-nus im.su. rie inulta dilli -ullailo,
langa rie elrvar;0es difciliuiis, equilibrios,
etc., ele acabando por ilancar u jia mu
bonita danca de Carcter.
Principiara as 8 horas.__________________
Avisos martimos.
-- Para o Rio de Janeiro seguir nestes 8
disso veleiro patacho brasileiro Espadarte ;
para paasagetros, e eseravos a frea, trata-s-
com o capitSo a burdo, ou com Amorim &
Irmaos,na ruada Cadeia n. 39, primeiro au-
llar.
Fara Lisboa.
Segu em poucos dias o brigue poatuguez
S. Domingos, por ter quasi complete o seu
Carie^ameulo : simia recebe carga e passa-
g-iros : a tratar com o capiiaoManoalGon-
calves Vianna, ou com o cousignalarin Joa-
quim Ferreira Meles GuimarSes : na ra da
Cruz n. 57, 2. andar.
..eiloe.s.
Adamson Huurie & Gumpanhia lar;lo
leiiao para faixar coritas, pur inlurveoo.io
do correior Miguel C.rneiro, no dia quima
feira 4 do crreme ao meio dia em ponto,
no seu irmasem na ra do Trapiche o.
42, de uma porfo de tinta de diversas co-
:576,650, e sub as clausulas especiaes abai- j res em nlooe urna porcao de lio para sapa-
xo copiadas. leiro. .
A arrematagao ser feita na forma dos ar-j O corretor Oliretra fara leiISo, por or-
ligos 24 e 27 da lei provincial n. 28* de 17 de, dem de AgoslinhoNery da Silva, capilSo do
maio de 1851. Ibergintim braaileiro Mara Libauia, e por
Al pessoas que so propozerem a esta ar-1 cuota e risco de quem perteueer, do reslan-
-- Precisa-se de um preto, para oservico
do botequim da ra Nova, que seja tlel e di-
ligente.
Mximo Jos dos Santos Andradc, em-
barca para o Rio ie Janeiro, por ordem de
Joao Carneiio da Cunha, os eseravos de ho-
rnos, Thumaz e Faustino, creoulos, e Mes-
s'.i.-, cibra.
-- Desappareceu no dia 29 de fevereiro
prximo passa lu, a escrava Joaquina, de in-
flo Rebollo, de idade de 35 anuos pouco
mais ou menos, a qual tem os signaes se-
guintes : altura regula', cor um tanto fu-
la, falla-lheos denles adiaote, tem urna ci-
catriz no pescoco, que Jizem, foi um talho
de faca que ella riera em si mesma, lum a
macaes do rosto muit 1 allta e muito desear-
nadas em geral, levou I veatido de chita a-
marella j dtsbot ido e ou ro de chita eicu-
ra com listras, panno da coslu.ocostumi su-
dar suja : roga-se aos capitaes de campo ,
queapprehenrieurio-a lev, -a a seu senhur,na
ra dos Ma tyrios n. 36 assim como ro-
ga-se as auioiidades puliciaes quesea en-
contraren! preiiil.iin-n.i.
Nosilio daTiempn, sobrado n, 1, ha
urna vacca preta para se vender, muito gran-
de egorda.com I bizerro de I mez, muito
bonito, a qual d para mais de meia cnida
do l.nto, n mais su.-enur; assim como sapo
ns lo timaiino de laraujas grandes, tanto
em fructas, como em arvorea para se plan-
tar, e muito ho n capim de planta : trala-se
no mesmo sitio.
Passa porte.
Tiram-se pas-aportes para dentro e'fra
do imperio, e despacham-se eseravos, tu lo
com minia aelinda.lu o preco o maiscorn-
modo possivel: a tratar na ra do Rangel
n.9.
A padaria da ra do Cotovello n.29 ,
precisa rie um amasador, para vender pSo
a cavallo, pela Casa Furto e Monleiro, d-se
bom ordenado.
Deseja-se aaber se existe nesla provin-
cia Ignacio Lo jes da Silva, ou alguem que
faga suas vezes, ou mes mu qce delle d no-
ticia annunciaodo pelo Diario, pois he ne-
gocio de seu imeresse.
-- Precisa-ae de 400,000 rs. a juros, dan-
do-se em hvpolheca uma casa quem liver e
quizer dar, aonuncio por eale Diario para ser
ptocurado.
Precisa-se de uma preta, que saiba la-
var, engommar e tomar conta de uma cri-
anc,a, prefere-se forra : na ra do Vigario
o. 3.
Manoel Ferreira Anlanes Villana, em-
barca para lora da proviucia, a sua escrava
Irla, crenla.
Lotera to Rio de Janeiro.
Aos 20:000,000 de rs,
Na loja de mimlezas da praca da
Independencia n 4a vendem-sebi-
Ihetes inteiros, meios, quartos, oi-
tavos e vigsimos, a beneficio da
ai. lotera do theatro de S. Pil-
tro de Alcntara que corren a
16 de fevereiro, e vem a lista no
primeiro vapor. INa mesma ioja
t imbcm tem a venda bilhetes in-
teiros, meios, quartos, oilavos e
vigsimos, a beneficio de um hos-
pital as Agoas Virtuo-asdaCam-
.anlii no Uio de Janeiro.
Na ra do Crespo n. 16, loja que volla
para a ra .las Cru7es ha .um lindo sorti-
iiifilo de chitas Trncelas a 210 rs. o cora-
In, i' milla- inteirarnente mo lernas, com
barra, que pelo preQo ninguem rieixar de
comprar ; vende-se tainbem mono superior
sarji espanhola pelo barato nreco de 2,200
rs. o covailo, cortes de vestido de barra a
4 01)0 rs dilos de chitas Ingieras tanbem
.le barra a 3,000 rs. ; o outras muitas fazen-
das que s a vista do comprador se pJe
dizer o preQo.
j ..lu M iiui'l Pires, vende sua taberna,
sita 110 becco da Lingoela n. 5.
Ven loni-so mil cana las de mol por
prego commodo, dando o comprador os bar-
ris, ou pipS, para iram-se enclier em um
engenbo perlo da praca, sendo asdespezis
foiias pelo vendedor: que o quizer comprar,
entenda-se como caixeiro do botequim da
ra Nova
Vende-se um sitio a beira do rio, ad-
ame da ponte d'Ueboi, com cisa magnifica,
tendo adiante grande sala, 2 gabinetes e3
alcovaa, sala igual atrs, com* 3 quartos e
cozniha, terreno com mais de mil palmos
de comprimenlo e grande baixs de capim :
a tratar na ra do S. Amaro n. 18.
Nn ra do Rozario da Boa Vista n. 2,
tem bonitos mergnlhos de muscatel de chai-
ro, que pelo cano, que cada um tem, lor-
oam-so proprios para se lerem em varan-
dia, ou para seren embarcados para outra
parte: vendem-se pelo commodo prego de
2,000 rs.
AttencSo.
Vende-se a taberna da esquina da rus do
Cano, com poucos fundos e bem afregueta-
da, o motivo da venda ae dir ao compra-
dor : trala-se na mesma venda n. 9.
Muito Liini o.
Na ra do Crespo n. 46, loja que volta pa-
ra a ra das Cruzes, ven lem-se linas cissas
francezas a 280 rs. o cova lo; a ellas que
sao baratas e he para acabar.
(Jciilos para todas as idades.
Vendem-se oculos para todaa aa idades .
pelo Jjarato preco de 800 rs. o par: na ra
larga do Rozario n. 26, toja de miudezas de
Jofio Francisco Maia.
Vende-se para fora da provincia um
mualo mogo : a tratar na ra do Queimado,
loja n. 18.
----------------------------"--------------------------------'---------------------------~ """


efl
T-

*..

4
Grandes pechinchas, na roa do
Creopo n. i4, lojade Jof Fran-
cisco Dial, a i4.f rs. o corte! !
Riquissimos cortes de vestidos de flnissi-
ma seda e delicados gosto, fazenda inleira-
mente modern, pelo baratissimo prego do
14,000 rs. o corte ; ditos de cambraia seda,
sendo o mais superior que tem apparecido
no mercado, pelo barato prego de 9.000 rs. o
corle; superiores Teslidos do Onissima cam-
braia e de cor, com riquissimos babadoa-e
todos os seus pertences, sendo urna pega de
galfioe outra de cordflo, que se d de gra-
tis a quem comprar os vestidos, pelo mul-
lo barato preco de 6,000 rs. o coi te ; ditos
de cambraia ccm barra brinca ede or, fa-
zenda do ultimo gosto, pelo baratissimo
prego de 5,500 rs. o corte; ditos de cassa
chita, com 6 1|2 varas a 2,000 rs. o corle;
ditos muito linos, fezeoda'de moito bom
gosto a2,500 rs. o corte; chitas cabocolas
muito Oxas e finas, cores de caf e de vinho
a 800 rs. o covado; ditas francezas a 240 rs.;
ditas de quadros escuros, fazenda do ulti-
mo gosto e novos padrfles a 200 rs. o cova-
do; riscadinhosmuito filos a 160 rs. oco-
Vende-se.emcasa deN. O. Bieberi t., v,do C188a chil, mut0 |,rgss e decores
na ra da Cruz n. *, algodSo transado da- rXM 200 r, COVado; alpak preta muilo
AGENCIA
da fundiclo Low-Moor.
RA DA SENZALLA NOVA H. 48.
Reste estabeleeimento conti-
na a haver um completo sorti-
mento de moendas o meias moen-
das para engenho, machinas de
vapor, e taixas de ferro batido e
coado, de todos os tamanhos, pa-
,ia dito.
Antigo deposito de cal
virgem.
Na ra do Trapiche, n. 17, ha
muito superior cal nova em pedra,
chegada ltimamente de Lisboa:
tambem se vende potassa da Rus-
sia, nova e de superior qualidade.
Deposito da fabrica de Todos os
Santos na llalli a.
Um sitio. Taixas para engenhos
Vendeaee um sitio na Capunga a margem] 4 fundc8n Ae ferro dV Row-
doRioCapibaribe.com boa casa de vivenda Ha lunmcaoae ierro de BOW
a nioderua.cum soIBo, por preco commodo :|man oC fllc, dallum na tul do
quemopretenderdirija-se apracadoCor-|grumj paManrJ0 ochaariz, conti-
na a haver um completo sorti-
mento de taixas de ferro fundido e
queda rabrica, muilo propnopara saccosde
assucareroupadeescravos. porprecocom-
moJu.
Vendem-se relogios de ou-
ro e prata, patente inglez : na ra
da Senzalla Nova n. 4a
Casa de commissao de escravos.
Vendem-se escravos e recebem-
se de commissao, tanto para a pro-
vincia como para fra della, para
o que se offerece muitas garantas
a seus donos .-na ra da Cacimba
n. ti, primeiro andar.
Farinha Fontana,
chegada ltimamente: em casa de J. J. Tas-
so Jnior, na ra do Amorim n. 35.
Agencia de Edwin Maw.
Na ra de Apollo n. 6, armazem de Me. Cal-
inontSi Companbia, acha-ae constantemente
bons :.ni ciiii. 111..t de taia de ferro coado e
batido, Unto rasa como fundas, moendas in-
elraa todas de ferro para animaes, agoa, te ,
dilaa para armar em madeira de lodos os ta-
manhos e inadellos o mais moderno, machina
liurisuni.il para vapor, com forja de 4 caval-
los, coucos, passadelras de ferro estanhado
"ara casa de pulgar, por menos preco que os
e cobre, escovens para navios, ferro inglez
tanto em barras como em arcos folhas, eludo
por barato preco.
Deposito de cal e potassa.
No armazem da ra da Cadeia
do Uecife n. 13, ha muito supe-
rior cal de Lisboa, em pedra, as-
sim como potassa chegada ltima-
mente, a precos muito rasoaveis.
Farinha de mandioca.
-- Vende-se saccas com superior farinha
de mandioca a presos rasoaveis : a tratar
com J. J. Tasso Jnior ra do Amoiim
n. 35.
Deposito de cal virgem.
Cunha & Amorim, na ra da Cadeia do
Recite, n. 50, vende-se barris com supe-
rior cal em pedra, chegada pelo ultimo
navio de Lisboa, por menos precio do que
em outra qualqner parte.
No escriplorio de Manoel Joaquim Ra

fina a 6*0 ra o covado ; merino pretp mul-
to fino a 1,800, 2,500, 2,800 e 3,200 ra. o co-
vado; superior aloalhado adamascado de
puro linho, com 8 palmos de largo, pelo ba-
ratissimo preco de 1,600 rs. a vara; bnm
trancado de puro linho, de diversas crese
delicados gostos, pelo barato preco de 1,200 ,
po Santo n. 2, que achara com quem tratar.
:
Vende-se urna excedente canoa de
Samarello com 50 a 60 palmos de com-
prida e 4 a 5 de largo, propria para
(0 abrir;a tratar na praga do commercio
n. 3, primeiro andar.
Com dinheiroa vista.
Quem quizer poupar venha ver e comprar,
pois o ganho fica oas mSos dos comprado-
res esempre ficSo logrados e mal servidos
acus amos e senhores, no atierro da boa Vis-
ta 11 .43, deposito de assucar vende-se o se-
guinte, assim como na ra da Aurnra n. 32,
venda nova pintada da azul; manleiga ingl-
za da melhnr 610 400 rs., dita franrea a 560
rs., cha 9,000 rs., djlo preto 1,920 rs a libra
tem 3 epibrulhos elidieses cada um a 640 rs.
assucar refinado fino 100 e 80 rs. velas dejrs-
permaceie a 610 ra., ditas de carnauba a 280
rs. caf a 140 rs.farinha do marsnhao a 80 rs.
dita de ararula a 120 ra., sevadinha a 160 rs.
sevada a 100 ra arros a 80 rs., bolaxinha
ingleza da^grandes a 240 rs., drtta pequea
a 200 rs ervilhas a 100 rs.'.sabao amarelo
a 120 rs., esta bem aecco; ditto hranco a 240
rs. passas a280rs toucinho a 160rs.,azeite
doce a garrafas 480 rs., azeilonas n 210 rs.,
1 poisde tudo se d amostra.
Vende-se um cavado ruco e com todos
rentina.
I'otassa americana.
No antigo deposito da cadeia velha, n.
12 existe urna pequea porgan de potassa
americana, chegada recentemente que por
auperior rival isa com a da Russia: vande-
rs. avara' riscado de linho, com 4 palmos os andares : na cocheira da ra da Fio-
de largo 'a 200 rs. o covado; algodflo azul
de 41)2 palmos de largura, fazenia muilo
propria para ropa de escravos a 200 rs. o co-
vado ; assim como outras mudas fazendas,
que se vender por \?rego mais commodo
do que em oulra qualquer parte-
Principios geraes de economa pu- Mrpor preco razoavei
blica e industrial. i Vende-se ou arrenda-seo Entfbnho S.
: .. ...j.n,.. Rita moente e corrente meia legoa distante
Vonde-seestecnmpend.o, approvado para k de ssu. com pro*orcoe9 p8r
as aulas deonmeiras letras 480rs na 1 %frej mbirquejunl010engenho; ala-
praga da Independencia, Jvramn. oes. !gl(Jo's> oulrag prop0rufl, quem o prejen-
(Jobertores de algodao. derentenda-seromoproprielaiionomesmo
Superiores cobertores de algodSo de di- engenho.
ferentes cores, tecidos a dous fios, muito Vnlin \f> flIlflliinaoTie.
grande, tem toda.pplicacaoem urna casa de '1IIIKI ^" '
familia, por servir psra meia de engom-e superior qualidade : vende-se1 no arroa-
nara escra- em Kalkmaou IrmSos Ra da Cruz, n. o.
-- Vende-se superior farinha de mandioca
nado eforrarcamas e mesmo para escra
vos, pelo diminuto preco de 1,440 rs.: na
ra do Crespo n. 6.
Para senhora
I Vende-se setim preto maco de su- g ; Araujo.
perior qualidade para vestido de se- j*
- Ii chora; um completo sonimento de
% sarja de seda hespanhola verdadeira; W
tj cortes do vestido de sarja preta lavra- ...
.|; da de lindos gostos; superior chama- :
n lote deseda pura; ricos vens pretos
H de seda, linho eietroz de Italia; um *
3 grande sortimento de manteletes, ca- ^
petinhos pretos com lindos enfrites, S
Ti sendo os mais modernos que ha no
i mercado; superiores meias pretaa in-
2 glezas de peso, e outras fazendas de $
gosto e boa qualidado, e tudo por 33
fj prego mu i lo em con la : na ra do U
tj Qui'imado, loja do sobrado amarcllo '8
U n.29. 9
m^&mmimmmwem w*ms
Grande fabrica de chapeos de sol,
de J. Falque la do Collgeio
n.4.
Neste novo estabeleeimento recebeu-se
um novo e lindo sortimento de chapeos de
deS. .Miiiin 11 -i. por preco commodo, a bordo
da escuna Haria Firmina, Tundeada defron-
le do caes do Collegio : trata-se a bordo, ou
na ra da Cruz n. 33, com Luiz Jos de S
mos e Silva, na ra da Cadeia do Recife, Sidos ltimos gostos, tanto de seda como
vende-se por preco commodo cal virgem de de paninho para horneas e senhoras, de ar-
Lisha chegada no ulmo navio, bezerro do maSao de bale.a e de asso que se vendem
lustro, mercurio, linda de Roriz.retroz, fe- por menos preco que em oulra qualquer par-
chaduras do Porto, pannos e casemiras le; grande sortimento de chamelote, sedas
,1,. I',,, o paninhos em pe;a de todas as cores equa-
" nn' Po I I' lnr ddades para as pessoas que quizerom man-
ape r aulO luOrueiro. darcobrirarmagOes servidas. Completo sor-
recentemente chegado do Rio de Janeiro lmenlo do baleias para vestidos esparlilhos
vende-se na ra da Cadeia do Recife loja n. pira senhoras, fazem-se umbedas de igreja e
50, de Cunha & Amorim. concerta-se qnalquer qualidade de chapeos
No armazem da ra da atola n. 15 de sol: todos os objectos cima mencionados
vende-se cal de Ll'boa em pedra, a mais no- S8 veedem em porcio e a retalho, por prec,o
va que ha no mercado, chegada no corrente quo agradar aos freguezesa vista da quali-
mez, no brigue Laya ; assim como mercurio dade.
doce em caixinhas de libra cada urna, tudo
oor menos prego do que em outra qualquer
parte.
9 Na loja do sobrado amarellu, na ra *j
4 do Quoimado 11. 29, vonde-so um it
completo sortimento de pannos pre-
** los finos e cores II
^ elstica superior de
^ Clte liedle;.']; C
'i de superior
i* de dito d
I bordados
(I a 5,000 rs. o covado; chapeos pretos 9
^ francezes os mais superiores e mo-
t demos que ha no mercado; chapeos
ii O moda, e outras muitas fazendas finas
1 e prego de agradar ao comprador.
Moemliis superiores.
Na fund:c3o de C. Starr Companhla,
em S.-Amaro, acham-sea venda moendas
de canna, todas de ferro, de um modelo e
eoiislriiee.lii muilo superior
Na porta da Alfandega e no
xas;casomira preta t* armazem do baraleiro Joaquim da
..reld'e cocte P7lo S Silva L!'eS' venJe:8e farinla on-
ior casemira bordados, ditos fe) lona SSSF e de l'liilaileliiliia, ul- M,j,_, r'
AffMS ttimamente chegada- S
(icaria-
Sin.ao de jNantua a
800 rs.
Vende-se a historia de Sima 1 de Nantua,
a 00 rs. : na livraria da prarja da Indepen-
dencia ll-li e K,
Cemento novo a 7,000 rs.a barrica.
No armazem de Antonio Aunes, no caos
da Allandega.
Azeite de carrapato da fabrica de
Araujo & Filho, no Penedo.
Acaba de chegar maisdesto j conberido
azeite, ornis proprio o econmico, para
uso*de candieiros de sala, tanto pela sua du-
ragSo, como limpeza, e continuar a haver
sempre um depozito para suprimento regu-
lar dos freguezes no armazem de J. J. Tas-
so Jnior : na ra do Amorim n. 35.
Vendem-se velas de espermscete, em
caixas, de superior qualidade : em casa de
1. Keller & Companhia: na ra da Cruz nu-
mero 55.
Deposito de panno d> algodSo da
fabrica Todos os Santos da Ba-
nhia.
Vende-se por preco commodo
o bem conhecido panno de algo-
dSo desla fabrica ; em pessa, a
volitarle do comprador: no escrip-
torio de Novaes & Companhia, na
ra do Trapiche n. 34.
Vende-se baoalbto de tinas a 5,000 rs.
da melhor qualilade que ha de barricas, que
se vendem a 10 e 11,000 rs. : no armazem
do S. Antonio Anncs, no caes da Alfandega.
Moinhos de vento
eom bombas de repucho para regar borlas
d baixas decapim : vendem-se na fundigo
doBovrman&Mc. Ciliom, na ra do Brum
ns. 6. 8 o 10.
Aos pas de familias.
a do Livramento, junto a bo-
rella n, 19, comprar o que em
oulra loja nSo acharao; bem feitos e fortes
sapatinhos de pao para meninaa a 320 rs. o
batido, de 3 a S palmos de bocea ,
as quaes acham-se a venda por
preco commodo e com prompti-
dSo, embarcam-se, ou carregam-
se em carros, sem despezas ao com-
prador.
PECHINCHA.
Quem deixar de comprar far-
dos de albos, com cem resteas, pe-
lo diminuto preco de 5oo rs. o far-
do : na ra da Cadeia de S. An-
tonio, armazem de tijolos n. 17.
-- Vende-se urna escrava de 30 annos, de
boa conducta, a qual sabe fazer o servido or-
dinario de urna casa, e ae vende por nao que-
rer trabslhir no campo : na cidade de Olinda
ra do Cabral n. 9,atraz da igreja da BoaOra.
Vende-se urna pequea casa terrea na
Cidade de Olinda, na travesea de S. Pedro pa-
ra Mslhias Kerreira toda de pedra e cal ; por
prego commodo na mesma cidade a traz da
Boa- Ora ra do Cabral n. 9.
D. Pedro I.
Vende-se a estatua de louga de meio corpo
do Sr. D. Pedro I. : na ra da Cadeia do Reci-
fe n. 38, se dir quem vende a prego muito
mdico ; assim como dous cupidos ; emble-
mas para tanque d'agua, ou repucho.
-- Vende-se vinho do porto supperior en-
garrafado, 1 pianno forte novo, cadeiras, me-
zas, espelhos de sala, jarros com florea e
sem ellas, lampiOes, lanlernas, quadros fei-
tos a oleo, e outros movis do casa, na ra
do Trapiche esquina da lingoeta n. 32.
corles de tapetes para sapatos.
Vendem-se superiores cortes de tapetes
paraaapalos a 480 rs.; assim como sapatos
j promptos para homem, ditos do lustro
para mooinss de 4 a 12 annos, sapat0esdn|
Aracaly a 800 rs o par: no aterro
Lotera do Rio de Janeiro. Anneis de cornalina verdadeira
aos 20:000,000 e 10:000,000 de rs.
O cautelista Salustiano de Aqui-
no Ferreira u avisa to reaptavel
publico, que a loteria a beneficio de
um hospital as Agoas Virtuosas
da Campanha, correu em 37 de
fevereiro deste atino, e os bilhetes
e cautelas da mesma loteria estSo
gmente a venda, na praca da In-
dependencia n. i3 e 15 loja de
calcado do Arantes, e na ra da
Cadeia do Recife n./|6, loja de
miudeztrs de Jos Fortunato dos
Santos Porto, e sSo pagos sem des-
cont algum todos e quaesquer
premios que sahirem nos bilhetes
e cautelas, vendidos as lojas ci-
ma mencionadas logo que che-
guem as listas.
Bilhetes 10,000
Aleios 11,00o
Quartos 5,5oo
Oitavos a,8oo
Vigsimos i,3oo
Vende-se azeite de carrapato purifi-
cado da fabrica de Araujo & Compaohia Fi-
Ilio,no Periodo, proprio para candieirn de sa-
la pela sua duragl 1 e iimpesa a 400 rs. a
garrafa : no pateo do Carmo n. 2, venda
aova.
Baratissimo.
Vende-se um torre) na ra da Aurora j
aterrado, tendo fundo at a ra do Hospi
ci, e frente 55 palmos : tambem se veirde
s a ra da Aurora : a tratar na praca da In-
dependencia n. 17.
UjJ" Sorvete as 11 horas e a noite
pelo preco de 160 rs.
Na rua-streila do Rozario n. 41 contina
haver sorvete lodos os das das 11 horas as
la Boa-'3 d" tarJei e d,s 6s 9 da noite, pelo preco
Vista, foja decalcadosjunto ao aeleiro n. 58.|de'60 ""> d8 "ue L?iKl'm twndado
- Veude-se 7 escravos, sendo 2 de servi-11<>''1" "">lhor sou "Petlle em Vlrtude do
(o de campo, 1 esorava que engomma eco- P
sinha, de idade de 22 annos, de bouita figu-
ra ; 2 ditas do todo o servir;o ; I muleque de
idade de 16 annos; 1 escrava de meia idade i
na ra Direila n.3.
Couro de lustro patente.
CEBA EM VELAS.
Vende-se cera em velas, fabri-
cada no Rio de Janeiro, de muito
bom sortimento, e por menos pre-
-- Vende-se no aterro da Boa-Vista, loja co do aue em outra qualquer par-
,,..I....I.... .. KO M Ml*lM ...-.I.. -VI O
te : no escriptono de Novaes s
Companhia, na ra do Trapiche
n. 34.
Capachos barato*.
Vendem-se capachos com 31|2 palmos a
500 rs. : na ra do Quoimado n. 16, loja de
miudezas.
Ricos pesos parasuster papel.
Vendem-se muito booilos pesos para sus-
ter papel pelo commodo prego de 1,600 :na
ra do Queimado n. 16, loja de miudezas.
Luvas de lio da Escocia a 2oo rs.
de calcados n. 58, junto so seleiro, superior
couro de lustro sem defeito a 2,560 rs. a pele;
aproveitem que est se acibando.
itegulamentos sobre o uso ,
preparo e venda do papel sellado,
com as suas competentes tabellas,
a 5oo rs. o exemplar : vehde-se
no pateo do Collegio, loja do livro
azul.
FeijSo nuilatinlio,
em saccas muilo grandes e da melhor qua-
lidade possivel ; saccas com gomma ; ditas
com farinha ; carnauba de primeira sorte;
esleirs novas; lavarintos; toalhas superio-
res; velas de carnauba a 8,000 rs. a arroba ,
e ditas superiores a 10,000 es.: na ra da
Cruz do Recife n. 24.
Loteria de IN. S. do Livramento.
Aos 5:ooo,ooo de rs.
Na loja de miudezas da praca
da Independencia n. 4 vendem-
se bilhetes inteiros, meios, (filar-
los, decimos e vigsimos, a bene-
ficio da loteria de N. S. do Livra-
mento que corre impreterivel-
mente no dia ia do corrente.
Bilhetes inteiros 10,000
Meios 5,ooo
Quartos 2,600
Decimos 1,100
Vigsimos 600
o par
Vendem-se luvas de fio da Escocia com um
pequeo toque de mofo a 200 rs; a ellas que
eslo se acabando : na ra do Queimado n.
16, luja de miudezas
Miudezas baratas.
Vendem-se csrteirinhas com 100 agulhas
francesas de todo o sortimento a 280 rs.;caia
x'nh s com 6 papis de agulnas francezas a
240, ditos com 4 papis muito boas agulhas
a 3U0 rs.) rodinhas com allinetes francezes
a loo rs.; linhas de peso a 60 rs. a meada,
ditas muito finas a 140 rs. ; pentos de mar-
flm para alisar a 1,280, diios para tirar pio-
ln) a 320, 400e480rs., ditos Je bfalo mui-
to superiores para alisar a 360 rs.; linhas de
carrileis da 2u0jtrdas a sO rs., ditas de 100
jarda a 30 rs.; pegas de fita de coz com 10
varas a 320, 360,400 e 410 rs. lia-so as amos-
tras : na ra do Queimado n. !6,loja de miu
dezas.
Ao bom e barato.
Caixinhas de desenho a 200 rs.; caixi-
1 nhas de obrejas de cola; 100 iivelas douradas
Vende-se um terreno na ra da Aurora I para caiga e colete a 160 rs ; caixas com 500
com 50 pIrnos de frente e 280 de extensSo,! ilhozes a 300 rs.; tesourinhas muito unas a
tendo caes de lijlo a beira ruar, ficando en- 720, 480, 400 e 200 rs., ditas para unhas a
ir as casas dos llltns. Srs. Gustavflo Jos do720e 640 rs.; caivetes de cabo de valo
llego e Francisco Antonio de Oliveia : os com Sfolnas a720; agulhas cantutas a 20 rs.
prelendentesdirijam-se a ra das Torres n. o papel; muito lindos agulneiros de casqui-
8, primeiro andar. inhucom um sorlimenlo de agulhas france-
Vende-se um sobrado de 3 andares bem izas a 140 rs., s as agulhas vale o dinheiro;
construido, na ra da Cruz, o que rende! agulheiros de vidro a 160 rs ; lindas caixi-
1:200,000 rs. animalmente l a tratar na ra < nhas de. lat/io com 25 grawpai a 120 rs., a-
par, de couro preto a 360 rs de marroquim do Collegio n. 15, primeiro andar. Ida ISo barato; ricas caixas do flores a 1,280,
a 480 rs de lustro a 610 rs., de panno para | Vende-se urna casa, com um quintal 800, 600, 500 e 400 rs. De uno isto da-So
senhora a 400 rs., e couro a 480 rs., de se-, de 50 palmos de largo e tal vez 300 ou mais amostra : .Na ruado Queimado 11. 16, loja de
JNovos cobertores de tapete a
i,44<> rs.
He bom negocio.
Vende-se a dinheiro, ou a pra-
so a padaria do largo das Cinco
lim preto a l.out rs.; botlns de lustro para de fundo, com alguna arvoredos, com se-
|menino a 5,000'rs.meio botina para homem, jam : --20 ps de larangeiras enxertadasde
de bizerro a 4.5O0 rs., botina a 6,500 rs., sa- novo, na Capunga Nova, terceira casa antes
Na ra do Crespo loja da esquina que Ponas, e tambem se aluga, nao se
volta para a cadeia, vendem-se cobertores nodendo effectuar a vpnrla npstes
de pete, grandes e bonitos, pelo diminuto Ijouenao euectuar a venda nesies
prego de 1,440 rs. ;em qualidade sao os me- das; assim como se fornece as a-
^m^^l/,vi,,'nd.o recommendr.se aos Srs. de engenho que v """"""J
quizerem comprar da pichincha, nao se de- o comprador para tudo garantas :
morera, porquejiha poucos pela estragao a tratar com J. J. Tasso Jnior,
quo lej> lido. ,
c tSo barato, ,na r"a do Am"n n. 35.
Q. I Vende-se um carro de quatro rodas
ue laz animar ; muito leve e seguro, por muito pouco di-
(Jucm vir a pechincha nheiro : na prarja da Boa Vista, cocheira
5. do frangois.
JNao deixara de comprar. | vende-se um torno para padaria, no
Na ra do Crespo loja da quina que vira centro da cidade, tendo lugar psra morada
para a cadeia, vende-se panno fino preto, a e armazem para lenha, com desembarque
3,000, 3,500, 4,000 4,500, 5,000 e 5,500 rs. na porta -. o pretndeme annuncie sua roo-
o covado ; dito francez muito superior, a rada.
6,000 rs. ; dito azul, a 2,600, 3,500, 4,000 e Negocio vantajoso.
5,000 rs. ; dito verde, a 2,800, 3,000 e 6,000 Vende-se o hotel commercio silo na ra
rs.; dito cor de rap, a 2,600rs. ; casemi- da Cadeia n. 13, com os utencilios que o
ra preta, a 4,800 6,000, 7,500 8,500 e 10.000 comprador quizer: a tratar no mesmo.
rs. o corle; sarja preta de seda muito su-
perior, a 2,500 rs. o covado,- merino preto
muito bom, a 2,800 e 3,200 rs. o covado cor-
tes de cassa cinta muito bonitos, a 1,920
rs.; e outras muitas fazendas por prego
commodo.
farinha

ARADOS AMERICANOS.
Vendem-se arados ame- *
ricinos, chegados dos Esta-
fontana dos Unidos, pelo barato pre- %
90 de 4<>,ooo rs. cada um: na 9
' ra do Trapiche n. 8.
Vende-se
muito superior e nova no merca-
do : a tratar com Manoel da Silva
Santos, na ra do Amorim n. 5C e i" Vende-se
58, ou no armazem do Aunes no ch' pret0 e verde, de superior
qualidade^em caixas pequeas ;
(
caes da alfandega
Eructas novas.
Vendom-so na ra eatreita do Rosario n.
11,damaseos em caixinbaa de vidro,e eaixi-
nbas de lamoras e deameixas,ebolacbinhas
de araruta ;e na mesma ae dir quem vende
100 espauadores bem feitos.
Arados de ferro.
Na (nndigSo da Aurora, em s. Amaro
vendem-se arados de ferro de diversos mo-
delos.
Superior ch nacional
em ciixinhasdea libras, e da melhor qua-
lidade ; veude-se por prego commodo, na
ra do Corpo-Santo n. 2, primeiro andar.
patos de urna sola de couro de lustro para
homem bem feitos a 2,500e outras minias
qualidades de obras ; assim como pedes de
de chegar a do Sr. Carneiro : a tratar no
mdSmo lugar, na casa do fallecido Hedeiros,
ou no Trapiche Novo n. 4.
bizerro de lustro grandes a 2,880, de bezer- JjapatSes francezes de lustro, para
ro francez a 3,200, marruquim superior a r, c 0 r
homem a 5,000 rs. o par.
Continua-se a vender sapatOes francezes
1,760, cortes de tapete requissimo a 500 rs.
e spalos ja feitos, pellos de pelica e mais
accessurias para quem tem sapatoiro : exis-
to m nesla loja pelo barato. Assim como re-
cebe toda qualidade de encommendas de
calgado, com promptidSo e aceio para cujo
1 i ni tem bons ofilciaes.
Vendem se amarras de ferro: na ra
da Senztlla Nova n. 4a.
VENDEM-SE ,
Taboas de pinho at 3 palmos de
largo.
Botijas com bom oleo de linh&ca.
Remos de faia de todos os compri-
mentos.
Cimento em barricas e meias ditas.
Tambem se retalha s tina.
Atrs do theatro, armazem de Joa-
quim Lopes de Almeida.
Sebollas ,
novas, vinds de Lisboa: na ra da Cadeia do
Recife n. 18.
Vende se a fabrica de reatilagBo de es-
pirito 8 licores, de Victorino Fraociscodos
'Santos, bem surtida e montada, com bom
crdito, dentro e fura da provincia, nSo s
pelas boas qualidades de seus liquidos ,
como pela antiguidade; com alambiques,
de couro do lustro, para homem, obra de
ultimo gosto, chegados pelo ultimo navio a
miudezas.
. Chegnem ao barato.
Ricos jarros de porcelana a 4, 3, e 2,500
rs. o par; bonitas figuras de porcelana a 3/
rs. o par; lindos pratos de uvas artificiaes
pelo barato preco de 1,280; colheres dever-
dadeiro casquinho para sopa a 6,000 rs., e
para cha a 3,000 rs. a duza; muilo supoiio-
res parea de meias para senhora a 500 ra. ;
medidas para alfaiate a 360 rs.; ricas gar-
gantillas pretss com alflnete, fivela, pulce-
ra e brincos a 4,000 rs; ditos flagran a
rs.; brincos de vidro a
utencis e vasilhas apropriadas para fabri-
. ear os liquidos com perfeigfio; o proprieta-
Veilas de espermacete de superior rio se obriga a ensinar ao comprador todo
a a a aa n.- nMnaiano n eanraiAna lonHanlaa sin ff>i>_l
qualidade em ditas ditas,
Fio de sapa tetro, de diversas co-
res :
Tudo em conta, no armazem de
Adamson Uoiwe & Companhia,
na ra do Trapiche, 4>.
Vende-.'e superiores latas de aardinhaa
e farinha de araruta nova a 160 rs. a libra,
dila de tapioca a 100 rs. a libra e passas da
melhor qualidade possivel a 240 rs. a libra,
nos Quatro Cantos da Boa-Vista rendan. 1.
os procesaos e segredos, tendentes ao fabri-
co dlo Jos osliquiJos, mudos dos quaes
sflo ignorados por muitoa dos fabricantes, a
dinheiro, ou parte em dinheiro e o resto em
lettras acontento : traa-se na ra do Rao-
gal n. 54 com Victorin" Francisco dos
Sanios.
Na ra do Livramento, sobrado n. 10 ,
se dir quem vendo 1 correte para senho-
ra; 1 dita para relojo; I relojo patente ; 1 a-
derego; I bsndeira; cordOes; tranceln*; a-
nelOes; brincos; pulceiras ; voltas ; alline-
tes; medalhas, e 24 colheres para sopa, com
paliteiro deprala.

5,800 rs.; assim como d.tos para rapaz de g |tM brncosde vidro a 160 rs. o par;
f.i i b* Pt?..P ?? commPd"9: no"-|dilos de flagran a 120 e 8) rs.; e outra
SfEff aS"1* l0ja dec'l4d0 n-58' mais miudezas que sa vende por menos pre-
junto ao seleiro.
AttengSo.
Na ra larga do Rozario, sobrado n. 46 ,
primeiro andar, vendem-se 14 cadeiras, sen-
do 2 de bragos, 1 sof, 3 bancas, 1 cmoda,
el mesa redonda, tudo de Jacaranda eem
muito bom uso, e 1 mesa grande de ama-
redo para jamar: a tratar do mesmo so-
brado.
Vendc-so urna escrava, de nagao Cos-
ta : na ra do Encantamento n. 3.
Vende-se um bonito piano por prego
commodo, no sitio grande do Sr. Herculano
no principio da ra da SoleJade, porto en-
carnado; vende-se tambem umjogo de ve-
pe/.MiiiiBs: precisa-sena mesma Casa de um
homem quesaiba trabalhar de enchada.
.Attencao !
Na ra larga do Rozario n 40. loja de miu-
dezas, vendem-se os seguintes livros ora
muito bom estado, pelos pregos abaixo
mencionados :
Deccionario Hagnum Lexicn 4,000
Dito portuguez e ladra, coraposigfio 5,000
Comedio 2,000
Salustio 2,000
OragOes de Cicero 3,00o
Geometra, ou Elementos de Euclides 3,000
Fbula latina 1,60o
Selecta 1,600
Eloquencia nacional 800
Grammatica latina 800
Vende-se urna mesa do atnarello, com
7 palmos de compnmento e 4 de largura :
na ra Bella n. 16.
Venda-ae um aderego de ouro obra do
Porto muito rica por barato preco : atriz.da
matriz da Boa-Vista n. 21.
Vende-se una preta de nagao, mossa,
debonita figura, emgomma lizo, ensaboa
bem, nosinna diario de urna cisa, sabo ven-
der na ra ; quem a pretender dinji-se
ao pateo do Carmo n. 6.
go do que em outra qualquer parle : na ra
do Queimado n. 16, loja de miudezas.
Bonitos padrdes de pentes de tar-
taruga, para prender cabello.
Vendeui-se bonitos pentes de tartaruga
para prender cabello, pelo commodo prego
de 4,500 e 5,000 rs.: na ra do Queimado
n. 16, loia de miudezas, d se amostras.
Hicas imagens chegadas de Lisboa.
Trocam-se as seguintes imagens: S.
Bento, 3,000 rs.; S. Francisco, 3,000 rs.; 8.
Benedicto, 3,000 rs ; S. Joo Biptista, 2.000
rs ; Sunia Margarida, 2,800 rs.; Sania Euge-
nia, 2,500 rs.; Santa Aguida 2.500 rs:, e N.
Senhora da SaUJe, 2,800 rs. : na ra do
Queimado n. 16, loja de miudezas.
Palitos de fogo em caixas de pao a
2o rs.
Vendem-se, na ra do Queimsdo o. 16, lo-
ja de miudezas.
Camisas de meia a 1,100 rs.
Vendem-se finas camisas de meia a 1,100
rs. : na ra do Queimado n. 16 loja de
miudezas.
Lindos espelhos de Jacaranda a
2,/joo rs.
Vendem-se muito bonitos espelhos de jaca-
randa, com columnas e de muito bom vidro
a.2,400 rs : na ra do Queimado n. 16,loja
de miudezas.
Boas e novas cordas para violo.
Vendem-so muilo novas encordoages pa-
ra violSo, por menos prego do que m ou-
tra qualquer parte : na ra do Queimado n.
16, loja de miudezas.
Vende-se o deposito de assucar do sier-
ro da Boa-Vista n. 68: quem- preten Jer di-
rija-se ao mesmo, que achara com quem
I tratar. .
t,ooo rs.
Vendem-se lindos anneis de cornalina ver-
dadeira a 1,000 r. tanto para_ homens ,
como para senhoras : na ra do Queimado
n. 16, loja de miudezas.
Ligas de borracha a 160 rs. ,
o par.
Na ra do Queimado n. 16, loja de min-
dezas, vendem-se ligas de borrocha a 160
rs. o par, nada to barato; a ellas que eslflo
ae acabando.
Vende-se, ou hypoteca-se urna casa
nova, no corredor do Bispo, com loo palillos
de terreno na fronte, junto ao oilSo da mes-
ma, faz-se negocio por precisSo: a tratar na
mesma casa,
Kicas caixas com amendoas con-
fitadas, a 3,000 e 4,000 rs.
Vendem-se ricas e bonitas csixas com a-
mondoas confeiladas, chegadas ltimamen-
te de Nariz, nada ISo apreciavel para ae dar
de mimo, e pelo diminuto preco de 4,000 e
2,000 rs.: na ra do yuoimado a. 16, loja de
miudezas.
"Veode-ss urna taberna com poucos fun-
dos, faz-se todo o negocio, qu he para adi-
antar pagamentos: na travesea da Madre
Dos n. 1, s dir qwem vende.
-- Vende-se um moleque crooulo, eom
principio de alfaiate, d > 15 annos de Made,
proprio para pagem : na ra da Aurora n.
44, dsa I horas em diante.
-- Vende-se urna escrava creoula, muito
moga e com habilidades, para fra da pro-
vincia: na ra Formoza na quarta casa
terrea.
Attenc3o.
Nova fabrica de chapeos de Sol no atierro
da Boa-Vista n. 22, acna-se um grande
sortimento de chapeos de Sol muita
em coota, tanto para homem,como para se-
nhora, comoseja de seda ou de panninho, e
grande sortimento de pegis de seda ede pa-
panninho para cubrir os chapeos de Sol Ja
usado,tambem concerta os ditlos peol prefo
mas coinmolo do que em oulra qualquer
e parte com toda i romptidSo,
mmmmmmmmmi-.wmmmmmmm
SCantois Failhet& Companhia.*
Continua-se a vender no deposito S
V geral da ra da Cruz n. 52, o excel- P
Jj lontoo bem cooceituado rap areia M
m prela da fabrica deGaotois l'ailhel& S
41 Companhia da Bahia, em grandes e 9
tt pequetas porgOes pelo prego estabe- g
sj lecido. I
imimmmnmmemmwmmmmmmm
MOB1LIAS OE E-EURO.
Vehdem-se ricas mobiliasde fer-
ro, como c i napes, mesas, cadeiras
com brafo e sem elle, e muitos ou-
tros objectos de ferro : no arma-
zem de Kalkmann Irmaos, na ra
da Cruz n. 10.
Livros em branco.
Vemlc-s" em casa de Kalkmann Irmaos ,
na ra da Cruz n. 10, livros em branco che-
gados pelo ultimo navio.
Vende-se, em casa de Kalk-
mann limaos, -um liado sortimen-
to de obras de ouro, chegadas, ha
poneos dias, como sejam : ade-
remos, pulceiras, alfinetes, voltas,
brincos, anneis, correntes para re-
lojo, brinquinhos para criancas da
coral, chaves para relojo e me-
dalhdes.
Vende-se vinho de champa-
nhe legitimo e de superior quali-
dade : em casa de J. Keller &
Companhia, na ra da Cruz n. 55.
Escravos fgidos.
Da fabrica de caldeireiro da ra do
Brum n. 28, ausentou-se no domingo, 15 do
corrente, o pelo Alexandre, da nagao S.
Paulo, de 35 annos de ida le, alto, reforcado
do corpo, falla descangada, fui escravo do
Medquer, Francet, morador no Rio Doce, e
ltimamente do Sr. Bolly : roga-se a quen
o pegar de lera-lo a mesma fabrica que ser
recompensado.
No dia 15 do corrente ausentou-se
urna escrava de n ig.Ti Angola, de nomo Ma-
ra Antonia, representa ter 45 annos pouco
mais ou menos, tem alguna cabelloa bran-
cos na frente, tem a falla bstanle grossa, e
os odios muilo pequeos e aperlados, tem
urna be -ruga no rosto do lado di reno, he
do estatura regular, levou vestido asul de
ganga por baixo e um outro de chita roixo
com flores encarnadas o verdes por cima,
esla escrava foi ltimamente do Mu. s-,
Francisco de Carvalho Paea de Andrade,
senhor do engenho do meio, quem a pegar
leve-a a ra Larga do Rozario n. 22 segun-
do an lar quesera gratificado.
Desappareceu no da quarta-feira da
semana p- tino, creoulo, de idade pouco mais ou me-
nos de 26annos; altura regular, cheio do
corpo, com falta de dous denles na frente;
levou calca e camisa azul, sem chapeo; tem
sido visto no bairro da Boa-Vista e as pes-
soas que o conhecem e que Ihe pergunlam o
que anda fazeudo, diz que fui levar assucar:
portanlo ruga se as autoridades policiaes ou
capilOes de campo, e a todas as pessoas do
povo, que o manden) pegar que aerao gene-
rosamente recompensados: na ra Direita
ns. 76 e 78.
No dia sabbado, 28 do prximo p'een- '
lo mez de fevereiro, desappareceu desla pre-
ga, tendo vindo do engenho Paralibe, o mu-
lato Cumeliu de idade 22 annos, com os sig-
naos seguintos : alto, secco, rosto cumpli-
do, olhos pretos,e alguma cousa vivos, ore-
Ihas regulares cabellos encaraplubados,
nios grandes com os dedos comprlos e
gressos, ps grandes, nao tem barba, cor de
canella, os denles pouco limados, he um
tanto ladino; luvou jaquola de merino preto
ji velha e com gola do veludo. omisa de
ni .i I-i pono, calca de algoduosnhu trancado
com dstras azues, sendo urnas estreilas e
outras largas, e foi com chap.) de pagem.
Levou um quartao pedrez e 32,760 rs. que
Ihe foram entregues para dar ao aeu aenbor.
Este mulato ja fez urna fgida quando par-
tencia a outro senhor, e fui assentar praca .
de imperial mannheiro, ditundo aer foro :
talvez quelra fazer o mesmo agora : quem o
pegar fara o favor levar ao engenho Par'ati-
ba, ou entregar ne.-ta praca ua ra de Mor-
as n. 34, que ser geuerosamente recom-
penssdo.
-- Desappareceu na noile do-dia 27 do
prximo passado, da ra da Trempe n. 15 ,
um escravo creoulo, de nome Cosme, o qual
lem os signaes seguintes : --estatura regu-
lar, grosso, desembaragado no fallar, he c<
xo de urna perna ; julga-se que aulara pe-
lo Monteiro e seuscuulomos, porque foi vis-,
tono alevsnlamonto da bandeira : por isso,
roga-se a qualquer peasoa, que o vir, de o
pegar e lera-lo a ra cima, que aera, re-
compensado.
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