Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:04455


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Full Text
"^r
AnnoXXVIlI
Quarta feira 3
de Margo de 1852.
N. 54.
DHHTO DIMPEEMIBICE
niEijo uucnirglo.
PaSaMltNTO ADUNT1DO.
Mr trimestre...........,
Por semestre .........
Por anuo .......
Piaooiirrao du tummi.
Poi quartrl............,
OTICI! DOJMPtnlC)
Pera..... I de Pevr Minas... i5 de Janr
Maranhao 6de dito S.Paulo. i de dio
Ceara... 7dedl(o. IR. de ... M de Ferr.
Parablba. ir dito Baha... 17 de dito.
DIA-DA NINA.
4/000
8/000
lS/UOol
4/500
1 Seg. Si. AdrlSo, Eu-
doclee Anlonlna.
2 Tere. S. Jovlno.
3 Ouarl.Hemeterlo.
4 Qulnt S. Csemlro.
5 fiexl. O inysterlo da
Palian de J G.
6 mil S. Viclor.
7 Dom. 3. da Quares-
ma ; S. Thomi
AUDIEN-ClAfc.
Julio de OrphB
2.e5. As 10 horia.
t. vara do civel.
3. e6. ao ineio-dia.
Vastada.
3. e6. s 10 hora.
2 rara do civil.
4. eabadoao melo-d.
Rilapiv.
Tercas e sibidos.
IfBUIBIDIl,
Creicente i 58, a 8 borne SI minutes da 1.
Chela a 6 as 3 boraa e 11 minuto da m.
MlngoantelJ, aa 8 bon e il minuto da t.
Roy 20, ai horai e I* minuto da m.
tBIAXAl O BOJ
Primelra > 3 hora e t J minuto da Urde.
Segunda 4 hora e 6 minuto da manliaa.
DOA OOUBSIOI.
, i legunda e eita
PAB.TIDAA
anna e Parablba
|ira.
f-Crande-do-Horte,todi ai quInUi-felraa
i mel da.
inhume Bonito, 18 e 23.
^Vlsta, e Plore, 13 e 28.
Horia,ia qulntai-felrai.
oda, todos os da.
arOTICIAl ATBAWOEIB.AI.
Portugal. I7de Janr.
Hespanba. o de dito
Franca ... H de dito
Blgica... 3 de dito
Italia..-. 4 dedllo
Alemania, (de dito
Pruasla ... & dedito
Dinamarca I drdlio
Russla... >" de Dezb,
Turqua. 29 dedllo
Austria.. 5 de Janr,
Sulasa.... 3 dedllo.
Suecla... 3leDeibr.
Inglaterra 8 de Janr
R.-Dnldoi 24 de Dezbr
Mxico... 29 de Novbr
California 2 de dito
Chlll. 2 de dito
Hueno-A. 4 de Fevr.
Montevideo 4 de dito
CAMBIOS BE 3 SI NABCO
Sobre Londres, a 27 '/, aBOd.
Pars,
Lisboa, 90 por canto.
META.
Ouro.Oncaheapanhola.....r..;.'.;. 2g#000
Hordas de 6/400 yelhai......... IBMUu
. derJMOOnova......... 16/000
de4/0C0................ 9/100
Prata.PatacSea brallelroi........... 1/020
Peso columnarlo............ 1/920
DItol meilcanoa.........'.... 1/800
PARTE OFFICIAL.
"GOVEIUO DA IMtUVIIU'lA.
JMaferie ot fe: o Eim. Sr. I)r. Vctor di OH
vtia, presidale drilm provincia, na abertura
ra a mareo di. 18SI.
Cuntiniincan do n." antecedente.;
ora em execucao por administracio.
1.a ''asa dede-ien$o.
2 Ponte dos A Togados.
3." Reparos da Ponte do Reclfe.
4.a dem dem da Magdalena.
5' dem dem da Tacaruna.
6." ConservecSo permanente da estrada do
Pao d'Alho.
7. dem dem dem do norte.
8." Mein dem dem da Victoria.
0.a Declmo-oilava lanfo da estrada da Vic-
toria.
ni Vigreimo-quarto dito da dita dita.
11.a Vigesimo-i|Unto dito da dita dita.
12.. Ponte sobre o rio Tapacur.
I3.i Reparo das bombas do Giqul c TlglplO.
14. Eir.pedramento de 300 braca no tercei.
ro, quarto e quinto laoco da estrada da Vic-
toria.
15 dem de 850 braca no decimo-quinto
lauco da estrada da Victoria.
I .i Hiparos da ponte sobre o rio Jaboalo.
17 Pi imeiro lanco da ramilicacao da estra-
da do sulpara a villa doCabo.
18 Ponte sobre o rio Hrapama.
19.a .-egunda parle do reparo da ponte do
Anio.
IV ConservifSo permanente da estrada do
tul.
ftecommendam-sc especialmente algiima
dellaporua grande Impoitanda.
Casa d detencao.
A falla de terreno devoluio no centro da ci-
dade com prnporcdee para csse edificio, de
que multse necessitava, deu causa que se
enlendesse preciso aproveilar aquelle alagado,
ein que es elle sendo construido. Poslo que
pela sua posico ailifaca a condlcors necessa-
rias, Unto higinicas como de seguranca, lein
eala obra contra ai o grande aterro de que pre-
cisava, c que tem demorado muito sua execu-
cao. Fica o terreno necessariamente multo ca-
ro, comquanlo o director pense o contrario.
Acha-se ja construido quaai todo o cae da
ra ein frenle esle edincin, concluidos lodos
os aqueductos decgolo, c todos o allcerces,
lano das paredes ineslra. como dos reparli-
mentos internos; as paredes inestras da sala do
centro edoraio do norte do edllicio j esln
concluidas al a altura de dote palmo cima
do alicercea, e as do raio do sul al a de seis
palmos a cima dos meemos allcerces. O aterro
est gcralmenle em'oivel superior aos da ma-
res chelas, tm parle concluido.
Tendo sido esgotada a quota de 18:000/000.
i 'i "' loraconsignada pira esta obra, c fa-
endo-ine ver o director, que no estado ein que
ella se achava nao poda ser suspensa sem re-
celo de grave prejuios, ordenei que contl
mi i --r a inesma obia a sei feila, sahindo a des
pea do ai ligo 30 lia le do orcameuto, de cuja
cifra nose tirara seno una, diminuta quantia
para o servieo que ella era destinada
A despea'feila al 31 de dezembro prximo
pa*.adn fot de .*J.ot//l res, sendo res
J0'87q>80tl no exercicio de 1849 a Io0; ris
88:27/725 no de l850 d i85i ; c 7i44a/j6 rs
no correle ejercicio. Esn obra pela sus im-
portancia e mces-lilade merece particular at-
lencao, afim de ser concluida com a nnior ur-
gencia; mas be de lasUiliar que ella leulia sido
orfadaem 237:903/731 is. quando j se p.ie
ver que com 350:000/000 rs. nao ficar de lodo
acabada.
Ponle doi Afoqadat,
Ella obra ainda que aulorisada em 34 de ju-
Ihode 1850, siiieule pode ler principio no cor-
reute annu, marchando muito leolaiiiente. por
laao <|ue era multo pequea a consignacao
Tem-se consliuido a estacada dos alicerces
du muro de encost do lado do sul; assentou-
se a respectiva grade ; e ajuniaram-se e prepa-
raram-se os materiaes para se dar principio no
mes de Janeiro acs alicerces. Tein-e despendi-
do nesia obra desde o seu principio a qiiautia
de l2:8i 1/380 rs., porein existe um deposito de
mlleriaes nu valor de 7:000 000 rs.
Ucnnw-aitinv lauco da airada da Ficlorin
Tem de evlenso 998 bracas. He um dos mais
disuendiosos, lano pela irre^ularidade do ter-
reno, que exige graudes escavanes e aterros,
como por se encontrar nelle inuila pedra, cu-
ja extraccao dilneulta o servido.
Acliain-se muuo adlantaoos os irabalhos, os
quaes desde junlio at seteuibro estiveram sus-
pensos por causa ds ciuvks.
Kiaerimo-auarlo Iiinrort* etlra,/a da Victoria.
leui de i xi.-ii-.io 958 i.ra;as: endo o terre-
no, por onde pas>a, de rochdo, e nao argilo-
so lem causado multa difficuldade na execu-
co do servieo, qoe por isso lem sido demora-
do. K" qualiocen.a braja ja eslao fciio lo-
dos os aterro e escavacue. e obras de alveiia-
n.i, faltando apenas uaperfei(oaiuenlo do lei-
lo da estrada, c a abertura dos vallados ; e nes-
le estado j se presta bem ao transito publioo,
que be por elle frito actualmente.
I ,j' A obras deste lauc.o de exteuso de 1.310
1.1 i. i n h nu -sr bastante adianlaiias, pols ape-
nas falta faier una escavaco e urna bomba, e
aperfelcoar o restante, que pela maior parle es-
ta concluido, e j servindo ao transitu publico.
A cxlracco de umitas pedra encoulradas tor-
naram-nn mal caro, c lem sido a causa de nao
estar j ultimado.
Primeiro lanco da ramitiraran' da tetrada do sul
paia a villa do Cabo.
Tem de exleotao mil bracas, e est quasi con-
cluido. Foi oreado em 7:180/27' rs., te u-se
dopendldo a qanti de 7:075/180 r. Pedra
ein lugare em que ae nao esperavam, e as
i huyas do Invern passado cau->arain demora.
Ponle u6re o rio l'irapama.
Esta obra de suinina uiilidade esl sendo fel-
fa com toda a solides. A grande cuela do Pira-
pama no me de junho tauaou muito damno,
estragando urna parle do muro de encuslo, e
todos os aleaos ja feitos, e levando na corren-
te grande porc.au de materiaes. Todo os estra-
gue foram j reparados: o dous muros de en-
cost estao quasi concluidos com a precisa e-
guranca; os aterro das estradas da ponle es-
lao e exceulando, e acliam-se bstame adi-
alados, existindo j urna porfo de madeira
ao p da obra'
filiado < algunas oiras importantes.Estrada
de Pao d'A.ho.
Fltcram-se nesla estrada os reparos neces-
aarios em todo os ianco, assim como os de
que mal pieclsava a ponte do Casanga, l.ou-
clulo-sc o deciino-quarto lineo; e acha-se to-
da a estrada ein moiio bom estado na cxtenso
de 11,500 b ajas com os respectivos marcos mi-
liares collocados, e com a conicrvaco perma-
nente estabelecida, prestando toda a comino.
did.de desejavel ao transito publico, que pre-
sentemente he por alli rflectuado com mulla
facilidade, e bievemenlc ser augmentada de
nal um lanjo de mil braca, o qual et pr-
ximo a couclulr-se.
Estrada do Norte.
Concluiram-se o reparoa necessarlos drsta
estrada ; lei-se de novo a ponle de Sanio Ama-
ro, e mais inu.i lomba; execulou-e o concer-
t da ponte de Tacaruna; e ctabeleceu-c a
coiiservaco permanente na exieno de v,500
brajas, que esto IVllas ; oirerccendo cuinmodo
e fcil transito.
Estrada do Sul
Nesla estrada, alm dos reparos da ponte de
Molocolomo, c dos aterios eabei turas de val-
lados feilos em toda a exlemao. fieram-e
mais duas bombas, urna no lugar do Checheo e
outra no Po-Secco, em subslilui;ao das pon-
tea de madeira, que alli exlitiain. e exigiam
grande reparos lodos na annos. Tainbem con-
clulram-se o tres lanco de embarreamento do
Icilo da estrada no lugar das arcias, obra que
tem apresentado inaior resultado do que se e-
peiava, poalo que tenha o inconveniente _de
exigir maior aclividade em sua coniervacao.
Eslabeleceu-se a conservao permanente na
exlensao de de mil bracas, que e aabam
promplai com o marcos millares collocados,
e presentemente muito Um facilitado o transi-
to publico.
Estrada da Victoria-
He a que est mais a.!ianuda. Existe feita, e
em bom estado, urna exlensao de 14.000 brajas
partir deatacidade, e 1,000 bracas partir da
cidade'da Victoria para llecife. Acbam-e em
adiaot.memo 4,000 bracas, devendo paile del-
ta concluir-ie mullo breve. A coniervacao
permanente lem continuado em bom anda-
mento, prcenebendo bem o leu fin.
Ponles da Magialma edot Afogadoi.
Acham-se ein completo estado de ruina: to-
dos os estelos, madre e llnhas esto (ntelra-
inente podres. AlnJaae ausirnlam por lerem
tido inultos reparos ; mas qualquer chela no
Oapibarlbe pode faie-la cahlr.
Ponte do Jtecife.
Tainbein est mullo arruiuada, e aluda mal
arriscada, nao so pela f jrle correle da aguas
coinopelogrinde IraDsito que se presta, e pe-
las forte pancad' das embarcaedes, que em
grande numero atravessain-na diariamente, e
srio levadas de encontr ao eitelo, causando
algumas vezei choques lao fortes, que aterram
a pesoas que sobre ella seacbam.
Dtsptt i com as obras.
O ruappa numero 4 junto ao relatarlo do di-
rector aprsenla luda a despeza feila no anno
de iH.i. Por elle se v que no exerclclo passa-
do, a despeza do segundo semestre feita pelo
artigo 12 da lei impnriou ein 6:876/449 rs. que
reunida de 7:698/629 rs., frita no primeiro
semestre prefaz a quanlia de 14:57a/l)78 rs. ;
e sendo a consignarlo desle artigo de ris
23:600/000 r., resulta que houve um aldo de
8:92492 r. A despeza pelo artigo 13, feita no
segundo semestre fui de 17:833/006 rs. que
reunida de 21:2/6/384 r. f.:lta no primeiro
semestre piefaz a quanlia de 3o:059/390 rs, ,
resollando ilai.i um saldo deolO/blO rs. A des-
peza pelo artigo 14 feita no segundo semestre
folde I38:45/J07 rs., e no primeiro semestre
de 104:437117o r. que reunida de 12:000/000
feila com o hospital Pedro 11 Imporlou em
poderla dar nns obras administradas. Entre-
tanto a experiencia me tem convencido de
3ue o nico beneficio, que por aquelle mo-
o eu luppunha reiultar do Ivitema de ad-
ministrarlo converle.se ein damno doi pro-
prlo operarios e trabalhadore empre-
gados na obra publicas, onde ganbam el-
le taea habito de mandrice, e inorosidade
no servijo, que d'alli deipedldo nSo acham
particular algum que o quelra para ua
obra, ou para eos eslabeleclinentos agr-
cola. E pol que e nao conseguc dar ira-
balhoquem o nao ach, dando-se em Jor-
nala quem nao Irabalha, rednsirei o maispn-
lvel o lervljo por adininisiratao e alargarel
o espediente dae arreinatacfle, podendo eim
estipular-se que os arrematante niio poa-
san oceupar as obras arrematadas senao
bracos livre, o quaes sob a adiuinisiracao
e fisclliaco particular, nao deixarao d -
balbar.
Para emprehender obra mai gigantescas
Icmbra o engenheiro director o arbilrio de
assegurar o-governo um juro mnimo as com-
panhlas pelos capltaes empalados. Pronun-
ciar-me-hel porem altamente contra easa
medida, sob oulras coniUcoea adoptavel: le-
celo multo que iua applicajo pouco reflecli-
da fija com que nao haja eoinpanhla mal
succedida em eua emprezas, em que de-
taa tire todava o publico o menor lucro; por
que quando inemo o Juro garantido seja o
de cinco por cento ao anoo. podem o cal-
culo e avaliacSe torna-lo cOectivamente de
dez ou dze por cento, com grave detrimen-
to publico
Concluir! ete artigo por observar, que
- directora daa obra irabalha com aclivi-
dade, sendo o director um empregadti ai-
duo e diligente; poder-e-hie apena elegir
que alli houvesse urna mal severa fiscalisa-
cSo do comporlamento doa diversos indlvi-
dno .i~i.il ii i nl.i-, para e cvilarein abusse
iiiiii-.i'i -: ha hoinens que crendo todos Inno-
centes concoirem involuniariainrnie para que
se augmente o numero dos culpados1.
Theatro Publico.
Conserva-se esle edificio em bom estado
e lob a administrara do cmpreiario, cujo
contracto nao tem sido satisfactoriamente cun*
junio por algumas oceurrencias imprevistas,
que prcjudlcarara a boa organisaco da rom-
panbla dramtica: meiade da consigna-
jo ler-se-hia de deipender no anno, por nao
baver o iesmo empresario apresentado una
companliia lrica; mas nein mesino a parte
correspondente dramtica ser despendida
em sua totalidade, por que sempre que lem
deixado de baver etpetaculo regulares, le-
nbo negado o pagamento da quota mensal
de 750/000 reil. Findo o anno no deve eer re-
novado o actual contracto, poli convem ad-
DnscgHirain i final os principa prop'le-
negocianles c capltalislae da provln-
'crear um banco de depoallo e disconlo,
asesl-tutos faram inmediatamente appro-
oi pelo governo Imperial, lempre lollici-
I promover a riqueza e proiperldade das
de um genero de prlmcira
multlplicidadededisposites dispensareis figu- rritla Imuporlavel
ra a creajaodeuma cadeira de muslea,determl- necessldade.
nando-se que as urphas apiend.io tainhem 1 Cadclas.
tocar pianno; e ja se v a improficoidade de Conllnuam era mo estado todas ascadelas
urna lal despeja, incoinpativel por de mal com : da provincia : apena a cldade podera W^den-
,4,1HT^-r.nv,VeDd Pr C"",eg,"U,e '" .""prop. ^. m.u'v.otajoea, esl.be-
W'7 lecer maiores garanta, para o'publieo.
Agrieufiura, comercio, e industria,
Ao paseo que val coqeidcravelmenle de ca-
hindo por varias causas ja conhecidas a cul-
tura do algodo na provincia, prospera e se
desenvolve de dia em dia a da canua, sendo
aescacez de recursoe do patrimonio ;umaedu-
i,nc'ii'ircharee,',reench,'do' o fundo de [canda, que quando houver de casar levar ape-
as o rursqninho dote de 300/000 rs.,_e que nao
ter ordinariamente por marido senao um ar-
ilflce, ou official mecnico, cujo jornal nopas-
sai lalvez de oitocentos ris diarios, prescinde
muito bem de saber execular a msica no piano'
e deve procurar anlee o conh,ei:ltnenlo perfeito
deprendae domealicae, prinaipalmeutedaquel-
laemaienecesiarias aoe usos frequenles da vida.
Essa irrrfleiSo se nota ein outrae disposlces
propoeas pela admlnisirafiio, sem altrnjao
meios, nem circunstancias; os espirltos sofre-
gosde reformas no adverlem.que procurndo-
se em toda, as cousa o bello e o sublime relio,
grada-se ais lesea do bem para o mo. e do eof-
frivel para o pessimo : os eafalntos actuar Irio
poi sendo execulados com as tnodlflcajfisa e
alterajoea, euja necessldade for Justificada pela
pialo i- por urna prudenteapreclaco do de-
leito enconlrado.
Estabelecimrntoi di caridad.
Permanece alada o grande hospital em um e-
dlficlode proprledade particular, que pode ape-
nas admlilir cincoentadoentes.mas sao lambeiu
aii recebida as piscas do corpo de polica, na
conformidadedoconliato frito em vlrlude do
artigo 6." da lei provincial n. 259, com o que
multo se tem lucrado. Existlao antea de Janei-
ro passado 66,doentes : enlraro26; sahirao |8;
nuil i. i.ni 14, e existem 60. He urgente a ne-
cessldade do adiamntenlo, ao menos de parle,
do novo e inagesloso edificio do hospital Pe-
dro II. Esla obra gigantesca, que ser quan-
do concluida o primeiro cdiQcio publico
da proviocia, foi oreada em tnals de 40:0000u0
rs. e os irabalhos feitos por ora valem bem os
40:000j00O rs., que com elle-e lem despendl-
po : dccubrc-e alli a vigilancia e drdieacau do
infaligavelinembiodaadminnirajo Jos Pire
Ferrelra.
A caa doi expoitoi conierva-ie sem os pre-
cisos coininodoparao,irande numero de crian-
cas que recebe, e mullas das quae ao por isso
creada fra. Existlao ame de Janeiro 286 ex-
postos, entraram 3, e inorreram outri s fanlrs;
pelo que, se conserva actualmente aquelle incl-
ino numero.
U hotpilal doiLazarosestabelecldo em nm e-
dlficio proprio, e commodo sustenta os iifeli-
see que all ec acho rccoluidos, e que veem
malogrados tudoeoe exfurjos da medicina para
livra-los deseus padecimentos. Existiau autes
de janeirc 34 doenle, enliarein 2, inoneu I ; c
exilcm 35.
Com estes cstahelrciinenlos de caridade des-
.000/000 de res; e podendo aquelle es-
iecimento emltiir 500(000/K_ de rea de
ti fiduciario, vlto ser a emlsso de SO por
o do capital, he de esperar que elle e-
habilltado dar o dinhelro mediante o
ico Juro de 8 ou 9 por cento ao anno, o
deve er gerlmente apreciado por quem
o encootrava ante e nao com o juro de
,e I r mel por cento ao mez: a acertada
llii da dlrecjao promette ao eitabelecl-
to lodo o crdito e proiperidade.
Navegacdo por vapor.
t Don projeclo de empresas foraln ha pouco
aubmeitldos a conslderaco do governo impe-
rial, um com o prevlieglo exclusivo devinta
ann.s para eslabelecer-ee uina linha de vapo-
rea para o cominereio de cabulagem entre a
barra do rio Mamanguape, na provincia da
Parablba, e a Barra grande na dae Alagoas,
tocanda noe porloe Intermedios; e oulro com
igual previlegio para a inesma navegajo en-
tre cela cidade do Recife, ea de Macelo com
varias escalas, depende a retolucao obre am-
bo de varloi exames, e estudo que le pro-
cede, lendn eu J lldo occaslo de dizer a ese
reipeito o tegulnte: que como a aeliberacao
sobre semelhanle empieza nio he dclenni-
nida pela consideraco abiracla da .minia b-
do melhorainrnto por ellas promellido, e lm
depende essencialmenle da compaiaco dessa
iiiiliilade com a dejpeza e acridclo, que
e fazem para presla-la par de um estudo
serio da maneira de operar a subslituicao do
servr.0, em perda de algumas vant.gens e
recursos, que oflereceiu a embarca{Se_ac-
tualmente empregada naquella navegajao, e
medame em fin o conhecbuenlo preciso do
grao de proveilo a esperar, e d justa medida
da paga a eslabelecer para obte-lo, em des-
piear nenhuroa das conslderajes accessorlas,
que inll.ieni ein utna resulujo d la oidem,
mrmeule quando e pede mu previlegio de
viate anno, dentro do quae pode flear o
publico privadode urna emprezaigual, estabe-
lecida ein inelhor p, e prestando m servieo
mais perfeito e menos caro, entenda eu por
toda calas raides que nao convmha por ora
eslabelecer dilinilivanienle cousa lignina a
esie reipeito, antei de mais ampios esclarecl-
incntos: e ponderei alada, que o maii portos
deslaprovincia, cuja capital vem Dilectamen-
te ler pelas estradas grande quaniidade de seus
producios ag icoles ; a falla de boa estradas
tecundarias para aquelles porto; a pequea
Quaoto ao primeiro semestre do corrente
exerclclo vc-se do m ippa numero 5 junio
aquelle relatorio que em nenbuin dos arligos
excedeu-se respectiva quola, e que da que
l'oi consignada em cada um dos arligos d le
despendeu-se menos de inet.de, resultando
por consegulnle licar mis de uietade da oon-
ignaco total para o segundo semestre.
Obras urgentes d emprthender t execular.
Piao se pode demorar por mais lempo a cons-
Irma a i das novas pontea da Maidsleoa c dos
Afogados : os perlgos que a aineacam crescein
de momento momento, e os prejuios que re-
sultar.io da intercepjao do transito, se ellas ca-
hirein, devetn produnr geral clamor. O ine-
mo e pude dizer da ponle do Reclfe ; e e ella
eahir. como he muilo possivel, a falla de com-
nruuicaco dos dous bairios ser uina verda-
deira cii.imiilade. Aponte da Magdalena orja-
da em 25:000/000 rs. pode ser feila deade j
avultado o numero dos engeuho de fabricar
asaucar, que ae tem levaulado neste ulti-
mo drz auno; ainto nao achar urna matri-
cula ou oulro qualquer registro publico que
conslgnasse exactamente o numero deseas
fabrica* aalstcuies na provincia; mas pelas
ioforniacts, que exegi das aucloridadee lo
caee, e que me lem eido remetidas das comar-
cas do llecife, Goianu.1, Santo Anlo, Pao d*
Albo, Nazarelii, Cabo, lllo-Forinoeo e bo-
nito, tendo ja conheciineoto.positivo da exis-
tencia de 505 engenhos deslribuidos pelas
mesillas comarcas, observo coiu satisfaco
que 137 sao levantados nestes ltimos dez ao-
secun.lanas para aujui-iica p.no.s, ,..,,- ~--------------------------- -- .oin iQr,(
en, n-.io do litoral por oode tem de passar os pendeo-se no anno ho.nceiro de lau a iwi a
ros; e inesmo a sltuaco e dl.poslcao geo- quanlia de 66:274*030 rs., .endo a recita de
ihica da provincia, aconselhan Ibe autes 50:9S7#24S r... e no primeiro .einesire do auno
udo, que elle se faca forle em boas estradas coi rente despenderam-se 2S:lllaib rs., sendo
c, das quaes val endo felizm ote dotada a receia de 28:697/728. Exislem em lenas
-4dminitrarao' municipal.
,t. em .xuuiyuuii rs. pune se,,. ue.ae j. ; lform.te. de diversos
pela provine; a do Reclfe demanda auxilio' poi. deve ser mnllo maior o nu.ne-
do coiie, geraes porque nao podera, "nportar j eugeoi.os da provincia,
en. menos de 300:000,000 rs: feila a da M.g-1 ,,e eKlrellriIO, que peiu.an
dalcna pode esperar a do. Afogadi. I d no 0 fjDr'lc0 d
A execucao do quairo ultimo, lanco. da es-, a planl.co e cullivo da canna,
irada da Victoria be de multa urgencia, por- / ira.icamenle muito.
]uc fazendo JeS'ipparecer essa por^ao, que res-
ta e iihi i camlnha estabelocer a conlinuida'
devendo uau
la ue .nao ca.nii.no esianeiccera a ni.nuicia. lu,ide; ,,, ,uglcnlar a quaotidade do
de de ir.osllo de.t. c.p.tal para a edade da genero exigen proufpla e geral adopcao.
viclona. c.j. ,.._h._' Ullimamenle obllveram Alfredo de Mor-
A contlnuajao da estrada da Eicada lainbem Eduardo de Mornay por decreto de 24 de
be de multa conveniencia pela g.ande quanll- 110einbro do ann0 pae.ado-privilegio exclu-
dade de es abeleciinentos agrcolas exilente con.lruirem e vende-
na ua vulnhanea. Apena e tem fe.lo_ relu .'...chir,., de moer cann.a, .egundo o de-
lanco: devem-.e fazerpelo ...eno mal. qu.tro. sp.e.enr.r.m : tem a provincia co-
Conv... que se faja qu.mo ante, o dec no- emo desse. machinlslas, e elle espe-
qulnlo lanco da estrada do Pao dAllio, e lam- moenda de la invenco,
bem apomesobreo rioCapibaribe. afim de I de ., 0V,
llegara malta, .onde ja nao he o dtanen- ,0,lmeBfa e do
(litis,, .i su i i'M'i iiL.io desembaracaiido-se as
mu da passagem do rio, que no invern lie
bstanle perlgosa.
Na estrada do norte precita eiec*utar-sc nao
l o quarto lauco, alin de desviareui-se os
grandes atolciros do rngenho Fragoso, como
(aiiibem o lanco que fica entre o engcnlio Hu-
jaie a cidade de Goianua, lugar lnlran&itavel
aparelho centilfu
go. se consiga um resultado de 60 por cento
ni i-, iiraiMiL.ii, c este de inelhor qualidade,
do que se coniegue com o svsie.ua al boje
adoptado.
-. Yin podendo eu aceitar como pralicavcl por
ora a ideia da creacSo de um engenho mode-
lo, que demandara odispendio de grandes
ominas, j com a acqulsli;o de machina
j-.nv- *>.--^yw..N., ...b-. ?--" loinma*. ja com a acquislto de machinas,
pelo invc.no -frenos estes dous leos pode J e mi|s Iny9lei Je elaora5o pra
esperar multo tempo o re.to < eilr.d* com JP \ o pe.sol e com todo o coAelo
d.veraos reparo, po.s que he a estrada aot.^a aDI|U, de uin tobe|ecimealo de.sa ordem,
"il.' '. ~Aa ..^l. ,. podeudo-ae alias duvidar da Importancia e
lo sul be de grande urgencia a neraUdaae dfl benficos, que effecliva-
r.oP.rapama aqualjaeslp m- gja| lirarja d,ah a nobM qricuUlirai u.a-
que est cu inelhor estado
Na estrada do
ponte sobre o
cipiada;eaesecut./do oilav'o e oo lauco, "Via"^; peTa" iiue"nci."do_ habito, e
da meima irada, osquaea pelo invern tor- da rollna. enJBto lodJvil oue |aourl dl
nhO Guerra. effieai; e me parece lodo os resnei-
A coucluso dx casa de detencao be de ur- J ,do|ll,el o arbilrio de premiar, ou o.n
gencia reconhecida e notoria. ,, (llailll, determinada, ou com a isen(ao
BlllMtn ein muito. lugare deita cidade ^ de orl o do cr0i ,.,.
grandes porces de cae, a faier. OMnor la- r if,,rlo de cgenho. que execut.ndo
reman frente ra. e,.,.c." I'odem del- mF |a|)i.ca o> inaa mo-der'nu, ,credll..
ar de .er con.lruido, a cusa do. cofre pu- melnurameril0, dea industria coneeguir
hleos Merece particular altencao o da'"do ,I1IluillMlUe nuve ..,i| arroba, de
Apollo, que pelo grande nu.ueio de armaien, i perfi,menie fabricado, segundo o
dcdepoH.io.llies.belecidos, nao facilita- ,& Ju de il01i e e,iabeleci-
ria o emba.que do genero,, como tambem P rgula.nento adequado toda. a.
couconena para a boa fi,tali.at-o delles CODl u, abu|0 podf5Seill
pdese memo esperar algum aux.l.o do co- |urlar ej|e iu(lo oleclur_
Iresgcraesp-rae.la obra. | He anda fallo em mui pequea e.cala o
Orcam rito da dupea com as Obras no anno planto do tabaco, mas deve elle necessaria-
vimdouro. mente progredir e prosperar pela grande ex-
Pede o engenheiro direclor: traccao com qne Ja coma e,e p.oduclo me-
Para paga.nenio dos ordenados dol empre- no dentro da provincia, onde va.n ic lanc-
eados actualmente existente!, preenchendo- lecendo muitai fabrica de charuto; c ea
se a duai vagai de engeoheiroi. 24:000j000 cultura deve ler de grande proveilo pela no-
Para expediente e aceio da casa 600/000 'v' exlensao do cousuino.......
Par reparo e coniervacao de todas Marcha com passo
mui lento a industria
as estrada
Para coiistruc;o da ponte da Ma-
gdalena ........
Para a estrada do norte.......
Para a e estrada do sul......
Para a ramittcaco da estrada do
ul para a villa do Cabo.....
Para a estrada do Pao-do Alho .
Para a da Victoria ....
Para a casa de delenco ....
Para diveraa obra....
Somma
Tratando da maneira de acrem ae obrae exec-
iii.onaj no provincial: quae que lmente ee pode men-
cionar a exuuencia dae dua, importantes fun-
25:000/000 dites de ferro, que sao dignas de ser vlsita-
14.0001000 daa nena cidade, e a da fabrica de labo,
20;OUU|000 nao ae coi.hecendo ale.n duto se niio algumas
pequeas fabricas de licores e de cera: pare-
10:000/000 ce porem iu.possivel que com a boa materia
, 20:000,000 prima existente no pan e com toda aa propri-
4o lOO/OOO edades e vaotagene locaei, deinore-ie por
30.000/000 muito lempo o esiabeleclmeuto de u.ua fa-
i5:n0ii/000brica de Bar, e tecer algodain, que deve dar
180.000/000 lucros consideraveie ao emprehendedor*
O coinmercio da proviucia, ec .nao slenla
culadas recomineuda o engenheiro director co- rpido progr.iso, deve Ir pouco a pouco pros-
mo nreferivel o systema de udininislracao por perando, por que o alimenti, nao eo a agrt
varlae coneideraedee que aprasenta contra o cullura da mesina provincia, como o coneuv
dai arrematacee o de algumie oulras, que com esta praca
Uevo porem declarar que e a necessldade conlinuara.u ainda por muito lempo ler suas
de dar tr-balbo abraco livre me falla con- lelayde cominercia, proveuda-se .por ella
siderar ein algas caso, preferlvel o servieo do produelo traogeiros.
por admimstracao, e.nbora rccorbecee ma- Entraram ncslc porto no decurso do anno
' econmico o queieobtinha pelas arrema- paseado 337 e.nbarcaccs violas de por-
tacOes, pols quaulo peifaieio das obras tos estrangeiros; e
responderla eempre por ella o engenheiro do eeinesire
findo i o ira rain i.'.li. d'aquelles
Acha.u ,e ainda ein construcco doui Uncos que"'as flscaiisas.e: "c V suppor-se fraude ou porlos, e .hira.n 'como com mais Indi-
coma cxten.ao de mil quluheotas e d bracas, j negligencia de eua p.rte, o inesmo mal le vldu.cao verel dos mappasjudtoi.
gneros: c inesmo a sltuaco e disposlco geo- quanlia de 6b:27t039 rs., endo a recua de
graphica da provincia, aconselliam ibe autes 5.:97#Mi rs., c no primeiro aemesue do auno
de t
geracs, das q
pela sabcooria drsta asseo.blea. ^:074.s04d r.
Entietanlo se for objeclo de urna s empieza
p.evileglada a exlensao 1 e urna buha de vapo-
res desde a cidade da Porialrza al a daMa-; Poucas sao as cmaras municipars, que se
cel, fazendo-se as Laicas nao" o Ir.nspoiie dcsvelao ocios incllinrainenlo de seus uiui.ici-
de passageiros e mal, como tambem o de pos- a rrecad.co em algmoas he quasi de>-
mercadjna,, e manlendo-se por esssa navega- presada, c d'al.i resulta a dehcirncla de ...co,
cao o coimnercio reciproco de todo o porlo deque ellas se queisao para acudir as drspeta,,
iiilcrniedlo, "crd |i.uml ser be.n euecedlda cuja rralisaco exiga selo e aetividade da parle
u.na lal empreza, resultando dahi grande pro- dos vereadores e uu* ciupiegaiina quo the, to
vedo para as provincias do l.eai, Blo Grande subordinados; Irabalha | orem regularmenic a
do Norte, Parablba, Pcrnamtiuco e Alagoa,: o cmara municipal desla cidade. Presidida p r
governo imperial acaba de exier a este respei- um dislinclo cidado que j tem prestado ao 11111
T .... !_,_,. .....__'____________n. -II. un. ..,.
lo lodcs osescla eeimeulis conveniente
Patrimonio dos Orphs.
Tem de rendi.iieuio a.u.l ce palilmonio a
quanlia de 2i':2.'>t>itl00 rs. un quanto uailes.e-
B se eleva a 20:337,270 rs. nao s ndo po conse-
gulnle llsonjeh o o seo eitado que lodavia pode
,er nii'.lnii.olii por urna severa economa e H,-
caiisafao. Os p.edios que asseguro aquelle
rendiinenlo carecem de reparos.e ii.elhoeaineulos.
ras na delicien:la de ine.os de efftclual-a de
um modo co..i|.lelo e ealisfalorio, fazem-sc .1
pense oe concerlos mais indi pensive.a: aaini-
niir.iia pede un. socorro de 8:0i)0Ai<00 is dos
cofre publico. ; mas no me parece uigente
togrande sacrilicio ; e ios;s devo confiar nu ar-
bilrio de diminuir todo o cusi a dispeta.
Ocolleglu dosorpliosse achava emuin estado
la limavei ; quer no mateiial, quer no pessoal:
senta-sc alli a necessldade de grandes relor.uas:
na visila que flz aquelle estaDeleciuieuto ad-
mire! o, Lisies resultado, da incuria desaso, e
abandono, a que eslava eo regu o traiamento
e doeaeio do desvalidos o>phaos, de cuja son
me compadec: ma casa, pessiina roupa e um de-
sacio geral era o que all se offeieco s priinei-
ras vistas; os meninos mal veslidos, paludos e
macilentos alteslavo hbitos de or.iosldade, r
desenvolvlmeulo acauhado; de,conhecio-se-
lbes os exercicios e ts piaieres da idade ; dir-
se-hiaque o movlmenloda infaucia eslava subs-
tituido pela vida contemplativa davelhice.
No podia euerer que os dcfellos do, esta-
tutos de cuja reforma ie tratava, produzissein
aquelle exlraordluarlo desarranjo: sleis se al-
tribuein s vezes os males que s parten da
inhabllidadeou da in vontade dos que as lem
de execular; no se quer ver que nella ha 01-
dloaiiamente a obra da incditaco e da livre
apreeiacu da melhore normas prescrever,
e.nquanto que afragilidade do execolorque na
applicaco respeita relafes e circuuistanclas,
o leva iniiit.s vese i arredar del a culpa, que
he loda ua, para 11 ocar-l.i em coma da lei que
arge de m sem nunca a ler cumprido. 1 e-
li/.inin le prevenido, como ou contra eas des-
culuas, e sabendo que a inea.na lei poeta naa
noe de outro executor muda mullas vezes in-
teiramenle o aspecto daa cousas, do que conier-
ra a provincia um irrcfragavcl e ealuiarisslmo
eiemplo na reforma que fia poucoe annoe cx-
periu.enloua alfandega deela cidade. pudela-
cilmenle cunhecer que todo o mado collegio
doa orpboe eetava na falla de um director l.i-
telligente,activoe dovelado : uve a felecidade
de neo ni ra-lo em um enligo funecionariopor
nuitoe ttulos reepeltavel; e ein poucoe mezes
de exercicio deu me elle occaeio de licilar
me pelo acert da oomeaco: ludo havia muda-
do de face n'aquelle importante estabeleciinen-
lo; lii.i-i.m-se no edificio varias obra indespen-
avel salubi Idade. e condiede hvgien.ca
que se requerio ; proeo-se a casa de ludo
quanto era de inister para o bom Iratamenlo
dos edacandos ; foro os empregados chamados
aoexacio cum|.rlmei mostravo totalmente esquecidos ; o rrgimem
econmico e disciplinar do collegio inelbomu
eonsidrravrlmrnte e por lim dlspende-ee boje
ineusalmcnlc menos do que sob a amiga dlrec-
co
Entretanto variasoutras reformase melhora-
raentos materiaes reclama anda o direclor
adminislraco est autoiieada ir acudindo de
preferencia ao que for maie urgente, ergundo o
|ntiiiiii.rem ae rendae do patrimonio. O colle-
gio 1:01111 hoje 46 orpbaoe, quein auelenta, e
educa: nasactuaes clrcuineiancia,nSo he possi-
vel admiltlr maior numero,
Acba.n-se preeenteinenteno collegio das or-
phas 39 educandas. .endo 20 exposias e I ex-
ternas : he sensivel a falla de uina casa apro-
priada: e por falta de recursos no ser possivel
remediar de pKomplo esse mal.
A administrado uffereceo ja um longo Iraba-
Ibo para a reformados estatutos, laotodo Col-
legio dos orpbos como do dasorphas; no jul-
gucl urgente essa reforma; quiz ames consul-
tar a experiencia, por que receiou.es.no todaa
aprecipitafo .10 legislar, le.nbrando-nie de
nicipio nuil valiosos servifos, ella nal com
empeuho de execular varia, ob-as de grande
ulilidadea bem da liygiene publica e do scelo
afnroioseamen'o da cidade. Acha-se cocclni-
da a obra que exiga a necessldade do esgoto
das aguas dos pateos de S. Pedro e iJarino : jol-
ga-se o irabalho bem execulado, e Imporlou
lie em 15:052*180 rs. O crmilerio publico val
tendo eim.ni' 1 av. I ailiaiiiaiii.nln, ma- esia pa-
rada por falla de rundos a obra da cap lia, pa-
ra a qual pede a cantara um auxilio.
VAo-ae comecar os Irabalhos da construeco
do novo maladouro, salisfatendo-se aseim uina
necessldade publica, ha muito sentida.
A recelta total da cinara fol no anno lindo de
*3:40b'/.'i95 rs. e a d.spei. de 3':438'I59, rs. ha-
vendo portanlo um aldo de 5:968/136 rs. : a re-
ceia do ann) futuro lie oreada cm 5;73bjll6
rs., a despeza em Igual quanlia.
O cemiterio publico dever a,segurar um aug-
mento de renda, lugo que foropi.ortuno alterar
algumas disposices do seu regulamento ; e
por essa occaslo se regular taiiibein diliniliva-
mente o servido dos funeracs, para o que ja
existe um bom trabalhu aprescnlado por urna
cominisso por i.iiin no.neada.
Mis uincrescimeulo anda mal consldcravel
la icuda da cau.aia deve piovir da conclusao
do novo mala.louro ; convindn por lano habi-
lila-la reallsar essa obra quanto antes aliiu
de que dispouilu de melol e recursos abundan-
tes possa ella dotar o municipio da Capilil con
todo os melliorainentos que lem diieilo uina
to rica e bella cidade.
t'ornccimento de carne verde capital.
E.n vi. lude da .un... 1. n .m .11 la pela lei pro-
vincial n. 278 de 0 de malo do anno panado
contratou o meu antecessor com uina compa-
nhia mediante aa garantas couvenientei, o for-
n .i......mi de carne verde para o consumo das
seis freguezias desla cidade, pelo preco Hxo c
inalieiavel de 9|4)0 rs. a arroba no invern, a
3200 rs, no vern; anles dlsso uo custava c
carne menos de 3/300 rs. a arroba, e s veze
ubia a 8/100 rs., com grave detrimento da po-
pulaco, c principalmente d. pobreza : por es-
se contrato cslipulou-se fem compensaco da
respousabilidade coutraliida pela companhia
eujo genero seria sempre vendido por um pre-
go mdico fosee qual fosse o cusi do gado) que
a c mcurrencia dos oulros fornecedores, (icaria
sujeila ao pagamento de olio mil rs. por cada
rez, vendida para consumo da cidade, rcduiidu
p rem csse premio,ou imposicio a Ir mil rl
quando o foiuec-dor fusco proprio creador :
algn fornecedores, e bem que ein mu limi-
tado numero ae lem aproveilado deiia facul-
dade pagando companhia o premio estipu-
lado.
Receiava-se, que com aexecucaodo contra-
to appaiecesscm dilliculdades oppaslas adrede
pelos Interesses coulrariados d'aquelles me-
mos, que ame eipeculavocom a fome publi-
ca prodirzlu'do seu arbiuio a caresta do gene-
ro pela escaiscx do lupii.nenlo, e causando
com esse flagrllo um clamor gerrl.que por mui-
lo lempo se fez ouvir. Mas felizmente desde o I.'
de julhu do aonn passado comecou a execular-
se o cuutracto sen. embara^ algum notavel ; e
lem elle continuado ser puntualmente com-
prldo al boje, sem que se baja dado a necessi-
dade de medida alguma foile para faie-lo res-
peltarpor todo aouelle que o maldezio como
o inimlgodo eu nioiiopolio.
I ni fi.cal que inpecina o maladouro, e cor.
re ludas as seis freguezias, ajudadode um agen-
te em cada uina destas, liscalisa a fiel observan-
cia das condieces do contrato, que leve de du-
rar por bes annos. Ao fiscal fol marcado o
vrncln.ento annuude 8001000 is. c a cada agen-
te o de 400#00.o i..; de modo que com mais
lOOaOUO rs. de expedientegasta-se apenas nu au-
no a quautia de 3:300/000 rs., ficando portanlo
quael em eer d credilo de 40:000000 rs. aber.o
pela predi la lei, e pela do o (.amento vigente
artigo 30. .
O beneficio que rcsullou da medida adopta-
quanto tenha
da lem sido cvideule ; c com
s vezes havldo carne magra em alguna acou
que"urna le m faz a. vexe. maior damno dolgue. val .endo lod,J. ** mal oofiUdo por
uue a falta de mullas leis boa : no novo la-] uina lncaluacao ...ais severa c o povo ucn diz
luto. p. o collegl. da. orphaa. entre urna I a acertad, providencia, que.c.bou coma ca-
tro de piuco annos nina excellente cala de
detencao, concluido que seja o grande edillcio,
que com este destino se esl levantmdo : os
delegados das diversas entilaras reclamara
constantemente contra a falta de seguranca,
... III.I.HIII ni... e estado de ruina das prises,
de que podem dlspor ; e aend< gerahnenle jus-
tas e bem fundadas as suas rcclamaces, ape-
nas se lhes tem acudido com medida proviso-
rias e melhoramentns Inperfeilos ; pnrque he
este um servieo que exige o dispendio de gran-
des soinmas para ser dinnltivainente rstabele-
cldo, segundo a condiedes de um systcina ge-
ral, que urge entretanto ser estudado e reali-
sado para por termo aos serlo inconveniente,
que seguranc publica e Individual resul-
tan* da falta tan lastimada de boas prlsdes.
Em qua::to seno poderem edificar cndrlas
em todas as comarcas cunvfr adoptar um syi-
teina, que minte consideravelmeute o mal
presente : e pols, se alm da que se esl edifi-
cando nesia cidade, se fUcreui quatro casas
centraes de detencTtn, urna na Serra-T.ilhnda,
mitra no Brejo, nutra em Golanna e outra no
Rio-Formoo, destinadas receber n.o s o
presos das comarca em que forem situadas,
M'n.i'i tambemos das mais prximas, ter-e-
Im conseguido um gnnde melliorainentK, que
dispensar por muitus annu obra alguma des-
se gpnero em outrns lugares, e poupar os
continuos o sempre iii,prolicuos concert de
pequeas cadelas. que para nada prestam.
Objectos diversos.
Pouco e tem adlantdu no que cumpre fi-
zer em pml do Indios, nao e havendo ainda
obtido cnuiptetas e minuciosas informaede so-
bre os aldramrnloi, sua populacho, agiicultu-
ra, ou Industria, que esta se didioa, c sua decadencia, e mel seguros de promover
o seu melhorainrnto material c moral. Conhe-
ceui-se na provincia sete aldeia*: a de ^osa
Senhora da Kcarta na comaren da Vlctoiia, (a
de Uarreiro na comarca do Rio-Foru\oso, a de
Cimbres na comarca do rejo, a de Aguas-Hel-
ias na comarca de Garanhun, asdaAssump-
cao e de Santa-Mara na comarca da Itoa-Vista,
e a da llaixa-Verde na comarca de Flore ; qua-
si todas com a extensao dt urna ou duas le-
goas de trra o Indios em alguns lugares se
i- mi visto era quasi t- t -I abaudono, e s vezes
perseguido, tomandu-je-lhe suas Ierras, e
causando-se-lhes toda a snrte de deigoglo :
ach-se porm nomeado o director geral, que
deve melhorar a sorte daquelle homens apro-
veiiaven, cujo bem estar tant atlencao mere-
ce ao governo, e tanto interessa ao paii garan-
tir ; sendo para deplorar, que Individuos am-
bicioms postergando toda as consideraedes de
moralidade.de poltica e de huraanidade, te-
nham motivado da parte do mesmo indio
j'isi is, c !k ni fundadas queixas contra violen-
cias que se llies fazem : felizes eriam lodo o
aldeiamenlo c tivessem por directores ho-
mens circumsppctos, benelicenles e zelosos,
cmno o director da aldeia de Cimbres, timado e
rrspeitado pelos Indio, como seu extremoso c
fatigavel protector.
A. .(-- ti n; ni dos ,n li-tis, que recebe dos
cofres provluciaes o soccorro minuo de 700.000
vai tendo alguma auimaco, e aproveila a
altiin* homrn < lutlmso* e applicados, que
drlla reeebeui meios de laitrulf-M : se a benefi-
cia publica vier era seu auxilio muito til
pode ella sers arte, que se cultivara no palz.
o com ii abundancia de recurso poder-se-hao
nucir premios aos olfictais, que estabelece-
rem novas olTi< inas sob certas condied s de pro-
gresao, aos que derera certo numero de dis-
cpulos distnctos, aos que converterera epi
abis artfice liomens entregues nutr'ora
ociosldade, e finalmente ao que habituando
o povo ao traballm e moralizando as classes in-
dustriosas, conlribuirem tao poderosamente
para o crescimento da riqueza e da prusperl-
dade geral. Tomando a associac-ioesse desen-
volviraento, c progredlndo algn ramos da
iudustria na provincia, convlr enlao crlar-se
a escola indu.itrial decretada pela le provin-
cial n. 222, e para a-qual tem sido marcada a
conslgoaco annual de 2:000.000 rs.
O peusionario Antonio de Araujo Fcrreira
Jacobina Jnior, que esluda era Pars, repre-
sentou-jne por intermedio do ministro brasi-
leiro sobre a irapusslbilidade, em que se acha-
va de cumpriro 3.* do art. 2. do regula-
mento de2z de agosto de 1849. dado para a exc-
cu'fo da lei provincial n. 2-. de 16 de junho
do inesmo anno, por no ser pennittido aos
alumnos externos preencher as obrigaedes do
internos na eicola de ponte e calcadas ; e o
provou cora um certificado do inspector da
inesma escola. Allegando o pouco pruveito
que colberfa de seus estudos nao sendo admit-
lidn s expheaedes e au trabalhu, que alli s-
incnle se f/auqueiara aos alumno internos,
propoz elle frequentar a escola central de ar-
tes e. manufactura*, destinada formar enge-
nheiro civis, directores de fabricas, profesao-
rrs de ciencias applicadas etc.; mas declarou,
que precisava de um augmento de 200 fran-
co* em sua mesada para as despeza desse fi-
ludos. Com quanto seja certo que a referida
escola goza no mundo de gratules crdito,
tendo* merecido na Franca uina meuco hon-
roslsiraa da coinmissao da cmara do depu-
tados encarregada do eiame do orcamento de
i833, e haveodo dado distiuctos discipulos,
que hoje se emprrgain no servieo publico,
juer daquelle pan, qu-r da Hespanba, da liel-
gica, de alguna estados da Allemanba, do
drasll etc., be toda vi certo, que deste modo
dentar de ser cumplido o art. 2.a da predita
lei o. 246, alteraudo-se a condices do auxilio
publico promettldo aquelle estudaote, que
assim voltar ao seu palz sera os couhecimen-
lo especiaes, que o legislador esperav< da%
garantia do enaino que recebem na escola
de ponte e calcadas os alumnos internos: im-
portando porm era todo o caso a referida pro*
posta uina alteraco do que est legislado,
vos compete resolvar, vista dos papis, que
vos serao presente. Km vez desse systema de
prolecco julgaria cu conveniente abrir toda
a concurrencia ao mrito, e apurar, na acqui-
sicao dos servieo, o talento, a instruccau e a
moralldade das pessoa, oando embora quatro
ou seis cont de rl annualmente a um boiu
engenheiro, e prrferindo sempre em igualda-
de de circumstancia o filbo do paiz.
A illutnloaco publica deta cidade, que con-
som annualmente avultada quanlia. nao cor-
responde aos sacrificios, que custa fazenda,
apezar dos desrjos do arrematante ; e como te-
r o contrato actual de durar longos anno, se-
no se liier a illuminacu por gaz, convir ace-
tar qualquer propota, ou ex|ierlencia raoa-
vel para cttectuar-ae esse inelhoramrnto, que
sob iiiuila.coniiderac6es cr de graudc pro-
veilo ao ervlco publico.
Continua esta capital ser prvida de agoa
poiavel pela companhia de Beberlbe : ealslem
em servieo continuo quatorz? chafariies, ru-
do quatro no balrro do Hecie, ei no de santo
Antonio, e quatro no da ttoi-VUla, que todo
ordenei ultimaineife se fecbassem as nove
horas da noite, quer no vero, quer no 'n""-
no, para maior commodldade do povo : altra
desses chafarlzes ha um no arsenal de marl-
nha, cuie fornecimcnlo fol contratado.com a
compannia por 70,000 r. weosaes, sendo ei o
acuita della o encan.mento. toi arreiiftlado
o producto d'agoa vendida no* Chafaries por
60 W0 000 rs., durante o anuo crrente, a con-
tar du I de agosto passado : se atiender-sc
mis s despezasda arrecadacao, e au lucro,
com quecouuraos arreraalautcs, recotjbecer-



me a gon potare! ao p doi chafarltea
cuati nnnualmenie popuUSo desta cldada
7o:U00,00U ri., couvlni.' |> r laso, logo que o
permiuamaa rendas publicas, Iralar-ae de ali-
viar o poyo do ppaodesio oqus, que be urna
contribulco drsigual. ... *
O boni servlco da policia e di administrado
dejustlca emge una revisan las Iris provlu-
claea n. 38 de ti de malo de 1837, e a. 86 de 5
de malo de 1840, prescrevendo-ae os limites
(la lerinoa do Recite e do Pu-d'-Alho dt mo-
do evitar a anomala que ora eil-lc, or per-
trncer ao termo de Po-d*-\lho parte dosfre-
gufilai de S.-Lourcnco da MatU c de S.-Ama-
ro-Jaboatao.
Quab|uer qtiespjai divlso, que houverdea
dr ilrterminar, convr que cin ueitlium caso
ilijuc una fregurzin pertcncendo- dous ter-
mos, pois s.m obvios os Inconvenientes que
d'.iln resultan..
Secretaria do governo.
Grandes c impoi tantea trabalhoa sobrecar-
.regam eta reparticao, e ella os desnupculia
foni .i juisMVfl regularidadc sob a dlrecco de
inri secretario Intel I .gente, activo e zeloso, aju-
dado por uin ulfictal-inalor de reconhecido
mrito,
O expediente est em dia ; e os registos do
anuo Hado ae acham quasl todos concluidos.
O archivo nao-est ainda no p, que se requer,
apezarda diligencia, que empresa em miluo-
ra-loo empregado, que o administra ; Icm-e
todava clasificado e encadernado todos os
papen at o ann.i de .850 : por filia de ine-
tliodu no trabadlo amigo padece boje o ser-
vico, resultando da coulusao inulta perda de
tuinpo.
O pessoal da secretarla est completo, e
consta de um secretarlo, um olliclal-maior,
seis olllciaes. dnm escripturarios, quatro ama-
nuense*, mu portero c tren continuos, jucii-
doao tdo dessete empregidos, que sn sem
duvida liidUpensaveis para o pesado seivifo de
urna rrpartlco, que ainda assim ser sempre
mal servida se tudos elles nao tizerem por cum-
prir exactamente seus deverea.
Pela exposic-io junta, que ciigl do secrela-
) i >, condeciris coui to importancia do trabtlbo da secretaria, ca ne-
cessidatle Je pagar bem emprcgadoi, que no
descanpm daj nove horas da mjuliiia as ua-
troe cinco da tarde, e que sem minia assidul-
dade e diligencia jamis vencern o servico
diario, de que deve dar couta, sendo o expe-
diente o Hus avultado talve do das reparti-
ces desia ordein em todas as provincias do
imperio.
Administrarlo geral.
Trahalham regularmente os jnlzos e tribu-
imos da provincia, c nao ha queixas ponderosas
coima a a-luiiuislrapu dajustic"". Was 13 co-
marcase 21 termos da piiivlncn funccloimn l4
juii.es dcdlrriin do crlme, um do civel, um dos
kCoi da hienda, .9 JuUei munictpaesc d'or-
Ahloi, um Juladoi orphos e 14 promotores,
olsUngulodo-M .iknn- desses luncemnarios
por sin inlelligrncia c asslduidade.
0 tribunal do commerclo val preenedendo
os Mii- lina, e merece lodos os resprilos : a me-
cuco d<> Bodigo cuminercial comeca produtir
os beneficio* que delle se esperavam.
O tribuoil da relico salislax s condiedes de
sua transcendente mso : o Integro c circums-
pecto magistrado que o preside, e todos os seus
dignos uienibros atlrahem gerai estima e vene-
ra cao.
Nenhuma reforma moral tem eiperimentado
o jury; a historia dos sens julgamentos amar-
gura sempre o buinem amigo do sen paii; e en
alguus lugares pue-sc \-/>-i (pie a instituicao
se est anda ensatando : na villa d'Agoa l'rela
a em janriro deste anno conseguio-se pela prl-
ineira ve* frucr a qualilicaco dos jurados ; com
i guies dillienldadcs luta-se em onlros termos
e os jni/, > de direiio nao cess'im de lastimar o
curso da admlolsiracJo da justica crimi
Otervjiti ,iiii 11.1 que o juiy desta cidade tra-
ImIii.i pitr ora em nina peatlina sala, un corre-
dor no ediSolo da aliandega, 'onde pur umi-
tas rases deve ser mudado, senlludo-sc alias
que se Ibe nfio poaaa desde j deslinar urna ca
xa propiia, pela falta dcedilicius pblicos, que
sutlrc a capital.
Comecou reorganisir-se a thckouraria,
enjos ira balboa se exeoutam preaememeoie pe
la nova firma prescripti no decreto n. 70 de
22 da novrmbro do auno passado. Arrccadon
i'sti repartico, no exereieio de i850 I8AI,
-lliOO:7H>jH70 r*., e no prlmeiro aemeaira do coi-
rente exerocio 2 U!M).0S0#I&4 rs. Hendeu a al-
laudega o'aqnelk exerclelo H. 7 a i7 y i .^' mesa do consulado l:5)i.'U rs. ; e a recebe-
dorla de rendas internas -223.91)1*123 rs.: no pil-
ineiro semestre do coi rente exereieio a alf.ni-
clega l,83;^7/730 rs., a mesa do consalado
i/:0Gj/2?8 rs e a rrcebedoria de rendas iu-
ternai 7:(iOi/(il7 rs: he no segundo leineatre
(juc at'iilta a arrec^daco desta duas ultimas
es taces.
A Cha-SO em bnm estado o arsenal de guerra,
carecendo apeuas o edilicia de alguus peque-
no* concer*os,
Mantm cinco classes de oTiciis ensilas
se inslrucm, e pralicam os aprendites menores,
boje en numero de 97, que muibrui all apren-
dein prliuelrai lettras c msica instrumental;
11 i ii'ii i .o 15 a mu. ini re construeco c repa-
ros, 15 a de obras brancas, & a de lanoelrus, O
a de Ciironticiroi, 2 a de ferelros, 10 a de er-
ralheliui, l) a de espiogardeiros, 6 a de latoci-
ros fundidores, 8 a de i'unileiros, i a de correei-
ros scllelios c4 a de pintores. Temo sen quar-
tel no mrsiuo edificio a cnmpanllia de ar'lilicci:
o director do arsenal disvella-se pelo aprovei-
taineulo dos educandos, que sao realmente
rlignos de loda a proteccao pelos bens que pro-
meticm a Sucicdadc.
Recebe o arsenal de marinha continuos me-
Ihoraiiientos materaes sob a adinnKlraco de
um inspector activo c irabalhador: desaliam
all a a(ten(o o bello caes e a obra do chafariz
que tan til se torno, ao eslabelecimentn e nos
navios da armada, tendo j comecado correr
agua no uiez de Janeiro deste auno.
Acha-sc sobre una das carreiras o brlgtic la-
marac, cuja qnillia foi all posta O de junho
de i8J, sendo urdena jisde coiiiprlmento, 8 de bocea e i i de pon-
tal ; est o casco prximo ultimar-se,
Cabio ao mar nu dia 23 de Janeiro passado a
barca de escavac io dea tinada aos tiabilbos do
porto -la capital do M irauho, tendo 80 ptfs de
comprluientOf 2Udc bocea e le 3polcgadas de
pon il.
FjzeiU'se algumas refirmas na casa do eor-
reio, e concluidas ellas, deve llcar essa repar-
tico tem acomuiodada. Ha dez agencias, 00"
cnpanoo li correios; alm destes ln um para
a Paialiyba e dous extraordinario*. O servie
entretanto uo be anda mu bem falto por nao
ser sullicieutc o numero das agencias A re-
ceila da repartico fui no exereieio lindo de rs.
I2.14/l7 l|S e a despcia de rs. li:lt^8U0.
Alelhoi amento do Porto.
Diversas sao as obras sob esta denominacao,
'2
por cima do Recire o sul d ilh,vcDhm de- | verdaileirot principio! de governo, os qutMjpo exclusivimenta ocruptio do exime dos quitreriam qu* os horneas perdosam o resto ce, tragedia queeu tambem tomo em toda a
poilitr-ie ao canal do porto, como lamber estRo ainda nm vigor. jgrandes iolcres-os, ou da applicucSo dos do pejo mintindo inais discaradarnente pa- occepc4o, pela mesma rasHo, que Ihes n3o
einpedlndo que as a referida liba, e venhaui com eaiea dero{os j, t piefejt0S( ,ub-pref.'ilos e muires, q0 I funcgfles indbpen, lentes, aandaveii e conscr- caoes da leif Ahi bem se pode faier Isso, pi para trepar.
obilruir uporto. subitituem a unid'ado em lugar das cojMVsdoreadosantigos parlamentos. mss Iqui o torro he pequeo, tantn Basta de reaposta aquellas padrOesdein-
i *a'ac""*<| 90l'r":, .delo nar missfles directoras ( sendo a decisSo dos re-1 0 senado nflo aer, nomo a cmara mentiras tambem aborrecem aos mala sor- lamia, calumnia e ignorancia cras*a.
coberta citava de taima- godos pelo contrario conllada a consDio,i dos pares, tranafonnodo em tribunal 'redore*. UmaTsalumnia cjntra um menor Nesie momento montra-me um individuo
raadTVuniM7 caberla cilava de taima- gocios pelo contrario contladl a cons-ino", nos pares, iraiigionnoao em tnuns treaurei. urna calumnia cjnira um menor nesie rnomonto roosira-me um individuo
neiraaueaieuinaa lianas das leaouraa apenas desde o do municipio al ao do depart- dfljuslica; elle preservar seu osracter de passa dessperceids, mas contra 0 homem urna carta que recebeu de um seu flllio
conjc'rvavjm^e luapemaa pelaa piiiflrs das' ment ); asflm a magistratura, tornada (Ir- supremo moderador ; pols, quandoo sens-: do faoBo no he sssim. soldado que marchou para o Inga, na qual
terfaie mals peca, que ellas eitavamllgadajj'me pe i inamovibilidade dos juizes, n pela luario da legislado se ennverte nm tribunal No tem rasSo esses senhoreg d'shi.ese lile noticia que antes de entrar n'aquella
o travrjaini-uto pela inalor parle eslava auapen- hierarrhia dos tribunses
o maia pela pregarla do aoalho, do que pela mijs fc| pe|, c|ar, denn
resl.iencla propria; e salas houva. em que pa- d j d juattQa
ra i,rar-. o .oalho. foi neceaaarlo prluielra- J,r|,. ",,,,, r(,lcJj0 tu
mete e.coror-.e todo o irhvejamento. tribunal d.. Cesssgao lu
o travejaineoto pela malor parle eslava suipen- hierarchia dos tribunses a ]ustir;a tornan
o maia pela pregarla do aoalho, do que pela mij| faci| pe|, c|ar, denicSo das altnbui-
de paz al as do
do isso ainda eatl
F.jlo coocluidaa nuaal lodas as obras, fjllan- I .
ii i .i .i.i oeste, e algun oulroa reparos nes- mi fiscal, o bsneo de Franca, o eslsb-lecl-
las iii,-iii i- salas. ment do ornamento, o tribunal de contaa,
Tein-se despendido desde o sen principio a a orgsnisafao da polica 9 de oossos eslatu-
qiiautia de 44:110/is4 rs sendo 24:840/150 rs. lo3 militares datam da poca cima men-
no eaerelelo flndo, e 19:369/35* bo crreme cj0llad,
e.erciclo: nada ba por ora i.llo de piolura e j ,., u,,irn05 50 ann0, ne 0 cdigo
'conselv'am-.e em bnm estado a. fortalezas do Napoleo que tem regulado os interesses re-
llrum e Hdraco, estando a prlmelra convenlen- Ciprocos dos cidadSos ; he Jinda a concor-
teniente armada: urna pequea guarnifioexls- data que regula as relacOesdo estado coma
te as deltamaiac, Pi Amarello.Gaibii e Ta- igroja.
ni un i, re. I Ullimamentea maior parle das me lilas
at aos do instituir) de Franca, desde a ins
Pde-ae considerar Inlelr.imente eillncto na liluicSo de Pru"Aommei al a creacSo da
provincia o illlcito traiico de Africanos, tendo legiSo de honra, foram filadas pelos decre-
i.l i ni .li-r i,l i .s iiIimii.i emprea que fol a da los de-te lempo.
iiiirn in,-,.io de i>;nin na comarca de Gara-I p0de ,,js alUrmar-se quo o fabrico de
nliui, dos JW havlain desembarcado na pro- | nosgo ej||c|0 suciai he a obra do imperador,
vincia das Magnas, e dos quaes forami feliz- | a q(JJ, tem permanPcido r,rme, resisti-
ary:iata^^^e^!.tSe^"d^
nielarlo Jos Velloso da Silvelra. Ordenei que
seprocedesse contra oscrimiuosos, Clenho dis-
pusto por tal forma oa nietos de eltectlva rc-
pressndo tr.fieo, que n.io recelo novas tenta-
tivas em parte alguma, valcndo inulto para Isto
o bom MUSO da popilla(au, cuja grande inaio-
ria 11 i,- ni 111 abcrlamcnle a contluuaco d'a-
quelle il.sjr iMn-iei commeicm, abolido por le,
e persegulilo vigorosamente em lodo o imperio
pelos agentes do governo, que com a maior
lealdade lem aalisfeilo seus empenhos ueiti
materia de boara nacional, nao meaos da que
de poltica e de clvllisa(o.
O r.iriit iiiienio tem sido Alto na provincia
de um .nulo todo conforme s lea, e luslilul-
coes, que regein a materia, e por isso ncnliu-
mii quci.i i i-i, tem ilesali.iilo, Imvendo-se sem-
pre respcilailo os iiiteresscs da lavour, do
commcrcio e da ind utria, o l.oincm apiopa-
ra o servlco militar, e que n*na a socled.de o
*ei> trabadlo, pi i ..... i as veics o dos ou-
trs, d.-se nina occ paci'io honesta e abre-se-
llie nina carrelia gloriosa, tornando-o ulll
sl e seu pas: forao nnietlidos para a cor-
te durante o auno Ondo 17 recrulas.
Um ncleo de jiopulaco industriosa, pres-
i nulo-- a varios lius de utili-lade publica,
trata de formar-se na Colonia Militar de Pi-
.....o en i. cojos pi iorii. is traballios livero de
suspender-so no Invern passado, lepols de
derribada a neccss.irla noico de mallo, ullnlia-
ilas as ras e a prai-a, e levantadas varias
barracas: o lugar be frtil e saudavel, pr-
vido de aguas e accominodado todas as esi-
gencias (la lundafao da Culonia, cujas untas
prosimas podeui ser bem devassadas, baven-
do alem ist fcil coininunicafo com a Co-
lonia Leopoldina da Provincia das Alagoas.
Uesejoso de dar o mador impulso aua Ira-
J, i Lo- i' ,i| i, Me nascente eslabelecimento, sen-
lia en a falta de um director iitelligente, acti-
vo, desvelado, c de genio creador, que, iiitei-
rado d.i importancia de sua coiiiiiibsh.i, execu-
tasse delinete as vistas do Governo Imperi-
al, r- me habilitaste com as inforiiiaresas inais
' > ilecti.l.i., c lilhas de experiencia, .i Ir pro-
ven I,, ,le un modo satilatorlo I todas as ne-
cessidades da Colonia, cujo futuro multo de-
te depender do acert das. disposices, com
que for sendo ella fundada, Essa falta acaba
i,.Mneme de ser supprida pelo Governo Im-
perial com a nomeagiu do director, que para
all parle tientes das,
Mande) vulgarisar pelos corpoi eslsrtntes
na Provincia o conliecimculo das diS|iosicdes
do ,1'gulamento .de 9 de Moveinhrn ile IHM!
,. ., .i n ir Booflsalvll suas vanlagens a to-
dos os soldados Industriosos, que, leudo as
condices legaes, se quizessem Ir eslabeleccr
na rrtei ida Colonia, cujo cugraudeclmento
inultos beucficios deve trazer,
Ris, senbores inembros da Assemblea Le-
gislativa Provincial, os objectos inais impor-
laucs qoc julgiici dever otl'ereccr a vossa il-
lusirada cousidcrafSo, scr-ios-hao entretanto
ministrad is os inais ampios esclareclinentos,
I ic exigitdcs sobre quacs-quer nejucios da
Provincia, por cuja (ellotdaile, tanto quanto
me ha sido pussivcl, eu me tcnbo disvclaiio :
faltindo-iiic nina inlclligeiicia elevada, devo
tci errado muilas vetes mas relo quenenbum
acto de tnlulia administrado ter Uesinenlidn
a uiaufestaciio sincera, que vos faco, Ue ininlias
puras un,ti',,es : auxiliai-me por tanto com
vossas lues, e com otoubecimenlo particular,
que leudes da Provincia ; e contal igualmente
com a inhiba franca, e leal cooperacao para o
deseuvolviiiieuto e proteccao de todos os lu-
(ei-esses pblicos.
Palacio do Governo de Pcrnambuco 1. de
UarcodalSMi
Ficor di Olivara
lucOes.
Porque rasSo poi, vislo qua tem a mes
mi origem, suas institui(ues polticas no
ii.ii de ler a mesma probabilidade da du-
racSu ?
Minha convCQo a esto respeitoest for-
ma la, lia multo tempn, o fui por isso que
submetl a vuiso julgamenlu as priacipaes
bases de urna conslitiinflo lirada da do an-
uo VIII. Approvadas por v<, ellas vio ser o
fundamento de nossa constituir;3o poli-
tica.
rCxstninemos agora o seu espirito.
Km nossu piii, duranti os 800 annos mo-
narchicos, o poder central tem sempre ido
em augmento. A realeza destruio os grao-
des vassallus, as revolucfles mesmo lizeram
desappsrecor os obstculos qu se oppu-
nham ao rpidos uniforme oxorcicio da au-
loridade. Nesto paiz de centralisacjlo a opi-
niao publica tem Invaiavelmento rofendo
tudo, bem e mal, ao cliefe do governo ; de
soite que escever frente de urna carta,
queocliefa he irresponsavel, lie mentir o
s'til iineiii.i publico, he procurar ostabels-
cer it na fice.lu que tres vetes lem desappa-
recido o som di revoluc^o.
A presente constituicSo, pelo contrario,
proclama que o chefe que elegestos, vos he
responsavel, que elle tem o diroto de sp-
peliar psra vossojuizo soberano, alim de
que as circunstancias graves pessoas sem-
pre continuar-lhe vossa cunlian;a ou re-
tira-la.
Sendo responsavel, suas acc,0es devem ser
lvres o sem empecilho-, daqui provem a
ohrigacSo de ter ministros que possam ser
honiosiise pudorosos auxiliares de sou peo-
samenlo porctn quo no formen mais um
c.insolho responsavel composto d) mem-
bros solidarios, obstculo diario a inlluen-
cia especial do chofe do estado, couselho
criminal, sempre o desrespeilo ataca os cor julgam te-la, destaquem-seuns poneos pa- villa todas as noticias os amec,avam com
pos polticos. A imparcialidade do juiz he ra c, o vinliam esperimentar o quanto he fogo ao entrar; mas que os librrimos
quasi sempre posta em queslSo, o elle per- bom o satirio ocio de barriga cheia. a linham evacuado antes d'aquelle momen-
de lodo o prestigio para coma opiniSo pu- A Dos, saudeo dinheiro. lo, retirando o pegueno grupo, resto dos
blios, que algumas vezes chega a accusal-o DEM 26. dispersos, ao ssberem da proximidade da
de ser o instrumento da paixflo ou do Ainda me echo enraiveciJocom aordem forca para a Serra Itelomla quatro le-
odio. terceira deS. Francisco por nohaver apre- guas distante. Que o fr. chefe de policia
Um tribunal supremo de juslit;, escolhido sentado na ra a nossa iran i Ja procissSo ia usar de meios brandos para a sua disper-
d'outra a alta magistratura, equi tvnha, co-' de cinzas, que chamava a esta cidade mais silo e desarmamento, mais que no convin-
iiin um jury, membros dus couselhcs geraes' de dous mil malulos de qua^orze legoas em do elles, faria msrehar a forca para disper-
,1" lo 11 l'i.inei, sera i|u m reprima lodas derredor, e em minha raiva no posso dei- sa-los. Que finalmente o major Dos fra
as tentativas contra o chefe do estado e con-, xar de consural-a por essa falta ti.ha mais nomeado delegado d'aquelle termo. Taes
Ira asegranos publica. [da indolencia, e talvez capricho, do quo da sflo as noticias que tenho, cuja veracidade
0 imperador disse ao conselho de estado : penuria de meios, que nunca faltam para es- n,1o posso asseverar.
Urna constituido he a obra do tompo, con-
vem deixar nela a mais larga margom pos-
sivel para os melhoramentos.
Em conseqtieiicta disso a present consti-
tuido tem somenle regulado aquillo que
era impossivel deixar incerlo ; ella no
tranca denlro de barreiras invenciveis os
destinos do um povo.grande ; ella deixa urna
niargem suflicientcmenie larga oara as mu-
danc.18, a qual as giades cnses permitte
nietos tle s.,|v,icao outros quo o desastroso
expediente da revolurflo.
0 senado, de accordo com o governo, po-
de tnudilicar tudo o que n.li he fun lameu-
tal na constitu'filo, porem relativamente a
quaesquer modilicafO'S das bases funda-
nieiit tes saneciunadas por vossus sufTragios,
ellas s podem tornar-se delinilivas depois
de lerem recebido Vossi raculicssJi).
Ueste modo o poro permanece senhor de
seu destino. Nada de fuudamonlal he ef-
feluadosen sua vontade.
Taes silo as ideils, taes os principios que
me lendes autonsao a applicar. Uxala
que esta constilui(Ht) possa dar a nosso patz
calma e dias de prosperitlade ; oxal que
olla possa prevenir a reprodcelo dessas lu-
las intestinas, as quaes a victoria, com
quanto legitima, he sempre caramente com-
prada. Xal que a smeeio que tundes
dado aos meus esforcos possa ser abencoa-
da pelo co ; entSo a paz ser assegurada
no interior e no exterior, meus ardemos de-
sejos s r.ii cu.iipridos, minha missSo ser
diehenchida.
LuizNapoleSo lionapsrie.
Palacio das Tullierias aos 1* de Janeiro
de \S51.
( Do Times.
INTERIOR.
ses lius entre uma populacSo eminentemen- Em urna de nimbas t.liim.is disse -Ibe que
to religiosa. Minha censura he tanto mala aquella grupo entrara em casa do cidadS
merecida quanto tenho ouvido dizer, que Eufrazio e Iho quebrara os movis, assim
muitss pessoas se prestaran, para gratuita- correu aqu ; mas agora melhur informado
mente preparar, e abrtlliantar aquella pro- dir-lhe-hei que foi certa a invasSo na casi,
cissSo; mas que um indivi luo n3o quiz dis- mss nflo houve destruirlo, e slm na casa
pensar a paga de um stric,o seu, mullo im- do Lidisto, como tambem Ihe disse.
portante quelle lim ; assim como que a- 0 meu amigo Argos ainda, comigo,
quelle Individuo invlda todos os meios de sustenta que os homens di opposiQflo teem
cabala e pedidos para que a ordem terceira obstado a que o negocio do censo lenha
do Cirmo tambem nao aprsente na sexta tomado um carcter mais serio em Campi -
feij..S'snti a procissflo do Triumpho, que na, Alaga-Nova, Gorabira e AUgoa-Gran-
igualmenle he mutto importante.. Tere- de, e em muilos, o muitos, muilissimos
mus poraqui algnm novojudeu encapota- mesmo, lugares, deixindo ios homens di
do? N'essa provincia corro como muito, actualiJade as bem merecidas honras de
certo, que nos parahibanos no comemos havem promovido ossis desordens l para
l'ion iilin ; por termos, dezem Vs. Mes., ra- uns lius que ainda nem eu nem o Argos
i; i Isrii-liti ; mas i-so lie uma rnvo injus podemos alcanzar, mas-quo se o pociermos
tica, porque, ainda quando outras razfies fazer o poremos no olho da ra pira
em contrario nflo houvosseiO, he genero que disma.scarar aquelles marrecos, o purificar
lem aqui muito gasto o toucinho ; e la, a opposifflo de algum resto de nodoa que
guardadas as proporces, no ha mais por- os maldi eos do quo c, nflo entrando em conta a ve- o mesmo meu amigo da como duvidosa a
Iha (i.iiiia, que paiece o reino da rafa fuga do dictador llosas qund nolimus
suma. haud facile crelimus; porm como as
Eis aqui o como uma provincia se desa- noticias ms sempre sflo certas eu estou
ero I iU ad perpeluam. Um malandrino apre- convencido deque ello a estas horas c&l,
-"lia-..o com obras de berege, e enlflo as no paiz das batatas, onde Dos o conseive
visinhas, que nflo esperdijam inejo de tas- por minios annos sem desejo de mudanza
quinhal-a, concluem ergo tolos osd'ali sflo de ube.
herejes. Pois fiquemos cortos de que eui Tambem lastima aquelle amigo o nlo
nflo sou Israelita, e tamo assim que nflo te- i ter sido acompaiihada a msica que percor-
uli i cauda, o que poJei verificar quem reu as ras aochegar a noticia da retirada
quizer, o so entender conveniente posso
niandar-lhe disso um altestido portado por
f por qualquer dos tabeliSes de publico e
notas desta capital.
.Nada ttie'c iiiiiniiiiirou aindt o Percira a
ce ea da chegada da forca ao Inga, e nem
sobro o estado d'aquelle importantissimo
loirflo das travessuras, onde nflo aclia gua-
rida qnem nSo he travesso dos quatro cos-
ta los.
Dizem-me que ha ali um reverendissimo
que he calisto em todas as Bernardas dos
lugares em que se acha, a que ja, qual ou-
COllllESPONDE.NCIl DO DIARIO DE PER-
NAMBUCO.
Parahyba 22 de fevereiro (fe 1852.
Cbegou hunlem II nove e meia da ma- lroS l)- Qoixote, tem escoltado alguma pu-
nhflaaeste porto n barca Pernambucana, (dibunda donzella.o qual muito concorreu
e comelU a fausta noticia da quela doli-Para ultima brincadeira d'aquelle lugar,
rano da America, o sempre amaldicoado ada sei dos dosmais pontos da provincia,
llosas, pelos exfocos reunidos dos valentes im"8 vu entender-me como llamalho, e na
e heroicos exercitos alliados. lie impossivel primelra talvez Ihe noticie mais alguma
descrever-lhe o prazer de quese possunam jCousa
o- in mi is ,11 gloria, o digui lade di lira-1 Antehontem n'esta cidale um individuo
zil, saliendo quo aquelle au laz tirano, que atirou a um caxeiro de taberna tflo violcn-
. tantos males causou ao infeliz povo a cuja eslocada con o cabo de uma vas-
xpressao de uma polilica qnoomaiia das! testa se acnou, e que tantos insultos nos fez soura, que Ihe a travessou o brago, logran-
cmaras, e por esta mesma rasSo expostoa j ja directamente por si, ja por seus agentes, doevadir-se, atiessr de haver commetlidi o
frequenles mudanzas, quo tornain impossi-l ja filialmente pelo seu digno procuiador o delicio quasi na frente da guarda da cadeia.
vel uma polilica continua ou a applica{flo Sr. I). Guido, recebera a bem merecida pa- Parece que a mesma dificuldade que aparece
do ;;m systema regular. I B* de suas (fanhas, reinlrando na ii.illnl.i- olferecerem cerlos lugares para a perpetra-
Todavia un homem, ero proporco da ele- Ud e miseria oe que sabio, para licar ter- C-10 do delitos facilita-os aos criminosos,
vacilo da posiQflo em que se acha cillocado, (menlo merguljiulo no esqueclmonto. Quem podor confiar na seguranza do sua
e em proporc.io de sua independencia e daj Mu sei tambem como Ino diga que al- pessoa, anda na frenlo de uma guarda ? A-
oonlianijn quo o povo nollo lem, nrecisa de j guns dus amantes do progresso e a lber- vista da um tai exomplo certamente niu-
conselho Ilustrado e c insciencloso ; daqui Idade dos povos sinttram vivam-into a estre- guein ; porque ou os uossos soldados teem
crt-acflu de um conselho de estado, ver.'pitosa queda d'aquelle defensor dos direi- as pernas amarradas, ou a lingua lolhid
. ........ ll.... ., U.. ^.....1.. ... ._____.- ^^_ -___>.J- n....H. ___......I- .. ........ 1... ...,., n, .....
d'aquelle bello homem, de moleque: com
elle i .i hojve essa grande Taita, e faz pena;
mas a Colpa nasce de l mesmo, pois nflo
foi compeientemente expedi la a nrJem pe-
lo quarlel general, como devrara, qara esse
.leu itp.iiili.iiii uin.
Eis o quanto ha. Saude e tranquillidade
de espirito, e longe dos calumniadores, Ihs
desejo.
dadeiro conselho de governo para o futuro, I tos de huinauidaJe ; porque em verdade
primeira mola de nossa nova organisi-, uiuilo me cusa confossar que entre nos lia
Cilo; rouniflode homns pralicos quo ela- quem, esquecido de qua he Braztleiro, leu-
EXTERIOR.
AO
PR0CI.AMAQV0 DE LUIZ NAI'OLEAO
POYO FltA.NCEZ.
l'rancezes.--Em minha proclamadlo de 2
lo ilezombro, quando loalmenle vosexpuz
|ii ,--. ii i n, segundo lunillas ideias, as con-
ki\<6'. vitaes do governo em Franca, nflo
ttvo a iieieiie.i i. hnje lio com mu m, de subs-
tituir uma Iheorta p --nal experiencia
los seculos; polo contrario, procure! no
musado ns exemplos que melhur poderiam
ser seguidos, que homens os linham dado,
e quo beneficios linham driles resultado.
Julguei risoitel preferir os preceilos do
genio as doul'inas ospeciosas de homens
do i leias abstractas ; tomet como modelo
as maliluiiO-'S polticas quo ja no ctmieco
dastt, saoulo, debaixo do circutnslancias
anlogas, reforijaram a sociedade vacillan-
lo,o elevaram a FrauQa a um alto grao de
prospet idade o do grandeza,
i I oiiei como modelo essas ioslituicdes que
asquies urnas i .,.-, parte de um projeolo es- en, ,ez d gB desvauecerem ao
borem projeclosde le em couimissOiS es-
peciaes, o as discutam, a portas fechadas, e
sem ostentarles oratorias em assembii ge.
uo perdido os estmulos patriticos, lamen-
ta que o Brazil putiissu os sulTndos insul-
tos, e tomassem sua posieflo de diguidado
ral, para os apreseutarem deiiois approva- jcoutra um intuiigo covardo e traidor; maso
co do corpo legislalivo
D-ste modo o governo he livre em seus
movimcnlos e illustrado om seus pro-
gressos.
Agora, qual ser a inspecc.30 exercida so-
bre as assemblas t
Una cunara, que totn o titulo do corpo
legisldivo, vola as leis e os impostos ; ella
he eleita porsuiTragio universal sem escru-
tinio de lista ; o povo escolhnJo cada can-
didalo de per si, pode mais fac I met le appre-
ciar seu mrito.
A cmara compe-se de 260 membros,
pouco mais ou menos, primeira garanlia
da calma de suas deliberaras ; pois dema
siadas vezes se tem vislo quenas assem-
blas a mobilidade e o ardor das paixOes
quequer? 0 egosmo suffoca os mili no-
bres estmulos do lioiti tu ; o os progressis-
quem commanda as guardas, que os nflo
manda capturar um criminoso, que acaba
de tentar contra um cidadflo.
Nflo ho o primeiro d'esles osos i-
qui aconleciios. II i lempos houve umi
gran le desorleui em frente guarda de pa-
lacio s duas horas da noite; as perseguidas
r. ir iM-aui a homisiar-se na mesma guarda,
eo porseguidor seguio muito lampeiro pa-
tas vi i., ni esvaecer-so como o fumo o seu ra onde quiz, e, o quo mais he, o comman-
Missaas, a quello de quem aprovam o res-jdante da guarda nflo achou o caso digno de
liheli'i-i.nenio do >ett niiiiiiiii), iloiuiiiii) em iiioijiMiiiiiiI-n na parte, apezar de haver sido
tudo tflo odioso como o do esperado sal- tal o barulho, que acordou a vizinhanca.
vadur. I Passamos os das do intrudoem pleno so-
Encheu-se o gabinete actual de gloria, e ceg, apesar de vermos lodas as tardes para
conquislou urna brilnanlo pagina na hisio- I mais de duzentas pessoas reunidas no largo
napilrii. Moslrou que aquelle cullosso, 'de palacio joganuo o intrudo, e apreciando
que com suas hespanholadas ameajiva o [a renresentacHo das faqaohas dos dote pares
co e a torra, e coaquistava um bom terri- de Franca, que tanto importa o diverlnnon-
lorio no inferno, nada mais era do que urna to popular, quo etn minha ultima Ihe an-
fragil estatua de iSavor, cujas btsesse itsii-
zeram ao rociar de brando orvalho. Hnje o
lii.-'zil principia sua carreira, daudo urna
ln-e.i i ao.- insolentes praza aos cos queelle
nuciei. a
Tanta calma, (anta tranquilli lade entre o
povo bem denota, que elle desoja a paz, a
i harmona, e tranquillidade, e queseas
auementam em proooreflo do numero de continu a mostrar-Ules, que nflo tolera ser deixa quando, i II u lulo por pessoas de mi
e> ___-.....,. l..-U>Ja I t I..!,., -....a 1 ,,.,'.. .....l,Hll,,| I I,los
seus membros.
A noticia das deliberarjes que dove in-
formar a nacflo de seus negocios nflo he
mais, como outra ora, abandonada ao espi-
rito de partido de cada penodio. Umaga-
zeta oliicial, escripta debaixo da inspeceflo
do presidente da cmara, sera nicamente
quem a posss publicar.
Ocorpo legislativo discute livremente as
leis, adopta-as ou rejeila-as, porm nflo in-
trodUI essas emendas imprevistas quo mul-
las vezOJ desarranjam tola a econoinia de
impunemente insultado. jf, julga seus dtreitos comprometlidns
Logo que cnegou, e corrompeu-se essa | Dous sol lados de policia (oram sutTicien-
grala uoucia a banda de muzica de polica tes para entre aquella ouda popular cuuser-
percorreu sspnucipaes ras da cidade dan- !var a ordeso, e prevenir qualquer occorreo
iloaoS C ludios OS para heos por i | n el I : Cl a .
aciiiilecimento; o bastantes logeles lorain
sollos, creio que por pessoas parliculares.
A noite illutniuou-se o palacio e secretaria
do guvertio, e o quarlel do primeira liulia
il'oude vi subir ao sr bastaulos fogos, com
os qoaes os soldados parahibanos solemni-
sava n a victoria do seus cojipunheiros d'ar-
pecial, maudado esecutar por aviso do minis-
terio da marinha de 7 de uiaio de 1849, c nutras
tem sido aulorisadas por varias orcreus. Da
primeiro so-
pro da agitseflo popular, s foram derriba-
das pelo poder de loda a Europa liga ia con-
adminislracao destas obra,s acha-sc eacirr*"]*"* ns
gado o inspector ilo arsenal de uiariuiia, com- Em urna palavra eu disso comigo mesmo,
pclindo an eiigcnluiro Mamede I dlrecco na IviSlO que a Franja tem fetlo progrossos
liarte r.-lativa a segurauca e boa execucao de neslrts ltimos 50 annos om vitlude smen-
todas cll
leda orgautsaeflo administrativa, mil,lar,
tm geral os trabalhos execittados durante o!: ,jc|,, rell((osa 0 lisral do consola lo e do
ioda. de,pela.re..a.!each.,n-,e..obral.no "'P^IO, porque rallo nflo adppt.remos
egiiinic estado
Desde Janeiro at junho a barca da escavacao
li ol i Ilion no aurora,lonro de franqua, e banco
tambem ts insiitun,oes polticas dossa'po-
ca r" Creadas pelo mesmo peus'ment, ellas
devem ter o mesmo caracterde uacionali-
da entrada do porto em frente ao forte doPico, dadee de ulili lade pralic
obiendo bon resultados: o ancora.louro de | Com elTeilo, bem como lombrei em mi-
syslemae o todo do projecto primili- mas, seulmdo nflo lerem sido chamados pa-
vo ; e por mais forles rasOas anda nflo pos
sue' essa iniciativa parlamomar que foi a
origem de tflo grande abuso e que permit-
tio a cada deputado subsiiluir-se em lodos
os assumptos ao governo e aprsenla.' pro-
jectos, posto que uSo estudados, ou fu-
teis.
Nflo se achando mais a cmara em presen-
ta dos ministros, esendo os projectos de |e|
sustentados pelos oradoras do conselho de
estado, nflo se perder o lempo em vflas ju-
ra p.ui.lii it-eui seus perigos, egloria
0 chele de policia desta provincia ape-
zirdedoenle como em minha ultima lue
disse, seguio para o Ing, ou le deve a esti
hora estar. Segn lo o que me tem dito o
Pereira, uflo receio do que os librrimos se
api es 'lll,-ni ''iliilf i a l'ire.t; us tntlli'm
sustento que elles licarflo ni especlauva, o I
epollcoei, em frivolas accus.cOe, o em '' 'm l m osi i
lulas apaixonad.s, cujo unid object, era "T*"',?.,,VX deliiiS m do
derribar ministerio. p.ra_substttu,l-os, ^^^^^!^J^^?J^,*Z^
Assim pois iiS delibcrafOei do corpo legis
: itivo-etn i i ile.i'o lentes, porom as causis
to esteris agilaQes terflo sido suppnmi-
das o dilacflrs Salulares terflo sido introdu-
znlaseni loda a mo lificscSo da le. Os ds-
putldusdl mean rom piel irao com tita 1 u -
reza cousas de importancia.
Uma outra assetnhls tom o nome de [se-
nado ; ella sera compusta daquelles ele-
mentos qua em lodos os paizes criam umi
franqua que anieiiormeuieonereciHapeiia. um] nha proclamacflo, ho essonci.l reconhecer j infidencia legitima; taes como um dome
SSUu^ari^TbSMS I"'?**1"]0 PreS'r den0i8, ?-'' '". 1-. ta.en,ossserviSo,prest.-
trada da parco ha mala um p deprofundidade. ,c3la on88 feI rranc. regeuerada pela dos ao psiz.
A i,i,,a ibia luucciuiiaiidu em frente da al-! revolucflo de 1789 e organisada pelo impe- 0 senado nflo beoqueera i cmara dos
fandega, onde tem trabaibado regularuieute rador. Nada permanece do autigo rgimen pares um palliJo relelo da cmara dos de-
desde o ni. i. ii,. jnoiio. .apie.eiiiiniio ,.s si-guiu- senjo as grandes lembran^as e os granJes I pulidos, que repela, com poucos dias de
tes remitidos: abriu-se uin canal de 70 bravas beneficios ; tudo o que dabiixo delle loi nter .tilo, ts mesillas dCUSSOes em Oulro
de cumplimento, c aO a 26 de largura, lotn 25 'organisado foi destruido pela revoluto, o tom.
palmos de fundo as mares bailas; c em vlr- tuJoo ua dopois da revolucflo foi ofgani-
^e?.?.'.0.,'ie.',0. iP.,,,.'i0a.d' "ir^'T'-i lo e ainda existe, ho obra de Napoleflo.
c.ir.im i iidvio a atracar puiiic a iiraiiurtza : .,_ : r >
lateudo all Inimedlaumenie a descarga; van- Na" lT"8 m",s ProTIUCIsrnem estados,
tagem e|a de que jamis goiou o porto ae Per- neln pirlimenlos, nem intendenles, nem
i. .ni,iilo. 1','iein lo seudo possivel .ipioxi- reu leiros geraes, nem direitos faudaes,
marmuito este caual da ponte da alftudega, nm classes privilegiadas que mantenhain aJ lea e propCe novas ao poder execulivo. El
leve de se afaitar abarca, por isso que a mes-' posse exclusiva dos empregos civis e milita- le interven), quer pan resolrer tula adilll-
ina pance he suscencada por estelos pouco eu-'res, nem liualmenle diirerentes^urisdiCOes culdade grave que possa apparecer durante
terrados. 'roligiosas. ausencia do corpo legislativo, quer para
Ttem !!!!3fit&^e"A"?M:- K*i tu cousas, tilo iocompitiveis; explicar o texto da coosiiluicflo e .asegurar
lu .id um" n,P,.7oco superior a^f d./niar: <"" o .eu espirito, revoluto, ipplicou ludo o que poder ser necess.rio ao prog.es-
balsas. uma inteira reforma ; porm nada fuudou so da mesma. Elle temo direilo de anuul-
Tem j apresentado grande vaniagm nao s de definitivo. O primeiro cnsul foi s quem I lar todoo acto Ilegal ou arbitrario, e gozsn-
i'iiibararaiido que as areiaa laucadas pelo mar restabeleceu i unidid, bierarchia e os 1 do assim di considera;3o que tem um cor-
Elle he o depositario do pacto fundamen-
tal e das liberJades publicas, cotnpativeis
com a constituyo, e he sement a respeilo
dos grandes principios sobre que nossa so-
ciedade si bases que II examina todas ns
con a retrala da farca rojiltirao a greca,
que nflo ne m, e non por isso tea. mas
cooseqoencias para seus auctores. Dizem-
uuservar ali inn desla-
nti-
cou-
irario sera prudente que s.tam nojuicalce
da forga porque o soberano pvo tugaense
nflo admita embargos a seus mandados,
que nflo sejan de fores maior.
Esta suspenso o regulamenlo, pona di
discordia, veremos agora de que so val.....
os homens do longos recursos mas asseve-
ro-lbe que tal suspeneflo nflo proluz o el-
felo pacificador, que sesupps, por quanlo
aquelle regulamenio oflo servio irais do qua
de motivo, eem falla d'elle qualquer oulro
podena servir, como depois d'ella nflo fal-
tar oulro.
Iii me meu amigo, muito li lo em fol Ins
publicas, que i ojposicjao dessa provincia
cnamara a d'esta a cuntas por nflo Iractar
das questOes de interessa do grflo partido
a uflo se oceupar dos meios de opposicflo,
equeatatractara de tai ora oucousaque
o vaina. Nflo sei se isso he exacto; mas se
o he cortamente a opposico d'alt dflo tem
Itdo as mportaiilissimas, doctrinas polti-
cas e i'hiloso,lineas epstolas do alfaiale
JoBo da H..m iusertas no Argos Parahib.no,
e outros pedacos aurios, qui ali se apresen-
tam. O que mais quer ? Occupar-se, he ver-
dado, com os fracos; mss tambem os fortes
encommo Jam, e cada uin he primeramente
obriga lo a procurar o seu bem estar.
Nao morde no governo? Or essa he boa.
0 governo sempre he governo, e nem lem-
pre um homem esta de viva : e '
Agora leio oais duas missivas do meu a|-
fsiatoHonorario Jofloda NI .. em que, segn
do seu muito polido costtme, sou mimo-
seado com duas solemnes deseovpostoras,
as quaes o tal meslrn (mais irattco da gi
ra da madragoa. do que na agullu) esgoiou
sua in/iisasciencia n'aquelle genoro. DiS-
presaudo, como devo e minha elucafflo
exige, qumlo insulto, o calumnias o noit-
do autor d'aquellas cdilinarias ma quiz ir-
rogar, em respeilo a publico, a quem ainda,
sob o annimo devo saiisfacao, nflo possu
deixar de emprasar aquelle audaz calum-
niador para que sob pena de acorrer nos
li-'ti merec ios epilhetos, e despreso dos
homens honestos, declare Qual o assas-
de mais
'.siniii por iiiim commeltido, msndsdo, i-
ronselhado, tolerado, ou oceulto Quaes
os homicidas a quem tenho franqueado meu
pobre alvergue, prestado os menores favo-
res, ou com elles me acompanhado
Q laes os curados que l ti ti i tilo, e quaus os
fortos que lhes tenho feito E ainda mais.
Quaes os furtos de qualquer gonero que
eu baja praitei : corosas por un m ,n alu'.i las
Em suas catas aquelle detractor covar.le
faz persuadir que me conhece :- pois bem,
rompa elli o anonirno qua me oceulta, pa-
tenlei meus mos fetos, apreseote-me aos
olnos do publico Com todos esses muios,
vicios, e defutos queme atiribue, e tenha
coragem de arrostaruma respousibilidade
legal, com lealdade ebrio para desnn.sc.-i-
rar, aiterrar, e punir essa homem contra
qnem tem chngado sua raivi io ponto de
furor, corno bem o denota sua lingoagem
I. o na i'-lriiudosi. imllia iio, e satisfacto-
ria vinganca para una alma honesta, por
tanto eu o desifio a que a ipproveite, dei-
xando a de alma vil e baixi, que insulta e
calumnia com frases ambiguas, em chan-
das infames, som victima formalmente de-
terminada, e sempre cotn nossivas patentes
a responsabiliiade.
Ja inliquei aquelle mestre umi tragedia
muito mais honrosa do que a com que me
amoacou, na qual bem pode figurar de pri-
meira dama, se quiser rapar os bigodinhos;
mas se Ihe nflo convier com receio da uevi-
tavel pateada, di derrota solemne, fique
oerto de que nflo temo, comprelieoda-me
bem, b lome em todo o vigor da palavra,
nao temo essa trageiu cotn que me unc-
PjEBMAjjBUCg
ASSE.MBL1A PROVINCIAL.
SESSA0 0RUINAIII\ EM 2 DE MARCO DE
1852.
Presidencia do Sr. I'edro Cw aleante.
Ao meto dia, feita a chamada, verifica-
se estarom presentes 28 Srs. deputados.
O Sr. presidente abre i sessflo.
0 Sr. 2.' s-icretario l a acta da sessflo an-
terior que he approvada
Achando-se f-a da sala o Sr. deputado
Mainel || intoiro he iutroduzdo com as for-
malidades do regiment, e prestando jura-
mento tomou assenlo.
0 Sr. I.* secretario menciona o seguinto
EXPEDIENTE.
Um ofilcio do priinuiru secretario da as-
semblea provincial do Cear, enviando una
oollo<3o dos ilui legislativos d'aquella as-
sembla na sessflo ordinaria do auno passa-
do.Para o archivo.
Oulro do primeiro secretario da assem-
blea provincial das Alagas, remetiendo
uma r.illeeeai dos actos legislativos pro-
mulgados ua sessflo ordinaria do anuo pas-
sado; bem como um exemplar da (alia
quo mesma assemblea dirigi o presi Un-
te d'aquella provincia no acto solemne o*
sua inslallat;o Para o archivo.
Outro do secretario da proviocia, enviando
um exemplar da falla com que .'-. ai. o Impera-
dor abri a terceira sesso da oilava legislatu-
ra da assemblea geral. Para o arcblvo
Outro do mesmo, acompaohando a remessa
da conta de receita e despeza da cmara mu-
nicipal desta cidade, relativa ao anno iinancei-
ro municipal de i S u a 1851, e o orcamento de
i ''! a 1853. A' coimnisso de coatas c des-
pexas municipaes.
Outro do inesino, remetiendo as contas do-
cumentadas da receita e despeza das cmaras
municipaes de Goiauna, Pod'Alho, Nazareth e
Santo Anlo, relativas ao anno municipal de
i.s.i i a 1851, bem cojno os orcainentos respecti-
vos, sendo os das comarcas que vo meuclooa-
dos em primeiro lugar pertcnceutes ao exerei-
eio crreme, e os das duas ultimas do auno de
i-,' a isa. A' comiulsso de cuntas e dea-
pezaS li llioripaes.
Outro do mesmo, acompaohando a remessa
da emita de receica e despera da cmara muni-
cipal de (lilil 11 I ni vi ao auno Mtianceiro mu*
nicipal le i i 51, e o ornamento para o de 52 a
53. A' mesma comiulsso.
Outro do mesmo, enviando a conta da recelta
e despeza da cmara municipal de Caruar de
5u a 61, e o orcamento para o de 52 a 53, e as
posturas da mesma cmara datadas de 23 de
Janeiro ultimo. A'a comtulsses de contas e
posturas municipaes.
Outro do mesmo, enviando a relacao dos ac-
tos da assemblea que foram sancclouadus, c
dos que voiiam sem o ser.
O si. presidente : oa forma do regiment
ti.- ni esies projectos sobre a mesa para seiem
dados para ordem do dia e entraran em dis-
cussau,
(.Silencio.)
O Sr. Aguiar ( pela ordem Segundo o
que V. Ex. cbi de dizer, lem estes
projectos de flcar sobres meza pan cnira-
rem em discussflo. Eu enteddo que meihor
seria, que uma commissto' das mais apro-
piadas da casa, por exemplo i de consti-
liiie.in e poderes, fosseouvida respeilo das
raides aptesentadas pela idminisiracflo
contra os projectos, pois que sendo esta
ima materia tflo melindroza, meihor seria
que fosse primeiramenentn estudada por
uma comtssflo, para quedepois de apreseu-
tar osla a assemblea u seu trabadlo, possa
entilo a mesma convenieatemenle deliberar;
me parece isso meihor e mais acerlado,
por dar lempo a reflexflo e estudar a com-
iniss.iii especialuienle essa materia,podou-
do informar co u mais claresa, e amplitude
assemblea. Por lauto neste sentido vou
mandar un requerimento meza.
He li lo, a apot a ni para entraren) discus-
sflo o seguate requerimento llequeiro
que us actos legislativos nflo saoccionados,
sejain rom -tlidos a comtnissflo de constilui-
ciiii e poderes, a lim de dar o seu parecer a
respeilo das ras s appresenladas pela pre-
sidencia da provincia, e sobro essa base po-
der meihor disculir-se. Aguia.r
0 Sr. Maciel Mooleiro : Sr, presidente, *
me parece, que nflo estando casa organi-
sada, isto ho nflo tendo ainda nomeado as
e.um iiis.o -s, este requerimento he anteci-
pado [seria Italvez mais regular que se
esperasse pela organisacao da casa, isto he
pela nomeaeflo das commissOes; eu mesmo
ttnba a idea de propr que lodos esles actos
legislativos nflo saoccionados, fosse n re-
inrlii ios cominissoes pan interporem os
seus pareceres, e orientaren. discussflo
oa assombli ; mis pan isso pedira, que a
assemblea liouvesse de iddiar vota<;ilr> so-
bro o requerimento at qua se nomeiem is
v
V




V /
commissGes; mesmo llods, porque a malo
ria do requerimento me parece 080 derer
merecer 1 epproracBo da essemhlca ; Islo
he porque o requerimento est concebido
em termos lies, ou a sua doairina he tal
que. eu nio podorei votar por elle. Quero
nobre autor do requerimento, que todos
esses actos legislatiros nflo sanccionados,
sejsm remedidos a commissSo de contitui-
e poderes, mas versando esses actos legisla-
tivos, sobre questOes (imito diversas, ato lie
n .Vi tratando nicamente de queslOes cons-
tilucionaos, poique tambem n'elles se trac-
lan de algumas econmicas, mo parecia
mais conveniente, que cada acto legislati-
vo fosse remeltido a commissBo respectiva;
por examplo tracta-se de quesIBo de terri-
torio, para que remetter o projocto a com-
missBo de constituicSo? Bo seria mais re-
gular, mais curial, e mesmo muilo mais
conveniente, que fosse por ejemplo a com-
mss.lode estilstica supponhamos, ou
outra qualquer? Portanto peco o adiamen-
to do requerimento at que sejam eleitas as
commissOes, e depois diss 1 felo eu trata-
re de emendar o requerimento, isto he
proporei esta mesma emenda ao requerl-
mento.
lelido, e approva-aeo seguinte requer -
ment ;
Requeiro o addiamenlo do requerimen-
to at que sejam Horneadas ai commissO 'S
permanentes da casa. Maciel Monteiro.
ORDEll DO ni \.
EleicBo de commissOes.
1 .'cu r i lo escrutinio para as diversas com-
missOes, com as formalidades proscriptas no
regimiento, (icam ellas assfm composlaa
Vonatituicao* e poderes.
Oe Srs.
M'ciel Monteiro
Olivcira Maciel
Aguiar
Oiramento.
Jos Pedro
Pereita de Carvalho
MaDoal Joaqmm
Contnt c despezar ptovinriaet.
Darros Uarreto
Un hollino
Aquino
Commereio e agricultura.
Birlo do Ciptbaribo
Souza> Lelo
Helio Rogo
votos.
35
25
24
23
21
20
32
19
II
houver diarrha acompanhada desangue, e
de puxos, ha dysentena, mesmo 00 caso
de sera molestia provocada pelos drsticos
( purgantes fortes), ou por outros q'uaosquer
remedios allopatrficos irritantes. Portanto
quem diz: disentira sangunea diz urna bor-
racheira ; esi pensa que alm da molestia
dononii la disenteria, lia outra chamada di-
senteria sangunea, cominillo um erro de
11 iiuii'..! tao gravo, que necessariamonte
ha de compromeltiria vida dos inTelizes, que
Ihecahirem debaixo da escola.
Para tornar mais aalientc a falta de habi-
litarles do curioso annnuciante para curar
homceopalhicament-', basta dizer, que para
eUemolestia venrea, 0 motestia syphililica
sflo cousss dislinclas, quando nao ha ah
qnem ignore, que molestia venrea he mo-
lestia syphilinca, e molostia syphililica he
molestia venrea I Yin ha ninguem que
ci.i'i saiba que syplnlis ho mal venreo, e
que mal venreo 110 syphilis; mas o annpn-
ciante ontendo que como a palavras sfiodi-
versas, nfio podem deixar de significar mo-
lestias dilTerenleg! Ilemaev qualagravi-
da le das consociuenci >s, que .d'ah po-
dem resultar. Um curioso, que nBo sabe
conhecer, nemdistiuguir as molestias, co-
mo pnder Ins dar o remedio apropnado
para cura-las? Isto salla aos olhos ale do
homein maia rustico!
A vista do expeu li lo flear o povo conlia-
cendo que o Sr. Carneiro LeBo nada sabeab-
solutamente, e que o scu nico li m he.sacri-
licar a vida alhoia sua ignorancia, o co-
bir;a.
Os curativos que o Sr. Carneiro LeSo flzer
podem ser feitos por qualquer pessoa que
saia lor ; pois que a homcoopaltiia he Iflo
portentosa, que at as mam do Sr. Car-
neiro I.flo piel lili i'IIi'iln.
S contiecemos nesse Sr. urna nica ha-
bilidadequehe exagerar o mais possivel os
seus fetos homccopalhicos; mas como a
homoeopathia n3o precisado mentiras para
si sustentar, porque olla se n.'i 1 funda em
lo ipodrrs alicorees, iiBo deixaremos de
din li'ni 1111 essas mentiras, como cousa mui-
lo ruim, de que uuic uante se sorvem os
traficantes para engauarem a credulidade
publica.
Dr. Sabino Olegario Ludgero \'inho.
(Continuaremos.)
*-3
guerra americano Uolphin, commnndante
S. P. Lee. Anda cruzando e ballsando os
portos aono entra.
Navios saltillos no mismo da.
Camaragibe hiate brasileiro Novo Desti-
no, mostr F.slevBo Ribeiro, carga vario*
eneros. Passageiro, Jos Campos de O-
veira.
Trieste -- brigue austraco Kmrac, capitBo
G. B. Clcerseck, caros assucar.
EDTAL.
Redamo' das le'.
Carvalho
Castro LBo
.Mello Kego
luslatccao' publica.
M.iil tlonleiro
Varrilo
llntlo
Eslatistiea,
EllelHH
Marlins Pereira
Pinto de Campos
nica civil e criminal.
Costa Gomes
EsMIita
Castro l.iin
Negocios ecelesiasticos.
Padre Campos
Padro VarejBo
Villela
Examc de posturas.
Bario de c.i| iij.eemu
Sa Pereira.
Major Oliveira
Orcamento das cmaras.
Augusto de Oliveira
Oliveira Maciel
Manuel Joaquini
Saude publica.
Si Pereiro
Aquino
Major Oliveira
Barros FalcBo
(Jan berlina
Jos Pedro
Agujar
Costa Gomes
Soma l.ello
Pctices.
lAgilacao,
31
23
19
21
20
17
20
19
16
23
23
22
21
31
21
11
1.:
111
M
93
8i
91
21
20
23
2i
li
1(1
II
9
Ordenador,
Barros FalcSo 22
llarros Brrelo 17
Florencio 14
Poica policial,
Marlins 23
Villela ill
Florencio 12
Finda-sea nrdem do da.
O Sr. Presidente observa que nao lia trabalho
-orrespoiidencia.
Sr. Itedactor. -Ser possivelque haja ho-
mein mais petulante do que o Sr. Sabino
Olegario Lurtgerio Pinho? Espanta a todos
que leem os seus artigoMle medico do poro,
a audacia com que fall e n Pernmbucol
como que fosse um senhor nosso. Eessa?e
nBo mo tomou a sua conta .* NBo falla do
ohjecto nenhum, qun mi mo ataque, E he
possivel, que eu suppoi te semelhante pata-
galada ? Ni.1, Sr rodador, nBo he possivel.
Ja que esse homem, constantemente me in-
sulta, nBo o pouparei mais. Chama-mo tra-
ficante, como outros, que curam homeopa-
thicamente, quando esse miseravel velo en-
cher a barriga na nossa Ierra: verdad airo
aventureiro que nada sabe de homaopatlua,
persuade -se que ha de illudir.comoj o fez,
hoje que todos lem os mesmos livros, e que
a homoopathia he conliecida de todos. Esse
homem liado em ser mlico, cut"ndeu que
a homeopathia ho sou patrimonio, e Per-
nambuco sua feira : que til ? To los os per-
namhucanns sabem, que eu nBo sou medico,
nem cirurgiBo, que assim como curo hoje
homeopatliicameutP, lambn j curei allo-
pathicamente, porque me chamavam,o criam
em mim. Entilo, nunca foi guerreado, e hu-
jo que me querem, e mo CHamam para os
corar homeopaIhicimeulo.que cilpa tenho?
porque nOoquorem a esse homem, que
diz, que s elle, e quem elle quizer, he que
ho ho'iicopatha puro? Porque? ho porque
eu curo dez mil vezes melhor, do que olle,
i|no a ninguem cura, porque nBo se curam
molestias graves em casa, comendo. dor
nundo, e jugando. He indispensavel vor os
doenles multas vezes, para hem examna-
los, o conhecer as diferentes pitases que a
moleslia aprsenla, os dilferenles offeitos
que o doenle solT'o, a soa physiono-nia, o
seu olhar, o seu pulso, que he o que indica
o estado do doenle, etc., etc., etc. Ora, um
Dr. que isto nBo faz, que osla n'um oslado
de obesidad', como p le ser chamado ? para
pedir por cada dse 10,000 rs, e por Visita
outros 10,000 rs,, isto ho, quando ho aqu
na cida li; mas fura nos seus su'.iurbius s3o
Olllm.Sr. olli-ial maior servindo ds
inspector da thesouraria da fazenda provin-
cial em numprimento da ordem do Exm-
Sr. presidente da provincia, manda fazer
publico, que nos dias 9, 10 e II do corrent
ir a prara para aer arrematado, perante
o tribunal administrativo da mesma the
souraria, a quem por menos flzer, 16 grades
de ferro para a obra da casa de detemjBo.
A arrematarlo ser feltl na forma dos
arts. 24eS7d le provincial o. 36S da 17
de uni do 1851. o sobas clauzulas espe
ciaes .1 lu ni copiadas.
As pessoasqueso propozeram a esta ar-
ri'in il 1 ;.'i 1 coinpare;am na sala das sessOea
do meamo tribunal, nos das cima men
donados pelo meio da competentemonte
habilitadas.
E para constar se msndou alisar o pre
sent a publicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria da fazenda pro-
vincial de Pernambuco 9 de margo de 1852.
. O secretario.
Antonio Ferreira d'Annunciac,fto.
Clauzulas e-p'ciaes da arramatago.
1*. Todas as urades serBo feitas da con-
formidade com o oren monto e dezanho jun-
to, a pelo proco do ipo rs. a libra,
2.a O arrematante ser obrigado a apro-
sentar dentro do 5 dias urna das grad-s
prompta, a no uraso de 70 dias, entregar
todas as 16 grades promptas, contados am-
bos os prazos da data da arrematarlo.
3.* O pagamento ser feito em das pros-
tac-Sis da maneira soguinta: a primeira.
_
do esliverain to las promp'as o enlreguas.
4 O arromatanta sera ubrigado a ompre-
gar na contruciflo destas grades o farro da
inelhorquali lade que se cosluma empregar
em taes cazos.
5' Para ludo o mais que nBo* est deter-
minado as preSen'OI clauzulas, segur-se-
haoque dolcrmina a le provincial n. 286
dol de maiode 1851. Conforme.
O secretario.
A. F. d'Annuucia<;3o.
riadas o elegantes posicOes, e oxercicios de
grandediniculdale, terminando-as pelo dif-
Hcil exercicio de eoibalancju-se com um s
p sobre o dito lio, sem perder nenhum
ponto do equilibrio, o qual tem silo sempre
Coroadoe repetido em todos os theatros do
Brasil.
Quarta parte
GRANDE DAM.: v DE CORDA TE/A
'F.i.os Mrirfi nncipuLos de m. noaiaT.
0 joven Pernambucano, a joven Josephi-
na Fluminense, a jovenzinha Gena da 4
anuos, e o Maranhense, o qual executara u
grotesco papel de pilhaeo.
I.* Principiar esta com urna acea gra-
cos 1 elecutada pelo palha^o o seu patr.lo, o
em segpida o dito palhtco executara sobre a
corda lima daoca grotesca.
. jovenzinha Gentia, dapois da haver
porcorrido a corda executara as suas deslo-
ctiej guiada pelo talingo seu mestre.
3" A menina Josephina de IJale9annos,
o em traje de amor, auparecer aobro a cor-
da, na qual desempenhara vanos o elegan-
tes exercicios mu diUceis, atienta a sua
pouca fu re; 1 e tenra ida.lo, terminando pelo
solo inglez.
4.a Terminar esta o joven Pernambuca-
no, que so distinguir sobra a corda, exe-
cutara varios passos de muita difliculdade,
danca de elevares difllcilimas, equilibrios,
etc., ele acabando por dancar urna mu
bonita danca de carcter.
Principiar as 8 lloras._____________
Avisos martimos.
Para o Rio de Janeiro segu imprete-
rivelinenle no dii 3 do convine o brigoe
Leo, qem n'elle quior carregar es:ravos
a fre- pois ja se acha a banolado de carga:
?a entenler-seno escritorio de viuva Gau li-
no & Kilho, ra da Cruz n. 66 ou Com o ca-
piUo abordo.
I'ara o Rio de Janeiro vai
ahir com a maior brevidade po.s-
sivel, o |iH iilici nacional Alegra :
igual a melado da imporlancia da arramataV ara O resto d> cargaj pas ilgeirOI
|a0, quando estivcrimpromptiseentregc.e e eScravos afrete tratn-se rom
II grados, e a segunda i^ual primeira quan- e escravos a traill-86 com
Novaes rk ( uuiji uilnn, na ra do
Trapiche n. .'> .
Lciloes.
- -4
Declara foes.
preparados sobre a mesa; porquanlo aos pro- 50, 80, O 1011,000 rs por cada visita e dse
jectai i|ii,. i.-.n mi da legislatura passada res- isto ho o que ho ser traficante, isto ho O quo
|aui Bollona, pois que os ile mais forain reuiel- he ser ganhador, islo ll 1 o que li ser ambi-
ESJ """"issoea que nao deram parecer a cioso, o ludo O mais quo so possa chamar.
Saafl5L,t,U*l>0 ri""nv ll,ha que as com- Mas eu, que vou aluda parte nesta cida le e
niibjuFj oceupassem de tureiMUr seus tra-
li ion., com ,
-evidade.
I nai
'-iiiiiir. lefiura ,
seus suburbios ver as pessoas que me cha-
mam, o se me entregan) para as curar, que
, pareceres, requerhnenios vou continuamente ve-las, e quando licam
eprojecio); srgunda -,cussan do projecio n. boas me dam o que querem, ou mopa^am
10 do anuo passada, aoe.,, Uo calcamento dis as dses que tomaram a 5,000 rs., com o
!!*.',.'.,aC. h',,'-f?n,,ru,c5a- de seVs passelos, que mo jutgo muito bem pago, sou tralican-
ca vocal instrumeniSi docoiieelodo."rS, Miseravel! se he capaz, se tem vergonha,
aos 1. ni o. professores pblicos. Pricnei!, lt'. aprsenle a quem ja matei, sob pena de pas-
iii""' da posmras d< cmara inumcip.v,.|c sar por um vi] calumniador.
O vapor brazileiro Paraens"
commanlante o capitBo da
fiagalaM. F. da Costa Perei-
ra, lleva chegar dos portos do
Norte cm 5 do cirrente mez de marro a
seguia para os do Sul no da seguinte aode
sua entrada
-- O procurador da cmara municipal do
Recife previno aos donos de carrosas o car-
ros da carregar fazen las, e aos de estsMa-
cimentoa, que tem da pairar o imposto das
liceiifas decretadas polos 3 e 4.a, art. 23
da le provincial de 9 de maio de 1851, que
o praso marcado para pagamenio de litas
licenQss.principiou no primeira e sa ultima
no ultimo do correte lindo o qual, aquol-
les que o nBo liznrem, incorrer.lo na pena o
disposicos do arl. 32 do regulamenlo n.
360 de 15 do jimlio de 1844; islo quanto
aos dunns de eslibelecimentos ; a quanto
aos do 1'. 1 roc.as, incorrero na pona da 128
rs., tu 10 do conformidade com o rpgolamen-
to municipal do 26 de agosto de 1851. Igual-
mente previne, que ninguem pode abrir loja
ou casa de commereio, para exercer qual-
quer industria commercial, sujeitas ao im-
posto cima, sem que primeiro fa;a derla-
racBo na cmara municipal,do lugar om
que protendo abrir, e nalureza do negocio,
para ser inscripto no livro do lanciimento,
sob pena de 10,000 rs. de mulla, no caso de
contra vneto,
Perante o conselho da administracBo Na-
val iion do arrcmalar-se em basta publica na
porta do alinoxanfado urna porcBo de cabo
da linho velho entregue pelos difTereutes na-
vios, pelo que sBo convidados todos os que
quizerem lauQar sob o dito ohjecto a cjmpa-
recerem 13 horas dauaoMa do da tioz
do coi renta : oulro sim conlrata-se o foriio-
cimento de azeite do carrapato no usno
dia a cuna, cujo contracto le minara no ulti-
mo ilr 1 ou i" vio lomo,os 1 >ii 1 quizerem fazer
lito contracto sBo convidados a compaiece-
ii'in na sala das sesdes c un suas proposlas
declarando o ultimo prego, e quem Olfla-
dores.
Salla das sessfies do consellio da adminis-
I 00,11111 Naval 28 de fevereirode 1852 II sr-
i'iciarlo,lihrisinv.i.i s mi'l.ig 1 de Oliveira.
Maia llamos & Companhia lun le. lio
por iitarvehe.30 docurelor Miguel Carnei-
ro no da '|ii 11 la-leira 3 do corrento as 10
horas da manhBanm ponto do restante dos
objectos do sua loja na ra \nv.i n. 6, como
seja ricos jarros de porcelana,eslojns para
barba,manteletes do dilTerentes qualidades,
bicos de seda e de linho, luvas, flo-es para
iif-i'.i s, tinteiros de porcelaua, e do brun-
ze e outros minios objectos que serSo en-
tregues por qualquer preco.
--Adamson llouvie & Companhia farBo
leiiSo para feixar contas, por interveuQBo
do correlor Miguel Cirneiro, no dia quinta
feira 4 do corrente ao meio dia em ponto:
no seu irmasem na ra do Trapiche n.
42, de urna porgBo de tinta de diversas co-
res em oleo e urna porcBo do lio para sapi-
teiro.
O correlor Oliveira far IeilBo, por or-
dem de Agoslinho Neiy da Silva, capitBo do
borgantim brasileiro Mana Libada, e por
conta o risco de quem pertcneer, do restan-
te sal, que dito borganlim conduzio para
este porto, procedente do Ass, onde sua
sabida encalhou, eaqui chegado aos 16 de
fevereiro ultimo : quinta-foira, 4 do corren-
te, as 10 horas da manhBa em ponto (porque
0 correlor leen da seguir no mesmo dita
fazer outro IeilBo!, a bordo do dito bergan-
1 111, fon.loado defronlo du Caes do llamos,
onde dito sal podo ser com antecedencia
examinado.
Q O corrotor Oliveira far IeilBo, por or-
dem do II 111; Itichardson, capitBo da bares
inglcza Fairy Quecn, por cunta e risco de
quem pertencer, e em preson^i do lllm. Sr.
cnsul do S. M. II., de 382 saceos de assucar
branco avaiiado, sondo parle do carrega-
aiento da mesma barca, arribada na sua l-
cenla viagem procedente do doCalcutl,
com destino ao de Dublin : quinta feira, 4
do correte, s 11 horas da manilla em pun-
to, nn trapiche .lo Angelo.
>J------------ 'I, I IT
bo, ou entregar nesta prac.a na ra de llor-
tas n. 34, que ser geuerosimenta recom-
pensado.
Precisa-so de um csixeiro do 12 a 16
nnOs de idade : na ra Imperial padaria de
fronte do chafarlz n. 43.
O encarregado da festa de N. S. da Con-
ceicBo de Behiribc, declara que est entre
guo a irmandade de N. S. do Terco a porna
do cortina, que se tem exigido por este
Diario.
o dia 20 de fevereiro desappareceu
um escravo da Jos Antonio Correia J.unio~,
de nomo Jos, de nac,3o congo; eslalura
baixa, corpo grossn; representa ter40annos
de idade; levou caifa e camisa de algodBo
azul: quem o pegar queira entrega-lo no
fundo da igreja do l.ivramento, na loja de
sapsteiro de urna s porta, Manoel Espin-
dola do Men Innr 1, que recompensar o Ira-
balho.
Deseja-se saber se existe nesta provin-
cia Ignacio l.o jes da Silva, ou alguem qun
faga suas vezes, ou inescnu que delle d no-
ticia annunciandu Dlo Diario, pois he ne-
gocio da seo interesse.
O Sr. Manoel Carnniro Cavalcanle do
Vlbuquerque, queira indicar por esta fulleo
o lugar da sua assistencia nesta prar;a, para
se lhe fallar a negocio de seu interesse.
Barnardino Ferreira dos Santos Gui-
marSes, subdito portuguez, retrra-se para
Portugal.
-'Francisco Antonio SmOes, vai a Eu-
ropa.
Precisa-so de 400,000 rs. a juros, dn-
dose em hypotheca urna casa quem liver e
quizer dar, annunciu por este Diario para ser
procurado.
Precisa-se do urna prela, que saiba la-
var, engommar e lomar conla de urna cri-
anza, prefere-so forra : na ra do Vigario
n. 3.
-- JoSoMinoel Pires, vendo sua taberna,
sita 110 liee-o da Lingoeta n. 5.
Aloga-se um sobrado de mu andar com
i'aotloi, na ra imperial n. 29, com com-
100 los pira grande familia, quinlal, carim-
ba o torneo : os pretenden'.es, dirijani-so a
ra das Cruzes n. 2s, terceiro andar junto
a padaria,
Alna-se una casa terrea
com bistantes commodos para qual-
quer familia com quintal grande
murado, tellieiro e brno, proprio
oara se estnlieleccr p-tlaria, no
beceo) das Barrciras, com os lun-
dos para a cambda ; a tratar no
aterro da.lioa Vista n. 63, primei-
ro andar.
- Aluga-se um sitio nos seguintes luga-
res :--Passagem Remedio, Torre, Capun-
ga, Manguind, e Punle d'Ucha paga-se
bem : na run do AragBo n. 32, ou annuncie
por este Diario.
Quem uno- e quizer algar urna casa,
Lotera do l\io de -laneiro.
aos aoicioo,uno e 10:000,000 de rs.
O cmtclista Siiliisii.iu 1 du Aqui-
no Ferreira avisa ao resp litavel
publico, que a iuteria a benfficio de
um hospital as Agoas Virtuosas
da Campanha, corren em 27 de
fevereiro deste auno, c os bilhetes
e cautel is da mesmo lotera csto
sement a venda, na ,.nn; 1 da In-
dependencia n. i3 e i?, loja de
calcad" do Arantes, e na ra da
Cudeia do Recife n. L\G loja de
mudezas de Jos (''ortunato dos
Santos l'orto, e sao pagos sem des-
cont algum todos e quaesqtier
premios que sahirem nos bilhetes
e cautelas, vendidos as lojas ci-
ma mencionada logo que che-
guem as listas.
atldeles 33,000
Meios 11,000
Quartos 5,5oo
Oitavos 2,800
Vigsimos i,3oo
- Vende-se azeite de carrapato purifi-
cado da fabrica da Araujo & Companhia Fi-
Ilia,no Penado, proprio para candieirn de sa-
la pela sua duracBj o limpesa a 400 rs. a
garrafa : no pateo do Carmo n. 2, venda
nova.
Baratssuio.
Vende-se um terreno na.rua da Aurora j
aterrado, tondo fundo at a ra do Hospi-
cio, e frento 55 palmos: lambem se ver.de
s a ra da Aurora : a tratar na praca da lo
dependencia n. 17.
i3" Sorvete as 11 horas c a noite
pelo preco de 1G0 rs.
Na rua estreita do Itozario n. 4i contina
haver servlo todos os dias das II horas as
3 da tardo, c das 6 as 9 da noile, pelo prego
de ICO rs allm do quo a rapasen la Dsa sa-
lisfazer molhor o scu apetite ocn virtuJe do
precinho.
CERA EM VELAS.
Vende-se cera em velas, fabri-
cada no l i 1 de Janeiro, de muito
bom sorlimento, c por menos pre-
co do que em outra qualquer par-
te : no escriptorio de Novaes ck
Companhia, na rua do Trapiche
n. 34.
Capachos baratos.
sendo as ras seguidles : Hospicio, For-, Vendem-se capachos com 3 1|2 palmos a
moza, Aurora, Alegra, S. Gongalo e Roza- 500 rs. : na rua do Queimado n. 16, loja de
rio : que a drlgir-sa a ruado AragBo n. miudezss.
Avisos diversos.
32, 011 annuncin por este Diario.
li. ~ |i an < 01 na noite do dia 27 do
prximo passado, da rua da Trempe n. 15 ,
um escravo creoulo, de no no Cosme, o qoal
lem os signaos seguint-s : estatura regu-
lar, grosso, ilfscmbaracado no fallar, heco-
xo de urna perna julga-se que au lar pe-!
lo Monteiro c seus contornos, porque foi vis-
to 110 alevantanieulo da han ieira : por isso,
roga-se a qualquer pessoa, quo o vir, de o
pegar e leva-lo a rua cima, quo ser re-
compensado.
Attenca >.
Ricos pesos pira suster papel.
Vonlem-se muito booito9 pelos para sus-
ter papel polo coinmolo preco de 1,600; na
rua to Queimailo n. 18, loja de mudezas.
Luvas de lio da Escocia a 2oo rs.
o par.
Vendem-se luvas de lio da Escocia com um
pequeo toque oe mofo a 200 rs ; a ellas que
i'.-i.io se acabando : na rua do (jueimado 11'
16, luja do miudezas
-- Venda-so um dereco do ouro obra do
Porto u uilo rica por barato proco : alraz/la
Pergunta se ao senhor cautelista Salusli- matriz da Boa-Visla n. 21.
ano de Aquino Ferreira, so lie s sua merc
que tem bilhetes para vender, da lotera
concedida a beneficio do um hospital as
Agoas Virtuosas da Campanil; pois quo as-
sim se entende de seu annuucio publicado
neste Diario em data de 2 do corrente, e
--Vonoo-so una preta da na;."o, mossi,
debonila figura, emgomma lizu, |ensaboa
bem, rosinna diario de urna osa, sabo ven-
der na rua ; quem a pretender dirija-se
ao pateo do Carmo n .
Vende-seo deposito de assuor do atir-
Florrf, E levantou a
im-ii> da larde.)
iesso (s duas horas t
DIAlilii jj PMAIBIJC1J.
RECIFE 2 DE MARCO DE 1852.
Deu honlcm parle de doenle o Sr. deseinbar-
gador cliefe de pulida, e ainda au loor.....s
islas loili if ignoramos qual o magistrado que
o deve substituir interinamente.
I________M_a_t)-Maa~Mjsjjaag!gaM
("ota Mimicado.
J disse aoS'. Dr. Sabino, que elle aqu
'' la he, nada val ; mss o diabo tem-se-lhe
ni o 1 i nos couros, o esta verdadeirameole
possesu,. Sr. Dr. Sabino, contenha-se, to-
mejuizo, e teuha vergonha, do contrario, o
burro que m de ser cuntido pela rJea, e
lvalo a la, s-m dovida ueohuma, sor o
senhor: repare para os seus iusuitos.se lem
perdido a razBo, tome urna dso do stra-
111.uno, ou eniBo continu ; esua aliua,e sua
palma; mo lio possivel quesasofTra por
muito lempo um endemoniado.
Carneiro LaBo
O MEDICO 1)0 POVO.
Momento. Itomv. t/uiapuh'ises,...
ct ia pulvetcm levtrteris.
COMMERCIO.
10:688,325
ALFAfiDLCA.
Lembra-te. homem. que es p,... RendimOOtO do dia 2, .. .
e que dp te lias de reu-.ir. I iiipnrl i i;i o.
Doixsmoi de proposito que se publicas- Patacho nacional Bella Annila, vindo do
sem repelidas vezes os annuncios do Sr. Rio de laneiro, consignado a Manoel A Ivs
Francisco de Paula Carneiro LtBo para ver- Cuerra Jnior, mnnifestou o seguinle :
mos, seos erros que neiles se encontram, 2 caixOes oleo de nc.no, 4 ditos mel de
seriam originaes, ou typographicos, posto ibolhss nacional, 112 caixinhas com 534 ar-
que nBo tivessemos. davida alguma acerca robas de cha ; ao consignatario
da nriginalidade, porque sibemos perfeila- CONSULADO CEIIAL.
menleque esse Sr. nnotem o menor coohe- Rendimentodo dia 1.....1:689.878
cimento de homceopathia. Emseusannun- |jem do dia 2........1:515 43
cios se aclito as palavras pleris, desinteria, ____.!___
c syphlyliea, em logar de pleuriz, dysenteria, 3.205 371
c sijphiinicn, a pMavra pltrii foi corregida _.___
nos ltimos annuncios. Como he pois que DIVERSAS PROVINCIAS
um homem,que nem sabe escrever esses Rendimentodo dia 1..... 17,119
termos 13o cotnmuus, tem o arrojo da se |demdodit2......... 243 277
oflerecer n, publico para eurar suas enfer- _____'..
midades? Se elle nem ao menos sabe es- 260,396
crevero nome das molestias, como sabera _________
conhece-lts; e cura-las? Queremos mesmo ExportnC/o.
por candado conceder que ludo islo foaso Rio Grande do Sul, patacho brasileiro S.
erro do compositor, e nlo originalidadado Francisco, conluzio o seguinte : -- 700 al-
homem quo lem aprendido o fraucei, e que queires sal, 2 rodas e 1 gigante de ferro, 2
otraduzsoirnvelmente. Carregue o com.- aguilhOes com rodas, 1 moinhn de relar, I
positoressas culpas, quo nos nBo procisa- caixBo ferragens, 500 meios do sola, 590 bar-
raos d'ellas para cumpnrmos oqua devo- ricas com 3999 arrobas o 22 libras de as-
mos humanidade, e a sciencia. Nao que- socar.
remos porm deixsr correr por conta do KECEBEDORIA DE RENDAS INTERNAS CE-
composilorou da typoxraphia os erros eras- hxes DE PERNAMBUCO.
sos, que adiante se seguem. Diz o curioso Rendimenlo do da 2.....1:304,269
aiinunciaulH : Fulano de ll.... Oftarece-se CONSULADO PROVINCIAL,
para curar homceopatnicamentt... disenteria Rondimenlo do dia 2 2:450,444
sangunea .. toda molestia wnrea e.... y-
pklyliea etc.
Repito bem o publico, quantas asnoiras
eslBo neslas expressOes A palavra dysen- ^ ^
teria s por si significa deieeco'ei sanguneas, navio entrado no dia 2.
u diarrha de eangue ; islo be, sempre que llht de Fernando 3 dias, brigue escuna de
lili:ATRII DE APOLLO.
Sabhado 6 de en oro e 1852.
BENEFICIO DI ACTOR 1IERNAUOIN0 DIO
SkWKA.
Sobi' scena pela primeira vez o apa-
ratoso drama em 3 aclos que tem por titulo
Hariadain Barb.iroxa.
Terminar o espectculo com a nova e
graciosa far^a quo lem por titulo
Oh!
'---------- i _l_. --------- M-------------J_. _
Muvtmentodo porlo.
que a puros.
V
ON0IV0EMM4NGAS DE CAMISA.
Ha este o divorlunentoquo o beneficiado
tem a honra do pela primeira vez a.iresen-
I o a .-. "i- au i ;,,.,. ,. .-ni resneiltvel publico
de quem espera merecer prot-ccBo e indul-
gencia.
Principiar s 8 horas.
THEATRcTE^FufCISCO
(,il|\T.\-l-'EII(,\, 4 DR MARgO DE 1852.
2.' repres:ntaca6 da companhia Hobert.
Em i ii i.-1 ,ii i .i i-.! 11 as duas artistas novas
as ,|Uaos s.lo : a joven Fluminense de 9 an-
uos, e joven Cenlia de 4 anuos.
Mr. Hobert o sua companhia desejosos
sempre de mostrar o seu agradec ment
para coa O respeilavel publico, pelos louvo-
res quo dolle ha recebido, vai reduplicar
seus eslorcos nesla segunda representado,
para a fazer cala vez miis merecedora da
approvacBo geral, a qual constar de qualrn
partes na seguinle ordem :
1. parte,
l'hysica recreativa.
II r. Hobert dar principio a esta primeira
parte com urna grande variedade de surtes
de physica e mgica, jogos do mSos, mela-
morplioses as-mais singulares e sorprehen-
deoles, nunca vistas al agora.
2. parte.
Monsieur Escot, madama Angot, e made-
moiselle Grichelte.
BAILETE CMICO
I) meado em trage o msica anloga, exe-
cutado pela menina Jusephina, o Sr. Maudu
e o Sr. Alexsndra, o qual far o engracado
papel do gracioso Mr Escore
Terceira parte.
Arante trocho
Pelo Sr. Alexandre, artista Maranhense, o
qual se apresantar pela primeira vez nesta
cidade sobre o rame, uo qual executara va-
Anlonio Shlappriz, vai a Europa.
Na rua do Crespo n. 16, loja que volla
para a rua das Cruzas ha um lindo sorli-
mento da chitas Irmcezas a 20 rs. ocova-
do, o outras iiileiramoulo mu lernas, con
li r.-a. i] ic pelo prer;o ninguem deixar do
comprar ; vende-se lambem muilo superior
sarja espanbola pelo barato uno; i da 2,200
rs. ocovado, cortes de vestido de barra h
4,000 rs ditos de chitas ingieras tambem
de barra a 3,000 rs. e ootras muitas fazau-
.1.1- que s a visla do comprador se ple
dizero preco.
Miguel Es'leves Alvos, com casa dear-
matesno bairro do Itccifo, na rua do En-
cantamento n. 4, lemnra aos Srs. arre Halan-
tes de canos fuunbios, quo foi desnecessa-
no f o mesmo hair'O por quanto ja do todos era
sabido. O Mirn faz p iblico que como al
aquisa encarrega de qualquer enterro, ti-
rar as licencias, e couduzr os cadveres para
o comilerio a vonta le de seus donos, sem
estes l'iecn o menor trabalhn,para o que lem
todos os prepares necessanos como sejam
CaixOes i ni ola lo-, para aojos, pino, ricos
para cobrir os mesinoa, e pannus de cruz, e
lambem Tomece caixOes piulados de preto
para enterrar; assim como aclia-sc a sua ca-
sa prvida de um ludo para qiialquor arini-
CBo do igreja ou ofiicios, e Indo por mnnoa
preco do que em outra par*.
-- Tendo o abaixo assignado sido colecta-
do em 24,000 rs. no primeiro semestre do
1851 a 1852 e indo agora pagar se lha exigi
40,000 rs. por assim estar lancado fiissoo
Sr, l'eioua da Silva); vio-sn o annunciante
obrigado a pagar a referida quantia para
evitar mais prejuizo; tem o annuncianta
ileixa lo do hoje cm diante do vender agoar-
denle deproduccBo brasileira na taberna n.
21 da rua das Cinco Puntas pelo que ja re-
quereu ao Sr. administrador para mandar
eliminar oannunriaiile da lista dos colec-
tados; eo faz certo ao Sr. empregado.encu-
regado do lancainento no presente semestre
para que no lim do semestre nBo baja oulro
engao. Autouio Joaquim Salgado.
No dia sabbado, 28 do prximo pifen-
lo mez de fevereiro, desappareceu desta pra-
i;a, tendo vindo do engenho Paratibe, o mu-
lato Corneliu de idade 22 annos, com os sig-
naos seguintes : alio, secco, rosto compri-
do, olhos protos.e alguma cuusa vivos, ore-
Ihas regulares cabellos encarapinhados,
nulos grandes com os dedos comprlos e
gressos, ps grandes, nBo tem barba, cor de
caoelli, 09 denles pouco limados, he um
tanto ladino; lovou jaquola de merino prelo
ja velha e com gola do vello, camisa de
madapoIBo, cale i de algodBosinho trancado
com liatras zoes, sendo urnas estreilas o
outras largas, e foi com chapeo de pagem.
Levou um quarlao pedrez e 32,760 rs. que
Ine foi .i-u entregues para dar ao seu senhor
Este mulato j fez urna.fgida quando per-
(enca a oulro senhor, e foi sssentar prapa
de imperial marinheiro, dizendo ser forro :
tatvez queira fazer o mesmo agora : quem o
pegar far o favor levar ao eogenb Parati-
com sua rosposla muito obligar a.quem bo roda lloa-Vista n. 68: quem pretender di-
amanto >la vrr Knl'. rija-so ao mesmo, que achara com qiioiu
Offerece-se para caixeiro do qualquer tratar.
arrumucBo. um rapaz brasileiro do boa con- Bonitos padrocs de pentes de tat-
ducta, de 14 a 16 anuos, o qual tom pratica j i ii
do commereio : quem o pretender, annun- taruga, pare prender calicllo.
ci por esti folha. Vendom-so bonitos pent-s de lartaruga
Precisa-so do um homem, que saiba fa- para prender cabello, pelo commodo preco
zer bolos e colfollar : na rua do Hospicio do 4,500 e 5,000 rs.: na rua do Queimado
sobrado n. 15. n. 16, loja de miudezas, d se amustias.
*-- Precisa-sede urna preta, para o serv- Bicas iiing lis cliegndasde I.: lu ..
Co do casa do pooca familia, saliendo en- Trocam-se as seguintes imagens : S.
gommar: na rua dos Copiaros, sobrado nu- BjBto| 3i0uo rs.. s. Francisco. 3,000 rs.; S.
mero 4. Benedicto, 3.0110 rs ; S. JoBo Baptisla, 2,000
Manoel_ Ferreira Antones VHlaca, em- rs ;S,m yirgarida, 2,800 rs.; Santa Eligo-
baicapara fora da proviicia, a sua escrava nia> 2,500 rs.; Santa Agoiia 2,500 rs., o N.
Ira, creoula. Senhora da Sa le, 2.800 rs. : na ruado
-- Ainda esta para so alugar o sobrado de QUemsdo ,6 |0a ,ld miuJezas.
um andar, na rua Augusta n. 94, que mi es- p ., j t cu,,,,a de nn a
quina para o viveiro do Muuiz, com bons ralllOS Oe logo em caixas ue pao a
commodos, mesmo para grande familia, por, 2o rs.
mdico preco o aloguel; quen o preten- Vendem-se, na rua do Quoimsdo n. 16, lo-
der, uinj i-se a venda por baixo do mesmo,' j, je ju,ieas.
qun achara com quem Iralar. |',.;Soo A m(., a i tnn .<
4 Jos Baptist. da Fonseca Jnior re- ^' "Isas de meia a 1,100 rs.
Ven lcm-se linas camisas de n-ia 1,100
mette para o Rio do Janeiro as suas escra-
vas prelas de nomo Calheriua e Luzia.
-- llalthazar Pereira da Fonseci Bastos,
relira-se para Portugal.
JoBo II. Borgcs D-niz, embarca para o
Rio de Janeiro, a sua escrava Thomazli.
Fiaocisco de Miranda Leal Seve, em-
barca para o Rio do Janeiro a sua escrava
parda, de nome Mumella.
Fernando Jos da Rocha Pinto, exporta
para o Rio do Janeiro os sous escravos se-
guintes : Concallo, Joanua, Bertuloza e Ma-
riana, tolos creuulos.
JoBo Fernn les Antonio, embarca-so pa-
ra a Babia a tratar de seus negocios; levando
em sua companhia sua sennora Francisca
Mara da Cuii'ti.li, o i-ii mano Manoel Fer-
rs. : na rua do Queimado n. 16 loj
miudezas.
do
Anneis de cornalina verdadeira a
i,300 rs.
Venlem-se lindos aunis da cornalina ver-
dadeira a 1,000 rs. tanto para homens ,
como para senhoras : na rua do Queimado
n. 16, loja de miudezas.
Ligas de borracha a 160 rs. ,
o par.
Ni rua do Queimaoo n. 16 loja de miu-
dezas, voiidein-se hg.g de berrocha a 160
rs. o par, nada tBo barato; a ellas quo eslflo
so acabando.
nao i''- Antonio
oito stuhimann, subdito AllcmSo, faz | Lindos espelhos de jacardnd a
urna viagem a Babia.
G. Belenot, e J. J. Weilcuman vBo fazer
urna viagem n Europa.
M.^.,-.,-. ._ .i. -. ......'."ai
Compras.
Na travessa da rua dos Crues 11. ^com-
pra-se Diarios a 120 rs. a libra.
-- Cnmpram-se, para urna encommenla
do. Rio d Janeiro, 2 escravas crooulas, ou
pardas, do 12 a 20 annos, e 1 moleque do 14
t 18 nrnios : na roa Nova n. 16.
Ven Jas.
Lotera do Rio de Janeiro,
Aos 20:000,000 de rs.
Na loja de miudezas da praca da
Independencia n 4> vendem-se bi-
lhetes intuiros, meios, quartos, oi-
tavos e. vigsimos, a beneficio da
at. lotera do thedtro de S. Pe-
dro de Alcntara que correu a
16 de fevereiro, e vem a lista no
primeiro. vapor. Na mesma loja
tambem tem a venda bilhetes in-
teiros, meios, quartos, oitavos e
vigsimos,
a beneficio de um hos-
pital as Agoas Virtuo-asda Cam-
panha no Uio de Janeiro.
a,4oo rs.
Vendem-se muito bonitos espelhos do jaca-
randa, com columnas e do muilo bom vidro
a 2,400 rs : na rua do Queimado n. 16, loja
de miudezas.
Boas e novas coi-das para violao.
Venloin-so muito novas encordoacijes pa-
ra vioIBo, por monos preso do que om ou-
tra qualquer parta : na rua do Queimado n.
16, loja de miudezas.
Vende-se, ou hypoteca-se uias casa
nova, no corre lor do Bispo, eom 100 palmos
de terreno na frenle, junto ao oilflo da mes-
ma, faz-se negocio por precisBo: a tratir na
mesma casa.
liicas caixas com amendoas con-
fcit idas, a 2,000 e 4,000 rs.
Vendem-se ricas e bonitas caixas com a-
moodoas confeitadas, chegadas ltimamen-
te de Pariz, nada ISo apreciavel para se dar
de mimo, o pelo diminuto preco de 4,000 e
2,000 rs.: na rua do yuoimailo n. 16, loja de
miudezas.
Vende-se urna taberna com poucos fun-
dos, faz-se todo o negocio, que he para adi-
anlar pagamentos: na travessa da Madre
Dos n. 1, se dii quem vende.
-- Vende-se um moloqua creoulo, com
principio de alfaiate, di 15 anuos de iJade,
proprio para pagem : na rua da Aurora n.
44, das 3 horas em dianle.
-- Venda-so urna escrava creoula, muilo
moca o com habilidades, para (Ora da. pro-
vincia: na rua Formoza na quarta casa
ierre.


T~
T>r
*-**
_-

AGENCIA
da fundico Low-Moor.
RA DA SENZALLA NOVA S. 43.
Nos te estabeleeimento conti-
na a haver um completo sorti-
mento de moendas o mcias moen-
das para engenho, machinas de
vapor, e taixas de ferro batido e
coado, de todos os tamanhos, pa-
ra dito.
Antigo deposito de cal
virgem.
Na ra do Trapiche, n. 17, ha
muito superior cal nova em pedra,
chegada ltimamente de Lisboa:
tambem se vende potassa da Rus-
sia, nova e de superior qualidade.
Deposito da fabrica de Todos os
Santos na Itahia.
Vende-se, em casa deN. Bieber&C.
Grandes pechinchas, na ru do
Creopo n. .14, loja de Jo Fran-
cisco Dias, a i4j rs. o corte! !
Riquissimos cortes de vestidos de flnissi-
nu seda e delicados gos'to, fazenda inleira-
mente moderna, pelo aralissimo prego de
14,000 rs: o corte ; ditos de cambrala seda,
seudo o mais superior que tem apparecido
do mercado, pelo barato prego de 9,000 rs. o
corte; superiores vestidos do finissima cam-
braia e de cor, com riquissimos babados o
todos os seus pertencen, sendo urna pega de
galBde oulra decordflo, que so da de gra-
tis a quem comprar os vestidos, pelo mui-
to barato prego de 6,000 rs. o corte ; ditos
de cambraia cem barra branca e de cor, fa-
zenda do ultimo gosto, pelo barstissimo
prego de 5,500 rs. o corle ; ditos de cassa
chita, com 6 i|9 varas a 2,000 rs. o corte;
ditos muito linos fazenda de muito bom
gosto a 2,500 rs. o corte; chitas cabocolas
muito ixas e finas, cores do caf e de vinho
a 200 rs. o covado; ditas francezas a 210 rs.;
ditas de quadros escuros, fazenda do ulti-
mo gosto e novos padrfles a 200 rs. o cova-
do; riscadinbos muito filos alOOrs. "
vado; cassa chita muito largas e
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oco-
- decores
na ra da Cruz 11. 4, algudao transado ila- f1HSi 200 rs. o covado; alpaka preta muilo
quellarabrica, muito proprio para saceos de fina a 6(0 rs o covado ; merino preto mui-
assacar e roupa de escravos, por pregocom- lo |no a^gno, 2,500, 2,800 e 3,200 rs. o c-
modo, vado; superior aloalhado adamascado de
na"
B 3 i S 2 < -
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illlfibi
C-2 C tt 3
fg.g3|
G ? f S.= JH
S
Be-:
ro ep
sade'commisslo de escravos. S^SStfttiBtt
Vendem-se escravos e recebem- de *M2 palmos de largura, razeuia muito
se de commissao, tanto para a pro- proprft para ropa de escravos200 o co-
' ,r|. vado; assim como outras multas fazendas,
vincia como para lora deiia, para ue 99Tendera por prego mais commodo
O que se offerece multas garantas doqueem oulra qualquer parte,
a seus donos : na ra da Cacimba Principios geraes de economa pu-
n. Ii, primeiro andar. I* Wioa e industrial
V u. 1.' 1__ Vnnde-seestecompendio.approvadopara
farinha fontana, asaulasdeprimeiras letras, a 480rs.: na
chegada ltimamente: em casa de J. J. Tas- mea da Independencia, livraria n. 6e8.
so Jnior, na rjja do Amorim n. 35. Cobertores de algodSo.
Agencia de Edvvin Maw. Superiores cobertores de algodao de di-
Na ra le Apollo n. 6, armazem de Hc.Cal- ferentcs cores, teci Jos a dous los, muito
raont&s Companbia, acha-ae couilaniemenie Krind0 lem todaapplicago em urna casa de
bons sortimenio de tai.a de ferro coadoe porS(.rvirPpara nieia de engom-
ebiV,;.d?od:,nd0erfrraroCOpra KK mad e forrarcamaf o mesmo par. cr.-
ditaap.ra armar em madeira de todSa o. ta- vos, pelo diminuto prego de 1,410 rs. na
inanhoa e madelloa o mala moderno, machina ra do (.respo n. 6. __..... n = 5 s a
horisonlal para vapor, com forca de caval- *WWWWlr*WlHMff'" i" 2. | f
1 = Coo o o
VBrOBiH
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los, coucoa, paaaadeiraa de ferro estancado
para caaa de pulgar, por menoa Preco que os
.de cobre, eacovena para navins, ferro iogle
tanto era barraacoino em arcos foll.as, e ludo
por barato pre;o.
Deposito de cal e potassa.
No armazem da ra da Cadeia
do Hecife n. u
l'ara senhora
Vonde-sosctim preto maco do su- fi
S perior qualidade para vestido de se- "
8 nliora; um completo sortimenlo de
m sarja desqda hespanhola verdadeira; U>
M corles de vestido de sarja pr^ta lavra- yi
f "da de lindos gustos; superior chama- fjjj
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Um sitio.
Vende-sB um sitio na Capunga a rnargem
do Rio Cipibf ribo, com boa csm de vivenda
nioilcrua.cjim aolflo, por prego commodo :
quem o pretender dirija-so a praga do^f.or-
po Santo n. 2, que adiar com quem tratar.
fi Vende-sa urna excedente canoa de %
fi 11 marelln com 50 a 60 palmos de com- fi
fi prida e a 5 de largo, propria para fi
fi abrira tratar na praga do commercio fi
>> 11. 2, primeiro andar. 4
? ^^???'">'** ??*>^*>**)
Abordo do bergantim Mria Libania
fund 1I0 d''fronte do caes do Ramos pretnfl-
de vonder-se o sal que o mesmo bergantim
conduziodo porto doAssnodia t do cor-
rente mez por cunta e risco de quom per-
tencer.
-- Vende-re superiores latas de sardinhag
e farinhaile araruta nova a 160 rs. a libra,
dita de tapioca a 100 rs. a libra e passai da
melhor qualidade possivel a 240 rs. libra,
nos Qualro Cantos da Boa-Viata vendan, t.
Vonde-se um subrado de 3 aodarea bem
construido, na ra da Cruz, e que rendo
1:200,000 rs. annualmente : a tratar na ra
do Collegio n. 15, primeno andar.
Vende-se urna casa, com um quintal
de 50 palmos de largo elalvez 360 ou mais
de fundo, com alguns arvoredos, comse-
jam : 20 pos de larangeiras enxertadas de
novo, na Capunga Nova, terceira casa antes
de chegar a do Sr. Carneiro : a tratar no
mesmo lugar, na casa do fallecido Medeiros,
ou no Trapiche Novo o. 4.
Sapatdes francezes de lustro, para
homem a 5,800 rs. o par.
Continua-se a vender sapatOes francezes
de couro do lustro, para nomnm, obra de
ultimo g09to, chegados polo ultimo navio a
5,800 rs.; assim como ditus para rapaz deg
Mannos, por procos commodoa : no a-
terro da Roa Vista, toja de calgado n. 58 ,
junto ao seleiro.
AtlongSo.
Na ra larga do Rozario, sobrado n. 46 ,
primeiro andar, venden-se M cadeiras, sen-
do 2 de bragos, t sof, 3 bancas, 1 cmoda,
ol mesa redonda, ludo de Jacaranda oem
muito bom uso, e t mesa ggaode do ama-.
relio para jautar: a tratar no mesoao so-
brado.
fV?f?ffftV*?fft1
Deposito de. tecidos da labri- 2
oa de Todos os Santos,
na Baha. "X\
Vende-se om casa do Domingos Al- -3
*| mercado; superiores meias pretas in-
2 glezas de peso, e oulras faze.ndas de t
* gosto e boa qualidado, e ludo por :1c
. prego muito om cunta : na mi do itif
fi l.liifinadii, luja do sobrado a 111 jrelio
m 0.29. fi
I11 muitn sime- 8 lote de seda pura;- ricos veos prelos
na mimo supe ^dl)Sei]a| linhoe ieIr0Z de Ullli,. um
or cal de Lisboa, em pedra, as- 3 grande sortimento de manteletes, ca- y
sim como potassa chegada ultima- potinbos pelos com lindos onfites, L
.o sendo os mais modernos que ha no S
mente, a preCOS mUltO raSOaveiS. rf m.rn^n, annarlnraa malaa nni.t ln- *>
l'ai mili de mandioca.
Veiidn-se saccas com superior farlnha
de mandioca a pregos rasoaveis : a tratar
com J. J. Tasso Jnior ra do Amorim
n.35.
Deposito de cal virgem. .
Cunha & Amorim, na ra da r.adeia do Grande fabrica de chapeos de sol,
Recite, n. 50, vende-se barris com supe- Je J_ Falque tua do C'ollceio
rior cal em pedra, chegada pelo ultimo
navio de Lisboa, por menos prego do que n. 4.
em outra qualqner parte. Nesto novo oi>tabelecimento recebeu-se
-- No esenptorio de Manocl Joaquim Ra- um novo o lindo sortimento de chapos de
mos a Silva, na ra da Cadeia do Recife, Sol dos ltimos gostos, tanto de seda como
vende-se por prego commodo cal virgem de do paninho para homens e senhoras, de ar-
Lisha chegada no ultimo navio, bezerro de mag3o de baleia e do aso queso vendem
lustro, mercurio, linha de Roriz.retroz, fei- por monos prego que om oulra qualquer par-
chaduras do Porto, pannos e casemiras te; grande sortimento de chamelote, sedas
de 10a. c paninhos 00 pega do todas as corn c qua-
liaDC Paulo Cordeiro- jlidades paraas pessoas que quizerem man-
... darcobrir armagOes servidas. Completo sor-
recentemente chegado do Rio de Janeiro ,ilmenlo de baiei,s vesud08 eparll|nos
veude-se na run da (.ade.a do Recfe loja n., enhor rilem.lle umollas do igrej e
50 do Cunha & Amorim. i concerla-se qnalquer qualidade do chapos
- No armazem da ra da Moe la n, 15 de 8ol. lodugH0!l0|)jectos cima mencionados
vende-se cal de Liboa em pedra, a mais no- >e dem em > a ,h
va que ha no mercado, chegada no corren o gradara aosfreguozes vista da quali-
mez, no bngue Laya ; assim como mercurio 1
doce om caixinhas de libra cada urna, tudo
por menos prego do que emoutra qualquej*
parte.
^??.> ?*????????'!
4 Na loja do subrado amarello, na ra
aj do Quoimado u. 29, vende-so um
(j completo sortimento de pannos pre- fi
SI tos linos e cores lilas; casomira preta
* elstica superior de 9 a 14,000 rs. o fi
99 cite decaiga; cortes de coleto preto fi
fi de superior casemira bordados, ditos fi
(? do dito de setim maco com lindos 19'
(9 bordados;.merino preto fino de 2,500 fi
0 a 5,000 rs. o covado; chapeos pretos fi
4 francezes os mais superloros e mo- fi
>) demos que ha no mercado; chapeos fi
(9 de castor brancos inglezes da ultima fi
{ moda, e oulras imnlas fazendas finas fi
;) e prego do agradar ao comprador. fi
Ovas do sert3o.
Vendem-se ovas dosertflo, muito froscaes
e gordas, por prego commodo: na ra do
Queimado, loja R, 14.
Novos cobertores de tapete a
1,44 rs.
Na ra do Crespo loja da esquina que
volta para a cadeia, vendem-se cobertores
de tapete, grandes o bonitos, pelo diminuto
prego de 1,440 rs.; em qualidade so os me-
lbores que tem vindo no mercado, por isso,
recommenda-se aos Srs. de engenho que
quizerem comprar da pichincha, 0S0 se de-
morem, porque ja ha poucos pela estragSo
que tem lido.
lie tilo barato,
Que laz animar ;
Quem vir a pechincha
Nao deixar de comprar.
Na ra do Crespo loja da quina que vira
para a cadeia, vende-se panno lino preto, a
3,000, 3,500, 4,000 4,500, 5,000 o 5,500 rs.
o covado; dito francez muito superior, a
'6.000 rs. ; dito azul, a 2,600, 3,500, 4,000 e
5,000 rs. ; dito verde, a 2,800, 3,000 e 6,000
rs.; dito cor de rap, a 2,600 rs. ; casemi-
ra preta, a 4,800 6,000, 7,500 8,500 e 10.000
rs. o oorte; sarja preta de seda muito su-
perior, a 2,500 rs. o covado ; merm preto
muito bom, a 2,800 o 3,200 rs. o covado cor-
tes de cassa dula muito bonitos, a 1,920
rs. ; e oulras muilas fazendas por prego
commodo.
Vende-se larinhu fontana
muito superior e nova no merca-
do : a tratar com Manoel da Silva
Santos, na ra do Amorim n. 5 (i e
58, ou no armazem do Annes no
caes da alfandega.
Fructas novas.
Vendem-se na ra estrella do Rosal io n
11,damascos em caixinhas de vidro.e caixi-
nhas de lamoras e deameixaa,e bolachinhas
de araruta ;e na mesma se dir quem vende
100 espanadores bem fetos.
Arados de ferro.
Na tundigSo da Aurora, em S. Amaro,
veodem-se arados de ferro de diversos mo-
delos.
Com dinheiroa vista.
Quem quizer poupar venha ver e comprar,
pois o ganho lie 1 as mios dos comprado-
res osempre (lelo logrados e mal servidos
reus amos e senhores, no atierro da Boa Vis-
ta n 43, deposito de assucar vondo-se o se-
guidle, assim como na ra da Aurora n. 31,
venda nova pintada de azul; manleiga ingl
7. da melhor 610 400 rs., dita Inmee'.-i a 560
rs., cha 2,000 rs., dito preto 1,920 rs a libra
tem 3 eiuiiiullios chine-es cada 11 11 a 610 rs.
a--11: ir r. liini.lo fino 100e 80 ru. velas de|"s-
perruacele a 610 is., ditas de carnauba a 280
rs. caf a 140 rs.farinha do niaranhilo a 80 rs.
dita de araruta a 120 rs sevadinha a 160 rs.
sevadaa 100 rs arros a 80 rs., bolaxinha
ingleza das grandes a 2<0 rs., dilta pequea
a 200 rs ervilhas a 100 rs. ,sab3o amarelo
a 120 rs., esta bem secco; ditto blanco a 240
rs. passas a 280 rs toucinho a 160 rs., azeite
doce a garrafa a 480 rs., azeitonas a 210 ra.,
pois de tudo se d amostra.
Vende-se um cavallo rugo ccom lodos
os andares : na cocheira da ra da Flo-
rentina.
I'otassa americana.
No antigo deposito da cadeia vclha, n.
12 existe uma pequea porgSo de potassa
americana, chegada recentomente que por
superior rivalisa com a da llussia: vande-
se por prego razoavcl.
Vende-se uma mesa do amnrollo, com
7 palmos de comprimenlo o 4 de largura :
ua ra Bella n. 16.
Vende-se ou arrenda-se o Engenho S.
Rila moente e c urente meia legoa distante
da villa de Iguarassu' com proporgOes para
safrejar-se, embarque junto ao engenho; ala-
gados, o oulras proporgOes : quem o preten-
der ontenda-secom o proprielario 110 mesmo
engenho.
Vinho de Champagne,
e superior qualidade : vende-se no arma-
eni Kalkmanu Irmilns Ra da Cruz, n. 10
Vende-se superior farinha de mandioca
do S. Malheus, por prego commodo, a bordo
da escuna Mana Firmina, fundeada defron-
le do caes do Collegio: trata-se a borJo, ou
na ra da Cruz n 33, com Luiz Jos de S
Araujo.
Siillfto de Mantua a
Tu xas para engenhos.
No fundicao de ferro de Bow-
man & Me. Callum na ra do
Brum, passando ochaftriz, con ti -
par, oe couro preto a ou rs ou iiiarru a 480 rs de lustros 640 rs., de panno para nu* a haver um completo sortl-
Aos pais de familias.
Mandem a ra do Livramento, junto a bo-
tica loja da, Estrella n, 19, comprar o que em
oulra loja Soachar9o; bem feilos e fortes
sapalinhos de pao para meninas a 320 rs o
par, de couro preto a 360 rs do marroquim
MuciKliis superiores.
Na fiimlicau de C. Starr & Companhia,
em S.-Amaro, acham-se venda mnendas
de canna, todas de ferro, de um modelo e
construego muito superior
Na porta da Alfandega e no
armazem do barateiro Joaquim da
Silva Lopes, vende-se farinha ion-
tona SSSF e de Fhiladelphia, l-
timamente chegada.
Paitarla.
lie bom negocio.
Vende-se a dinheiro, ou a pra-
SO a padaria do laico das Cinco SOOrs. : na livraria da prega da lndepen-
11 1 dencian. 6e8.
i onta, e tamben, se aluga, nao se Cemenl0 novo a 000 rs.a barrca.
podendo effectuar a venda nestes, No armazem de Antonio Annes, no caes
dias ; assim como se ornece as fa- da Alfandega.
rinhaspara trabalhar, offerecendo Azeite de carrapato.da fabrica de
o comprador para tudo gurautias : Araujo & Filho, no Penedo.
a tratar com J. J. Tasso Junior, Acaba de chegar maisdeste ja conhecido
azeite, o mais proprio o rcnnoanco, para
na ra UO Amorim n. 35. : uso de candieiros de sala, tanto pHasuadu-
Vende-so um carro de qustro rodas ragllo, como limpeza, c continuara a haver
muito levo e seguro, por muito pouco di-1 aempro um depozito para auprimentoregu-
nbeiro : na praga da Roa Vista, cocheira lar dos freguezea : no armazem de J. J.Tna-
do francois. 90 Jnior: na ra do Amorim n. 35. .
Voude-so um forno para padaria, no vendem-se velas aeespermsccle, em
centro da cidade, tendo lugar para morada caixas, de superior qualidade : em casa de
e armazem para lenha, com desembarque I i. Keller & Companhia: na ra da Cruz nu-
800 rs.
Vende-se a historia de SimSo do Nantua,
na porta : o pretondeiite annuncie sua mo-
rada.
Negocio vantajoso.
Vende-seo hotel commercio silo na ra
da Cadeia n. 13, cornos utencilioi que o
comprador auizer : a tratar no mesmo.
ARADOS AMERICANOS.
fi ir j J fi
fi Vendem-se arados ame- ,j
* ricinos, chegados dos Esta- C
j. dos Unidos, pelo barato pro- )
fi 50 de 4o,000 r*- cada um: na fi
S ra do Trapiche n. 8. I
Vende-se
Cha preto e verde, de superior
qualidade em caixas pequeas ;
Vedas de espermacete de superior
qualidade em ditas ditas,'
Fio desapateiro, de diversas co-
res :
Tudo em conti, no armazem de
Adamson Iloiwe & Companhia,
na ra do Trapiche, n. 4..
Superior.cha nacional
em caixinhas de 2 libras, e da melpor qua-
lidade ; vende-se por prego commodo, na
ra do Corpo-Sanlo n. 2, primeiro andar.
mero 55.
Deposito de panno d> algodao da
febrica Todos os Santos da lia-
nina.
Vende-se por prego commodo
o bem conhecido panno de algo-
dao des a fabrica ; em pessa, a
vontade do comprador: 110 escrip-
torio de Novaes & Companhia, na
ra do Trapiche 11. 34
Vende-se oacalhao de tinas a 5,000 rs.
da melhor quali lade que ha de barricas, que
se vendem a 10 e 11,000 rs. : no armazem
do S. Antonio Aunes, no caes da Alfandega.
Moinhos de vento
eom bombas de repuebo para regar hortai
d baixas decapim : vendem-sena FundigSo
do Bowroan& Me. Callum, na ra do Brum
ns. 6.8 e 10.
Vende-se barato para liquidar, uma par-
da clara, que sabe coser, engommar, cozi-
nlnr, he rendeira, trata de meninos e de
doentes, com muita humanidade, em fim he
uma perfoita ama do casa, nao l pelas ha-
bilidades como pela exemplar conducta
que lem ; uma creoula de 13 annos, muito
bonita e com habilidades, cose, he rendeira
aj laz oulros ssrvigo9 de casa, e um pardo de
18 anuos, cuja conducta e estado de saudn
se alliuiiga: na ra larga do Rozario loja
n.35.
senhora a 400 rs., e couro a 480 rs., de se-
lim preto a 1,000 rs.; botlns deluslropara
menino a 5,000 rs.meio hotins para homem,
de biierro a 4,503 rs., botius a 6,500 rs.,
patos de uma sola de couro de lustro para
homem bem feilos a 2,500 e oulras muilas
qualidades do obras ; assim como pelles de
bizerro de lustro grandes a 2,880, de bezer-
ro Irancez a 3,200, marruquim superior a
1,760, cortes de tapete requissimo a 500 rs.
e sapatos ja feilos, pelles de pelica e mais
accossonas para queui tem sapHteiro : exis-
ten] nesta loja pelo barato. Assim como re-
cebe toda qualidade de encommendas de
calgado, com promplido o aceio para cujo
lim lem bons olliciaes.
Vendnm se amarras de ferro : na ra
da Senzilla Nova n. 42.
VENDfiM-SK ,
Taboas de pinho at 3 palmos de
largo.
Botijas com bom oleo de linhaca.
liemos de faia de todos os compri-
mentos.
('ment em barricas e meias ditas.
Tambem se retalha s tina.
Atrs do theatro, armazem de Joa-
quim Lopes de Almeida.
Vendo-se uma canoa pequea de car-
carreira, em bom estado, por 40,000 rs.: na
ra do Queimado, loja n. 18.
Sebollas ,
novas, vinda de Lisboa: na ra da Caleildo
Recife n. 18.
Vende se a fabrica do reslilagflo de es-
pirito o licores, do Victorino Francisco dos
S mos, bem surtida e montada, coiu bom
ere lito, dcntio o fora da provincia, nflo s
pelas boas qualidades de seus liquidos ,
como pela anliguidade; com alambiques,
utencis e vasilhss aprouriadas para fabri-
car os lquidos com peifeigfJo; o proprieta-
rio se ulii iu-a a ensillar ao comprado' lodos
os processos e segredos, tendentes ao fabri-
co de todos os liquidos, muilos dos quacs
sSu ignorados por mullos dos f.bricantes, a
dinheiro, ou parte em dinheiro e o icsto em
leltras acutenlo : trata se na ra do Ran-
ga! n. 54, com Victorino Francisco dos
Santos.
~ Na ra do Livramento, sobrado n. 10 ,
se dir quem vende I correute para senho-
ra; 1 dila para relojo; 1 relujo palete ; 1 a-
derego; 1 bandeira; corddes ; trancelins ; a-
neles; brincos; pulceiras ; voltas; alune-
es; medalhas, o 24 colheres para sopa, com
paliteiro de prata.
Vende-se uma escrava de 30 annos, de
boa rnmliirjji, a qnal ..hp faznr o aorvigo or-
dinario de uma casa, o se vende por nao que-
rer trabalhar no campo :.na cidade de Olinda
ra do Cabral n. 2,atraz da igreja da BoaOra.
Vende-se uma pequea casa terrea na
Cidade de Olinda, na travessa de S. Pedro pa-
ra Mathias le reir toda de pedra e cal ; por
prego commodo na mesma cidade a traz da
Ba- Ora ra do Cabral n. 2.
Recreio de Jardim.
Ricos jarros do oiHVrenti's qualidades, ele-
gantes lisuras de corpo inteiroe mein cor-
0, reproscnlundo as diflerentes estsgOeS do
lempo, e as parles do mundo : globos muilo
elegantes com seus pedettaes de goslo mO-
derno,obras de loucu muito perfels o fabri-
cadis no l'urlo: assim como um sobordo leilo
le indo : se vende a pregos baratos para aca-
bar : na ra da Cadeia do Recife n. 38 se di-
r quem faz este negocio.
D. Pedio 1.
Ven Je-so a estatua delouga de mel carpo
do Sr. 11. Pedro I. : na ra da Cadeia do Reci-
fe n. 38, se dir quem vende a prego muito
mdico ; assim cuino dous cupidos emble-
mas para tanque d'agua, ou repucho.
Vende-se vinho do porto supperior en-
garrafado, 1 piannu forte novo, cadeiras, me-
zas, espehos de sala, jarros com flores e
sem ellas, lampiOes, lantornas, quadros fei-
tus a oleo, 1. oulros movis do casa, na ra
do Trapiche esquina da lingoeta n. 32.
Jrtes de tapetes para sap nos.
Vendem-se superiores cortes de tapetes
para sapatos a 480 rs.; assim como.sapaius
j promptos para homem, ditos de lustro
para moninas de 4 a 12 annos, sapatOes do
Aracaty a 800 rs o par : 00 alerro da Boa-
Vista, ioja docalgadosjunto ao seleiro n. 58.
menlo de taixas de ferro fundido e
batido, de 3 a 6 palmos de bocea
as quaes acham-se a venda por
preco commodd e com prompti-
dao, embarcam-se, ou carregam-
sc em carros, sem despezas ao com
prador.
PECHINCHA.
Quem deixai de comprar far-
dos de albos, com cem resleas, pe-
lo diminuto preco de 5oo rs o far-
do : na ra da Cadeia de S. An-
t nio, armazem de lijlos n. 17
Vendem-se charutos da Babia das me-
Ihores marcas em casa de Kalkman IruiSus :
ra da Cruz n. 10.
-- Vende-se 7 escravos, srjmlo 2 do servi-
go de campo, 1 escrava quo engoinma e co-
sinha, de idade de 22 annos, de bonita figu-
ra ; 2 ditas do todo o servigo ; 1 mulequede
idade de 16 annos; \ escrava de meia idade :
na ra Direila n. 3.
Vende-so um palanquim de rebugo ,
em bom estado : no alerro da Boa Vista ,
n.38.
Couro de lustro patento.
-- Vende-si no aterro da Boa-Vista, loja
da calgados n. 58, junto ao seleiru, superior
couro do lustro sem defeilo a 2,560 rs. a pele;
nproveilcm que est so actbando.
Ao barato.
A venda nova da estrella, na praga da Roa
Vista n. 5, est ven .leudo mais barato du que
as outras partes, vinho a 160, 200, 240 e
280 rs. a garrafa, queijos do reipo a 800 e
1,280 rs cha a 1,800 o 2,000 rs, a libra, fa-
rinha do maranhilo a 120 e 160 rs. a libra,
dila de araruta a 160 rs. a libra, loucinho do
reinos 100e 200 rs. a libra, mnnteiga fran-
ceza a 520 rs., dita ingleza 720 rs. o libra,
bolachinha ingleza a 200 rs., dita a 160 rs
a libra : assim como gingibirra feila r*m
todo o asseio possivel, o reslo s via do
comprador.
Luvas de pelica.
Vendem-so luvas de pelica de cores, pelo
diminuto prego de 800 rs par: na luja de
miudezas da ra do Collegio n. t.
liegulamenlos sobre o uso ,
preparo e venda do papel sellado,
com as suab competentes tabellas,
a 5oo rs. o exemplar : vende-se
no pateo do Collegio, loja do livro
azul.
Feijao mulatinho,
em saccas muilo grandes e da melhor qua-
lidade possivel ; saccas com gomma ; ditas
com farinha ; carnauba de primeire sorte;
esleirs novas; lavaiintos; loalhas supciiq-
res; velas de carnauba a 8,000 rs. a arruba ,
e ditas superiores a 10,000 rs. : na ru 1 da
Cruz do Recife n. 24.
Vndese uma muala de20 annos, el
moleque de 17 a 18 anuo-, ccoulns, chega-
dos ullimamonle do Aracaty: na ra do Vi-
gario n. 13, lerceiro andar.
Lotera de N. S. do Livramento.
Aos 5:ooo,ooo ders.
Na loja de miudezas da praca
da Independencia n. ', veniem-
ae bilhetcs inteiros, meios, quar-
tos, decimos e vigsimos, a bene-
ficio da lotera de N. S. do Livra-
mento que corre impreterivel-
mente no dia ia do corrente.
Bilhetes inteiros 10,000
Meios 5,ooo
Ojiarlos a,600
Decimos 1,100
Vigsimos 600
Vende-se um terreno na ra da Aurora
com50 palmos de lenle e280 de extensSo,
tendo caes de lijlo a beira mar, Picando en-
tre as casas dos lllms. Srs. CustavBo Jos do
Reg Francisco Antonio de Oliveira : os[ns. 76 o 78.
pretondeutes dirijam-se a ra das Flores n.
8, primeiro andar.
fi
fi
>
fi
fij ves Matheus, na ra da Cruz do Re-
* cil'e 11. 52, primeiro andar, algodo **
J transadndaquella fabrica, miiiluprn- <
W prio para saceos e roupa de cscra- 2
^ vos, assim como fio proprio para re- 2
9. des de pescar o pavios para vellas, .
9. por prego muito commodo.
Vende-se urna escrava, de naglo Cos-
ta I na ra do Encantamento n. 3.
Vidros par? espehos.
Vendem-so vidros para espehos de lodos
os tamanhos gor pregos muito om conti en
casa de Kalkman limaos ra da Cruz n. 10.
Vende-se um bonito piano por prego
commodo, no sillo grande do Sr. Herculauo
no principio da ra da Soledade, portilo en-
carnado ; vende-se tambem umjogo de ve-
peziannas: precisa-sena mosma caaa de um
homem quesaiba trabalhar deenchada.
SALSA PJ.RRIL0A
DE
%
As nu ocrosas experiencias feilas como
uso da salsa parrilha em todas as enfermi-
dades, originadas pela impu e o bom xito obtido na corle pelo Illm.
Sr. I)r. Sigaud, presidente da academia im-
perial de medicina, pelo lllustrado Sr. Iir.
Antonio Jos Peixoto em sua clnica, eem
sua afamada,casa do saude na Camboa, pe-
lo Illm. Sr. I)r. Saturnino de Oliveira, me-
dico do exercito o por vanos oulros mdi-
cos, per in 111 em boje de proclamar altamente
as virtudes cDicazes da
SALSA PARRILHA
DE
*.!">'-
Nota. Cada garrafa conlem duas libras
de liquido, e a salsa parrilha do Bnslol be
garantida, puramente vegetal sem mercu-
rio, iodo, potassium.
Vende-se a 5/000 rs. o vidro na b"c" do
Sr. Jos Mara Congalvos Rm<".:.ru* dos
Quarteis pegada ao auarlel joi>licia.
.Sobrado eni Goianna.
Vende-sc, i-uito em conta ,
um bonito obrado sito na ra
do Me*-*! 58 avaliudo em
i:oq"Iooo, em o qul tem parte
I .miI.i Mara das Virgens e sua
rmaa Joaquina Alves de l'aiva na
importancia de io7,'\-'.S rs. quem
pretender dirija se a caza de Kal-
kni mu Irm3os,rua da Cruz,n. 10.
Escravos Iu^idos.
Da fabrica de caldeireiro da ruado
Brum 11. 28, ausenlou-se no domingo, 15 do
corrente, o pelo Alexandre, de uagSj S.
Paulo, do 35 annos de idade, alio, reforgado
docorpo, falla deicangada, fui eseravo do
Meliquer, Francez, morador no Rio Doco, o
ltimamente do Sr. Bully : roga-se a que n
o pegar de lera-lo a mesma fabrica qu j ser
recompensado.
No dia 15 do correte ausentou-se
urna eserava de nagSo Angola, de nome Ma-
ra Antonia, reprsenla ter 45 annos pouco
mais ou menos, lem alguns cabellos bran-
cos na frente, lem a falla bstanle grossa, e
os olhos muilo pequeos e aperlados, ten)
uma berruga no rosto do lado direilo, he
do estatura regular, levou vestido asol de
ganga por baixo e um ouiro de chita roixo
com flores oncarnadas o verdes por cima,
esta escrava foi ltimamente do Illm. Sr.
Francisco de Carvalhu Paes de Andrade,
Muilior do engenho do mel, quem a pegar
lev"-a a ra Larga do Rozario n. 22 segau-
do andar que sera gralifjcado.
- No dia 24do corrente rugi do engenho
Caiai, para esta praga o eseravo Domingos
perlencente a Luiz Francisco ue Barros Re-
g. Estalura regular, grossu do curpo, mu-
lato claro, re.ircenta 21 minos de idade;quem
o pegar leve-o a ra da Cruz n. 46, 1. andar
que ser gralilicado.
- esappareceu no da quarta-feira da
seftiana passada um n.uleque de nome Jus-
tino, oreoulo, de idade pouco mais ou me-
nos du 26 anuos ; altura regular, cheio do
corpo, com falta de dous dantas na frente;
levou caiga o camisa azul, sem chapeo; tem
sido visto n bairro da Bua-Visla e as pes-
soas que o conhecem e que Ihe perguntam o
que anda razando, diz que (o levar assucar:
portanto roga-se as auloridados puliciaes un -
capilOes da- campo, e a todas as pessoas do
povo, que o mandem pegar que serilo gene-
rosamente recompensados : na ra Dircita



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