Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:04454


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Full Text
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ir
AnnoXXVllI
Terga feira 2
\ '
de Marco de 1852.
N. 50.
DIARIO DE m PERMIBIM.
aTMtTO oa -ononiFglo.
PlO.aUrlTO AllUST.no.
Per trimestre...........1
Por temeitre .........
Por uno .............
P.00 DKNT.0 DU TBlMISTal.
'Por qturtel......,......
aVOTIOIAl DO IMPERIO.
4/000
8/000
4/500
Para..... 1 de Fevr
Mar.nbo 0de dito
letra... 7de dito.
arihlbe. >o de dito
Miii.ii... 35 (Ir luir.
S. Piulo. a1 de dito
R. de... 14 de I .ir.
Baha... n de dito.
di*. DA IIHU1.
1 Seg. Si. Ailrlao. Ku
duela e Antonina.
2 rere. S. Jovlno.
3 Quart.Hemelerlo.
4 Qulnt S. Csemlro
5 Mt O myslerlo di
Palxao de I. G.
6 Sab. S. Viclor.
7 Dora. a. da Qu.res-
1111 : 3, Thom.z.
iDiinoiiai
Juio di Orpado
e5. s 10 boraa.
1. varado civel.
e6. ao meio-dla.
Paseada.
e6.il 10. boraa.
2 taro rio civil.
4. e aabadoa ao melo-d,
Retacao.
Tercas e sbados.
imialDii,
Crescente 28, aa I boraa e II minutes da t,
Cbela a 6, aa 3 boraa e il minutos da in.
Mlngoante ll, as 6 bora e 11 minutos da t.
Nova alio, as 4 horas e 14minutos da m.
IBUaUlDK HOJ
Prlmelra > 2 horas e G^nlnutos da tarde.
Segunda s 1 horas e 30 minutos da manbaa.
riansia doi oonnr.ioe.
Colaina e Parablba, s segunda* e seitas-
felraa.
Rlo-Crande-do-Horte, todas as qulntas-felras
aomelo da.
Oaranbuna e Bonito, S e 23.
Boa-Tlata, e Plores, i 13 e 28.
Victoria, as qulntas-feiras.
01 Inda, lodosos das.
NOTICIA! laTHANOEIBAI.
Portugal. 17 de Janr
Ileapanha. 9 de dito
Franca
Blgica..,
Italia....
Alemn!..
Pruaaia
8 de dito
3 de dito
4 de dito
5 de dito
S de dito
Dinamarca I drdlio
Russla... SO de Dezb,
Turqua. 29de dito
Austria.. 5 de Janr,
Sul.sa... 3 de dito.
Suecia... 3l de Dczbr.
Inglaterra 8 de Janr
E.-Unidos 24 de Dezbr
Mxico... 59deNovbr
California 2o de dito
Chlll. 24 de dito
Huenos-A. 4 de Fevr,
Montevideo 4 de dito
CAMBIO.' DE 1 DE NABCO
|sobreI.ondr*aPa27 a 37 /, d. p. 1/
Pars,
Lisboa, DOporcento.
METAEI.
Ouro.Oncas be.panhola.... .:.'..'.'..
lioeas de 6/400 velba.........
> de 8/400 nova.........
de4/DC0...............
Prata.Patacde brasllelros..........
Pesos columnarios...........
Ditos mexicanos..............
PARTE OFFICIAL.
GOVERNO DA PROVINCIA.
Helatorio que feto Exm. Sr, Dr. Vctor de OH-
vcia, 'tendente desta provincia na abertura
da Anemblea UgUativa Provincia* no I. de
larco de lAS?.
Senhores.
Cabendo-rae a honra de aislitir hoje a ins-
tallaco deiu aaiemblea, eu veoho oilruir-
voi do ealado dos negocios pblicos, e das
providencias, que mais precisa a Provincia
para sed inelhorainento, nos termos do arl, 8
do aclo addlclooal CooitituIcSo do Imperio;
e Dos me concede a fortuna de eomprir esse
dever, remiendo com vosco e coui todos o
nossos concldadlos Infinitas gracas Provl
dencla nela conservaflo da permita audo de
S. M. olftiperador eda augusta familia Impe-
rial, pela pat interna, de que goza o palz, e
pelo completo trlumpho que acaba de alcancare
a sagrada causa Praslleira sobre ns oQeiita
que do estrange ro injusto rccebla a dlgoida-
de nacional ao sul do Imperio. poucotem-
po de minha admlnistracao me nao pode ter
permlttido apreciar profundamente o estado,
edireccaode todo o servico publico, pira co-
nhecer em sua totalldade as verdadeiras ne-
cessidades da provincia, e eitudar o tnelbur
modo de alUf.ue-las direl todava o que
de mais importante me fol posslvel avallar.
Tranqadhdade eieguranca publica.
Acha-se a provincia em paz, e (uta de tran-
quiltidade. Depois dos inoviinrutos polticos
que ha tres annos, a eolutaro, arato fui p iti-
to a pouco recobrando o seo imperio sobre o
homens apa.xonados, o dios se tem ido apla-
cando, as recrliiiinaces arrefeceodo, e os es-
plritos se dispnudo tolerancia, e ,i concilla-
eSo: quaodono fra mesino a necessidade de
descanco depola de Untos inforiunios. que pe-
sarao sobre -...do o partidos, a refiexo bas-
(ava para arre a-Ios do campo desgracado das
Jutas fratrecidas, sempre inglorlas, sempre
desoladoras, e o verdadeiro patriotismo, cu-
jos Impulsos j mala desobedecerla esta nteres-
sanie porco da grande familia braslleira sel-
larla bein de pressa o esqiieclmeolo de reci-
procas ofTensas, e condemnaria altamente o
proprio pensamento de novas discordias civi*.
Neui tena posslvel, que outra fosse a marcha
dos aconteciinentos ; em todos as provincias
do Hran que tem passado pela deigraca de
guaca dinseo^des Intestinas, o nimos se ho
sem difficuldade congracado, e a uniao frater-
nal, que distingue a nossa naclonalidade, tem
clcairisado fmmediatamente todas as feridas,
matando a lembranca do passado, e gaian-
tlndo com urna paz duradoura um fu tur chelo
de vida, e de prosperidade. Hao cedendo
penhuma outra emsentimentos generosos, a he
rolca provincia de Pernambuco eiprrlmenta
aquella doce, e natural translcosem embar-
go de um mi outro genio desnaturado, que no
altar de sua ainbico nao ae d de sacrificar
os mais sagrados Interesses da patria, c da
bumauidade. Para fdvorecer-lbe ainda essas
salutares disposices concorreo a eventuallda-
de de uina guerra externa : ao visiuho injusto
que nll'-mii i. sem o menor rrspeito ao direito
Internacional, a seguranca individual, e de
proprledada de nosaos Irmios dt\ sul, tiverao
de mostrar unnimes os pernambucanos, que
muito principalmente em tal conjunciura elle
se apreseutavo coin orglbo unidos, e har-
roonsados, aisegurando na provincia perfelia
paz, c trar>qullli>Jade. Oa inesma forma acabfio
elles de fazer apreciar o seo concurso geral
para o reiabelecmeoto da ordem publica por
occasio das ainotinacdes, que produzio o re-
gulamento do resgislu de nascimentos e bi-
tos. Epolsojue essa to salutar reconciliaco
tem sido unidos mais vivos desrjos, c unta das
mais bem fundadas esperanzas do governo
imperial, os seos delegados se devem desva-
necer deque apoltica de moderacn, de jus-
dri,r de tolerancia*, por elles invariavelmcnte
seguida, lhes haja dado o prazer de contem-
plar o adiamntenlo d'aquella obra do espi-
rito esclaiecido da populacho. lSomeado presi
zes de direito de todas as comarcas recomiuen- loonlraram KerI^ reconhecimtnti, mesmodi par-
dei que olhassem com a inals seria altenco Itedos amoituados. pelo tino, e modersco. com
para esse objecto, Indagando a verdadelra or
gem daquclle triste preconceito, Instrulndo o
povo sobre os los innocentes, e saluiarcs d*
le, empregando os inelos suasorios para evitar
rompimenios, lembrando autoridades poli
iaes o cumprimeoto de seos deveres contra os
amotinadores. f*zendo valerolegitlmoascenden-
le de seo cargo para acalmar os nimos Jesvaira-
dos, e informando-me em Jim de tudo oque
em suss comarcas fusse este retpeito occor-
rendo. Dadas maisalgumas disposices bem
da manuteocao da trauquillidade publica, que
eu via por esse modo.aineacadaem alguna lu-
gares, coiuecei nos prlineiros das do mez Ja-
neiro ter noticias desagradavels do estado das
comarcas de Nazareth, e Pi d'Albo, onde gru-
pos conslderavels de homens armados, cla-
mando contra o Hegulamento, que elles cha-
iii.>v.un le do capti*piro, vociferaudo contra
as autoridades, quein anreacavain, e desen-
volvendo o appaiato de urna subleva^o, que
parecia dirigir seos ataques contra condices
vltaes de nossa existencia social, levavam a lo-
quietapo 4 todos os nimos, epromeitlam os
naiores excessos contra a ordem publica, sem
saberem alias o que querlam esem terem ebe-
fes, ne'm reconhecerem dlrecjao alguma. Bein
depresia ostentando designios malvolos co-
necarao apparecrr os turbulentos em crea-
cido numero as freguezlas de Jaboato, S.
Loureuc.0, e Uuribeci do termo desta capital,
na da Escada do (cuno da Victoria ; e com as-
pecto aluda milis aterrador as comarcas de
Nasaretb, Pao d'Alho, e Llmoeiro
INestas duas ultimas comarcas leve de se la-
oentar por altuns das o translorno geral da
ordem publica, por que foram elUs o'princi-
pal theatro das violeuctas do povo armado, que
possuido de huma idea falsa levada al ao di-
lirio pareceo por momentos recusar a esperan-
za de um det>fecho incrueuto, attentaudo con-
tra a vida daqucllcs mesmos que o pretendlam
aconselhar. Acccitando c. um verdade ludo
qoantu de deshumano, itreligloso. e (inmoral
se attribuia ao reauainento, davain esses ho-
mens amotinados a idea mais triste da ceguelra
da espirito, que involuntariamente os preci-
pitava na anarebia, e no cahos : bavlam porem
entre elles assassinos, e malfeitores, que nao
por erro de entendiinento, senao por pervers-
dade de corafo preparavani-se saciar dese-
jos atrozes, logo que o podessein faser impu-
nemente.
Fot na villa de Pao do Alho que reunidos
000 ou 700 homens, numero que aiguns elevam
i mais de mil, desarmaran, o destacamento de
polica, que all se achava, poseram em Tuga
algUOMl autoridades, prenderam outras, espa-
vonram os homens mais respeilaveis do lugar,
e encheram de coosteroacao a toda a populacao
pacifica,
que se conduzirSo : o digno Marecnal Cotmnandan
tedas Aimascoma malorbCtir dade, dediccio,
a eiforeo eropenhou-se teve grande i>arte no
bom resultado daa medidas tomadas contra os
ii nviincnios: iendo-me sido preciso chamar ser-
v co de desiacamenio alguna contingentes da
Guarda lNacioual n'esta cidade, e em oulros
termos, com salisfa^ao, que 0 prasunte e e -
Inri; ulo Coramandanle Superior da'Guarda Wa-
cioii-1 dasta Municipio, a pesar de multo doeotc,
apresrntou-se logo no lug^r que o cliainava
o seo reconhecido patriolismo; n'tata menco dic-
tada apaas pala justi^a receoo os mencionados
um testeinunlio de meo reconhcimenlo. Resta
liuerem bonra de tolos os PcrnuobucaQof, que
souielhantea movimantoi nodenucrain m'erveo-
cio de partido algum poltico, e fui agradare!
onseivar. que aquelle, aobre que prfct ler-se
Sueriilo, fair nabar alguma auaputn, repelUo por
sclaraces francas, e por fictos nfco eqnlvncos
toda h opino luisa, que contra elle se podease
formar e%e respeit.
Tive ltimamente partlcipacao otUclal de que
no da 22 do mez passado pretendendo alguns
cidadaos Installar na cidaue do Rio fonnoso
una socledade denominada Liberal Pernam-
bucana, Igual outraa, que j existein em di-
versos lugares da provincia, reuniram-se ami-
tos hoineus armados annunciando-se defenso-
res do governo, e querendo impedir a inslalla-
fo ; ms os ineinbros da socledade confiando
como devlatn oas garantas legaes, e as pro-
videncias da polica, esperaran, que se resta-
belecesse a ordem publica, atacada dessa vez
por aquelles que se diziam seus propugnado-
res : espero iufonnares clrcumstaociadas pa-
ra mandar proceder como for de juslica i res-
pelto de tio inopinada occurrencla.
Cabe aiuda aqui noticiar a concchsSo da graca
Imperial, que obt'Vejo varios cidadaos compro-
metimos na ultima ravolla. que r. conn.io ao
poder moderador; e l:e gr-to o dever de alicatar
que postos, como forto em lierdade, tem ees
Udo at boje um com por lamento digno, e lou-
vavel, teitemuohando seo reconhecimeato halla
Clemencia do melhor dos monaicbas.
Seguranca individual.
USo se podenJo d ser sallsfatorio, e qual
o devora aisi^naUr a civilUaco, oes'ado de sc^u-
i-nri mdivuiual da piovincia, da elle lodatia a
esperauca de um progiessivo melliorameulo coin
a lelouna gradual dos caslumes, com o derrmen-
lo cessante da ustrucro, e com os diversos
oulros ineios de correcto que empreados sobre o
espiriio de urna popu'a^So dcil, e de ptima n-
dole, afianro um resultado benfico, embora leu-
tiineula produzido. As parucipaces^ofliciars
recebidas al beje accuso a perpeira^a de 22
a^sassinatos eiu toda a provincia durante o semes-
tre fiado em deiernbru pa>satio, sendo as victun s
19 boiueos, e 3 mutberis: no raei de Jkneiro ul-
H,.'P.ra all partido de.ta cidade ... S24SSrto^lar^S:, di"?" i*W'"
i E.in. Bispo, e chelo de dedicacao, e lo re- c" X"." .'or,J.de. cin.iu.es ..ro iccebido
pS h.ouho i?&t&zrs&'+' t,ir"" "-t S sirsaSMs
Heuha, que la se IWr ouV.r em misaio na es- ""-.- P-nicaudo. crlm.uosoi. |Mlr os prtd tos
peran. de chamar obediencia legal aquelles assatsmaioi se canta >*WIWW "J
U, desva.rado,: nlngue.n PBUi. ^^SJSS^Z^^SAm
do efle.to da palavra d.quelle respe.uvel mi- J "JJJ~J T c r.oTuridioo de iud. d.,uun-
nl-tro da religiao, que de faci mu be.,, .ucee- ^'^ ^'.r.ul.ao. rMidassM de su.
ido fol em sua ml.sao de pal. e de hu.nanl-| P ulJ,cUuo auto, d^delic-
d.d mas tendo ,r e.ae ...es.no Winp. cha- '- *' ff ,,, a, frm.tHo de
licados oaquella villa centra a seguranca publi
ca, que cxiglam Immcdiala repressao, mandei
marchar contra os turbulentos o 9 batalhao de
infantaria, cujo coimnandanie levou tambein
da autoridade competente as necessarias ins-
truc^es sobre o proccdlmento, que devla ter
de accordo com os delegados do Pao d'Albo, e
de Nazareth. Esse baUlho sofl'reo em ca-
minho algutn fugo das maltas, e teve infeliz-
mente dous homens mortos, c cinco feridos,
pudendo o comuiandante reconhecer que al-
guma perda solTrea tamben* o inimlgo. Como
oas comarcas de Golaona e da Victoria appare-
cessem movimentos no mesmo senlidu, que
em seguida se deram umbem na illa de Igua-
rass, tralel de abafar (coin a inaior lapidei a
principal, e mais assustadora amolinaco, que
dente desta provincia por carta imperial de. era a da vj|,a do Pao do Alho, e faiendu mar-
]3demaio do anno passado,e tomando posse da
admlnistracao no dia I do mez aeguinle, au
tenho-me esforcade por observar .fielmente es
sa poltica, que sendo em qualquer parte a*
nica compailvel com o meo carcter, seria
sem dilQculdade por miin executada aqu ou
cbar desta cidade o s. batalhao de artdbarl-
a p, mandei que com o 9. de tnfaniaria, acam-
pado ento no eogenho Cjueiro em proxlinl-
dade da mesma[vilia, dirigisse-se logo para esta,
e a'oceupasse iinmedlaiaunte, restsbelecendo
a paz e a ordem, quaudo buuvessem sido at
de a e.colha de qualquer outra ...e pareca por enlio ilnprolicll0, J |UICOi do mis.ionario,
de mais um erro fatal. Nao be jore.n queeu OJ meiu5 bianuoli e .inmaterlaes, que eu ti-
creia que coin ella .e evitarao todos os descon- nha pre,cri,0. Eas providencias Uvera... o
tenta.nentoa, ou se ..caneara a cortesa de que|lne,hr re,u|lado. ,cui.postos os espirito,
nlugue.n baja do conspirar contra a ordem pu-1 p,.,, do rrereouo Fr. Caetaoo, en-
blica:aeria pouco diserelo o governo, que tal lrou fu a ,Mhtfm inenor resistencia
acred.usse, podenuo antes colar e... lodo o.OJ grup05v,e disper.ram, e .s autoridades da
caso com oa desvarios de alguns homeos, que collurc,a entrarais no c.crclclo de suas fun-
se.n pensamento aobre a realisar, e se.n pode-
rem jamis conliar em meioa pacieorde til-
umpho, s na dciorde.u geral libro suas espe
raneas : ba mesmo individuos, quem a or-
dem social aturde, e coofunde, cunto aturde
ao atheo a obra maravilhosa da cieacao. Mae
nao devem esus escepedes ter outro esultados
se nao o de tornar mais necessa.iaa rigorosa
observancia da regra de justica, e moderacwo
eces
A esse tempo foram tambem desapparecendo
os amotinados de oulros lugares, e no dia Id
do mesmo mes de Janeiro reeolheo-se a esta ca-
pital parle da fnrc<> deixando*pacicados todos
os lugares por onde passara. Mas como na
villa do Llmoeiro eslivesse succedendo os mea-
mos factos presenciadus pelos babitantes da
OBOverno", pa"ra'p'.rva7dVreies'a"e' 'jiifica- vllla d" vi". do Alho, acl.ando-sej all reunl-
do aquelles memos, que dearespeltando a for- dns 00 sublevados, que Umbe. desarmara.
c. moral aulorhare.n a represso material: > destacamento e reduilra. a Inaccao as au-
baver entao a vautagem de vence los sempre,; lorldades, marchou para aqu. lia villa o 4. ba-
e fcilmente por que combatido, desde logb.Wlhaoi de artilhariaa p,_e a oceupou .em de--
por sua propria cousciencia, elies o sero cm
seguida pela oplniao geral, que os vendo gucr
rear a autoridade so por ser autoridade,os con-
de..mar como Inaeusatos, ioi.uigosde toda a
aociedade regularmente constituida. O couhe-
cimento d'e.las verdades vai operando seos in-
declinaveis efl'eltos: observa-se coin praser a
beneea dlrecc.o que vai lomando o espirito
de ambas as parcialidades polticas da piovin-
cia, a grande maioria de cana unta d'ellas an-
tepondo os dictantes da ratao, e da ,moralida-
de aos clamores da amblco desregrada val re-
provando toda a aorte de escltaiueotos, e dei-
aando ao. rsaltados de ambos os lados a tarefa
de favorecer coi suaintulerancia n pensamen-
to que buscao atacar, e os homens que pre-
tenden) inulills.r. Faco votos os mais sinceros
pelo progresso d'esta salutar couciliaco, e per-
Buado-mede que nao est.r lottge o dia, e.
que ella complelainenle se realise. Sendo as-
sil llsoitgetraa face poltica dos negocios da
provincia, e nao havendo receios de que por es
sel.do se altere a paz e trauquillidade pu-
blica, leve esta entretanto de ser no >uj| de Ja-
neiro passado gravemeute perturbada prta pat le
meooseulla da populacao de varias comarcase.
resultado de urna eploravel preoecupaco, que
a dcmloou contra o decreto n. 798 de 18 de
junbodel85l, que mandou esecutar o ragula-
uienlodo registro de ns'sclmentos e bito..
Pos ultlutus dias do mea de Dezembro do
anno lindo recebeudo eu cotntnunicacdes olli-
ciaes, e noticias particulares da funesta, ab-
surda prevenco qua .e la apoderando o espi-
rito da geote irrellectlda, quem se pode fazer
crer, que o predito Oec.eto lioha por liui es-
ci.ivlucir os homens de cor, econbeceodo desde
logo quanlo convlrla, para suflbear esse mal
e. sua oascenca, solicitar os beuecoa olticios
do Poder espiritual, c recotninendar s mais
importantes autoridades civ.s o emprego da
i cii.3s.in para combalersetnehanle erro, seis,
na, ou fanatismo que deixava recelar eicessos,
e atlenlados contra a ordem publica, ofnciel ao
Exm. P.elado Diocesano pouderando-lhe a
ut.lldade dos servifos que podla.n prestar os
parocboscot o usoda palavra do Evangelho, es-
claiecendo os homens tlludldos, e afastando-os
da earreira dos criines, em que poisuaallu-
clnaco se poderlan elle, precipilar, e aos Jul-
ramautenlo de sangue no da 16 de Janeiro ;
restiluindo-a pleoamente a tranquilldade voltou
essa forc por IVazareih, e Iguarassu, quedeiT
xou igualmente e.n paz, e recolheo-se ao seo
quariel no da 32 do mesmo mes.
Tiobio sido tsmbeu inquietadas a freguezla
de Ipojuca da comarca do Cabo, a do Rio For-
moso da comarca do mesmo nou.e, e a de Bui-
que da comarca deGaranhun.; mas nao houve
moviuiento algutn consideravel en neobuma
deilas. lcruiin.ir.ini pois as reutiies armadas
coin a occtipaco da villa do Llmoeiro pala for-
(a publica. Entretanto os faclnoro.os que
l.avia.u arrebanhudo o povo illudido vendo-o
voliar em pas para sua vida habitual, come-
c.ir.if.i a perpetrar assassioalos, e roubos por
alguns engenhos, conservando des.e modo so-
bresaltada a populacao ainda algum lempo de-
pon de acabados os grupos armados: a poTtcia
recebeo as mais terminantes recomu.endacdes
ii..l>as para perseguir esses acelralos. I'os-
terioruienie aquelie dia 11 de Janeiro nada
...ais occorreo co. carcter de amolioaco se nao
mu cerco posto i villa de Garantios no di.
a por grande numero de homens armados, que
sem ser preciso o emprego da forca, esouviudo
o conseibo de alguns ...oradores piutlentes, se
dispersaram na tarde do mesmo da, eutu ou-
tro uiovlmenlo dessa uaturesa na comarca da
Victoria no dia 2 do mez passado, que tambein
nomes.no dia fol acomodado sen. successo al-
gum fatal: e todava ao receber essas noticias
lis partir forca paia ambas as ditas comarcas
a lioi de augmentar os de-lacau.eotos, que all
j eaistiam, e que haviatu sido sufflelentes pa-
ra coater os sublevados.
J reethi depo.s varias comunicares das Au-
toridades de ambas essa comarci*s, que aa nao
pai inieir.iiiente tranquillas ; nao 1.avendo m.ls
parta alguma da p.oviocia,em que isteja a ordem
publica perturbada. Assb termiuou ..u pou-
cos dius um ucontecinunlo se lo, e que tivcm
principio um carcter .asustador i o reverendo Fr.
caeLuo de Messina |irastou um servico relevan-
tissimo; o bom senso d. popul.ro nuxil.ou, e
g.i.t.lio a pacilicarHO ; a forca publica fes-se
diuir.r, como se...pie, pela Ma rigorosa disci-
plina ; uina s que.xa nao se lev.ntoo contra u.n
,oblado, ante, pelo couiriirio os comm.nd.ntcs
dos dous cor pos, que raaicliarao parao efutro cn-
culp.. >o dia 8 no ...es p.-
sass.n.di o juit de paz uo. Ustricto da Victo
ii Maui al do. l'razeres e Mello :_a pes-r das
delijenci.s ptliciae, anda nao loro presas os
assaasinos, que se presume teiem sido inalie.to.es
Jos au-- limo pane dos grupos de ainottuados.
Proseguiudo -se nos tra>.alho< da eslalislica crimi-
nal, .pr.ltntar.oos.nappas o numero, e nature-
s. dS criiues coinmellidos no decurso de todo
o anoo passado. Nao era de balde repetir o
que Untas va.es se tem duo no braiil, qu a
i unidjdedos delictos he que principamcu e con-
corre para 0 grande numero d'ellea : esse mal po-
rem so peder Ircesaaudo com o te.npo, com
apenelcoamenio da educacio n.cioo.l, e cora
deseovoiviinenio de uina opicio publica sevora.que
suppriudo com a sanc^o moral a lall. de s.uc-
{o leKal aiostume os uossosconedadaos a se
compenetraren da alta respous-bilidade, que
cunt aiiem p.ra com Dos, e para cum a sacied.de
medanle o juiameuto que presto quando se
aeiita ua c.-elra do jur.do. Nao descoulieco
por oulro lado que una boa polica deve muuu
contiibuir p.ra preveucao doa delitos, e pata
que nao esc-pemoscriminosos ac.oda juslici;
ba muito ind- fa.er nesla parte; e mesmo o
peasoal. demanda.a reformas : e.n alguns lugares
perturbados pelas turnias atiioiin.{es loi mju
libeavei o procedimento de ctrl.s autoridades po-
liaes; ai8u.ns j. uem.ui, eparalaaere mesmo a
rcape.to de to.tas, que lu.lse con-miliao, j. esi|i
os preciaos escl.iectineulos. Meuciouare li.a.-
meute um lumu.to, que tivera lu^ai no oa JO de
Outubro do .uno lido nocurso ttuiiico de Ullu-
d observ.ndo-se o triste especuculo de ser
un lente atacado pelo voto oe reprovaco que
dco no eaame de um esludaule do S. anuo: peu-
dern procesios sobre esta occurrtncia.
fallo Publico
Conta a provincia actualmente 58 freguezl
as, das quaes se acho vagas a: o estado da
inaior pane das igretas he mo, e o de algu-
u.as la.uuiavel; nao ae poda por cerlo e.t
ir etn todas ellas essa magnilicencta veuc-
i'and.i, que tem dirello o culto caiholico,
cujo espleudor eiteruo devera sempre corres-
ponder elevacao da alma, que contempla a.
sublimes graudezas da uossa sacroaanta reli-
giao: mas be que em inultas falta luesino a
ludispeusavel decencia para a celebrafao dos
oRiclos divinos, e se a fe se nao amortece, por
que o motivo da adoraco (Ilumina, e engran
ece a alma chriii, eonlrlsta-se com tudo o
espirito observando a i.ieaqutnbez dos tem-
plos, e os males, que ordinariamente a moil-
vo. Sem duvida urna das causas desse des-
favoravel estado das inaliises he o pouco zelo
dos parochos, que, salvas as honrosas excep-
ces, sao ioteiraueute descuidados de promo-
ver os poderosos auxilios, que lhes poderla
ministrara caridade dos liis para a reedihea-
cao, eooservaco, e alorinoseainenlo das igre-
jas: nao falta ao povo devoco, aelo e acriso-
lado espirito de religiao; falta-lhe sitn mullas
veses o pastor disvelado, o apostlo respailado
por suas virtudes, que lodo se dedique zelar
o patio espiritual de suas ovelhas: a prova des-
la asserco dolorosa abi no-la do a .mudo os
prestantes mls,lonar.u. apostlicos capuchi-
nhos, que duutrloando, e exeu.plilicando co-
Ibemgeral venerafo por onde passo, e no ze-
lo de auas lul.sdesfazein verdadeiros prodigios
em honra da rebg.o, e provello da bumaui-
dade, quem ao de coraco devolados: ain-
da ha pouco fot visto oas comarcas de Pao do
Alho, e de Llmoeiro o reverendo fre Caeta-
oo de Hessiot adiant.ndo graudea obras em
varias igrejas, pr..ovendo para isto subscrl-
pedes, empregando homens e inulberes, que
alUuiau. esse servico, e vendo-se ajudado por
lodos com a inaior alegra, e sailsfacao. Se
vos posso fazer um pedido, eleva! 8:400)000
res casa ordinaria de 84usooo que mandis
annual.nenie distribuir pelos pobres capuchi
nhos: e fdra para desejar que lodo o dluhel-
ro publico fosse tao bem gasto como esse.
Nao devem oa concertos, e reparos de ma-
trlses estar cargo dos parochos, que ordina-
riamente coofio-nos administradores sem
garantas; parece conveniente manda-Ios fa-
quaoio o respectivo vigarlo nao uve-
conseguido o dobro dells por subscripcao pro-
movida entre seos co.nparochlanos.
Eilado Sanitario da Provincia
Km resultado das observacoes fellas por pei-
soa. professionaes deve-se crer, que sob o
dominio de causas, alguma. locaea e perma-
nentes, e outras meramente accldentaes, que
produzem ou desenvolve.n nesla provincia
varita Infertilidades, dando-lhes a. vezesum
carcter epidmico, nao se pode ter como des-
consolador o seo actual estado de salubridade:
a varila ea febre amarella, que inals de-
verlam assuslar a populajao'nao lem apparc-
cido com carcter epidmico: lie porem ver-
dada que alguns casos espordicos de febre
aiuarefla leu ae ve.lficado ltimamente;
e no mar ja nao sao poucos os casos falaea
as trlpulaccs doa navios estrangeiros: fran-
queas por isso o tralamenlo dos doentes cus-
u dr>j navios e.n uina casa, que liz para esse
Hu ai.gir na liba do Pina, como a que inelno-
res coudicrs otTeiecia, .eguodo a oplu.no
do prestdeute do conselho de salubridade. e
do provedor da saude; he senslvel a falla de
um lazareto regularmente ettabelecido, onde
em circunstancias semelhaotes potsao ser tra-
tados os doentes com a bu.nanidade, e des-
velos que tem diielto, sem comprometiera
orle dos habitantes da trra, que he forca
preservar da epede.nla. A cmara municipal
desla cidade se empenh. e.n remover os focos
de Infeccio, e concorrer com todas as provi-
dencias seo alcance para aerein salisfeitas
as reclmateles da polica medica, g.ranllndo-
se a salubridade, por todos dese;ada. Neste
sentido, e mesmo como urna das prlmeiras
necessldsdes desta capital sob oulras consl-
(li-rac.n-H, enlendo urgente fjzer-se o trabali.o
geial do esgoio das aguas, que em cerlaa ru-
aa, e prlncipaltn#ie uo invern se conser-
van por muito lempo estagnadas Uevc ser
obra dispendiosa, e superior as forjas da mu-
nlcipalidade, mas cumprefaze-li alotioocus-
to, por que sao grandes os beneficios, que
ella hade irazer. A lnhumacao nos templos
era tamben um dos malores males, de que
com razio se quelxavatn os que linhao por
dever zel-r a saude publica; mas feli.meute
*>.ie mal cessou desde o mez de marco do
anno paiaado, comecando-se sepultar os ca-
dveres de entao em dlante no ceinllerlo.pu-
bllco, que be Incontcslavel.uenle urna das
obras mais uleis que se tem felto nesla cidade:
desde aquelle mes al o lim do anno furao al-
l enterrados i:77 cadveres, sendo de pesso-
aa livres l3li, e de escravos 41...
Vaccinara.n-se nesla cidade no decurso do
anno passado 1192 iodlvtduos, sendo livres
788, e escravos 40B, como ludo se vcom ma-
is individuaco no mappa junto do commls-
nrlo vacciuador provincial. De todos os ou-
lros municipios da provincia sabe-se, que
nao be desfavoravel o estado sauttarlo, nao
coostsndo que tenbao apparecldo molestias
extraordinarias, ne. epedimia alguma. t>
conselho de salubridade, presidido por um
medico hbil, activo, e zeloso, funcclona re-
gularmente, e i iimpre seos deveres: so ten.
elle por hora 9 delegados, e nos seguinles mu-
nicipios Oiiiida, Victoria, Oolaona, Hlo-For-
moso, Serinhaem, Cabo, Agua-Preta, Caru-
aru, e tlrejo. i'odem prestar boos MfTiea.
estes etnpregados se forc.n zelosos, c sera
para desejar que se encontre.n pessoas habi-
litadas para todos os oulros municipios..
Forca PuWlca.
Conserva-se em bom po eorpo de polica, e
as ncce.siiiaidesdoservifo.queelleterndesatisfaier,
nao pirmiltem qe o seo peiso.l sej, de modo ai-
eom diminuido : o ui'Ppa junto moatra a actual
org.msaclo effee iv. do eorpo, contendo i9s
pracas,efallando-lhe55para o tco eslado comple-
to : Resjenle-se de defeilos disciplina e com
quanlo se queira altribtnr e-sc mal aopouco riiror
das dispos So do Regulimeolo, es ou persuadido
de que este nao carece de grandes reiortnas, e
queasua fiel, eestticta observancia podeasegurar
um servico .alisfatorio, sendo por isso continua a
vigilancia que exige aquelle eorpo. Fol deinittido
u.ti mmente um olEclal porabuio de seo posto ; e
J se .ch.o e.n processo para serem puni tos pe.o
mo c mp iiamenio que tivero as Villas do
Limoeiio, e^do Pao d'Albo por occasio da. amoii
naces papularrs'no mez deJanei.o passado.
A irona de t Liaba eslst ntena Provincia com-
poern-se dos b.lallies e ID de infanlirla, do 4
de ".miliaria p, da compauhia lix.i de canilla-
ra, edade Aruhces, sendo a forca total de 1U38
pracas dis ribuidss pela forma que veris no map-
pa junta Tr.balha anda anb enliga orga-
iiis. ci. tiuarda Vaciin.l, elive de cli.uar a
se.vico de deslacmenlo aiguos contingentes por
occasio dos aconleclmenlos do mez de Janeiro
mas tralel de os Ir redi.zindo loe que se Idi res-
tal>elecendoa ordem pubhca ;.cho-se lioje des-
ucadas un bul i a Provincia 614 pracas para au
xili.r o servico da gu.rnicao, que lie pesado. Es
lio em and .n.enlo em todos os Municipios os Ira-
balhns d.uova organisaiao da Guarda Naclonal.e
e.n alguns se acho elles concluidos: a confuso
esultanie dos moviroenins polilicos por que
haviapassadoProvincia, op.ueo leloaaclividade
da alguna cl.efes daaclual Guaida Nocional eos
eiobar.cos da oulros, ; u nulo dej.judos de peasoas
iotelligentes que activen, tal aervico, tem dado can-
sa ufmora da reorgaoisacao, .pes.r de repelidas
recomend ces sobre a necessidade deapressa-la:
mas e.l ella proxm.a realisar-se en. todas as
corases; po leudo vir foru.ar-s segundo s
cotnbinaces feius, 14 c mm.ndus supcnores.de
t-oiiliii mi'ia.ic con. a le de i) de Miembro, e lus-
nucuejdc5 de Outubro de 1840.
inslrilfno Publica.
Pouco mais de8mezes lem de exeeujio o Re-
mlaraenlo Pro-incial de 12 de Maiodoau.io passa-
do nao ba tesnpi por tanto .le ae conhecerera to-
das as vaalageus, e meliioraraeotos pralicos, que
nromette'a r.form.do cnsiuo por elle d celada,
oa.il os iocouve.iientes qae possao lee Ira,ido
as suas disposices,ou os preeslsteuteeque ellas por
ventura le-ba deixado de lemover. oeute-seen-
tretauto desde j a uece.sid.d de modilicar algu-
ma. Jas condicees, oufo.muas |.i escripias para a
coucessao das iicenjas aos. Individuos, qua pie-
tend.m abrir escolas parUcul-rea, inormeule nos
lagares u.als centra;, d provincia.
Cracerio tambera det alju,.,. pequea alleracao
os pr.zos das ferias : e prepara urna 00*0
os Irabatlios p.ra a eaec1
uco do, arluot 84,e 'il
do mesmo Regul.mento. Se mo for a-le urna boa
lei. a experi?. c a Ihe re*.a-a os defe.io. ; mas
he p.ee,.o l.ze-lo rigorosamente cu.npr.r .mes de
Como quer que se possa queslionar sobre o
proveitodas escolas .orra.es q.e no llr.zil c tem
creatlo, parece-me nao se poder prrscendir dos
meloa geral.nenie recouliecido* como indispeoaa-
veis para garantir a probcntl n'e (lo m.gisle.io,
f.z ndo d isJie urna ieucla, e p.eparando conve-
nienlimenle oespuito dsqueilcs rjuejie tenbao de
dedicar dillicil, e deliOada proltsso de eJucar,
e ii-ii uir iiiocida.lc : nao sena por tinto perdida
a despea, que .e l.ouvesse ds fazer com acreajao
de umaescola normal primaran provincia, nina
vez feit una Iwa escoli.a de prolessores. Asau-
las do Ivceu foro frequentad.sno decur-o do an-
no passa'do por 111 alumno, sendo a de lingua na-
cional por 4, adehugua latina por IS, a de liti-
Kuafraucea por 2i,a de lingua inglesa por 8. s
Ak geografa por. I. a de gioinetrla por 16, a de
pbilosopliia por e ad dezeuho pur 2. O map-
p. junio demonstra os que se li.lillilarao, e os
que foro examinados, ^ teve alumno algum
aaul.de rbelorica. A de obstreclica, snjeila ius
precia dodiieclor, apeaarde estaneleeida lora Uo
ly'eeti, leve 11 alumuas 6 do i auuo -. i do2; asdo
1 passro pata a 2. matricula : uasdo2 hablli-
tarao-se 4, mas s duas loro tiamlnadas, e ap
provadai. A .ula de Tachjgrapliia loi fraque a-
dapor 3 alumnos, dos oua s nenlium se li.b.liltiu
ara etame. Para frequentare.n ~i diversas au-
a do niea.no Ivceu no crreme anno cnao-se
matriculados f.umuo. ; licaudo sem nenlium a
dezenbo. He lucessailoio-iiar uina medida
qual qu r sobre cala ca.eira, que u.o pa.sade
un. mododeg.slar dli.l.e.ro sem proveilo oseo
prole.-ot liiuita-se o ens.uo tl.eorsco de arle ; tte
son que os discpulos podem sabir u'allisabeiido
o quehedeseuho, mas lero de ir aprender de-
senliar em outra par.e ; cumpri. que a ca elr. los-
se de de.enbo, epiolura, toiando-se a .espedo do
actual prefesso urna delioera.io qualquer, que
fraiiqueasie o magisterio .Isuii arllsia hbil.
1.....i., ai tem sido de pouco, ou ueolium proven o
aula do lacnygrapii..; ne por ora u..a excres-
cencia, que s t.az de fomivo o dispendio do or-
denado. Naocoi.cltii ei este arl gore bvo Ins-
trueco publica sem rellectir na falla, que se senle
".esta provincia, como taires em lodas as do bn-
pr.o, de bons collegioi, ou casas de e lucaco de
meninas: entr. tinto ninguem Ipnora,que sendo
amslru^o em Igdos "' lempos, e etn todo, os paizes
o priiiit-i.o eli-nu.,,, !> ci"'.i' can. nunca seap-
plicoiimenoa cuidado *d'1 sexo 'lemininodo q ae a
uo m.jculno-e parce mesmo loluilivo, que
se por toda o Brasil ob.eivasse.no. noas escolas
de iiisiruccio elementar par. um, e outro sexo, e
seporotiia e.lucran de.vel.da cull.vass.mos
o espirito de tod.s as ful"rs mils de familia pre-
dispoiidoassma.noralid.de do. lil .os ben.de
pressa verismo- nossos io-tumeS m.is amenisados
e polidos desapparecendo da socledade mullos di-
mes que alteslo falla de m irigeraf'.o e Inteira
Igno
sa.lo. ae... d'.iln resultar quexa alguma.
Entretanto erve Isto para reco.nmenda. a
malor atlencao posslvel sobre o modo de de-
cretar a despea, fasendo com que ella jamis
perca o equilibrio que deve guardar con. a re-
ceita, estimada prudentemente por urna Ju.ta
apreciarlo das furris productivas da proviocia.
A receita do exerclcio vindourn de 1852 a 1853
he oreada em ris 096:743jOoO ; e obngada a
thrsouraria em seu orcatiienlo restringir a
despeza essa menina cifra suprimi algu.nas
verbas, e diminuto outras, como terels de ver
do orcsiaiento, que vos ser presente: fol asslm
ilim n.iil.i a coi.-iginco para o theatro, que
rujulgo all, indlspensavel, embora seja ella
de olio ou dez nonios de rls em vex de 18 con-
tos, coma a do exerclcio correte ; e deram-ae
apenas 115:7t)3f IQ'2 rs. para as obras publicas
pr'r.clpindas, e para as que se houvere.n de de-
cretar, o que me parece insufficlenie Na re-
dueco da despeza total cargo do. cofres pro-
vinefaee ser para dezejar, que se olhe antes
para o praaoal, que a poder lalvez comportar,
do que para o material, que he de todo o iute-
resse adlantar c desenvolver.
Devendo tratar das reparticc.es fiscaes vej-
me obrigado a diter. que a Ihesouraria pro-
vincial carece de algumas reformas, convindo
rever e corrlgir o seu regula.nento, accomu.o-
lando-o s novas necessidade. do servico; o
iuspeclor queixa-se de Insufclencia de pes-
so.il, e pede principalmente a creacio de um lu-
gar de contador: nao pude anda recoobecer
que haja falta de mpregados; sendo certo po-
rem que cuinpie t-Ios bons, e nao simples
coucesslonarios de ordenados, como lofeliz-
...eole acontece c. algumas reparttccies pu-
blicas. Convcnho entretanto na necessidade
de utn com iiiilur, at para que co. elle e
co.n o procurador fiscal faca o Inspector a ses-
so da Ihesouraria, e dcixe de haver tribuual
administrativo presedldo pelo presidente da
provincia, o que produz inultos inconvenien-
te., i i.i o sendo o menos srnsivel o de naver una
s Instancia para a d'clso de todos os nego-
cios : sabe-se que na admlnistracao da fatenda
nacional sao inultas questdes decididas pelo
inspector da alfandega ou peloadministrador
da mesa do consulado, d'ahi o sao pelo inspec-
tor da Ihesouraria ; desle sobe. ao presidente
da provincia mediante recurso,, e llual.neute
sao ainda levadas, tambein por mel de recurso
ao thesouro publica uscional, einquanto que
os uegoc.os da fazenda provincial sao decididos
cu prlmelra e ultima instancia pelo tribunal
administrativo. A prlmelra. segunda, lerceira
equarta secedes da Ihesouraria teetn feto al-
guna nalialiiin liuporiantea; mas muito Ihe
re.la anda laier, ...orllenle quanlo liqui-
dar divida, e tomar contas eucarregados de
cihi a ne... ou gereocia de dinheiros publico..
A com.i.isso eucarregada do e.aine das coola.
be plec.su ,..-. ..-.--
se franquear O cam,o s dl.cu.soes ab.ira.la.
saos vezesos e.eculores d.s I..., ou.qucl es que
por.lla. te lera derrger, os priiueiros a des-c.c-
d,t.-I.s pela di.pileeoca, que be. cusa a xecu-
fo. He po.- ioprejud.c-l a l.cl.i.aded. s.rap.e
legislar, enur eaec-lar i o meto de tornar Do.
urna le, que anda se nao cu.nprlo, Jama,, ,erao
de fazer outra, que se diga einor para her igual -
wat. por curnprr. cho-se laue.etidoa oa
conrorra.d.de do dito regulameiHo 16 circulo. Itl-
lerailos.e orneados o. respecuvo. inspectores-
qu. vo desempenhando regul.rmenie suas br-
gace. olug.r de d.rector geral es a sendo iule-
li.i.mente fxerc.do, de u.n modo s.i.sl.lono
pelod.recior uo Ijceo, l.ller.lo de reconhecido
rdito. Frequen.rl a. a..laa de inslruc.aoe e-
nenl.r ein tod. a provincia no decurao do anuo
pasa.do 2K17 alumnos, sendo do tan masculino
8 e do feinluino64I :as anlaa ce lalim, ex-
clusiva a do Ivceo, llvero > .lu.unos.como lu-
do coosla do mappa junto. Fol creada urna se-
ta ca.teira de msl. uc;ao cementar na I.egue-
aque l.avia mais de
er pela aduiinistracao das obras publicas, si. de Sanio Amonio, por ter a que l.avia raa.. de
pol.fa de.le modo uma re.poasabil.d.de ef- lio .ll.cpulos, "'' .'^."'Vn'hS.u. T
ectiva, e i.u.nedlata: a subsistir a prallca ac- no artigo 4. do capitulo .. da le nio"''e'
tual convlrla pelo menos nao entregar quan- de 10 de Junl.ode 18J7, ano artigo 78 do citado
Ua alguma cou.lgoada para uma igreja, em | icgul.mento de 13 de M.wdo anuo passado.
i MUTILADO
------------ aaMlalaalai a cainiiiniau tiiMiiiajaa. u ......------------------
Le.librarla en por conseguinte a necess.uaae |)| ex||llcla ihesouraria lem apresenlado seis
dearbilrar-ae u.n premio vaniajoso quemen- re|atoI(0, aobre os examea da. conta. dos an-
prehendesseesiabeleccrn'est. capital um bom n0, filiailCerol decorridos de l83tt |842; bem
llegio, ou casa particular de educacao de uco proveitoao te... sido por ora o trabali.o
meninas, com todas M condiedes Impostas por de tal cominlsSo, e quas nullo dever ser ad-
unia ordeoanca apropriada, e sob a incessante na| Q tetulLl0 da despea, que com ella se tsl
in-per ;;m do govi-rno : COtn O auxilio d esse faIcl|r)Ui
premio, ou subvencao annual, e coniando-se A casa ein qUe trabalha a Ihesouraria he aca-
co.n ocrescldo numero dealumnas que garan- nhada c meaquinha ; .obre isto lem co... raso
lerla a boa ordem do estaOelccimento, era de It|,re,enlaj0 i0>peclor, e altendeodo-se as
esperar que cotnecassemos a ver salisfeia a- raoiagPns que de uma mudaiifa conveniente
quell. grande necessidade geralmente senil- reaultarian a fiscalisafao uo servico e a regu-
da. Terminando assi.n mlnhas considcrafes |ariua,|c dus trabalhos, nao seria perdida a des--
sobre a Instrucco, rellectlr-vos-hel ainda na prI, ,., 8e ||te,ie coin o aluguel de urna casa
necessidade de fazer-se quanlo antea algum sa- : aropr,ada,
orificio par dolar a provincia co.n uma biblio- q c.1)UJU|aj0 provincial marcha reguiarmen-
theca pnblica importante, podendoem comcfo 11<. nolllee| nove guardas oa forma do artigo
ser ella collocada no edificio do lyceo, e appll-
car-se-lhe especial...ente o readi.nei.lo do Im-
poslo sobre as mavricula. das aula, do mesmo
lyceo, das do seminario de linda e das de la-
llin : ale.n do p.ovello obsio, que resultarla
de um lal eslabelecin.enlo para a cultura do es-
pirito de ini.cid.de, is vezts lio estudiosa, e
clicia de nobres aspira^des liller.rlas, quanlo
destituid, de meios de ob er bons livros, couse-
guir-se-Ma fazer cessar ojuslo reparo, que d'ha
u.uito motiva semell.ante falta nimiameuie scu-
sivel en uma das tres ui-is ricas, civilisadas e
orcscciitcs cidades lo brasil.
Fazinda Publica Provincial.
0 estado bnauceiro da provincia longe de ser
deaani.nador pramette seguramente, dadas as
condi(6es de conlinuacao de pas, e de unta ri-
gorosa observancia d.s regias econmicas, ha-
bilitar-vos em poucos anuos a promover em
inaior escala seus mclhoramenlos ii.aleriaes,
a que conespouder necessarian.entc o pro-
grr.aivu augmento da riqusza publica,
A arrecadaco da renda total no esercici'
liu in de l850 1851. camprehenilido o semestre
addicional, lo. de 707:599^064 rs., tendo .ido a
do exercic.o de 1847 a 1818 de59:949;40 rs.,
.do de 1848 1849 de 70t:032>U38 is., e a do
de 1849 1850 de 730:z3by3t5 rs., v-se que vai
de anuo en aono crescendo a renda provincial,
porque com quanlo suieute cm retacao ao an-
no anterior ae note una pequeua d.minuico.
todava deve-se observar, qoe essa dllierenca
de 22:631 30l rs. conveiler-se-iiia e.n um exce-
so, ou liillerenca para mais, se live.snn sido pa-
gas aB leilras dos arrematantes de impostos,
a quem se coucederam inducas credltorias, e
se uno tivessea irregularidade da rslaco, que
fui to geralioenie sentida, occasionaudu aralo
e dliniiulfaodes.fia: paracdinpeusar este ul-
iiuiii ...al espera-se, segundo as mais be. fun-
dadas prevlses, que seja abundantsima r
colbe.ta prosi.ua vludoura, e que desse benc
ficio goie loda a protluccio agrcola da pro-
viucia.
A cobrancajudicial foi, durante o mesmo
exerciclo Ando, de 75:167/186 rs ; e prosegue-
se con zelo e aclividade nos meios de ir obri
gando os devedores a pagar seus dbitos, que
aprsenla! no juizo dosfellos dafazenda uma
cifra de 351:078/842 rs., com quanlo seja parte
della Incobravel. Ueijieiideu-se no exercicio
a quanlia de 1.066 577*807 rs. ; e tendo sido a
receita de 1.076.20 '/89 rs.. deu-se utn saldo de
9:6!/|lt2. Existe em depnsilo a quaot'a de rs.
2i2;875/000 en leliras provenientes de iu.pos-
los.arre.i.aiados, sendo 106:918/1)00 rs. do exer-
clcio de 1157 1843, e I05:927j000 rs. do de
1853 1854
A arrecadafio do primeiro srmestre do exer-
cicio crreme fol de i&8:3a8/863 rs., e a despe-
sa de 325:676^314 rs., haveudo auppriiuento
pela caixa do exerciclo lindo. Do primeiro pa-
ra o segundo semestre passou o saldo de rs.
I28:t75j0sl. ,
A divida passiva liquidada al o um de de-
zembro de 1851 he apenas de 1:201,393 rs. .
e a do exerclcio lindo n.io se calcula e.n mala
de 2:189/573. vendo-se porlaoto que afazei.da
provincial ir.n salisfe.lo poulual.ueote lodos
os seus empenlioi- Teudo sido decretsda pa-
ra o crreme exercicio uina desp-xa de ris
805:912/738, e havendo-se despendido no pri-
meiro semestre 324:243f854 rs., te. ainda de
despender-se 481:6784884 rs.; e como para fa.
ser face essa despeza nao se pode rasoavel-
mente coolar coi mais de 579:538/839 rs. dos
quaes lodavia he de mlsler reservar 200:000/000
rs. para acudir i de.pexas do primeiro semes-
tre do exercicio vindouro, pois que s no se-
;uiiilo he que avulla a arrecadaco, dever-se
lia receiar uma diliiculdade nos pagainenioi
se nao fosse a considerarn deque uein loda a
38 da lei provincial n. 283. ej se lein couhect-
do co.n essa creacosensivcl ...elhorainenlo na
liscalisaco dosdlreilos; enteiidc por.n o ad-
ministrador que sao precisos 11 guardas, por-
que he este o numero dos pontos de embarque
dos gneros ; esta necessidade oo esla aluda
-i.Hi.a, ni. mciiie demonstrada, e he de mister
esiar sempre prevenido contra a tendencia ge-
ral para o augmento de pesaoal. Passarai a
elle, uva- como lercelros escriplurariosdoir.es-
u.o consulado os escriplurarios da extincta ins-
peceo do assucar e algodao, na forma du para-
grapbo quarlo do arligo 27 d'aquella le. Foi
posio em admlnistracao nesla cidade o impos-
to de 20 por cenlo .obre o consumo da ago ar-
dente, que era antes arrematado; e mullo bem
succedida lem sido a mudanca, porque arreca-
daram-se no primeiro semestre l3;o8l,620 rs.,
quanlia supciior importancia total da arre-
iualacaodoiiies.no imposto no anuo anterior.
Os impostos novos, de que trata) o paragra-
pho segundo do artigo 34 da le do orcameulo
vigente, renderam apenas no primeiro semes-
tre 3:897|869 rs.
Traiaudu-se de arrematar o servico da ca-
paia/ia do algodo, nao houve quem o qulxes-
se fazer por menos de 2:970/00 ., e como es-
la quautt. excedesse consignacao da le, man-
dei por em aduiinistracao o mesmo servico,
co.n o que obieve-sc alguma economa, leud-
se despendido no primeiro semestre a quantia
de ris 1:03|100. O eslado das c.lleclo.ias
administradas nao parece mo ; e a Ihesouraria
exerce vigilaucta sobre ellas ; mas inspira por
ora o,. i confiaos, o sy.leina das arre.nalacOes
uma vez celebrados em regra os contractos
coi todas as garantas, que se devem exigir, e
uo coulando os arrematantes cu. preslafues,
ou favores desla ordem. que se com ...u.lo len-
to devem cr oulorgados aos contribumles, ou
devedores de imposto, cuja obrigacao deriva
iu.medlatau.eute da lei. em aclo algum de aua
vooiade, nao poden jaman ser liberallsados a
contratante., que l.vree espontneamente con.
irabira.n a obrigacao, que depois p.elendem
atenuar ouadocai.em dau.no ...anileslo dafa-
zenda e prejuho s vezes dos concurrentes, que
nao tendo a esperauja de uma Igual graca no
fuiuio cilculara.n os seus laucos sobre a base
de pagamentos pooluaes do preco da arre.ua-
lacao. c fiera. assi.n preteridos por quem
aliual pagando larde paga menos do que o pre-
fo por elle, otterecido. Foram arrematada, a.
renda, cargo da. colleoio.ia. de Garaohuns.
Flores e Hua Vista, de um modo ventajoso pa-
ra a blenda, vl.to ter servido de base a essa ar-
rematado a inaior arrecadaco ale enlao co-
hecida Procede bem a ageuc.a, que cobra os
impostos sobre os geuerus impo. lados. Recla-
ma porem a atlencao o que acouiece a agencia
esiabeleclda as Alagoas: apezar das providen-
cias dadas pelo regulaineulo proviuclal de 13
de Janeiro do auuo passado para se distinguir
na dita agencia o algodao desla provincia do
d'aquella, coulinua.ii os abusos, filhos da ne-
gligencia ou da n.a voniade de alguus ag .cul-
tures : represeulel sobre isto ao presidente da
mes.na proviucia, e con os etclarecimentos .
.ine se obilverem, eslabelecer-se-bao nova re-
tiras be. da fiscalisacao que lie oaquella caso
dtllicil. No relaior.o do Inspector eucoutrarels
o mappa de lodos os contrato, celebrado, pela
Ihesouraria, bem como os e.cl.reci.nenlos con-
niente. sobre ludo quanlo respella ao servifo
d'atiuella reparticao, e admionlracao da fa-
seod. provluc.al. Dero observar que a randa
pode ser elevad, mediante alguus impostos no-
vos que por umita, con.ideracde. eouvui de-
cretar O e.cravo. otclae. mecnico, exis-
tcoie na capital devem er ujeito a um pe-
sado Imposto annual, que favoreca os arllsla.
tivres e e.te mesmo imposto conv.ia laucar
"""' '""' "-'' -=.|--->-. "--'.'."..liauun.anuo. ubre os e.cr.vo occis-
de.peza decretada tem de ser eilcctivaincntc d aqu a alguna """" cidade liara
\
2q#000
lli/IH 0
16/1101)
9/100
1/1.20
1/920
1/80



'
2
do convcrla impor-se obre ai ofikiuasde fo-
goaartiRclae..
O linpoalo ubre escravo. despachados pira
fura da provincia pode ser elevado ao dobro do
que esta actualmente marcado.
Finalmente a Imposlcfio do paragrapbo se-
gundo do artigo 35 da le do orcamenlo vigente
Sarece que poda comprchender todos os pro-
uctos da agricultura, e Industria do pas,
embora fabricados rom materia prima eslran-
gelra, escrptuando-se apenas os que por le j
goias.em o vlessein a gotanadf Isenco de di-
srann
najao na pro
reitos como carecidos de
vlncla.
Teodo-vos eu asslm dado urna breve noticia
do estado lioanceiro da provincia, jolgo-ine
alada obrlgado a ponderar-vos, que diante da
necessldade urgente de adianlar, e estender
eaaaa Importantes vas de communlcaco que
t*o vantajoiameote se tem comecado na mesina
provlni i', e aiteniando-.e naa forrase recursos
da produefo, que alian;ain o progresso da rl-
quea publica, nao deve boje baver recelo de
aproveitar as vantagrns do crdito; e parece
_ pelo contrario que una refleclida apreciacao
de todas as circunstancias examinar antes de
cuntrabir-se um enipresliiiio publico, aconse-
Iba desde ja como cbela de successo a inetlida
de tomar a provincia dentro de dous ou tres
annos a quanlla tolal de 600 ou 900 contos de
111- c Din um juro nunca tualor de por cento
ao auno, para applica-la ao adlantamenlo rpi-
do das estradas que eslo em andamento, e
abertura de oulras, bem como de raiiiiricacdes
daa eiisteutes, segundo as conveniencias que
ae reconheceretn.
A economa da despea resultante da terinl-
naco das obras em pouco lempo, *o pedagio
que deprouipto se comuiccaria cobrar c o
augmento iminediato da renda publica com a
fuudaco de novos engenhos, de oulros estabe-
lecimenlos ruraes, e de varias einpreas por
agora adiadas pela dirnculdade e caresta do
transporte dos gneros, nos compensaran! o
pagamento do juro ea amorlisacao annua do
capital, como mesino assegurarlam em poucos
annos um notavcl augmento da receita. Re-
cuar iliui i- da ideia de qualquer esforco ea-
traordiuario, e esperar ludo da marcha-lenta,
desanimada das medidas rolineiras he dlfe-
rir vs me Ihuramentos, que nos franquelam tan-
tas riquezas naturaes, e couimetier um erro de
calculo, aluda consultado apenas o fri positi-
vismo das cifras.
Obras publicas.
A direccao, inspeceo eexecucaode todas as
obras da proviocla est hoje a cargo de urna
administraco ou directora que se rege pela
lei provincial n. 3a6 de 17 de malo de l85l.
O i el ii )i ni do engcnhelro director vos ha de
inlelrar do estado satisfactorio dese importan-
tissimo ramo de servieo publico, e eu cuntida-
rei voasa altenco para alguus tpicos de sua
r-spo.icn.
Obras definitivamente recebidas pila reparticao'
durante o anno civil de i851.
1. Conclusao da segunda parte do SCJlo lanco
da estrada de Pao d'Alho.
2. Pintura da Poute do Cachang.
3. 'lercelro lauco do erubarreainento da es-
trada do sul.
4. Priineiro lauco do aterro da casa de deten
cao.
5. Segundo lanco do dito da dita.
6. Primeiro lauco do embarreamenlo da es-
trada do sul.
7. Segundo lanco do dito da dita.
8. Reparos do aterro dos Afogados,
. Deciino-quarto Unjo da estrada da Vic-
toria.
IU. 400 bracas de empedrainento nos sexto,
stimo eoitavo laocos da estrada de Pao d'Alho.
ll. I'i mu i.i parle dos reparos do caes do
passeio poblico.
Obras em execucao' por arrcmalacao'.
Sao ellas -28.
1. Reparos da malrii de Santo Amaro Ja-
boalo.
2. Priineira parte do caes da na da Aurora.
3. Segunda parle do inesmo caes.
4. Ponte da ra da Aurora.
.i l.uutiuuaco do caes do Ramos.
6. Aterro epouledos Remedios.
7. Caes c rampa do porto das Canoas.
8.'lercelro lauco do aterro-da casa de de-
tencao.
9. Caes do aterro dos Afogados.
10 Reparos do caas do Passeio Publico.
11. Pintora da ponie da Boa Vista,
12. Reparos da ponte de Goianna.
13. Declino seguudo lauco da estrada de Pao
d'Aho.
14. Concert da oonlc do Varadouro ciu
Olinda.
Ib. Declino lercelro lanco da estrada do Pao
d'Alllo.
l. Ponte de Igoarass.
17, Segundo lauco da estrada do norte.
18. Ponte da camboa dos Arrombados.
18. Terceiro lanco da estrada do norte.
20. Seguuda parle do nouo lanco da estrada
da Victoria.
li. Dcimo-segundo lanco da estrada da
Victoria.
22. Euipedramento de 300 bracas no terceiro,
quarto e quinto leos da estrada da Victoria.
23. Einpedraniento de 650 bracas no decimo-
quinto lanco da estrapa da Victoria.
24. Deciiuo-terceiro lauco da estrada da
Victoria.
Jo. Duas bombas nos lugares de Pao Secco e
Checheo,
26. Stimo lanco da estrada do sul.
27. Concerlos da ponte do Alijo.
28. Aterro e ponte da estrada da cldade do
Rio rormoso.
Obras execuladas e concluidas por adminislracao'.
Reparos.
1. Ponte do Recife.
2. Dita dos Afolada).
3. Pontezlnba da Passagcm.
4. Cadeia do Recife.
6. Consulado provincial.
6. Ponte dos Afogados.
7. Mu i .i de encost do lado do leste da ponte
do Recife.
8. Ponte da Roa Vista.
9 Ponte dos Remedios.
10. Estrada do Po d'Alho.
11. Ponte do Cachang.
12. Estrada do norte.
13. Dita do sul.
i i. Ponte de Aiotocolomb.
15. Estrada da Victoria.
Obi as novas,
lo. Caes do Apollo junto a ponte do Recife.:
17. i nuil i no primeiro lanco da estrada do
norte.
18. Declmo-quarto lanco da estrada do Pao
d'Alho
19. Ponte de Goianna.
20. Dita de Santo Amaro.
'li. Diquedo pantano de Olinda.
Trabalhos giapbicos.
23, Planta do inuuicipio do Recife.
33. Estradas do norte.
34. Dita do Pao d'Alho.
25. Dita do Sul.
26. Dita d Victoria.
37, Dita da Escada,
28. Diversas obras.
Merece especial mencao a obra do caes do
Apollo. Este lanco de caes de extencao de 2ll
ramos na margein esquerda do Caplbarlbe,
unto ponte do Hecife, no lugar da maior cor-
rente das agoas, e onde anteriormente se for-
in iv i um graude redemoinho com o fundo de 15
palmos as mares vasias, tem sido una das o-
bras mili importantes, e defcels ai hoje exe-
cutadas nesta cidade. Tem por flin esta obra
nao s rrgularlrar a corrente das agoas n'anuel-
le Idg-r, peruilltindo que as einbarcacdespas-
aeui all a qualquer hora, fndependente do es-
lado da mar, ( o que d'antes nao se consegua
senao em certas occaslocs, que favorecanlas
marea} como lambem facilitar a construceo
do restante do caes, o qlial nao poda ser execu-
tado, mu que priineiramentc fosse fefta esta
parte, que Ihe serve de eucoslo, 'l'eve.prmcipio
a inesuia obra em setembro de 1850, esomente
agora pode ser concluida, lato nao s pelas dif-
fieuldades proprlaa de obras deste genero, co-
mo tainbein pela falta de pedra neeesssria.
Foio caes construido lodo de cantarla, e com a
seguranea precisa, conservando-se sempre na
aua frente a profuudldade d'sgoa que havia an-
teriormente, e que era de 15 palmos.
Despciideu-ie em toda essa obra,tanto do caes
como do atierro da praca a quanlla de res
10:531/814, que dividida pela estrnsio total de
prreo porque ficou este, sendo todo de can-
tara.
(Oonlinuar-n-ht.)
e de lio grande profundidad, aloda nlo acha-) Segu se eleicSo pira secretarios, en-
rain queiu se couipromellease a faiel-o pelo |ram na urna 26 lisias, 8 saliera eleito., pri-
meiro secretario o Sr. Joiqulm Pires Ma-
cbldo Portella, com 18 votos ; seguddo se-
cretario o Sr.Floriano Crrela do Brillo com
15 votos.
Obtem Totos pira suppjentes dos secreta-
rios, os Sr. \. J. ilo uliveirn 9 ; Augusto
Oliveira I ; Estelliti 1 Guedes de Mello 1 ;
Birros Brrelo I ; S* Perein 1; Viltla 1
A sorte consultad sobre i preferencia
entre os que tem um vol, designa o Sr. Es-
tellita.
O Sr. Presidente disigna pin ordem do
dia de iminh.1i, eleicOes de commssOes,
leitura de projectos e pareceres, e lovaiila
a sessSo (eram 2 horas e maisj
Gommando das armas.
Qvarltl gmiral na cidade do Recife,U de Uve-
retro de 1852.
OROKM DO DU ri. 72.
0 mirechal decimpo griduido comman-
dante dis irmas, tendo em presenca i com-
municaefio que Ihe Coi fansmiltida pelo
Exm. Sr. presidente desta provincil em dala
de 23 do corrente, faz publico para conhe-
cimento di guarnic&i), que por iviso an mi-
nisterio di guerra de 27 de Janeiro ultimo
se declarou, que a ordem dida pelo iviso
rirculir de 29 d oulubro de 1851, prohi-
bindo que os oltlciies do exercito fossem
empregados em commissOes estranhis ao
mestno ministerio sem previoconsentimen-
lo deste, nSo se ei.tende com os oiTlciaes
reformados.
Antonio Crrela Sera.
Quarlel gemral na cidad, do Recift, lbde/tverei-
ro di 1852.
OabEM DO DIA R. 73.
O marechal du campo graduado comman-
dantedas armas, em vista das communica-
Oes que em data de hontem Ihe foram
transmitti'las pelo Exm. Sr. presidente des-
la provincia, publica para sciencia da guar-
nirn, e lins convenientes.
Que Sua Magestade o Imperador houve
por bem por effeitos de sua imperial cle-
mencia, em decreto de2*dejineiro ultimo
conceder amnistii io capilao di qunta
Iiis-i' do exercito o Sr. JoSo Daptlsla do
Aman! e alel/, pronunciado pelo crime de
rehelli0o, ero que lomou pirie nesti pro-
vincia, segundo foi declarado em aviso do
ministerio da guerra de 31 do mesmo m>z
Que o mesmo Augusto Senhor foi servi-
do por decreto de 12 do sobredito mez de
Janeiro nomearo primeiro lenle do se-
gundo hatalhao de artilharia a p o Sr. Jlo
Evangelista Nery da Fonsecn, para o lugar
de director da colonia militar desti provin-
cii como i- iii-i" i do aviso di repirtic,8o
di guerra de 19, tsmbam do janeiio.
Anfoni'n Correa Sera.
Quartel general nn cidade do Recife, 27 defe-
verciro de 1852.
onnxtr DO da n. 74.
0 Sr. marechal de cimpo graduado Anto-
nio Correa Sean commandante das armas,
o mu i pira conh-ciment da gusrnii;i1ii e
devida observancia transcrever o aviso cir-
cular queso segu*, expedido pelominisle-
rio da guprra a 31 de dezembro do auno
prximo lindo, que por copia Ihe foi trins-
nimi' i i pelo Exm. Sr. presidente dests pro-
vincia em data de hontem.
Circular. Rio de Janeiro. Ministerio dos
negocios da guerra em 31 de dezembro
de 1851.
lilm. Exm. Sr.--Senlo insudlclente a dia-
ria de cinto e vi ule ris, que vencem os
Toreados gales, que est.o einpregados no
servieo do ministerio da guerra para fazer
face s despezas, que com tiles se fazem,
quandosSo recnlhidos ao hospital. S. M o
I-","! .i i> i-, conformando-se com o parecer
do conselho supremo militar t-xarido em
consulta sobre o que representira o presi-
dente da p'ovinciada Bahiaemseu odelo
n. 633 de 27 de marco deste anno, robrindo
copia do que Ihe dirigir o commandante
das arman, e da informaclo do inspector da
tliesouraria da dita provincia, ha por bem
determinar, que cada um dos referidos
sentenciados, quandoforem para o hospi-
tal, se abone, alm da referida diana a
quanlia necessaria pata piofazcr a somma
do sol lo e valor da otapeds um soldado de
infantaiii do exercito. 0 que communico i
V. Exc. para quea-isim o tentu entendido e
fuga cumi'rr.
lieos guarde a V. ExcManoel Felizardo
de Souza e Mello Sr. presidente da pro-
vincia du l'ernarnhiiRo.
Candido Leal Ferreira,
Ajodante de ordena encarregado do detalhe.
RATIFICA CAO'.
No discurso do Sr. Florencio
publicado hontem, linhas terceira
em lugar de nao he numero
leia-sehe justo e regular ; linhas
15 depoisde chamamentoleia-se
ate.
Repartico da Polica.
Corlinuaclii do expediente do Sr. deiembar-
gador chefe de polica, em relac/lo aot mov-
mentas ieiicio*os que ttveram Ivgar nesta
provincia no mez de Janeiro prximo pas-
sado.
EXPEDIENTE DO DIA 16 DE JANEIRO.
Ao Exm. presidente da provincia.N. 26*.
Para cunhecimenlo de V. Exc. tenho a
honra de transmillir o cilicio que agora
mesmo acabo de receber, a mim enderessa-
do com data de t2 do corrente, pelo dele-
gado de polic'a do termo do Limoeiro, par
licipanlo que para nSo ser assassinado pe-
los aedicosos do Limoeiro se vira obrigado
a deixar o exercioio do seu emprego e a
refugiar-te na comarca de Nszareth ; e de-
clarando que taes sediciosos foram arras-
trados aos desatinos pratirados na vi I la d'a-
quelle nome pelos pessimqs conselhos dos
adversarios do governo e poltica dominan-
te Releva, porm, declarar a V. Exc. que
un la me nSo foi entregue o ofllcio de 5 do
corrente, que esse delegado so refere, e
que continuando elle a eatsr ausente nSo
me consta que houvesse offlflitdo ao seu
suppiente pira tomar caVa da delegacis,
como era do seu dever.
Sobre este objecto peco agora ao delega-
do as necessarias informscOes pira meu
manir esclarecimento e ulterior governo.
Dos guarde a V. Exc. Secretarii da po-
chefe de polica. Sr. Antonio Francisco
Perein, rjelegado de Goianna.
DEM DO DIA 17.
Ao Exm. Presidente da provincia. 268.
Tendo recebido o incluso ofllcio por co-
pla, sob a data de 15 do corrente, nm que o
delegado de polica do termo de Igoarasiu'
participa, que jase tinham appresentado
20 o tantos guardas nacionaes destacados ;
pede esclarecimentoa sobre o modo de or-
ganisar os prels dos mesmos guardas ; e re-
quisita o armamento nccesaario pira as 50
pracas, que V. Exc, mandara destaor, vis-
to nSo existir nenhum no do termo, segun-
do Ihe informa o commandante do respec-
tivo bsialhlo de guardas nacionaea; rogo a
V. Exc. se digne tomsr dito odelo ni con-
flderacSo que merecer, e dar-me a seme-
Ihante respeito as ofdens que em sua sabe-
dorii entender mais conveniente.
Dos guarde V. Ex. seeretirii da polica
de Pornambuco 17 do Janeiro de 1852. Illro.
e Exm. Sr. Vctor de Oliveira, piesiden'e da
provincia. O chefe de policia Jeronymo Mar-
imano Kigueira de Mello.
Documento a que se ri/ereoo/JIcio supra,
III m. Sr.Teve hoje principio a reumaodas
guardas nacionaes pan o destacamento
nesti villa, tendo-se apresetitsdo vinte tan-
tos homens como major, a quem o com-
mandante do corno entregou ocommanuo ;
o iiu'siiii)-major continua a delegenciar o
completo do n. de 50 guardas segundo as
ordensdo Exm. Sr. presidente.
Pira o meu governo preciso, q un V. S. me
diga, se o capullo, que com anda o desta-
camento, deve remeller a ihesouraria o prel
por elle assigaado, e que o quantitativo,
que deve tocar por dia a cada um guarda ;
se pos8i, como julgo conveniente, umi vez
que aqui fica o, destacamento, policiar o
centro do termo, dando assim manir garan-
ta aos proprielarios, para quedesassom-
brados do maior perigo, se recolliam A suas
propriedades, o tratero do seus trabalhos ;
sendo que desta maneira a ordem se Itira
conseguindo pouco a pouco. Devo ditera
V. Sa( mic aquello inajor exige que selhed
armamento, que nSo tem, para o destaca-
mento, o que de promplo he preciso provi-
denciar ; porque do contrario ter o estado
de despender sem ulilidade : concluto este
dizendo V. S. que tenho ns9o a ser acre-
ditado por V. S. no que desser, principal-
mente no locante a ordem publica; ese
poralguma circunstancia, a mim oceulta,
nao iiutcco de V. 5. esta caifiaoc, as
inSos de V. S. est o remedio : Jerlo que se-
rei prompto de qualquer maneas em pres-
tar o meu fraco comegente paz do miuha
provincia : digo isto em resposta ao segun-
do paragrapbo do ofllcio de V. S. de 12 do
corrente.
Dos guarde a V. S. delegaoia de policia
Theodoro, para averigur;o> pollciies; t i n hamos a dizer.....ja vamos muto longe
ordem do subdelegado da fregui zia de San- do caminho que pertendiamoa e para nao
lo Antonio, Joaquim da Silva Mourlo, seu incommodar de mais por hoje aquellos que
declsrsijflo do motivo; e i do subdelegado!nos fizerem a bonra da ler estas mal alioha-
da freguezia da Boa-Vista, Simio dos Pal-
sos, por ebrio.'
DEM DO DIA 27
Foram presos : 4 ordem do ebefe de poli-
cia, JoSo de Ffellis Barbosi, em conse-
quencii de ler desobedoculo um mandado
desta reparliclo qtm Ihe foi intimada para
appresentar o original de um documento,
no quil se devem proceder exames e averi-
guarles que Interessam justica publica
ordem do subdolegado da freguezia de
Nriuiu Antonio, o preto Flix, escravo de
Minia Francisca Hollino, i requenmento
de sua senhora ; e a do subdelegado da fre-
guezia deSsnJose, Joaquim Filippe Perei-
ni, e Jos Flix di Cruz, por brigi.
DEM DO DU 28.
Forsm primos: ordem do delegado do
primeiro districlo deste termo, a'preta Ma-
ra, oscrava de Egidio Cameiro Rodrigues
Campello, sem declarafAo do motivo ; e
du sub lelngado di freguezii de San Jos,
Joaquim Ferreiri de Mouri, por crime de
furto, e Mara Escolstica, por insulto".
MAMO UE PERNAMBUCO.
RECIFE 1. DEMARCO DE 1852.
losUllou-se hoje a assembla legltlatirm
provincial com (odas as solemnidades do esty-
lo, coocorrendo an acto um grande oumero de
pessoas destnelas. Em outro lugar encontra-
ro os leitores o notavel discurso, que por essa
occasto leo o Esm. presidente da provlucla. e
que nos parece n-r sido favoravehnente acullii-
do por todo o auditorio, pelossentlmeotos de
imparclalidade e justica que respira.
Com aiunicado.
Iicia de Pernambuco, 16 de jineiro de 1852. |-Bif-llna X..' l-Jf" ,.
Il.m. e Exm. Sr. Vctor "eOlivera prest-^ Zt-mZ TS&i1|Sr
dente da provino Jernimo.JhrjhlMW Hu0altuo K,KUejr, de chef9 de *,,.
Figuena de Mello, chefe de P"?'- ca da provincia, Manoel Thomaz Itodrigues
Copla a que se refere o oficio Mimo. i Campe,|0 alegado.
Illm. Sr -Depois do meu "" Ao E^r. presiente daprovincea.- N. 269.
corrpnte, Informando a V. S. do estado as- Tendo coaimulllc,do ,oe|egad0 do 8(.gun.
justador desta comarca, nao' Pue mail, in- do ^^ m ^^ ^ y ^ ^J
formar a VS. das occu.rencias que teeai je.liclrnei|l0 -^ e,|e navia reqUiS,iado,
apparec.do depois desti du. Nada poden- cosl,ntej do on;c0 de v Ex ^m ende.
do conseguir fui logo considerado. corno ini- res5ado SQD dlU de g do correnle t|c|.
migo do povo rebelado a tal ponto que me J Q mesmo de, do ofIcio 'de ,3 du
vi Toreado a deixar o meu engenho, e por corrente hoje rcebidor que niguem se
elle fui procurado com ""inr em
lu procurado com o rna.or ;-h"- quer engajar a fazer pa'te da torc, que V.
pan assissinarem-me. Em taes circumslan- Ex manJaril orgallis,r C00C|und0 por
cus vi-me Toreado a fugir com a rarrilia, e dec|arlI.( que le n,recia desnecessirio 0
procurar asylo na comarca visinla, eaciu- destacimenlo de engajados pelos motivos,
telado por casa dos amigos. So eoi.se- y# Ex Ver do mesmo ofllcio porcopi
gu.ndo p.lhar-me, depois de multas del I- dlgne.8e v. Ex.diserma. se avi,U doexpos-
gencias, urna grande torca se iquaileloit to deV9 ou na subzislir a ordem de V. fcx.
no meu engenho, aonde tem feto ostnaio- U(/us gUarJe a y
res estragos possiveis. As autoridades do
Ex., secretaria da polica
Pernambuco, 17 de Janeiro de 1852
PERNAMBUCO
ASSEMBLA PROVINCIAL.
SESSA DE ABE'iTUfU EM O 1.* DE MAR-
CO DE 1852.
Presidincia do Sr. fedro Cavalcante.
A's 10 horas e roela da niaulula reunidos
na ssla das sesOes os Senhores deputados
eleitos; foram pelo Sr. presidente convida-
dos a aaaisllr niissa votiva ao Espirito-
Santo na matriz de San Frei Pedio Concal-
ves.
Os Senhores deputidos siliem da san,
edirigom-se matriz,
Suspendc-se a sestSo.
Ao mel da, leiiil.i voltado o fazendo-se
chamada verifica-se estarem presentes
30 Srs. deputados.
OSr. Presdeme menciona o seguiute
EXPEDIENTE.
Um ofllcio do secretario do governo par-
ticipando queoSr. ptesidente da provincia
comparecer no dia de boje i urna hora da
tarde para ler o seu relalorio, e abrir a ses-
sSo ordinaria da assemblca.Inteirada.
Oulro do mesmo, fazenlo sciente qua
ofllciira cmara municipal des.ta cidade
pan que esta expedisse os diplomas a 3
suiplentes dos mais votados. Intei'ada.
Oulro do mesmo, dando paite haver feto
remessa a cajitra municipal desla cidade
do parecer da primeira commissSo de pode-
res.Inteirada.
He lido e approvado sem discussSo o se-
guiute !
PARECER.
A oommissaoile venfleafito de poderes,
tendo presentes os diplomas dossenhoresd
pulados Vicente Ferreira do Siqueira Vare
jSo, e Ignacio Joaquim de Souza Lea o, o
dos Srs. Jos Francisco da Costa Gomes ; e
Klorianuo Corris de Brillo, ios quies por
deliberlo di casa foram expedidos diplo-
mas como supplentes, comparou coma
n iii.ie.'ii. feita pela cmara municipal desta
cidade; eachando-OB em forma, he de pa-
recer que emvirtudeda resuluc.au ja tomada
por esta assembla acerca da validade da
eleifilo de seus membros, sejam admittidos
aqueiles senhores a tomar assento. Sala
das commissOes I de mar^o de 1851. Bar-
ros Harreto, ivrcini de.Carvalbo M. J. Car-
n iru da Cuuba.
Os Srs. deputados de que faz mengano
parecer preslim juramento e toman, as-
sento.
Tambem prestam juramento os Srs. Aqui-
n e Guedes de Mello.
O Sr. Presidente nomeia para comporem
a comissSo que tem de receber o Exm. Sr.
.residente da provincia aos Srs. liaran de
Capibaribe, Barros FalcSo, e Eslellita.
Suspende-so a ses-iSo.
Ha ii mi .i hora coulinua a sesaSo, e tendo
chegado o Sr. presidente da provincia he in-
Iroduzi lo na sala com as formalidades pres-
ciiptasno regiment e tomando assento
iireila do Sr. presidenta da Assembla deri-
go i mesma sen relator io.
Finda a leitura sahe da sala com as mes
mas formalidades comque mil un.
Procede-se elei(3o da mesa, corrido o
haviam entrado 26
..jpin a que se refere a nfficio tuura. I
do censo, he o partido praie.ro que se ap- ,^Sr< _\or oflicl0 de 9 d(J corren'le '
prove.tou desta le ?#.!!""'! licipou-mo V.S., que d.gnando-se levar.o
CU puso"
seu favor. NSo he possivel que i conhecmento do Exm. "Sr. presilente d
informar a V. S. ludoi quinto ellMM prov.ncia, o meu ollico do 7 do mesmo, de-
to por ca ; o que digo a V. L^MIfeN J, Exm Sr .
PJoV1ful'ro.P7,0lm'"^?nui'"r lindo o servieo da guirnicSo dessi cidade
rem m.lhi'es de f. ni lian OMU COm.rC.* voll.sse p.r.esti froguezi. o destacamento
vistazo desenvolv.mento de um povo feroz de prj(nejrt |inBi>aue Tiera_ n,vja 0fdenado
e mal scoiiselha.lo. ao Exm. Sr. general commindinte das ar-
Deos guarde a V. S. felizmente. '
cu ausente do termo do L.moei
Janeiro de 1852. Illm. Sr. desembirgad
ue primeira iinna,que viera, navia orue
, Deiega. 80 Exiti. Sr. general commmdinte da
miro 12 de m*s a ser"me prestidos vinte ou trintat
isernbrgador d naciomes destacados, e que alem .
Guar-
dossa
, -torca autliui isava-me a engnjar urna oulri
Jernimo Marlim.no Mgueira de Helio, dig- deJaizano. ue merecessem confianc... o
no chefe de polica da provinca.-.I***'* que pondo emexecucJo. uenhum aceilou o
(to* Carre.ra Gnio, delegado do i.i- convitr UUez p(.| e8nirilo fanillco que
uloelro; ... o ._, os domina, pois se bem eslejam mais capa-
Ao delegado do termo de Santo Knio. cltados com lUll0 qu,|qurJordem de reu.
lira. Sr.-Accusando a recepcSci do seu D|,0 Q) lorua de801,fl\jos esemquo ha-
ofllcio de lt do corrente, em que ymc. me j|(n 8fli)J n0 gB sujejtam J cerU.
commun.cou que havia tollo o sacril co de n)ent(j gerji desvanl,jJ,se alr.nquillids.ie
exorcer de novo a delegada desse termo ca iaogrlvaolt)nteC(,mprorlle\tld,nes.
pelo menos emquanlo se ach PWtWOidO j fr,gueziaB a qua| achan30.se p,cllc,,
osocego publico, ^todeW0*m qM entenda disnecesaario semelh.nte destaca-
...m os negocios pelo total abai.nono del mont0i e do contrario deliberar* V. S. o
autoridades policiaca; tenho a declarar a enIender em sua sabe loria.
Vmc. que seu procedimento na quadr. ac- feo3 Je g g |)e| ja do ,e_
tual, em que causa publiu dessa cumar-l q de|)lricl0 do RHCf |3 da jtnejr0 de
ca tanlo necessita de sua cooper.ciio, ne ,859. i|lm. Sr. dese.nbargidor Jernimo
digno de todo o louvor, e que elle vai ser Msrlinianll pigueira de Mello, chefe de po-
levado ao conhecmento do Exm presilente ,jc|i de perninisbuC0t
da provincia pin dar-lhe o devi lo ipreco., de|og,do 8upp|enle, Francisco Antonio
Dos guarde a Vmci .Secrelar,. da poli-1 ejra d sj|va.
cii de l-er.n.mbuco, 16 dejaneiro de 1852. presidente da provincia.-V. 270
..eronmo ^Un^oJ^rad. Mello chefe f Odetofido de POllCl. des! cida-
de policii sr. Joaqun. Jorge dos sanios, cofJ,B.fj|1,0,do,taj offlc0 de h0ntem, que
delegado do termo de S.nlo Ant3o Cldac.a0s p.iz.nos inieressados na inanu-
Ao subdelegado da fuguezxa de Yedras do MF^ g lranqi,i|lldiJa pub||C,
ae 'I"- 8e (|,,3o presta lo com a melhor possivel
Respondendo o seu ofllcio de 10 do cor- d rondas nolur-
ronleemqueVmc.mecommun.c.oest.do vnl h d [arde al meja
de .g.tacSo em que se .cha o povo illudt, o i cada um, da8 rrguez,s da cida-
e ignorante deas, freguezia sob o pretexto &+ eu havia ordJo.dO por olll-
5res, de que o decreto de 18 de junl.o do anno docorr8nle, fundado na approvacao
sde- prox.mo penado, que NlgUj10 I^Wo o f ^^ ^
are-, dos niac.met.los e ob.los tem por Um c.ptt- ^^^ Daas q-, e88e8 m8mos cidadSos
em fazerem
at as seis
tt&3&1\Zt 5A,-.- .Redara suborden, pin
vi-lo; uevo aeciaiar-iiiB quo ueai. urna ",-_ H naatranaldal i
nho ordenado ao delegado de.se tei.mo que %*** deCsj" Z. noite
faca marchar para ess. freguezia. no cago dlt'
escrutinio, para o qual
-, lisias, sahe eleito presidente o Sr. Dr. Pedro
213 palmos, sahe a 491/451 rs. a braca corrente; p de \ Caralcaule de Albuquerque, com
o que he sem duvidaalguina multobaratu por-|ai votos
quantoquerendoospruprleuriosd-aquell.rua p,gja.'8e eleicSo Dra VCe-predente,
construir o seguimento do mesmo caes, porem .. *...!IT:_:n ...........i,.
de tijoiio.em v?z de c.ntaria.aJemde terem me. fe tendo corrido o escrutinio, em queentrn-
nore dilBculdades, por Isio que nao tem de lu- ram 26 listas, sahe eleito o Sr. Barao de Li-
tir coiu obstculos de urna tao forte corrente,' pibaribe com 21 votos.
cumprimento de seus deveres. Cerlo da
lideltdide, zelo e actividade com que Vmc.
procun desempenhar as fu.ici.0es de seu
cargo, somonte tenho a recommendar-lhe
que no caso de apparecem em seu districto
grupos e ajunlamentos illicitos tntar de
dissolve-los na forma determinada nusarli-
gos 289, 290 e29l do codigoacriminal, ese
os que o compozerem commetteiem crjmes
os persigura na forma de nusaaa lea, ate
desarma-los completsmente, procossan-
do-os depuis para terem o devido castigo.
Dos guarde a Vmc. Secretaria da poli-
ca de Pernambuco, 16 de Janeiro de 1852.
Jernimo Uartiniano Fiqueira de Helio, chefe
de polica da provincia. Sr. Ignacio Bento
Luiz Ferrer, subdelegado do districto de
Pedras de Fogo.
Ao delegado de Goianna.
Illm. Sr Tendo cessalo os motivos pelos
quaes foi mandado retirar o pequeo desta-
camento de polica que ox.stia na freguezia
de Cedras de Fogo, e aliendcndo ao que
me re presen ton o respectivo subdelegado,
em ofllcio de 10 do corrente, ordeno a V. S.
que, no caso de nSo baver algum incon-
veniente, faca marchar para aquella povo.-
(9o algumas pracas da guarda nacional des-
tacad., illm de coadjuvarem a autoridade
policial no cumprmento de seus deveres .
Deoa gutrde a V. S. Secretaria da poli-
ca de Pernambuco, 16 de Janeiro de 1852.
Jernimo Uartiniano Figutira de Mello,'
que as torcas de primeira linha ou de poli-
ca deixe do dar tondas at meia noile, e
.-io em quanlo V. Ex. nfi enlen ler con-
veniente fazer alliviar os cidadfios paisa-
no* desse servieo, a que to patriticamente
se prestam por causa das actuaea circums-
tancias da provincia.
lieos guarde a V. Ex. secretaria da policia
de Pernambuco 17 de Janeiro de 1852. Illm.
Exm. Sr. Victer de Oliveira presidente da
provincia. O chefe de policia, Jeronymo
Martiniai.o Figueira de Mello.
Ao delegado d feo d'klno.Illm. Sr.Em
dditamenio ao meu ofllcio de 15 do cor-
reute, transmito a Vmc. a copia incluza de
outro ofllcio que me dirigju u Exm. presi-
dente da provincia em data de hontem, e
ssim tenho igualmente respondido io que
Vmc. acab de onderessir-mesob adatada
15 deste mesmo mez, cujo conteudo vou
verbalmente levar ao connecmento da pre-
sideucii illm de que Ihe d o ipreco que in-
tender conveniente.
Deosguirdei Vmc. secretaria da pol.cn
da Pernambuco 17 de Janeiro de 1852, Jero-
nymo Marliniano Figueira de Mello. Sr.
Fraocisco da Motil Cav.lcinte, delegado
aupplente do termo de Pao d'Alno.
PARTE DO DIA 26 DE FEVERE1RO
Foram presos : i ordem do delegado do
primeiro districto doste termo, o menor
Loiulo hoje o liiario ne Pernambuco dep-
rei com upii corresnondenciaissignada pe-
lo escrtptor do Jan-Bixente, em que suppOe-
sede tal forma ofleudido, que na verdade
f.z pena I! NSo sei em que na mnha cor-
respondencia ltimamente inerrta no dito
Diario de Pernambuco eu aggrid., provo-
que, ataque ou cousa que o valha o dito
Illm. Sr. escriptor ; mas o Illm que quer
dizor dos mais ludo que Ihe parece, he tao
dengoso, quo a mais pequea cousa, que se
Ihe diga, salla logo todo furibundo, e eotSo
na forma do coslume enche os columnas do
Diario de amelgas, e que nateacil!! Vem
como j de outra vez intimidndome com
a publicarlo de um documento escripto, e
sssignado por mim, com a qual diz que eu
oSo licarei salisfeito : he essa a nica pas-
sagem da correspondencia do illm. escrip-
tor, que me obriga a dar-lhe resposta, por-
que ja da outra vez que S. S. ameactiu-me
com til documento, escreyi quitro linhas
para o Diario de Pernambuco dizendo afou-
tamente, que podia publicar nSo s estodo-
oumenlo, como outro qualquer, porque
uiiiici tive medo de caretas e agora lomo a
pedir, e com muita instancia que publique,
porque nSo so eu quero saber qual esse
crime quo commetti, mas tambem que o pu-
blico de Pernambuco, e de toda a parte a-
nalise o quilate d'esse papel escripto e as-
signado por mim, e a nSo publicar o Illm.
escriptor Jau-Bixente esse documento, dar
mais urna prova de que s quer que o pu-
blico faga um jui/.o mo a meu respeito, e
inlimidar-me com amearj.s tolas, como se
eu fosse creancj para ler medo de almas de
oulro mundo, de luchos ou frades, mi bru-
xas .-nunca tive medo de bravatas de D Qui
xotes de espadas, e bigodes.......depois de
sete annos de luilitaiiga, e de tantos anuos
de andar mutilando defunctos anda ter me-
do de tutu' .' / Ora Sr. Jan-Bixente deixe-
se de asneiras.e parvoices......
Nunca me imporlei, que o Illm. escriptor
do Jan-Bivenle pulverisasseos escriptos do
tal Dulcamara : mullo menos tomei sua d-i-
fesa, e muilo menos a tomare, porque elle
tem Tortas bstanles para se defender, e deu
pro vas de que i.3o s manejava a espada pre-
ta como a branca : e o Illm. Sr. escriptor
nunca d'elle ttrou muilo partido : mas do.-
xemosisso de parte, e va mus >o que nos diz
respeito: diz o Illm. Sr. esdlotor dojan-
Biiente,Em indo quanlo escrevi contra esse
citar laido, gue aqu esleve, e que tantas veses
me desufiou, sempre ditst, que eu nada tmna
com os srs. facultativos, curassem t pelo tus-
cula que melhor entendetsem, ou que mais
coala lites fizesse agora appello eu para o
le-to.im.ilio de todo o Pernambuco, e de to-
do o ii.ui.di) que leu o Jan-Bixente, e mais
escriptos para combater a llomueopilhia,
]u I foi a excepcn, que fez o dilo Illm. Sr.
escriptor, quandochainou aos homceopalhas
do cli.rlataes, aveutureiros, pescadores de
vidrinhos, girifaltes, clncapoufs, esganare-
los etc. etc. Uuaudo o Illm. Sr. escriptor
assim fallava nunca fez excepcSo alguma
demedeos, ou nSo mdicos: confunda
nos a ni com esses charlatSes, e ignoran-
tes que armados de um livriuho, e do urna
Carteira qu. rem homoeopatllitar a todo o
mundo, seja o tjesultado qual fr, matem ou
curem ele, e seo Illa, quizer ter o traba-
Ibu de ler as minhis correspon lencu ante-
riores, vera,-que longe de defenper os char-
latSes, mais de urna dcillies a mnha tor-
quezada (conceda-me, que uso do seu ter-
mo] o que nilo foi mudo do agrado de certa
gente: a uoieceopatnil nSo he urna coust,
qualquer pin se enliegar as nios de um
estpido, para, em vez dea acreditar pelos
br.lhinles fados de que a cada instante esta
dando pruvas, perder o conceitu, que por
tantos, e 13o aturados estorbos tem adque-
rido, o continuar grabas a sua sublimida-
de, e etUcaca : bmbora uo nos pbasa-
mus oppor a que qualquer ignoranlSo se in-
titule de medico, ou grande curador, por-
que be li vi o a Cada um usar da especula^So,
que Ino approuver, para ter um meio de vi-
da, e multo menos a que alguem por econo
ma, amizaoe, ou por estar douoo se entre
gue as suas mSos, nSo podemos todava
concoid.r, que sem se estudar, e approvei-
lar bem ulendido, se possam adquirir co-
Dhecimenlus, quanlo basiem para p.alicar
a mais espinhosa das professes : estuda-
iii,,, cu n nppncac.io as humanidades e os
dill'erenles ramos do curso medico, conti-
nuamos a estudar it euvilhecer, pntici-
nos muto annos, e no lim de taas lucu-
brarles, s sabemos que cada vez ignora-
mos mais. ... no entinto quilquer chica-
poufou girifalte arvora-sede um dia pira
outro em medico, e porque ha quem se en-
tregue em suas inus lia vemos de dizer, que
elle he ipto para curar, e responder pela
vida dos oulrus? Nunca.
Quindo u mu digno escriptor do Jm-Bi-
xenle appresenlou as suas ultimas corres-
pondencias una relscSo de dwentes que fu-
r.un tratados pelos charlatSes homcoupalhas
e especuladures dos vidranos como S. S.,e
otinos cha mam, nSo exceptuou os que fu.
ram medicados por mim ouoSr. Dr. Sabi-
no, e entre elies foi mu nutavelodeum
mulato escravo do Sr. Unto do Cajueiru
tratado pelo meu collega cima, e cuja nota
positivamente dizla : tratado por um charla-
tio, e tantas fraseadas.
NSo veuha por Unto V. S. com ps de II.
inculcar-Be por multo innocente, e inoflen-
civo, quando todo o Pernambuco sabe, que
S. S. embrulhou-nos ni mesmis descom-
postura, que largou ios cbarlites: omito
daa frases, diremos que nones t^ncionamos
estabelecer nosso crdito nein como allopa-
ta, nem como homoeopatha a custa do de
utios mdicos, e muilo menos doi botica-
rios, e elles estilo tSo cortos d'issn, que a-
quollesque eram meus amigos anda hoje
o sao, esopponho que continanm a ser,
porque conhecem, que aquillo que tenho
escripto nSo he com tencSo de oflender
nenhum, e se se ofrenden! aquellas que
eram meus des.feico.dos, por oeohuma ou-
U a rasSo m.is do que pur eu gossr do ilgu-
in a boa reputacSo I com isso nada per-
co; Bsintoque elles sejam t.io mesqui-
nhos, e cov.rles, que procur.m desacredi-
tar-me pel bocea pequea, nSo te atrevendo,
como fazem os nomens de vergonha 8n-
trir na arena da discussSo, e n'elli com
dignidade e honra mostrar a sua rasSo, e
valenta.
Em occasiSo opportuna talvez alguma
cousa mais poss.mos diser a respeito.
Finahsarei declarando ao Illm. Sr. escrip-
tor do Jan-Bixeote, que nunca trepidei di-
ante de suas amea;as: que logo quiis. S.
amuac, nj-me c un a publjcacSo do tal docu-
mento, que espero, que por aua honra, e
dignidade o publique quanto antes, eu man-
de, quatro linhas para o Diario de Pernambu-
co, em que d.zia alio e bom som, que podia
appresenta-lo sem susto : que este meu an-
nuncio nao foi publicado talvez por alin-
elo a S. S.; mas estou bem convencido que
S. S. nSo o Ignorou, e se S. S. entenda quo
esta era a irm mais poderosa, que tinha
para biter-me, poda ter agora Uncido mSo
d'ella para v.ugar-se dasoffensas, que sti.i-
poz que flz-lhe na minha ultima coires-
pondencs, e nSo vir outra vez com amoscas
que repito nSo me mettem medo. Mais que
estou prompto para discutir com S. S. ni
forma queescolher-me, fazendo-lhe desde j
sentir, que tendo respeitado sempre, e mul-
to a S. S., nSo por aui Hade, como por
sua posicSo social, como pela manoira, por-
que me tem tractado em particular; mas
comoS.S. em publico tem tratado os ho-
meopathaspnr charlalfles, e aventureros, e
me confundido com estes, deu-me direito
para eu lambom gracejar com o Jan-Bixen-
te : assim continuirei a trata' a S. S. com
o mesmo respeito, e consideracSo, mas so
me envolver no numero de cnarlatSes, aven-
tureros, girafaltes, chcapoufs, eu tambem
saherei mostrar para quanto presta a agu-
jada punta do meu escalpelo, e penetrarei
as libras mais profundas da vida do Jan-Bi-
xente, queS. S. ii.u ha de gostarmoito.
He muito favor publicar o meu documen-
to cara que o publico nSo continuo a fazer
juizes temerarios, e peco a S. S. que quan-
do escrover o Jan-Bixente assigne o seu no-
me, porque eu assigno o meu, para que
uns nSo pensem que o auclhor |do Jan-Bi-
xente he aquello ou aquello outro e nSo
S. S.
Consultorio homeopathico ra do Colle-
gio n. 25 1 andar.
Dr. Loba Moscoo,
COMMERCIO.
ALFANDEGA.
Rendimnnto do dial*. 4:220,834
Desearrega hoje 2 de marco.
Barca ingleza Coiumbus- mercadorias.
CONSULADO GEKAL.
Reodimentodo dii 1.....1:689,878
DIVERSAS PROVINCIAS
llendiiiicnlii du ilin 1..... 17,119
Kxpurtncao.
Precuok, briguo mgl-z Bante, de 270 enn-
duzioo segulnte :3,600 saceos com 18;000
arrobas de assucar.
Trieste, brigue Austraco Emmi de 860
taneladas conduzio o seguinte : 4,000 sac-
eos com 20,000 arrobas de assucar l-ranoo.
Passo de amiragibo brigue nacional No-
vo destino, conduzio o seguinte :' 20 bar-
ricas farinhi de trigo, 1 caixa le na, 3 dilus
passss, 300 sebolas, 1 binici drogas, 4 di-
tas bscalho, 1 caixSo queijos.-l embrulho
diferentes objectos, 1 barril vinho, 1 barrica
bolaxinha, 1 dita bacalhao, Squeijos, 20 ar-
rollas de carne, 29 saceos bolaxas.
KECEBEDORIA DE RENDAS INTERNAS CE-
RAES DE PERNAMBUCO.
Rendimento do dia 1.....1:449,695
CONSULADO PROVINCIAL.
Rendimento do dial.....2143,817
. aaaasaaaaaaaaaaaaa i
Movimento do porto.
Navios entrados no da i
Cotinguba 6 das hiale btasileiro Flor
do Brasil, de 28 toneladas, mestre llenri-
que de Souza Mafra, equipagem 5, carga
toros ; a Antonio Jos de Castro. Passa-
geiros, Jos Vi cento de Goveia, e Jos Ben-
to de Souza,
Cette 54 diag, brigue fraucez L'stoile de
Lamer, de 177 toneladas, capitSo Plessis,
equipagem II, carga vinho e mais gne-
ros : a Cala Ki tres.
Per 62 das galera frinceza Chateau-
breand.capitSo Clement, carga salitre e
mais gneros; ao capitSo. Veio a este por-_
lo refrescar para seguir a Bordeaux. Fi-"
cou de quareolena por nSo trazer carta
de saude.
Mar Pacifico 100 dias, barca americana W.
H. Taylor, cipilSo F. Coshan, carga azeile
do pe.xe. Veio a este porto para ae prover
de alguns manlimentos; como Ihe fosse
imposto pela saude do porto ficir de qua-
rentena, nSoquiz a issosesubjeitar e *e-
guio o seo destinolpara o Hivre.
Rio de Janeiro--27 dias, brigue brasileiro
Mafra, de 270 toneladas, c.pilSo Jos Joa-
qun) Das dos Pr.zeres, equipagem 15 ,
c.rga carne ; a Amorlm & IrmSos. Passa-
getros, Gregorio Anlunes de Oliveira, e
Manoel Ribeiro de Freita.
Navios saltillos no meimo dia.
Greenock- brigue inglez Dante, capitSo
Campbell, cirga assucar.
Lisboa brigue brasileiro Mariana, capitSo
Jos da lunilla Jnior Carga assvicar o
mais gneros. Passageiro, JoSo Francisco
Martins.
EDITAjES.
O Dr. Custodio Manoel da Silva GulmirSea>
juiz-it direito da primeira vara do com-
mercTO nesta cidade do Recito de Pernam-
buco, etc.
Fico saber aos que o presente edita) vi-
rem, em como por este juizo no dia 24 de
marco as 4 horas do tarde em a porta da ca-
si de minha residencia na ra di Concordia
n. ae ba de arrematar em praca publica a
quem maia der : urna propriedade n. 14 na
ruado Brum, bairro do Pillar, a qual con-
tera dous grandes armazens, sendo um com
frenlo para i dita rui do Brum, e oulro nos
fundos do dito com frente pira i rui do Caes
d.vid.ndo um do outro com um pequeo
chaguSo onde tem dous quartos, estando o
armazem de frente tnvej.do com frente de
um andar j coro j.nellaaavaludoem 7:000/
cuja propriedade vai a praca por execucBo
de Antonio Ignacio do Reg edeiro con-
tra Luiz Antonio Rodrigues de Almeida.
Toda a pessoa que em dlU propriedade
quizar lancir, o poder fizernodiada pra-
ca cima indicado, e este sera publicado e
illlxado no lugar do costume.
Recife, primeiro de mircii de 1858.- Pedro
MUTILADO






'
Tertuliano da Cunhe, escIvSo o subicrevi.
Custodio Manoel da Silva GuimarSes.
O lllm. Sr. inspector da thesouraria
da hienda provincial em cumprimento da
ordem do Exm. Sr. presidente da provincia,
manda fszer publico, quo nos das 8, 3 e *
de marco prximo vindouro, ira praga
para ser arrematado, perante o tribunal ad-
ministrativo, a quem por menos fizer a obra
de urna bomba no dcimo terceiro lenco da
eatrada do Po-d'Alho, avahada em 375
rs.. tomando-se por base da arrematacSoo
oerecimenlp do 350,000 rs. feito pelo arre-
matante do mesmo lanco de estrada.
A arrematado ser feita na forma dos
arta, ai 97 da le provincial n. 268 de 17 de
maiode 1851, e sob as clausulas especiaes
abaixo copiadas.
As pessoas que se propozerem a esta ar-
rematado comparecam na sala das sessfles
do mesmo tribunal, nos dias cima mencio-
nados pelo meio dia, competentemente ha-
bilitados.
E para constarse mandou afilar o prsen-
le e publicar pelo Diario.
Secretaria da thesouriria da fazenda pro-
vincial de Pernambuco, 23 de fevereiro de
1853.O secretario, Antonio Ferreira da An-
nunciacfio.
Clausulas especiaes da arrem 1.a Esta obra'devar ser feitn.de confor-
mi indo com o orcamento approvado pelo
liiin. Sr. presidente da provincia em data
de 93 de dovombru de 1851, e na importan-
cia de 375,000 rs.
3.' Esta qbra devera ser principiada no
praso de 30 dias, e concluid no de 60 dias,
principian lo ambos os prasos contar-se da
data Ja asignatura do contracto.
3.* A importancia total da arrematoQSo
ser paga em urna so prestacSo, quando fr
reconhecida eslar prompta.
4.a Para tudo mais que nSo estiver men-
cionado as presentes clausulas, seguir-se-
ha o que dispoe a lei provincial n. 386 de
17 de maiu de 1851.
Conforme.O secretario, Antonio F. da
AnnunciacSo.
ii lllm. Sr. inspector da thesouraria da
fazenda provincial; em cumprimento da
ordem do Exm. Sr. presidente da provin-
cia, manda fazer publico, que nos dias 3,3
e A de marco prximo vinduuro ir a praca
para ser arrematado, perante o tribunal ad-
ministrativo da mesma thesouraria, a quem
por menos fizer obra dos concertos da
ponte dos rvalhos, avallada em 951,500
rs., o sob 89 clausulas especiaes abaixo co-
piadas.
A arrematado ser feita-ns forma dos ir
tigos 31 e 27 da lei provincial n. 386 de 17
de maiode 1851.
As pesaoas que se propozerem a esta ar-
rematado comparecam na sala das sesses
do mesmo tribunal, nos dias cima mencio-
nados pelo meio-dia, competentemente ha-
bilitadas.
Epara constar se mandou aflixar o presen-
te e publicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria da fazenda pro-
vincial de Pernambuco, 21 de fevereiro
de 1852.
O secretario,
Antonio Ferreira d'AnnunciacSo.
Clausulas espiciaes i 'arrematando.
1.a Os reparos da ponte dos Carvallos se-
nt fetos pela forma, sob as condir,os edo
modo indicado no orcamento approvado pe-
Ja directora em conselho, e apresentado ao
Exm. Sr. presidente da provincia na impor-
tancia de 954,500 rs.
2.a As obras principiarSo no prazo de um
mez e serSo acabadas no de quatro mozes
ambos contados da entrega do termo d'arre-
matac3o.
3 pagamento ser feito em duas pres-
tarles iguacs, sendo a primoira quando 11-
ver feito a metadu da obra, e a segunda
quando estiver concluida a obra.
4.' Durante a execucSo das obras ser o
arrematante obrigado a dar fcil e commo-
do i uni ao publico.
5." Tara tudo mais que nSo est determi-
nado ns presentes clausulas seguir-se-ha
o quedispOc a lei provincial n. 386 de 17
de malo de 1851.--Conforme.
O secelario,
A.F. d'AnnunciacSo.
-- Olllm.Sr. inspector da thesouraria da
fazenda provincial; em cumprimento da
ordem do Exm. Sr. presidente da provin-
cia, manda fazer publico, que nos dias 3, 3
e de marco prximo vindouro ir a praca
para ser arrematado, perante o tribunal ad-
ministrativo da mesma thesouraria, a quem
menos fizer a obra dos concertos da
1 de marco de 18590 secretario, Antonio
Ferreira da AnnunnciacAo.
Perante o conseibo da admiBlstrsQflo Na-
val tom de arrematar-so em basta publica na
porta do almoxarifado urna porcSo de cabo
de linho velho entregue pelos differentes na-,
vlos, pelo que slo convidados todoi os que
quizerem lancarsobiediteobjectocompa-
rt-corem as 13 horas daminha do dia trez
do correte : outro sim contrata-so o forne-
cimento de azeite do carrapato no mesmo
dia a clisa, cujo contracto te minara no ulti-
mo de jiinlio vindouro,os que quizerem fazer
dito contracto sao convidados a comparece-
rem na sala das sessdes com suas propostas
declarando o ultimo prego, e quem os lia;
dores.
Salla das sessoes do conselho da adminis-
tncam Naval 38 de fevereiro de 1853. O se-
cretario.Clirisluv.1n Sanl'lago de Oliveira.
Para conhecimento de lodos a quem
interossar faco publicar as copias abaixo
deste inscriptas, Capitana do porto da
Pernambuco, 33 de fevereiro de 1852.Ro-
drigo Tneodoro de Freilas, capitSo do porto.
lllm. Sr.Tenbo a salisfacSo de commu-
nicara V. S. para os fins convenientes que
no dia 18 do corrento mez, principiou a ser
acceso o novo pharol de rolacSo collocado
em cima da nova torre de ferro na barra
deata provincia, cujas dimensOes sSo as ae-
guintes : a torre he de figura pyramidal, de
altura de 101 ps iuglezes desde o nivel do
terreno ate a beira da cpula, e 10* cima
do nivel do mar, ficando assim ao centro das
luzes a altura de 99 ditos; na sua base tem
o dimetro de 15 ps, e no ultimo andar
sonde est collocado o maqumismo do pha-
rol tem 7 ps e 9 pulegadas ; lloa a referida
torre cima da anirga Atalaya aonde exialia
o velho pharol flxo 44 pes, demorando N.E
desta na distancia de 277 ditos. O sobredito
novo pharol faz a sua rotacSo completa em
3 minutos apresentando tres vistas de luz
mui claras, tres maisescuras,e tres eclipses
Calculase que este pharol ser visto com
lempo claro na distancia de 35 a 30milhas.
Cumpre-me mais participar a V. S. que os
signis de chamar os navios para a barra,
lii-in cono todos os mais que ate-.aqui se fa-
ziam ousejam mister fazer-se, continuado
aserfeitos em cima da anliga Atalaya, a
qual val ser conservada para este servico.
Dos guarde a V. S. Capitana do porto uo
Rio Crande do Sul, 21 de Janeiro de 1852.-
lllm.Sr. capitSo de mar e guerra Rodrigo
Thaodoro de Freitas, capilan do porto da
pioviocia de Pernambuco.Antonio Caela-
no Ferraz, capitSo do porto.
Conforme.O secretario, Thom Fernan-
des Madeira de Castro.
Avisos diversos.
3
Theatro de S. Francisco.
QUINTA-FEIKA, 4 DE M Mil,, I DE 1853.
2.' represmtacao da companhia lloberl.
A companhia lera a honra de apreseotar
no dia cima a segunda appariclo dos seus
trabalhos ; em a qual debutarao as duas ar-
tistasa joven fluminense e a joven Gentia
de 4 anuos, e em geral toda a companhia M
esmerara o mais possivel para corresponder
este Iflo Ilustre publico pernambucano.
O pormenor do espectculo sera annunciado
pelos cartazos do costumo_____________
por _
ponte de Motocolouib, avaliada am ris
1:576,650, e sub as clausulas especiaes abai-
xo copiadas.
A arremalacSo ser feits na forma dos ar-
ligos3le27da lei provincial n. 286 de 17 de
maio do 1851.
As pessoas que se propozerem a esta ar-
rematscao comparecam na sala das sessOes
do mesmo tribunal, nos dias cima men-
cionados pelo meio-dia, compatentemenlo
habilitadas.
E para constar se mandou aullar o pre-
sente e publicar pelo Diarlo
Secretaria da thasouraiia da fazenda pro- M-
de fevereiro Manoel Jos Kibeiro.
vincial de Pernambuco, 21
de 1859.
O secretario,
Antonio Ferreira d'AnnunciacSo.
Clausulas e-peciaet d'arremaloffio.
1.a Os concertos da ponte fie Moloooloroj
bo serSo feitos pela forma, aob as condi-
COes e do modo indicado no orcamento ap-
provadu pola directora em conselho e apre-
sentado ao Exm. Sr. presidente da provin-
cia na importancia de 1:576,650 rs.
2.a As obras principiarSo no prazo de um
mez e serSo acabadas no de quatro mezes
ambos contados da entrega do anno d'arre-
matacSo.
3 O pagamonto ser feito em duas pres-
lacOes iguaes, sendo a primeira quando li-
vor feito metade Ja obra e a segunda quan-
do estiver concluida a obra.
4.' Durante a execucSo das obras ser o
arrematante obrigado a dar fcil e conimo-
do transito ao publico.
5.a Para tudo mais que nSo est determi-
nado as presentes clausulas seguir-se-ha
o que dispoe a lei provincial n. 286 de 17 de
maio de 1851.--Conforme.
O secretario,
Antonio Ferreira d'AnnunciacSo.
Avisos martimos.
Para o Rio de Janeiro seguir nesles 8
dias o veleiro patacho brasileiro Espadarte ;
para passageiros, e escravosa frete, trala-s-
com o capitSo a bordo, ou comAmorim &
lrmSos,na ruada Cadea n. 39, primeiroan-
dar.
Para o Aracaty, segu viagem ohiate
Duvidoso, com brevidade, por ler parte da
carga a bordo : quem nelle quizer carregar,
ou ir de passagein, dirija-se ao lado do Cor
po Santo n. 25.
Para o Rio de Janeiro.
S ilie com muita brevidade o pa-
tacho nacional Bella Aila : para
carga, passageiros e escravos a fre-
te trata-se com Manoel Alves
Guerra Jnior, na ra da Cruz n.
o, primeiro andar,-ou com o ca-
pito Manoel Jos de Senna Mar-
tina, na praca do Commercio.
Para o Rio de Janeiro segu imprete-
rivelmente no dia 3 do crreme o brigue
LeSo, quem n'elle quiser carregar es:ravos
a freln pois ja se aclia a barrotado de carga:
va entender-se no escritorio deviuva GauJi-
no & l iliui, ra da Cruz n. 66 ou com o ca-
pitSo abordo.
Para o lio de Janeiro o bri-
No domingo a noite cahlo da canee*
de um preto urna toalha de lavarinto com
bicos, viudo elle da ra da Cadeia para a do
Rozarlo i quem achou, querondo restituir
pode leva-la a ra do Queimado n. 16, que
ser recompensado.
Perdeu-se nm meio bilhete de lotera a
beneficio de um hospital naa agoas virtuo-
sas da campanha n. 5,393 com a seguinte
assignatura : M. I. Souza, e pede a todas as
pessoas que pagam premios destas loteras,
eaendo que no dito bilhete sala premio o
nflo pagarem senSo so abaixo assignado.
Manoel Jos de Souza.
Pede-se aos senhores que forem credo-
res de Anlonio de P-ula Fernandes Eiras,
soja por letras directas, seja por letras as
quaes figure o devodor como garante, ou
sacador, ou por outro qualquer titulo, de
fazer o favor de se apresenlarem com seus
crditos na casa de sua residencis, na ra da
Madre de Dos n. 38 das 7 horas da manhSa
at as 9 nos dias ulos, e at o dia 20 de mar-
co correte.
Dasappareceu no da quarta-feira da
semana p.ssada um n.uleque de nome Jus-
tino, creoulo, de idade pouco mais ou me-
nos de 26 annos; altura regular, cheio do
corpo, com falta de dous denles na frente;
levou caifa ecamisa azul, sem chapeo; tom
sido visto nobairroda Boa-Vista e as pes-
soas que o conhecorn e que Ihe perguotam o
que anda fazendo, diz que foi levar aasucar:
portanlo roga so as autoridades policiaesou
capitOes de campo, e a todas as pessoas do
povo, que o mandem pegar que serSo gene-
rosamente recompensados: na ra Direila
ns. 76 e 78.
Previne-so ao Sr. Francisco de Sales
CuimarSes que haja de nao pagar a ordem
i|ue 1 no sao,ni a Sra. D. Joaona Januana de
Suuza Bitancort da quantia de 53,350 rs.,
senSo ao mesmo Sr. Jos Mandes de Freitas,
pois que a mesma se perdeu,e por isso se faz
o presente annuncio.
Carros fnebres.
Pateo do Hospital n. 10.
Os contractadores tem mudado seu ests-
belect ment para a cocheira do pateo do
Hospital n. 10, onde acharSo ornados os car-
ros de 40, de 30, e de 8,000 rs.; a estes os
contractadores fornecem caixSo de conduc-
CSo, e de madeira para enterramenlo. Na
mesma ha de venda caixOes de madeira l os
Aluga-se o terceiro andar da casa di
ra do Queimado n. 9 : a tratar na loja.
Joflo II, Borges I) niz, ambare i para O
Rio de Janeiro, a aua escrava Thomszla.
Aluga-sa o terceiro andar e sotSo, do
sobrado n. 37, da ra do Anmrim, no Forte
do Mallos: a tratar no segundo andar da
mesma casa.
Precisa-se de um escravo, para o seryi-
Co externo de urna casa de pequea familia,
por aluguel, ou compra : na ra estreita do
Rozario n. 19.
t- Pede-se ao Sr. GuimarSes, mui digno
emprazario do Apollo que por obsequio
torne a ro.elir a muito applaudida peca de
I. JoSo da Maraa pois muito Ihe flcar a-
gradecido um seu afeicoado e amigo.
Precisa-se de urna ama, que niba co-
zinhar o diario de urna casa de pouca fami-
lia : na travessa da ra do. Vigario, loja de
barbeiro n. 1.
Manoel Alves Guerra Jnior, remelle
para o Rio de Janeiro, Eugenia, ereoula, a
entregar a seu Sr. Rento los Fernandos.
Daseja-ae fallar com o Sr. Pedro Jos
Alves Correia : na ra da Cadeia do Recife
a. 31, a negocio de seu ioteresse.
Precisa-se de um criado de qualquer
idade : na ra dos Quarleis n. 1,
andar.
Avisa-s as pessoas que tom penhores
na venda sita na ra da Calcada n. 3, hajam
de os tirar no praso de 8 dias, do contrario
serSo ven lidus para pagamento, essoen-
tregar o que se lhes restar.
Francisco de Miranda Leal Seve, em-
barca para o Rio de Janeiro asua escrava
parda, de nome M^nuella.
Contracto d is carnes verdes.
Desegunla reir, 1. de marco, em dian-
te, se venderSo as carnes verdes, pelo prego
de 9,400 rs., conforme a convengo com o
Exm.governo.
Contracto das carnes verdes.
Previno-se ao publico, que o assoucue
graade do bairro de S. Jos, so cullocou no -
vamente no pateo da Penlia, em um dos
quarteirOes da ribeira, propriameute reedi-
ficado para rise iim.
-Precisa-se de urna urna ca ps e q ue sej i j
deidade, para sarvir do portas a dentro em
urna casa de pouea familia : quem pretender
dirija-se a na da Santa Cruz n 22.
Fernando Jos da Rocha Pinto, exporta
para o Rio de Janeiro os seus escravos se-
guintes : Goncallo, Joanna, Bertuleza e Ma-
riana, tolos creoulos.
Roga-se ao Sr. BrandSo, solicitador de
G. Belenot, e J. J. Weileuman vio fazer
urna viagem a Europa.
- Na ra do Hospicio n. 53, precisa-se de
urna ama que engomte com perfeicSo: pa-
ga :e bem
-t No pateo da ribeira deS. Jos n. 15,
lava se >engomma-se com perfeicSo e ac-
ueip.
-- Arren 'i-se a propriedade.de Santa An-f
$i$o qualquer papel em muito boa
eltra e por.preco commodo.
#? *f
Paulo tialBnoux, dcntisjtit fa)
# francez, offercee seu prest-
na, com sobrado, senzalla para escravos.es-'
:
ni ao publico para todos os
mlsteres de sua proflsso:
pode ser procurado a qual- %
quer hora e m sua casa, na 9
tribaria, urna excellenle olaria, baixa pura na Im-e/adoRozario, n. 30, 9
en i ni, plantacfio de caima, e um bom sitio. % segundo andar- tjj)
com muitos arvoredos ; arreoda-ie pelo tf###9901AaB99>B*>i$tt6
tompo que seconvencmnsr : np Forte do j
Mallos, a falls.- com seu proprielario Jos
Francisco Belem.
- Na ra do Livramento, sobrado n. 10,
se dir quem da dinheiro a premio.
O cirurgiSo Bernardo Per-ira do Carmo
contractadores seencarregam da ornarem
anjos e defuntos, assim como de fornece-
rem a cera que fr precisa. Tambem nova- j causas no termo de Olmda, que appareca
mente declaram nSo ter cedido o bairro do na travessa do Azeite de Peixe, casa n. 19,
Recife a Miguel Estoves Alves, e nem a pes-j par* negocio do seu interesse.
soa alguma. -- Aluga-se um sobrado de dous andares
Madama Uoulier modista franceza sotSo, forrado de madeira ep.pel, silo na
., -. < ra da Cadea do Recife, n. 15 : quem Ihe
ra Nova n. 58.
Pelo navio Havre recebeu-se um lindo sor-
timento das ultimas modas de Pars, a sa-
ber: ricos chapeos de seda de todas as cores;
ditos de palha da Italia abertos, muito boni-
tos ; cbapeosinhos de seda e de palha, re-
dondos para meninos e meninas de 1 a 6
annos, com abas largas de lindos eofeites e
de todas as cores; um lindo sorlimento de
trancas e franjas tanto pretas, come de co-
res, capellas de flores muito ricas o moder-
nas ; um grande sorlimento de filos de to-
das as qualidades ; muito lindos manteletes
convier procure as chaves na mesma ra,11,1
loja de Cambio do Sr. Silveira.
Precisa-se de urna ama escrava ou for-
ra, que saiba bem engommar, e so preste a
algum servieo mais de urna casa de familia;
assim como tambem d'uma boa lavadeira de
varela que lave com presteza : na ra do
Brum, no segundo andar do sobrado de 4
andares.
Precisa-se alugar urna negrs sin la de
meia idade, para vender na ra fructas o
verduras, sendo de boa conducta e fiel, pa-
ga-se bem e I lie se da bom Iralamento :
capotinlios de seda do meltior gosto ; flo-< quem a tiver e quiser alugar dinja-se ao
res finas, manguitas da bico para seuhora o pr imeiro sitio na estrada dos Aflictos ao
mais moderno gosto, sslim e tafetSs de to-
las as cores ; plumas de cores para enfeite,
lado direito para tratar do ajuste,
--Juan Fernamles Anloniu, embarca-se pa-
bicos de linboverdadeiro; ricos'toucados d ra a Bahia a tratar de seus negocios; levando
senhora para baile ou theatro; chapeos Jejem sua companhia sua seuhora Francisca
moniaria ; lencinhos de seda; lencos de Mara da Concento, e seu mano Manoel Fer-
oambraia para senhora; drese ramos do, pandes Antonio.
flores de lsranja, ricas luvas de pelica para .- o abaixo assignado, procurador geral
homem e senlioia, cliamalole preto, luvas da ordem lerceira de S. Francisco, avisa aos
tirelas para senhora, lilas de veludo tanto foreiros da mesma ordem para que venham
pretas, como de todas as cores para puutius ', satisfazer o quo se acham a dever, pois que
e poscoco com as fivellas ricas; muilo ln- do contrario mandara proceder judicialmen-
Jos manteletes de fil preto psra quaresma ; te contra tolos os remissos, marcando-lhes
flores e plumas pretas; camisinlias com o praso des dias.
berlura e bordado; camisinhas com goli-
nhas bordidasecom bicos; mangas borda-
das do Mo, bicos de blonda, casaquinhas
brancas bordadas para meninas ; espartilhos
psra senhoras e meninas, atacadores paia
botina da senhora ; na mesma loja fazem-i
faz scieote as pessf i teuipos Ihe fa-
laram e mes,, vior o quizer.pa-
ra por meio de razoavel, ostratar
animalmente das ''as que possam ap-
parecer, que tenli.i. 'adede virem a
casa de sua resid roa do Rozario
larga o.30,para os poderlancareain.de seus
clientes.
Arrenda-se um engenho dlstsnte desta
primeiro I praca 9 legoas, com mu tas boas Ierras de-
plantacOes, e ceresdos, muente e corrente,
vende-se na mes,na occasiSo em que se fi-
zer o srrenda ment, alguns escravos, safra
criada, boiada muito boa, carros etc. e to-
dos os mais ulencilios inherentes, e necossa-
rios para acontinuacSo do mesmo estabe-
leeimento : a tratar no primeiro andar do
atierro da Boa-Vista n. 43.
Altencao.
Nova fabrica de chapeos de Sol no atierro
da Boa-Vista n. 33, acba-se um grande
sortimenlo de chapeos de Sol muita
em cunta, tanto para hornero,como para se-
nhora, como seja de seds ou de panninho, e
grande sorlimento de pecas dn seda ede pa-
panninho para cubrir os chapeos de Sol ja
usado.tambeni cuncerta os ditlos peol proco
mas commolp do que em oulra qualquer
e parte com toda 1 romptidSo,
Na ra do AragSo n. 32, doseja-se fal-
lar com os senhores JoSo Tnooiaz Pereira,
Francisco Jos da Costa GuimarSes Jos
Antonio de Oliveira, Luizda Moura Accioly,
Antonio Pereira lliniz, Jus dos ReisGomes,
Jos Antonio de Oliveira, JoSo Francisco
Muniz, Manuel Pereira GuimarSes, o Fran-
cisco Antones de Oliveira, a negocio de seus
inloresses.
Precisa-so de serventes para um muro
direila da ponte do Chora Menino, e pa-
gam-se a 640 rs sendo livres e leslros.
AOS DENTES.
J. A. S. Jane dentista, tem a honra de
avisar so respeitavel publico, que se acha
rczidindo na ra Nova n. 19 primeiro an-
dar, aonde estar sempre prompto a qual-
quer chamado, desde s 9 horas da manhSa
al as 4 da tarde; o annuncianle encherta
de urna todos os denles, que por isso lem
um completo sorlimento de denles artifi-
ciaos, incorrutiveis e de porcelana,mui de-
lirados e do ultimo gosto ; e todos os mais
ccessorios tendentes a sua profeso, asse-
verando a to las as pessoas que se quizerem
utilizar do seu preslimo que nSo exige pa-
ga alguma, nSo ficando os denles bem pos-
tos que nSo se possa deferencar dos proprioa
naturaes, o podendo-se mastigar com os
meamos to la 3 qualquer comida sem sentir
a menor dor nem ter receio de os quebrar,
tambem chumbaos deules naturaes fura-
dos da caria com ouro, prata e metal bran-
co, prevenin lo ns-iui a c.intiu i:n,\i la ca-
ria, dores e mesmo evitando por isso a for-
ma de passar a caria dos denles turados para
ns intus sns ; tambem lira pedras ou ca-
rias dos (lentes em geral, que tanto os dam-
nelica e coopera para omoalitoda bocea,
nSo sendo lirado : o annunciantea 10 an-
uos queexerce a sua profiscSo nosta cida-
de, e os muitos exemplos que lem dado
nesse longo lempo, sera quanlo basta para
se garantir.
Compras.
-
Compra-se urna escrava de bonita figu-
ra, que lenba bom leite: na ra da Praia n.
9, armazem de carne secca.
Compram-se escravos creou-
los de ambos os sexoa: na ra Di-
reila n 3.
Compra-se urna grammalics da lingoa
nacional, adoptada no lyceu : na ra Nova,
casa n. 50, segundo andar.
Compra-se o i>. lomo da ColleccSo de
Receitas, de JoSo Baptista Lucio: na ra do
Rangel n. 42.
sXW Compram-se escravos de ambos o
sexos, com habilidades, ou sem ollas, para
fra e lentro da provincia, paga-se multo
bem, ten lo lunillas figuras : na ra das l.a-
rangeiras n. 14, segundo andar.
Compram-se, para urna encommenda
do Rio de Janejro, 2 escravaa creoulas, ou
pardas, de 12 a 20 annos, e 1 moleque de 14
a 18 annos : na rus Nova n. 16.
-- Compra-se a casa de um andar sito na
ra do(Codorniz n. 16, se alguem se julgas
com direito s ella queira no praso de 8 das
annunciar por este jornal,
-- Compra-se urna venda, que seja boa, e
que venda para o malti e para a praca :
quem tiver, dirija-se a ra Direila n. 17, que
la so dir quem compra.
Vendas.
Pedio JoSo da Cosa Ribeiro
A'visla do annuiicio publicado no Dia-
rio de 28 de fevereiro,' em que se diz que o
Sr. Francisco Machado Freir, pharmaceuti-
co em Coianna nada deve, declaro que he
devedor ao abaixo assignado por urna letra
que ..
1 falla-lho o dedo mnimo, cujo escravo foi
gue nacional nenie que pertende comprado pelo abaixo assignado aoSr. Jo-
sair no dia 8 de
maior parte
prompto ; quem no mesmo quizer
carregar ou embarcar escravos a
vestidos de casamento, de baplisado, tocas- vencida e protestada em 16 de dezembro de
de menino e de senhora, capotinhos de lo- I850,de rs. 1:672,350 e seu premio ato linal
das as qualidades, com perfeicSo e preco|embolco. Vicente Jos de Brito.
Olio Stuhlmann, subdito AllemSo, Taz
urna viagem a Bahia.
Precisa-se alugar urna escrava, para
todo o servieo de una casa de pequea fa-
milia : na ra Diroita n. 31, botica
Arrenda-se um sitio nos AlHictos, com
ptima casa, cocheira,casa para pretos, bas-
tantes fructeiras, baixa para capta, que sus-
tenta annual 2 cavallos : quem o pretender.
commodo ;recebem-se todos os mezes ligu-
rinos modernos que impresta a seus fre-
guezes.
-Desappareceu no domingo 29 de feve-
reiro do corrente anno o pelo de nome
Mathias, cacangode40 annos com o p es-
rdo um pouco enchado e na mSo direila
marco por ter a s Rodrigues Ferreira no dia 28 do mesmo
' ,1 mez e diz o Sr.Ferreira te-lo recebido da ci-
dmez e i..- v 01
o carregamento d,de do Sobral.
Ignacio da Silva I.eo.
-- Arrenda-se por 6 annos urna casa com
um bom quintal todo plantado de fruteiras.
dinja-se a ra Vellia n. 65, para tratar ras-
peiio ao arrendamenlo.
-. SebasliSo Jos de Barros Brrelo, em
barca para o Rio de Janeiro, o seu escravp"
de nome Loureuco. _-/\,
- orferece-se urna mulher paranoia de
frete dirija-se a ra do Collegio n. sito na Capeoga na ra que sai para o man- casa, a qual sabe razarlo lo o servieo de por-
n so-iinrln andar nu ao ranitam guinho, ou tambem se vende havendo quem tas a dentro: na ra da Ponte \elna n. 8.
17 segundo anaar, ou ao capitam f. temdH frente 35 p,|inose Engenbo perto da praca.
Declarases.
O lllm. Sr. direclor das obras publicas,
em vlrlude da ordem do Exm. Sr. presidente
da provincia de 14 de fevereiro do corrente
anno, manda fazer publico que lem de ser
vendidos diversos objectos pertencente as
obras do palacio, do crrelo e dos armazens
das obras publicas, constando de grande
porcSo de ferragem usadas de ponas, e cai-
xilhos, portas, portadas, e madeiras velbas
urna porcSo de tinta; e oulros difTerenles
objectos : as pessoas que pretenderen! deve-
rSo comparecer na ieparlc3o das obras pu-
blicas no dia 6 do correle ao meio dia
Directora des obras publicas 1. de marco
de 1852.O secretario, Joaquim Francisco
do Mello Saotus. ...
O lllm. Sr. ofclal-maior servindo de
inspector da thesouraria da fazenda provin-
cial, manda fazer publico que do dia 2 do
correle mez por diante pag8o-se os ordena-
dos e mais -despezsa provinciaes do mez de
fevereiro p. passado. Secretaria da tbezou-
ana da fazenda provincial de Pernambuco
, queirajeompra
de frente ao fun lo 225 : a tratar na ra da
Praia becco do Carioca n. 9.
genbo perto
Arrenda-se, ou vende-se um engonho
moente o corrente, muilo perto da praca !
quem o quiser annnncie para ser procurado.
__O escravo Manoel portenconte casa do
Para Lisboa.
,. Guem auizer comprar urna pequea
Segu em poucos das o brigue portuguez ,,,,& o bairro de Santo Antonio
S. Domingos, por ter quasi complete o seu
carregamento : ainda recebe carga e p
g-irns : a tratar com o capitSo Manoel i
calves Vianna.ou com o consignatario Joa- Soalm precisar "de um caxeiro porlu- iendV.ro do' engenho Terra-Preta, aci.a-se
quim Ferreira Mendes CuimarSes : na ra da guezJarI ve'nda> 0 qu,| lem bastante prali- presentemente no do abaixo assignado.
cae he mullo capas e diligeute, e mesmo Quem sojulgar com direito ao mesmo ap-
-_________l.-l. .lia AtmSmlm-.MM na nicai! '-- npa nnr nil (All nr.iru f^liLO' I III-
ose" a qual tem alguns commodos, vende-se, fallecido Antonio de Oliveira Loiies, na pro-
P"ssa" por prec> muito em conta, dirija-se a rual vincia do Piauhy, eque ha Ires annos lem
, Direila n. 64, segundo andar. I estado em poder de A. Corlea da Castro,
C n/. n. 57, 2. andar.
oJs Ferreira Lessa, be navio novo de pri-
meira viagem, e seguir logo para Lisboa,
rio, assignado 0 Z- que largue a mas-, pbo Pessoa de Albuquerque.
' cira que Ihe encobre o locinho, alim de so, -~ Precisa-se de um bom cozinheiro, nSo
. -, i c ira nilH i im miui'1'i V U lutitiu, anu uo oui --- t t tviJ" ov .... ... uuu. .<--......... ...
endoja parle da carg, prompta: quem nel- conh2cer necompetete para insultar a se ollia a ordenado, assim agrade, par bor-
aquuer carregar, ou irde passagem, din- de du mjl pinou, ter a resposta do de um navio; assim como precisa-sede
tUS R.bue;oT.Xl,n08 Fr8nc,8CO S hm Je v" *l0-ura crisJ0:' wurrJlr"Nuvi "35-
JLeiloes.-
dos os respellos. O Zoilo.
Anlonio Shlappriz, vai a Europa.
No bolequim da cova da onc, precisa-
-OcorretorOliveir. r.raleilSo, por or- "d* U moleqU8' 0U pret P"a 88rVS
dem de Henry Richardson, capitSo da barca ao mesmo.
ingleza KairyQueen, ror cunta e risco de Ausentod-se de casa, nanoite
Perda.
Perdeu-so 96,000 rs. em sedulas, sendo 9
de 10 mil rs., e 6 miudas, embrulhadas em
urna caita aberla de Juaquim Affonco Ferrei-
ra desde a ponte de Ucha, passagem, reme-
dios, affogados, at Tigipi : quem achou, e
quizer entregar o pode fazer ao mesmo For-
reira ou a GuiInerme Selle, que ser bem
recompensado.
-- Precisase de um caixeiro que tei.hs
pratica de venda e lenha mais ou menos fu n-
ilos para entrar de sociedade em urna bem
afreguezada ; na ra do AragSo n. 8.
Carlos Claudio Truase fabricante
de orgao e realejo, na ra das
i'lores n. 19,
avisa ao respeitavel publico, que concerta
orgao, e realejos por marcas modernas deste
paz, concerla pianuos, serafinas, cachas do
msicas, aoordSos, e qualquer instrumento
que aparece, tambajn faz obras novas, e tem
para vender realejos e um orgSo de bom ta-
maulio e boas vozea em oonts,recebe em tro-
co instrumentos usados, na inesmii casa ali-
na-se piannos em casas particulares.
-- Francisco Jos Alves GuimarSes vai a
Europa levando em sua companhia, sua mu-
I Iher Francelina Leopoldina das Virgens Gui-
'-'"los Francisco do Lima, tendo de fazer ImarSes. ,,,,,.< un
.0 meio dia em ponto no seu irmasem : na urna viagem a Portugal, roga a todos aquel- -- A rme. de Jos Burle & Co^mpanliia, 11-
ru. do Trapiche n. 43, de um. por5So de les que seju.g.r _.eus credores, h.j.m defn.^
quem pertencer, e em presen?! do lllm. Sr- prximo passado mez derevereiro. a prela
cnsul de S M B., do 382 saceos de assucar Maris, de 30 annos de idade, corpo regular,
branco avariado, sendo parte do carrega- de nacSo Cacange, tem o geilo de entortar a
ment da mesma barca, e para occorrer aos caboca sobre o hombro direito. levou panno
gastos que lem de fazer neste porlo, onde da cosa velho. vestido de chita com salpi-
aporlou arribada na sua recente viagem pro- eos miudos.quasi novo, outro do nscadinno
cadente do de Calculla, com destino ao de miudo de ludio, nunca andou calcada, mai
Dublin : quinta feira, 4 do corrente, sit agora para se fingir forra, consta que anda
horas da manhSa em ponto, no trapiche de- calcaaa, com s.patos pretos de cmoda
AD(,el0 trra, e levou urna medida amarrada no bra-
-Ma'ia Ramos & Companhia fsrBo leilSo co direito: quem a pegar, leve-a a ra do
por intervencao do c.rrelor Miguel Carnei- Rangel a seu legitimo senhor Manoel de
ro no di. quarla-leira 3 do corrente as 10 Souza GuimarSes que sera bem recom-
hor.s da manhSa em ponto do restante dos pensado. .
objectos de sua loj. na ra Nova n. 6, como l'rccisa-se de um homem
seja ricos jarros de porcelana.eslojos para .omar conta de um armazem,
barba,mauleletes do differentes qualidades, r" .'
bicos de seda o de liuho, luvas, flores para que preste llanca a contento: atrs
enfeiies, tinteiros de porcelana, ede bron- ,j0 theatro, armazem de taboas de
ze e outros mullos objectos queserSoen- r ___ __..;.
treges por qualquer preco. pmlio se dir quem precisa.
Adamson liouvie & Companhia farSo -- Balthazar Pereira da Fonseca Bastos,
leilSo por intervencao do correior Miguel retira-se para Portugal.
Carneiro, nodla quinta-feira 4 do corrente
Caligrafa
S'dedSo.",,Vp=.em tttf"~ ^ ^r^r D Pr,S d9 8| ^,Sl.SSr" Perl9nCena "I gundo ***, ,, com perfei-

BOWMAN & MC. CALI.UM engenhei-
ros machinislas e fundidores de ferro, mui
respeitosamente snnunciam aos senhores
proprietanos deengenhos, fazendeiros, e
ao respeitavel publico, que o seu eslabele-
cimento de ferro movido por machina de
vapor, na ra do Brum, passanrto o chafa-
n/, contina em effectivo oxercicio, ese
acha completamente montado com appa-
relhos da primeira qualidade para a per-
feita confoccSodas maiores pecas de ma-
ohinismo.
Habilitados para emprehender quaes-
quer obras da sua arle, Bowman & Me.
Callum, dosejsm mais particularmente
chamar a attencSo publica para as se-
guintea, por lerem dellas grande sorli-
mento jproroptas, em deposito na mesma
ion ligan, as quaes construidas em sua fa-
brica pdem competir com as fabricadas
em paiz estrangeiro tanto em preco
como em qualidadeda materiaes primas e
mSo d'obra, a saber :
Machinas de vapor da melhor cons-
truccSo .
Moendas de esnna para engenhos de
todos ostamanhos, movidas a vapor por
agoa, ou animaes.
Bodas d'agoa moinbos do vento e
serras.
Manejos independentes para cavallos.
Rodas dentadas.
AguilliOes, bronzes e chumsceiras.
Ciiviliiiies eparafusos de todos os ta-
maitos.
Taixas, pares, crivose boceas de for-
nalha.
Moinhos de mandioca, movidos a mSo
ou por animaes, e prensas para a dita.
Chapas de fogSo e frnos de farinha.
Canos de ferro torneiras de forro e
de bronze. "" -
Bombas para cacimba e de repucho,
movidas a mSo, por animaes ou vento.
Guindastes, guinchos e macacos.
Prensas hydraulicas e de parafuso.
Ferragens para navios, carros e obras
publicas.
Columnas, varandas, grades e portOcs.
Prensas de copiar cartas e sellar.
Camas, carros do mSoe arados de fer-
ros, etc etc.
Alm da ajjpcrioridado das suas obras,ji
geralmente reconhecida Bowman & Me.
Callum garaotem a mais exacta conformi-
dade com os moldes e dezeohos remettidos
pelos senhores que se dignarem de fazer-
Ihes encommendas, aproveilando a occa-
siSo para agradecorem aoa seus numero-
sos amigos e freguezes a preferencia com
que li'i'in sido por ellos honrados, e asse-
guram-lhesque nlo pouparSo esforgos e
diligencias para continuarom a merecer a
sua conlianca.
Lotera do Rio de Janeiro.
Aos 20:000,000 de rs.
Na loja de mimlezas da praca da
Independencia n 4\ vendem-sebi-
Ihetes inteiros, mcios, quartos, oi-
tavos e vigsimos, a beneficio da
ai. lotera do theatro de S. Pe-
dro de Alcntara que correu a
16 de fevereiro, e vem a lista no
primeiro vapor. Na mesma loja
tambem tem a venda billietes in-
teiros, mcios, quartos, oitavos e
vigsimos, a beneficio de um hos-
pital as Agoas Virtuosas da Cam-
panha no Kio de Janeiro.
Lotera do Rio de Janeiro.
aos 20:000,000 e 10:000,000 de rs.
O cautelista Salustiano de qui-
no Ferreira avisa ao respeitavel
publico, que a lotera a beneficio de
um hospital as Agoas Virtuosas
da Campanha, correu em 37 de
fevereiro deste anno, e os bilhctcs
e cautelas da mesma lotera eslao
smente a venda, ni praca da In-
dependencia n. 1,i e. 15 loja de
calcado do Arantes, e na ra da
Cadeia do Recife n. l6 loja de
miutlezas de Jos Fortunato dos
Santos Porto, e sao pagos sem des-
cont algum todos e quaesquer
premios que sahirem nos bilhetes
e cautelas, vendidos as lojas ci-
ma mencionadas logo que che-
guem as listas.
Bilhetes 23,000
Meios 11,00o
Quartos 5,5oo
itavos a,800
Vigsimos i,3oo
Vendem-se caixss para rap, viudas do
Aracaty : na ra da Senzalla Velha n. 50.
l'in sitio.
Vende-se um sitio na Capunga a margem
do llio Capibaribe, com boa caaa de vivenda
a moderua,com soiSo, por prego commodo :
quem o pretender dinja-se a praca do Cor-
po Santo ... 2, que adiar com quem tratar.
aj ?JJ5 a> a> a> ? { <^ a* % *g 4$ ^ f^4^ 9
^ Vende-se urna excedente canoa de <*JJ>
tf amarello com SO a un palmos de com- a> prida e 4 a 5 de largo, propria para af
t abrir:a tratar na prafa do commercio
lf 11. -2, primeiro andar. 4
?f^^^^^^ ) *B* ^*5
Vende-se um terreno na ra da Aurora
com 50 n-luios de frente e280 de eitbnsSo,
tendo caes de lijlo a beira mar, ficando en-
tre as casss dos lllms. Srs. GustavSo Jos do
llego e Francisco Antonio de Oliveira : os
pretenden tes dinjain-su a ra das Floros 11.
8, primeiro andar.
~ Abordo do berganlim Mara Libania
fundiado defronte do caos doRamos preten-
do vouder-se o sal que o mesmo berganlim
cunduzio do porto do a-mi no dia 4 do cor-
rente mez por conta e risco de quem per-
tencer.
Vende-re superiores latas de sardinhaa
e farinha de ararula aova a 160 rs. a libra,
dita de tapioca a 100 rs. a libra e paseas da
melhor qualidado possivel a 240 rs. a libra,
nos Qualro Cantos da Boa-Vista vendan. 1.
Vende-se um sobrado de 3 andares bem
construido, na ra da Cruz, e que rende
1:200,000 rs. animalmente I a,tratar na ra
do Collegio n. 15, primeiro andar.
Vende-se urna casa, com um quintaL
de 50 palmos de Isrgo e tal vez 300 ou mais
de fundo, com alguns arvoredos, com se-
jam : 20 ps de larangeiras enxertadas de
novo, n. Capunga Nova, terceira casa antes
de chegar a do Sr. Carneiro : a tratar no
mesmo lugar, na casa do fallecido Medeiros,
ou no Trapiche Novo o. 4.
Sapatoes francezes de lustro, para
homem a 5,800 rs. o par.
Continua-se a vender aapatdes francezes
de couro do lustro, para homem, obra de
ultimo gosto, chegados pelo ultimo navio a
5,800 rs.; assim como ditos para rapaz de o
a 14 annos por precos commodos no a-
terro da Boa Vista, loja de calcado n. 58,
junto ao seleiro.
AttencSo,
Na ra larga do Rozario, sobrado n. 46 ,
primeiro andar, vendeai-se Ucadeiras, seo-
do 2 de bracos, I sof, 3 bancas, 1 cornuda,
el mesa redonda, tudo de Jacaranda e em
muilo bom uso, e 1 mesa grande de ama-
rello para jamar: a tratar no mesmo so-
brado.
Vendse urna escrava, de nacSo Cos-
ta 1 na ra do Encantamento n. 3.

ILEGIVEL


A
' AGENCIA
da fundicSo Low-Mooi-.
RA DA SENZAI.LA NOVA N..4S
Neste estabeleeimento conti-
na a haver uro completo sorti-
mento de moendas o meias moen-
das para engenho, machinas de
vapor, e taixas de ferro batido e
coado, de todos os lmannos, pa-
ra dito.
Antigo deposito de cal
virgem.
Na ra do Trapiche, h. 17, ha
niuito superior cal nova em Pf*i
chegada ltimamente de Lisboa: ^
_L R vende DOtassa da Rus- multo flxaae nns, cores de caf-e de vinho
tambem se venae P"*"""" ... a 800 r. o covado; ditasfrancezasa210rs.;
sia. nova e de superior quanuaut.. dllag e quidros escuro, fixenda do ulti-
Depoaito rta fabrica de Toaos 01L0 gostoe novos padroos a 200 rs. o cova-
santi.s na Baha. \0 riscadinliosmuito Oos a 160 rs. oco-
Vende-se.emcasa deN. O. Btebert c. Tdo; cassa chita muito largas e decores
na ra da Cruz n. algodo transado di- na 200 rs. o covado; alpaka preta muito
auella fabrica, muito proprio para saceos de flns 6W rs 0 COvado ; merino preto mu-
assucar e roupa de escraTOS, por precocom- t0 flno a 1>800i 2(S0O| 2,800 e 3,200 rs. o c-
modo. 'vado; superior aloalhado
Grandes pechinchas, na ra do
Creopo n. i4, loja de Jof Fran-
cisco Dias, a i4j rs. o cortl! !
Riquisaimoa corte de vestido de finissi-
ma seda e delicados gosto, fazenda iuleira-
monte moderna, pelo baralissiriio prtc,p de
14 000 rs. o corle ; ditos de cambraia anda.
sendo o mais superior que lem apparecido
no mercado, pelo barato preco de 9,000 rs. o
corle; superiores vestidos dofinissima cam-
braia e de cor, com riquiammoa habidos e
todo o Beue pertences, sendo urna poja de
galflo e outra de cordflo, que se d de gra-
tis a quem comprar os vestido, pelo mui-
to barato prer;o de 6,000 r. o corte ; ditos
de cambralaccm barra branca ede cor, fa-
zenda do ultimo goato, pelo baralissimo
preco de 5,500 rs. o corle ; ditos de cassa
chiU.com 6 |2 varas a 2,000 rs. o corte;
ditos muito fiaos, fazenda de muito bom
gosto a 2,500 rs. o corte: chitas cabocolas
adamascado de
ro
da
Gasa ae com inww 1 -------- de largo .
Vendem-se escravos e recebem- de lita palmos de largura, fazenda muiio
j ,., _.., n nro- propria para ropa de escravos a 200 rs..o co-
se de commtss5o, tanto para a pro pjj jmg ouUm muUg f,ienda8 f
vincia como para fra della, para que se veDder por preco mais commodo
o que se offerece muitas garantas oqueem outr. qu.lquer parto.
a seus donos na ra da Cacimba Pnnc.p.os geraes *'"u* pu-
j._ bltca e industrial,
n. ti. primeiro andar. [ Vnnde.gee8tecompeDdio,,Pprovadopari
l'arinha fontana, asaulasdeprimeiras letras, 480 rs.: na
chegada ltimamente: em casa de J. J. Tas- praca da Independencia, livraria n. 6e8.
so Jnior, na ra do Amono n. 35. Cobertores de algodSo.
Agencia de Edwin Maw. I Superiores cobertores de algodSo de d-
Na ra de Apollo d. 6, armazem de Me. Cal- ferentes cores, tecidos a dous fios, muito
inontai Companhia, acha-se conatanlemeote grande, tem todaapplicaco em urna casa de
bona aorllmenlos de taixa de ferro toadote r,m|iap0r servir para meza de engom-
V,,d?'Htt"?/r!!oC0r0.im.amM "te" madoe forrar camas e mesmo para escra-
elra. toda.de ferro para anlm.es. agoa.ett, V0Si pe|o diminul0 preco da 1,410 rs.: na
l'otassa americana.
No antigo deposito da cadeia velha, n.
13 existo urna pequea porc.0 de polassa
americana, chegada recentemente que por
superior rivalisa com a da Russia; vande-
se por preco razoavel
Vende-aeuma mesa de amarello, com
7 palmos de comprimento e 4 de largura :
na ra Bella n. 16. **"*~
Vende-se ou arrenda-eo Engenho S.
Rita moentee crrante meia legoa distante
da villa do Iguarassu'com proporcoes para
sifrejar-se, embarque junio ao cngonbo; la-
gados, o oulras proporcoes quem opfelen-
derenlenda-secomo propietario no metano
engenho. <*?
Milho a a,5oo rs. a sac<\
No armazem de UiasFerreira, no 9 da
Alfandega.
Vinlio de Champagne,
e superior qualidade : vende-se no arma-
eo Kalkmanu IrmSos Ra da Cruz, n.
l'ara liquidar
Faz-se todo o negocio dinheiro.
Vendem-se por todo o preco presuntos
hollandezes, proprio para fiambre e tem-
pero : na ra da Cadeia do Rccife. a. 23.
-- Vende-se superior farinha de mandioca
de S. Matbcus, por preco commodo, a bordo
da escuna Maria Firmina, fundeada defron-
te do caes do Collegio : trala-so a burdo, OU
na ra da Cruz n. 33, com Luiz Jos
Araujo.
Vende-se,
Alm de mullos e superiores genero,
de-se igualmente os seguintes: cat
em porcSo e a retalho, massas lina
serva, o excellente doce de annanaz
frascos de 6 libras, exlreit d'absinthe, vi-
nho do Rheno, ditos do Cherry, Porto Ma-
deira o Moscatel de Setubal, sardinha ero
latas maiores e menores, riquissima cai-
xinhas de todos o tamaitos com amen-
doa9confeitadas, muito proprias para pre-
sente, presuntos americanos e inglozes para
fiambre, ditos do Porto e Lisboa, milho em
saccas, sebo do Porto em caixas de 1 arro-
ba, cha preto solt e em massinhos d3em
libra, latas com muito fino bisco*) in-
glez; ludo islo vende-se por meno do que
em outra qualquer parle: na ruada Cadeia
do Recife, n. 23, armazem de moldados.
MintLo de Santk
wmmwwmmunwwmw'iitwwB wm
Para senhora
: Vende-se setim preto maco de su- 9.
perior qualidade para veslido de se-

ditas para armar em inadeira de todos os
manhoa e msdelloa o mais moderno, machina ra o crespo n. 6
horisonl.il para vapor, com forja de 4 caval-
los, coucos, passadelras de ferro estanhado
Sara casa de pulgar, por menos preto que os
ecobre, escoveos para navioa, ferro ingle
taotoem barracomo em arcosfolhaa, etudo ,.-..... ,..------.-.-
por barato preco: 8 nhora; um completo sortimento de g
DciiM^it l> nnl p uit-mmi sarja deseda hespanbola verdadeira;
UCpOSUO Ue Ca e JJUia&aa. ^ cortes de vestido de sarja preta lavra- fi
No armazem da ra da Cadeia da de lindos gostos; superior chama- :
j ti t L ..n<, as lote de seda pura: ricos veos preto
do Recite n. U, lia multo supe- |deseda# iinDo reiroi de Italia; um I
rior cal de Lisboa, empedra, as- S grande sortimento de manteletes, ca*
sim como polassa chegada ultima- |
mente, a precos muito rasoaveis. I
iNanttdt
Farinha de mandioca.
Vende-se saccas com superior farinha
de mandioca a presos rasoaveis : a tratar
com J. J. Tasso Jnior ra do Amorim
n. 35.
sendo os mais modernos que ha no :"
S mercado; superiores meias pretas in-
glozas de peso, e oulras fazendas de 9
v gosto e boa qualidado, e tudo por JB
8 prego muilq em conta : na ra do iU
tj Uueimado, loja do sobrado amarello
m zm^mw JW.jWpW.jMW mil
Deposito de cal virgem. .
Cunha & Amorim, na ra da Cadeia do Grande fabrica de chapeos de sol,
Recite, n. 50, veode-se barris com supe- de J. Falque la do C'ollgeio
rior cal em pedra, chegada pelo ultimo ,
navio de Lisboa, por menos preco do que
em outra qualqner parte. Nesto novo estabalecimento recebeu-se
-- No escripiorio de Manoel Joaquim Ra- um novo e lindo sortimento de chapeos de
mos o Silva, na ra da Cadeia do Recife, Sol dos ltimos gostos, lano de seda como
vende-se por preco commodo cal virgem de de panmho p.ra homens e senhoras, de ar-
Lishachegada no ultimo navio, bezerrode mac3odebaleiae de asso que se vendem
lustro, mercurio, linlia de Roriz.retroz, fe- por menc-s ''rec,^u VmJut"^1!!f,,?uerP,?!'
cbaduras do Porto, pannos e casemiras
de 13a.
Rap Paulo Cordeiro-
recentemente ebegado do Rio de Janeiro ,
veode-se na ra da Cadeia do Recife loja n.
50, de Cunha & Amorim.
No armazem da ra da Mota n. 15
te; grande sortimento dechanialole, sedas
o paninhos em pec,a do todas as cores e qua-
lidades para as pessoas que quizerem man-
dar cobrir armaces servidas. Completo sor-
timento de balelaapara vestidos espartilhos
para senhoras, fdzem-se umbellas de igreja e
concerta-se qnalquer qualidade de chapeos
de sol: lodos os objectos cima mencionados
vende-se cal deLIfboa em pedra, a mais no- M venjenl em porcSo e a retalho, por preco
va que ha no mercado, chegada no correnle agradar aos freguezesa vista da quali-
rpez, no brigue Laya ; assim como mercurio dllle
doce em caixinhas de libra cada urna, tudo
por menos pre;o do que em outra qualquer
larte.
" Na7oja~dc?obrado~a"mrel,~na ra
9 do Queimado n. 29, vende-se um %|
(| completo sortimento de pannos pre- i
9 tos finos e cores lisas; casemira preta ?
i elstica superior do 9 a 14,000 rs. o V
C# corte decalca; cortes de colete preto *
*j) de superior casemira bordados, ditos >
v# de dito de setim maco com lindos
i bordados; merino preto fino de 2,500
'.? a 5,000 rs. ocovado; chapeos pretos
(4 francezes o mais superiores e mo-
r demos que ha no mercado; chapeos
* de castor brancos ingleze da ultima
, moda, e oulras muitas fazendas finas
i e preco de agradar ao comprador.
*
Ovas do sertSo.
Vendem-se ovas dosertSo, muito frescaes
e gordas, por prego commodo : na ra do
Queimado, loja a. 14.
Novos cobertores de tapete a
i,44 rs.
Na ra do Crespo loja da esquina que
volta'para cadeia, vendem-se cobertores
de tapete, grandes e bonitos, pelo diminuto
ireco de 1,440 rs.; em qualidade sSo os me-
nores que lem vindo no mercado, por isao,
recommcnds-se aos Sr. de engenbo que
quizerem comprar da pichincha, nSo se de-
moren), porque ja lia poucoa pea estrafSo
quo te.ti lido.
He tSo barato,
Que iaz animar ;
Quem vir a pechincha
Nao deixar de comprar.
Na ra do Crespo loja da quina que vira
para a cadeia, vende-se panno fino preto, a
3,000, 3,500, 4,000 4,500, 5,000 e 5,500 rs:
o covado ; dito francez muito superior, a
6,000 rs. ; dito azul, a 2,600, 3,500, 4,000 e
5,000 rs. ; dito verde, a 2,800, 3,000 e 6,000
ra.; dito cor de rap, a 2,600 rs. ; casemi-
ra prela, a 4,800 6,000, 7,500 8,500 e 10.000
rs. o corte; sarja preta de seda muito su-
perior, a 2,500 rs. o covado; merino preto
muito bom, a 2,800 e 3,200 rs. o covado cor-
tes de cassa chita muito bonito, a 1,920
rs.; e outra* muitas fazendas por prego
commodo.
Vende-se farinha fontana
muito superior e nova no merca-
do : a tratar com Manoel da Silva
Santos, na ra do Amorim n.5Ce
58, ou no armazem do Annes no
caes da alfandega.
iructas novas.
Vendem-se na ra eslreita do Rosario n.
1.1,damascos em caixinhas de vidro.e caixi-
nhas de tamoras e de amenas,e bolachinhas
de aramia ;e na mesma se dir quem vende
100 espanadores beta feitos.
Arados de ferro.
Na fundicBo da Aurora, em S. Amaro,
vendem-se arados de ferro de diverso mo-
pelos.
Moendus superiores.
Na fuodico de C. Starr& Companhia,
em S.-Amaro, acham-se venda moendas
de canna, todas de ferro, de um modelo e
conslrucc9o muito superior
Na porta da Alfandega e no
armazem do baraleiro Joaquim da
Silva Lopes, vende-se farinha fon-
lona SSSF e de Philadelphia, l-
timamente chegada.
He bom negocio.
Vende-se a dinheiro, ou a pra-> _.
so a padaria do la reo das Cinco'f faz ouiroiserviso de cas, eum pardo de
r, 6. 18 annos, cuja conducta e estado de saudo
l'ontas, e tambem se aluga, nao se; se amaaca: a ra larga do Rozario loja
podendo effectuar a venda nestes n. 35
dias ; assim como se ornece as fa-
rinhaspara trabalbar, offerecendo
o comprador para tudo gorantias :
a tratar com J. J. Tasso Jnior,
na ra do Amorim n. 35.
800 rs.
Vende-se a historia de SimSo do Nantua,
a 800 r. : na livraria da praca da Indepen-
dencia n. 6 e 8.
Cemento novo a 7,000 rs.a barrica.
No armazem de Antonio Annes, no caos
da Allandega.
Farinha de mandioca a 3,000
rs. a sueca.
No armazem de Dias Ferreira, defronte das
escadinhas da Ajfandega.
Azeite de carrapato da fabrica de
Araujo & Filho, no Fenedo.
Acaba de chegar maisdeslo j conhecido
azeito, o mais proprio e econmico, para
uso de candieiros de sala, tanto pela sua du-
raeflo, como limpeza, o continuar a haver
sempre um depozito para suprimento regu-
lar dos freguezes : no armazem de J. J. Tas-
so Jnior : na ra do Amorim n. 35.
Vendem-se velas de espermaecte, em
caixas, de superior qualidade : em casa de
J.Kellert Companhia: na ra da Cruz nu-
mero 55.
Deposito de panno di algodo da
febrica Todos os Santos da Ba-
nhia.
Vende-se por preco commodo
o bem conhecido panno de algo-
d3o desla fabrica ; em pessa, a
vontade do comprador: no escrip-
torio de Novaes & Companhia, na
ra do Trapiche n. 34
Vende-se oacilhao de tinas a 5,000 rs.
da melhor qualidade que ha de barricas, que
se vendem a 10 e 11,000 rs. : no armazem
do S. Antonio Annes, no caes da Alfandega.
Aloinhos de vento
om bombas de repuebo para regar borlas
d baixas decapim : vendem-sena TundicSo
deBowman&Mc. Callum.na ra do Brum
ns. 6.8e tO.
Vende-se cera em velas ,
muito bom sortimento, por preco
commodo: trata-se no escriptorio
de Novaes & Compinhu na ra
do Trapiche n. 34-
Vende-se barato para liquidar, urna par-
da clara, que sabe coser, engommaT, cozi-
nhar, he rendeira, trata de meninos e de
doenles, com muita humanidade, em fim he
urna perfeita ama do casa, nio s pelas ha-
bilidades como pela exemplar conducta
quetem; urna creoula de 13 annos, muito
bonita e com habilidades, cose, he rendeira
Aos pal, de familias.
Mandemaruau Livramonto,junto a LJ-
tica loja da Estrella n, 19, comprar o quo em
outra loja nSo acharflo; bem feitos e fortes
sapatinbo de pao para meninas a 320 rs. o
par, de couro preto a 360 rs do mirroquim
a 480 r de lustro a 640 rs., do panno para
Vende-se um carro de quatro roda senhora a 400 rs., e couro a 480 rs., de se-
muito levnesegurp, por muito pouco di- tim prelo a 1,000 rs.; bollns de lustro para
nheiro : na praca da Boa Vista, cocheira! menino a 5,000 rs.meio botina para homem,
do francois.
-- Vende-se um forno para padaria, no
centro da cidsde, tendo lugar para morada
e armazem para leoha, com desembarque
na porta : o pretendente annoncie sua mo-
rada.
Negocio yantajoso.
Vende-se o hotel cmmercio sito na roa
da Cadeia n. 13, comoa uleeoilios que o
comprador uuizer: a tratar no mesmo.
fe ARADOS AMERICANOS.
Vendem-se arados ame- g
ricanos, chegados dos Esta- S
dos Unidos, pelo barato pre- 9
f) 90 de 40,000 rs. cadaum: na |
g ra do Trapiche n. 8
Vende-se
Cha preto e verde, de superior
qualidade em caixas pequeas ;
Veilos de espermacete de superior
qualidade em ditas ditas,
Fio de sapateiro, de diversas co-
res :
Tudo em conta, no armazem de
Adamson Hoiwe & Companhia,
na ra do Trapiche, n. 4a.
Superior cha nacional
em caixinhade2 libras, e da melhor qua-
lidade ; vende-se por preco commodo, na
ra do Corpo-Santo n. 2, primeiro andar.
de bizerro a 4,500 ra., botina a 6,500 rs., sa-
patos de urna sola de couro de lustro para
homem bem feitos a 2,500 e oulras muitas
qualidade de obras ; assim como pellos de
bizerro de lustro grandes a 2,880, de bezer-
ro francez a 3,200, marruquim superior a
1,760, corles de tapete requiseimo a 500 rs.
e sapatos ja feito, pelles de pelica o mais
sccessorias para quem tem sapateiro : exis-
tomneata loja pelo barato. Aasim como ro-
cebe toda qualidade de encommendas de
calcado, com promplido e aceio para cujo
fim tem bons ofliciaes.
Vendem so a o, arras de ferro : na ra
da Senzalla Nova n. 4.
VENDEM-SE ,
Taboas de pinho at 3 palmos de
largo.
Botijas com bom oleo de linhaca.
Remos de faia de todos os compri-
mentos.
Cimento em barricas e meias ditas.
Tambem se retalha s tina.
Atrs do theatro, armazem de Joa-
quim Lopes de Ahneida.
O agente do contrato do rap prince-
za, tem a venda o rap, vindo de Lisboa, pe-
lo vapor inglez chegado neste correte
mez.
Vende-se urna canoa pequea de cir-
carreira, em bom estado, por 40,000 rs.: na
ra do Queimado, loja n. 18.
Sebollas ,
nova, vinda de Lisboa: na ra da Cadei do
Reciten. 18.
E MAIS OFF1CINAS
NA
Roa Imperial n. 118 e I3o, e deposito na ma Nova n. 33.
Respeitosamenteavisam ao publico, o particularmente aos Srs. de engenho e des-
tiladores, etc., que este estabelecimento e acha completamente montado, com as pro-
porches necessaria, para deaempenhar qualquer machina, ou obra concornente ao mes-
mo. 0 mearnos chamara a attencSo para as seguintes obras, as quaes construida em ua
fabrica competecoma fabricada na Europa, na qualidade e mSo de obra, e por me-
nos preco, a saber :
MACHINAS continua de destilar, pelo mclhodo do autor francez Deroane, ai me-
Ibores machinas, que para este fim at boje tem apparecido.
ALAMBIQUES de cobre de toda a dimen0e.
TOBOS OS COBRES necessarios para o fabrico de assucir.
TAIXOS DE COBRE para refinacao.
TAIXAS DITO para engenho.
DITAS DITO movis para dito.
BOMBAS DE COBRE de picote, de repucho, de roda e de pndula.
ESCRIVANINHAS de laido dos melhores modellos.
DITAS DITO gaivanisadas.
SINOS de todos o tamanho.
OS APRECIAVEIS fogOes de ferro econmicos.
BURRAS de ferro a mais bom construida.
CARROS dito de inflo.
PORTOES de ferro.
VARANDASditO.
CBADIAMENTOS dito.
TAIXAS dito.
CALDEIRAS dito.
JJAMIElltOS de zinco e de folha, para banho do choque.__________
Venal se a fabrica de restilacSo de es-
pirito licores, do Victorino Frsociseo dos
S.oiios, ltm surtida e montada, com bom
crdito, dentro e fora da provincia, no s
SALSA PAItRILHA DE
SA.NDS.
Este excellente remedio cura todas as en-
pelas boas qualidade de seus lquidos ,. fermidades as quaes sSo originadas pela
como pela anliguidade; com alambiques, impuresa do sangue ou dosystema ; a aa-
utencisevasilhas apropriadas para fabri- ber : escrfulas, rheumat.smo. erupcOes
u.u..^ "-' r r __, .. milano.o h.a ni h.d rt. n*r. n mnrnii ,4
car os liquidos com perfeicUo; o propneta-
rio se obriga a ensioar ao comprador lodos
os processos e segredos, tendentes ao Ubi i -
n> de tolos os liquidos, intuios dos quaes
sfl i ignorados por muitos dos fabricantes, a
dinheiro, ou parto em dinheiro eo resto em
leltras acontento : trata se na ra do Ran-
gel n. 54 com Victorino Francisco dos
Sanios.
-- Na ra do Livramento, sobrado n. 10 ,
se dir quem vende 1 correnle para senho-
ra; 1 dita para relojo; 1 relojo patente ; 1 a-
dereco; 1 bandeira; corddes ; tranceln ; a-
nelOes; brincos; pulceiras ; voltas ; alllne-
tes; medalhas, e 24 colheres para sopa, com
paliteiro de prala.
Vende-se urna escrava de 30 annos, de
boa conducta, a qual sabe fazer o servico or-
dinario de urna casa, e se vende por nflo que-
rer Un baldar no campo : na cidade de Olinda
ra do Cabral n. 2,atraz da igreja da BoaOra.
Vende-se urna pequea casa terrea na
Cidade de (Huida, na travessa de S. Pedro pa-
ra Malhias Kerreira toda de pedra e cal ; por
preco commodo na mesma cidade a traz da
Boa- Ora ra do Cabral n. 2.
Milho novo.
No armazem grande confronte a escadinha
da alfandega, vende-se saceos com milho o
mais novo que existe no mercado pelo m-
dico preco de 2,240 cada .-ac.
Recreio de Jaidim.
Ricos jarros de difiercntes qualidade, ele-
gantes figuras de corpo inleiro a meio cor-
po, representando as differenleseslacOes do
lempo, eas partes do mundo : globos muito
elegantes com seus pede-taes de goslo mo-
derno.obras do louca muito perfeitas o fsbri-
cadis no Porto: assim como um soherbo leflo
tallado : se vende a precos baralos para aca-
bar : na ra da Cadeia do Recife n. 38 se di-
r quem faz este negocio.
Vendo-se una negra de quarenta annos
de idade.optima Uvadeira e cosinheira, che-
gada a pouco do Aracaly por preco commo-
do : na ra da Cadeia do RecifTe casa n. 41.
Tratado elementar da Arte de Msica,
segundo o systema dos mais abalisados pro-
fessoros, um folheto a 320 ris : vende-se
no pateo do Collegio, loja do livro aiul.
D. Pedro I.
Vende-se a estatua de louca do meio corpo
do Sr. D. Pedro I. : na ra da Cadeia do Reci-
fe n. 38, se dir quem vende a preco muito
mdico ; aasim como dous cupidos ; emble-
mas para tanque d'agua, ou repucho.
-- Vendo-se em segunda m9o urna volta
de aderecodoouro ede bom goslo: quem
quizer, annuncie.
Vende-se vinho do porlo upperior en-
garrafado, 1 pianno forte novo, cadeira, me-
za, espelhos de sala, jarros com flores e
sem ellas, lampides, lanternas, quadros fei-
tos a oleo, e oulros movis do casa, na ra
do Trapiche esquina da lingoeta n. 32.
Taixas para engenho
Na fundic3o de ferro de Bow-
man 5c Me. Gallum na ra do
Brum, passando ochafariz, conti-
na a haver um completo sorti-
mento de taixas de ferro fundido e
batido, de 3 a 8 palmos de bocea ,
as quaes acham-se a venda por
preco commodo e com prompli-
dao, embarcam-se, ou carregam-
se em carros, sem despezas ao com-
prador,
PECHlNCIiA.
Quem deixar de comprar far-
dos de alhos, com cem resteas, pe-
lo diminuto pre$o de 5o6 rs o far-
do : na ra da Cadeia de S. An-
tonio, armazem de lijlos n. 17.
Vendem-se charutos da Baha das me-
lhores marcas em casa de Kalkman Irmflos :
ra da CrHZ n. 10.
Veode-se um excellente terreno para se
edificar urna grando casa,nflo he foreiro, em
boa ra ; grande pnrfSo de pedras, soleiras ,
e madeiras : na roa do Raogel o. 47, primei-
ro andar.
Jrtes de tapetes para sapatos.
Vendem-se superiores cortes de tapetes
para sapatos a 480 ra.; assim como sapatos
j promptoa para homem, ditos de lustro
para meninas de 4 a 12 annos, sapatOes do
Aracaly a 800 rs. o par : no aterro da Boa-
Visti, loja decalcadosjunto ao seleiro n. 58
Veode-se 7 escravos, sendo 2 de servi-
co de campo, 1 escrava que engomma eco-
ainha, de idade de 22 anuos, de bonita figu-
ra ; 2 ditas do lodo o servico; 1 rouleque de
idade de 16 annos; \ escrava de meia idade :
na ra Direita n.3.
Vende-se um palanquim de rebuco ,
em bom estado : no aterro da Boa Vista,
n.38.
cutneas, brebulhas na cara, almoroidas.
doencas ehroniess, brebulhas, bortoeija,
tinha, enchacOos, e dores nos ossos, e jun-
tas, ulcar, doencas venerias, citica, enor-
midades que attacflo pelo grande uso do
mercurio, hidropesa, expostosa urna vida
extravagante. Assim como, chronica de-
sordena da constituieflo, serflo curadas por
esta ISo til, e approvada medicina.
A adminiatracSo deste belo remedio, nos
ataques mais eslraordinarios tem sido sem-
pre seguidos pelos mais felices resultados
as suas operac,0"S ; porm, o seu principal
objeclo he de purificar o sangue, e limpar o
systema de qualquer influencia de mercu-
rio. No seu modus oprrandi, ho directa-
mente como um remedio alterativo, ainda
que, indirectamente serve ao systema como
um verdadeiro Inico. Doencas nos ossos
e no systema grandular; assim como as
juntas, e ligamentos, sSo inteiramenle cu-
radas pelo uso deste remedio, sem que o
doenle faca resguardo algum, quando usar
esle remedio. A opperacBo deste remedio
consiste em remover a desordem do syste-
ma, e em breve tempo o doente ganhar
sua saude.
A Salsa Parilha tem ganhado por muitos
snnos urna alta reputaeflo, de ter curado
doencas mui difilcullosas, que nenhum ou
tro artigo de valor em materia medica tem
curado. He de saber que a Salsa Parilha he
um dos mais valerosas remedios que os
doctores usflo em toda a parte do mundo ;
enm' vistas deganharem a cura pelo uso de
tal remedio vegetal. Porm, deve-se de
notar, que nem ludas as pessoas sabem pre-
parar esto remedio, assim como esco
Iherema melhor parle que se deveusarem
tal preparaeflo. Um ceiqbre Medico escrip-
tor, que residi por muitos annos no lugar
aondeha a melhor producto da Salsa l'a-
riila disso : Seis ou lo especies destas
raizes que crescem nestes bosques, admra-
me quo nflo podesse adiar, se nflo urna,
com o gosto, e propriedade da verdadeira
Salsa l'arilla, que se possa recommendar
para medicina ; pnisas mais eram inspi-
das e inertes. Porm, como os mdicos
n.'io se da 1 ao traballio de fazerem as
suas proprias medicinas, mas sim confiam
nos seus habis boticarios, para a prepara-
ren!, e comporem differentes drogas. I'o
rm de todas a preparacOes de Salsa Pari-
lha deva de ser da genuina, para que o fa-
cultativo e o publico ficassem bem fiados
na preparacOes de Salsa Parrilha a ser da
melhor qualidade. Pois he este o genuino
vegeslavel,que seofierece ao publico; nes-
te se v combinados o utile cum dulce ; pois
em infinitos casos em que o doente espe-
rancasalguma tinha de viver.e grandes
quantidades de remodios experimentados,
mas sem resultados de molhoras ; mas com
esta pura Salsa Par Iba, suas curas tem sido
infaliveis, pois os certificados que temos
recebido de pessoas que tem usado deste
puro remedio, afllrmam da sua boa efflca-
cia ; estes certificados temos a honra de
aprensenlar ao respeitavel publico, para
que liquem cerlos, o que cima se diz, he
vordadeiro. Os proprietarios deste reme-
dio tem por muitos annos empregado todos
os meios para prepararem este ISo til, e
essencial remedio da raiz da Salsa Perilla,
qne por fim, conseguirn as sua* vistas, em
prepararem um tfio valuoso remedio, e seua
to lindos resultados tem enchido os pro-
prietarios de gloria, e triumpho de lerem
preparado urna linda compos(3o contra
doencas, que o seu fim he destruir o corpo
humano. Esla composicSo he qumica e
nova. Esta Salsa Parilha be combinada com
OUtros engredientes que todo ellos perten-
cem classe vegetal, e todos com o poder
de purilicarem o sangue. O doenleque usar
desla composieflo, pode cootar que tem o
maia efiicaz remedio, para a sua eofermi-
dadeusa. O nico agente tiesta cidade he
Vicente Jos de Brilo, na ra da Cadeia do
Kecife botica n. 61.
Com dinbeiroa vista.
Quem quizer poupar venba ver e comprar,
pois o ganbo lio as mflos dos comprado-
res e sempre ficSo logrados e mal servidos
leus amos e senhores, no atierro da Boa Vis-
ta n 43, deposito de assucar vende-so o se-
guinte, assim como na ra da Aurora n. 32,
venda nova pintada de azul; manteiga iogl*-
za da melhor 640 400 rs., dita francea a 560
rs., cb 3,000 rs., dito prelo 1,920 rs a libra
lem 3 embrulhos chnese cada urna 640 rs.
assucar refinado fino 100e 80 rs. velas de|es-
permacete a 610 ra., dilaa de carnauba a 280
rs. caba HU rs.lar i oda do maranliflo a 80 rs.
dita de araruta a 120 ra., aevadinna a 160 rs.
sevada a 100 ra arros a 80 rs., bolaxinha
iogleza das grandea a 240 rs., ditta pequea
200 ra ervilhas a 100 rs. ,sabfio amarelo
a 120 rs., est bem aecco; dillo braoco a 240
rs. passas a 280 rs loucioho a 160 rs., azeite
doce a garrafa a 480 rs., azeitonas a 210 rs.,
pois de tudo se d amostra.
-- Vende-se um cavado ruco e com lodos
os andar : na cocheira da ra da Fio
rentina.
Couro de lustro patente.
Vende-se no aterre da Boa-Vista, leja
de calcados n. 58, junto ao seleiro, superior
couro de lastro sem defrilo 2,5(0 rs a pele;
aproveitem que est se acabando.
A o burato.
A venda nova da estrello, na praca da Boa
Vista n. 5, est vendando mal barato do que
as outra partea, vinho a 160, 200, 240 e
280 rs. a garrafa, queijos do reino a 800 e
1,280 rs cb a 1,800 e 2,000 rs, a libra, fa-
rinha do maranhSo a 120 e 160 rs. a. libra,
dita de araruta a 160 ra. a libra; toucinbo do
reino a loo o 200 ra. a libra, manteiga fran-
cea a 520 rs., dita iogleza 720 rs. a libra,
bolachinha ingleza a 200 rs., dita a 160 rs.
a libra : assim como gingibirra feila com
todo o asseio possivel, o resto s i vista do
comprador.
Luvas de pelica.
Vendem-se luvaa de pelica de coros, pelo
diminuto preco de 800 rs o par: na loja de
miudezas da ra do Collegio n. 1.
Begulamentos sobre o uso ,
preparo e venda do papel sellado,
com as -suas competentes tabellas,
a 5oo rs. o exemplar : vende-se
no pateo do Collegio, loja do livro
azul.
l'eijao mulatinho,
em saccas muito grandes e da melhor qua-
lidade possivel ; saccas com gomma ; ditas
com farinha ; carnauba de pritneira sorte;
esleirs nova; lavarintos; toalhas superio-
res; velas de carnauba a 8,000 rs. a arroba ,
e ditas superiores a 10,000 rs.: na ra da
Cruz do Recife n. 34.
Vende se urna mulata de20 annos, el
moleque de 17 a 18 annos, creoulos, chega-
dos ltimamente do Aracaly: na ra do Vi-
gario o. 13, terceiro andar.
Lotera de N. S. do Livramento.
Aos 5:ooo,ooo ders.
Na loja de miudezas da prac
da Independencia n. j> venJem-
se bilhetes inteiros, meios, quar-
tos, decimos e vigsimos, a bene-
ficio da loteria de N. S. do Livra-
mento que corre impreterivel-
mente no dia 1 a do corrente.
Bilhetes inteiros 10,000
Meios 5,ooo
Quartos 3,600
Decimos i>ioo
Vigsimos 600
Jos Luiz Pereira, vende a
sua loja de ferragens da ra Nova
nu ero 16, a praao con firmas a
contento, e em quanto nao effec-
tuar, vender qualquer por5o de
ferragens, ou miudezas, pelo custo
e com algum prejuizo aquellas
que cmerecerem ; adverte a seus
llovedores de mais de 1 auno, que
o praso de espera acabou no dia ao.
do prximo passado.
Vidros par espelboi.
Vendem-se vidros para espelhos de lodos
os tamaitos gor prego muito em conta oro
casa de Kalkman IrmSos ra da Cruz n. 10.
Vende-se um bonito piano por preco
commodo, no sino grande do Sr. Ilerculano
no principio da ra da S de lado, poitflo en-
carnado ; vende-se tambem um jogo de ve-
peziannas: precisa-sena mesma casa de um
homem que saiba Irabalhar de eochada.
PIANOS.
Vendcm-se em casa de Kalk-
mann Innaos, na ra da Cruz n.
10, ricos pianos de Jacaranda, com
excedentes vozes chegados ha
pouco tempo.
Escravos fgidos.
Da fabrica de caldeireiro da ra do
Brum n. 28, ausentou-ie no domingo, 15 do
correnle, o pelo Alejandro, de naeBo S.
Paulo, de 35 annos de ida le, alto, reforcado
do corpo, falla descansada, foi escravo do
Meliquer, Francez, morador no Rio DOce, e
ltimamente do Sr. Bolly : roga-se a que-n
o pegar de leva-lo a mesma fabrica que ser
recompeosado.
Continua auzente desde o dia 9 de fe-
vereiro corrente a preta Luiza, naeSo rebolo,
baxinha e magra, moca e esperta, levou ves-
tido de urna fazenda ja desbolada, panno de
listras com matambese franjas; talvez diga
que anda procurando senhor, por ter pedi-
Jo para ser vendida, desconfia-se que fosse
seduzida ou fuada por nSo ter o vicio de
fugir, ese proceder contra quem a tenha
seduzida, ou oceultado ; quem a conduzir
ra da Senzalla Nova n. 4 ser com genero-
sidade recompensado.
No dia 27 de fevoreiro, ausentou-se da
casa de seu senhor ocabrinha Miguel de 14
limos, levou calca de algodSo de lislra, ca-
misa de algodSo brinco, e chapeo de palhs;
lem o cabello cortado de pouco e aparado a
nav. iba.o um pequeo signa! comprido, com
falta de cabello do lado do cacnaco : este
cibrinba foi escravu doSr. Jos Raymundo
Pessoa Sobral, e vendido ne-U em 3 do
corrente pelo Sr. Dr. Jos Antonio de Figuei-
redo; rogase portanlo ios Srs. oltlciaes de
marmita bnsileira nlo O rece ha m a bordo
dos navios do seu cotnmaodo; e aa autori-
dades policiies e capitfles de campo a apre-
hensflo, e leva-lo no primeiro armazem do
becco doGoncalves 00 Recife, ouaocom-
mandante da fortaleza do Brum que serflo
generosamente recompensados.
-- Desappareceu no dia 24 do corrente a
escrava creoula de nomo Anua ; representa
ter 26 annos pouco mais ou menos ; alia e
grossa do corpo, ten io urna q ue i madura as
costas; levou veslido de chita tOxa, e pan-
no da costa com listras azues, levou mais
urna bandeija com limase loalha : quemo
pegar lev<.<-! n ra do Queimado n. 15, que
ser bem recompensado.
No dia 15 do corrente ausentou-se
urna escrava de ni(5n Angola, de nome Ma-
ra Antonia, representa ter 45 annos pouco
maia ou menos, tem alguns cabellos bran-
cos na frente, tem a falla bstanle grossa, e
os olhos muito pequeos e aperlado, tem
urna berruga no rosto do lado direito, he
do estatura regulir, levou vestido iaul de
ganga por lnixo e um outro de chita roixo
com flores encarnadas o verdes por cima,
esla escrava fot ltimamente do film. Sr.
Francisco de Carvaldo Paes de Andrade,
senhor do engenho do meio, quem a pegar
leve-a a ra Lirga do Rozario n. 22 segun-
do andar que sera gralificido.
.-- No dia 24docorronle fugio do engenho
Calar, para eata praca o escravo Domingos
perlencente a Luiz Francisco de Barro Ro-
go. Estilura regular, grosso do corpo, mu-
lata claro,repreaenta24annosda idade.-quoui*
o pegar leve-o a ra da Cruz a. 46,1. indar
que ser gratificado.


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