Diario de Pernambuco

MISSING IMAGE

Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:04453


This item is only available as the following downloads:


Full Text
\
Anno XXVIII
DIARIO
'.MI III ll|'
de Marco de 1852.
w
N. 40.
PEMAMBIICO.
FREC/O BA BORIpglri
POAKNro ADUMT1DO.
Por trimestre.........
Por semestre -......
Por noo .... .........
Pioonr.iio du rain*.
Por quartel............
MOTICIa do 1MMI0.
Para..... IdeFevr Mina/.-, ibde Janr.
Maranbao 6de dito 'S.Pelo. al de d leo
Cear... 7 de dito. |R. (*. UdeFerr.
arahiba. JO ne dito Bill-.. ae <"<
DAS DA 3BWAWA.
AUDIENCIA*.
4/0001
8/001)
15/0001
4/500
1 Srg.S. Adrlao. Eu
docia e Antonloa.
2 Terf.S Jovlno.
3 l.l'i rt. H.-iiiflcrui.
4 Qllint S. CjemirU,
5 .Vil. O inyifrlo da
PalaSo de I C.
6 Sab. S. Vctor.
7 Doro. a. da Quarea-
iin ; S. Thoiuaz.
Uiiodi OmW*
-2.e5.as lOhorai.
I. raro do e( tul.
3. efi. ao melo-dla.
inda.
3. e6. ii 10 hor.u.
2 rara do ritl.
4. e tabadoa ao melo-d.
Rilf&o.
Tercat e sbado.
|Creicete 28. a 8 hora e 81 minuto da t.
Chela a ti, a 3 horas t 11 minutoa da m.
iMIngoanteill, aa 6 bora e il minuto da I.
| Nora 2o, ai 4 boras e '4 mioutoi da in.
raniia ni boji
Prlmeira l hora ell minuto* da Urde.
Segunda I borae 4-J minutoa da manha.
Ciar
riBTIDll BOJ COBREIOB.
aa e Parahlba, tegunda e sextaa-
|rande-do-Horte,toda aa qulntas-felra
aelo da,
hun e Bonito, i8 e 23.
hita, e Flore, 13 e 28.
ria.a qulntat-felra.
todo o da.
aTOTICIAl SITBAlVOEinAt.
Portugal. 17 de Janr.
Heapanba. 9 de dito
Franja ... 8 de dito
Blgica... 3 de dito
Italia.... 4 de dito
Alemanlia. 6 de dito
Prunla ... & de dito
Dinamarca dcdlto
Auatrla.. 5 de Janr,
Snlsaa.... 3 de dito.
Snecla... 3t de Dezbr.
nglaterra 8 de Janr
R.-Unido 24 de Dezbr
Meilco... 2deNovbr
California 2o de dito
Chlli. 2< de dito
Russla... 80 de Dczb.lHuenos-A. 4drFevr,
Turqua. 29 de dito jMonlerldro 4 de dito
CAMBIO*BE 8 D* rlVEnEIBO.
Sobre Londres, a 27 a J7 '/, d. p. lf
Par,
Lisboa, OOporcento.
HETAEf.
Ouro.Oncaa beapanholaa.. ..".7
Moeda de 6/400 Telhaa.....
. de BJ400 novae.....
- de4/0C0...........
Prata.Patacn brasileiroi......
Peso columnario.......<
Dito meiicanoa..........
un
i6/"no
9/100
1/1,20
1/020
1/800
PARTE OFFICIAL.
Comiuriiiuo das armas.
Quartel general na :idade do Recife, 28 d t eve-
nto d> 1852.
obiim DO DU l>. T'i.
Manda o Sr. raarechal de campo graduado
Antonio Cortil Seare commandanle d roas, para ccnhecimento da guarnicio e
lina necessarloi dar publicdade ao aviso
circular que segu) transcripto, expedido
pelo ministerio da guerra 13 de Janeiro ul-
timo, o qual por copia Ihe foi Uansmitlido
pelo Exm. Sr. pimidenlo deat
rom olllcio de hontem datado.
Dr. Delpliino A. C. d'Albuquerque 274
Coronel Francisco Jacmtho Pereira 274
Vigario Leonardo AntunesMeira 273
Dr. (laclado X. Pereira de Brito 268
Padre A. F. GonsalvesCuimaraes 263
Dr: Manoel da Silva Neiva 258
Dr. Jo 10 Francisco de Arruda |Falc5o 256
Dr, Simplicio Antonio Maviguier 253
Dr. Aprigio Justiniauo da Silva 250
Dr. ManoolJJ. Luiz de Alhuquerque 247
Tenente coronel A. 0. Machado Rioa 239
e porque deste exame apenas apparerjam
pequeas differeneas, que ero nada influen
no tesullado da apuraco feita pela cma-
ra municipal desla cidadn, he a commisso
Provincia da parecer que f>oj declarados membroa
desta assemhlaos'Sr. cujos diplomas, lo-
a o mesmo Sr. marechal, que [ram submeltidos ao seu conhecimento, eae
na manha do di l.'do marco vindouro os acham om forma a saber: Pedro F. de P. es-
coros do exercito aqui existentes, o davlcanle de Albuquerque, Barros Falcao,
gusrda oariunal em detactnento e o de Pinta de Campos, A. Jos de Oliveira, Gar-
policia, passem revista de mestra nos seus neiro da Cunha, Machado Portella, Maciel
respectivos quarleis, pela maneira segum- Monteiro, Ferreira d'Aguiar, Aquino Fouse-
te : o hatalhlo n. 10 as 6 ; as 6 e meia o no- Ca, Guedes de Mello, Estellita, Mello Mego,
no ambos de ir.fanlaria. e os recrutag em \Oliveira Maciel, Jos Pedro da Silva, Augus-
deposito no quartel do Hospicio; as 7 o cor-to Oliveira, Valcnlim Vilella, Sa Pereira,
po de guarda naciooal em destacamento ; Barao de Capibaribe, Maitins Pereira.
as 7 e tueia ocorpode polica ( pelo respec-1 Sala das comuiisses 28 de fevereiro de
livo empregado provincial) as8a compa- 1852, Birros Brrelo, Pereira de Carvalho,
nina de cavallaria ; as 8 e meia a de artifi- M. J. Carneiro da Cuuha.
ces.e as9oquarlo batalhSo de arlilharia O Sr. Presidente :Esl em discussSo o
tve parecer que se acaba de lOr.
Aviso circular.-lio de Janeiro. Ministerio (Silencio),
dos negocios da guerra em 13 de Janeiro O Sr. Presidente Visto nJo harer quam
d 1852. (pecaa palarra vou submeter o psreoer a
lllm. Exm. Sr.Sendo repetidos os casos votclo.
de disercBo que apparecem no exercilo, Julga-se a materia discutida,
nascidusdo acurocuamento que encontrara | OSr. Presidente declara que vai por a
os desertores no asylo, que nSo duvida m votacllo a cunclus.lo do parecer da com-
prestr-lhes algumas pessoas determina'raissao.
Sua Mageslade o Imperador que V. F.xc. faja | .0 Sr. Aguiar( pela orJera; (observa que
proceder contra as que seduzirem soldados, convir que a votaco aeja inlividual, ae-
!ara disertarem, ou Ihes derem asylo, na guindo-so asism as praticaestebelecida,
orma da le numero 631 du 18 de selembro < O Sr. Presidente declara que os estillos
de 1851. daassembla tem sido variados, po em que
Deoa guarde a V. ExcManoel Felizsrdo no anno atrasado a votacSo teve lugar en-
de Souza e Mello --Sr. presidente da pro-' globadamenle e que tnosmo esta era a dis-
vincia de Pernambuco. I posicSo do regimeuto.
Candido Leal Ferreira, NSo bavendo tnaisquem refloxionisse a-
Aludante de ordena encatregado do detalhe. cerca desta queslSo deordem, da-sepor fin-
bslittiir a vaga do Sr. Dr. Paes Brrelo por-
que osla fra da provincia eba cartas delle
diiendo que no vcm...
O Sr. Aquino : A familia dii o contra-
rio.
O Sr. Barros FalcSo : E o anuo pissi-.
do tambem esUra fra e Teio.
O Sr. Mello Reg: Se o nobre deputa-
do me eflanca, que o Sr; Jos Fellippe nao,
vem lomar assento, eu estou prompto a vo-
tar pelo seu addttamento.
O Sr. Aguiar : Sr. presidente, ereo. que
nesta quesiao se deve alleoder muito aos
precedentes da casa ; creioque os nobre
deputados esUrSo lembrados de que quan-
do ae tem resolvido raaodar chamar sup-
faitss de alituns
la quem dovia escrever.
fui o udico que parncipou oucomparecer ; ido-nos apenas que, no S.-rzabel n3o se pas-
8r Pinto deC.amuus Isso aitora nSo ,0" ae a aatembla .quer eitender o principio I,ou a cousa na melhor ordem, por torem
m'ixo e elle nSo lor'escriplo assera- "ponto de chamar auppleote. para oa lugare.IhMJ jes.n,,, enlre os mascaras.
mas nao me tira da Arme convicso Ulll ,uppi(nie para o lugar do Sr. Soma Lele.
le estou, de que elle este anno nao ^ae u,n mai dlfflculdade em vir do que o Sr.
porque elle meodisse, eassim o afir- p. Harreto.
i sua familia. Vol pois muito conven-, Eu die ha pouco que da familia aabiaqueo
pelo requerimento. !Sr- p" Harrelovirla con. ettelto de algn
ir. Aguiar: -Sr. presidente, he psra, """">" d fam.ila ael que o sr. Pae. Brrelo
.AAi,..L, m lm ao menoa e esperava que vina ina e ha di(-
arutn additamenloa mesa corno pos-, ncul(1,d r por e achar enc.rr.gado de..a
uilobem acontecer, queicasa anpro- colnlll,^p8uo ,'ei, oquehee.acto he que an-
addttamento que est om diacussao, O (erlorineDte aeteoedeo eram aa que diaae.
ndo a declarado de um dos n. d. que' o Sr. Aguiar ( pela ordem ),requer para reli-
7precedeu ( O Sr. Carneiro da Cunha airar o eu addliaiuento.
o que tiqha para volar por esse addita-1 He retirado,
i/jfto era ver preenchidas toda aa cadei-I O Sr. Florencio : Br. prealdente. eu enten-
SBaa
PERNAMBUCO
da, esubmettldo o parecer a votacSo lie ip-
provado.
O Sr. Presi lente proclama deputados pro-
vinciaes, osSrs. de que fai m-jiigao o pare-
cer .approva Jo.
Passa-seseguidamente a discussSo dose-
guinte
PARECER.
Sendo presentes segunda commissSo de
ASSEWBLEA PHOV1NGUL.
2.* SESSA'O PltEl'AllATOItlA EM 28 DE FE-
VK.IIHH01)E1852.
Presidencia do Sr. Vedro Cavalcanle.
Ao meio dta.fetta a chamada, venlica-se
Mitren prsenles aO Srs. depuados euilos. Tenncacao de poderes os diplomas dos Srs.
OSr. Presidente declara aberta a sessao. Francisco do Reg Barros Brrelo, Manoel
OSr. 2 Secretario: -LO a acta da sessao joaquifn Carneiro da Cuuha, e Antonio
anterior que he approva .'a. I Francisco Peroira de Carvilho, e passando
OltDEM DO DA. ella a combinar a apuracao das actas par-
Discuss3o dos paiecares das duas coaimis- c,f de ,oJos 0, conrgios da provincia com
OH de v.rificagao de poderes. o resultado da apuraeogeral feita pela ca-
O Sr. Io Societario leo seguitito (rnara municipal desta cidade, tem hmnnte
PAIlBCEil. ;a observar, que 0S0 foi nesta comtemplada
A commissSo de verilicaeflo an poderes, 0 numero do 36 volos dados pelo collegio de
tem do presentes os diplomas doaora.i Flores ao diloSr. Dr. Antonio Francisco Pe-
Pedro t. e P. Cavalcanli de Albujuerque. re|r, de Carvalho, que all ligura sobo no-
tnede Dr. Francisco Antonio Pereira de
[CerralDO; e porque pare;a commissSo
'que huuve nisto verdadeiro equivoco, e que
I aquella he o proprio individuo sobre quem
jrecaniram taes votos, por nSo constar que
: bouvesse oulro dn nome idntico que c 01-
; corresse nesta eleigSo, he ella de opiniSo,
I que Ihe se.iam contados aquellea 36 votos,
> (icando os Sr. cima mencionados cum a
. seguinti votacSo : Dr. MaDoel Joaquim Car-
neiro da Cunha 552 votos, Dr. Francisco do
Eu concordo em que se deve chamar um
para substituir ao Sr. depulado Joaquim
Manoel Vieira de Mello, porque este Sr. of-
ficiou caaa diieado que nstav determina-
do a nSo vir gessSo d'aberlnra e talvez
0S0 comparecesse no primeiro mez : creio
que tambem se deve chamar o que substi-
tua o Sr. Paes Barreto, porque esse Sr. a-
clii-so phisicamenteimpossibilitado; nSoae
acha na provincia, e-t encarregado d'uma
commissSo imponente como todos gabem..
O Sr. Barros FalcSo: Tambera o anno
passado eslava com a mesma ommissao, e
veio.
OSr. Aguiar : O anno passado esta?!
aqui na abertura da assembla, manifesiou
assim a sua intent;3o d tomar asseolo, por
isao que veio do P;auhy, e eslava aqu na
o'c.isi.io devida, tomoa assenlo quaudo nOs
todos tomamos....
O Sr. Florencio : A constituicSo manda
que o deputado provincial nSo poasa exer-
cer outro empreo durante o lempo das ses-
sOes, por cuosequencia devi e deve vir.
O Sr. Mello Reg i Ha um aviso, a res-
peito.
O Sr. Florencio : Os avisos, nSo derro-
gam a constituicSo.
O Sr. Aguiar : A constituido Um bem
determina'que o governo nSo possa era- lo nobre depulado mais de pressa la ene-
pregar o deputado gural em commissSo, da garemos....
quesi ohamem tantos supplentes quanlos
sao os deputados que nSo tem compare-
cido. ( hilaridade ) Eu cinjo-me aos
principios...
O Sr. Florencio : A conclusSo, nSo es-
U concorde.
O Sr. Aguiar : Pode ser ...
O Sr. Pinto de Campos : Eu tenho medo
dos principios que provara de maia.
O Sr. Aguiar : Se se quer reguiaT pelos
principios, entSo entendoqueas cartas par-
parliculares nSo vallera aqu, que ellas nSo
aSo urna peca- olucial, aquella que he ne-
eessaria muito maia quando ha cartas em
contrario por quanlo j ouvi dizer aoSr.
Aquino que estava informado de que elle
escrevera familia dizendo que viada.....
OSr. Oliveira: E eu seto coulrano...
O S-. Aquino : Pego a palavra.
O Sr. Aguiar : EntSo ja ae v quanlo
he perigoso guiarmo-nos por estas probabi-
lidades e por isso he que eu digo, que he
necessario haver partecipacjto odlcial para
que se chame o suppleute : isto be o que
acho curial; porque dos principio do no-
bre debutado a tirarmoa to loa os corclla-
rlos invenios de ch gar mals ou menos ao
absurdo....
O Sr Carneiro da Cunha : E tirados pe-
maneira qu elle nao possa assistir s sea
siles, mas ele o tem feito, e tambem funda-
do na constituicSo. De mais o governo
mesmo nSo lera sciencia lalvez de que o Sr.
Paes Brrelo foi escolhido deputado por
Pernambuco. Portento estou persuadido
para formar casa, anu de que a falt aile
d'tua ou Irea uo possa produair o inconve-
niente de nao haver sesao. Por tan lo,son de opi
uiao du cbainainento de qualro vu 5 aupplen-
tea. O primeiro-Sr. deputado que Id km nesta
materia, dine que o Sr. depuiadu Paea brrelo,
11... poda vir, porque eatava encarregado de
una coinuiisao dogoveruo : roaa, aenhurea, a
coustitul(n ao art. 28 diz o egiiiule (l )l
Ora, e elle nao pdem deaenipeuhar em-
prego algum dtiraote o lempo das sesses, esta
claro que o Sr. Souaa Leo deve Vir, que incl-
ino uo pode ir ao jury, e o mesmo cerca do
do Sr. Paea Brrelo, bu nao admiti a theoria
doa aviso, elle sao destruidores da conjtitui-
cao, e e.la eu a qucio, e devo querer, antea do
que o avilo ; com ludo como a necejsldade
do cbamuinento do supplente ae d, cu voto
pelorequeilmento e addiumeoto.
Encerrada a discusso. he o requerimento do
Sr. Anula de Oliveira submellido votaco e
approvado. '
unauliada a casa acerca do additamento do
Sr. .llamos Pereira, tambem o approva.
O Sr, Preiideote declara que eito termina-
do os trabalhoa preparatorios, por consegua-
te que se val oIBciar ao biin. presidente da
provincia, dando-llie parte deque|a assembla
tem numero sulhcientepara l'uuccionar; e em
seguid couvida o Sr. deputado^ presente
para6ereuoireiu na aegunda-feira s 10 hora
da inanbaa para aasiatirem a miaaa votiva ao
Epinto Santo, e depoi ter lugar a abertura da
aeaso.
nao ha vendo m> a tralar-c:
O Sr. Presideuta levanta a teasao, eram qua-
si duas boras.
11ECIFE 28 DE FEVEREIRO DE 1853-
is 6 HOat. DA TIRDE.
RETnOSrECTO SEMANAL.
Baio deCapihaube
Joaquim Pires Machado l'ortella.
CaelsooEslelliti Cavalcanle Pessoa.
Jos Podro da Silva.
Amonio Peregrino Maciel Monteiro.
Jos Quiutiiiu de Caatro Lato.
Francisco de Assis de Oliveira Maciel.
AntunioJosde Oliveira.
JuSo Jos Feneira de Aguiar.
Augusto Fredenco de Oliveira.
Francisco Rapliaelde Mello llego.
Joaquim Pinto de Campos.
Joaquim d'Aquiuo Kunseca.
Florencio Jos Carneuo Monteiro.
J0S0 do Reg Barios FalcSo.
.Manoei Anlonio Marlins Pereira.
JoSoVaienlim Villela.
(Iii.-ni- 0e Sa Pereira.
Uuibelino Uucdes de Mello,
e tendo procedido a apura^So dos votos
llego Barros Barretu 502, e Dr. Antonio
Fiancisco Pereira ileCarvaiho389 votos, pe-
lo que a commissSo propde que s jam os
ditos Srs. considerados mnmbros desla casa,
visto que os seus diplomas se acliam em
forma.
Sala das sessfies 28 de fevereiro da 1832-
a- Pinto de (.un '"s, BarSo de CaDibaribd.
Eucerra-se a discussSo, por nSo haver
consignados as actas de todos os cullegios qUem peca p,|,vr, acerca da materia,
da provincia afini de verse se achavam de, submellido o parecer a votac.ao be ap-
accordo cum a pura(dO geral fela pela pro,j0#
cmara municipal desta cidade, achou o Sr. primeiro secretario l o seguinti
ofllcio
achou
queohliveram uiaioria de votos ua ordem ;
seguinle os Srs. :
1 Ur. Pedro F. do P C. d'Albuquerque 713
2 Dr. Jeruiiymo M. Figueira do Mello 699
3 Tenente curonel I. do llego U. F. 647 |
4 Padre Joaquim Piulo de Campos 572
5 Dr. Manuel Juaquim Carneiro da C. 552 _
6 Dr. Joaquim Pinta Machado Porlella 525 y que me obrjgtm a essa f,|U
7 Conselheiro A. P. Maciel Monleiro ot 1 ( i)tj0S guar,ie a y. S. Nazeretli 5
8 Dr. JuSo Jos Ferreira d'Aguiar
9 Dr. F.dull. Barros Brrelo
10 Dr. J. d'Aquinu Fooseca.
11 Uuibelino Gueiles de Mello
12 CoelanoEalellila C. Pessoa
13 Dr. F.R. do Mello llego
14 Dr. F. d'Assis Oliveira Maciel
15 Dr. F. X. Paea Brrelo
16 Dr. Domingos de Souza I.eSo
17 Tenente Jos Peiro da Silva
18 Dr. Fiaocisco J0S0 Carneiro da C.
lt Dr. Francisco de Paula Baplista
20 Dr. Alvaro Barbalbo Uciia
21 Dr. Joaquim Manoel Vieira 'lo Mello
22 Msjor JuSo Valenlim Villela
23 Dr. Augusto Fredenco de Oliveira
24 Dr. Ignacio Joaquim do S. l.-.io
25 Padre Vrenlo F. de Sigueira V.
26 Dr. Juo F. de Souza i,. 1
27 Major Florencio Jos C. Monteiro
28 Dr. Cosme de Sa l'e eir
29 Dr. Anludio F. Perena.de Carvalho
30 Coronel Jos P. Velloso da Silveira
31 Major Antonio Jos de Oliveira
32 Dr. Francisco Al ves da Silva
33 Dr. J. Quintinode Castro LeSo
34 Dr. .Man 11.1 I 11 mino de Mello
35 BarSo de Capibaribe
36 CapuSo Manuel a. Martins Percire
SUPPLENTES.
Ur. Jos Francisco da Costa Gomes
EscnvSoFloriano Concia de linio
Dr. Manoel F. de P. C. d'Albuquerque
Dr. Rodrigo C. d'Albuquerque M.
Dr. Manoel de Souza Garca
Dr. Victoriano deS e Albuqjirque
Ur. Antonio Epaminondas de Mello
Dr. Joaquim Gonsalvcs de Lima
Dr Francisco Carlos BrandSo
Dr. /oaquiui do Souza Res
Dr. Jos Rodrigues dos Passos Jonior
Dr. Francisco Ilud gues Selle
Dr. JoSo Francisco da Silva Braga
Commendador D. M.laquias de Aguiar
Dr. Aiilouio Ua.llala 1, man 1
Dr. Luurenco Francisco de Almeida C.
Aniuniu Marques .i'Ainurun
Dr. Hemcleriu Velloso daSilveira
Um. Sr. Participo a V. S. afim de que
leve ao conhecimento da assembla legisla-
tiva desla provincia, que deixo de compa-
recer na cessSo da sua inslallacSo, e nos
primeiros das de seus trabalhos do pri mei-
I ro mez, por motivos poderosos de moles-
24 de feve-
. reiro de 1852. O depulado nomeado, Joa
?"g quim Manoel Vieira de Mello, lllm. Sr. pri-
' meiro secretario da assembla legislativa
provincial.
A casa lie intoirada.
He lido e apoiado o seguinle requeri-
mento :
Requeiro que st-jam chamados dout sup-
plentes em lugar dos Srs. Vieira de Mello, e
Paes Barreto. A d'Oliveira.
O Sr. Presidente : Esl em discussSo o
requeiimento.
OSr. Augusto Oliveira : Sr. presidente
a mate ia do meu requerimento he de 1S0
simules naturoza, que nao carece de expli-
carlo. He coslune quaudo apparecem es-
cusa* dos proprietarius, m mar os supplentes peta ordem da volar;So,
para que estes substituam aqunlles Srs. que
se escusarem ; islo quanto a piimeira parte
do meu requerimento quero dizer, ha urna
escusa, logo urna vaga, deve cbamar-se
uara aprehencher um supplente : Mas
eu perjo que se chamem dous. porque un-
iendo que ha outra vaga, que he a do Sr,
Paes Barreto; porque como lodos sabem,
este Sr. esl empregado em urna commissSo
do goveroo, he chefe de polica de urna
provicia reainha, e segundo consta nSo vira
a sessao desle anno ; por tanto ha mais es-
ta vaga, que deve ser prehencliila de con-
formidade mesmo cora os precedentes de
lodos os parlamentos.
Por estas rasos, supponbo que o meu re-
querimento 0S0 merece impugnarlo, e por
isao pereque elle seja poslo volaclo.
He lido e apoiado para entrar em discus-
sSo o seguinle additamento .
Em additamento ao requerimento do Sr.
Dr. Augusto, requeiru que se chame mais
um supplente em lugar du Sr. Jos Fellippe.
Marlins Pereira.
O Sr. Mello Reg : Sr. presidente estou
prompto a volar pelo additamenlo que aca-
ba de ser lido, se o seu nobre autor me
convencer de quooSr. Souza LeSo 11S0 vcm
tomar assenlo. Vol pelo requerimento,
que quer se chame um supplente pira su-
508
477
459
458
458
419
449
448
447
436
420
419
414
406
405
ioo
398
394
391
389
381
382
373
365
361
357
353
351
350
845
332
332
327
327
31
31
3IS
312
312
304
304
301
291
278
275
O Sr. Aguiar: He verdade pode ser
queeu coaprehendesse mal, mas nSo fui so
eu alguna senhores aqui vesinhos tiraram
as m sin as consequencias.
O Sr. Floroncio ; *So mullo frralas...
OSr. Pinto de Cimpos: A partecipa-
qeoSr" P*aea Brrelo" nSo'pde' contar-so I c.3u ofilcial, he urna furmelidade. Foram-sn as prolongadas fastas de Santo-
como promoto para comparecer, mearao O Sr. Carneiro da Cuoha-.Sr. presiden- Aala,u% e corDec.ou o entrudo, ou carnaval,
,orquePojulgophiaic.ment.jmpn..:Mjl^
materia em que pdrase dizer inulto bonilK
C'tuaas, quiz ao inenosdirigir-ine uin chascos!
nho, que eu Ihe perdo. Eu diste que esta ca-
deiraadeviain estar todas prernchldaa, deviain
aer chamado u aubttituto daquelle que e
pi.ii un considerar legtimamente impedidos,
como por eaemplo, o Sr. Pae Barreto que
lu incumbido de urna coininisio melindrosa,
de o fazer, e por isso eotendo que se
chamar um supplente para supprir a vaga
que elle deixa, H tudo isto que dlsse, v-
se queeu vol a favor do requerimento a-
presentado pelo nobre deputado que est na
minha frenle(A. d'Oliveira ), roas que as
mesmas rasos nSo tenho para votar pelo
additamento olTerecido por uutro n. d para
que se chame um suppleute era lugar du Sr.
Suuza Leo. Senhores, se os prec-identes da
casa sflo que para as chamar um supplente
deve haver partecipac.3o do impedido ; se
esse impel lo he ura depulado que se acha
na provincia, he claro que a casa nSo pode
mandar cnaraar suptente sem que receba a
parlecipagao do imoediraento da parte -ies-
se Sr. deputado O Sr. Souza I.cSo, le.mU lo
eleito assembla, acha-ae na provincia,
nSo est impelido, ou que quer compare-
cer, ou nSo quer: se quer elle vira logo se
oSoquer comparecer, devia 'ter partecipado
a assembla, essa sua resoluc.30...
O Sr. Piolo de Compos : d nm
paite.
O Sr. Aguiar: NSo argumento, por ah:
o Sr. d. sabe muilo bem, que a lodos ns
momontos sahera portadores para Paje,
mas que o mesmo nSo succele daqui para
Alagois : on. d. sabe que nSo ao vai daqui
a Alagoas a cavailo. como se vai para Paje
de Flores, he percisn para as Allagoas es-
perar vaporea de 20 em 20diasoude 15 em
15; e posso amia dizer que o Sr. Paes Brrelo
11,10 receben inda o seu diploma porque*
cmara inda Ih'o 11S0 remeiteu,entretanto,
queja foi remettido para o Sr. Souza Leo.
Assim Sr. presidente nSo sedandoaa mes-
mas razos a respeito do Sr. Souza LeSo,
quesedSo a respeito dos oulros dos Srs.
sou fo'fado a votar contra o addilamento
porgue me parece contrario a os esiylos da
casa.
O Sr. Caroero da Cunha : Voto por to-
dos os reiu>'nmenlo-, e a rasSo principal
que tenho he queesias36 cadeiras duve.11
eatar pre.enchida, nSo ha previlegio para
eateou aquelle : Aconstituicilo o que quer
hoque sejam os mais votados : Quanto ao
Sf. Souza LeSo, tenho algumas razOes para
suppnr que elle nao vcm este anno lomar
assenlo, e nSo sendo n* ISo numerosos
que possamos dispensar um e outro, convi-
ra que se chame o supplente mesmo para
nSo haver difliculdade ua nossa reuniSo,
como ja hujesedeuque custou muilo a ha-
ver numero legal ; isto que succeleu hoje,
pode repetir-se amantiSa poderSo anda vir
menos, ale mesmo por falta de aaude. E
como um supplente be legitimo depulado
na ausencia uaquelle que lie mais volado ;
he tio legislador comoos somos; eotendo
que se deve chamar, para como disse nSo
haver dillieul Jado om reunir-so aum tu la al
para fuoccionarmos. Depois que inconve-
niente ha nisto .' nenlium ; porque se o Sr.
Souza LeSo comparece, aquelle que fui cha-
mado para o substituir retira-se. Voto pois
para que ae chamem os supplentes que
sejam necessario para sjippiir asfaltas to-
das, nao digo faltas de dois, ou trez das
porque isso seria um grandd incomraodo,
mas por aquellas que como a do Sr. Souza
LeSo, eu julgo sera de muito lempo.
O Sr. Pinto do Campos : Sr. presidente
se he licito nesta occasiSo invocar o teslo-
munhode carta particulares, posso asse-
verar casa, que nSo s recebi urna caiU
do Sr. Souza LeSo, dizoulo-iuu que nSo
podara comparecer a essa sessao, como te-
nho visto oulras cartas dirigidas a prenles
do dito Sr. em que se faz a mesma declara-
Cao. Ora estn 10 a casa uesta consi JeracSo
11S0 deve hesilar em mandar chamar o sup-
e que nao pude agora largar sem...
Din Sr. Depulado vue deve largar, rr-
que aconsliiuifo Ih'o determina...
Outro Sr. Drputado : Nao o pode fazer sem
receberordeiu do governo.
ni-iii.'i i,-.i 1 pagati, que corresponde as sa-
turnaes da antiga Roma, de que ja fallamos
da vez passada, o que alguns puvos chris-
tSos, com prolongues de civilisados, senSo
pejara do imitar.
Entro os idolatris foram aquellas festas
1 ns'11 u 1 las em memoria dalilierdadeeigu!-
dade, que no lempo de Siluruo reinavam
entro os hnmens, e por isso 11S0 ora raru o
ver, durante ellas, os escravos tomorem as
mesmas vestes, que sous aenhores, senta-
rem-se a sua mes, e serem al servidos por
elles j mas os chrislSos, o mxime us catho-
0 Sr.Caroero da~Cunha Seja como qul-jcus, quo nSo creem lio reinado do deus
zerem, mal o que no coaita, o que lodos a- devuradur, de seus filhus, 0 que s devem
bem, be que o or. Pae Barreto quando ae re-
lirnu daqui disse que voltaria breve, e disso
1-1,1.1 -ni familia persuadida ; depoi eicrevcu a
amigo 111:111101. dizendo queem vala das oc-
coireucia da proviuciaein que ae achava, e da
cominiaaao de que eslava incumbido, neo po-
derla vir j, e que aO virla em abril, para ae
reunir ao aeu companheiros deputado ge-
j raes, e com etle ir para o Itio de Janeiro, Ora,
l-1 iato na Mu de outra provaa, valle alguma
' couaa. Digo, que a reapello do Sr. Joaquim
Manoel, elle apreaenlou o eu impedimento e
por ioo a reapello deaae nao ba duvida al-
guna
rememorar as pocis grandiosas Je sua re-
ligiSo com os lilus o praticas esndosas,
que Ihes prescreve a igreja, como polem,
sera desdouro, adoplar uiua tal inslituicSo,
e entregaron-se nos das, em que ella s<) re-,
nova, ao deboche, a licee, e lanloa oulro'!". obiecOea ae polen. oppOr, e1 entre
exeessos pela mesma reprovados f
sfles no Apollo, a despeito da prohibirlo do
Sr. chefe de polica.
Passado o entrudo esperavam todos a pro-
cinSo de cinza, sem a qual, diziam os an-
tigo, que nSo havia quaresma ; mas foram
baldadas as esperances, poique ella nSo ap-
parecen, com grande pezar e magoa para os
bons devotos.
No da 28 entrou do Liverpool a barca Co-
lumbui, trazendo noticias algum tanto fres-
cas do vellio mundo. A prrsumpcuss Albion
fortitica-se, e faz seus preparativos belli-
cos, sem que se saiba com certeza o lint de
tal dispuaiflo. De sua parle, o presidente
de dez anno ji mimostrotl o 1 vn frar.csz
coma constiluifSo, que o deve reger pra
felicidade sus, mandando viajar ad cautelan!
lora da Franca os dislinctos generaes Cuan-
garnier, Lamonciere e Bndeau : assim como
a romntica socialista MadameGeorge Sand.
E digam que o presidente nSo he um cauto
sabichSo !
Nos das 27e28 funecionou preparatoria-
mente a nova assembla provincial,que deve
uisllar-so na segunda-feira prxima (jri-
meirode man; ,.h,i em que a pm ulai.au de
la cidade tambem deve entrar na fruicSo do
semestre da carne de 2,400 por arroba. A
cuincidoncia nSo parece de mo agouro, e
milito desojamos que a assembla seja ISo
ulil a provincia por seus actos, quanlo o foi
o ..iiiiiii- letnbi-ado Sr. Souza Hamos com a
celebrarlo do contracto, que todava bem
pude ser returadu, mas no sentido smenlo
de mais favoravel aos consumidores.
O relrospecto, que s lera mjIi o seu do-
minio o passado, nao deixar com lulo urna
ou outra vez, de eslender as vistas para 0
futuro; o bem que esleja persuauido de quo
o Exm. Sr. presidento no sen discurso da
abertura in Jicara seguramente nova as-
sembla todas as medidas ventajosas a pro-
vincia, .miga todava dever fazer de sua par-
te o que pde,1embrando aos Srs. deputa-
dos, ou antes arivando, com a divida rema,
a sua lembranfa sobre o seguinle.
Primeiro: a crea(3odnutn azilo para a
meodicidade invalida, afim de quo as nog-
sas ras, arcos, e ribeiras nSo apresentem
o deploravel espectculo de legi^s de mi -
zoraveis, que implorara, multas vezes um
socceiro, a caiidade psivada, sen lo desig-
nada para este fim urna quota sulli--iente, o
po leudo u eslabelecimnto s-r cuiveiiien-
lemenle enllocado na parte do convento de
S. Francisco, que deila para o lado da com-
panhia de cavallaria, a qual nSo he oceupa-
da, e at se acha era ruina ; e islo medanle
uin ajuste com os religiosos, os quaeg per
esto nieto IcrSo pequeo rendimenlo para
sua sustentarlo, convindo al que sjaru
i.-il -s os encarregado da :.....i.in do referi-
do azilo, por que fazendo prulissSo da ca-
ndaJe, melhor, do quo os particulares, po-
ium all prehencher esse devor, prestando
10 mesmo lemjio um serviru a Dos e ao Es
lado.
Segundo : marcar-ss maior quols para
eonc!uir-se, pelo menos, um raio mais" da
casa de detencSo, que fara desapparecer de
urna das ras principis da cidade o foco de
mi -ei.-aii e de vicius, que actualmente, para
verguuna nossa, si chama cadeia.
Terceiro : designar-so lgulmente maior
quantia para o hospital de Poiro II., me-
diante a qual possa a digna commissSo, que
dirige o cslabi-lecimoiilo acabar um lado
comegado do edilicio, e pora elle passar oa
doontes.
11 ni sabemos que esas lemhrancas, al-
. ellas, como de maior Vulto, a plhisica dus
1'DflilH btl. IIID3III. I D[.l n.HWI l.r- .. .^. n..nPAa.np
Entre nos cresce ue ponto a immoralida- res provioci.e* ; ma, sem querermos
de dessecoslume pelas desorden, que or-f""r "'" u'ussJo das me lidasapou-
dinanamenlouccasion, e pelo pengo, que '<<*<.>?> comu dos obstculo, quo pos-
corre asaude c3tnapral.ee de lancar-se lsm nconlr.r, por nSu ser o lugar conve-
agoaem pessoas, quo senao achara dispos- i v"n[\nos, aBnas ,diremos "K!ff??
Iba Para recebe-la, e entretanto nada se,a le, alen de ser muilo possivel corlarse,
co teinpo, porque asxim aeria necetaario que
hoaveaseinduas turma de deputados urna l
fra, outra aqui dentro ; ora, 1-10 por ceno, o
nobre deputado nao podia colligir de minha
palavraa, maa em falta ne materias mais supc-
nore,em que podesse logo no primeiro dia
lser urna bouita ealra, junlaodo-se com mais
algno amigos, occupou-e em tirar conae-
d'agoa sobre os viandantes, a acomrnelte*
re 11 mesmo algumas casas, a locarem bu-
zios, e a fazerein alarido com seus gritse
voserias. SSo apenas alguns gaiatos o va-
dios ; que o povo, entregue ao trabilho, j
vai detestando tudo quanlo Ihe pode servir
de esto'vo. E com effeito, alero domis,
inteiramen
quenclaa de principio que eu nao estabelecl. Igj0 0i dousdias de fizer quasi .
Nao be poialvel que aeja outracouia, ma eu', DerJidos para o hornera laborioso, inler-
SaSZSIi'JSEXZe: l"'.?r.ti: romoendo-se durante elles o cummerco, e
multas outras rela^Oes in Jispeniaveis da ci-
tod as vetes (jue esltver em erro 4es(a ma*
neira.
O Sr. Aquino : Nao liaba (eofuo de dicer
palavra, iractaado-se deata materia; mas
dada.
Convem por tanto que a municipaliJaJe,
aobre depulado queseasseota em face, meu e a pulida cooporem elcazniente para a
amigo (o Sr. Aguiar.} cm seu discurso respjo- j suppressSo CJinpltla de um costumo L3o
deu a um aparte, que me loica dar una expli-
cafo. Aqueito apresealada ao principio era
tuita simples. Tr^lava-se de chamar um sup-
pleute em lugar doSr. Vieira de Mello.que lioha
participado nao vir a abertura da sessao ; e em
regra bem se lazia, porque quando algum de-
putado participa que nao pode vir seato, d
lugar a que se chame o suldente.
A seguuda parte do requerimento do nobre
deputado o Sr. Oliveira. eileude este cbama-
ineato a outro lugar, ao lu^ar do Sr. Paes Bar-
reto, e a raso que se d he que consta que elle
au ve ni, que esl Impedido. O Sr. deputado
que esl em freo te, disse que elleettphisica-
uieute imposiibilitad : deixo de parte palavra
phistea/nenie e vou a quesio. Kecorrendo ao
oiliciu da cmara municipal cm que cbamava
aquellas qu tlnbam obtldo volus para Tdzer
parte da dcpulaco provincial, vejo que he de
ll de fevereiro, o me parece que nem o Sr.
Paes tfarreiu, nem o Sr. Soui-a Leo, aiada rece-
ueraiu esse ocio. He verdade que a querer-se
cguir rigorosamente o principios s deve ser
abamado um supplente em lugar do Sr. Joa-
quim Manoel, mas se se quer seguir pratica,
eolio cbamem-se os dous, mesmo porque o Sr
Pas barreto est incumbido de urna cummis-
sao, mas Isto mesmo ae d a respeito do or.
Soma Leo, porque tambem est eucarregado
do uma commlisao i foi abrir o Jurv de i acira-
t. As tasos que aqu se dermu para prova fo-
ram queconsuva por carias pariicuUres que o
Sr. Paes (Jarreto uao viria : nao sel se essa* car-
tas pdem aer allegadas, nSo sao pecas olli-
claes, mas.o Sr. Piolo de Cvuipus o alrina c
euto como cu julgo que be do interesse da
provincia que esu casa funeciona com todos
os memoros, porque esl cUro que citaado .'10
iudividuoi, hovera maior souima de luies, do
pleQie.Jpor que em fim deve ^pprir-seo*u:qUeuaveraexitiudo um uumero mais limita-
falta, lo. Sou de opiulo repito, que seguiudo-se
OSr. Mello llego : He para admirar que os priociplos s um supptenie uee ser chama-
elle escrevesse a UaU gente, o nfio escre- do para o lugar do Sr, Vieira de Mello, porque
I MUTILADO i
pernicioso por seus grav.Siimoj abusos e
miles concomitante; ese as posturas pro-
hbelo o buscaps, nao ha ra9o para que
senSo prohibam os vasos d'agoa, que em
pesioas suidas, ou por outro qualquer ni,-
livo in liiposlas podem causar doen^as e at
a morte, assim como quelles causan a
queimadura e outrns eslragus, talvez meos
preju liciaes. E as lunas de crieiro, dir al -
guein, tambem tlovem ser supprimidas 1
Sem duvida : ellas vasam ollios, quebram
ridracas, esSusulIicenles para occasionar
uma constipicilo. Mas emlim, dirSo, nao
queris que a gonlo se divirla nos tres das,
que precedem a quaresma, e diga um adeos
carne--ar/io vale-" ?
Pois bem, senhores, queris por forca di-
verlir-vot; e inderanisir-vos d'ant-i mJo da
abttinencia que deveis guardar durante a
quaresma, sem embargo da dispensa do pre-
lado diocesano? Ilanquelnai-vos em voisas
casas com os amigos e couhecidos ; tomai
urna mascara ; visli-vos a cliineza ou tur-
ca, pasioai assim pelas mas da cidade como
luoram alguns neste anno ; defiualmenle
ao ttiealro oulradanrjar no baile mascara-
do, eassim divertiris a vi meimos e a
nutro-, sem olTonder a ninguom, s -m dar
lugar a que quelles, que u.*i gostam du
folguolo d'agoa o retnbuain com algumas
oiOatada, como acouleccu, no domingo 22,
em a ra das Cruzas, onde dous in lividuos
so brindaram cavallieirosamente com o fa-
bordfio.
Os tlieatros funeconaram activamente
desde o dia 21 al 24, dando os bailes mas-
carados, de que cima fallamos, e que osli-
vorum
islanlealenlecoiicorrido, consua- respectivo senliur
-1 onde possam ser cunsorvados com a de-
vid separa;3o Sgaudo as su< circoms-
tancias, e nalureze dos criui -s, Eia pois
Srs. depulalos provinciaes, justica e cari-
il j I ans de i mi i, dipois eulSo o mais. ,
(. .ncliro-.se nesta semana a parto do caes
que comerja na ponto do Recife com direc-
(ilo a ra do Apollo, o bem que lovasse
muito lempo, pode-so duer em abuno da
verJade, que a obra e-t bom foita. fiesta
puia que o proprietarius dos predios quo
Ihe lcsni em seguimanto facam a parte,que
por contracto com o governo Ihes toca fazer
a propna cusa, para que cora brevidade so
possa goiar das va.ilagens d- tal obra, que
alm do aformo9eaineiito, permitlira a pas-
sagem para Fra de Portas, sem se atraves-
sar o bairro do llecife.
Entraran durante a semana 13 embarca-
QOes e sahiram 12. li.-iule.i a a;lm le.ji
48 082,549 r.
Coulina a mortalidade a ser extraordi-
naria, oque nfloho pouco assustalor. Fal-
lereram de 22 a 28. 50 pussua; sendo 39 li-
vres e II escravos; daquellas 12 hojnens, t3
mullierese 14 prvulos; desles 5 horneas,
2 mullierese 4 prvulos.________
Repartico d; Polica.
PAUTE DO DIA 12 DE FEVEntlRO
Foram presos: ordem do cele de po-
lica, Jos Pedro Ralis Barbosa, para ave-
riguarles policiaes, e Manoel da Cuaba
Mosquita, porUrsido encontrado com um
puniial; ordem do Juil municipal da se-
gunda vara deste termo. Leonardo Luuroo-
qo Becerra, por ter quebrado a fianaja do
crimo porque liona sido pronunciado; a
ordem do delegaJo do primeiro districlo
deste termo, Porfirio de tal, sen declara-
do do niolivu; e do subdelegado da fro-
guezia de San Fre Pedro GJiifjalves, Ctiris-
tiniano Flix de Souza, por ter espancado
a uma mulner.
O subdelegado da freguezia da Boa-Vista,
em oirico de 9 do crrenle, comuiunicou
que ni dia antecedente, pelas sete huras da-
nuilo, no lugar de Sanio Amaro, o pardo
Juaquim Manuel fra lenemente ferido com
uma Tacada oue llic d*ra 0 pardo Diogo,
escravo de Joo de Frenas Gitmar&e, por
uccasSo d'aquello o ir agarrar a poJitlo do


*.
2
ssmm
Esle mesmo sub lelegado d>*cliiron que ha
ompregado todas as deiigencias pra pren-
der u dito escravo, assim como para que se
manleiiha a boa ordem as reuniOes que
li'.n havido no referido lugar de Santo Ama-
ro, em consequencia da Testa que se est
lazando ; e o ehefe do polica Ihe recom-
uii'ii luu nesta data que instiurasse o pro-
cesso por aquella fado.
O delegado de polica do termo de Ouri-
i'in;.. em ollicio de ll de Janeiro ultimo,
patticipou que no da 3 do mesmo mez, no
lugar das Carahulias, duas leguas distante
da povoacflo do Ex, Miguel de lal dra un
tiro i'iu Pedro de (al, que por isso fallecer
no da 8, masque, com quanlo cssealtSn-
tado nao Ihe fnsse olllcialmente comniuni-
Cado, elle havia dado as nrcessirias ordena
para ser capturado o seu autor; e o ch.-fe
de polica acaba de recoaimeuda' que se
lio o respectivo processo, e su empregue
tudas as diligencias para a prisilo do crimi
uoso.
DEM DO DA 13.
Foram presus : ordem do chefe de poli-
ca, Jolo, quo foi rometlido pelo delegado
do segundo dislncto d''sto termo como sus-
peito de ser desertor ou escravo ; orden
do delegado do primeiro districto deste per-
nio, Jos Joaquio de Santa Anna, sein de-
clarado do motivo, e Francisco Jos Dias
da Mutia, por criine de offensas physicas
e do subdelegado da fregueth da Bos-
Vlsla, Alexandre Anselmo, por offensas fei-
tas a um individuo, cujo nouie nao foi de-
clarado.
DEM DO DA 4.
Foram presos: ordem do delegado do
primeiio dislriito de.ite termo, Jos Joa-
qun) de Sauti Anua, para correccin, e
Leopoldina llvioiliti do Arauju, por briga ;
e a du subdelegado da freguezia de Santo
Antonio, o preto Luiz, escravo, por andar
fra de lloras.
lUF.U 1)0 DA 16.
Foram presos : a oulem do subdelegado
da rreguezia de San Froi Pedro GonealVM,
Jos Marques Coulinlio, por offensas feitiS
a um inspector oe quartelrloj orden do
subdelegado da freguezia de San Jos, So-
veriaoo Francisco de Souza, por ebrio ; o a
do sobd legado da fieguezia da lina-Vista,
Manuel Thom'7. para averiguares poli-
ca*, Jo> Custodio Aires, por rriine de
fui lo, o o preto i i-, escravo de Ma ool da
Costa, si-m decl.nacflo do motivo.
O delegado sueplenle em" exercicio do
termo Cabo communicoo, por ollicio do 14
do crrente, que Iba consiav, oni vnlude
de paitiripaces que recebra, que no en-
gonho Monto ii'aquells froguezia, fra fe'i-
do com tres facadas Francisco Antonio de
Mello porManoel Ignacio quo (ora logo pre-
so o est sendo prucessado; e que da fre-
guezii de Ipnjuca Ihe havia sido remettido
pelo respectivo subdelegado, para ter o
conveniente deslino, o dse tor do segun-
do halalhao de fuzileiros, Francisco See-
rino, que se lna apresenlara_l,1o gravemen-
te ferido que ale suppo no escapar som
SolTrcr urna amptatelo no brago diroito; 0;
quo pesiando a fazer as necessarias in lsga-|
Ccs sobre taos lerimentos, fra informado
que Ihe linham sido fonos poruminspec
p;irtirip;.ctJes que dirigi o delegado do se-
gundo distriito deste termo por seus oIB-
cios de S de Janeiro ultimo, fra o princi-
pal, senfio o nico chefe do movimanlo se-
dicioso que tivra lugar em o da I d'squel-
l mez no engenho Gur]ar do segundo dis-
trlcio da freguezia de JaboaUo. Da deca-
raedes que perante o chefe de polica fizera
esto individuo, resulta que : he lilho da
cidade de San Luiz di Marauli9o, nascido
de pais portugueses ; mas tendo-se funda-
das rasOes para disso SO duvidar, vei-sa
proceder s necessarias indagarlas, alim
de que, sendo ludo levado ao coohecimen-
lo do Exm. presidente da provincia, este
haja de resolvor o que entender conve-
niente.
DEM DO DA 30.
Foram presos : a orden do subdelegado
da freguezia da Boa-Vista a preta Maria es-
cava de Luiza de tal, para correcto, os
namburguezes llenrique e Eduardo llailiche,
por insultos, e Ju3o, escravo. que no de-
clarou o uome de seu aenhor, por desobe-
diencia; a ordoro do subdelegado da fre-
guezia dos Afogados Luiz, escravo, sem de-
cl.ii ir.lo do motivo ; e a do subdelegado da
freguezia da Varzea o preto Guilherine, por
se mi -p 11 ;ii" ser escravo.
O delegado de polica do tormo de S Au-
llo participou por olicio de 16 do corrente
que teudo-o avisado Paula Bizarra de que
em suaolarla se apresentira urna africana
bucal elle a mandara buscar, e verificara
que ella pouco fallava a liogua nfcional, e
achava-se bastante doenle, e havia declara-
do aoutros preto* haver estado em um so-
brado aonde estiveram arraucha los os afri-
canos que ha pouco vieram de Garanhuns
Em correspondencia desla cumnunicacau
ordeno-use nesta data ao masuiO delegado
que fizesse curar dita africana, e lugo que
ella esteja restabelecida a rametta rep.r-
tiQilo da polica com a coiita|dasde>pezasque
se huuver feito alim descr conipelenlemeiile
satlsfeita a sua importancia e ter dita africa-
na o convenienlo e legal destino.
DEM DO DA '21.
Foram presos .- a ordem do delegado do
primeiro deste termo Joo Jorge Pereira,
Jos Alves dos lien, e Francisco Xavier Soa-
rei do Mello, oor cri me de inorle a ordem
do sub le -gado la freguezia de S. Fre Pe-
dro i. 'ncalves o preto Antonio, escravo sem
declaradlo do inoiivo a ordem do Subde-
legado o freguezia de S. Antonio o escravo
Pedro Lucas, por infraccas do poslua mu-
nicipal ; o a do subdelegado da freguezia
de S. Jos a preta Bernarda, escrava de Jo3o
O juli
aua marcha, por que os cega por ventura l-
gutn Intereaie mesqulnho, ou niu eatao babili-
lados para una inluo to Importante. O que
sadaai potinca, acaontece muilaa vezei nal
acleuciaa ou em qualquer dol ramot dos caadle-
cinirnlos humanos. Agora vamos appll-
eacio.
No Dla'io de Pernambuco de 15 do Corrate
inei de feverelro mu um artigo do ir. Dr. Sa-
bino Olegario tudgro Plnho, em que a rei-
plra urna especie de odio (ou d'avarea?) con-
tra um homeui que nunca o oflendeu, contra
um Indltiduo a quem j prodlgaliiou elogloi, a
quem j (nseniou, por |uc Ihe aervla de eacudu
ou de arma a Id vosa contra ouiro, a quem lam-
b ni quera ferir.
J no meamo Diario de Pernambuco de 16 do
mcsino mea oSr, Dr. Sabino encelou a aua po-
lmica tlraudo reveles de matar ao incauto ho-
uiein, a quem nao perdda a aua aialduidade, o
seu irabalho. a sua f e a aua dedicatao. Por-
que pota, perguntar alguein, tanlo odio, tanta
Ira e-mira o Sr. Paula ( arnelro Lcao?
O Sr. Dr. Sabino devla laber, que oSr. Paula
nao o aotfreria Impunemente, ou por ll ou por
leui numeroros ainlgoi, e devla lambeta pen-
iar, que ia encelar urna luta em que poda ler
eimagada, porque para perder nella baitava
s que le provane que o Sr. Sabino lera mul-
lo amor do gauho, multa avarea, mas neuhuin
amor aicleucia, nenhuma f, nenhuma dedica-
cao. Alean de que o Sr. Paula foi o primeiro
que a acompanliou logo ao Sr Dr. Sabino em
1848 na iua propaganda, depola delle foi pri-
meiro que percorreuo Interior da provincia, e
levou ao povo do campo a f viva, o ardor reil-
gioio,.a convICyo protundada. eficacia da no-
va ideada; por coniequencla ella lula revella
ueste momelo, ou qua o Sr. Paula Ibe fai som-
bra,ou que a aua clnica dimluue todos o dw H
inais quid ind!
O Sr, Dr. Sabino declarando do seu pi unc u
artigo uoinlnalinente na nicos homreopalb ,
que cooceilua dignos deaie nome, etdue *.-ait
Paula mullo de propoalto, sem ac leinbrar que
no Cominercial de 8 de maio de |8&0 lie llnha
lecido irraudea elogios, avanzando ale que o
ir, Paula riuliu levntalo a nova mtdicia do pd
em que jazia depoit da sua ausencia; e alelo de
uoia couvieco profunda eiolama : S'au, o Sr.
Paula Caraeiro Lem? tem pralo 01 mne es
serviros A homaopalhia nesta capital. OSr. Dr.
Saiiiucoufeasa inesniu que o Sr. Paula duran-
te a epidemia da febre ainarella tinha curado
malta gente, e que em suis ma'os havia e Provi-
dencia depositado ot //tesauros h'imosopatlrcos.
A* villa do artigo do Cotnmercial edoque l-
timamente acaba de publicar o Sr. Dr.Sabiuo
no Diario de Pernambuco de 25 do correute, o
que pode qualquer nomem de mediano criterio
." i ni /.ir? que enaceito ptle alguein formar de
um fiomem to contradictorio como o Sr. Dr'
Sabino? A cumequencla be lgica e neceasa-
ria, Uto he. ou eiuo mentlo o Sr. Sabina elo-
giando contra las convicedea o Sr. Paula, ou
mente agora calumuiaudo-o furibundamente
ele appareceu-me um rsio de esperanza, e
o grande desejo de restabelecer-ma fez que
o procurasse, eoncorren lo ai-ida suas ex-
presares para dar-llie malor vigor.
Nudei-me para aqui para facilitar mais o
curativo e principiou mooDr. a tratar; seu
primeiro cuidado foi acabar com o impedi-
mento que, segundo os obstculos que ea-
controu e me disse, eram dous estreilamen-
tos; principiou por introduzir urna sonda
muilo fina, o assim foi successivamentedi-
litaiido a ur-liia com muito zelo al que,
cun um instrumento que, sendo urna son-
da, tem todava a propriedade de abrir
uretha at o ponto que se quer, reduziu-
ini au estado normsl; dahi tomei uns re-
medios que me fui applican lo e com um mez
e poucos das do grande Irabalho restibele-
ci-me. Suas promossas realisaram-se, aius
remodios foram eflicazes, suas maneiras
sempro branlas, seu semblante sempre ale-
gre, o prazer que moslrava em curar-ne,
suas palavras consoladoras, quaodo apodo-
rava-se de mim alguioa appreliensilo e me
suppunha ineuravel, seus conhecimeutns
que tanto o distinguen), nSo me deviSo fa-
zer ndiiTerenta. Iteceba, oois, o Sr. Dr. Ca-
rolino mais esta prova do meu reeonheci-
mi'iilo, alm de urna eterna lembran;a. Do
vusso apreciador,
ll. A. Lima.
Srt. Redacleres. Nesta mundo ninguem
f le dizerdeste p3o non cumerei, e nem
desla agua beberei.Sun, Senhores Re (ac-
tores, porque nSo pensei que livosso occa-
silo de solTrer insultos de um homim que
aqui aportou e que eu (So bem o trstei, to-
mando com elle conhecimento, e conti-
nuando sempre a fazer-lno bons ofliciusde
ainisade e acreditando-o no systuma por
que curava ( systema homaoopslntco). Nun-
ca .ii'ii.i i ser homceopatna au poito de cu-
rar : ii tres viagni.s ao Itio de Janeiro, em
43, 4S e 47, ealli vi este syslema bem des-
envolvido; conneci o grande Dr. Mure; vi
o Sr. Joo Vicente Marlins ( boje meu aun
no, e a quem muito eslimo); condec o
Sr. Dr Duque-Estrada e rnuitos outros m-
dicos houioeopalhas, lo los de recunbeci-
dos merecimentos; fui ao grande hospital,
en o do Dr. Mure, e com verdade digo que
nSo poda acieditaroo que va, mas os fac-
tos que se davam causivam-me grande
' i nii.ir.io ; mas com a cnegada aqui deste
homem, de quem cima fallo; ia algunxs
vezas ao seu consultorio, e fui observan lo
a sua clnica, que em abono da verdade ora
Jos do Monte, por insultos. Ojutz rauui-
ci.ialdo termo de Pao d'Alliu participou toSr Caaanova.e fii buicr o Sr. Paula para
em ufilciu do 1 i do c i're i le, que no quar- ferl-lo ieu salvo, agora f.i-lhe frente o Sr.
teirJo da Capueiras ,fra gravemente ferido Paula, e foi trasor mala tres para feri-lo, ac.
com treafaca las Joo Itolngues de Flguei-! benaodo-se com o amor da icieucia, amor que
redo, morador no Curato do Bom Jardini, !=he.i,r* ",a's a aresa do que um Judeo OMI
por Manuel Alexandre, morador em Ierras
mais abundante de doentas que de bons
enmo um poiiesio, ou como um homem sem I resolta los, islo lalvez devido asir a bo-
tillo nem raso Nii|uella poca faiM-lbe rren-| mceopatha inda principiante na homceo-
blsta.
lie inulto engracado o que da o Sr. Dr. Sa-
do engolillo P.U.iguer, e que ln i- bill lteicadl rt,iraoc|a ci,|cl do Sr. Paula,
me lialaincmo proced lo a corpo de diliclo, que neiI1 iabe ,radUII1- 0 fraucei! e ni pode-
eslava proseguindo nos (ermos ulteriores do
processo, o tazendo todas as diligencias pi-
ra prender o delinquente.
DEM DO DA 22.
Foram presus ; a ordem do chefe de po-
lica Domingos (oncalves de Moraes, pur
tor do quarleiiSo do engenho Caxoeira, na ebrio, o Manuel Francisco de Salles, para
occasiflo do o prender em dezembro ulti- corregilo; a ordem do delega lodo primeiro
mo. deslriclo deslo termo o porluguez Jos Al-
O mesmo delegado declsra que proceder dos Iteis, u Francisco do Souza por s-)
a co'po de delicio na pe.soi do olTen li lo, acliareui pronuneiadus, e o preto africano
oquodeu as necessarias providencas para Jolo sem declara^o do motivo; a ordem
ser (.rocessido o dito insunclor ; devendo do subdelegado da freguezia de S. Fre Pe-
accresc nlar-so que de oflicio do subdele- d.otuucalves do Itecife o preto Francisco, muil'0'cnh(.gia
gado de limjuca, dirigido ao delegado, quo escravo do D.Mafalda Augusta, som deca- Jua ln|a,lda scu
mol aaseverar que nao a traduto france, ca
mo qne oSr. Paula poime preieotemeole una
colleco luiportaniiiiima de obraa homceopa-
tliica, e lo rica como a nao poisue de certo o
Sr. Sabiuo ; assim como lautbem Ihe podciuo
asseverar que o dr. Paula, alcm dessa la robui-
la, desia couvicco profunda daibcuettca ma-
ravilhai da uova adeuda, eatuda noutiuuainen-
te, l, Indaga, examlga, e Tac o que nunca le o
Sr. Sibioo, Uto he, eituda oiiymplomai ca-
beceira doa doentei, vinta-oi coutiuuameute,
obaerva-us com esia vontade de ierro, com ei-
aa couiprehenc.-io e meditaco, a que le nao
entrega o Sr. Sabino, afogado na ma ubelidade
O Sr. Paula he tilho de um hbil ctrurgio
nena nona trra, ajudou em
cu pal, e depols paiaou um anuo
foi rein.ttido por copia, consta que rele- rac.So do motivo, e Manoel Joaquim por en- uo graiK|e hospital militar delta cidade | oade
rido desertor, quaudo se ia elTocluar sua niedefurlo; a ordem do subdelega lo da com o leu genio indagador, vio, apreudcue ae-
prlslO, dera um tallio no rosto do dito ins- frequezia dS. Jos o pardo Jou, escravo guio c.mi leaaddade a pratica do lucuno hoi-
pector de quarlcirao com o que deixara de D. Seiihormha Jaco.oe de Oliveira Paixu- piial, devorando "">> P""1'" ?f. f"5"
DMUntemente molelto l"- P"r fgido, o O preto Florencio, <"r auato.nia, que eutao al ae uava, Id nea-
DdstiiiuLineni* tnu sm. ...L. ,, *. i i ^ 'ac lempo, aue em cump.iuhia do praiicanle
DEM DO DA 17. Cravo de Manoel C ..lleno Le al p.ir.>o Ltlrtu>t0*Joti Vlelra ,,uje primeiro cirur-
Foram presos: t ordem do subdelegado '' i ordem do subdelegado da Iregoezia glao.lllr dl) e,erciio) oigaunou um eaqueleto
da fieguezia do San Fre P'lro Gooeilrea 'la Bua-Visla preta forra Lucinda, por es. hU|lllnoculll (l| arle que (ai geraimeule udun-
do llecife, Chrispiano Flix de Souza, sem pticamente, e Victorino escravo do Nicolao raj e ue q,,e pdc anda boje dar testemuulio
deOlaracSo du motivo a a do sub ielegado \ de tal, por uso de armas ; e a do subde.O^a-' o lllm. Sr. Eustaquio Gomes, director que eu-
da fieguezia da Boa-Vista, os cscravos du da freguesia da Varzea o preto Antonio (laoera do menno hospital. Ne.se eiludo anl
Julo e Luiz, por desorden),
II I.M DO DA 18.
Tamhem foram presos : ordem do delo-
gailo do primeiro dislriclo deste termo, o
porluguez Antonio Sealim dos Santos, sem
declara(fio do motivo; o do subdrlegado
di fregaer.il do San Frci Podro Goncalves
do Itecife, o preto Jo8o, escravo de Jos An-
tonio do Azovedo Santos, por cuino de fur-
to. '
O carcereiro da cudeii desti cidade com-
niunicou em ollicio desti data, que o sen-
tencia lo Mano -I Joaquim da Silva es an-
eara hon'em no preso'Luiz Francisco Cor-
rea Gomes na occas lo em que este devta
do motivo,
IDE.M DO DA 21.
Foram presos: a ordem do delegado do
primeiro districto oeste termo, o preto An-
loniu, escravo do Joaquim. Das de Azevedo
paia correcto ; a ordem do subdelegado da
(regu.ia de S. Fre Pedro CoDCalrOS, 1(0-
saria Mina da Concei(i1o, e o porluguez
Victorino Jos de Sousa por briga; e a do
subdelegado da freguezia de S. Jos o criou-
lo Jacob Joaquim da Silva, por desordem.
DEM D 1 DA 25.
Foram presos: a ordem do juizmunici-
pal da pri neira vara desle te um, Francisco
sulnr para ir responder ao jury, onde com de Paula Itilieiro, por C' me de estelionato ;
elTeito comporeceo. ordem do delegado do primeiro distncto
O delegado do termo de Sanio Antio par- desta ci Jade, o capito da guarda nacional,
licipou em oflicio de liontem qun no dia 14 Francisco de Paula Itibeiro, pelo oos no
desta mez Joaquim de tal, morador no sitio crime, os pretos Manoel, escravo de Jos
denomiiiadx> do Flix, no quarleirSu das! Joaquim de Miranda, e Domingos, escravo
Cacimbas, fra a casa de Lourenco Camallo de fulano Gusm3o, sem declaracu do mo
Cvalesnte, o que iio o encontrando dra
nove faca las em urna inulhcr que all adia-
ra vuto esta iiu qoeier Oeclarar-lhe aonde
odilo CaCalcante tuina guardado o seu di-
ii'n'i ii; ten lo, por si quando all apparoceo o rospectivo ins-
pector.
escravo de Paula Maritibo sem declaragao 'do, muitas vezesamiiio abertura de cad-
veres, c uniros abrio-oselle mesmo' E pode-
tivo; ordarn do subdelegado da feguezia
r dizer outro tauto o Sr. Dr. Sabino.
OSr. Di. Sabiuo degrada a ponto de urna ig-
norancia inciclopedica ao Sr. Paula, e diz que
nao he liouiceopalba, mai aprsenla como con-
tralle a outro, que dit ler (ello e baptliado ho-
niieopalba em doui uiezes lpara a banda de
Olinda. Poia o Sr. Sabino jult;a que os Pcr-
nanibucanos sao to citupidos ? Ora bem, a
queslo he muito slmplei: o Sr, Dr. Sabino Ir-
ritava-sc contra o Sr. Caiauova, porque dava
dses homceopathica a bj n.l: e agora irrita-
se c infla o Sr. Paola, porque nao manda coma
a ninijuem' nemeilge paga, e contenta ic com
tudo quanlo Ihe du, porque asiim entende a
carldade, porque assim lauakl as villas de lo-
doi, i] mi do rico, qur do pobre, porque nao
viiita os seus doenics pelo iuterene meiquinho
do gauho, mas por amor da icieacia, para ea-
frouliar-ie nos icui inisterioj, para eiludar 10-
breo individuo os fenomenoi de que fallain o
livroi, para caiar a theoria com a pratica.
Oqueae dir agora da nuaaa resposta? que
nao queremos ferir ao Sr. Sabino, como elle
ferio ao aniso amigo, que .un,la reipeitamoi
patnia. ou porque os doentes ja se aciias-
seincom os seus encommolos nuil) -i.ii.m-
lados. Isto deu-se em o mez de junho at
novo nliro do 1818, quando appareceu a re-
voluto.
Ora, eu quo k't muito praieiro, meus ami
gos nuil i se erapanharam comtgo para que
eu fosse para o acampamento liberal curar
os doentes e feridos de baila, porque ja li-
nha havido fogo, o haviam alguns feridos
sem quo os curassem. Fui; porm com
.ni I e .n da cura-Ios homceopalnicamente;
comprei a um medico lint/, que morava
com aquello h ,mu ip itba acuna dilo, urna
botica; e uo Sr. Chaves urna pratici ele-
mentar de Jahr, o na ra da Cruz o Orga-
non e Pathogenesia dos 24 me licamenlos;
e logo qua me vi entre os feridos fut appli-
cindu e dando os medicamentos qua a pra-
lica me ensinava, e flz curas admiraveis.
de surte quo ne.nhum dos feridos morreu,
ainda que o ferimenlo fossa grave, e o mai.
he que os mes nos feridus no dia so^uinte
ni n e i iv i ni p sem que sa dessem liemur-
rhagias nem febres, porque nenhu na in-
ll.iui uicii apparccia e nem supnrai;3o
Daraui as bexigas na forca, e os matulos
temeram, mas a houior-opalhia muslrou-
Ibes 11 ni nao se moma do boxigas, e ex-
pusios ao sol, li i v i e ao sereno, o dor-
uii e.n no r mu i, um s uo morreu.
As disenterias sanguneas coro as clicas
mais violentas em 24 a 48 horas desappare-
ciam ; ataques apoplticos, como um que
Uve o meu amigo, oSr. Moraes, em mar-
cha, edo qual em duas hons licou perf-i-
tamenle bom, celiam ao tratamenlo ho-
mesopathico. Dis seses e molestias vene-
reas uo fallo, porque uo me merecan!
lana iticiien, ni la que algumas intermi-
tentes haja que tornam-se mais rebeldes,
porm que desapparecem co n mais algu-
mas doses. Os pleurizes cediam como por j holladezas;iI Inginas, ( lubequenie, i)por
encanto as doses humue ipallncis. lugueaas e 4 suenas.
Pergunto eu agora a esse Senhur homoeo-j -------^~
patha bastardo ( he o Sr. Dr. Sabino Olaga- Pauta
rio Lulgero Piobocom quem fallo): podo- ',ul'*
r V. S. dizer oulro tanto? eu o desalio <1' prt(0s correntes do assucar, algoiHo, e
DIVERSAS PP.OVINCIAS
Hend ment do dia 3 a 27.. 4:25.'io.o
dem do da 88........ 83,9t|
4:349,301
l'.xporlncao.
Philirlelphii, barc americans Mary, de
240 toneladas, condu nio o seguinte : 8000
saceos com 10000 arrobas de assucar.
Triaste, brigue inglez H-ather Bell, de 191
toneladas, con luzio o s-guinte: 4000 sac-
eos com 20000 arrobas do assucar.
Aoaiac,patacho brasileiiu Emulaelo.cnn-
duzio o seguinte : 6 gigos lourja, 15 bar-
ricas l'arinlia J i trigo, 31 panellas e 48 bar-
ras de farro, 4 pipas e2 barris vinhu, 3 pi-
pas vinagre, 20 (Iilo alies VaSOS, 4 SSCCOS
pimnnti, 18 caitas e 20 fardos fazendas, 15
barricas bacalho, 4 ditas ferragens, 6 cu-
u'ietes ac 8 barris manteiga, 8 caixas
passas, 4 harria cerveja, 3 barris azeite do-
ce, 6 barricas bolacha, 32 barrios assucar,
13 pipas agoardente, 8 barricas genabra, 9
barris ni d, 2 barricas licor, 1 caixSo vesti-
menta de igreja, 2 ditas chapeos, 10 caixas
salan, c 1 alambique.
Cearae Acarac, patacho brasileiro Botar-
pe, de l62loiieladas, conduzio o seguinte:
3 volumes imagons, 16 ditos mu 1 /.a-,:i2 di-
tos i a -e ii, la-, t dilo i ni. o, 3 ditos ferragens,
6 ditos I ito e folha de flandes, 4 barras zin-
co, 1 volume vidros, I dilo drogas, 2 capa-
zos, 1 caiza couro de lustro, 2 barris vinho,
3 barricas bolachiuhas, 1 dito vinagre, I
caixa papel, 2 ditas doce e charutos, 6 pran-
xdesamarello, 25 talxos de cobre, 2 alam-
biques e seus pertencesi 3 serpentinas de
cobre, 1 volume com I alampada, 2 mesas,
25 barris plvora lOOalqueires de finaba
de mandioca.
KEGEBEDOKIA DE RENDAS INTERNAS GE-
RAES DE PERNAMBUCO.
Rendimentu do dia 28.....9:183,150
CONSULADO PROVINCIAL.
Rendimentu du dia 28.....1:398,754
PRAfA DO RECIPE, 28 DE FEVEREIRO DE
1852, AS 3 HORAS DA TAR'JE.
Revista lemanat.
Cambios- Apenas um ou oulro saque ef-
fectuou-ie depols da partida
do vapor Tevtolt tendo a the-
aourarla turnado algumas let-
11 is i 7 111, porm esle pre-
90 nao serve de norma, por-
quanto nao se acha aacadores ,
e iim a 27 e tal vea a 27 l|8 le-
Iras de li 1 mis de prlmelra or-
dem.
Aisucar As entradas mala avultadas. e
ai venda para exportaco li-
mitada!, regulando o de prl-
melra lorie de J/.")00 a ?#H<>0,
o de segunda de 2/100 a v/tlo.
o de tercetra de 2*300 a 2/100.
o dequarta de 2^100 a 2/200,
e o de quinta e icsla de i/85o
a 2/n. por arroba do brauco ;
o maicavado eacolbido de
1/TiO a 1/U.1O, e o regular de
I/4S0 a I/SO0
Algod.10- Lntrarain I.04J taccai.e fe-se
venda do eacolbido do de pri-
melra lorie 5/rt. por arro-
ba, porm nao se pode obter
mal elle preco, e si 111 de '
a ,i# rs. por arroba de pri-
meira une e a 4/OO ra. o de
segunda; consta-nos que ven-
deu-ae uma partida de 500 sac-
cai riiitente na Parahyba a
;.l|i'i rs por arroba, entrando
aqurrla parte de aeguoda sur-
te, e a praio de 30 e UO dlaa.
Couros Oa acconleciiueolos do Rlu da
Prata devein inlluir.no preco
deaie genero, por conieguiriie
o poiamdorea delle oerocem-
no a 115 ra, por libra. 1
Bacalho Retalhou-se de HfaOO a I2#
ra por barrica, e licaram ciu
ser 2,500 barricai.
Carne secca O precoi nao solfreram allc-
i.i^i.i, e o depoiito eat redu-
/.1 iu a 4,1)00 arrobai.
Far. de trigo- Relalbou-ie a 15/ra. por bar-
rica da de Rlilcbmond, a 12/duO
a de llaltirtore, a 1 l/.a de l'hi-
ladelphla.de 16/iOO a 17/da de
Trieale SiSF, eno ba de Aar-
selha; a exilenle monta
9,000 barricas
Freles ----- Do algodo para Liverpool a
7-i(i por libra, e do aisucar 10
e 5 por cenlo.
Diicontos Um por cenlo ao mez
Ficarain no porto til embarcafea : lando 3
americanas, A auatriacaa, 29 braailelrai, 2 di-
nainarqueas, 2 francezas, 1 hamburgueza.
Duzia

Costadinho de dito
Soalliodedito.
Forro de dito
Ditos de cedro
'oros de tatajuba
Valide pirreira
Ditas de aguilhadas .
Hilas o, 1|llirl,......
Rodasde-icupira para carros Par
Eixos de iia para dilos
Mcl empipas.......JJma
quartolas ,
a barirs.....
Hilho.......
Pedras de amobr .
Ditas de filtrar- .
Postas de boi ,
5,200
3,800
2,500
3,200
. Quintal 1,600
1,280
1,600
2,080
40,000
18,000
35,000
190
6,80(1
. Canad
. Um
. Alqueire 1,600
Piassaba.....
Sola ......
Surca parillia. .
Tapioca.....
Unhasdo boi. .
Couros de cabra .
Azeite de campato.


Cento
MAI I, o
Meio
1,000
6,000
3,'200
200
1,900
Arroba 18,000
2,000
, Cento 200
16,000
. Canad 600
Muvimeiito do porto.
rVatitos tniradot no da V).
Rio de Janoiro 25dias (alacho brasilei-
ro Bella Anita, de 144 l|2toneladas, uves-
Ir Manoel Jos deSenaUartins, equipa
gem 9, em lastro ; a Manoel Alves Guerra
Jnior,
S. Catharina 30diss, polaca brasileira N.
S 11I1 ira do Cuino, de 195 1|2 toneladas.
mesire Joaquim Jos Martins, eauipagem
13, carga familia ; a Manoel Josajle Suu-
za Carneiro.
Parahiba 24 horas, biate brasileiro Exha-
lacHii, de 37 toneladas, mestre Antonio
Manoel Affonso equipegem 4 carga lo-
ros ; ao mestre. Passageiro, Francisco da
Costa Forra z.
Nuvios sahidos no meitno din.
Acarac pelo Ciara patacho brasileiro Ea-
terpe, mestre JoSo Bernardo da Roza, car-
ga varios gneros. Passageiro, Antonio
Caetano de Abreu.
dem -- patacho brasileiro Emulaco mes-
tre Antonio Gomes Peraira, carga assu-
car. Passageiro, Francisco Theofllo Fer-
reira.
Philadelphia barca americana Mary, ca-
pitSo Baker, carga sssucar.
Trieste -- brigue inglez lleather Bell, capt-
tSo David Millar, carga assucar.
Oicrvacio.
No dia 28, nio eniruu, nem sahio embar-
ciqUo.
DallAES.
de San Y- ei Pe Do Goncalves do Recife, Fir- "O Sr. Sabino o bomem da aciencla, dessa scien-
mino Jos Ouaresma, tamhem sem declara- <-ia que pranos he umlmbulo, he urna f ar-
C.io do motivo ; a orlem
freguezia de Santo Ant
Domingos Fuueira da Cruz', por ebrio;
ordem do sub lelegado da freguezia de Sin
1 do subdelegado da denle, he urna rellgio; mai deiejaramoi que
onio, o lleseaiihol W'*g nao Tl,,"e *"* P""''
O delogado de polica do termo do Brejo Jos, os pelos Francisco, escravo de Ma-j
parlici.ou por ollicio de 7 de Janeiro ulliinu noel Ferreira GusniSo, e Honorato, escra- 1
que no da 21 de dezembro prximo paaaa- I vo de S di -s i.i.i dos Oculos Arco-Verde Per-
itu, no logar denominado Jac, lora assas-, nambuco Cavalcante, pur dosordem e iu-
linadii Manuel Soares, com um tiro que Ibe
Correspondencias.
dra Joaquim de Almei ia, equo te ido esto
ova li in-sa depnis que comm.-lt a o atlen-
tado fra logo instaurado o processo e ex-
ped ia a presa loria parsita oaplora; que
110 dia 25 do un s no mor. de dezooibio, no
lugar das Avencas. Claudino J isc ferira le-
ve > ente .-i 1" 1 : 11 C 1 11 s de Oliveira; e q 10
lio lugar da Surra do Vento lora oapaneado
O preto 'l 1 ona/, escravo do porluguez M.i-
Srs. Redactores.Permilti que pela pri-
sultos, e Antonio Filippe de Mendonca, sem metra vez oceupe algumas linlns 110 vosso
declarando do moiivo; e i do subdelegado conc-ituado Diario. Um Tacto ha que subs
da freguezia da ll 1,-Vista, o preto Manoel, mel'.oa eublici lade, que deveis publicar,
escravo, tamhem swn declaracSo domoli- poique lie seo duvida de iuleresio. Duus
vo, e o preto Francisdo, escravo do Porfirio s:lo|os lins por que o retiro : primeiro, por-
de tal, por desor ion que desejo manifestar ao I I ni. Sr. Dr. Caro-
O delegado de polica do termo doLimoe- l"> Francisco de Luna Smlos miaa grali-
ro participou, em offictos de 17 e 21 dncor- dao ; segundo, para guiar a aquellos que,'
rente, q re luram assa-stnados: no logir est-ndoem idnticas cireumstancus, pre-
lenomiiiado Frailas, peno da povoacao do lendem adiar um remedin uma pesso que
mait gneros do pait, que se despachara na
mesa do comulado de Pernambuco, na se-
manadelaGde Marco de IWU.
Assucar eme. branco 1* qual. Arroba
2*
< mase ....
bar. esac. branco
pan compararmos a nossa clnica ; vamos
aus factos, re non verba; de palavras he
V. S. abundante, e eu s quero Tactos.
. Quando V. 8. aqui aportou pela segunda
vez, o n lin. de feverelro do anno de 1850,
quem achou curando homuiopathicamenta
esle grande povo a quanlos j havia eu sal-
vado das febres amarillasT ti3o sa lembra
que quando o visilei no Hotel-Francisco V.
S. mo porgunlou com que remello eu as A
curava? e eu prumptamente Ihedissecom *8do emplumado 1'qual.
taese laes medicamentos; ja se Dio lembra ",to.......2' b
dos elogios que medeu, lalvez com bom Pito.......3'
posar, e hoje nSo preato quando ettou cum Ago'ardento eaxaea 20 graos Pipa
tres annos de pratica lio que a human lade Dila.........Canad
brada-lne para que apresente-se dizendo Ditadocanna. ..... 1
refinado.
mi 1 da 1 ni 1, por Antonio Joaquim, Fran- Bom-Jardiin, em odia 13 do mesmn mez, hbilmente os trate. Eu sei, por experiencia
com um tiro que Ihe deram, Antonio Fran- prupria, qual he o desesporu dus que, sof-
ct-co, quo eslava pac,lie nnenl em sua frendu o mesmo nial e gozando de vida e
cesa, suppondo-so ter sido o autor deste saule em todas as mais partes do Corpo,
crime um escravo que, ha dous annos pou- vam-seem estado de licar defeituusose ator-
com-is 011 menos, livera umi briga com motilados por males incuraveis, ou de re-
aquella infeliz e o ferira ino-lalment >; na stguar-se uma muta prematua, pur isso
pnvoacao Hcim inlicada, em o dia 14, un lambom sei quanlo he ulil expr-se u n caso
preti, escravo de ManoelTravasso Sarinho, somelliaiite; multas vezas o receio faz que
com um tiro de emboscada, que sesuppOe olles nao procuren] esta ou aquelle Tacuin-
estava preparado pea outra p ssoa e Cojo tiro, o que raras vezes succede baratado um
cisco Alves da silva, lotro de tal o Jos de
tal, fllltos de Jos Francisco, quo nfiu fo-
ram preso, por solero 11 logo posto em fuga
mas ja estam cumpelenteinciilo pronuncia-
dos.
O niosnio delegado participou mais om
oflicio de 3 do Crranle que no dia 10 do
mez lindo*, no lugar da Serra do Fidelis, u
preto Miguel, escravo de Au 1 0/ 1 Maiia da
A11 -ijin-i.ii."> 1, quebrara urna perna parda
Anua 1 mi-na com 111111 pedrada que Ihe
1 a a de e nboscada, e que tando si lo pre-
so ja se actta processado ; e linalmente que
no S'tio denominado do Corcevel, Maooel
l'adro Cavalcante, mandado de seu pai,
Jos Ped-o da Motira, dra um tiro no par-
do J. .'O de Souza, e que sendo preso o au
tor iie.-s.) allenlado si est concluin lo o
respectivo processo; e for.m expelidas as
ir leus paia (ambeiii ser preso o referido
Moma. Cumpro linalmente decla'ar que
nesta dala ce ti 111 recommen lado as deligen-
cias para a captura dos criminosos cima
11'! 11 I s, o uli .11 ile une el les Sejam putli-
1I0S com as ponas da Tei,
DEM DO DIA' 19.
Foram presus: ordem do delegado do
primeiro districto desle termo, Jos do Pa-
trocinio doRuzario, eSurapiSo lm aus do
llenezes, sem deciaracdo do motivo; e a
do subdelegado da freguezia de San Frei
Pedro Gonfalves do Hecife, Antonio da Cos-
ta Amonio, por insultar a urna palrulha.
Timbero foi preao pelo del-gado do primei-
ro districto, em consequencia de ordem do He icmpre para Ultimar que 01 homem mili
chefe de polica, o porluguez Augusto Car- empenhados na propagarlo de um principio
os Bitincourt Avillir, porque, seguodo asvejam lalvez aquelles que mais contraran) a
autor su ignora ; uno dia 17, tamben deste
mesmo mez, no lugar Varzea dos reos,
com um Uro, Jos Ferretra, cita loo hones-
to o sobrecarregado de familia; e linal-
mente participou quo na noito do dia se-
guinte, 18 do crrente, no lugar das Ci-
ra lillas, da fregoeiia do Bom-Jardim, In-
nocencio Corri indo com alguna seus ami-
gos tirar da cisa paterna a forc de armas
urna uinea, aconteceu que buuvessem al-
guns tirus, e que o dilo luuoceucio sahisse
forido.
U mesmo delegado declarou que nenhum
do le- acontocimentos livera lugar em
consequencia de intrigas pulittcas, e quo
elle lie.i na deligaucia da descubrir todos
os seus autores para puni-los com as penas
exemplo, e n3o ficam tSo desanimados cun
a presenca da molestia, saliendo que ja sa
tem curado.
Suffn d'uma urethrite por espaco de 3
annos, sempre purgando ora mata, ora
menos, no Um desto lempo pouco mais ap-
pareceu-me um impedimento as ourinas,
que fui prugressivamente crescendo at ao
estado de puucoou nada ourioar; antes do
impe tmenlo e no principio della tomei
inultos remedios allopathicus, todava sen-
ta que a molestia continuava in stalu quo,
a seutia mais um granJe desconcert de es-
tomago ; depois que vi que nada oblinha io-
mei algumas dosis homeopticas, sem tam-
hem sentir ui-llioras, rssignei-me a sotTrer
e relirei-me. O meu peiisamentosoccupa-
Dita........Canad
Dita re.lilaila.......Pipa
Dita.........Canad
Genchra.........Canad
Dita.........Botija
lalej, avista do que ueste data ainda sej va-se as consequenciasde uma semeihaiile
Ihe recuinu-ienda o emprego de todos osjmoleslia, se ea con.tanta no cumpsjimoulo
eios ao seu alcance para conseguir o bom dos meus deveres, se com vontadeJ prazer
que eu ni 1 si curar, e que t se curea
con o sentior, que he bistardo, e os Sis.
Drs. pu'os lionicE ipatilas? he preciso ter
perdido de lodo a vergonha e o pondonor
para tanlo descaramoiito e tanta insolencia.
Diga-me o que ha o Sonhor nesta mu 1-
domeJico? que auloridadeexerce,quem Ihe Licor..........Canad
deu o atrevimento de escie-er para o pu- Dito. .........Garrafa
blico, qua ninguem se cure cumigo? o Arroz pado 2 arrobas um
qun he o Senhor para o publico.* ou Araras Urna
u Sanhor su,.pa-se 110 PeneJo ? Po-- Papaaaiof.' .' .' .' .' .' .' .'Um
ventura eu curo por o Senhor querer ou iii..T... a___u.
uto querer? quo caso posso eu fazer uo "?hc?u.........Arroba
Senhor? nfio v que est dando disTructe; "'^Ol'os......... *
o por consequencia suici laudo-sa? o Sr. j. m....... *
Dr. Sabino no v que aqu ndo he nida Djio restolho.......
e que n.io passa de um simples medico al- Dito com casca ....
lopatha e hoje hoinceopatha bastardo 1* Carne scoca.....
Contentia-se, charo Dr., do contrario eu Coucosoom casca .
Ihe dafei doses honioaooathioas em quanli- Charutos boos
dadeallopathica. Sa a tU j lha vai eses- Ditos ordinarios'
sean lo que culpa teahoeu usso? a culpa n;ii, ..,- '.:'*.'
bes su., f.c o que eu Taco, s.ja assi- Di'o regala a primor .
do, no com 1 e durtna lamo, olhe alguma \f" de Carnauba .
apoplexia, ben saba qua le 11 boa couligu- Lourosde Boi salgados .
racSo para ella, e entilo V. S. morreudo, Dito espixadns ....
a (eos hotncoopathia! adeos.lootor a vjpor I Dito de oora ....
1-itajnm, fazer doutores, e dizer vocurar, Docesdecalda ....
esllm por mim autorlsados, he o supra-*i)t d0 goiaba ....
sumo da audacia, do escameo, do aire- ),-[ secco
viifcntoedoorgulno, que eu Iraduzo por E .. -..:'* i"
estpidez o desmacarada avareza. Basta 5SR. aTCL
por hoje,
(touttnuaremos.
Francisco de Paula Carneiro Ledo.
COMMERCIO.
Farinha de mandioca
Feij.lo......
Fumo bom......
Dito restolho ....
I. mu 111,1.......
Gengibre
resultado de _taes_deligoucias.
Comaounicada.
e alegra us desempenhava, desde caldo tur-1
nei-me remissu, o desprazer, tristiza.elc., I
s e nicamente perseguiam-tne ; quando\Re
por um evento, leu lo o Diario, deairai com .da
um annuncio e uma eorrespon leocia do Sr.
Dr. Carolino, emquediziase tinha especial-
mente dedicado ao estudoddstas molestias,'
ALFANDEGA. I.enlia de aelias......Cento
dimento do dia 28. 3:242,690 Dito de toros.......
Deiearregam hoje 1 dimarco. Prancbasdeamar.de 2 cus. Um
;a ingle/a -- Columbas- merca iurias. Ditas de louro...... <
o brasileiro -- Capibaribe gneros do Co lado de amarello de 35 a
P'Z-________________ -10 p. dec.oo la 3 (le I. ot
...
2,100
1,700
1,400
2,000
1,500
3,040
5,100
4,700
4,300
44,000
250
52,000
31)0
48,000
240
360
180
400
ISO
Alqueire 4,400
10,000
3,000
3,500
5,000
4,000
3,000
3,200
2,880
4,000
1,400
700
2,500
5,000
117'/,
145
15,000
240
200
. 400
. Arroba 1,000
. Alqueire 1,280
. a 4,000
. Arroba 6,000
. 2,000
. Alquoire 2,000
. Arroba 2,500
1,600
9,000
a
a
. Cento
n


, Arroba
, Libra
. Um

Libra
CONSULADO GEItAL.
id i ment do dia 3 a 37 .
do da 28.........
,, ., Dilo dito usuaes .
*T97474 Cosi'ambodedito.....
.1___L_ Soalho do dito......
75:018,588 Forro de dito.......
.-------Coslado de louro..... a
16,000
8,500
22,000
12,000
8,000
6,000
3,500
6,400
O lllm. Sr. inspector da thesouraria
la i'. 1 /en la provincial em cumprimento da
ordem do Exm. Sr. presi lente da provincia,
manda fazer publico, que nos rijas 8, 3e4
de marco prximo vindouro, ir a pra;a
para ser arrematado, perante o tribunal ad-
ministrativo, a quem por menos flzer a obra
de uma bomba no dcimo terceiro lenco da
estrada do l'o-d'Alho, avallada em 375*
rs., tomindo-se por base da arrematarlo o
offereciment de 350,000 rs. feito pelo arre-
matante do mesmo lanco de estrada.
A arremalacSo ser feila na forma dos
ans. 2427dalei provincial n. 268 de 17 de
miio de 1851. e sob as clausulas especiars
abaixo copiadas.
As pessoas que se propozeram a esta ar-
rematado comparecam na sala das sessfles
do mesmo tribunal, nos das cima mencio-
nados pelo meto dia, competentemente ha-
bilitados.
E para constar se mandou afixar o presou-
lee publicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria da fazenda pro-
vincial de Pernambuco, 23 de fevereiro de
I8j2 O secretario, Antonio Ferreira da An-
Duoelacflo.
Clausulas especiaes da arrematacao.
1.' Esta obra dever ser lenta de confor-
midade com o orcamento approvado pelo
Exm. Sr. presdeme da provtucia em data
de 22 de dezembro de 1851, e na importan-
cia de 375,000 rs.
2.' Esta 'obra dever ser principiada no
praso de 30 das, e concluida no de 60 das,
principian lo ambos os presos a contar-se da
dala da assignalura do contracto.
3.' A importancia tolal da arremata^So
spra paga em uma s preslacSo, quaudo lr
reconhecida estar prompta.
4 Para tudo mais quo n3o estiver men-
cionado as presentes clausulas, seguir-se-
lia o que dispe a le provincial o. 286 do
17 de maio de 1851.
Conforme.O secretario, Antonio F. da
AnnunciacSo.
U lllm. Sr. inspector da thesouraria da
a/. ndn provincial; em cumprimento da
ordem do Exm. Sr. presidente da provin-
cia, manda fazer publico, qun nos das 2, 3
e 4 de margo prximo vindouro ir a praca
para ser arrematado, perante o tribunal ad-
ministrativo da 11,-siiia thesouraria, a quem
por menos flzer a obra dos concertos da
ponte dos Carvalhos, avallada em 954,500
rs., e sob as clausulas especiaes abaixo co-
piadas.
A arremataco ser fita na forma dos ar-
ligos 24 e 27 da lei provincial o. 286 de 17
de maio de 1851.
As pessoas que se propozerem a esta ar-
remalacSo mi 11 i 1:1 r 1 1; 1111 na sala das m sSiV'S
do mesmo tribunal, nos dias cima mencio-
nados pelo meiu-dia, couipetentemeate ha-
bilitadas.
E para constar se mandou afDxaro presen-
te e publicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria da fazenda pro-
vincial de Pernambuco, 21 de fevereiro
de 1852.
- O secretario,
Antonio Ferreira d'AnnunciacSo.
Clausul.is espiciael d'arrematacdo.
i.' Os reparos da ponte dos Carvalhos so-
rflo fetos pela forma, sob as condiges e do
modo in licado no orcamento approvado pe-
la directora em conselho, e a presentado ao
Ezm. Sr. presidenta da provincia na impor-
tancia de 954,500 rs.
2.' As obras principiaran no prazo de um
mez e serflo acabadas no do quatro mezes
ambos coudos da entrega do termo d'arre-
inatar,3o.
3.' O pagamento ser foitoem duas pres-
tadles iguaes, sendo a primeira quando li-
vor feito a melado da obra, e a segunda
quaodo estiver concluida a obra.
4." Durante a execurjfio das obra9 ser o
arrematante obrigado a dar fcil e commo-
du transito ao publico.
5.' Para ludo mais que nSo est determi-
nado ins presentes clausulas seguir-se-ha
o que dispe a lei provincial n. 286 do 17
de maio de 1851.Conforme.
O secelario,
A. F. d'AnnunciacSo.
O lllm. Sr. inspector da thesouraria da
fazenda provincial; em cumprimento da
ordem do Exm. Sr. presidente da provin-
cia, manda fazer 1 ublico, que nos dias 9, 3
e 4 de margo prximo vindouro ir a piaga
para ser arrematado, perante o tribunal ad-
ministrativo da mesma thesouraria, a quem
por menos flzer a obra dos concertos da
ponte de liutocolomb, avaliada em ris
1:576,650, e sob as clausulas especiaes abai-
xo copiadas.
A arrematarlo ser feita na forma dos sr-
Igos 24 e27 da lei provincial n. 28 de 17 do
maio do 1851.
I
v '
i\
MUTILADO


?.
-r*-


Aa
rema
do m -iim
donados pe
habilitadas. _
K par constar ae mandou afiliar o pre-
sente e publicar pelo Diario.
Secretaria da thaaourarii da fazendi pro-
viii.....I de Peroambuco, 21 de fcrereiro
de 1852.
O secretarlo/,
Antonio Ferreira d'Anni"Cac8o.
Clauulat e-pecina d'arrefiatafllo.
1." Os concert! da pona e Molocolom-
b sarao feilos prlt foroJa, fta-ea-eondl-
Coes e do modo indicadano rfcamenlo ap-
provado pela directorfayifWwOlJjo Pre-
*tado ao Exm. 8r. presidente da provin-
cia na ia>portincia de l.'J.GSO rs.
Leiloe.M.
Nao tendo sido possivel ultimar o leilo
da masaa do lina Jo Eugene Gullyot, por cau-
sa d. iiiultitilirid'de do objectos.o'nesmo se-
r continuado em presenca do Sr. Chanceller
do consulado de franca, e consistir em fa-
zends proprias para lojaaco.mo o sejo ves-
tidos de fil, decassa e cambala, cintos, fi-
tas.-ai, **Mjyt"-m>, para c.bec, *>*.
vifiuj dad^dywjoelerias, grande porf no do
mente novos encadernados

|> Ae obras principiar/o noprazo de um
te gerPo acabada ni do quatro metes
ambos contados da entf ga do anno d arre-
matscSo. -
3.' O paga ment ie/a foito em duas pres-
tacfles iguaei, seodca prtmeira quaodot-
ver feito metide da obra. a segunda quan-
doesliver concluida aofcra.
4.a Durante i ejecocSo das obras ser o
arrematante obripdo a dar fcil e conimo-
do transito ao publico.
5.a Para ludo marisque nao est determi-
nado nm iireiai!*t"s clausulas S'-guir-se-ha
o aw diipOe a lu provincial n. 286 de 17 Je
.iiaiu de 1851.--Conforme.
O senetario,
Antonio Ferreira d'AnnunciacSo.
9B
val ledrUe
Ooclttrayes.
jteo conselhnda administric^o Na-
val leitrn arrematar-se em basta publica na
porta do almoxarifado urna pnrcSo de cabo
de linio velho entregue pelos diferentes na-
vios, pelo que sao convidados todos os que
quizerem lanrjar sobe dite ohjeclo a compa-
recerem as 18horas damantiaa do dia lie/.
do corrente : outro sim contrata-s o forne-
Cimento de azeilc de carrapato no ni- s no
dia a cima, cujo contracto te minara no ulti-
mo dejunh vindouro.osqu quizerem fazer
dito contracto sao convidados a compaiece-
rem naaala das sessrtes c un suas propostas
declarando o ultimo preco, e quem os Ma-
dores.
Salla dassessOesdo conselho da adminis
traca m Naval 98 de fevereiro de 1852 O se-
creta rio.ChrislovoSinl'ligo de Uliveirs,
U Arsenal de Guerra compra aznite de
carrapato, e de coco, velas de carnauba, fio
de algo i.i'', e pavius, quem os mesmoa gne-
ros quizer fnrnecer compaieca no dia 1. de
nari,o, prximo vindouro, trazendo sua pro-
posta. Arsenal de Guerra, 27 ae fevereiro
de (852
- De ordem do Ilion. Sr. inspector da tlie-
souraria de fazenda se faz publico, que os
exames a que se tem de proceder para preen-
chimento das vagas nella existentes e que
rstavao marcados para hoje, flcSo transferi-
dos para o da que nova mente se annunciar.
Secretaria da thezouraria de Pernambuco 28
de fevereiro de 1852. OofBcial maior inliri-
no, Emilio Xavier Sobreira de .Mili.
Faco saber a quem convier que fica de-
signado o dia 2 do marco, pdas 1 horas da
mmhaa para o concurso da cadoirade rlie-1
toiica e potica do collegio das arles; visto
lerdeado frustado o dia marcado anterior-
mente por falta de examinadorea. E paral
constar man le afiliar este nos lugares do
costume e publicar pela imprensa. Ulinda
27 de fevereiro dn 1852.Dr. Antonio Jos
coellm, director interino.
Brevemente so h3o de nfflxar edilaes do
concurso s freguezias vagas desta Diocese.
Pa ir Francisco Jos la varos da Gama.
-- Para conliecimemo de todos a quem
Oompostos nos idiomas porluguezes, france-
zes, inglezes fl Hespaohoes, e mnila mobilia
como sejSo eadeiras de Jacaranda, mezas de
piuho para escriptorlo, o um armaro,um ri-
co espelho con trem de Jacaranda, e oulros
milito objeclos : inclusive roupa e ciliado
usado. Segunda feir, 1. de marco no t. an-
dar da casa n. 30, ra da Cruz.
O eorietor Miguel Carneiro, fari leilBo
nodia gegunda-feira, I. de margo as 10 ho-
ra da manilla no seu armazein na ruado
Trapiclio'B 18.de muitos trastes novse
uzados,Joo*a,-vidro9, candieims, espelhos,
kquadros%9f]}>estanipas, espingardas, pisto-
las inglezase oulros mullos objeclos que se-
rio enlrVf'M* por uualquer prego. F. io meio
da iii popo iia a leilo urna porcSo de cha-
rutos da Bilis, gairafes rom savadinha.cor-
uro para relogio, um csbriolel
i, un carro de quatro rodas, com
I pesabas, pede an lar c ii um
os,o um cavaflo de cirros com
T1SOS
-
diversos.
o djs carnes verdes,
feira, 1. de marco, em dian-
lo as carn-s verdes, pelo prego
conforts* a convenci com o
Con
De
le,se ve
do 2,400
Exm.gove
Contracto das carnes verdes.
Previne-sl ao puhlieo, que o assousue
grande do bairro de S. Jos, se collocou no
vaments na p leo da Penha, em um do9
iiiiarleirdeBa ribeira, propriamente reedi-
ficado -para V-se lim.
.Nodia'87da fevoreiro, au'entou-se da
casa de sen senhor o cabrinlis Miguel do 14
anuos, levoi) caiga de algodo de listra, ca-
misa de algodao branco, e chapeo de palha;
lem o cabello corlado de pouco e aparado a
n i v, lli ',e um pequeo sigual comprido, eom
falla .de cabello do lado do racnago: este
1 fui escravo do Sr. Jos Itaymundo
Sobral, e vendido ne-la em 3 do
pelo Sr. Dr. Jos Antonio de Figuei-
redo ; iBga-ee portanto aos Srs. olliciaes de
marinhff brasileira nao o reccliam a bordo
dos navios de seu commando; e as a'uiori-
lades policiaes e capitiles de campo a apre-
hensfo, e ltwa-lo no prinviro armazem do
hecco Jo Gnu gal ves no Itecife, ou ao com-
man iniit" da fortaleza do llrum que seiSo
generosamente recompensados.
-Precisa-sede urna urna capase que spji j
do idade, para servir do portas a enli o em
urna casa de pouca familia : quem pretender
dirija-se a ra da Sania Gruz n 22.
Fernando Jos da Rocha Pinlo, exporta
para o Rio de Janeiro os seus eacravos se-
guintes : Gongallo, Joanna, Bertuleza e Ma-
riana, to los creuulos.
Rnga-se ao Sr. BrandSo, solicitador Je
causas no termo da Olinda, que appareca
na travesa do Azeile de Peixe, casa n. 19,
par negocio do seu interesse.
Vende-se um bonito piano por prego
Arrenda-se um sillo nos Aflictos, co
opilas casa, oocheira, casa para pretos, hW
tantea fructeiraa, balxa para cipim, que sdi-
teuta annual 9 cavallos : quem o pretender,
dirija-se a ra Velha n. 65, para tratar re-
peito ao arrendamento.
A pesxoa a quem) o Sr. professor Silv>,-
procurou nn dia 26 do corrente, j se soba
nesta cidade.
-- SebastiaoJoada Barros Bajyjalo. em*
barca para o Rio de Janeiro, o sMicravo,
de nome l.niirengo. ,
Offerece-se urna mulher para atBCTO
casa, a qual sabe fazer tolo oservicodopoT-
tis a dentro : n ra da Ponte Velha n 8.
-- Itoga-se aoSr. que se chama Jos Fran-
cisco da Silva queira comparecer na ruada
Cruz n. 68, armasom do louca e vidros, de
queoseu nome he Igual ao cima menciona-
do, rogo-lhe este favor por que foi tirada do
correio urna carta vinda ltimamente do Sul
pelo Taviot n. 219, asslm queira compare-
cer para o que for mais moderno mudarseu
noaie. Jos Francisco da Silva.
Engeoho perto da praca
Arrenda-se, ou vende-se um engenho
moente o corrente, muito perlo da praga
quem o quiser annoncio para ser procurado
Ib Claudio Tresse fabricante
rg3o e realejo, na ra das
esn. ir;,
respeltavel publico, que concerta
realejos por marcas modernas deste
certa pianoos, saraflnss, cachas do
cofdos, e qualquer instrumento
Bambem faz obras novas, e tem
r realejos e um orgfio de liom ta-
is vozaaem conta,recebe em tro-
entos ufados, na mesma casa ali-
jos em casas particulares,
seo Jos Alves GuimarSes val a
-- Precisa-se de um bom arhasador, pa-
ga-se bem : na rus Imperial n. 37, padaiia
defronte do chafaiiz.
Preciaa-se fallar a negocio de interes-
se, com os berdeiros de Francisco Corris
de Quadros, natural da ilha Graciosa, e que
fui feitor da Mina do Ouro, fallecido nesta
cidade, segundo consta, hgannos: s qual-
quer dos mesmos berdeiros, ou pesaos que
saiba, pede-se queira dirigir-so a casa n. 6,
defronte do Trapiche Novo, ou annuclar
sua morada para ser procurado. '
-- Aluga-se o sobrado do um an lar, na
ra Augusta n.94, que faz esquina para o
r*-lla un i
eMtil'inll.l
Jjoa S
nrrenle i
iiitercssar fago publicar as copias aaixOi
deste inscriptas. Capitana do porto da commodo, no sino grande do Sr. Herculauo
le fevereiro de 1852.-RO- nn Pncipio da ra da Soleda le, poitao en-
Ivilumnico, 23 de
drigo Tlieodoro de Freilas, capitSo do porto,
lilm. Sr.Tenho a satisfag3o de c mi mu -
nicar a V. S. para os lilis convenientes que
no dia 18 do corrente mez, principiou a ser
acceso o novo pharol de rotagSo collocalo
em cima da nova torre de ferro na barra
carnado ; ven le-se tambem um jogo de te-
peziannas: precisa-sena mesma Casa de um
homem queaaitia trabalhar de encliada.
-- OSr. I. F. P. E. C. queira vir pagar a
conta que assignou na luja de alfaiale aun-
de uilo ignora, sen3o satura seu nome todo
deala provincia, cujas dimensOes sao as e-|',ur c*';enso-
guintes : a torre he de figura pyramidal, de Aluga-se um sobrado de dous 1 lares
altura de 101 ps inglezes desJe o nivel do
terreno al a boira da cpula, e 104 cima
do nivel do mar, ficando assim ao centro das
luzes a altura de 99 ditos; na sua base tem
o dimetro do 15 ps, e no ultimo andar
sonde esta collocado o maquinismo do pha-
rol tem 7 ps e 9 polegailas; Tica a referida
torre cima da anliga Atalaya aonde exista
o velho pharol fixo 44 pe, demorando E.
desta na distancia de 277 ditos. Osobredilo
novo pharol faz a sua rotag3o completa em
3 minutos a presentan lo tres vistas de luz
mu claras, tros maisescuras,e tres eclipses.
Calcula-se que esle pharol ser visto com
lempo claro na distancia de 25 a 30 milhas.
o solilo, forrado de madeira e papel, sito n
ra Ja Cadeia do Becifo, n. 15 : quem Ihe
convier procure as chaves na mesini rua.ua
luja de Cambio do Sr. Silveira.
Precisa-se de urna ama escrava ou for-
ra, que saiba bem engommar, e se preste a
algum servigo nial de urna casa de familia;
assim como tambem d'uina boa lavadei a de
varella que lave com presteza : na ra do
llrum, no segundo andar do sbralo de 4
andares.
~ Desappareceu no dia 2* do corrente a
escrava creoula de nome Anua; representa
ler 26 annos pouco mais ou menos ; alia e
grossa do corpo,tendo urna queimadura as
costas ; levou vestido de chila rxa, e pan-
no da costa com llstras azues, levou mais
Cumpre-me mais participar a V. s. que os
signaes de chamar os navios para a barra,.
bem como todos os mais que at aquisefa- bandeija com limas e loalba: quemo
ziam ou sejam mister fazer-se, continuaran P8"" '> n *> Queimado n. 15, que
a ser feilos em cima da antiga Atalaya, a
qual val ser conservada para esloservigo.
Dos guarde a V. S. Capitana do portouo
Rio Grande do Sul, 24 de Janeiro de 1852.
Illm. Sr. capitilo ue mar e guerra Rodrigo
1 neo ion. de l'reitas, capilo do porto da
provincia de Pernambuco.Antonio Caeta-
no Ferraz, capillo do porto.
Conforme.0 secretmo, Thom Fernn-
des Madeira deCaslio.
sera bem recompensado.
-- Roga-se so Sr. Germano Francisco de
Oliveira, o especial favor de dar mais ul.,um
espectculo polo prego do de sabbado, a ver
se de urna vez farta aos meias caras etoli-
neirovine esto sempre promptos a rem su
thealro por lal preco : assim Ihe pede
OZ.
No dia 15 do corrente auseutou-se
urna escrava do nagSo Angola, de nome Ma-
IIEAL COMPANIIU DE PAQUETES INGLE- ria Anioma, reprsenla ter 45 annos pouoo
ZES A VAPOR.
No dia 1 para 2 de Margo es-
pera-se o vapor Tay commsii-
daute i.lm luan, nn i...io,..i e
ile. os da demora do costume
seguir para os po los lo Mil para passagem
dirija-se em casa da Agencia n. 42, Trapiche
Novo. _________________
Avisos martimos.
Para o Rio de Janeiro segu imprete-
rivelmente no dia 3 do corrente o brigue
LeSo, quem n'elle quiaer carregar eslavos
a fretn poisja se sena a bandado de carga:
va entender-te no escritorio deviuva i. u li-
no i i illm, i un da Cruz o. 66 ou com o ca-
pitSo abordo.
Para o Rio de Janeiro o bri-
gue nacional Itecife que peiteode
sair no dia 8 de marco por ter a
maior parte do carregamenlo
prompto ; quem no mesmo quiter
carregar ou embarcar escravos a
frete dirija se a ra do Collegio n.
17 segundo andar, ou ao capitam
Manuel Jos l'ubeiro.
Fara Lisboa.
Segu em poucos das o brigue portuguez
S. Domingos, por ler quasi complete o seu
canegameiito : ainda recebe carga e passa-
g'-irns : a tratar com o capillo MaiioelGon-
i nh es Vianna, ou com o'cousignalario Joa-
imu Ferreira Mendes Guimarfies : na ra da
Cruz n. 57, 2. andar.
Para a Bahia sai em poucos das a escu-
na Tentadora forrada e pregada de cobre
para o|reslo da carga trata-se com Novaes &
Companhia : na ra do Trapiche n. 34.
hata a cliogar do Rio de Janeiro, a bar-
ca poriugueza Mara Jos, de que be capillo
oJs i'erraira Lessa, be navio novo de pri-
mis ou menos, lem alguns cabellos biso-
cos na frente, lem a falla bstanle grossa, e
os olhos muilo pequeos, e aperlados, tem
urna brrruga no malo do lado dirello, he
doealalura regular, levou vestioo aaul de
ganga por liaixo e um outro de cinta roixo
com flores encarnadas o verdes por cima,
esta esOrava foi ltimamente do Illm. Sr.
Francisco de Carvalho Paes de Andrade,
senhor do engenho do meio, quem a pegar
leve-a a ra Larga do Rozario n. 22 seguu-
do andar que sera gratifleado.
Precisa-se singar urna negra ain la de
mela ida le, para vender na nm fructas e
verduras, sendo de boa conduela e fiel, p 1-
ga-se bem e llie se da bom ralamente :
quem a tiver e quiser alugar dinja-se ao
primeiro sitio na estrada dos Aflelos ao
lado direito para tratar do ajuste.
J0S0 Fernandos Antonio, embarca-so pa-
ra a Baha tratar de seus negocios; levando
em sua companhia sua senhora Francisca
Mara da Conceigao, e seu manoManoel Fer-
nandas Antonio.
O abaixo sssignado, procurador geral
da ordem terceira de S. Francisco, avisa sos
loreiro.i da mesma ordem para que venham
satisfazer o que so schsin a dever, pois que
do contrario mandara procoder judicialmen-
te contra tn los os remissos, marcando-Ibes
o praso de 8 das.
Pedio J0S0 da Costa Ribeiro
A'vista do annuncio publicado 00 Dia-
rio de 28 de fevereiro, em que se diz que o
Sr. Franciaco Machadu Freir, pharmaceuti-
co em Goianna nada deve, declaro que he
devedor ao abaixo assignado por nina letra
vencida e protesta 1,1 em 16 de dezeaibro de
IHjO, de rs. 1:672,350 e seu premio at final
enibolgo. Vicente Jos de Brito.
Olio Stuhlmann, subdito AllemSo, faz
urna viagem a Baha.
Precisa-se alugar urna escrava, para
todooservico de una casa de pequea fa-
- na ra Dirolta n. 31, botica.
milla

BOWMAN 4 MC. CALLDM, enjenhci-
ros niachinislas e fundidores de ferro, mu
respeitosamente annunciam aos atrthores
proprietarios do engenhos, fazenderos, e
ao respeitavel publico, queoseu estabele-
cimento de ferro movido por machiaja de
vapor, na na do Brum, pasajaorto o chafa-
riz, contina em elTeclivo exurcicio, ese
aclis completamente montado com appa-
relhos ds primeira qnalidade para a per-
felta confecgaodas maiores pegas de mar
chinismo.
Habilitados para emprohender quaes-
quer obras da sua arte, Bowman & Me.
Callum, desejsm mais particularmente
chamar a attenglo publica para as se-
guintes, por terem dellas grande sorli-
mento j promptas, em deposito na mesma
fuudig.io, as quaes construidas em sua fa-
brica pdem competir com as fabricadas
em paiz estrangeiro tanto em prego
como em qualidadeda materiaes primas e
mlod'obra, a saber:
Machinas de vapor da melhor cons-
trucgSo.
Moendss de ckona para engenhos de
todos os tsmanhos movidas a vapor por
agos, ou animaes.
Rodas d'agoa moinlios de vento e
serras
Manejos independentes para cavallos.
Rodas dentadas.
Aguilhes, bronzes e chumaceiras.
CavilhOes eparafusos de todos os ta-
maitos.
Tanas, pares, crivosebocess do for-
nalha.
Moinhos de mandioca, movidos a mo
ou por-animaes, c prensas para a dita.
Chapas de foglo e frnos de farinha.
Canos de ferro torneiras de forro e
de bronze.
Bombas para cacimba e de repuebo ,
movidas a mo, poranimaesou vento.
Guindastes, guinchos e macacos.
Prensas hydraulicas e de parafuso.
Ferragens para navios, carros e obras
publicas. __
Columnas, vareiidas,-g"?l,des e portOes
Prensas de copiar cartas e sellar.
Camas, carros do mo e arados de fer-
ros, etc etc.
Alm da superioridade das suss obras, j
geralmonte reconhecida Bowman & Me
Callum garantem a mais exacta cortformi-
dade com os moldes e dezeohos remeltidos
pelos seuii.....s que se dignarem de fazer-
Ihes encommendas, aproveitando a occa-
M.i'i para agradecerem aos seus numero-
sos amigos e freguezes a preferencia com
que teem sido pop elles honrados, e asse-
guram-lhes que nlo pouparlo esfbrgos e
diligencias para coutiuuarom a merecer a
sua conli inca.
A lirma de Jos Burle & Companhia, fi-
111 liso 1 no dia 2 de Janeiro do correi.toanno,
e dessa dacta em diante licou perlencendo a
padaria a Claudio Dubeux.
-- Nodia 24 do corrente fugio do engenho
Caiar, para osla praga o escravo Domingos
perlencenle a Luiz Francisco de Barros Re-
g. Estitura regular, grosso do corpo, mu-
lato Claro,ropresenta24 annosde idade/quera
o pegar leve-o a ra da Cruz n. 46, 1. andar
que ser gratilicado.
Prevuie-se ao respeilavel publico, quo o
farmacutico Francisco Machado Freir, mo-
rador na cidade de Goianna a iiinguein he
devedor de quantia alguma,como he publi-
co e notorio por lodos os murado es da mes-
pretenda apre-
r levando em sua companhia, sua mu- vjveiro do Muniz, com muilo bonscommo-
hr francelina Leopoldina das VirgensCui-1 do, mesmo para grande familia, leudo 2
marina.
"Qflerece-so para ama de casa de home m
solteo, 011 mesmo de familia, urna pessoa
quesesugeill a lodo servigo de urna casa,
excepb> comprar na ra : na ra da Calcada
ao sabir no largo do Forte das Cinco Pon-
tas n.%7.
-- precisa-se de urna ama parda, livre ,
que tonlia bom leite, para criar um menino
de 3 rae/es de nascido: na ra larga do Ro-
zario, padaria n. 18.
Ramos & Companhia, embarca para a
corte do Rio de Janeiro, os seus escravos
Jacob, pardo, de 24 annos de Idade; Anto-
nio, de Angola, de 39 annos de idade ; Jos,
de Angola, de 38 annos de idade.
- Arrenda-se a propriedade de Santa An-
ua, com m 1I11.1 10, s.'iiz.illa para escravos,es-
tribara, urna excelllnte olaria, baixa para
capira, plantagSo decanna, e um bom sitio
coqt muitos arvoredos ; arrenda-se pelo
tumbo que se convenc.unar : no Forte do
Mallos, a til T iioni seu proprietario Jos
Francisco Uelem.
- Ba ra do Livramento, sobrado n. 10,
se dir quem da dlnheiro a premio.
' Hoga-se a pessoa que na
sexta feira da semana prxima pas-
sada, appareceu na fabrica de li-
do aterro da Boa Vista, in
ndo se alli be que tiuham an-
nunCiado terem um negro fugido ,
e qite ficou de vollar, ter a bonda-
de deappaiecer no sobrado por ci-
ma da mesma, que se Ihe deseja
fallar respeitb ao mesmo negro.
(LCnlt^nifta
Na Ra do Aragao, n. i2, se-
gundo andar, copiarse com pe le
eao i|ii ilijiier papel em muito boa
eltra e porpre?o commodo.
Tinturara franceza, no aterro da
Boa Vista n. 17
Tinge-se tods e qualquer fazenda de lia,
algodlo, seda liulio, lauto em obras como
em pegas e com muilo asseio ; assim como
se alimpam casacas e outra qualquer riia
da pao, que liver no loas, pondo-se como
novas e por prrgos couimodos.'
t.' ,1,mil in ti is Damas.
Sahio luz o segundo numero deste pe-
ridico, com 24 paginas de impresslfo, con-
tando na paite instructiva um dialogo sobre
a creaglo do mundo.1 caita sobres physica,
umariigo sobre o desejn de agradar, outro
sobre a familia, oulro subre a 111 i 1 ue l'aini-
e varias mximas e pens-mentos ; a
h
parte recreativa conlem Ires poesas, um
dramazinho, e um conlo paia meuinos. \-
companha este numero um lindo figurinu
representando as ultimas modas dn Pars.
Asassignaturas conliniiam a receber-se na
prag da Independencia, lojan.6e8, ara.
zlo de 2,000 rs. por trimestre, ou serie de
6 numerus.
VOou da ra do Sol, em direeglo das
Flores, um papagaio bonito e falla lu: quem
11 tiver pegadu, ou delle tiver noticias, po-
der dingir-se ao sobrado n. 22, segundo
andar, sito na dila iua do Sol, que ser ge-
nerosamente recompensado.
OSr.Bernardo de Albuquer-
que Fernandes Gama, queira man-
dar pagara subscricSo deste Diario.
-- C. Belenot, e J. J. Wejleunun vio faZer
urna viagem a Europa.
Na ra do Hospicio n. 52, precisa-9e de
urna ama de leite.
Na ra do Hospicio n. 52, precisa-se de
urna ama que engomle com perfeiglo : pa-
ga-se bem.
- Precisa se de urna ama, que (eolia bom
ote, para criar um menino de 8 dias de
nasciio, forra, ou captiva : no aterro da
boa Vista, luja de calgado 0. 58.
Precisa-sede urna ama forra, para lodo
o servigo de casa de pouca familia : na pra-
ga da Independencia n. 38, sa dir quem
pretende.
No pateo da ribeira de S. Jos n. 15,
lava-see engomma-se com perfeiglo e ac-
01)10. .
I'recisa-se de urna ama, para o servigo
interno de urna casa de pequea familia :
quem se achar oas circumslaucias, dinji-
se a ra das Trincheiras, sobrado de 2 an-
dares u. 42.
O c)rurgi8o Bernardo Pereira do Carmo
faz sciente as pessoas que a lempos Ihe fa-
laram e mesmos quem convier e quizer.pa-
salas, 4 un irlos, cozinht fra e por mdico
prego o aluguel : quem o pretender, diri-
ja-se a venda por baixo do mesmo, que acha-
ra rom quem tratar
~ Jos Francisco de Lims, vai a Por-
tugal.
> Paulo i- iiini\. lentlsta
fia mi'/.. oll'i 11 -re -1 11 prest- aj
* nm ao publico para todos os &
misteres sua proflssao : .
pode ser procurado a qual- ?
quer hora e m sua casa, na
1 un lamn ,lui!ii/iiiio. n. 30, 9
9 ses;uiido andar. %
m9t?*m*m9i9999'*&3&9
-- Precisa-se deserventes para um muio
direita da ponte do Chora Menino, e Pa-
gan.-se a 640 rs., sendo livrea e leslros.
Aluga-se o segundo andar e solio, do
sobrado ila ra doJardim n. 71, combas
laules commodos e muito fresco: a tratar
no pateo do Carmo n. 9, primeiro lindar
Rodolfo Jlo Barata de Almelda, mu-
dousua residencia para o pateo do Colla,
gio, sobrado n. 37, primeiro andar.
AOSDENTES.
-- i. A. S. Jane dentista, tem a honra de
avisar ao respeitavel publico, que se acha
rezi lindo na ra Nova n. 19 primeiro an-
dar, sonde estar sempre prompto a qual-
quer chamado, desde as 9 horas da mnnli la
ale as 4 da tarde; o anuuncianle encherla
de um a lodos o denles, que por isso tem
um connlel sortimento de denles arlifi-
ciaes, incurrutiveis e de po>celaiia,mui de-
licados e do ultimo gosto ; etoJo9 os mais
accessonos tendentes a sua profigo, asse-
verando a to las as pessoas que se quizerem
utilizar do seu prestimo que nao exige pa-
ga alguma, nflo ficando os denles bem pos-
tos que nao se possa doferengar dos proprios
naturaes, e podendo-se masligar com os
mesmos to la 3 qualquer comida snm sentir
a menor dor nem ter receio de os quebrar,
tambem chumbaos degles naturaes Tura-
dos da caria com ouro, prata e metal bran-
co, prevenindo as-im s conllnuscfloda ca-
ria, dores e mesmo evitando por isso a for-
ma de passar a caria dos denles turados para
os oulros s8os ; tambem tira pedras ou ca-
rias dos denles em geral, que tanto os dam-
nefica e coopera para omaoaliloda bneca,
nao sondo tirado : oannunciantea 10 an-
uos que exerce a sua profisgo tiesta cida-
de, u os muitos exemplos que lem da io
nesse longo lempo, sera quanlu basta- para
se garantir.
Compras.
Compra-se urna escrava do bonita figu-
ra, que lenli.i liiui leite : na ru# da Praia n.
9, armazm de carne secca.
~ Compia-se um cofre do ferro batido,
preferindo-so de armario : na ra do Azei-
le do l'eixe n. 19.
Lompram-se escravos creou-
los de ambos os sexos: na na Ui-
reita n 3.
Compra-se umi preti de
mcii idade, que nao Icnlia vicios,
que sejael e sailn ven ler na ra:
a tratir no Hospicio, sitio da se-
nbora Viuva Cunba.
-- Compra-sa urna grammalicada lingos
nacional, adoptada no lycuu : na ra Nova,
casa n. 50, segundo andar.
Compra-se o 6. lomo da Collecgo de
Receitas, do Joto Baplista Lucio: na ra do
Rangel n. 42.
fF* Compram-so escravos de ambos o
sexos, com habilidades, ou s mi ellas, para
fra e dentro da provincia, paga-so multo
bem, ten lo bonitas llguras : na ra das La-
rsngeirasn. 14, seguudu andar.
Compram-se, para urna encommenda
do Rio de Janeiro, _' e-rr vi- creoulas, ou
pardas, de 12 a 20 anuos, e 1 moleque da 14
a 18 annos : na ra Nova n. 16.
Vendas.
mi cidade ; a quando esse Sr
sentar dividas,como nos consta, por is-o quo
est a dar heos a parlilha por haver falleci-
do sua mullior, lie contrahidas por meios
fraudulentos e pelo que protesta-se contra
ellas.
Hilaria Vieira Pinto Neves faz scie,nte
que nao tem mandado comprar nada liado
por seus escravos, e de novo toma a dizer
que se nao resuonsabilisa por nala que ti-
les comprem ti 'do em seu nome.
0 eseravo Manoel porteronte casi do
f.llecido Antonio de Oliveira Lojes, na pro- ra por meio de um ajuste razoavel, otratar
vmcia do Piauhy, eque ha tres annos lem animalmente das molestias que possam ap
estado em poder de A. Cona de Castro, parecer, que lenham a Dondade de virem a
rendeiro do engenno Terra Preta, acna-se casa de sua residencia na ruado Rozarlo
presentemente no do abaixo assignado.larga n.SO.para os poderlingaromn.de seus
Quem sejulgar com dirello so mesmo ap- clientes.
pareg para, por si ou sou procurador Ira-1 Arrenda-se um engenho distante desta
lar da venda do dito escravo; pela foga do praga 9 legois, cOm muitas bis torras de-
qual, ou por qualquer eventualidad que planlagfles, e cercados, muente e coreute,
Ihe sobre-vrnha, deixa de responsabilizar- vende-se na mes.na occisiilo em que se li-
se o dito annuiiciante. Engouho Malary, zer o arrendamento, alguna escravos, safra
15 de fevereiro de 1852. Fortunato Filadel- criada, bolada muito boa, carros etc. e lo-
pho Pessoa de Albuquerque. ou" us "'' ulencilios inherentes, e necossa- .'
-- Precisa-se do um bom cozinheiro, no nos para acontmuagao do mesmo estabe-
so ollia a ordenado, assim agrade, para bor- lecimenlo : a tratar no primeiro andar do
do de um navio; assim cosi precisa-se de alterro da Boi-Visla n.43.
um criado: a tratar na rui Nova n. 35. Alinalo.
Perd. 1 Nova fabrica de chapeos de Sol no atierro
Perdeu-se 96,000 is. em sedulas, sendo 9 da Bna-Vuta n. 22, acna-se um grande
de 10 mil ra., e 6 miudas, embrulhaitas em sortimento de chapeos de Sol muita
urna caita aberta de Jnaquim AlTongo Ferrei- em couta, tanto para homem,como para se-
ra deyle a ponte de Ucna, passagem, reme- nhora, como leja de seda ou de panninho, e
dios, affogados, at Tigipi : quem achou, e grande sortimento de pegas de seda ede pa-
quizer entregar o pode lazar ao mesmo Fer- panoinho para cubrir os chapeos de Sol ja
reir ou a Guilnerme Sette, quesera bem usado.tambem concerta os ditlos peol prego
recomnensado. mas commodo do qe em outra qualquer
~ OfTerece-se urna ama para casa de no- e parte com loda 1 romptidao,
mem solteiro, ou de pouca ramilla sabe per- -- Na ra do Aragao n. 32, deseja-se fal-
feitamenle de todo servigo de urna casa quem lar com os senhures Jollo Tnomaz Pereira,
a prelander dirija-se a ra das Larangeiras Francisco Jo.- da Co-ta Giiimaiges Jos
. i7a> Antonio da Oliveira, Luiz de Moura Accioly,
-- No dia 4 de margo ir a praga 1 porta do Antonio Pereira Diniz, Jos dos Reis Gomes-,
Sr. I)' juiz do orlaos o predio da ra Real n. Jos Antonio de Oliveira, Jo.lo Francisco
33, avaliado por cent 1 evinte mil rs, porten- Muniz, Manoel Pereira GuimarSes, e Flan-
een te aos herleiros do padre Jos Con- cisco Anluues de Oliveira, a negocio do seus
Calves. iuleresses.
Oabaixo assignado d"ixa de sercaixei- Gouveia & Leite, embrcate para o Rio
ni iln Sr. Feliciano Jos Gomes, e agradece de Janeiro, a sua eacrava muala, de nome
ao mesmo Sr. e a sua Sra. o bom tartainento, Funciaca.
durante o tompo que foi seu caixeiro. 'use Baplista da Fonseca Jnior, em-
DomingosJos Fsleves. barca para o Rio de Janeiro, os seus escra-
Preciss-se de um caixeiro que tei.ha vos Migu I, Cyorianna e Innocencio.
pratica de vonda e tenha mais ou menos fun-, -- Raulino Jos de Arrud, embarca pin
Precisa-se de urna ama de leite: ni rui jilos para entrar de socledide em urna bem o Rio de Janeiro, o seu escravo, de nome
diPriian.49. jifreguezadi; ni ruado-Araguo u.8. Pedro.
Lotera do Rio de Janeiro.
Aos 20:000,000 de rs.
Na loj.i de mindezas da praca d
Independencia n 4) vendem-se bi
Ihetes inteiriis, meios, quartos, oi
tavos e vigsimos, a beneficio da
si. lotera do tbeatro de S. Pe-
dro de Alcntara que corren a
16 de fevereiro, e vem a lista no
primeiro vapor. Na mesma loja
tambem tem a venda bilbetes in-
teiros, meios, quartos, oituvos e
vigsimos, a beneficio de nm hos-
pital as Agoas Virtuo-as da ('am-
an bu no lio de Janeiro.
Lotera de N. S. do Livramento.
Aos 5:ooo,ooo ders.
Na loja de miudezas da praca
da Independencia n. l\, ven lem-
se bilbetes inleiros, meios, quar-
tos, decimos e vigsimos, a bene-
ficio da lotera de N. S. do Livra-
mento que corre impretervel-
inenre no dia ia do corrente.
Itillieles inteiros 10,000
Meios 5,ooo
Quartos a,600
Decimos 1,100
Vigsimos' 600
Jos Luiz Pereira, vende a
sua loja de ferragem da ra Nova
nu ero iG, a praso con firmas a
contento, e em qu mo nao effec-
luar, vender qualquer jiureao de
ferragens, 011 miudezas, pelo cusi
e com algum prejuizo aquellas
que o merecerem adverte a seus
ileveores de mais de 1 anno, que
o preso de espera acabou no dia 20
lo prximo pausado.
Tlxus para engenhos.
Na fuiilicao de ferro de Bow-
man & Me. Callum na na do
Brum, passando ochafariz, conti-
na a haver um completo sorti-
mento de taixas de ferro fundido e
batido, de 3 a 8 palmos de bocea ,
as quaes acham-se a venda por
preco commodo e com prompti-
dao, embarcam-se, ou carregam-
se em carros, sem despezas ao com-
prador.
PECHINCHA.
Quem deixar de comprar far-
dos de albos, com cem resteas, pe-
lo diminuto preco de 5oo rs. o far-
do : na ra da Cadeia de S. An-
tonio, armazem de tijoos n. 17.
Lotera do Mi de Janeiro.
aos 30:000,000 k 10:000,000 de rs.
O caulelista Salustiano de Aqui-
no Ferreira avisa ao resp-itavel
publico, que a lotera a beneficio de
um hospital as Agoas Virtuosas
da Cumpanha, corren em 37 de
fevereiro deste anno, eos bilbetes
e cautelas da mesma lotera eslo
smente a venda, na praca da In-
dependencia n. i3 e id loja de
calcado do Arantes, e na ra da
Cadeia do Recite n. 46 loja de-
11.unir/. ..s de Jos Fortunato dos
Santos Porto, e s3o pagos sem des-
cont algum todos e quaesquer
premios que sabirem nos bilbetes
e cautelas, vendidos as tojas aci-
mi mencionadas logo que che-
guem ns listas.
Bilbetes 33,000
Meios 11,00o
Quartos 5,5oo
Oitavos 3,800
Vigsimos i,3oo
Veuilem-se charutos da Rabia dai mo-
Ihores marcas em casi dd Kalkmm IrinSos :
ra da Ciuz n. 10.
- Vende-se'um excnllenle terreno para se
edificar urna gran lo casa,nao he foreiro, em
boa ra ; graude porfi de pedras, soleiraa,
e ululen m ni rui do Rangel o. 47, primei-
ro andar.
Com dinheiro a visla.
Quem quizer pouoar venha vera comprar,
pois o ganho fica oas mlos dos comprado-
res e sempre licito logrados e mal servidos
aeus amos o senhores, no alterro da Roa Vis-
ta n 43, deposito de assucar vende-se o se-
Kuinte, assim como na ra da Aurora n. :i.',
venda nova pintada de azul; manleiga m:. I -
za da mellior 610 loo is., dita franco/a a 560
rs., cha 2,000 rs., dito prelo 1,9:10 ri a libra
tem 3 em tu ulhos chine-es < 1.1 um a 610 rs.
assu lar refinado fino 100 e SO rs. velas de|eg-
peru acete a 610 is., dilas de carnauba a 280
rs. cal a lio i -.In' i illm do maranho a 80 rs.
dita de araruta a 120 rs sevadinha a 160 rs.
levada a 100 rs arros a 80 rs., bulaxmha
fngleza das grandes a 210 rs., iluta pequea
a 2n0 rs Hivilhas a 100 rs. .salio amarelo
a 120 rs., esla bem secco; dillo branca a 240
rs. passas i 280 rs toucinho a 160 rs., azeite
doce a gariafa a 480 rs., azeilouas a 210 rs.,
pois de tudo se da amostra.
Couro de lustro patente.
-- Vende-so no aterro da Roa-Vista, loja
do calcedos n. 58, junto ao seleirg, superior
couro de lustro sem defeiioa 2,560 rs. a pele;
aproveilem uue esl so ac< bando.
Cortes de tapetes para sapalos.
V'endem-se suieriores cortes de tapetes
para sapalos a 4S0 rs. ; assim como sapatos
j promptos para homem, ditos de lustro
psia meninas de 4 a 12 annos, sapatOesdo
Aracaly a 800 rs. o par : no aterro da Boa-
Vista, loja de calcados.junto ao seleiro n. 58.
Vendo-se 7 escravos, sondo 2 da servi-
qo de campo, 1 escrava.quo engqmma eco-
sinha, de i.lade de 22 anuos, de bonita figu-
ra ; 2 ditas de lodo o servico ; I muleque de
idade de 16 innos;' esenva de meia idade :
na ra Diretla n.3.
A o barato.
A venda nova da estrella, ni praca da Bol
Vista n. 5, est vendando mais barato do que
as outras partes, vinhoa!60, 200, 240 e
280 rs. a garrofa, queijoa do reino a 800 a
1,280 rs '-lia a 1,800 e 2,000 rs, a libra, fa-
rinha do maranho a 120 o 160 rs. a libra,
dita de araruta a 160 rs. a libra, toucinho do
reino a 100 e 200 rs. a libra, manleiga fran-
ceza l 520 rs., dita iogleza 720 rs. a libra,
bolicbinha ingleza a 200 rs., dita a 160 rs.
a libra : assim como gingibirra feita com
todo o asseio possivel, o resto s I vista do
comprador.
Vende-se, em casa de Kalk-
mann limaos, um lindo sortimen-
to de obras de ouro, chegadas, ha
poneos dias, como sejam : ade-
remos, pulceiras, alfinetcs, volt is,
brincos, aunis, ro rentes para re-
luju, bi inquinaos para enancas de
coral, chaves para relojo e me-
dalhde.s.
l.iivns de pelica.
Ven lem-se luvas de pelma de cores, Dlo
diminuto preco de 800 rs. o par: na loja do
miude'as da ra do Collegio n. l.
Vendem-so 2 casinhas meia agoas, no
lim da ra Augusta : a tratar na casa n. 33 ,
da mesma ra.
Vende-se um palinquim de rebuco ,
em bom estado : no aterro da Boa Vista ,
n.38.
Regulamentos sobre o uso ,
preparo e venda do papel sellado,
com as suas competentes tabellas,
a 5oo rs. o exemplar : vende-se
no pateo do Collegio, loja do livro
azul.
Vende-se um civallo ruco e com toloi
os indires : ni cochain di rui di Flo-
rentini-
l'eijao mulatinho,
em siccas muilo grandes e da melharqus- ,
lidade possivel ; saccas com gomma ; ditas
com familia ; carnauba de primeira sorte;
esleirs novas; lavaiinlos; losillas superio-
res; velas de carnauba a 8,000 rs..I arroba ,
n .ii as superiores 110,000 rs.: na rui da
Cruz do Itecife n. 34.
Vende se urna mulata de20 innos, el
moleque de 17 a 18 annos, creouloa, chegi-
dos ltimamente do Aracaly: na ra do Vi-
Vidros perr espelhos.
Vondem-se vidros para espelhos de lodos gario o. 13, terceiro andar
os tamaitos gor presos muito em conta en -- Vendem-se caixas para rap, viudas do
casa de Ka liman lrmaos ra da Cruz n. 10. Ancity : ni ra di Senzilli Velha n. 50.
-
MUTILADO
i.
*



7 T
T
AGENCIA
da fundido Low-Moor.
RA DA SENZAI.LA NOVA N. 42.
Neste estabeleeimento conti-
na a ha ver um completo sorti-
mento de moendas o meias moen-
das para engenho, machinas de
vapor, e taixas de ferro batido e
coado, de todos os tamanhos, pa-
ra dito.
Antigo deposito de cal
virgem.
Na ra do Trapiche, n. f'7, ha
muito superior cal nova em pedra,
chegada ltimamente de Lisboa:
tambem se vende potassa da Rus
sia, nova e de superior qualidade.
Deposito la fabrica le Todos os
Santos na Baha.
Vende-se, em casa deN. O. Bieber&C.,
na ra da Cruz n. algodao tramado da-
quellarabrica, muito propno para saceos de
asacar eroupa Jo esclavos, por prego com-
modo.
Vendem-se relogios de ou-
ro eprata, patente inglez : na ra
da Senzalla Nova n. \i.
(Jasa de commissao de escravos.
Vendem-se escravos e recebem-
se de commissao, tanto para a pro-
vincia como para lora della, para
o que se offcrece militas garanta*!
a seus donos : na ra da Cacimba
n. 11, primeiro andar.
* Farinha fontana,
chegada ltimamente: em casa de J. J. Tas-
so Jnior, na ra do Amorim n. 35.
Agencia de Edwin Maw.
Na ra <1e Apollo n. 6, arinazem de Me. Cal-
niontSi Companbia, acha-se conitantemente
bous aorllraenlos de taina de ferro coado e
batido, tanto raaa como funda*, moendas ln-
elras todas de ferro para anima, agoa tic ,'
ditas para armar em madeira de todos os ta-
manhos e rasdellos o mais moderno, machina
liotisinii.il para vapor, com torca de 4caval-l
loa, cou'coa, passadeiras de ferro cstanhado
para casa de pulgar, por inenoa preco que os'
de cobre, escovens para navios, ferro inglez
tanto em barras como em arcos folhas, e ludo
por barato preco.
Deposito de cal e potassa.
No armazn da ra. da Cadeia
do Hecife n. \i, ha muito supe-
rior cal de Lisboa, em pedra, as-
sim como potassa chegada ultima-
mente, a preros-inuito rasoaveis.
Farinha de mandioca.
Vendn-se saccas com superior farinha
de mandioca a presos rasoaveis : a tratar
com J. J. Tasso Jnior ra do Amoiim
n. 35.
Deposito de cal virgem.
Cunha & Amorim, na ra da Cadeia do
Recite, n. 50, vende-se barris com supe-
rior cal cm pedra, chegada pelo ultimo
navio de Lisboa, por menos preso do que
i'in outra qualquer parle.
No escriplorio de Manoel Joaquim Ra-
mos e Silva, na ra da Cadeia do Recife,
SQ.D-0
sao
5.ES
"S
- Q.5
a 5 c
*"*& cLo-ff
55 o -7
_ CT r. O i.
3 SBS5--E
-a- a o
2 3 re g g-a
2.0.--3 S
-o
e ?
o-5
O.
o a 2 S.O
981e81
s o jo
-o, oj g.,'
-3?:
O
e
H
so
>
2
O
Pl
r->
a
33
>
^S.'S. o)
flfs-isri
o. oo t; o
Jt 50.2J/
^
i
- -
o o
15
ll
F
fl
9
*1
O
3, r, >
t C ~_ C6 S a-J''
_."" JJn r> O
C- B 0> 3 *"
.
g.g3|
fffftl
es _. p.o o
a ti 3 *
c o r: M 3 "5
?it|s
elf' li
S. 5
^2.
-
o.
o' ff B ,."
B-S-22c
3
5 c o> o
-" i o.
=?S0g
igs-S.g'S.
i8'I
t f ft I
O.- a -i c
O -BS
pi
s
es
S9
o
-o
P)
c
o
C8
O
C
O
c
PJ
c
o J-sS
3
r S.
-. ..-^
o 6
D -
O
ii
o
II
H
I!
ss
8 3-
8 8
I3
B
O Q.
a a
M
O
H
i>
25
H
O
a
bd
S
o
=

M
H

s
a
O
sai
OS
g
C/:
"O
a

s
a
B
O
3
P1
O
T
r
C/3
O
(O
!Z
6*
c
n
o
se
-4
O
5
o
M
C/J
H
en
)>
2
S.
8'
O
H
0
H
H
Q

vende-se por prego commodo cal virgem
Lisboa chegada no ultimo navio, bezerro de
lustro, mercurio, linha de Roriz.relroz, fci-
chaduras do Potlo, pannos e casemias
de Ifla.
iJap Paulo Cordeiro.
recentemenle chegado do Rio de Janeiro,
vende-se na ra da Cadeia do Recite loja n.
50, de Cunha & Amorim.
No irmazem da ra da Mola n. 15,
vende-se cal de Li.'boa em pedra, a mais no-
va que ha no mercado, chegada no crrenle
mez, no brigue Laya ; assim como mercurio
doce em caixinhas de libra cada urna, ludo
por menos: prego do que em outra qualquer
larte.
j .Na loja do sobrado amarello, na ra f>
4 do Quoimado n. 29, vende-se um (.
( completo sorlimento de pannos pre-
9 tos linos e cores (Isas; casomira preta /
4 elstica superior de 9 a 14,000 rs. o tj
:<) cite decaiga; cortes de colete preto fr
$| de superior casemira bordados, ditos ?
t do dito de selim macio com lindos %t
t bordados; merino prelo uno do 2,500
( a 5,000 rs. o covado; chapeos pretos K
,4 francezes o mais superiores e mo- a)
4 demos que ha no mercado; chapeos >
4 de castor brancos ingle7es da ultima *
a> moda, eoulras muitas lazjndas linas 191
"" e prego de agradar ao comprador.
Em casa de J. Keller & (lom-
panhia, acha-se a venda vinagre
branco, superior de Nantes, em
barris de 36 medidas.
Vende-se champagne da marca amiga
e bem conhecida, Comet, em casa de Deatie
Yule rv t.nmpanliia : na ra da Cadeia.
Grandes pechinchas, na ra do
Creopo n. i4, loja de Jo Fran-
cisco Das, a i4\? rs. o corte! !
Riquissimos cortes de veslidos de finissi-
ma seda e delicados goslo, fazmiJa inleira-
mente moderna, pelo Daratissimo prego do
14.000 rs. o corle ; ditos de cambraia seda,
sendo o mais superior que lem apparecido
no mercado, pelo barato prego de 9,000 rs. o
corle; superiores veslidos do linissima cam-
braia e de edr, com riq'iissimos babados e
todos os seus perlences, sendo urna pega de
galoe outra de cordlo, que so d de gra-
tis a quem comprar os veslidos, pelo mui-
to barato prego de 6,000 rs. n corte ; ditos
de cambraia cem barra branca e de rr, fa-
zenda do ultimo goslo pelo baratissimo
prego de 5,500 rs. o corte ; di los de cassa
chita, com 6 112 varas a 2,000 rs. o corte ;
ditos mullo liuos, Calenda de muilo bom
goslo a 2,500 rs. o corlo ; chitas esbcelas
muito fixas e finas, cores de cafe e de vinho
a 200 rs. o covado; dilss Crancezas a 240 rs ;
ditas do 11ii mi o- escuros, faz, -n m du ulti-
mo goslo e novos padres a 200 rs. o cova-
do; riscadinhos muito filos a 100 rs. o co-
vado ; cassa chila muilo largas e decores
litas a 200 rs. o covado; elpak preta muilo
lina a 640 rs o covado ; merm pieto mui-
to lino a 1,800, 2,500, 2,800 e 3,200 rs. o co-
vado; superior aloa.lhado adamascado de
puro linho, com 8 palmos de largo, pelo ba-
ratissimo prego de 1,600 rs. a vara ; brim
trangado de puro linho, de diversas cores e
delicados goslos, polo barato prego de 1,200
rs. avara; riscado de linho, com 4 palmos
de largo a 200 rs. ocuvado; algodao azul
de 41 [2 palmus de largura, tazeu la muilo
propiia para idpa de escravos a 200 rs. o co-
vado ; assim como oulras muitas f.zendas ,
que se vender por prego mais commodo
do que em outra qualquer parte.
Principios geraes de economa pu-
He bom negocio.
l'ara liquidar .
Faz-se todo o negocio dinheiro.
Vendem-se por lodo o prego prsenlos
holiandezes, proprios para fiambre e tem-
pero : na ra da Cadeia do Recife, n. 23.
Vende-se superior farinha de mandioca
deS. M.iihi o-, por prego commoio, a bordo
Vende-se a dinheiro, OU a pra da escunt Mana Firmina, Tundeada defron-
a nilirn ,| |,i,,n j- r :nro le do caes do Collegio: trata-se a bordo, ou
a paaaria ao largo uas uinco n rut da Cruz n 33( com Luiz Jos de S
I'ontas, e tambem se aluga, nao se raujo.
podendo elTectuar a venda nestes' ,, ., Vende-se, _______
V I Alem de mullos e superiores gneros, ven-
das ; assim como se fornece as la-; ae.se igualmente oseguintes: caf do Rio,
rinhaspara trabalhar, olTerecendo, porgfio e a retalho, massas finas, con-
_ r servas, o excelleote doce de annanaz om
o comprador psra_ turto garantas : fr,scog de 6 |ibr>Si extrait d'absintho, vi-
nho do Kin'ii, ditos de Cherry, Porto Ma-
deira eMuscalel de Setubal, sardiuhas em
so
Ovas do sertao.
Vendem-se ovas dosertSo, muilo frescaos
e gordas, por prego commodo: na ra do
Queimado, loja h. 14.
iNovos cobertores de tapete a Cobertores de algodao
I,44ors. Superiores cobertores de algodSo de di-
ra ra do Crespo loja da esquina quel 8ren}e core, tecidos a dous flos, muito
volta para a cadeia; vendem-se cobertores: f ran,d.e'lem t<"JPP'": em urna casa de
de tapete, grandes e bonitos, pelo diminuto' '">'''. Pr servir para meza de engom-
prego de 1,440 rs.; em qualidade s3o os me- n"", *l'etmu e mesmo par. escra-
lbores que lem vindo no mercado, por jsm0 w ".Pe? diminuto prego de 1,410 M.: na
recommenda-se tos Srs. de engenho que'"
quizerem comprar da pichincha, nio se de-
a tratar com J. J. Tasso Jnior,
na ra do Amorim n. 35.
-- Vende-se um corro de qoatro rodas
muito lev e seguro, por muito pouco di-
nheiro : na praga da Boa Vista, cocheira
do frangois.
Vende-se um Torno para padaria, no
centro da cidsde, tendo lugar para morada
earmazem para lenha, com desembarque
na porta i o pretendeule anouncio sua mo-
rada.
Negocio vantsjoso.
Vende-se o hotel comniercii) sito na tub
da Cadeia n. |3, cornos utencihos que o
comprador auizer: a tratar no mesmo.
? >*<%>*> *?*<>***
? A HADOS AMERICANOS.
^ Vendem-se arados ame- <
ricinos, chegados dos Esta- j
>'" dos Unidos, pelo barato pre- ,>
W 90 de 40,000 rs. cada um: na *
J, ra do Trapiche n, 8. ^
Vende-se
Cha preto e verde, de superior
qualidade em caixas pequeas ;
Vedas de espermacete de superior
qualidade em ditas ditas,
Fio desapateiro, de diversas co-
res :
Tudo em conta, no armazn de
latas msiores e menores, riquissimas cai-
xinhas de todos os tamaitos com amen-
doas confeitadas, muito propriis para pre-
sente, presuntos americanos e inglczes para
Hambre, ditos do Porto e Lisboa, milho em
saccas, sebo do Porto em caixas de 1 arro-
ba, cha preto solt e em massinhos de 3 em
lihra, latas com muito fino biscoilo in-
gles) tudo isto vende-se por menos do que
em outra qualquer parte : na ra da Cadeia
do Recife, o. 23, araiaze.ii ,| -molhados.
SjiuIo de Santua
a
800 rs.
morem, porque ja ha poucos^pela estrag3o
que lem lido.
lio tao barato,
Que faz animar ;
Qucm vir a pechincha
Nao dcixar de comprar.
Na ra do Crespo loja da quina que vira
para a cadeia, vende-se panno fino preto, a
3,000, 3,500, 4,000 4,500, 5,000 e 5,500 rs.
o covado; dilo francez muito superior, a
6,000 rs. ; dito azul, a 2,600, 3,500, 4,000 o
5,000 rs. ; dito verde, a 2,800, 3,000 e 6,000
ra.; dito cor de rap, a 2,600 rs. ; casemi-
ra preta, a 4,800 6,000, 7,500 8,500 e 10.000
ra. o corte; sarja preta de seda muito su-
perior, a 2,500 rs. o covado; merino preto
?mito bom, a 2,800 e 3,200 rs. o covado cor-
tes de cassa chita muito bonitos, a 1,920
rs.'; e oulras muitas fazendas por prego
commodo.
Vende-se farinha fontana
muito superior e nova no merca-
do : a tratar com Manoel da Silva
Santos, na ra do Amorim n. 5c e
58, ou no armazem do Annes no
caes da alfandega.
Fructas novas.
Vendem-se na ra eatreita do Rosario n.
11,damascos em caixinhas de vidro.e caixi-
nhas de lamoras de ameixas.e bolacbinhas
de araruta ;e na mesma se dir quem vende
loo espanadores bem feitos.
Arados de ferro.
Na fundigo da Aurora, em S. Amaro,
vendem-se arados de ferro de diversos mo-
pelos.
ra do Crespo n. 6.
Para senhora
Vonde-se selim preto maceo de su- 9
perior qualidade para vestido de se- *
'!; nhora; um completo sorlimento de 9
sarja de seda hespanhola verdadeira; i!
M cortes de vestido de sarja preta lavra- &
,i da de lindos goslos; superior chama- w
s lote de seda pura; ricos veos prelos
< deseda, linno e retroz de Italia; um S
S grande sortimento de manteletes, ca- *j
[I potinhos pelos com lindos enfiles, i,
S sendo os mais modernos que ha no 9
S mercado; superiores meias prelas in- ;'
.'. glezas de peso, e oulras fazendas de m
* gosto o boa qualidado, e tudo por M
3 prego muito em conta : na ra do 9
Queimado, loja do sobrado amarello A
IJ n.29. ^^
Grande fabrica de chapeos de sol,
de J. Falque tua do Collgeio
n.4-
Neste novo estabeleeimento recebeu-se
um novo e lindo sorlimento de chapeos de
Sol dos ltimos goslos, tanto de seda como
depaninho para homens e senhoras, de ar-
magio de baleia e de asso que se vendem
por menos prego que em oulra qualquer par-
te; grande sorlimento de chamalole, sedas
o paninlios em pega de todas aa cores e qua-
lidades para as pessoas que quizerem man-
dar cobrirarmagOes servidas. Completo sor-
limento de balelas para vestidos espartilhos
para senhoras, fazem-se umbellas de igreja e
conceita-se qnalqucr qualidade de chapeos
de sol: lodos os objectos cima mencionados
se vor.dem em porgSo o a retalho, por prego
que agradara os Ireguezesa vista daquali-
daJe.
blica e industrial.
Vnnde-seeatecompendio.approvadopara Adamson Hoiwe & Comr/anhia.
as aulas de primeiras letras, a 480rs. : na j t i i
praga da Independencia, livraria n. 6e8. | na ra do lrapiclie, n. 4a.
Milho a a,5oo rs. a saeta.
No armazem de Diss Ferreira, no caes da
Alfandega.
I'otassa americana.
No antigo deposito da cadeia volita, n.
12 existe urna pequea porgSo de potassa
americana, chegada recentemente que por
superior rival isa, com a da Russia: vande-
se por prego razoavel
Vende-se urna mesa de amarello, com
7 palmos de comprimento e 4 de largura :
oa ra Bella a. 16.
. Vende-se ou arrenda-seo Engenho S.
Rita moente e corrente meia legoa distante
da villa do Iguarassu' com proporgOei para
safrcjar-.se, embarque junio ao engenho; ala-
gados, o oulras proporgOes : quem o preten-
der entenda-se com o proprietario no mesmo
engenho.
Vinho de Champagne,
e superior qualidade : vende-se no arma-
era Kalkinanit IrmSos Ra da Cruz, n. 10
Xarope do Bosque
O depozito do Xarope do Bos-
que, foi transferido da botica do
Sr. Jos Mara Goncalves Ramo* ,
para a do Sr. Bartholomeo Fran-
cisco de Souza, na ra larga do Ro-
zarlo n. 36. He falsificado o que
nao for vendido nesta casa; garra-
fas grandes a 5,5oo rs., e peque-
as a 3,ooo rs.
Moendas superiores.
Na fundigo de C. siarrn Companhia,
em S.-Amaro, acham-sea venda moendas
de canna, todas de ferro, de um modelo e
construcglo muilo superior
Na porta da Alfandeg e no
armazem do baraleiro Joaquim da
Silva Lopes, vende-se farinha fon-
tona SSSF e de Philadelphia, l-
timamente chegada.
Vende-se a historia do Sim3o de Nantua,
a 800 rs. : na livraria da praga da Indepen-
dencia n. 6e8.
Cemento novo a 7,000 rs.a barrica.
No armazem de Antonio Annes, no caos
da Allandega.
Farinha de mandioca a a,000
rs. a sacca.
No armazem de Dias Ferreira, defronledas
escadinhas da Alfandega,
ieite de carrapato da fabrica de
Araujo & Filho, no Fenedo.
Acaba de chegar maisdesle j conhociJo
azeite, o mais proprio e econmico, para
uso de candieiros de sala, tanto pela sua du-
ragSo, como limpeza, econtinuar a haver
sempre um depozito para supnmenlo regu-
lar dos freguezes : no armazem de J. J. Tas-
so Jnior : na ra do Amorim n. 35.
Vendem-se velas de espermacete, em
caixas,de superior qualidade : em casa de
J. Keller & Companbia: na ra da Cruz nu-
mero 55.
* Superior cha nacional
em caixinhas de 2 libras, e da melhor qua-
lidade ; vende-se por prego commodo, na
ra do Corpo-Santo n. 2, primeiro andar.
Deposito de panno d algodao da
febrica Todos as Santos da Ba-
nhia.
Yende-se por preco commodo
o bem conhecido panno de algo-
dao des'a fabrica ; em pessa, a
vontade do comprador.' no escrip-
torio de Novaes & Companhia, na
ra do Trapiche n. 34.
Gomma de engommar-
Vendem-se saccas grandes, com gomma
de engommar, muilo alva e por prego com-
modo : na ra do Queimado, loja n. 14.
Vende-se tiacalhso de tinas a 5,000 rs.
da melhor qualilade que lu de barris, que
se vendem a 10 n 11,000 rs. : no armazem
do S. Antonio Annes, no caes da Allandega.
Moinhos de vento
c.iin bombas de repuebo para regar hurlas
d baixasdecapim : vendem-sena fuodigSo
deBowmant Me. Callum, na ra do Brum
ns. 6. 8 e 10. -
Vende-se cera em velas ,
muito bom sorlimento, por preco
commodo : trata-se no escriptorio
de Novaes & Companhia n*rua
do Trapiche n. 34.
Vende-se barato para liquidar, urna par-
da clara, que sabe coser, engommar, cozi-
iih.ir, ho rendeira, trata de meninos e do
lineles, com lumia liiimaniilaiie, em li m he
urna perfbila ama do casa, nSo s pelas ha-
bilidades como pela exemplar conduela
que lem ; urna creuula de 13 annos, muito
bonita e com habilidades, cose, he rendeira
e faz oulros s rvigos de casa, e um pardo de
18 annos, cuja conducta e oslado de siudn
se afliaoga : na ra larga do Rozario luj
n. 35.
VENDEM-SE ,
Tuboas de pinho at 3 palmos de
largo.
Botijas com b 111 oleo de linhaca.
liemos de faia de todos os compri-
men tos.
Cimento em barricas e meias tulas.
Tambem se retalha s tina.
Atrs do titea tro, armazem de Joa-
quim Lopes de Almeida.
A os pais de familias.
Mandem a ra do LivramentD, junto a bo-
lita loja da Estrella n, 19, comprar o que em
outra loja nSoacbarSo; brm feitos e fortes
sapatinhos de pino para meninas a 330 rs. o
par, de couro preto a 360 rs de marroquim
a 480 rs de lustro a 640 rs., de panno para
senhora a 400 rs., e cuuro a 480 rs., de se-
lim prelo a 1,000 rs.; bollns de lustro para
menino a 5,000 rs.meio hotins para homem,
de 1.1/1 1 ni a 4,500 rs., botins a 6,500 rs., aa-
patos de urna sola de couro de lustro para
homem bem feitos a 2,500 e oulras mullas
qualidades de obras ; assim como palles de
hizerro de lustro grandes a 2,880, de bezer
ro francez a 3,200, ma-ruquim superior a
1,760, curtes de tapete requissimo a 500 rs.
esapaloa ja feitos, pelles de pelica e mais
accessorias para quem tem sapateiro : exis-
tem nesta loja pelo barato. Assim como re-
cebe toda qualidade de encommendas de
raleado, com promplido e aceio para cujo
fin tem bons ofllciaes.
-- Vendem ae aoiarraa do ferro : na ra
da Senztlla Nova n. 42.
-- Vende-se urna collecgflo da Imprensa,
encadernada, conteni4 mezrs, des le7 de
setembro de 49, al desjmbro; oulra de Ja-
neiro a margo de 52, e urna do Echo l'or-
namburano: quem quizer, annuncie.
Vendem-se 7 escravos, sendo 1 pirdo
de bonita figura, de 22 anuos de idade ; 1
muala de 20 annos de idade, boa engom-
maJeira, cose chSo, cozinha o faz Joces de
todas as qualidades; 4 escravos de servigo
de campo, e 1 eacrava de meia idade: na ra
ireita n. 3.
0 agente do contrato do rap prince-
za, lem a venda o rap, vindo de Lisboa, pe-
lo vapor inglez chegado neste corrente
mez.
Vende-se urna canoa pequea de ear-
carreira, em bom estado, por 40,000 rs.: na
ra do Queimado, loja n. 18.
Vende-se, por preco com-
modo ou aluga-se urna canoa
grande, que pega de i5oo a 1800
lijlos de aivenaria grossa est
quasi nova e he muito bem cons-
truida : a tratar no Hospicio, sitio
da senhora Viuva Cunha.
Sebollas,
novas, vinda de Lisboa: na ra da Cateiado
Recife n. 18.
Vende-se a fabrica derestilagSo de es-
pirito e licores, de Victorino Francisco dos
Sanios, bem surtida amontada, com bom
crdito, deotio e fra da provincia, nSo s
pelas boas qualidades de seus lquidos ,
como pela anliguidade; com alambiques,
utencis e vasilhas aprouriadas para fabri
car os liquidos com perfeigSo; o proprieta-
rio se obriga a ensillar ao comprador todos
05 processos e segredos, tendentes ao fabri-
co de lodos osliquilos, minios dosquaes
s."i 1 ignorados por minios dos fabricantes, a
dinheiro, ou parlo em dinheiro e o resto em
loltras acontento : trata se na ra do Ran-
gel n. 54 com Victorino Francisco dos
Sanios.
Vende-se, ou troca-se por escravos, on
casas, um excellente terreno, com muilas
pruporcoes, na Boa Vista : a quem convier,
annuncie, para sor procurado.
-- Na ra do Raogel n. 35 onde so vende
carne de porco ha nos dias 28 e 29 de feve-
reiro carne de carneiro gorda para vender a
200 rs. a libra e nosoutros dias quem qui-
zer venha encommendar para se matar; na
mesma casa ha carne de porco a 110 rs. a li-
bra, linguigas da mesma carne de superior
qualidade a 320 rs. a libra.
Vende-se um selim, cabegadas e man-
ta de panno, tudo com pouco uso : na ra.
' SALSA PARRILIIA
DE
Aa numerosas experiencias feitas como
uso ni salsa parrilha em todas aa enfermi-
dades, trigjnadas pela impureza doaangue,
e o hom xito oblido na corte pelo lllm.
Sr. Dr. Sigtud, presidente da academia Im-
perial de mtdicina, pelo Hluslrado Sr. Dr.
Antonio JosPeixoto em sua clnica, eem
sua afamada casa de saude na Gamboa, pe-
lo lllm. Sr. IV. Saturnino de Oliveira, me-
dico do exercio e por varios oulros mdi-
cos, pormiliem >oje de proclamaraltamenlo
as virtudes clliea.es da
SALSAPARRILHA
DE
rs*'jar,JM^-
asa, na ra
Nota. Cada garrafa conlem duas libras
de liquido, e a salsa varnlha de briatol he
garantida, puramente vegetal aem mercu-
rio, iodo, potasaiuq.
Vende-ae a 5/000 ra. o vidro na botica do
Sr. Jos Maris Gongalve Ramos : ra dos
Quarleis petada ao auarle'.de polica.
Vende-se am segunda man urna volta
de aderego de ouro e de boa gotte : quem
quizer, annuncie.
Vende-ae vinho do porto aupperior en-
garro fado, 1 pian no forte novo, cadeiras, me-
zas, espelhos de sala, jarros com flores e
sem ellas, lampiOes, lanlemas, quadroa fei-
tos a oleo, e oulros movis do casa, na ra
do Trapiche esquina da litigela o.:
tftvt froff f vf ft t f
J Deposito de tecidos da 1 al
a ca de Todos os Santos,
l na Baha. ^
> Vende-se em casa de Domingos Al- *3
SS" ves Matheus, na rui da Cruz do Re- 4
i cifen.52, primeiro andar, algodo *j
* transadodaquella fabrica, muitopro- V
B prio para saceos e roupa de eacra- 2
S vos, assim como lio proprio para re- ^
aj> des de pescar e pavios para veilas, H- por prego muito commodo. 4
AAMMMAA***M*l>
Mobratlo cm Goianua.
Vende-se, muito em conta ,
um bonito sobrado sito na ra
do Alelo, n. 58 avallado em
a:oooooo, em o qual tem parte
rsula Mara das Yirgens e sua
irmaa Joaquina A Ivs de Faiva na
importancia de io7,473 rs. quem
pretender dirija se a caza de K.al-
kmann lrm5os,rua da Cruz.n. lo.
MOBLLU5 DE FEttttO.
Vendem-se ricas mobilias de fer-
ro, como canaps, mesas, cadeiras
com braco c sem elle, e mutos ou-
tros objectos de ferro : no arma-
zem de Kaikmana Irmos, na ra
da Cruz n. io.
FANOS.
Vendem-se em casa de Kalk-
mann Irmos, na ra da Cruz n.
i o, ricos pianos de Jacaranda, com
excelentes vozes chegados ha
pouco tempo.
I.ivros em branco.
Vende-se em casa deKalkmann IrmSos ,
na ra da Cruz n. 10, livroa em branco che-
| gados pelo ultimo navio.
Escravos fgidos.
Da fabrica de saldeireiro da ra do
Brum n. 28, ausenlou-se no domingo, 15 do
correnle, o prelo Alexandre, de nagBoS.
Paulo, de 35 annos de idaje, alto, reforgido
docorpo, falla descansada, foi escravo do
Meliquer, Francez, morador no Rio Doce, o
ltimamente do Sr. Bolly : roga-se a que n
o pegar de lera-lo a mesma fabrica que ser
recompensado.
-- Continu;! auzente desde o dia 9 de fe-
do Queimado n. 30, segundo andar.
i/h.V n^i!!mi>hl,,.V?"J?.d m^'nfn^"1 correnlea prea Luiza, n.co rebolo,
e da poni de Ichoa com^ca-a magnifica.:blxnhiema|,r. ^0gae esperta, levou ves-
lendo adame grande sala, 2g.b,oeles,.e 2, rf f > UetbJlld; panno de
alcovas, sala igual a traz; mas iras qu.rtos e. m.tamhe e franjas ; lalvez diga
ftfWlnha nrr.'ii i part mi i de mil nalmo de o ^w... ..-.o wa D
cozinha, terreno com mais de mil palmos de
rom primelo e grande baixa de capim; a fal-
lar na ra de S. Amaro n. ni.
Vende-se urna preta moga, e de bonita
figura, sabendo hem cosinha, e engommar,
ensaboa sufrivelmente, faz diversos doces, e
tintureira, os pertendenles dirija-se a ra
Augusta sobrado n. i alas8 hoiasda ma-
nli.i, e a tarde das 3 horas em diaote.
Vende-se 12 qusrlos : ni ra dos Pires
o. 8.
Na ra do Livramento, sobrado n. 10 ,
sn dir quem vende 1 correnle para senho-
ra; 1 dila para relojo; 1 relojo patente ; 1 a-
derego; 1 bandeira; cordfles; iraiic-dins ; a-
neloes; brincos; pulceiras ; voRaa ; alfine-
les; medalhss, e 24 colheres para sopa, com
paliteiro de prata.
Vende-se urna escrava de 30 annos, de
boa condurta, a qual sabe fazer o servigo or-
dinario de urna casa, e se vende por no que-
rer trabalhar no campo : na cidade de Olinda
ra do Cabral n. 2,atraz da igreja da BoaOra.
Vende-se urna-pequea casa terrea na
Cidade de Olinda, na travessa de S. Pedro pa-
ra Mathias Ferreira toda de pedra e cal ; por
prego commodo na mesma cidade a traz da
Boa- Ora ra do Cabral n. 3.
Milho novo.
No armazem grande confronte a escadinha
da alfandega, vende-se saccoa com milho o
mais novo que existe no mercado pelo m-
dico prego de 2,2t0 cada suco.
Vende-so a bem afreguezada e conheci
databernacom poucos fundos,muito bom pa-
ra um rapaz que quer principiar; lem exce-
lentes connividos para una pequea familia;
lem um esi agoso quintal e cacimba, de agoa
cxcelcntel;na mesma casase oferece para fei-
lar de engenho urna pesso por disso ler bas-
tante pratica : os prelendentes dirijam-ae a
ra da Colovelio venda n. 33.
Itecreio de Jardim.
Hicos jarros de dilTerentes qualidades, ele-
gantes figuras de corpo inteiroe meio cor-
po, representando as difiranles estagdea do
lempo, e as partes do mundo : globos muilo
elegantes com seus pedeUaes de goslo mo-
ilerno,obras de louca muito perfeitas e fabri-
cada no Porto: asaim como um soberbo leSo
deilado : se vende a pregos baratos para aca-
bar : na ra da Cadeia do Recife n. 38 se di-
r quem faz este negocio.
Vende-se urna negra de quarenta annos
do dade.optima hvadoira e cosinheira, che-
gada a pouco do Aracaty por prego commo-
do : na ua da Cadeia do Kecifld casa n. 41.
Tratado elementar da Arte de Msica, -.
segundo o syslema dos mais abalisados pro- Nitoria ao Sr. Luis Gomes Silvano, porlanto
fessoros, um folheto a 320 ria : vende-se roga-se as autoridades policiaes ecapitScs de
no paUo doCollegio, loja do livro aiul. f campo ou pessoa particular que a prendam
D. Pedro I. le levem na ra da Cadeia do IVcife n. 17 2.
Vende-se a estatua delouga de meio corpo; andar que recebera 30,000 de graiificagao; e
doSr. D. Pedro I : na ra da Cadeia do Reci-"protesta-se com todo o rigor da le contra
fe n. 38, se dir quem vende a prego muitot quem a tiver acoitado em sua casa.
mdico ; assim como dous cupidos ; emble-
mas para tinque d'agua, ou repudio.
que aii la procurando senhor, por ler pedi-
do para ser vendida, desconfia-se que fosse
seduzida ou furtada por nSo ler o vicio de
fugir, e se proceder contra quem a tetina
seduzida, ou oceultado ; quem a conduzir
ra da Senzalla Nova n. 4 sera com genero-
si lude recompensado.
Desappireceu no dia terga feira, 13 do
corrente, um caboclu, de nome Manoel, ca-
bello crespo, a mSo esquerda corlada pela
um o eca e barbado : roga-se as autoridades
policiaes, que o prendam e enlreguem a
Luiz \niu no Birboza de Brito, na praga do
Corpo Santo, cujo caboclo he escravo do
teneute Francisco Gongalves de Arruda, mo-
rador na barra de Caluama, donde fugio no
dito dia, e foi visto no Hecife, gratifica-so
generosamente.
G RATIFICA gAO'.
Acha-se fgido desde o dia 3o
de Janeiro prximo passado, o ne-
gro Antonio, de idade 3o e tantos
annos, muito regrista e costutna
intitularse de liberto ; torna-se
muito conhecido por ter o segun-
do dedo de cada p mais curto, e
urna grande chaga no regeito do
p direilo, he bastante preto, de
corpo e altura regular : a pessoa
que o apprehender, leve-o ao a-
terro da Boa Vista, sobrado n. 17,
que ser generosamente grati-
ficado.
Desappareceu no dia 24 do corrente fe-
vereiro, do engefAo Una fregurzia de S.
Amaro de Jaboatao, o escravo Mximo ,
creoulo, fula, sem barba, baixo, aecco e
cambado, levando camisa deazulSoe caigas
brancas: quem o apprehender, leve-o a seu
senhor no dito engenho o Dr. Antonio Pe-
reira Barroso de Muraos, ou nesta praga a
Luiz Jos l'ereira Simos : na ra das Cru-
zes n. 37, que ser recompensado.
A ttencao.
Ilesappareceu, ou foi seduzida no dia 19 do
corrente urna pardinha de nome Arcanja de
12 annos de idade, com osaignaes seguinles
cabellos cortados rentes olhos meio vesgos o
pequeos levou vestido de chita com listra
branca e cor Be caf com ramagens encarna-
dasesta escrava veio remetlido do cidade da
' I
i '
s
mmJL.


Full Text
xml version 1.0 encoding UTF-8
REPORT xmlns http:www.fcla.edudlsmddaitss xmlns:xsi http:www.w3.org2001XMLSchema-instance xsi:schemaLocation http:www.fcla.edudlsmddaitssdaitssReport.xsd
INGEST IEID EYWJYVXEH_BY4DXL INGEST_TIME 2013-04-13T02:48:56Z PACKAGE AA00011611_04453
AGREEMENT_INFO ACCOUNT UF PROJECT UFDC
FILES