Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:04451


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Full Text
Annode 184*2.
Sabbado 26 de
Tudo atora depende de noi metnoi ; da oeaa prudenci., moderec5o, e N|il: con-
imu.rn.ji como principiamos, remoa aponladoe com admiracao emre aa ISacoea man
. (Proclamaco da Aeeemblea beral do Brasil.)
PARTIDAS DOS CORREIOS TERRESTRES.
Goiaana, P.riib.. e Rio prende do Norle, na segunda esexlafeira.
Bonito e Caranhuns, a 10 e 24. ... .. ., ., a.
C.bo, Serinhaem, Rio Formoto, Parto Calvo, Maceio, e Alagoas no 1 11, e 21.
Pajea 13. Santo Antao, quima fera. Olinda todoioi diai.
DAS da semana.
21 Ser i Matimiaro. Chano Aud. do Juit de Direito da 2. rara
.", ". > Cadrira de Pedro em Anlioi[ua. Re. Aud. do do juidt Direito da 1. vara
2. (Kart- I-*"0- Chano. Aud. do joit de dircite da 3. vara.
2 Quii. Mathiaa Ap.
25 seat C^ario. Au.l. do Junde Direuo da I. vara.
Jf> s.b. Toralo. Re. Aud. do Juix de Direilo da 3. vara.
27 l)om. Leandro.
Ftvereiro. Auno .XYI11. K.4>.
o n
publici
U mano publicase Indoa os dim que nao forrm Sanlidrailns o prrrn ) ai..-rlura he
de tres mil reia porquariel pagos a.liantados. Os MaVOJMO* dos a*s:gnanirs s.in inseridos
gratis, e oa do* que o nao fiirem raiao de SO res por linha. A reelaaaaCoea devrm aer
dirigidaeaeetaTvpografia ra daa Ciutea I). 3. ou praca .la Independeacia lojaj de Uvrot
Nmeros 37 e 38.
Preamar do da 2(i de Ffvereirn.
i. as 7 horas e ** m. da nianhj,
2. ai S hora* e 30 m, da larde.
CAMBIOS no da 28 pk Feverriro.
Cambio ,ohre Londres 20 d. p. iV. I l**T. Pti Cotaaiimaf .OBOt 1.079
a Paria 320 reii p. franco. Mencanna l.f> <0 a 1.65
. i. Lisboa SOa S5 p. UlO Oino- Mo.da de (i,40 V. 14.400 a 14.000 | Mocla de cobre 3 por 100 de diacoalO.
S. 14.200 a 14.400 I Diaronlode hilh. da Alfandega 1 e J por 109
de 4,000 8.100 8,2001 o mi.
PtiTi PaUOOM l.G.SOa 1,070 I dem de letras de boa firmas 1 e ale,.
PIUSES OA I.HA FO MEZ I E FEVEREIRU.
Ooarl. ming. a 2--' 10 horai e S m. da manh.
I ua Nova a 10 -- a 11 horas r 3(1 m. da manh.
Quarl. creic. a 1S-- aa 9 horaa e 22 m < mnnh.
La ebeia a 2i> a 1 horaa e 50 m. da atanb
I I A ISI > DE PER N A M BU
Abaixo trailscrevemos a reprcsentaQao da
Assemblea de S. Paulo e adeclaracao feita
mesma Assemblea pelo Snr. P. Feij de
(|iie fallamos em nosso u. antecedente. Es-
tas pecas vo segu Jas das reflejos quealguns
peridicos da Corte sobre ellas publicaram.
REPRESENTABAS.
Senhor A assemblea provincial de S*
Paulo em cumprimento deseus devores os
mais sagrados vemante o throno do V. M.
I. pedir a sustaqo das duas denomina-
das leis das reformas do cdigo, e creaco de
un conselho de estado, at o tempo em q ue
a nova assemblea as possa rever e revogar ,
como de esperar ltenla a sua nconstitu-
cionalidade ; ede involta reclamar de V. M.
I., maisliein avisado a demisso de um mi-
nisterio traidor cuja continuacAo poe em
risco a paz do Imperio, a ordem e a tran-
quilidade da provincia e at a seguranea do
throno.
A assemblea provincial de S. Paulo des-
mentira a sua origem e a naturalidade dos
seus membros, e faria subir as faces de seas
constituinteso rubor da vergonlia de mistura
com a merencoria amarellido da colera
se conteniplasse silenciosa o desmpronamen-
to gradual da constiluico, a cuja sombra tem
u ,-: paulistano, por mais de 20annos,
desfructado docuras de paz, as bencfios de
uniacresceute prosperidade material, ede um
acodado melborainento intellectual e moral:
6 deixasse que rulies e mandis do ar-
bitrio mangrassem o- fructo tai") bem
comegado da liberdade publica. Nao, Se-
nhor, a assemblea provincial, se nao olvida
que o nobre povo que ella representa se
goza de bem merecida reputaco por sua li-
delidade nunca desmentida nao menor no-
meada tem conseguido por seu entusis-
tico amor liberdade, e seu religioso res-
peilo e inabalavol alineo constiluico que
a formulou. s
A assemblea provincial recorda-se com
prazer e orgulho, e com satisfaQo corveja
sbreos feitos do povo paulistano, que a
historia memorar aos vindouros. F.lla se nao
esquece que a um paulista sem par : o nbre
Amador Bueno da Ribeira, de quem mui-
tos dos seus membros teem a honra de des-
cender, deveu a coroa de ortugal a conser-
vago desta bella provincia quando pela
reslauraco subiu ao throno portuguez a dy-
nastia de Braganca. A esta leal provincia
recorreo o augusto pai de V. M. Imperial
quando rodeado das hostes lusitanas, a seu
redan o acudiu ella primeira, enviando cen-
tenares de lilhos seus a dellenderem o princi-
pe querido contra a insolencia e protervia
da tropa luzilana. A assemblea provincial
jubila ao lembrar-se que no congresso portu-
guez foi de entre os deputados paulistas.
honra Ihe seja feita quepartiu pela primei-
ra vez o trovo da enrgica indignacao con-
tra os vilipendios e partilha leonina de li-
berdade que ao Brasil quera impor esse des-
miolado congresso. Exulta ainda hojea as-
semblea provincial quando aponta para o Ypi-
ranga, onde se proclamou a independencia do
Brasil em alianca com a liberdade.
l'oder, Senhor, recuar a assemblea provin-
cial anteo perigo que por ventura lhe possa
vir de dizer com energa a verdade ao throno,
e nao receiar, antes ennegrecer, por te-
mida prudencia e srdidos respeitos de per-
sonalidade, o ouro de gloria que recebeo
bruido ? nao se pejar de fallar a verdade,
que dove a V. M. I. oceultando a feia no-
doa de perjurio em que desapercebidamenle
fazem incorrer a sagrada peSsoa de V. M. I.
indignos ministros, de testa veis e detesta-
do ?
Senhor, V. M. I. jwmi guardar a eongti-
tuico e sanecionando actos que clara e tla-
grantemente a violam quebra sem o per-
ceber, a religio do juramento. A observan-
cia das formas porque subiro a presenca de
V. M. I. estas denominadas leis nao escu-
sa a protervia do ministerio. Elle nao igno-
ra que o nome de lei nao pode eahar a actos
de pura forc brutal e dissoluto arbitrio.
Estes actos, Senhor, nAo sao leis, por pec-
carem na materia e na forma. Peccam na
materia por Ihes faltar o que contitue a ideia
de le. No systema constitucional a lei a
expressAoda vontade nacional, declarada por
seus legtimos representantes e sellada com
o cunho do imperante ; mas a vontade na-
cional nAo nem pode ser se nAo o resultado
da opiniAo reinante. Ora a opiniAo reinante
reprova as proscripenes.desses facanlindos a'-
tos al por screm decretados por falsos in-
terpretes, rejeitados a maior parte pelo povo
soberano. Peccam na forma pelo mo lo por-
que foram introduzidos. Elles alterAo clara-
mente a contituicAo o que indisputavel;
e sendoassim era de mister que nao fos-
sem taes alteragoes creatura de urna legisla-
tura ordinaria, como foram.
Demais nao ha le sem imparcial c conci-
enciosa dscusso, sobre ludo quando se trac-
ta do que puramente constitucional: a for-
taleza da conslituico se nao deve levar de as-
sallo, preciso rodeal-a de regular assedio. e
apoderar-se pouco pouco dos poslos que a
defendem para que, convencida pela necessi-
dade, capitule a guarnido liara salvar ao me-
nos o que essencial. Nao foi assim que
procedeo a vendida maioria da assemblea pas-
sada : cesa e tumultuaria para levar Mar-
te as nefarios projeclos do governo, calcou
todas as rgras nao s: da justlca com at
a d- mais commum decencia. Senhor, a as-
semblea provincial de S. Paulo, pondo de
parte o tpico dejustica, e direito por on-
de mostrou que se nAo deve obediencia aos ac-
tos contra os quaes reclama passar de-
pois aos motivos de conveniencia e pru-
dencia poltica que aconselham a sua sus-
penso.
E' principio inconstcstavel em poltica, que
o poder o apanagio da inteligencia e da
riqueza social ; a vista de olhos ainda a mais
superficial sobre a historia da organisaejio
das sociedades humanas o pro va. O povo ,
pois, que augmenta em illustraco e pros-
peridade de necessidade exige maior
porco de liberdade, maior ingeren-
cia nos negocios pblicos; pois um
contra sonso que se tire ao Ilustrado o que
se concedeu ao ignorante que se negu ao
rico o que se linha outorgado ao pobre. Isto
porern, o que fazem as cerehrinas refor-
mas do cdigo. A constituidlo conceder ao
Brazil Infante e pouco Ilustrado, ao Brasil
que marchava com passos ainda tardos na
carreira industrial e no camnho da riqueza ,
urna porc;Ao de liberdade que o estomago fraco
da inancia quic nAo podesse bem digerir e
assimilar ; maiis humores pode ser que se
gerassem entAo desla improvidencia, mas
qOaPier oexitodaluta que se vai assim
crear ? A assemblea provincial de S. Paulo
estremece aodizel-o mas er que elle nao
ser duvidoso, nem longo o con dicto : a vic-
toriaser sim deplorarel como tola a vic-
toria conseguida contra a ordem e ainda
o uzo fortificou oorgam, e ora que vAo
desaparecendo os inconvenientes, de que nos
queixavamos, a Urania e a cegueira nos pre-
tendem reduzr a um rgimen ainda inferior
aos dos tempos coloniacs,fazendo resurgir, de-
baixo de novos nomes, os velhos capitAos mr-
res e nutras quejandas antigualhas;o povo tem
crescido em inteligencia em resolucAo e em
mutua confianca; tem a precisa ponetracAo
para descobrir os abusos de que sofre, tem
confianca na forea dos nieios a q:e pode re-
correr para buscar a sua reforma ; e contra
esta forca pensar em introdu/.ir urna nova
phalauge de ahuzos, em alargar o circulo j
de sobejo ampio da corruco, mais estiava-
gante do que o delirio do frentico mais
dcspresiveldoquo a estupidez do santlou. E
mesmo contra o crime ; mas a censura pesa-
r sobre aquelles, cujas injuslices atrocida-
des e desatinos provocaram urna sanguinaria
e injustificavel vinganga.
Senhor, as convnlsites polticas como fu-
nestos cometas, trazen em sua cauda os es-
tragos, as miserias e o derramamento do
sangue mesmo innocente, c o abalo dos go-
vernos estabelecidos, e tal vez a sua inteira
ruina; como nao deprecar, pois a assem-
blea provincial de S. Paulo o exerccio do po-
der tutelar do monarcha para arredar de s
tAo medonho porvr? Ja se nos antolha lo-
brigar nalava revolucionara os tilismins que-
brados da jerarclna e da auloridade ; e so ila
piedade de V. M. I. esperamos o socego de
nossa inquietacAo.
Senhor o conhecimento indestructivel da
liberdade inseparavel do conhecimonto, os
interesses que apoiain a cauza da tyrania u-
sam-se, os que eseu.lam a liberdade devem
necessariamenle augmentar com o progresso
da civilisacAo. O governo que cerra os olho
a estas verdades promove a sua ruina e com
elle, a anarchia social ; ninguem a teme mais
do que a assemblea provincial de S. Paulo,
embora tenlia convicgAo de que seos fins
sao de curta vida quando os do despotismo
sAo permanentes. E' para fugir ao empestado
bafodo podir absoluto que a assemblea pro-
vincial de S. Paulo se esforca para obter de
V. M. I. a suspensAo de reformas que noes-
sariamente o introduziram entre nos. Ellas,
una vez executadas nAo nos dexam esen-
Iha se nAo enlre o despotismo real ou des-
potismo popular; sAo tAo repugnantes as con-
vieges e crencas do povo, sAo tAo bostis
illustraco actual, queso um longo systema
de coerca c terror as pode sustentar : mas.
o habito de sensibilidade, que deve gerar e
enraizar semelhantesvstema, por forga con-
vil.er a monarchia constitucional em abso-
luta. Por outro lado o terror perde a forca
proporcad de sua duracao e acaba por lim
pela insurreca dosopprimidos. Ora, a histo-
ria e a experieucia nos ensina que as rovo-
luc'ies efleituadas pela violencia tendera a
lancar o poder as mans dos chefes que as
capitanearan!, e estes poderes, com quanto
disfarcadossejam sao por forca Ilimitados
e dictaloiiaes.
Senhor, nao crea V. M. I. que a assem-
blea provincial inventa phanlastieos perigos,
sonha males naO existentes; naO, Senhor,
a provincia inteira se levanta, como um s
borneo), contra as denominadas leis, algu-
mas das cmaras ja se teem em poicamente pro-
nunciado contra ellas receia-se que as res-
tantes sigam o exemplo e que asacompa-
nhemos elleitoros e mais autoridades. Tai-
vez os malvados conselheiros que abusam da
bondadede V. M. I. lhe grileni aos ouvidos
que a firmeza urna grande virtude no ma-
nejo dos negocios pblicos, que as conapira-
Qes e insurreices sao mclhor reprimidas pe-
lo vigor edecisao eque recuar dellas fa-
zel-as formidaveis ; mas, Senhor, a firmeza
tem sua esphera propria, alem da qual vi-
cio ; pequeos motins e assuadas. comr.ri-
mem-se com vigor, mas repugnancias fundadas
em principios que constituem a vida dos povos,
S o compromisso, e compromsso gracioso o a
tempo, pode curar. Una governo assisado nao
tracta os arreigados descontenta ni en tes de
umapiovincia inteira como tractaria aexplosao
de um motim commum um governo sabio
nao con runde a indamacao que invade ate o
amago do systema da naea romo una ligeira
irritaea local. Verdades tan comezinbas
nao podem escapar ao atilamento deV. M.
1. ; a assemblea provincial est tao conven-
cida da forca de espirito de V. M. tem
tal confianca na bondade de seu imperial co-
racao qua sem hesi:acaA algama conta-
ra com o deferimento de sua justa petic&,
se V. M. I. s o esculasse, se s se guiasse por
suas luzes, e nao pelas emprestadas a seu omi-
noso ministerio para quem em voa historia
tem registado a longaserie dos crimese loucu-..
ras humanas. Este medonho quadro em que os
ministros se veem retractados, anda mais os
rrita, e em despeito se obstinam na preci-
pitosa carreira que vai abysmar a patria,
em hora de roldad com ella se precipiten] tam
bem elles. Senhor, nem um beneficio quo
V. M. I. possafazer a nossa patria, podar
ponhorar tanto a gratulan* do povo, como a
demissad de tas") inepto, quanto atroz minis-
terio. Nunca abutrea ta" esfaimados prea-
ran as entranhas do Brasil, nunca tao in-
mundas harpas enxovalbaram o solo puro do
imperio da Santa Cruz.
A justica eterna conculcada : a iinnioralida-
de no sen apogeo; a srdida doutrina i\o inli -
resse, substituida dos principios; o rgi-
men do estado entregue ao caprixo com e\-
autboracad da rasad ; o a f gen lamento da
honra ecapacidade dos logares doconfianca e
de lucro, para dar logara dcil e venal el-
entella ; a denegaca*' aocidadad da mais sa-
grada garanta, qual o direito de peticaO,
oomono caso dascamaras de, Minas Geraes ;
a melhor, e talvez a nica moeda do estajo ,
as honras, esperdicada e annullaja por sua
insolente destribuca aos viciosos, aos trai-
dores e assassinos ; a crueldade marebando
de cabeca lavantada e rodeada de ros de san-
gue de gemidos e ais dosotTrimento o deses-
peracad asdesditosas provincias doCearo
Paraiba, alem de ludo quanto barbaridade
turca, aguilhoada pelo fanatismo religioso,
perpetuou de horrores na Grecia insurgida,
o quanto o feroz desposlismo do Autcrata
do Norte des pe jo u de males sobre a mallada-
da Polonia ; a fazenda publica allincada e
deliberadamente dissipada para Gns sinis-
tros cis, Senhor alguna dos mellioranien-
tos, bem que nao todos, da medonlia vida
publicado ministerio que deshonra o Brasil
evatraieda a V. M. I. illaqueando a sua boa
f e fazendo-o parecer, nao como pai que ,
nas como o lyrano que nao dos seos po-
V0S- M XI 1
Senhor, ainda etempo, acuda >. M. I.
ao Brasil acuda a Si, arredando de Si se-
melhaute ministerio. A assemblea provinci-
al de S. Paulo tem cumplido com o seo de-
ver sabe que a verdade nem sempre agra-
davel aos principea e de certo nunca aos
zangues (pie os rodeam e abusam de sua i-
nexperiencia ; mas avozdodever, na opi-
niAo da assemblea provincial deve fazer
calar a prudencia humana. A assemblea
provincial apella para o tempo ; a marcha
delle talvez verifique deagracadamente as pre-
vi/oes dola, e ento convencer-se-a >. M.
Imperial que nunca leve mais heissubditos e
mais verdadeiros amigos do que aquelles quo
nao hesitado em incorrer talvez no seu des-
agrado expondo-lhe verdades dolorosas,
com o s lim de salvar a dignidade do throno
e firmara seguranca ddpovo.
Salla das sessoes da assemblea legislativa
provincial ile S. Paulo, IS do Janei.10 de ISfc
_ Andrada Machado J. Crispiniano soares
M. I lias (.'o "Toledo.
A imprensa fluminense tem feito circular
ltimamente urna peca summamentc curiosa
debaixo de alguns pontos de vista. Fallamos
ilo projecto de representadlo ao throno con-
tra a lei do conselho de estado e a das refor-
mas apresentado na assemblea provincial de.
[S. Paulo por una commissao especial de (no
! he membro o Sr. Antonio Carlos ; mas anda
luto discutido c upnrovu I... segundo diz una


gfa-j
i r'
.n_
- .^Tsnai.ynirilr I wMiigtJ$>y--'tta::ai Jffij^MBmray
2
l"flB>WPiMPlM>WPJt8WJfefff*'*^fc*lfcH*Wj|BWwWyfc"
^MtAVit^iW,* A.-VtV.' MSfi
: [| opposujaO qa entre xtasis dtojo-
puo priin*jiro o publicou hesta corte.
> pobJicidade qu se ton dado a asga pm?
duco do mais frentico, infrenee deliran!
espillo de partido, ui' Ira seo vanlagcns pa-
ra a causa publica e consolidarlo da ordem :
porque pe mais patentes anda os planos sub-
versivos de genios atrabiliarios que arden-
do em chammas de ambici, possuidos de
profundo despeito por Ins ter escapado o
peder dasm&os*, s machinao a perturbacao
do imperio. Sim, o Brazil inteiro ver de
que modo OS inculcados hamigos das liherdu-
des publicas, pleitoae urna causa .pie nao
he a do para : e como Callao ao Ib roo : \ r
cuno pelos quemis se nciileao sustenta-
dores da constilnicib 15o desrc tp tesamente
sao i calados os poderes legtimos do estado;
como se procura lngaro oppn bro sobre as
cmaras legislativas que discutirAo e approv-
rioessas lts (pie os ebefesda conquist i le-
toral, es homens de vencer e goveraar a to*
do cueto cebrem de excera5es: porque flif-
ticulto o trrampho das minoras turbulentas.
O prometo de representado de que ralla-
mos por sua linguagm tfcnw'icia seu autor :
nelle apparece tolo inteiro o Sr. Antonio Car-
los; he elle quein falla em nomo da assem-
bl(;a provincial de S. Paula Ser possivol que
essa assembla, embora quasi em sua lota-
li..'a Je lilha da caballa de nm pulido, approve
tantas couzas desarrazoadas qne se dizem em
seu nomo, tantos excessos. tantos insultos
qne 38o dirigida aos poderes supremos ?! Tal
nao esperamos: mas. quando o contraro a-
oettee-, quando esquecida de si mesni >
dos (levcres a que esl ligad i. se decida a dar
o seu ass'iiso nilu nos sorprehender por-
que assaz conhecemos. nao somante pelas
lief.'s da historia corno, infelizmente pe-
los exemplos havidos entre nos que as mais
das ve/esas paixCea arrasto os Jiomeus a pra-
licar rn os actos mais cetisuraveis e at mes-
mo criminosos; eque de entre todas sao as
patatos polticas as mais raneo rosas.
Si-r;\ dilfieil discrimnar-se em que mais se
desvelen o relator doprojeCto, se no estylo
intumeeido e ac -rbi la le* dos insultos se na
mediocridatie dos raciocinios. A par de um
continuado esmero no arredondamento da
phrase e Boemprogo de palavras altisonantes,
"Moletas e prol 'ivas ve-se urna enfiada de
contradi ,/> j qu fezem pied.--.de ao leitor sen-
sato e ti jafl :..: i d riso 93 o sssnmpto por
si menino nao Iba e na temporaria o poueo mais chegar-a s&
proclama interprete dos ser. I i mentes di pfe-
pulac.io de um imperio inteiro e usa apre-
,-'r.' com nrrogmcia nnnea visto que o des-
potismo real o a tyramaia vaoappaieoer; un
' ucao deduas leis adoptadas contra a voli-
tado de Iga 10 senadores e diputados?
Apezar de conhecermos ipianto era audaz
a opposicflo de hoje tanto mais frentica ,
quanto be limitada em numero, nunca nos
po lemos persuadir que ella commettesse o
excedo de insultar directamente ao mesfcie
lempo os poderes moderador, legislativo e
executivo Qnaes serao as consequeneias de
". ao funesto principio que a opposicao in-
voca em seus delirios ? Perdido o respeito ao
tltrono e as Cmaras legi-ilativas o que no-.
resta sonrio dobrar o eolio a mais infrene de-
magogia ? Insensatos lauto vos cga una
ambico desregrada! Anda nos soSo aos ou-
ndOS.'i detestaveis amoaoas de Santa-Helena
6 Holy-Uood. O Sr. Antonio Carlos rola-
honrosa energa vtaquanto o vtTikideiro jui-
'> do pe i. nmnifesiado por seus o'rgos togr-
tirnos nao vo's fo CHmprin-vos civar 0 posto.
One seria de noSM existencia poltica se a
um awno de ranuras municipaes desta o
daquella assembla provincial se mudassem
os ministro* sespendessem as leis ? Ca-
biriamos precipitadamente no vrtice da nnar-
ohia. Para otogar seus direilos o povo tem
seus representantes legtimos a quem con-
fere os poderes necessariospara n confceriodas
leis qie em sua sabedoria enlenderem mais
proprtas. Se esles seus mandatarios errilo ,
a eiles que compete enu.Midar o erro ; se
sao inhabeis e inlieis ao mndalo o povo
te-n o .ireito le^a! de eleg"r ROtelftpO eompt--
fcWhte outros mais liis mais Ilustrados e co-
nhecedores daw necessiddes publicas.
Admira a affouleza e ar de imperturbavel
seguridaden com que arnmmissSo \v as pa-
:inis lor do p-ojelo da commissao uestes e n'ou- uha a sua iinacrinac/io atterrovisada pela le
N
Iros desmandos vai sempre coherente com-
sjgo ni.v-mo.
A asiembla (conceJendo, attenlo o es-
;>ji-ft-* que a domina que ella approvar tal
qital o i>ojeelo da oommisso) quer qiie a
1 xecucd das ditas leis s 'ja suspensa at a ilis-
taaejo da nova legislatura Como sabe el-
! i que a nova legislatura a* destruir ? S v-
riicar-sco vaticinio do Sr. Antonio Carlos
|Uto ministerio obten maioci na nova ca-
ira, est visto qne as leis nao serfiO re-
vogadas. Se esse vaticinio filliar. o o mi-
nisterio eom.n dler a falta de n.io fa/er um
appello aojuizo do paz, dissolvendo essa ca-
mara lilha da fiauds e das mais torpes irre-
-iilandadeseleitoraes naturalmente o poder
ir ter smaos dos cheles da cruzada oppo-
sicionista : e quem. que os confiera laes qnaes
9lo podf capacilai--se q>.-e elles rejeilar
as leis que boje condemno !' Milito mais for-
tes que ellas fossem terifio entao o seu a-
poio,
QlludO mesmo um ministerio do seio da
opposicao, fortilieado ms cmaras por urna
maioria que Ib fosse inteiramente devotafla .
naoaceitaSSe a actual le das reformas que
realmente lie a que incommoda aos pposiei-
onistas : o qiii' devei-ianios onlfio acreditar
que s seria para salisfazer a um miseravel
capricho; e illudir aos incautos; elle iib:aia
do seu interesse promover loo em snbsli-
'uijfio desea, outra le: qu fortilicasse qnan-
que coaneta s rminoras turbulentas o drei-
lo de conspirarem de imporem sua volitarle
s maioiias jiaeilieas, verdadeiras represen-
tantes da opini'io publica. Nega peca sui
generisa foi ainda lisonge^do como o lora na
decaraoto doSr. Fej, o amor proprio dos
Paostas. Osaulores.h t-epi-esentacso pare- pswida, o tbesouro nacional exhausto
ponlamonto ;al o u Maiorisla to ani-
moso como sempiv tao frtil em razoes
de Cabo doesquadia, nao encontrn urna s
com que pudesso defender a obra de seus
protectoras ; (livagou, divagou e or lim
den a questao por discutida talvez pura no
tornar mais ella.
Bsto plano de estrategia foi tilo mal com-
binado como o do Sabino que nao pode re-
duzir a dazas a capital da Babia: a opiaiAo
publica ridiculai'isou-a e despresou-a: os
propros amigos e. paren tes de alguna cheles
da fttCCSo aiidam por ahi dalido csarrapadas
satisfaQes e asse^urando que seus amigos
nao compartem as ideas do desertor do parti-
do da ordem. Ainda cedo ou antes ja
muito larde iwra se nzerem revolui:es os
povos, caneados desengaados nao que-
rem ouvir as vozes dos que, em nomc da
patria os concitam para clevar-s; ao mam o1
e s riquezas. Longa e dolorosa experien-
cia nos ha ensillado que conlianca- devenios
depositar nos homens que promettem mil
venturas ecomecaui por destruir quanlo en-
contram estabelecido 5 longae dolorosa ex-
periencia nos tem feilo sentir oque custam
aos jiovos as evoluces. (J commercio pa-
ralysado e quasi sempre era crise, .1 agri-
cultura em notavel atrazo, a seguranea
eis
essa peca sui genns, modulada pela ce- to possiyel fosse, o poder em suas nio.;, pois
1 bre di el iragau do Sr. Peij de que j nos
oeeupmos em outros artigos qie tanta an-
gustia causrao ao Maiorisla qne, para al-
ten uar impressao das mesmos no espirilodo
publico, nao duvidou dar-Ibes urna paterni-
ide falsa attribuindo-os calumniosamente
1 quem nenliuma parte leve neiles; tresse par-
te a*isa lo; f.i i-se-lhe de perju io ; o ministe-
rio he idwequia I 1 c m) os epithetos de iraibTri
o vil. de destruidor da constituica e compas-
to de rufese man lis : diz-se que nunca abu-
ces tao esfaima ios prero as entran has do
Brazil, nunca 10 inmundas arpias enxova-
lhar.j o solo puro do imperio dfl Santa Cruz.
Na perfi lia das insinuacoes, na iniqui I
das ameacas, a represenbagao delta abarra
adianto de todas as producgdes torpes que al
boje tem produzidoa imprensa opposicionista.
Iljuve perjurio 11,1 sanogao dada s leis em
queaUo !! Abstgmo-nos defa^er todas as
reflexdes a que '.o protervas, malignas e cri-
minosas expressoes dao logar; mas salla ao;
olbos de todos, at dos de mediana 1::,' d!i-
gencia que a insinuacAo de perjurio vai ter
directamente ao imperante, pois que el le >' .-
ce s por si o poder moderador que sanc-
cfona as leis: e u perversidade qne eiia res-
pira de nenhum modo porto s >r attenua la pela
esfarrapada capa com que quer^m acbherto-la,
quando uetu que o ministerio ilude ao mo-
1 "'.'.a mal avisado.
Fore vendidas as camanas que discutirse
(' Bpp 'o..irSo essa:; |ei Sio os monaicliis-
:''s de joio ; ib's 1 dizi lo 1 s fnicos amibos
do '....., a io;-, bnplizando por conspiradores
e .: in igos da nova ordem de censas a todos
'" l P > os nrincipibs de sua politi-
queos caudilhos da actual o-iposico sao mui-
to amantes de medidas vilenlas. Se. po-
rm sysiematicamenl!^ enlVa(pi"cessem a
autordude publica talvez para luis que t-
vesseni em vista, meivccrio comjuslica o
estigma de traidores. em masad pira sustentar o throno denoten
Obsrvenlos ainda os principios cnnstilu-jquerido im-manle: e os rebeldes serao es-
cifiees dos opposicionistas, quando se es- alagados. Tem-se dito', c ruin uro repet-In
cuta depositar grande conlianca nessas lisnn
jas exageradas. Nolavcis.sempre por sen es-
piilo de liileliilade o ordem os Paulistas
desmentirn os tristes vaticinios daqudles que
esperto CortduWUes resistencia, desta
guerra civil, anarehia e a todos os males
que sao (lestes deus flagellos eonsequencia !
por eerlo nao os aeompanlmr^ em efl ex-
cessos, nao os afioiavo em seus desvarios de
a'mbicao e raheor. OsPaulbtas oto los os
Drasileiros dasdemais provincias do Imperio
tem no -rrande corno legislativo da micfio seus
represcntantbs naturales e legtimos para ve-
laren) sobre os interesses commuiis da socio-
lado hrasiloira ; os trez signatarios do pare-
cer d commisso nao sao mais amigos dos
principios liberaos do que seus irmfios do res-
do do iasil: elles salieran fazer a necessaria
distinecao entre as atribuic's dos repcesn-
tantos do paz e as dos representantes provin-
cia's a quem cabem outras obrigaedes que
sement dizcm respeitoaos interesses peculia-
res dcada huma das provincias sem offensa
das leis geravs da nacao. Assim serao som
resultado para aopposhjafj lodosos seus meios
de agitar; seus gritos de guarra rtaOeonlr-
rao echo.
E se por desgraea meia duvi i de anar-
ebistas intentar outra stB de abril como
alguns caud Ibes frenticos quasi abertamenl"
amcacao, di Brazileiros tolos se levantarn
o que gandamos com essa desgracada revolu-
forrAo ara que o imperador suspenda a x-
(irao do nina lei j sanecionada NO Ta
necessario mais este documento para sabor-
ees que da parte il'db'S h que '-stlodoo
liesrespeito nossa le fundamental. Mise-
a is a'a:cbi las: o Brazil da I8t nao he o
de Ifiol. Knlfio prevaleciao !o as ;ls illn ie
com (pie p-otervos ambiciosos embalavaoum
povo inope ente : hoje rompou-se o veo do
mysterio. Oque sao os escandecidos ap'os-
ravelnwnte contradictorios consigo mesntos,. lotos di li'iprdades publicas j lodos sabtsm
nem ao menos se lenbro de pesar bem to-
eiles mismos se lem destnascarado: esto
las as cor-eipiencias do principio que acn- ci pti (i. O quesera sean poder legislativo 'oos de liberalismo com qu" se apavon lo .
rotibado pelo executivo ou moderador
o direito de suspender as ieis ? N:'io \edes ,
homens da conquista, qu assim he que po-
di ciamos cabir fcilmente no absolutismo
na lyrannia de que dizeis
puro e simples
tanto recriar ?
Kis o que sito em polltici os parlidos ex-
tremos : ludo liles parece licito e honesto se
u consideran momentneamente proveitoso a
seus tins! K os homens que assim insulao
ao mnnartiha que calumniosannnle querom
tancar o vilipendio sobre ambas as cmaras
IftgislatiftM do paiz 5 que assim prociuo re-
i'ii\i'- e infamar os membros do goverito su-
preflie, quetm est confiada adircecOda
sociedttde; sao os que aspiran ao mando!
QueBl vos respoitar se fardes um di.i cha-
mados aos couseliios da coroa e p.irticipa-
cils 00 p ) "r suprema? Que responderies
entao quando aiaiirtM camara nancipas .
(liando aiguma assembla provincial cobrin-
.... o 11c assim di: -i.'.-ni ao Ibrono impe- do* vos de improperios como boje fAzeis aos
ral -'- qo a -im '
as que nfo professao na pratioa.
(Jornal do Commercio.)
cao de 1831, esalvamo-nos ainda porque
nao -foca ni de todo seguidos es conselbos dos
homens das franquezas provinciaes da fede-
racao e independencia dos diversos membros
do imperio. Foi o talismn da jerarebh e
da aulorjdad, que a lacean j lobriga que-
brado na lava revolucionaria que salvou-
nos a lodos e a nlegridado do imperio dos pa-
triticos prqjectos de feiciuade que nosfui-
am os anarchistas de eutro lempo.
Levanle-se hoje um homem de genio sm
precedemos que o manciem e aproyui,-
laqjo s mas circumstancias em, que n.,s a-
chamos, proclam urna revoluco regenerar
dora, 1 ova ordem de cousas, e nfio ter o
apoio da maioria u'a naQo : tal o desenga-
o a que nos izeram ebegar tantas promesas
burladas, t.o graves perigos porquehavomos
passado E SO VOS, VOS., 'irosos polti-
cos, que pretendis iazer urna revohu;a!) ,
concitar os povos para ella;'!... Bem sabis
(|iie a nacao vos conliece e ijue se por aca-
so tem esqflecdoqueem grande parte ha veis
sido origeni de seus sol'rimenlos porque
estis no ultimo (llano doquadro, mas, fa-
go que aparc(;ais no primeiro ludo ser
lem lirado e entao seris apontados; esle
por sas estravagancias poli cas e religiosas,
jiquell porsu orgulho reunido a sirmnia im-
becilidade, outro pelas transmigrafocs que
lem fejlo em dez annes. Como queris ser
che res de revolugaol !
Como biam aqu reccbidoi vossos dignos
uensageirs Pquem lia hi que nao toaba pre-
nunciado seu velo contra csse hroes que sfc
sacriheam as zombarias do publico por urna
asa iteiramenle perdida!1! Se se juiga-
ram em S. Paulo honrados com tai noiriea-
co, boje, vendo <> acoihimenta que rece-
i-'lll "oiiliec.'-i-;':o o erro cue commelt; rain
<|ue anda nao. cstao as cousas preparada
para o grande lint que meditam ,.(ue nao
eb"gido o lempo do declarar o.s uiivilos do
hom-m eque finalmemio os Brasileiros
nao querom victorias contra a ordem publi-
1 e ainda monos qutbrar os talismans da
jerarehia oda autoridadedo qm tantos e to
assignaladoa berieOcios 11 avenaos recibido.
S ntiuella da Rionarchia.)
V' -h:i r concBllnAo as cunaras.
ando roubar o prestigio realeza cao
' T gisidiivo, iluas polero 1 la boas da
19 salvace as pocas demn orcii e p
que (remos paaaadu !Elli.-. ui rem qne eon-
;.; J.-ias ieis qu -a maioria v .. Itda da 11 -.-
m iras votan e o monarcha m
uto a provincia mfoira e o !
,t-i [5 i com ellas o de a tv-
raooja van ap tarecer. He stssinj
.1...101 a '':i-!" '!kivi maro na i \.
niara vitaiicia nJu exceden do 7 a 8.
vo -os adversarios pedissem arrogantemen-
te ao Himno vossa siibslituicao, dizendo-se
, iei; ila voi:;ade c so+ierania poplate ,
em que \ft inronsiderada e despropositaia-
m te fallis herje ?
Confv.i:iar-Yos-liies traidores e infames lar-
i u 1.0 er ?! 0:1! liao por corto. DfeVe-
respondor com rmeza (\\w tal exigencia
ritioia que era contrara a todos
'ineipios de governo que era anarchica ,
contra o tiircno contra as instilni<
v'onlra a ordem prod;,,:iraiw o clleio n.ilu-
que ero poltica mente criminosos os que afA-1 ral, c para logo trocararh-se as rosadas es-
aiao. Deverieis su-itcntar yojso pdsto com | peanlas dos anarebistas em pssMd desa-j
A faCfflO a '.acbisadora acrediten com de-
masiada sirtiplcidade (pie a mensagem a S.
d. I. tera sobre o ministerio o effeito do
rajo, e que esle deixaria o poder mmedia-
tamoiilcquo tivesse conliecimentoda ridicu-
la peca dos ruliaes e mandis, ou que S. Sf, ,
reccio-o do eibir^cm |>erjurio, por mal av-
satlo, deniiltisse 03" ministros que recelieram
<\^ cmaras as mais estrondosas pro vas de
conlianca. E' incrivel o prazer qne traziam
nos reatos Ofl itlestres sectarios da barata mo-
narchia americana eos revereireiarlores dos
portentosos cbichellos : mas aipii (' o caso am
queso reaisa o (litado alegra em casa de
pobre dura poueo.-
A publica-cao da celebrrima philipiea do
Sr. Antonio Carlos foi o golpe mahs 1110; tal
que poderia recclrer a faceao da desordem :
por entre as zumbaras da popuiac,fio s fan-
farronadas da mensagem transp.irero o ser-
liraenlo mais bem pronunciado daindigna-
eo por tantas torpezas e perfidias quanlas
amontooii o iobadella descendente de. A
mador iJuenti em to pequeo discurso. A-
onsadia o arrojo com que a faego, aeas- semwttjaa provinoiaos oenoerar SOOre uiitics-
tcliada na cidado de S. Paulo, so levanta sosgoraesda nago, sobre ctccocfres-deleis
Dando piibiicidade ao projoolo de mensa-
gem (ue a assembleu provincial de S. Paulo
pretende fazer subir presenta deS. Al. J. ,
midamos de nosso dever ajuntar-lhe rcliexi s,
as quaes priucipalmenle procurareliios e-, 1-
tar as suggestes do espirito de partido. A
raso calma e fra nos deve tuiar n'c^la im-
portanlissima discusso precedente funes-
to que a opposicao quer estabeleeer a despeito
Jo i-oiioiUi acoi'S mais triviaes sobre O nosso
ureilo pub coconslitncional.
Ileconliece acoiisliluicao o diieiloque lem
ido o eiia o de inlervir nos negocios de
sua provincia, oqual ser ejercitado pelas
cunaras dos dslriclos o pelos conseibos ge-
rats boje substituidos peas assembloas pro-
vinciaes. Expressamente porem sedectetou
tBlo na cofsiituico 8 O acto a--ici!)i:al re-
peli adatdaragao, semMeas provin rar sobre Iftle
poden do po rem a esle respeito dirigir repr-
senla? 1 idamente motivadas a asamblea
geral e ao poder executivo.
Eis o que dspoem o cdigo fundamental, e
.


)
para itdmirar qGe a opposicao de boje qae so
d p'or defensora da constituicao quera por
tal modo ofl'endel-ajintervindo nos interesses
gentes da naco, ja declarando, inconstitu-
oiouaes a lei que reformou 0 cdigo do pro-
!*> e outra que creou o conselho de estado,
6 finalmente ao k representando as du;isj
authoridades designadas.na constituicao lito
dirigindo mensagem ao imperador !
Ksse direito que a assemblen provincial se
qner arrogar, julgando actos da asscmWea
gral, condemnando-os. o acensando o mi-
nisterio de traiefro ao imperador e naeio
urna machina de quera formidavel que contra
si prtjpW* prepara a opposicab, a qual sen
o" u vida qner o poder que julga deslocado as
niftos de seus adversarios : tenha por certo a
opposicao que nao semeia em terreno estril ,
e si lioje passar como principio constitucional
qu ns assembleas prbvincies goso do direi-
to ile que quer yar a de S. Paulo qiiando
subreni n adminislraco os chefes d'ella (ca-
rao sujeitos s mesmas aecusaertes e sertfo pelo
mesmo modo vilipendiados e nao s por algu-
ma assemblea provincial como por (jualqtier
cmara intinieipal que queira usar da nn'sma
Usiirpacim de direitos.
Silo ilconstitucionaes as leis referidas na
mensagem ? s;lo traidores os ministros da co-
ra ? nao trema por isso a opposieo : maio
nart est longe e enlAo decretar a assem-
blea "era! a rovogacilo d'ssas leis e a cma-
ra dos deputados a acensadlo dos ministros.
Nao e no curto esparo de trez me/es que o mi-
nisterio conseguir, edm ssis duas leis a-
-ali.-ir cbih a liberdade no imperio no se
mm'b bom tanta rapidez hbitos adquiridos
em 20 annos de existencia, e menos nial far o
minisierio riesss trez mezos, anda que faca
Pido que lit for possivcl linda' qde tenia do-
braiibs ih'ios, aiilda que seus membrossejo
arcln-traidores, do qu> a assT>mble proviiici.d
usurpando direitos qu Ihe nlo competem .
I'erindo morfalmontc a conslituielo o acto
nddiional. K de mais -nd se dir qlie a
opposicao recorre a esses estratagemas de
guerrilhoiro que nAo respeitn o BiMld Has
gentes porque reccia cncoutrar-sc COTA o mi-
nisterio no verdadeiro campo ddiscusso, por
que nao tem maioria nessi cantara eleila sol)
s:in influencia, e fftie para a opposicao ropresen-
ta a opihiao reinante do paiz ? Materia
(o importante como essa da mensagem nflo
deve ser desaforada do grado dellrila assem-
blea providcial fracefio nuito diminua com-
parativamente cttttl o restante, do Imperio,:
reertrra' 1 opp'fsieao ao juiso natural no grande
pleito (|i>f iutentio contra o 1^1 inisterto pro-
voque desafie sen contendor a umn dissolu-
cao da enmara dos dcputrtdos; Se julga qfle n
eleita s pde'rcunir-sc ein virltulfi da fraude
B ta corrupeao da urna eleitoral ou si a con-
sidera como nao representante da vohtado go-
ral e o que 6J38 jui/. nico reconhecdo
pela constituidlo decidir, ser i |ci ;>
cxmesso da opinio reinante. Para que
leixaT esses nudos qti Sito eonslitlieiqnaes e
(pie, aleni' dis'So nao 6fTen le'm a oriern, pif-
ia usar de otilros rei)rovados, e que sobre
modo dcSCffCbrtuaa a autoridade e ;!s
fofa ?
.Nao podemos (ieixnrde reparar to im;. !c
desco'rtlpoto da monsa^em : pode un hbrYetfi
prctaco do acto addicional foram privadas
de snas mais preciosas altribuicoes : ellas li-
caram reduzidas a vaos simulacros derepre-
senlagad. A acquiescencia das mesmas
assembleas deu occasiaO s reformas actuaes.
oque tanto va i alterando o espirito de paz
e d ordem que ate aqui reinava nos pbvos ; e
se estas forem toleradas brevemente a
constituicao Se tomar irrisoria e nominal,
entretanto que Rearemos debaixo doabso>
lutismb.
Cumpre pois que a assemblea provincial
use de urna linguagem enrgica e corajo-
sa despert o .intigo pundonor 6 coragem o
que sempre dislinctiiu os Paulistas os quaes
de certo tempo paraca, teeni sido. seio
vilipendiados, ao menos inuito pouco con-
siderados.
Snrs. quando me lerpbro provincia em poneos dias partiiam centellaren
de PaUlislas para desalTrontar o principo re-
frente das insolencias da tropa lusitana ; quan-
do me lembro que as cortes coiistituinl' s
portllguezas se ouviram pela prinunra vez ,
expressdes etlergicas c decididas dos Paul islas
que recusavam ser vilipendiados por aquello
congresso; quando me lembro que nasnii;-
aens do Ypiranga em S, Paulo se procla-
mou a independencia do Prasi i. quando me
lembro em im que os Paulisla-: se distin-
guirarri sempre pelo amor da* Ubprdade, e
que ha mais de 20 annos gozai; d'ella co-
nllevo a necessidade de acordardes as auto-
ridades suprem.ts, para que estas retroce-
dam un nelo menos, parem na marcha en-
celada. Snrs. para isto precisa-sede for-
ea e energa ; minbas molestias, porem ,
e infelizmente a minha linaua ate nao
deixa uvirem-se as expressCes do meu cora-
cao. Eis porque com pesar deixo |o"ar a ou-
trem que possa fazer sen devr. Entretan-
to, se em qualquer tempo o meu voto for
migado pecessario, eomvosso aviso fari to-
dos os esforcos para ajudar-vos com elle.
Deus guarde a assemblea provincial mili-
tes annos. S. Carlos, primeiro de Janeiro
de8i2.
Diogo Antonio Fcij.
o rodeara porqnanlo nomomen'.o em que
:ie aciiou so sern auxilio de capacidades que
o gastenlassem viu-se peado incapaz de dar
mu passo at por lint conlbssar-so inferior
sua posico.
Entretanto apesar de senteii'ea lauca la pela
opiniaocceUra si, o Sur. Feij nao desaui-
mou. Pe vez em quando parece que o AS-
tinelo dictatorial amortecido ao sen cerebro
por falta de alimento cheja a um estado de
irrilacao que o incomoda, e necessila expan-
d r>se. Afumas illuso\s de poder e popula-
ridade (em abrigado em seu seio mas qu
^tany. i fc^taM-
asoaperancas vaga e indeterminadas qeain
da a opposie nutro d. a ver raalisada-, o Si.r.
l'eij.'i lera cutio de desenganar-se de lodo ,
vendo a influencia dessa dedara^io de votp
que Ihe foi sera dvida. arranca da pelos seas
amigos polticos.
.Mudas outras ob'servQes Ihrimos a
|i'(\i extrava'gatite e orrgmal s nao estives-
semos ntimarhenleconvencidos deque p uca
ou nenhum parte tve nella o Sur. Feij. A
nao ser um dc'sses estratagemas usados p loa
partidos para embirrn aoa seos correligiona-
rios isto he publiearao de nina ;i",aa-
deaaparecem de todo ante a reajidade dos tac-. riocriph' ; a dcclar?*i'o do hobre senador nfia
tos. Km 187)'.) o Sur. Feij preteodeu com passa de una coneessn grcfo'sa feita ao pedi-
iim celebre projecto He medidas salvadoras re- do dos eludes do partido anli-arribdo,
dnzir o imperio a um verdadeiro Eldorado (Brazil,)
reeoin pondo a sociedad' im sentido de dar for-' <> anuo passado quando nos veiu notiria
(a extraordinaria ao poder dividindo o paiz de se ler alierlo a assemblea provincial do S.
eiU superiores e inferiores e dando uellesl PaOlo, veiu-nos tamh-m nina declaraoffo, pro-
o poder Beesmaa.r a estes. EhtSb adirec-
co das ideas do Snr. Fijb era para dar ao
elamacao ou quer queseja do Sur. padre Fei-
j, em que amargamente se nueixava do bou-
L'overno una torea tal que seus Oorreligiona- Co apreco que OS eleitor.'s paillstas haviam
riosnoliticos ndesampararam. OSnr. Auto- foitodelle, QQgando-lhe pela maior |)arte os
nio Cariosetprimio-se a respeito doss pro-! seus votos. S. Ex. us reprehenda por e*sa fal-
: 'elocom a se'.'uint" phrase has |( fou !
E o Snr. Ottoni decarou haver mudado de o-
iini;ioa respeito do Sr. Feij depois da aprft-
senta'ejSb d-> um tal decreto.
Ora esse mesmo homem o homem
que quera dar forra ao poder em 1859 qu
hoje assigna com a rnAo trmula essa declara-
cao. Ilojesuas palnvras respiram a mais in-
frne demagogia. OSnr. Feiji't appella .para
OS sentimentos dtt hairrismo dosils compr-
la de respeito com <'Ile praticada e repelli
o diploma de supplente que lite havia sido
mandado Causou pasmo e admiraca a sem-
cerenionia com (pie S. Kx. Iractava OS eleit-
res. que com tanta razao haviam querido que
elle licasse seni maior ngcYenca da poltica
do paiz a ipiem a troco dos beneficios de
u:na alministracao enrgica em 1831 e 1832
dora tantas desgranas o calamidades.
F.ste auno abre-so pOSrgar
as icgras da di'cnfci'd do coui'vli-
ft'tt eui SffaS palavras, m.'s unr partido ,
lim poder poltico priiM-paimcn!" diVfgrrr-
do-se ao cbe'e (J estado --- t'-m ODrlgacaii de
resp -ar .1 decencia e a urbanidad'- fi ria'o
prtffertr p.ilav.-as qde serliVo reprovadas e:;
qdalqirer reiOS na. faixes vioient.-is,
(pie s" ori.r.'inao flus oliris Friimisads polti-
cas coiloiieslao as ve/es procedimentos m
ftos rearados, mas nunca ha desculpa para a
grosseria.
A provincia de S. Pauto no approvur por
certo o passo inconstitucional de seus repre-
sentantes si com 'licito O deretn : dotada
de bom senso, cloia de patriotismo, nao
querer recorrer a meiosexlraordinairos alim
de remediar niales para os quaes basto os
ordinarios.
(Piario do Rio de Janeiro.)
DECLABAg IX) S.\T.. P. FEIJ-
Sur.-., da aesentbfea provincirl. Pa
cmara dessa capital recbi o diploma de do-
pntado provrtiaT. Sinto que a enfermidade
q-.' sWfjW) nao rh* p>rmrtla tomar par" tta
)> IrdbailKl. .'v'.ido este.-; prricipnlmen-
to agota de siima inipo"!e.:ieia TOtrVlg qu '
ende logar a quem dignamente rpi'seWte o
<( earai'f'r paulhHawb
Snrs., a marcha da assenihTe penil tem
sitl muilo desagradare! aos que amam e res-
peitam as instituieoes juradas. As assem-
j,|eas proviuciaes pela" inlttulatla nter-1 certadas porque urovinhas dos homens que
E' simpre mana dos homens que por seus
(tantos ou pela forea eega las cireumstan-
cas cheraro a exereer um da influencia na
sociedade ocrerem irmementena iinmuta-
bilidade das sympalhas c opinioesa seu res-
peito. Einbnra vejam ludo alterar-se princi-
pios se succederao a principios, boniens a ho-
mens, governos a governns el les se s-i -
pflfi una excepcAo reara peral ; entendem
que a popularidadc de zomha de todas as mudancas da oniniao e
que semelhaates s pyramjdes dn Esrypto ellas
se conservan! em pe inabalaveis alravez das
geraQoesmie. passam. As vezes onqmedes-
sas notabilidades que se ulgam eternas j
de todo desconhecido. nem-umas svmpath-
as di's/ierla mais nos co/vicoes o turbilhAo da
poltica o tem arrebatado d todo masque
importa ? Aquelle. que tima vez figurn v
sempre as cousas como no ponfo culminante
desua vida poltica e nao seembra de quo
av'da do poltico independente da vi la do
homem meramente tal que este anda exis-
ta quando aquello j ha mtiit rpousa no
tmulo dos seus maiores. Assm (u-'quando
f.illam denis'de passado 6 perodo de sua vi-
da" suis vzes pirecem partidas de' um entro
mundo, j peTanem-um influencia qie pro-
(lu/e:n j.i por totalmente alheias s opnes
e sympallis' da actlidd.
Eis justamente o que acontece a aeclrc
do.Snr. Feij. Nao se pereiada este dign
senador que boje sua opinio iiiil ic'ncia nem-
uma exerc ios"desfinos da paiz que seu
nome pertrnce mais ao passado do que ao pre-
sante de que a queda (le IS">7 a mais es-
troridosa e nwsapplaudida que homem polti-
co lgtnri ha titb no imperio foi tal que Ih
nao permitte o recrguer-s" 0iridia. O . nhoi de dictadura a mania de dominar um
grabdd imperio com dous prin-' '' mtrito ex-
ticos filh( de urna inlelli^' a svslenia-
tic,1e acanhada desvaii.'C'ram-s;' anteo en-
lliu^iasmo com que foi saudado o'da Pide ;-
lembro de i837. OSnr.- Feij rilo se jul-
gou na altura dolugir a que o tinhao (devado
as recordacoes gloriosas do ministro da justiQa
de 18r>l e sucidou-se pH(icamnte de dc-
s;snin:> no din e'nr que reconheceu que liAo
porlirt niais agiient.ir o peso que Ihe havijo
i sbreos hombros. O/i essa reg-ncia
do Sur. Feij foi mais que milito fatal asna
p(>tifaf idad pois revelou o se^redo desua
adminstracaode 1831 blOStroti que suac-
neigia de entilo era1 a energa nao delle mas
a doseu pa''tidr>, que snas medidas foraoa-
vincanos pretende provocar contra o pe- v;ncial paulislana : os partidos slao em |n>n-
ri OS odios de um i provincia pacifica e leal j 1 'al de flervesCehcia que os cheles mesmos
ainiga da paz e da infe:;rid.vle sempre dis-| reliram-se da sceria pdlitica e nao querem
pOSt a dar as provas as mais decisivas dead- i provocar imtior irritaea ; o Sur. Paula Sou-
Hesfio inonarchia constitucional. S-rn anior za ni vae a assemlda provincial o Sr. To-
aessa patria cujo futuro j nao interessa aol bl fita em una das snas fasencas. Ilaeni
Sr. Feij. ponpieell-nao domina sacode o [ Pido planto tem jni/.oem S. Paulo tuna teri-
facbo da ananuiia bradando aos Panlislas : dencia para a ordem 0 soceg o a coiiclia-
irnced.un com energa e Corgfti poYqu tem 5?A; os homens mais grados pareccm acceder
aos desejas do governO manifestados na Horne-
arlo do Snr. Paran le Monte Alegro que
ni'cessaria energa juncia um carcter de pro-
bidade e inieirez.l reeonhecido por todos os
i'aulstas, por lodos os Ibaseiios. e cuja po-
pularidadc naquidla proviieda cujo inleresse
iido muilo pouco considerados senao vil-
pendldos.
MHS peiguntae-lhe em que consiste essa
nouca considi'iacao com pie tem sido tracta-
rfose Paulistas ? Contoque el les vao licar
b'baxo do despotismo ? OSnr. Feij nada
diz a este respeito. Contentar.do-secom a de-j pela prosperidmle deba por nin-ttem podem
elaraco vagido tribuno esipiece os laclo* ser contestados. A dceasiaO c opportuna ;
e subslitue um sonho seu. a visro de um ce-lapbaretG o Snr. padre Feij com tuna procla-
rebro ja muilo longo doseu estado normal il re- nlackfl guerra civil. a separacao da pro-
alidade do que observamos todos os dias. Es- vneia !
se poder que Ihe pareca lao fraco em IS,"I .
i-sse dSrespeto a auetoridale que tanto o iil-
eommou'ava ncssftpcha, pareeem-lhe hoje
lementos tfio formidaveisde forra (pie inri- <> hOrner pie acida instante em sua vida
Que ii'.'lnia levoil o velho e parlytco ox-rr-
gente a dar esse passo ? Amor .1 liberdade .'
perlgo c
m : enre a librddd lgui
la 0 amor propriodo Paulistas alim de wr-
marem urna cruada da liberdade opprimida
COlltra'0 despoMsmo triumphante
P'piis de declarar*que as assemhlas pro-
Vhciaei linlr'io lcado reduzidas a vaos simula-
dnos de repres-iilacao depois da inlerpre-
Meao do acto adeional como se essa inter-
puhlica (|iiando dominav (ueria leis lo-
tes e propunha medidas salvadoras quese-
(tetravam toda a literdn'd etn prOveito da
autoridade ser o mais proprio para agdrh
concitara guerra, em nome da liberdade!'
Diga o Snr. Pfeij5, dgm os seus tnigoso
qilequizerein : S. F.x. foi regent, bella-
llrelaeao viciare ;,s Ibntes da eleicAO OU di-1 ^feHt Sabe O Brasil o q! vale sen /..lo pela
mntiisse a liberdade dovelo, observa que frbniade. Seria dasHd de dominar.' Mas
se fo.viii toleradas as reformas do cdigo hre- S. Ex. esti tao gravemente enfermo todo
vem-ete a conlituieao.si-tornara irrisoria e no- paralitico, ve li de pedo o termo desua
mn.e uiVs c;lh i remos dduixo do HbsolttiSi. eilstnel que naO podemos' conceller tanta
mo. Por nutras palavra>e;;l-nd-o Su-. FeJL ambicao. OmOlivO do proceder de S Kx.
juque lima I-i rtppfovada p das cmaras e sane- para nos muilo mais simples o Snr. teijo,
eiona !i pelo imperador nao def6 ser lolerada I depois de ter sido tanta cotisa v-
isto que a firovincia deve resistir, n:1o
Consentir que ella se ex.-cute [tara (fue a
constituicao n:Io se torne irrisoria e nominal.
.Mas confo hade resistir n provincia ? Por va
de representa03s da" sua asseuibla!' OgOver-
iiO pO:vm nao pode de maneira alguma snh-
cido posto a um canto v os Srs. Vcr-
gneiro Paula eSoiiza eespecalnirnte o Sr.
Tobfaif gozarem de toda a influencia em seu
partido e in\eja dessas glorias desses Srs. ,
o desejo de ser tirado do esquecimento de
apeaiccer poem-lhe a peiiiu na ma ediclam-
>"
aoeuna provincia regeitar a do imperio,
e uaoexeeutar a lei das reformas s poique
mlO o quer a provincia de S. Paulo. Pois bem
metiera maioria minora, acceitar a opin- '> essa incendiaria pro'.damac.art, onde feliz-
mente o ridiculo abunda e (pie por isso nuil
naturalmente ficar Sem echo. S. Ex naOse
quer resignar a inorrer em vida : eis o segre-
('para en lao que se deve guardar o pomlonor j do : nal pode fallar escreve. l.aslimemos
e coragem dos Pau.das. [londonor finMgl O homem cuja vad;de chega a ponto de ser
(lie o Snr. Feij aconselba aassemhla pro-; inania : e cujas paixoesestaoanida laO lories
vincial procure despertar para nao ficarmos qu l'Be tOldO iBuaa reneta.
debai;o do ahsolutsmo.
( Po Brasil.
n i: c i. a R a c o f. s.
A li;>;;uagem do Snr. Feij pois he lingua-
,:e:;i do s'ti partido, islo a linguag"m sa-'
eramenta! da anarchia. (uerra a tuna lei que' ..
de.-e ler por lim acabar con. os despotasinhas! A Adminislraco las obras publicas
das pienas localidades dar vigor ao poder Compra para a ponte do l.eciie asinaeira
e desar.n r as Mc0*9 que estreando se.ls in- I seg.in.tcs. i
WflOS pier toh'.-lr eTertiva a s'ua pimi-
c;h) eis eift una palavra o que pretende o Sr. .
Feij, scmcomtudo ter o mrito de inven- prido e 12 pr 15 polcgadas de grosso.
cito. Felizmente a provincia de S. Paulo nao Trila estivas le t7 palmos decompndo, e
esciitara as vo/.es (laquelle cuja liugiin at nao 7 para oilo polegadas de grosso, S) estivas
,!"i\aouvireni--' as expresso 8S d a seu cora- ; de -li palmos de coiliprido, e7 para8pc4ega-
mosdecomprido. e P para i 3 poleadas de
grOSSO. Seis linhas de 30 palmos de com-
cao. C.onioem fS5 repelliu as doutrinas da
monarchia baratado estulto Jtisticeiro', as-
sm tambein rejeitar hoje os principios de-
maggicos do auctor da constilMeAo de Pons
Alegre. Peinis, em breve a le deve ser
po.-ta em execucao e dest'arte t"iao acabado
das de grosso. Todas as pescas que quisercm
vender taes madeiras jiodem concorrer na
Sala da sollredila Administra,'ao todos os d-
as, as horas do expediente para declararen!
os nltimos preces porque as vcmieraiV ep
menor tenirto em qpe as darffl e Abe*


.4
Ju que quali Jades devem ser e mais cir-
cunstancias. Admmistrago Fiscal das obras
Publicas 23 de Fevereiro de 4812. Moura,
Administrador Fiscal.
=.A Administrado Fiscal das obras pu-
bllicas tem de comprar em liaste publica ,
a quem por menos Tender huma porgo de
entnlho para 134 bracas de aterro, entre as
pon tes grande o pequea da Magdalena : as
pessoas que pertenderem vender tal entulho
por canoas, podem concorrer na Salla da so-
bredi U Administrago no dia 26 do crrente
para se tratar de tal negocio, cora a pessoa
quo por menos vender. Administraoao Fis-
cal das obras publicas 22 de Fevereiro de
1812. Moura A. F.
eyPor ordem do Exm. Snr. Prezidente a
Administrado Fiscal das Obras Publicas alu-
ga o 2." andar do ." sobrado da ra do Pa-
lacete, athe o fim do mez de Setembro do pre-
sente anno por aluguel de trezentos mil rea
por anno pagos mensalmente: quem o per-
lender, e o quizer ver dirija-se ao mesmo so-
brado, cujas chaves se achao em poder do mo-
rador do 1." andar, para o franquear a quem
quizer exarnina-lo; e cazo Ihe agrade pode di-
rigir-se ao Administrador Fiscal da sobredita
Reparligo em sua caza ou na mesma Re-
portigoas horas do espediente.
THEATRO.
Em consequencia de algumas pessoas jul-
garem que a reprezentago dramtica aniiun-
ciada para Sbado 20 bera para fazer mal
ao Sr. Reis que traballia Domingo 27, o
Director transiere a abertura do Theatro com
a Companhia dramtica, para o dial, de
Margo Aniversario da abertura da Assem-
blea Provincial ; em cuja noite espera deixar
salisfeitos os senhores assignantes e mais
convidados.
Fuiieao de msica Gymnastica e Mimima
para Domingo 27 do crrente, debaixo da di-
recgo do Artista Jos dos R"is. O director
iaila vez mais agradecido ao indulgente e Ilus-
trado publico desla cidade pelos repetidos fa-
vores que continuamente delle recebe, assim
como a sua familia, tem determinado pa-
ra este dia em prova do seo agradecimen-
to um variado e escolhido espectculo,
que espera seja digno da attengao de
lio sabios espectadores, leudo lugar difieren-
tes eharmoniosas pegas de muzca cantadas
por Madama Emilia Amanli, extraordinarios
exe.rcieiosGymnasticos esortes novas em cima
Jos dus Rcis ; grandes forgas de queixada
por Joa(|uim dos Reis; a pedido de muitas pes-
soas- tambem se cantar a mui aplaudida to-
nadilha Espanhola-0 poeta o msico e ase-
vilhana nao esquecendo as mediabas da chi-
quita, com no*as quadras e nova tragedia.
Executar-se-ha urna nova e divertida panto-
mima ao estillo italiano, qufl tem por titulo o
pasteleiro Romano, ou o comilo, a qual ser
embelezada com todo o seo aparato, e prespe-
clivas, mu singulares, e scenas graciozas,
que muito divertirn. Dar principio as 8
horas e um quarto.
AVISOS DIVERSOS.
S3T O abaixo assignado sendo requerido ju-
dicialmente por sua mulher para partilha
amigavel dos bens do casal convida pelo pre-
sente aos sctis credores a apresentarem as
suas contas legalisadas 'para serem pagas e
poder proceder partilha ; assim como con-
vida a todas as pessoas qua tem pinhores em
poder do abaixo assignado a remirem-os com
toda a brevidade pelo mesmo motivo.
Joaquim Antonio de S. Tiago Lessa.
cr Domingo 27 do corren lo abre-se hum
botequim mui decente denominado estrel-
la do passeioem frente do mesmo: no qual
h diferentes bebidas refrescos, e comidas;
tambem no mesmo se propoem a fazer janta-
res para lora ; promete-se satisfazer as Pes-
soas concurrentes ; e nos Domingos e dias S.
ha ma de Vaca.
ssy l'm brasileiro habilitado por exames,
eexercicio para ensinar as primeiras letras,
lingua latina se offerece a excrcer cssas
duas faculdades fora da praga : as pessoas
que se qiiiserem utilisardo seu prcslimo di-
i ijo-se a ra do Rozario estreita botica no-
va D. 51
cy Os Herdeiros do fallecido Joze Pedro
Alexandrino, fazem scien te aos credores do
mesmo fallecido que devem apresentar no
praso de 30 dias as todas lefras e obrigagocs ,
para serem pagas ; no lugar do Rio-doce, si-
tio de Francisco Candido das Chagas.
t3y Furtaroda Villa do Pao d'Alho do
quintal do Dr. Promotor pelas 9 horas da
noute de 12 do Janeiro deste anno um cavallo
de estribara sellado e en tremi russo
pombo com especies de foveiro por entre-
pernas esquerdo poucas clinas de tama-
ito medio algum tanto curto de idaJe de
7 para oito annos carregador baixo e es-
quipador com urna pequea fstula, ou ci-
catriz d'ella de baixo do queixo muito ar-
digo e prompto a qualquer acgo e com
o ferro seguinte mui visivel por nunca ter
encabullado = B = ; quem o achar ou del-
le tiver noticia certa ser generosamente re-
compensado ; entendendo-se na Comarca de
Pao d'Alho com o Sr. do Engenho Palmeiral ,
com qualquer dos Empregados pblicos da
mesma Comarca na de Nazareth da malla,
com o advogado Joze Carlos de S. Pedro ou
Manoel Comes de Andrade ; na de S. Anto
com o Padre Vicente Ferreira de AlbuL
querque ou qualquer dos empregados de
Justiga da mesma ; na do Limoeiro com o
Chefe de Legio Manoel Barboza da Silva,
ou com o Reverendo Viga rio da mesma Villa,
e nesta praga co:n o Dr. Fernando Aflbnso de
Mello ou com o Dr. Promotor Francisco
Domingues da Silva.
ssy Quem annunciou querer o tratado de
Testamento por Covia Pinto e o Cdigo do
Commercio de Rogron dirija-se a ra do
Roza-io da Boa vista na loja fronteira a casa
n.31i.
%Sf D-se 550* rs. a juros : na ra do Li-
vramenlo sobrado de dous andares D. 9 .
ssr Quem annunciou no Diario de 2a do
corrento querer comprar um sitio perto;da
praca com arvoredos de fructo bom vi-
voiro, e excellente casa de vivenda, falle com
o Padre Lessa, Regente do Hospital do Pa-
raso.
ss?- Pilulas Vegetaese Universaes Ameri-
canas. = A fama destas pilulas vegolaes do
Dr. B. Brandrelh polas grandes curas dolas
obtidas, faz com que sejo procurailas com
avidez, edellas fazem uzo tanto nos casos mi-
nutos como nos mais intrincados. Sao re-
commendadas por milhares de pessoas a quem
ellas tem curado de tisica influencia ca-
tarros indisgestes dispepsia, dores de ca-
bega dores ou peso em a nuca quo ge-
ralmenle sao sntomas de apoplexia, ictericia,
febres intermitentes bilis, escarlatinas, fe-
bre amarella e toda a classe de febres as-
ma gota reumatismos, enformidahes ner-
vosas dores r.o ligado pleuresa, debilida-
de interior abatimonto de espirito, roturas,
inflamages, inchages dos olhos, accidentes,
paralisa, hydopresia,bechiga, sarampo, enfer-
midades dos meninos tosse de toda a clas-
se clicas dor de podra lombrigas des-
enleria surdesa vagados de cabega en-
fermidade de S. Joo erisipela ulceras al-
gumas de 30 annos cancarosj, tumores in-
chages nos pos e pernas almorreimas ir-
rupgo d pelle sonhos horriveis pezadel-
los toda qualidade de dores e molestias de
mulheres, como obstruges relaxages &c.
Em todos os casos estas pilulas ser um re-
medio cerlo e simples porem poderoso, para
cura de molestias chronicas contagiosas ou
nao e o que as faz mais adaplaveis a esto
paiz he que nao tem a menor tendencia a
resfriados quando se tomo. Nao requerem
dieta nem resguardo algum a sua composi-
go he tao simples que nao fazem mal a mais
tenra crianga. Pelo agradavel de seu effeito
e por ser a dose geralinente de 4 a 5 sao
estas pilulas preferivois c superiores a qual-
quer outra medecina. ElUs tem sido a ni-
ca medicina de muitas familias por longo lem-
po, tirandosempre odesejado lini de resta-
helecer a saude. Sendo um grande preser-
vativo para o escorbuto e tenesmo, e suas
consequencias ; os martimos e viajantes nao
deverio ir sem ellas. Os habitantes do ma-
to e sertoencontraro neslas pilulas urna me-
dicina que Ibes assegure as vidas do seus es-
cravos. O nico deposito das verdadeiras pi-
lulas vegetaes he em casa de D. Knoth agente
do aulhor na ra da Cruz D. 57 para on-
de se mudou de fora de portas.
N. B. Para maior seguranga va i cada cai-
xinlia embrulhada em seu receituario e la-
crada com o sello da casa em lacre preto.
C7" Precisa-se todos os dias uteis do 2 ar-
robas de capim postas no forte do Buraco :
a fallar no mesmo forte com Miguel Bernar-
dino Quinleiro Jnior.
C-'No escriptorio de E. Schaefer na ra
do Vigano ha urna carta que vcio de Lisboa
dirigida ao Sr. Guilherme Douler.
i^" Trespassa-se o arrendamento de um
sitio na estrada da Suledade para o mangui-
nlio que foi do fallecido Joze Bernardo Ja
Gama o qual tem pasto para o ou 0 vaccas
d leite baixa da capim milita?- fructeiras,
trras para plantar hortaliga ; quera o pre-
tender dirija-se ao mesmo sitio onde tambem
se vende capim de planta em arrobas ou
partidas por prego muito commodo, e dito
para plantar o qual se vende muito em
con ta.
ssy Precisa-se alugar um preto preferin-
do-se moleque : quem tiver annuncie ou
dirija-so a fora de portas ra de S. Amaro nu-
mero 53.
C7- Francisco Botelho de Mello retira-se
para fora da provincia.
AVISOS MARTIMOS
srr Para o Rio de Janeiro sahir cora
muila brevidade o Bergantim Nacional Im-
perador D. Pedro forrado e pregado de
cobre Capito Joaquim Soares Mearim ; pa-
ra carga passageiros, e escravos a frete ,
trata-s com o consignatario Joaquim Baptis-
ta Moreira no seu escriptorio ra de Apo-
lo ou com o Capito a bordo.
es- Para o Maranhosabir com toda bre-
vidade o bom conhecido Brigue Escuna Caro-
lina Capitao e pratco Francisco Bernardi-
nodeMattos; quem no mesmo quiser car-
regar ou ir de passagem para o quera tem
excellentes cmodos e melhor trataraento, di-
rija-se ao Capito ou a F. M. Rodrigues &
limaos ra doi Tanueiros n. 12.
ssy Para Ilamburgo segu viagem a mui-
to volloira bera construida e forrada do
cobre Galera Hamburgueza Ida temi a
bordo a maior parte de sua carga ; quem na
mesma quiser carregar ou ir do passagem ,
para o que tem excellentes commodos diri-
ja-se aos seus consignatarios N. O. Bieber &
Companhia.
" L E I L O E N S .
^OT*Alexandre Mackay zem leilo por intervengo do Corretor Oli-
ve irji de grande porgo de fazondas luglezas
constando principalmente de panos pretos de
diversas qualidades que se venderao para
fechar contas, chapeos de castor brancos e
pretos superfinos e mu i tos outros : Quarta
feira 2 de Margo as 10 horas da inanh impre-
terivelmente no seu armazem ra do Tra-
piche novo.
= 2.* feira 28 do corren te s 10 oras da ma-
nila em ponto James Crabtrte & C. conti-
nuarlo por intervengo do Corretor Oliveira ,
o seu leilao de fazondas luglezas principia-
do Quarta feira passada 23 em consequencia
de nao terem recebido a lempo as amostras
das suas lindas chitas de novos padres re-
ce chegadas pelo navio WiUiam Russel para
serem apresontadas em o leilo d'este dia.
tsr Russell Mellors A C. fazem leilo por
intervengo do Corretor Oliveira de grande
e explondido sortimentode fazendas Inglezas
rece n te mente chegadas e as mais apiadas
para este mercado por serem suas qualida-
des bem condecidas e justamente bem acre-
ditadas n'esta praga e Provincia ; boje sbado
26 do corren te as 10 horas da manh era pon-
to do seu armazem na ra da Cadeia.
COMPRAS.
vtsr Um Ripango em Portuguez estando
em bom uzo : quem tiver annuncie.
CJ" Um methodo do Flauta quo esteja em
bom uzo ; quem tiver annuncie on dirija-
se a ra do Viga rio botica n. 72.
s^- Urna escrava moga que engomine bem
e nao soja viciosa e um molequo de idade
de 12 a 18 annos, nao se olha a prego: na
ra de Agoas verdes D. 58.
ssy Pellesdo passaro canind (arara azul) :
na ra da Alfandega velha n. 9.
"vendas.
Farinha superior, de trigo novo do
ultimo carregamento das marcas XXXF e
XXX, e prego baraio : na fabrica da farinh
do atierro da Boa vista.
tsr Farelo a 3# rs. a saca de 3 arrobas, ou
2#800 rs. sera o saco, para engordar cavados,
e muito melhor que o que vem de fora pois
he fresco e novo ed mais sustento ao ca-
vallo como o peso do farelo mostrar : na
fabrica de farinha do atierro da Boa vista.
XST Urna prata engomma, laVa de sabo,
e varrella trata bem de urna casa e ozi-
nha : na ra da Roda venda D. 8.
13- Azeite doce a 5tf rs a caada dito de
carrapato a 5#200 rs. batatas a 800 rs. &
arrobas ditaem gigos, bolaxinha a200rs. a
libra passas a 200 rs. sevadinha a OO ,
sag a 280 rs. farinha do Maranboa 120
rs. lingoigas muito novas a 300 rs. a libra ,
paios a 220 rs. loucinho de Santos a 200
rs a libra e em porgo a 160 rs. agoa ar-
den te de franga a 480 rs. a garrafa esper-
macete a 800 rs. sal de Lisboa a 1*600 rs.
o alqueire na ra Nova venda D. 53.
tSF" Urna preta de boa ligura boa lava-
deira cozinheira e lavadeira 3 ditas qu
cozinho e lavo de sabo e varrella por
350* rs cada urna ; dous moleques pegas de
16 a 18 anuos bons para todo o servigo : na
ra de Agoas verdes D. 57.
S25" Urna escara e 12 a 11 annos; vel-
las de carnahuba ; e sapatos de burracha, por
prego commodo : na ra do Bangel D. T.
S27- Urna armago propria para loja de fa-
zendas miudezas ou outro qualquer estabe-
leciinento tendo a casa commodos para fa-
milia : na ra Direila D. 20 lado do Livra-
mento.
ssy Urna rede do Maranho com seus
cordes, propria para tipnia : na praga da
Independencia loja de encadernador D. 25.
S2F" Vende-se ou afora-so 60 palmos de ter-
reno de frente e 500 de funJo na passa-
gem da Magdalena, no sitio do Sr. Joze Joa-
quim Bozerra Cavalcanti: na ra das Laran-
geiras casa de Claudio Dubeux.
tSF" Urna preta de moia idade ainda bu-
gal propria para todo o servigo pelo prego
dc250* rs., ebogiasdeOem libra al* rs. :
na ra da Aurora D. 9.
tw Duas negras de 20 anuos cora boas
habilidades, a vista do comprador so dir o
motivo por que se vendem : no pateo de S.
Joze D. 2 lado do Nascente.
cy Urna venda a dinheiro que vende do
12* a 15* diariamente para trra com os
fundos de 700* rs. vende-se por seu dono
retirar-se para fora da provincia, na quina
da ra da ponte velha : a tratar na mesma.
EF Inoengo em lagrimas gomma arbi-
ca muito lina vinhos engarrafados licores
e outros objeelos: em casa de E. SchaelTer na
ra do Vigarion. 18.
ESCRAVOS FGIDOS-
ty Pelo natal passado fugio de Manoel
Duarte Ferreira Ferro Snr. do Engenho Si-
nimb do termo da Villa do S. Miguel na Pro-
vincia das Alagoas o preto Autonio angola,
representa 45 annos baixo, beigos grossus,
denles da (rente podres muilo pouca barba,
pernas grossas, ladino mas falla mai por-
tuguez : quem o aprehender e levar aquello
engenho ser bem pago de seu trabalbo: cons-
ta que anda para as partes de Goianna.
tsj' A 2 docoarente fugio do engenho No-
vo .lunqueira, na Frcguesia do Cabo, o es-
clavo Agoslinho i-e nago Rebolo estatu-
ra regular bastante grosso do corpo lio
barbado representa 5o annos he ainda
moio novo na falla : quem o pegar lave a
dito engenho, ou riela praga em casa de
Folis Augusto Scola na ra da Cadeia velha
que ser gratificado.
tsr Na praca da Independencia loja de l-
vros n. 57 e 58 no escriptorio da Typogra-
fia Imparcial ra do Collegio D. 12, no Reci-
fe ra da Cadeia loja do Sr. Moraes e .na bo-
tica do Sr, Pimenta ; principio Meio e Fim
das Filhas de Jerusalem, ou a Farpeleida cora
seus visos de poema oferecido a rapaziada
de bom tom na pajje que diz
A vos pois mimosos filhos
De vi uvas, de donzelas ,
E outros, que taes dedico
A descripgo das farpclas.
cy Azeite doce de Lisboa a 720 a garra-
fa papel de meia holande a 60 rs. o ca-
derno : em Olinda na ra de S. Bento loja de
couros n. 14.
tir Um pianno Inglezem muito bom uzo
e de boas vozes por prego commodo : no
pateo de S. Pedro sobrado de um andar de
varanda de ferro D. 8 no aliuhamenlo da ra
de Agoas verdes.
MOV MENT DO PORTO.
NAVIOS" SAH1D0S NO DIA 25.
Rio de Janeiro pela Baha; Paquete Inglez
Pedgion Commandante James.
SABIDO NO DIA 24
Macei ; Patacho Sueco Alert Cap. Elias
lianson carga lastro.
ENTRADOS NO DIA 24.
Jersey; 40 dias Brigue Inglez Siren de 114
tonel. Cap. John Dupr equip. 9 ca -
ga batatas: a Me. Calmont & Companhia.
Baltiraore ; 4o dias, Escuna Americana WI-
liam Tompkins de 101 tonel, t Cap. Eras-
mus Peterson equip. 7, carga farinha
de trigo : a L. G. Ferreira & Companhia.
''-
RECIFENATVP. DRM.F. DE F. 1*4*


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