Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:04449


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Full Text
Aunado 1842.
Quarta Feira '23 de
Tailo ajora d l uemns como principiamos, eseremos apontados com admiraciio enlre as Nacoes mais
oallM. (Proclamacao da AssembleaCeral do Brasil.)
PARTIDAS DOS CORREIOS TERRESTRES.
Goianna, Paraiba, eRio;ranr1e do Norte, na segunda e sena feira.
Bonito e Garanbuns, a fOe'-'i.
Cabo, SiTinbaem, HioFormor.o, Porto Cairo, Maceio, e Alagoas no 1 14, e 21.
PilelS. Santo Antao, quinta feira. Olinila todos os das.
DAS DA SEMANA.
21 ?es. s. Mnximinno. Chae Aud. do Juit re I) i re i lo da 2. ara
21 Tere. A Carleira de s Pedro em Antioi|ua. Re, Aud. do do juide Direito d
23 (Tftarl. I.niaro. Chae. Aud. do juii de dircile da 3. vara.
24 Ooiot, Mathias Ap.
25 lext. s. Ccr.nrio. Aud. do .Iuir.de Pireito da 1. rara.
211 ssh. s. Torcato. llrl. Aud. do Juir. de Uireito da 3, rara.
27 Doto. a. Leandro.
la 1, rara
Fevcu'eiio. A uno XVI II. N.43-
"aMwi iihiii vitjz uiiiimi/uama:-. .
O Diario publica se lodos Otilias quenjoforen SaaEcados o pwn da assinialttra !s
de tras mil reis por quaricl i-.i;os adiantados. Os annuncios dos asa:gnimtea aflo atando!
gratis, eos dos que o no forera ratao de 80 reltpor linha. As reelamaefes derem itt
dirigidas a esta Tjpogralia ra das Ciuies 1). 3. ou pra<;a da lii Nmeros 37 e 38.
CAMBIOS so da 22 na Fevereiro.
Cambio sobre Londres '19 i. p. I.
Paris 320 res p. franco.
ii Lisboa SU a 85 p. 100 da pr,
Ocao-MoedadeO.' V. 14.400a 14,000
u N. I1.200i 14.400
>. de 4,00') S 100s R.200
PT4- PataoCei .ti.iUa 1,670
l'nvrj- PeimColuamaiei 1.150a 1,670
i ii Mencaaoi .^ l G )
mu.I.i 1,440 a 1,400
M.....h de cobra 3 por 100 do dismnln.
Disconlvde l.illi. da AIRmdaga 1 a i por 400
.ni mcr.
dem de letraa da boaa firmas 1 e le .
Preamar do da 23
Fcvereira.
\ fls 2 horas e f)4 m. da iiianh.l.
2. a as 3 lloras e IS m, da larde.
PI1ASES DA LIA NO MI 17 1 E PEVERE1R.
Ouarl, ming. a 2 s 10 lloras e S m. da mana,
La Nova a 10 s 0 horas a M ai, da manh
Qaarl. rese, a 4S-- \\* 0 borai a22 m. da mnnh.
La elieia a 26 s I lloras c .(i m. da man!'.
PORTl.'CAL.
( DECRETO. ) Tomando cm consideradlo
o Kelalorio tos Ministros Secretarios d'Estado
das diversas llcpartigcs : Hei por bein Orde-
nar oseguinte :
Artigo 1. E' confirmada o approvada a con-
venci fefta com a companhia Crdito Na-
cional conforme o disposto as condicoes
juntas, que fa/.ein parte do presente Decreto,
e baixam assignadas pelo eonsellieiro Antonio
Jos d'Avila Ministro e Secretario d'Estado
dos Negocios ta Fazenda.
Art. 2. A Junta do Crdito Publico autho-
risada a crear e emillir nm fundo de Inserip-
,C(Je de cinco por cento, correspondente
quantia de seis mil quihenlos c vinte contos
de reis nos termos fconvencionados com a
companhia yolas referidascondicOes.
Art. T>. Acontar da data da publicado do
presente Decreto sarao pagos em dia os ven-
c mantos de todas as classes activas do Esta-
do salisfazendo-se-llies em dinheiro, du-
rante cada mez a importancia dos vencimen-
tos do mez antecedente com o descont de
dez por cento.
Art. 4. Os possuidores de ttulos das Clas-
ses activas, pertencentesa ultima lacuna, que
nao quizercm associar se a companhia ou
vender-the seus ttulos recobr0 cm troca
dos mesmos Inscripcoes-de cinco por coto ,
com assentamento ha Junta do Crdito Publi-
co, na raziio de cento e vinte por cadacem.
Art. 5. Para o puntual pagamento doajuros
das nscripc/tas de que tratara os artigo ; se-
gundo e quarto receb )vk a Junta do Crdito
Publico, interina e directamente da Alian le-
ga Grande de Lisboa a consignado mensal
correspondente ao juro da emissao das mesmas
Inser penes que fr tendo logar.
Art. 6. OTiesouio Publico, avistados
esclarec menlos que recebar dos dilVerentes
Ministerios far organisar, para ser presen-
te acortes, una mappa demonstractivo das
dividas dos mesmos Ministerios provenien-
tes de vencimentos anteriores ou posterio-
res i ultima lacuna que nao entraren) na
c.ipitalisacio a que o presente Decretse re-
fere a liin deque sobre o seu pagamento pos-
sam as cortes resolver o que julgarcm conve-
niente em visla das propostas que paroste
fin. o Governo Ibes lia de apresenlar.
Art.' 7 O Thesouro Publico far igualmen-
te organisar, erametter Secretaria d'Esta-
do dea Negocios da Fazenda para ser pre-
sente s cortes un mappa circunstanciado
do resultado des la operac^o, da qual. para
sua inteira validada se lavrarao os Termos
e Autos necessarios como estilo. Os mes-
mos Ministros Secretarios d'Estado das dille-
rentes Repartieres o tnham assm entendido,
e fagam executar. Pago das Necessidades .
em trintae um de Dezembro de rail oilocen-
tos quarenta e um RAIXHA. Joaquim
Antonio de Afiliar. Antonio Jos d'Avi-
la.Antonio Bernardo da Costa Cabml.
Conde de Villa Real.Jos Ferreir Pesta-
a.Rodrigo da Foneeca Magaliiaes.
Condices do Contracto convenconado com
a Companhia Crdito Nacional a que
se refere o Decreto da data de hoje.
1. A Companhia Crdito Nacional on-
tregar aoCoverno a quantia de seis mil no-
vecentos setenta e cinco contos de reis, sendo |
quinhentos contos de reis em titulns de divida
de vencimentos das classes activas dos servido-
res do Estado posterior a Dezembro de 1S"S.
quinhentos contos de reis cm ttulos de divi-
da de vencimentos das inesmas classe desde
Agosto de 1855 at ao lira de Dezembrode
1838 dous mil contos era ttulos de divida de
vencimentos das classes nao activas desde A-
gosto de 1853 al ao lira de Outuhro de 1KU ,
dous mil con tos em urna omma de titulosde
divida fundada externa nao convertida, que
pelo contraetos primittivos venga o juro an-
imal de cem contos de reis fefta a conta pe-
los cambios correntes nos das dasen'regas ,
otre/.'iitos setenta c cinco con los deivis .
ou oque realmente for conforme as pocas
das entregas nos Coupons respectivos aos di-
tos litlos de divida fundada externa quo re-
presen tarom os jaros vencidos e nao pagos .
feita a reduce/lo pelos mesmos cambios.
2. Na mencionada quantia de mil e seis-
centos contos de reis de titulosde vida das
classes activa, posteriores a Dezembro de
INoS ser comprehendida a importanciad is
recibos de sidos quo Hinco de Lisboa tiver
em seu poder e tenba tomado a noventa c
um e noventa c dous por cento na forma es-
tablecida P'do contracto que cclebrou com o
Governo em .2de Junho ultimo.
5. Pela referida somma de seis mil nove-
cehtos setenta e cinco contos de reis em di-
nheiro e ttulos dedivida, recebar a Compa-
nhia seis mil quinhentos c vinte contos de
reis de lnscriper.es de cinco por cento que
alm das dantas declaradas na Undulo 15.,
tero as mesmas vantagens e garantas das
me actualmente existem.
A A entrega dos quinhentos pontos de
reis emdinliciroser realisada em tres pras-
taedes [.agando-sc a primeira dentro de
vinte dias c asoutras um e dous mezes de-
1 setenta o cinco contos de reis em titulosde
divida do Estado ser Feita dentro de um auno,
.'i. A Companhia entregar outros qui-
i nhenlos contos de. reis emdinheiro tambem
em tres [uestacoes de mez em mez a
contar do vencimento da ultima tas estable-
cidas para o pagamento dos primeiros. qui-
nhontos contos una vez que se verifiquen)
as clasulas seguintes : I. Ser o Governo au-
thorisado por Lei, para dar a Companhia pe-
los ditos segundo, quinhentos contos de reis
em dinheiro mil contos em Inser pees de
5 por cento. 2. Ser dolada por Le a Junta
do Crdito Publico tanto para 0 juro destes
FOLGanr
pois 5
e a entrega dos seis mi! quatrocenlos
mil contos de (nscripQes como para o de
seis mil quinhentos e vinte cont, no res d*
Inserpeoes, que igualmente tleverao dar-se
Companhia, com a quantia annual neces-
saria (pie ser entregue directamente pelos
Cams Geraes do Contracto do Tabaco na
Junta do (".rtulo Publico por eonta do pre-
go do mesmo Contracto e nos prazos que o
Governo designar, para ser especialmente
applicada salisfacao dos ditos juros ; de mo-
do qne os de cada semestre se paguen) mpe-
terivelmente at ao dia 15 do mez inmediato.
(i. A Companhia medida que for realizan-
do as entregas tanto de dinheiro como de
ttulos de divida, ir recebando, porcohta ,
InscripQes as propor^oes seguintes :
Por lu em dinheiro 20 Inscripcoes.
Por 100 em ttulos da divida das classes
activas posterior a I).;/i,mhrii de 1838,
120 em Inscripcoes.
Por 100 em tilulos dedivida das mesmas
classes desde Agosto de 1853 al aolim
de Dezembro de 1838,80 em InscripcOes.
Por 100 era tilulos de lvida das classes
nao activas desde Agost i de 185o al i ao
lim tleOulubro de 1841 60 em Ins-
cripcoes.
Por 100 em litlos de divida fundada ex-
lerna cujojuro, segundo os contrac-
tos primiltiVOS sejaou corresponda a
cinco por cento 100 em Inscripcoes.
7. Asqiiaulias dos Coupons, que repre-
sentaremos juros vencidos e nao pagos dos
dous mil contos de reis em ttulos de divida
funda la externa nfioserao considerados pa-
ra a entrega de [nscripcGes.
8. Ojuro das Insoripces ser contado des-
de a data das entregas de dinheiro ou tilulos
por que forera trocadas.
i). Ossete mil quinhentos c vinle cantos
de reis de Inscripcoes que por este Contracto
lera de receber a Companhia serao distri-
buidos da maneira seguinte :
5-760 Inscripcoes de hOOOOOOrs.somman-
do 3;760:000*000 rs.
(lli Inscripcoes de SOOOOOrs. somman-
do 5:008:000,)000 rs.
7:520 Inscripcoes de 100)000 rs. somman-
tlo 7.%2:00%000 rs.
10 As referidas 17:298 loscrpcfies tleve-
rao estar promplas para seren entregues
Companhia, nos prazos seguintes: a quarta
parte do seu numero dentro de ."> me/es. o
asoutras Tupiarlas partes seguidamente de
quarenta era quarenta dias. Os valores das
Inscripcdes quedoverao promptificar-sc nes-
tes praSOS SSlo desigliadoi p>!a Compa-
nhia.
11 A entrega dos mil contos de reis em di-
nheiro ser l'eila nascidales de Lisboa e Por-
to, segundoconvier Companhia; noex-
c lendo porm as sommas entregues no Por-
to a quinta parte das prestacos salvo por
consenso do Governo. A entrega dos tilulos
dedivida randada externa e seus Coupons ,
lera logar na Agencia Financial em Londres.
A entrega dos quatro mil e cem contos de reis
de ttulos de divida das classes activas ehfto
activas se. far cm Lisboa com guias da direc-
caoda Companhia em que se declara o ap-
perlido cora que ilcverfio ser firmados para se-
rem accitos devendo ser recelados mu nina
s csiat;ao o por maneira que termine o
mais brevemente possivel a responsabilidado
da Companhia pela vracidade dos ttulos pie
entregar.
12 Dentro lo pra/.o marcado na Condi-
cfto a Companhia annunciar que vai pro-
ry.lftr oompra tios ti tul os .!as pl > *li-
vase nao activas de que precisar e a rea-
lisar dando 50 porcento pidos Idilios de di-
vida dsclasss activas posterior a Dezembro
de 1858 -'i por cenlo pelos ttulos de divi-
da .las mesiiias classes des lo Agosto de 1833
at ao Om de Itezerobro de l cento pelos ttulos do divida das classes nao
activas desdo Agosto de mil oilocenlos trint
eoito ataofim do Outubrode 1841.
|T> Se no referido praso a Companhia nao
poder comprar as quantias estipuladas de ti-
tulosde divida das classes activas e nao acti-
vas pelos procos marcados na condicio ante-
cedente, poder supprir o que lhe faltar ,
dando, dentro de um novo praso de 0 me-
zesque lhe ser concedido pelo Governo de-
poisde verificar o laclo da impossibilidade-,
ttulos de divida fundada externa de o per
cento, contando-se rtfto soseapilaes, mas
lambem os juros vencidos e nao pagos pela
maneira seguinte :
Por 100ttulos dedivida das classes nao
activas posterior a Dezembro de IS,">8 il
AHItt d'auconv.
Era pelo im da larde eainda que nao
fosse mais que primavera, a atmosfera pesa-
da, c abrasadora, eocco coberto de grossas
niivcns aiiimnciavam una prxima tempes-
tad Joao Claudio o barqueiro entra na
sua niiseravel choca as margens do Sena,
nao longe da pequea cidade de Vernon ; ao
vtM-o entrar sua mulher mesquinha e mi-
s iavcl creatura Ce rosto enfermo, que se a-
chava sentada a um canto ,se levantou ln-
guidamente.
__Ento podeste, lite disse ella arranjar
algum dinheiro na cidade.
Joo Claudio sentou-s sobre um banco de
pu movendo tristemente a cabera, dando ao
mesmo lempo um forte murro cm urna me-
za tpie eslava a seo lado a qual acrescen-
tada com algumas taboas lhe servia de cama :
estes trastes juntos com djmiis utensilios de
cosinba j muto velbos compunham toda s
mobilia da sua casa : estiveram calados um
pouco manifestando desconsolarlo epezar,
como se reccassem inlerrogar-se reciproca-
mente \ de maneira que parecan) dous con-
demnados, que tinham de annunciar a s.
mesmos sua sentenca de morte ; era hm o
barqueiroexclamcu com urna voz tosca.
_ Pelo quo vejo nao ha pie cear? Amulher,
(mando uvio tal pergunU extremeceo toda,
e respendeo cm meia voz.
__ E venlade que nao ha nada, pois a
couza nica que havia conieu-se boje ao II-
moco.
Os rapazes ?
Os rapazes estiveram at agora a chorar
com Tome, mas acabei de os deitar. o esto
dorraindo.
O barqueiro cubriu o rosto comas raaos
pava uo mostrar a sua dor : mas passado na.
pouco exclamou :
_ Se nao trago dinheiro ao menos trago
boas noticias.
E quaes sao .
_ Em Paris ludo sangue e fogo, os ci-
dadfiOS te lomado armas e fazem urna hor-
rivel morlandaile as guardas do re ; ha
barricadas em todos os bairros da cidade ;
co re Henrique 5. fugio cora toda a sua
corte.
() scnhordcLorena e quetem ieito lu-
do sto r ,
__ E a ti que te importan) c.ssas cousas
Mulher a raao de Dos quera conduz ao
senhor de Lorena poisque o DOSIO rel
um impo quo se lign com oshereges, eos
hreges sao beatas malignas, atraz das quaes
;. necessario correr para cxlerniinal-as ate
qUe nao fique nenhuma segundo lera uiio no
pulpito o senhor curado Vernon.
Masque lograremo%nscom i
de-
xareraosiosnnnlsJ.ilen.orrer i s: ;/ p-r
ventura nao s io todas casas guerras \avis que
arruinara o paiz, oque impeden, que ganhe-
mos a nossa vida .'
T.Misrasao mulher, mas quo Iiavcmos
i.le fazer.
um capital e juros dos ditos ttulos de tres por
cento.
I Quanijosuccada quea somma dos ttu-
los da divida fundada externa convertida na
E' necessario dar de comer aos teus qua
trolilhos. /
Mas quera DIB proporcionar os meios ?
_ Dos, e roguemos-lhe ; e dizendo isto
os dous* ajoclharam cgm devoco.
No entinto a tempestad.' que toda a tarde
eslava i.ieaeando rehentil por lira una
lormidavel trovoada retumbava por lodosos
iaaos, a quasi conlinuadl luz dos relampa-
rr0a Linha substituido ao crespuculo da tar-
je, e esta luz elctrica e a copiosa ehitva pe-
netravam pelas rendas da choca tos oossos
devotos.
Quando a tormenta eslava na sua maiof
forcabateram porta nina forte pancada.
e Joo Claudio e sua mulher permaneceraiu
iniiovcis, Stlbmergtdo.3 na sua fervorosa o-
racq como as pancaejas contniassem e ca-
da vez com maior forca o barqQBlTO ss le-
vantou accendeu a sua lanlerna 9 wt a-
brtr aporta. Ira hornera entro., e.nb^
lem una grande capa v com mu chapen m -
i


I .......JElda
--"-*"--- '': .--. .'V. L^L'JBmtimtmmmm
tfi
r ?nforiuldalle doUecreto do c2 de ftovembrb I iihia o Presdento da do Banco e no caso do
* _l......MJ! 1 P.\L- .1,. I,....*. ,lrt., oaa \1: ,i. > t ,!..- Qnmo ilncfT-
falta de algum dos seis Membros cima desig-
nados os oito restantes escolliero d'entre os
Socios aquello que dever siibstituil-o.
5. 0 tundo da Companhia ser do reis
2,800:000^000, ou de 2,100:000.>ODO, so
a Di'-ecgao o julgar sulliciento. Ser dividido
reis de que tracta a condieao 1. at ao proco em AccOes do 1:000*000 rs., "JOOjOOO rs. e
u< i-.intae oito por cont", ser-lhe-ha por- lOOeOOO rs.
ih- mil oitocentos o quarenla ten ha excedi-
;>. r:. tadedaimporlanefct a (pie tic-aria redu-
/.. :< toda a divida externa, depois desecom-
pi ( i; a mesilla conversao o uo po;sa a Com-
ptnhia comprar os ttulos Je divida nao confe-
ridas para preencher os dous mil contos de
miltido substituir os ditos luidos pelos'dadivi-
(l.j convertida abatendo-s? no capital dellosa
importancia correspondente aosCoupoos ae-
ru.'-iulados em virludo da sobrodita conversao.
lo. As Inscripces que devero dar-se
Companhia teroCoupons para cincoenta se-
mestres de juros, e sern reformadas quando
v.. Coupons se acaben antes da amo lisaco.
.-,. leco ter assentamento e ser averbadas a
, \>soa determinada c:omo as actuaos on
ser conservadas sem designarn de pessoa ; eiii
quaquer dos casos porm o pagamento dos
juros se far simplesnente pelos CoUpouS.
16. Dentro de trez amina nao podero cre-
ar-se Inscripces ou titulo;; ie quaquer natu-
i/.a quo sejani. qnerepresentem divida fun-
dada interna istoc':, ttulos, cujo juro seja
pago no Paiz, senaocom as msmas condi-
cotts cfsniffHdaJesdoscpie actualmente exis-
u-m salvo por convenco feita com a Con-
i. Aos possuidores originarios de ttulos de
venc montos das Classes activas e nao activas,
com prebndalos na operacTio mencionada, que
pertenderem tomar Acees da Com pan li a ,
sern recebides os seas ttulos, para esse lim,
pela maneira segu n te :
Os ttulos de divida das (Classes activas pos-
terinr a Dezembro de 1858 na raso
por cont.
1 1. Todos os aclos da Direccao sero as-
signados por dous dos seas Membros.
12. A Direccao recebera pela sua geren-
cia 1 |8 por i00 Jos 7:520:000*000 de Inscrip-
ci'cs quedeyc receber a Companhia ; e 3 por
100 dos lucros lquido! nao compreliendidos
os juros das lnseripQcs..
15. No lim de cada anuo se reunrio os
trinta maiores inlerossados para ouvirem o
relaloro da Di receo sobre o estado da Com-
panbia e para tomarem conhecimenlo de
^uas coritas. Os livros e emitas da Compa-
nlia se patentearo depois por tros dias a
todos os intoressados.
14. A Companhia considerar-sc-ha dissol-
vida no lim doanno 1811 : e no principio do
loo'anno immodato se repartiro pelos Socios,
na proporco de seus interesses as Inscrip
0.> ttulos de divida das mosmas Classes dos-1 cues que existirem 0 todos os lucros e fun-
de Agosto de 1855 al o lim de Bezen- dos que houver emCaixa, considerndole
bro de 1853", ni raiio de T> p>r centn.
Os ttulos de divida das Classe.s nao activas,
desde. Agost de 1855 at ao lim d'Outubro
1811 narasodo 18 por cont.
5. Os possuidores uo originarios dos refer-
as Inscripces pelo valor que tverem no
mercado.
15. Se porem a Direccao entender que an-
tes de lindar o referido prazo devora acabar
a Compaidi'a poder annunciar a sua disso-
panhia. Quando porm se trla da trnca de (}. As sommas das subscriptjoes que dnve-
titulos de divida fundada externa, por lilu-, ivm sor satisfeitas nicamente emdinheirn.
los de divida fundada interna a referida res-; s,.r;-,0 pagas em 0 prestaces ,' etregando-se a
triCQO nao durar alem de dezoito me/es e
nos outros dezoito mezes immediatos so dar
c rabecimento Companhia de quaquer ope-
ratjoqoe tpba por lim a mencionada troca ,
sendoamesma Companhia admitida a con-
correr a ella com as mesmas condie, dos l.tulos poderfio tomar Acodes da Compa- 'cao procedido immed.atamentc a hqui-
nhia, entrando com partes iguaos de dinl.ero i da<;An e partidla de lo los os seus baveres.
o valor de ttulos reputados pelos nrecos d* <> Sa pelo contrario a Direccao julgar con-
clarados na radican antecedente. veniente que a existencia da Companhia soja
prorogada por mais algum tempo convocara
urna Assemblea dos com maiores Accionistas ,
augmen-
uutra i pial quantia.
17. OGoveroono realisar operaeo al-
guma sobre os ttulos da vida fundada ester-
na de que resulte augmenta de despesca a-
lem da soirihia necessaria para o meio juro
que actualmente ae paga da divida nao con-
vertida e para as dividendos da divida con-
vertida estabelecidos pelo Decreto de 2deNo-
vembrode 1810, sem que para ta
to aeja especialmente aulhorisado por Lei.
10. OCiovernoapres ntars cortes, na
prxima Sesso Ordinaria a Proposta da
Lei que julgar^ con veniente para a exlincco
do remar.escente que licar dos ttulos de di-
vida das classes activas desde Agosto de 1H7>.>
ate ao un de SfbwiulHU d lft-1 e 'loa olas
ses nao activas desde Agosto de 1855 ate ao
GmdeOutubrode 1841; de modo porem que
tal extinecao lenha logar por meio de amor-
tisaco e nfto de capitalisago.
Paro das Necescidades, em31de Dezem-
bro de 1811.Antonio Josd'Avila.
Condi^es para aorganisajo de una Compa-
nhia que tem por im tomar ao Governo
7:520:000.>000 de Inscripces do 5 por
ceuto.
1. A Companhia se denominarCompa-
nhia de Crdito Nacional; e a sua geren-
cia pertencer urna Direccao, que sera au-
thorisada para tudo quanto julgar conveni-
ente aos interesses da mcs.ua Companhia e
se compor dequatra Membros da Direccao do
Banco de L
JJ3U ll I itiiaj m .| indi ii--i i.ui i'w mvmm
Roma, Thoiiiaz Mara Bessone, eJoaquim
Honorato Per reir.
2. Ser presidente da Dirccvao da Compa-
bas mu iargas na cabera mais tudo islo mu
alagado.
Que queris Ibe disse oo com mo mo-
do ; se buscis agazalho nao podieis dirigir-
vos a peor parte: aqui nao ba ne cama, e a-
t pouco abrigo podis ter e se uo olhai !
O desconlii'cido tirpu o chapeo, o a dnbil
clartdade que espaj^aya a iantcrha pde-se
entilo ver a bella cabera de um joven qu pa-
reca nao ter mais que vinlo cinco auno, c
cujo rosto aluda que um pouco afeminado
era cheiode ;raca e hobreza.
Pcrdoai-me boa gente disse n dosco-
nhecido nao aho^lalidade queeuvenbo
pedr-vos poisque me disseram que o dono
desta casa [riba una barca a qual poderia
servir-me no empenho em que, me a< ho. Ve-
n!io de Mantas e vcu a Ruo, e como hoje
f caminho : seeu tiv.cssechegadoaond% queria
nao me affligia com isso mas perauado-me
(ii;: nao estouseno emVernon. Pw entra
parte anda queeu lenha em grande apreso
a i !;'s dabospitalidade uo me acho disio--to
.! utiiisar-me dolas para passar esta noitn ,
., i.' tenho o corpoto moido : inui principal.
. que resolver sobre as cond.Coes da pmroga-
primeira dentro dequinze dias, contados da cao que pela Direccao Ibe taren;Pf*%
data do Contracto com o Governo, e as outras Lisboa Si de Dezembrode 19I. -J>
do nez en mez. Os Socios .me assim subs- Banco de Lisboa Alexandre Joze Fem ra
creveren assignaraO tetras /.ola importancia Braga- Joze Cordero I-evo. Jo oA a-
das cinco ultima-, prestares ; poden do porm fio terreira Vianna Jnior. JMDtto Joze
paga-las antecipadanfrte feito o descont \ Das de Carvalho. Jeronymo de Aln
na razo de 5| i por 100 no mez.
7. A entrega dos ttulos tanto dos origi-
narios como dos nao originarios possuidores,
ser feita por urna SO vez dentro do prazo
marcado para a primoira das seis prostaooos de
que tracta a Condco antecedente ; salvo po-
rm Direccao proregaro mesmo prazo, so b
julgar necessario. A entrega do dinheiro com
que devcro entrar os possuidores uo origi-
narios ser feita pelo mesmo modo proscrip-
to na dita Condigno.
8. Ao Ha neo de Lisboa sero acceitos os re-
cibos dos sidos que tivor em sen poder e te-
lilla tomado a 01 e 02 por 100 na forma es-
tabelecida polo Contracto que celubrou com o
, *,,*... ... ,.. ,...... .-............ -
Brandane vousa.~ Joze Dias l.eito Sampayo.-
Manoel Jone de Kreitas Cumiarnos. (lar-
Ios Morato liorna. Thoms Mara Bessone.-
Joaquim Honorato l'erreira.
HESPANHA.
DISCURSO DA ABERTURA DAS CORTES.
Senhnres Senadores e Deputados Possui-
do de um vivosontimento ele satisfaeo me a-
presenlo pela segunda voz entre vos acompa-
nhado da nossa adorada rainha em cujo au-
gusto nonee durante sua menor > idade tenho
a grande honra de exercer a authoridade real
que me contioii a naco.
Vosso patriotismo e lealdade me inspiram a
lancleciiia peiQViOUirar.io ciiiu ceiiumu cum n r. .. .-. ,-_
Governo em 12 de ianho do presente anuo e i oonfiancadequo o tbrono constitucional se lir-
.... i i r> i oi-.i fnkra Kri^nc cnli.li: / i:-.i li> se 1 he dardo em troca ACCOOS da Companhia
pelo seu valor nominal : no excedendo
porm os mencionados recibos a somma do
000:000.y000 reis.
0. Km cada semestre se far o dividendo do
juro d-s Inscripces que e tiver rocebido no
semestre anteceden te 5 e no dividendo do I.
semestre de cada auno so comprehenderao
tambem os lucros lquidos das transaecesda
Companhia que hnuver dividir.
10. Considerar-sfl-ha como emprogo cor-
respondentfl ao capital social urna somma du-
plicada de Inscripces de 5 por 100. das re-
sultantes da operaeo que faz o objoeto da
Companhia reputadas a 50 por 100 e
quando se vendan algunas inscripces desta
somma de modo qne o seu producto exec-
Ja os ditos 50 por 100, o equivalente a este
do producto nao exceder os sobredi tos 50 por
100, ser todo applicado a essa amortisac/io
de capital.
niara sobre bases solidas e indest-rnctiveis, e
que a prosperidade c ventura da patria sero o
objecto de VOSSas ineditac/ios e sabedoria.
Com summa complacencia possomanfeslar-
vos que nossas relaojoes com as potencias adia-
das con Un aam eslreitando-se com os la^os e
boa ntelligencia que pstreitam os vnculos de (
una verdadeira anisado.
As ciernis nacoesque rcconheccran a nossa
excelsa rainha conservan os sen tinentos de]
justica quo diclaran o seu reconhecimento.
Os governos que ainda permanecein sem ter
dado este passo nos contemplan sem hoslili-
dade inforinam-se maduramente de nossa si-
tuaeo poltica e observando que se consoli-
da ,J nao vejo longo o da em que triumpho a
razo, oque a causa nacional completo sua
victoria.
para mim mui satisfactorio ter que an-
nunciar-vos queso ralilicou o traclado de paz,
amisade, e reconhecimento com a repblica
,,.. do Equadof sobre bases honrosas aos dous es-
tados o a seus recprocos interesses, como ve-
ris pelos impressos que se vos distribuirn
opportunamenle.
Nossos agentes van a sahir para representa-
ren] o governo de S. M. em Quito e conser-
var nossas relaefies com aquello estado.
Tambem se nao concluido os tractados do
paz amisade e reconhecimento com a re-
publica de Uruguay e Chile sobre bases con-
venientes e honorilicas quelles eslados e
que foi sua antiga Meiropole. Com as demais
repblicas q'inda no tem sido reconhecidas se
seguir a mesma conducta at chegar o termo
feliz que convm as naces que tem urna_or-
ge ra comrium. Oulro tratado se acha inicia-
do com Portugal sobre a iiavegacio do Tojo.
Com os difl'erentes estados tenho pendentes
negocia^oes para por mais franca c expedita a
correspondencia que hoje encontra algumas
duvidas que a tornara lenta e embarazada em
prejuizo do nossos interesses edos seus.
Inglaterra lia dado satsfacao pelo desa-
gralavel snecesso de Cartagena occorrido em
Maio desto anuo, e o governo franca tem vis-
to cora senlinento a violaco do territorio do
par/, de Quito.
O governo de Sua Magostado desojando re-
mover as causas quo em todos os lempos tem
dado logar a deploraveis conflictos continua
a negociauode um tratado com S. M. o Ro
dos Frficezes que a presen tou um projecto ao
qual se respondeu com oulro fundado em dif-
ferentes principios. Da sua resoluco difflni-
tiva dar-vos-hei conhecimento era tempo op-
portuno. .
A rebelliao que estalou no mez de Outuhro
ultimo, perttirbou o repouso publico, eo-
brigou ao governo a proceder com actividade e
energa para sutoca-la na sua origem.
A meacada a ConslituicO e as preciosas
vidas de nossa innocente rainha e de sua au-
gusta irin pelo logo mortfero de urna atroz
conjuracao, a providencia favorecou o exforgoS
dos hespanhoos leaos pare salvar estes caros
objectos de nossas esperancas.
Todos os mcios que estiveram a meu alcan-
ce seempregaram opportunamenle para re-
primir tao horrivel attentado, o a mo da
Justina castigou aos princpaes delincpientes,
cujo criminoso objecto foi destruido em menos
do um mez pela attitude firme da naco ea
fortaleza do governo. Satisfeita a vinganca
publica julgou o governo cpie devia exercer a
clemencia e presorvou a vi Ja a varios dos re-
voltosos.
Os acontecimantos de Barcelona que prin-
cipiaran! por abuso do contianea obrigaram
ao governo a declarar era estado de silio aquel-
la rica 0 populosa cidade. Ksta medida quo
nao leve mais neiihuin outro objecto que evi-
tar a elfuso de satigue no pmduzio violen-
cias neni castigos porque essos semiente de-
ven executar-se segundo as leis era a sjtuaco
legal a que se ha restabelecido.
Os tribuuaes oc-ciipam-se du formaeo das
causas que dovem continuar com aquellc zelo
que reclama a pronpta o recia administraco
da juslic.a.
Depois de laes acntecimentos so restabek-
CftU a paz em toda a monarchia com o trium-
pho das leis e lio desapparecido os motivos
que pode rain perturbar a tranquillidade pu-
blica.
O valcntc exercilo c a decidida milicia na-
cional tem defendido com lealdade a constilui-
co e a patria se nioslra reconhocida a seus
relevantes servicos.
As estradas postas ao cuidado do governo so
achavam reduziclas a um oslado lastimoso em
Consequencia do inevitavel abandono que cau-
souaguoira civil quo a cacao concluio com
tanta gloria mas os perseverantes exforcos
mente em Vernon. na qual duvido muito
q tv os le necios sejam tao linos como os do
Mants.
Km lim que me queris ? disso Joo
com bstanle impaciencia.
Pois que amigo, anda nao com prebn-
deosles oqueeuqufira? quero quemo con-
dii/ais a lliiao, onde espero adiar a melhor
bospitalidade.
Mas leudes pensado bem ? ir a Ruo
cora tal tempo!
A tempestado V>i acabar, eeu estou
decidido a nao descancar noutra parle, e su
de pensal-o extreneco. Vamos bon homem ;
se a paga o quera vos suspende nao tonhacs
necio algum ; poi.saqni ha com que pagar a
viagem de todos OS santos do Paraizo, so tives-
sem vonlade de ir a Iluo, e dizendo estas
.alavrasocavalleiro baten no boleo o fez
aoar o mais agradavel dos sons aos ouvidos
do barqueiro.
Quanto me dais ? disse Joo em quem
o tal som tinha produzidu um elTeilo elc-
trico.
Dus moedas de ouro parece-vos bom
preco,
Parlamos gritn o barqueiro vivamen-
(le scinlilando-lhe os olhos ; pois quo semi-
Ihante dinheiro era para elle o ganlio de vari-
os mezes do trahallio.
A Dos mulher e conlinuou em voz
baixa : amanb tero que comer os nossos
lilbos.
Durante este dialogo tinha-se acalmado
quasi a tempestado ; a la cone;ava a apare-
cer no horisonte clirigiram-.se para o em-
barque 5 o cavalleiro passou do 11111 pulo para
dentro da barca que o barqueiro acabava de:
desamarrar, econecaran a sua jornada. J-
lo cuidadoso em approvcilar o tempo ora
em prega va a vella ora os remos, segundo o
vento se apresentava. Km quanlo ao seu
companheiro aprimeira cousa que fez foi
embrulhar-se, sem cuidar no movimento da
frgil embarcaco, sem so embarazar com
os trbalo.>s do naulico, o s algumas vozes
no meio do solemne silencio da noite um
som melodioso vinha misturar-so aquello,
que os remos fazio cortando as agoas ou o
do vento que soprava na vela ; esto era a voz j
do joven pasageiro que en toa va este estri- '
bilho deuma moda mui usadanaquelle tempo. 1
J veremos misha querida
Quem primeiro se arrepende.
Pouco a pouco estas vozes se lornaram
mais vagas e os sons menos inteligiveis at
que por im cessaram intciramenle : de ou-
vir-se o cantor tinha adormecido. Kstavara
cnto na altura do Caslello de Guillen eo
barqueiro cessando de ouvir o seu corapa-
nheiro, largou por ura pouco os remos dei-
xando a barca seguir a corren te das agoas e
pqz-so a contemplar attentamenlc ao rcflexo
da la aquello que acabava de se entregar a
sua boa le.
Quem ser este estra vagan te ? dizia
ello comsiga mesmo, muito me engao se
elle uo algum hugonote condemnado,
quo lera necessidade de occullar-se pois nao
muito natural embaicar a esta hora e com
semilbante lempo ; com ludo uo l-.a muito
que estava cantando, poretn talvez que fosso
paradistrair-se ; cu apostara alguma cousa
que este incrdulo lhc roo a consciencia por
alguma ra aeco ; mais a mira que rae im-
porta isso? a sua bolca'esl hora provida o
pagar-me-ha bem talvez com din beiro
mal adquirido.


i
do governo dirigidos pelo zelo actividadee
economa que se emprega nos trabalhos tem
produzido felizes resultados.
Grandes porgues de estradas se achamj
construidas de novo em todas as partes se
tem executado reparages de muita conse-
(|uencia e no circulo de mais de seiscenlas
legoas se tem feilo abundantes depsitos de
materiaes para melhorainento e conservago
das mesmas.
Tambem se tem emprehendido novas dili-
gencias, e tudoest preparado para que a es-
trada de Valencia e a da Corunha possum co-
mccar-se na prxima primavera com vigoroso
impulso. Ao mesmo lempo se tem emprehen-
dido a construcgao de algumas pontes mui ne-
cessarias as communicages e concluiram-se
outras para facilitar o trauco interior.
E notavel odesenvolvimenlo que tem to-
mado a industria mineira que reclamava do
governo urna attcneao especial : os trabalhos
que com este motivo se tem feito produz-
rain varias fabricas de lundigo e algumas ins-
peccOes do minas-
() triste e complicado estado a que se via rc-
du/.ida a benelica inslituigao dos ceieiros dos
povos por effeito das calamidades e trans-
lornos que tem aflligidoa nagao pelo espago de
cincuenta annos a consi'lharan ao governo a
medida de promover e fomentar a creagao de
bancos agricolos, cujos resultados favorece rilo
notaVelmente a benemrita classe agrcola. O
governo persevera em levar a effeito esta me-
dida e espera que por este meio se augmen-
tar a riqueza dos povos.
A instrucgao publica tem reoebido grandes
melborias e muitos povos que careciam dos
orimeiros rudimentos de ensino j boje con-
tato com este inilispensavel meio decivilisagao
c de cultura. Km algumas provincias se tem
aborto escollas normaes resultado da que s>;
creou na corte, e logar d'ondo bao de sabir
brevemente os mesdvs destinados agenerali-
sar o ensino em todos os povos da pennsula.
O governo com o auxilio das oorporagoes das
provincias e dos povos prepara outros pro-
jectos que daro iiip grande impulso cduca-
gAo e desterrarao os erros que tem impedido
sua propagago. Para memorar a educarn
secundaria c a superior falla urna le que o
lempo nao permittio discutir e approvar na
anterior legislatura.
O exercilo e milicia provincial acham-sc or-
ean isados sobre bases mais convenientes e a
dimnucao da sua forca e a reforma da guar-
da real," produziram economas a beneficio
dos povos. Desgracadamente as circumstan-
cias nao tem permittido lixar os gastos da loi-
ca armada al ao termo possivei porque a
ultima rcbelii&Q exigi que os rgimen tos pro-
vinciaessedestinassem com 0 exeroilo per-1
manen te defensa da patria.
O valenle exercito que tantos dias Je gloria
ha dado conserva a organisag/o que se Ihe
deo no me/, de agosto ultim est pago com j
r^gularidade e o governo o allende com R
preferencia que merece. Sua moral e disci-
plina conservain-sa no melhor estado e sua
lidelidade e patriotismo asseguram a obedi- j
enca ao governo.
0 recrulamentode cincoenta mil bomens se
execula em todas as provincias sem obstcu-
los anda que com o vagar proprios de ope-
rarles delicadas. Mais de trinta mil bomens
j entraram nos depsitos e os rgimen'.os
principiaran) a substituir urna parte das suas
considerareis baixas. A lei que upprovaram as [
cortes ,. melborou a condiciio das clasSCS passi-
v.is do exercito e seu cumprimenlo enebe de
consolagao aos que sarvuam a Patria em seus
mclhores annos.
V justiga administra-se com a regularidade e
promptidoque permiti a nossa actual legis-
lago que bem de pressa ser reformada pe-
los cdigos que se estao fazendo com zelo e
perseveranga para seren presentes s cortes.
A lei que prohibe os vnculos comega a de-
samortisar a propriedade e seus beneficios
se estendem a todos os que a natureza e as o-
bngages civis dodireito a reclamar seus le-
gtimos haveres. As capellas collativas se
adjndicam conforme a lei aquellos que elle
confere a propriedade seus beneficios podem
avaliar-se pelo valor consideravel que se pfle
em circulago. O decreto de 29 dejunho pe-
lo qual se adoptam varias medidas e o ma-
nifest que so publicou emresposla impolti-
ca alocugao do Santo Padre contiverain as ag<-
gressfies com que se amecava a nacao e o
governo.
Tem-se adoptado varias medidas para a ex-
ecucSo da lei do culto e clero e o governo
em prega todos os seus esforcos para que se sa-
tisfacam exactamente as obriggoes religiosas
que abraca em beneficio da nagao e da igreja.
Fazem-se incessanles trabalhos oaestadstica
do clero e j se tem obtido dados importan-
tes para levar ao seu devido termo esta obra
t&o nova como necessaria.
Extinguiram-se os tribunaes especiaos da
real casa e patrimonio como ineompaliveis
com a consltuicao e tem-se melhorado os
juisos de residencia dos funecionarios do Ul-
tramar lixando as regias que destruam os
abusos que se tinham introdu/.do com o
lempo.
O Governo apressa-se com o maior zelo em
estabelecer a moral e regularidaile na admi-
nistrago da fazenda publica, e persegue a
fraude com lirmeza. O augmento que tem
tido as rondas do Estado e o decreto de cen-
tralisacao tem permittido que se satisfagan) os
pagamentos com mais ponlualidade do (pie
nos annos anteriores.
A lei das pautas que &9 promulgou no I. de
N'ovemb. nao offerece dados seguros para cal-
cular seus beneficios, porom applicada todas
as provincias sem exceptuar as Vascongadas .
onde se estabeleceram as alfanllegas espero
dola resultados satisfactorios.
Tem-se creado sem augmento de gastos a
direceo geral das alfandegas e depsitos,
em logar da antga diroegao e junta e lem-
se-lhe cncarregado a parte directiva e con-
sullativa deste importante e complicado ramo
da administracSo.
A lei de centra I isago das Iivrai.gas proce-
dentes de contractos para o exercito ser leva-
d i effeito o os mpostos no sal e papel sel-
lado milito tem contribuido a facilitar os fun-
dos que se destinan) s preferentes obli-
ga ees.
Tem-se dado un ollieaz impulso s opera-
coes previas da venda dos bous do clero por
meio de instruccOes o rcgulamenlos que
tendem a (-vitar as fraudes ; e o governo es-
pora que mui breve ser cumprda a lei. A
alienacao dos bens nacionacs que procedan)
das cxtinclas communidades religiosas, sel
activara, e as rendas continuara augmentando
a propriedade, e diminuindo a divida pu-
blica.
O svstema fcil (pie o governo tem adopta-
do em todas assuas opraseos tem produzido
felizos resultados e espero que desempenha-
das as rendas do Ultramar possamos para o
futuro cubrir com regulariilade, asobrigagdes
do servico publico.
Esta rellexo fez com que o barqueiro licas-
se pensativo e querendo desterrar da idea
uo sei que mu pensamento foi precitada-
mente pegar nos remos e comecou a rezar
oraeoes Virgem Mara : no ontanto como el-
le remava com muita violencia sentiu-se fa-
tigado e o seo espirito lornou alomar toda a
sua loica e o fez exclama'-. Oh meu Dos ,
bem OU nial adquirido odirdieiro que aquel-
la bolea contem mui pouca cousa para es-
te joven pois qu;: Rld don moflas de ou-
ro para que o leve a Ruo ; e todava s o que
olla contem seria bastante para o pao a mi-
nha mullior e a mens quatro lilhos em
quanto vivessscm ; mas lo;o que se acabem
asduas moedas de ouro acontecer o mesmo
(pie hontem, teremos.que morrer de fome,
porque este o nico frtfcto que a guerra
civil d a nos outros pobres.
A guerra civil oque no-la ha causado se-
noa fraqneza do osso re, e as desordens
e impiedades dos hugonotes, como omanifes-
(oii muito bem osenhoroura no pulpito. ..
()h que alegra teria eu de ter em minhaS
maos algn) dcstes calvinistas de mu agoiro!
Ao acabar de diser estas palavras o bar-
queiro estremecen como ferdo de una ideia
repentina, e arrojando nina vista sinistra ao
sen companheiro, isse: Segundo o meu mo-
do de ver, este joven un (lestes reprobos,
porque a sua inguagem a mais impura j e
ao depois quando se ioi deitar em lugar de re-
zar as suas oragoes como odevefazer todo o
bom catholico poz-se a cantar cantigas pro-
fanas, muito estimaria eu saber que peni-
tencia impona o sonbor cura de Vernon a
quem se aecusasse de sacar a bolea a um
destes hugonotes, em quanto elle estivesse
dormindo.
Em quanto Joo se entregava assim as su;:s
roflexes tornou a escurecer-se do novo o
ceo, a la acabava de oceultar-se e ludo an-
nunciava urna nova tempestado, e o que pa-
recer extraordinario, o barqueiro estimoii
esto accidente que dando-Ilic cuidados o pe-1
i os, apartava do seu espirito una crimino- |
sa^tetttago, dozejava ter naquelle momento i
que luctarcom os mais horriveis tormentos,
mas o destino que muitas vezes so compraz
de triunfar das nelbores resolugoes humanas
nao permiti que esta tempestado se manilos -
tasse: leyantou-se urna ligeira brisa do la-
0 crdito merece urna particular at-
tcncao, e para dar-lhe o impulso se tem
disposto os fundos necessanos para pagar 09
inleresses da capitalisacao dentro e lora do
reino. Desta maneira conhecero os credo-
res nacionaes e estrapgeiros que guardamos a
le religiosa que em todos os lempos tem dis-
tinguido o nome hespanhol.
A marinhaqueem outro tempo fez a gran-
deza e a gloria nacional, eslava redu/.ida ao
maior abatimento. O governo que bem co-
ndece ser esta a seguranca e a furga dos osla-
dos sobre ella tem empregado as suas at-
tengoes com regularidade, e cuida rm repa-
rar alguns navios para vigiarem nossas ex-
tensas costas. Tem-se armado alguns de dif-
forontes lotes que l'azem serviros importan-
tes e se estao armando outros, para que
possam visitar as costas das possessoos 'I-
li amarinas (piando as circunstancias o
exig rem.
Para prover ao servigo martimo se orde-
nou a couvocagAo da gente matriculada neces-
saria lotaeao dos navios armados.
A niarinha ulereante oceupa seriamente a
attengao do Governo, pois que a considera
como base do progresso da de guerra, eo meio
mais seguro de prosperidade de nossa indus-
tria e coininereio.
Uestabclecida a paz se reanima notavelmcn-
te o inovimento mercantil, o qual necessila
| O apoio indispensavel da COliGanca que nasce
com a tranquillidade e p sooego publico.
Com estes elementos com a liberdade prc-
pria de nossas instituicOes e com a protec-
co de um governo justo e forte a agricul-
tura a industria e conuneicio chegarao ao
grao de prosperidade de que suscepiivel
um solo lo frtil como o da Pennsula. Para
o conseguir est decidido o governo prote-
ger o espirito de associago que se desenvol-
ve por todas as [tartos com o qual pode dar-
se um impulso vigoroso a lodos os ramos da
riqueza publica.
As provincias do Ultramar, sempre liis
ao governo da melropole continuara dando os
mais evidentes testera un bos de adhesao e res-
peito. Nao se tem alterado a paz que nellas
reina c sua sombra e com a proteegao
paternal do governo se tem elevedo um grao
notavel de prosperidade.
Com a prudencia que exigen) os grandes
inleresses daquellas ricas provincias ha sub-
metUdo o governo junta formada para exa-
minar as leis especiaos varias disposicoos
que podem applicar-se com utilidade daquel-
les habitantes e da prosperidade das mes-
mas ilhas.
Ser-vos-ba apresen lado o tractado especial
de commercio celebrado com a repblica do
F.quador; as disposigoes que elle abraca svo
uteis aos inleresses de ambos os estados e
nao duvido que Ihe daris a vossa appro-
vacao.
O governo que ama com IV- sincera o sys-
tema'representativo, desoja augmentar as
garantas que dem estabilidade e larga dura-
gao consltuicao que felizmente nos rogo 5
com osle seiiliniento se vos apresentar um
projeclo de rosponsabilidade ministerial que
sirva de freio aos bomens do poder o allan-
co a f poltica dos hespaiihoos*.
A nei.essidado de melhorar a ailininistrncao
publica |>ondo em harmona com a constitu-
cao do Estado as lea orgnicas que se deri-
va nf legtimamente della induzom o governo
aprosenlar as cortes os projectos de le de
organisacao e attribuieocs dos municipios, de-
putgoes provinciaes e chefes polticos.
ilo do Sudoeste que dissipou as nuvens. A
atmosfera, atenlocarregada de, vapores,
comecou a tomar essa transparente beloza
(lese nota as noites de vero e as estrellas
(livis.ivaiii-se nidiantes por toda a parte daa-
i bobada celeste.
A' medida quo a noite se tornava mais
Clara a ideia do barqueiro, por um con-
traste singular se tornava cada vez mais
sombra eentfln tmente um pensamento o
oceupava : com os bragoscados e os olhos -
: tos no s;o companheiro adormecido cuja vis-
; la pareeia exercer sobre ella, urna especie de
' fascinagao, tinba abandonado a sua barca.
De repeine o forasteiro sonbando fez mi ino-
vimento e a sua bolsa cahindo no chao fez
! urna bulla que resoou at o coragao do bar-
queiro que esta mesma bolea tanto o oceu-
pava o anda que somonte o rellexo da lua
ora quem allumiava, este Msfav para que
elle muito bem visse que ella se tinha quasi
despojado.
En lo elle dommado por urna emogao dif-
ficil de explicar se levantou c chegando-se
at o desconhecido .o observoucom urna al-
lengo cheia de angust as.
Tambem so vos apresentar p projocto de"
1 le do libardade de impronsa que se onca-
ininha a cortar abusos o reprimir aquella li-
, cenca com que se difama por sysloma se ca-
liininia por calculo, e se conspira por mes-
Iquinhos inleresses contra a constiluce e a
ordom publica.
Desojando uniformisar a adminstfacjio de
todas as provincias de um modo conveniente
aos inleresses da nago o f publica julgou
o governo opportimo aprsentar um projecto
do Ioi para modificar os foros das provincias
vascongadas
A boa ordom da adniinistracao exige urna
di visti de territorio, e que emendemos de-
fetosque a experiencia tem feilo conhecer na
que boje rogo ; com este lim ser-vos-ha apre-
sentado um projeclo de lei que reclama o bem
publico. Igualmente sc-vds apresentar um
projecto de lei di' organisago dos ti ihunaos o
julgados. e outro sobre a inamobilidade e
rosponsabilidade dos magistrados ( juizes.
As lo/es do secul eo progresso da sciencia
legislativa a seguranca pessoal o a da pro
priedado nao permiltem que o poder judicial
continu no estado em que se acha o j
lempo deformar suas leis orgnicas em har-
mona Com OS principios oonstilucionaes que
devem cumprir-se religiosamente.
A' vossa considoraco submelter o gover-
no outros projectos de lei para re;]ilanionlo
dos oscrivaes o notarios do reino para as ta-
bellas dos diroitos indiciaos para suslar as in-
justicas o notorias nullidadea, e finalmente
outros para logulamenlo dos tribunaes cccle-
siasticos e sobro reservas apostlicas.
Os ornamentos serao igualmente submetti-
dos vossa considerago para seren exami-
nados Com o cuidado que oxigem as necessi-
dades peremptorias do servico publico, e as o-
conomias dos povos ; c nao bastando
08 egressos ordinarios das rondas cubriros
gaslos do servigo publico o governo apresen-
tar os meios para sanar esta falla.
As vicissitudos que loni soll'rido a nacao o
a administraco publica nos anuos anteriores ,
tem produzido um numero consideravel de
aposentados e jubilados, a necessidade obliga .
ea conveniencia acotiselha que se modifiquen
as disposiertes vigentes; com este fin se-vos-
aprosentar um projecto de lei.
Tambem se vos apresonlai o outros projec-
tos de reformas que reclamam a sciencia a
economa e as necessidades dos povos.
Para moralisar o mais possivei as oporacoos
do banco tomn o governo algumas diaposi-
Qdes pie lera produzido salulares olVeitos a<
crdito e propriedade dos particulares. Pa-
ra levar ao cabo esto ponsainenlo tambem vos
ser aprosentado um projeclo de le quo em-
barace que o banco soja a causa da ruina de
muitas familias que jogam suas fortunas era
espoculagoes imprudentes.
Senhorcs Sonadores e Populados : a naco
vos contempla suas esperanzas so fundam
na vossa sabedoria e patriotismo Vossa
missao grande, pois q lie regenera.lora',
B o livro da nimoi laudado vos reserva una
pagina de ouro. Con tai com mens esforcos e
com o corrg'io franco de um soldado (pie tem
combatido sempre pela liberdade c gloria do
sua patria. Ao esipiecais que fraccoes tro
Iracas como criminosas pretondem no seu de-
lirio atacar a consluicao e o throno, para
desacreditar a sania causa que defendemos ,
e excitar a Europa contra nos: estrellemos
os laCOS de uma sincera unio, e consolide-
mos o trono constitucional de uma rainha in-
nocente, cujo mgico nome tem vencido seui-
0 joven conlinuava a dormirjquando o
barqueiro trmulo O fora do si se ahaixoii
e recolheo com ancia o dinbeiro, o j ia me-
tendo algum as algibciras, no momento que
o desconhecido Mitn oslas palavras: :
esperai que eu durma para l'a/.eros fsso mais
a vossa volitado.
O barqueiro piando se vio desooborto icoii
perturbado, e talvez queso o joven O livesso
reprehendido com palavras proprjas ao que -
cabava dpassar-se, o barqueiro se langas-
so a seos ps mas vendo que o desconhecido
zombava do seo mau sueesso, licou onraivo-
eido, o cheio de luior lrou rn.a faca da cin-
ta e com voz trmula Ihe disie.
M( u lindo Narciso, se anda nio dor-
mas pedes preparar-te para o fa/er agora ,
porque son cu ene me oncarrego de te fazor
doro ir (ara sempre o terminadas estas pala-
vi as Ihe deu i:m golpe Dagarganta.
Ncstemcncnio, alUaaipdo nfeiramente
dcbai\o das r.mtns qo a cncobrian, fez ver
com sua luz as torres do castello de Arccna.
cuja sombra gigantesca se estendeo as agua?
do Sena, d'alli faltavsm tres legoas para fhe-
gar a Ruao. Continuar-se-ba.)


i
pre <>s mimjfos ila iiberdade. Nada ambicio-
no, ininlia vjtk ria de sei vil- ooyi lealdado forma meu pa-
trimonio.
A constftuiefio vinculo o throno-da inno-
cente tzabel, a independencia nacional e o
governo formado pelo vol dos povossejao
programuia de nossa fidelidad c o ponto
de par!ida para dirigir os trabadlos legislati-
vos a oonso.iaeao de mn governo forte e
justo (pie resistindo s tentativas de ambi-
ciosas faeooes afiance para sempre a prospe-
ridade e ventura da naoao. >
(Do Nacional.)
4
S>%oi.yd3CA30.ii ^^>.mw-wiJii'3iw*i,iv-a^"'"-*
Z>i.mm\.,m.*i_f"r nini i'lgg

T1IF.ATRO.
ga a bordo ; quem quiser carregar ou ir de
passagem dirija-se a ra do Yigario n. 7 ou a
bordo do mesmo.
L E I L O E N S .
\Ci James Oablrec & Companhia fazem
leilao no sen armazem da ra da Cruz, por
inlervencao do Corretor Olveira hoja 25
do corren le as 10 lloras da manfla cm ponto,
CP Um sobrado anda novo de 2 anda-
res o sotao cbm muitos commodos, no bair-
ro de S. Antonio ; quem o pretender enter.da-
se com Joao llenriques da Silva, junto ao arco
de S. Antonio.
UtT Pregos pipares, e arcos novos decas-
tanba : no armazem de J.S. de M. Reg.
52" Urna parlo de una casa( um terco
pouco mais ) sita no atierro da Boa vista on-
de morou o Dcz. Joze Libaniode Souza, com
em continuado do principiaJo no dia 15, de dous andares e soto e grande quintal que
vai at a outra ra onde se pode fazer outro
predio : quem a pretender annuncie a soa
morada para ser procurado ou dinja-se ao
Recife rua da Cruz D. 12 que ah acharo
com quem tratar de manlia al as 9 horas e
de tarde das duas as 4 horas.
O Abbade 1/ Epe grande e excellente
Drama (|ue do Rio de Janeiro trouxQ para seo
denote o Sar. Antonio da Guaba 'le Mondon-
ga, actor Porlngliez, o qual \ai pela prinieira
ve/. Sabba lo 2o do correte esperando ob-
lar os niesmos suiTragios do respeitavel Pu-
blico desta cidade queacabou de recaber na
(lorie desle Imperio: o espectculo rema- \
t.u com a sempre aplaudida larca-S. Con-
salo de Amarante. O Director mandar na
Sexta fcira, a casa de cada um dos senhores
Subscriptores os Camarotes e buhles que
lhos pertencem. segundo o Programa aos mes-
mos a presen lado.
AVISOS 1) l V E R S O S.
s^r Um rapaz Brasileiro que tem 6 pre-
paratorios eulende de oseripturaCO mercan-
til ed (ador a s tisfaoao se o 11b rece a
qualquer negociante para escriplorio, ou ca-
xeiro dp ra: (piem qui.ser annuneie.
53J^Precisa-se de urna pessoa que saina 1er,
oscrever contar
:rammalica porlugueza,
para ensintff dOOS pequeos, distante desta
praca um (piarlo de legoa ; quem estiver n es-
tas circunstancias (fjrlja-se ao principio doat-
terro dos A (Togados cm casa de Silvestre Joa-
qun; do Nascimento.
SC7" Precisa-se alugar um moleque de lia
20 anuos de idade e que nao lenha vicios ,
para o solteno o qual agradndose negociar na
rua ra cadeia loja de cliapeos n. 42.
Ylf" O Baeharel Jo/.c Jernimo Cczar Lou-
reiro leudo de fazer urna viagem repentina a
grande sortimento de fazendas Inglezascon-
sistindo em variedade de panno, prelos, lilas
pretas ordinarias, entrefinas, o linas algo^
daozinhos orina de differentes qualidades ,
cassas lencos meias pretas e brancas ,
suspensorios de diversas qualidades e mili-
tas outrasque se vendern para fechar contas.
tZT Moje 23 do corren te se ha de fazer lei-
lao de fumo cm lotes de 5 rolos, qualidade re-
gular e toucinlio : no caes da Alfamlega de-
fronte da eseadnha.
izf- Hojo 25 do correnle J. P. Adour &
C. roa da cruz D. 11 fasem leilao por in-
tervencao do corretor Olveira em presenta
i do chaneeler do consulado de Franca por
conta do seguro, deumacaixa, contendo
1% pares de capatos deeouro de lustro ava-
dados.
S?p Hojo as 10 horas da mnnha ha leilao
na prenca do Sr. Mondonga no fortedo Mat-
tos de 40 barricas com farinha Americana ,
velha e arremala-se em 4 lotes. "
tzj~ Perante o Chaneeller do Consulado de
Franca por conta de quem pertencer o
por inlervencAo do Corretor Olveira se fa-
r lelflo publico Sexta (eir 23 do correte
as 10 horas da manha na rna Nova-casa do
Sur Berangcr defrpnte da Matriz da difle-
rentes ohjeclos pertencenles ao fallecido An-
tonio Dutocq subdito F ranee/ o.onsistindo
os principan*emi mesas redondas para meio
desala, dilas para jogo cadeiras niarque-
zas camas de ferro, quadros com eslam-
pas e sem ellas espelhos secretarias vi-
nhude Bordeaux engarrafado, dito branco
em caixns c muitos outros ohjeclos constan-
tes da relacfloqnese aclia para o exorno em o
Consulado de Franca eque se acharan pa-
tentes na occasio do leilao.
su- Russell Mellors & C. fazem leilao por
inteneneio do Corretor Oliveira de grande
o esplendido sortimento de fazendas Ingle.zas
recento monte chegadas e as mais apiadas
Comarca de Flores, nao leudo por sso lempo para este mercado por sercm suas qualida-
de se despedir dos seus amigos, pelo presen- des bein conhecidas o justamente bem acre-
fe Ibes pede CSCUSa desta falla involuntaria (litadas n'esta praca e Provincia; Terca lena
jsgnran lo-lhes a conlinuacao de sua eslima I 1" de Marco as 10 horas da man ha em ponto,
mo obstante a ausencia, pie alias nfto ser'lo sen armazem na rua da Cadeia.
&U- Manteiga do superior qnalidade em
harris d",28 libras cerveja branca por 2^800
rs. aduziaem harris de i duzias genebra
da Hollandaem (rasqueiras charutos da Ba-
bia em pores grandes
para
e pequeas,
fechar contas : na rua da Cruz I), -i.
tLU" Bous ptimos carrinbos com os seus
arreios c mais pertenees proprios para um
cava lio, do mais moderno gosto e mu ligei-
ros pelo com modo prego de 500,* rs. cada
um : em casa de Smith & Corbett na rua do
Trapiche novo n. 18.
SST* Preeisa-so de urna costureira que quei-
ra trabalhar alguns dias em urna casa par .cu-
lar ; quem estiver nestas circunstancias di-
rija-se a rua Nova defronte da Igreja da Con-
ceirao I. 105.
AVSOS MAR ITIMOS.
su- Para Hamburgo segu viagem a mui-
lo velleira bem .ouslruida e forrada de
cobre Calera lianiburgueza Ida tendo a
bordo a maior parte de sua carga ; quem na
mesma (uiser carregar .;-(iu ir de passagem ,
para o que tem excedentes commodos df i-
ja-se aos seus consgnala; ios N. O. Bieber &
Companhia.
cy Para o MaranhAo sabir com toda bre-
vidade o bem conhecido iJrigue Escuna Caro-
C O M P RAS.
Mr" 70 a 80 enchameis de lomo de 25 a
2i palmos de comprunenlo : na rua do Vi-
gario I). 7.
-^5~7" L'ma Blibia em portuguez : na rua
Nova loja de seleiro do Francisco Joze Car-
ne i ro.
VE I) AS.
C5" Farinha de trigo multo bo o proprta
para bolaxa pelo prego de II e 12^ rs. a bar-
rica : noatterroda Ba vista padaria france-
sa D. 22.
IZT Una rotula veneziana de louro em
bom estado jior prego commodo : as o
pon tas loja 1). 54.
X3" Um pianno em muilo hom estado para
lina Capitn e pratico.Frencisco Bernardi- se aprender, e por proco commodo: na rua
no de Mallos j quem no'mesmo quiser car- dasTrincbeiras sobrado novo ile 2 andares,
regar ou ir de passagem para o quem'tem t^- lima preta quecoznba o ordinario,
regar ou ir e passagem paj
oxcellentes cmodos emelbor tratauaen lo, di- compra, vende e {
rija-se aoCapilao ou a F. M. Rodrigues & Roda venda I). 8.
rua dos Tanueiros n. \)i.
ha na rua : na rua da
Irmfms ,
i^r Para o Araealy segu viagem a Suma-
ca Felicidade, Meslre Joze Rodrigues Pinhei-
ro ; quem na mesma quiser carregar ou ir de
passagem cnlenda-se com o dilo Mostr, ou
com sen dono Antonio Joaqun) de Souza Ri-
beiro.
S27- Para o Ro de Janeiro sahir com
muila brevidade o Bergantina Nacional Im-
perador D. Pedro loriado e pregado de
boa figura
XZr- Um escravo crelo de
pedreiro : na rua Direila padaria 1). 5.
S3~ Fina cscrava de 1 4 anuos, vcllas de
carnahuba e sapa tos de burracba por proco
commodo : na rua do Rangel I). 7.
tZF Caixasde passas de boa qnalidade, o
por preco commodo : na relinacao da rua da
Larangeira.
S2J- Pina casa terrea no barro do S. An-
tonio ; e um sitio muilo perlo da praca, cu-
cobr.5, Capilojoaquim Soares Mearim ; pa- ja venda pode ser leda dando o comprador
ra carga, paaaageiros, e escravos -a frete algum dinbeiro a vista, c o mais a piase : no
trala-se com o consignatario Joaquim Baptis- principio do alieno dos A [logados lado es-
ta Moreira no seu eseriptorio rua de Apo-
lo ou com o Capitao a bordo.
S^T* Para Lisboa sabe com toda brevidade
portera maior parte do seu carregamento
prompto a Escuna porlugueza Liberal de
que he Capito Bernardi no Antonio Gomes ;
para carga ou passageiros trata-se com o seu
consignatario Francisco Sjvoriano Rabcllo.
a Babia sabe imprelerivelmenle
correnle o Patacho Nacional
STJ" Paia a
no da %> "do
Reja Flor, por lr mais de melado de sua car- | Caldeieiro sobrado 1. o.
querdo casa terrea junto ao sobrado da vuva
do Baptsla.
t^- Uvas moscatel: na rua do Calderciro
sobrado l). o.
tsf Lua casa de pedia c cal na Cidade de
Olmda rua do Amparo ratificada de novo,
de boa largura e bem funda com quintal em
aberto por prego livre de -toW rs. ; e urna
negrinha sadia, de boa ligur.T sem vicio
algum, que cozinha o ordinario : na ruado
Feijfio branco muilo novo em saeas. a
pouco chegado do Porto, por preco commodo i
na Pracada Independencia n. 28 e 20.
s^r Urna escrava, de naco de 20annos,
com bonita figura engomma faz bsm la-
varinto, cose chao d-se a conteni assim
como se alanca a boa conducta : na rua Ui-
reta 20 lado do Livramenlo.
tw Cartas de jogar |>orluguczas em
caxas de 50 duzias por 1 <200 a dezia : na
rua da Cruz armazem I>. 64.
5^- Una casa terrea na Soledade com
quintal, D. 5i7, quefoi de Fr. Manoel da
Cruz : na rua do Viga rio I). 7.
w Taxas de ferro coado e batido em bom
sortimento ; assim como algumas fenagens
mais para engenhos : na rua do Vigaro I). 7.
j- Um cavallo bom andador e de bonita
figura, por brego Commodo : na rua da Ca-
deia do Recife n, 18.
CJ* Garrafas com essencia de aniz primei-
ra qnalidade : no armazem de Antonio Joa-
qum Pereira caes da Alfandcga.
ty Potassa da Russia de superior quili-
dade em harris pequeos a dinbeiro ou
praso com boas firmas: emcasadeJoio Ru-
fino da Silva Ramos na rua do Hospicio so-
brado de um andar defronte do Coronel Brilo
Inglez.
SSj- Carne salgada de superior qualidade,
viuda de Inglaterra em barricas de 22i li-
bras a 10.) rs. por barrica propria para cm-
barcacao : em casa de Russell Mellors & Com-
panhia na rua da Cadeia n. 18.
SC5=' Um escravo crelo de 20 anuos: em
casa de Antonio Joaqun) de Souza RiBeiro.
Ci" Um sitio em tenas foreiras no lugar
do Barro vernicllio por proco commodo com
fructeiras grande baixa plantada de roca em
termos de fazer-se farinha, casa de vivenda
de (aipa e proporees para fazer-se rancluK
para malulos : na rua do muro da Ponha c^
sa I). 0. V
l^" Cerveja de muilo boa qualidadjf? em
barricas de 5 duzias e meia, por prego mui-
lo barato : na rua da Cadeia vcllia I). 17.
t-F" Feixes de mil afiNios 5 sacas com ar-
roz branco manteiga o em libras paios e ehouricos toucinho
de Sanios e de Lisboa, canastras com albos,
passas sabo papel de peso e almasso ,
vinho do Porto e de Lisboa em harris de PIlR,
e dito da Madeira e Muscatcl cerveja preta
e branca (landres a 5,) rs. o cento e todos
os mais gneros pertencenles a venda por
proco commodo : na venda da rua do Ran-
gel I). 41 na quina que volta para o Trem.
$-?- Urna casa terrea as 5 ponas 1). 25 ;
outra dita meia agoa na rua do Padre Floi i-
ano D. 1 : lias 5 ponas 20.
O" Toda qualidade de flores a imitaco
das francezas e lomao-se encoinendas e
urna porcao da medicinal resina de angico :
na rua do Lvramento D. 7.
sr?- Vende-se ou troca-se por qualquer ca-
sa no barro da Boa vista um sitio todo cer-
cado de lmao com muilas arangeiras, caju-
eiros, manguciras, limeiras, limoeiros doces.
cafezeiros boa casa de vivenda boa ca-
cimba perto dorio Capibaribe com torras
para plantantes o seu jardim : no Hospicio
sitio do Sr. Chanceller a fallar com D. Ma-
ra Joaquina.
527- lina varanda com 11 palmos de fren-
te de bom gosto e por proco commodo : na
rua do Amorim n. 105.
IZJ- Fina crela de 25 anuos boa cozi-
nhia engommadeira faz todo o mais
servico de urna casa ,~ e se afinga a conducta,
vende-se por precisad : quem quiser annun-
eie,
S3- Sal do Ass a bordo do Brgue Es-
cuna S. Joze : a tratar com F. M. Rodrigues
& Irmos rua dos Tanueiros ri. 12.
i_r Oleo decopahiba em harris peque-
os, e harris de vinho do Porto superior qua-
lidade: em casa de F. M. Rodrigues & li-
maos, rua dos Tanueiros n. 12.
y. Legtimos charutos da Havana bar-
ra de lingoas salgadas batatas inglezas co-
mo ainda neo vero a Peinambuco: na
praca do Commercio armazem Americano n.
i de Davis & Companhia.
CT Assucar refinado muilo bom a 2.>2i0
rs. a arroba e 80 rs. a libra e de otras
qualidades a preco mais com modo do que em
outra qualquer parte : na relinacao dos i
cantos a Boa vista.
s_j=" Bous pares de mallas de couros cha-
mados do sertao : na rea da Conceico da
Boa vista n. 10.
tST Um negro de 20 a 28 anuos sem vi-
cios ncm achaques bom cauoeiro : na rua
da Cadeia do Recite loja de Joao da Cunba Ma-
galhaes.
zr Urna escrava ainda biic,al por preg
commodo : na rua da Aurora B. 9 ; assim
como bogias de 0 em libras chogadas lti-
mamente de Lisboa por L> rs. a libra.
5^- Farinha superior, de trigo nov<> do
ultimo carregamento das marcas XXXr e
XXX, o preco barato : na fabrica de farinha
do atierro da Boa visla.
^ -j- Farelo a 5.> rs. a saca de 5 arrobas, ou
2,>800 rs. sem o saco, para engordar cavados,
e muito molbor que o que vm de lora pois
be fresco e novo o d mais sustento ao ca-
vado como o peso do (arelo mostrar : na
fabrica de farinha do atierro da Roa vista.
ESCRAVOS FGIDOS.
^- No dia 21 do correnle desapareceoo
crelo Antonio que anduva vendendo capim,
de cor fula', roslo comprdo o descarnado,
estatura ordinaria tem um cordo ao pesc-
lo com um breve levou camisa de algodao
da Ierra calcas azues de algodozinho tran-
cado um parapeito de couro e chapeo de
palha ; quem o pegar levo-o as o ponas lo-
ja B. 22.
r Fugionodia 15 do correnle pelas 7
boras da noute um negro, Angola, de 21)
anuos de nome Joao venda capim cm um
cavado tem os
seguintes altura
regular ,
magro, fulo, peinas cmpralas e
finas, tem unas bullas por cima dos ps os
dedosdesli*s um pouco torios, tem barba,
rosto e queixo torios ou o parecem de um
lado do queixo um signal com cbelos a lin-
goa branca muito sonco anda sempre com
a boca alvrla cara comprida olhos afu-
macados levou vestido camisa e ceroulas de,
estopa ou algodao da Ierra chapeo de palha
mal oliado ja velho dizia que Iho linhao
fallado para ir ser forro e quem Coi segundo
descobrem outros parceiros o assim se pede
a qualquer meslre de canoa caplo de bar-
cos e a Polica desta praca e de fora por
onde elle baja de ser coduzdo o nrendo para
ser entregue a seu Sr. na Pracinba do Livra-
mento'D. 10, que satisfar toda a despeza
que como mesmo se li/.er.
j~ Fugionodia 8 do corren te o negro
Antonio, Angola, de 50 anuos, canoeiro,
secco e alio muilo regrisla ; cosluma an-
dar pelo Monteiro, Casa forte S. Amaro 6
Olinda 5 he pelidado por apaga-fogo : quem I
o aprehender pode leva-lo a seu Sr. no heco
da Lingoeta n. 50 que gratificar.
MOV I MENT 1)0 P O R T oT~
SitlOS ENTRADOS NO DA 21 .
Falmou'lh pela liba da Madeira e (laaras ;
15 dias Paquete Inglez Jodgion Com-
mandan te James.
Liverpool ; lidias; Barca Ingleza WIlianl
Russell de 208 tonel., Cap. WlimBell
Jones equlp. 10, carga fazendas : a Rus-
sell Mellors & Companhia.
ra 'KA DOS NO DA 22.
Cear, Aracaty, e Ass 00 dias; Brizne Bra-
sileiro Con fia nca do Rio Orando do Snl d
107 tonel., Ca|t. Verissimo Marques, eqnip.
l carga sal : a Amorim & Irmaos.
SAttIDOS NO MKSMO DA.
Liverpool, Brigue inglez Aiicl, Cap. Roberlo
Fulton carga algodilo e assucar.
RLCIFF NA TVI. DE M. F. RF F =IS''-


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