Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:04439


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Full Text
V
Aftfto Sexia Fewa II de
?s^a
Todo sor depende de nos neimoi ; da nossa prudencia, moderacao, einergii: con-
iinuumos ooo principunua, e serrino, apostadas oom dniraciio entra aa Nacet man
ulias, (Pro.cl.maca. di Asscuible. Geral do'iraail.)
PARTIDAS DOS CORREIOS TERRESTRES.
f,.>Mn, Paraiba, lito randa do NotW, M eejunda, e se*la,feira,.
Momio e (aranhuns, i ll) 24.
Cabo, Serinhaem, Rio Formoxo, Porto Cairo, Macej, e Alagoas no 4 11, t 21.
I'aje 13. Sumo Anuo, quinla (eir. Olinda tudoi o das.
DAS DA SEMANA.
7 Sr. s. Bomaaldo.
8 Tero. Jo*" ^e D'
9 Ou.'rt. Apolonia.
.- wuarc. r----------- t fc
|) Quhi. ." Escolairica, Aud. do juix de direito da 2. rara,
al Mil. Laxaro. Aud. do Juix de Direito da 1. rara.
ti s.b. a. Eulalia. Re. Aud. do Juii de Direilo da 3. ra
Fevereiro. \mio XVlU. JV.33.
^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^BiBBiBHilBa^aHBBBBiBHL^aHLH
O Diario publica-.,. t0(lo. o di.1 que ,5o '. S.n.ifit.do.: cr da ,inia,rl j
de,,*.-,! r... por pal., e o. do.oue o auo forem i r.xo da SO ,. p, Uab.. A. recl.s,.C(>, rfi"" r
CAM&IOS *0 OA 10 D F'EVKltKI
Catabro .obre Londie. 29 d. p. 11)
Paria 320 eia p. franco.
>. Lboa SO a *i p. 100 .le pr.
Oao-Moeda de 0,400 V. 14,400 a 14,000
14.200 14.400
de 4,009 8,1110 a 8,200
Nata Patacee 1,650 a 1.C70
RO.
PraTa Ptoa Culumnai 1,050. 1,670
> Mlicanoa l.C^a 1/iSO
fiu'l. 1,440. 1,40
Moeda de cobre 3 por 100 da di.rnnto.
i.conlode bilk.d. Alfandegale A por 108
ao mal.
dem deletrea de boas firma* 1 e a le a.
..1 Dom. Gregorio.
f reamar do ~ da II de Fcvereiro.
1. as !) horas e IS m. da ta de.
2." as 5 horas e 42 m, da mauba.
PHASES DA LIJA NO HEZ DE FF.VKRElRO.
Qoart. ming. a 2 t 10 oras e S da aaanh.
La Noa a 10 Ae 9 oras e 36, ni. da maiih.
Qu.rt. erase, a 18- ka 9 oras e 22 m. di mnnli.
La chcia a 2) a. 1 oras e SO m. da manh.
IAHIO
tm
PERNAMIIUCOT
PARTE OFFICIAL.
RISPADO .DE PERNAMBUCO.
Dom Joaoda Puiificago Marques fPerdigo,
(Pliego {legrante de Santo Agostinho por
G raga de Dos e da Santa S Apostlica,
Rispo de I'ernambuco, e do Conselho de
de S. M. I. etc.
Por especial mandado de Sua Magostado o
Imperador, eommunicado pelo Imperial Avi-
/o de I i de Maio de 18$9, excedido pela
Secretaria de Estado dos negocios da Justica
Pomos a concurso pelo presente Edtalas se-
guintes Igrejas, vagas (leste Rispado. A de
Nossa Sen hora da Concejero de Agoas Relias,
a de Santa Rita do Rio Preto, a do Nossa Se-
nhora do Rio das Egoas, a de Santa Anua do
Sacramento do Angical, a de Nossa Senhora
da Pena do Rurity, a de Atalaia, a da Se-
nhora do Desterro da Villa-Flor, a de Sao
Gonsalo a de Sao Romo da Manga, a de
Sao Jos dos Angicos, a de S: Joo Baptista do
Porto Alegre, a du Santa Rita da Povoacjlo
de Santa Cruz a de Are/, a de Sao Miguel
dos Rarreiros a de Sao Jos de Carinha-
nlia, a de Extremoz a de Nossa Senhora do
Girino, a de Sao Francisco das Cbagasda Vil-
la da Marra a de Nossa Senhora da finia dos
Patos, e a de*Nossa Seuhora da Conceicao da,
Villa do-Conde ou Jacoca.
Todo Reverendo Sacerdote, ou Clrigo, que
quera lser opposigo as Igrejas cima referi-
das apresente-se com os seos papis prom-
ptos c corren tes na forma do estilo para
serem admittidos, fasendo termo deopposgo
dentro do praso de sesenta das, lindos os
Para Vossa Excellencia Ruvercndissima as-
signar.
PEREEITURA.
Di a 8 do corren te.
Pela sub-prefeitura do bairro do Rocife fo-
ram hontcm presos Antonio da Silva Lopes,
e Jos Maiia Ramos de Oliveira por denuncia
-de quem por el les fra sedu/do para assassi-
nar a Basilio Cardoso tamben. Portuguez ;
e passaram disposigao do Juiso criminal ,
com o termo de achada da ropa, que os de-
nunciados haviao dado ao denunciante para
se desfalcar na occasio doattentado.
Nos diasO, 7 e t) nao occorreu novidade.
----------------------Wrri---------------
CONTDil'ACArt 1)0 ARTIf.O =5 GltUHTliS INDIVIDL-
AES 6iC.
Um tirano dotado de un rpido instincto
ou de urna vasta penetra^Ao devera uooceber
a ideia de fazer-seo empreiteiro ou director
universal de todos os trabalhos, de transfor-
mar todos os trabalhadorcs empregados, de
assignar a cada hum sua larefa, e seus sa-
larios de sugeitar os movimentos da indus-
tria a leis communs, de os comprcliender a
todos na esfera da adniinistracio poltica.
Por mais gigantesco, quo se ja este syslema ,
elle he entretanto o nico capaz de estabele-
cer o perfeito despotismo m um pal/., onde
as artes comecassem a' fase? progressos. D"a-
qui vemos que se durante os scalos de
escravidAo Dio se chegou totalmente a este
systema, aproximou-se o mais possivel com
rodeiar de obstculos quasi todos os esfr-
qos da industria. Nos passaremos a distin-
guir at dez especies de embaraeos ima-
qa.es se: fara o concurso, em o qual responde- na(Ios a compi.mir e ain(la assim
io os Reverendos oppositores nove casos de ta]vP7 nnst p^,,,,,,, a|mas Illac ns
Moral eConsiencia, e farAo huma exposigAo,
ou homilia ao Evaiigelbo que assignar-mos
para Propormos a Sua Magostarte Imperial e
Constitucional os que se julgarem mais dignos
na forma dos Sagrados Caones, e Concilio
Tridentino.
Dadoein Olinda sob o sello da chancella-
ra e Nosso signal aos 11 de Fevereiro de
1812. E eu o Padre Joaquim d'Assumpco,
Eserivo da Cmara Episcopal osubscrevi.
Joao Rispo Diocesano.
Assumpco.
Edital pelo qual Manda A'. Ex. Reverendis-
sima por acuncurso as Igrejas vagas deste Ris-
pado na coulbrmidade das Imperiaes ordens
como no inesmo se declara.
IFOLIru
Tfl
0 MOXGE VJXGATIVO.
Em urnas das melhores povoaQOes dos cam-
pos de Roma bavia um convento de frades ,
vulgarmente chamados Mongos negros, o
qual eslava em grande venurago visto que to-
dos os religiosos, que o libitavam passa-
vam por vares cobertos de virtudes e do-
tados de todas as boas qualidades.
NAo eram all admittidos senAo peccadores
convertidos ou desventurados que tives-
sem sido victimas de grandes desgranas : de
sorte que a contiicgo de um lado c a re-
signarlo de ou tro toroavam indispensaveis
a estes mongos os efficazessoccorros da re-
ligio. Assim, quando alguem havia comet-
tido urna grande falta e mesmo algum enor-
me crime era aos ps de um Monge negro
que ia depor as suas culpas bem persuadi-
do de que lendo ello mesmo conhecido a
fragilidade humana usara por isso de mais
caridade com um anli-vicioso, e arrependido.
Urna tarde quando as portas do convento
iam fechar-se e nao restava nao um uni-
talvez nos escapem algumas ; mas as qu
nao forem comprchendidas nestas dez clas-
ses terAo se nAo as mesmas formas ao
menos os tnesmos caracteres e os mesmos
effeitos.
Antes de entabolar esta ennumeracfio rele-
va confessarmos que o estado presente dos
hbitos dasopinioes e mormente das pra-
ticas administrativas naopermitte indus-
tria esperarde prximo o seu completo Hfra-
melo. Ella nAo tem motivo de acensar o po-
der, se nAo quando este selembra ou de a-
pertar com lacos novos, ou de renovar os que
se bao rompido ou de eslreitar mais e mais
os quo ja subsistem.
Algumas veses forAo prohibidas como no-
civas nAo s as industrias mu pouco nume-
rosas cujos productos ero naturalmente
mmm~*M-mm
co religioso que levantando-se do sen con-
fessionario se recolhia a descansar j um ho-
mem alto magro, de urna cor lvida se
langou aos ps deste religioso, e bejjando Ihe
o habito com o maior fervor pede suppli-
ca-lhe que o escote por um momento no tri-
bunal da penitencia. Em vo o monge Ihe
expcm qualarde que faz milito fri,quo
jase nao v na lgreja ; o penitente insiste.
Acaba, diziaclle, de levantar-se de urna
doenca perigosa durante a qual fizera o vo-
to se melhorasse de vir confessar-se a mu
Monge negro naquelle mesmo dia quo era o
annversario de outroem que cometiera um
grande crime de que pretenda aliviar a sua
consciencia. C \
O religioso cedeVm lim s suas instancias ',
mas apenas o penitente comegava aconlissao
de seus pecCados que o monge cabe accome-
tidode horriveisconvulsifes e exclamando :
Grande Daos E possivel !... Que, hor-
ror... Furias do inferno,e anda nao abysmaes
este malvado !
O penitente assustado pelo repentino acci-
dente, que atacara o bom padre nao sabia
o que fizesse, eslavam sos nao havia all
perniciosos ou cujos processos trasiAo apoz
si perigos eminentes, se nAo anda aquellas
mesmas cujos abusos, inconvenientes e
consequencias indirectas se finga temer a res-
peilo da sociedade ; e como com edeito ha
mu tos, cujos processos, ou productos he pos-
sivel empregar abuzivamenle, vemos, que
nada constrangeria o poder, se para prosCre-
, Yi-v alguma Ihe bastasse prever os effeitos
i atcidenlaes que ella poje produsr. Niio ba-
ja medo, que o nismo poder prohiba as
i mais contrareseos bona couumes, eho-
j nestidade publica ; porem sim as mais hon-
rosas se Ihe parecer qiu ameaQo osin-
teresses particulares que elle creoil para si
mesmo.
Giras industrias Ihe parecero boas de
manter ; mas tao criticas tAo delicadas,
que nao podemser indillerenteniente aban-
donadas a quem quer quo as pretenda ex-
ercer; e s as permitir o governo a aquelles,
que tiverem passado por certas provas quo
houverem dado penhores de sua pericia o li-
delidade, Nos nao vacilaramos em diser ,
que habiltagoes longo de preservar a soci-
edade de impericias, e fraudes, as mais das
vezes sd serv rao para dar crdito ignoran-
cia o ttulos impostura que ellas redil-
zr-se-hao a vas formalidades, e a prestaces
pecuniarias ; porque nAo se ho de despresar
lio bellas occasiaes de recolher algum dinhei-
ro em prove lo da anihoridade suprema. To-
da\iat9lAo os povos to avesados a este rgi-
men, que mu i las imaginables se aSsustariAo
vivamente, so fosse permittido a qual quer
intitular-se medico, farmacutico, advogado,
etc. sem haver sustentado theses e pago di-
plomas. Deixenios pois passar este ponto,
com acondiefio porem deque laesbabillta-
Qpfc nAo sejo milito caras, e nunca lornem
estas proGssries inaccessiveis aos que forem
para ellas mais rasoavelmenle preparados.
A terceira pratica he limitar o numero das
peisoas, aquem seja permetida esta ou a-
quella industria ; oque he seguramente trans-
formar em ollicios pblicos proisses par-
ticulares, e confundir a bel p;aser o que he
sempre fcil dedestingur. Que a aulhorida-
de Rxe o numero de olliciaes, que iustitue,
nada mais simples : como porem Ihe pnrten-
cer instituir manufaeliireiros, e artistas? O
artista, que por sua con la, ou de oulrem em-
prehende multiplicaras copias das prodiltOes
literarias ? Para que he por privilegios reser-
vadas a algumas pessoas abolir o direito com-
mum, que todos temos de abracar com riscos,
eperigos nossos nina, ou outra destas profis-
siles ? A que titulo pretender-se-hio circuns-
crever e dirigir lodos os trabalhos humanos
desdas mais Sitas empresas ateos mais humil-
des servicos pelos tpiaes a infancia, e a indi-
gencia obten) OS mais mdicos salarios? Nao he
da natureza de urna industria privada olicar
livre e independente, salva a repressao dos
crim.'s ou delictos comcltidds na sua or-
tica ? l
Por qiiarto gehero de embarazos imagi-
nou-se reunir em coulrarias, ou commuiii-
dades aquelles, aquem seauthorisava a ex-
ercer urna mesma arlo ou negocio sgei-
tal-os a longos regulamentos, impor-lhes che-
fes tirados da dentro oude fora de seu gremio,
e imprimir-Ibes hbitos ou Usanzas quas
senielhantes s assocages religiosas. Taes
nstituicOes nascidas na nieia idade talvez,
posessem a mira em prevenir o vo do talen-
to, em conservar as artes, e o commercio
sobojugodosprejuisos, e das praticas, ede
introducir entre os que seguem a mesma car-
reira mseraveis rivalidades; em vez das rela-
ciies natura., e pro vellosas que entre Ues-
te r a mantido o livre curso dos negocios o
interesses. Todava para perpetuar, ou re-
.silSaJitaF ossas corporaciles ainda se alego
motivos de uttdade publica ; mas como es-
tes apIieao-seaoutrasiititaSi.incdidds igual-
mente coercitivas, e nocivas' induj^ria ,
acabaremos de indicar todas antes de exami-
nar os pretextos que .lies sao communs^
Em (juinto lugar pois vizilaro-se os domi-
cilios para nCUes toser, segundo a naturesa ,
os objeclos ecircunstancias de cada traba-
Iho visitas de polica nao por occasio de
algum crime, ou delicio particularmente de-
nunciado massafim desabor o queso
passava e indagar, se por ventura a indus^
tria ia de encontr aos imiumeraveis regu-
lamentos que pesavo sobre ella. Quisero,
que nenhurna fabrica, neuhum laboratorio
icasse fechado as vistas inquietas da polica,
e que os olhos desta tudo podessem pesquis
sar, tudo rever ludo dessecar.
Ainda mais se fez a respeito de Certas pro-
lissiles. Para se assegirarcm de que ellas
nunca lizossem oque a authoridade noqui-
sesse, ipie ellas fisessem posero-as imme-
diatamente sob a direccao de administradores
geracs cujas funeces necessariamente des-
pticas roubassem a estas industrias parti-
culares todo o resto de bberdade. A arte ty-
pogralica por ex. posto que submeltida a
lodos os mais embalaros foi especialmente
contida sob esta sexta oppresso.
O stimo genero de impedimento he d'outra
naturesa. e talvez que a sua singularidde
pessoa que podcsscsoccftrre-lo.^..toma em lim
o partido de ir tocara campainha da portara
do convento : acode o porteiro :
Corro lgreja Ihe diz odesconhecido,
um dosvossos religiosos foi assaltado repen-
tinamente de um accidente o l est sem
sentidos.
Oh meu Dos rcsppndeo o portei-
ro semTjuvida o santo padre Cypriano 5
lodosos mais religiosos j estao recolhidos.
O poninente, persuadido deque a enormi-
dad Jo crime que revelara ao bom padre ,
fra a causa nica do seu desmaio dexa de
apparecer novamente a seus olhos, eretra-se.
Onde est elle? Que feito desso mise-
ravel ?
Quem men padre ?
0 monstro. \
Pois que seria o mesmo descomiendo
queme foi avisar quem molivou a vosso
accidente? A esias horas j elle estar daqui
bemlonge...
Porm que tendes meu padre !
Siistenta-me, Silvano : ajuda-me a subir
at sola do prelado.
e o conduzio celia do prior, que de joeUios
oravacom a maior devogao. Que leudes, pa-
dre Cypriano ? Ihe pergunta o Iiorn velho ,
mal (jue o v entrar : vossas fei^es esto al-
teradas ; parecis soll'rermuito...Sentai-vos.
Preciso fallar-vosem segredo, meu jiadre;
fa/.ei que fiquemos sos.
O porteiro relira-se c o monge depojs-
dc hover recobido do prior um cordial que
Ihe restituid um pouco as torgas tomoua
pala va uestes termos.
11 Oh .' meu respeilavel amigo, vs que ha-
ris tido a bondade de concuder-me toda a
vossa conlianca fazendo-me a narrago das
desgr.icas que atravessaram a carreira da vos-
retribuir com urna igual confianza, contando-
vos a historiada minha vida. Eu ajnlgava
pouco capaz de excitar a vossa curiosidde ;
nSo havia em toda ella senio um ncouteci-
Mento lerrrvel para mim na verdade po-
rm mu ordinario e que pordesgraca est
acoutecendo todos es das n mil outros. Eu
nAo sabia toda a extensao do meu inforluDio ,
boje smente a conheci. Sim foi ha pouco
;i m-iui uti |in.rauu. ih'ju auiueiiio u uoiineci. omi 101 iw (m-
O porteiro susteutou o desfalccdo mongo ,|quc o denso veo qua me ovultava o fat;
PLAR ENCONTRADO


SS ir^-*.^fl*f"Lf*3r,a*ljrw'M'1 -*tM*L'
mais ferisso os olhos, ; a issonao esti-
vessem avenados desda .. .:..' i:ic: s. Consiste
elle i i sujiprimir dous megos do armo in-
dustrial prohibkifl') em dtfs arbUntnnien-
tedei idos a mar-parta dos traba!..os
humanos. Se somonte se tralasse de traba-
jos, que a ni esma authordade ordena, e'a-
inda dos que se es|BtU5o J4aiito dos sen.
olhoem lugares pblicos, poderiamos descul-
pa!a de injnstica, aecusando-a tao somonte de
erro d" calculo : mas lie o contrario; pela
mais diminuto interesas, pola mfe ligeira
conveniencia ella se d i da regra ir-
nos impoe e alias permits nesses das a to-
das is industrias brtejs a mais turbulenta, o
as Teses a mais. licenciosa publiddade. Tudo
yai bem ccui tanto que ern nossas casas eui
nossas fabricas o officinas nao sejamos senho-
resdo limitar ou ostendora riosso arbitrio os
movimenlos d<: nossaactiviarie, segundos
nossos inleresses, precisos,hab tos mor*,ou
religioso--..' Sera lito necaso porque aseofermi-
dades,a ptgaiga eos vicios que ostaproduzja
naodiminuem aSss massa do traba I nos, < a
somma total dos prou;ctos? Para que lie, de-
pois de Lo i is as pardas pjp.luzi las por Untas
cauzas flzicas e ni raes, exig1" de mais a
perda d urnas ?ta on.de urna stima [ar-
te do que ellas ::.".> absorvem ? Ser cousa lo
necessaria o n r no pol a occ
dade e ouerecer-lie sosserita vesos por an-
uo as ccasiOas do consumir em tim s da
urna grande parlo dos fracoj salarios, que
b obii'lo em outrbs muifotr?
A iito respi !i al uns. que de corto
iiisto perde a sed ida le producios ; masque
o pobre ganha reponso., visto que qs traba-
Ihos de si te das n final nao serio mais pagos,
do que os de sx?i. Se a experiencia porcia
nfio houvesse desmentido positivamente este
resulta1') iiaaginario < s'cu absurdo far-se-ia
sensivel a quem (fuer. que llio examina
consecuencias; seguire-ia, que ti-
ma redueco ainda n.aor dos das laboriosos
vera a ser mais e mais varitajosa aosjornaM-
ros en:" rto lesl s (Icaria a mesma so el-
lo repousussem oito, oidoze das por mez
em Irigar de qiiatt ousiuco. Mas o ver-
dadeiro resuF lo lio Ser esta pstUuico pre-
judicial principa I meo lo 8o pobre, postse
torne tambera em detrimento de toda a so-
ciedade.
Em oilavo lugar a authoridade soberana a-
tribue-se monop los : ella reserva [j ira si ex-
rlusivamente i genero*, du especula^
de mana facturas, e negocio*. So ella por
ex., vender, on far i vmder tabaco, sal,
peridicos, cartas djjogar: amanha talvez
que tambem a ma, e po ; porque nao ha ra-
sao de parar em termo agnm ; < ser prCC-
so agradeccr-lhc os gneros de commpnoto ,
que ella se nao quizer airibirr exclusiifcr
mente.
Osea penltimo golpea industria particu-
lar osla rn p oliliiV a exportacao ijfl impor-
laco de dfv .netos nalnraes, on ma-
na fortn ado as mestreitfcpUextonsfiodn
mercado on lo deve i iVoitar-se a troca. Ver-
dad*' he q:p ossas pr itoibetVs algumas v reos
soconcelhalai, | iasin*igMa*Rovd
sires inseridas contra' o inte reste dos povos
ern ostrctrls qui: se cnduem entro o,
governus. Por %mulo tempo forabem se rico-
extrema importancia ao me s'ecnamava ba-
lanza do cwtmercio istohe; nao dar a wna
nacao vizinha maisdnhciro, do qnn o que
deiia se reoebia: como semoedasfosseo
nnicos valores do n.niin ; como so em urna
trocaboiivesse outracousna considerar. que
.:.,,...,-'. -~T3 ..-,. _--"* ^.^~-;".^-iuwf-ii^!
y"^
4>
.,.,.,,,. --.- *-j .ga. niMtwMiftia d'essas aCQes com o direilo de as
a igualdad do proco real, ou da nt.lidade dos da hom^m tem de por em .^^^S^ucar, idepende do proprio uizo daqnell,
obiecldfe troca lo i c jmo linalment s' o m- vontndes rinWB d.rei i -v o \ ^ ^ CJQ C()mii ,,.
sseVeral d'om povo nao fosse ver crescer l.c.ente, .sto e matdicanto d;__c.Kl;_iim a, i... jww ^^^ cv, aufi nin2Uem s,i;i
sempre por quaesquor mdioi o excedente de
sus productos sobre os consumos.plenamente
suiclpntesas snas precises!
A mdustria em fim tem sido embaraca;l.i
por iiinumera; lefs fiscaos, im|ostos indirec-
tos estublecidoi nao s sobre as importac^es ,
e eay)f>rta'gOes, como sobre os transportes no
r.il':ior do Estado, sobre a exposico em os
morcados quasi que sobre cada circunstan-
cia da especulaeao dfl fabrica do negocio ,
e do consumo. Dir-se-h que*estes m[>os-
failivel dasocedade civil que ninguem seja
juiz em causa propra. Cumpre que todos os
membros da sociedade resignem urna parte
w|biimo. olad de todo, os maros^^^^^S^hm^^UAm. Eco-
&pme os seus d.re.tos e a s | ^ ^ im^ | cntr(! (|upm julga c quom
snas acco 's. Como a rasfio snilieienle d'essas
a!-coes nao se nao a liberdade d? as pratcar ,
segUQ-Se que (piando se considera o homem
veema ser una e a mesma cousa
A tendencia natural do homem c procurar a
sua felicidade; isto (fallando debaixo da
mesma b\ potliese ) s'atisfazer todas as snas
precisOes.' e aproprr-se de tudo o que pode
causar-lbe prazer commoddade on satisfa
tos s recahem sobre os consumidores ou s | cao. Em razao d'esta tendencia natural co-
s >bre03 propritarios? Masa industria bei< sa- Ibera o homem os fructos dasarvorespara se
' .__:____o r.-...-. siivi>stip ruin
iul'.'ado, estabece u;na desigualdade essencial
entre os primeiros o segundos segue-se que
asduas ideas de sociedade e igualdade
exc.luem tao necessarameute e sao entre s
lao contradictorias como as duas de socieda-
de e liberdade.
Se depois da sociedade constituida os
motos proprraumosr raas maustiia u.i -- ...v- v------....... c..Vesr com individuos que a compon prctenderem n:vindi-
...-. que a ella he que. taos imposto, fere.n im- nutrir- matara os ammacs p ^ ci ^ ^ ^ ^^ resignado o exer-
medi-itam^nto, posta seja verdale. que di- assuas p. lies-destruir i qu,. ma a ,p n- pretenqao chama-se urna revolu-
tas para se aquacerte ,n,l1n:'sn1;'^; :;1: Qi0. osSmsulUdo, consistindo nores-
destrmcao se supporno pra .ca, os e ^j ah,|ocmj.nlo (la |iblrdade c glialdade pri-
quenoia doaseusfflraito*, istot, uasuan i ^^^ deveprpduzir adissolusao dasoeie-
DQrdade, / ____ -...,,-,< ,,,,. cima (icam cXDOslas.
minuind) o productos e consumos ellesem
[obi-ecAo. e (elinliem a toda sociedad;:, to-
dava urna divida publica urna guerra rnino-
*.., c outras causas po lem elevar as d ispezas
atonlt termo, que no baja meio de Ihe
aecodr \w contrbtiiQOes directas, lerrilo-
ia'-i, otfp^ssoaes, eseja mistersujoitaMe
mniM homens dade pelas razOes que cima licam eiposta*.
Supponhamos, paren, uto t.om todaareVolucao quetiver por objectoo
veunido.i mima mesma ^'edade u n- b ,ec l() (|ns rimi(ivos diroitos do
dividuo mais forte querer sem duvida '
a outras muitos impostos Nfno limitare- appropriar-se a costa ifo mais rraep ao
, ., nois aplr aqui para a industria duas tudo oque pudor causar-lbe sat.slaqao o.. .
gkrantias, que j bavemos reclamado para a preneber as snas necesidades : o mais iraco
l> 1 .1 .__.. ______'. _____......Inmln Mili I>1:|IS 101-
essencialmente absurda ou im-
lado : convercf a
das d-jspezas ao estricto necessario, e o con- ,-t<
senso d'nma AssemblCsi ftepriisentativanoes-
lab?ecimeno de todo <; qalquer imposto,
(Contina.)
saber : a redupeo resistir e ou ser assassinado pelo mais lor-
ou
Se os quepensam do outra maneira odi-
. zem de boa f, porque nao reparam que fa-
nesmn zem urna abstraeco a que nao pode corres-
snpar-ara da socied de 0fl ^ om (.ont,,.tu en1lHm ohjecto rea!.
,ra acntecendo- com cada mu ,I,^..i.. a, m.... g' hom<|m brosdidla ale que ^^J^^Lem da sociedade ; e nao reflcctem que os
pelo mais forte', ou M^a soeiedade ._ ^_ !(h.ei^ (lo i)nm;ir() hSo de-star sempre em
va isolando-se os individuos que a (.ompu- ,. .,_ ,...........
OS D1RRIT0S >;> OMKM.
*. LlDEUDADn.
. prima mali labes,
VIRGILIO.
Tantis e tilo elegantes cousas teom sido di-
tas ecscriptas, ha coU3adc dua.a du/ias de
innos acerca do ohjecto que faz O asum.p- dn sociedade e hberdado sao conlradiclo-
tod'esto capitulo, queaadaseria tflo fcil cu- ras; o que urna vez constituida a primeira ,
mo acha'r om todo este panorama de lindos flea n^cossariamente oxcTuida a segunda.
najas, com qu inflamar a imaginaao dos Fallo aqui da ubbkdade nomesmos
va. isolando-se os indiv.^ulosqub acompiv- ;;goa)SOl(lla com os dmlos(loSegun-
nbao. Loth e Abraliao ( e er o boM.usjis V averdttrt0, ;i nalureza obra sem-
tos!). por nln podorem eoned.ar as sua.- p e- k ^.....,jro n .^^^ ^ inAW-hU). as ,es
t incoes encontradas nouverflo de soparar^-SL,
tomando um para a direila e nutro para a es-
querda. .
A consoqiumcia d'isto que asdua&idoar
pre segundo o nteresse do individuo ; as leis
sociba, segundo o inleresse da sociedade : i
nalureza tende a satisfazer Ir as as volitados
iloprinero ; as leissociaes a reprimil-asem
beiielicio da secunda ; a nalure/.a a separar
as leis sqciacs a reunir. Por outras palavras:
o homem da nalureza dirige-so pelas suas lia
. clinacoes : O homem da sociedade regulu-se
nadas, com q;r inflamar a imaginado dos Fallo aqu da ubbkdade no mesmo senuuo ,|().s,;i. (1,.V(.nvs i,iSn querer conciliar
leiiores fallando-Ibes da LIBCRDADB, d'esla em qu a toman os philanlropos da opocai; k.^'^ |[uIlv,ll;U! direitos sociaes sem
mentirosa cadima que tanto nos tora pro- Isto, d'aqnella hberdade que nao poue i i ludo... oque lo pouco nos d Pare o xar de ser um resoltado immediatoaa inu.u- h.nvo Wanife'slo,'ou anlesuma loucura-.
i. .Novo Principe.
itt I. I<1 intuito com que se escreveu esle livr nao foi dado que pret mdem eslabelecer.
, ___1.. /. nk.nl..Um..n(il tllOAl
para excitar as paixoes. foi para desassom
brar a ra^ao. Malditos sejnoatpiees que pri-
meiro accendorad os bgos fatuos daelo-
qnencia para conduzin-m os hmens a pre-
cipicios !
D.si nganemo-nos or urna voz : a lbcrda-
: ii mfim um meio. Por ventura .
quairdo se jiede a lberdado para os poyos, e
sopara que as nacOessejao livres? Nao:
oreoim, absolutamente incompalivel com
a sociedade, c com as vantagens que d'ella
rcsultoan genero humano.
Opriqieirogrando ohjecto da sociedatto, urna
ve/, constituida a sua eonservago ; c se-
gUJldo a sua felicidade. AqiHle atippn C0U
MiSCELNEA.
HUMA SBBIA.
Copiamos textuaimenle do Freyscbu;/. de
llamburgo o faeto somonte, a que o ieitor p-
.....provar que o meio nao corresponde no omnm nma jo ficapo ^"J ^quizessem comprar bilhetes de entrada
fon, preciso rejeital-0 co-.o intil, cae ...t -.e-s;- .de cad a mdn b ja H'n,^ .atl) p.er, ,,, ,e delermiuou.
se virque corresponde a um (im inteiranient- verdade.ramentc separadosidos nte^* D ^ (Jja ;1,sllli;ilil) imra o espec-
-io ao que se desoja preciso prosere- outros homens : C os esforCOS q u..a la um
vl-o como p.rigoso, Eis-aqui o que diz a zesse para O tentar senam ou ros tanto> nc
OMG respeto em Plutareho um habitante do tos do hostildade gefal que tarde ou cedo ca-
.'.( Oprimeiro dos nossos res foi hiriam sobre a ca beca do sen autor. A>sun ,
Orlhagoras o ultimo que tivemos foi Qistbe- a exprcsso dirritos do iiomesi ja nao cx-
rma "Os dou/Cs que applico militas vczs primea faculdade pie cada um tem de pdi em
remedios violentos a mab-s extremos fizcriol aeco todas assuas ventados ;. sigiulica so-
oascr estes dous principes pan nos reSg;H monto liberdade que t.:i oai ] ^' ^ fcion dwj osla maravilbosa creatiira u no-
(;1,,,;!1 (ll nmn liberdade anda mais funesta ^-^^ me de Zeva.ao, e .Ltrahia lodos das ebus-
que .i escravulao.-. m pr> juncar a i msil.r. i mas de curiosos, lima tarde porem aconte-
l-l posto, examinemos a liberdade nos outros. nimhiinia d'ostas cou quo o lindo monstro marinlw depois de
se(s eue.ms e resultados, e vejamos aloque Nao podendo,. porem ^"^dP*^ ter dadoalgunsmorgulhos, comecou dere-
~.i .i- rhavn nnn nns vcio da I-rauca paia duas nrcimstanna., veriflcar-Se,quanuo a jus............ e.......A.-,. ov.imndn rom
seusenmtos e resultados, e vejamos aloque ^.*^^^*^ Jr dVdo IglTs m^rgulhos comecou'de re-
, n chave que nos vcio da Franca pan duas cr-m.is.ane a, ^"^*^ ; ,,,, a ch(?rar e a soluear exclamando com
com ella abrirmos as portas do templo da re- hca on ,n.,us K;a da; ^J^?* \ [ m;i,s vivaexpressm. de dor: Pity! for mer-
c'ad nos pode servir para o fim para que com os outros, isto e a conTorjlldade | ^^ ^ ^.k ^ y.^.^^.^ pf)r ...
iiinesorcitodephilaDtroposaix'^mmenda- de Dos! Misericordia! ^
Chamaban* lihardadv ricuIdado quo ca- cpiK Wp. i->.
tac lo appareceu una das salas da hospeda-
ra transformada cm tanque chep de agua o
nellc nadando de urna parle para a nutra ,
urna figura motado mulber motado peixe ,
lindas i'eico'.i poscOQO lomeado o Cabellos
sollos niergulliandoCOffl muila destroza e
com um lindo collar de conchas ao pescogo.
a-laculdaifoquoca-! episis Cap. 13.
aby mo cahiu parasempre de meus oho.i
e bastou esse s momen o para es| so-,
hre ore. to da nir.ha vida a desesperacil e
o implacavc desejo 'a m vm ;m C"-
.-Que oizeis, | mo... <' desen-
hri-rno dciressa o vosso coracao.
_ Tende abonddode [.reslar-mo loda O
vossa attPTiso, e ajudai-mo depois com vos-
sos ronsellioa. .
i} mea nomo de familia e Sainl-Monn.
Meus p3 Eraeu'anda nwiitotnooo miando perd
nfh mai: sen esposo juran nAo tornar a i
sar-se, para se enligar inteiraaaenle aos
cuidados-da mintto r.iuer.cao. Logo que to-
quoi : i la le da raSo < z-ie abracara rar-^
reir militar, que rite havia tambeni sugui b>.
ena qual eu serv do nmncii i a mer:--;- a
approva.-o dos meus\hef.'s. Contava meu
ra, nol.m da cmpiinha fjenme d
urna rice herderra [> rm o aflaor dr-p z de
outra sorte do meu coracao.
l'ioi,c;..! do meu regiment Com quem
-ff4Mflrahira anuale qufirendp ilptend -r .
nnbavidaem um combate, cabe;
cu lado; eco-Dio por ^ morto deixa
pobres e desemparadas sua esposa e urna lill.a
peditl-xnc antes de expirar que servissede
ptor desvalida vuva o" do pni ain-
feliz orf.. F.u Ib'o p-orrietti pola rninba boli-
ta e lo;o que me vi livre corr cesa de
|arn ,:'; !,.' (este era o lime da vuva >,
ha intensan de frauqnear-lhe a minha bolsa ,
0 f,:-.r., :r-lh a minha proteceo. Entro com
ri en sua casa ea cneeelro aiVo-a.la em
Ligrimas o entregue s mais pnqgenles do-
l 11 lado eslava sua filba, nma jov. n...
jnasqo digo ',
Eu ulgoci ver um anjo um anjo n
do o...A tristeza espalhada por todas as snas
es-, a ternura cmii que consplava sua
davam a sua bella figura um (om de
melaDCofia, quo a tornara anda mais en-
cantadora. u qulz Miar, nao pudo: !'-
upa a liiui'ia presa e os ollios fixo| e miu.o-
,,. ,, sobro o objecfo que h ivla prendido para
sMit'ire O m-cii coracao. Xejulo-me madame
rrogado. tMlbod i 'mtlrn meu
nomfj oalgmas palavras inint ligii rB^o
fui rpcebidooom as maiores altensfles. la
asmrnlias bertas, a minha bol-a fm recu
sada; porm cceitou-so o meu vaiimenl
para obter-lho do governo-bma mdica pen-
sil em recompensa dosservicQsdeseu marido.
Que vosdjrei eu Senhor ?... Visitava lo-
dosos das a adoravcl Emilia, n liquei tao
perdidamente enamorado que rejeitei lodos
,\; | libantes partidos que meu pal me pro-
poz.
Pouco tempo depois ti ve a desgraca de per-
der este pai. A pozar do mou justo senti-
menlo eslimei ver-mo senhor do mifthasac-
. c casei com a minba Emilia que pa-
i corresponda da sua parle ao mni oxces-
sivnamor. o prmeiro auno do nosso hy-
monoo deo-mo um filho que ella mesmo
(tni/. amamentar. Eu a adorara cada voz. mais,
I e na.ia poda fa/.e;-me crer que o sen Cbra-
' cao eslivesso m-udado a meu rospeito. Alguns
I mezes desos (F nascimento de meu iilho,
Prinvelle joven officialdo meu regiment,
a quem a BWf intima a misado me bavia uni-
do des e a infancia e de quem at enlao ha-
via si lo quasi inseparavel, foi obligado a par-
e-a America onde d.eva reoeber ama
isperaua.
Ello se arrancou do meus
s derramando urna torrente, de lagrimas
de teinuiu o de saudade.
Esta ausencia de que* se nao poda prever O
termo ospalbou urna especie de tristeza em
o interior da nosla familia,, .que elleanima-
va com a sua presencia espirito ," c tocante
asbidtiidade. r.omtiidooutro incidente veio
fozer diverso a nossa justa pena.' Obligado
a n unir-me ao meu regiment que eslava
acuartelado em Brdeos, eu propuz minha
I esposa s quera acompanliar-nio. Ella ac
leeitou,1 e ou tencinava offcrccer-llie os maio-
res di ver timen tos naquela cidade onde a
reunio de grande numero de ofiieiaes devia
dar logar a mandes bailes o continuas testas.
Com i l'eilo divortimo-nos nimio nos primei-
rosdias ; roas bem depressa sotei que a mi-
nha Fmlia se toi nava cada vez mais triste p
pensativa: ella mudava visivelmoiite O -
to que prodigalisasse sempre os mais tornos
cuida los a meu filho pareca com tudo es-
quecer-me n3o me mostrar j a mesma ter-
nura Iractar-meemlim com desagrado Es-
te procedimento despertou a natural viveza
do meu genio at all adormecida pelo amor:
que Ihe liz algumas arguigdes a'-
saz fortes as quaes me respondoo com
aquella aspereza, que caractorisa sem


Os espectadores ouvindo estas palayras,
ficro ainda mai.s maravillados e tomro-
ns pela lnguagem natural da sera ; Hodson
porm Castgou-a cpm tal aspereza, que a des-
granada creatura continua va a gritar sempre
com mais torga : Save my life! oGod! Life,
and 1 obey Salvem-me a vida! O' meu
Deus! A vida e obedece. !
A repetieo destas exclamacoes e a since-
ridade da expressfto dolorosa com que ellas
erao pronunciadas tez com que a polica
interviesse no caso. Langou-se mo da ae-
rea e achou-se que era urna Ingleza cha-:
mada Jane jovnc a qual em parle seduzi-

MVUKA^'1
te porm muda o principe de cara d urna i miseria a cndenme a uzar frequentcmente de
grande gargalhada e pergunta ao embaixa- comidas mqi grosseiras, e sem a menor re-
dor que horas erao. Este lapcou logo mfto do' gularidade. Ouvie ainda perfeiUniente o de
relogio em ar de triuniplio, porqqe ainda nao [ potiCo lempo a esta parle he que sent enfra-
havia muitos minutos que b linha litio na quecer-se-lhe o orgfio visual : conserva os
mo ; mas quando em lugar delle vio que
lhe sabio da algibeira um nabo, ieou un imi-
to corrido c sobretodo porque a risota e al-
gazarra de todos os convidados foi sbita e es-
trondosa. Para disfarcar, lancou mao da
caixa na intengo de tomar una pitada ;
000 2.
Pilo dito velho 1.
100 2.
Algodoem pl. 1.
i>ooo |. q. no.'1
900
XI l<>
t-q.

900
6*000
mOOO
4*0110
denles da maxilla inferior e todos, os dias
sabe a ra para deseinpcnhar os deveres reli-
giosos e recorrer a candado de varias pes-
soas que costumfio soeorrel-a.
Desde a chegada de i). Mareos de N.ironha .
.rimeiro Governador que eonheceo; em Ja-1 dar prinipo as suas sesses ordinarias no dia
porm aonde iria ella? O mesmo caminholneiro de 171(5, conserva de memoria os prin- 28 do corrale. Pxife 10 de Fevereiro d'1842.
lhe tjnba levado o lenco de assoar as luvas cipaes aonlecimentos da Provincia ; falla com O Secretario enlerifto
e, o quelu; sobretudo para espantar at o entluisiasmo do Padre Malagrida, cujas vir- Francisco Antonio Kabello de Carvalho.
Jos Maria Cesar do Amaral.
Antonio Bontn Pres.
Fetores econferentes.
t!r A Cmara Muncipal desla Cidade
da por brilbantes promessas e em parle o-' annel de brilbantes com que elle se linha sen- ludes apreciou durante a sua estada no Colle-
brigada por violencias linha consentido em
representar aquelle estranho papel. Ilaviao-
Ihe cosido urna pollo de pcixc na parle infe-
rior do corpo que I o oscondia as pernas ;
mas para islo linha sido preciso martyrisa-la
de una maneira verdaderamente cruel.
O delinquente foi prcssado, e condem-
nado a gales pur toda a vida.
economa de tempo.
l'm matlieinatieo nglez acaba de calcular
quciim boniem que leudo vivido 7o anuos,
fez a barba todos os dias segundo o costuine
de Inglaterra perdn com sso tanto lempo.
o Pi de
lado mesa gio dos Jezuitis do Keeife, ecujo lastimoso OBrigue BomJezuz-, sae para
Como nao era preciso mais nada para con-1 fim ainda deplora com as mais sinceras de-, Janeiro no da 13 do corre ntc.
vencer o embaixador e a aposta esteva legi- nionstrages de pezar. Parece-me disse el- O Brigue Incangavel Maoie sae para o Pi
liniamente ganbada, cliamou o principe o au- la a poneos dias ver agora a rospoitavel iina- de Janeiro no dia 14 do corrento.
tor da obra e mandou-lhe que restiluisse os geni d'esse snelo bomeni com o painel da = A Adminisirago Fiscal das obres pu-
objectos surripiados. Assun o fez elle ; po- Mizericordia levantado, como eostumava a- blicas tem de vender em basta publica una
rm em lugar de um s relogio, restituio companhar os condemnados ao patbulo Canoa velha aborta, avalada em 2(1. reis ;
dous um ao grao-duque e outro ao emba- quatitos desgranados nao devoran a vida a as-1 s pessoas quo pertenderem laucar podem
xador^ em lugar de urna s caixa restituio; lucia com que ei.fraquecia por meio d'agua concorrer' na salla da mesma Amnislrac.
igualmente duas, e assim a respeito dos ou- forte as cor.las que os daviao enforcar esc-I nos dias 21, 22, e 23 do Crrante. A dita
tros objectos, dando-os depois com aquelle sagrado painel canoa, acha-se encalhada em Palacio Velho
O prncipe ao principio mostreu-so um na oecasio em que ainda vivos caho s>>m no porto das rnadeiras da mesma Kepartgo,
pouco irritado com o atrev ment do ralonei- espirar aos pos da forca partido com o pezo onde pode ser vista por quem pertender.
q uanto Ihe serta preciso para aprender setelro; mas, pensando depois um pouco soco- ; do corpo o instrumento do suplicio !! Ten- j Administradlo Fiscal das obras publias 3
Imguas. gnu, e at (he agradecen ter provado de do visto desaparecer da Ierra nina gerago in- de Fevereiro de 1812.
una manera to estrondosa o incontestavel, teira conservava essa mulher infeliz urna s
que os Pussos erao muilo mclboros ladros amiga na pessoa de sua lilha : nas testemu- ,
i;tii.iiude d.v forca.
O nosso ollicio be muito bom dizia um
ladran a outro ; masopeior be a forca.
Es um asno, responden o companheiro;
porque o que realmente faz com quo elle seja
to bom, DO preelsariionte a forca. Se nao hou-
vesse Ibrca serifto tantos os olliciacs do nos-
so ollicio, que s duas por tres sera preciso
que nos roubassemos uns aosoutros. E li-
nha razao.
os LaDROES RL'SSOS e OS LADRES 1 lt AXCEZF.S.
Moura
Administrador Fiscal.
que os Francezes.
( Freyschutz. )
KXEMPLO DE LONGEVIDADE.
nhando seus continuados tormentos, de cuja I A repartigo das obras publicas aluga scr-
inlensidade partilha como mi. faz incessan-! ventas forros a 701) reis por dia sendo possan-
tes votos ao Todo Poderozo para nao llie sobre* j tes e forzosos para Irahaiho de medeir ; a-
Vver. Quanto mo he rozada a existencia quees que quiser-m (rahalbar pndom-se d-
disse ao autor d'este artigo: na minha moci-1 rigir ao Administrador Fiscal da mesma na
No ultimo grao de indigencia mora na ra Idade tendo toreas para trabalbar oro fa- Ib'partigo as horas do expediente', ou na ca-
da Camhoa do Carmo desla Cidade Romana cois de adquirir os gneros de primeira noces-! sa de sua residencia.
da Costa Cavalcante com cento e trozo an- sidade : a farinha vendia-se por 14 vintens O l A.hnin-lraeo Fiscal das Obras publicas
nosequatro mezes. Nascida n'esta Fregu-1alqueire, sendo desconhecidas en t?o no mor-j de Fevereiro del842.
Fallava um dia o embaixador de Franca em zia a 23 de Ontubro do 1728, n'ella cazn cado as medidas inferiores, quehojeseem-
S. Petorsburgo com o grao-duque Miguel e
dizia-lbe que os ladros francezes erao de to-
dos os officiaes do ollicio os mais habis e sub-
tis que se conhecio no mundo. Negou-lhe o
grao duque a proposigo e pretendeu a
ra da primasia para os Itussos. Dize tu, di-
lo-
com Manoel Forro ira da Costa alfaiate no pregao ; a carne por 12 cada arroba, eoalu-
anno de 1730. D'este. consorcio, quedqrou
sessenta e dous annos nascr.io seis filhos ,
que foiio todos nmamcnlados pela propria
m:l ; tres fallecro em tenia idade, e dos que trabalbar. tildo osla por enorme proco; de
Ibes sobrevivero existe apenas a mais moca, que mo serve poisavidaem lao deploraveis
Moura
Administrador Fiscal.
A V IZOS
DI VE RSOS.
do tabaco ou qualquer outro trasto quo es*
colhesse.
Nesse mesmo da mandn o principe cha-
mar o chote da polica o lhe determmou que
lhe mandasse o ladrao mais lino que podesse
encontrar-se em todas as cadas da corte, por-
que se tratava do um caso de honra em que
o crdito da nagao seachava altamente inte-
ressado.
Veio o bomem dsse-se-lbe o que devia fa-
guel de urna caza eommoda nao exceda de
Irez patacas pormez. Agora porem que ex-
hausta de torcas, acho-me impossbililada dej
zr Precisa-so allugar um sobrado do um
andar <|ie (enha comomdos para urna
familia com qualro quarlos, cosinha
fora quintal o cacimba ou mesmo casi
terrea que nao seja em mas osquosila ; o
o seo aluguel nao exceda de 11 a 12 reis .
lia pela inercia como pelos desmanchos de i feliz alguma mo bemfazeja que lhe adoce os: qneni a livor annuncte sua moradia por esta
sen marido viven sempre essa pobre mulher desgoaloa da velbiee e suavizo os olTeilosda
opprimida de trabalhos, quo a fraqueza fle indigencia
sen sexo, e a companhia d'um espozo devifio
evtar-lbo. Assim fazia ella em cada anno repe-
lidas viagens a pao interior da Provincia, som-
pro exposta ao rigor escossvo do tempo, quer
no invern, quer no verao, para comprar com o
productod'algumas miudezas, que levava. os
pocCOS, com que tralieava na Cidade : al que
zer, o prometleu-sc-lbe crmes licariao perdoados se se sahsso bem da
manobra. Foi o que elle qiliz ouvir.
No outro dia apresentou-so o embaixador
para jantar edisse-se-lhe quo tomasse bem
forcou a abandonar essa negocio que nada
lhe derxou alem do epitheto do porqueira
pelo qual ainda hoje conhecida. Em gran- Assuear p. n.
de parte a trihue a dlatagSo do seus das ao
(Communicado. 1
DECL A'RACOES.
Paulados procos corrontos do assuear. algo-
dAo, o mais gneros do paiz que se dcs-
pae'bo na mesa do consulado de Pernam-
bilCO na semana de 7.a 13 de Fevereiro de
1812.
sorte
cuidado porque antes do s; levantar da me- desprezo, om que d'esde a mocidado leve as
sa ha va d achar-so som algum traste que
(00 i.
muito estimara. O hera da testa servia
mesa vestido do, lacaio ; e a ordeno que so
lhe linha dado era que logo que a sua mis
sAo estivosse completamente dosempenhada ,
dovci ia lazar ao'gro-duque um signal em que
ambos tinhao concordado.
Ja o jantar eslava quasi no (im e o lacaio
inda nao linha feito signal algum. O grao-
receitas do'. Mdicos o Cirurgioes de cuja sei-
onca constantemente desconfiou. So Cbi-
quinha ( a lilha de 83 annos) pensasse como
ou dizia olla nao so aeharia hoje n'um le- |lMtO oo velho I.
lo do dores esperando com impaciencia a
morto que sobre maneira lhe tarda !
He pasmo/a a fcil idade com quo o oslo- |
mago d'esta mulher om to avancada dado '
(utrero toda casta do alimentos : nunca sentid
0.
2.
100v. s.
llliia lian iiiiii.i iniu si;;..... duque mostrava-se de mao humor. D.$ repon-, os elfotos funestos da indigeslo : posto quo a j "'" "i'1^-
b900
I800 I.
I.>700
IjSSO
I400 %
I 230
1*700
l.>!)00 1.
1)300
|5>0
Iv900
I 030
bioo
1. (
foliia ow dirija-se a na direita sobrado de dojis
aqdares D. 23.
= Portendo-so arrumar um moro porlu-
guoz, com idade de 11 annos chegado nl-
timamente de Portugal, o qual sab soffri-
velmente contar, o nscrever. e d algum
tempo gratis, om quanto se applica ao giro
Commercial sendo s para lojn de fa/.enda.
quem do sen presumo soquoira utilsar, an-
nuncio.
5^- OsPilhetos da2." parlo da ;>.' Lotera
a favor das obras da viciado X. S. do Ljvra-
mentonosta Cidade; acho-se a vndanos
lugares seguinli's Bairro do Recita as lo-
jaa dos Snrs, Vioira cambista o JoSo Joze .le
carvallio Moraes : S. Antonio lojas dos Sis.
\. 11001 Joze de Mene/iN Jnnior rita do collegio Pra-
litas ra das .'i Pon tas indeira ra do c.abu-
: :r Joo Morona Marques botica na mes-
(.1000 ma r,n Boa-vista lojadoSnr. Jozelgna-
! co do Monto ; o lanibimi fio vondem na loja do
< Thezonreiro da mesma Colern na do crespo
200 I). 9.
X3~ Precisa-so de serventes para as obras
da Matriz da Boavisla.
q. 1800
is disto senhor a vossa esposa nao do- () mundo nteiro. Ped minha demissSo via-
Odia ann i versa rio do nimba esposa so a-
proximava e para ver se reouperava a sua
afteigo,. destinei dar-lhe urna soberba fosta
nesse da. ara esse im comprei as suas es-
condidas urna linda casa do campo a pequea
distanciada cidado ; e tendo pretextadoalgims
motivos de sorvigo, fui all passar trez
dias, queempreguei om decorar aquello pa-
vlho da maneira mais propria a surpreender
agradavelmente a minha esposa.
Na manha do mesmo da anniversario ,
voltoa minha casa__ Emilia linha saido na
vesperal levando cojnaigo seu lilho, c nao tor-
nara a apparecer. Fago as maiores indaga-
ges o apenas posso saber, quo montara
entrada da non te em urna seg de alugucr
sem dizer para onde ia nem quando voltaria.
Em quanto me perda em conjecturas sobre
nponosa. Eu nunca vos amei : minha mi ;IH p()sl s,.r;p[,lm. Perdoa-mo que o |ro de dous annos todos os devores do seu esta-
dal timbrada pelos vossos ttulos "'!"('zas 4 fiho de urna mIKer ingrata poderla tornar- do, osdesprezassw.por Bm do urna maneira
exigi e ordonou-me que vos de; > : : e s,..vos ||sn o por isso o levo comigo. Na- to osea nda losa?
obedec. Nao vos aborreca (este sci.linienlo j '^ ftmas pOI. e{|e |,.M amante o adopta .
vos O nAO podis inspirar), mas tam bom nao ,, (>sl., C|,,.0 m(,ni,;i) s,.,- insoparavel dos bra-
poda amar-vos! O meu coraco n:io poda ^.os ,(. siiri mi. >>
imaisser vosso. porque outro o possuia haal
Gnmbali forcejei para teste-! O meu amante o adopta .
muilo lempo.
-.Eis-abi o que cu sempre pensei! con-
tinuot I padre C.yprianno; ou magina-
va que Emilia era nfelramcQfo crimino-
Po;lo o inferno sa. que ella mo. bavia oscripto a
verdad.
osla !... Mons- queme bavia fgido som constrangimento,
^pSoeSPEueUr^n^ do o ^,rto reso.vi im media lamente.re-
tos ; amor cegou-mo ? fez-me criminosa.... nunciar para sempre o amor o I.
mais dosafogado.
^Continuar-se-ba.'


MWTihi -SffiS
ssr Aluga-sc urna casa terrea nova na ra j partee i par a Jure Ferreira morador no atierro
ta Soledade com duas grandes salas, seis dos atibados adverte-se que o dito cabo-
quartos eozinha lora, conl un grande quin- linho he forro.
neg-
la! murado e oulro cercado cacimba com
boa agoa Je beber: quem a quiser alugar diri-
ja-se a ra da Aurora na lerceira casa de 3 an-
dares.
Cy* Jos de Aragio tendo comprado aos
derdeiros a casa da ra da Concordia n. 5,
taz publico que sendo baja alguma bypotheca,
turo ou omra qualqucr couza que deva a
dita casa aparejo os que se julgarem ere-
dores da dita casa no praso de 5 dias depois
do qual o dito Arago comprar a casa e nao
responder por qualqucr divida que possa
aparecer 5 os que se julgarem credores din-
jao-se a ra da.Cadeia vellia n. 17.
ur 0 abaixo assignado faz pubtco que
pessoa alguma trate negocio com Motioel
Faustino de Torres Bandeira com a parte de
um terreno no lugar do Campo grande sitio
da mangueira, sem primeiro se entender com
o an n inician le.
Domingos da Silva Ferreira.
C7* Precisa-sede urna ama preta ou par-
da de meia idade (pie saiba cozinhar o or-
dinario de una casa engommare ensaboar
para um homem solteiro : pordetraz da Ma-
triz, de S. Antonio no primeiro andar do so-
brado que tem toja de alfaiate.
S3T Alberto Lavcnere professor particular
de rancez lalim geogralia desenho e
r.alhcmalica annimcia aos seus alumnos ,
quemuJoua sua residencia para a ra da
Alegra casa do Snr. Marcelino Jos Lopes
porisso roga aos Paes de familia e a todas as
pessoas que de seu presumo precisarem de
dirigircm-seadila casa a qualquer hora.
ss" Preelsa-se de um rapaz que entenda
alguma couza de horla para tratar de um
quintal: quem estiver nestas circunstancias
dirija-se a ra do Arago leuda de Marcinei-
ro I). 27.
X3T O Sr. Joaquim de Carvalho sobrnho
do linado Anloniode Carvalho, que leve ven-
da no pateo do Hospital queira dirigir-se
ao atierro da Boa vista venda D. 59 a
ci-de seu intresse.
$Z3~ Joze Antonio de Lima alfaiate avisa
aos seus freguezes que mudou a sua resi-
dencia para a ra dos Barbel ros casa da qui-
na defronle do Sr. Joao Pinto de Lentos.
S2f Aluga-se um ptimo armazem que
tem T> portas de frente para o posabio publico
junto a casa que se est edilicando na ra do
Collegio : a tratar no mesmo.
XO' Quem aiuuinciou querer comprar um
par de mangas de vidro lavradas dirija-se a
ra do Queimado I). 15.
Xfr A pessoa que tem o moleque alfaiate
para vender mora cm Olinda na ra de S.
Bento casa de sobrado que tem porto na ra
tras de S. Pedro Mrtir.
yff- 0 abaixo assignado faz publico que
deixoudeser socio com seu mano Antonio
Jos Fernandes de Carvalho em i7 de Julho
de 1841 e por isso nao he mais responsa-
vel por traiisacu alguma depois desta data
proveniente a mesma Sociedade.
Joo Jos Fernandes de Carvalho.
ttp A pessoa que quer arrendar ou dar
de meias para Irabalhar um sitio pe rio da
praga dirija-se a ra da Florentina defron-
te da casa do Sr. Saboia.
tsr Sr. Francisco Joze Machado Gui-
marics dirija-se a fora de Portas para con-
cluir o negocio do cordao de ouro ou an-
nuncie sua morada.
t3W Fazem-se casacas debruadas de
panno preto e de cores a 20, rs. sobrecasa-
easu28, rs. jaquetas de panno debrua-
das a Hjrs. caigas de panno preto e azula
12. rs. coletes de veludo a 7tf rs. ditos de
sarja de primas a 5,500 : na loja de alfaiate
do beco largo da Matriz deS. Antonio junto
a um torneiro.
123" Quem precisar de urna ama para o ser-
vico de urna casa dirija-se a ra Direita
loja de couros D. 17.
cr Precisa-se fallar com o Snr. Professor
de lalim Felis de Cantajke Ferreira a nego-
cio de seu intresse : na ra Nova loja de se-
leiro de Luiz Candido.
iSF" lhocisa-sede urna ama para todo o
servgo de urna casa i na ra do Rangel D. 7,
na mesma compra-se urna corrente e uns co-
ra/es sem feitio.
5^7" Lina sen hora de bons costumes se
prope a tomar enancas para se criarem com
leite impedidas e desimpedidas e tam-
bem se recebem as que estiverem ja desma-
madas para se acabarem de criar com todo o
niimoc amor: na ra Direita no segundo
andar do sobrado^). 25.
5=- Perdeo-so um cabocolinho de nome
Soverino de idade de 10 para 11 anuos;
quem delle der noticia queira fazer o favor de
ss^- O Snr que tirou urna corrente do p
do caes do Sr. Cunda tenha a bondade de
l mandar botar quanlos antes e nc* queira
passar pelo dessabor de receber o eDithelo
de...... H
AVISOS MARTIMOS.
*ZT Para a Babia segu viagem com a
maior brevidade possivel o Patacho Beja Flor,
forrado e pregado de cobre recebe carga e
passageiros para o que tem excelentes com-
modos ; quem'no mesmo quiser carregar ou
ir de passagem dirija-se a ra do Yigario nu-
mero 7.
Cp~ Para Fretar-se para qualquer porto
da Europa a Galera Hamburgueza Ida forra-
da de cobre o Brigue dito Polydora dito
Inglez dito dito dito London: quem os pre-
tender dirija-se a seus consignatarios N. O.
Bieber & C.
SS3" Para Liverpool o Brigue Inglez Ariel ,
s precisa de 100 sacas de algodao ou 1200
couros; quem quiser carregar dirija-se a seus
consignatarios Latham & Hibbert, ra da
Alfandega velha n. 9.
SZ3" Para Lisboa o Brigue Portuguez S,
Domingos ; quem quiser carregar ou ir de
passagem trate com o Capito na praca, ou
com o consignatario Thomaz de Aquino Fon-
seca na ra nova D. 21.
C7" Para o Bio de Janeiro o bem conheei-
do Patacho Bella Carlota : para carga e pas-
sageiros dirijo-se a Gaudinho Agoslinho de
Barros na pracinlia do Corpo Santo D. 67 ,
ou a bordo com o Capito Francisco Joze da
Silva.
S^* Para Lisboa com escala pela Ilha la
Madeira o Patacho Portuguez Paquete da Ter-
ceira : quem quiser carregar ou ir de passa-
gem dirija-se ao Capito na praga Joaquim
Mara da Silveira ou com o consignatario
Thomaz de Aquino Fonseca na ra Nova
D. 21.
C 0 M P RAS.
ISF" Pelles do passaro canind (arara azul):
na ra da Alfandega velha n. 9 casa que foi
da extincta Companhia.
tf A arte franoeza por Sevcne uzada :
em fora de portas casa pegada ao nicho da S.
Mal dos homens.
tZ3" Escravos para fora da provincia de
idade de lo a 2o anuos sendo de bonitas
(guras pagao-se bem : na ra do Colegio
D. 5.
tE3" Ps de parreira mu sea le I tendo ja a
asta pava mais de 5 palmos: no atierro da
Boa vista venda D. 19 ou aiinuncie.
ssy Continua-se a comprar negrnhas de
naco e crelas de idade de 14 a 18 annos e
moieques crelos da mesma idade para fora
da provincia : no beco da boia ao p do for
le do mattos no segundo andar do sobrado
de grades de ferro de 4 andares.
VENDAS.
*3* Cadeiras de palhinha Americanas,
marquezas de condur camas de verrto com
armago e sem ella mui bem feitas a 4*500 rs.
ditas de pinho a 5o00 u mezas de jantar ,
assim como outros mu i tos trastes, e pinho
da Suecia'com 5 polegadas de grossura e
dito serrado ; tudo por menos do qQe em
outra qualquer parte: na ra da Florentina
em casa de J. Beranger.
ssr Chapeos d sol 'de seda com cabo de
osso babados largos de linho para toalhas e
lences por prego muito commodo : na loja
da quina do beco da Congregaco D. 21.
'lr Azeite doce a 4j800 rs. a caada e
agarrafa a 640 rs. dito de carrapato a 5j2O0
rs. a cariada dito de peixe a 1920 rs. ba-
tatas nglezas a 960 rs. a arroba, sevada a
2*560 dita ea libra 100 rs. boUxinha in-
gleza a 200 rs. a libra manleiga a 480 rs.
e 640 rs., marmelada em llandres, vi-
nhoda Figueira dita de Bordeaux choco-
late muito novo espermacete a 800 rs. a li-
bra dito Americano a 400 rs. sebo do
Porlo para a luz a 520 rs. a libra sal de
Lisboa a 1,600 rs. o alqueire, e passas novas
a 2oo rs. : na ra Nova venda D. 55.
szr Um negro do gentio de angola mo-
go, de bonita figura, proprio para todo o ser-
vido : na ra do Crespo loja D. 5 lado do
norte onde se dir o motivo porque se vende.
cr Urna picadeira de prata : na ra es-
trella do Rozario D. 2o.
s^ Um escravo bom canoeiro robusto e
de bonita figura : no pateo do Carmo casa
terrea D. 5.
tsr 5 viveiros feitosde madeira de pinho ,
com a frente de amarelo e rame de lato com
seus pertences para os apaixonados da cria-
rlo de canarios de imperio, ou para oulro
qualquer passaro pela despesa que foro
feitos : na ra do Fogo casa I). 15.
cy Urna escrava de nago moga mui-
to linda eozinha e tem principios de engom-
ina.lo, e lava de salmo e varrella : na ra
Direita D. 2o, lado do Livramenlo.
S2?* Urna porgo de 2oo barricas vasias
que foro de farinha de trigo, todas em bom
calado, por com modo prego : na ra Nova
paliara D. 16.
x3" Urna casa terrea na Sol idade com
um pequeo sitio plantado de coqueiros la-
rangeiras e caneleiras todo cercado de h-
mo : a tratar na ra Nova loja de caldereiro
D. 14.
C?* 4 pretas urna boa cozinheira eh-
gommadeira e as Slavo cozinho e fa-
zem todo o masservigo de urna rasa ; a 5oo
rs. cada urna : na ra de Agoas verdes D-
cima 57.
C7" Urna escrava parda de idade de 25* an-
nos cose, engomma, e eozinha: na ra do
Livramento D. 11.
S27* Urna venda com muito poucos fundos,
nos 4 cantos da Cidade de Olinda: a tratar
com Antonio Pcreira Guimares no mesmo
lugar.
KJ" Um preto, padeiro caranguigeiro ,
e trabalhador de sitio: na ra velha Deci-
ma 57.
, S2T Urna balanca grande com 7 a lo ar-
robas de peso por prego com modo ; na ven-
da da ra da Alegra.
tSF" Para liquidagode contas urna ban-
ca para meio de sala, 1 par de castigaes, urna
cmoda urna cama de armaco de amaVelo
envernisada 6 cadeiras de Jacaranda, um
lavatorio um espolho pequeo para sala ;
ludo com pouco uzoe barato : na ra do Ro-
zario l^rga loja de miudezas D. 7.
C7* Urna morada de casa terrea de tres
frentes cita no pateo do Hospital do Para-
so : a tratar na casa do Sr. Joaquim Xavier
da Maia na Trempe ou na do eserivo do
Jln'z de Paz do bairro do Reoife.
123- Chapeos dqsol de seda com cabo de
osso babados largos de linho para toalhas e
lenges por prego muito commodo : na ra
do Queimado D. 5 lado do Poenle.
xsr Carne salgada de superior qualidade ,
viuda de Inglaterra em barricas de 224 li-
bras a 16j rs. a barrica muito propria para
embarcago : em casa de Russell Mellors &
Companhia na ra da Cadeia do Recife nu-
mero 18.
t3~ Libras de retroz preto e azul ferrete
de primeira qualidade niassinhos de fs-
foros para tirar fogo : na praga da Indepen-
dencia n. 59.
123- Mel de abelha a caada c as garra-
fas e urna porgo de cera de carnahuba: no
Forte do Mattos ra da tnoeda venda de Ale-
xandre Jos Lopes.
cr "Marmore da Succia para ladrilhar .
carvo de pedra telhas de vidro : na ra da
Cruz n. 65 escriptorio de N. O. Biorber.
ESCRAVOS FGIDOS.
xsr A 18 para 2o mezes fugio um pr eto
deome Francisco, de nacAo Angola, de
idade de 2o a 5o annos, estatura regular, bem
parecido he bem .reto, der.tes limados ,
barba nem muita nein pouca quando falla
faz um geslo de riso e quando anda faz um
pequeo geito em urna perna para dentro que
mal se persebe lie bem fallante sabe o
oflicio de canoeiro he pescador do alto he
d supor que ande pescando em algum lugar
de praia a titulo de forro : quem do dito es-
cravo livor noticia o poder prender e con-
duzi-lo a esta praca do Recife a seu Snr. que
he Mnnocl Ignacio Avila morador na ra de
S. Amaro parede e meia do Sr. Joze Marques
Vianna que receber loo* reis.
%SW No da 51 de Dezembro p. p. fugio do
engenho Serrara Freguesia de Jaboato ,
um escravo d- nome Joaquim, o qual tem
oflicio de canoeiro do que he perito, traba-
Iha sofrivel de carpina e serrador he do
gentio e tem os signaes seguinles : baixo,
corpo regular de idade de 25 annos, nao
tem barba nem marcas pelo rosto den-
tes perfeitos, e um tanto largos orelbas pe-
quenas falla bem explicada e fina bastante
esperto canelas meias grossas e eom mar-
cas de feridas em urna que a pouco sarou ,
tem as nadegas marcas de bacalho e he
bastante ladran foi escravo do Snr. Angelo
Francisco Carneiro : quem o pegar leve a
ra da ffloeda a casa de Antonio Francisco
dos Santos Braga quesera bem recompen-
sado ou no dito engenho.
Qualquer pessoa particular ou capitao
de campo poder pegar um preto de nome
Paulo que foi do fallecido Machado o qual
preto he velho baixo tem os dedos aleja-
pos de ambas as mos, o nariz inchado e
ferido por dentro tudo procedido de bobas ,
e cravos nos ps ; levou vestido camisa de
madapoio caigas brancas e ceroulas de es-
topa foi tambem escravo de Pedro Garcia ;
conduzil-o na ra larga do Rozario na quina
do beco do peixe frito a en'regar a Manoel
Pinto de Lima.
or No dia 9 do corrente desapareceo um
molequede nome Thomaz que representa
17 aunos, corum pouco fula tem um def-
feito em um dos dedos dos ps e um signal
levantado no hombro e joelho que trouxe
da trra levou camisa de algodao, branco ,
e caigas de algodao entrangado com listras
azues : quem o pegar leve a ra da Cruz bo-
tica n 59 quesera recompensado.
M0V1MENT0 DO PORTO.
UVIOS ENTRADOS NO DIA 5.
Gottembourg ; 53 dias, Patacho Sueco Alert
de 17o tonel. Cap. Elias Hausen equip.
8, carga taboado pranxoes niastaros ,
alcatro breu e mais gneros : a Me.
Calmont & Companhia.
SMinios NO MESMO DIA.
Rio de Janeiro Barca Dnamarqueza Pre-
ciosa Cap. Joseph J. Kier carga a mes-
ma que trouxe.
Babia; Brigue Escuna Americano Hannoh ,
Cap. J. G. Smith carga a mesma que
trouxe.
Gottcmbourr ; Brigue Sueco Delphim Cap.
Cari Wickberg carga assucar.
ENTRADOS NO DIA 6.
Cdiz; 5odias, Brigue Inglez Andes de212
tonel. Cap. John Gavey equip. 11, car-
ga sal : a Me. Calmont & Companhia.
Marselha e Gibraltar ; 59 dias, trasendodo
ultimo porto 25 das Brigue Sardo Mara
Thereza de 188 tonel. Cap. Bartholomeo
Tiscornio equip. 15 passageiros 2, car-
ga vinhos : a Schramm.
Algers ; 44 dias Brigue Austraco Liver-
pool Packet de 458 tonel. Cap. Mathew
Mercie equip. 2o carga lastro : ao Ca-
pito.
SAHIDOS NO MESMO DIA.
Rio de Janeiro ; Patacho Brasileiro Valente ,
Cap. Ignacio Xavier Pinheiro carga di-
versos gneros.
Montevideo; Brigue Inglez Andes, Cap. John
GaVey, com a mesma carga que trouxo
de Cdiz.
ENTRADOS NO BIA 7.
Hamburgo ; 46 dias Brigue Hamburguez
Polydora de 176 tonel., Cap. C. Christianse
equip. 12 carga fazendas : a N. 0. Bi-
eber & C.
Ceara ; 26 dias Brigue Escuna de Guerra
Brasileiro Niotheroy Commandante o Ca-
pitao Tenente Antonio Firme Coelho traz
5o recrutas e 4 presos sentenciados.
DITOS NO da 8.
S. Miguel das Alagoas ; 6 dias Sumaca Bra^-
sileira Bom Jess dos N. de 60 tonel., Cap.
Antonio dos Alijos Caldas, equip. 6, carg*
madeifas de construooao: a Joaquim Fran-
cisco de Alem.
Lisboa ; 55 dias Escuna Portugueza Libe-
ral de 104 tonel. Cap. Bernardino Anto-
nio Gomes equip. 9 carga vinho e mais
gneros : a Francisco Severiano Babello.
Rio de Janeiro ; 25 dias Galera Ingleza
Couer de Len de 552 tonel., Can. John
II. Kendall, equip. 18 carga lastro ao
Capito.
SAHIDOS NO MESMO DA
Montevideo e Buenos Ayres ; Sumaca Sarda
Consolago Cap. Giacomo Tronco car-
ga a mesma que trouxe.
Porto ; Brigue Portuguez Maria Feliz Cap.
Antonio Luiz Gomes carga assucar.
Maranho Barca Ingleza Couer de Len, Cap.
John II. kendall, com a mesma carga que
trouxe do Rio de Janeiro.
KXTRADO NO DIA 9.
Ilha de Fernando ; 2 dias Patacho Trans-
porte Nac. Pirapama Cap. Balthazar Joze
dos Reis, carga ped a equip. 14.
KECITE NA T?P. DE M. F. *E Jx s=1842.


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