Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:04437


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Full Text
/
Anuo do ISi-?. Quui'ta F.ji 9 (Je
Tuda lpra depfrde de ruia mesroos ; da nnss prudencia, nfuSnjtr-w, enerpi : ron-
t.nuenuj como principianjo, e scrcaju aoon.ladoi com admirarlo rnire s iV.<>j ,,,
oulias. (Proclamacuo ila Asaeiulilea Cern do Brasil.)
PARTIDAS OOS CORREIOS TERR! STRES.
Goianiti, Paraiba, e Kio grande do -Norte, na segunda e aexia feira.
Roiiiiu e (jaranlians, a lde 24.
Cabo, verinliaem, llio Forraos.i, Porto Cairo, Manean, e Alagoas no 1 i\t c 31.
Pajea 13. bautu Anuo, quima feira. OlmcU todos os dia.
DAS da semana.
' Se, I, Romualdo,'
8 Tero, s Corinilim.
9 O.iart. a. Apoloni.
10 Quint Eac|aj ic. And. do juir de direito da 2. Tara.
4i set. I.ainrn. Aud. do Juil de Direito da 1. rara.
4 2 jah. s. Eulalia. Kel. Aud. do Juii <3 Unm.. a. Grejorio.
Fcvegeiro. Auno XVlll.. N.&l.
O Diario publica-af todos os diat qneoSofur
dee. n,i. ,e, normarte. piro. "adi.M.doV. "oTjJSUf %'**".
ilos uite o n.in f,,... n ,.-. .1. On :____ -Pn.'e 40 inserido*
Crati, eos dos igus o n.io f..rei raijo da 80reiioi.rl.nl.. ""'*'""" Jo
tarea) see
Je lT.rof
CAMBIOS SO DA S de FEVERKlno.
Citnbio sphre T.oi)drei '19 d. p. Itl.
" Paria 32.0 reis p. franco.
J.isboaTft) a 83 p. 100 d> pf.
Ocr.o- Moedaded400 V, 14.4(10a t'i.OOO
- N. 14.200 a 14.400
u de 4,000 SluOa 8.200
r.m ratacO l.OoOa l,fi"
1'luTa- Pe'ioi i'olumnaies
Meilcauns
u niiuda
tyoeda dt r,re 3 pprlOO da disco'nl.
Uisconio da billa, da .(HandeS, j a p
'"SO a 1 f70
l."'0a i.nso
1.140 a 1,400
lo mei,
dem tic letraa de bn fifil, i
por lOt
i le t.
/'reamar do a.u y de Fci-erefr*.
1." ai 3 hnrai o 42 m. da m.mbj.
PIM5ES DA I.PA NO MEfc DE FEVEEEIRO.
ijoart. ruin-, a 2 10 oras e S m. .la manb.
I." Nora a 10 -- ra 1 nraa e 35 m. da manV
Qmrl. creic. i 1S-- a 9 "ra e 22 ro ra mmta
Lu afasia a 25 as 1 orn j; ra. da ,.''.
mu l. M I mu immmmm^m
te anuo com declaracao dos destinos de cada
nm licando assim salisfei'.a a sua ordem Je
18 do refondo mez.
Dito Ao mesino Exm. Snr.. procurando
.s;i!),:r, se o Alft'tvs da Guarda Nacional Ma-
nuel Francisco Monteiro principiava a ter
venci-.nontos. do dia cm que losse aceito o
nic.o- Ao gxin. Pres.dente, signii-; otr.-reciment que fez de servir no exercilo
PNAI
PARTE OFFIC1AL.
CO M M A N D0 D A S A R M A S.
EXPEDIENTE DO DI.V 4 DQ CRREME.
cando-I he Mi) resposta ao seo oicio de hon-
tem datado qtie eni virlude de inspeccOes a
que se procede rao as Forlilicac/X' da Pro-
vincia no anuo de 1851, d'ordem do Gover-
no Imperial foro de-sarmados c abandona-
tlos as Fortes Mar, Grffe Nasareth, eos
Portins S. Francisco, e Montenegro em O-
linda, cons .'rvando-se armadas, e j'.jarm'ci-
das as Foi tale/as, Rnini, Itamaraca, e Ta-
mndar, 'os Fui tes, Buraco, Pao-amarel-
do Sul ou dodia em que ali se presentas-
te, e filialmente seo seo transporte devia de
ser a sua cusa ou doGoverno, a (ini de se
expedre.m as communica^es do estilo.
Dito Ao Goinnandante Superior da
Guarda Nacional desle Municipio, pedin-
do-lhe providencias acerca do compoila-
mer.lo do segundo Sargento Joo Pedro de
Jezns da Malla que commandou a guarda da
Alfandega, no dia t do corren le, o dos (ruar-
lo, eGaib, certilicando-lhe que nj-ForUfl- das do primeiro Balalhao Antonio Luiz da
Cacoes desarmadas nao tinhao Commandanles
e nem empri'gailos que livessem vencinien-
tos da Fa/enda Publica.
Dito- Aomesnm Exrji. Snr., communican-
do-lhe, que proceder no dia 51 do roez an-
U.'Ci;denle a urna inspeccogeral, resultando
o liaver mandado pausar do Deposito para o
liaiaih.io Provisorio 47 pracas qqe a Junta
Sannitaiia julgou em oslado deservir, que
propuiilia-llie para demicao 1 cabo e 18 sol-
dados conslaiites da relacao que llie enviava,
considerados todos incapases, em conseqnen-
ca de padecerem chronicas infermidades, e
que sendo jlgados tambem para reforma 5
pracas, brevemente Ihe subm-leria a propos-
ta, que devia de ser encaminhada a presenca
Imperial. Ponderavu-lhe, que na rtlagao
dos propostos para dcmiijo eslava incluido
o soldado Pedro Francisco Leilao, viudo na
Gbarrua Aniphitrite em qualidade dereeruta
addido ao uilavo Ralalho de Lacadores que
eg:io para a Corle ; que este soldado bcni
que coulasse apenas um auno de pra<;a,acliava
se pego d'anibos os ollios resultado das en-
fermidades que padecer, licando por esta
forma inhabilitado para haver os meios de
subsistencia, a menos que recorresse a cari-
dade dos liis, e nestas, circuiislancias pare-
eia-lhe que por eruidade, se devia antes
Solicitar a sua reforma do que dar-lbe ha i -
xa licando ao abandono servndo-se S. Ex.
no caso de annuir a islo de communicar-lbe
para influir na proposta dos que deviao de
sor reformados.
Dito-Ao mesmo Exm. Sur., entregan-
do-ljjpra relacao nominal dos individuos re-
"crulados em tod^ o mez de Janeiro do corren-
Paz li.indeira, Braz Firmo da Silveira, Mano-
el de Santa Luzia Joao Eleulerio e Ma-
linas Rodrigues de Carvalho, lodox presos por
Sifhao Machado de Ritancourt e Mello, com-
missario de Polica do Rairro do Recife em
consequencia de estarem os dous primeiros
guardas vestidos a paisano, brigando no
forte do Mallo, e os tres ltimos incitandoaos
dous contendores Que o Sargento em sua
parte no dia sesuinle nenhuma commuiii-
eacfto HziM-a deste acontecimento estn.lo
de mas, os individuos acidia referidos, de
guarda com elle fura do seo posta pelas V,
horas da larde, pratcando desorder,s, o que
como, a falla d> Sargento, e dos guardas e-
ra de naltin;sa.'nave para a deciplina, S. S
a devia punir de conl'ormidade com o rcsjiec-
tivo regulameno.
Dito Ao Tenente Co/onel Commondante
do deposito, ivmetlendo-lhe os papis de con-
tabilidadfi do destacamento da Comarca do
Bonito relativos ao mez de D.v.embro ultimo,
cuja importancia devia de entregar ao sargen-
to Antonio Francisco da Silva.
Di lo Ao Prefeito da Comarca do Bonito,
comniunicaudo-lhe o exposto no ollicio pre-
cedente com oque (cava respondido oseo
de 30 de Janeiro ultimo.
Dito- Ao mesmo disendo-Ihe que re-
cebera g recrulas que Ihe enviara com seo
ollicio de dos quaes 0 assenlaro pra-
ga e tres licarao etncustolia, nm para pro-
var que casado e vive com a mulher e
ti para seren inspeccionados por alegarcm
infermidades. Dsia-llie mas que assentara
praca o desertor Franciaco Gomes da Silva ,
visto nao se ter verilicado a disercao.
Portara Ao Tenente Coronel Comman-
dante do Deposito mandando excluir om
guia de pnssagem, para o lia tal bao provisorio
a 47 pragas constantes da relagao que se Ihe
transmilla.
Dla-Ao Tenente Coronel Commandanto
do Batalho de Cagadores Provisorio, autho-
1 *--^-iaiaaa
Recebemos tambem Iblhas de Madrid do
17 e 18do corren te, peloConeo de sexta feira,
ultima.
Em Alicante haviSo occorrido algumas des-
ordens por oecasiao das eleicOes municipa-
es ; porem as authoridades haviam procedi-
do enrgicamente contra os culpados aiguns
risando-o a recebo as praoas mencionadas na | dos quaes j se achavam presos, fi -ando com-
precedente portara com as quaes devia de pletamente restablecida a tranquilidad-
organisar a quinta Companhia do mesmo Ba-
talhau.
Dila-Ao Capitio Commandantc do Con-
tingente de CavaHari mandando excluir
com guia de passagem para o Batalho Pro-
visorio ao Soldado Antonio da Silva.
Dita Ao Tenente Coronel Cominandante
do Batalho Provisorio, aulhorisando-o a
receber o soldado a cima mencionado.
Lisboa 20 de Dezembro.
Recebemos folhas de Londres at 17, o de
Pars al lo do corrente.
0 baptismo do principe de Galles devia,
segundo se esperara, ter lugar no fin do mez
prximo na capella de S. Jorge no Real sitio
de Windsor.
Acredilava-sc que o Rei de Prussia visi-
tara a Initfaterra alim de assislir ao bap-
listrin do Principe, o que cuu/.ava geral salis-
facao.
Segundo os jornaps de Parts dodia!3pa-
reia terminada a quesio relativa presi-
dencia da Cmara dos Reputados alienta a
declaragao de M. de Lamartine-de que elle ac-
ivilara aquello lugar se Ihe fossa conferido
pelos seos colegas.
O.Monitor do dia 16 conten um extenso e
importante relatnrio dirigido ao Rei pelo Ma-
rocha! Soult em que elle recommendava a
Sua Magestade urna reduego no exercilo ,
na rasflo de urna companhia por balalhao.
O Rei con forma ndo-se com o parecer do
Marechal, haviaordenado por um decreto, da-
tado de8 de Setembro passaJo mas s agora
publicado que se eflectuasse aquella reduc-
gaonopessoal o na Ca vallara e aitlheria al
o numero de 13,000 cavailos. O numero dos
soldados a quem seda baixa de S!);0), ou
algum tanto mas daquinta parle da forga
actual do exercilo.
Os jomaos de Pars dodia lo oceunam-se.
exclusivamente em cootmentar a reduegao
qhe acaba deellectuar-se no exc-rcito.
FOLIK1IT
ABEN-KAHEL,O TEBRIVEL(*).
O Duque de Lara enlrou de novo no Cas-
adlo ; e dirijfiu-se em silen io embiulha lo no
capole, c com o capeo carrejado sobre os
olhos para a Igreja. liryu nina chave do pei-
lp e clje nicsiiio abriu a porla que fecha va
o prisioneiro caminbou mansamenle para o
largar aoude o jolgav mas tuda eslava de-
serto, e as cordas corladas junio columna
solitaria denoUiam que elle se liulia evadi-
do. .. Duque nao pode susier urna ex-
clamar;o de rava quena fallar a Aben
Kabel e que elle |lu> de vase a liberdade .
Mas como pode lugir se a digre da uoria ti-
nha fi ado debaixo do seu travesseiio ...
Es as eram as suas reflexoes diciendo se para
o seu (piano... Elle iguorava a passagem se-
creta .
ft'o dia seguinte s.' ? fd|lava na evaso do
pr;so!... e o povo di/.ia duvagar que era a JVIa
gica quem o linha livrado, pois o linham vis-
to ao iuar invocando os demonios
Waquullc mesmo dia urna mulher lo bran-
ca como o vestido
que a robru te
uingiu i
( ) Ytd. Diario N. 28, 29, e 30.
huras em que todos esla\am orcupadosem seta
irabahos ao tillo por onde Abeu-Kahel se
liulta evadido do Ca t lio
>ens passos ligeiros como os da gazelfa ape-
nas apnrroiavam a reha. parou de fronte
do cypresle sutiiario eseus olhos se filaram
sobre urna pequea cada de oiro que brilha-
va aos raios do sol parliu o ramo de ry-
preste que a prenda, e desalando a cada" a
deilou ao pescoco scondendo o apilo no ci-
lo; e ornou a cabeca e o peto com o ramo
da arvore da morte Esta mulher era Zul-
mira Depos en aminbou-se para a cabana
da Mgica ; mas quaudo cutrou ali nao ei
conlrou ningtiem sahiu para a plalafer-
nia e olhando para os rochedos viu tluctuar*
pelos ares entre o cdo e a torra alguma cou-
sa escarate era a mana de Zara e a orla
de la Varsia encaminhou osseus passos iom
intrepidez para o pico; onde a velhasca-
chava.
Temido rordeiro para que te expes a se-
guir o rebatido : o leu lugar na p anice, dis-
sc Zara veudo Zu.'mira.
- O leu fildo est salvo respondeu ella
precipitando-se-lde nos bracos.
Zulmira julgaa que a Lea abandona os

nos
Parece que tinlia sido prezo eni Palenciae
General Amor por ordem do Mrquez de
Rodil, tendo ficado aquelle disposigao do
Cunselho deguerra permanente eslabeltecdo
cm Vitoria.
Os Senadores j tinham cellcbrado algumas
reunies em que se havia tractado de objee-
tos importan los, que bao de apresentar-se as
prximas Cortes. O Depntados iam tambem
ter as suas conferencias devendo as juntas
preparatorias comecar a 2 i.
Anta hontem pelo meo dia enlrou no
Tejo a Fragata Francesa La Belle Poule com-
mandada por S. Alloza o Principe de Joinvil-
la. Apenas edega/ia ao ancoradoiiro um
Coche da casa Real foi buscar S. A. que des-
embarcou no Arsenal da Mnrinba. e Joiro se
drigiu ao Palacio das iVecessidades onde foi
recebido por Suas Mageslades. S. A. nao
tendoacceilado a hospedagem no Real Pala-
cio de Belem que eslava destinado para o re-
ceber Vetan) para bordo hontem jantou
com Suas MagcsUdes no Palacio das Nccessi-
dades.
29 de DrzEMnm.
Trouxe-noso correio de boje Diarios de Ma-
drid de 22 e 23 do corrente
Os desle ultimo dia publicara o programma
do ceremonial que deve ter-se observado na
ocasiao da abertura solemne das Corles
A Ga/.eta de Madrid da mes-ina data insere
urna Circular expedida pela Reparticao dos Ne-
gocios do Reino c dirigida aos Cheles Polti-
cos ordcuando-lhes que procedam na conl'or-
midade das leis vigentes mas com energa ,
contra lodos os csc ipt09 ou folhas volantes im-
pressas, em que se aiaquea Consiiluicodo
Estado ou se procure de outra sorte concitar
os nimos a favor de qualqucr outro systema
poltico de governo.
O Regente devia trasladar se no dia cima
citado ao Palacio de Buena-vista que havia
sido reparado c alfaiado i sua propna cusa ,
para ah eslabelecer dora avante asua resi-
dencia.
A cdade de Ali'ante permaneca tranquil-
la continuando semprc com arlvidade a
?. Fui eu quem lirrei Abeu-Kahel.
Zulmira olhou para a velda admirada
Porque tu espaldas assim para mim!. .
rontinuou ella Achas extraordinario que
una Mi se ex ponda a ludo para >alvar um
lli"! Oai fillio como elle O meu Aben-
KahelU A nica onsolaco e alegria dos
meus das miseraveis a nica cousa que me
faz acreditar que I eos tem rompaixo de
mim e que me l'azalievcr-mea piostar-mede
rasto a beijar a tena agradetendo-lhe a mi-
sericordia, que leve comigo conservando-me o
meu Fernando E Zara proslr.ui lose por
coco.
Como veio parar esta cada tua mo? .
a rosas fogem de las fa sabes que < a meu filho qoe istoperience?.'. ..
rol elle quem m'a deixou, respondeu
emfim Zulmira contusa
Falaste-lhc !....-
Nao
V islc o ? .
Esiuta .. A mo que cortou as cor-
das que o prendan! foi a minda ... apes-
soa a quem elle deve a vida e a liberdade
sou u .
rm^eTnTn''/ ^ "<*- ~ **&*"** disse a velh. admirada
iam de seus olhos sobre suas laces enrura-i
',",
Zulmira nao potide su,ier as suas quei fieou p,llS4tiva.
Zulmira contou-lhe a verdade c Zara
cahiram com abundancia.
Pois bem disse ella emfim deixa ficat
orvalbo sobre os campos deooil drumsnlar. r i; ... i metisuias
i i ti lelt/es eu tambem ki amei mas (ruar-
ti te* .. i r;::;::;::~ "r ",1*" *" :f %^P-L
i,' u. i (' '""-.resa prcu ar socorro, Aben-hahel nao te a-
aa-lo os olhos : Zulmira loiilmuava a so- bandonar.i!.. nao te a
Estas palavr9 pronunciadas cora bonda-
de ri/eram atrever a in la a dizer.
K para onde foi elle?
A velba fraitaio a lesla mas ttspoa-
deu.
-CoBiprir a roiso que >.'hre a lewa P1
[
lucar
Tu mecomprehendes, ccnliouou ella, o
leu coraco lem (orinado, minda lilha
Estas pa'avrasfizeram estremecer Zulmi-
ra; Zara biaabra a-la quando de repente seus
olhos dran na cada que a orfa Irania ao os-


causa formada contra os perpetradores das de-
sonlens'alli occorridas
Escrevem de A alenda era data de 21, que o
iuiz dhcarregado de proceder cqntra 6s aucto-
res dqs ai tos sed ii-iosos', que liveram ltima-
mente logar naqella cidade, lora accommet-
tido ti" una ra escura :s*hove e meia da uoiie
por tres assassinos osquaes, felizmente, nao
poderam consuma seu atroz iniento.
as proviucias nao occorria novidade, e
havia perfeito socego.
#o de Dezembro.
Ha dias que os Jornaes da OpposiQo dei-
xando o campo ele i toral depoisd'uma com-
pleta derrota se tem laucado sobre o das Q-
ai^as com desesperado impeto. 0 presente,
o passado o futuro ,-oreal e t) possivel, o
mesmo impossivel, tudollies tem servido de as-
sumpto; a sua imagiiiago 'ncomparavelmen-
te fecunda tem edificado fabricas maravilhosas
em cada um desses vastos planos. Nao pode-
mos acompanhar a forca creadora de tao ele-
vados esplritos,e tora de certo tao intil como
dilBeultoso responder cada urna de suas cm-
posigesflerdadeiramenle romnticas. Quan-
do os faelos que nao tardaran a apparecer ,
derem aos seus desvairauos julios um carcter
mais positivo ento entraremos era lide
por agora limilamo-nos a asscgurar-lhes pa-
ra os trauquillisar subre a surte das Oasses
inactivas, eactivas, que tanto lhes deven) .
DIARIO "DE PE
Fcvereiro 8.
Acabamos de receber foltas de Lisboa que
chegae at ol'de dezembro: sendo ja milito tar-
ileiiemos .smente urna vista d'olhos sobre ellas
que nos pareeem vasiasdo noticias de alto in-
teresse ; com ludo no limar competente da-
mos alguns extractos das mais modernas ea
nossa salvacSo eterna. Tudo acaba em torno
de nos ensmesmos, meros viandantes sobre a
trra u:;i djatereraos depagar o tributo de
nascido, ,um dia a;nis;as cin/.as i rao ajun-
tar-sea:; cinzas de lanl;..s gerafiOs finadas;
e ento s restara o para nossa felicidade ou
desgraca eterna as boas ou ms ace.s que
houvermos pratica lo.
A ftelig'lo do homem DOS nao be intole-
rante como o tem afirmado seos nimigos.
. Paulo dz que ha tem;) de rir lempo
de alegrar, etc. ; mas lambem releva que
manb passa remos mais exacta revista para
commuuicarmos dossos leitqres o que achar- Kj^ro^ do homB Shlr era si, edepro-
rnos digno da sua allencao.
A QUARESMA.
He chegada a cuaresma, tempo, que a San-
ta Igrejn nossa Mil ha estabjlecid ) para a
curar reconeitiar-se com a Divindada. Que
tempo tao cheio de venerandas recrdaces
nao be a Semana Snela Nesses dias celebra
a I-reja toda a !\iivio, Morte, e Uessurei-
Cao do Hedemntor Divino. Mas nao fallao
de, guardai-vos de extinguir a que Ihe res-
la. A desgrana da siluacao nao est na rari-
dade dos espinlos Ilustrados, e das, ventadas
eouilantes:' Eo despotismo sabe outra co-
a qu nao seja curvar os homens ao sju
nivel degraNur ,is intelligeneias e carac-
es ? Elle nao eleva
ninguem ,
por mais
memoria e celebrado dos Mvsterios da Pai- iniMizmeifta Christaos, que toman esses sae-
xao e Morte doRedemptor Divino lempo
por consiguite todo dedicado a penitencia.
Nos primitivos dias do (-liristianisio com que
piedade, cora que recolliimento \ e-devoc.ao
se nao celebravn a snela quaresma que vi-
da pura c anglica nao passa vao ento os
Cblistaos !
tos actos por meros passa-tempos, indo nesses
dias as Igreja*, como "se fossem a um baile, a
urna comedia etc. ele : venia le ros loncos,
que perdem momentos tao preciosos infeli-
zes que se nao aproveitc dos Ti netos da
sagrada Paixfio doSalvador do mundo .
Difusos pelo contrario aquelles, quesabem
Mas ainda quehbje nao baja o mesmo fer- tirar o llovido proveilo da Snela Quaresma.
vor, ainda que al se tenha enflaquecido j aquelles que conlrictos e arrepentidos* pro-
aindaqueos costnines nao se possfto compa-i curto o sagrado tribunal da penitencia, a-
rar com os dessas eras de nnorencia e pie- quelles em im que nesses das de perdi e
dade ; (o iavia o espirito da Snela [groja he de gracias, conseguein reoonciiiar-se om e
sempre o mesmo, e com quanto huma Pbi- eco, chorando amargamente os proprios pe-
que o pagamento que se abril) este mez para losophia turbulenta e orgulhosa porfe cm cano.
as p#ni*iras esla quasi ultimado, e cm pon- por a Ueligiao de pare Ma com os devaneios Dis|
eos dias mais o estara de todo e que para as
segundas se abrir tambem o pagamento nos
( D. do (ioverno. )
onhamo-nos pois Christmente, para
e iizosdo secuto o Evangelho, obra de hum passar a snela Quaresma. Ponbamos ter-
Deos immutavel, nao admiti alleraco al- mo s follas, e divertmentos mundanos,
primeiros dias la prxima semana, o se com-(.ruma nao transige com as pakoes ,' e val- oremos com frequencia exorcamos actos de
plelar no decurso della. dados do mundo, e s recorrliece a salva-ao piedade, facamos om fun p'*nfmcia. Alrae>-
na justeacai. pela graca ou pela penilen- monos com acruz do Salvador que comoamu/o
cia. Siq'uis vtilt(disse o salvador) pnftt me nos admo'sla. ecomo pai nos recebe carinh'o-
31 de Dezembrg. vertir, abneget semelipsum tolat crcein so; nao abnzemos de lauta bmulade.para quese
o, emfim, o governo verificar o suam. ct vqualur me. nao veriliqn-a sua terrivel am-aca < Quero
i de 5oo outos. com a mesma Em lodo o tmpo deve o ehristaq reprimir Hsm*.et mwinvenfetis, etmpceato rastro
Consegu
em presumo
eompanhia que tem efiectuado os anteriores.
A Companliia quera que nao se emiltissem
Inscripguas pelo lempo de tres anuos ; porm
depois de limitas conferencias. alteia(-es ele:
concordan em que n.ao se lizesse essa emisso
pelo e>p*fO de dezoitO niezes.
as paixes criminosas, cortar por seus bru- monemini.
taes apetites epor meio de penitencia reconoj --------*-------
ciliar-se com o Pai das misericordias; mas PORTUGAL
especialmente na quaresma tempo positiva-; DFSDK A BBVou'CAa M 1820.
mente destinado a tao snelo li:n.
A I;;:-:-ja abre os seos os.-rerios quaresmaes (Continuado do N. 29.)
pela respeitovpl ceremonia dacinza.
Importar milito a Portugal, pergunta-lo-
banco de hwtatern desde 11 de Sstembro Cruxiflcado uos aponte para amorte, recor- loada vida nacoml. Mu.ta gonte cutio se
t," 7 nV IWenibiri da-no* a nossa origem e nos contrista pon- volla para o Rbsuliilwmo e chama com seus
Aeivn Passivo do-nos por diante as imagens' do nosso votos urna forma de governo-, que ellesuilgH
vi u>>-4- \i\r\ C i 1*3 Q7S* [ira 00 menos opaz de mantera ordeni ; mas;
Numero' ,486.000 LosL 7?.56 quaresma pois he o lempo snelo em con. .ue meios ? C.,m a ajuda do exercito
______que nos d vemos entregar penitencia, e ac- ? des fuipcjonarios pubircos ? sao os propios
ipie digo aquelles que lzem boje a idaJ;
de ouro do servilismo ideal, como em ou tro
Lempo a compunbao da hberdade. O abjo-
lulisiuo porlugue/. nao pode ser como o da
Prussia e nm sei si, no meio de lodas as
paixes raiicorosas e desordenadas Ihe seria
possivel somenle liunler a ordem material.
.Aem-se porm nina esperanca, aoios-
potismo ilustrado ; esta nlusao de um seep-
licismo honesto be antes urna palavra do qua
urna possibiliJade. Como se pode crer de-
pois de lautos Iranslornos e no nuio de
urna lal desmorabsacao que sera exequivel
em Portugal e na llespanha a obra, em que
l'aliiarao Malesherb-'s e TurgoL'.' >'jo se go-
verna s com una idtia, preeisao-se homens
para po-la em obra. iNenhuin syslema os
exige mais esclarecidos, mais ntegros, mais
pojerosos por carcter e posigao ; logo he o
mais im possivel de lo los. Esjo.hereis os vos-
sos fgnccionarios pblicos d'entre os absolu-
tistas :' eutao o vosso despotismoillust'ra-
docorrer, grande risco de nao passar do
absolutismo simples, e na sua baixeza acoj-
lu.nada. Voltai-vos-heis para o.-> liberaes ?
que os podera retr subre o declivio a que
nido os arresta i1 Um homem pode tentar
liimar-se em equiI<|rio sobre um ponto ma-
themalico ; mas um partiJo nunca o lata ,
subretuio si a nacao se conserva iiu/iussivol ,
e ilie deixa o campo livve.
A ('orina do governo portento me parece
para Portugal una queslao secundaria. As
duTerencas theoricaS das leis fuiulamentaes
Sao senl ofTtito na platica, l'om a eonstuui-
(;i, ou com a carta se podem coinmetter
as mesnias fallas, alienar o povo e arruinar
0 pajz ; tu lo osla na conducta : a que lor se-
guida decidir da surte das iiislituu;es. Quer
no rgimen absoluto, quef no liberal sempre
se faz precisa a neccessidade do concurso ac-
livo da naci ; em quanto ella nao lomar
interesse na queslao, sera impossivel todo o
roverno honesto e rasoavel. He neoessario ,
primeiro que tnilo despertar a alma entorpe-
cida do povo, encorporar-sc com elle, faze-
o viver e marchar, lelo s se conseguir
assocandorO aoseii governo; cotila uto que
este sympalhise com elle, presle-se seus ins-
linctose respelte urna multidoile goslos de
irejuisos, (le faiitezias muitas vezes indilfc-
rentes verdadeira hbeidde. He o nico
meio deconduzir o povo se.n es fu reos ede
firmar para o futuro as suas inslitiiice> ; sa-
crifiquen! pois os amigos dosprogressos este
!m. esle grande mleresse de providencia o
i/uraco todas as vardades de suas OpiniOes. E
(pie nobre larefa nao fra rea ni ar o veiho
o'imlho nacional, inspirar a coulianca, aes-
peranCa, aalfeicao publicas!. Apoiai-vos so-
bre o passado para vos lauca id es ao futuro;
reulcando a sua altivez, melborarcis ao mes-
mo lempo a naeao eos individuos formareis
os costumes pblicos que influirn na vida
irivada ; possuireis emliui um governo que
ser excitado por urna mpulsao e inanlido
por nina resistencias tereisum povo, homens,
poder e liberdade. As sociedades humanas pa-
recom ler urna vida particular que Ibes he pro-
pria ; guardai-vos de arrancar-lira ; e nun-
samente
,. do ao mesmo tempo sua bella cabeca um pon- menio para o tazer............. eis o motivo do
co inclinada; os cabellos lomos caliiam-lhemeu alrevimcnto
, cJar0S e andado cora nm luvo asiatiaro, Zql- ruidc-se araaiih i ja o poderai lser t
eoruenaud oncosia.la sobre almofadas de cuta, \f:iilio.a;ora ilo quarlo de meu pal que
!?K M^C^fiS mdn- HIT? bco, e rolissd braco ornado de rae de, este bello aderece de diamames para ;
Fernando.TciSo ? > P^^ sc aP0a>a ? ma ,,e,laS' ^ tC ^'^ ^ qU" ^'^ ""' m"
- E eu tambem responden a velha sus
" .: em desordem sobre os bombios graciosos., c F.lle apresonlou 8 Zuhmr 0 magnifico
- Eu vos agradeco, meu Ueos gisse a appiias ,,m |P;,.0 vcstiilo branco a orf involuntariamente i lima grlide alampada suspenca nc meio do (;()mo tu me amas disse ella rom ternu-
- Zara olliou para ella com ternura. tC(,|0 (.'spa||iava urna inrerla e (Vaca luz naque!- ^ ri:ill(|M_|ir a mo que elle beijou com trans-
- Zulmira.. disse a velha, quando te ron- ^aposento...... A orf nao dorma de v)rU^ c sabiu do qua.to
teUmmha,,s,e historia sduascousasje^a- ^;^SfcEdlH Zulmira .,.a,,ou-se, seguio-o rom .t-
ainda um dia : ventas a saber...... a segn-, tres ve/es c.irgou aos labios n.apilo c res ve- No ,;,, folso brilho nem honras ,
/es o deixa va calor sem dalle ler lirado som i mM) riquezas que me prendera a u e sor-
ohjtnn ...... Agumas veressorria-se "-! ,.0.S1. filado osolbos so re o relalo de D
tras suspira va-. -. Sentio-se liaquelle mo- Carlee qnele& sobre urna meza depois
menlo urna Kgeira bulla ao p go depois um hornero nlrou mansamente Luaw|oa aum pequeo cofre
sesenlou irum baucoaosps deZnlmira...... : ,
da hoje fa confesso.....Sim verdade nns
somos Chrislos !... logo depois do meu casa-
mento recebi o baptismo quando o meu
filho veio ao mundo quiz dar-lhe a rrenca de
seu pai, e foi baptisado....... bastantes vezes
depois me arrepetuli de o ler feilo ... ,,, senicu n "LS^SS^'^aC i ^o din segeote tge pela manb o oastello
lio e no. ....... Knsmei-lhe as duas rcli- ella corou pin bando um tnan.s soore stus mmi
boje nao
ries ... mas elle lomou o nome de Aben-Ka- '' bros descobertos
j'iel.....e s^credila no meu amor !
eslava emlmndeirado, e urna msica aleare que
dali se ouvin denotava grande l'esla Celebia-
lle dia o cas .ment de D Callos
."I E' mal feito D Carlos entrares a cs'a wt.se na{|11(,
Zulmira susprou e despedndo-se da ve- ; ^ nQ m(a lQ sem me preve.,.res : disse j (|e Lar Vom a sobrinba e pupila do Duque,
Iha lomou o cammho do cas.ello. ^ I ^^ dc Larfl
"JZST: *~ A. 4,^. -J iV:,loa-..nrhoic responden elle, sor- \o meio dia o conejo dos convidados acom-
naubou os noivos ao aliar A igreja eslava
apinboada le gente para assislr aquella cere-
monia -Zulmira .esta a linda como a estrella
d"aUa e o sen rosto brilbante de bele/.a e
innocencia sorria-se com pureza para todos que
a rodeavam Mas de repente suas fa-
ces de rosa enpalidereram........ Atraz da
columna a que tinta estado preso Aben-Ka-
bel ella divisou um vulto coberto com urna
apa negra, e o coracao se Ihe apertou. che-
batido inais de peno vio debaixo das abas lar-
gas de um chapeo uns olhos flamejautes qu
a filavam ...... e todava avancou
mas lao trmula que paseando defronte da fa-
la columna o tamo de flores que leva va na
mo Ihe escapou e (aliio. antes que li-
vesse lempo de oap nhar alguein o levantou ,
e esconden....... Zulmira conheceu a nio
le ben-Kaliel c estremeceu .. Sim era
Aben Kahel que aii cachava. .. que vio ca-
minbar Zu mira para o aliar e que ou-
vio pronunciar o sim faial que a ligava a ou-
tro homem ..... 'ludo acabado efe sabio
a igreja de passos vagaro>os olhaudo para as
flores que linda na mo, e vendo entre el-
las nm ramo murcho de cypreste soltou um ri-
so sardnico e guardn o ramo no peito.
(Conjlnuar-se-ha.)


*
ca regenerareisa nacao portufjueza, tratando-a
como um bando de engcilados. Os hornens
tem neees.ddado de se recordarem u pausa-
do; os mesmo.. franceses, pjMrjmabqiW digno o
coat. ano; elles.tem a pililos jph.ae a revoltijo
com o quearranjaro urna historia lo cheia
etaoviva, quj Ifin aquerido a de mudos
seculos. TauLas ideias luttas, triumphps,
c dsSTacas Lora formado um 10.I0* lo ro-
inenso e lerrivel que os proprios a ioradores
dos lempos antigos trazem a Uliaginacu qua-
si cheadeiies.
Mas em Portugal nenhuma gran.leza mo-
derna veio ainia combater as vellas. recor-
dacdcs. Ueb.il.lo se procura quM aaJa.se
aelia que possa occupar e encantar o espiri-
to, captiva-!o com iembrancas gloriosas ou
t agicis. Seria a invasao dos Francezes, vai -
c.'doressem combate ? Seria a guerra da Pe-
nnsula commancladu por higlezes ? Senao
un desptism > ignorante e imprevidenle ,
d /. revoiuces infruvluoSai o cfli revollas
abortadas." Que ve. ligios poJem deixar e.-ses
obCUrOJ e crueid accjilluei.lientos a nao Ser
profundo abalinieiuo amena, tristeza? Si
tentis* regenerar ou engran Jeeer anaci
desviai os oilios desse doloroso cspeeiaeulo ,
qu.; a i0 ella mesma ves convida. Os por-
' tugu.v.eserao pasloivs nmades e de repen-
te se tornarao nobrescorredores de avenlu.ai.
Nao se espsrou que el I es se tivessem lixa lo
para inundar de insliliiieojs fulas para o-
ci id id a industriosas e mercan lis, um povo,
cujas successivas gerae,es tem obedecido s m
esforz aessa prescnpe,.io dj|). Joio de Cas-
tro que por espirito de cavallana urdunou
na consliuiiij iodo sen morgao do Penha-ver-
do que naJa de productivo se culiivass.-.
Mudos sem lio piedoio motivo seguam o
exemplo de SttUa descendentes em parte neu-
liuma se descoorem os discpulos da Seien-
cia do b.un liom Ricardo. Os proprios ar-
tlleos slo.n a historia do Carjua Mu ;no e da-,
doze parea de Krauca e as ci.isses superiores
so cpnhecem o heroico e potico Camvs. Si
estas le turas cavalleirosas nao imprimen) o
seu carcter nasacc.es pelo menos naodei-
xao de mliuir nos gustos e sentimentos. Sup-
pozero que baslava desanimar os porlugue-
guezes (Ja sua gloria arre .la-Ios de suas re-
cordagoes e desgosla-los de si mesmos para
fa/.e-los livres e uduiir.o-se que o poyo
tenha conservado o senlimento do qijej ca
tanto quanlo bastara para nao appluu.iir a
sua deshonra c ruina. Kespeitai-o vos que
per ten deis goverua-lo, nao o submeltais
sua melancola siqueieis tor-aalo activo e
Brioso. Segui ocauunho que vos indican a
historia 08 costil mes e o carcter da nacao.
N 10 he pela hnmiliaco que se eleva um povo
liherdare.
Ha todavia algum proveilo a tirar mesmo]
das porturhacoes c desordena ; as succesdv.as
revoiuces nao tein oiuiico resultado le ihater ]
o carcter nacional; ellas tem >o mesmo tetnpoj
destruido mudos males maleriaes, vicios roe
dores parsitas. A abolicao das ordena men-
dicantes s por si le/, grande p mdor na balan-
za e o povo se tem acosluma lo a gozar de
cerlos melhoram.Mitos sempre araaldicoan-
do-os. Nao se pode vollar alraz ; eu o (Jij^o
com prazer he mais impossivel boje restau-
rar coiiplelamenle o antigo governo do que;
he dillicil montar o novo. He de toda a ne-
cessidado fundir as ideias mo.lernas com os
velhos costumes dcxar estes a forma e n-
parencia, e dar as primeiras a real ida le. lie
preciso todo o CUStoquea nac.o lome viitu- j
alente parte no seu governo que seus vo-
tos o acompanhem,que seu espirito 0 inspire.
Quaildo a questio se eslabelece sobre a naci- ;
nalidade do governo a escolha nao est tan- I
to entre a liberdade, e o despotismo como;
entre a vida e a mortc.
Para sair das generalidades e dar um exem-'
po preciso apliquemos estas ideas ana t-
tulos e morgados. Nao ha nada tfto inconi-!
palivel com as instituicoes modernas como es-
tas duas cousas, que entretanto subsisten!
em Portugal. Apezar de taas revulucftes
ellas nao tem soffrido golpes profundos. Ve-
jamos si ser possivel modifica-las sem fal-
tar ao respeito dos costn mes do paiz.
Quer-se chamar o povo portugus Iib->r
dade ; o primeiro ponto he ixa-lo no paiz .
e liga-loao trabalho. Si intentis dar-lheos
hbitos de propretario e industrioso obten-
de primeiro que ludo que elle honre osas pro-
fi.sses respeitaveis como ellas o merecem ser.
ela maneira que vao as cousas, nunca o
conseguiris em quanto brilharem seus
olhos dislinccrtes de vuidade efortAofci
Q-ble-las. L'm porlugez sempre ha de ambi-
cionar sr jentil-homem e nflo um marca-
dor um industrioso. Desprezar a justa
consideradlo que poderia obter pelo seu tra-
nalho probidade e fortuna e s aspirar a
ser um fidalgote subalterno. lh urgente
combater esl.a t m -:i i ; s m istu 03 portu-
i,'u /es nunca sarfto un povo activo livpee
sizu lo. '( 1 ) II par tanto nee-ssario, o'i d s
truir lodosos ttulos oii, e<>nci.>dendVdirei-
los igiuies, fecliar a barreira de vaidadu que
sppara as dilTerenles ctasses. Desunir os
ttulos lie hoja i n > )>'/ !. i)/.) e uo'i 'es s! :
Wevarip ao n < mo lempo; depois tu'lo
est xa- tal man a rent -com u nio qu i
S'- deve re e ir ent iriar r.v: i qualquer cousa,
um abuso qu >. Rosa i o ;> i '' i rej e das re-
v)!iicV'-. S q '.'spirito tricta igualda-
i|fl oe !e;>.i qu n'io haj i i -Li aec.) *s ":i t 3
ii i :ios n !> qu c ra n ni i qu9 se aug-
iu Mite o num;'.) dos privilegia lis em |r<*j ii.-
zo de urna soci 'da le inteira. A iii.ej.i no|j>
exigi-K) mas nao a pura gualda I; K o
j- mi toso principio d vo S";- ie%'i lila lo sonre-
In lo oo-- (|ii' da I) 'ios h'man la i iol'ira.
S p >|o contrario essa raciliria lo g -ral de obler
dislnccijes, quenio sai imre'i las ahile
a di mili I' do lio n mi e disviaa nac/i > do
e rninlio qu mI.*v Irilbar ni-as-u b-u e sua
I'OH "a seria odioso sacrificar o verdad 'iro o-
zillhoaoi anhelos de Izuns v'ms ambiciosos.
Em Portugal um dos poidos mais essenciaes
he nao conceder titulo alsum novo. O ter-
reno he lo esninboso qu; recio setn >r
ver minbas i.I das mal nl'rp trata;. Aban-
I donemos os nom vs para conservar as cousas.
ser islo ellas escaia^ i na Pennsula no do-
miniodos nri'ichios lib'raes ; Hnestec.aso
viva a constituido calholica apostlica <
romana como di/.a urna velha dos \cores
rio embinu' da explican de D. Pedro,
ai !! fim principal nos dous (ionio; sobro que
tenho insistido he exaliar aoa olhos ilo po-
vo sus nova siluaco. Qui ora obter um pon-
en d'o'gulho para a uelles que o nao que-
rem ler.
A mm^ira mais indisomsavel medida,
ain la sib o potito d' vi ti moral para por
em harmona os coshrn "s do novo com as
coniliciisda vida moderna. Ivamolfica-
do; moma los. Km Porlural apenas c-
xist'm ontros mo los de proorie lad O solo
esl coberto ilelles por que a mana do
mais nobre tem sido sem ore fazer-se morsa-
do 2), oque Ihe d um curto cheiro d>
nob-eza eglnrifira smh olho^ a sua nre-
truica e vai la I i a destruicfto dos pequeos
morgados ho o complemento ensnela I e rali-
cal da medida que nrehihise osnovos titulos:
ella he o nico meio depVos noslnm'i do
povo em harmona com seus novos prineipifs
polticos; e seria tamhem um acto i|e hinaa-
ni la le : qu.an lo o morsa lo he milito P'in -
no a so-le dos lillios s mudos he na verla le
rleploravel ; elles vvm em um estado de vi-
da le de hnmiliaco e de miseria feito para
abiixar a alma e deprimir o carcter.
U've-se comludo pou par os rundes mor-
alos; no i'sta lo de desordene financii'a em
que seacha a alta nobreza tenar seus b-ns
livres. s'ria fi'.'-los nissar nutras mise
mular d"rpp'ntrt tolos os nroprietario* d"
I'rras. D-v.'-s'dar aos fidalros t'm n na-
ca se habituarem i econonia e regulan lade.
Si o m'ovim mo fasse precipita lo os pobres
ficario arruinados: mies que se polessem
formar proorietswi > le -slivre.s instruidos
c Ilstralos, e Po I ira! Bea-ia desoovoaiin
de tola agente ilistinrt; sevia mais urna
Causa de desmoraliaCa -abati-n 'ti: >. Es-
perai a seve de urna nova primave :i antes
de arrancar essa Qor morda, cuja faado
talo cobre menos a trra.
Sendo m.antidos os merca ios impor-
tantes neo s" alacio W lembiancas do. povo.
e suas ideias de grande/as; sem que elle
d por isso seus sentimentos se transforma-
re i c en a sua condigao e calara dado o paSSO
mais dlinl sem (brida profunda. Cerlainen-
I vilruindo a base da aristocracia, nao se
para a liherdade. A liberdade hade Iri
phar si lor paciente si o povo nao n 1
nar. perseguuido-a indigno de a gozar
s ibreludo si.com a louea pretencao de asse
v
.. niara o seu poder e si e;i sustento es- rar O futuro, 68 nao arruinar O presente
bre o qual be forzoso que o futuro se apoic.
Jules de i.a*teyri.-.
(Traduzideeji
las ideaS nao he por veneraren asombra
de prejnizos meio extintos, ou predilecQao
. ; i.i I es que rolAo na posira ; massim
por consideracao aos Sutim Mitos daquelles
que em sua humilde espbera adoro aslradi-
gloriosas : siidosympalhia por inclina-
: i g : en rosas to liis e ja um pouco
de t 'n o. Q iero po ipa-las para que
o nobre conserve o seu J>rio para que o co-
i i > do pobre se n to avilte e para que un
cyn .ir.i se nao aposse de todos os espritus,
s prejui/.os, eslas ideias, estas quimeras,
como Ihe quizerem chamar, prendem o pre-
s 'fiL ao possa Jo ; sao a vida a po 'zia do po
vo o nico t ultimo lagos cid ; nao ouse-
mo.s qu"Dra-lo. Os proprios relb -madores im-
pacientesdeyem reconhecer que he uecessa-
rit ser prudente, esobrio de theorias. Quan-
lo mais bhlha se fa*z. quanto mais se bale e
MISCELLANEA.
i PATRIA.
A Patria a mi comin a unidad,- !:.
(ni- se penetro e se confundo*) os inuiviai.,
isola los; i; o nome sagrado que exprime a | .
>ao voluntaria de lodos os inleresses B'um
iiiten.'sse de todas as vides u'unia so vi
perpetuamente duravel. E como se opera
ti i'usao, (tinte fecunda de inexhuurivcis bi
principio d'um progresso co liuuo impos- *
sivel se.n ela;estd fusao cujoeeitoeJUgi.,
t.ir in nlini lamente a torca da conservacao .; o
poder d deseiivoiViment a energa produc-
tiva
a se.
a prosperidad*:
'
fere, mais se separa; cusa-se o esmorec-1 dedcago ue cada um a todos, pelo saerijeio
metilo e a confusfio e esta na la proJuz. Idesi, pelo amor em lim que auffocandO
Os eis seguidores do passado podor-me-bao I abjeclo egosmo completa a perfeita uaua
dos membrosdocorpo social.
censurar, de que procuro anda respeitan-
do os velhos sentimentos naciotiaes abalar
as instluic.)es, e os costumes sobre que ellas
ri'pousfio. Urna exposicio dos principios .po-
lticos nao seria jwradies urna resposla satis-
fatoria ; mas dir-lhes-hei. que a vlha socie-
da le portugueza est"minaba al os funda-
mentos, eque a revolueflo econmica qnese
a li .uta exige urna revo!uc.fto social. Nio; as
theorias polticas nao (bro por s sos que c.-
var.ioesse abismo de miseria ; oque se Ibes
pode sobre ludo imputar, h> nao terem sabido
su.lentar a nacaoem tan crueis experiencias,
( Lammenais )
A socieoade.
Tendo Dos feitu o eco e. a Ierra que nao
sentem a feiecidade da existencia, quizfa-
zer coles que o con leivssem e que compozes-
sem um aorpode membros pensadores.
Todos os liouieus sao membros u'eate corpo:
e para scein felizes releva que Coilformem -.
sua vontade particular com a vontade uni-
versal que go ver na o corpo inicuo. Enuv-
. tinto acontece mudas vezes que cada qual
pro.-iicrtercm o que nao podio cumplir, j julga ser um lodo c que nao vendo corpode
Portugal perdeo o Brasil ; mas as out'-.as PO- I que dependa julga depeiUer so de si equer
I 'tnas definbfto pro^ressivament". Que ha-
via def.i/.erdossMK frales dosspus nobres
fazer-se centro e Corpo de s: uiesiiio : mas a-
cha-se ueste estado como ura memoro sepa-
nao-moi garlos cat dos seus negociantes Pjradodo seu corpo que nao leudo em si priaci-
Coin que havi d( corresponder ;is evidencias e pi de vida nao faz mais do que desvala e
ao orgulho de suas antizas lembrancas ? Po-i pasmar na mesma incerteza do seu ser. Fi-
le-se fazer idea da nglaterra aristocrtica I nalmentc i quand cada um comeca a conhe-
sem as suas possessoes de ultramar sem as cer-se, lica como tornado a si; sent, que n
Indias oienla's ? Ella lem ofTiciaes. magis-leorpo com prebende que apen> < um nieiii-
Irados. commandaiites para vassalos que moti-i bio do corpo universal; quesermembro mo
tao a mais de-quatro vezes o numero de seus '"' wiua, existencia ei'"> '""uto senao peloes-
ci laiios. Sem estas rtes rte extraegne se- pirito ui> wi'-po, e para o corpo; que um mem-
i ia ella livri- e aristocrtica ao mesmo lempo ? bro separado do corpo i que perlence nao (
Porcerlo que nao. Dizem que forafl osprin-l mais do que um ente dednliaiile e nioribuiid;
cipios novos das cortes que produzirSo a sepa-1 que assnn ninguem deve amar-sa senao puc
i,\^!\n do Brasil ; nao sej mas sustento que a ; este corpo ou antes ninguem deve amar se-
;epa:aco do Brasil tornou necessarios os p -in- j nao a elle porque amando-oama-sea si nies-
cipos das corlvs. Gemo os nobres mais que : mo pis que ninguem tem existencia senao
O povo por essa separago que Ihes tronce n | n'elle por elle e para elle.
neeessi !ade da nova onlem de cousas, an-
da que em vez de produzir olio pelo Contra-
rio causa,sauda les e amor. H i com toda a
evidencia forgozo queo aristocracia suecumba.
s nao souber abrir novos trilhos de .doria e
( Pascal. )
( 1 ) Urna das cansa-mais activas dasdis-
s"nc's civis foi o furor dos ttulos e lem
alli li ivido tal revoluc.ao que se po le chamar a
dos viscondes aquel'outra a dos lures ;
porque os que mais trabalharAo nr||a>.o ize-
rfto para obter estas distinego-s. Este di
bivio de li ialgos nao lem de modo algum li-
sonjea lo as inelinac.'s do povo lornou-se
UMV VISITA DO POBRE.
Vj um rico que dizia ao infeliz :
Contentante; o existir 6 o niaior dosbens.
de fortuna; e ja que o; nobres nao podem le- Compre cjusolar.uo-nos as desgranas., nafl
vanl.ar a pesada e glorio-a espada de seus an- sempre durara a adversidad
tepassados ja que nao sabem fecundar suas
colonias abandonadas veroextlnguir-se um
por um os seus privilegios com a sua gloria*.
Os olhos entristecidos se tem ja abaixailo
para o terreno que vai ser disputado. A a-
irrirultura c a industria cometa a t ir explora-
dores porque he necessario viver no pz. O
cura novos recursos em si mesmo, as
las'S eleva las se lestroem e desmoralizuo e
leus virlude e
merecimerito, iodos te leconbaeeo por ho-
mm de b -m.
Se islo nao baslava para consol-Io acres-
cntava : b Confo-en Dos; elle da bens ,
quando mimos se esperao. Demais a vida
Va!B lo poUCO '
Mas o rico uioousava dizer : Imita a m-
nha tranquillida le ; eu estimo a tua virlude ,
quero ajnd-la ; vou publica-la por to a a
com quanto >-,squ >c:in o passa lo eos moro-1 partee trabalharcom o meu exemplo para, que
bossentimentos que este Ihes devia inspirar,] fhe faefidJustina.
nunca mais se amolifio ao msente. O novo Ent: etanlo o despicado s-m pao sem fo-
pnrtngaez nao reclama a lili rio le he c -rio:; go S !U1 abrigo, procurava em vo fazer fal-
mas quer viver, e viver de urna maneira im-j ar suas necessidades, O neo nao vtaitem
p 11 vel ; na sua situacfte he um voto ievolu- ouvia.
Elle nao se lembrava de tersido pobre. la,
vinha, affa ligava-sor, d.ctava urna ordem a
conario. A lidelidade sua passada gloria
nao o salva dascrises violentas; pelo contra-
rio a aifiicco moral aurfmenta os males mate- este, Java urna commisso aqueile saudava
ra s. O povo nao entreva espera m;a em par- un grand Rizia urna incmagio de cateca
te al-uma desanimado desfallece ea des- jquelle peao que ainJa Ihe era necessario. O
mo-asaeao he infinita. As consttuicoese as pobre eslava sempre alli. O neo evitara de
tan-'dar alinelo quelleobj cto mcummodo. t
cartas nao sito por tanto responsaveis por
tas d 'svcfitnras. Os movimentos polticos, por
suas desordena s fazem contrariar e suspen-
leseagitava, olhava para a ^rcila e para a
esquerda. Nao vira algum homem dislincto
livrar o rico da importuna virtude do pobre ?
(mena o momento destejado : um bomem
maiiicamciil vestido se encaminba para o
para o Governo um ohj rio de escameo e der e.-1'o.itra revolugo interior e irresistivel.
descrdito estimulando ao mesmo lempo a Os homens quecom novidades prematuras of-
i'isuci.ivel inveia de um Branda numero. A i.
da v dade he be, perigosa ; como hun.ilho eenervao a naco ; os que se op-1 rico importuna o sau la-o com trapito ,
a do dinheiro ella nao t 'n li ml-s e esta pOm toda a mu lauca h.ttao contra o que he e fa/en lo piruetas sobre um pe mforma-se
ao alcance de tolas asinlelligencias e de inevtavel e aggravo os males que recio.
todos os rora$>s.
( 2 ) Em Franca a pa'av
( mijorat) d exclusivam it
morsa lo
Conven nao fazer demasiada guerra ao passa-
do neto en demasa irritar-se contra o fu-
a i lea de turo. Por estes dous mo los causa-se oxces-
com um tom gravemente altivo do estado da
saudedo rica ; este aproveila oelizmomeu-
to ediz ao pobre ^
Meu amigo, Dos te. favore?a Conti-
em Port .
mil ttulos de morgados.
("Notas do author.)
ma eso respeitando o orgulho do povo e
at excitando-o he que se pode torna-lo apto
no morre o pobre : nao se falla mais n'elle.
O rico morre tambad, diz-se por toda a
ILEGIVEL


.gg^jwiri' MlBbii
uqxiizuxs&mtoiMifj iHatti '.'Tri i'iu *?5fo'w.*=
parle : Morreo fulano de tal n'uma abun-
dancia extrema ; era ura suhlii o des tro nego-
ciante soube desalojar fulano aproveita *p
so do crdito do sicrano. lira inexoravel no.i
commorcio. Fez eraprczas atrevidas ; qual-
quer outro que nao fosse elle arriscava-se a
arruinar os scus correspondentes. Eu en-
te ndo sera dilliculdade que acaba de morrer
um veihaco.
( ReCexos moraqs, satyricas e cmicas.
1753. )
A PENDIDO.
Em resposta a Portariu que V. S no di-
Ftgio r;a (Jaita de 27 do corrente podando-
nos o plano da primeira Lotera di> Seminario
de Olifida na qualidade do Thesoureiros
que d'eiia fomos, eumpre-nos informar-llie
que de lodosos papis e Ivhos iahereates a
mesma Lotera fizamos entrega nesse Thesou-
ro era 3 de Outubro de 1857 conforme o
quite que nos passou o Oficial Maior Joaquim
GonsaIvs Bastos. Parece-nos que a exigen-
cia de V. S. ser de prompto satisfeita, se
lia fot* ditigida ao Redor do dito Seminario ,
visto que quem se preslou no manejo da
mesraa Lotoria foi o Reverendo Padre Miguel
"Pegado. Dos Guarde a V. S. Pernambu-
co 29 de Janeiro del 812. lll" Snr. Joo
Gancalves da Silva Inspector da Thesoura-
ra, Antonio da Silva & Companliia.= En-
tregaro os Srs. Antonio da Sdva & G. nesla
Thesourariaomo flieso'iiviros da Loleria do
Seminario de Oiinda excrahida era 1823, o
que consta deata nota; e este valer era quan-
too respectivoCarlorario nao lbe part a com-
ptente cauiolla. Thesouraria de Pernam-
buco 3 d-' Outubro de 1837-= Okial Maior,
Joaquim Gousalves Bastos.
N. B. A Orqufsta ser augmentada e com-
posta dos melhores professores desto Gidade
para maior b^ilhanlisuiodo espectculo.
AVIZOS DIVERSOS.
iii.iii
i nt
i-----... I.-.
S Antonio com coro-nodos para pequea
familia ; quem a pretender dirija-se a ra do
Fogo sobrado D. 24
DECLARAgoES.
C*r A abertura das aulas do Liceo desta
Cidadeeaodi* 1-4 do corrente, o nao no
dia 17 como foi boatNfeJe anls-hontcm an-
u unca Jo.
THEATRO.
Variado espectculo Gymnastico e Msica
Tcale instrumental que lera a honra de
aprsenla* no respeitave! publico pela vez
primeira oesta Cha jo os Artistas Joze dos
Res sua mullior Emilia Amanti professora
de msica e o Joven Joaquim a Res tam-
be-m artista gymnastico Domingo 13 do cor-
junte. Tura principio com a sinfonia da
Opera 11 Pirata a que seguir Madame Emi-
lia Amanti a cantar o famoso Rond da Ope-
ra Blanca e Gernando msica da composigo
do mestre Bellini ; concluido que seja se
presentar o Artista Jos dos Reis a desem-
penbar com toda agilidad? extraordinarias e
differentes sortes, jugo equilibrios, e evo-
luges indianas juntando a tudo isto as di-
vertidas difneuldades da diminuta =; Arvore
Aereostatica = fazendo-a girar por toda
caixa do thoatro eu Uiversasxmauciras as
jnais agradaveis alera do ex posto far outros
differentes exercicios gymnasticos enlrcla-
caios com varias sortes novas ; depois a men-
cionada Madame Emilia manti cantar a
cavatina (le Rossifti na opera Jiarbeiro do Se-
villia.
Em continuadlo se apresentaro Joven Ar-
tista Gymnastico Joaquim dos Reis na corda
bamba na qual pora em pratica differentes
exercicios e sortes da maior destreza e agi-
lidadeparticularisando-se com novas e arris-
cadas experiencias as quaes ser<5 desempe-
nhadaspcla primeira vez n'esla Gidade ; em
Seguida Mtame Emilia Amanti e Joze dos
Reis cantar o jocoso duelo de baixo e tiple
rom a sua competente scena da Opera o Tur
oo na Italia, bando im ao lodo do to varia-
do espectculo com as novas e vistosissimas
Evoluco,sClii:iezas = desempenhadas por
o.-ize pessoas formando preciosos grupos de
ftjrqa c pirmides todas movis na sua cir-
cunferencia horisonlal desempenhando o pa-
pel do protagonista o Artista Joze dos Reis
canaaedO a atlengo a grande prospectiva da
=Torre Vvente =s? formada era 3 corpos de
altura.
Eis o espectculo que os novos Artistas tem
a honra de offoroe ;r a lodos os Sara, que se
dignarenobsequial-ose a sua gralido ser
ele roa.
N. l. Os bilhetes de camarotes acho-se ja
a v ?iida na casa imediala ao Theatro e os de
platea e varanda no dia da funego no lugar
do coslume das lo horas da marih em di-
ante.
Osprtgos sao os seguales : camarotes do
priiiv iraordem da frente 8j rs. ditos dos
l.Jofi 'k "6. ilitos da segunda ordem da fren-
te. 1 ti i*s. ditos dos lados (,j loo rs. Tor-
ponas da frente Ai rs. ditas dos lados 3*
rs. PtaJa U ". > VvantlS SdOris.
tS3^ Aluga-se na prnqa ria Boa vista um so
bradd.t un andar e sotao : a tratar na ines-
ma praea venda D. A.
n^r A passoa que (juer vendep o moleque
a!faiate que anaunciou no Diario de 8 do cor-
rente diriji-s? a ra da Gadcia do Rc.ife
loja que foi do Sr. Quaresma e boje de Jozo
Pires de Moris & Gompanhia.
53^ Precisa-se. fallar com o Sr. Joo Fran-
cisco Ribeiro oua pessoa que l!i- pqrlencer ,
nalural do Porto para i.cgueio de seu intc-
ress : na ra Diivita n. 64.
SSpr Pordeo-se no da 3o de Janeiro do cor-
rente anuo, urna oertidaS de mi-sas ditas
em Portugal : quem a achou e quiser resti-
lui-la dirija-se ao atierro da Boa vista D. 10.
^5" A pessoa que pretende alugar o sobra-
dinlio de um andar na ra de S. Bento em
Onda dirija-se ao Becife na ra da Cruz ,
no segundo andar do sobrado onde o Sr. Mes-
quita lem loja de funileiro, que achara o seu
proprietario com quem dever tratar.
ssy Precisa-se deum caixeiro para tomar
conta de urna venda por bataneo, que de fia-
dor sua conducta ; no b^co da Florentina De-
cima 5
SW Aluga-se urna boa escrava muito mo-
Ca e sem vicios tanto para a ra como
para o sTvicode casa : no armazem da ra
Nova D. 54.
SST' Bvsaparoceo no Domingo 6 do cor-
rele B noute da ponte da Boa vista al a
ra do LivraimTito uniacaixa de follia de
fiandris reilonda conlendo dentro dlias
camisas de hretanha dq Senhora sendo
umade lavarinlo e renda e a oulra li-a ,
una fronba pequona com lavarinto e bico .
duas varas e meia de bico da tena e mais
urna renda estreita e oulras costuras anu-
das foi desemeaminhada na conducao de
urna canoa para casa D. 19 na ra do Livra-
menlo ; quemsouber ou for Q^ereoido que-
rendo restituir diaija-se a dita casa, que se-
r recompensado.
S2y Precisa-se ahigar um andar de um so-
brudo ou lanii c.i *a terrea que tenha com-
modos para urna familia, pagando-si-, strui-
pre um quartel aguantado sendo em fura
de portas ou era quakjuer ra do Recil'e ;
quem tiver annunci>'.
SSF" OGirurgio Joze Francisco Pinto Gui-
maraosmudou a sua residencia para o paleo
da Matriz de S. Antonio sobrado da um
andarD lo.
'? O Bacharel Francisco- Carlos BrandSo
acha-se advogando n'esta Cidade : as pesseas,
que de seu prestmo se quiserem utilisar, po-
llera procura-lo a lodae qualquer hora do dia
no seu escriptorio que he no principio da
ra doRangel sobrado D. 41 segundo andar.
O mesmo Bacharel declara que elle de bom
grado aeceita e defiende sera exigir hono-
rario ou pagamenlo de naLireza alguma ,
todas as calizas d'aquelias pessoas que por
seu estado de pobreza nao poderem pugnar
pelos seus direitos e faze-los valer em Juizo,
com tanto que sejo justas as anas pretengOes-,
ficando porem as mesmas pessoas obrigadasa
aprezenlar-lhe um attestado do seu respecti-
vo Paroefto, ou Juiz de Paz por onde moa-
trem que sao pobres e que por conspguiifc
rarecem do favor que aqui se Ibes offereee.
$sy OSr. Joaquim Martins Corrida Sonto
Maior senhor do engenho Cangali que n6
Diariode 8docorre'ite anr.unciou i venda do
dito engenho, queira declarar pelo mesmo
Diario onde ha de ser procurado para Iratar-se
do negocio daicompra do mesmo e em que
lugar be o dito engeiiho e quantas -legoas
dista desla praga.
XW Quem tiver algum quarto que seja
novo man lido e te ndo carrego que
queira trocar por um cavallo de estribara
muito bom carregador baixo at meio e de
muito bonita figura dirija-se a ra da Ca-
dera velha lojan. lo.
cr Furlaro na madrugada do dia 7 do
corrente duas vaccas de leitc una castanlia,
lisa, com o ferro de M. A. B. as costellas
do ladodireito o a outra castanha amarla .
com o mesmo ferro no quadril direito ; a
quem foivm offereridas ou os seus couros,
roga-se o favor de dar parte ao seu dono no
salgadinho .casa abeira da estrada de Mano-
el Antonio Bapti.-ta ou de as capturar avi-
sando ao mesmo dono que pagar toda a
despeza o qual tambem gratificar a quem
er noticia das mencionadas vacces ou dos
couros e dos roubadores.
Aluga-se urna casa terrea no taino de
AVISOS MARTIMOS.
53?" Para Hamburgo a Barca Ingleza Pen-
ningham Capitao R. Creen da primeira
Classe A i falta s o a t 8o lonchadas para
completar sua carga ; quem quizer carregar
dirija-se nos consignatarios Me. Galmont i
Gompanhia.
827* Para a Baha, segu viagem com a
maior brevidade possivei o Patacho Beja Pior,
forrado e pregado de cobre recebe carga e
passageiros para o que lem excdlenles eom-
modos \ quem no mesmo quiser carregar ou
ir de passagem dirija-se a ra do Nigurio nu-
mero 7.
COMPRAS.
t '.. f .rr-
s^T* Um moleque que lenha principio de
pedreiro eque nao tenha vicios : na ra da
Cadeia do Recite loja que foi do Snr. Quares-
ma e boje de Jo/.e Pires de Muraos & C.
ssy Un burrinho ou burrinha pequea ,
dos que vera de Lisboa sendo manco em
que una Senhora de idade possa andar: no
atierro da Boa visla casa de dous andares na
quina do beco do Ferreiro ou annuncic.
S27* Uma escrava de idudde 16 a 2oannos
parda ou prela que saiba eozinhar e engom-
mar com tuda perfeicao, ques-ja sadia e nao
tenha vicios leudo islas quididades nao se
olha precq ; no atierro da Boa" visla venda
D. 14, ou annuncie.
vendas;
tST Bichas pretas muito grandes e ehe-
gauas prximamente os centos e a rcta-
lho : no atierro da Boa visla D. 19
S&" Contiriua-sea veniler agoa de lingir
os caballos e suissas : na ra Nova loja de
chapeos do Sr. Joaquim Joze Pereira D. 22 :
da-se amostra para se experimentar, e o me-
thodo de se aplicar.
ssy Chapeos deso de soda com cabo de
osso babados largos de linho para loalhas e
leces por prego muito commotio : n.i loja
da quina do b.coda Cingivgaco D. 21.
525" 2o pipa; a 5^500 1S : na ra larg do
Rozarlo venda D 2.
SS" Lina escrava de naQo Angoia, qui-
landfira lavadeira e coziiiha o diario de
urna casa a qual se vende por precsao : na
ua da Conceigo D. 20.
tST" Meias curtas de linho rozlas de ou-
po chapeos deso de seda ; .udo por prego
coramodo : na ra do FagundesD. 4 sobrado
de um andar.
tJ" A pretas, uma boa cozinheira en-
goinmadeira eas5la\So, cozinho e fa-
zem lodo o mais servido de uma (asa ; a 3ooj
rs. cada una : ua ra de Agoas verdes De-
cima 37.
S3T Uma preta boa vendedeira : na ra de
Borlas casa D. 3o, a vista do comprador se
dir o motivo por que se vende.
EES" Sement de loda quadade vindas do
Porto : na segunda venda do breo da Pol.
C7" Superiores eordas de tripa para violao:
na Praga da Independencia loja n. 2. ; assim
como prec,si-se de um feilor para um sitio.
KL3" Bolaxa a 2j rs. a arroba : no atierro
da Boa vista pauaria de Francisco Consalves
Reg l). 5o.
S2F- Urna negra de nago Angola inda
bucal, cozinlia o diario de uma casa be
eompradeira q vende na ra: na roa dos Quar-
lei.i no segundo andar do sobrado de fronte da
loja que foi do fallecido Arouca
S27- Chapeos dr sol de seda com cabo de
osso, babados largos de linho para loalhas e
bnc'S, por preco muito com modo : na ra
do Queimado D. 3 lado do Pocnle.
XBt Um violao muito bom de vo'/es por
prego coramo ;o : na ra Nova armazem De-
cima 54.
K?" Um piajino com muito boas vozes .
por prego commodo : no beco da Florentina
IX cima o.
V3~ Uma rede grande de arrasto com a
competente jangada e todos os mais perlen-
ces : no atierro dos affogados defronle do vi-
veiro do Muniz casa D. 11.
isy I'ara fora da Provincia um mulato
de bonita figura proprio para pagem e h'm
algumas haNlidadcs : na camboa do Carino
casa que lepadarin. "'
C5" Travra de 35 a 4o palmos do compri-
mento e 7. 8, 9 polegadas em quadro e
das melhores qualidades como sejai sap:j-
cairana bom nomo imbrriba prela e sa-
pucaia verdadeira em p" roes ou a retalho,
para as ver as ob; as do Sr. Cunha e para
o ajuste na ra do Vjgario D. 5J.
marqnezas de condur camas do uefito eent
armagoe semella mui bem feitasa aoOO rs.
ditas do pinho a 3#o00 mezas de jantar,
assim como otros muitos trastes, e pinho
da Suecia com 5 polsgads de grassura a
dito serrado ; ludo por menos do que em
oulra qualquer parte : na ra da Florentina
em casa de J. Beranger.
$ir Um moleque muito bom official da
alfaiate, bastante moco, Sm achaques,
nen defeitos o qual se vende para cumprir
legados ; quem o pretender annunciu.
\sr ,Ura escravo de nagao de idade de 3o
anuos proprio para o servicode campo : na
ra do Crespo I). 5 lado do norte.
tlF Uma exeelleiite mesa de meio de sala ,
redonda de Jacaranda por prego commodo.;
fio prirneiro andar da casa da quina da ra do
Encantamen o que faz oilao para a pcaga do
Coinmercio.
ZSjr Uma cs^aava de nagilo, cora habilida-
des ; em lora de Portas N. lb'8.
c?- Polassa de superior qualidade em bar-
ris grande*e pequeos adinheiro e a praso
com boas firmas : em casa de Joo Rufino da
Silva Ramos na ra do Hospicio sobrado
de um andar defronte do Coronel B.ito ln-
glez.
t&" Um selim francas em bom uzo por
baixo prego : na ra do Queimado D. 15.
ES CUA VOS FGIDOS.
l*j*. Fugirao no dia 2o de Janeiro do cor-
rente auno ,' 4 escravos a saber : um negro
de nacocongoJ de idade de oo anuos pou-
co maisou menos seccodo oorpo taita ,
quando falla mel um oltio pelo outro ; uma
negra muilier do dilo de idade de 6o anuos
pouio mais ou menos, de nome Joaquina,
com principio de frialdade ; uma negra de
idade de 18 annos pruco mais ou menos de
nome Lucianna crela baixa e grossa do
oorpo, cara redonda as pernas um tanto
toitas; e qma negrinha lambem crela, de
nome Catharina, de idadede.15 anuos, olhos
fumacenlos foi o do Sr. Dr. Lourengo Be-
zi ra Crneiro da Cunha : quem os pegar le-
ve-os a Maridla iio.Municipiod'l^iiarasscasd
do seu legitimo Sr. o Capilo de G. N. Joo
Amancio do Souza Rolim que ser recom-
pensado.
C?- Fugio uma nogrmha de nome Catha-
rina de naco cacange bucal', de idade
pouco maisou monos de 1) a lo anuos cor-
po sceeo pernas linas e compridas rosto
comprido tem dous denles oangulados o
tem um sinal no pello direito de uma estrela,
levou vestido blanco com palmas encarnadas,
de chita ; quem a pegar leve a ra de Hoi tas
casa n. 3 primeiro andar que ser grali-
fjcado.
S35* No dia 8 de Outubro do anno p. p.
fugio do engenho Vundiiiba, termo de Goiana
um pn lo de nome Francisco, com os signaos
segrales: mediana estatura secco do cor-
ito | ernas linas ps bem fritos pouca ou
nenhnma barba, de nagao Angola, mas mui-
to ladino e dislarsajo lem por coslume vm-
briagar-se e he muito fumador (Je caximbo,
repfesenta ter 9b anuos de idade: quem o
aprehender leve ao dilo engenho ou no Re-
cifeem case dor. Antonio Jos de Oliveira
Braga ra do Vigario que ser generosa-
menle gratificado.
LSr* A 18 pia 2o mezes fugio um prefo
de nome Francisco de naco Angola de
idade de 2o a 5<> annos, estatura regular, bem
parecido, he bem {.reto, denles limados,
barba nem muita nem pouca quando falla
faz um gesto de riso e quando anda faz um
pequeo geilo em uma (terna para dentro que
mal se persebe lie bem fallanle sabe o
ofijcio de canoeiro he pescador do alto he
dtf supor que ande pescando em algum lugar
de praia a titulo de forro : quem do dito es-
clavo tiver noticia o poder prender e con-
duzi-lo a osla praga do Recife a seu Snr. que
he Manoel Ignacio Avila morador na ra de
S. Amaro parede e meia do Sr. Joze Marques
Viamia quereceber oo reis.
cy-Nodia 2 do corrente fugio de bordo
do Brigue Noador um mulato de nome Joze ,
de idade pouco mais on menos 24 annos ,
be bastante gago seeco do oorpo eslalura
regular lovou vestido camisa de riscado
amarello caigas de ganga azul franceza :
Joaquim cabra do serto roforgado pas
largas bem fallanle e alegre levou vestido
caigas de brim, e camisa de chita azul: qum
os pegar leve a Fermina Jos Felis da Roza ,
na ra da Moeda n. lii que receber So*
rs. : tambem gratificar a quem Ihe descu-
brir a lauxa do navio om que eiles fugirao ,
tendo de sinal uma laboa quebrada no cin- \
tado. )
m- Cadeiras d pajinha Americanas ,' RECIFE NA TYP. DE M. F. DE F. a=18>8.


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