Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:04434


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Full Text
Anuo do 184-2.
.Sabhado 5 de
Tudo aore depende de mis meamos; da nossa prudencia, moderacao, e energa: eon-
inuemos ouw principiamos, t eeretaos epontadoe com admiracuo ntre n Naeoes maia
(Prociaejaco da Assemblca Garal du Brasil.)
v lillas.
PARTIDAS DOS CORREIOS TERRESTRES.
Goanna, Paraiba, e Rio grande du Norte, na segunda e sexta feira.
liiMiilo e (.iranliiiiis, a 10e24.
Carro, Serinli.rm, Rro l'ormom, Porto Calvo, Macei.'., e Alagoas nql0, 11, e 21.
Pajea 13. Saatu Aat.io, quinta feir a. Olinda todos os din.
DAS DA SEMANA.
31 Se., s. Pedro Nolasoo. Ctianch Aud. do Juide Direilo da 2. Tnra
1 Tere, s Ignacio. Al. do juide Dirito da l.Tra.
2 Qus'rt. Purifican jo de N.s. Aud. do jnit de dircita da 3. Tira,
3 Oiiini. a. brea. Aud. do jni de direilo da 2. Tara.
4 seat. Anrlt Corsino. Aud. do Juide Direilo da 1. rara.
.*. Arueda. Re. Aad. do Juit de DilCito da 3. Tara.
6 Dom. t. Dorolliea.
Ffvorcirg. Auno XVISI, Jf.fflL
O Diario publicas* todos os diaa qu<- n." foresn Santificados: o arero da assi;nalura ri
de tres mil reis por quarlel pagos dianlados. Os annuncios dos assisilames sao inserido*
prain. eos dos que o njo forem raiao de 80 res por linh. As rtaliaaCfita deti-m ser
dirigidas a fsla Typograia ra das Clines 1). 3, ou ;i prsca da lnd.-iiendencia lejas de litros
Nmeros37 e 3S-
CAMRIOS SO DU i DE KlCTRilIlRO.
Camino sobre Londres 29 d. p. 11
> Paris 320 reis p. franrn.
>. Lisboa ,S0 a 86 p. 100 de pr.
OoHo-Moedade6/iOO V. 14.4011 a 14,000
a N. 14.200 a l.'nlO
< de 4,000 8.100 a S.20I1
PaiTA-Palacots l.UJOa 1,(570
1.650s
l.r.'ii,
1,44(1 a
1.C70
1 X. ..l
1,40o
Ph.ITa Petos Coliiiiinaies
Meiicanos
o mi ma
Hoeda de rolire 3 por 100 de diaconlo.
Dis.iiniu de Inlli. da Alfandega 1 e f por 100
n mea,
dem do letras de boas firmas 1 e
alai.
Preomar do da de Fcverciro.
1." as 12 horas e 3(1 ni. da mmilij.
2." as la horas e .i'i m, 1fla tarde.
PTUSKS DA
Quart. pring. a 2 s 13 oras
Lita Not a 10 -- s 9 oras
Quarl. reac. a 1S s l oras
La cheia a 2 i s 1 oras e J( m. da manli,
LOA NO M1.7, LE l'l-VKRKUK).
0 S ni. ila manV
0 .Vi m. da manti
e "2' m (in mnnh.
i
BU A KIO l>E P E B I\ A M BU O.
I leal' ie1llleMisfleanaagsaMaaa*esaaM^
Por molestia de um dos destribnidores des- I
la follia nao tcn ella sido entregue pontual- j
mente no lado do Sul do liairro de Santo.
Antonio do que pedimos desculpa ios Snrs. |
Snbseripl-res daquelledistricto: agora succe-
de.queodo lado do norte do mesmo bairro
se ade preso, e anida que ja esteja substitui-
do, como pode haver alguma inexactidao na
entrega rogamos igualmente aos Sis. subs-
criptores que nosdispensem estas fallas in-
voluntarias.
PARTE OFFICIAL.
C 0 M M A N D 0 D A S A R M A S.
EXPEDIENTE DO 1)1 A 28 DO PASSADO.
Ollicio Ao Exm. Presidente communi-
caiulo-llie que em virtude desuas ordens ,
lisera boje passar para bordo do vapor Cor-
reio Brasileo a iini de seren transportadas
a capital do Imperio >I pracas constantes
do mappa c guia (|ue llie enviava e sign-
licando que asguias das pracas pertencen-
tesao quinto Batalhaode Cacadores Proviso-
rio, er;io directamente reniettidas ao Com-
niandante das Armas da Corte.
Dito Ao mesmo Exm. Snr., communi-
cando-llie que o Com mandan te do Balalho
de Caladores Provisorio, bavia prendido e
rccolhido aoCallaboueo o soldado da arma-
da Victor de tal, que desertara da Escuna
de Guerra Fidelidade, a lint de que ao nies-
in'o desertor desse conveniente destino.
Dito Ao Commandanle das Armas da
Corte partidpando-llie que no vapor Cor-
reio Hrasileiro, seguiou ser-lho apresenta-
das oito pravas pertencentes ao quinto Ba-
lalliat) de Cagaderos expedicionario ao Sul.
que nesla Provincia havio litado por docn-
tes, cujas guias llie remeltia, em quanto
que as guias dos remitas que nessa niesma
occasiSo erao mandados, scrio directamente
enraminbadas pela Presidencia aoExm. Mi-
nistro da (nena, Bemetta-lhe para que ti-
vesse deslino dous Concelhos de Disciplina
feitos aos desertores do oitavo Batalho de Ca-
eaiiores Jos lliheiro do Monte e Antonio
Martina Chaves, e comunicava-llie, que lia-
viAe falecido na fifia de Fernando onde ti
nlio (irado por lente os soldados do quin-
to Batahao de Cacadores Provisorio, Ray-
mundo Pe'reira Manoel de Araujo Chaves.'
Manocl dos liis, Francisco Antonio Cordeiro,
e Antonio Damaceno, osdous primeiros no
dia lo, o terceiro no dia 18, o quarto no da
21 tudo de Maii> do annopassado, e o quinto;
linalmenie a 11) de Setembro do mesmo anuo.
communicava-Ih mais que brevemente llie'
dara conta circunstanciada dos deslinos de I
varias pragas dos Corposdo Norte expedicio-
narios aoSul, quenesta Provincia ficaro em
consequencia de molestias, e requisitava-llie
a copia da guia do Soldado de Cacadores Joo
Nepomuceno que tendo aqui desembarcado
em ins de De/embro ultimo e achando-se
hOje ligado ao Ratalho de Cacadores Provi-
sorio noVamente organisado, sua guia fora
comprehendida na guia geral passada pelo
Maranho s pracas que seguan para a Corte
no vapor S. Salvador.
Dito-Ao Tenente Coronel Commandan-
te do Deposito, enviando-lhe os papis de
conlabilidade do destacamento da Comarca de
Coianna relativos ao mez de Dezemhro ul-
limo, cuja importancia deveria entregar ao|
portador, Sargento Antonio Pereira Simas.
Dito Ao Prefeilo da Comarca de Goian-
na, communicando-llie o exposto no oIReio!
a cima, com o que fioava respondido o seo de
2(J do corren le, e discndo-Ihe que se nao
podia proceder ao descont do que icafa a
dever o soldado Lima ao Tenente Lins da
Silva por haver o mesmo soldado desertado.
B que tinha assonlado praca o rccrula Jos
Francisco de Barros jnlgado em estado de
servir pelo respectivo Facultativo em quan-
to que llie devolva o recnila Policarpo Jos
do Rosario, considerado incapaz porsolrer
grandes palpitaco no corago com sympto-
mas de haver leso neste orgo.
Portara-Ao Tenente Coronel Comman-
dante do deposito, mandando excluir do
mesmo e remetter para bordo do vapor Cor-
reio Brasileiro que segua para a Corle, 01
pracas constantes da relaco, que se llie en-
viava assignada pelo Secretorio Militar.
DEM DO DIA 29.
(Juicio-Ao Major Commamlante da For-
talesa do Brum remettendo-llie por copia
osajusles de coutas feitos ao segundo Tenen-
te Antonio Mara de Castro Delgado e sar-
gento quailel mestre Francisco Jos Gomes,
pelos quaes se observava que o terceiro Ba-
lallio de Artilheria eslava a dever a este de
fardamentos, a inclusa quantia de 4i,> ll) pa-
ra llie ser entregue eque aquelle restava
ae Balalbao 5ji338, que devia remetter para
ser transinillida a Corte, ondi o dito Bata-
Ihao se echa va.
Al.FANDF.G.Y.
Bendimentos da Alfandega de
no mez de Janeiro p. p.
Direitode 1o p. c.
Ditos de 18 1|2 p. c. de bebi-
das espirituosas
Ditos de oO p. c. da plvora
Hilos de 30p. c. do cha
Reexportarn de 2 p. c.
Expediente de I 112 p. e.
Armasenagem de 11 i p. c. ao
mez
Dita addicional de I |2 p. c.
Premio de I 12 p. c. ao mez
Mullas de a p. c. calculadas
nos despachos
Pcmamburo
02:2ob7o
2:280OOO
i:8~0>iK0
T0tf65.
10:87o.)7!)7
r>r>7.)0si
2:)rt0.7l2
182*310
F.molumentos re ertidoeE co-
mo do livro respectivo a f.
Multas avulsas idem a f. .
1(30:282.) tOo
3*200
i nu.,800
Bs. 160:392*408
Alfandega 1. de Fevereiro de 1812.
O Fscriv.lo da Alfandega
Jacomc Gerardo Mara Lumacb de Mello.
" F^ILOITOIMI.
a:u:.\-kahel o ter-ivel.
A urna legoa de Granada para o nascenle
fica a linda aldea d la Varsia situada n'ura
valle encantador. A serra dos Penedos as
colonias que cercam aquello aprazivel paiz ,
por o qoat passa um pequeo rio. ou antes
larga torrente que viuda do alto da serra e
saltando do rociieoo em rochedo vem cahir no
higo que u mesm forca das:agoas formou ,
, v. depois corro mansamente por entre as habi-
laeoes da aldea de la Varsia; nada mais bello do
que o quadro tiesta pazagem. 0 terreno
frtil e excellenle est senipre coberto de
verdura, c por toda a parte se veem grupos
de arvores ,' dando ao mesmo lempo a melhor
sombra c fruclos gostosos ; por entre os ra-
mos e dneos alvejam paredes senipre cala-
das e brlliam como diamantes pelo elfeito
mas se a visla se levanta alguina colisa tudo
niudou de ligura...
Sao montaiihas apique urnas sobre as ou-
fras, parecendo despcgarem-se,equererem ro-
lar al ao fundo do valle; o corago palpita
assustado .. por entre aquelles rochedos nas-
cem pnheiros bravios e mais algumas ar-
adores e arbustos svejLjes. Mas o q MEZA no CONSULADO.
Bendimentos da Mesa do Consulado de Per-
namhuco no mez de Janeiro de 1842.
Di re tos de 7 por cem de ex-
portacDo
Ditos de 2 por cem.
Dilos de Armazenagem para
fora do Imperio
Ditos de dita para dentro do
dito.
Ditos depositados que exce-
dero doanno.
F.niolumentos de CertidOOS
Multas por irifraccoes do re-
gulamento
4:I2,>:;)
0.)t)87
9:(J6598
o20,>81'
228*609
.2*040
;(.)li
Rend mentes Provnciaes.
Disimo do assucar das Als-
goas
1S:}99*429
1:705>27
existe de mais pitoreseo a torrente que prc-
cipitando-se forma lindas e mngnilicascas-
catas. Para o ludo direito sobre unta peque-
a moiitanha solada licu o (laslello de .... e-
dificio de gosto anligo e que pela sua archi-
lectura se podia adviuliar fra mandado cons-
truir pelos rabes, mas ltimamente estar
alterada a sua primera forma ; as janellas
gticas cuios vidros pintados de cores brilba-
vam aos raios do sol ainda existiim : as co-
lumnas que sustenta va m o elegante castello
ainda estavam em [> mas de roda dellas
tinham aberto um largo fosso e para al s
entrar agora eia misler abaxar a ponte leva-
diga feita ha poueo : tambem o apagoso ter-
ratjo que cobria O alio do edificio e quede
cedo alguma bella moma tinha passeado pen-
sando no seu amante eslava agora converti-
do em fortificago e una senlinella solita-
ria ali eslava pensando de certo em extermi-
nio e norte..'.O proprielario paquelle castel-
lo era enlao o Du(|ue de Lara.
Por um earrejrinho ou escada mal talhada
na rocha subia-se por espacode algara minu-
tos sem se descubrir cousa alguma e de re-
pente voltando pura a esquerda dava-se n'tnpa
plataforma que cava a meio da altura du
torrente e a lao pouea distancia (pie as a-
goasquecorriam de cima salpicavam quem
ali estivessem 5 aquello logar ca salvagom .
e romntico........mas desgranado de quem
so aproximasse borda do pflqueno e liso
espaco de terreno; urna lonlura de cabeca se-
guida de urna norte horrorosa seria a [raga de
tana teneridade !......Tambem quem onsa-
ria subir al aquelle logar '."... Todava sobre
aquella mesma plalafrma estava construida
una chonpana 011 para melhor dizer urna
miseravel choca feita de troneos o pedras
mal juntas. Quem era o atrevido mortal que
ali habitava ? !.....StiaCreatura condemnada,
o amaldicoada entre os scus similhantes ; a
creatura para quem todas as portas se fechnm,
se a ellas se atreve a ehegar; a creatura emlirn
a quem j nao prende n'enhuin laco da ten a ,
e que portase j nad.a teme n<> m:mdo .. .
quem ali habita ? urna fraca mullrer a
Mgica da rocha romo os habitantes de la Var-
sia Ihe ehnmavam benZcndo-.se !......o nome,
ea condico daquea mulher ninguem o sa-
be......como para ali veio tambem o igno-
ram ,.....osen rosto ainda nunca tinha si-
do visto ...... urna manta escarate que sem-
pre trazia posta com elegancia cabria sua
alia ellexivei figura ; e seu semblante sfc
avistava alguem-----mas ella e a primeira
que sVaflaslava de todo o vvente e so amia-
va eapparecia de longe nos limares mais
solitarios, csalvagcns.... N'inguem se atre-
va a aproximar-se da Mgica ; e osen nome
Dito doalgodo de dita il>2iO
Dito de dito da Paraiba 2t5#323
Dito de dito do Bio Ciando
do Norte 54*611
p7:40o*200
Dito do assucar dcsta Provin-
cia 15:o79>303
Dito do alcodo dita dita 2:905* r>2
Dito do cal dita dita *60
Ditodo fumo dita dita K>807
Taxa de 10 res por sacca de
algodto imm
Dita de lOOreia por caixa de
assucar o82,)880
Dita de 40 reis por fecho de
dito 15*840
Dita de 20 reis por barrica 8
saeca de di lo 581*100
Bs. 77:024*141
Pernambuco 1. de Ferereiro de 1842.
O Administrador
Miguel Arcianjo Monteiro de Andrade;
PERFEITRA.
Parte do dia ido corrjnte.
Illm. e Fxm. Sr.=Pelo Sub Prefeito d'es-
ta Freguezia de Santo Antonio me foi parti-
cipado que hontem pelas 8 horas da noiteem
a r'a da Palma fora ferida no rosto V'mbelina
Coclho da Silva com um grande, golpe <|o
Ihe dera com una navalhao Porluguez Ma-.
noel JosFerreira (loelho o qual tambem a
espancara sobreoventre,deque re-ultonadiar-
se ella em risco d'aborlar. Procedeu-se
competente visloria e lica-se na diligencia
de capturar o olTensor.
Nos das 1, 2, c, nao octoreonovidade.
PORTUGAL
I>F.I>K A REVOLUClO DK 1820.
(Continuada do N. antecedente.)
IV.
Com a victoria das armas de I). Pedro a car-
ta por elle outhorgadaern 1820 foi de novo i-
naugurada. Ella he com poca diflerenca a
carta franceza :-. 1830. Esta constituico nao
foi realmente execulada durante a regencia de
D. Pedro ; as circunstancia exigido talvcz
entio um rgimen dictatorial. Era quanto
ra pron unciado de vagar, e com terror ;
mas uo ibes fazam mal porque a temlam.
En: urna noitr de .Marco que Hetn pouco
denotava a (iroximidade da primavera pela
tempeslade horrivcl em que bs elementosCom-
baliam eslava a Mgica; pois por este, no-
me que por ora acn heremos sentadaso-
bre urna grande jiedra defronle de urna foguei-
ra de follias, e paus secos ; a uz que espa-
Ihava em redor s bnstava para distinguir os
objectos. O logar em que ella estava era urna
espacoa gruta cuja entrada (lava na misc-
rave choupnna em que j falamos, onde
shavia alguma palha. Conheca-se que a
balritaCfiodrtqffel mulher era a gruta ; para
um lado via-se urna cama urna banca velha,
Otea hilba no chao ; para o outro estavam
arraigadas com orden algumas armas de guer-:
ga e do caca ; c pendnrados em diversos
logares molhos d'crvas e os restos d'um ca-
brito morto de pouco tempo. A Mgica pa-
reca absorta em seos pensamentes a manta
me tinha c-ihido nodulo, e seus cabellos
sollos e ainda negros volteavam-lhe m dd-
sordem sobre as costas ; mas ella cousa al-
guma dava attcnQfto ; eom o corpo inclinado
para dantc e o rosto encostado a urna das
mos seus olhos estavam itos na chamma
engaTiadora....nias bem se conheoitf queseo
pensamnlo vagueava tange...... I'ela p(k
I



sao
O.
"Tto~___' ==
este principe viven a influencia de sua pessoa,
e o prestigie de un triumpho recente susLvi-
taro o poder e todos ao principio se deviao
dar por milito felizes mis porque se viao l-
vresdo terror que os havia opprimido oulros
porque nao havia succedido a seus attentados
nenhuma reaceo sanguinaria. A ausencia
ile execuees polticas legitimou e ennobre-
feito mais (lo que curvar humildemente a ca-i sna passoa pareca conter as diliculdados que augmentar os imposlos. Carvallio, sempre
elle suscitava bel prazer : destructivo por j condado remetteo-se para o futuro ao desen-
seus actos, este principe dominava por seu I volvimentoda prosperidade nacional, e pro-
nome. Si elle tivesse vivido, as causas de per-1 poz augmentos de despeza. Havia rnuito tom-
turbav'ao leriao sido aggravada e as deso- lo densse nao terio manil'estadp/to de pressa ,
befiS sob o jugo. Longe de tentar liga-Ios ao
novo rgimen, arredou-os do seu governo,
iangou-os t'ra do palacio, quando'viero cum-
primenta-lo pela victoria de suas armas. Er-
ro inaior e de consequencias immediatas fui
isolar-se no meio de seu proprio partido. liste
se compunha de homens cujos principios
veo a victoria dos constitucionaes e honrou nao ero homogneos consa por si de poUCa
o triumpho do seu chele. Desgraciadamente j importancia mas oque he mais grave, cn-
commetteo este faltas, cujas consequencias | jas origens liberaes nao ero as mesmas. Em
serao por muito tempo sentidas. D. Pedro : un paiz naturalmente absolutista para for-
era hornera de urna natureza particular ; ao j mar com homens solados com restos efrac-
menos tinha nina quadadeque o pa cima'ces debannidos, um partido capaz de lultar
do cominum dos principes ; era aspirar glo-
ria. Tal vez ainou-a elle mais do que a conhe-
ceo, e sua paiv'io pelas novdades nao foi sem-
pre feliz. Toda a legislaco antiga l'is po-
\ ictonosamenle contra as paixoes monacaes e
antigos privilegios para crear um exercilo
da berdade independente do povo teria si-
do preciso que urna continuago de luttas de
iticas, financeirase civis forao completamen- victorias e deoppressoes e umitas circuns-
te abolidas. Durante o cerco do Porto appa- I lancias estranhas poltica, reuuissem um
recio todos os das nagazela pedaco de co- grande numero de homens em opposico rom-
digo de processo ou de direito civil da compo-
nuim aos principios apostlicos aos cheles
resellas e si o rgimen constitucional havia
porque, se sabia que a vontadi do principe era snpprimido alguns abusos onerosos tnha-se
sustentar os seus ministros. Si os governos
sao to freqnentcmente derribados na Penn-
sula nao he porque elles sejo mos mas
sim porque se julga fcil destrui-Ios.
D. Mara tinha 10 anuos, (piando seu pai
tambara sobrecarregado o budget central de
despezasque as provincias pagavo anterior-
mente. Acentralisago linanceira e a sup-
presso de toda a applcago poderri ser um
til progressos mas para isso he preciso que
fallesceo : as cortes julgaro entretanto que i estas medidas sejo acompanhadas da regula-
sigo do principe, que por Um e sem que nin- desse partido e ao seu principe. A legilimi-
guem ,0 pensasse vierao a formar as novas'dade os reuni econduzio todos sob a sua han -
leis do reino. Todas as attribnices judlcin- deira. Entre os constitucionaes contavn-se
ras administrativas o financeiras forao alte- muilosoperarios da undcima hora ; (*)
radas mudaro-sc at os noraes das maj
os amigos, os confidentes de D. Joo 0." ha-
vino lultado ao mesmo tempo contra seus dous
lilhos, contra o Imperador I). Pedro no lira-
sil contra o infante 1). Miguel :m Lisboa ;
traluias, cnnl'uso que favoreceo |>or extre-
mo a venalidad-1 dos jui/es, essa chaga pro-
funda e ncuravel da Pennsula. Quanlo ao
povo somente sentio admirago e receio. Es- vierao a ser os cheles da emigrago sua torga
las innovaciV-s inesperadas nao forao nem en- e seu ornamento. Mas l). Pedro sempre Ibes
saiadas nem coinprehendidas e nenhum in- .' concedeo urna confiauca constrangida comoaos
teresse nacional compacto subsliluio a influ-
encia das eiasses desapossadas. Seria porm
ume^o acidular qUe cssas graves perturba-
<;es tenho amistado os movmerrtofi que pou-
co tempo depois aparecero. Ellas so haviao
locado o Crpoda naco; isto he ferido urna
massa inerte. Em Portugal os sentimentos
fieraes delinho abafados. ludo est entregue
accao dos inlercsses individuales, edir-se-
]lia que os' vencidos cessarao de existir. I).
Pedro pode al sem perigo. procurar risos
com a Santa-s. Esta potencia havia sugge-
rido mil difliculdades ; elle as acolheo com a-
videz como meios de ruptura, e de repente lio
meio da sua ortliodoxia a groja de Portugal ifi
achou separada da de Roma. As consequencias
deste scisma nao foro de multa gravidade, a-
penas algnmas almas piedosas so intimidaro :
foi mais um ven lanzado sobre a noute escura.
Em Portugal a estabilidade e a ordem de-
mancebos revolucionarios. Sua alleicao re-
camo exclusivamente sobre homens (pie ,
pela inaior parte ministros do lempo da revo-
luco de 1820 linho sido o alvo dos atla-
ques violentos da porco mais activa e deter-
minada do partido revolucionario. Pouco im-
portantes por sinesmos mas tendo exercido
altos empregos tuiliao este sello particular
do demcrata que o poder tornou despola.
Mais que todos os outros excilavao elles o odio
deviao declarar a maioridade da rain ha que
pela caria estava marcada aos 18 annos.
Foi um acto de grande prudencia, nao so-
mente por causa da generosas qualidades
desta princeza desenvolvidas pela desgraca,
mas tambem por que se evitava crear novos
focos de intrigas. O. Maria fez repousar to
da a sua confianga no duque de. Palmella.
A idade da joven soberana, a posicao do pri-
meiro ministro e seus grandes servicos pa-
recido dar-lhe sobre a direcgo dos negocios
tima influencia que excitou a inveja sem
ridade da arrecadago e precedidas da exe-
cugo das leis. Muitos pretendidos melhora-
rnentos tivero este duplicade resultado an-
niquilar as inangas do estado cujas entra-
das se nao operocom facilidade e fazer des-
prezar osestabelecimentos que sao a primeira
necessidadxe todo o paiz civilisado. O re-
curso dos bens nacionaes dissipados mal que
ero vendidos1, sendo promplamente esgota-
do foi necessario lancar mio dos expedien-
tes e lancar-se as vias deploraveis das an-
tecpaeOes. O ordenado dos funecioiiarios e
consolidar a sua authoridade. Elle julgou o sold dos Oflkiaes nao forao regularmente
prudente chamar para seys com pan be i ros I pagos ; o numero dos descontentes cresoeo na
Freir, e Carvalho. Este, ministro das fi- proporco da impossibilidode de os salisfazer,
nangas sob I). Pedro, (mi um tempo de der-' e as sociedades secretas se apoderaro inteira-
rolas de fortunas, tempo em que os inters- mente do exercito e da guarda nacional de
ses dos particulares estavo confundidos com j Lisboa. Tal vez tinha anda o governo bas-
os do thesouro era um homem consideravel! tan te forga para os conter ; o respeilo aulho-
pelo grande numero de empregados que ero ridade da rainh i e a lembranga dos esforgos
creaturas suas ; a importancia de suas fuo- e dos- triumphos communs conservavo-se po-
cotes rellectiu sobre a sua pessoa. Ereir' derosos ; desgragadamente as divisoes interio-
era um orador hbil e insinuante, um ho- i res dos ministros arraslarad alguns dentro el-
mem fecundo em ressursas d'intrigas. Mas les se associarem aos clubs, e a procurar no
quaesquerque fossem as vantagens pessoaes partido anarchico um ponte d'apoiopassageiro
destes antigos conselheiros de D. Pedro, tal- contra seus collegas, porque ainda que os ata-
vez tivesse valido mais alargar a base do po-' (pies parecessem sempre dirigidos contra Pal-
der, e aventurar-se tomar seu ponto de mella, e sobretudo contra Carvalho, houve no
apoio sobre a porgo mais animada o mais espago d'iini anno oitomudancasdegabinetj :
inquieta do partido liberal. Teria-sido o os motivos destas forao inteirament.-; pessoaes ;
dos nnguelislas, iuspiravo aos liberaes exal- I nico meio de se fortificar contra os ataques provinho de intrigas de corte que se Cruzara*
lados inveja sem respeilo, e comtudo elles inevitaveis que Cm'breve deviao apresentar e se confundiro. communienle com as dos
nao erao moderados. ja penuria do thesouro e a vida arrogancia clubs. Os desejs dos partidos se irritaro
pesie moJo quamjo 2i de Setembro de da Inglaterra. Palmella e seus amigos, com com estas viravoltas continuas s quaes scr-
1 do seu triumpho o futuro de Portugal eslava nao suppriao a forga de que o privava a morte gando-se incessantemente no ponto de Jangar
bem longe de se adiar seguro. D. Miguel ti- de 1). Pedro, e nao desarmavo nenhum I mo do poder e sempre cruelmente logra-
nha sido vencido ; a Madeira e todas as ou- adversario. A posigo de todo o ministro ; dos a impaciencia e raucor se Ibes auginen-
Iras poaseasdes portuguezas ac baya o de reco- portuguez a respeilo* da Inglaterra he ver-| tara e estas rpidas rotagoes de nrinisle-
uhecer a ranilla com prazer. A Franga In- dadeiramente inloberavcl ; collocado entre jrios, que se succedero sob o impulso de
pendem nicamente de questOes de pessoas. 0 jglalerta e Hespanha ero intimas adiadas de um sentimenlo nacional altivo, e necesidades imprudentes cabalas enervarao a authoridade,
haos he to Gonipleto, os traiistonios Uk) pro- Portugal e o tratado da quadi upla allianou invenciveis he sempre aecusado pela oppo- j deslruiro todo o prestigie o lornaro mais
fundse tao recentes que quaesquer que se- j garanta a duragao do novo rgimen. Mas a J sico de abandonar os interesses do seu paiz revoltante o espirito de excluso dos gover-
jo a forma do governo, e onome de que elle
se adorne n reinado da arbitrarierade nunca
he interrumpido. Por isto em todas as revo-
lug("ies desse paiz he necessario considerara
composigo dos partidos antes de atindelas
bandeiras sob^que elles se tem disposto. On-
de a lei minea heapplicada, aquestodos
funecionarios he mais seria do que a da legis-
lado Na Pennsula desgragadamente s se
traa de lugares de corte de ttulos a de em-
pregos ; isto he ; de vaidade e de dinheiro.
As faltas mais sensiveis de I). Pedro disc-
pulo do marque/ de Pombal cuja historia
admirava mais do que conhecia principe to
imperioso como nivelador e revolucionario, fo-
rao sobretudo relativas s pessoas. Elle re-
pellio ndislinctamenle todos os raiguelislas ,
at osses homens iii.;flensivos sequilo neces-
confuso da derrota havia succedido a da vic-l pelos de um insaciavel adiado. A questo I nantes. Neste cmenos arrebenlou a revolta
tona. O governo constitucional s viva de ,|os direitos d'alfandega e a prolongacao dos (Ja Granja, que servio de signal a um movi-
noine e os liberaes nao linho anida applica- tlatados fornecero armas nacionaes aos ni- ment anlogo em Portugal,
do as suas theonas. Como vao elles gover- nigos do ministerio porque nada he to im- Havia mais de un anno que se linho ma-
nar a nago eslupciacta ?. Coniu escaparao popularem Portugal como a baixa das pautas, nifestadosym plomas assustadors. Acamara
oppressao da allianga mgleza ao pongo da | e a liberdade do commerco. I dos Dcputados havia recusado o commaudo em
viainhanga da Hespanha a suas propiias di-| A pezar das despezasexcessivascausadas pe- chefe do exercito ao primero esposo daiaiuha
visee, as dillieuidades linanceira* Como ]a guerra civil c ruina geral a realisago dos'o pricipe Augusto de I.euehtemberg. Qiiaes
poderlo superar os males maleriaes, com que pm prest irnos con tractados em Londres cobriol quer (pie podessem ser as theorias constilu-
a necessidadedos lempos acabrunha Portugal;', fcilmente ao principio o dficit do thesouro.' cionaes, e quaesquer que fossem as intrigas
Desde a queda de 1. Miguel estavo estas ^ abundancia do dinheiro foi mesmo tal, que ante-ministeriaes que explco esta medida ,
quesles pendentes. O biuro de Portugal es- Se empregou loucamente o numerario em des- ella era para portugueses da maior pravida/Ie.
lava prentie de pengos. Aiudaque a nature- truir um papel moeda que circula Va desde I). Porem I). Maria era muito joven para se Un-
za uo espirito de Pedro o lornasse pouco i J,^,, {. Esta prosperidade facticia s leve a, dirigirem taes golpes c foiniais'contra a viu-
p.o|)iioa fundar um novo poder o peso da consequencia de lechar osolhosaos perigosdo va de I) Pedro a duqueza de Braganca i-
fiituro. Nocomcco de 1855o ministro da fa-
(*) Ouvriers de la onziine heure. vem
no original: quanto a nos pelas antecedencias delicit: o governo estava na impossibilidade
sario de todos os poderes e que nao linho suppomos que o auihor quer dizer magoes. de fazer novo emprestimo e ainda mais de
m do principe, do que contra a rinba que
a opposico foi dirigida. Lios mezes depois
de casado o principe Augusto suecumbio li-
ma curta molestia. No mesmo tempo divei-
zenda vio-se obrigado a declarar um enornm | a opposico foi dirigida, lios mezes depois
de casado o principe Augusto suecumbio u-
branca e fina de seu peito advinhava-se seouviram os passos d'algue.m que viuda <"- riconlia responden Zara abencoando-o.
que a de seu semblante queimada e enru- trando, a Mgica vollou-sc admirada !.. I m Aben-Kahel levanlou-se.
gada tinha sido igual. Era cerlamenle um mancebo de figura elegante eslava em pe jun- \7io le esperara ainda Aben-Kahel con-
bello perfil aquelle que a cliainma desenba-
va um perfil grego e severo que poda
seivrrde modelo ; mas toda a foriiiosura do
rosto daquella mulher tinha desapparecido ;
seus olhos negros estavam encovados ha sua
rbita mas ainda dali brliavam.... suas fa-
ces ebeigos linham secado e sua cor era
to de!la.
i linuou ella ; lia s tres dias que partiste.....
- Al) .s tu Fernando disse a velha Que vensannuneiar-me ?
Nada.
Para que vieste ? !.
chama aqui !!...
querendodar dogma a eslas palavras.
Cala-te Zara respondeu o m necbo
com urna voz forte mas sonora. Nao me
des esse najne, cu chamo-mc Aben-Kahel !... Tu"eslavas s Zara.
a honri nao te
A veli^suspirou eelle encoslando a s-
lvida j emfim poder-se-hia tomar aquella Ii- ; pingaca ao rochedo desatou un cinto de pls-
E nooestou cu sempre Aben-Kahel!...
Bem sabes que nao temo o grito das leras sel-
gura porum espectro....
Ella suspirn profundamente talvez lem-
brando-se o que tinha sido e o que era .
e suas mos torca em signal de desesperar
gao naquelle momento ouviu-se urna gran-
de rajada de vento e logo depois una bu-
lla terrivel !.... ella levanlou-se e foi en-
trada la choupana ver o que tinha acontecido;
tolas e o pendurou ; depois alirou ao chao o vagens e que as tempestades da natureza
grande Chapeo de abas largas quelbecobria me nao causain receio: ah! Abjn-Kaliei !
acabega, e parle do rosto eseus cabellos j Aben-Kahel! quem le chaina aqui ? !t..
negros encaracolados linos e lustrosos co-] Ell na responden riada, eacabegalhe
mo u setim espalharam-se era desordera por cahiu entre as mos.
seus largos hombros j elle sentou-se defroule Meo fimo disse ella ba tres diasque
da Mgica. Ooslo deste mancebo a quem tenho visto as (Has pegadas marcadas lia a-
se daa vinle e cinco anuos era bello e mu- [ rea dos carreirmhos que separam estes roche-
A Mgica
gado e rolava com estiondo
sorrio-se com prazer e com voz sepulcral
disse. Assim urna a una foasem esjnagadas
era um bocado d rocha que se tinha despe- to bello ; um ar de soberba e tristeza dava dos... ha tres das que tenho ouvido ada nou-
uni encanto particular aquellas feigo-'S tao se- te os teus cantos selvagens sobre as monla-
veras, e tao perfei lamen te lalhadas ; seus nhas!..meu lilho! ineu lilho ; porque vagueas
olhos negros brilhavam na escuddao rellectin- sem tjno por estes sitios :'... porque razo a-
scabegas de todo os Hespanboes que nom- -do a chamina vaoillante ... Elle olhou para a j handoiias os teus camaradas (|ue sem ti sero
assim fiearii satisfeila !<>s relmpagos sju- velha, e um sornso de desdem deu a seu nicamente unsmiseraveis ?!...
luiavrm seu joslo cuja expresso era dia-
blica pronunciando estas palavras !... a ve-
lha tornou a entrar e tomn de novo seu
ogar ordinario junto do fogo..
Cinco minutos noteriam passadoquando
semblante urna expressao terrivel, mas. ar-
rependendo-se daquelle inoviinento cabio de
joelhos diante della.
Minha mi ainda me nao abengoaste.
Que Oeus esleuda sobre ti a sua mise-
Aben-Kahelcontinuava pensativo, c sem
responder, e s de quando em quando um
estremecnienlo involuntario abalava seu cor-
po to bem proporcionado, e to elegante....
Que feito de Erie e de Ihii-i e do i
ouros que nao vieram com ligo? J te aban-
donaran] lodos ?!... J te nao obedecen! i1 e es
olliado por elles como urna mulher L..
Zara disse o mancebo com energa e
pondo se em |>. Solt cu o ineu grito aqui
ou onde quizeres c elles todos se ajtintaro
de roda de mim !... Se cu franzir os meus
sobr'ojhs tu os vers mais plidos do que
a bonina dos campos !... F.rie e Hasan es-
tilo com o resto cm Granada para onde os
mandei !...
E porque os nao acmpanbaste i' tu
m'o tinhas promeltido disse Zara levanlan-
do-se tambem :
Dize a este rochedo que cata sobre nossas
caluras ;, e vers se elle te obedece !
Aben-Kahel Aben-Kahel .*...
Dizelorrenleque pareiiasuacarrcira:..
Meu illio!..
Per.io perdo!... disse elle caldudo
de joelhos diante da velha... Eu a amo !!..
Escuta, responden Zara sentando-se,
a tua idade a das paixoes e como a mira
ellas to vencern, se Ihe nao pozeres um
freio .... Do ha muito que tinha advmbado o
segredodoleucorago! ... Zulmra digna do
leu amor eis porque te digo Aben-Kahel
fogeem quantod lempo!
Aben-Kahel encostado aos joelhos da velha
naorespondeu. ( Continuar-se-ha. )
>
P



i
sos tumultos ameagarao* a vida dos ministros,
e o que tornou ainda mais odiosas estas indig-
nas maquinaces foi que sesuspeitou'de as
haverem suscitado alguus membros do ga-
binete.
as ultimas cleices o escndalo tinha sido
levado ponto que um grande numero de 01-
ficiaes pertencentes as sociedades secretas ti-
nhao feit entrar e votar loica os seus sol-
dados nos collegios eleitoraes. O marechal
Saldanha, ministro da guerra leve de cas-
tigar os culpados. At cnto havia elle pas-
sado por chele dos exaltados sem que na rea-
Jidade o ibsse. Este acto de vigor o fez per-
der loda a inlluencia neste partido que lodos
os dias recrutava grande .lumero de descon-
tentes. Acamara dos depulados cada mu-
danza de gabinete se tornava mais imperiosa ,
e o govemo calda sem oi\'a quando a rai-
nlia decretou a dissoluc/io ilas cortea uo mo-
mento em que todas as juntas hespanhohis se
achavao em plena revolla.
(Conlinuar-sc-ha.)
DECLARACES.
O Exm. e Revercndissimo Snr. Hispo Dio-
ce/.ano tem resolvido Mandar celebrar, com
a sua assistenti Missa Solemne com Ser-
mo as Domingas da Qua resma do presen-
te anno na Igreja Matriz do Santissimo Sa-
cramento do bairro da Boavista.
Omesmo Exm. e Revercndissimo Senhor ,
tem igualmente resolvido administrar o Sa-
cramento da Conlirmaco as trez primeiras
Domingas desta Quaresma na referida Ma-
triz devendo comegar o Acto pelas quatro
horas da tarde. Os adultos devem dispor-se
por meio da Conlissao Sacramental. As of-
ferlas sao appl cadas para as obras da sobredi-
ta Matriz. Recife 5 deFevereiro de 1842.
O Padre Francisco Joze Tavares da (ama ,
Secretario de S. Ex. Um.
Miguel Archanjo Monteiro de Andrade ca-
valleiro da ordem de Christo e adminis-
trador da meza do consulado desta cida-
de, por S. M. Imperial que Dos guarde.j
etc.
Faz saber que no dia 8 do corrente so ha
de arrematar na porta da masina ad-
ministrac.ao umacaixa de assucar branco a-
prehendiila pelos respectivos empregados do
trapiche Novo por inexactidao datara; urna
barrica de assucar branco duas ditas de bo-
laxa e um barril de agurdente, aprehendi-
dos sem despacho no acto do embarque pelo
Guarna coul'erente do Trapixe da companhia;
cm cujo dia se lindan os prazos marcados
no respectivo regulamento sendo a arre-
mataso livre dedespeza ao arrematante.
E para que chegue a noticia a quorn con-
vier mande! aixar o presente edita!, e pu-
blicar pela imprensa-
^ Meza do Consulado de Pcrnamhuco de
Fevereirode 1842.
Miguel Archanjo Monteiro de Andrade
A Cmara Municipal da Cidade do liedle e seo
Termo etc.
Fu?, saber, que por oOicio de 15 de Janei-
ro do corrente auno eommunieado a esta C-
mara pela Secretaria de Estado dos Negocios
do Imperio, que por Carta Imperial de 7 do
corrente bou ve por bem S. Magcstade o Im-
perador nomear Vice-Presidenles. desta Pro-
vincia, em primeiro lugar o Doutor Pedro
I'rancisco de Paula Cavalcante de Albuquer-
que, em segundo, o, Conselheiro Thomaz
Antonio Maciel Monteiro. cm terceiro o T-
nente Coronel Izidro Francisco de Paula
Mosquita, em quajto Domingos Malnquias
de Aguiar Pires Ferreira. o finalmente em
plinto, o Doutor Francisco Xavier Pereira
de lirilo.
E para que chegue aoconheeimenlo de to-
dos mandn a Cmara publicar o presente pe-
la Imprensa. Recife cm sessao extraordina-
ria de 3 de Fevereiro de 1812.
Jos de Barros Falc&O de Caccrda
P. Presidente.
Francisco Antonio Bebello de Carvalho.
Secretario interino.
= A Cmara Municipal desta Cidade faz
sessao extraordinaria no dia 10 do corrente e
nesse niesmodia irao ltimamente em praca
as casas nmeros 23e Sida praca da |nde-
pendencio pelaquanlia de ISOj mis cada u-
ma ; e juntamente o contracto de aferieao dos
pesos e medidas deste Municipio pela quan-
tia do 2:469*560, as quaes arremtaces se
faro impreterivelmente. Recife T> de Janeiro
de*842.
O Secrelano interino Francisco Antonio
Rabello de Carvalho.
O Illm. Sr. Prefeito interino resta Com-
inarca manda fazer publico pelo presente ,
para conheciment de quem pertencerem
<|ue na cadeia de mesma existen) recolhidos a i
ca do Recife 4de Fevereiro de 18i2. Janeiro de IX W
Clanclino ,1o llego Lima: (;;u>(ail0 p^ (,e ?
-WV Rihefoe Ia VSliRl?*!* ~ Snr- AsseSuro que nenl.um motivo
f^? !^^ at ,,nJ l"''0 tido contra
favor das obras da Matnz da Ooa-v.sla; achao- | Vm. a quem me eonfesso alleieoado e obri-
se a venda nos lugares scgumtes:noRe.feIoja: gado. J. T. Nabuco de Araujo Jnior,
do Snr Vieira Cambista : S Antonio toja do = Amanh defronte da cadeia haver
Sur. Menezes Jnior, e Boticas dos Snrs. carne de porco : tambem havera sbo de rim
Joao Morena Marques, e Francisco Anlo-, de earnen-o capado, como de boi, proprio para
nio das Lhagas, este na ra do Livramenlo. e fazer pudins
K"e,,n,a *>*** \ ****; *>> = Da-se "1:400, rs. a juros ,le I 1,2 por
do^r. Victorino Ferreira de Carvalho, na
praea.
THEATRO.
Tendo chpgado a esta cidade o Sr. Antonio
da Cunda Mendonca actor porliiguez vin-
do da cortedo Rio de Janeiro e dezejando o Heereio SJJ ,~iede aoTsnrS.'sSos'1
emprezano engaja-lo paTa melnor poder a- (|lle V;lo buscar os seus bilhetes boje 5
prezentar em scena as expelientes pecas re- ; oorrenle at as horas da tarde pols n;,s-
ecntemente ehegadas de Lisboa convida aos sa(|a sta hora tem qU(l sar
amantes das reprezentaces dramticas pa- = Quem annunciou querer comprar urna
ra entre si formarem una sociedndu theatral carroca nova; dirija-so a ra da Gloria so-
composta de o2 socios entrando cada socio I brado D. 50.
com a quantia mental de 2i> reis para terern Precisa-so alugar una casa terrea rom
quatro grandes expectaeulos em cada mez ; pequeo quintal e cacimba em qualquer um
cento rom hypolheca em um sobrado tiran-
do o aluguel de qualquer dos andares pal a
descont dos juros: quem quiser annuncie
para ser procurado.
= O Thezoureiro da Sooiedade Theatral
nos sabbados ou domingos, como mHhor
julgar a directo da sooiedade que se ouver
de instalar ; tocando a cada socio mencal-
mento 24 bilhetes de platea quatro de va-
logar dentro da pracs : quem o (iver anuncie.
== Avisa-se aos membros da Sociedade Fa-
miliar, e de Alianza, que deixa de avera
primeira sessao (leste anno no dia 15 do cor-
randas e quatro camarotes : aspessoas que ,vnte, ,,,- inconvenientes que serio com-
pretmderem assignar o pdenlo fa/.er na bo- mnicados a mesma Sociedade na sua segun-
deado Sr. Cipriano Lqiz da Paz na ra do da sessao, que rao ser destribuidos os Esta-
Colejo theo dia 20 do corrento em que prin-
cipiaro os expectaeulos.
AVIZOS DIVERSOS.
Snrs. Redactores. Tendo cu residido por
ma
Are
gado,
tutos; assim como que ao Sr. Thezoureiro, se
devem dirigir para pagarem as jolas e men-
salidades.
= No segundo andar do sobrado I). 28,
cito na ra estreita do Rozado, ensimlo-se
os prepara torios sejruintes: Phflosopbia, Geo-
metra Inglez Francez e Lalim.
ais de cinco annos na Comarca do Brejo da Aluga-se para algum sitio umpreto,
rea exercendo n'ella a proflissAo d'Advo- muitodeiigente, e tambem se vende ou per-
_ ido, fui acolhido e tratado generozamente m,ita-se por nina preta sem vicios-, o dito
pelos seus habitantes, osquaes por multas prcto tambem entende de padeiia : tratar na
e repelidas vezes me denlo provas nao equivo-
cas de seti genio bondadozo e hospitaleiro ; e
como me ache boje restituido ao slo natal ,
e eslabellecido n'esta Cidade a gralidao exi-
ge de mira que faca esta manifeslacao nao
SO para que o Publico saiba que apezar dos
desmandamentos da populacho Parahibana
n 'estes ltimos lempos, existe ainda no meio
d'ella um avultado numero de pessoas que
cullivao as virtudes dos nossos maiores, como
taobem para que os habitadores d'aquella Co- j qualidde e tamanho ,
marca, e particularmente os de niinha mais piador pelo importe
intima amizade conhecao, que eu'concervo
saudozas recordaces dos frequentes olize-
quios que comniigo distribuirn Praza aos
Cos que cm alguma situadlo da vida eu Ibes
possa ser til, e tenha occaziao de mostrar-
Ibes toda a inlensidade de niinha gralidao!
Oueirao Snrs. Redactores, fazer ao inu
coracio agradecido o favor de dar publicidade tem para alugar.
a estas linhas do seu Assignante
Francisco Carlos llrnndfio.
Snrs. Redactores. Oueirao fazer-me
o obzequio transcrever no seu Diario os dous
Documentos que com esta Ihes remeti para
(pie desta forma os Snrs. que se achavao nos
bancos do caes de palacio em dias do me/ p.
p. e ouvirao a certo Sur. contar urna
historia que diz ter ouvido da boca de um
doudo, que me desacredita va para com o Sr.
Dr. Joze Thomaz Nabuco d'Araujo Jnior .
faco de mim mellior concedo. Son de Vms,
assignante e obrigado.
Caetano Pinto de Veras.
Illm. Snr. Rodolfo Jlo Barata de Al-
meida. Tendo-se levantado tuna intriga
contra mim a respeito do Dr.% Joze Thomaz
Nabuco d'Araujo. eumpre-nie desfazC-la, para
ra Vellia da Roavista D. ."7.
= Precisa-se alugar nina casa terrea no
bairro de Santo Antonio que nao exceda de
de/, mil rs. mensaes quem a tiver annuncie.
= 0 Snr. Theolonio Tiburlino Couro-Dan-
ta, dirija-so a Forado Portas, para tratar o
negocio que bem sabe, pois desde No vembro
que se espera.
s^T" Quem quizercomprar tijollos dalve-
naria grosSa j bem conbecido pela sua boa
e sem se vexar o corn-
; dirija-se ra dos
Quartcis padaria I), "i.
= Precisa-se de urna /essoa para cozer
coiirinlios para chapeos: tratar na ruado
Collegio 1). 1.
= A pessoa que annunciou precisar de me-
lado de um sobrado : dirija-se a ra Nova ,
loja de ferragem I). 15, qite se dir quemo
=s Ouerece-se um rapaz brasileiro de i-
dade 10 anuos, saliendo ler escrever e
contar com perfeQflO, paracaixeiro de escri-
la o cobrar na ra ; de regular conducta :
quem do seu prestimo se quiser ullisar an-
nuncie sua morada.
= Quem quiser comprar o Correio Brasi-
liense ou armasem literario em 1 i volumcs
ato* o anuo de 1811, nove quadros, um ber-
co de Jacaranda ; dirija-se a ra do Cabug
loja D. o.
faz publico iue sendo baja alguma hvpotl.eca,
loro, ou outra qualquer couza que deva a
dita caza, aparecao os que se julgarcm cre-
(loros a dita caza no prazo de tres dias depois
do (pial o dito Aragao comprara a caje
responder por qualquer divida, que possa
aparecer; os (pie se julgarem credores diiijad-
se a ra da cadeia velba N. 17.
i^T O Snr. (pie ollcreceo cinco patacas na
na da Roda I). 8, por um espollio de pa-
rede, buscal-o.
i.'- lia parase alugar um solio, com sal-
la delraz, 2 (piarlos, cosinha quintal e ca-
cimba 5 quem o pertender \i a ra da Roda
venda D. 8.
V3~ Leonor Carolina Catanbo de Vascon-
cellos, partecipaao respeilavel publico, que
est incumbida de reger interinamente a pri-
meira cadeira de primeiras letrasdeste bair-
ro, do cnsino de meninas, e que ja deo
principio as fu uceos do seo magisterio des-
de o dia 5 do corrente mez : as pessoas que
se intere(;arem a este respeito pudoro diri-
gir-se a ra das Aguas Verdes I). Jg S(0
em quaiitw a annunciante nloalcanca outra
residencia mais conveniente para deseinpenbo
do seo cargo.
$-T Na ruedas Agoas verdes na loja do
sobrado D. 12, engoma-se, e la va-se roupa
lano para honiein como para senliora, com
prontidao e aceio e porpreco muito com-
Diodo,
= Em dias de Dezcmhro do anno paseado
do Atierro da Roa-vista al o centro da estra-
da nova perdeo-se una carteira com duas
letras una aceita por Francisco de Paula
Andrade e outra por J. C. de A. a primei-
ra de duzentos mil reis, e a segunda de
cincoenta e cinco cujas pessoas ja eslo
prevemdas,para nao pagarem se nao ao legiti-
mo dono ; quem porlanto adiar a dita Car-
teira querendo restituil-a dando-se nina
grutificacao dirija-se a ra do Aragao em
casa do Jos Qumtino de Castro l.eao do lado
esqueido.
t3P Quem quiser lser algum presente.de
limas de cheiro jarros, era ve i ros romei-
ras larangeiras, annanaz, e todas as Eruc-
tas com mulla perfeigao, dirija-se as .' pon-
las sobrado!), lo onde achara o dito acuna,
e juntamente cavados arreados para qualquc-
cavaleiro montar.
=Ot\erece-se um moco portuguez para cai-
xeiro oqual tem pralica de lodo o negocio,
tanto na [iraca como lora delta, e da fiador
a sua conducta, quem do seo prestimo se quei-
ra utilisar dirija-se a ra das Cruzes I), (i.
terceiro andar.
= Perdeo-se a 50 do mez passado hum
lenco de seda grande pelas oilo horas da
noile desde o becodo Ouvidor ate a ra no-
va, indo pela ra das Cruzes e piaca da In-
dependencia, de cor verde escuro, com ra-
magein amarclla que o livor adiado rara o
'favor de entregar ao (Sur. Moroz na placada
Independencia.
= Quem quiser comprar urna venda qu
vende, lauto para o Mallo como para a pra-
ca com cmodos para familia a dinheiro
ou a praso, sita na ra do Rosario estreita
D. r>, dirija-se ra do Cabug D. 3. para
tratar.
= IVrtende-se arrumar um moco portu-
guez, com idade de 11 anuos chegado l-
timamente de Portugal, o qual sabe sofl'ri-
velmaute contar, e escrever, e d algum
lempo gratis, em quanto se applica ao giro
coinmercial sendo s para loja de razenda.
quem do seu prestiino sequeira utilisar, an-
nuncie.
= Quem quiser comprar tres moleques de
idade de l."> a 18 annos, sem vicios nem a-
cliaipies um delles lie boin canoeiro um es-
clavo cosinlieiro de forno, um dito ppdreiro,
um bom mulato sapateiro um dito boin pa-
tzr Quem precisar de urna mulhcr para
ama de caza de inein solteiro ou jiouca la-! geni e tres escravas por commodo pre(,-o,
india ; dirija-se a ra do FogO caza D.2.
s= SO (lia I. de Fevereiro corrente, na
gallera dos Socios da Sooiedade Nalallense ,
da parte do mar. Cabio una be^-alla de (ni-
ri queimado com ponteira djaRio e dous
rendq-a entregar, dirija-se defronte do Tiom
no I. armasem Je carne secca da parto do
mar. que reeebcr de ai hado bOOOrs.
o (pie rogo a Vm. o obzequio de ao p desta albos de piala. fultando-thPSb o castao e
declarar francamenle se alguma ve/\m. H- I cabio por entre as la boas: .nema achou que-
vrou ou n;lo o dito Snr. Dr. Nabuco r, ser of-
fendido por mim e cazo nao izesse se sabe
ri'alguma cousa semelbanle que i-u pralicassc ,
ou pretendesse praticar contra o inesnio pelo
que asssobrigado llie Doar queni eom ver-
dade. De Vm. ltenlo venerador e creado.
Re.ile I! de Janeiro de 1812.
Caetano Pinto de Veas.
illm. Snr. Nao sel que Ym.om al-
gum lempo (uizesse olfenderao Dr. Nabuco ,
o menos que a tal respeito medissesse alguem
cousa alguma. Seu allectuzo. Barata.
Illm. Snr. Dr Joze Thomaz Nabuco de
nina linda escrava. saliendo cozer eengoma
e cinco ditas com habilidades ; dirija-se a
ra das Agoas Verdes D. 38.
SSF Precisa-se allugar huma (scrava p;.r.i
o servieo de urna casa de pouca familia que
saiba comprar, cosinliar e OMaboar, dan-
do-se-ilie o sustento e lOj reis mensa-s : na
ra das Flores casa 1). 8 se dir quem a pre
tend.'.
s= Quem quizar comprar 2 portadas de
= Fina pessoa de bouscoslunies propoc-, pedia., e 18(1 palmos .le cordao a .-.aber
s a lecionar de latiin e primeiras letras, em
casas particulares, e por preco muitorasoa-
vel : quem precisar annuncie.
= Na loja que foi de Alph- Saint Martin,
esquina da ruado Cabug, existem a venda
mscalas lindas e exquisitas mu proprias
para o entrado.
X~T Jos do Aragao tendo comprado aos
berdeirosa caza da ra da Concordia n. o.
l ttoassoleiras viudas do Rio Formoso a pu<-
'caoquequizerem : e tambem 10 pas de bi-
liar agoa por preco coiiimoda ; dirij*-se ao
beco do Encantamento a tratar com Manoel
da Silva Pinto.
t^r Quem precisar de nm caixeiro Portu-
guez chegado prximamente para qualquer
arruinaban tanto nesla pra^a como lora della,
dirija-se a ruc do Rosario larga venda D. i
I
I


^rt^Ml^^pamfbt^m /j| cB^=jgfci*lff'gfcaijapa^^

ssr OSr que niorou om 1859 cm nm so-
brado da ra do Rangel o que ticou deven-
do t84#24 de aluguel quera mandar pa-
gar dentro de 5 dias a!is se declarar suu
nome e lugar que oceupa para licar conhe-
cido.
525~ Deseja-se muilo fallar com o Sr. Cy-
priano Joze Vital Ferreira Pinto que a pon-
eos meses vSp a esta Provincia revendicar os
bons que llie pertencio por morto da viuva de
Jos Vital ; quoira annunciar a sua inorada,
ou mandara ra do Vigario n. 18 no primei-
ro andar, para se tratar de un negocio de
intereses ecora brevidade.
BT* O Sur. Vicente Peroira do llego pro-
fessor de Ingle/, do Colegio Pernamhucano ,
qucira annunciar a sua morada para se lhe
'ailar.
Bf Quem livor um menino de idade de 12
a 15 anuos e quiser mandar ensinar-lhe un
oficio dirija-se a ra Nova de fronte da
C.oneeioao dos militares D. 17 para l se di-
seer quera precisa o safar o oficio qne he.
tr Aluga-s o quarto andar e slito do
sobrado da ra Nova 1). 11 : a tratar na loja
do mesnio.
tsr |)a-se looc rs. a premio sobre pin llo-
res i'e ouro : na rita das Cruzcs venda D. 4
se dir.
i^" Aluga-se una casa assobradada cita
no Cnelho junto a olaria do Sr. Miguel Car-
neiro com com modos para grande familia ,
> quintal suliciento para algum estubelec-
infmto por ter porto de einbarquu : a tra-
tar com Marcelino .los Lopes.
ssr Um brasileo casado de muito bons
costemos e com mulla ortica de ensinar
priineiras letras se ollerece com sua mu-
lher a ensinar meninas e meninos em algum
engenho ate 12 legoasde distancia desta pra-
;a : na ra doRozario larga D. 4 primeiru
andar.
%!/ Empaiha-se com perfoieao cadeiras,
solas e tudo o mais por prego muito commo-
16 : na ra da Florentina lado direilo de-
fronte da casa do Sur. Saboia.
S!F" l Ira rapaz soltciro com 22 anuos, e
natural deste paiz le escreve e conta so-
t'rivel, comalgumas noyes de latim ofl-
rece-se para ca xeiro de escripia, ou ra, a
algum Sur. Negociante sua conducta ser
afianzada por pessoas fidedignas; tambeiu
convem ao annunciantc escrever em algum
eartorio de escrivao oo advogado ; quem de
sen prestimo precisar annuncie ou dirija-se
a ra da praia casado Sr. Francisco Joz Pin-
to Vianna.
5 ., 0 Bacharel Francisco Carlos Brandao
acha-se advogando n'esta Cidado : as pessoas,
que de seu prestimo se quiserem ulilisar, po-
dem procura-loa toda e qualquer hora do dia
no SBU escriptorio que be no principio da
ra do Rangel sobrado I). 11 segundo andar.
Omesmo lacharcl declara que elle de bom
grado aeceita e dell'ende sem exigir hono-
rario 0,11 pagamento de natureza alguma ,
todas as calizas d'aquellas pessoas que por
sen estado de pobreza nao -podercm pugnar
pelos ses direitos o faze-los valer em Juizo,
com tanto qne sejo justas as suas prolongos;
lieaudo poreni as mesnias pessoas obligadas a
aprezentar-lbe um a l testado do sen respecti-
vo Pafocho, ou Juiz de Paz por onde mos-
trara (pie sao pobres e que por conseguinte
carecen do favor qu aqui se Ibes offereee.
CF" Quem tiver una crela de nome Jus-
tina de ama de leite annuncie sua morada pa-
ra se tratar negocio de interesse.
t3r Tendo sido convidada a Irmandade
do Snr. Bom Jess dos Passos do Recife ,
para acompanhar a Procisso de Cinza no din
il do correte roga-se aos Srs. Irmaos ou
outra (|iialipier pessoa, que tenha em seu
poder opae perteneentes a mesma Irmandade,
HE dignem eompar-or naqi:elle dia pelas 3
horas da.tarde na I groja do Corpo Santo,
ou no caso de impossibilidado dirrgi-las ime-
(lialameuteao Sacrislfio da dila Matriz, ou
ao Irrao Thesoua'iro istoa firn de se po-
Snr. Manocl Morena de Jess, pelo beco de
Belem um cavallo com ossignaes seguiutes :
alazo cabocolo calcado dos ps frente
aberta tem na m.lo osquerda um no que pa-
rece sobre cana lem no pescoco duas covas
pequeas de baixo da cima um signal braii-
co sbreos rins urna tomadura do selim ;
quem o pegar ou dello der noticia leve ao di-
to sitio ou" na ra do Queimado I). 7.
t3f Tendo no dia 5 do correte desapa-
recido da Matriz de S. Antonio no acto de 89
baptisar una crianca nina salva de prata de
3 copos com per lo de 2oo oi lavas ; roga-so
a qualquer pessoa a quem a dita salva for of-
ferecida que a tome, e faca aviso ao abaixo
assignado que gratificar o seu trabalho.
Joze Este ves Vianna.
nos de cores ditos pretos en Ice finos e di- primen tos assim como da Suecia costado'
cosladinlio assoalbo forro e para fundo
to largo superior, sarja de seda preta muito
lina, meias-pretas de seda para Senhora, len-
cos de sarja preta muito grandes, ditos de
loquim pelo com franja ; tudo por prego
o mais commodopossivel.
,V- Compendios de grammatica porlngue-
za por Salvador Henrique de Albuquerque,
dito de arith mlica con tendo smente as -i
de barricas e de (landres o melhor tabea-
do possivcl at para envernisar por nao ter
nos e ser lodo de um comp imenlo e largura ,
sendo al 2o palmos decomprido, e mais em
conta de que em outra qualquer parte : atraz
do tlieatro junto ao beco da casa do Snr. Cu-
nhe a fallar com Joaquim Lopes de Almeida
QpniSfeTntel^ aulasdecaixeirodo Sr. Joo Malbeus e tambeni se
t|tos de geo- vende a praso conforme a porgao.
com
, pelo dito a 2io rs., ti i los de
ralica pelo mesino a 52o rs.
e embroxura : naslojasde liv:
ra do" Collegio I). 7 na do Sr. Pinto no pa-
teo do Collegio e dos Srs. Saniosa Conipa-
memnas
melria pralica pe.
estampas e embroxura : naslojasde livrosda
na
AVISOS MARTIMOS.
tSW Para o Rio de Janeiro saldr com bre-
vidade o Brigue Incansavel Macicl ; quem no
DMOOlo qniser earregar embarcar oseravos ,
ou ir de passagem para o (pie tem bons com-
modos dirija-sea ra da cadeia D. 21.
ulna no arco da Cno.eigaoda poute.
irf lima venda com poneos fundos
ru
mor
boas lirmas ; a tratar na mesma.
C7- Para fora da provincia urna escrava
de idade de 25 a 21 anuos, robusta, cose,
engomma liso cozinba o diario de urna ca-
izr L'ni excellente banbeiio de folha com
pouco uso e novamenle pint&do, com seu
competente silandro : na i ua do Crespo Be-
cima 12.
ijr Gomma de traruta marmelada e
barricas cora trelo : na praca da Boa vista
a Velha I). 19, com grande sobrado para venda H.).
orar familia a dinheiro ou a praso com CF Una canoa acabada de ser construida,
sendo aberta e couduz mil lijlos, por pre-
co em conta : na ra Direita 0. 18 lado do
poente das 8 horas da manh as da tarde.
Vs^r Superiores pannos pelos, vellidos,
sa
lava de sabao e faz lavarinto : ne atler- sarja de seda preta por preco mais coinrno-
ro da Boa vista loja de pintor de baixo do so-
&-T Para o Porto a Barca Porhigueza Helia |,ra,]0 (]0 gr> \)r \\vn0 q0 sc dir.
Pernanibucana; quem quiser earregar ou
ir de passagem dirija-se ao Capitao na praca
do commercio ; ou r.o consignatario Tbo-
maz de Aquino Fonseca na ras Nova 1). 21.
CT Para Maceie Rio de S. Francisco se-
gu viagem at 8 do corren le o lliate Espe-
ranza earregar ou ir de passagem dinja-iee ra do
Trapiche venda de Jos Vei issimo da Rocha,
ou a bordo ao p do trapiche do algodao.
S^r Para Montevideo carrega a frele a Po-
laca Sarda Jpiter Capito Chiozza loo
at loo barricas deassuear ; Irata-se com o
Consignatario A. Scliramm
L3- Para o Rio de Janeiro com toda bre-
vidade o Brigue Nacional Bom Jess por
ter a maior parle do carregamento prompto,
para pequea porcfiO de carga e passageiros I iratar no Barbalho sitio que fui do Sr. Cajola,
trala-se con. Caudino Agosnho de Barros na 0 no Hospicio em casado Sur. Dezembar-
tzr Taxas de ferro batido e coado este a
loo rs. a Fibra e aquello a 2oo rs. assim
como outra.; mais ferragens proprias para en-
genho : na na do Vigario n. 7.
kt Servo tes as Quartas feiraseSabbados
em Olinda no lugar do coslume.
ssy Excediente tabeado de pinho da Suecia
de polegada a 0.>oo a duzia dito d.; forro
reforcadoa 6ars., dito do Porto de 5ji a
,fij rs. e 4o a 5*00 barricas a dinheiro ou a
troco de assucar : no armazern por delraz do
tbatro, da parte do mar.
ssr Venderse ou arrenda-se por preco mui-
to cm conta um pequeo sitio lodo cercado
de limito com diversas frucleiras e tena
do de que em oulra qualquer parte; assim
comocaixas com vidros por prego barato : na
ra do Crespo I). 12.
Sur I m sof, duas bancas, 12 cadeiras,
de Jacaranda um bergode angico com ar-
niaeio ; tudo com poucu uzo o por prego coni-
modo : na ra do Argo tenda de marcinei-
r que tvm a frente pintada de amarelfo.
"^51/- Borzegttins de duraqne para senhora a
Utioo rs. o par fsforos a -4o rs. o masgo ,
tocadores para costura a l*oo rs. graixa de
palele em lata a loo rs. : no atierro da Boa
vista loja I), l.
SF Farinha de mandioca recen teniente
chegada de boa qualidade e por preeo
l'.ivoravel : Irala-se a bordo do Brigue S. Ma-
ra Boa Sorle fundiadoem frente do trapiche
Pracinha do Corpo Santo I). (57, ou com
Capitn Joto Rodrigues Amaro a bordo.
C O M P RAS.
ssr Para lora da provincia negrinhas creo-
para planlacoes boa casa de vivenda, e per- do algodao ou na ra da Cadeia I). 21.
to do rio capibaribe. faz-se todo o negocio: a O" Duus eseravos,le nacao ptimos pa-
ra lodo o Servico, e um be canoeiro e urna
escrava de naga com algumas habedades ;
ador Thomaz Antonio Maciel Monteiro a fal- todos se dao acontento: na ra Hireita l).
lar com a Sehoia D. Maria Joaquina de Ma- 20 lado do Enrmenlo,
cedo.
if Lina escrava boa 'engommadeira la-
vadeira cozinheira e costureir por pre-
E S C R A V OS F U C 11) O S .
s* No da -> !.; Janeiro do correte en-
hse de nacao, sendo de bonitas l.guras e go barato por ser para ajuste de cuntas : na f ^ ((; h(m< ^^
deidadedellalS anuos, c moloques creo- ra do l.u/ario larga I). 1 nosegun.lo andar. i m d(|
losda mesma idade: no forte do mallos no tsy Pira bqmdagao de contas nina bao- Hrn rquiadai., b-m fallante, a
beco da Boia no segundo andor do sobrado de ca para meio do sala urna cama de annaco : J ^ |fa (|(!
-i ditos de grades de ferro, das 9 horas da
malilla as" da tarde.
sar Eseravos moloques o molecas para fo-
ra da provincia de idade de 12 a 2o anuos ,
com prendas ou sem ellas, os quaes se pa-
go bem sendo boas pegas na ra da Cruz
n. 2o no segundo andar.
^l^T" O Direilo mercantil por Joze da
Silva Lisboa sendo em conla cm born so-
ja uzad : quem tiver annuncie ou. falle no
armazern de Antonio Aunes Jacome Pires ,
defronte da escadiuha da Ailamlega nova.
z^f Na ra da Cadeia D. 21 coinprao-se
atheo numero de O eseravos mocos que re-
presentem a idade de 12athe 10 anuos.
tz?' prmeiro volume da historia inti-
tulada Discoberta e conquista da America por
Campe traduzida em pertugiiez por J. J.
Roquete: quem tiver annuncie.
VENDAS.
le amacollo envernisada nina cmoda dita .
(cadeiras d Jacaranda, um lavatorio, um
espelho pequeo desala, 1 par de castigaos
de viilro com mangas pegadas, 1 dito de
bron/.e : tudo com pouco uzo e barato : na
ra Nova D. 5 no segundo andar.
ST5- Um cavallo bom carregador proprio
qual venuia la/enuas com outra pa
nome Tfieresa", o da Cesta do Natal em dian-
te passou a vender Inicias levando vestido
de chita preta ja uzado panno lino rouxo ;
, pessoa que aprehender leve a estrada de Joo
de Barros sitio defronte das casas do Reve-
rendo Vigario Padre Lniz que ser bem re-
para carro de cor preta : na "na da senzala compensado do seu tralmlbo
lelbo casa de ourives n. 46. *?** ia 2" do P- P- *>#
IZj- Urna venda na ra da senzala vcllia
defronle do beco do Camplo : a tratar na
mesma ou na venda da ra da cacimba de-
fronte do armazern do Sr. Caetano da Silva
Azevedo.
C?- Francis'0 da Silva tem para vender
nina negra crela d idade de 18 a 2o an-
uos sem molestias nem achaques : quem
io um mulato
tendo hido buscar urna canoa de lijlos nos
Remedios, aconleeeo deixar a canoa o ir para
o lugar do Poco da Panelia fazendo um ba-
rulho no sitio do Sr. Mascarenbas se auzen-
ton e Ibi para o sitio da Estancia apadrUihar-
se com o Sr. Rahello o o mesnio Sur. lhe
deo um carta a pedir para o nao castigar, e
como at boje nao aparece, sup0e-se andar
"*-C5~ Arilhmeliea de Bezout, dita de La
Croix Ceometnade Euclidos, Crammalica
d( Monte Verde dita de Lhoinond Lobao
Acges Sumarias dito .execucoes por sen-
tenga dito processo exoculivo dito segun-
das Imitas civis dito interdictos, dito l'as-
ciculos c dissertacoes dito notas a Mello,
ordenaees do Rein repertorio das ditas,
Cardozo o (pie he cdigo civil Pothier. olni-
{jaeoes por Correia Tollos, Borgi-'S ('arnei ro,
direilo civil Covoa Pinto tratado de lesa-
mentos dito manual de appellago juizos
divisorios por Meno/es tratado de tombos
din-concorrer para to edificante acto da nos- por Carvalho Moflan Ponas e recompen-
sa Religio. 'Sis i Poreira e Son/a classes dos crimes ,
Ferreira Borgcs, diccionario conimerciul ,
colectes de lcis portuguo/as por Delgado : na
praga da Independencia loja de livros nume-
ro 57 e 58.
estribara para cavallos casa para .retos e I ? "J esPerto ftanoe'ro e ". lull T
boa agoa enjo sitio he pegado ao do Sr. .loa- nheCido qnalquer pessoa que o yir o poden.
quim Gonsalves Basto e os fundos vflo a en- W" e^v" 1 n'a *> Um\im'\ loJil ,Ie iei"
costar ao do Sr. Nudo Maria de Seixas. p J ,,,;'l!mm ,Jos J Phve,r ou "
-tsr Historiados Concilios e dos Papas, Kf* Jj Au.gados sobrado de 2 andares
desde os Apostlos Al os nonos das, obra jaMoafabriCadn^ipe, que sera pago do seu
tlabalbo.
&^~" Fugirao no dia !2 do corrente 2 esera-
util [iara o segundo anuo do Curso Jurdico,
Pensamcntos theologicos com a mesma uli-:
em Oi.nda na ra de S. Beuto D. 15.1 vos > ura ,m,li,to de ,,om<> *"* > basti,nlc 8-
i^r A S.Mihora I). Candida Roza da Costa
assislente na casa do Snr. Antonio Jorge da
Portella queira mandar rece be r urna carta
vinda de Lisboa no atierro da Boa vista ven-
da D. 31.
MV Quem precisar de una ama para todo
O servico de nina casa de hoilioni soltoir ou
viuvo com pouca familia, dirija-se .defronle
do portao de S. Thereza D. 8.
X3r Precisa-se de um hbil forneiro : na
padaria de Francisco Consnlves Reg no at-
terro da Boa vista ; na mesma se acba tima
arla para o Sr Tcnente de artilhom da Ba-
lda M.moel Jos Vieira vinda da Cidade dos
Alagoas.
tar Fugionodia 31 do r- p- lidade :
S^" Arcos novos de caslanho em rodas ;
no Recife rita do Amorim armazm n.
de Joto Ignacio de Medeiros Reg ; assim co-
mo precisa-se alagar i pretos para socar as-
sucar.
ssp- L'm moleque de idade de 2o annos ,
de boa figura, sem vicios nem achaques ; e
lo arrobas de cera da trra de muito boa qua-
lidade : na ra da senzala velha n. 51.
yy Batatas novas da liba a 8oo rs. es-
go altura regular magro levou calcas de
io ganga azul camisa i' risCado amarlo : Joa-
quim cabra re oreado do serlao manijo;
levou eal(;as de brim e camisa de coila: quem
os pegar leve a Fumino Jos Felis da Roza.
colhidas : no ariiiazem do Braguez junto ao
X3~ Farinha de S. Catharina cm sacas a-hico da Concoico.
melhor que bu presentemente, arroz com j srr Erna escrava crela de idade de 23 an-
casca, espermaceto lino de <, e 7 em libra a nos de bonita ligura sem vicios nem acha-
Soo rs. manteiga de porcoa 52o a libra ejques, sabe cozmhar o diario de urna casa e
em barril a 28o rs. no paleo do Carino qui- o motivo da venda se dir ao comprador : na
na da ra de Hurtas lado direilo venda I). 1. ra da Aurora ultima, casa terrea antes d
t3T Na loja de Guerra, Silva, & Cofllpa- chegar afundic.no.
nhia na ra Nova I). 6, acbao-se a venda mui-
to bous licores de toda qualidade, e por pre-
go commodo.
%sr Maquinada Pracinha do Livramento
SZT Erna porgaode alqueiresde milho de
muito boa qualidade : na ra do Rangel no
primeiro andar do sobrado D 2o.
Taboadodc pinho de um a 5 palmos
loja da viuva do Burgos vende-so pannos li-'de largo, muito seceo ; ede todos os com-
MOVl.MENTO DO PORTO.
navios entoaoos no da 4.
Havre de Crace ; 43 dias Brigue Franco/
Arinorique de 225 tonel. Gao. Runouff,
eqnip.t, carga fazendas : a L. A. Du-
bourcq.
Hamburgo ; 55 dias Patacho Hamburguez
Fortuna de 11 i tonel. Cap. Matz P. Krag,
equip. \) carga gonobra manteiga ba-
tatas e fazendas : aN. O. Bieber & Corn-
panhia.
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