Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:04430


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Full Text
-
Atino XXV11T
Sabba.lo 28
de Fevereiro de 1852.
N. 48.
MiR 10 M W PEMAMBl0.
vueoo a a gVBosipqlo.
PaOIMENTO AOUlSTtDO.
Por trimestre...........
Por temeitre ...........
Por nno .............
Pago dbnto du tbimbstbb.
Por quirtel............
BfOTIOIAS DO HPEIWO
Pari..... I de Fevr Mnm... .'i.l' Imr.
Maranbo 6de dito S. Poulo. al de do
Cear... 7 de dito,
arablba. 50 Je dito
. DI-da tiniitt,
4/00ol}3Seg. Ss. L'taro t
8/000 Sereno.
16/U00J2, Terc.8. Primitiva
25 l)uart. Cinta.
4/7>00\0 Qulnt Torquatro.
!7 Sexl. OracSo do Hor-
to ; S. Amillono
29 Sab. S. Hoiuo.
IR. de ... M de Fevr.
Uahia... 17 de dito.
12a Dom. I. da Quares-
in i ; S. Paulo.
AUDiriOlAs.
Jaita t OrpMo
2. eS.il 10 horas.
1. varado civel.
3. di. ao raelo-dia.
Paseada.
3. e6. as 10 borai.
2 tiara do en ti.
4. e tabadoi ao melo-d.
Rtlfto.
Tercas e sitados.
a ramal bu.
I Cresoente 28, as 8 boras e 31 mlnutot da m
(chela a i as 6 boras e 10 minutos da tarde.
IMingoante i l, as 7 bora e 11 minutos da m.
I Nova 20, a 1 hora e 24 minutos da m.
railaui d noJ
Prlmelra s 11 horas e 4a minutos da manbaa.
Segunda 0 e 54 minutos da tarde.
FABTIDAB DOS COHBKIOS,
Golanna e Parahiba, segunda! e sextat-
feras.
Rio-Crande-do-Itorte, todas ai quintas-felras
aomelo dia.
Garanhunse Bonito, 8 e'23.
Boa-Vista, e Flores, 13 e28.
Victoria, s qulntas-felras.
Olinda, todoi os das.
NOTICIAS rlTriANOEIBAa.
Portugal. 17 de Janr.
Hespauha. 9 de dito
Franca
Blgica...
Italia___
Alemania.
Prussia .*
Dinamarca
ti de dilo
3 de dito
4 de dilo
Sde dito
5 de dito
I dedito
Russla... SO de Dctb,
Turqua. 29 de dito
[Austria.. 5 de Janr,
Suissa. .. 3 de dito.
mu -na... 3i de Deibr.
Inglaterra 8 de Janr
K.-Unidos 24 de Dezbr
iMexieo... 29 de Novbr
California 20 de dito
Chlli. 2* de dito
'lluenos-A. 4 de Fevr.
Montevideo 4 de dito
OAMBtOSDK 37 SiriVtnilBO.
Sobre Londres, a 27 a 37 '/, d. p. lf
Pars,
> Lisboa, 90 por cante.
si .Ata.
Ouro. One, as bespanholas.. ..T.7. .'... 2o
tloedas de ry400 velhas.........liento
> de 400 novas......... HuMum
de4/DC0................ 9/100
Prata.PatacSrs brasllelros........... J/!i20
Pesos columnarios............ l/n-20
Ditos meiicanos.............. j#80U
EXTERIOR.
I leiro llulsemann a oxpressuo do sua dislinc-
tn cnusi derecho.
Webster.
C Preste )
l.o so no Jornal de Francfort do 24 de de-
zembrn o seguinte
A Gmtta tie Vlenna poz em duvida a u-
thenlicidade da nota do encarregado dosj Os Jornaes americanos publicaram ultima-
negocios austracos em Washington de 4(mente a resposta dada pelo cavallelru Hulse-
de julho de 1851, aqual foi cotnmuniodajmann encarregadodos ncgocio.jla Austria nos
pela Canta univeriat
riodicns americ
de publicar o ven,.
limas notas trocadas entre os orns. fluise-3 rejjao j, Hungra. Eis os termos em que he
mam e Webster na quesISo austro-hngara,- concebida a resposta do Sr. Hulsemann.
asqu.es mostrein domlo milis p0SlliV0 g En gSr_ Dmie WcbHcr secretario de Es-
que o encarregado dos negucios da Austria tado dos Esiados-Unidos.
11S0 pode remetiera 4de julho urna nova) Lrgacao d'Ausiria, 4 de julhode USi.
nota neste negocio equeporsso mesmo 111 o ^abaiso assignado encarregadodos negocios
1851. aaual foi communicada I mano encarregado dos negocio,da Austria nos
tivertatle Kuqsbnrg e polos pe- Bslados Unido, a nota que Mr. Daniel Webster
. -w.1 n, -m B.|,Jn ministro dos negocios eilrangeiroi dos inesmoa
renos Futamos em ,...,, Estados dirigir ao gabinete Imperial para ex-
verdadeiro t-xtodas duasul-r mcar(ul lh|, vlva e acliva pela Insur-
ducumento publicado pela Gasttit universal de S. M. o Imperador da Austria, tendo leu
de Kuqsbeurg e pelos peridicos americanos ao conhecimenio do seu soberano a nota
1*2i. ...ii.\.nii. ti duaa nulas v- "" >"> ala d' ?' de d*einbro n80 be authentico. El* a duaa '" reccbru ordem de dar a resposta aeguinte :
a (I o
ile
m
recebeu ordem de dar a resposta seg
A conducta dos Estados-Unidos, de que o
encarregado j se queixou, e que consista em
ter enviado uin agente americano Hungra
para ah entrar cui rclacao com os rebeldes ar-
mados contra S. M. o Imperador, esta conduc-
ta he juslilicada na nota de V. Exc. pela rasao
de queosE.taJos-Unldos tormam um governo
bateado em principios puramente populares, e
alm disto cada uin dos Estados da Unlo be
fundado, c se apoia nos mesoios principios, e
dahi resulla uina sympalhia justa, e legitima
do povo c do governo dos Estados-Unidos por
lodo o moviinento tentado, nao importa, onde,
e porquem, em favor da llberdade e da Igual-
dade.
seusfilhos escola para aprenJerem a ler e
a escrever.
a 0 imperador da Austria nSo he do ne-
nhum modo inimigo dosdireilos populares.
Reina sobre os povos da Austria para o bem
delles, e no para o seu. No exercicio de
suas augustas funcf,oes receba a luz de to-
dos os pontos. ms nao procura inslruccOes
sobre grandes ideas de responssbilida le, e
sobro principios puramente populares de go-
verno era representantes de urna aristo-
cracia de proprietariosde escravos (mui se-
melhante a essa outra aristocracia, cuja in-
surrcicflo foi ltimamente comprimida na
Hungra) que pregam a democracia emquan-
lo que toda t ana vida se passa em fazer os
seus iguaes solTrerem o poder arbitrario
ni k 1 s revullante.
Porcm ainda que o imperador nSo pos-
sa admitlir de maoeiraalgumalque os Es-
tados-Unido aejsm os representantes dos
principios pulimento populares, nSo (oria
nenhuma objeccSo a fazer para que as re-
lacoes entre os dous governos fossem esta-
belecdsssobre abase da intervenco reci-
proca nos negocios interiores como o gover-
no dos Estsdos Uni los parece desejar. As-
sim como tolo o resto do mundo chrislSo,
o imperador sempre olhou com perfeila
commizerar;3o para a escravidSo degradan'
te, e na sua opiniao; tSo-deshoorosa para o
christianismo, na qual se reten) tSo grande
parle da especie humana, n nSo duvid. que
prximo estar-o lempo em que a revolta
dealgum Kossuth negro Iheforneca a occa-
siaodoprem pratica os novos principios
Seria presentemente intil examinar se dado _
que as bases do governo dos Estados -Unidos j ue Jjreilo inlcrnicional estsbelleci los pelo
fossem relmente taes como o dii V. Esc.
DlldUUl Ul .lliitn .uiiiiiidii., a mau*.i *... --------------- ---- r
na Carolina do Sul c no Missipi, a inaioria dos respeito do atsumpto de SUS nota, aproveilo
habitantes so conservados em um eslado de a occ.giSo de renovar a V. Exc. os protestos
escravidaopessoal degradante, que sao inteira- j8 niinlia alti consideracSo.
ineule ascluidos de lodos os direitos soriaes e
polticos, eslado completamente desconhecido
em todas as partes do imperio d'Austria, V.
Kxc. nao ignora que em qualroze Estados so-
bre trila e um o mesmo acontece inaior par-
te dos habitantes, ihos do mesmo solo; qne
llulsemann.
(Journade DebaU
Um peridico de Londres, o Itluttrated
London News, publicou, ha dias, a seguinte
momo os Estados, em que nao eiisle a escra- noticia, 1 qual indubitavelmente chamar
vido, soobrigados a coaserva-la nos outros 8tlencj0 jos eitores edar lugar a mui-
Esiados; que o governo da Unan he o instru- ...ni.,.!,,,
nenio, coagente deste sj.teina, e que se n.io ll
LegagSo austraca em Washington,
Senhor secretario de estado.
II de marero de 1851
Recebi urna resposta aos dospjchos
com que enviei a Viennaa nota que*. F.x
me fez a honra de dirigir-me a 21 do de-
zembrodoanno passado, e apresso-me cm
fazer ver a V. Ex. que os argumentos co-
udos em sua nota nSo poderam mutlsr ojui-
zoqueo gabinete imperial fez sobre a mis-
sSo do Sr. udley M*r>n, bem como sobre
o theordas inslrucr;0es de que elle eslava
munido. Ogoverno imperial adheie sempre
firmemente s vistas contedas na minha
nota de 30 de setembro, e recuza discutir
ulteriormente esse laslimavel incidente,
poique nao quer expor-se ao perigo de ver
pertnihadas por discussOos, que nontium
resultado pratico podem ter, as relces a-
migaveis que entrelem com o governo dos
F.stados Unidos, e dezeja conservar.
O presidente Fillmore doclarou em sua
mensagem de dedezembro do anno>passa-
do que estsva decidido a obrar a respeito
du- imiL-ii- n.-ic/i il.-i mesma maneira que os
Estados Unidos dezejavam que so o brasse a
seu respeito, e que tinha adoptado para re-
gra de sua poltica : benevoencia para com
as potencias estrangeiras, o abstinencia de
toda a intervenido uoss'us negocras inte-
riores. A Austiia nSo exigi, n-m exigir
nunca outra couza do que a pralica destes
principios; e ogoverno imperial deseja sin-
ceramente permanecer em bons lermos com
ogoverno dos Estsdos Uuldos contanto que
se n.oafastom desles principios Aceite
etc.
Secretaria do estado em Washington 15
de marco de 1831. v
Oabaixo assignado (en a honra de.ac-
cuzar a recepcSo da nota do cavalleiro llul-
semam de 11 do corrente, aqual foi levada
ao conhecimenlo do presidente.
O presidente sent que a nota dirigida-
pelo abaixo assignado em 21 do dezemhro
passado so Sr. cavallleiro llulsemam n3o
tenha satisfeito o governo imperial, e nSo o
tenha feito mudar de parecer respeito ds
mi-sSo do Sr. ulley Mann, odas instruc-
QOesdeque este eslava munido. Todava
rogoiija-se de saber quoogabinte impe
rial deieja conservar as relnc,0?s imigsveis
que prezentenioute exislem ISo felizmenle
entre os dous governos, dosejoqueo pre.-i-
dente partilha sinceramente.
a O presidente regozijs se igualmente por
saber queas i leias exprimidas em sua ul-
tima mensagem a respeito das'elac,0es in-
teroacionaes entre os Estados UniJus, eas
potencias estrangeiras so approvados pelo
governo imperial, e encarrega o abaixo as-
signado de assegurar au Sr. cavalleiro llul-
semam deque elle se propfla obrar sempre
conforme com estas Ideias.
o O governo dos Estados Unidos nflo est na lliblia para provar isso? a 13o importante emproza
inais disoosto que o gabinete de Viennaa-i Oabaixo assignado toma a lilierdade re O projeclo de II oreau he cruzar o canal
prolongara discussSo sobre as questOes a 'crer (e appella para o munJo civilisado re- inglez, cuja exlens3o he de seto leguas por
que deu lugar a nota do Sr. cavalleiro Hu- lalivameuto a justeza de sua opiniaoj que o meio de um tubo construido de fortes pran-
""3 do anno passado. direito do imperador d'Austria de decidir chas de ferro, ou anles de ferro coado,
i ir.i a applicacao continua deste sysiema; V.
Exc. o sabe inelbor que iiiugiiem, e moriiiente
se nao foia a exlradlcio escrupulosa dos refu-
giados que fogem da escravido, a l mu 1 dei-
xaria de existir.
C.aminlio de ferro tubmarinho entre a Ingla-
terra e a Franca.
A cornmunicacSo entre a Inglaterra e a
Eriiir;;!, assumpto que esda dia adquiro
V. Exc citou em sua nota a ci-culsr de mais interesse, acaba de receber um Impul-
laybach do mez de maio de!8H como para so extraordinario com o ostabeleciment
fazer notar de urna maneira mais saliente a do thelegrapho elctrico submarinho, que
dilTercnca entre os principios do governo tornou a lransmiss3o de noticias de um paiz
austriaco, eos do governo dos Estadus-Uni- para oulro instantnea e completa. Sem
dos. V. Exc. cita da circular de Lsybach a embargo disto, para continuar-se a unio
passagem seguinte 1 internscionil, requerem-se meios de trans-
materia de legislar;lo e de administracao s tem os perigos e eventualidades inherentes
devemeinanir da livre vontadele e da con- passagem por mar, pela qual, apesar de
viccan inlelligente daquelle que respon- todas as nossas applicar,6es scientlicas, se
dsm perantu lieos polo poder que elle me le s vezes nos peridicos damanhSa, um
deu. Tudo o que so afasia desta linha co,i- paragrspho semelhanle ao que ss segu:
duz dcsordem,s ruinas, e a malos mals Ao entrar no prelo o nosso periolico, o
lerriveisdo que aquellesque se querem re- correio de Franca nSo tinha chegado a Dou-
mediar. i "es. A indicada communicaeflo tem si-
Porventura V. Exc. admitte que oses- do por largo lempo um plano favorito entre
cravos, isto lio, a inmensa msioria da po- os projectrstas. Alguns leem proposto o uso
pulaQSo 1 n i 1 .r 11:1 da Carolina do Sul, tem o de pontes, outros leem sugg-rido a idea de
direito de destruir ogoverno e o dominio cavar a trra por baixo do mar, cous pos-
de seus senhores brancos? NSo seria o go- sivel segundo sededuz dos trabalhos ex-
verno da Un3o obrigado a inlervir pa'a culados nss minas; por n os obstculos
suflocar sernelhante insurreic.1o? NSo di- sorSo insuperaveis, eo custo onorme. Ou-
zem os proprielanos do oscravos na Caroli- tro projectista, o Sr. Hctor Horeau, acaba
na do Sul e em outros estados que tiram o de annunciar um pensamento atrevido, se-
seu direito de Dos e que s a elle s3o res- gundo o mesmo autor, porem que em seu
ponsaveis pelo seu exercicio ? NlOM apoiam entender aprsenla as garantas nenessartas
seman de 30 de setembro do anno passado. direito do imperad
a Oabaixo assignado expoz em sua res- s, e exclusivamente sobre s mjdanr;as po- preparaao para eoiu mu, o quo puaiu nu
posta a esta nota as razAes porque o gover- lincas necessarias, e convenientes na llun- fundo do mar, possa conter, aln da senda
no dos Estados Uui los so julgou autorizado gna he polo menos 13o legitimo, como o necessaria para os inspecloes ou peritos,
a fazer tudo o quo levo lugar a respeito da titulo de quecem mil propietarios do es- duas linhas para as carruagens. Dando de-
BiiS'Sode II. udley Mann, odas iustruc- cravos ameriesnos se prevalecom para ter clive ao caminho, Horeau considera que se
cesquellio foram dadas, e aproveilou ao na dependencia absoluta do sua vontade, e obter um impulso bstanle forte, para que
mesmo tempo a uccazio de prnclsmar os do seu bel prazer msis de tres milhos de as carruagens cruzem o canal son o auxilio
principios, e a poltica a que adherem for- seus compatriotas, cmquanlo que reduzem do vapor. A maior profundidado do mar
os outros vinte milhes de liomcns nonti- no meio do canal, permute a construccao
nalmentelivresao papol de conductores de de planos inclinados, por meio dos quaes
escravos, ou caladores de escravos. i urna carruagem poder chegar a cerlo pon-
11 Quauto ao exercicio deste poder que to donde urna maquina de vapor ah esta-
prelende nos dous casos ter urna origem di- cionada, ou antes a pressao alhmospherl-
vina, o imperador da Austria aiuda nao jul- ca, poder ser empregada para impelli-l
gou necesiano prohibir a urna porc3o de fazendo-a chegar ao nivel dos caminhos
seus vissalos que aprendessem a ler e a es- terrestres de Inglaterra e da Frantja.
crever. Longo disso, lodos ospais na Aus-: A collocaco dos tubos debaixo do mar
masito obrigados da parte da lei a enviar nJo impedir a nnvegacao; dous phares
^^a^^^ms^^mmm^^^^mejg^^^^g^gt^tKtmwM 0SMWs^s9t1^s^stwWt1^9ssis^S9^sWsWswttsws^mts^^r^e
lie o pieleito do departamento, disse eu expresslvo, creio que iiuuha coragem Ue multo
a madama Itaymundo com angustia, Inclinan- prespicas.
do-ine sobre o seu ombro. I Apenas lloba ella dito estas palavras, abrlo-
Eu llnha reconhecido Mr. de Saint-Mare. se a porta do sali, e o criado annunciou; O
Sua presenta em minha casa no dia (inmediato Sr. prefeilo.
o di chegada dos proscriptos, a escolla desa-1 Eu ful vivamentcaoencontro de Mr. de Sain-
, niuni.ii.i de que elle vinha acompaohado qie te-Mari procurando ler em sua phvsiooomia,
davam as mals vivas Inquletacocs por isso ac- se o din de sua viuda era o que cu tema,
crescentei com ancla faieudo um signal a ma-l O prefeilo me pareceu constraugido, suas
dama Raymundo: prlmelras vistas se dirigiram obre meus bos-
_ c me accredita. senhora, poupar a si pedes sem que me fosse posslrel suspeilar se
um horrivel eufado; o nosio prefeilo he um era por desconfianea ou por curiosldade.
impertinente e insuportavel tagarella, minha Minha chara amiga, dei-me pressa era di-
mulher acompanha-laha ao seu aliarle, e eu zer a Ali.iua aprcseniando-lhe esle visitador
receberei silnho aMr.de Sainie-Marls. I Importuno, Mr. de Sainte-Warle.... uosso pre-
Nao, Mr, uplessis, me disse rludo mada-l feilo.-. Elle seoilo vivamente nao K-la vino a
ina Itaymundo, couhecemos bem os deveres da ultima ve que aqui veio. Mr. de Saiole-oarie
hosiiilalidade para com os nossos charos hos- inclmou-se. Alblua corou, eu temo que esta
pedes e mo podemos abandonados oo momen- mudaoca de cor fosse Interpretad! pelo prclei-
to do perigo..., O Sr. di/, que o seu prefeilo he lo como urna provx da psrlurbacao, que mis
11 I n 1 .M ^^.^^b _> ni.-ill* nAihirhsi"lil unta nnilll ill>_
teniente uS Estadas Unidos por serem con-
formes siluai;Ro do paiz e Ibes serem as-
signados pelo seu carcter, pela sua historia
e pelo lugar quo oceupam entre as iiac,oes
do globo, e poee admillir como cousa
poziliva, que c-t principios, e osta poltica
nunca serio abandonadas a menos que so-
brevenha urna mudanza cxlraurdinaria no
curso das causas humanas.
Q ahaixo agsignado reitera ao Sr. cval-
FOLHETIM.
ou
MEMORIAS DE UM MARIDO.C)
POn EUGXNIO SDI.l
XXXVI!.
Albina pronunciando estas palavras, que me
fiterain estremecer de susto :
4Al meu Dos gendarmes! se debrucara
najanella, dando assim seoslas a madama
Raymundo, a Charpenlicr e a inim.
A 111:11 de Joo empallideceu, e lancou 111a-
chinalmente os othos para a parle do casieilo
em que eslava seu flho. Charpenllr encarou
madama Raymundo com angustia, porm va-
se que nao era por si que trema. Eu exprim
a ambos os meus temores por um signal cx-
pressivo, poicm madama Raymundosupplicou-
ine com uin gesto que nao desse a conhecer o
meu susto.
Tudo Islo se passou em um segundo, e em-
quanlo minha mulher se debrufara na janclla.
Enlao madama Raimundo com uiua calma e
urna facilidade que me confundlain, approxi-
iiinu-.se da janella, poi-se junio de Albina, e
llie disse alegremente :
Gendarmes, seuhora ?..,. Mas isso he qua-
si urna curiosidade na sua solido; permita-
me que veja tambem esla cavalgada inespera-
da. Tanto mais, senhora, accrescentnu a mi
de Joao, que estes cavallelros nao sao, senao o
accessorio de urna inui linda carruagem que
acaba de parar.... Ah eis que della desee u,o
senhor de mullo boa apparencia.... tino digo
isso pelo ineuos scubora, porque elle nos sau-
dou mu graciosamente E quem he esse visi-
tador que vem v-la acoinpanhado de t.m for-
imd.ivel escolla?
(*jF(VoD um insupporlavel lagarelli! l'ols bem I soll're-
reinos corajosameoie a tagarellice desse Im-
portuno. Pariilbamos os seus praieres.....por
que oo havemos de parlilhar lambem os seus
enfados... Nao he esse o seu parecer marquez?
Cerlamenle, respoudeu Charpenlier; c
faiendo-me um signal, elle continuuu: O Sr.
prefeilo vio a marqueta i janella ao lado de
madama Duplesss i pois saudou estas duas se-
nboras,-ellepensara, que fugnos delle, ..que
temos inedo delle, e isso seria mortifcame pa-
ra esle charo senhor.
Reluca bem, senhora, disse eu a mada-
ma Raymuodo esforcando-ine para sorrir afia
de occuliar minha angustia o perigo se appro-
xlina,.... atueaca... daqui a alguus Instantes....
nao ser mais lempo de fugir, e a senhora lera
de sollrer a mais iiuipida das convertaces....
Confetse, senhora, disse alegremente ma-
dama Raymundo a Albina, coufesse que Mr.
Duplesss fas pessima opiniao da minha cora-
gem?
Nao, senhora!. ., esclamel eu ouvindo os
passos do criado que preceda o prefeilo para
annuncia-lo, nao, senhora, nao duvido'de sua
coragem.... mas asseguro-lhe que neslc mo-
mento ella he cega....
Pelo contrario, meu charo hospede, rcpli-
cou madama Raymundo laucando-inc umolbar
causava sua visita, perturbaco que poda dis-
pertar suas suspeitas s elle ii.Ij as linha, ou
conrina-las se j as linha ; por isso querendo
temar uin Unce de lortuaa disse a Mr. de Sal-
te Alarie.
Permitta-me, meu charo prefeilo, que o
aprsenle senhora marquesa de Berieuii, ella
se dignou assim como o Sr. inarquei (e eu de-
sigoava a Charpenlier com a vista) fater-rae a
honra de vir passar algum lempo em Ribal-
lire.
Air. de Salnte-Marle inclinando-se pareceu-
me 1 in;ar uui olbar aliento e desconfiado so-
bre madama Raymundo, e preparava-se sem
duvlda para fallar, quando a pretendida mar-
queta Ibe disse a queima roupa cois um lom
quasi protector:
__ Enlo, 5r. prefeilo far-nos-ba boas elei-
edes esle auno no seu departamento r\
E temos necessiiade disso '. disse Charpen-
lier com sua vos rude, temos mulla oecessida-
de de boas eleiedes.... Sr. prefeilo.. carece-
mos,... esrecemos absolutamente dellas!
Mn, senhora, respondeu Mr, de Sainte-
Marie mullo embaiacado pela pergunia de ma-
dama Raymundo, perinilla-iiie que Ibe laca ob-
servar..,, que oo somos nos os prefeilo....
porm oa eleltoret que faseui as eleiedes....
Cetlamcnle, leplicou madama Rayraun-
Ipndem ser constru los na entrada dos tu-
bos entre os phares de Franca e da Ingla-
terra. Estes signaes quo podero receber
os 1 oims das diiTerentes narres da Ierra,
devoran ser ce sos noite e indicarSo exte
riormente a posifSo do caminho submari-
nho aflm de que os navegantes oSo aneo-
rem perto delle, pois que se ss-im o fiessem
poderla u tubo soffrer. As luzes di unas n noc-
turnas dos phares deverBo tr.nsinittir-se
atrovez do tubo, o qual se cobrir loteira-
mente com urna cpa deesmalleou polmo,
por meio de pranchas metlicas de refrac-
?Su. A parle superior do tubo dever ter
claraboias de cryslal grosso em distancias
iguas, o o gaz fornecer o complemento
da illuminac3o enlre os phares: tambem
as carruagens podero ser descohertas ou
ter o tecles de cryslal. um de quo os pas-
88gi;os apro"ri'.e,m-e da luz.
Segundo o calculo aproximado, o euslo
desta empreza subir a 87,400,000 libras es-
terlinas, ou a uns 400,000,000 de pezos du-
ros.
A recente e feliz concluso do thelegra-
pho elctrico tem enchilo o Sr. Horeau de
conflsnca emseu novo caminho de forro ;
elle solicita, pois, a cooporacSo dos ho^
mens scientlicos para osensaios que bao
de provar a possibildade de levar a elleito
um plsno tSoengenhoso quanto novo.
( Heraldo.)
O trg-himo segundo congresso dos Esta-
dos-Unidos entrou segunda-eira ao meio
dia no exercicio de suas funcc-Jas legislati-
vas, entre os 233 membros volantes de que
se conipe a c.mara dos represeniantes,
os demcratas contam 143 votos, os whigs
s enntam 90. A mesma proporc3o no se-
nado : 36 demcratas contra 24 whigs. A
ajministrarjao so ve pois em prsenla de
urna maioris adversa de 53 votos de um
lado, o de 12 do outro. Ora como bastam
117 votos na camira,e31 no senado para
constituir a maioria absoluta, resulta desse
algarismo um congresso clara e decidida-
mente hostil em principios ao executio,
com o qual he chamado a governar junta-
mente.
Se se apresenlasse em Franca urna igual
situacSo. qne ancias I que complicacOes,
que conflictos em perspectiva .' Mais feli-
zes, e mais exercitados no manejo das ins-
tituicOes republicanas, os Estados-Unidos
podem ver sem emor3oo antagonismo de-
zenhar-se enlre os lous grandes poderes da
confederarlo, e achar mesmo nesla attitu-
de umi especie de equilibrio salular. Mas
hnje a posic.lo he complexa. O ponto do
vista governamental nilo he mais o nico
em que devom ser observados os elementos
constitutivos do congresso : j passou o
tempo em qua tinlu-se dito tudo. quando
se enumeravam a esquerda as loreal do
whiggismo, dreila as da democracia.
Presentemeute ha entre estes dous cam-
pos do IradicSo destacamenlos nSosubmis-
sos, e eslamos em principio de urna campa-
nha presidencial.
Dos 143 volos demcratas que contamos
ha pouco na ca mar, s 20 s 'guem sem so-
gunla tencaoa velha bandeira do partido;
21 pem os direitos do Sul a cima do luda a
considerado ; 2 s3o dedicados ao aboli-
cionismo.
A minora wlig est igualmente mordida
no corac3o por essa dlsseosao Je doutrinas ;
asdispustasdo lalilude podem separar del-
la de um momento para outro I horneen do
Sul, ell homens do Norte Eis pois a final
de conlas 35 votos que obedecen, a movis
superiores, ao mesmo tempo quo estrenuos
as vistas geraes da poltica, e que poiem
por sua desleselo fazer pender a btlauca
parlamentar para o lado pelo qual vota-
rem.
No senado os direitos do Sul conlam 6
campees intratareis, lodos demcratas, e o
abolicionismo 8 advogados determinados,
3 dos quaes silo demcratas, o 5 whigs. Por
tudo 14 volos indoceis que tem em suas
mSos a ultima pslavra da maioria.
Se agora passarmos a dividir o congresso
em delegicors de estados, modo de voto a
que se recorrer em caso de eleic3o presi-
dencial duvidosi, acharemos 18 esta los pu-
tameoto demcratas, 2 demcratas separa-
listas, 7 wnigs, e 4 purtilnados. Aqu a
maioria democrtica se torna 13o liquida
que poda afronlar todas as ligas.
Appresentamossummariamwile estes al-
garismos porque os consideramos como s
chave das discusses, e mais ainda das re-
oliic/ies a que-vamos assislir. Na silua-
c3o tal qual vimos de esbocar, devem so es-
perar timpestades e votos, quo s a analy-
se dos elementos parlamentares peder
pilcar. Accreacent'-mns que os m >t' is das do meu dever levar essi documento a pre-
lagitaces, e oscillifes s3o em amhs as senr;s de V. Ex. allm de que, intei'ado do
' cmaras amia mais polerosos do ieiln- lodos os f-ctos ali acon'eci los, possa ex-
dica esta rapi la estatisca. A ooji*. 1 pedir as ordens, e providencias, que inlen-
1 do escrutinio as mSos dos adversarios do der acertados para asseguiar de um modo
goveno nata seria on comnaragSo doca- permanente o soego publico tau gravemen-
husquo poda produzir o contacto de inte-, te alterado nesse termo, como V. Ex. nSo
resses, de tendencias, de aspiragOes em lula 1 ignora .em vista das minhas part*ipac0es
perpetua urnas contra oulras, e algumasiedas deoutras authoridades.
eom .-igo mesmo. I Pllr> cons-guir-se esse grande fim j V.
Como prova e germen ao snesmo tempo Ex. ordenou, que fossem destacados cin-
do quo so pode esperar, tio-se sabbado pas- coonta pracas.dj guarda nacional, que uni-
sado urna reunido preparatoria dos tierno-1 dos ao de primeira linha all existentes, for-
cratas, composla doqussi cem raembros, re-i msrim urna forca do setenta pravas pouco
cuzar tomar por base de operaees, e por
devisa a conservarlo do coTOphmisso de
1850. Logo os whigs apoderam-sa da cir-
cumstancias, e.inscreveram o respeito ab-
soluto desie mismo compromisso em fren-
te do seu credo poltico para a f"ss3o cor-
rent. Com um tal principio d parte d-
quelles que vio ter a mauria numrica
suss ordens, o que devemoi esperar? ou
anles este princioio mesmo n.lo prova que
temos razo de n3o crr em nenhuma maio
ria ?
[P/irolrfeiVeu).Yor*0
PERNAMBUCO
ASSEUBLE\ PKOVI1NGL1L.
I," SESSA'O I'REI'AIUTO'IIA EM 27 DE FE-
VKKEIIIOI)EI852.
A's 10 dorase moia da mauhSi reunidos
na s Pedro Francisco do Paula Cavalcanti.
Joaquim Pires Machado Porlella.
Matioel Joaquim Carn-iro da Cuuha.
Florencio ios Carnciro Monteiro.
Augusto Fredcrico de Olivena.
Antonio Francisco Pereira deCarvalho.
M .miel Autoniu Martina Pereira.
Jos Quinlino do Castru Lelo.
J i.io Jos Ferreira deAguiar.
Anloiiic JosdeOliv'ira.
Francisco d'Assis Oliveiru Maciel.
Francisco do Mego Rarros.Barreto.
U nbelino Cuedes de Mello.
Jo3o do llego Uarros FalOlO.
Francisco Raphael de Mello Rogo.
Joaquim de Aquino l'onseca.
Jos Pedro da Silva,
lenlo de Capibaribo.
Caetano Estelifa Cavalcante Pessos.
Joaquim Pinto de Campos.
mais ou menos ; eu porm suu de opiniao,
que essa forrea 11S0 basta avista dos gran-
des elementos de desordem espalha ios na
populacho baisa e ignorante, e que para
conter a esta om sus desvarios leve a forca
de primeira linha ser elevada al cincoenta
homens, (lean lo a da guarda nacional su-
geitaao commaridanle ilcsl, que dever
ser um cspitSu de primeira linha, em cojo
valor, prudencia, o deciso se leoha tola a
coufianca.
Itoleva anda dizer a V. Ex. que o delega-
do de N'azareth ten lo ido a povoaedo de Tra-
cunhaem no da prioiairo do corrente com
o intento de dessolver o ajuutamenlo ilci-
to, que nesla se devera fazer, como me
cominunicon por seu ofllco de 2 do corren-
te, esteva auzenle da caneca do termo du-
rante os dias 2, 3, t" 5, e 6, segn lo sou
informa lo, apezar de ser aqui a sua presen-
ta souremodo necessaria, allm de dar as
precizas providencias, e animar os amigos
da orlein e do soego publico que se reu-
nan), e conbinavam nos meios de su oppo-
rom aos sediciosos de Tmcunhaem, que 11 -
ziam toda a qualidade de assallos a vida e
propriodade dos cidadSos.
Dos guarde a V. Ex. secretaria da polica
de Pernambuco It do Janeiro de 1852. III n
e Exm. Sr. Vctor de Oiivoira, piesidente da
provincia. O cliefe de polica Jeronymo Jlar-
iniano Figueira de Mello.
Documento a q'te se refere o o/Jicio tupra,
--lllin. Sr.Os motivos mais fort-s de haver
lii|erni,ie lo nis c .111 in 11 nc 11,11 'S ofUciaeS
dasta delegada com a presidencia e reparli-
c3o da polica s3o bem juslificaveis; pois
que nesses dias tenebrosos achavam-so to-
das as estradas com for'es piquetes dos se-
dicinsos, quo vidamente uidagavaio, e
corran a qualquer individuo, que elles
desconflavam conduzir olllcios para essa
O Sr. Carneiro da Cuna propOo para pre-JCaP'lal ; e isto he ISo verdico que por
sidonte interino o Sr. r. Pedro Cavalcante, [ quelles anarquilas ja foram roubados dous
e para secretarios os Srs. Dr. Machado Por
lella. e Mello Iteuo-
Os Srs presentes, por aclamacSo, apro-
vam estas propostas.
Os aclamados tomam seus respeclivos
lugares.
m seguida o Sr. 2o secretario fiz a re-
lac3odos diplomas entregues na meza que
s:1o os dos Srs. sciui 1 mencionados e o do
Sr. Antonio Peregino Maciel Monleiro.
Passa-o na forma do regiment eleic3o
das duas commissdes de venlicjes do po-
deres.
Para a primeira co.TjmissSo, :sto he para
qui tem de verificar os poderes de ludo
os Srs. deputa los sihiram cleitos os Srs.
Barros Brrelo com 9 votos.
Carneiro da Cuuha om 8 votos.
Pereira de parrallio com 8 votos.
Para a segn la co ninissSo isto he para
a que tem do voi ilicar os po lores dos mem-
oliicius meus, que se dirigiam a presidencia
como V. S. ja lia deestar iuleirado; assim
como outros da presideucia, que foram con-
dusidos por um soldado de cavallaria. S.i 1
poisessisas razfles que detiveram-rjie: e
ouslaram as minhas parlicipaces olliciaes
com as primeiras authoridades des-a capi-
tal.
Anlovendo perigos, a quo se expunhaa
minha existencia, e ancoso pula traoquil-
lidadede minha comarcu, derigi-me para
all apesar das noticias, que de momento em
momete chegavam-me, que alguus grupos
i.npiq'ietavain-se nis esliadas para mler-
C'ipolaren) a minha passagem para Naza-
reth. All enegiiei pelas duas horas da noite
de 5 do corronle, e encontrando alguns
propietarios, e paisanos lodos reunidos e
roalos para a defesa da causa do governo,
felicitii-os olas suas 13o louvaveis inteu-
(des; e eu mesmo empunhaudo armas, e
bros da primeira commmissao sahe>n elei-iexponJo a vida, lanho-mo conservado nesta
tos os Srs.
Augusto de Olivcira com 8 votos.
Pinio de Campos com 8 votos.
II .1 do de Cipibaribe com 7 rotos.
O Sr. Oliveira Maciel, obleve tambem
citada s a espera do mi migo, quo dizem
tranzitar por l'.io d'AIno, e por outros poo-
itos circunviziniios do Maiaieth. Os dias 4
[. 6, c 7 foram assustadotes, porque de hu-
ir em hora asseversva-se que esses grupos
voros7m-s'a"'9oVtrpre7enu;"ao"sr.1araoicfisciam' e P'oJMUYan planos tem veis :
de (Vuibaribe *lu u"e na lar,lB odia 7 "Puareceu am ou_
NSoharendo mais n.da a tractar, o Sr. lro rma,que fez demarcar eonienanie
esideute manda lodos os papis as com-'1ue,lles propneUnos, que a.severavam-
esnomeadas.e lerantGua sessSo (era me defender a causa justa deS. M. o Impe-
a: FraJor. Maseuja resignado; sustentando o
I posto, e lugar que oceupo, conservei-mo
com u subdelega 10, comuiandante o respec-
tivo destacamento s na especlaliva do mi-
migo, que se dizis elevar se ao numero de
qualro ceios homens, que vinham atacar
pres
miss
meio
KepartQo da Policio.
Continuas lo do expediente do Sr. iesembar-
gador chefe de polica, em 'ciando aos mov
mentas sediciosos que tlveram lugar nesla I esta cidade, onde at esta ora resido de-
proeincio no m-z de Janeiro prximo pas- fondeado a causa do governo.
Todos os meus adiados abandonaram-mn
e esda um tornou a direccao em se julgava
garantido.
O engenhodemous pais foi ni tarde do
da 4 assaltado pelo faciuura Severino Al-
ves, e uiais cenlo e cincoenta sediciosos,
que cercaram-no, varejaram no, e escala-
ran! urna porta do deposito do assucar, onde
do coiiiuiiia facilidade um lano acliva, certa-
mente Sr. prefeilo, os eleitores faiein as elel-
efie.....bem como os oarnelros escolheiu o seu
caminho.... guiados pelo pastor.
Infelizmente, senhora, disse o prefeilo,
aleumat vetes os carneiros em vet de seguirem
cegameele o pastor se poem em seguimento de
siguas moi carneiros rnosos e indisciplina-
dos.
Enlao pau nesses carneiros, disse Char-
pentier com urna Qeugmtiiupertubavel, e com
urna vot dura e breve: slin, senhor prefeilo
pau nesseamos carneiros que desencaininbain
o resto do rebanho!
O Senhor,.,. gosta dos meios expeditos.'
conlinuou Mr. de Sainte-Maria eucarando Char-
penlier com um arde duvida, e como se besl-
latae em crc-lo de boa f o senhor uiarquct
gosta dos remedios heroicos?
Senhor, quando eu fana a guerra da Van-
dea em ti. todos os atues, que me cahun as
mos, eram futilados. Recordo-me que cin-
co legoas de Vilr em una pequea villa cha-
mada Lonang.... O Sr. prefeilo J esleve na
Vaodea
Nunca, senhor.
He pena. Esle lugar selvagem te-lo-hla
impresionado.... Couforine la duendo, em Lo-
nang lis um dia futiiar trinta e tres asacs.
I'orui, senhor marquet, disse cu a Char-
penlier, estas execuces deviain provocar ler-
r i veis represalias?
Naturalmente, respoodeu_ Charpenlier,
poislembro-ine que por occasio da rutilada
deque acabo de lallar, os asue nos responde-
rain quiote das depoia com a niorlc de urna
das nossas companhias ccinmandada por um
lecelao de Moguncla, appelidada la filiuie. E
era coiu efleilo uina lerrivel liindeira essa coin-
panhla. Infeliiiuente a aotiga energa de nos-
so partido vai cada dia deafaltecendo, e nunsa
teremos mais necessidade de chamar cid nosso
auxilio um lerror salular.
1.orno assim, senhor?
F, o Sr. prefeilo ignora o que se paisa em
Pars? exclamou Cnarpenlier cun um ar
quasi irado encarando para Mr. de Sainte-Ma-
tlc, o senhor nao labe euio da nova e aboini-
sado.
EXPEDIENTE DO DIA 14 DE JANEIRO.
AoExirt. presidente da provincia. N. 256
Tendo recib lo hontein pelas dez horas
da manilas o ulli:io incluso por copia sob
adata de 11 do corren le, em que o delega-lo
do policii do tormo de Nizarelh d conts
do estado de tranquilidade e soguranca pu-,
blica do referido termo depois do sou ulti- roubar.m 13 m.cos ue cartuxus, 800 ba as,
mu OlICin n. 9 d- 2 do mesmo mez. juUo n^isiu^Mi^lra^le^enr^aU^^
um dos curies mais peiigosos ua cuuspiracao
de que falla, membro lulluenie daa sociedades
secretas quetinbam prepaiado esse moviinen-
10.... Esle iiii.eravel andafugilivo,... Ha diver-
sas nterprelaces sobre o seu cainlnbo, uns
ei, ion que procura galibar a Inglaterra, oulros
que se approxlma do meio dia por Kourges c
Chateauroux. r'ix-me acompaonar de alguns
gendarmes, para poder, se for preciso apode-
rar-ine delle, ou despachar ordenativas em
caso de ter iuformaedes sobre o camiaho que
leva; em urna palavra o negocio parece a inun,
assim como ao Sr. marques, lao grave, que re-
solv ir pessualinenle recommenuar s autori-
dades municpaes a mais extrema vigilancia ,
e passaudo por Cbambly desviei-ine uin pouco
do camiuho para....
Aqu o prefeilo se inlcrrompeu um segundo,
como fa/enilo reticencia, e conlinuou logo:
-- Uesejava ver Air uplessis, e deliar-lhe
eut todo o caso os sigoaes do humen que pro-
curo, porque be do dever de todos os bons rea-
listas prestar soccorros a autoridade em lo
grandes circumslancias,
Disendo estas palavras, Mr. de Sainte Marie
eniregou-me din aigualaineuto iinpressoo qual
laocei sobre uina mesa que. eslava Jumo de
inim, edliae ao prefeilo.
Pode car cerlo, meuchsro senhor de Sau-
le-Marie, que nesla cticuinuancia, assim como
sempre, obrarel como bona realista.
-- Pois bem, senhor prefeilo, disse Charpen-
lier em presenta do que se passa o snior se
admirar anda de ver-ine pedir o emprego de
uitoos heroicos ?
1) faci he, senhor marquet, respondeu
Mr. de Saote-Marle, que a violeucia sempre re-
uascenteduj revolucionarios legiliuia a repres-
so a mais desapledada.
E porque he, leplicou Charpenlier, que essa
violencia dos revoluciona) ios renasceincessiu-
ineuie? Porque a auloridade, repilo, nao labe
acabar com elles. O que be que acontece ? G
que se v ainda boje. Tudo he poslo ouira vet
em quesio, o Ihrono e o llar pddein ser aba-
lado, por quaeiquer eleitores brutos. K una-
nle, iterdoe a rudeta de um veilio cltouon, se-
nhor pVelciio 1 porm ab em vet de volar, eu
antes qitera lomar de novo a inhiba Carabi-
navel leiiiauva dos jacuUluo ? E vuluudo-se
para madama Raymundo, conlinuou:
Na verdade, marqueta, he cousa inconce-
bivel \ Somos governados em despeito do bom
senso !
Como, senhor prefeilo, disse madama Ray-
mundo com uina atonicia, que 111c fez estre-
mecer, o governo nao o prev nio da espantosa
consplracoque foi agora dcscobcrla, mas isso
he Inaudito...
Senhora marqueta, disse o prefeilo atur-
dido ba certa. instruc(des coulidenciaes,
que.... ,
-- .Mas, ineu charo aenhor, be impossivel
que Vine, nao esteja Instruido desta noticia,
disse madama Itaymundo inlcrroinpendo a Mr,
de Sainle-Marie Anles da nossa sabida de
Paris, donde viemos, soubemos por sciencia
ocria.e creia-rne que eslamos em posico de ser
pe l'.ol menle !> ni inlnr ni i los, soubemos que
o 11 mov mono 'evolucionarlo eslivera a poulo
de rcbcnlar em Paris c cjn inuilas grandes ci-
dades; que foram descobenos deposuos de ar-
mas, e correspondencias foram tomadas.
A estas palavras Mr. de Sanie-Mirle mudoii
sulii menle de lom, e nao dlrigio-se mais a
madama Raymundo e a Charpenlier sem uin
.i,., 1,1.1 de urna profunda cousideraco, que
Ihe iospiravam sem duvida pessoas lao perli-
lamente iuforinadas tm Jonle limpa e cooti-
lllliol I
Enlo, senhora marqueta, visto estar Ins-
truida de tactos mui graves que anda nao sao
conhecidos seoo de urna certa roda poltica,
posso assegurar-lbe e cerlificar-lhe que o go-
verno nao merece as suas censuras, elle vela e
est decidido a obrar com inflexivel energa.
ludo Isso sao palavras, Sr. prefeilo I O
governo tem urna fraqueta deploravel, disse
Charpenlier, elle nao sabe proceder com rig irl
porque nao resiabelicc elle os,tribunaes pre-
bosiaes, c manda que lodo o jacobino seja fu-
zilado lem oulra forma de procetso! Isso he o
mais urgente.' Depois vci-sc-ha oquesede-
ver fater! .
-- Fique certo o Sr. marquet de que o poder
le collocar na allura de aua missao, respon-
deu o prefeilo, confessarel mesmo ao Sr. que
esle gyro que agora fajo tem por lini prender
ILEGVEL


-,"^"
-
pistolas, e outroi objectos de fcil condu-.dente da provincia O chefe de polica, Jero-
gSu, salvando-so com ludo algumas arda*
ito governo oecultas em outro lugar.
O engenho Pintoda, Floresta, Urub, Si-
poal, ii outros lugares furam varejailos por
pequeos grupn.i, que procnravam arma-
mentos e tnunigOes.
Nao tonlio poiJo conter t estes seilicio-
sns, poia que agenta deque posso diapor
lambem rata hiendo parte desses anarquis-
tas, e algumai pracas de linha, quu ll'in l'X
oedem de 92 homons, ainda nSo silo bastan-
tes para guarnrcerem esta c-lado, muito
menos a comarca inteira. Faltam-momu-
I nymo Marliniano Figueira de Mello.
Documentlo guise refere o offkio tuppra.
IIIai. Sr. Amis.i recebidos cinco olll-
cos de V. S. sendo am de 3, 3 de 4, e um
de 5 docorrenle, o de seus conteudos fleo
inteirado, e prestes cumprirquanto nuiles
se conltu, que estiver a meu cargo, eme
forpossivel. No primeiro docorrenle os se
diciosos atacaram o delegado entSo ora
exercicio, o qual com o alfares do destaca-
mento conseguirn a aua retirada. No da
3 tornaram a accommetter o destacamento
e o desarmaran). mailos viras, o morram
os habitantes pacficos se re-
ncOes, armamentos, o muiros objectos bel-1 os guabiru a ; <
lieos indispensavois para restituir esta co- 11 rain, o outros va
marca a paz de que entao gota va.
Agora"soube que o messionario capuxi-
nho est missionando em Pao d'Alho, e pro-
melte-uosa paz, que na tanta anhelamos.
Nao sei se iatu sei sufflcionte para re-
frpar aquellos illudidos e perlubadores do
socego publico])
Dos guar lo a V. S. delegacia do termo de
Nazaretn 11 de Janeiro do 1852.Illm. Sr.
desembargador Jeronymo Marliniano Fi-
gueira di Mello. O delegado do termo de
Nazareth, Guilliermioo Cleinenlino Marques
Uacalhao.
wAo delegado de Nazareth.
III. Sr. Tenho piescnte o ollicio que
Vmc. me enderessou emll do corrente, e
scielite de quanlo Vm. nelle me communlca,
tenho do dizer-lhe que nesta data o leve
por copia ao conhecimento do Exm. presi-
dente da provincia, alim de o tomar na de-
vida ronsideragSo, e dar as providencias
necesssrias a manter noa-o termo a sogu-
ranga e tranquillidade publica, e particu-
lar, que to gravemente flcar.im alteradas.
N3o posso, todava, doixar de signiflear
a Vmc : primeiro, o ter deixado de dela-
rar qual a natureta do alarma que na tarde
do da 7 deite moz fez dispersar os cidadSos
propietarios que nessa cidado so haviam
reunido, e prolestavam defender a causa
da ordem e do S. M. o Imperador, porquan-
to esta repartoslo nSo dovo ignorar nunca
taes fact"S, paia que del les possa tirar os
esclarecimentos necessaiios ao bom desom-
P'iihn dos seus Uever.s ; e S"gundo, o ter-
s^ Vmc demorado desde os das i inclusive
a5, segunlo communica em sen dito lli-
Co, fra da cabera desse termo, onde sua
pres inga ora sobro modo necessaria para
dar as providencias precisas em p'ol da ina-
nuteng9o da or lem a segurang publica, t
animar assim os cidadius que voluntaria-
mente, e ji:i presenga do um perigO eom-
mum, vlnbam rounir-se em torno da auto-
ridade publica, judar a sua acgSo e defen-
der essa cidade de assaltos de sediciosos
que, na phrasc dossa delegacia, silo eslva-
gens que alientan! a vida e propriedade dos
cidadjos pacficos.
Portanto ordeno a Vmc. que mo declaro
qual foi essa alarme, a que 13o perfunctoria-
ii!.-iit so referi, quo o ilerramou, e por-
que fez elle dispersar a homens que tilo de-
cididos se mosliavam na difeza do urna boa
causa assim como que me informe sobre
os motivos que ocessionaram sua auscucia.
Ueos guarde a Vmc. Secretaria da poli-
ca de Pernambuco, I* de Janeiro de 1852.
Jernimo Marliniano Figueira de Uello, chele
de polica. Sr. Hr. Cuilln rumio Clemnte
Maiques l! Ao subdelegado da freguesia de Nuribca.
Accuendo o rccepgao do seu ollicio de 7
do corrento, em que Vmc. me communi-
cou haver entrado no exercicio do cargo de
subdelegado dessa ficguezia, e bem assim
as ocurrencias que ah tiveram lugar em
consequencia da execugSo do decreto de 18
de junho do anuo prximo passado; tonho
* declarar a Vmc. quo do tudn fleo inteira-
do, e que cssas mesmas oceurrencias j me
haviam sido participadas pelo sou ant-ecs-
sor, ero ollicio de i c 5 deslo mesmo mez ;
cuniprindo-mo somanto accesceutar que
de minlia parte deve agradecer ao coronel
Agostinho Bezerra da Silva Cavalcanle, os
' si mi;1 s que fez para manter nessa fregue-
zia a seguranza o tranquillidade publici n
ajudar assim a acgSo das autoridades poli-
che.', dando assim mais urna prova de su
patriotismo e amor 1 ordem.
Heos guarde a Vmc. Secretaria de poli-
ca de Pernambuco, II de Janeiro do 1852.
Jernimo Marliniano Figueira de Helio, chefe
de polica. Sr. Ilr. Ignacio Joaquim deSou-
za Letlo, subdelegao da freguezia de MU-
i i beca.
se refugiaran).
Pelo mcio dia do 5 deste mosmo tnez,en-
trou na villa o missionorio, que muito es-
forz tero prestado bem da paz ; pela meia
o uto deste dia asassinaram o carcereiro inte
rlno, eleito por elles de nome Patricio Jos
de Lira por causa da fuga de 3 presos polos
sediciosos, entre estes o subielegado. No
da 8 assassinaram o pardo Manoel Monloi-
ro, qunTjj aconsolhava parao bem. Hon-
tem ao meio dia ontrn nesta villa a co-
lumna do governo, e com a sua entrada
lem regressado os habitantes da villa ; o
chefe da forga lom-so portado com aclivida
de,e prudencia. Os sediciosos botaram pique
les por todas as estradas, o tomaram as ar-
mas, cercando as casas indicadas de as ha-
ver. O roissionario continua com mistos.
Os revoltosos consta-me estarem muito au-
daces, e reunin lo grupos em varias par-
tes, pelo quo acho muito a proposito que
subsista nesta villa urna forca numerosa,
que elles respeitem, o soja sullicieate para
osrebater, e subjugar.
Dos guarde a V. S. delegada do tor.no de
Pao d'Alho II de Janeiro de 1852 Illm,
Sr. dezeinbargador Jeronymo Marliniano
Figueira de Mello, diguissimocriefe de po-
lica da provincia do Pernambuco, o dele-
gado supplente, Francisco da Molla Caval-
canle.
III B.Sr.Participo a V. S. que por ora asta
villa esta em paz; o inissionario contina
com as miss-is. 0 vigario constantemente
presistio entre os faclnomaos com pe' igo de
vida, de que por vezes foi ameagado, einpre-
gando-S') quanto he possivrl a bem do suce-
go publico ; assim como o seu coadjutor,
que he iucansivel. Da copia inclusa nume-
ro 1 conhecera V. S. o calamitoso oslado da
freguezia de N. S. da Gloria ; o teneute-co-
rouel chefe da columna para l marchou
hontem pelas quatro e meia horas da larde
com tola a forra, deixando de guaroigSo
nesta villa 60 piaras. Passado meia hora
ebegou a esta villa o subdelegado daquella
conflanoa que o poro lem na homceopalhia ;
diase mais que linha de fazer-noa urnas
per guitas, que Jes java fossem por nos res-
pondidas.
No Diario de hoja J 96 de fevereiro ) appa-
rocem essas p -rguntas aaslgnadas porf. i
atirilo,que aem duvi la nSo he outro so-
nflo o tal traficante, que aem allengSo mo-
raldade publica tamben as tem atirado
por ah ( a imitorto de um outro) matar a
lorto, e a direito, largando' proflsso dos
l'rovars, u abracando oulra, de quo no
temo menor conhecimento.
Quem troca o diploma de bacharel for-
mado em scienoiaa jurdicas c sociaes, que
Ihe oulorgou urna sibia academia, pea es-
farrapada vosle do charlatilo e traficante em
medicina, jamis po lera merecer outra rea-
poata que n.io seja o mais calmo e calcula-
do desprezo.
Todava sampre diremos a esse desalma-
do que a resposta, queoraexigo do ns,
j fui salsfactoriamento dada o anno pas-
sado no finrio de Pernambuco, e transcripta
no Medico do Poto ns 39 a 43.
Quando nosresolvermosa reprimir as tra-
ficancias praticadas pelos parasytas da ho-
mcBopathia, n9o Uvemos a menor iutens3o
ile personalisar ninguem ; porm ho tal a
da fazenda provincial em cumprlmento da jambos contadoida entrega do anno d'arro-
ordem do Exm. Sr. presidente da provincia, maiac3o.
A GAUGALHADA.
loucura dessas homens, que os induz a le-
var ao publico a prova mus evidente de sua
falla de pudor!
r.m tal caso o que (levemos fazer Segu-
ra-Ios pela rele, e faze-los voltar ao p
d'undeshiram !
Dr. A'-iuiio Olegario Ludgero l'in/i.i.
manda fazer publico, que noa das 2, 3 o 4
de margo prximo vindouro, Ir a praca
para ser arrematado, pernteo tribunal ad-
ministrativo, a quem por menot flzer a obra
de urna bomba no dcimo tercelro longo da
estrada do Pao-d'Alho, avallada em 3751
rs.. tomando-so por baso da arrematagfloo
offerecimento de 350,000 ra. feito pelo arre-
matante do mesmo lango de estrada.
A arrematagSo ser feita na forma dos
arla, 24 e 27 da le provincial n. 268 de 17 do
ni lio do I8.il, c sol as clausulas especiaos
abaixo copiadas.
As pessoas que se propozerem a esta ar-
remataglocomparegam na sala das sessOes
do mesmo tribunal, nos das cima mencio-
nados pelo meio da, competentemente ha-
bilitados.
i; para constar se mandou aflxar o presen-
te e publicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria da fazenda pro-
vincial de Pernambuco, 93 de fevereiro de
1852.O secretario, Antonio Ferreira da An-
nunciaclo.
Clausulas especius da arrematago.
I.* Esta obra devera ser feita de confor-
midade com o ornamento approvado pelo
i Dando flm ao espectculo a muito appla-j-
3/OpMamontoierfaitoemduaapres- djja con,eda em 9 actos ornada de mu-
tagOes iguaes, aendo a pnmeira quando ti-.
ver feito motada da obra e a segunda quan-j
a O
do estiver concluida a obra.
4.a Durante a execugflo daa obras sora o
'arrematante obrgado a dar fcil e conimo-
do transito ao publico.
5.a Para ludo mais que nSo est determi-
nado as presentes clausulas aeguir-se-ha
o que dispOe a le provincial n. 286 de 17 de
maio de J85I,Conforme.
O secretario,
Antonio Ferreira d'AnnunciagSo.
Declaragoes.
. -)i r.'sKiii Icncia.
a
Senbores rodadores. Publicando a car-
ta quo se segu, crreme o imperioso de-
ei- de dar um testemunhc publico de- meu
reconhecimenlo ao S'. Fonceca de Made-
Exro. Sr. presdeme da provincia em data
de 22 d d.v.....Ii: ,i de 1851, e na importan-
cia de 375,000 rs.
9 a Esta obra dever ser principiada no
praao de 30 dias, e concluida no de 60 dias,
principian lo ambos os prasos a contar-se da
dala da asaignatura do contracto.
3.a A impoitancia total da arrematado
ser paga em urna so prestarlo, quando for
rocotn.-ci la estar prompta.
4.a Para todo mais que ti.li estiver men-
cionado as presentes clausulas, seguir-se-
ha o que dispOe a lei provincial n. 286 de
17 de maio de 1851.
Conforme.O secretario, Antonio F. da
ros pelo modo assas positivo e lisonj no por
que se exprimo a meurespeilo, nSo obs-*nnunciacao.
lante a divergoncia das nossas oppinioesj, O Illm. Sr. tnspoctor da thesouraria da
polticas: o quo ludo pro*arrpje S. S. ainda |'"cnd provincial; om cumprimento da
.r. r. I nK.lnm ,ln L' >. H. nM.l.l.^ln .1. ..^u,n.
uo vendeu a lber la le da consciencia,
nem t3o pouco tem prostituido os santos e
puros affectos d'alma no tremedal dessas
paixOes njenlas, que finnent un e se des-
l'iseiti em exalac,A s mephilicas no seto do
bando poltico quo me he adverso, e que i <
ordem do Exm. Sr. presidente da provin-
cia, manda fazer publico, que nos dias 2, 3
e 4 do margo prximo vindouro ir a praga
para ser aiieinalado, poranteo tribunal ad-
ministrativo da mesroa thesouraria, a quero
por menoa flzer a obra dos concertos da
Jeslealmente se ha portado para cmigo, Pont9 dos Carvalhos, avaliadaem 954,500
sjbstiliimdo os bons argumentos pela na- rs.,e sobas clausulas especiaos abaixo co-
mo tctica das injurias, que foram sempre
as armas da cobarda, o da vilesa !
Dos rae perdoe os meuj peccados, assim
como eu estou disansto a esquecer tantas
offensas immerecidas.
Hecifo, 26 do fevereiro de 1852.
Joaquim Piafa de Compoi.
freguezia (va Jo por oulro caminho), pedin-1 Illm. Sr. padre Jojquim Pinto "de Cam-
ilo soccorro, e nartando que os facinorosos pos. Salisfazendo ao que V. S. de mim
exige, tenho a responder-lne, que nunca fiz
DEM DO DIA 15
Ao Exm. preiidente da provincia. N. 260.
Passandoas| tnflos de V.Exc osdouaof-
flcios por copia inclusos sob adata de 11,
e 14 do correte j om que o delegodo sun-
plonto em oxorcicio do termo de Pao d'Alho
me communicon o que praticararo os so ii-
ciosos daquelle termo durante o lempo, em
que ocnuparam a respectiva villa ; n3o pos-
so deixar do chamar altengSo de V. Exc.
para a parta do piiroeiro de taes uflicios,
ero que o dito delegado declara que, apesar
de ter all entrado a forga do governo no
dia iodo mesmo moz, os revoltosos so acha-
varo .nonio audazes rcunindo grupos por
diversas partes para realisareiH os alterna-
dos, que logo depois Uveran lugar na- po-
voag3o da Gloiia do Goit ; o quanto ao 2.
pata a parle em que o delegado faz sentir
a necessidade do se conservar nsquella vil-
la urna forga composla pelo menos de cem
I reos, em quanto n3o se restabelece inte-
ramente a ordem e socgo publico.
Dos guarde a V. Eic. secretaria da poli-
cii do Pernambuco, 15 do Janeiro de 1852. sem
Mlm. o Etro.Sr. Vic or d'Oliveira, nresi- prego algum, tiravam sua subsistencia da
tem o un.....i .-ido varios assassinalos, o qual
seguio aps da forga. Nesta villa nSo deve
destacar menos de 100 pragas de pnmeira
linha, emquanlo a tranquillidade nSo ffir
completamente restaurada. Ndo lendo res-
posta do oflicio constante da copia sob o.
2, dirigi-me pessoalmenta ao dito cnefe.este
verbalmento respondeu-me, que a polica
havia descer para a capital, quando elle re-
gressasse. Na nuite de 5 do corrente os se-
diciosos soltaram seto prosos criminosos,
quo existiam na cadeia, .sendo cinco li-
me.!-, e d-j.is muln -i,-s.
Dos guarde a V S. Delegacia do termo
le Po-d'Alho, 14 de Janeiro do 1852 Illm.
Sr. Dz. Jeronymo Marliniano Figuoira de
Mello, chefe de polica da provincia. O Dele-
gado supplente Francisco da Molla Caval-
canli.
Ao dilegado tupplente de Po-D'klho.
Illm. Sr.Tenho a vista os oflicios ns. 5e 6
de II e 14 docorrenle hoje recebidos, em
que essa delegacia participando os aconte-
ciroonlos, que liveram lugar nessa villa,
quando ocoupada pelos sediciosos, e o osla-
do de agitagSo em que anda se aclla a fre-
guezia da Gloria do Guita, pede ao coloque
na mosma villa urna forga do 100 pragas da
primen a llllha, alim de se in.iii'er o SOCOgo I
e tranqiiillidido publica ; e em resposta I
eumpre-mo dizer a Vmc. : 1." que ditos of-
licios foram agora levados ao coogociment
do Exm. presidente da provincia para os to-
mar na dovida consideradlo ; 2. que leudo
o mesmo presidentej ordenado,, que nesse
termo estejam destacadas 50 prag*s da guar-
a nacional, como ja comrouniquei a ossa
Jelegacia em nflicio de 10 do corrente, nu-
tro a esperanga de que elle elevar esse nu-
mero a 100 pragas,cornpletando-o com pra-
gas de primeira linha, se he que nSo o aug-
mentara ; desejoso como he de manter o
socego publico, e garantir por todos os mo-
dos as vidas o proi......I olio, dos cidadSos;
3." finalmente, quo para conseguir la i gran-
de resultado smente tenho a recomroen-
dar-lfio o curoprimento das urdens j trans-
miltidas a essa delegacia, o o maior zelo e
actividade no exercicio de suas attnbuigfies
policiaea.
Ii -ns guarde a Vmc. Secretaria da polica
de Pernambuco, 15 de Janeiro de 1852.Je-
ronymo Marliniano Figueira de Mello.Sr.
Francisco da Molla Cavalcanti, delegado
supplente do termo de Pao-D'Alno.
3
paite da redagSo do i'aladim, que apenas
tenho para elle da io alguma poesa, e que
nunca contra V. S. escrevi urna palavra,
nao t porque n.lo estou coovencido do que
por ah se tem dito do'V. S., como porque
Ihe consagro a mais lale sincera amisado
pelos obsequios que V. S. me tem prestado.
Sou de V. S. patricio criado e amigo obriga-
dissimo.
Manoel Fonseca de Meitiros.
Recil'e, 20 de fevireiro de 1852.
COMMERCIO.
ALFANDEOA.
Rendimento do dia 27. 11:053,990
fescarregom hoie 28 de fevereiro.
Barca ingleza Coiumbui- merca lorias.
fliate brasilciro -- Capibaribi gneros do I ver feilo a melado
piadas.
A arremalagSo ser feila na forma dos ar-
tigos24e 27 da lei provincial n, 286 de 17
de maio de 1851.
As pessoas quo so propozerom a osta ar-
romalag3o comparegam na sala das sessfies
do mesmo tribunal,* nos dias cima mencio-
nados pelo meio-dia, competentemente ha-
bilitadas.
E para constar se mandou afiliar o presen-
te e publicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria da fazonda pro-
vincial do Pernambuco, 21 de fevereiro
de 1852.
O secretario,
Antonio Ferreira d'AnnunciagSo.
Clausulai espiciaei d'arrematacio.
1.a Os reparos da ponte dos Carvalhos so-
rSo faltos pela forma, sob as condigoes e do
modo indicado no orcamento approvado pe-
la directora em couselho, e apresentado ao
Exm. Sr. presidente da provincia na impor-
tancia de 951,500 rs.
2.' As obras principiado noprazodeum
mez eserSO acabadas no de quatro mozes
ambos contados da entrega do termo d'arre-
matagao.
3.a O pagamento ser feilo em duas pres-
tagoes iguaes, sendo a primeira quando II-
da obra, e a segunda
paiz.
CONSULADO GEIUL.
Rendiroonto do da 3 a 26 ,
Mein di da 27. ,......
DIVERSAS PROVINCIAS
Rendimentodo dia 3 a 26.. 3:628,91*
dem do dia 27........ 638,376
RAES DE PERNAMBUCO.
Rendimenlo do dia 27.....1:702,717
CONSULADO PROVINCIAL.
Rendiinento do dia 27. 3:310,498
"aawaaaaaaaa^M^^^^y
Muvimento do puriu.
Commuiiicadu.

O MEDICO DO POVO.
Em um dos das da ultima semana, passa-
va pela ponto dullecife o Sr. Dr. Pires lla-
mos Jnior, quando chegou-se ello um
tiaficanteda inmiut ipitlu i, ese Ihequeixou
le termos nos fallado contra as tralicancias,
lien ierinos a quo riles, n3o lendo em
quando estiver concluida a obra.
4.a Durante a execugSo das.obras ser o
8:555,404 j arrematante obrigado a dar fcil e commo-
4:695,710 do l au.-tto ao publico.
------------- 5.a para ludo mais que nao est determ-
79:251,114 nado as presentes clausulas seguir-se-ba
o quedispfio a lei provincial n. 286 de 17
de maio de 1851.Conforme.
O sec-elario,
A. F. d'AnnunciagSo.
0 Illm. Sr. inspector da thesouraria da
4:267,320Jfaienda provincial; em cumprimento da
---------jordem do Exm. Sr. presidente da provin-
RECEBEDORIA DE RENDAS INTERNAS GE-1 ca, manda fazer publico, que nos dias 2, 3
e 4 de margo prximo vindouro ir a praga
para ser arrematado, perante o tribunal ad-
ministrativo da mesma thesouraria,' a quem
por menos flzer a obra dos conceitos da
ponte de Motocolomb, avaliada em res
1:576,650, e sob as clausulas especlaes abai-
xo copiadas.
A arremalag.loser feita na forma dos ar-
ligos 24 e 27 da lei provincial n. 286 de 17 de
maio do 1851.
As pessoas que so propozerem a esta ar-
remalagao comparegam na sala das sessfies
do mesmo tribunal, nos dias cima men-
cionados pelo meio-dia, competentemente
habilitadas.
E para constar se mandou afllxaro pre-
sente o publicar pelo Diario.
Secretaria da thsouraiia da fazenda pro-
vincial de Pernambuco, 21 de fevereiro
de 1852.
O secretario,
Antonio Ferreira d'AnnunciagSo.
Clauulas e 1.a Os concertos da ponte .-le Motucolom-
bd serSo feilos pela forma, sob as con li-
/Vnui'oj entrados no dia 27.
Aracaty ~ 10 dias, hiato brasileiro Capiba-
r h, de 39 toneladas, meatre Antonio Jo-
s Vianna, equipagem 7, carga varios ge
eros; a Luiz Borges de Cerqueira. Con-
duz 2 i sci a vos a entregar.
Mar Pacilico, tendo sahido do Nantucket
ha 36 mezes, a pesca da baleia, galera a-
mericana Fanny, capitSo II Holt. Veio a
este porto refrescar e segu para n mesmo
porto.
Navios tahidos no mumo dia.
Rio de Janeiro patacho brasileiro Vaien-
le, mostr Francisco Nicolao de Araujo ,
carga assucar o mais geaeros. Con Juz 22
rs.-favos a entregar.
Havre barca franceza fules, capitSoTom-
bareel, carga assucar e mais goneros. i
dem -- barca franceza Havre, capitffO J. i cfios'e" do^ modo'indicado no ornamento 'a p-
-- O Arsenal de Guerra compra azeite de
carrapato, e de coco, velas de carnauba, lio
de algo Me, e pavios, quem os mesmo gne-
ros quizer fornecer comparega no dia 1. de
margo, prximo vindouro, trazendosua pro
posta. Arsenal de Guerra, 97 de fevereiro
de 1859.
Fago saber a quem convier que flca de-
signado o dia 9 de margo, pelas 9 horas da
manbSa para o concurso da cadoira de rhe-
io- iea e potica do collegio das artes; visto
trllcado frustado o dia marcado anterior-
monle por falta de examinadores. E para
constar man lei afiliar este nos lugares do
i-i stume e publicar pela imprensa. Olinda
27 de fevereiro de 1832.Dr. Antonio Joa
coelho, director interino.
Brevemente se h3o de nfllxar editaes de
concurao s freguesas vagas desta Diocese.
Padre Francisco Jos lavares da Gama.
Para conhecimenio de todos a quem
interossar fago publicar as copias abaixo
leste inscriptas. Capitana do porto do
Pernambuco, 23 de fevereiro de 1852.Ro-
drigo Tbrodoro de Frenas, capitSo do porto.
Illm. Sr.Tenho a salisfagSo de coramu-
ncara V. S. para os lins convenientes quo
no dia 18 do corrente mez, principiou a ser
acceso o novo pharol de rotagSo colloca lo
em cima da nova torro de ferro na barra
desta provincia, cujas dimensfies s3o as so-
guintes: a torre he de figura.pyramidalf de
altura de 101 psinglezes dosde o nivrl do
terreno at a beira da cpula, e 104 cima
do nivel do mar, Picando assim ao centro das
luzes a altura de 99 ditos; na sua base tem
o dimetro de 15 ps, e no ultimo andar
aonde esta enllocado o maquinlsmo do pha-
rol tem 7 ps e 9 pulegadas; lica a referida
torre cima da anliga Atalaya aonde exista
o velho pliarol fixo 44 pos, demorando N.E.
desta na distancia de 277 ditos. O sobredito
novo pharol faz a sua rotagSo cmplela em
3 minutos apresenlando tres vistas de luz
mi claras, tres mais osenr.is.o tres eclipses.
Calcula-se que este pharol ser visto com
lempo claro na distancia do 25 a 30 mil Ins.
Oumpre-me mais participar a V. S. que os
signaes de chamar os navios para a barra,
bem como todos os mais que at aqui se fa-
ziam ou sejam mister fazer-se, conlinuarSo
a ser feilos em cima da anliga Atalaya, a
qual vai ser conservada para esleservigo.
Dos guarde a V. S. Capitana do porto o |
Rio Grande do Sul, 24 de Janeiro de 1852.
Illm. Sr. captol ,le mar e guerra Rodrigo
Tneo loin de Freitas, capitn do porto da
provincia de Pernambuco.Antonio Caela-
no Ferraz, capitn do porto.
Conforme.O secretario, Thom Fernan-
dos Madeira de Castro.
Pela subdelegada dos Afogadosso faz
publico, que no engenho S. Paulo desta fre-
guezia, fura aprehendido um mulecote, por
nome Luiz, que diz ser escravo de urna se-
nhora moradora na Boa-Visia, cujo escravo
seacha reclu lo cadeia desta cidaJe;
assim como fora aprehendido no mesmo
engenho no dia 22 do crrente mez urna es-
crava que diz ter vndo do mato para ser
vendida,a qualnSoiabc dizor o uomo da pes-
sua a quero fra entregue ; ella lie um tanlo
velha, magra e alta ; as pessoas que so jul-
garem cum direilo aos oiesmos compare-
gam nesta subdelegada munidos dos seus
documentos.
Pela segunda sessSo da mesa do con-
sulado provincial se annuncia aos conecta-
dos para pagarem o imposto de 20 por con-
t do consmalo das agoas ardenles de pro-
duegao brasileira, que no flu do corrente
mez, se tem de extrahir a relagSo dos que
mo tiverem pago o primeiro siniestro de
1851 a 1852, para serena ajuizados.
REAL COMPANIIIA DE PAQUETES 1NGLE-
ZES A VAPOR.
No dia 1 para 9 de Margo es-
pera-se o vapor Tay comman-
danle Chapnian,da Europa e
depois da demora do costuro
seguir para os porlos do Sul para passagem
dinja-sc em casa da Agencia n. 42, Trapiche
Novo,
COSIMO ,
ou
O principe catador.
Era impossivel que o primeiro theatro da
provincia, e por ella subsidiado nSo tomas-
s, com todo o enthusiasmo, parte n'uu
triumpho que enche de gloria e ufana a to-
dos os coraefies brasileiros. O administra-
dor emprezario, pois, tem a honra de con-
vidar o publico pernambucano a vir abri-
Ihanlar este festejo, cujo unitivo he tSo glo-
rioso para o imperio brasileiro.
iis l>ilii- te< acham-so a vonda no lugar
do coslume.
tiieatOeTpouo.
RECITA EXTRAORDINARIA EM lll-:Ml li'ln
DO ACTOR ANTONIO JOAQUIM BARRO-
ZODE MELLO.
Holt, 98 de feeeereiro de 1852.
Depois do urna maguifloa ouvertura subi-
r sceoa o bellissimo e muito applaudido
drama
OSINEIRODE* PAULO
Osapplauzos que esta drama mereceu do
rcspeitavel publico desta cidade quando
ero beneficio doSr. GuimaMes foi a (cent;
anlmararo ao beneficiado a langar mo del-
le coro preferencia a outro qua'quer, mar-
nenle quando so lembrou que para mais o
abrilnanlar linha a guadejuvagao de seus
novos companhei-os os Srs. Senoa o
Amoedo.
Perionagens e actorei.
PROLOGO.
John,o Sr Cumar3es.
Yonck,o Sr. Senoa.
Wiiliam Si nilh,oSr. Costa.
Lurdakictimond,o Sr. seha.sii.lo.
Clory,aSra. D. Lcopuldina.
Sara,a Sea. Solodade.
DRAMA.
Lord llenrique Beiford. o Beneliciado.
Carlos 9*,o Sr. Amoedo.
OSineiro,o Sr. Guimiraei.
Albmus.o Sr. Telles.
Ludlow,o Sr. Jorge.
Lord Bedfort,o Sr. Costa.
Lord Weslon,o Sr. Figu.iredo.
Lord Broghili,"o Sr. Caetano.
Suiuuel,o Sr. Conrado.
Ricardo, -o Sr, Eusebio.
Laey Bedford,a Sra. D. Leopoldina.
Mana,aSra. D. Carolina.
Senhores da corle mdicos soldados ote.
Findo o drama representar-se-ba urna
farga.-
0 beneficiado duranre a aua esta'da em
Pernambuco como actor da companhia do
thealro da Apollo, he esta a primeira vez
que so dirige ao respeitavel publico, de
quem espera toda a protecgSo.
Principiar as s horas.
$M>
Monnier, carga assucar e algo 13
EDITAES.


-- O Illm. Sr. insrtrctor da th*\soor*rin
O interesfc he abiolutamente o inesrno.
senhor marque, respondeu o prefeito, abiolu-
tau>en te,
liem sel que a este respeiln, disse mada-
ma Bayiuundo, euies fitsuijportavei'i burquexes
lem uiiira gratule- pUvra que fatcm suar aos
uvlos dus tolos : a liberdade...
ni ; parque de duas unta, acciescenlou lleii(-
maticamiriile Charpeniier, ou ettermioarlamos
o inimigo, ou seriamos ekiermln.-idoM / Eita he
a ni i nii. opiniu para mim ludo ou nada, ser
ou nu Sfr, vnliar ao autga rgimen absolu-
to,... nu receber urna bala no meio do pello
traxde urna dat nossas (ileiras do bosque, de-
f-Miderido meu rel,c miulia baodeira e be etsa
a iiiinha opinio.
EHa he pelo menos Trapea eouzada, senhor
marques, disse Mr. de Sainle Marle se todos
os realista* foem eapazes de pensar, e sobre
tudo de nliir com ene .vigor, em bem pouco lallavamus lia pouco desse be'lla lempo da ca-
tempo reriamos o antigu rgimen en toda a vallara da media idade.... ^5o haviam $ catn-
sua inageitade. Ipos fechados; haviam tamben, tribunaes de
Ah senhor perfelto. diste madama Ray- (amor, onde se porliava em corteia, em espi-
mundo dando um suspiro, o antlgo rgimen... rito c em bella galantera em preseoca de urna
A feudalldadesobre tudo ab t'quem noa res-raha de in-i r/.i.. e nessa poca madama
[nuil.i esse bello lempo dos cavailciros e das Duplessls ceitamente terla ei>ia soberana, ac-
douiellas.. .dos trovadoresie das mocas I dias crcsceulou madama llaymundo orrindo com
menos desta ve por ter lido a honra de eiic.ni-
tra-la ; vou prme de novo a camtnbo e acti-
var as perseguiedes contra os nossos eternos
hihnirfos... senhor marques...
ilin, senhor prefeito, dlsse undama Rav-
muniiocom urri tom ligeframente protector, es-
te zelo o honra... elle he de bom agouro .. Crelo
provado pela directora ero,conacho e apre-
s >ntado ao Exm. s presidento da provin-
cia na m.pnrl itn'i.i de l.'576,650 rs.
3.a As nbras principar3o no prazo de um
mez e s*rflo acahada- no dequstro meres
TIIEATIIOIIE S- IZAIIEL.
HECHA l.\ lll M mu. Mili \.
Grande especiaeulo em frstejo victoria i ,
alcangada pelo exercitoaliauo sobre Bue-^"50Sm,?8tr"nOCOmo s? t,li* anti"
..=_... gamenteercltoma com os ma evo os.
Theatro de S. Francisco.
MR. ROBERT.
Domingo, 2 de fevereiro de 1853.
FungSo extraordinaria, variada e diverti-
da que ao publico pernambucano oflerece
Mr. Ilubert e na qual 1,-binar,! i dous artis-
tas novos : sendo o primeiro natural dcsla
cidade, o joven pernambucano, e o segundo
oSr. Alexamlre Luis, Alcides Maranhense.
A praseoteira record'gSo da protecgSo
que Mr. Rcbert obteve -dos generosos per-
nambucanos, o anlmaram a voltar antes de
relirar-se para Franga, e depois da II annos
a esta bella cidade, para olterecer-lhea com
ou si-u-j discpulos ainda os aeguintes espec-
tculos, e i o lir-lho aquelle apoio outr'ora
concedido.
1." parte.
Mr. Robert ejecuta-a lindos e difliceis jo-
ros e equilibrios, com toda a destreza e agi-
lidad* que requerem esla classe de sorle:
desnecissano julga o enumera-los em scu
programma ; utn publico tem sempre o di-
reito de supreza, e com o bom resultado
desta, conla o artista.
2.a parle.
i-ran les ensaios de physica, e ligeireza
de mflos pelo prestigioso Mr Roheit; nesta
parle apreaentar seu brilhanle gabinete de
physica, o qual se aclia augmentado com
urna quanlidado de objectos novos, mu in-
leressanles, e que nSo deixarfio de sur-
preender agiadavelmente aos espectadores.
3.a parte
Jogos chinezes, os quaes serSo desemoc-
nhados pelo joven pernambucano, primeiro
discpulo de Mr. Robert: o qual se acha
agora com urna forga extraordinaria nesles
jogos; lantoque so Dio ba visto igual no
Brasil.
4.a parle.
Esla 'era desempenhada pelo Sr. Alexan-
dr Luis Hercules da companhia Robert, o
qual principiar por executar as torturas
Ou melhor aluda : adiguldade humana.... que me Julgj limito feliz de poder, sM'.r pre-
laaeCharpealier levaolaudo oa hombrua, iaio ciao dar lestemunlio de aua dedicac.o a boa
fazdl causa, Terei jnatainenle occaalo de eiorcver
A dignidad,-.., a llbcrdade Vcjam, ae- inanhia aopavillon Marsan.
nhore, replicou madama Kaymundo aorrindo, Tanto mala podera acnhora marquezi dar
teateinunho de meu zelo, replicn o prefeito
evidentemente liaongeado com a promesaa de
madama Raymundo, quanto a aenhora quaii
que era victima du meu zelo.
Como matu, aenor prefeito ? disae ma-
dama Raymundo.
Sliu, aeuhora marqueta, coollnuou Mr. de
Salnle Mirle riudo-se, vou anudar mullo
heroico*, em que ludo se decida pela lanca e 'graca para Albina drpnts ella conliouou : Pola senhora bein como ao Sr. marquez c a Mr.
pela espada..., desde a rivalldade de amor ale bem quem eratu os que subnielliaiii mais hu- uplessla.
aos proi-css.is Fallando francamente, senho-I unldemedte aua dignid.de, aua liberdade, a De veras, disse madama Raymundo com
res, nao era melhor ver dous litigantes com o
capacete na cabeca e adaga no punho esgriinl-
reui corajoaamente em campo fechado do que livres por excedencia, longe de bumlharein-ae
uuvlr doua advogados areugueiroa trocaren,- ,com aua doce eacravidao, aoffrlaiu-na com
.-, injurias :' tanto mala quanlo entre ui a Jus- ebriedade, mi comentes de encadearaua II-
llca uada ganha com laso... oe o direito succuui-' berdade aos ps de alguma- bella caslelli.....
Iris impostas por estes trlbuuaea de amor ? Os um ar protecl-tr. Pois bem!... vejamos, aasusle-
llelros Esses hoinens valerosos, altivos e noi, senhor prefeito.... assuste-no"a.,.
Nopreciao declarar-lhe, charo Mr. Ba-
bia as vezes sob a espada, nao suecumbe mul-
tas vezes huje soba astucia do palarreado?
Certamente, aeubora marqueza, ae a feu-
dalldadc tlveise numerosos apostlos como a
aeuhora, diste galeoieineme Mr. de Salnle
Marle, terla numerosos parlidarlas... Infeliz- \ dignos abbades da inedia Idade.
mente osprejulzo
Ora, o mesmo aconlecia com os seivoa e com os
vaaaalloa : essea preteudidoa inarlyrea que Iro-
cavam o que se chama suadlgmdade, sua II-
berdade, das quaes naosabiam o que fazer....
pelo til patrocluo dos bons aeuhorea, e doa
i popularea Sao lao vivazes....
Oh / meu Dos / ineu charo senhor, sei
que fazem estupldamenle aoar bem alio as ter-
rivels patarras de vassalo... de criado... de vi-
lao... O vassalo pertencia ao senhor, slm, mas
coto que condicao ?.... Com a de ser patrocina-
do pelo caatello, ou pela abbadia ; poii que o
vassalo era anual propriedade do senhor, ou do
al.bade... era cn.liui o que sao oa negros para
os colonos...
^ Ora, senhor prefeile, diste gravemente
Charpentler, diga-ine naosetein tanto ialerea-
ae em cuidar de um negro que cus, doua ou
tres mil francos guamo ae tero em cuidar de uro
cavallo deprecor
pli--.sn, que o aenhor por sua posifo, por seus
aniccedeniea, pelo seu realismo notorio est a
cima de toda a suspeita.
Ataim o crelo, Mr. de Salnte Marle.
. Pols bem l'odavia no Jexceaso desse ze-
lo... que a senhora marqueza se dlgnou notar, e
de que apenaa ouzo esperar que ella ter occa-
alao de fallar ao/idfiV/o/s Manat, logo que eu
aoubeem Chamuly que o senbor tiuha ido
rillcar suas suspelt.s.... e u poder liveise por
toda a parte agentes lao activos, e tao enrgi-
cos, como o seuliur preleito, n'io veramos a
hydra revolucionaria levantar incesainteuicnte
a calleja. E Charpentier abalando rudemente
a mo do preleito, accrescentou : Milico bim !
aenhor, multo bem / Se a marqueza o esquecer
nasua caria aopavillon Marsan, eu me cncarre-
go dC despertar a memoria de minba inulber
seu respcilo.
Senhor marques, replicou o prefeito jo-
nhaudo j sem rtuvldaoom o paralo, ou com o
conselhode Estad pleta ao governo do rei, se urna dedfcaeao, que
irat ao aacrifclo da vida... merece alguma
animaco, ousodiser que me mostrare! digno
dos favores de Sua Maesude ; aconteca o que
acontecer, elle pode contar comido em corpo e
alma. Maa voltando ao pensainenlo que me
ti'ouae aqui, nao eram positivamente auspeltas,
aenhor marquez, contiouoii o prefeito. Mr, u-
plcssis he multo conheclrio para inspirar. ..
suspeltas a respailo das pessoas que recebe ;
mas einllinqne Ihe direi?
lia inultas vezes Instinclos de que ninguem
pode dar conta, c aem raciocinar sobre o moti-
vo que me lasia obrar, eu dlsse comiso mes-
lo : Indo a lliballiera levar o algnalauenio
nos-Ayres.
Sabbaio, 28 de fiuirciro de 1852.
Logo que o Exm. presidente da provincia
--di-n ir comparecer na tribuna, a oiches-
tra executar urna brilhanle ouverlura. de-
pois da qual abnr-se-ha a scena, e peranle
a elge de S. M. I., a companhia dramtica
cantar o
Hymno nacin il.
E-n seguida representar-se-ha o excallen-
te drama em 3 actos
deilade, mas quero (|ue o aenhor o conheja...*
e ver que como realista, Justifica o prover-
bio.... tal pal, tal tilho.
Aceito de mu! boa vootade o scu convite,
meu charo Mr, Duplessls, dlsse-me o prefeito
inclinaado.se diante de madama Raymundo.
h'olg'arrl multo, aenhora, de ter esta occaalo
de oA'erecer-ihe de novo ine'us respeltosos com-
primemos..,
E depois de ter saudado outra ves os incus
hospedes, Mr. de Salle Marle tahio, eu o
acompanhei, e elle medlaaecoinuin ar niara
vi 1 luda e quasl alrgre :
Oue drlicioaa mulher he essa marqueza de
Berlull I que grande senhora conversa adml-
ravelmente, e he Iluda como umanjo. Porm
e.se tiln de que o aenhor me lalla he aero du-
vida aeu genro ; ella deve ter quando muito
trlnta anuos ?.,..
Com ett'eito, respond eu para desvia
qualquer suspeita, o conde de Berluil he gen-
ro... da marqueza... resia-roe, meu charo pre-
feito rogar-lbe que desculpe a timidez de inl-
nha mulher... ella he mullo aelvagem, porm
eapero, que em noasa proilma entrevista se
mostrara mais deseinbara;ada com o senhor.,.
Ah flxemos o dia .-'
Nao poderel diapor de mlm,..,. por estes
do homem perigoso que estamos persegua-, dias....
gemente em Roma com os malvolos.
Em seguida execulara um exercicio joco-
so e de muita forga intitulado a valga turca.
Terminar este o dito Hercules o qual
querondo dar Dina prova da sua forga mus-
cular sii-domara sobre o seu peilo o peso
extraordinario do urna pega de artlhaiia
calibre 6 o para melhor dizer resistir a
sua detonago.
Pregos.
Frisas dos lados ou 1.a ordem 5,000
Ditos de frente g ooo
Ah! srnhoramarqueta,disse Mr. deSalnte tarde.... buscar estranhoJ....
Marle com um enievo creaceute, quanlo folgo Ah ah I ah exclamou madama Ray-
dc ouvlr profeasarto admlrvelineute o culto mundo com urna risada lio franca, to natural,
do passado... Mas faser eutrar estas ideas to que eu fique! confuso ; ah I ah / marquez est
aas c lio elevadaa do crneo eapesso desse par- ouvlndo ao senhor preleito,.. elle nos tomara
lidoburgur-a, que se er trlumphanle depuls pelos srosconspiradores,.,
da revoluco, he cousa muito dilHcil... Serla E leve razo, diste Charpentier com aua
um milagro que aO apostlos como a senhora voz rude ; approvo multo o aenhor pre-
marqueza poderjam obrar. Porin accresceu- feito!
touo prefeito levantando-te, e dirigiodo-se Como, marquez ? diste madama Raj-mun-j t'e entre realistas como o tenho'r vi ; quero tam-
mloha mulher, que linha. eseulado todo este do parecendo vencer dlHicllmenle o aeu desejojbem appretemar-lhe o lillio do senhor mar-
colloquio em um mutismo completo, laucando de rlr, o tenhor prefeito tloha razio de.... to-lquez, o Joven conde de Bertuil mu dos meus
de vez cm quaado olbares atsuttadoa aobre mar-not pelos conspiradores que procura ? | antlgos camaradaa na guarda de honra; como
Charpentier, uo ouzo, senhora, abusar por Nao, marquesa, respondeu Charpentler,(elle acaba de levanlar-ae de urna grave enfer-
mis lempo dot leus ruoinentoi, contente pelo porm tlnha perfaltameolc rarao de querer ve-( inldade, a viagciu o fatigou um pouco, e est
do, cu...,
Sim, senhor prefeito. disse madama Ray-
mundo rindo, o loterrompendo o iuncclonarlo,
catamos asua dlsposico.. Onde ealo ot teut
gendarmes... onde eslo aa su is cadelat ?..,
-r A aenhora marquesa he que deve pren-
der a teut ps todas as pessoas que tem a hon-
ra de commiioica-la, respondeu galentemente
o prefeito i s me resla rogara madama Onplcs-
sis que te digne desculpar ininha vitlta Impor-
tuna.....
Minba mulher inclloou-se, a eu respond et-
tendendo a mao ao perfelto ;
Ha preciso, meu charo Mr. deSalnleMarle,
que me prometa vir jautr aqui proximamen-
Quer daqul o dual semana, ?
Maravilhosainente.... Mas diga-me, sabe
que o marquez he um homem orgulhoao? Nio
gosla de tneloa termos! Que energa ua obs-
tante os seus cabellos brancos! Oh elle be o
lypo do velho gentilhouiein da Venden...,
E aua mulher..,. o lypo da marqueta I da
lldalga !
-- Parece que ella h mullo bem acolhida
oa corte?...,
Goza de um enorme crdito do pavillon
Maraan, meu charo prefeito, e crelo que cedo
ou larde o senhor aaber alguma couaa disso,
quando a marqueza inelte-ae a proteger algueui!
protege... excesslvainente I
-- Veja, meu charo Mr. Duplessls que boa
fortuna me condutio sua casal O crdito de
madama de liertcuil nao me espanta, visto teu I
alto nasclmemo, teu grande talento, e tua bel
let*.... Ella deve fazer andar em roda todas as
cabecas,...
Sim, mas desgraesdas dealaa caneca.... a
marquesa he a virtude personificada.
Que mulher completa!
Poli bam, meu charo prefeito, o senhor
poder.i de hoje a quinze diaa faser-lhe aua cor-
le, caer isso um motivo de mais para contar
com a sua esactido.
- Nao precito desle rhotlvo, meu charo Mr.
Duplessls; mas emHm a abundancia de beni
nao prejudica.,.. Ento adeos, e lela atlenla-
nenle o signalamenlo em quealao. Cont com
o aeu zelo pela boa cauaa ; faca te isso for pre-
ciso, copiar este signalamento, e distrlbui-lo
pelas suas fasendas. Previna seus rendeiros
que o Informen) de todos ot vagabundos que ic
apreientarem em caaa driles. Tenho ordena-
do aoa oillclaea da gendarmera que percurram
oa campos, e loinel sobre mim promeuer mil
francos a quem entregar elle homem. O intc-
resse he um eicelleme estimulante, e posto
que esta medida leja um tanto extralegal.....
tomo ludo sobre ni un....
E o senhor lem raso, charo prefeito. DI.
ga-ine, er positivamente que ette bomem pe-
rigoto te dirigi para este lado ?
Ha difireme! inlerprelacdei urna diz
que fugio com varios cuwplecea; a oulra ln-
terpreiaein, e be a maii provavel porque id
me enviarain o signalamento deste malvado,
diz que fuglo t.
Ah elle tem cumplicei?
Entre outros falla-sa ero aua propria m,
Urna mulher! Em tal conspiraco? Oh!
charo prefeito, Isso he iinpottivel.
Nao, he uma mulher i purque a velha me-
gera de que ae traa deve ter uma dessas abo-
minaveia liieoeusts de 83 ; mas os nossot los
stao bein estendidos; lodos ot rueus col legas
deveui ter recebido ai mesmas loitruccdea que
eu; ai peiquizas mais activas furaua ordena-
das, ellaa eito cm va de execucio, e he Im-
possivel que nao terminem nessa importante
captura.... Al a oulra vala, meu charo Mr.
Duptea.it.
(CoMiriitcsr>j-e-A.)
mm


Segunda orden) dos lados 6,000
Ditos do fronte 10,000
Torrinlias dos lados 3,000
Ditas de fionlJ 4,000
Cadeiras 3,000
Platea geral 1,000
Varandas 500
Principiara as 8 horas.
Avisos martimos.
Para o Rio de Janeiro par estes dias sa-
guo viagem o brigue LeSo de primeira mar-
xa forrado de cobre,quero nolle quizer carra-
gar escravos, entenda-se no escritorio de
vluva Giiiiliiii) & Filio ra da Cruz n. 66, ou
com o capit&o abordo.
Para o Acaracu' com escala
pelo (cara, salte no da 29 do cor-
rente mpreterivelmente o pata-
cho nacional Entcrpc, capitSo Joao
Bernardo da Hoza : qnem no me.s-
mo anda quizer carregor, ou ir de
passagem, queira entender-se com
o mesmo capitSo, ou com Luiz Jo
s de S Araujo, na ra da Cruz ,
n.33.
Para o Rio de Janeiro o bri-
gue nacional Recite que pe (ende
sair no din 8 de marco por ter a
inaior parte do carregamento
prompto ; quem no mesmo quizer
carregar ou embarcar escravos a
frctc difijase a ra do Collegio n.
17 segundo andar, ou ao capitam
.Manuel Jos Kibeiro.
Para Lisboa.
Segu orn poucos dias o brigue portuguez
S. Domingos, por tor quasi complete o seu
carregamento : pima rerolie carga e passa-
geiros : a tratar com o capitSo Mmoel Con-
nives \ 1.111111, ou com o cousignatario Joa-
quim Kerroira Mendos GuimarSes : na ra da
Cruz n. 57, 2. andar.
Para a Itahia sai mn poucos dias a escu-
na Tentadora forrada e pregada de cobre
pira o|resto da carga trata-se com Novaos c
Companbia : na ra do Trapiche o. 31.
Para o Porto
Salie no' dia 4 do mez de Marco para a
cidade do Porto, a bem conhecida barca por-
togueza N. Sf da Boa-Viagem, capitSo Anto-
nio Ferrcira l cito Jnior lem excellentes
enmmodos para passsgeiros. Ainda recebe
algoma carga : os prelendentes queirflo di-
rigir-aea ruado Vigario escriptono n. 11,1."
and
' ~ Precisa-se de um bom cozinheiro, nSo
so olha a ordenado, assim agrade, para bor-
do do um navio ; assim como procisa-sede
um criado : a tratar na rui Nora o. 35.
Da-sea juros at 400,000 rs., sendo de
100,000 rs. para cima : quem pretender, di-
rija-se a ra Dimita o. 17, que ae dir quem
os dar,
Perda.
Perdeu-so 96,000 rs. em sedulas, sendo 9
de 10 mil rs., e 6 mludas.embrulhadas em
urna caita berta de Joaquim ARonco Ferrei-
ra desde a ponte deUcha, passagem, reme-
Ojos, (Togados, at Tigipi : quem achou, e
quizer entregar o pode fazor ao mesmo For-
reira ou a Guilherme Sette, que ser bem
recompensado.
-- Scienlilica-se a todos os flois, que na
grejadeN Sr. da Conceico dos millares,
ha aermO s aos sabbados as 6 1|2 horas da
tarde, pregados pelo Rvm. padre preg/dor
da Imperial capella JoSo Caplslrano de Mon-
dn? 1 t.
OITerece-se urna ama para casa de no-
mem solteiro, ou de pouca familia sabe per-
tcilamenle de todo servido de urna casa quem
a pretender dirija-se a ra daa Larangeiras
n 17,
- No dia 4 de marco ir a praca a porta do
Sr. Dr. juiz de orlaos o predio da ra Real n.
33, avaliado por cento e vinte mil rs, porten-
cente aos herdeiros do padre Jos Gon-
oalreti
Uabaixo assignadn deixa de ser caixel-
rodoSr. Feliciano Jos Gomes, e agradece
10 mesmo Sr. e a sua Sra. o bom lartumenlo,
durante o lempo que fui seu caixeiro.
Domingos Jos Estoves.
Precisa-se de um caixeiro que ter.ha
pratica de vonda e lenha mais ou menos fun-
rlos para entrar de sociedade em urna bem
afreguezada na ra do Arag3o o. 8.
-- Francisco Jos Alves GuimarSes vai a
Europa levando em sua companliia, sua mu-
Iher Francolina Leopoldina das Virgens Cui-
mares.
Manoel Alves Guerra Jnior remede para
o Rio de Janeiro o crioulo Francisco a entre-
gar a 8"U Sr. liento Jos Fernandas.
Precisa-se do una forra, ou captiva ,
que cozinhe o diario de urna casa do peque-
a familia, quo ongomme e compro na ra :
no aterro da Uoa Vista, sobrado n. 34, pri-
melro andar. ....
Vou da ra do Sol, cm direccao a das
Flores, um papagaio bonito e fallador: quem
o tiver pegado, ou delle tivor noticias, po-
derdirigir-se ao sobrado n. 22, segundo
andar, sito na dita ru< do Sol, que ser ge-
nerosamente recompensado.
Carlos Claudio Tresse fabricante
de orgao e realejo, na ra das
Mores n. 19,
avisa ao respeitsvel publico, que concerta
orgao, e realejos por marcas modernas deste
uulr, 1 \iw h f w a *j"> r -
Est a chogar do Rio de Janeiro, a bar- paiz, concerta piannos, sarafinas, cachas de
caporlugueza Maria Jos, de que he capitSo msicas, acordaos, e qualquer Instrumento
Jos Farreira Lesss, he navio novo de pri- que apereca, tambera faz obras novas, e lem
meira viagem, e seguir logo para Lisboa, para vender realejos e um orgSo de Dom ta-
lando ja parte da carga prompta: quem nel- manhooboas vozesem conla.recet
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1:
at^ Compram-so escravos de ambos o
sexos, com habilidades, ou s 111 ollas, para
l'iini e dentro da provincia, pagase muitu
bem, tondo bonitas figuras : na ra dasLa-
rangeiras n. 14, segundo andar.
Compram-so, para urna encommenda
do Rio dif Janeiro, 2 escravas creoulas, ou
pardas, de t2 o 20 annos, e 1 moleque de 14
a 18 anuos : na ra Nova n. 16.
Burra de Ierro.
Na ra Nova, loja n. 13, de
Diogo Jos da ("osla, se dir quem
compra urna burra de ferro.
- Compram-se escravos de
ambos os sexos c pagam-se vis-
ta : a tratar com Correia Leite ,
na ra da Cruz n. 4o ? primeiro
andar.
Vendas.
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T ^ oj = 9-.
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Altencao.
Nova fabrica de chapeos de Sol no atierro
da Roa-Vista n. 22, acha.-sa um grande
sortimenlo de chapeos do Sol muita
em conta, tanto para homem.como pera se-
imu ii uniiDua tni nllora, j _.. _.
la quizer carregar, ou ir de passag-m, diri- co instrumentos usados, na mesma casa ali- grande sortimenlo de pe^as de seda edepa-
ja-se aos seus consignatarios Francisco na-se piannos en. casas parliculares. pannmho para cubrir os chapeos rte bol ja
--Ouem uercizar de um rapaz de 18 annos usado,tamben concorta os diltospeol preco
^ _~i~~ iA. .. uul.____ u .1- .. .0 nm nutra nimlfinar
ja-so aos seus consig
Severiano Rabfllo & Fillio.
Leudes.
- Vio tendo sido possivel ultimar o leilSo
da massa do (nado Eugeno Gollynt, por cau- I
sa da mulliplicidade do objocti>s,oiiiesmo se-1
r continuado em presenta do Sr. Clianccller I
()Sr Rprnardode Albuqtier- Francisco Jos da Co'ta Guimaracs Josa
- U Or.Jjernaruo ""i Antonio do Oliveira, Luiz de Moura Accioly,
Iernandesliama, queira man- amonio Pereira niniz, Jos dos ReisGomes,
domafado' defrancV.'e consistir em ra-' dar pagar a subscricao deste Diario. Jos Antonio ij> OHvelr., J*
zondas propria, para loj.sco.mo o sej3o ves-! .. felanot, J. J. *cileum.n vio f.zer ^ "jS J^^i"!^ de seus
Francisco
'^"r'wteumnviQttzer iiiz,'Manoel Peroira GuimarSes, eFran-
tidosdelll, deciss. e ..... cintos. i- uma ^ *SSST' IVe'"'' neR00'0
tas, los, eufeitesdelilo, para cablea, Hores, .- Na ra do Hospicio n. 52, precisa-se de inieres.e. ^ __,,-^ ___ .
vanedade de bijocitorias, grande porco do uma ama de leite. JDtj|5!'S*'r'l>**55*[
Ifvroa inteiramento novos cncadernados Na rui do Hospicio n. 52, precisa-sede^ paulo t.nlsriiolix, lentlsta IJ
conrpostos nos idiomas portuguezes, france- uma ama que engomme com perfeicao : pa- ^ fi-anccz, ollcrcce seu prest- o
tes, luglezes eHespanlioes, e mnila mobilia g-sebem. 8* 1110 ao publico P-a torios os 4
como sejSo cadeiras de Jacaranda, mezas do .. Aluga-se o sobrado n. 9, na ra Direita 9 mi-ic-r le sua prollssuo :
piuliopara escriptorlo, e um armario.um ri- com funJos para a ra da Penha.muito fres- < pode srr procurarto a ipial- *
coospelho com trem de Jacaranda, e outros coe com bstanlos commodo, e por barato n quer hoit em snn, casa, na ^
tnuius objecios: inclusive roupa e cilfado pre^o : trata-se na pra^a da Independen- ^ mu larsudalloaarlo, 11. <>,
usado. Segunda feira, 1. de marco no I. an- cia n. 12. S segundo mular. s*
dar da casa n 30, ra da Cruz. Precisa-so alugardous moleques : na sj99f^BJ900##*9at#sjt,fM
O corretor Miguel Carnciro, fara leiUlo ra da Cadeia n. 13. O Sr. encarregado da festa de Bebiri-
nodia segunda-feira, 1. de mar;o as lobo- Precisa sedeumaama, quelenliabom j,ej quo pedio emprestado urnas pomas de
ras di manli.li no seu armazem na ra do ]0ile, para criar um menino de 8 dias de cortmas, na igreja do Ter{0 queira fazer
Trapiche n. 12 de muitos trastes novse nascido, forra, ou captiva: no aterro da 0 r8Vor, mandar entregar uma que falta:
tizados, loufa, vidros, candieirus, espelhos, boa Vista, loja de calcado n. 58. faz-se o prosete por se ignorar sua mrala,
iiuadros com estampas, espingardas, pisto- | |>rccisa-sede uma ama forra, para tolo .. procisa-so do srvenlos para um mu
tos de ris a juros por 10 ou 12 mezes para o
que offerere garantia em bens por uma es-
criplurade hiputliera entre estPS he a futura
safra mnito bem funlada e para mais de
2,500pas o da-so na hipotheca no valor de 2
conlos de rs. que com outros bens cnegam a
mais de 12 eolitos e lodos livres e dosemba'
racados para mclhorgarantia do liipntecante-
Q ir. do engrano lUgeila-ie a pagar um fei-
tnr, administrador ou caxeiro botado pelo
hvpotecanto para nao deixararredar da'li um
so Iimt.1i) de assucar emquanto nOo fnr in-
demnisado da quanlia loinada,e assim antes
jmos,ijii.il |n-r senhor armaz^nario;compra-
lor de assucar, ou oulra qualqunr ,r-n
3u leudo dinheiro para este negocin.qnoren-
0 pode nnnunciar para ser procurado e da-
se conheci montos nesta praca.
--OITcrero-so para ama de casa de homom
solteuo, ou mesmo do Tamilia, uma p^ssua
quosesugeila a todo servido de uma Casa,
osceptn comprar na ra : na ra da Calcada
ao aahir no largo do Forte das Cinco Pon-
las n. Vi.
Precsa-se de uma ama parda, livre ,
que tenha bom leite, para criar um menino
de 3 mezes de nascido : na ra larga do Ro-
zarlo, padarla n. 18.
K unos & Companhia, embarca para a
corte do Rio de Jamuro, os seus escravos
Jacob, pardo, do 24 anuos de idade; Anto-j
nio, de Angola, de 39 annos de idade ; Jos,
do Angola, de 38 annos d : idade.
avisar ao respeilavel publico, que se acb
r.vi liiidu na ra Nova n. 19 primeiro an-
dar, aondo esta> sempro prompto a qual-
quer chamado, desde s 9 horas da manilla
al as 4 da tarde ; o annuncianle encherta
de um a todos oa denles, que por isso lem
um completo sortimenlo de denlos artili-
ciars, incorrutiveis o de porcelaua,mui de-
licados e do ultimo gosto otlos os mais
accessorios tendentes a sua proficuo, asse-
verando to las as pessoas que se quizerem
utilizar do seu presumo que nao exige pa-
ga alguma, nao licandp os denles bom pos-
tos, que nao se possa dferen?ar dos proprios
naturaes, e podendo-se inssligar com os
mesmos to la 3 qualquer comida som sentir
a menor dor ncm tor receiodo os quebrar,
lambem chumbar.s (lentes naturaes Tura-
dos da caria com ouro, prala e metal lw.ui-
co, prevenin lo ts-im a contiuaa(1<)da c
ria, llores e mesmo evitando por isso a for-
ma de passar a caria dos denles Turados para
os outros sms ; lambem lira pedras 011 ca-
rias dos lenles cm geral, quo lano os dam-
nefica o cciopnra p*ra o uio aillo da bocea,
nSo sendo lirado: o annuncianle a 10 an-
nos quo exerce a sua profiscSo nesta cida-
de, o os muilos exemplos que tem dado
nesse longo tompo, sera quinto brsta para
se garantir.
Candado sem limites,
Scieiicia sem privilegio.
Francisco de Paula Carneiro
Arrenda-se a propriedade de Santa An
na, com sobrado, aenzatia paraescravos.es- |jeao, reside no aterro da Boa Vis-
'ribaria, uma excellente olaria, haiza para
ecisa-seue uma ama lorra, para luiu .. procisa-so do srvenlos para um muio inuana, urna exceuenie oiaria, naixa para I |T
las oglozaae outros muilos objectos que se-'o servico do casa de pouca familia : na pra- 4 direita da ponte do Chora Menino, o na- capim, plantacSo de caima, e um bom sitio ta 1) onde Ollerece-SB pira
ro entregues por qualquer prer;o. E 10 meio ca da Independencia n. 38, se dir quem gtni.le a 010 rs sendo livre-i e leslros. com muilos arvoredos ; arrenda-se pelo'curar homeopaticimente as se-
diaem pootoira leilouma porc3ode cha- pretende. -- Aluga-se o segundo andar esotSo, do lempo quo se convenc.onar : no Forte do _:_.,. ,1rpI.in,l9,l1,a ,, ,,,,, n,
obra lo da ra dojaniim n. 71, combas- Mallos, a l*\\ rando nao tem direito a nenlium
rulos da Uahia.gai raOos com sevadulta.cor- i :* No pBteo da ribeira do S. Jos n. 15, _
rentes de ouro para relogio, um cabriolel lava-see engomma-se com perfeigSo e ac- tantes commodos e muilo fresco: a tratar Francisco Uelem.
com cobcrla, um carro de quatro rodas, com
assento para 6 pessoas, pedo andar com um
ou dois cavallos,e um cavallo de carros com
arreios.
LWII...... II II
Avisos diversos.
Manoel Alves Guerra Jnior, remelle
para o Rio de Janeiro, a escrava Joaquina,
Mozambique, do 30 annos de idade, a entre-
gar a seu senhor Rento Jos Fernandos.
Aluga-se uma casa na Capunga, da*
fronlo do Sr. Lopes, ou Irasi assa-se o arren-
damentn, o qual est pago 3 anuos a lianta-
dos : quem a pretonder, dirija-se a ra do
Collegio n. 18
Prcisa-se alugar uma escrava, para
lodo o servido de una casa de pequea fa-
milia : na ra Diroita n. 31, botica.
-- A Firma de Jos Hurle & Companhia, fi-
na Iisou no dia 2 de Janeiro docorrei.teanno,
c densa dada em diante ficou pertenec.do a
ptdaiia a Claudio ubeux.
-- l'recisa-sa de uma boa ama deleite:
no aterro da Roa Vista n. 4, terceiro andar.
No dia 24do crrante lugio do engenho
Caiai, para esta pra^a o escravo Domingos
pertenecida a Luiz Francisco de Barros Ro-
go. Estxlura regular, grosso do corpo, mu-
lato claro.representa2i annosde idade;quem
0 pegar leve-o a ra da Cruz n. 46,1. andar
que ser gratificado.
Previne-so ao respeilavel publico, que o
farmacutico Francisco Machado Freir, mo-
rador na cidade de Goianna a ninguem he
llovedor de quantia alpuma, como he publi-
co e notorio por lodos os moradores da mes-
ma cidade a quando esse Sr. pretenda apre-
sentar di vidas,como nos consta, por isso que
est a dar bens a parlilha por haver falleci-
do sua mulher, sSo conlrahidas por meios
fraudulentos e pelo que prolesla-se contra
Uu homem portuguez, criado na vida
1*1 campo, que enlende de plantajes, dese-
ja-searranjar em qualquer sitio para feilor
ou jardineiro; quem se quizer utilisar do
seu preatimo procure no oscriptorio do F.
S. liabollo.
_ Hilaria Vieira Pinto Novrs faz scionte
que rifiu tem mandado comprar nada fiado
por seus escravos, e do novo torna a dizer
que sa nSo responsabilisa por nada que al-
ies compren fiado em seu nome.
O escravo Manoel perlenrente caa do
fallecido Antonio de Olivcira Loaes, na pro-
vincia do Piauny, eque ha Ir annos lem
otado em poder de A. Corifli de Castro,
rendeiro do engenho Terra-l'reta, acha-so
presentemente no do abaiio assignado.
Quem se iulgar com dlreilo ao mesmo ap-
parec para, por si ou seu procurador tra-
tar da venda do dito escravo; pela ruga do
qual, ou por qualquer eventualidad!) que
Iba sobre-veoba, deixa e rosponsabilisar-
sa o dito annunciant. Engaoho Jfatary,
1 j da fevereiro do 1852.- Fortunato Filidel-
iiu Peaioa de Albuquerqua.
pagamento
ijlo. o paleo do Carino o. 9, primeiro andar. Na ra do Livramonto, sobrado n. 10,
precisa-se de uma ama, para o servico uodolfo Jo3o Rarata de Almeida, mu- se dir quom d dinheiro a premio,
interno de uma casa de pequea familia: ou sua residencia para o pateo do Coito- p0 dia 20 do COrrenle, des- no principio uu uivinun ,
noite o abdixo as-loman'lu lenle nenlium
sendo cliamado
da molestia
lujo
e nao
medi-
quem se achar as circunstancias, diriji- g0, sobrado n. 37, primeiro andar.
se a ra das Trincheiras, sobrado de 2 an- .. precisa-se do um bom amassador, pa- emuarcunuo a...... ----------
ga-sebem: na ra imperial n. 37, padarla sSnado, de bordo do vapor inglez, | camento alopatlnco e mesmo ca-
ira do Carmo defronte do chafaiiz. ilnnnonal ,lo .,, ii.lui 8eiro. I'erimentOS de bala, OU de
lempos Ihe f- .. Precisa-se fallar a negocio de inters- "O caes do arsenal tierna, una instrumentos I
arequizer.pa- se> com os herdeiros de Francisco Correia trazn COmSIgO no bolso da sobre- JUWWI ouuo uisii uiucuiua ,
lh,Vra"c,doneqsUta casac'',' uma'caiiinha verde escu-
dares n. 42.
OcirurgiSo Bernardo Perei
fazscienleas pessoas que a'
1 iiam e mesmoa quem convie
ra por meio de um ajuste razoavel, ostratar de Quadros, natural d
annualmente das molestias que possam ap- foi feilor da Mina do Ouro, ,.
parecer, quo tenham a bondade de virem a cidade, segundo consta, ha 8 anuos: a qual- ro, cootendo um annel esmaltado
casa de sua residencia na ra do Rozario querdos mesmos herdeiros, ou pessoa que je ,,r. (,, coni um brilli inte de
lana n.30,par os poderlantaremn.de seus saj|,a peda-se queira dirigir-se a casa n. 6, ..' ,
oiientet. defronte do Trapiche Novo, ou annunciar dous quilates, e quer no acto de
Arrenda-sa um ngenho distante desta sua morada para ser procurado, saltar d( ca raia quer entrando
praca 9 legoas, com multas boas tnrrasde- .. Aluga-se o sobrado do um sillar, na ? ,.
planue>s,e cercados, muenlo e crrante, rul Augusta n. 94, quo faz esquina para o.Para nm cano, perueu o ano an-
vendu-se na mes.na occasiao em que sal- viveiro do Muniz, cm muilo bunscommo-Inel : a quem puis for olierecido ,
zero.rrend.m^nto, .Jguusescravua. safra ^mim^J^*?^**^]^ dille pOMB dar noticia parti-
cipe cm casa do lllm. Sr. Arcenio,
no Hospicio, que ser generosa-
mente recompensado. Carlos
l'rederico Marques l'erdigao.
iioga-se a pessoa que na
sexta feira da semana prxima pas-
mada, boiada muilo boa, carros ele. e to- galas, 4 quarlos, coznha fura e por mdico
dos os mais ulencilios inherentes, a necossa- prefo o aluguel : quem O pretender, diri-
rios para aconlinuafao do mesmo cstabe- ja.se a venda por baizo do mesmo, que acha-
locuneiilii: a tratar no primeiro andar do rj r0m quem tratar
atierro da Boa-Vista n. 43. 1 Jos Francisco de Lima, vai a Por-
fV\WVITI? tugal.
uunriiu. (ouvciac l.eile, embarcam para o Rio
A mosa regadora do glorioso patriarcha deJliriejro a sua i-crava mulata, de nomo
S. Jos da Agonia, erecta no convenio de M. FrgncjsCa.
S. do Carmo desta cidade, tendo de tralar .. naptila da Fonseca Jnior, em-
deobjeclosinl.ereniesao mesmo S. patriar- barca ,.,, o'm, ,lu Janeiro, os seus escra- ada, appareceu na fabrica de ll-
ena, e igualmente das catacumbas quo se ro,jjgU,|( cv rianna e Innocencio. I cores do aterro da Boa Vista, 11-
tem de edificarem no cemileno publico; -- Raulino Jos do Arruda, orobarca para',, i, ...
desde j convida a lodos os seus irm3os, 0 ,lio do Jaaeir0j 0 scu escravo, de nomo uigando se all lie que Uiilum an
para se rounirem em mesa geral no da 29 |iejru
uo crrante pelas 10 lioras da manhS, alim _. Sr. Marianno Machado Frey, queira
dse poder deliberar com tolo acerlo no di rjz;r-sB a rcparlic.ao do correio, afimde
que melhorconvier. receher uma caria.
Precisa-so de um ofcial do chiruteiro .. ren lo arribado boje da loja de sapalos
na ra do Pilar n. 118. 'do Sr. Jos na ra da Cadeia de S. Antonio o
-Nobilhar da ra Nova, precisa-so da cabra de no(D9 victor sapaloiro levando a
um caixeiro, que seja diligente e de boa rolipa Com quetrabalnavaeaendoolle escra-
couducta, proferindo-so quem entenda al- Vo doabaixoaisignado.cujo eicravo tem os
guma cousa o francez ; assim como um pra- g0gUnies signaes; baixo.alguma cousa ebeio
lo para o servico do mesmo botequim. 'do corpo, anda cacado o intilula-se forro i
AnnaeS brasilienses de medicina, tem rostocarnudo, he bem fallante edoseoo-
Jornal da:adamla imperial do medici- I baracado, e filho da Parahyba; pelo que ro-
a do Rio de Janeiro. Iga-se a todas as autoridades policiaes, e aos
Sahioa luz o 11. 4, contendo as seguintes capitaes de campo o prendao e levem na
materias 1 actos da academia; relalorio do casa do annunciante ; la ra do Queimado
Sr Dr Reg, sobre a memoria doSr. Egas'n. 13. Antonio Goncalvaa da Silva.
Muniz Brrelo Carneiro do Campos; memo- Francisco do Paula Pereira, rolira-se
para a Europa, e deixa por seus procurado-
res aos senhores Cunha & Amonio, e Joa-
quim Jos sil vena.
OITerece-se uma ama para o servido de
portas dentro, para casa de homm soltei-
ro; faz doces, magas e he perfeila cozinbei-
ra : quem a perlender, dirija-se a ra da
Guia, loja de marciaeiro n. 7, que se dir
quom he.
OSr. Manoel Jos Freir de Andrade,
tenha a bondade, quando vier a praca, cu-
ten lcr-se com Jos Moreira Lopes, a nego-
cio da seu intoresse.
Bento Canudo de Moraes, vai a Eu-
ropa.
Um senhor de engenho precisa de 3 con
rias sobre a febre amarella na Babia j vela-
torio do Sr. Dr. Valla JSo, sobre a memoria
do Sr. Domingos Marinho ; estatistica do
corpo do permanentes da Corle doannode
1850: sub cieve-se por 6,000 rs. poranno,
na corte, na praca da Constiluicao n. 6, na
casa doSr. Paula Brilo, e Desta cidade na
praca da Independencia, livrana n. 6 e 8.
-Precisa-se de um ou dous escravos, pa-
ra trabalharom em um aillo, e que tenham
pratica deste servico: na loja do Sr. Duarts,
na ra do Cabug, ae dir quom precisa.
--Antonio dos Santos Mira, embarca para
o Rio de Janeiro a sua escrava Mana, croou-
la, a antrogar aos sonhores Ramos & Com-
pionia.
nunciado terem um negro fgido
e que (icou de vollar, ter a bonda-
de de appuecer no sobrado por ci-
ma da mesma, que se Ihc deseja
filiar res cilo ao mesnio negro.
O Sr. Antonio Rafino de Arauju Caval-
canle, senhor do iUgenlio Camarco, tenha
a bondade resnonrfar as carias que Ihe tem
dirigido Jos Moreira Lopes.
Caligrafa
Na Ra do Aragao, n. i2, se-
gundo andar, copia-se com perfei-
i.'" qualquer papel em milito boa
eltra e por preco commodo.
Tinturara franceza, no aterro da
l!ua Vista n. 17..
Tinge-se toja e qualquer fazenda do lila,
algodSo, seJa e tintn, lano em obras como
em p -os e com muilo asseio ; assim como
sa alimpam casacas e oulra qualquer rOpa
de pao, que livor no loas, pondo-sa como
novas e por presos commodos.
AOS DENTES,
~ J. A. S. Jane dentista, tem a honra de
grandes quedas 011 ptncadas por
maiores que sejam, respirando a-
inda o paciente; pleurizes, os mais
agudos e violentos ; febre amarel-
la, desenterh sanguinea, bexigas,
sorampo, e sarnas inda as mais in-
tensas e rebeldes, erisypellas, to-
da molestia venrea esypblylica ;
bobas, seja de que carcter forem;
rheumatismos agudos, e em geral
todas os mais enfermidades em
tempo que possam ser curadas.
OJardimdas Damas.
Sanio luz o segundo numero deste pe-
ridico, com 24 paginas do impressllo, con-
tend na pai lo instructiva um dialogo sobre
a rreac.ii do mundo,I carta sobre a physica,
um ariitfo sobre o desojo de agradar, oulro
sobre a familia, outro sobre a m li Ue fami-
lias, o vinas mximas o pensmontos ;
parte recreativa contem tros poesas, um
iran 1. inlio, e um cont paia meninos. A-
compauha este numero um lindo flguriuo
representando as ultimas modas de Paria.
As Hssignaturas continan) a recebar-se na
i'-C'i da Independencia, loja n. 6 e 8, a ra-
za 1 do 2,000 rs. por trimestre, ou serie da
6 nmeros.
Compras.
-- Compia-se um cofre de ferro batido,
prefonndo-so de armario : na ra do Azei-
tede Peixe n. 19.
Compram-se escravos creou-
los de ambos os sexos: na ra U-
reita n 3. X
Oompra-se urna preta de
mcii idade, que nao tenha vicios,
que seja fiel e sai I 1 ven ler na ra:
a tratar no Hospicio, sitio da se-
nhora Viuva Cunha.
Comprara-su escravos rceoulos, ma-
chse femias, de 12 a 20 anuos de idade,
com habilidades, ou som ellas : na ra da
Cadeia no Recife, casa n. 8.
Corapra-se uma escrava do bonita figu-
ra, que lenha bom leitu : na ra da Praia n.
, armazem de carne secca.
FOLIUNI1AS PARA i85a.
Vendem-se folliinhis de porta ,
de padre, e de algibeira de tres dif-
ferentes anualidades,sendo uma del-
tas cora o almanak da cidade e pro-
vincia: vendem-se nicamente na
praca da Independencia n. 6 e 8;
Lotera do liio de Janeiro.
Aos 20:000,000 de rs.
Na loja de miudezas da praca da
Independencia 11 4? vendem-se bi-
Hieles 1 nieiro-i, meios, quutos, oi-
tavos c vigsimos, a beneficio da
ai. lotera do theatru de S. Pe-
ilro (! Alcntara que corren a
16 de fevereiro, e vem a lista no
primeiro vapor. Na mesma loja
tumbem tem a venda billietes in-
teiros, meios, quartos, oitavos e
vigsimos, a beneficio de um hos-
pital as Agoas Virtuosas da Cam-
panha no liio de Janeiro.
Vende-se am segunda mSo uma volta
de adereco.de ouro e de bom goslo : quem
quizer, annuncie.
Vende-sa vinho do porto supperior en-
garrafado, I pianno forte novo, cadeiras, me-
zas, espolhos do sala, jarros com flores e
sem ellas, lampio>s, lanternas, quadros fei-
tos a oleo, e outros movis do casa, na ra
do Trapiche esquina da lingneta n. 32.
Vendo-se uma negra de quarenta annos
de idade,optima hvadeirae cosinheira,che-
gada a pouco do Arcaty por prec,o commo-
do : na ra da Cadeia do Rociffa casa n. 41.
Tratado elementar da Arle de Msica,
segundo o systema dos mais ahalisados pro-
fessores, um folhelo a 3J0 ris : vende-se
no pateo do Collegio, loja do livro aiul.
D. Pedio I.
Ven le-se a estatua delouca do meio carpo
do Si. I). Pedro I : na ra da Cadeia do Reci-
fe n. 38, se dir quom ven le a prcc.0 muito
mdico ,- assim cuino dnus cupidos ; emble-
mas para tinque d'agua, ou repudio.
Ilecreio de Jardim.
Ricos jarras do iliff'rcnles quilidadcs, ele-
gantos figuras < po, representando as difforentosestaciVs do
tempo, o as par s do uiun lo : globos muilo
alegantes com seus pedestaes do gostn mo-
deriio.obras do louca muitu perfeitas o fabri-
cad s no Porto: assim como um sobarbo leSo
doitndo : se vende a procos baratos para aca-
bar : na na da Cadeia do Recito 11. 38 so di-
r quem f*z rsto negocio.
--Vende-si urna escrava do 30 annos.de
boa conducta, 1 qual sabe fazer o servido or-
dinario do uma casa, e'se vende por nao que-
rer trabalhar nn campo : na cidade de Olinda
ra do C ibral 11. 2,alraz da igreja da BoaOra.
-- Vende-se uma pequea casa terrea na
Cidade doOlinda, na travessa do S. Pedio pa-
ra M 1I11..-. Kerrcira toda do podra e cal ; por
precii commodo na mesma cidade a traz da
Boa- Ora ra do C.ahral n. 2.
Milho mili,.
No armazem graude confronte a escadinha
da alfandega, vende-se saceos com milho o
mais novo que existe no mercado pelo m-
dico preco do 2,240 cada sacci.
Vendo-se a bem afreguezada o conheci-
da taberna com poucos fundos,minio lmni pa-
ra um rapaz quo quer principiar; tem excel-
lentes commodos para uma pequea familia;
tem um os, a,oso quintal e cacimba, de agoa
excelentel;na mesma casa so oferece para fei-
tarde engenho uma pesso por disso ler bas-
tante pratica : os prelendentes dirijam-saa
ra da C'olovelio venda n. 33.
VenJe-se um selim, cabezadas e man-
ta de panno, todo com pouco uso : na ra
do Queitnado n. 30, segundo andar.
__Veude-so um silio a boira do rio, adian-
to da ponte do Uchoa com casa magnifica,
lendu adianto grande sala, 2 gabinetes, e 2
alcovas, sala igual a traz; mas tres quartos a
cozinhs, terreno com mis da mil palmos do
eompriinentoe grande baixa do capim; a fal-
lar na ra da S. Amaio n 16.
Vende-se uma preta 1110 ;.i, o de bonita
figura, saliendo bem cosinlia, o engommar,
eiisaliu 1 sufrivelmente, faz diversos doces, n
tinliircira, os pertondenles dirija-se a ra
Augusta sobrado n. 9 al as 8 horas da ma-
nila, o a tarde das 3 horas em diaiite,
Vende-se t2 quartos : na ra dos Pi res
o. S8.
Na ra do Livramonto, sobra lo n. 10 ,
si dir quem vonde 1 coiruulo para senho-
ra; 1 dita para relojo; 1 relojo patenta ; 1 a-
dereQo; I bandeira; cordes; irancolins; a-
nelOes; brincos; pulceiras ; vnllas ; nlflne-
tes; mo laliias, e 24 colheres para sopa, com
paliteiro de prala.
Vende se a fabrica do rcstilacKo de es-
pirito o licores, do Victorino Francisco dos
S-ntos, bom surtida e montada, com bom
crdito, deutio e fora da provincia, nSo su
pelas boas qualldadea da sous liquides ,
como pela anliguidade; com alambiques,
utencia e vasilhas apropiadas para l'abri-
car os lquidos coin puif-'uau, o proprieta-
rio se obriga a ensinar ao comprador todos
os procesaos esogredos, tendentes ao fabri-
co de todos osliquidos, muilos dosquaea
sao ignorados por muilos doa fabricantes, a
dinheiro, ou parle em dinheiro 00 resto em
leltras acontento : tratase na ra do Rao-
gol n. 54 com Victorino Francisco dos
Sanios.
Venda-se, ou Iroca-se por escravos, ou
casas, um excellonle terreno, com muilaa
pruporcOes, na Boa Vista : a quem convier,
annuncie, para sor procurado.
Na ra do Itangel n. 35 onda se venda
carne de porco ha nos dias 28 o 29 do feve-
reiro carnada carneiro gorda para vender a
20j rs. a libra e uosout os das quom qui-
zer voiiiia enco.iininii lar para ae matar; na
mesma casa lia carne de porco a 140 rs. a li-
bra, liuguifas da mesma carne de superior
qualldade a 320 rs. a libra.
Livros em blanco.
Vende-sa em casa do Kalkmann IrmSos ,
na ra da Cruz n. 10, livros on.branco che-
gados pelo ultimo navio.


'-
r
$
-11." .'"H
AGENCIA
da fundicao Low-Mooi.
RA DA SENZALLA NOVA N. 42.
. Neste estabeleeimento conti-
na a haver um completo sorti-
mento de moendas o meias moen-
das para engenho, machinas de
vapor, e tainas de ferro batido e
coado, de todo os tamaitos, pa-
ra dito.
Antigo deposito de cal
virgem.
Na ra do Trapiche, n. 17, ha
muito superior cal nova em pedra,
chegada ltimamente de Lisboa:
tambem se vende potassa da Rus-
sia, nova e de superior qualidade.
Bombas de ierro.
Vendem-se bombas de repuxo,
pndulas e picota para cacimba :
ua ra do Brum ns. 6, 8 e 10,
fundicao de Ierro.
Depotito da fabrica de- Todos os
Santos na ituliiu.
Vende-se,em casa deN. O. Bieber&C.,
ni ra da Cruz n. *, algodSo transado da-
quella fabrica, muilo proprio para saceos de
assocar e roupa de escravos, por pregocom-
modo.
Vendem-se relogios de ou-
ro e prata, patente inglez : na ra
da Senzalla Nova n. !\i.
Gasa de commissSo de escravos.
Vendem-se escravos e recebem-
se de commissao, tanto para a pro-j
__ri_ j-ii,. ..ni nhora: um completo sorlimento de
vieta como para fra della, para| u J|rr jeMdt lies>,anno verdadeira;
o que se olferece muttas garantas
aseusdonos ; narua da Cacimba
n. 11, primeiro andar.
Arados de ferro.
Vendem-se arados de diversos' II
Grandes pechinchas, ha ra do
Crespo n. i4 loja de Jo fran-
cisco Dias, a i4# corte !
Riquissimos cottes de vestidos de llnissi-
ma seda e delicado gosto, fazenda iuleira-
mente moderna, pelo baratissimo prego do
14,000 rs. o corte; ditos de cambraia soda,
sendo o mais superior que lem apparecidu
no mercado, pelo barato prego de 9,000 rs
corle; superiores veslidus do llnissima cam-
braia e de cor, com riquissimoe babados e
todos o seus perlence, sendo urna pe? de
galSo e oulra de cordBo, que se d de gra-
tis a quem comprar oa vestidos, pelo mul-
lo barato prego da 6,000 ra. o corte ; ditos
de cambrala cem baria brenca e de cor, fa-
zenda do ultimo gosto, pelo baratissimo
prego de 5,M)0 rs. o corle ; ditos de cassa
chita, com 6 i[2 varas h 2,000 rs, o corte;
ditos muilo linos fazenda de muito bom
gosto a 2,500 rs. o corte ; chitas cabocolas
muito fixas e finas, cores de caf e de vinho
a 200 rs. o covado; ditas francezas a 240 rs.;
ditas de quadros escuros, fazenda do ulti-
mo gosto e novos padrOea a 200 rs. o cova-
do; riscadinhos muito filos a 160 rs. o co-
vado ; cassa chita muito largas e decores
lizas a 200 rs. o covado; alpaka.preta muilo
fina a 6*0 rs. o covado ; merm preto mui-
to fino a 1,800,2,500, 2.800 e 3,200 rs. o co-
rado; auperior atoalhado adamascado de
puro linho, com 8 palmos de largo, pelo ba-
ratissimo preco de 1,600 rs. a vara; bnm
trancado de puro linho, de diversas cores e
delicados gostos, pelo barato preso de 1,200
rs. avara; riscado de linho, com palmo*
de largo a 200 rs. o covado; algodSo azul
de 4I|2 palmos de largura, fazenda muito
propria para ropa de escravos a 200 rs. o co-
vado; assim como outras muitas hzendas ,
que se vender por preco mais-commodo
Para senhora
S Vende-se setim preto maco de su- 9
perior qualidade para vestido de se-
_. cr'tes de vestido'de sarja preta larra- &
I da de lindos gostos; superior chama- gj
lote de seda pura; ricos vens prelos &
de seda, linboeretroz do Italia; um &
grande sortimento de manteletes, ca- y
potinlios pretos com lindos onfeites, 2

modelos, assim como americanos
com cambio de sicupira e bracos
da ferro : na fundicSo da ra do
Brum ns. fi, 8 e 10.
Farinha Fontana,
chegada ltimamente: em casa de J, J. Tas-
so Jnior, na ra do Amorim n. 35.
Agencia de l.dwiu Maw.
Na ra de Apollo n. 6, armazem de >1c. Cal-
mana! .....11 > mili. 1, acha-ae conatanlemente
bona aoriimenloa de uixa de ferro coado e
balido, tanto rasa como fundas, moendas In-
eiras todas de ferro para anlinaes, agoa, ele ,
ditas para armar em madelra de lodos os ta-
maitos e madellos o mais moderno, machina
liuriBuin.il para vapor, com forja de 4 caval-
los, coucos, passadeiras de ferro estanhado
para casa de pulgar, por menos preco que os
de cobre, cscovens para navios, ferro ingle
tanto em barras como em arcos folhas, eludo
por barato preco.
Deposito de cal e potassa.
No armazem da ra da Cadeia
doltecife n. 12, ha muito supe-
rior cal de Lisboa, em pedra, as-
sim como potassa chegada ultima-
mente, a precos muilo rasoaveis.
I' ai 1 iilni de mandioca.
- Vende-se saccaa com superior farinha
de mandioca a presos rasoaveis: a tratar
com J. J. Tasso Jnior ra do Amoiim
n.85.
Deposito de cal virgem.
Cunta & Amorim, na ra da Cadeia do
Recile, n. 50, vende-se barris com supe-
rior cal m pedra, chegada pelo ultimo
navio de Lisboa, por menos prego do que
em outra qualqner parte.
-- No escriplorio de Manoel Joaquim Ra-
mos e Silva, na ra da Cadeia do Recife,
vende-se por preso commodo cal virgem de
Lisboa chegada no ultimo navio, bezerro de
lustro, mercurio, linha de Roriz,retroz, fe-
cha Juras do Porto, pannos e casemitas
de 13a.
Rap Paulo Cordeiro-
recntenteme ebegado do Rio de Janeiro,,
rende-se na ra da Cadeia do Recife loja n.
50, de Cunha & Amorim.
No armazem da ra da Molan. 15,
vende-se cal deLis boa em pedra, a mais no-| parnilia', por servir ^para'meza de engom-
va que ha no mercado, chegada no crrante mad0 0 forrar camas e mesmo para escra-
rnez, no bngue Laya assim como mercurio V08i pe|0 j,mjnut0 proo de 1,410 rs.': na
doce em caixinhas de libra cada urna, ludo rila do Crespo n 6.
por menos prego doque em outra qualquer, Grande aDrica de chapeos de sol,
de J. Falque la do Collgcio
sendo os mais modernos que ha no
mercado; superiores meias pretag in-
glezas de peso, e outras fazendas de 1
gosto e boa qualidado, e ludo por 9
prejo muito em conla : na ra do B
Queimado, loja do sobrado amarello 4
wmmsmismwmwwwmm mmmm *
Fructas novas.
Vendom-sena ra estreita do Rosario n.
11,damascos em caixinhas de vidro.o caixi-
nhas de lamoras e do ameixas,e bolachinhas
de araruta ;o na mesma se dir quem vende
100 espauadores bem feitos.
DEVERES DOS BOMENS,
a 5oo rs.
Vende-se esto compendio aprovado para
as aulas, em meia oncadernasio, a 500 rs,,
cada um: na livraria 11. 6 e 8, da prasa da
Independencia.
Arados de ferro.
Na fundisSo da Aurora, em S. Amaro,
vendem-se arados de ferro de diversos mo-
delos.
Vende-se champagne da marca amiga
e bem coohecida, Comet, em cusa de Dean e
Yule & companhia : na ra da Cadeia.
Tal xas para engenho.
Na fundisSo de ferro da ra do llrum,
acaba-se de roceber um completo sortimen-
to de taixas de 3 a 8 palmos do bocea, as
quaas acham-se a venda por preso com-
modo, e com promptidHo embarcam-se,ou
carrogam-se em carros sem despezas ao
comprador.
Vende-se farinha fontana
muito superior e nova no merca-
do : a tratar com Manoel da Silva
Santos, na ra do Amorim n. 5G e
58, ou no armazem do Annes no
caes da alfandega.
Principios geraes de economa pu-
blica e industrial.
Vnnde-seesto compendio, approvado para
as aulas de primeiras letras, a 480rs.: na
prasa da Independencia, livraria n. 6 o 8.
Cobertores de algodao.
Superiores cobertores de algodSo de di-
ferentes cores, tecidos a dous los, muito
grande, tem todaapplicago em urna casa de
[^laSB CfjF irnn
(OM
fE3 tita kCL H*t
^H<2 &k Vende-se vinho de champa-
nhe legitimo e de superior quali-
dade : em casa de J. Keller &
Companhia, na ra da Cruz n. 55.
Em casa de J. Keller & Com-
panhia, achtr-se a venda vinagre
branco, superior de Nantes, em
barris de 36 medidas.
Vende-se urna mulata mosa e bonila ,
perfeita ongommadeira e coatureira, e urna
creoula de 22 muios, com urna cria de 3 an-
uos : na ra larga do Kozario n. 22, segun-
do an lar.
E MAIS OFF1C1NAS
NA
Ra Imperial 11. 118 e 12o, e deposito 11a ma Nova 11. 33.
Respeitosamenteavisam ao publico, e particularmente aos Srs. de engenhos e des-
tiladores, etc., qne este estabeleeimento se acha completamente montado, com ai pro-
porsOes necessarias, para desempenhar qualquer machina, ou obra concernente ao mes-
mo. Os mesmos abanan a attenso para as seguintes obras, as quaes construidas em sua
fabrica competem comas fabricadas na Europa, na qualidade e tnSo de obre, e por me-
noa preso, a saber :
MACHINAS continuas de destilar, pelo melhodo do autor Trancez Derosne, as me-
Iboros machinas, que para este lim at hoje tem apparecido.
ALAMIUQUES de cobro de todas as dimensoes.
TODOS OS COBRES necesarios para o fabrico de assucar.
TAIXOS DE COBRE para refiniso.
TAIXAS DITO para engenho.
DITAS DITO movis para dito.
BOMBAS DE COBRE do picote, de repucho, de roda e de pndulas.
ESCRIVANlNIlASdelatSodas melhores modellos.
DITAS DITO galvauisadas.
SINOS de todos os tamaitos.
OS APRECIAVEIS fogOes de ferro econmicos.
BURRAS de ferro as mais bem construidas.
CARROS dito de mo.
PORTOES de ferro.
VARANDASdito.
CRADIAMENTOS dito.
TAIXAS dito.
CALDEIRAS dito. *
BAM1EIROS de zinco o de folha, para banbo de choque.
Negocio vantajoso.
Vende-seo hotel commercio sito na ra
da Cadeia n. 13, cornos ulencilios que o
comprador quizer : a tratar no mesmo.
Vende-se
Cha preto e verde, de superior
SALSA PARRILIIA
DE
...... 1: 1 1____ -.!-.,._____._,. As nuinorosas experiencias lenas com u
qualidade em caixas pequeas ; |uso dj sa|sa parri|na em lod,8,8enfermi-
do
loja do sobrado amarello; na ra
Quoimado 11. 29, vende-se um
completo sortimento de pannos pre-
9 los finos e cores lixas; casemira preta
elstica superior de 9 a 14,000 rs. o
>
n./,.
Nesle novo estabelecimonto recebeu-se
um novo e lindo sortimento de chapeos de
Sol dos ltimos gostos, tanto de seda como
cUedecalsa; cortes de coete preto # de paninho para hornese senhoras, de ar-
do superior casemira bordados, dilos I ntasSo de bale.a e de ano que se vendem
de dito de setim maco com indos 5 ,por nenos preco quoemoulr. quilquerpyr-
bordados; merino preto fino de 2,500 *. le ; ^."l^ !",""no ,de' hamalole. sedas
, 5,000 rs'. o covadb; chapeos prtos J,.""nhos 0ID pe" Uo loJ,s Cor,s equa"
;? francezes os mais superiores e mo-
( demos que ha no mercado; chapeos
(S de castor brancos ingle/es da ultima
?j moda, e outras muitas fazendas finas
' e preso de agradar ao comprador.
Ovas do sertao.
lidades para as pessoas que quizerem man-
dar cobrirarmasoes servidas. Completo sor-
timento de baleias para vestidos espartilhos
para senhoras, fazem-se umbellas de igreja e
concerta-se qualquer qualidade de chapeos
de sol: iodos osobjeetoscima mencionados
ae vendem em porsSo e a retalho, por preso
que agradar aos freguezes vista da quali-
Vendem-se ovas do sertao, muito frescaesi diJe- .
e gordas, por preso commodo: na ra do "" ende-se um carro de qust'o rodas
Queimado, loja n. 14. [ muito levne seguro, por muito poucodi-
Vende-se urna acreditada fabricado cha- nheiro : na prasa da Boa Vista, cucheira
rulos, com todos os seus utencilios, ludo
por muito menos do custo : na travessa da
J.ingoeta o. 8.
iNovos cobertores de tapete a
1,44 rs-
Na ra do Crespo loja da esquina que
volta para a cadeia, vendem-se cobertores
de tapete, grandes e bonitos, pelo diminuto
preso de 1,440 rs.; em qualidade sSo os me-
Ibores que tem viudo no mercado, por isso,
recommenda.se aos Srs. de engenbo que
quizerem comprar da pichincha, no se de-
moren], porque jaba poucos^pela estragao
que tem tido.
He to barato^
Que faz animar ;
Quem vir a pechincha
Nao deixar de comprar.
Na ra do Crespo loja da quina que vira
para a cadeia, vende-se panno fino preto, a
3,000, 3,500, 4,000 4,500, 5,000 e 5,500 rs.
o covado; dito francez muito superior, a
6,000 rs. ; dito azul, a 2,oo, 3,500, 4,000 e
5,000 rs. ; dito verde, a 2,800, 3,000 e 6,000
ra.; dito qor de rap, a 2,600 rs. ; casomi-
ra preta, a 4,800 6,000, 7,500 8,500e 10.000
rs. o corle; sarja preta de-seda muito su-
perior, a 2,500 rs. o covado; marin preto
ui uilo bom, a 2,800 e 3,200 rs. o covado cor-
tes de cassa chita muilo bonitos, al,oo
i.; e oulraa muitas fazendas por preco
commodo.
do fransois.
Petitoria.
Ve las de espermacete de superior
qualidade em ditas ditas,
Fio de sapateiro, de diversas co-
res :
Tudo em conta, no armazem de
Adamson Iloiwe & Companhia,
na ra do Trapiche, n. 4a.
-- Vende-se una crma frsnceza ds mogno
massiso, um guarda vestidos, grande e de
amarello, um consolo com espnlho dejn-i
caranda, e um palanqun) da Baha, de mui-
to bom gosto : no largo de S. Pedro por ci-
ma da loja de marcineiro, segn Jo andar.
-- Vende-se ou arrendase um sitio no Bar-
balbo com sufliciente casa contando duas sa-
las gabinete 10 lado, tresquartut, cosinha e
estribara para dous cavallos, varios arvore-
dos quedSo fructo, trras para plantas^, e
opliuio baoho : trata-se ; na ra Nova loj
n. 58.
Milho a 2,5(10 rs. a saeta.
No armazem de DiasFerreira, no caes da
Alfandega.
i'otassa ameiicana.
No antigo deposito da cadeia vclha, n.
12 existe urna pequea porcSo de potassa
americana, chegada recentemente que por
superior rivalisa com a da Itussia; vaude-
se por preso razoavel.
Vende-se urna mesa do amarollo, com
7 pajinos de comprimenlo e 4 do largura :
na ra Bella n. 16.
Vende-se ou arrenda-si o Engenho S.
Itita moente e crrente meia legoa distante
da villa de Iguarassu'com propursi'S para
safrejar-sc, embarque junio ao engenho; ala-
gados, o outraa pruporsdes : quem o preten-
der entenda-secom o proprielriulto mesmo
engenho.
Vinho de Champagne,
e superior qualidade : vende-se no errea-
em Kalkmanu IrmSos Ra da Cruz, n.
g ARADOS AMERICANOS. J
$ Vendem-se arados ame- o
I ricanos, chegados dos Esta- 1
a> dos Unidos, pelo barato pre- 4
|| 90 de 40,000 rs. cada um: na ^
ra do Trapiche n. 8.
dades, originadas pela impureza dosangue,
e o bom xito obtido na corle pelo Illm.
Sr. Dr. Sigaud, presidente da academia im-
perial de medicina, pelo lllustrado Sr. Dr.
Antonio Jos Peixoto em sua clnica, eem
sua afamada casa do saude na Gamboa, pe-
lo Illm. Sr. Dr. Saturnino de Olivera, me-
dico do exarcito oporvarios outros mdi-
cos, permillem hoje de proclamar altamente
as virtudes cflicazes da
SALSA PARBILHA
DE
He bom
Na porta da Alfandega e no
armazem do baraleiro Joaquim da
Silva Lopes, vende-se farinha fon-
lona SSSF e de Philadelphia, l-
timamente chegada.
MocnditN superiores.
Na fundisSo de C. Starr & Companhia,
em S.-Amaro, acham-se venda moendas
de caima, todas de ferro, de um modelo e
construesfio muilo superior
Xarope do Bosque,
O deposito do Xarope do Bos-
que, foi transferido da botica do
Sr. Jos Maria Goncalves llamos-,
para a do Sr. Bartholomeo Fran-
cisco de SoUza, na ra larga do Ro-
zario n. 36. He falsificado oque
nilo for vendido nesta casa; garra-
fas grandes a 5,500 rs., e peque-
as a 3,ooo rs.
Vende-ae,
' Alm de muilns e superiores gneros, ven-
I de-se igualmente os seguintes : caf do Rio,
retalho, massas linas, con-
Nota. Cada garrafa contem duas libras
de liquido, e a salsa parrilha de Bristol he
garantida, puramente vegetal sem mercu-
rio, iodo, polassium.
Vende-se a 5/000 rs. o vidro na botica do
Sr. Jos Hara Gonsalvos Ramos : ra dos
Quarteis penada ao auarlel de polica.
Sim&o de JNantua
a
800 rs.
Vende-se a historia de Similo de Nantua,
a 800 rs. : na livraria da prasa da Indepen-
dencia n. 6 e8.
Lotera de N. S. do Lvramento.
Aos 5:ooo,ooo ders.
Na loja de miudezas da praca
da Independencia n. !\, ven !em-
se bilhetes inteiros, meios, quar-
tos, decimos e vigsimos, a bene-
ficio da lotera de N. S. do Lvra-
mento que corre impretcrivel-
mentc no da 28 do corrente.
Bilhetes inteiros 10,000
Meios 5,ooo
Un,irlos 3,600
Decimos 1,100
Vigsimos 600
Cemento novo a 7,000 rs.a barrica.
Vende-se chita larga franceza de
)) modernos padrOes e cores fixes pelo
# baratissimo preso de 240 rs. o cova-
? .do, tanjo porsSo para o comprador
? t'-collior : na rua do Queimado, loja
9 do sobrado amarello n. 29.
Aos'pas de familias.
Manden) a rua do Lvramento, junto 1 bo-
tica loja da Estrella n, 19, comprar o qua em
outra ija no acharan; bem feitos e fortes
sapatinhos de pao para meninas a 320 rs. o
par, de couro preto a 360 rs do marroquim
a 480 rs de lustro a 640 rs., de panno para
senhora a 400 rs., o couro a 480 rs., de se- ?mn ?UJ" '
tm preto a 1,000 rs.; botins de lustro par *8 1"ao* n
menino a 5,000 rs.meio botins para hornern, ,
j. 1.1____. 1 n .. ...i___..__ -- Venda-an
VENDEM-SE ,
Tobosa de pinho at 3 palmos de
largo.
Botijas com bimolo de linh&ca.
Remos de faa de todos os compri-
mentos.
Cimento em barricas c meias ditas.
Tambem se retalha s tina.
Atrs do theatro,armazem de Joa-
quim Lopes de Almeida.
Pechincha.
Vendem-se superiores ps's noval a 240
rs. a libra; figos a 160.rs a libra; bol'chi-
nha inglez, mantoiga dita a 720 ri. a libra;
dita a 640 rs. a libra; franceza a 560 rs. a
libra, tudo de superior qualidade: nos
Quatro Cantos da Boa Vista, venda por baixn
do sobrado n. 1.
-Vende-se barato para liquidar, urna par-
da clara, que sabe coser, engommar, cozi-
nhar, he rendera, trata de meninos e de
doentes, com muita hiiminidade, em fim he
urna perfeita ama do casa, no so pelas ha-
bilidades como pela exemplar conducta
que tem ; urna creoula de 13 annos, muito
bonita e com habilidades, cose, he rendeira
e faz outros servisos de casa, e um pardo ds
18 annos, cuja conJucta e estado desande
rua larga do Kozario foja
Vende-ae urna canoa pequea de eir-
carreira, em bom estado, por 40,000 ra.: na
rua do Queimado, loja n. 18.
Vende-se urna taberna na praia do Cal-
dereiro n. 2, ou toma-so um caixeiro, sendo
capaz, nSo se olha a ordenado : a tratar na
rua da Concordia 11. 4.
Vende-se, por preco com-
modo ou aluga-se urna canoa
grande, que pega de i5oo a 1800
lijlos de alvenara grossa est
quasi nova e he muito bem cons-
truida a tratar no Hospicio, sitio
da senhora Viuva Cunha.
Sebollas ,
novas, vinda de Lisboa: na rua da Cadeia do
Recife n. 18.
de bizerro a 4,500 rs., botins a 6,500 rs., aa
patos de urna sola de couro de lustro para
homem bem feilos a 2,500 e outras mullas
qualidades de obras ; assim como pelies de
bizerro do lustro grandes a 2,880, de bezer-
ro francez a 3,200, marruquim superior a
1,7(0, corteado tapete requisaimo a 500 rs.
e sapatoa ja feitoa, pelies de pelica e mais
accessorias para quem tem sapatuiro : exis-
ten) nesta loja pelo barato. Assim como re-
cebe toda qualidade de encommendas de
calsado, com promptidao e aceio para cujo
ti 111 tem bons ofilciaes.
Vendom-se amarras de ferro : narua
da Senzalla Nova n. 42.
-- Vendem-se mil caadas de mel, encar-
regapdo-se o comprador de dar as pipas,
barris, ou o que Ihecouvier, para mandar-
se enclier em um engenbo perlo da prasa,
por preso commodo : a quem convier, pode
enlender-se com o caixeiro do bolequim da !
rua Nova.
Vende-se urna collecsSo da Imprensa,
ene-.di'i naila, contenJo4 mezes, desde 7 de
selembro de 49, at desombro; outra de Ja-
neiro a iiiarc/j do 52, e urna do Echo l'er-
naoibucano : quem quizer, annuucie.
Vendem-so 7 escravos, sendo 1 pardo
de bonita figura, de 22 anuos de idade ; 1
mulata de 20 annos de idade, boa engom-
maJeira, coso chSo, cozinha e faz doces de
todas aa qualidades; 4 escravos deservifo
do campo, e 1 escrava de meia idade: na rua
Direita a. 3.
SALSA PAURILHA DE
SANDS.
Este excellente remedio cura todas as en-
ermidades as quaes sSo originadas pela
mpuresa do sangue ou dosystema ; a sa-
ber : escrfulas, rheumalismo, erupsSes
cutneas, brebuthas na era, almoroidas,
doensas chronicas, brobulhas, bortoeija,
tinha, cnchascs, e dores nos ossos, e jun-
tas, ulcar, doensas venerias, citica, enfar-
midades que atusan pelo grande uso do
mercurio, hidropesa, exposlosa urna vida
extravagante. Assim como, chronicas de-
sordena da o msliiiiii-ao, sero curadas por
esta iilo til, e appro'vada medicina.
A administrase deste helo remedio, nos
ataques mais estraordinarios tem sido sem- ,
pre seguidos pelos mais felices resultados de daOlin la. Alexandre roulatioho, de ida-
nassuasoperasOes ; porm, o seu principal de 15 a 16 annos ; cara larga, nariz grosso,
objecto he de purificar o sangue, e limpar o olhos grandes, e bastante esperto; este mu-
svstema de qualquer influencia de mercu- lato foi igualmente comprado no meamo
rio. No seu modus op'randi, he directa- lempo que o de cima, havendo sido doSr.
mente como um remedio alterativo, ainda Dr. Alcanforado, e tendo sido pegado a 8
que, indirectamente serve ao systema como dis passados, erecolhido a cadeia, dill le-
um verdadoiro tnico. Doensas nos ossos vado a bordo de urna das barcagas do pro-
c no systema grandular; assim como as' prio seohor dos ditos escravos, para snguir
juntas, e ligamentos, s3o inteiramente cu-! para o engenho, evadio-se da dila barcasa
radas pelo uso deste remedio, sem que o pelas II horas da noite, deixando dormindo
doente faga resguardo algum, quando usar, os empregados dessa canoa : quem os pegar
este remedio. A opperc,5o deste remedio pode leva-Ios ao dito engenho a entregar ao
consiste em remover desorden) do syste-jsenhor dos referidos escravos Paulo de Amo-
nta, e em breve lempo o doento ganhar a rim Salgado, ou nesta prasa a entregara
sua saude. Verissimo Antonio da C'uz Soares, quesa-
ASalsa Parilha tem ganhado por muitos tisfarqualquer despeza que houver de se
nnos urna alta rerutasSo, de ter curato fazer. .
doensas mu difflcultosas, que nenhum o'u- Desappireceu no dia tersa feira, 13 do
tro artigo de valor em materia medica tem corrente, um caboclo, de nome Manuel, ra -
curado. He de saber que a Salsa Parilha be bello crespo, a nulo esque>da'corlada pela
um dos ni,1 rs valerosas reme los que os munheca e barbado : roga-se as autoridades
doctores us3o em toda a parte do mundo ;! policises, quo o prendam e entreguen a
Escravos fgidos.
Da fabrica de caldeireiro da rua do
Brum n. 28, ausentou-se no domingo, 15 do
correle, o preto Alexandre* de nasfloS.
Paulo, de 35 annos de idade, alto, reforgado
docorpo, falla descansada, foi eacravo do
tleliquer, Francez, morador no Rio Doce, o
ltimamente do Sr. Bolly : roga-se a quea
o pegar de leva-lo a mesma fabrica que sari,
recompensado.
-- Conlinua auzente desde o dia 9 de fe-
vereiro corrente a pre a l.uiza, na(3o rebolo,
biixinha e magra, mosa e esperta, levou ves-
tido de urna fazenda ja desbotada, panno de
listras com matambese franjas ; lalvez diga
que anda procurando aenhor, por ter pedi-
do para ser vendida, desconfiase que fosse
seduzid ou furtada por nSo ter o vicio de
fugir, eso proceder contra quem a tonha
seduzid, ou oceultado ; quem a conduiira
rua da Senzalla Nova n. 4 ser com genero*
aidade recompensado.
Do engenho Cocal, freguezia de Una,
rugiram as vesperaa de festa, os escravos
seguintes : Valentn), creoulo fula, com olli-
cio de sapateiro; boa estatura, ps apalhe-
tados, secco do corpo, olhos brancos, e com
idade pouco mais ou menos de 28 annos;
este negro foi comprado em abril do anno
p. p., havendo sido do Sr. Salgueiro da cida-
negoco.
Vende-RP a dinheirn n.i a r>ra-!em Pra e 'clalho, massas linas, con-
venae seaunneiro, ou a pra-!gervas> 0 exce|iento doce de annanaz em
a padaria do largo das Cinco frascos de 6 libras, extrait d'absintho, vi-
Pontas, e tambem se luga, nao se "h0 do ","!no; ,,,0So,,? ??"' !'orul0 M-
, ? o,' ,deira eMuscatol de Setnbal, sardinhas em
poden-do eltectuar a venda nestes latas maiures e menores, riqussimas cai-
dias ; assim como se fornece as fa- xinh"9 do 'od.os os '""""''os com amen-
i i, rr doasconfeitadas, muilo proprns .para pre-
nnhaspa.ra tralialhar, offerecendo gente, presuntos americanos einglezes para
O comprador para tudo gnrantias ;.fiambre, ditos do Porto e Lisboa, milho em
1..1.. .i 1 1 t 1 gaccas, sebo do Porto em caixas do 1 arro-
a tratar com J.,J. lasso Jnior, 'DBi cn'a pretosoltoe emmassinhosde3em
so
na rua do Amorim n. 35.
PIANOS.
Vendem-se em casa de Kalk-
mann Irmos, na rua da Cruz n.
1 o, ricos pianos de Jacaranda, com
excellentes vozes chegados ha
pouco tempo.
- Vende-so um Ionio para padaris, no
centro da cidade, tendo lugar para morada
e armazem para lenba, com desembarque
na poita o pretndeme annuncie sua mo-! na rua da Cruz n
rada. lAraujo.
libra, latas com muito fino biscoito in-
glez; tudo islo vende-se por menos doque
em outra qaalquer parte : na rua da Cadeia
do Recife, n. 23, armazem de molhados.
Para liquidar ,
Faz-se todo o negocio dinheiro.
Vendem-se por todo o prego presuntos
hollandezes, proprins para fiambre e tem-
pero: na rua da Cadeia do Recife, n. 23.
-- Vende-se superior farinha de mandiuca
doS. Malhfus, por preso commodo, a bordo
da escuna Maria Firmina, fundeaifa dWron-
le do caes do Collegio: trata-so a burdo, ou
33, com Luiz Jos de S
No armazem de Antonio Annes, no caos com vistas aegannarem a cura pelo uso ue |i.uiz Amonio uarooza ue uruo, na prasa do
da Allandega. I1*' rflmedio vegetal. Porm, dove-so de | Corpo Santo, cujo caboclo he escravo do
I ,,-,,,),,' ,],, mnnrllnra a 1 onn 1 nt", que nem todas as pessoas sabom pre-Iteoeute Francisco Consalves de Arruda, mo-
luiuiiii uc iiunuioiii a j,uuu |pararesto remedio, assim como esco-rador na barra de Catuama, donde fugio no
rs. a sacca. |lherema melhor parle que se deve usaremjdito dia, e foi visto no Recife, gratifica-se
No armazem de Dias Ferreira, defronledas tal preparagSo. Um celebre Medico escrip- generosamente.
escadinlies da Alfandega. 1lor 1ue residi por muitos annos no lugar
\7f\tp Hp rrranaln ila fahrira dp "0|idehaa melhor producg3o da Salsa Pa-
azeite de carrapato ua aprica ae r|la disso. .^j,^ oilovespeces desUs
Araujo & 1' il lio, no renedo. raizes que crescem nestes bosques, admira-
Acaba dochegar mais deste j.conhecido meque nSo podesse achar, se nilo urna,
azeite, o mais proprio e econmico, para com o gosto, e propriedado da verdadeira
uso de candieiros de sala, tanto pela sua du- Salsa Parilla, que se possa recommendar
ragSo, como limpeza, econtinuar a haver para medicina ; poiaas mais eram insipi-
sompre um depozito para auprimento regu- das e inertes. Porm, como os mdicos
lardos freguezes : 110 armazem de J. J. Tas- nSo se d.1o ao trabalho de fazerem as
so Jnior : na rua do Amorim n. 35. suas proprias medicinas, mas sim confian)
Vendem-se velas de espermacete, em nos sous habis boticarios, para a prepara-
caixas, de superior qualidade : em casa de rem, e comporem differenles drogas. Po-
J. Keller & Companhia: na ruada Cruz nu- rm de todas as preparagOes de Salsa Pari-
mcro 55. Iba devia de ser da genuina, para quo o fa-
cultalivo e o publico ficassem bem fiados
Superior Cha nacional as preparagOes de Salsa Parrilha a ser da
em caixinhas de 2 libras, e da melhor qua- melhor qualidade. Pois he este o genuino
lidado; vende-se por preso commodo, na vegeatavel, que se offerocoao publico; nes-
rua do Corpa-Santo n. 8, primeiro andar. te se v combinados outile eum dulce ; pois
Deposito de panno d< algodSo da em in0n'to cos em que o doente espe-
r l T j c? j d ransasalgumas linha d viver, e grandes
febriea lodos OS Santos da Ba- quantidades de remedios experimentados,
nhia. maa sem resultados de melboras ; mas com
VJ n.n nnn.n%n,ln esta pura Salsa Parilha, auas curas tem sido
ende-se por pre$0 commodo infalivei^ pois os certificados que tomos
o bem conhecido panno de algo- recebido de pessoas que tem usado deste
do desta fabrica: em pessa, a P."ro remedio, afllrmam da sua boa ellica-|que o apprehender, leve-o .
u- UEa.o 'iuiivi .." k-= i c,a c8te9 certificados temos a honra Je j. u ~ :. .1. j
vontade do comprador.- no escrip- aprensentar ao respeitavel publico, para ierro aa Doa v,sld) soDraao n. 17,
torio de Novaes & Companhia, na que finuemcertos, oquoacima so diz, he que ser generosamente grati-
t rr. o, vordadeiro. Os propnetanos desle reme- i,9(ln
rua do trapichen. 3ij. dio tem por muitos annos empregado todos '"-atiu-
Gomma de encommar* os meios pare prepararcm osle tao til, e --.Desappareceiiino da 24 do corrente fe-
v.nj ... ,= ,nmmm. essencial remedio da raz da Sais Parilla. vereiro. do engenho Lna freguezia do S.
de engommar muUo a ? e or nrn com- ne "or "'"' conseguir.m as suas vistas em A" def fu'iao- "" Mirn
moSS'TaruiXMimado^ eno!l.' f,l em bar1"- a.xo, secco e
-Vende.- Vc?lhaoSilosa aYoOO rs ta lindos re""""> ten enchido os pro- cambado, levando camisa deazulSo e caigas
da melZ\ZTT^Tu^T^ P;'~ d" Blor.a e triumpho de teem ,-*3*J!B*6 ?
aamtidaun-a 10 p II1 ooo ra nn arantam Preparado urna luida composigJo contra 8!nnoI no dilp engenho o Dr. Antonio Pe-
SWShn'nUCcadAK^^
M. humano. Esta composisSo he qumica e *-UIIJOse rereira simoes na ruaaasi.ru-
oinnos ae vento 'nova. Esta Salsa Parilha be combipada com s n. 37, que ser recompensado,
ecim bombas de repucho para regar hortas outros engredientes que todos elles perten- A t lenca 1.
dbaixasdecapim : venden-sena fundigao cem claase vegetal, e todos com o poder Desappareceu.ou foi sadulida nodia IDdo
deBowman&Mc. Callum,na rua do Brum de purificaren) o sangue. O doente que usar corrente urna pardinha donme Arcanja de
ns. 6.8 e 10. f deata composigHo, pode comarque tem o 12 annos de idade, com os slapaes seguintes
Vende-se cera ero velas mais eflicaz remedio, para a sua enferm- cabellos cortados rentes olno.eo vesgos o
multo hom snrlimpnln nnr nrern ddeus'', O nico agente nesta cidade he pe menos levou vestido do chita com lislra
lo, ] re?0 Vicente Jos de Brito. na rua d. CmSm ,l hn e cor de caf com ramagens encarna-
- Deaappareceu no dia 23 do corrente, da
fazenda de S. Bento de Jaguaribe, o escravo
creoulo, de nome Cypriaono, estatura re-
gular, nariz chito, cabellos brancos, barba
quasi toja branca e rapada, be muito re-
grista, tem olllcio de caldereiro, levou com-
sigo urna caninha de madoira e (odas as
ferramentas de seu ofDcio : quem o pegar
podera levar ao Mosleiro de S. Bento de 0-
linda, que ser recompensado, e protesta-
se contra quemo tiveroceultado.
GR4T1F1GACAO'.
Acha-se fgido desde u dia 3o
de Janeiro prximo passado, o ne-
gro Antonio, de idade 3o e tantos
annos, muilo regrista e costuma
inttular-se de liberto ; torna-se
muito conhecido por ter o segun-
do dedo de cada p mais curto, e
urna grande chaga no regeto do
p direilo, he bastante* preto, de
corpo e altura regular : a pessoa
ao a-
r l"cV" Vicente Jos de Brito, na rua da Cadeia do branca
1:01111110110: iraia-se no escriptot'IO Recife botica n. 61. das;esta escrava veio remtltido do cidade da
de Novaes & Companhd na rua' ,8enl do contrato do rapprince- Nitoria aoSr. Luis Gomes Sllveio, porunto
t 'P 1 o, za, lem a yenda o rap, vindo de Lisboa, pe- roga-se as autoridades policiaea ecapitSes de
UO 11 lipidie n, !. lo vapor inglez, ebegado ueste correte campo ou pessoa particular quea prendam
-r Vende-se urna cama de armagno, cem mez. e.levom narua da Cadeia do R-cife 11.17 2.
pouco uso e prego commodo, o I relojo pa-' Vende-se um terreno sito entre ai duas andar que receber 30,000 de gratifleago; ,1
lente suisso : na rua Nova n. 16. pontea da passagem da Magdalena,e que tem prolr-sla-.se com todo o rigor da lei contra
Vende-se a laberna, sita na rua do Pi- cem palmos de frente e quindenios de fun- quem a tiver acoilado em sua casa.
lar n. Si, com os fundos a volitada do com- do : na rua do Queimado, sobrado n. 32,
prador i a. tratar na mesma. primeiro andar, tala de detraz.
.
1
asm


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