Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:04429


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Full Text
'.
f
Y
Auno XXVI11
DIARIO
de Fevereiro He 18b9.
N. 47.
PERMIBMO.
FR190 i vDBonipglo.
PlSlMINTn ADUMTtDO.
r Irlmeitr............. 4/000
Por semestre ............8/000
Por uno..............15/U00
PQODE.NTSO Du TtlUBBTItl.
Poi quartel.............4/T>00
MOTICIA DO 1MPEBIO
Par/..... I de Fcvr Mina*... ?5 de Janr.
Maranhao 6de dito 'S.Paulo, ll de dito
Cear... 7dedllo. R. de ... M de Fevr.
Parablba. 30 de dito Baha... 17 de dito.
diahda simana.
13 Srg. Si. I. .iaro r
Sereno.
24 Tcrc.S. Primitiva.
25 t)uart. 88 Cima.
:6 Qulnt Torqu.tro.
97 .lext. Orcodo Hor
to ; S. Antlgouo.
-" Sab. S. Romao.
29 Dora. I. da Quare-
ina ; S. Paulo.
AUDIENCIAS.
Jtiio de Orphie
2.e5.i lOhorai.
I. vara do eivtl.
3. c, ao mi'io-dia.
Fairnda.
e6.i 10 borai.
2 vara do tivtl.
i, abados ao inrlo-d
Rrlacao.
Tercas < aibadoa.
IniHBIDII.
Crcicrnte i 28, al 6 horas e l minute di m
Cbela a S ii horas e 46 minuto da Urde.
Mlngoante 11, al 7 hora e 44 minuto da m.
Nova 20, a 1 bora e 24 minutoi da m.
raxiMan DI hOji
Prlmelra ii 10 horas e&4 minuto! da manbia.
Segunda s ll borai e 1 minutos da taide.
(iolan
felra|
nio-c;
VAITIDAS DO* OOBBXIOa.
1 t Parahlbt, legunda e lextaa-
'nde-do-Horte, todas ai quinUi-felrai
10 m lo da.
Garanbjbns e Bonito, 4 8 e 23.
Boa-Vi la, e Flores, 13 e 28.
Vlctori ,i quintas-felra.
Olinda, todos o das.
NOTICIAS IITItiNCiinai.
Portugal. 17 de Janr.
Hespanha 9 de dito
Franca ... M de dito
Blgica... 3 de dito
Italia.. i de dito
Alrm.nl a. ide dito
Prunla ... sdedlto
Dinamarca I drdllo
Buula... >0 de Drib,
Turqua. 29 de dito
Austria.. 5 de Janr,
Sulisa. .. 3 de dito,
Sni'i ia... 3l de Dezbr,
Inglaterra 8 de Janr
E.-Unldoa 24 de Dezbr
Meiico... S9 dePiovbr
California 2o de dito
Cblli. 24 de dito
huenos-A. 4 de Fevr,
Montevideo 4 de dito
cambiosnr 28 DirxTiBzlno.
Sobre l.ondre, a 27 a 27 d. p. lf
a Parli,
Lisboa, 90 por eruto.
METAS*.
Ouro. Oncas hespanholas....;.'.
Moedas de 6/400 velbai....
de 6M00 noval....,
> de4/000...........
Prata.PatacSea brasllelroi......
Peaoa columnariui.......
Ditos mexicanos.........>
29J000
lb/000
16/000
9/100
1/920
1/920
1/800
PARTE OFFICIAL.
(Jommando das armas.
Quarttl central na cldade do Recift, 23 de leve
, rtiro dt 1853
OltUBM DO DU 1. 71.
O marechil de camoo graduado comman-
dante das armas, julgindo consequente dar
conhermenlo aos interessados das dis-
posicoes dos arligos 6, 28 n 29 do reguli-
mentu de 31 de mrco de 1851, e bem assim
das do aviso do ministerio da guerra de 31
do Janeiro do coirenle snno, que seguem
transcriptos, previne que na forma do ar-
tigo 30 do mesmo regularonulo, os exames
dos olliciaes, cadetes, o sargentos, de que
razetn mencu os artigos 28 e 29 cita los, s
ferao imprelerivelmente no met de marco.
AU. 6. Os poslosdealferesou segundos
lenles seao preenchidos pelos alferes
alumnos na confemidade do art. 15 do de-
creto n. 401 do 1.' de marco de 1815, petos
caderes que tiveretn servido como inferio-
res por lempo de seis mezes ao m. dos, e pe-
los ssrgenlos. ten lo lodos elles 18 annos
completos de idade, conteniente robustez,
boa conducta civil e militar, e alm disso
tres annos, pelo menos, de praca tlTectiva.
Enlender-se-hi por prara elTecliva pira O
lim de ser promovido o tempo que real-
mente decorrer do assentamonto da praca
em liante, e nao o que em viilu Je do quaes-
quer disaosicOes se mandar contar aos
alumnos que livfrem esludado ns escolas
militares do exercilo e da armad, ou em
quaesquer outras na qualidade de pai
sanos.
Nao ser igualmente contado como lenv
po de praca aos voluntarios o dec irrtdo an
tes da Idade completa de H annos, n-m 1
de I cenca registrada, e o de cumprimento
de sentenca cun lemnaloria.
Art. 28. Na corte, e nas provincias em
que liouver corpos oe quaesquer das armas
do exercilo, os comroandiiiles des armas, e
na sna falta os presidentes, nomearo uma
ou mais conimisses presididas por olli-
ciaes geneVaes ou superiores par examina-
ren! os alferes alumnos, sargentos e cadetes
que se destinaren) a ser promov los ao pos-
to de alferes ou segundo lenlo.
O exanie versara sobre a nomenclatura
das differenles partes da arma, seu uso, suss
difieren tes especies j sobre o manejo da res-
pectiva arma e exetcicio de fogo, escola de
pelotSo a p e a cavallo, de peca de campa-
nil e de bler, pontanas ao alvo, segundo a
netureza u arma a que peitencerem os
examinadores
Art. 29. Ser semelhsntemento nomeada
uma ou mais ommissO-'S da tres oMciaes
habilitados para examinaremos lenles e
capiUe das tres armas do exercilo.
O eX'me versar primeiro sobre o manejo
dts armas, fugse manobras de batalliJo,
esquadrao, regiment, bat-iria de campa-
ana e de prac, segundo a arma que per-
lencerem os examinadores; s-gutt lo sobre
o detalhe, escripiuraco e economa dos
corpos: he alm disto, sobro a picarla, se
os examinados torern "* armas de cavalla-
ria ou artilhari cavallo.
Circu|gr...po de Janeiro. Ministerio dos
n .(i nos da guerra em 31 de jaoeiro de
IMS.
lila!. Exm. Sr.~De ordem de Sua Magas-
taile o Imperador, declaro a V. Exc que os
sargentose cadetes pertencentes as diver-
sas rms do exercilo podem para execu-
cSo do artigo 28 do tegulmento de 31 de
marco de 1851 fazer exime era qualquer das
mesmas armas.
Dos guarde a V. Exc.Manoel Fezirdo
de Souza e Mello Sr. presidente da pro-
vincia de Pernambuco.
Antonio Corma Senra.
TRIBUNAL DA BELACV.
SESSA0DE2I DE FEVEREIRO DE IS52.
Presidencia do Exm. Sr. cunselheiro Azcvtdo.
As 10 lions da manda, estando presentes
os Srs. desembargadures Villares, Bastos,
LeBo, Souza, Rebelo, Luna Frene, Pcreira
Monletro, e Valle, faltando com causa o
Sr. desembirga lor Telles : o Sr. presi-
dente declara abena a sessao.
Jt'LOAHEMOS.
Itecorrenles, Mano-I Jos Antonio e outros,-
n corridos, Jos Ribeiro de Castro e ou-
tros. Julgaram procedente a accSo, e
condenaram os recorridos n>s cusas.
Appellatile, a jusligs; appellado, Jos Joa-
quim de Sant'Anua.Julgaram proceden-
te a appellacflo.
Appellanle, Manoel Ignacio de Avilla; ao-
pellad", Joao Vieira da Cuoba.Conlir-
maram a s -nlnnca.
Appellanle, o juizo de ausentes; appellado,
o l>. AbbadedeS. Benlo de Olinda. Cou-
Iir mar 111 a .-cnlen(.
Appell.nle, JoSo da Silvs Reg 6 Mello:
appellado, Francisco Jos Rolrigues Sa-
cavm. Conrmaram a senlTaj!.
FOLHETIIH.
ou
RIEHIORIAS DE Uffl MARIDO.H
(POB EUGENIO SUE.)
XXXVI.
Na meama nolle da chegada de Joo c de sua
nal contlnuel o ineu diarlo.
No nonio de vina em que eu o encarava, sua
utilidade nunca me linha parecido maior, oe-
inail opportuna. Eia-aqul o que Ii.
Uaio dt 182.
Estou id. .
procuro lembrar-me de lodaa aa miohas im-
nreiidn durante esae da singular, de inlilura
dfboni e inos peoianientos, cuja Influencia
"pr'li'iielrainente distingo atravet da especie de
caho, em que est niergulhado meu eapirilo,
tre pontoi alenles: Um vivoinsiincto de ciu
me contra Joo Raymuiido, anda que at ago-
ra nada o eolia motivado. Uma profunda In-
quietado mi.torada de desconlianca, causada
irla -ingular revclacao de madama tayomodo
arr.petio da lUpeno.idade de inlelligencia de
ninha mulber. Emfim (e mal ou.o '
a ii.i.n.nesiuo'ste ridiculo desvio de ''''"-
rio) sinlo-me a ponto de loroar-me amoroso oe
madama Raymuodo. Pel> prlmelra v temo
srrlaiuciitc (porque raiao vem-ine eu ideis
quando penao em madama Raymundo I) temo
* () FiaVoDarioa,*!.
Api'Ollanle, G'iral lo Anaranta dos Sintos;
appellado, Domingos AfTonso Nery Fer-
reira.Despreraram osemhargis. ..
Appellanle, a fszenda ; aupellido, Joflo Lins
do Albuquerque. Desprezaram os em-
bargos.
Appellanle, Miguel Jos da Silva ; appellado,
Jos Gomes. Moreir. Desprezaram os
emhirgos.
Appellanle, Dingo Jns l.eite GuimarSes;
appellado, J080 da Silva Braga. Manda-
ran) descer os aulos no jui'O aquo para
decidir os embargos ll. 109.
Aggravanle, Fisncisco Jos Uarboza ; aggra-
vado, F'ancisco CustoJio de Sampaio.
Foi diferida a eeiiciio cfferecida por em-
bargos de declaracSo ao accorJIo.
nn.l,;KCIAS.
Appellanle, o juizo; appelldo, Mannel G-
valcanti de Albuquerque Mello Manda-
ran) proceder a habililaeao dos herdeirus
do appella lo.
Appellaulo, Joaquim Jos da Fonseca, cura-
dor da preta Mara ; appellados, Manoel
d Silva Neveseoulro.Mandaran) com
vista o curdor geral.
DHIGatOjllS,
Appellanle, Jos da Fonsec Barbosa ; ap-
pellados, Jos Gregorio da Silva e outros.
App liante, Fracctsco Pedro Bandeira de
Mello; appellad. fazen la.
Appellatites, e appellados, Basilio Alves de
Miranda Varejao e Jon Arsenio Bnrboza.
Appellanle, Antonio Bernardo Ferreira;
sppellsdo, Joaquim Rjbetro de Bnto.
Appellanle, D. Florenci de Andrade Bazerra
e Caslro; appellado, Joaquim Ferreira de
Souza Jacartnd.
Appellanle, o juizo ; appelldo, Manoel Far-
reira Frade.
riviscIes.
Passaratn doSr. desembargador Villares
aoSr. desembargador Bastos as segutnles
ippellacoes em que silo:
Appellanle, a adminislracSo do patrimonio
dos urphaos desta cidade ; appellado, Do-
mingos Antonio Gomes GuimarSes.
Appellanles, Mano-I Guedes Gondim e sua
mull-r; appellado, Francisco Cavalcauti
de Vascunciillus e Mello.
Passaram do Sr. desembargador Bastos
ao Sr. desembargador Le&o as seguinles ap-
pellQes em que silo:
Appellanle, Antonio Jos Gurjao ; appslla-
dos, Joaquim de Albuquerque e o .Iros.
Api'i'ilntil Silvana Mana da Conr^icSo;
appella lo, Bernardo Antonio de Miranda, f
Apuellante, o JU20 ; appellado, Joaquim
Francisco de Alm por si e seu ti I lio -
Appellanle, F.ancisca Miria; appellada, a
fateoda publica,
i'assa am do Sr. desembarga lor Le3o ao .
Sr. desembargador Souza as soguintes ap-j
pellacOesem que sao:
Appellanles, e appellados, Francisco Anto-
nio .la Silva Gavalcantt e Antonio da Sil-
va Ferreira.
Appellanle, Jos Goncalves Torres ; appella-
dos. Mar ia de Assuinpcao da Silv-Molla
e oulros.
Passaram do Sr. desembargador Souzi so
Sr. desembargador Rebello as seguinles ap-
aneli.ioiV's em sau:
Appcllaulos, os herdeiros de Gervasio Pires
Ferreira ; appeilado, o Exm. bario de
Suassuna.
Appellanle, Ignacio Jos da Silva ; appella-
do, Ignacio Manoel Viegas.
Passaram do Sr. desembargador Hebello
ao Sr. desembargaJor I. ma Freir ns se-
guinles npoe.11 iin 's em que sao :
Apoellsnie, Jacinlho Elesbao; appellado,
Caetano Pinto de Veras.
Appellanle, Justino Meroz pelo curador da
beranca appellado, Antouio Gomes Vil-
lar.
Appellanle, Mari Francisca de Si; appella-
do, Jeronyino Joaquim Fiuza de Oiiveira.
Appellantes, Manuel Antonio Das, sua mu-
ll e uutros; appellado, Jos Francisco
Beltn.
Appellanle, o juizo; appellada, a sdmiois-
t>ac3o do hospital de cari lado.
Passaram do Sr. desembargador Luna
Freiroao Sr. desembargador Pereira Mon-
leiro as seguinles .ip.-ullicos omqucsSo:
Appellant", Jos Bezerra Cavalcanti; appel-1
lado, Jos Faustino dos Sanios.
Passaram do Sr. desembirgador Pereira
Monleiro ao Sr. desembargador Valle as se-
guinles aopella;6es em que sSo :
Appellanle, o juizo ; appellado, Manoel Jos
Vieira Braga.
Appellanle, Feliciano Joaquim dos Santos ;
appellados, Joaquim Marinho Civalcanti
de Albuqu rqus e oulros.
Appellanle,o juizo; appellado, Jos Fran-
cisco da Silva A 10,11.ii.
O Sr. desembargador Souza pedio nova
distribuijSo para a appcllac.au civel em que
sau: ,
Appellanle, Marcelino Jos Lopes appella-
iio. Guilherme S.rjs llotnlhi.
oistribuicObs.
Ao Sr. desembargador Villares os seguin-
tes angra vos em que Sflo I
Aggravante, Gaspar de Menezes Vasconrel-
los deDrumond; ggrvado, Jos Jero-
nymo Monleiro.
Recrreme, D Florencia de Andrade Bezer-
ra de Menezes; recorrido, Joaquim Fer-
reira de Souza Jacaranda.
Ao Sr. desembargador Bistos os seguin-
les aggravos em que silo :
Aggravante, Mnoel Jos Ferreira de Gus-
inilo ; aggravado, Leonardo Bezerra Mon-
tenegro.
Ao Sr. desembargador Lefio os seguin-
les aggravos em que su :
Aggravante, Jos da Fonseca Silva 1 ag-
gravado, Manoel Carlos da Silva Fragoso.
Ao Sr. desembargador Pereira Monleiro
as seguinles appellacOet om que sSo:
Appellanle, Elias Coelho Cititta ; appellada,
Anua Rita da lncarna;JIo.
Ao Sr. desembargador Valle os seguintes
aggravos em que sSo :
Aggravante, Luiz Antonio Rodrigues de-AI-
mei la ; aggravados, J0S0 Pinto de Lentos
& Mino.
Appellanles, Jos Corris de AraujoFurtado
e sua mulher; appellados, Joao Baptlsta
Guilherme e outros.
Appellanle, a Joitiet; appellado, Marcelino
Fer.eira da Gusta.
I.evantous ses.lSo a 1 hora da tarde.
EXTERIOR.
seriaineiiie ter encarado falsamente o casamen-
to.... ter esquecido, que quando existem dea-
proporr.des de idade, de frluna, de posico,
existem tanibem diipropor(ea inoraea exle-
norea
Assim anda que ineu casamento com oiioh 1
mulher lenha lido apparenlemcute bascado
em todas aa convenienciaa poasiveis e deseja-
vns. nao posso cegar-me por mal lempo : ha
entre ella e n,im um abysmo.
A relaco de nossas idades parece proporcio-
nada, porm moral e physicamente tcnlio cln-
coeuia annos, e Albina deioiio.
Em vei de procurar para mulber uma espe-
cie de companheira, reaervada, auouiissa, silen-
ciosa, .iii.i.lni luiente aubordiuada a inlin, que
s obra e desrja por iiilnha vonlade, porque
...i., escollii urna mulher de Idade madura, cau-
sada como eu, dos ruidosos e falsos prazerea do
mundo, dolada de um espirito almultaneaiiien-
te encantador e elevado; e aobre ludo dolada
dessa solidez de principios e de carcter, que
se adqulre pelos annos?
Uma mullier assim me offerecerla em mlnha
solido lanos recursos de iulelligencia como de
seguranca. ...
Achariaem urna compantieira uma amiga em
vez de u.na subordinada, que domiuo, mas de
que descoulio..., e que aem duvlda me teme
mais do que me ama....
E senipre atravez desles pensamenloa a lem-
In.in.,'1 de madama llayinuodoacode-me ao es-
pirito como ponto de cuinparaco,
Poil bem! slin depois que toraei a ve-la, di'
go a mim mesmo que uma tal mulber acria pa-
ra mhn urna adoiavel coinpanbelra.
Ali I eslou louco, archilou o ; uida he to in-
sensato como esta mudauca sbita, .como essa
prlmeira tendencia para a deailbeaao, cujas con-
sequeoclas sao espantosas.
Nao, nada be lo Insensato Albina he inhiba
REVISTA DE HESPANHA.
no
Auno de 1851.
Passou trsnquillatnenloo anno de 1851, o
segundo anno Je paz que logramos conhe-
cor em gossos dias.
NSo se tome isto por, exageracSo. Para
encontrar desde os primeiros annos desto
seculo.um s que nSo tenha htvido guerras
estrangdirasou cvm, revolucOes triumphan-
tes ou vencidas, tentativas de disturbios
mais ou menus graves, mais ou menos edi-
cazmente reprimidas, nocessilamos volver
os olhos para o anuo de 1850 uu para o de
1851. i\3o parece enao que a Providencia
apiadada de nos quiz marcara melade do
secuto XIX cumo ponto de partida para uma
iioca bonmeosa na qual a nossa Hespanha,
i sombra da ordem e di paz, entrando
de factoom uma vi da reformas e do ver-
dadero progresso, possa indennisir-se de
nas passsdss dosgracas, o reconquistar o
alto posto que em dias mais felizes oceup-
ra entre e nacOes da Europa. Permilla-
se-nos qne abriguemos esta consoladora
esperanca, pois no be preciso ser optimis-
ta, iioni muitu menos p>ra ter f, como a te-
mos, no purvir de nossa querida patria e m
saulavel influencia dos princiaios de Itber-
dade e ordem que pouco a pouco se vSo sr-
raigando no goveroo e nos cu-tumos do
paiz.
A monarcliia constitucional adquiri no
anno de 1851 um novo penhor da estabeli-
dde com o nascimeolo da pnnr.eza Itabel,
primeiro fructo da untSo de nussus reis,
vergontea illustre qua assegura a succes-
sSu directa da Coroa, a base tal vv. de um
fausto accontecimento que no andar du
lempo poder fazer uma grande nacSo dos
dous reinos da pennsula. TSu pouco ps-
sa isto de ser uma esperanca, porm uma
esprenla com a qual podemos lisungear-
nus, pur puuco que contemos com a fortu-
na que comee,! a sorrir-nus, e com a previ-
sao dos hornees que forara chimados para
regerus desli .os de nosso paiz.
O nascimenlo da princeza das Asturias
11 no heo nico successo satisfactorio que
ha proporcionado nossa familia real das
de prazer e de ventura no anno que acaba
de lindar. A infanta Dona Luiza Fernando
e seu augusto esposo ttveram uma segunda
lilna, a princeza Maria Amalia, a qual, bem
comu primeira, recebeu o titulo e a inves-
tidura de ma nu de Hospanha em prova do
extrgmo carinlio que nossa excelsa rainha
prufess sua innfi, modelo das maise
ds esposas, protectora constante dos des-
granados, exornlo vivo de virtudo, do cari-
dade e de beneficencia.
Seo anno de 1851 assignalou em sua his-
toria estes dous acoolecimentos importan-
tes para o purvir da mooarchi, tamben as-
signaluu dous acontecimentus gluriosos que
nos annunciam lalvez o ongraQdecimenlo
futuro de nossa patria. Fallamus da cun-
Juiala do Julo do archipellago pbillipino e
o escirmenlo terrivel que soflreram na
n lelissima illia de Cuba os estrangeiros que
fur.nn perturbar a paz eroubar o bem es-
lar daquelles leas habitantes
Um e oulro successo deram ao mundo a
prova duvalur e do patriotismo do sollado
hespanllul.. Gin e oulro successo elevaratn
a grande altura nossa bsndeiras era re-
giOes muito apartadas de mis. U n e oulro
successo, despertaran) nas reaubles arae-
luolner e uiaUaoia Ilay.uuuJo ue.u pude amar-
me, nemier iniuhaamante; madama Raymun-
do lem quareoia e cinco aunoa; ella be uiide
Joo, contra quem aiolo um ciume ioslinctivo ;
cousa eslrauha, eu oeio amo, nem nunca amei
miuba mulber, e lodavia meu aangue queiiua-
le, e sobem-me ao coracao bafuradas de odio e
de raiva com o nico pensamenlu de ser un
marido-engaado, como lanos outros I
Ab! maldita srj aiuloha tolagenerosldadc;
para que Introduii eu a Joo emuiinba casa?
Slm, mas lamben! lenho a felicidade de o'e-
recer um asylo a sua mu, de merecer o aeu re-
conbeciiueuto; e demais cumpre coutar com o
imprevisto, tal ou tal acootectinenlo pode tra-
sera retirada de Joao seui a minha seguranza
ser coinpromelltda..,. Mas euto sua mal par-
tir com elle.... e eu me acbarei a ios com Al-
bina.
Enlo, nova complicarlo, nova anciedade.
Nao quero illudlr-me, cumpre aoadar toda a
profndela do abysmo em que calo.
Deduasuma: ou Albina be o que eu aein-
pre julguel, urna boa creaiura, simples, iuof-
feosiva, de um espirito ilmiado, de um carc-
ter fcil, de urna u^loreza iudulenie e aubmis-
51, que conienta-se com o bem rilar material,
que Ihe procuro; ou euto Albina he realmeii-
te urna mulber oe lutelligeacia superior; e des-
de o nosso casamento ella lem udo a astucia e
a velnacaria de liugir-ae a meus olho ingenua,
direi quasi lula, Nesie caso qual be o aeu lim "!
Para que esla dissiiuula;o? yue espera ella
parase revelar? E se sua liuagluaco be real-
mente viva, seu espirito distmcio, que cousa
be io perigosa como esta conceulrafo, esla
rellezu sobre si mesuia, no meio de nossa vida
solitaria.
Cedo ou tarde nao acabar ella por um rom -
pimenlo deaaslroso ?
E ialo ainda-no he ludo. .. porque na vrr-
dade quanlo mal medito em miaba lituacao,
riranijque um mnnaiehia, o di'S'-jo de eslreitar reiac--se
decuntrair alliancas com sua ai.tiga mili
pitria.J Quem sabe se se' este o priocipio
do reniscimento e consolidarlo de nosso
poder yioral no novo mundo? Quem sabe
se a nafao hespanbolla est destinada a ser
em um poca n3o distante prolcciora, a
salvadora diquelles povos que lhe devem
sua cilisacSo e ludo quanlo possuem, e
que hojii, por tantas revoluc5es esterios, se
vem alneacados em sua existencia poltica
pelo orsziillio e cubica de urna repblica
cunquilUdra .
Infebkmente nosso pnliliea interior nao
tem .flfracido nem oCTerece no momento
emqutfbaorevemosnaia que peaa linon-
gear-nos sobre a habilidade e acert dos
liomeus quectulmente nos goeroar. Al-
guns de seus sclos teem merecido nossa
mais completa atiproucSo ; porm sua po-
ltica em geral nao lem sido nem he a mais
conveniente pra chamar a si os homens de
oplnioesconservidons. nem pan estable-
cer a harmona que devera existir sempre
entre os poderes do Estido.
No da 10 de Janeiro, o general Narvaez,
depoisdeler governdo tres annos com u
conflanca da Curoa, cujas prerogativas res-
peilo sempre e cora o aaoio do parlamen-
to, cujos direitos n3o desconhecim jamis,
depois da ter vencido grandsimas diflicul-
dades e de t-rconsolidado umasituacSode
paz e da ordem, qual n3o tullamos conbe-
cido durante muttos anuos, deixou volun-
tariamente o poder eabaodonou alm dislo
sua pitri para nSo ser ubslaculo a realiaa-
580 do programma de moralidade e economa
que havia indicado na tribun o Sr. 1: avu
Murilloao sepirar-se daquella administra-
cao, cuja respunsabilidade e glorias elle
havia prlilhdo. Cumo general Harnee
cahiiam tolos os seus colegas o furmuu-se
um novo gabinete composto los seutiores,
Bravo Muiillo piesidenie e ministro da fi-
zenda, Beslran de Lis, ministro de estado,
cunde de Mirasol, da guerra, Gunzales Ro-
mero da graca ejustic., Uusiillos da tn.ri
nha, rlela do goreruo e Fernando Negrete
i do cummercio.
Este ministerio assim constituido, tem
pass Jo durante os doze niezes incon,i|etus
'quecents de existencia, pur quiro crisis
que lem dado logar a outras Untas m idill-
CocOes. A crisede mrco arrojou pia fu-
ra do gb neta o conde de Mirasul, vi ido
oceuparasua pasta ojoten general Lersuu-
di. Acrlse daabiil le caitir eslrepitosa-
menle o Sr. Fernando Negrette subsliluiu-
do-o no commercio.o Rr. Artel e sendo nu-
meaJo para a pastado goterno oSr. Ber-
trn de Les. Acrisedejunho deixouo Sr.
Buslillo som a pasta da uiarinha, qual pas
sou para o Sr general Armero o elevou o
iii.r,,^, ,1.. Uir.llo.i's aniinni-t-nod: LSta-
tidu. Fin-lmenlea crise de ouluro ubrt-
gou a sepr-se do gabiuele o Sr. Artela e
irocou o nome do ministerio que desempe-
nnava, pois do commerciu, inslruc;u e o-
bras publicas passuu o chatnar-se de Fu-
mentu, uceupandu-o o Sr. Remoro. Nflu
fallamus de uulras crises parciaes quo tem
pedido solTocar-se por meio de concessOjs
reciprocas; masque tom pustu cimu as ou-
tras em evidencia certo mal oslar, cena in-
decisao, certo desconlenlainentonas regiOes,
do poder que nao s3u syraatouias segura-
mente delirmeza e de esisbilidado.
Poste que letiham sido mais graves s
crises porque tem passado o parlamento, o
ministerio Bravo Manilo, foi bem recebido
pelas curtes: ninguetn cutnbateu.seu pro-
gramma de moralidade e ecunumtas: lodus
desejavam que este pro^romma podesse re-
duzirse pratica e ser urna yerdade : ha-
vim onlreos amigos mais apixonaioi da
alioinistracao cabida elgumas individuali-
dades alliadas, que sem f nas pioinessas do
Sr. Bravo Siunllu, agilaram-se tora do lem-
po contra elle, maufdstandu na tribuna o
na imprensa um desconteiitamenio prema-
turo ; porem a maioria das cortes nao era
hostil ao ministerio. Cum urna ba pulili-
c 1, cmi 11 na puucudettno nada leria silo
mais fcil do que fzel- cumplelameute
ministerial.
Por infelicidade prevaleceram as exigen-
1 cias de uma poltica aggressiva e venlirei'a
I aobre s conci leracSes que aconselhavam a
calma, a pruJenciaea conciliasfio. Vieram
' as demisses em mass dos priucipies func-
conarios amigos do gabinete anterior e de-
puis das deoiissOes viersm as amesjas de
1 uma dissulucao, amea^as que se (izeram em
1 pleno parlamento e que exacerbarm os a-
ninos fazendo eminente uma tempestado
parlamentar.
A tampestade com effeito nSo se fez espe-
rar. Inaugu.ada debatxo desles tristes aus-
picios a questSu do regulamonto da divida
ipostcao que as imprudencias do mints-
haviaui creado, nSo foi bastante pru-
qe lhe arrojara o, O cui.flicio rcbeuluu no'
a up|
taMu
deilll
dme para comprehender que devia respun-
dirrom a moleraQSu de seus actos a I uva
aaaaaaaaaajj|Bj^jaBBaBa>B mais ella me borronsa.... bu repugnancia,
cala averao que luspirei a Albiua na prlmeira
nolle de nossas bodas, eu me relien iva disso
porque cria minha mulher candida e simples;
nas que perigosas coosequencias esta averaao
nao pode ler para o futuro, ae ininba mulher
nao he oque eucria? Devo acaso eaquecer
com que clareza de espresso Albiua me disse,
?uaudo ced um momeulo de luuco enlevo :
ome cuidado! Nao me acorde..,.
Eu era euto e.iupldu Agora que reflicto
nlsso, vejo que esla palavra profuuda devia lus*
pressiouar-me como urna repemiua revela(o.
e eu s vi nella um feliz acaso de expresado!
E esla moca, por aasim dizer aluda virgem, ind-
ia, chela de vida, de saude espiritual, c profun-
damente dissimiilada ; pois soube al aqu II-
ludir-iue, esla maca, a quem inspiro lauta re-
pugnancia, vai achar-ae uianlia eiu um io-
tnuldade de lodos o dias, de lodos os iustan-
lescom Joo ll..yuiuodo doladoco.noelle he! .
tas isso be a .mulia perda! laso he para mim
a desbuura, o ridioulo porm, a menos que
seja um 111,einalo, nao posso expor-me a uiu
perigo igual, a um perlgo certoi oem tolo eu
serta em crer Joao capaz de respellar as leis da
iio.spiiaiidaile. Os deverea da amisade.... ludo
isso be uada Por ventura a paixo racioclua!
O devere da amisade.... ah! quem me du,
que ulirajaodo-oa, como eu, elle nao foi lam-
bem o a.uanie da mullier de Jaciulno, 1:01110
inultas vejes leobo auspeilado? Nesie caso por-
que rasoseria'Juio mais escrupuloso para co-
ntigo? Os devere da hosp.lalidadc, palavras
oucaa eaoooras! Por vculura 11,10 cuitante lu-
do o que ha de louco e vergooboso 110 reuasoi-
uieulo de meu amor por madada ll a y mundo,
nao o ainlo j prestes a douiluar-me ?
Ol/ ser sempre reooodusido a este circulo
Inlrausiiavel de penosas alternativas:
Ou a eatada de Joo e de sua mal em minha
ca* leri de pouca dura;j, e enlo, com o
0. Sobre reformas militare,
a sessao tristemente celebre de 5 def lmdislo concederam-se por decretos reae
abril: vio-sc all um roinist'O da cora vo-1 Jlgumai da. disPosi5aei consignad, no pro-
meio de uma espantosa grtUru e de um es-1 da de A|ar Ltier E ,a u f,|Ulll0, de ea-
trondo geral de Insultos e de improprios que traria, e ferro, devenios dlzer aqu que no an-
seriam bastante pur si s para desacreditar no de 18.il foi abena ao publico a de Madiid a
a mais justa das causas. Aranjer, a aegunda que se ha construido em
A paix3o e o despejo perdern) pois aquel- nosso paiz.
la maioria. O parlameuto flcou fundidu Aindaque legundo temos vistooi"presuppos-
Su dissolucao fui desde entilo um. triste'10"1' >si> I8si for.m ealabelecld....ein a
necessidade? O ministerio .aft^jgM. 2SZ^SttZtZ
h.bilmente daa circunstancias ; aconselliuu ,',j a ,u, forill,cs, pol. foram m.ii ou me-
acoiia disioluijJo e culbendo deapreve- ,mensamente discut ios na cominlssao do
nido a seus adversarles chamou immeiiata- congrraso que, como ae .abe be bstanle nu-
.dente o paiz a novas eleicoa, nas quaes meroa, achando-.e nrlla representadas todas
a fortuna sa lhe anoalrou propicia. 'C< roi-tou qisasri oddt. aa fraeeSe da eamara popular,
insterio Iriumphou n miior parte dos des-VuUo h" ""' tambem que em geral a.Uua-
trictos, ain-la que com muito. custo, por- a da fazenda tem melhorado ero i8jl relali-
- vainenleao anuo anterior, bem como no anno
[anterior havia igualmente melborado eui re-
ferencia aoanno de 1840.
Noasas rendas entraram e continan) em urna
via de ..'condecido progresso : ezceptuaodo a
das alf.nriegas que, ou se iiiantm estacionaria
ou pr.iduz menos lalvrx do que chegou a dar
rm 1850 (o que ae esplica bem lendo-se pre-
sente que se nao tem podido discutirs refor-
ma, propostas pelo governo ) todos ou quasi
todos os ramos de nosso presopp.tslo teem aug-
mentado sua. estradas, comprlndo-se desle
modo religin-amcnle as obrigaces do F.slado,
apezar da nova carga que ha Imposto ao paiz o
rgulameiilo da divida. A lei de coutabilldade,
obra do niiulslerin anterior, e a do tribunal de
coutis que se deVe ao gabiuele actual, tem
contribuido para iiitro.luztr a ordem e harmo-
na na administraco, e as cuntas de 1850 op-
poriiinaiiirote publicad i*, teein relevado ao
paiz 11011 mili:, la i de dados curios.is.iinos ao-
bre o eslsdo da fazenda, os quaes peruiiltein
entreter nesla parle as mais lisaugeiras cipe-
raneas.
1) orcatnenlo de despeas que servio para o
anno de 1851 he formado das seguintes par-
cedas :
Despezas ordinaria!, dedusidas as mrnsallda-
des doempregados nao pagos 1,07o 57?/-01
Despecas extraordinarias 73 6U5f3/3
Despezas reproductivas 11)8,800/988
Somma l,SI2.932/rU2
Tem que juntar-se a esla quiutia uns vinte
mllhAes importancia dos crditos addlcionaes
concedidos durante o anno ao gov.rno, em
contar o crdito rcintregavel re dez mllhdes
para a couducco de agua a Madrid, que he
nina das obras publicas mais importantes em-
prrheiididas 00 anno de I8j|, demaneira que
0 toial das despezas elevai-se-ba, salvas as
re.lucces que fdem resultar da liquldaco
i;i-r.ii; .. un. 1. 1 lo o.ilhes ,ie r.ds. Segundo a
cunta geral de 1850 as obrigaces pagas naquel-
le anuo sobiram a I."288 uiillies, mas enlo
nao se camlava cotn os3B iiiilhdes que carrega-
1 101 o orcaincotu de 185) em cousequenc.a do
rrgulameuto da divida, nem com os gastos ex-
traordinarios procedentes dos euipreslimos pa-
ra a 1 .1 i.vi e par. os paquetes de Ultramar.
De todo o modo lie indubllavel qu o program-
ma das economas n.. se ha renlisado, ou se
tem realisailo em quanlla insignilicaule. Um
mu pequea ditferenea a despexaa da Estado
outnu un a ser as me.inas.
Para s-iii-f /-i.is no niinii Jiiterior, con-
cederam-se ao governo os recursos se ulu-
les :
Recoltas orJinarias 1,53,996,865
Mein extraordinarias pela
111Vci it;;lu das obrigacOes
0.11 til el al dos cu tn,. 1,olores
de bous da ortlem de S,
JuSo
quanlo por uma parte autonsuu ou consen-
tio r-itos in injusliflcaveis como de Priego
e Villajeyosa, e por outra parte teve que -
poiar-se ora elemonlos que eram-lhe eslra-
nlios ou contrarios, vin 10 deste mo lo a
constituir uma maioria heterugenea e se-
meando alem disto nas provincias um ger-
men) de discordia e da descontamenlo que
lem produzido e puder proJuzir ainda u
mais amargusos f. uclos.
Seja como for, as novas cortes abriram-s"
no da primeiro de juthu e o gobinele ple
guvernar cu n ellas sera grandes dilliculda-
des neste primeiro pertuJo da legislatura :
fazpassaro tegulamento da divida que li-
uha sidu o motivo da discordia, a presatiiuu
a ledo orcatiiculo para 1853ealguus mi-
llos projectos do lei e suspeudeu assessoes
para 30 de julho.
Trez mezes eteve depois encerrado o
parlamento. A 5 de notembrt, turnaram a
reunir-se os Corpus collegisla lores, e ja en-
iSo principiava a not-r-so sympiomas ue
que a maioria ministerial se desinorunav.
l.-iu iii.iuu teceiiles na memona de nussus
letturesas descusses desse segundo perio-
10 da legislatura, para que necessitiinus re-
ferir aqu seus iucideutes e pormenores.
Uasta dizer, para au deixar inconplea nos
sa histoia.queas corles encarram-se outra
vez a 9 de dozembru. loraandu-se por pre-
texto os acoutaciinentos de Friuca ; que a-
ueuas p tese discutir um s dus proj- cius
1 11,00 ionio sabtneiiidu ao parlstnentu ; e
queuguvemo iuauguruu uma potinca p.i-
rigoia, aqu! cjnsisle em promulgar lei
pur meiu de dacrelu reaes pulitica, t mi a--
suslado lutloj us partidos, e quo pude asi
causa do uuvus cunflicius eulrd os pudores
do Estado.
Viole stte projectoi de lei apresenlou o go-
verno s cortes e destes uo foram discutidos
seno oilo, a saber :
1. Sobre o regulamento da divida publica.
2. Sobre o 1 rial do ihe.ouro.
3. Sobre o regulamento da divida flucluante.
4. Aulorlsaupoo governo a chamar para o
sei vn.'o das armas 3J.000 homens.
5. Orgam.ando o tribunal de contal.
6. Ii. lor.uando a lei do banco he.panbol de
S Fernando.
7. Sobre a canallsacao e luvcgajao do Ebro.
8. Concedendo uma penso s iriuas do It.
P. Fr. Pascoal Ibane mono na turnada de
Jol.
Dos deanove projeclo. de le restante, per-
maiiecem 110. curpo. collegislidore. peudcnle.
de discusso treze, e publicaram-ae por meio
de decretos reae els sem a aulurisafo do po-
der legislativo. Os primeiro sao :
1. Sobre a liberdade de Imprensa.
2. Modificando a tena das a.fandegas na
30,000,000
Soiomi 1,288,996,865
Os quarenU e tantos nnilnV's quo resul-
parte relativa aos algodoes, passamanaria, rou-:j|n je jgcj^ compara las s receit com
pas fritas e calcados. lasdespesis, furam atisfeitas pelo mesmo
>. Modifican .0 a...esmatartla na pirle rea- m0(Jo por qu0 r..i u deH-)t dos annos ante-
Uva aus direitos sobre os ferro
4. Deslindando e orgaoisando a jutisdicfo
da far.cuda publica.
5. Sobre uoutiactos (.ara servicos pblicos,
IU fui mando a aclual legislafao admini-
Iraliva.
7- '. 1,j.r 1 v.nido as refarmas fritas por um
por qu
riorea, cum a divida lluciu'aiit''. Noflai de
oulubro liaviam-se arrecadado 930 mtlhdes
por coiHa dos 1,288 Jo orQamenlo.
Oulro ramo em que continuamos a fazer
consideraveis progressos he a marinha do
guerra. Nu anuo anterior concluiQ-se a
drerelo real na renda do papel sellado. 'conslruccao de qutro grsn les vapores de
8. Sobre u abono e... divida ainortizavel de quinhentos c.vallos, compradus na
a papel. ra,D deiludus ao mar de nossos arsenaes
9. oobre a prescrlpco de crditos lafazenda dous vapores de rtais de 350 cava||0s, o
publica. IDom kntonio Ulloae o tlerman Corles, lrs
10. Sobre a entrega ao successor ou succea- | pergmtins, o Gravito, o Alcedo e o Galiano,
orei de Dom MauoelGodoy, dos bensquea este |a urca ^'ena e a guela Carfa^ene. Alera dis-
furam embargadoi e eilsiem em poder do ,0 oonceriaram-se O vapor Jorge lun o as
u1?" j a-, _i...Diriot duas urcas Santa-Hara e Pinta que foram
..-c^a-^V.".^. m.r en, 1850; es,, pendente de
canieuiode 185i. IhabilitacS u vapor Narvaez o c.intinua-so
12. Commiuan'do penas sol dellctos de in-|con aclividada a contrufic8o dos navios
frcelo da lei clcitoral Jlena Izabct II e Rey Francisco de Air'i. Con-
13. Orgauisando um syilema geral de eilra- cedeu-se um creditu ao governo para coos-
das de ferro. Iruir dous vapores de pequea for( com
Os projectos publicados como leis pelogover- deslino a ilha de Cuba.
Mandou-se eilabelecer uma escola de ar-
tilharia a bordo da fragata Isabel 11 Resol-
veu-se augmentar nossas torcas navaes no
porto de llavana e no de Manila, enviando-
das alfandegas em se Bjt. disto para as aitoas de Moulevido
varias panes della sobre a importaco na penla-1 curvelM Slazaredo e Luiza Ftrnania. N
no s
I, Presupposlos de 1851.
2 Presuppostos de 1852.
S Sobre limpcza de porto,
paula
4 Modificando
sula e nas libas Baleares.
5. Sobre o regulamento da divida du pessoal
do Ihe-ouro.
por
ia mulber
meu louco amor no corar.
de qiiarcnta e cinco anuos, permanecere na
minha suhdo lace a face com Albioa que nao
me inspira mais que averso e desconlianca ;
ou a estada de Joao se prolongar^ pelo contra-
rio, e he de lemer que meu amor por madama
Haymundo augmente de da em da com urna
violeocla igual ao meu ciume coolra Joao;
...........i'o dt 1839.
Estranho! Estraiibo dia he este !
Punhamos alguma ordem em mlnhas lem-
brancas. O aoinuo linha accalmado um pouco
minha agilac-o de honiem a nulie; accordan-
do encare! minha posico mal namenle de-
pois de eiprobar-me oler em ininba exagera-
cao con.l.lerado o posslvel, lalve. mesmoopro-
vavel como uma certeza; recubranda coutUii-
ca na bonradez de Julio e na virtud,- de mi ha
mulher, esforcel-me por expulsar de meu pen-
sauenlo a leinbrauca de madama llayuuudo.
Resolv einfim coon;o uie.mo, caso o meu ciu-
me livesse o di-eilo de dispertar-se a reipeiio
de Joo, lular pelo menos com elle, e mostrar-
me desde boje para com minha mulher lio so-
lio to, direi qua.l lo deavelado quanlo leubo
sido al agara fri e descuidado. Deuei pota
c-i 1 o, 1.1I11.1 os grossos sapalos, a. polainas de
couro, os espessos vestido de veludu, e o meu
vellio chapeo pardo marrolado e louiel um ci-
game adorno de maulla 1 cumo fazla, quando
00 meu bom lempo passava a vida de casiello
em casa de alguma das mlnhas amantes, ivoin
gra .de admiraco de Mr. D iplu. meu criado,
eu lhe disse que trouxesse o leu ferro de Irisar
e me nenlias.t, cousa inleirameole desusada
desde a m.una chegada alliballlre. Tudolslo
he pueril, mas .l|uiHcallvu porque naoubstan-
le as minhaa ..bt. re.olucOe. de.l. tuai.hu,
temo confessar esla noiW que e.ia re.olucau
deeleuaocla linha dous flus : lular em vauta-
gens exterior.! com Joo, parecer o melbor
Pennsula! .sus mil unos durante alguns me-
zas, uma esquadrilha em frente de Lisboa
posslvel aus 011171 de madama llay.utiudu.
Lo-'o que me vi venido, uiaudel meu criado
saber de meus hospede, como tiubain passado
a nniie e dizer a madama Claudia que dicesse a
o.o,h 1 mullier que ae dlgna.se esperar-me em
seu quarlo, ames de ir i Eu ouUe que o Sr. muautt e a stnhora mar-
ouesa tiiinam passado bem a uoile, mas que aeu
lillio solivia, e ficaria deilado lodo o da.
Au cabo de meu hora fui ter cum miuha mu-
lher, liquei mais admirado do que nunca lal-
vez, da transparencia da sua let lo pura, e
lu rosada, dessa frescura matinal lo encanta-
dora uas mulheres mu! mocas. Serla illusu?
Eu nunca a Huta adiado to lida; Un cu-
li ni uto pensando em Joo; depois lembraa-
do-me da revelajo de madama Kaymundo so-
bre o eipirilode Albioa procure! urprebeoder
ou em sua physlooomla, ou em sua liuguagem
algn, Indicio que podesse esclarecer-me.
Moiei prluieiramenie um ligetro luuvimento
deao.prea. que miaba mulber nao pde re-
primir minha vista.
Miuha chara amiga, lhe disle eu, queria
pedlr-lhe perdo por vir Incommoda-la tao ce-
llo : todavia veudo-a apenaa levauuda, lo
fresca e Mo bella nao leubo a curageoa de las-
no. u miuha iudiscriccu.... Albina conliuuava
a ulhar-me com urna expreaao de espaulo lo
ooiavel que nao pude deixar de dlaer-lhe.
__ Mas que lem entu imoba chara amiga?
O Sr. vem ao meu quarlo para me fazer
compri.neuius sobre a nnulia belleza.... del-
10U seus Irageseampouezes.... Isso me admira,
nao ba mais nada....
A cata primeiras palavra de Albina tem,
p,uem niiiiiu larde, ler obrado deaasadameoie
mudando de trage c de liuguagem, e uccullaii-
du o meu embaraca com um orrlso alt'eciuoio
coniiuiiel:
Se lhe dirijo rara vezes cumprimentoi so-
bre ma Irescuta matinal, miaba cbara Albina
ILEGIVEL


*
=2
por causa Jos diituibiot de Portugal. Na
Asia alcancartm lauteis os nos jos rairlnhei-
rua pelrjsndo denodadamente oom os pira-
tas .uo tufe-siam acuellas mares. Na Ame-
rica ill -s lem feito tamhem respeitar a hon-
ra do i umIIiSu. I'or ultimo a corveta Ferro-
Una fez fluctuar nossa baudeira em paires
remolos, onde Faz muilua aonos no lem
sidoaaulada, sendo recebida em tudas as
parles com assignaladas demoust'arjOes de
rego-ijo.
O aooo de 1851 fez-se notavcl tamben?,
pela publicado da concordata colebra la
entre imsst augusta rainlia e a Sania S.
Em VHlude dclla li-.ir.im Ierminadin feliz-
nio i- todas s questOes rcclesiasticas que
tiiitinni surgido iIi-mI" o principio de nossa
revolucfio eque durante algum tempo col-
locaram dcsgracadamenle em Imlos oppos-
tos o< interesaos da igreja e os do estado A
concordata desgostou ao mesmo lempo os
ultramontanos e os partidarios da anliga
esco'a lineal, a qu al disse alguma cousa o
mesmu muiluemseu faaor, considerando-a
debuto do ponto de vista de nossos princi-
pio consirvaJores. Teri definios, nSu o ne-
gimos, por n deloilos mimo infei mri-s i-o
grande bem qu nos proporciona de estrel-
lar, san menoscabo das uns alus prerroga-
tivas da coroa, as relacfias de um nar8u un-
mioenteinente oalooliOa, como a nossa, com
o ri commum dos neis.
Exce lo Uto, iiosss reltcOes diplomall-
PERNAMBUCO
ondoi e virulentos inultos, e que at no
da consagrado o imeicarim da morte te
leste um papel que tiuha para os rscravisar
'em ilusSo Ulvez o docielude 18 de junho
, Ii I" Dlll IlllSdll iiivec f II u^'nill uo io ". ju.iou
ReparllQiO da rOllCia. do anno prximo passtlo, que estabeleceu
a .. ... Innnl.lrn iIa. .I.i.intuolm .Oil'l Mlnd.
pro
todo.
EXPEDIENTE 00 DA I3]DE JANEIRO.
Ao Exin. presidite da provincia. N. 252
Bem qua livesse recibido na das o oflicio
por copla inclino, queme en.ieressou u sub
delgalo do primeiro desticloda freguesia
de S. AntSo em data de 5 do correte, par-
ticipando que no primeiro destricto de paz
se iivilo apresentado algumas pessoas pa-
ra o lim de rasgtiem o decreto do govcrno
sobre o regislo dos nascimentoi e bitos, o
qoe em vista das rundas por elle destribui-
das nSo tenha navidoo menor alvoroco, j ul -
go do meu do.-or levar a presenta de V. Ex.
o ind'cado oltlcio por copia, aflm de que V.
Et.csteja Imiii'lilado a conhecer toios os
acontacimentoshaviJos n< provincia em re-
laco ao refer io decreto.
Dos guarde a V. Ez. secretiria da polica
de Pernambuco 13 de Jani-iro de 1852. III n.
e F.xm. Sr. Vctor de O ivair, piesideuie da
p.-.ivini i i, o enero de polica Jerunymo Mar-
niano Figuera de M-llo.
a esta repartidlo de um 13o exlraor- cia de Pernambuco, 13dejanei'o da 1852.
oacontecimenlo que nfio devia, nem ieronimo Uartlmano Figueira de Mello, chele
llonimeno o que le refere o o/Jiclo tupra,
cas na Europa nada ten. olferectJo qua i..... I.I m. Sr. Teudu recebido um offlcio do
roca chamar particularmente a attciK0o, a*'Exm. Sr. presidente desta provincia can
uno -ei a cOOpemfSn olilil.i da luglaierrej dl de 21 do mez de di -mino prximo
r il-i l snc, i para sustaular em caso de ue- passadosobre a mures ntac3a do jo de
ees-ida e a inlegridade do territorio besua- paz do segundo deslricto desta freguesia ri-
nhol lias provincias da America. sus ma- laliva-naule o regulameut<> de 18 de Janeiro
oos cun o gabinete de Washington ques-
tOes iiii,i.n-nuil, s e um tamo graves, em
COnsequeucia da ultima inv.slo dosanglo-
amerii- .nos em Cubi e dos insultos quesof-
freu mi--!! |.,n i.n.i i em Nova Orleans e em
outias povor;Oes dos Estados-Unidos. Aquel-
lo governo deu-nos urna satislacSo a qual
lisonjea de cerlo modo nosso orgulho na-
cional j porem quo nflo us pareen lAo com-
pleta como livera devido ser e como liaba*
mos direitu a esperar, Celebrarim-se Ira-
lados de paz i- nuil/!> com as repuhlieas
de Cusla-Hica e de NlearagOl o h negocta-
(Oes pendentet para cel.brar-so tamhem
com alguus uulros estados da America hos-
panhola.
As tiimenses do El Commercio no nos
permiti fazer aqu cuiiinvmurc,ao de lodas
e d cada urna das melidas mais impurlan-
teaaduptadaa no ultimo auno pelos iiiffe-
reutet ministerios, com o lim de introduzr
reformas mais ou monos convenientes no
exercito, na marinha, na a/en la, na admi-
nislrar-30 da josltca, no governo, no com-
mercio, oas onras publicas, ms provincias
de I llniin.ii, em una palavra, em lodosos
ramos lo sei vico publico I) venios, pois,
liinil.li ni.is, e temos limitado, com effeilo, a
recordar as disposicOes puramente legisla-
tivas Concluiremos nossa revista qua val
turnando-so demasiada extensa com algu-
mas noticns necrolgicas.
O exarcito perdeu no anno de 1851 duas de
seas m.ns altas dignidades,us veueraveis ca-
pilies gener.es Mano;! Godoy, ex-princi-
pe da Paz; e o marquez de Mciisalud. Viu
l.'in disto dcscer a sepultara generaes Uo
dignse tilo vainilles c mo o iofel'Z Euna,
mullo glot i'iniii.'i.l" na ilha do Cuba, o
l'iinejpe lie Anglona, D. Manuel llaudr, D.
Marcelino Oaa, II. .vni'i/o Clavaria, II. F an-
cisco Montos, u uctuguiartu 1). Jos Ma'ia da
Hoja-, I) Joiin lt.pii.-ta Antelller, li. Sonoii
i; i.-n -n e uulros.
Dos uusSOs li imens polticos mas notaveis
ileix rari do existir o espeilavel tiuque de
Kims. e o curio de S.Olalla. A igrcji pei-
deu o j a ir la re j das indias, D. Antonio de Po-
i sa.la o os bispos de Salanmnca, Curia, Truel
e Ulvez alguus uulros que u3os nos lembra-
nios. Nossa grandeza, perdeu a dignissima
ni in|oe/,i de Santa Cruz, aia c camarista que
foi da i 11 ni! i, a duque?! de Villahermosa e
condessa viuva de Viainanuel : a maglatrallf
It, oex-mimslru da graga e jiisli$a ti. Joa-
quim In.is Canja, ) ngel Ferdaiid-s de los
Hios, li. Creguriu II rraieua, e I). Jos Cicilio
de 11 llosa : iiianiiha, o secretanu da >ie-
ji.,I.., .io dos reinos II. Santiago Lpez lt- ga-
lln, o qual a>sist:u ao menforr-vel comhal>
de Trafalgar e o bngadeiio da armada 1)
Francisco de Paula Aiigozeu ; ssaites,li-
nalniente, o actpr dramtico D. Julo Lom-
l'i.i e a simptica actriz D. Josefa Valero
Commelemos s-in duvida muit sries por que damos a maior parla deslas no
tu-ias anu ou'.'o dadusalem dos quo nos of-
ferece nossa memoria.
Tal ha a historia do auno do 1851 rpida-
mente boiquej da. Nella no sanimos de
uusso paz por que o mais nos tivara sido im-
possivaj -o n traspassar os limites que a i.e-
ccssidade DOS un, 0-.
O anuo que acaba de passar no fui para a
Hespanha ulo feliz quauto desejaramus que
ios-e, vimos durante elle e coulinuimos a
ver a i od i algunas uuvens em nosso ho'izon-
te poltico, porem a paz se tem mauli lo inai-
tei'.ivel.ii governo lem sido t he respeilado,a
riqueza publica senSo lem foto g a ules pro.
gresaos, iflu poucu ha decabido a aduiiuis-
lacao lem melhuradu.
Nutrimos a g>ata esperanza do que no an-
nu que hoja principia, a divina providencia
(iiiiiiiu.il a a di-pensar-nos sus pruiefSo, c
qua no uieio das .iri:.tei'i -s de qua esla ama-
i,a 11 a Europa, a n.ie.io hespiuhula parmi-
necea tranquilla, dando uuvaa piovas de
s -nsatez e prudencia, dedicandu-so lodos os
lilhus em por em ace.i.i os elementos da nos-
sa futura piosperilade e em consoli lar s
instituidas que tanto aangue e tantos sacri
liciustem custado a cslalielecer-se debaixo
dos auspicios do llirouo excelso de nossa au-
gusta soberana
( El Commercio.)
he poique nem lnipre idilio o lreilu de en-
trar uo aeu quarlo lao cedo ; mas n:io ae Iraia
bu de render hoiiieuagem a ua belleza, venho
lam.! in leinbrar-lbe que iiosios hoipedea ci.e-
garain honleiu noile, e (ue he ludiipeuaavel
que eu a aprescule eala mauha.
_ Puta alio ; me responden Albina com um
ar lodolente e contrariado, reaigneino-nui;
poia nao ba ineio de escapara esae iocominodo?
E elle durar lalvez mullo tempo...,
Durai o menos tempo poaalvel, se Ihe for
desagradavel..... deiuals compreheiido bein
que quem tein goiado como vust, cbara ami-
ga, da duce libcrdade de urna vida Intima e re-
tirada, lastima o menor detarraujoemaeua ba
CllOI.
MeuDeoa! como laso be nfadonho, nem
ael o que hel de dlser a seus amlgua!
Traaqullllae-ae, nao lea de faier grandes
gastos, o marquer e ana mulber ao pessoas
mu auuples, aein pretenedes e lem cerlmoaiaa.
Emao. meu amigo, para que aepenteou e
vesu-ae asaliu elegaulamente?
Se devo dlie-lo,... fol por sua caula ml-
nha chara Albina....
Por inlnlia cauta?
Vuas he ordinariamente para mlin multo
indulgente, e leva-me multo em cotila aa ini-
nhas uceupafea aaricolaa para escuaar em uil-
nh.i caaa una certa negligencia de traje e de
babltos.... Agradeco-lhe luliultamente isso,
mas nao quero que eslranhoi me Julguein ca-
paz de rallar a attcnyea que ihe devu. bape-
ro que lato Ihe eipltcar o que chama, uieu
perneado e vealidu elegantes. Para voltar aoi
do 1851, e dando as providencias, qua jui-
guei n-cessarias, mandando presentar no
engenho Minhocas, onda ha'ia missa doau-
nu, rundas polos inspectores do qusitei'flo
d'aquelle destriclo, e all se presentando as
rondas i o iv -1.111 pessoas manos sensatas
que diziam qua se so prega-.se o papel da
le dos baptsuiose bitos o rasgavam, por'n
como o povo era tnuito no adjunto da mes-
oi mis n.iii sople pren ler ntnguein o
ludo em paz se acabo i. e ja se lem baptisado
tiesta mainz, e S) enterrado varios Corpus
comprindoo mesmo regulamenlo, e vai at
o peseme esla cidade e destlelo em paz,
a pesar de mullos lualos Herradores,
Dos guarde a V. S. primeiro deslnctoda
subdelegada da freguezia de S. Antlo na
ci lade d Victoria 5 de Janeiro de t852
lilui. Sr. desembargalor Jeronytno tlarli-
ni.no Kigueira de Mello, D. chafa de polica
d sti provincia.-Jos Jeronymo Fernandos
Coelho. subdelegado do mesmo destriclo.
Ao subdelegado de Ipoiuca. -Tendu-me o
Exm. presidente da provincia remellHo co-
pia du ufllciu, qua Vmc. Itie enderessara sub
a data de 8 do correlo cummuilicadu a 0C-
correncta que do da primeiro desie mez
tivera lugar no eogenho Gaipi, na occasSo
de celebrar-se a missa no oniorio da capej>
la do mesmo engenho; lenbo a declarar-
lie le i o .1.1 lili lade (Mili O l|lle Or le. II. III o
ni.-s-iio Exm. presidente, que leudo sido
cnamados cen guardas naciouaes a servido
da dastacamenlu nessa comarca, deve Vmc.
requisilar ao respectivo delgalo a for?a
precisa pa>a manir o s .ce -o publico no
lest icio de sua juiisdt(3o ; o que em quau-
to uo se urgainsa a guar la nacional, deve
Vmc. pur-sea franta dos bons ciladSos, ar-
ma-loso municia-loa, co.uo poder, e com
elos trat .r de despor. sordeiros, quo sub o especioso pretexto de
.1. f.-iideteiii a prupria ilber.lade, cuutra a
qual ninauem llanta, parecem tar por lim
o ruubo e o morticinio, ou aer insimulemos
cegos de planos tenebrosos dos iiiiiutgos do
governo
Appruveito oensejo para dizera Vmc, que
a pai ticipaco de que se Irada devia tar si-
du folla a esla i. .iric.. por inlertoediu
du delega lu desse leona na lumia du art.
188 .io regulamenlo u. I2 .ie3i do jaueiro
de 1812, e que quanlu uiesino tillan lesse
que a deverte lavr ao conhectmetilo da pre-
sidencia, nunca devia ouiittir o dever de
alrazer igualmente ao meu conheciuiento.
lieos goar lo a Vmc. secretaria da polica
<1h l'ei nanili'.c i 13 de Janeiro de 1852. J io-
nyuo .Mariiinaun Figueira de Mello. Sr. Jaso
Marques da Costa Sones, subJelegadu de
Ipojuca.
Ao delegado de S. Anido. Illm. Sr. Ha-
vendo u l-> n pre'side.ile da pruvincia orde-
nado, que fossem destacadas nessa comarca
200 i lie.- da guara mcional a disposi;3u
dessa delegada, cono coinmuiiique a Vmc.
o n me.i nlli no de 10 do crrenle, e requisi-
lando os sob lelega los do primeiro e se-
gundo destrictus da fiequesia da Escaiaa-
quelie por nlli i o de 9, e este pelo de 10,
quo pala presidencia me fui transmita iu
iiontem por copia as uacassarias providen-
cias para quesa manlenha nasses lugares a
paz o s iinraiica i'ulihe ., gravimeiite a mea
ca.ia pelos sediciosos o desordenos, orde-
no a Vine, que dessi lo a taiti le estacio-
nar cem i.i en na freguezia da Escada, vis-
to que mu parece iiuiv--a.ni ter nesse lugai
bou forrja sulllcienle para abalar qualqur
lesurdem nova, que anida pussa apparecer,
o dar aus ctladaus as precisas garantas de
vi la 4 proprio.lade, ao passu que us Can
testantes devetn i r,nln/ir .o meslo resulla-
du nessa cidade.
Oousguardes Vmc. secretaria da polici
de PernatnDucu 13 de |aneiru da 1852, Jero-
nytno Martiniauo Figueira de Mello. Sr. J a
quii Jorge dos Siulus, delegado du tcrjjo
dj Santo Anillo.
Ao delegado supplenle do Caio.Constan-
l'i-ine pur nlli io uo Enm. presidente da
.,iovino i lioiilom datado, que puruccasilu
te celebrar-se nu da Ido corre., t o aanlo
taorilieio da missa no oraturto du engeuliu
liat.u grande paite dos cncumstanies, es-
lando armados, dengiiSo ao sacardole, que
devia "llie a na .|n,'l|e ael.., US mus lio li-
garam ao arrojo de amoafjaieni os Srs. de
engenho, que dessem despejos aos seus mo-
radores, como he costume no legitimo uso
de sua propriedade ;e olo tando Vmc. dado
parle
dinari
poda ignorar, por vartHcar-se no destncto
de sua jurisJicflo. e dever aer-llie coinmu-
ntcado pelo respectivo sub lelagado, ou por
oulras pessoas, nflo posso deixar de censu-
rar em Vmc. um sioiilhante desconheci-
meiiio de seus deveres, mxime as cir-
cumstanciasactuaes, em qua se faz neces-
saria um em pregados policas toda a acti-
vi lado, energa e zelu no exorcicio de suas
allriiiut(Oes. e na manut tic.io da seguranca
a tran |iiiliiilnio publica lio gravemente
iiiiieae.ida; a por tanto ordeno a Vmc. urna
vez que se eDCarregoj da delagacia desse
termo, que empregue lodus os meius ao s -u
Icanca, para que dita seguranza e tranqui-
lidade, assim cono a prupriedade e vida dos
ciladSus pacficos, teji gaianlt las ; lis
persan lo lodus os grupos de sediciosos, que
a, i' i re. vi e ni n issa i k t mi, e pon I i-s-j afren-
ta dus cila.13 js, que podir armar e muni
ciar, em quanto u se remello para abi
um. I '.re., puhlici sulli.-ioiile, OU scn.'i j ur-
gantsa a guarda nacto.ial destaca la.
Dos guarde a Vmc. secretaria da polici i
da Pernambuco 13 dejaneiro de 1852, Jero-
nymo .M .rumio Figueira de Me lo. Sr.
delegado siipnlenti du uirmo do C.bo
Ao subdelegado do segund diitr'icto de
fom-Jardim.
Illm. Sr.-Foi-me buje entreguo, pelas
sele horas da manhSa, u uAlcio dessa sub-
delegad ; na -ii ni:..... communicando-me
us tristes Coiitacimeut is quo se la n dsdo
nessa termo por causa da resistencia das
classes baixas e ignorantes do povo t exe-
'oe.ii do decreto de 18 de junho do anuo
prximo passado sobre o registro dos nasci-
menloa o bitos, que ellos suppOem Cin-
trarlo Sua lilieflale; cicun lamhem i e-
diodo a mais prompta nljuvacio do go-
vc no, para qoe ah se mnatenha a seguran-
ea e traiiquillidade publica, co itra os as-
saltos de que anda po lem ser victimas por
parle dessa genio guns i la me lile Iludida,
ou fingindo-se tal; e em resposti tenho de '
de planos tenebrosos dos inimigos do go-
verno.
Approveito o entejo pira dlzer a Vmc.
que i oommunlcicSo de que se trata dzia
ter atdo feita a esta repaiticlo por interme-
dio do delegado deise termo, na forma do
artigo 184 do regulamenlo n 120 de 31 de
januiap d 1812, e quindo mesmu Vmc. en-
tendesse que i deveril levar ao conheci-
mento da presidencia, cumpria com ludo
que n9o deixasse de a trazer igualmente ao
cuuhecimento dcsta repailicau
Dos guarde a Vmc Secretarla da poli
de polica. Sr. Maooel Gunrjilves I', r.i a
l.ima, subdelegado do segundo dislricto da
Escada.
JURY DU RECIPE.
1.* SESSAO niilil n A IA EM 17 DE FEVEftEI-
110 DE 1852.
Presidencia do Sr. litis e Silva.
Apreienta-se para ser julgad.i pelu tribunal,
Lulz franeis Crrela Gumet do Alineld
cus.do pelo erune de furto de eacrvo.
He advogado o Sr. ttuoo Augusto de Al-
inela.
Interrogado o reo, nega o facto de que he ac-
cuaado, diiendo ter vendido o eacravu de que
falla oJibello por aer elle de aua posie.
(i jui) -i vista .1 is provaa dos autol e depols
dos debates do coatume, reaponde negativa-
mente aos quesiloa propoatna pelo Sr. Preaideo
te do tribunal: a vista do que be o reo ubsul-
vido.
IDEVI DO lili 18.
Comparece Slanorl Berilo de Santa Anna,
aoldadu da oooo batalho de infamara, secuta-
do pelo de crlme feriinenloa gravea.
Oreo nega o facto da que he acoussdo.
I.idu o piocesso edepolada discuaso do cos-
lutne.
OSr. Presdeme entrega aoconselho os que-
lites, os quaes tendo este respondido arma-
ii.mi' ni-, he o reo coudeiuuado a 0 annos
c 4 inezca de priio simples,
IIH-.M DO IH \ 19.
He aecusado Antonio de Faria Brandi Cir-
deiro por li.iva aiiblrahldo do curreio deata
cidade una carta dirigida para a corte, a qual
levava o meio btlliete da lotera n 1,001 premia-
do com 2 conloa de lea.
O reo nega o fado dlzcodo que tal bilbete
Dao tirara.
Lid.i o procesio fcltas a> allege;des pro e
contra,
O jury responde negativamente aoi quesltos
propoitoa, a vista do que,
O Sr. I'iesidene biolve o reo, appellando da
senlenca para o supremo tribunal da relaco.
DEM DO DU 10,
He aecusado Juo Ferrelra de Figueiredo,
oldad i do quarlo I. ii .lii.au de artilheru, por
. L Vi. i. ">"' '"""'Uer encontrad., com urna faca de pauta dentro
Slgnilicar-ltie: primeiro, que ja em dal do bornal, na occasio em que aegu.e de.l.ca.
d* 4 do crreme, e apesir de nao ler ne- lao lara 0 cetru ja provincia,
nhuma commumeaffio da delegada desse He advogado o Sr. Dr. Coimbra, lente do
respellu, lie (|ue lie uul doa uieua melborea e
mata iitlgus amigos.
hiitao.... eu o receberei o inelbor poaal-
vel....
_ Cerlamen,le, e agradeeo-lbe a aua benevo-
lencia. Smente,,..
Smente ?
Heaiul um Inatante, minha chara amiga,
porqne Irata-ae de um ponto delicadissimo
porem sua eitrema ni...i o a,le, ua loesperien-
cia do mundo, aua candura iiieamo, meimpe
un dever de ler para com vosat tuteira fran-
queza...;
Que ar solemne! de que be entao que ae
trata ?
Eia-aqul, Joao de Berteuil be quasi da
minha i.iade, e apenas se reatabelecci, voaa
lera de viver com elle ein una especie de ion -
no.lade.... poia aua mal, aeu pal e u compore-
inna a noasa aociedade.... Recomiueaoo Ihe
pola, como amigo..., cuino verdadeiroainigo,
que ae prevlna contra o ezcesso deaaa faiuilia-
iid.de que a vida do campo auturia. Nada
sem (lucida sena da aua parle mata inuoceute;
todava rogo-lhe que eja a eate respeilo extre-
mamente reservada..:. Comprebende ?
ms Nao.... nao inulto bem?
I poique ni'.1
__O &r. me recommcnd que aeja inulto re-
servada com algueui, que eu nunca vi eui ni
nba vida....
laso a admira?
Sun porque nao cuido de modo algum
perder a reserva para com um ealranbo.
__ Vossc he urna moca encautadora, JoSo
termo sobre os acontecimentos que Vmc.
relata, mas antavoudu que ah pparece-
nain, havia eu requisilado ao Exm. presi-
dente da provincia um destacamento do 30
pracas de primetra linha uu da guarda na-
cional para, unido ao quej exista na vil-
la du l.lmosiro esos bons ci la iins do lu-
gar, dispersar os sediciosos que apparece-
rem ; segundo, que tilo tendo-se podido
enviar essa forr;i por ser insufletente a de
que o governo provincial poda ent.io dis-
por, tomou a presidencia o accordo de man
dar destacar na indicada villa 50 pravas da
guarda nacional, comocommuniquei de-
legada ein data de 10 do correte; tircei
ro, que lando lvalo nesti dada o sen ulli-
cio o conhecimento do Exm. presilenle
da,provitici, pMo-lbe que enve para esse
lerujo 50 pragas do pnmeira linha para
manter a od. ni; e quartu, que emquanlu
essa forja nflo porte, cuno espero, ou sa
no orgauiso a guarda nacional, deve Vmc
pin -s i fronte dos liona cidadSos, arma-
Ios o muntcia-los cono poJe'. e com elle*
trntir do dispersar esses grupos de desor-
deiros, que sob o espec09 i pretexto da de-
fin lerom a propria lber lade, co tira a qual
tiinguem atlent-, pirecem ter por flm o rou-
h i e o morticinio, uu ser instrumentos ce-
gos de planos tenebrosos dos inimigos do
governu. O quo ludo espero do zolo com
que Vm. desempenha as suas altriiiutcca.
Dos guarda a Vmc S -cretina da poli-
ca de Porliamhnro, 13 do Janeiro de 185.
Jernimo Uartlniano Fijucira de Mello chafe
de polica. Sr. jo.io Francisco de Anida
i-'aicio, sibdelegado do segundo districlo
do llom-Jardi u.
Ao subdelegado dj segundo dislricto da freguesia
da Escada.
Tendo o Exm. presidente da provincia
rometlilo acopia do odlcio que Vmc. Ihe
o lo css ni. c un nonn-aii lo os tiistesacon-
tecimentos que se tem da lo nessa freguezia
pur causa da resistancia das classes baixas
e ignorantes do povo i exoc nao do decreto
le 18 de junho do anuo prximo passado
sobre o registro dos nascimeiilus e nbitos,
que ellos suppOem contrario sua libenla-
ic, como timbom pedin lo um destacamen-
to commandado por um oulcial de conflan-
t;a para que ah se mantenha a segurancia.
tranquiHi lade publica ; tenho a declarar,
de cunf irmidade com u que me tul ordna-
lo pelo mesmo presidente, quo,. have.ndo
sido chamada a servico de dostaca-nentu
nossa comarca 200 guardas nacionaes, te-
nho it''si i dala ordenado ao respectivo do-
legado que des-a forca faca marchar 100
pritjal para esia freguezia, ltenlo o que
Vmc. rxpOe e n aquello seu citado ofilcio.
e a en o nniiioae.i,, que ja me tinha fetlo o
subdelenado do primeiro ilnt irlo dessa
mosm i freguezia acorc dosemelhantes oc-
currencias; e quaemquanlo essa forca 1180
11 -i te ou se organisa a cuarda nacional deve
Vmc. pr-se a frento dos bous ctdadlos, ar-
ma-Ios e municia-lus como puder, e com
ell s tratar de .lis visar esses deso deiros,
que sob o especioso prelexio de defende-
rein a propria liberdade, contra a qual ajk.
guem atienta, parecem ter por lim o mono
e o mnriiein'o, ou ser i astro mentas cairos

mesmo batalltao.
O ieu cniles. i queconduzia a mencionada fa-
ca, mas que ludo ein destacamento Iheindispea-
aavcl e penneitldaae nao pelo eu regulamenlo
ao meaos pela pralic.
Lid., o proceaio e lindos os debates.
Ojury responde por unariiinidade negativa-
mente aua quesitos, a vista do que be o reo ab-
olvido.
SEGUNDO JULGAMENTO NO MESMO DA.
Felippe K i Ixir.. Servilla de Lima Civalcante,
aecusado por baver feito ofensas pbisica
levea,
O reo declara que por char-se embriegado
na occaiio em que dizein ler-se dado o laclo,
porque elle he aecusado, nao pode reapunder
com esactido se foi ou nao elle o perpre-
tador.
Lidaa as pecas do processo c lidas as allega-
cei pro e con ira,
Or. Presidente propoe os quesitns e a vista
das respustas dadas pelo constrio, condemna o
leu a 1 atino de prisao simples. E depoia, de-
clara terminado os trabalhos da prsenle
sesao.
IJIAKID UG PEKWBCO.
IIECIFE 26 DE FEVEItEIRO DE 1832-
Pela barca Oolumbui, chegada hoje de Li-
verpool, i i-"l en ,s o Times at 19 de Janei-
ro p. passado.
Na Inglaterra nenhum facto extraordina-
rio teve lugar depuis la iieiniss.lo de lord
Palmesiton e da nomeaclo de lord i.r.m
villa para o substituir no Foreign.Olllce, en-
tretanto por decreto do governu fazem-sa
all presentemente consideravels armamen-
tos para d^fensSn do paiz. Vi i se sabe bem I
Osgeneraes Chaugarner, Lamorieire,
Dcdeau, &, que Untos servicos piettaram i
causa da ordem, foraro butidos da Franca,
porque Luiz iNapoleBo quer acabar com o
socialismo!
A manetra desptica e brutal pela qual
esta medida fora posta *m pratioa nllo pole
deixar de revoltar a todo o mundu. Urna car-
luagem se presuntiva a porta do proscripto
e.sem que Ihe dessem tempo de fazer ne-
nhum preparativo, os agentes policises met-
ti.tm no dentro dalla elevavam-no ati frou-
teira da Delgica, da Alie -nanita ou da l'ius-
sts, e ah o deixavam sem recursos.
Anda mesmo em Ierra estranna os pros-
criptos intimidam a Luiz NapoleSo. Mr.
Tlners, que se achava na Delgica, aabendo
que o governo do hroe de Siraburgo ia exi-
gir do tioverno do rei Leopoldo sua remo-
.,'o, e no querando causar embarazos a es-
te, resolved paysar-se para a Inglaterra.
Tudo isso nSubastuu para socegar o es-
pirito de Luiz .Vapule-iln, n3o obstante a sua
grando popularidade, elle julgnu que n3o
eslaria seguro, continan lo a guarda naci-
Utl cumo eslava, por isso decretou que fus-
sed issolvida ein toda a flanea, mandan la
recolher tudo o armamento que Ihe linha
sido destribuido paraalefeosao da ordem e
da sociedade um decreto de II de Janeiro
organisou do novo esla corporacal.i, a qual
existir do buje por dianie n.lo em todo o
paz, mas soonte oaquellis lociltdides
um i|iii! su i coo ei-,ie;lo fr)r julgida neces-
sarta para a defesa da or lem publica.
0 coiiimiii l.tnie em cliefa, us comman-
lant's da biUlltOes silo numeados pelo pre-
si ionio, os mais ofllctaes pelos orofeitus dos
departamentos.
A rainha de llospanha por decreto de 8 .le
Janeiro declarou encerrada a sessSo legisla-
tiva de 1851.
U n uuiro dectelode iodo mesmo mez
impOe penas aos peridicos que oublica-
rem noticias assusladoras, e bem ass.m-
quelles que sensuraudo ni actos ufllctaes
das auturt la les, usare.n da'expressOes con-
trarus ao respeilo quo Ihe he devido, &
Em Madrid o regiment iquarteado
em S. Francisco Insubordtiiou-s i uo da 7 de
Janeiro, eo regtilauento de t.erona fez o
mesmo no da 8, mas estes movimentos fu-
ra m promptamente supprimidus, e a ci Jad -
licara tranquilla.
Da Ptussia sabemos que o intigo conse-
Iho de estado fura restaurado por decret-
de 12 do mez passa lo, sendo provisoriao
mente confiada a presidencia do mesmo ao
presidente du cunselho, barflo de Mniten-
fell. No se sabe se o conselho .conserva-
ra sua fo.-ina de uulra ora, ou se sofrer
algumas un tilia- ic.i -s.
As nol'cias recubras dos outros paizes
da Eurupas3o dasproviJas de inleresse.
Na China continuava anda a rbelli3o na
provincia Je Kwangsi sem que as tropas do
Imperador a pussSu luppritnr; he porem
falsa o milicia que dera um peridico alie-
ni u da abdicado doslo monarc.ta.
Not Estados Unidos tudo conservava-se
tranquillo, Kussulh havia chegado a Was-
hington onde foraadmiravolmenlebejj ac
col"i lo.
Nu Mxico tinjia hivido um romplmento
por causa da pissagem do projecio de le
que reduz a tarifa. 0 eXctlainento foi de-
rigido contra os estrangeiros, os quaes v-
ram varios de seus armazens destruidos.
Os iosurgetilescomm ni lados por Catava-
jal tinham abaudunadu Ciralvu, rolirauJu-
so para u lerntunu amertcanu.
Ein Londres os consolida los fcaram de
96 l|2 a 955|8; Oi fundos brasileiros, de
01 l|2 a 95 i,-.! ; os qudrj por cent portu-
guezes, de ;i i i i
nespanhoes, a 41
,li ., r.| ".'/es a 76 1,1
Moscozo pretende ntabelecer o crdito, de
rusa cirtiras, eapplicacOes bomceopathi-
cas custt de teus col legas, edospharmi-
cetitieo Ja medicina racional ( porque o
nono de allopatai he um falso test-munlio :
nunca houve tal systemt no mundo) l se
iiav-nliii ; que eu nada perco, nem ganho
com isso : mas vir morder de furlo a quem
esla calado, e minea o offendeu. isso no,
prumelto, que ti lo continuar a faze-lo inn
pune nenie.
Declaro ao Sr. Dr. Lobo Moscozo, que nun-
ca trepidei peranle contendores, como S.
S. Em lian o temo no campo da di-custfio
palos peridicos, nem mesmo relativamen-
te hutiiti; ipatiiia ; porque a tenho estti-
dal'i, assim como as partes esseuciaes dt
molicina; porque eu, lieos loma io, iio
me tiro a queslionar tobre materias, que
me sSo desconiiecidas. Eta pois guando qui-
zer, acnar-me-ha (iromplo na estacada. Fi-
que certo, que n9o Ibe rejeitarei e luva : e
se me dirigir insultos petsoees ( Vitlo que
nao ha peatoa algumi, que ignore quem eu
seja ) siibsja d'aotemao, que ainde con-
servo um documento de sua propria letra, e
assignalura, cuja publicado 1180 Ihe ha de
ser dis cousas mais igradaveis. Assim Ih'o
assevera
O Eicriplor do Ja-Bixente.
Publicaeo a pedido.
Relicao das pestoat moradoras em Miria-
I'a 11 n in e suas vi-i o n .meas, quecontri-
liuein com suas c.malas ( em ral) para a
obra da Santa-Cruz da cidade de Olinda.
OSr. M. Candido Xavier GadelRa 80 alq.
M. Caclcmi de A. Cadelha 10 >
Lelo II1 is'a C de A. 10
D. Hita Joaquina d'A-s impi;5o I
Sr. JoSo PeixotO de Araujo 10 *
D Marta Joaquina de Suuza 10
Sr. Jo-e de linio Mello 8
D. Mana do Carmo Ferreira 8
Sr. Francisco Jos da Silva C. 8 11
I) 1 mingos Francisco 8
a Capitfio Luir. Gomes Ferreira 0
> Antonio Luiz Andrade e C. 6
a Francisco Jos Peirira 6
A. Peisolo du Araujo Silva 8
An.lt C. de Albuquerque 5 a
> Ktlippe lini'z Cavalcauli 1 *
Tneo lorio Freir S
Somam alqueires
137
COMMERCIO.
ALFANDECA.
Rendimento do dit 26. 14:68t,9l7
Descarrega hoje 27 de fevereiro.
Barca ingleza Columbas- mercaduras.
lui|ioi-tut;ao.
Brigue inglez Dante, vin lo de Terra No-
va, consignado a Johnston Pater & Compa-
nlii.i, mamfestou o saguinte :
2500 barricas bacalnao; aos meamos.
Galera ingleza Columbus, vinda de Liver-
pool, consignada a Me. Calmont & Co ta-
nlo 1, nniiilesio'i o seguinle:
73 firdos tectdos de algolSo, 100 eiixas
ac, 126 ditas cha, 50 saccas pioienta, 14
barricas, 111 gigos e 135 metos ditos louca,
1 embrulho amo-tras, 50 barris manteiga ;
aos consignatarios.
27 caixas e 12 fardos tecidos de algo lo,
3 caixas obras da estan'10; a Fox Brollisrs.
1 barril; a 1 Kll-r ; Cumpanhta.
35 fardse 45 caixas tecidus diversos ; a
Junes Patn i.umpanhia.
3 fardos tecidos de I111I10; a James Ryder
a 33 7|8 ; os tres por cento & Companlu'a.
3|1 e us tros por -cento dj- 7 ditos ditus de dito, 1 caixa objeetns de
sapaleiro ; a S. P. Johuslun & Companhia.
I barrica fariuna d'aveia ao Dr. Ar-
buckle.
5 fardos tecidos de algodao ; a II. Cibson.
II ditos e 4 caixas Ice l.lS do algnd.iu, 9
aJ. Pa-
Coiauuuiiicadn.
Lendo o fJi'nro de Pernambuco de 25 do
correnti depare com timcutninunicado do barris cervej, 100 ditos manteiga
Sr. Dr. Lobo M isco?o, em o qu il da-me tor- ler & Companhia.
quezadas, e trata-ni o de urna manaira, que
eu nao Ihe tneecia. Pego ao respeitavel
publico, lea com atten(3u esse escripto, e
lectda, se nelle se conlem ou mo urna pro-
130 ditos dito ; a V. G. de Oliveira.
1 caixa cobre ; a lira 111.. a Braudis.
50 barris manteiga ; a lloiiie .1 Di loulac.
15 caixas e 46 fardos tecidos dnursos, 10
vucagau a mim. Nunca fui aggresso sem- [ caixas chapeos de sol; a J. Crabtree & Curo-
cantes.
Dossoa hospedes Mr. efe lierteuil he um ho-[lterteuil lanibem he mofo, Ora, bem sabe q
mein slniplea e bom, madama de Uni< ull....' por si. pur tnim, pelas conveniencias ... he In-
tima mulhcr inul distlncta mu obsequiosa pa- dlapeniavel que empregue em suas relicdei
1.1 com ieu marido, e terna para com aeu Albos com o meu amigo anala eiceuiva clrcuins-
Quanlo a ene.... como aluda padece ruulto de ptecao.
utna doenca de peilo, e a viagein o fatigou lias-1 O que para mim he mal claro na sua re-
tante, vols nao o ver tal ves boje, nem mesmo commendaco, meu amigo, he que devo aco-
ciles das.... Tudo o que pono diier-lhe a leu lber seu amigo mu framente.,., em ves de
procurar acutlie-lou nielQur que p.i
odalante o eufad que a preseuea delte .1 |m
me causa, nio importa, farei a este respeilo o
j io- o Sr. quirer.
Minha chara Albina, ha um meio entre
cates doua estreios, e certamente roast o echa-
r, evitando o mus possivcl os colluqulos par-
ticulares que piulen 1 ter com Joo de nerteui I.
Para que leria eu com elle colloquloi par-
ticulares ?
He evidente que voaa 01 nao procurar,,
tnlnha chara Albina, maa ernm he de inrlbor
gosto para utna moca aubtrahlr-ie pulidamen-
te a estea colluquloi.
Ora o que quer o Sr. que eu migo me
diga ein coltoquio particular t
Cname ote nada que nio seja inulto de-
cente, e entretanto repilo, he inelhor seguir
os meuaconaelnoi.......>..............
Madama Claudia velo inlerromper minha
converiaco com minha mulher, e advertir.me
que o Sr. marquei e a aeohora marqueta II-
nhaui descldo ao sali esperando ahi encontrar
a senbora.
Acnmpanhel poli Albina para aprcienla-la
aoa ineus hospedes.
Iiiierrompo a reproduccio deste diario por
una rellenan que a leltura deltas paginas, es-
crlpt'l outr'ora, me suggere.
O nomeiii he na verdade umacreatura aingu-
lar. As recoinmendaeOes que eu entao f. /1.
minha inullier a rrapeito de Joo por pruden-
cia, devlain produzir Jualainente utn effelto
contrario ao que eu drsejava; poli ino era
deaperlar a atlencio de Albina aabre as conse-
quencias que poda ler sua familiaridad.! com
a que se deva atlnbuir esta resoluto ; uus
dizem que estes armamentos silo motivados
pelo receio de umi invasao da parte da
Kr.nK,a, puis Luiz NapuleSu tem necessidade
de dar emprego numerosa torca militar
que o sustenta ; outros os attribueui au re-
ceio de um mov (nonio carlista nu interior
mesmo do remo ; outros liualmenle expli
cam-os pela pusicau du gabinete, e pelas
varias quesiOes laipprtautesque lem de ser
discutidas e decididas na prxima sessSo do
parlamento.
Ein F'nca a tranquillidade publica n3o
tem sido pe turbada depois dos ultiuius a-
cunl' cnenlos qu 1 all ttv rain lugar ; a
maior parle do paz continua, cumu sabem
ja os ictioles, em estado de sitio. Luiz \.-
poleflO publicuu uliiinatnentea consutuigao
pela uual (Mleuil que o povo fraucez deve
ser gO'ernaJo ; mas n3o se julgandu anda
seguro, n3o obstante us oilo nitilni -s de
volos, da Ins hurcrncite em seu favor, pela
popul iciio agradecida ao sacnlicio que li-
zera de silva-la dus horrores do socialismo,
destruin lo a conslituir.au e a assembl dos
representantes, acaba do Aanr da l-raiici
um grande numero destes, e de OXlar ou
tros mandanilo-o para.a Algeria e |. 1 1
Caienna ; al as toulneres Ihe l'azem medo!
Madama George sand que viva- em seu
castcllo de Molaos, no Berry. occuiada com
a coiiiposir; 10 de suas memunas o oulrus
irahaliios iliterarios deste genero recebeu
onlem de deixar a Franca.
isa>aalw ii' m1"
rido linha attrahldo sobre intu a atlenfo de
sua inuPier forca de repetirallie :
I'.'ine sentido, un falle mullas vezeaa Mr.
Duplesiia, .-ja inulto reservada com elle ; he o
que ae chama um homem da moda, tudas as mu
llieies correiu a elle ; ael peifeltamente que
nao tenho de affliglr, ronhejo a eicelleu-
cia da seus principies, mas eiulim o inundo he
mal n/.enie, e para elle ai apparencias sao lu-
do: por isso a reptltaco de una mullicr ho-
nesta acha-se algumai veies maculada por
urna ionoceute leviaudade. Eu sabia isso por
eiprriencia, tinha mil vetea escarnecido da
lolice des-es maridos, que Julgaudo eiliuguir
o fogo aasoprando-o, au fazem icende-lu. E
eu reoahia na gronclra inconilderaco, de que
lanto tiuha escarnecido, e que lauto me linba
servido I
llu indo cutamos no salan minli.l muiltcr C
eu, madama Raytnundo e Cbarpeulier ja abl
seachavam.
O repoaio da noile, a alegra devrremflm
aeu lho em seguranca, davain physiooomia
de madama Riyinundo una adortvel ereneri-
dade 1 eua tinha visto na veipera i bocea da
noite ; portn de da, cousa custoaa de crer-se.
ella podia pela lustre, e pureza de sua tea aup-
por tur a compararn com Albiua. Madama
K 1) mundo eslava, aegundo o sen cistuine, ves-
tida de preto, e um bouoel de renda mu sim-
ples deiiava ver niai duaa eapeaaa tranaaa de
e il.ello, de nina cor laura Um poUCO iti.na c-iu-
/.euta, que us d minha mulher. l-.u tiuha valo
inuilis mar.[iiesa. vnrdadeiraj. C neulinin.i ti-
nha um porte maia distinelo,iiianeiraa mala gra-
ciosamente polidas, do que a falsa madama de
HeVieutl; cu eatava inulto Inquieta pelo modo,
com que Cbarpenller, ei-iellelro, represeuta-
o meu amigo; e eiquecla-me que em minha rl o ieu ppl arntocrailco ; deata vea tnn-
vida de ropos, eu devl por assim dlzer um dos I bem pude conveneer-me de que nada se ap-
ien! luccesioi ai mesmu tolas piecaucSei. I proiiua Unto da dlgnldadc... eoeae a tmpll-
oue en tambem tomava; tiquela que quasi; cidade.
do meimo modo, na pocba de que fallo uma-\ Cbarpenller com leu leal e varonil rollo co-
oro se me tem aggredido; e entao tiro a
minha desforra, como posso, e como en-
tendo.
Em lulo quanto escrevi contra csse char-
I.ii, que aqu esleve, eque tantas vezes
me des,ilion, sempre disse, que eu nada ti-
nha com os Srs. facultativos, curassem l
pelo systema, quo melnor enlendessem, ou
que mais conta Ules lizesse ; porque se o
Sr. Dr. Moscozo, ou outro qualquer Sr. Dr.
pretenle sustentar a rerte/a, e infallihili-
dade deste, nu daquelle systema de me li-
ana, declaro alto, e bom som, que n3o te-
nho f em nenhum ; pois alcanso mui bem,
que a arle de curar fui, h", e sera sempre
um compusto de conjecluras mais, ou me-
nos provaveis, e mullas veres falliveis.
Pulversei us papeluxos desso Dulcamara
completo charlatao, e capadocio ; e os meus
escriptos ttveram sea cceitar;3o na pro-
pria corte, sendo transcriptos em quasi to-
dos os peridicos. Nunca pentei, que o Sr,
Dr. Moscozo, que nunca sahio a lerreiru em
lefesa de-se impostor, quautlo eu aqu o
zuma soffrtvelmeuie, pondo ao odio do sol
os seus absurdos, os seus despropsitos, e
supini ignorancia em tolu,e qualquer ra-
mo dos coiiheciinontos humanus ; anida ho-
je tardo, o a mas lloras venda lomar as do-
res por esse capadocio insolento, como se
elle Ihe detxasse procurarlo bastante para
molestar-me tanto lempo depois de m'ci
lomo- recolnilo ao silencio! 1
Sirva pois, de teslemunha todo o Per-
nambuco, que ha muno me conservava si-
lencioso a respeito da homoeupatliia ; e o
Sr. Dr. Moscozo vem de proposito, sem o
menor' motivo provoca'-mra. Se o Sr. Dr.
roado de cabellos quasi brancas, sua presenta
calina, eu ar levero, e um lanto triste, leu tra-
|e modesto e eilremainente aceiado rrprcien-
lava multo mano lypo do velho geotilhoinein
camponez, do que inuitos lidalgoi do meu co-
nhecimento pretenciosos, desdentados, euru*
ga lOS.e 11.' lina do-, cuino velhas c.lso ni Illas, e
i|ue uccultavam sua idade, de que pareclatn en-
vergonhar-ie, com uui disfarce e uianeirai ri-
diculamente juvenil.
Motel, que minha mulher ao aspecto de ma-
dama liavoiuiido nao j.ode oceultar o seu pal-
mo Ingenuo de ver aesii duvlda linda lio muca,
e to lioda a ini de um houietn de vinie oitoa
viole e nove anuos.
iiei-uie prena em dlzer a madama Ray-
mundo.
Permilta-me, lenhora marqueta, que Ibe
appresente madama Uupleasis, lufelixuieute el-
la achou-sehontem noile multo indispoila,
pelo que ful privada da honra de recbenla.
Madama Baytnundo incllnou-se gracloia-
mente. Dirigtndo-me uiiiiba mulher eu
dlise :
__ Querida amiga, aprsenlo.Ibe o lenhor
marques de Berteuil, pal do meu inelhor
migo...
Cnarpcntler aaudou respeitosamente, e ma-
dama ii-j mundo disse mi uno mulher :
i;-uuiarei, snilmr.i, que sus indlaposicao
de lu. (em nao continu.
Nao, aenhora, j paaiou i obrlgada, re-
pondeu Albina balimciando com uiu ar tmido,
e deixando assim logo ao prluclpio cahir a con
versaco,
lia mui lo lempo, senliora, que eu desrjara
ter o praicr de coubece-la, disse madama Hay-
mundo, por laso vieiuoa lalvez um tanto indla-
crelainenlt timbrar a Mr. Duplesiii o auiavel
convite, que le dlgnou fazer ein Parli o aooo
passado...
Mloba mulber cada vta mata embancada a
pode reiponder; j
pinina.
5 fardos tecidos de ilgodio; 1 Rosas Bra-
ga & Compadhia.
1 Caixa livros ; 1 C. J. Astley & Compa-
nhia.
1 barril queijos; a Thornaz II.
1 pacole livrus; a C. Starr ot Cooipinhii.
saceos amostras; 1 diversos.
41 queijos,.20 presuntos: 2 caixas bola-
chas, 2 barris fructas em conserva, S ditos
cerveja, I cesto farinha u'aveia, I barril
doce, I pacota ohjeclos de carpioleiro, 9 vo-
luntes esleirs, meia caixa cha, 1 barril vi--
nlio, 2 vulun.es escovas, 10 diloa figos, ',
barrica urna balinra, I pacota bilhetet da
visita, 5 ditos um carro e seus pertenec, 1
caixi ferramenta.
CONSULADO GERAL.
Rendimento do da 3 1 25 .65:683.901
dem do da 26.........9:871,503
68.555,40
DIVERSAS PROVINCIAS
Rendimento do da 3 a 25..
dem do da 26......
3:469,423
159.521
3:628,9(4
s,\|)iir(;ii au.
Nevr-Orleans, barca ingleza Cumberland,
de 51)5 toneladas, conduno o seguinte :
695.1 saceos cun 31750 arrobas de assucar.
Havre, barca franceza Joles, do -Jil tune-
la las, con la/ni o seguinle : I3uu saceos
com 6500 arrobas de assucar, 125 saceos
com 696 arro'ns e2 libras de algodilo, 33S0
couros e I Caixa fazendas.
I 1 sJP]
Senliora... certamente... folgo multo de
v-la aqui.
Sd lastimamos, lenhora, contlnnei eu
1 i iid 111 lo a Albina, que a aaude de leu ciiaro li-
nio Ihe tenha dado .algumas Inquielacdea du-
rante a viagein.
Son, senliora, disse Albina a quem proco
rei animar com um olhar, sentimos muito que
seu liilio esleja duente.
Gracaa Dens, aenhora, continuau Cbar-
penller, iioi.ii liiliu repouiou bem esta noile,
elle tem sollrldo inenoa.,.
Mal ainda nao eat em estado de vlr agr-
decer-lhe, lenhora, a hospitalidade, que io
digna conceder Ihe, accrcsceulou madama
lUvoiunilo. Julgando-oem plma coovalescen-
cia partimos de Paria ; infelizmente aa fadigaa
da viagein causaran! urna recabida, e estamos
relmenle nietos de ter traiido para qul um
pobre doeule.
Como minha mulher nao ousava, e tneimo
nao aabia o que havia de responder, eu dirig-
me assim a madama Rayinundo, que pareTfa
cada ves mais admirada da pobreza daa reapoi-
taa de Albina :
Nao ouzamoi, lenhora, fallar-lbe doi dii-
veladoi cuidados que daramos a Jojo... por-
que eile tem a feltoidade de v-la junto de al...
So podemos faier voloa nimios sinceros pelo
aeu prompto realabelecimeuio.
Mal tiuha acabado eilai pilavrai ouvl fra
pasios de inultos cavallua. A Janrlla do alio
em que eslava-nos dava obre o paleo de hon-
ra. Miuha mulher posta junto deSjaa jaoella en-
lio berta lancou oi ulhus para fora, e diaae
Vivamente inclmando-se na janella -.
Ab I meu Deosl... gendarmes !...
(Coi>nsar--/m.) a
/>
1 1
MUTILADO
msamm


I

dem, hirc fruncen Havre, eonduzio'o
seguime: --2703 sacn com 1*025 arrobia
deissucar. 197 sacea com 117* arrobase
aHiliragdealgodilo, 87oouros lgidos e
28 dito esnlxados.
RECEUtDDIllA DE RENDAS INTERNAS GE-
RAES HE PERNAMBUCO.
Rendimonlo do dii28.....1:311,020
CONSULADO PROVINCIAL.
Renlimenln do di 26.....1:63(1.109
Mitviment navios entratloi no da 26. ,------
Pirahibi--3 dias hiite brisileiro Nosss
Senhora da Nave, de 80 toneladas, mos-
tr Scanino di Costi e Silfi, equipagem
*. ctrg toros; a Juslioo di Silva Boi
Rio de Janeiro -- 83 das, bnguo inglez By-
ron de 190 toneladas capitffu James
Crocketl, equipagem 10, em lastro; aja-
mes Crabtree & Companhia,
Navios sMdos no mamo dia.
Buenos Ayrea pelos portos do Rio dn Prata
brigue brasilero Rufina capitSo Ma-
noal Moreira da Silva, carg essucar e a-
goardente.
Marmhflo pelo Cear -- brigue escuna bra-
sileo Mura, capillo Joao Leocadio Ri-
beiro, carga varios gneros.
Babia -- Male braaileiro Nota Olinda, mes-
tre Cuitodio Jos Vianna, carga varios g-
neros. Passigeiro, Domingos JosSoares.
Rio de Janeiro-- patacho brariledro S.Jos
Americano mestre Thomaz Pereira L-
gos, cirg virios gneros. Pusageiro, Ma-
noel Francisco da Silvt, com 5 escravose
17 ditos a entregar.
Oiertmrdo.
Tocou neste porto pan receber refrescos,
a galera americana Mery, capilo J. L. Ilen-
ry, a qual sabio de New-Bedford, ha me-
zes, a iPfn di balcia; recebando refrescos
seguio s-ii destino.__________________^^
ED1TAES.
O Illm. Sr. inspector da J.hesooraria
da fazenda provincial em cumprimento da
i 'ntado ao Exm. Sr. residente da provin-
cia na irr.pnrtincia de 1:576,650 rs.
9.* As obras principUrflo no prazo de um
mez sarflo acabadas no dequstro mezes
ambos contados da entrega do anno d'irre-
mataf.lo.
3 O pagamento ser* feito em duis pres-
tacOet iguies, sendo i primeira quindoti-
ver feito metade da obra e a segunda quin-
doeativer concluida a obra.
*. Durante a ex.ecus.lo das obras sera o
arremilante obrlgado a dar fcil e commo-
do transito a publico.
5." Tara ludo mais que nSo esta determi-
nado as presentes clausulas seguir-se-ba
o que dispOe a lei provincial n. 286 de 17 de
maio de 1851.Conforme.
O secretario,
Antonio Ferreira d'Anuunciacao.
Declarares.
Para conhecimenlo de todos a quem
nterosssr faco publlcir as copias abaiio
Pernambnco, 23 de fevereiro de 1852.Ro-
drigo Tneodoro de Frailas, capitSo do porto.
Illm. Sr.Tenho a sitiafacSo de coromu-
nicara V.S para'os llns convenientes que
no dii 18 do correnlo mez, principiou a ser
sccoso o novo pharol de iolcSo colloca lo
em cima da nova torre de ferro na barr
desla provincia, cujas dimensOes sSo as e-
guinles : a turre he de figura pyramidal, de
aluna de 101 ps inglezea desde o nivel do
terreno at a beiri da cpula, e 10* acuna
do nivel do mar, licando assim ao centro das
luzes a altura do 99 ditos; na sua bate tom
o dimetro de 15 ps, e no ultimo andar
-onde esla collocado o miquiuismo do pha-
rol tem 7 pe e 9 polegadas lici a referida
torre cima di anliR* Atalaya aonde exista
o velho pharol fixo ** pes, demorando N.E.
desti na distancia de 277 ditos. O sobredilo
novo phirol faz a sua rolacSo completa em
3 minutos presentan lo tres vistas de luz
mui claras, tros maisoscurs,e tres eclipses.
Calcula SJ que este pharol ser visto com
lempo claro na distinri de 25 a 30 milhas.
Cumpre-me mais participar a V. S. que os
de urna bomba no dcimo terceiro lenco da
estrada do Po-d'Alho, valiada em 375*
rs., tomando-se por base da arrematacSoo
offerecimento de 350,000 rs. feito pelo arre-
matante do mesmo lineo de estrada.
A arrematado ser feita na forma dos
arta. 2* 27 da lei provinciil n. 268 de 17 de
maiode 1851. e sob as clausulas especnes
abiixo copiadas.
As pessoas que sepropozerem a esta ar-
rematafocomparecam na sal das sessOes,
do mearno tribunal, nos diis cima mencio-
nados pelo meio dia, competentemente b-
bilitados.
E para constar se mandou aOxar o presen-
te e publicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria di fazonda pro-
vincial de Pernambuco, 23 de fevereiro de
18S2O secretario, Antonio Ferreira da An-
Duoeiaejo.
Clausulas especiaes di arremitar,.lo.
1." Esla obra dever ser feita de confor-
midade com o or?amento approvido pelo
Exm. Sr. presidente da proviucia em data
di 22 d de/enib.-o de 1851, e na importan- j
Cia de 375,000 rs.
quil vai ser conservada para estoservico.
Doos guardo a V. S. Catitania do porto <
pera-seo vapor Tatj comman-
danle Cha.>mao, da urojia e
de, os da demora do costuma
seguir pira os polos do SQ| para passagem
diriii-se em casa da Agencia n. *2, Triptcno
1 8
Rio Grande do Sul.Slde Janeiro de 1852.
Illm. Sr. capilo de mar e guerra Rodrigo
TheoJoro de Frailas, capilo do porto da
provincia de Pernimbuco.Antonio Caeta-
no Ferraz, ca pilan do porto.
Conforme.O secret des MaJeiri de Castro.
Pel subdelegacia dos Afogados se faz
publico, que no engenho S. Paulo dista fre-
guezia, fon aprehendido um mulecote, por
nome Luiz, que diz ser escravo de urna se-
nhun moradora na lio i-Vis a, cujo escravo
se acha recolhido cadeia desla cidade;
assim como fora aprehendido no mesmo
engenho no dia 22 do correte mez um es-
crava que diz ter viudo do mato para ser
vendida,a qual nSoiabe dizero nomo da pes-
soa a qnem fra entregue ; ella lie um tanto
velha, magra e alta ; as pesoas que se jul-
grem com direilo aos mesmos compare-
cam nesta subdelegada munidos dos seus
documentos.
Pela segunda, sessSo da mesi do con-
sulido proviociil se innuncia eos cjllecla-
8.' Esta' nbra dever* ser principiada no|dosp>ra pagarem o imposto de 20 por cen-
praso de 30 dias, o conchuda no de 60 dias, lo do cunsumino das aguas ardentes de pro-
principian lo ambos os prasos a contr-se da duccSo brasilcira, que no fin do co-renle
dais da signatura do contracto. i mez, se tem deeit.ahir a relacSo dos que
3. A importancia total da erromalacSo !n3olverom pago o prnneiro Bimestre de
sera paga em urna so preatico, quando lor 1851 a 18.2. par serem juizaJo,
rec.nlieci la estar proiupta. REAL COMPANHU DE PAQUETES INGLE-
*.' Para ludo mais que nao estiver men- \ ZES A vAI'Oil.
cionado ns presentes clausula, seguir-se-1 tgO^kn. No dii 1 para 2 de Marco e-
hi o que dispOe a lei provincial n. 286 de
17 de uiaiode 1851.
Conforme.O secretirio, Antonio F. ua
Annunciaflo.
-- O Illm. Sr. inspector da thesouraria da
fazenda provincial; em cumprimento dijNovo.
nrdi'iii do txm. Sr. presidente da provin-,
cia, manda fazer publico, que nnsdias2, 3
de mirrjo prximo vindnuro ir a prr;a
pea en, riemalado, perante o tribunal ad-
ministrativo .'.., u.esuii thesourirla, a quem
por menos lizei obra dos concertos da
ponte dos Carvalhi. aviludaem 951,500
rs., e sob as clausulas pecises abaixo co-
piadas.
A arrematrSo ser feita na turma dos sr-
tigos 2* e 27 da lei provincial o. s< de 17
de maiode 1851.
As pessoas que se propozerem a esta ar-
remaiac/io compare^am na sala das sessOes
do mesmo tribunal, nos dias cima rneucio-
ndos pelo meio-dit, competentemente ha-
bilitadas.
E pira constar se mandou afllxsr o presen-
to e publicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria da fazenda pro-'
vinciil de Pernambuco, 21 de fevereiro
de 1852.
O secretario,
AntOOlfl Ferrem d'Annunciac,3o.
Clausulas espteiaes d'arrtmatai;io.
1.' Os reparos da ponte dos Carvalhos se-
rio felos pela forma, sob as condir;0es e do
modo inlicado no orcamrnloapprovado pe-
la directora erh conselho, e ipresentado ao
Exm. Sr. presidente da provincia na impor-
tancia de 9jl,jon rs.
2.' As ihr.'S principiaran no prazo de um
mez e serflo acabadas no de qaatro mezes
ambos cootados da entrega do termo d'arre-
malaro.
3 O pigimento ser feito em duas pres-
tarles iguaes, sendo a pnmeira qusndo li-
ver (ello a metade da obra, e a segunda
quando estiver concluida a obra.
4.a Durante a execurSo das obras ser o
arrematante obrigado a dar fcil e comino-
do t aii-itu ao publico.
5.' Para tudo mais que nSo est determi-
nado ii-s presentes clausulas segul'-se-ha
o quedispOe a lei provincial n. 886 de 17
de mno de 1851.Conforme.
O ecetario,
A.F. il'Atiuunciac. )
O Illm. Sr. inspector d thesotarsria da
fazenda provincial; em cumprimento da
ordeai do Exm. Sr. presidente da provin-
Cii, manda fazer publico, que nos dias 2, 3
0 de marco prximo viuduuro ir praca
par a ser arrematado, permito o tribunal ad-
ministrativo da mesma thesouraria, a quem
por menos fizer a obra dos concertos da
ponle de Mutocolomb, valUda em ris
1 576,650, e sub as clausulas especlaes abai-
xo copiadas.
A arrematando ser feita na forma dos ar-
tigos8*e87da lei provincial n. 386 de 17 de
maio do 1851.
Al pessoas que ss propozeram a esta ar-
rematado comparecim ni sala das sessOes
do mesmo tribunal, nos dias cim men-
cionados pelo m habilitadas. ,
E para constar se mindou aullar o pre-
sente e publicar pelo Diario.
Secretaria da thsaoursiia da fazenda pro-
vincial de Pernambuco, 21 de fevereiro
de 1852.
O secretario,
Antonio Ferreira d'AnnunciacSo.
Clausulas c-peciaes ammatafho.
' I.' Os concertos da ponte lie Mutocolom-
b serfio feilos pela forma, sob aa condi-
efles e do modo indicado no orrjiraenio ap-
provdo peta directora em conselho e apre-,
l.a-y BedTord,-- Sra. D. Leopoldina.
Mana,Sra. D. Carolina.
Senhores da corle mdicos soldados etc.
Findo o drama representar-se-ba urna
fatu.
O beneficiado duranrs a sua estada em
Pernambuco como actor da companhia do
thealro da Apoll >, he est a prlmeira ve
que se dirige ao respeitivel publico, de
quem espera toda a proteccSo.
Principiar s8 horas.
, '
l'ulilicacoes litterarias.
ELEMENTOS
Homosopnthia.
Sahio a luz a segunda parte desta obra
com posta pelo professor homceopatha Gos-
set lliinont. Recebem-se assignaturas para
a obra inteiraa 1,000 rs., no consultorio
bomoeopathicoda ra das Cruzas n. 28. De-
pois da publicarlo da terceira parte, o pro-
co ser elevado a 8,000 rs. para aquelles
que nSo tiverem sngoado. No mesmo con-
sultorio, acha-sea venda tudo quanlo he
necessario para o esludoea pralio da ho-
mceopathia, como seja : livroa impressos
para historias de doentes, rgimen spro-
pnados para a provincia de Pernaoibuco, e
eocarrega-s e de mandar fornocer qualquer
nncommenda de medicamentos homceopa-
thicos, tanto avulsos como em caixas, em
glbulos como em tinturas.
No prelo : PaiWna dos medicamen-
tos brasileiros.
| Elementos de analomiax^isialogia com es-
Umpi.s, para os curiosos em bomceupathia.
Roga-se aos senhores assignantes o ob-
sequio de mandar receber seus exempla-
res no consultorio bomceopalhico da ra
das Cruzas n. 38.
TRATAMENTO HOMEO-
PATBICO.
DAS MOLESTIAS VKHERBAS,
e consellios os doentes para se citrarem a
si mesmo, sem precisarem de medico,
pelo piofessor homceopatha
Gojisi-flimoit.
Sabio a luz e acha-sea venda no consul-
torio hoinceopathico da ruadas Cruzes n.
28. pelo i-reco de 1,000 rs.
3-
Avisos martimos.
Pan o RiodeJnelro par estesdias se-
gu viagem o brigue LeSo de prinmira mar-
xa forrado dHCobre.quem nelle quizer carre-
gar escravo, enlenda-se no escritorio de
vluva Gaodino & Fiho ra da Cruz n. 66, ou
Com o cpii8o bordo.
__ Para o Acaracu' com escala
pelo Cear, ilie no dia 29 do cor-
rente mpreterivelmente o pata-
cho nacional Euterpe, capillo Joao
Bernardo da Koia quem no mes-
mo ainda quizer carregar, ou ir de
passagem, queira entender-se com
o mesmo capitSo, ou com Luiz Jo
s de h Araujo, na rqa da Cruz ,
n.33.
Para* a Bh sai em poucos dias a escu-
na Tentadora fo-rida e pregada de cobre
para o|reto da carga trata-i com ISovaes &
Companhia : na ra do Trapiche n. 3.
__ para o Hio de Janeiro o bri-
gue nacional Recife que per.tende
sair no dia 8 de mar?/) por ler a
inaior pirte do carregamento
prompto ; quem no mesmo quizer
carregar ou embarcar escravos a
frete dirjase a ra do Collegio n
17 segundo andar, ou ao capita
Manuel Jos Uibeiro.
Pura o Porto
-- Sahe no dia do mez de Mrc.o psra a
cidade do Porto, a bem conhecida birca por-
tugueza N. 8. da lloa-Visgem, capitSo Anto-
nio Ferreira Leite Jnior tem excellenlos
couimodos par passngoiros. Ainda recebe
alguma carga : os pretendenles queirSo di-
rigir-gea ra do Vigario escriplono n. 11,1."
andir.
Est chogar do Rio de Janeiro, 1 bir-
ca portuguezi Mara Jos, de que be capillo
Jos Ferreira Lassa, he navio novo de pri-
meira viagem, e seguir logo para Lisboa,
lendoja parte da carga prompta: quem nal*
la quizer carregar, ou ir de passagem, diri-
ja-se aos seus consignatarios Francisco
Severiano Rtbello & Fillio
111
Leiloes.
TIIE\TI!OI)ESiZUIEL
RECITA EXrRAOHDI.NARlA.
Crande spccnoulo em festejo victoria
alcancada pelo exercito liado sobre Bue-
nos-Ayres.
Sabbado, 28 de fevereiro de 1852
LogoqueoExm. preiidenle d provincia
se dUn.r comparecer na tribuna, a O'Ches-
tra execotar um brillunte ouvertur. de-
poisda qual abrir-se-hi a acea, operante
efligiedeS. M.I., acompanbia dramtica
cantar o
Ilymno nacional.
Em seguida representar-se-ha o excelen-
te drama em 3 actos
A GAHGALUADA.
Dando flm ao espectculo a muito appla'J-
dida comedia em 2 actos oruada de m-
sica
GOSINO,
ou
O principe caiador.
Era impossivel que o orimeiro thestro da
provincia, e por ella subsidiado nao lonias-
se, com todo o enlhusi-smo, pari 11 um
Iriumpho que enche de itloriae ufana to-
dos os corages brasileiros. 0 admini'.tra-
dnremureano, pois, tem a honra de con-
vidar o publico pernambuc-no a vir auri-
lhanlr este festejo, cuju motivo he tao glo-
rioso para o imperio brasileiro.
Os biHit-tea acham-se a vonda no lugar
do coslume.
tiieuTiieIpollo.
RECITA EXTHAORIIINARIA EM IIENIHCIO
DO ACTOR ANTONI. JOAQUIM B RIU>-
ZOHE MELLO.
Sabbado 28 de feceereiro de 1852. ..
Depois de urna mgnifici ouvarlura subi- tuzados, louca, vi Iros, Cin lieims, espeinos,
i si'"ii o li llissiniii e muio applaudido Iquadros com estampa, espiiigardss, pisto-
NSo tendo sido possivel ultimar o leilSo
da massa do finado Eugenn Gollyot, por ciu-
sa d^ mulliiilicidade de objectos.omesmo se-
r continuido em pre>enca do Sr. Chanceller
do consulado de franca, e consistir em fa-
zenda prnprias pira lojasco.mo o sejSo ves-
tidos de fil, de cassa e cmbrala, cintos li
tas, l, enfeitcs de filo, pira cabaca, dores,
vsnedade de bijonteria, grande poreio de
livros nteiramente novo encadernados
composlos nos i liornas porluguer.es, france-
zes, inglezes e llespanhoes, e milita mohiha
comn sejSo cadeins de jacarindi, meza de
piuhopara escriutorlo, e um armano.'um ri-
co espelho com trem de jacarando, eoutros
mu toa ObjeelOi : inclusive roupa e eticado
usado. Segunda feira, 1. de marco 00 1. an-
dar da casi n 30,ra da Cruz.
Maia Rtmos & Comptntlia. farS 1 lailSo
por lolervenoSo .10 co r lor Miguel Carnei-
ro, nos das 26 e 27 do crrente, s 10 lloras
da maniiSa, de ludo quauto existe em sua
loj j, na ra Nova n 6.
O correlor Miguel Cirneiro, fara leilSo
nodia egunda-feira, I. de margo as lo ho-
ras da nianlili no eu armazem na ra do
Trapiche n. 12 de muilos tra>te novo e
Um aenhor de engenho precisa de 3 con-
t de ris a juros por 10 ou 12 mezes para o
que olfereco garanta em bens por urna es-
eriplurade hipotheca entre estes he a futura
safra muito bem fundida e para mais de
2.500pas e di-se ni hipotheca no valor de 2
oontosde rg. que com oulros ben cnegim a
hus de 18 conloa e todos Itvre e desembr
rifado piramelhorgarantia do hipotecinte-
Q ir. dooneenho sugoila-se pagar um fe-
tnr, administrador ou caxeiro botado pelo
hipotecante para nao deixararredar da'li um
torrao de astucar emquanlo nSo for in-
demniado da quintil loma la,e nssini ules
de fundar o pro estar pago do principal e
juros,qualquar senhor rmznariocompr-
dor de assucar, ou nutra qualquer pessoa
3ue tendo dinheiro paroste negocio,qneron-
0 pode annunciar ptra ser procurado e da-
se conhecimentos nesta praga.
Olforere se para ama de casa de bomem
soltetio, ou mesmo de familia, urna pessoa
quesesugeita a todo ervic,o de urna casa,
excepto comprar na ra : na ra da Calcada
10 sahir no largo do Forte das Cinco Pon-
tas n. 37.
Desappareceu no di 3* do corrente fe-
vereiro, do engenho Un fregupzi de S.
Amaro de* JaboalSo, o escravo Mximo ,
creutiln, fula, s'in barba, baixo, ecco e
cmb lo, levando camisa de oziiiiio e calcas
brancts: quem o ap.>reheBder, leve-o a seu
senhor no dito engenho o Dr. Amonio Pe-
reira lltrroso de Moraes, Ou nesta prac
luiz Jos Pereira SimOo : na ruadasCru-
zea n. 37, que ser recompens-do.
- Pncisa-se de urna ama parda, livre ,
que lenha bom lene, para criar um menino
de 3 mezo de nascido : na ra larga do Ro-
zara, padaria n. 18.
-- R^mos & Companhia, embarca par a
rorle do Rio de Janeiro, o seus escravos
Jacob, pardo, do 2* nnos de idado; Anto-
nio, de Angola, de 39 annos de idade ; Jos,
de Angola, de 38 annos di idade.
Aneo la-sea propriedade de Sania An-
n, com sobrado, senzalla para escravos, es-
1 r 1 i,ina, um excellente uliria, haixa para
011. mi, plantacl) de caima, e um bom siiio
com muio arvoredo ; rrenda-se pelo
lompo que se convenc nnar : no Forte do
Mallos, a f'II t com seu proprielario Jos
Francisco Belem.
Na ra do I iv amciilo, sobrado n. 10,
se dir quem d dinheiro a premio.
Do dia 31 ile jaheiro ultimo, em diante,
no ter vior nenhuma notifleaelo feita ao
abaixo assignadu, por qualquer juizo que
seja, sem ser por elle assignada.
Jos Antonio dos Santos e Silva.
O Sr. encarregado da peta de Bebiri-
be, que pedio empresia lo urnas pernas de
cort'nas, na ig'oja lo Terco quera fazer
o favor, mandar entregar urna que falta:
faz-seo presente por se ignorar sua mrala.
Precisa-se de serventes para um muio
diroita da ponte do Chora Menino, e pa-
giih-se a 610 rs sendo livres e leslros.
ltoga-se a pessoa que na
sexta feira da semana prxima pau-
sada, apparece na fabrica de li-
cores do aterro da Boa Vista, in-
dagando se alli he que tinham an-
nunciado terem um negro fgido ,
e que ficou de vollar, ter a bonda-
de deappirecer nosobrado por ci-
ma da mesma, que fe Ihe deseja
fdllar res eito ao mesmo negro
GRATU'IGvgAO'.
Acha-se lugido desde o dia 3o
de jamuro prximo passado, o ne-
gro Antonio, d idade 3o e tantos
annos, muito regrista e costuma
intitular se de liberto ; torna-se
muito conhecido por ter o segun-
do dedo de cada p mais curto, e
urna grande chaga no regeito do
p direito, be bastante preto, de
corpq e altura regular : a pessoa
]ue o apprehender, leve-o ao a-
terro da Boa Vista, sobrado n.
drama
OSINEIRODE* PAULO
Osapplauzosque o-ti drama mereceu do
rcspeitavel publico desta cidade quando
em beneficio do Sr. 1, um ules ful a scena;
aoimtram ao beneficiado a laucar mo del
le com preferencia a oulro qua'quer, 111 ir-
mente quando se lembrou que para mais o
abnlnmlar linha a guadejuvaclo da seus
novos compauhei os o Srs Senna e
Amoedo.
Ptrsonagens i actores.
PROLOCO.
John,o Sr GuimirSes.
Torick,o Sr. Senua.
Willi.m Si nlih,or. Costa.
Lord Kiobmond,oSr. SebisliSo.
Clory,1 Sra. D. Leopoldina.
Sara, .Sra. Soledade.
DRAMA.
Lord Henrique Betfor.l. o Beneficiado.
Cario 8*,o Sr. Amoedo.
OSineiro, o Sr. Guimares.
Alb.nus,"o Sr. Telles.
Ludlow,o Sr. Jorge.
Lord aedfort,--o Sr. Costa.
Lord Weston,o Sr. Figaeiredo.
Lord Broghill,o Sr. Caetano.
Samuel,o Sr. Conrado.
Ricardo,-* Sr. Euebio.
las ingiezas e outros muilos objectos quese-
rilo entrenues por qualquer preco.
Avisos diversos.
-- A pessoa quequer urna prets parida ,
com muito bom leite: dirija-se a Gamboa
do Carmo n. 21, sobrado de um andar.
Precisa-se dituma forra, ou captiva ,
que cozinhe o diario de un cas de peque-
a familia, que engomme e compre na ra :
no aterro da Roa Vista, sobrado n. 3*, pri-
melro andar.
-- Vou da ra do Sol, em direccSo da
Flores, um papigaio bonito e rallador: quem
o tiver pesado, ou delle ti ver milicias, po-
der dirlgir-se ao sobrado n. 22, segundo
andar, sito na dita ru> do Sol, que ser ge-
nerosamente recompendo.
(darlos Claudio Tresse fabricante
de org3o e realejo, na ra das
I lores n. 19,
avisa ao respeilav 1 publico, que conoerla
nrgilo, e realejos por marca* modern deste
paz, conceda piannos, sarafinaa, cacha de
msica,acordaos, e qualquar instrumento
que aparee,, taubem fat obra nova, e tem
pira vender realejo e um orgSo de bom ta-
maito e boas voze em coma,recebe em tro-
co Instrumentos usados, na mesma cisa ali-
na-se piannos em casas particulares.
que ser generosamente grati-
licado.
Aluga-seo segundo andar esotSo, do
sobrulo da rui do Jardn o.71, combas
(antes commodos e muito fresco 1 a tralir
no pateo do Carmo n. 9, primeiro andar
Rodolfo Joo Barata de Almeida, mu-
dousua lesidencia pan o paleo do Colla-
gio.sobndo n.37, primeiro an lar.
Precisa-se de um bom amasador, pa-
ga-se bem : ua ra Impon! n. 37, jpadarii
defronte do chafarjz.
Precisa-se fallar a negocio de intarej-
se, com os berdeiros de Francisco Correia
de Quadros, natural da iltia Graciosa, o que
fui feitor da Mina do Ouro, fallecido nesli
cidade, segundo consta, ha 8 annos: a qual-
quer dos mesmos berdeiros, ou pessoa que
suba, pede-sn queira dirigir-se a casa n. 6,
defrunte do Trapiche Novo, ou nnunciar
sua morada para ser procurado
Aluga-ne o sobrado do um n lar, na
ruAugusl n.9*. que faz esquina para o
viveiro do Muuiz, com muilo bons commo-
dos, mesmo pira grande familia, (endo 2
salas, quirtos, Cozmha fora e por mdico
pr.coo aluguel : quem o pretender, dii-
ja-sea venda por bailo do mesmo,que acha-
ra com qum tratar
Jos Francisco de Lima, vi a Por-
tugal.
-- Couveia dr. Leite, embrcm para o Rio
de Janeiro, a sua escrav muala, donme
Francisca.
Jos Baptisla da Fonseca Jnior, em-
barca para o RtOde Janeiro, osseus escra-
vos Mi-11 I, (,y .rianua o Innocencio.
RaulinoJosde ArruJ, emuarc para
o Rio de Janeiro, o seu escravo, do nome
Pedro.
A tlenca 1.
Desppreceu, ou foi seduzids no dia 19 do
correnle um pardinh de nome Arcanja de
12 unos de idade, com os sigues saguinles
cabellos cortados rentes olbos meio vesgos e
peiuenos levou vestido do chita com lisira
branca e oor do caf com nmagons encarna-
tlas;eta escrava veio remeltido do culada da
Nitoria ao Sr Luis Gomes Silve'io, portanto
rogt-se as autoridades policnes e pitaes de
campo ou pesso paniculir que a prendam
e lovem na ra di C.tleii do R'Cife n. 172.
ndir que recqhera 10,000 de gratificado; e
protesta-se com todo o rigor da le contri
quem a tiver acoilado em sua csa.
Joao Polycarpo dos Santos Campos em-
barca pino RodeJineirosua escrava crou-
11 de nome Antonia.
O Sr. Antonio M. G. da Silva q-uoirs ter
a hondada de ir no escriplorio de Novacs ct
Companhia rus do Trapiche n. 3*, a negocio
que Ihe diz respeito.
-- 0 Sr. Marianno Machado Frey, queira
dirigir-se a reparticSo do correio, oh 111 de
recebor umi caris.
-- Precisa-se de urna ama de leite: na ra
da Praia n. *.
Antonio Bento da Costa, embarca para
Ten lo arribado hnje da I do Sr. Jo n ra da Cidoia de 8. Antonio n
aabra do no ne Vctor sapaleiro levandi
roupa com quetrabalnava esen lonlle escri-
vo do sb soguintessignars; biixo.ifguma cousa chein
do corpo, anda calcado e Intitula-so forro
tem rostocarnudo, he bem fallante e desem-
barcelo, eHlho da Parahybi; pelo que ro-
ga-se 1 toda as autoridades policiae, e ao
cpitaes de campo o prendi e levo n n
caga do aonunciante na ra do Queimido
o. 13. Antonio Jos da Silva.
Francisco de Paula Pereira, retira-se
para a Europa, e deixt por seus procurado-
res aosienhora Cunha de Amorim, e Jo
quim Jos Silvalra.
-Olferece-se urna ma para o servio de
portas dentro, para ca de homem toltei-
ro; faz doce, nucas e he pe' faila cozinhei.
ra: quem a pertender, dirija- a ra da
Guia, loja de marcineiro n. 7, que ae dir
quom he.
OSr. Manoel Jo Freir de Andrde,
tenha bondade. quando vier a praca, en-
tenler-ge com Jos Moreira Lope, a nego-
cio de seu interesse.
O Sr. Antonio Rufino de Araujo Csval-
canle, senhor do engenho Cimarc, (enha
bondade reauonder as cartas que Ihe tem
di 1 igido Jos Moreira Lope.
No bilnar da ru Nova, precisa-so da
um caixeiro, que seja diligente e de boa
con lucia, prefenndo-se quem entenda al-
guma ousa o francez ; assim como um pre-
lo para o servio do mesmo bolequim.
Quem tiver para lugar ama sala e um
ii'iarln, em alguma das ras Collegio, Cres-
po, Uut'iatado, e do Ruzario, dirija-se a loja
da ra do Queima lo n. 10.
A pessoa.que annunciou querer com-
prar um solio) usado, dirija-so a rui Velha
n. 119.
CONVITE.
A mes regadora do glorioso pntriarcha
S. Jos da Agona, erecta no convento de N
8. do Carmo desta cidale, leudo do tratar
de ubjecto> nnerenies ao mesmo S. palriar-
cna, e igu.lmenlH das catacumbas que se
tem de edillcirom no cemiterio publico;
desde j convida a todos os seus irmos.
para so reiinirem em mes gerl no da 29
do corrento pelas 10 horas da manhS, afim
de ge poder deliberar com lo 10 acert no
que melhorcouvier.
Precist-se de um ollici! de chrute iro
na roa do Pilar n. 118.
-- O Sr. ofilcial que foi no baile mascando
em Santa Itabei no da 2* do correnle o qual
foi pur um outro macrado convidado a
comparecer na ra do Queimado n. 16, por
ctusa tle una despula queira ler a bondade
dd ajarecer ou mandar para aber quem foi
a pessoa com quem leve tal disputa e ficar
scienteque essa pessoa nlo peitence a essa
casi que indicou.
Quem percizar do um ripiz de 18 nnos
poaco mais ou menos, que be ler e escre-
ver; dos chegados a pouco ; dirija se ao pa-
leo da S. Cruz, esquina da ra Velha n. 106
que achara com quem tratar.
O Sr.Bernardo de Albuquer-
que FernanilesGama, queira man-
dar pagara subscrir;ao deste Diario.
S. Uelenot, e J. J. Weileuinan vflo fazer
una viagem a Europa.
Alugaae um sitio, com pasto para 8
vaccas, e qun tonln css de viveud., pan
familia : quem tiver, dirija-se a ra do Col-
legio n. 15, primeiro indar.
Na ra do Collegio 11. 18, tnspassa-se O
arrendameulo de uina cas rectificada de no-
parte recreativa conten trea pnsia, um
Iramaiinhn, e um cont para meninos. A-
companha este numero um lindo figurino
representando a ultimas moda dn Paria.
Aiassignituras conlinuam s receber-sa na
[irart da Independencia, loja n. 6 e 8, a ra-
z|p de 2 000 rs. pur trimestre, ou serie de
6 numero.
aa
C impras.
-- Compia-so um cofre ue ierro Oatido,
prefenndo-so de armario : na ra do Azei-
to do Peixe n. 19.
Compram-se escravos creou-
los de ambos os sexos! na ra L)i-
reita n 3.
Compra-se urna preta de
meit idade, que n5o tenha vicios,
que seja fiel e saiba ven ler na ra:
a tratar no Hospicio, sitio da ae-
nhorn Viuva Cunha.
fjB Compram-se esersvos de ambos na
setos, com habilidades, ou sem ollag, para
fra e dentro di provincia, paga-se multo
bem, lentobonilis figuras : n ra disLa-
rngein n. It, segundo andir.
Compra-se umi escriv do bonit figu-
ra, quo tenha bnm leite : na ra da Prtja n.
9, armizm de carne 9ecca.
Com era m-se, par umi encommenda
do Rio d Janeiro, 3 encrtvaa crnnults, ou
pintas, de 12 a 20 annos, e 1 moleque da 1*
a 18 annos : na ra Nova n. It.
Burra de Ierro.
Na ra Nova, loja n. 13, de
iogo Jos da Costil, se dir qaem
compra urna burra de ferro.
Compra-se um jogo de diccionarios in-
gieres, u*adosr: paga-ge bem, na ra do A-
rag3o 11. 82
Compra-se urnt negr, q-ie estej pirl-
da, ha pouco tonpo, que lenha bastante lei-
te, e lainiiem 90 Iroca'p ir nutra, volando-
' > 11 i|u" tu 'le 1 i-!'1: na i'u 1 da Senalla
Velha, venia 11. lu, ou annuuciu.
Compram-s.i escravos rceoulos, ma-
chse temas, dn 12 a 20 annos de idade,
com iialnhd 1 es, ou sem ellas : na ra da
Cdea "O Ree'fe, rai n. 8.
Vendas.
'LHINHAS PAR* i85a.
Vendem-se folhinltas de porta ,
de padre, e de algibeira de tres de-
ferentes qualidades,sendo urna del-
las com o almanak da cidade e pro-
vincia: vendem-se nicamente na
praca da Independencia 11. fie"
Lotera do Rio de Janeiro.
Aos 20:000,000 de rs.
Na loja de minelas da praga da
Independencia n 4) vendem-sebi-
Ihetes inteiros, meios, quartos, oi -
tavos e vigsimos, a beneficio da
31, lotera do llieitro de S. Pe-
dro di Alcntara que correu a
16 de fevereiro, e vem a lista no
primeiro vapor. Na mesma loja
tttnbem tem a venda bilhetes in-
vo o pintada, e tem 3 annos dosalugueis pa- ,eros meos quartos, oitavOS e
gos admitidos. i.._.r..: h ...... 1. ,
-- Precisa-se de urna preta forra para ama
de casa de pouca familia para coidnliar.ensa-
boar o comprar: drija-ge a ra do Vigario n.
22, 1. aiil ir.
Na ra do Hospicio n. 52, precisa-se de
urna ama de lene.
-- Na ra do Hospicio n. 52. precisa-so de
urna ama que engomme com perfeicao : pa-
ga-se bem.
Aluga-se O sobrado n. 9, na ra Di'eit*
com fundos pira a ra da Penht,muilo fres-
co e com bstanlos coiumoJo, e por barato
proco : trali-se n prc da Independen-
cia n. 12.
Precis-se alugardous moleques : na
ra da Cadeia n. 13.
- Precisa se de urna m, qnotonlia bom
loite, para criar um menino de 8 das de
nasci lo, forra, ou capliva : no aterro da
boa Vista, loja de calC'do 11. 58.
Precisa-se fallar o Sr. Manoel Jos Miu
ricio do So 1a, o como o ignoro sua mora-
da: roga-se-lhe queira aununca', ou diri-
gir-se a livraria 11. 6 e S da praa da Inde-
pendencia.
l'i. ci-a-se de un ama forra, pra tolo
o servico do essa de pouca famili : na pra-
Ca da Independencia n. 38, se dir quom
pretende.
No pateo da riber do S. Jse n. 15,
lava-se e eHgomma-se com peifeicao e sc-
oeo.
Precisa-se de urna m, pr oservioo
interno de uina casi de pequea familia :
juem se achar as circunstancias, diriji-
ae a ra das Trinchairas, sourado de 2 an-
dares n. *2.
O cirurgiSo Rernirdo Pereira do Cirmo
faz cente is pessoas que tempos Ihe fa-
laiam e mesmo a quem convier e quizer.pa-
ra por meio de um aju-te razoavel, ostratar
annifalmente das molestias que possam ap-
parecer, que tenham a bondade de virem a
casida ui residencia na ra do Rozrio
larKa n.J.para o poderlancarem n.de aeus
clientes.
Arrenda-se um engenho distante dest
praca 9 legots, com muda bts torras de-
plantacOcs, o cercados, tmente e co-renle,
vendo-se na mnsna oeflafiao em que se II-
zer o srrendamento, lus escravos, safra
criada, boiada muit) bot, cirros etc. e to-
dos os mais ulencilios inherentes, e necesa-
rios para conlinoacHo do mesmo rstabe-
lecimento : a tratar no primeiro andar do
atierro da Boa-Vista n. *1.
No dia ao do correnle, des-
embarcando a noite o abaixo as-
signado, de bordo do vapor inglez,
j
oo caes do arsenal demaiinha
ti azia comsigo no bolso da sobre-
casaca, urna c lixinlia verde escu-
ro, contendo um annel esmaltado
de preto, com um brilhante de
dous quilates, e quer no acto de
saltar da ca'.raia quer entrando
para um carro, perdeu o dito an-
nel : a quem pois for olTerecido,
ou delle |>ossa dar noticia parti-
cipe em casa do Illm. Sr. Arcenio,
no Hospicio, que ser generosa-
mente recompensado. Carlos
l'rtderico Marques Perdigao.
> Jaidiiii das Damas,
Sabio luz o segundo numero deste pe-
ridico, com 2* paginas de impressflo, con-
nstructiva um dialogo sobre
vigsimos, beneficio de um hos-
pital as Agoas Virtuosas da Catn-
panha no Itio de Janeiro.
Vende-se, por preco com-
moil 1 ou aluga-se urna canoa
granJe, que pega de i5oo a 1800
lijlos de alvenaria grossa est
quasi nova e he muito bem cons-
truida : a tratar no Hospicio, sitio
da senhor 1 Viuva Cuoha.
VENDKM-SE ,
Taboas de piuho at 3 palmos de
largo.
Botijas com bimolo de linhaca.
Remos de aia de todos os compri-
menlos.
Cimento em barricas e meias ditas.
Tanbem se retalha s tinas.
Atrs do theatro,armazem de Joa-
quim Lopes de Almeida.
Vende-se um sitio s beira do rio, idian-
le da ponto do Cchoa com ca-a magnifica,
leudo adianle grande sala, 2 gabinetes, e a
alcovasawala igual a t'az; -ms tres quartos a
c Itinha, terrn 1 com mis de mil palmos de
comprinienlo o grande baixa de ctpim; a fal-
lar na ra de S Amaron 16.
Vende-se uina pros moca, 0 de bonita
figura, saben lo bem cosmlia, e ennommar,
ensalma sufrivelmenle, faz diversos doces, e
liulureira, os peitandnt-a diriji-ae a ra
Aunusla sobrado n 9 al as 8 horas da >
nh, e a t Vende-so 12 queraos : na ra dos Prea
o. 8.
Ni ra do Livramento, sbralo n. 10 ,
se dir quom vende I crreme para senho-
1 a; t tlita para relujo; t relojo patenta ; 1 a-
dereco;! handein; cordes; irancelins; a-
nel-s; brincos; pulcoiras ; voltas ; alDne-
les; me lalha, e 2* culhercg para sopa, com
paliteiro de prata.
Vende-sil urna casaterre de pelra e
cal, pequea, porm muit > bem construi-
da : na ra do Cabral da cidade de Olinda
n. 2.
Vende-se um selm, cabecillas e min-
ia de panno, tudo com pouco uso : na ra
do Queimado n. 30, segundo andar.
Cebollas ,
novas, vinda de Lisboa: na ra dt Cadeiido
Recite n. 18.
Vende-se a fabrica de restilcSo de es-
pirito e licores, de Victorino Francisco dos
Santos, bem surtida o montada, com bom
ere lito, dentio e fora da provincia, nSo so
pelas boai qualidades de leus liquido ,
como pela anliguidade; com alambiques,
utencis e vasilhis apropiadas para fabri-
car os lquidos com perfeicSo; o propriela-
rio se obriga a ensioar ao eomprador todos
os procesaos e segredo, tendente ao fabri-
co de todos osliqulos, muuos dos quaes
so ignorados por muitos dos fabricantes, a
dinheiro, ou parte em dinheiro eo resto em
loltras acntenlo : trata se ni roa do Itan-
gel n. 5* com Victorino Francisco dos
Sanios.
-- Vende-se, ou troca-se por escravos, on
cisas, um excellenle terreno, com nimias
proporcOas, ni Ba Vista : a quem oonvier,
annuncie, para sor procurado.
Na ra do Raogel n. 35 onde se venda
carne de porco ba nos das 28 e 29 de feve-
reiro carne de cirnero gorda para vender a
200 rs. a libra e uosoutroa din quem qui-
zer vonlii encommendar pira se matar; na
. tendo na parte 1 .
' RanlTcandfo da Moraas v.i a Eu-1 otoeafamilia, oulro .obre a mai de f.mi- bra, llnguic da mem. carne de .upenor
es, vi aisu mm ^.^ mttiau e pens.mentos ; | qu.lid.de a 320 rs. a libra.
rop
i



AGENCIA
da funds5o Low-Mooi.
RA DA SENZALLA NOVA S. 42.
Neste estabeleeimento conti-
na a haver um completo sorti-
mcnto de moendas o meias moen-
das para engenho, machinas de
vapor, e taixas de ferro batido e
coado, de todos os tamaitos, pa-
ra dito.
Antigo deposito de cal
virgem.
Na ra do Trapiche, n. 17, ha
muito superior cal nova em pedia,
chegada ltimamente de Lisboa:
tnmbem se vende potassa da Rus -
sia, nova e de superior qualidade.
Bombas de ierro.
Vendem-se bombas de repuxo,
pndulas e picota para cacimba :
na ra do Brum ns. 6,' 8 e 10,
fu mi i rao de ierro.
Deposito da rabilen de Todos os
Santos na Baha.
Vende-se,em casa deN. O.Bieber&C.,
ni ra da Cruz n. 4, algodSo transado da-
quella fabrica, muito proprio para saceos de
assucar e roupa de escravos, por precocom-
mo Jo. __
Vendem-se relogios de ou-
ro eprata, patente inglez : na ra
da Senzalla Nova n. \i.
Casa de commissao de escravos.
Vendem-se escravos e recebem-
se de commisso, tanto para a pro-
vincia como para lora della, para
o que se offerece muitas garantas
a seusdonos .* narua da Cacimba
n. li, primeiro andar.
Arados de ferro.
Vendem-se arados de diversos
modelos, assim como americanos
com cambio de sicupira e bracos
da ferro 1 na fundicSo da ra do
Brum ns. 6, 8 e 10.
Farinha Fontana,
chegada ltimamente: em casi de J. 1. Tas
so Jnior, na ra do Amorim n. 35.
Agencia de Edwin Maw.
Na ra <1e Apollo n. li, armazein de Me. Cal-
rnontb Companhia, acha-se conslanlemeule
boni ortiinentos de t&ixa de ferro coado e
batido, lauto rasa como fundas, moendas In-
eiras todas de ferro para aninaes, agoa, ele ,
ditas para armar era madeira de todos os l-
mannos e madellos o inais moderno, machina
horlsontai para vapor, com forfa de 4 caval-
los, coucos, passadeiras de ferro estanhado
para casa de pulgar, por menos preco que os
de cobre, escorens para navios, ferro inglez
tanto em barras como em arcos folhas, eludo
por barato preco.
Deposito de cal e potassa.
No armazem da ra da Cadeia
doUecife n. 12, ha muito supe-
rior cal de Lisboa, empedra, as-
sim como potassa chegada ultima-
Grandes pechinchas, na ra do 1
Creopo n. 14, loja de Jo-e* Fran-
cisco Dias, a i4j rs. o corte! I
rtiquissimos cortes de vestidos de flnissi-1
ma seda e delicados gosto, fizenda inteira-
mente moderna, pelo Diralissimo preco do
14,000 rs. o corte ; ditos de cambraia seda, |
sendo o mais superior que lam apparecido
no mercado, pelo barato preco de 9,000 rs. o
corte; superiores vestidos dolioissima cim-
braia e de edr, com riquissimoa babados o
todos os seus perlences, sendo urna pe$a de
galBoe outra de cordtlo, que se d de gra-
tis a quera comprar os vestidos, pelo -
4
DA
SALSA PARRILHA DE BRISTOL
Vende-si vihho de champa-
Inhe legitimo e de superior quali-
dade : em casa de J. Keller &
SAISA PARRILHA irSASDS.
A sala parrilha deBrislol data desde 1832, e lem constantemente mentido sua reputa-
580, sem necessidade de recorrer a pomposos annuncios de que as prepara(0es de me-
to barato preQO de 6,000 rs. o corle; ditos rito podem despenser-se. Osucosso doDr. Bristol tem provocado infinitas ovejas, e
de cambraia cem barra branca e de cor, fa-I entre outras, as dos Srs. A. II. I). Sands, de New-York, preparadores o propietarios da
zenda do ultimo gosto, pelo baratissimo'salsa parrilha conhecida pelo nomo de Sauds.
preco de 5,500" rs. o corle ; ditos de cassa| Estessenhoressolicitruoem 1812 a agencia do Salsa parrilha de Bristol, e como nSo
' o pudessem obter, fabriearSo urna imitarlo de Bristol.
Eis-aqui a carta que os Srs. A. R.D. Sands escreveram ao Dr. Bristol, nodia 30 de abril
de 1842, e que seacha em no-so poder :
Sr. Dr. C. C. Bristol.
Bfalo, ele.
Nosso apreciavel sonhor.
Em todo o aono passado temos vendido quantidades coisideraveis do extracto de
salsaparrilhadevm. e pelo que ouvimosdizer de suas virtudes aquellos que a tem usa-
do, julgamos que a venda da dita medicinase augmentar muitissimo. Se Vm. quizer
fazer um convenio comnosco cromos que nos resultara multa vantugem, tanto a nos
como a Vm. Temos muito prazer que Vm. nos responda sobre este assumpto, e se Vm.
vier a esta cidade daqui a um moz, ou cousasemelhante, loriamos muito prazer em o
ver em nosse botica, tua do Fullon n. 79.
FicSo asrdeos de Vm. seus seguros servidores.
(Assignados) A. II. D. Sands.
pa
l>r
mente, a-precos muito rasoaveis.
Farinha de mandioca.
Vende-se sacess com superior farinha
de mandioca a presos rasoaveis: a tratar
com J. J. Tasso Jnior ra do Amoiim
n.35.
Deposito de cal virgem.
Cunba & Amorim, na ra da Cadeia do
Recite, n. 50, vende-se barris com supe-
rior cal em pedra, chegada pelo ultimo
navio de Lisboa, por menos preco do que
em outra qualqner parle.
No escriplorio de Manoel Josquim Ra-
mos o Silva, ia ra da Cadeia do Recife,
vende-se por preco commodo cal virgem de
Lisha chegada no ultimo navio, bezerro de
lustro, mercurio, linha de floriz,retroz, fei-
chauras do Porto, pannos o casomias
de hla.
iap Paulo Cordeiro-
recntenteme ebegado do Rio de Janeiro ,
vende-se na ra da Cadeia do Recife loja n.
50, de Cunha & Amorim.
No armazem da ra da MoJa n. 15
chita, com 6 1]2 varas a 2,000 rs. o corte;
ditos muilo linos, faionda de muito bom
gosto a 2,500 rs. o corte; chitas cabocplas
muito flus e finas, cores de caf e de vinho
a 200 rs. o covado; ditas francezas a 240 rs.;
ditas de quadros escuros, azenda do ulti-
mo gosto e novos padrees a 200 rs. o cova-
do; riscarlinlios muilo Dios 160 rs. o co-
vado ; cassachita muito largas e decores
lisas 1 200 rs. o covado; alpaWa.prela muilo
na 640 rs o covado ; merm pelo mai-
to lino a 1,800, 2,500, 2,800 e 3,200 rs. o co-
vado; superior atoalhado adamascado de
puro Moho, com 8 palmos de largo, pelo ba-
ralissimo preco de 1,600 rs. a vara; bnm
trancado depurolinho, de diversas crese
delicados gostos, polo barato preco de 1,200
rs. avara; riscado delinho, com 4 palmos
de largo a 200 rs. o covado; algodSo azul
de 41|2 palmos de largura, rateada muito
propria para topa de escrivos a 200 rs. o co-
vido; assim como outraa muitas f.zendas ,
que se vender por preco.mais commodo
doqueem outra qualquerparte.
wmmmmmmm*mm wmmw
Para senhora
Vende-se setim preto maco do su-
perior qualidade nara vestido de se- **
S oliora; um completo sorlimenlo de V
SI sirjadeseda hespanhola verdadeira; ,
cortes de vestido de sarja prela lavra- &
|g da de lindos gostos; superior chama- su
lote de seda pura; ricos veas pretos ^
m de seda, linbo e retroz de Italia; um
5 grande sorlimenlo de manteletes, ca ^
i potmhos pelos com lindos onfiles, X
5 sendo os mais modernos que ha no 2
i mercado; superiores meias pretas iu- *
glezas de poso, e oulras fazendos de w
* gosto o boa qualidado, e tu lo por jal
H preco muito em conta : na ra do -8
Queimado, loja do sobrado amarello &
tt n.29. 1
mt-.m^mr^mmmmmm surcar fe
Fructas novas.
Vendem-se na rus estreiti do Rosario n.
II,damascos em caixinhas de vidro.o caixi-
nbas de tamoras o de ameixas,e bolachinhss
de araruta ; na mosma se dir quem vende
100 espanadores bem feitos.
DEVERES DOS HOMENS,
a ."mu rs.
Vende-se este compendio aprovado para
as aulas, em meia encadernoc,lo, a 500 rs.,
cada um : na livraria 11. 6 e 8, da praca da
Independencia.
Arados de ferro.
Na fundicSo da Aurora, em S. Amaro,
vendem-se arados de ferro de diversos mo-
delos.
Vende-se champagne da marca amiga
e bem conhecida, Comet, em casa de Deane
Yule el uompanhia : na ra da Cadoia.
Tu 1 \a- para eiigeiiho.
Na fundido de ferro da ra do Brum,
acaba-se de recober um completo sorlimen-
lo de laixas de 3 a 8 palmos de bocea, as
quaes acham-se a venda por proco com-
modo, e com promplidAo embarcam-se,ou
carregam-so em carros sem despezas ao
comprador.
Vende-se farinha fontana
CONCLUSA^.
1. A snliguidade da salsa parrilha do Bristol, he claramente provada, pois que ella
data desde 1832,. e que a de Sands s appareceu em 1842, poca na qual este droguis-
ta nSo polo obter a agencia do Dr. Urislol.
2.* A suporioridade da salsa parrilha de Bristol be incontestavel, pois que nSo obs-
tante a concurrencia da de Sands, e de urna porcSo de oulras preparbaos, ella tem man-
tido a sua reputtcao em quasi tola a America.
As numerosas experiencias feitas com n uso da salsa parilha em todas as intensida-
des originadas pela impureza do sangue, e o bom xito obtido nesta corle pelo 111 ni Sr.
Dr. SigauJ, presidente da academia impeiial de medicina, pelo lllustrado Sr. Dr. An-
tonio Jos l'eixoto em sua clnica, e ero sua afamada casi de saude na Gamboa,pelo lllm.
Sr. Dr. Saturnino de Uliveira, medico do exercito, e por varios outros mdicos, per-
miltcm hoje de proclamar altamente as virtudes efficizes da salsa parrilha deBrislol.
Vende-se a 5,000 rs. o vidro; na botica de Sr. Jos Mana Gonca.lves Ramos, ra
dos Quarteis pegado ao Quarlel de Polica.
1 1 1
Hnio de Mantua a
800 rs.
Vende-se a historia de Simflo de Nantus,
a 800 rs. : na livraria da prac,a da Indepen-
dencia n. 6e8
muito superior e nova no merca-
do : a tratar com Manoel da Silva
n. 5C e
Annes no
Santos, na ra do Amorim
do
58, ou no armazem
caes da alfandega.
Principios geraes de economa pu-
blica e industrial.
Vnnde-seeslecompendio, approvado para
s aulas de prime-iras lelras, a 480 rs.: na
praca da Independencia, livraria n. 6 e 8.
Cobertores de algodao.
Superiores cobertores de algodSo de di-
ferentes cores, lecidos a dous (os, muito
., grande, lem tudaapplicaco em uina casa de
vende-se cal de Lisboa em pedra, a mais no- familia, por servir para meza de engom-
va queda no mercado, chegada no corrontei mado e forrar camas o mesmo para escra-
mez, no brigue Laya ; assim como mercurio vos, pelo diminuto preco de 1,410 rs.: na
doce flm caixinhas de libra cada urna, tudo
por menos preco do que em outra qualquer
harte.
( Na loja do sobrado amarello, nrrua
(4 do Quoimado n. 29, vende-se um ?
v4 completo sorlimenlo de pannos pro- fe
9 tos Unos e cores llxas; casemira preta fc>
9 elstica superior de 9 a 14,000 rs. o t
9 coito decalca; corlea de coleta preto *
de superior casemira bordadus, dilos >
(# de dito de setim maco com lindos fr
;< bordados; merino preto fino de 2,500 ti
3 a 5,000 rs. o covado; chapeos pretos #i
francezes o mais superiores e mo- #
9 demos que ha no mercado; chapeos
9 de castor brancos inglezes da ultima 9
fc moda, e oulras muitas fizendas linas /
8e preco de agradar ao comprador. #>
^99C90999999I
ra do Crespo n
Grande fabrica de chapeos de sol,
de J. Falque la do Collgeio
n.4-
Neste novo estabeleeimento recebeu-se
um novo e lindo sor ti meo 10 de chapeos de
Sol dos ltimos gostos, tanto de seda como
de paninho para homens e senhoras, de ar-
mt(3o de baleia e de asso que se vendem
por menos preco que em oulra qualquer par-
te ; grande sorlimenlo de chama lote, sedas
e paninhos em pe;a de todas as cores anua-
lidades para as pessoas que quizerem man-
dar cobrir armaces servidas. Completo sor-
limenlo de hlelas para vestidos espartilhos
para senhoras, fazem-se umbellas de igreja e
concerta-se qnalquer qualidade de chapeos
de sol: todos os objectos cima mencionados
se vesdem em por(3o e a retalho, por preco
quo agradar aos freguezes vista daquali-
Negonio vanUjoso.
Vende-seo hotel coinmercio sito na ra
da Cadeia n. 13, cornos ulencilios que o
comprador quizer: a tratar no mesmo.
Vende-se
Cha preto everde, de superior
qualidade em caixas pequeas ;
Vdlas de espermacete de superior
qualidade em ditas ditas,
Fio desapateiro, de diversas co-
res :
Tudo em conta, no armazem de
Adamson Hoiwe & Companhia,
na ra do Trapiche, n. 4a.
Em casa de Leopoldo da Silva
Queiroz ,
na ra da Mocda, vende-se grasa cm boxi-
gas do llio Grande do Sul, e saccas com mi-
lito novo, tudo por preco, muito commodo.
Vende-se urna erma franceza de mogno
massi(n, n ni guarda vestidos, grande e de
amarello, um consolo com espelho de Ja-
caranda, e un palari:| ni ni da Bahia, de mui-
to bom gostoTno largo deS. Pedro por ci-
ma da loj de marcineiro, segundo andar.
-- Vende-se ou arronda-se um sitio no Bar-
bilbo com aufliciente ensa conlendo duas sa-
las gabiuete ao lado, tres quartos, cosinhi e
estribara para dous cavados, varios aryore-
dos quedSo fructo, Ierras para planUOaO, e
ptimo baeho : trata-se : na ra Nova loja
n. 58
Milito a a,5oo rs. a saeta.
No armazem de Dias Ferreira, no caes da
Alfandegi.
l'otassa nmeiicana.
No antigo deposito da cadeia velha, n.
12 existe nina pequea porcSo de pulassa
americana, chegada recenlemente que por
superior rivalisa cora a da Russia: vaude-
se por preco razoavel. .
Vende-se urna mesa do amarello, com
7 palmos de comprimento e 4 de largura :
na ra Bella n. 16.
-- Vende-se ou arrenda-se o Engenho S.
Hita moeote o correte meii legoa distante
villa de Iguarassu' com proporces para
l'ara militar.
* H!
9 Vendem-se luvasde retroz proto de 9
9 superior qualidade, para uniforme de 9
9 arlilheria e calador : ni loja de sir- 9
9 gueiro no paleo da Matriz n. 2. <>
?fr#9^9 99999999999999
Lotera de N. S. do Livramenlo.
safrejar-se, embarque junto ao engoiiho; lla-
gados, o oulras proporces : quem o preten-
der entenda-secom o proprietaiio no mesmo
engenho.
Vinho de Champagne,
e superior qualidade : vende-se no arma-
m Kalltmana Irruios Ra da Cruz, n. lo
f ARADOS AMERICANOS. J
9 Vendem-se arados ame- 9
I ricinos, chegados dos Esta-
9 dos Unidos, pelo barato pre- 9
f co de 40,000rs. cada um; na |
a ra do Trapiche n. 8.
Ovas do sertao.
Vendem-se ovas dosertao, muilo frescaesl d,Je'..
e gordas, por preco commodo: na ruado1 Ve,nde- um carro de 1u8lr0 rod"8
Queimado, loja n. 14. muito lev* e seguro, por muito pouco di-
Vende-se urna tcieditida fabricado cha-' 5neJro : n." PfS da Boa Vista, cocheira
rulos, com todos os seus utencilios, tudo
por muito menos do custo : na travessa da
Lingoetau. 6.
Novos cobertores de tapete a
1,44 ,s-
Na roa do Crespo loja da esquina que
volta par* a cadeia, vendem-se cobertores
de tapete, grandes e bonitos, pelo diminuto
preco de 1,440 rs.; em qualidade sSo os me-
1 liurcs que tem viudo no mercado, por isso.J
recommeoda-se aos Srs. de engenho que
quizerem comprar da pichincha, nSo se de-
moren), porque j ha poucos^pela estrado
que tem lido.
fie tao barato,
Que iaz animar ;
Quem vir a pechincha
Nao deixar de comprar.
Na ra do Crespo loja da quina que vira
para a cadeia, vende-ae pimo lino preto, a
3,000, 3,500, 4,000 4,500, 5,000 e 5,500 rs.
o covado; dito francez muito superior, a
6,000 rs. j dito azul, a 2,600, 3,500,4,000 e
5,000 rs. ; dito verde, a 2,800, 3,000 e 6,000
ra. j dito cor de rap, a 2,600 rs. ; casemi-
ra preta, a 4,800 6,000, 7,500 8,500 e 10.000
rs. o corte; sarja preta de seda muito su-
perior, a 2,500 ra. o covado; merino preto
muilo bom, a 2,800 e 3,200 rs. o covado cor-
tes de cassa chita muito bonitos, a 1,920
rs.; oulras muitis fazendas por preto
cs.-jmodo.
do francois.
Na porta da Alfandega e no
armazem do barateiro Joaquim da
Silva Lopes, vende.-se farinha fon-
lona SSSF e de Fhiladelphia, l-
timamente chegada.
Moendns superiores.
Na fundicSo de C. Starr & Companhia,
em S.-Amaro, acham-se venda moendas
de canna, todas de ferro, de um modeloe
conslruccfio muito superior
Xurope do liosque.
Aos 5:ooo,ooo de rs.
Na loja de miudezas da praca
da Independencia n. 4, vendem-
se bilhetes inteiros, meios, quar-
tos, decimos e vigsimos, a bene-
ficio da loteria de N. S. do. Livra-
menlo que corre impreterivel-
mente no dia 38 do corrente.
Birhetes inteiros 10,000
Meios 5,ooo
Quartos a,600
Decimos 1,100
Vigsimos 600
Cemento novo a 7,000 rs.a barrica.
Noarmizem de Antonio Annes, no caos
da Allandega.
Farinha de mandioca a 2,000
rs. a sacca.
No armazem de Dias Ferreira, defronledas
escadinhas da Alfandega.
Azeitc de carrapato da fabrica de
Araujo & Filho, no Fenedo.
Acaba do chegar mais desteja conhecido
izeite, o mais proprio e econmico, para
eso de candieiros de sala, tanto pela sua du-
ra(3o, como limpeza, e continuar a haver
sempre um depozito para suprmanlo regu-
lar dos freguezes : no armazem de J. J. Tas-
so Jnior : na ra do Amorim n. 35.
Vendem-se velas de espermacete, em
caixas, de superior qualidade : em casa de
J. Keller & Companhia: na ra da Cruz nu-
mero 55.
Superior cha nacional
em caixinhas de 2 libras, e da melhor qua-
lidade; vende-se por preco commodo, na
ra do Corpo-Sanlo n. 2, primeiro andar.
Deposito de panno d> algodo da
febrica Todos os Santos da Ba-
nhia.
Vende-se por preco commodo
o bem conhecido panno de algo-
dSo des'a fabrica ; em pessa, a
vontade do comprador: no escrip-
torio de Novaes & Companhia, na
ra do Trapiche n. 34.
.Gommade engommar*
Vendem-se saccas grandes, com gomma
de engommar, muito alva e por prefn com-
modo : na ra do Queimado, loja n. 14.
Vende-se Pao-Iriso de tinas a 5,000 rs.
da melhor quali lide que ha de barricas, que
se vendem a 10 e 11,000 rs. : no aruiazein
do S. Antonio Annes, no caes da Alfandega.
Moinhos de vento
jni bombas de repucho para regar bortaa
d baixasdecapim : vendem-se na fundicSo
O depozito do Xarope do Bos-jl,8Bowm"nlMc' Callum.na ra do Brum
que, foi transferido da botica do ns-^8 y1"'j-se
Sr. Jos Maria Goncalves liamos ,
para a do Sr. Barlholomeo Fran-
cisco de Sou/.a, na ra larga do Ro-
zario n. 36. He falsificado oque
no for vendido nesta casa; garra-
fas grandes a 5,5oo rs., e peque-
as a 3,ooo rs.
Vende-se,
Almdemuitos e superiores gneros, ven-
de-se igualmente os aeguintes: caf do Rio,
em pin i,-o e a rclalho, massas linas, con-
servas, o excellente doce de annanaz em
frascos de 6 libras, extrait d'absintho, vi-
nho do Rheno, ditos do Cherry, Porto Ma-
deira e Muscatel de Setubal, aardihhas em
latas maiores e menores, riquissimas cai-
xinhas do todos os tamanhos com amen-
doas coofeitadis, muito proprias para pre-
sente, presuntos americanos e inglezes para
fiambre, ditos do Porto e Lisboa, milhoorn
saccas, sebo do Porto em caixas de 1 arro-
ba, cha preto sollo e em massinhos de i em
libra, latas com muito lino Discoito in-
glez ; tudo isto vende-se por menos do que
em outra qualquer parte : na ra da Cadeia
do Recife, o. 23, armazem de molhados.
Fara liquidar
Faz-se todo o negocio h dioheiro.
cera em velas ,
muilo bom sorlimenlo, por prego
commodo : trata-se no escriptorio
de Novaes & Companhid na ra
do Trapiche n. 34*
Vende-se uma mulata moca e bonita ,
perfeita engommadeira e costureire, e umi
creoula de 22 annos, com uma cria de 3 an-
uos : na ra larga do Kozario n. 22, segun-
do andar.
Veode-se uma cama de armacilo, com
pouco uso e preco commodo, e I relejo pa-
tente suisso : na ra Nova n. 16.
{JitiU'ia.
He bom negocio.
Vende-se a dinheiro, ou a pra-
so a padaria. do largo das Cinco
Fontas, e tambem se aluga, n3o se
podendo effectuar a venda nestes
dias ; assim como se ornece as la-
rinhaspara trabalhar, offerecendo
o comprador para tudo garantas :
a tratar com J. J. Tasso Jnior,
na ra do Amorim n. 35.
FANOS.
Vendem-se em casa de Kalk-
mann Irruiios, na ra da Cruz n.
lo, ricos pianos de Jacaranda, com
excellentes vozes chegados ha
pouco tempo.
-- Vende-se um forno para padaria, no
centro da cidide, tendo lugar para morada
c armazem para lenlia, com desembarque! Vendem-se por todo o preco presuntos
na poita : o pretendeale annuncie sua nio-j holln lezes, proprios para fiambre e lem-1 vende-so nicamente no pateo do Collegio,
rada. J pero : na ra da Cadeia do Recife, n. 23.)casi do livro azul.
Vende-so chita larga franceza de
4 modernos padres e cores fixes,peIo
9 do, leu lo porc&o para o comprador
4 escolher : na ra do Queimado, loja
af dosobrado amarello n. 29.
Almanak para 1852.
O vapor do Sul trouxe o almanak adminis-
trativo, mercantil e industrial do Imperio do
Brasil pan oannode 1852, contendo, alero
de outras materias interessanles a august-
sima casa imperial, a corte com todas as ca-
sas titulares, a representado nacional, os
ministerios com todas as repartieres publi-
cas, companhias, sociedales etc. etc. 1 vo-
lunte encidernado por 6,000, broxura 5,000;
Companhia, na ra da Cruz n. 55.
Em casa de J. Keller & Com-
anliia, acha-se a venda vinagre
raneo, superior de Nanles, em
barris de 36 medidas.
-- Vende-se um sobrado de um andar, si-
to na ra do Corloniz n. 16, que faz frente
para i a-a o berro dos Burgos, e rende 20/
rs. mensaes: a tratar narua da Semalla Ve
I lia, venda n. 104.
Aos pais de familias.
Mandem a ra do Livramenlo, junto a bo-
tica loja da Estrella n, 19, comprar o que em
outra loja nSoicharSo; bem fehos e fortes
sapatinbos de pfe> para meninas a 320 rs. o
par, de couro preto a 360 rs de marroquim
a 480 rs de lustro a 640 rs., de panno pira
senhora a 400 rs., e couro a 480 rs., de se-
tim preto a 1,000 rs.; botins de lustro para
menino a 5,000 rs.meio botins para homem,
do hizerro a 4.500 rs., botins a 6.500 rs., sa-
pttos de uma sola do couro de lustro para
homem bem feitos a 2,5iK>e outras muitas
qualidtdes de obris ; assim romo palles de
bizerro de lustro grandes a 2,880, de bezer-
ro francez a 3,200, marruquim superior a
1,760, curtes de tapete requissimo a 500 rs.
e sapatos ja feitos, pellas de peliea e miis
ccessorits para quem tem sipateiro : exis
tem nesta loja pelo barato. Assim como re-
cebe toda qualidade de encommendas de
calcado, com promplido e aceio para cujo
liii tem bons ofllciaes.
No llccife becco do Abreu, fabrica de
charutos, vendem-se sigarros de palha de
milho, por commodo preco.
--No paleo do Terco, fabrica de charutos,
vendom-se sigarros de palha de milho, por
pre^o commodo.
-- Vendom-s^ cascos de pipas do Lisboa,
carrinhos de mao e um jogo de gamSo : na
ra na Priit, defronte da ribeia n. 10 e 12.
Vendom se amarras de ferro : narua
da Senzalla Nova n. 4i.
Vendem-se saccas com mi-
lho muito novo, a a./ioors : na
rita da Cadeia Velha, loja de miu-
dza n. 17
novo depozito de cal e po-
tassa, na ra de Apollo, armazem
de Leal Reis, acaba novamente de
receber a superior potassa da bem
acreditada fabrica de Moura & lias-
tos; a sua superior qualidade, que
rivalisa e produz o mesmo effeito
do que a melhor eslrangeira, dif-
ferenca em preco, e a animaciio a
urna industria nacional, sao cir-
cunstancias iliouas de atlenrao aos
senhores de engenhos e seus cor-
respondentes desta praca.
O cautelista Furia Barboza
contina a pagar os bilhetes pre-
miados das loteras de S. Jos e
Casas da Caridade, que vendeu
no pateo do Collegio, casa do livro
azul: na mesma casa estam expos-
los bilhetes da at. loteria do dies-
tro de S. Fedro, cuja lista vem'no
vapor de 3 de marro, pelosseguin-
tes preces :
Meios bilhetes 11,000
Quartos 5,5oo
itavos a,100
Vigsimos i,3oo
-- Vendem-se mil caadas de mel, encar-
regando-se o comprador de dar as pipas,
barris, ou o que I lie con vier, para mandar-
se eocher em um engenho perto da praca,
por preco commodo : a quem convier, pode
entender-secom o caixeiro do botequim da
ra Nova.
Vende-se superior farinha de mandioca
de S. Mitheui, por preco com mo lo, a bordo
da escuna Hara Firmina, Tundeada defron-i
te do ces do Collegio: trata-se a bordo, ou
na ra da Cruz o. 33, com Luiz Jos de S
Araujo.
Vende-se a liberna, sita na ra do Pi-
lar n. 82, com os fundos a voolado do com-
prador! a tratar na mesma.
~ Vende-se uma cnlleccfio da Imprensa,
(or .neniada, contendo4 mezes, desde7 de
selembro de 49, at desambro; outra de Ja-
neiro a marco do 52, e uma do Echo Fer-
nambucano: quem quizer, annuncie.
-- Vende-se um sitio pequeo, com casa
de pedra e cal, plaas de fructo, viveiro e
bom haiiho.por 800| rs.:.io Slanguinho n.35.
Vendeoi-so 7 cscrivos, sendo 1 pirdo
de bonita figura, de 22 anuos de i Jado ; I
mulata de 20 annos de idade, boa engom-
maJeira, cose chSo, cozinba efazdocesde
todas as qualiuades; 4 escravos deservico
de campo, e 1 escrava de meia idade: na ra
ireita n.3.
Pechincha.
Vendem-se superiores pagis novas a 240
rs. a libra; figos a 160 rs. a libra; bolicni-
nha inglez*, manteiga dita a 720 rs. a libra;
dita a 6t0 rs. a libra; franceza a 560 rs. a
libra, tudo de superior qualidade: nos
una 1 n> Cantos da Boa Vista, venda por baixo
dosobrado n. 1.
-Vende-se barato para liquidar, uma par-
da clara, que sabe coser, engommar, cozi-
nhar, he rendeira, trata de meninos e de
doeples, com oiuila humanidade, em lim he
uma perfeita ama do casi, nfio s pelas ha-
bilidades como pela exemplar conducta
que lem ; uma creoula de 13 annos, muilo
bonita ecom habilidades, cose, he rendeira
e faz outros s 1 -vicos de casa, e um pardo de
18 annos, coja conducta o estado de saude
se affiaoca : na ra larga do Rozarlo loja
n.35.
Vende-se um selim com cabofadas,
com pouco uso : na ra Volha n. 119.
Vende-se um terreno sito entre as duas
ponles da passasem da Magdalena,e que tem
cem palmos defrente e quiuhootos de fun-
do : na ra do Queimado, sobrado n. 32,
primeiro andar, sala de delraz.
-- Veudo-se uma canoa pequea de cir-
carreira, om bom estado, por 40,000 rs.: na
ra do Queimado, loja n. 18.
Vende-se uma taberna na praii do Cal-
dereiro n. 2, ou toma-se um caixeiro, sendo
capaz, nSo se olhi a ordenado : tratar na
ra da Concordia n. 4.
Mmmmmmwww&wmwwmmmm
Cantois Failhet& Companhia.
' Conlinua-se a vender no depdlito
;eral da ra da Cruz n. 52, o excel-
ntee bem conceituado rap areia
SALSA PAHRILHADE
SANDS.
Este excellente remedio cura todas as en-
ermidades as quses sSo originadas pela
mpuresa do singue ou do systema ; a sa-
ber : escrfulas, rheumitiamo. erunces
eulaoeas, brebuthaa na cara, almoroidia.
dor-ncas chronicis, brohulhis, bortoeija,
linha, enchaffie*, e dores nos oasos, e jn-
taa, ulcir, doencis veneria, citica, enfer-
midades que atticflo pelo grande uso do
mercurio, hidropesa, expostosa uma vida
extravagante. Assim como, chronieas de-
sordena da constituiefio, serfio curadas por
esta tfio til, e approvada medicina.
A administracSo desta belo remedio, nos
ataques mais estraordinarioa tem sido sem-
pre seguidos pelos mais felices resultados
nassuaa operac'S ; porm, o seu principal
objecto he de purificar o singue, e limpar o
systema de qualquer influencia de mercu- '
rio. No seu modus oprrandi, he directa-
mente como um remedio alterativo, anda
que, indirectamente serve ao systema como
um verdadeiro tnico. Doeocis noa usaos
e no systema grmdolar; assim como nis
juntas, e ligamentos, so inteirameol* cu-
radas pelo uso desle remedio, sem que o
doente fac resguardo algum, quaodo usar
este remedio. A oppertcSo desle remedio
consiste em remover a desorden do syste-
ma, e em breve tempo o doente ganhar a
sua saude.
A Salsa Parilha tem ganbado por mullos
annos uma alta rerulacfio, de ter curado
doencas mu difflcullosas, que nenhum ou-
tro artigo de valor em. materia medica tem
curado. He de saber que a Salss Parilha he
um dos mais valerosas remedios que os
doctores us.lo em toda a parle do mundo ;
com vistas deginharem a cura pelo uso de
tal remedio vegetal. Porm, deve-se de
notar, que nem ludas as pessoas sabem pre-
parar esto remedio, assim como esc0-
Ilierem a melhor parte que se deve usar em
tal preparaoSo. Um celebre Medico escrip-
tor, que residi por mu tos annos do lugar
onde ha a melhor producto da Salsa Pe-
rilla dissel Seis ou oilo especies destas
raizes que crescem nestes bosques, admta-
me que nSo podesse adiar, se nlo uma,
com o gosto, e propriedade da verdadeira
Salsa Perilla, que se possa recommendar
para medicina ; poisas mais eram inspi-
das e inertes. Porm, como os mdicos
nSo se dilo ao trabalho de fazerem as
suas proprias medicinas, mas sim confian)
nos seus habis boticarios, para a prepara-
ren), e comporem diflerenles drogas. Po-
rm de todas is preparares de Silsa Pari-
lha devia de ser da genuina, para que o fa-
cultativo e o publico fleassem bem fiados
osa preparacOes de Salsa Parrilha a ser da
melhor qualidade. Pois he este o genuino
vegestavel, que se offerece ao publico; n >s-
em infinitos casos em que o doente espe-
rances algumis liana de viver, e gran lea
quantidades de remedios experimentados,
mas sem resultados de melhoras ; mas com
esta pura Salsa l'arilhs, suas curas tem silo
infaliveis, pois os certificados que tomos
recebido de pessnas que tem usado desle
puro remedio, ailirman da sua boa ellica-
ca; estes certificados temos a honra Ja
aprensentar ao respeitavel publico, para
que flquem certos, oqueicima se diz, he
verdadeiro. Os propnelarios deale reme-
dio tem por muitos annos empregado todos
os meios para prepararen) este 13o utii, a
essencial remedio da raz da Sslsi Perilla,
qne por flm, conseguira) is suas vistas, em
prepararon) um tSo valuoso remeJio, e seus
Io lindos resultados tem enchido os pro-
prietirios de gloria, e triumpho de terem
preparado uma linda coniposicJo contra
doencas, que o seu lim he destruiro corpo
humano. Esta composicSo he qumica e
nova. Esta Salsa Parilha be combinada com
outros engredienles quo lodos elles perteo-
cem classe vegetal, e todos com o poder
de purificaren) o sangue. O doente quo usar
desta composiclo, pode conlar que tem o
mais eflicaz remedio, para a sua enfermt-
dadeusa. O nico agente nesta cidade he
Vicente Jos de Brito, na ra da Cadeia do
Recife botici n. 61.
O agente do contrito do rap prince-
za, tem a venda o rap, vindo de Lian*, pe-
lo vapor inglez ebegado a',^' corrate
mez.
preta da fabrica deGantois Pailhel & B
e 1
Companhia da Bahia, em grandes 1
Escravos fgidos.
-- Da fal-'ica de caldeireiro da ra do
Brum n.S> auseotou-se no domingo, 13 do
crreme, o pelo Alexandre, de naca 1 S.
Paulo, de 35 annos de ida le, alio, reforjado
do corpo, falla descanfadi, foi escravo do
Meliquer, Francez, morador no Rio Doce, o
ol i na ment do Sr. Bolly : roga-se a que o
o pegar de lera-lo a mesma fabrica que Ser
recompensado.
Conlinua aozente desde o dia 9 de fe-
ve re mi correle a prea Luiza, nielo rebolo,
biixinaa e magra, moca o esperta, levou ves-
tido de uma fazeoda ja desbotada, panno de
lislras com malamhese franjas ; lalvez diga
que anda procurando senhor, por ter pedi-
do para ser vendida, desconfia-se que fosse
seduzida ou furtada por 0S0 ter o vicio de
fugir, ese proceder contra quem a tenha
seduzida, ou oceultado ; quem a conduxir
ra da s nzalla Nova o. 4 ser com genero-
sidade recompensado.
Do engenho Cocal, freguezia de Una,
fugiram uas vesperas de [esta, os escravos
seguintes : Valenlim, creoulo fula, com olli-
cio desapateiro; boa estatura, ps apalhe-
lidos, serr 1I0 corpo, olhos blancos, e co 11
idade pouco mais ou menos de 28 innos;
esle negro foi comprado em abril do anno
p. p., lia vendo sido do Sr. 8ilgueiroda Cida-
de de oiniilii. Alexmdre mulalioho, de i la-
de 15a 16 annos ; eir larga, n*riz grosso,
olhos grandes, e bastante eseerto; este mu-
lato foi igualmente comprado no mesmo
lempo que o de cima, haveado sido doSr.
Dr. Alcanforado, 0 tendo sido pegado a 8
oas passsdos, erecolbido a cadeia, dill le-
vado a bordo de uma das barca(is do pro-
prio seuhor dos ditos escravos, para seguir
para o engenho, evadio-se da dita barcaca
pelas II borasda noite, deixindo dormindo
os empregados dessa canoa : quem os pegar
pode leva-Ios ao dito engenho a ontregir ao
senhor dos referidos escravos Paulo de Amo-
rim Salgado, ou nesta praca a entregara
Verissimo Antonio da Ciaz Soares, que sa-
tisfar qualquer despeza que houver do se
fazer.
Desapptreceu no dia terji reir, 13 do
correle, um caboclo, de nome Manoel. ca-
bello crespo, a hio esquerda corlada pela
munheca e barbado : roga-se as autoridades
policiaes, que o prendan) e enlrt-gueai a
Luiz Antonio lUrboza de Brito, na praca do
Corpo Sanio, cujo caboclo be escravo do
lenle Francisco Gonc.alves de Arruda, mo-
rador na barra de Ciluama, donde fugio 00
dilo dia, e foi visto no Hecife, gralilica-so
generosamente.
Desappareceu no dia 23 do.correote, da
fazenda de S. liento de Jaguaribe, o escravo
creoulo, de nome Cyprianno, esialura re-
gular, naiiz chito, cabellos brincos, barba
quasi toja brenca e rapada,* be muito re-
te ofliciode caldeieiro, levou com-
S~ pequelasporc.es pelo' pFecVestYbY- S 8r,s"' lemomcioaecaweieiro.ievou
lecido. = w gigo uml cjixinha de madeira e todas
Jicamo.
i.ivros em branco.
Vende-se em casa deKiikmann IrmSos ,
ni ra da Cruz o. 10, livros em branco che-
gados pelo ultimo navio.
ferrimentas de seu ofllcio : quem o pegar
oder levar ao Mosteiru de S. liento de O-
n ja, que ser recompensado, e protesta-
se contra quem o tiver oceultado.
>V. VaT> i>
Ae.
naMen.-


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