Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:04428


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Full Text
w<
AnnoXXVlII
Quinta fe ira 26
DIARIO DE
de Fevereiro de 18>2.
N. 46.
meci A snorupolo.
PlOAMINTO ADUHTADO,
Por trimestre...........
Por semestre .........
Por anoo .............
Pago dkntbo du tbimeitri.
Por quartel............
TOTICIil DO lMFEniO
Para......de Ferr |Mlnas.\. a5 de Janr.
Maranbao 6de dito S.Paulo, al de dlio
Cear... 7dedlto. ,R.de... HdeFevr.
Parabiba. Jo ir dito Baha... 17 de dilo.
DAS DA SIMAN*.
AUBtnroiAg.
inmiBiDii.
4/000
S/ooo
lyUOO
tySOO
13Seg. Ss. Lauro el Juiadt Orpho
Sereno. 2. e5. i 10 borai.
24'erc.S. Primitiva. I l. varadocivtl.
25 t Mi 11. a Cima. 13. e6. ao melo-dla.
?6 Quint Torqualro. Faienda.
17 MI. Oracfiodo Hor-3. e 6. s 10 borai.
lo; S. Anllgono. 2 varado civil.
28 Sab. S. Romao. 4. esabadoa ao melo-d.
20 Dom. I. da Quare- RelatSo. f
na; S. Paulo. Tercaselibados.
Creicente i !8, aa 6 borai e 31 minuto da m
Chela a 5 as s horas e 46 minutos da tarde.
Mlngoante i 11, as 7 hora e ti minutos da m,
Nova i 20, a 1 hora e 2* minutos da m.
rncAMAn ss uoji
Primelra as 10 horas e t minutos da manbaa.
Segunda s 10 horas e 30 minutos da taide.
PARTE OFFICIAL.
MINISTF.niO DA FAZEIIDA.
nrcarro N 89>; m 31 de iii:/i.uit, i oe 1851.
Manda secutar o rrgulamenlo sobre o uto.
preparo e venda do paptl sellado.
I!-' 1 por h ni ordenar que a respiiito
nexir-lne papel solalo da importancia cor- Art. 15. O papel que tiver de ser c invor-
respondente, comprado em algumas das es- tldo eni letras e notas promisorias da quan-
tacOcs publicas, onde apresentart o mesmo lia de I00if pera cima, e conhecimantos de
Ululo, escrevendo o seu nome, parte sobre carga, ser entregue pelo almoiaridt ao di-
i) signal do sello, e parte sobre o panel em rector da oltlcina da estamparla das apolices
branco ; e o funeciomrio encarregado da 1 existentes 00 thesouro, para o faier estam-
venda far lanzar no mesmo papel urna no-1 par ou litographar conforme os modelos
doJla nesles termos Annexada a urna letra (que frein approvados pelo ministro da fi-
PEMAMBM0.
CP
finilSU BOA OOBBSIOI.
Qajanna e Parahiba, a segundas e sextas-
iras.
R Crande-do-Horte, todas ai qulnlas-felras
mel da,
Oaianhuns e Bonito, 8 e 23.
Bo -Vista, e Flores, i 13 e 28.
V loria, i qulotas-felras.
ida, todos os das.
KOTICJAI BtTBAiraEIBAI.
Portugal. J7 de Janr.
Hespanha. gde dllo
Franca... tt de dito
Blgica... 3 de dito
Italia.... 4 de dito
Alemanba. 5 de dito
Prussia ..- dedlto
Dinamarca I drdilo
Russta... 90 de li' /!'.
Turqua. 29 de dilo
[Austria.. .'> de Janr,
Suiea... 3 de dito.
Suecla... 3i de Dexbr.
Inglaterra 8 de Janr
E.-Unldos 24 de Deibr
Mxico... 2a deNuvbr
California 20 de dito
Cblll. 24 de dito
Ruenos-A. 4 de Fevr,
Montevideo 4 de dito
CAMBIOSDJ! 25 D lVinrlno.
Sobre Londres, a 27 a 27 '/, d. p. lf
Paria,
Lisboa, 90 por cento.
IT1II,
Ouro. Onfas hespanholas.. ....'..."".. Sq/000
Moedas de 6/400 velbat......... liln 0
defiMOOnoya.......... 16/000
. de4/DC0................ 9/100
Prata.Patscfles brasilelroa........... I/!i20
Pesos columnarios............ 1/020
Ditos mexicanos.............. 1/800
uso, preparo e vend do papel sollado, 9|cida(ou a um crdito assignado, etc) por I zendi, e reverter depois disto para o ar-
observao regulamento que com este bnxa, !: Cin datada.... mencionando o lugar, mazem. *
assignado^or Joaquim Jos Rodrigues Tor-|ll,,'.mez "no> e assignando-a com o seu As chapas serSo abortas na casada
ignado^or Joaquim Jos Rodrig.,
r.'s,domeu consolho. senador do imperio,fectlvi1.0'.1ue '" '8ual declaracao no as-
ministro esecretaiio do estado dos negocios panto do livro de receita.
da faienda, e presidenta do tribunal do Olilulo que nSo furassim legalisido no
thesouro nacin!, que assim o tenh. enten- Pr".do '" 3 do regulamento de 10
dido e faca executi?. Palacio do Rio de Ja-MeJ.u"" d? Su, ou que for escripto em
neiro.emSIde Jc*embro de 1851, trigesi- P'f.' ..! lj^1 "* ,lnfHnrr dj,v,d!
mod'a independa e do impeno. Com a 'cari siiJeltosrevMidaclo na forma do art.
rubrica de S. lf. o imperador. Joaqu
Jote Rodrigues Torres
Regulamento sobre o u do papel sellado.
CAPITULO. I.
Do uso do papel sellado.
Art. I. Devem ser escriptos em papel sel-
lido, vendido por conta do governo, os t-
tulos e actos comprehendidos as tabellas
A r 11, anuexas a este regulamento.
Os papis da tabella A, rujo valor exce-
der a 20:000,000 rs., o todos os outros de
que faz mencao o regulamento quo baixou
com o decreto n. 681 de 10 de j ulho de 1850
conlinuarSo a ser sellados por meio de ver-
bas.
Art. 2. As secretarias de estado e oulras
repartieses publicas quo fzorem uso de
passaportes, ou de quaesqiier ttulos do seu
expeliente que sejam sujeitosao sello, im-
presso ou escriptos em papel diverso do que
so vender por conta do governo, polero
manJal-os sellar na casa da moeda com os
cunhos tiroprios, ou por meio de vorbas as
eslacfles encarregadas da arrecadar3o da
taxa, como determina o referido regula-
mento de 10 de julhu.
Art. 3. (uando os ttulos do quo trata o
artigo anlccedente tiverem de ser sellados
na casa da moeda, pagar-se-ba primera-
mente a taxa na recebedoriu do municipio,
onde se dar ao portador um conhecimento,
assignado pelo recebedor e pelo escriSo do
sello, declarando o numero e qualidade del-
tas, o a importancia paga.
Sellados os ttulos, car.lo laes conheci-
ui'iiio- em poder do almoxarife, para serem
apresentados por occasiSo dos balancus
de que trata o artigo 30, da tomada de
contas.
Art. 4. Ser igualmente permitirlo s
companhias c casas de commerclo f.izer sel-
lar nj casa da moeda, e as recebedorias
do Rio de Jnnelro, Baha, l'ernambuco, Ma-
rnnliild, Para e Rio Ciando do Sul, as letras
e riiiifi.s papis de que usarem 111) suas
IransaccOes, se para laso frein privativa-
mente estampados ou prepiridos.
Para ob'erem porm esta permissSodeve-
rSo roquerel-a na < <- i ao ministro da fa-
ienda, e as provincias aos inspectores das
thesourarias, declarando, cada ve/ que o fi-
irren, o numero dos ttulos do cada urna
das classes uu valores quo quizerem sel-
Irr.
Art. 5. Qoando os papis do quo trata o
artigo antecedente tiverem de ser sellados
na casa da moeda, procedir-se-ha pela ma-
ii' ira determinada no art. 3.
unaii'in ^orm liverem de o sor em qual-
quer das recebedorias, ah depositar apar-
te a itnnorlancia da taxa, dando-se-.'he um
conbecimento com o qual possa rdiuerer a
licenei; u .-eiiiu esta coiisodida, licara o
conhecimento guardado na reparlieilo com-
petente, para ser confrontado com os titan-
ios di recebedona quandose Ihe lomarcm
contas.
Art. 6. Tambem poder ser paga por
meio de verbas as estoedes competentes
113 esous par*agraphos da loi de 21 de oulu-
brodelMS,
Arl. 9. Se for escripto em papel nSo sel-
lado algum dos ttulos ou actos compre-
liondidus iiu-v. loada tabella B, que, se-
gundo os arls. 3 e 35 do regulanieuto de
10 de jullio, devem pagar o sello flxo antes I que foreni precisos.
moed
Arl. 16. Assim O papel estamparlo, como
o papel em branco que ae destinar ao sello
prnoorcional e li.io, ser sellado em urna
ollii-'iu annexs casa oa moeda, aob a im-
mediata inspeceJo do pro'Jor, e recolhido
i c condicionado e contado por classe de titu
los e taxis, afim de se polar distribuir e
balancear com facilidade e promptidJo.
Nesta odieina haver um mestre impresor
encarregado do executar e dirigir lodo o
trahalho, alm dos operarios n serventes
alenda, ou directmento as ostaefles su- suh-direclor, que tambem s-ignar oslar
ternas, quindo seja assim mais fcil ou mos, e far ennsumium sua presenca todo
nos dispendiosa, dingindo-se en lodo o o papel quo seliverlnulilisado na odlcina
o a conveniente parlicipacSos mesmas da estampara e do sello.
siiuraiias. | Art. 31. O almoxarife e o escrivflo do ar-
rt. 27. 0 papel que liver de ser posto mazem serSo nomeados por decreto impe-
da sahira encaixotado do armszem, e rial; o fiel pelo almoxarife para servir sob
ore aeonpanhado de urna guia comas sua responsabilidade, precedendo approva-
mas especificacOes que contiver a dos- c3o do ministro da fazenda ; e o mestre im-
1 l'.'ita ao almoxarife no competente li- pressor, e o continuo por portara do mes-
leudo os volumes urna marca propria mo ministro.
do conveniente sobres- Ao provedor da casa da moeda competir
da conclusSo para senlenea final, ou antes
da assignatura ou couceito, ou depois da
verba do primeiro registro, dever tambem
a paito inliTi'ssa la aiinex u-llio papel sella-
do^ licando no caso contrario, assim como
no de ser escripto em papel sellado com ta-
xa infer.ora devilii, SUjeilO rev,ilid.r;1i),
na forma do art. It, I da refer la le, na
paite relativa ao sello flxo ; e o funeciona-
rio que houver de expedir, assignar, con-
corlar, ou cumprir, inulilisar immediata-
rnenle ruin trae, s de tinta o mesmo papel
sellado, laucando na priiiiora pagina de ca-
da folna urna ola assignada, na qual decla-
ro o dia, mi'/ e anuo em que o fizer.
A revalidarlo dos ttulos e actos mencio-
nados neste atligoe no antecedente ser
fela por meio de verbas oas cslujOes com-
petentes.
Arl. 10. Quando from escriptos cm pa-
pel ii.io sellado os outros ttulos e actos
comprchendidos no 2 da tabella I), e tive-
rem de ser juntos a autos ou pelicOes, ou
apresentados cm punliso afim de produzt-
re.n ocir^to para que frein psssalos.de-
vor igualmente a pirte intnressada anne-
xar-lhes papel sellado ; e o funeciunario que
li'iuver Je despachiros autos ou petijfles,
ouatteiderolllcalmcntei laes documentos,
o inutilizara pela maneira detesminada no
artigo antecodente.
i'-sta disposir;0o be tambam applicavei aos
referidos ttulos e actos que se acharem es-
criptos antes da eveeur jo do presonle regu-
lamento, o anda no sellados por meio de
verbas e a quaesquer outros papis sui tos
Art. 17. Os papis compreheodidos na
tabella A serSo marcados com sello branco,
constando de um circulo coi as inicias I
B no centro, e em roda a legenda molho-
ramento do meio circulantecom a taxa
em letras brancas sobre um fundo preto, e
a indicarlo dos valores para que puderem
servi.r
Os papes comprehendidos na tabella B se-
rSo marcados com o sello preto e tinta de
oleo,em forma tambam circulare com a
inesma legenda.
Art. 18. Para as letras de cambio prepa-
rar-se-ha a quantiJade de papel que parecer
sullicicnte com as laxas de 100 res, 20D rs.,
400ris,600 ris, assim progressvamente
ate 4/; e para as tetras da ferra e o outros
ttulos sujeitos ao sello proporcional, de que
'az menc,3o a tabella A. com as laxasd) 300
ris 500 ris. 1/, e IJ/500, e assim progres-
svamente at 10/.
Art. 19. Pos papis de que tratara o< arts.
2* o 4 ser impresso o signal do sello em
lugar dilTirenle daquelle onde o tiverem os
que forera vendidos por couia do governo.
Art. 30. llavera na casa da moeda um in-
ventario das chapas, cunhos e quaesquer
outras pe;as destinadas ao trabalbo da es-
tampara e do sello, que o provedor con-
servara em seu poder para venficar-se a
qualquer tempo a responsabilidade das pes-
soas a quem frern confiadas.
Art. 21. No principio de cada me/, o pro-
vedor dar balaneo a lodosos objectos que
esliverem servmdo na oflicioi du sello,
tendo sompre cuidado em fazer substituir o
larepirtifSo, alm i_
cripta, para que possam tranaitar pelos a escolha e admissSo dos operarios e ser-
coBsuladose alfandegas sem serem aber- ventes da odieina do sello, depois quero mi-
io. nist'o tiver lxado o numeroearbitrado os
.ida resma levar escripto na capa o nu- salarios que deverem vencer.
m-iro de meiis folln ou ttulos qua conti- ; Art. 32 O almoxarife pereeber o venc-
ver, com deiignagSo dffi taxis respectivas monto annual de 2.000 000 rs., o escr.vSo Q, ,i,u,05, e p,pe|.comprehendidos n.
eda sua importancia total. 11:600,000 rs o fial 600,090 rs., o mestre im- primelracla.sedosello proporcional
CAI'ltULO V. I pressor 800,000 rs., e o continuo 480,000! ,,,. frein de valor menor de lOOj
Da eseripluracao e contabilidade. ris Recibos e quitaedes particulares.
Arl. 28. A renda proveniente do papel Art. 33. Os empregados das diversas es-Quliacei judiiiaes de menos de 100/
2." Papis e dncumsntos civil.
Testamentoa ou codicilius
Panapnries, guias de mudanca de do-
1111I i. 1 i e ttulos de residencia.
Ttulos dc noiueaco de inspectores de
quarlelrao.
Provlsdes de parochos epcommenda-
dos.
Traslados de autos em publica fdrtna
Editaes, mandados de penhora, se
questro, cltacao, ou para oulro qual{
quer m
CertidOes das cltacSes, e de quaesque
outros actos judlciaes. em execuca
de mandados ou despachos rslallvoi
a causas pendentes.
Certlddes quaesquer.
Aiteslados
ProcuracOes particulares.
160
objec-
judlciaes, apreaeutadas as re-
particOea publicas, para se haver
deltas algum pagamento de inais dc
lOOf.
Cada va de conhecimento de carga
3. Lisros
ao sello fixo, nSo rspecilicados na referida inutilisir qualquer cunho que seachear-
iabe.1,1, iiem no reguiamenlo de 10 deju- i ruinado.
llio. As chapas e cunhos de reserva serSo guar-
Art. ti. o cli'fii de repartleSo publci, Idados em um corre aoaa tiuas chavea, da
joizou qualquer outra autoridad^ constitu-; quaes Picar urna em poder do provedor, e
contabililade do papel os seguinles livros : da, cumo se pralica a resuelto de outras
I. No arma/nma cargo do almoxarife redas, e os particulares a commissSo quo
treslivrosdeentradi e saluda, e um de lan- parecer rasoavel, devendo estes prestar li-
gamento ou registro. anr;a correspon lente ao valor do papel quo 1
I. Para o papel en branco, que ser es- houverem de recener.
cripturaJo por numero de resmas ( de 500 Arl. 34. Continuam em vigor as disposi-i
folhas ) e meias folhas, ou tiras, conforme o tOos do regulamento de 10 de julho de 1850 Os dos termos de bem virar e segu
modelo n. 1. nSo alteradas pelo presente. I ranea, e os dos culpados.
Viste mesmo livro se abrir conta ao Palacio do Rrb de Janeiro, 31 de dezem- Os dos cofres do orphloi e ausentes
papel que seinuiMisar as ofilcinis da es- bro de 1851. -Joaquim Jos Rodrigues ^"pua'or de'eW1" U
lampa 111 e do sollo como moslra o dito mo- Torres. 0 daa orJes ierceiras, irmaodades e
dlo.
2 Para o papel eslampado, ou lithogra-
phado, que sera escipturado pelo numoro
de liras e ttulos, conforma o modelo n. 2
3. Para todo o papel ja sella 10, dividido
em diversos lomos ou contas distmcias; o
60
Por folha
de litro.
100
TABELLA A.
confrarias.
Os dc asseotos dc baptismos ca- ,
samentos e bitos das (.aroebias i
Titu os sujeitos ao sello proooicional que devem curatoa. I
ser escriptos em papel sellado, na [lrma do re- Os livros e protocolos dc tahellirs el
escrivaca de quaiquer juizo, coin-i
prehciididos os dos escrivfies doi*i
fra
gu'amento desta d*la.
\ 1. Letras de cambio para dentro ou
tantas columnas para o numero dos mulos d0|mperlo,
estampidos ou lilhograpnados, e das meias De tuo^ at lOQf.....lOO rs. porcada va
folhas do sello fixo quantas as diversas ta- Dcmalsat 4U0/atc<:000/200 rs.
xas; e msis urna columna em cada cunta e iiiisoti:uoo/t2:o00/ 4oo rs.
para a importancia do respectivo sello, mo- B assim progrcsslvaiuents, cobrando se mais
dlo n. S 20u P01' ,la de l0111 quanlia que etceder a
4. Da hntamenlo dos papis do exped- cada cooto de ris.
ente das repartios publicas, assim como Le,,, de trra
los que as comuanhias e casis commer- jlas rasaada, ou aceil peios
Caes fizerem sellar conforme as dltpOSlQOM dcvedore da fazenda nacional,
dos arts. 2., 3.*, 4. e 5., dividido tambem ., i|Uein se conerde fazer paga-
40
SO
ment por prestaedea
Ditas passadas ou aceitas pelos
contracladorcs, para pagamen-
to do preco dos couiractos.
Notas promissorias.
Crditos
da, ou funeciunario, s;m distinccSo declas-
seou jeraiciiia, que n.io cumplirs disposi-
tesdosaits. 8,9 o 10 incorrer as p-ns
do art. N7 do regulamento Je 10 de julho
de 1850.
CAPITULO II.
Da compra do paptl por eonla do governo.
Art, 12. O director goral das reas puDli-
cis he o eicarregado de comprar o papd
que honver de ser sellado por conta do go-
verno, alten leudo setnpre ao consumlo
olTeclivo, ou provavol, e escolhendo segun-
do as dimenses e qualilades que Miren
mais proprias para os diversos ttulos com-
prehendidos as tabellas A n II.
Art. 13. A compra sera feita a que 11 of-
ferecer condlc.es maisfivoravis fazenda,
preceJendo annuncios impressos nis tainas
publicas com anticpatelo du dez dias ao
menos e devendo os vende lores a presentar
as u is proposlas otn cartas fechadas facom-
I patinadas das amostras^ para serem abortas
outra do slmuxanfe.
Art. 22. Nesta ulllciaa se observaro as
dspu.-ices dos arls. 20, 3o, 4', II, 14, 15,
16, e 17 do regulamento de 2J de marjo de
1838, no quo pelo presente nSo fr alte-
rado.
Art. 23. O director geni da despeza pu-
blica fiscalisar a executo desie regula-
em tomos ou contas distinctas, como moslra
o mo lelo n. *.
2. Na oincina da estampara um livro
para a entrada, por numoro de resmas e li-
ras do papel branco, esahidado estm-
palo ou lithographado por numaro de ti- ,cr'iptos orden, anda que em!
ras e ttulos, e do inutllisado, moleta forma Interior dc cartas.
n. 5 Vales aceltos entre os coinmer-
3. Na seguirla contara do thesouro na- cianles da praca
cional um livro de conlas correles com as ro,,, alei ou letirai de qtjaa
sellado para ser ventldo, moldo ?-.. s.
Para que as ditas estacos sejam debita-
das, logo que se lites \\i. qualquer reines-
si de papel sellado, o almoxarife envidia ao
Jirecior geral das rendas publicas urna
guia ilontica a que livor dado ao conduc-
tor ; e o director geral, depois de haver fei-
to o conveniente aviso estaclo a que for
remedido o papel, devolver a me.mi guia
taxa dos livros dos commercianles, das or-^m presenca de todos elles no da e hora
deas toreeiras, irmandaJes e contrarias quo qna se designar.
os quizerem tarde papel diverso do que se! e lr mais conteniente encommen lar o
vender por cotila do governo, papel fra d) puz, ou manda lo fabricar
Art. 7. O uso do papol sellado para cada para ser exelusivimanU deslina lo ao sello,
um dos ttulos comprehendidos as tabellas nao podera o contracto lor vigor som pr-
nSo sera permitilo em cada municipio ae- va approvto do ministro da fazenda.
n3o depois de haver-so alii annunciado a CAPITULO III.
-na v o ia por editaes das eslaces que f- fo deposito e preparo do papel.
rem della encarregadas; eso sera obriga- Art. 14. Para deposito do papel em bran
lorio depois quedecorrerem 30 dias da data co, e smente estampado, ou lilnogriphado,
do aununcio.
Os editaes serfio publicados pela impren-
sa, ondea houver.
Art. 8. Quando por qualquer occorrencia
for escripto em papel nao sellado algum ti-
tulo dos compreben Udos na tabella A, de-
vea a pessoa que liver de paitar a taxa an-
I OLHETIM.
OU
MEHIORIAS DE Uffl MARIDO.n
(M>a EUGENIO tUB.j
XXXV.
Meu charo Pernando, rae disse Jqo logo
que nos pozemot a camlnho, devo lalvez coo-
nar a um lealdade as particularidades do acun-
tec.iiiei.to que Charpenlier te oarrou suuuiia
riameoie, dizer-te o Hu dacouspira^o em que
teubainos tomado parte. e...
-- Ueu fillio, disse madama Raimundo in-
terrompeodo-o, bem sabes que deves anda por
algum lempo fallar o menos posjivel. lato te ir-
rita o pello, bu loe difci puis, Mr Fernando,
que o nosso primeiro pensainento fui nada Ihe
occultar, e isso por duas rasAes. Primeiramen-
te para Ihe provarmos que o rim dessa conspi-
r.ic.'io era daquelles que unta pedsoa pode, e
dere orgulhosamenie confesiar; em srguodu
lugar, porque vamos nessas confidencias um
dever imposto pela ainizade ; porm pensamos
que pelo conhecimento que o Sr. lem de nos,
estarla certo de que anda que proscriptos, uo
(.nliamos desmerecido a estima doshomens de
bCDl.
E podia a Sra. ter a menor duvlda a esse
respeito?
_ Piao; porm tambem pensamos que a re-
relacao do lim desta coosplracao olteuderia as
justas susceptlbilidadesde Biiasopinies,' Vine
lie rtalista, Mr. Fernando ; entre suas convic-
ces, e as de Joo ha um Abysmo. Diter-lhe o
que elle sonhava, o que elle sonlia ainda, o que
elle procurar at ao seu ultimo da, como o
idelal*da felicidad*- de |cu paj, seria atacar
em cada palavra as luai crelas, respeitaveis ;
porque sao sinceras; ora de que serv olien-
de-Io assim ? Por lito convimus. Mr. Charpen-
() faWoD/arn.40.
proceder-s a vista della i devida escriplu-
"t 5t. tl.esour.rits de f.zend. d.s pro-1 ^^^mm, *
< almenlo desta ata.
ro cada
Um livro de entrada e sabids, como o do '
llavera no e lillcio da casa da moe la um ar-
tnazem proprio; o para o papel sellado urna
casa forte, sendo todo elle guardado sub a
responsabilidade de um almoxanle, que
lera utr escrivo e um liel.
Tambem llavera no armazom um conti-
nu 1 que servir de crrelo. ._____________
lltr, meu liliiu e ru, em guardar alinelo a re-
menlo na parte que loca casa da moeda, I directora geral do contabilidade, afim de (
ts "lli -mas da estampara e do sello, dando '
as providencias que couberem em suas at-
inb nc/i 's, r propon lo ao ministro da fa-
zenda as que delle depeoderem para que o
servido se faca com a conveniente regulan-
dade, perfeicSo eseguranci.
capitulu iv
Da venda do papel sellado.
Art. 24. n papol s lalo s Ta vendido as
recebeJorias do rondas internas, mesas de
rendas, colleclorias, administrarese agen-
cias do correiu, e em outr as ostacOes
que designar o ministro da fazen la.
tiestas meslas estacos sera distribuido
sag-ncias que se estabelecerem nos res-
pectivos dislrictos.
Art. ib. O ministro da fazenda designa-
r as casas particulares du municipio da
corle, e da provincia do Rio de Janeiro, que
convier encarregar da venJa do papel sel-
lado.
O mesmo far.to as outras provincias
os inspectores das thesourarias di fazen la.
Arl. 26, O director geral das rendas pu-
blicas he incumbido de regular a entrega e
re ne.-a do papel sella lo, para ser vend.lo
na corte e as provincias, procurando evi-
tar quanto ser possa que o publico siota
falta delle para os seus negocios e depen-
dencia.
A remessa ser feita s thesourarias de
i[ui 1 ''-1.',"' -i
pronit-.sa ou obnga(So dc pa
ment.
Cautelas ou vales de transac-
cea de einpreatiino de dluliei-
ro, sobre peiiliore* de precl-
siiladc, e de quaesquer outros i- 5
objectos que se raseiuetn Mon- 5 S :
tes de Socorro, e::i quaesquer |SSS
associa;des, e cm ino dc par- lG
titulares
TU BELLA li.
juizos de paz, delrgaclas esubdele-j
gacias
Ds livros do depositarios geraes,
distribuidores e couladores judi-1
ciaes. .
Palacio do Rio dc Janeiro, em 3i de dezem-
bro de iS.'il I, :.j:>u iosc'Rodrigues Torres.
PERMAMBUCO
Papis Joienses.
que, se o Sr. nao tivesse sabido casar-se com
peito desta couspirafo.'certos de antemo de urna mulher como a su ; eu leria hesitado em
que o Sr. compreheoderia os nossos motivos. I persuadir meu lbo ti vir ter com o Sr..-. Tc-
Gomprehendo-os, e respeilo-os, senhora. | ineria pd-lo em urna posicao falaa com urna
amegnro-lhe todava que nao me darla em ai- mulher, que nSo goiasse efe sua conftsnca ab-
da por oil'eodido, ouviudo-a eiprlmii' uina opl- aoluta; por Isso pergunto a inim mesmo com
nio opposta minha. (extrema sorpresa, como he que madama Du-
Ficaeutao concordado, Mr. Fernando, re-; plessis nao participa dos segredos de Mr. Du-
plicou madama Rsyinundo, que nao diremos plessis?
n e m urna palavra sobre politica.... Esta reso- | Illa be anda to moca, senhora, tao pou-
lu(o lera de maisa vantagem de senuui agr- co experimentada disse eu a madama Ray-
davel madama Duplessis ; pola, salvo o caso inundo cada ves inais confundido pelo que ou-
de achsrein-sc em siluaedrs particulares, as via sobre a pretendida superioridade de ioiej-
mulheres, .. e com raso gostam pouco de po- ligeocia de Albiaa. au temo a indiscrlcco
lillca e de conspirares.
De todos os modos, senhora..... este as-
sumpto de conversaco leria sido prohibido em
preienfa de miuha inulber.
>- E porque?
Poique julguei que nao devla por mada-
ma Duplettsis ao Tacto de nosso segredo; asslin
para ella tambem a senhora ser a marqueza
de herleuil.
Madama llnniuinln encarou*me com um ar
de 111 i ti ha mulher, pelo contrario temo o seu
relo em desviar as suspeitas, zelo, que talrez
as despertarla... e demals, emm, a senhora
sabe que o| maridos nao sao lardados a ser ga-
lantes para com suas mulherea.
Nao, Mr. Fernando, porm sinceros....,
sobremdo sinceros quando as amam....
Certamente, senhora, eu amo mioba mu-
lher; e amo-a bastante para dixer senhora
que ella be a melbor creatura do mundo... po-
muito surpreso ; pareceu-me mesmo lr em rin que a pessoa que gabou a sua amiga o no-
suas feices mui longes de exproba<;o, e a im- tavel espirito, e aalta raso de madama uples-
pressao, que me causava sua admlraco, nao sis talvex fosse urn tanto crga por una parcia-
Iheeicapou; porque ella proseguio com urna lidade de familia, alias muilo ualural,.... Re-
t'i iii.jiitv.i. e urna altabiliiiade eocantadora : I pilo, miuha mulher temexcellenlesqualidades
Olhe, Mr. Fernando, anda queoSr. ha mas be uina criaoca. .. muilo selvagem, inui-
onte annoi nao he msis esiudante... eu sou to tmida, mudo silenciosa, porque be um lan-
ticac.10 de genere, c ju*lificao dc
servicos
A utos de qualquer outra naturex;., com-
prehendidos os que correm ante os
delrgados c subdelegados, e os que
liurjitin por Jiaver composico das
parte
modelo n. 3. 1.
Dito do contas co'rentea, como o do mo-
delo n. 6, para se abrir conta Al estacos Autos deposse, tombo, ioqu.ricao e jus-
enc^rregadas i* venda do papel,
5 INis recebedorias e outras estafes
encarregadas da venda do papel :
i i. livro de entrada e saluda, como o do
moielo n. 7.
Dilo de contas correles com as pessoas
que forem encarregadas da venda do papel, J.....iii'i.iVs ou legiilmacd'sfeltas para
com 0 modelo n. 6. I haver pasaporte, e para ser recouhe-
Dito da receita proveniente do papel sel- cido cidad.-.. brasileiro.
lado, modelo n. 8 : e outro do sello por ver- Escripturas de qualquer contracto cm
b../confqrnfomod^
reiluramontodelOdeiuInodelSjU. Publuas frmai
As partidas de receita e des.ezi serSo as- p,0ciira(a's relias judicialmente
Signadas pelos respoosaseis O eacrivaed, CO- Traslados de autns, quando furem ei-
mo mostrara os mtelos. trahidos como laes. e nao como ins-
Art. 30. Oi Ctiefes das estafes on le hou- trunientos de publica forma
ver theioureiro do papel sellaJO darflo ba- Seniencasestratiida do processo
Unco no (linde cada mez ao deposito do Semencas de f.rmal de partilbas
mesmo papel, fazendo lavr.r os OODVenlen-\&$2&E25,
tes tormos nos livros prOpriOS. Cartas precatorias, .vocatorias, roga-
Ao armazeme casa forte dar-se-ha ba- loriat ,ie inqulricii e arreinataco,
lanQO no lim de cada sctnoslre, assislindo j aluda que expedidas a favor da fazeu-
o director goral das reas publicas, ou o da provincial.
_i -- -Tl-l----------------- l-------i-11 i---------------------------i
sella Albina Chevrier, como d
eminentemente distincta.
Joo lez com a cabeca um signal amrmatfvo,
e Cbarpeulier accresceotou:
Posso assegurar-lbe, Mr. Fernando, que
achel-me mullas veses em casa de madama
meia fo-
lln.
120
80
100
160
uuia pessoa plessis para poder gozar desse carcter encan-
tador, de que tanto se me teui fallado, e que
inri 'l'.i.ii ri't'iii i i. i.i.i mi.i a coininunlcar
sua mulher o uosu segredo, creio que o Sr. po
oe faze-io com toda a aeguranca. Creia-me...,
o Iioiiipqs julgi'in mal a nos uulras inulheres,
llsyinundo. quando sa fallava do seu casainen- recusando-uoa quast seinpre a inleltigencia das
to, e que Joo dlaia: que feiicidade para Fer- siluaedes dilMceis, ou perigosas. .. Uina mu-
nandocasar com uiua mulher i.io notsvelinen-; Iher de cor.v-i". que ama valerosaineiite a aeu
Hepartigo da Polica.
ConlinuarSo do expediente do Sr. desembar-
gador chefe de polieia. em relacAo aos tnovi-
meatos sediciosos que tlveram lugar nesta
pro-incia no mez de Janeiro prximo pos-
sado.
DEM DO DIA 10 DE JANEIRO.
Ao delegado do I. deitricto da fregutiia de
S. Anio. Illm. S'.Tendo ja respondido
em 9 'lo correte ao oflicio oessa subdjle-
atl 'do da antecedente em quta se pedem
a providencias iieceasarias para iv: ellir s
sedicio rein atl caressa cidade, cumpre-me agora
declarar a Viiic, em adilHamento ao mesmo
i lli'-in, c de rni r iruii'l nk' com ofllcio d'esta
dnti do Esm. presidente a provincia, que
a gunrda nac mal destacada d'essa comarca
foi augmentada com mais cem homens ; e
\ que para poder ter lugar a remessa da mu-
I nicilu e armas por Vmc. pedida deve o des-
tacamento policial ahi existente vir busca-
la, visto n.1u se poder drslrair para a res-
pectiva conduccilo urna parle da guarniQo
d'esta capital, e finalmente que dove a de-
legada desse termo requislar ao comman-
dante supeiior da guarda nacional toda a
divi Indi! ni ui^iiiiisii;.i'i ila forfa desta-
cada, iili ii do ter quatilo antes o auxilio, de
quo ii i >.-r.i.
Doos guarde a Vmc. secretaria da polica
xl>< l'ernambuco 10 >le |aneiro de 1852, Jero-
ii; um Marliniano Figueira de Mello, sr. Jos
Jeronymo Fernandes Coelho, subdelegado
do primeiro destricto da freguezia de Santo
Antilo.
Ao subdeleyado do 2. deslricto de Maran-
guape. -Retpoodeodo o seu ollicio desta da-
ta, em que Vmc. communicaiido-me o re-
celo que tem de ser altaeado por algum
grupo de facenorosos requesila alguma for-
(a para obstar qualquer atienta lo que ellos
t nliiitii de pralicar, cumpre-mej dtser-lne
que na cidade deOlinda se mauJoudestacar
50 pr.ic.as da guarda naeonal a despoi(ilo
este deve Vmc. req do o auxilio que julgar necessario a bem
da ordena e Iranquillidade do deslricto de
sua juiisdQ3o, punuo-se no entretanto Vmc.
t frente dos cidadfios de confianca que po-
der reunir e armar, como for possivel, para
asmmmmm
to iudoleate,...
Sr.
Na verdade, Mr. Fernando, o que
me dis me admira ao ultimo ponto....
Our quer a senhora, eu disse adeos s vaf-
dades do inundo para pasaar, segundo meu
si-iiini- a mulher sincera como o ar. sabe. Por
isso ihe dlrei com a uiesina franquea* o meu
modo de pensar boje.... como aiitigainenlc.
Eu ihosupplico, senhora.
Pols bem, a reserva do Sr. para com sua
mulher me surprebende multo, sel que ella be
uina mofa de coraco c de inulto espirito.... gosto, unan vida caima e retirada ; por isio pro-
A senhora sane lito?.,., rogo-lheque me curel eachei ein miuha mulher, uoas brilhan-
diga como? disse eu espantado de ouvir fallar tes qualidades do espirito, mas essa docura, ea-
do espirito de Albina, que para inim liuha ia facilidade de carcter que tornain a uossa
sempre sido un segredo. I esisleocia doce e pacilica
Nada inaii simplts, Mr, Fernando; uina I Vine, ic engaa, Mr. Fernando, sobre a
iiiuh i amiga he mullo unida com uina paren- causa da minha surprea.... o que uir surpre-
ta de su. aiulher, he della que suubeinos, ha neude lauto, e nao se v rir de inim, be o Sr.
algum lempo, do seu casamento, e da sua mo- conhecer lo pouco sua mulher.
rada aqui. Ura uaopiiio de minha amiga, tj Como, senhora, Ihe disse eu lorrlndo,
eu lecho a maior cootiaoca na aolides de seu eu nao conheco miuha mulher ?
julio, madama Duplc.iis, he nao s uina mu- 1 Joo dir ao seabor como eu, e s ihe per-
iher de coracio, senao Umbein de uina raso, millo um signal alHrmalivo, que a amiga a que
e de um espirito nolaveis; confessarei racimo I me retiro, fallou-nos inuitas veaea de inadarae-
le dotada! segundo o que nos coutam dessa
mofa.
Joo fe de novo com a cabcea um aignal af-
firmaivo. Madama Kaymujido conliuuuu:
Mr. Fernando, vou cltar-the agora ai mi-
nbas autoridades la chara mulher lem por
prima e amiga de colleglo, a madauesclla Her-
mnela de Villiers, nao he assim ?
Com ctteiiu, senhora..... ella fol quem a
aiiiillo no dia de nosso casameuto.
A mil de inadainosella ILtumii he mui
to ligada com a amiga de quem Ihe fallo, e es.
la amiga vio mullas veis madamcsella Albina
Chevrier, aua prima, antea do seu casaim-nlo,
ouvio-a cunveraar, e repto, llcou to admirada
da conversaco desaa moca, eolo aua esposa.
Mr. Fernando, que muilas vezes temos fallado
a leu respeilo, eque sem coubec-la-eu senta
porclla um vivo inleresie.. Ande l, Mr. Fer-
nando, conlinuou madama Rayuuudo sorrin-
do, deiie-se de falsas modestias de marido .
coofesse todo o bem, que o Sr. pensa do espi-
rito de madama Duplessis, linllle-ine, quando
me f.srin de meu rilho os elogio! merecidos ...
au os aceito mui reiohilameuie,
Anda l, meu pobre Fernando, me disse
Joo sorrlodu, e fasendo assim alluso a una
leinbranca da infancia, pare hyo, nada de reti-
cencia.. .
Pola bem I senhora, reipondi eu sorrlndo
a meu turno, .ilina de occultar minha so-presa
e miuha Inqulelaco crescenles -- sim..... eu
tiiilia com i a senhora diz um i modeslia de ma-
rido eicessiva... e conhecendo a timidez, a
selvageria deminba mulher....
O Sr. temia que madama Duplessis nos
parccesie inferior ao que della se deve esperar.
_ i., senhora, e eis porque eu hesilava
que poder
.lillio, a seu marid, a sen pal, ou a aeu lrmo,
estar aempre na altura doa inais graves acon-
tecimenlos, desde que elles interessarein aos
objectos de sua aileicao.
Ai) '. se madama Itayinundo nao esllvesse
aqu disse Charpenlier,--eu Ihe provaria
com bellos e bous lacios que ella lem raso,
Mr. Fernando....
.lim, porm eu e>tou aqui, Sr. Charpen-
lier, respondeu madama Itaymundo e Mr.
Fernando ae dignara crer-ine.... Heais, ac-
cresccnlou ella diitgindo-se a inim o Sr. se-
r mrlhorjuU que ninguem, logo que poder
informar madama Duplessis do aosso segredo;
smenle confesso-lue queme ser quast peni-
vel eugana-la..., Nao me faca por mais lempo
representar a seus olhosde marquesa, ftepilu-
!he, e-se cegamenle em sua mulher;.... pols
sabe, Mr. Feruaudo, porque inultas veses nao]
fclsta volla urna amisade amiga provava i
boudade de seu coraco, Mr. Fernando.
-- lia to ta, la cousa mui simples, senhora.
-- Nao, Mr. Fernando, preferir inliiuidade
de um modesto einpregado socledade brilhan*
te em que o Sr. al emo liuha vivido, isto pro-
vava muilo cm seu favor, por Isso Jo lo ttnha
pressa de vollar Pars para completar o tiio,
como diiia esse potare Mi. Jacnilho. luleliz-
inenle quando meu lilho chegou a Pana, elle
j'era mono, sua mulher eslava ausente, e
Vine, Mr. Fernando, audava viajaudo.
He verdade, senhora, o petar que me cau-
sara a inorie de Jacintho, o cuidado de minha
vio le. me levaram ento a deuar Paria.
A' proposito, ine disse Joo, sabes que
madama Jacintbo Djrand se toruou a casar f
Ella!..,.
Como! ella nao deu-te parte do leu casa-
mento como iiiiin?..., He cousa .singular....
aein duvida aua carta ae lera eairaviado ,
mas he a pruneiraves que ouco fallar desse ca-
samento.
' Ese uina fortuna immenaa pode asiegurar
a feiicidade. disse madama Rayuuudo, a riuva
donossoainigo he a mais felii das mulhcres.
Ella se casou ricaiueuie 1
Pelo quo ellaescreveua meu filbo, casou-
lemos lodo o nosso valor ?.,.. He porque noQse com um Americano colossaliueme rico... ha
nos pedem bastante
Meu charo Fernando, disse Joo, ainda
que uiii,ha inai ine prohibe de fallar.,., eu te
direi com que eloquencia de coraco o nosso
pobre Jacintho susieniava a thesc, que mlnba
mi defende..,. Tu conheceste .. uiulher do
nosso amigo, lu soubeate delle, que ella liaha
sido deploravelinenle educada, seu espirito mal
desenvolvido, a sua iguoraocia inorivel, Pois
bem'. i i mu i peJindo-lhe muilo com uina
ternura paciente liuha logrado tornar a sua
mulher verdaderamente mui aiuavel: tu de-
ves ler julgado disso.
Sem uuvida, disse eu, nao podendo diisi-
mular um hgeiro einharACO, eu viv, como tu
sabes, na Intimidada desie pobre Jacintho at
bita em Paria ba alguus meses, seu marido
coinprou um aobeibo palacio onde oeste inver-
n dizem que lem dado feal esplendidas.
Lembru-uie, disse eu a madama Rayuuu-
do, que em alguraas carias, que me escreve-
raoi de Pars nesie Invern, lallavam-uic dai
sumptuoildades de' um Americano chamado
JeU'erson, e da rara beleza de sua mulher.
He ella luesuio, me disse madama Ray-
inundo, Dos permuta que ella possaachar
feiicidade em aua riqueaa.
__ E nao ler saudades do nosso pobre Jacin-
tho, disse Joo, iiem de Iba humilde fortuna
desse lempo.........
Cbegamos casa ao cahr da noile.
Depois oe conduzlr aneus hospedes aoseu
quarto. toruei a entrar nu uieu aem ver miuha
a sua uiorie,...
Sun..., e as suas carias elle me fallava mulher, que aigundo madama Claudia disse,
com feiicidade dessa unio e da att'eico que lie tlnba deludo mullo cedo.
I Ihe Hutas.. (Cowwiiiar-te-Aa.)
convir n'uina verdade, que podia
1 llvi'l p irccer lile dilM.lo. i...
Tenhoa prelenao, Mr Fernando, de mo E nds eslavamos muilo conunovidoi, disso
diucar bailante a selvageria de madama Du-j meufilhoe eu,repllcou inidaina|llayinundo
I MUTILADO
)


ropellir e hatero taca funcionarios, se por
ventura ahi e apresentircm.
Dees guarde a Vmo. secrolarii de polica
dePernambuco10dejmolro.de 1852, Jero-
nymo Martinimu Figueira da Mello. Sr. An-
tonio Rufino de Araujo Cavalcan, auhdele-
gado do segundo deslrictu de Mariuguipe.
DEM DO DA 13.
Ao Exm. presidente da provincia. -N. 237
lllui. o Exm. Sr.-Tcndo-me o delegado de
Iguirass enviado una esculla da quatro
possoissob ocommiulo do cabo (rincisco
Jos do Oliveira llarbi.aa para conduiir o cu-
nhote de carluxam., quo V. Ex e:n resposta
verbal aomeu ollicio de 10 do coirunte, de-
clarou que ser-lhe-lna entregue, cornil llie
fu saber na mesma data, rugo a V. Kx. se-
dignedar as suas ordena, para que Moje se-
ja ontregue io dilo cabo o promeltido car-
AoEarm presidente da provincia.N. 338.
Tendn V. Ex. poraeu ollicio do 7 do corren-
te determinado, queseprohibisso a venda de
armas, plvora, e chumbo, o havendo-se ex-
podido as necessarias orden, para que essa
providencia, exigida pelas actuaes circums-
taucias da provincia, fosae lovada a ilcito
como participei a.V. Ex. por meu ollicio de
10 do crrente, represenlou-me agora o Dr.
Frrnclaco Ju8 Cirqeiro da Cunta, juiz mu-
nicipal supplentoeiii exercicio do termo de
primeiro, queoExm presidente da provin-
cia acaba de expedir a precisa orden ao
arsenal do guerra para que seja entregue ao
cabo Frmciaoo Jos de Oliveira Barbosa o
cuoheU de c segundo, qu < emquanto n.iii estiver org-
uiaada a guarda nacional que Tora mandada
destacar neis termo, o que he natura) avis-
ta de aeu estado de desorgmisaedo, deve
V. S. improgir as medidas que jMembrei
em u m dos aieus anteriores oulcios, pon-
do se frente dos cidaddos armado) desse
lugar; o lereeiro, que quanlo a demisaSo
do subdelegado- supplente, Pedro Alexan-
dre de Mallo, que V. 8. pede, sera olla lo-
mada opportunamente na devida conside-
racSo.
Dos guardo a V. S. Secretaria da poli-
i'i i i Perna n1 neo, 19 de Janeiro de 1852.
Jernimo Uarliniano Pigueira de Mello, chefe
d" polica da protiuria. Sr. coronel Manoel'
Thomaz RndriKiiea Campello.
Ao subdelegado do dittr'icto de Varal.
Illm. Sr. Accusandp a rocepsdo do o III-
ci dessa siihd legaca, sob a data de 2 do
corrente, em que mocommuoica o motim
que houve nesse districto por occisido de
i 'ii-M' em i'mtih-jo o decreto imperial de
18 de junhodo anno prximo pissado sobre
o registro dos nascimentos e bitos; devo
significar-lhe quo muito louvavel fui o seu
procedimento em empregar o meio bran-
do e suasorios afm de pacificar oa nimos
2
m
tro, tre. meze.. lato he em novembro, de- augmentado se.m que a miseri,aenh. dimi- I he de V 8 .muito amigo e .tiento criado. ponte do.' C.rv.lho. "'-d 951,500
xembro e Janeiro, o vei tos reinantes ndo nuido. 6em duvid, um maior numero da
permiltirdo que os navios se approoimem! operarios tem sido empregado, e lodosa
Iguarass, por si e como procurador de va- do cididdos ignorantes e Iludidos com ral-
nos proprietarios do mesmo lugar a neeea-
sidade. em que ellos so achn constitu los
dse armarem, alim de defonderem HU
engenhos, e vidas amcac/idis por grupo de
sediciosos ou ladros, atienta a defecienca
de forca publica para os perseguir e captu-
rare como para isso seja oiisler revogar a
seu respeiloa ordem de V. Ex para o que
me ndo julgo autliorisado, rogo a V. Ex. se
digno declarar-me, so posso consentir na
venda do arma o mullicos requeridas po-
los siipplicantes. Devopiiiein dizel" a V. Ex.
para seu coiihecimeilto o gov. r o, que os
suplicantes sdo dignos da graca, que pe-
dein, e que o guverno lera ni He defensores
Tillo quo 00 CidadBol p ruui seinpra seiiitmeiibiS di urdem o legali-
dade. -Illm. e Exm. Sr. Vctor do Oliveira,
presdeme da provincia. O chefe de polica
Jeronyn.o Marlimano Pigueira de Mello.
\o Exm. presidente da proetaeto.N. 239
Quaudo por inou ollicio n. 228 de 8 do cor-
rente pedi a V. Ex. so dignassa expedir o'-
dem pra quo o arsenal de gu,rra entiegas-
se a e-la repartirlo cincuenta clavinot.,
com que deveridoarmar-se aa ronda cvi-
cas, que pieten lia est.belecer, esquoc mo
de mencionar nessa requisiedo as patraas
ecenlu* Oes correspondentes ; e porque csse
i.iimi.....de armas, sendo pedido em relacdo
ao estado ordinario ds rundas, torna-so
evidentemente insuDlcienle, visto que as
circunstancias ictuaes exigem urna maior
vigilaucia, e com esta be forcoso augmentar
aa rondas, ou o numoro dus pessuas, que as
compon, rogo a,V. Ex. que h-ja do mandar,
que ae entregue ao delegado desia ci lado
mais sincoenta clavinoles, ou granadoiras
cortadas com cem patronas e ceutuies. e
bem assim cem espadas si jiilnaule as do
quo usa actualmenle o corpo de polica;
cerloV.Ex.de que todo esto armamento
sera recoibidoao arsenal, apenas o ser vico
das rondas cvicas seja substituido pelo das.
ss prevoncOes contra o mesmo decreto,
coja ulilidade ndo pode ser contestada, e
que tem por evidente lint garantir o estado
Oirel de todos oa Braaileiros. Sobre este
objecto j medirigi, em dala do 30.de de-
zembro, ao delegado desse lermo, e per-
suadido de que elle rommunicar a esaa
dolegacia todas as orden, escuso estender
tanto da praia. roas estes poderdo fundear
na distancia de duas amarras. Um canal,
estrello separa a illia da ierra firme. Oci-
mlnho de f. rro ha de atravessa-lo sobre u di
ponte, Oscirrisja esldo collocados desde
a praia continental at a distancia de 12 ki-
lmetros ; essa parle do caminbo j podia
ser franqueada circulando, se, no nRio
dos traballios que coutinudo, ndo houvesso
receio de alguna accidentes, principalmente
por causa da enorme aluencia de viajantes e
de meroadorias que he fcil de prever
Alm desse ponto J esldo em andamento
diversas partes do camintio. As obra9 dali
ndo sdo consideraveis, en terreno ndo apr-
senla n.'iiliuin i gnnde difliculllade quo ven-
cer. Ser necessano consiruir duas pontes
urna no Gatun, allluenio do rio Chagres cu-
ja direecdo he itravez do isthmo. O Calun
no tem.o das obeiaa ndo tem mus .lo 50
ps de largura. Lmcir-se-lu por ciiia delle
urna ponte de mideiri suslid por ambos os
lados por solido pilarea de alvenaria.
Ooulro rio quo ha a atraveasir be o Cha-
gres. Tem 300 pea de urna a oulra mirgem
no ponto em que o caminho de ferro o en-
contra. Passai-so-ha poa urna dupla pon
de ferro rujo arcos e apourdo sobre Urna
pequea illia no lado do rio. Quanlo s ele-
vaciles de terreno, o caminho he dirigido'.!"
maneira que evita as maiore ; algumas cor-
taduras descobertas, de 50 ps de profuodi-
dade, bastardo para vencer eslo genero de
obstculo. A companhia ndo leve de rom-
per monlanha alguma, ndo precisar portan-
to consiruir lunnels. .
A maior parle do terreno he solido; ha
entretanto um grande espaco alagadico. Fe-
lizmente ii'ui sdo tromedaes, mas charcos
me mais, e sinente direi a Vmc. que sejd'agua da chuvas que neases lugares udo
apparecer por seu disiricto algum grupo altm escoamenlo.
pretexto de se oppor a ese decreto, devej No lempo s^cco, islo he na trps quartas
dispe salo polos mcios no seu alcance, ou pules do anno a comessir de fevereiro, o
pregando aulas os indicados nos aita 289,'sol faz evaporar aquella aguas estagnadas,
290 o 291 do coligo do pn>ceso c iminal.le por baixo encomia se um loireno duro o
Dos guarde a Vmc. Secrlaria da pi.li-j rosistent". Cravam-se-lne eslacas entre as
ciado Peniambuc i, ISdojmei'O de 1852.1 quaes se linca urna torra areieula e averme-
itnnimo Mar/imano figutira de Mello, chefe Ilud quo enduroce faoilmeiile e reaiste i ac-
,\uii
dopolieii Sr Mano-I J<>-c .Nones
Ao subdelegado dj primtin dislrielo da freguesi
da focada.
Illm. Sr.\cho-tno na posso do seu oli-
eio de 9 do cpenle,.h-je recebi lo, cm-
elo da iiuiiiaiiil.uk'.
Esta parto das obras do caminho he a mais
dillicil c a mais dispendiosa. Cada terco de
legua de estrada sobre aqielles alagalicos
:cusla 750,000 franco, enlieantoque o mos-
'iiunicando que o povo dess disticto ainda |mo espavo ,. n t'rri (irme ndo importa em
so acha no mesmo espiriio de esislencia maiSd,. 250,000 francos,
execoejao do decieio de ISdejunbo do annuj y,,, pnmenos fita deste mez havia 500
prximo pasaado, e se prepara a assallar ir8||nadores empregados as obras do ca-
engHiilios, e alacar o destacamento que pa- mii,o. He a poca da invernada ; mas lo-
ra all deve seguir; e pedindo ao mesmo g() qU0 c||0gar o bom tempo, a cumpanhik
lempo as providencias precisas para garan- coni, augmentar muito o numero dos bracos
lir as vidas o propriedades do cidaddos e em activi Jade.
autorilades, visto ndo haver at aquella I No mezdejunho prximo o caminho ha
dala chegaJo o destacamento promellido. 'de ser franqueadoao publico na exlenado de
Em resposta ao seu dilo ollicio cumpre- 28 kilmetros. ous mezes depoia os viajan-
mesignilicar-lhe quo vai ser levado a pro- les ger5o con senga do fcxm. preaidento da provincia, ne a tres legoa maia ad i a nte. Mas como
para quo elle otme na considerando que ness, epoca nao esUra iinda construida a
justamcule merece; e porque ja em data lponle S0Dre 0 Chagres, atravesir-se-ha o
de 8 do currme expoJio o mesmo presi- r|() am Darcos. rje Gorgone a l'anam, no
dente ordem para que se destaessem nesae 0ceano |.aci(co,ha vinleelantos kilmetros,
tormo 200 pracas da guarda nacional a dis- e e,ls ,,arto do ca,ninh0 ndo poder llcar
posiedo do ros.icctivo delegado, cumpre |prompla anleg ue 1853i
que Vnc. a este so dirija para pedir-lhe a, Ma8 (l0U-a ler.se umg aua9i cerieza de que
quellea que o tem sido, recebendo salirios
elevados, ndo tem solTiido ; porm um nu-
mero lindi muito miior de operarios tem
sido arrancados vida calma e moral dos
campos pelo attractivo dos alto salarios.
E elle tm procurado de preferencia ou
tom delicado aeus lilnos s prolissoes quo
offorecem a recompensa a mais elevada, is-
lo he, aos trabalhos de luxo. A industria,
apezar dos esforcos de lodo osartilices,
como a propria baneficencia publica, ape-
zar dos es(orcos de seu administra loes,
tem seichadocollocada em um circulo vi-
cioso. Quanlo maia ella augmentava, mais
atlrahia ; quanto mais salarise soccorroa
liouveram, maia m3os appareceram promp-
las pira recebe-lua. Isto ndo he ludo A
agricultura est submeltida s alternativas
previstas das ostaroes e as intemperies pe-
rigosas, porm que destroem anles os resul-
tados do trabalho Jo que suppriino o pro-
prio trabalho, porque as necessilades do
consumnio udo diminuem. A industria ex-
posta a muilos outros contratempos, a in-
dustria, de luxo principalmente, virimdo
com a poltica e com o capricho na cldade
por excellencia do capricho e da poltica, a
industria arrasta os ai tilicos cm suas varia-
ces, e submetle sus. vida, coma de suas
familias, a espantosa mobiJade de suas
fortunas diversas.
I'orm, sem faltar di influcncii destas
crises sbita o parciies sube as quaes a
relacdo numrica ndo podia dar noticias
precisas, o que ha demais saliente, o que
ha domina incontestavel do quo esta per-
manencia da miserie e este augmento do
nirnaro do indigentes estiangeiroa em Pa-
rs?
loica de quo necessitar. Emquanto esta
forca ndo Iho fr ministrada, cumpre qua
. Vine, poudu-se frente dus cidaddos *uii-
^Em.'s" ^Ic^^^vca^^d'neda *>. da" ord, g.ljd.d. e d
provincia, o cliefe de pe xa Joronymo Mai-
tliiiano Figueira do Mello.
AuExi/i presidente da provincia.. 241
I endo-me o subdelegado do cslricto das
Varas no lermo de Flores roinuiuincado por
28
loa como lbc for possivel, disperse e persi-
ga a esses sediciosos, que sob falso pretex-
to sinente parecen! ler por lim o roubo e
o morticinio, muito principalmente depois
''V' que para as criminosas reunios que fazem
- ', em couse-
presideocla.
_.--------------- KL. 'O quo tudoesjiero do zoln n clfVididd com
mo pausado sobro o registro dos nascinicn- Vm(, Uegeinpen|la es fuucces a Seu
tosflobtidus lenha appar culo um gran le c'd ()
motim mi povo por que.c om certas pessous i eo| .q(rta Vmc secretaria da poli-
rasgaro meamo deceto, o quo clleo izera ja ,|C |,orilln,)(,0 12,|0 j,eiro de 1852.
accommodar pelo-, i-mpregn dC meius "'"< \ _.jlr.,,m .,, figueira de Mello, chfe
dos o suasorios, julgo do meo devor levar f (,fl |11,|jci Sr. Caudido Jos l-Opes de Ml-
ditu ollicio por copia a V. Ex alim de que
nesseanno ha dever-se o lim de um trabaibo
i'iij i execuedo foi por tanto lempo adiada
pela rivali lade dos DaoOej, e que dove evitar
navegado as delongas e os porigos da via-
publico, o procurando arma-Ios e muincia-,,e pe|0 cabo de llarn.
IConstUucionel.)
De balde se tentara atlribuir cales elid-
ios a oulras causas, por exumplo, eleva-
cdo do piejo dos gneros alimenticios, io
iiuuie.i'i. dos niuoa das familias operarlas,-!
negligencia dos pas em manda-loa apren-
dei um ollicio, ao numero dos velhos, ao
augmemo do preco doa aluguea das casas,
e a uniros factos S'CunJarios.
TudO'Sabem que a barateza dos vveres
em Pars lem anles diminuido que augmen-
tado.
A i vi ir.ii) numrica responde s outras
alloga^Ods.'
O numero doschefesde familia maiore
de se-s mi i a e cinco a ni h nao Ih sendo de
quasi 10,000 sobre 28,000.
O numero das (aminas sem lilhos meno-
res de dozoannoa he de 19,977 sobre 28,721;
se adaptarlos o algarismo do 63,133 para
a doa individuos o o do 28,721 para o das fa-
milias soccorridas, v-se quo cada urna dol-
as se compe, lermo medio, de tres cabe-
cas apenas.
Contam-se smenie 1,213 familias soc-
corridas com i lilhos mjiiores de 12 ali-
os ;
Francisco de Paula Carneire Ledo.
8. C. 95 de fevereiro de 1852.
Em resposta i sua carta supra, declaro
que Vmc. tem aprendido commigo o fran
ce/, e que o traduz sou*rivelmante.
Dr. P. Aulran da Malta Albuquerque
COMMEBCaO.
ALFANDEGA.
Itendimento do da 25. 8:824,326
Hescnrregam hoie 26 di feoereiro,
Brlgue inglez Dante bacalho.
barca ingleza Coiumbus- mercadoriss.
CONSULADO CERAL.
Rendmentodo da 3 a 21 .61:517,823
klemdodia25......... 1:136,078
65:683,901
ollicio de 2 Jo corrento, que no da ' dezeml.ro ultimo, por craaiSodepiiuiicar-, ,., ,a umensda nr
soo decreto do 18 dejuul.o '" "u WMt.ra
sedigue dar-nie n siinilnanlo reipeitO aa
ordena, que julgar con ven.....tes em sua a-
l.eduria --Illm. e Exm. Sr. Vctor do Oliveira
presidente da provincia OVbefa do polica
Jeronyino Mirtuiiano Figueira de Mello.
Ao Exm. presidente.da provincia.N. 242
Transmiltiudu a V. Exc. para seu conlio-
cimento o ollicio boje receido, que roe cn-
deresfou o subdelegado do primeiro disirin-
lo da Ireguezia da ESCldl, sob a data de 9
do corrente, om que communica ndo s-
menle quo o povo ignorante anda se ncia
as ni snias ideas de op.osicAo ao decn tu
dl8de>ui'ho do anno prximo pastado,
de que tralei em n-eu ollicio de 4 desle mci
sol. n. 216, mas lambetn que prelenie is-
sallar aa i lopriedades, e atacar o dcslaci-
inenlo, que para all for enviado ; julgo do
meu dever ponderar a V. Esc. que, si'.'uu-
lo m.assi i\cs de pessoas verdicas do ter-
mo de Santo Anido, consla-me queito
presente se ndo organisou a forja de 200
humen, quo V. Exc. ordenou que se des-
tcasso no dito termo par o lim de manter
a segurinca e tranquillilade publica, con-
forme se dignou V. Exc comuiunicar-me
por seus cilicios de 7 e 9 do correle, e quo
randa.
PAUTE UDIA II
Fornm presos
DE FEVEREIllO
a rrilem do delegado do
RELAgi'O NUMRICA DA POPULAgA'O IN-
DIGENeE DE PARS. PUBLICADA PELA AD-
MINISTRACA'O DOS SOCCORROS PBLI-
COS.
Cau da miseria,
io los sabem que ha miserias voluntaria
e involuntarias ; urnas provenientes da ItUl
do hnmem, de sui preguica, desuaimmo-
nlidide, de sua imprevidencia, defeitos
augmentados ou diminuidos pelas influen-
cias que o ceredo ; outras que resulldodas
condiqes geraes da sociedade no meio di
11,1 -1 elle so acna collocado.
A relacdo numrica da populacdo indi-
gente de caris ndo he evidentemente feta
ra lanjar nenhuma luz sobre o estado
iro oislricio deste termo, Helena Ha- moral desta populacdo porem oiTerece-nos,
rii dus Praeres, sem dcclaracdo domot-lbem que indirectamente, informaco-'S no-
vt.; ordem do subdelegado da fregueziajlavis e preciosas sobre urna das condices
de Santo Antonio, a prela Mara, que de- geraes que tom man poderosamente inllui-
.;;,..'.. >>..> .la in.i rf. fttln iirai,. Idosobrea siiuacdo das classes laboriosas
por estar indiciada u ordem do sub lelegado da fegueiia de San
los. Sabino da Coila Lessa, sem declara-
cao do motivo; e do subdelega lo da fre-
gneZia da Boa-Visti, o pardo Alexamlre,
escravo de Paulo de Amorim Saldado, por
andar fogido.
.0 delegado do segundo districto deste
termo participou em ollicio do primeiro do
corrente, que no lugar denominado Man-
gar, Tora issassinado com cinco facadas
o pardo Cypriano lluarte, e que o tutor
desse alternado se evadir e ndo he conhe-
cido, mas que sobreest fado se lia pcoco-
dido na lrma da le.
O delegado supplcnte em exercicio do
termo deOlinda coinmunicou em ollicio de
9 do corrente, quo fallecer ocnouloJoa-
quim Jos do Farias que havia sido espau-
portinto contina a pnpulicdu pacitica des- 'cado no districto de Beberibe, con(o>me
lo termo inlei ament omroitue a defeza
do pequeo destacamento da Victoria, o
quo Ihe olTerecein os seus particulares ro-
cursos sem duvida muito diminutos, poi
ndo seachir preparada para os extinurdi-
nirios aconiccimenlos de que somos teste-
inunbas. Pelo ueu ollicio de boje limito
majmente dier ao subdelegado supra
indicado, quo prucure armar c munic ar os
cidadJos aniai.tes da ordem e trnnqilli le-
do publica, cuino- Ihe for possivel, e com
'OilM'perrfua e despeno esses grupos do se-
dicioso', que paieeein ter por fin o roubo
participou-se cm oflieio aproveila-se a occasido para declarar que
antes de se haver recebido participando d'a-
quella delegacia acerca desse aooulcimen-
to, o sement em virtu le de denuncia par-
ticular que chegou ao conliecimento do
chefe de polica no da immedialo om que
ello leve lugar,' n 'hlc as ii'Cessanas
ordens ao uito delegado e o subdelegado
da freguezii da Vanea, lim de l'.wr cui
atender os autor'S do ass-ssiuato de Judo
Inte Malaquias e doo-pancamenlo do indi-
viduo cima indicado, as quaes linda de-
o morticinio, omito principalmente depois pois foram reiteradas.
quopuai'll'S falla tolo o pretexto avista
das ultima* rdeos de V. Exc.
liaos gualdo a V. Exc. Secretaria da po-
lica do l'ein iiiil'UC.., 12 de jineiro de 1832.
Illm. c Ex'in. Sr. Vctor de Oiveira, pioai-
danle da provincia. Jernimo Maftiniano
Figueira de Mello, chefe de polica. |
Ao Mimo Hxm. Sr.X. 244.Temi com-
nuincaiAi a V. Exc. em n.eu ollicio d 5 do
corrente, sob n. que em obedieiicia aoseu
ollicio de 4 havia eu dado ao majar Judo
IMpunuceno di Silva Portella, commandan-
to oa forca expedicionaria aos termos de
Po d'Alho e Nazareth, as instruC(OPS que
por copia icompannoii dilo meu ollicio, e
que V. Exc. a provou expresamente pelo
seu de 7 du mesmo mez ; julgo do meu de-
ver levar ao conbeoimento de V. Exc, que
o dito ninjor it hoje me ndo tem dirigido
urna soco iiinunic.acili) que se relira ao lim
para quefra enviado, iiifringiodo assim as
ordens que Ihe foram dadas; que ale o pre-
sente ignoro se o majar entrou em l'ao d'A-
lho, e quaes o motivos que hdo retardado
a sua marcha, que por iqueilas iustrueces
dovia ser a mais rpida possivel, e apeuas
conita-me que elle se ha dirigfdo ao mare-
chal coniuiiiiiJ uto das armas acerca da
commissdo de que Tra encarregaJo.
Dos guarde a V. Exc. Srcretirii da po-
lica de Permmbuco, 12 de Janeiro de 1852.
Illm. e Exm. Sr. Viclor de Oliveira, presi-
dente da piovincia. O chefe de polica,
leronimo Marliniano Figueira di Mello.
Ao delegado de Iguarass.
Illm. Sr. Recol o ollicio dessi delega-
da, o. 36, sob i data de hontem, e acieote
de quaiito uelli me oxpoe, signiflco-llie:
o I liento o delegado de polica do ter-
mo de Santo Anido communicou em ollicio
de 9 .le -le m sino mez, que no dia antee -
dente, leudo (ello marchar o destacamen-
to de polica e parto da guarda nacional
contra doua grupos d .sediciosos que iufes-
tav.ma fieguezia de Santo Anido, existen-
les no ongenho Moclo, se disparsou efu-
gio logo que avistara a (orea policial; mas
que haveudo-se esta relindo, elles se ieu-
niram de novo, e nesse mesmo da 8 do
corrente assassinaram brbaramente com
umtiroaojuiz de paz do segundo districto
il'aqin lia cididide, Manoel dos Prazeres
Mello, que por all passava.
Ficim expedidas as convenientas ordens
para serem presos e processados os autores
dos assassinatos que se acba de re(erir.
VARIEDADES.
O CAMUMK) DE FERRO DO ISTHMO DE
PANAM'.
Piri, 20 de dezembro do 1851.
A conslruccdo do caminho de ferro Jo Pa-
nam progride rapidameute. A distancia que
ha a vencer para pasaar, naquello ponto, do
Atlntico pira o Ocano pacifico he de 56 ki-
lmetro, eaa obras esldo concluidas na ex-
lens'iii de mais de vinte. O ponto de par-
tida do Udo do Atlntico heem umi illu cha-
ina la Manzanilla, perto do cabo do mesmo
nome. ......
A escolna deste lugar foi determinada pe-
la considerando deque durante nove mezes
do anno os navios que demindarem 20 ps
de agua poderdo atracar ao caes. Nos ou-
de Pars.
Queremos fallar do desenvolvimcnto da
industria, aoqual he devidido cm grande
parte o crescimento da populacdo.
Os progressos di industria, ha quarenta
annos, sdo urna das glorias de Franca ; he
preciso ser ingrato para nega-lo ; porm ao
mesmo lempo (ora necessano ser ceg, em
presenca doa ullimos annos, para ndo coo-
fessarquea transformando de Pars em ci-
dade industrial de primeira ordem tem sido
um laiMii'n-i) perigo,
f.'.'i.ilm -uto lo los cnncorJam nisto ; po-
rm acham-sejneste perigo abundantes c'om-
pensiQes no iinmenso aperfeicoamento da
induslrii eprincipilmeutono bem eatir e na
prospendade derramada*, gracasao augmen-
to da iiroduCQdo, sobre apopulacdo ooinuio -
ciante elabunosa da grandecidade.Seute-se
algum orgulho ao ver a culada das sciencias
das artes, das riquezas, a primeira pracii de
credilo, um dos merca loa rnaia imporian-
tes do mundo, o foco do mais vasto consu-
mo, vir a ser ao mesmo lempo a ionio de
urna fab' c*c3o iromensa.
0 .i|i'i i.'ieu iiii.-oio dos diversos ramos dt
producedo Irancez udo he conlestavel.
Londres be lestemunha dislocomo Pars, o
todo o universo so-assocn aos elogios Ido
frequenlemente dadus por M. do Rambla
teau, porM.Birgere pelo diverso admi-
nistradores tdo eminentes do departamento
do pena, ios openrios de Pars, os quaes
eoleiii reivindicar urna parle consideavel
ueste progresso. Todos conhecem seo genio
accrescentemos que todoa Connecem tam-
bera sua banetlcencia e sua dedici(do aos
interesses do9 upenrio.
Porm, ser por ventura verJade que este
immenso desenvolvimeiilo da industria em
Paria lenna ndo urna grande e feliz influen-
cia sobre a situacdo material das classes la-
boriosas, gem fallar de seu estido moral e
doIico? Se tr assim, a relacdo do nume-
ro dos indigentes cornos da populacdoto-
tal lera llovido diminuir durante O periodo
de prosperidado iudualrial, islo ne, de 1830
a 1818. Consultemos a este respeilo as ia-
formai;oea,coniidas na relacdo numrica.
Havia :
Em 1829 l'indigente sobre 13 habitantes.
(815 1 12
1838 1 15 .
, 1811 1 13
. 1811 1
1817 1 i
A proporedo he como se v, sensivelmen-
te a mesma. Urna oulra nformaedo, com-
binada com esta, nao permiltira duviJar da
verdadeira causa desta triste permanencia.
1 .nula va-so :
Em 1829 sobre 30,000 fsmilis indigentes
21.000 estrangeiros e n Pars.
Em 1811 sobro 29,000 contava-rt 21,000
1817 > 32,000 21,000
> 18S0 28,000 22,000
A proporedo que he de II sobra II em
vez de 10 sobre 16, excede dos 3 quartos.
A triste tiaduccdo desle algarismoa be
esta : ; .
Debiixo di influencu do desenvolv men-
t du iaduslri, a populacdo de pars tem
517 com 5.
151 com 6.
19 com mais de 6 fllhos.
Estes ltimos algariamos podem ser con-
siderados como inexactos; porm a ad-
ministradores dos scriptorios nao custu-
mam contar como termo nfdio mais de 4
ou 5 calieras por familia.
0 numero dos ndigculessom ollicio ndo
est tdo pouco augmentado, porque elle
ndo he sendo de 1,533 humen e 1,365 mu-
Iheres.
Quanto ao aluguel, o tcimo medio per-
manece aindi o mesmo, entj'j 50 e 200 frn-
eos. Todas as informar/oes dadas pela aJmi-
nistrado dos soccorroa pblicos vem pois
ccnlirmar deste modo nossas primeiras in-
duccojs.
lia umi, todava, quo parece contra-
rialas.
A relaco numrica designa, por cifras
muj contestaveis, is prolissdes principaes
dos indigentes inscriptos na lista dos soc-
coros, e nao indica nonhum opersrio das
nllioinas ou manufacturas.
He verdade que este documento colloca
debaixo do nome de jornaloiroa e jornaloi-
ra do diversos ollicio um total de 7,375
chefes de familia, e que neslo numero som
duvida se acha mais do um opeiario das of-
licinas ou manufactura. Poiui com ludo
(MO o que temos nos dito ? Que a industria
pagava e cuidava dos operarios que ella em-
prega, porm que altrahia mais operarios
do que podia oceupar, odeixava caliir mui-
los na indigeucia depoia do os ter emprega-
do. lie depois de ter tentado outerdeixa-
do de pertencer-lho que e'les ado obligados
a fazerem-se inscrever noa eacnptorios de
beneficencia. Elles procursnt alm disto
obter recursos abandonando as clssses, e
exercendo prolissOes que ndo o sdo. Com
eir'ilo, os registoa dos escriatorios de b no-
licencia enchem-se de nomes de olliciaes
bastardos, transitori09| os quaes sdo, por
assim dizer, o pseudonymoda pobreza. He
por massas que ah se contam os homens
de trabalno, os escriplorrs, os vendedores e
vendedeiras, os porleiroae porleiras, os re-
mendOes, as amas e aa enfermeiraa, oarou-
pavelheiros, etc. Oa visitadores dos mer-
cados dos i'atnarchas o do Grande Ferrier
( bairro de S. Marcello ) e da praca Dupleix
i.riis-i.aillou ) sabem quintos mecnicos,
typograpbos, trabalhadore daa fabricas,
etc., Se ene uilraui como celo do roupave-
Iheiro. rolo-so amia perguntar : quaes
sdo os destricioa em que a cifra dos indi-
gentes he maia elevada? Sdo aquellea em
que a industria mullo desenvolvida altrabe
pobres por seus salarios, faz pobres por suas
crises, .ufa-la os ricos por sua viziohanca.
1'.'Mos lena ni (aliaras cifras; sua iin-
guagem tem sido uuvida ; poim nada se
deve exagerar.
,\ a i d n .reinos de repetir que loa injus-
to; acosar a industria ou a admiuistraedo
do males de que ollas ndo sdo culpadas e de
quo nd) tm Ueixado desolfror e de preo-
cupar-se. Temo j dilo que a industria pa-
risiense he admiravel tanto emgeuiu como
em ca idade ; a administrando ndo lem me-
recido monos elogios: porm ambas tem
l-iio juntas croa desastrosa experiencia, da
qual he teinpo de recolher aa licfles o de
evitar a repelicdo. A agglomeracao da pro-
ducido da industria em Pars, occasido de
tintos perigos.lem augmentado populando
total sen "diminuir, mesmo uo momento da
mais brilhante prosi.eriJade, a populacdo
indigente. Esta populando tem sido cons-
tantemente composta pela oaior parle de
pobres allratiidoa do todas as partes da
Franca.
Ei aqui a licdo bem sahids, a qual rece-
be urna conlirmacdo nova dos algansmos
que temos citado. Contenanlo nos de po-
lo disnte dos olhos dos legisladores, dos
idmiuistradoresedos artistas, como urna
nova advertencia, e como um dos indicios
mais uteis para consultar nesta immensa
qnealdoda descla9Sificac.do o da repaitiQdo
desigual da populacdo sobre o territorio
friucez, questdo cuja soluedo difllfil, mas
indiapansavel, deiende da sabedona dos ar-
tistas e da acedo combinada daa leis dos po-
deres pblicos e dos costumei.
( Monileur.)
DIVERSAS PROVINCIAS.
Rendmentodo dia 3 a 24.. 3:312,910
dem dodia 25........ 156,483
3:469,423
I \|)iii-lne:io.
Babia, hiate nacional Novo Olinda de 83
tonelladas, conduzio o seguinto : 2 ciixOos
i ""ii la, 200 barricas hreu, 50 caixas espor-
inaei'i", i espelbo, 1 dito menor, 1 ciixi
q'.cijos, 2 ditas papel, 300 duzias de cuxas
para rap, 27 barricas azeite do carrapato,
3 qu n'li.l.is dito, 3 caixas doce, I barrica
dito,l73caixs velas do carnauba, 50 saccas
ario/, 300 ralla, s ib 'o, 1 mesa de jaula',
I cama grande, 1 lavatorio, 117 saccas do
arroz. ,
Buenos-Ayros com escala pelo Rio da Pra-
ia, brigue brtsileiro Rufina, conduzio o se'
seguint :-60 pipil casaca, 1,550 barricas
com 10,853 arrobis e 5 lim as sssucar.
Bio de Janeiro pataoho Valente, conduzio
o seguinte :1,060 saceos com 5,300 erro
bas de assucar, 170 barricis com 1,284 tr-
robia o 10 libras astucar, 1,095 meios de
sola, 1,000 cocos de comer, 3caixdesbar-
ns de doce. 21 barris sollos com dito, 1 cai-
xdo rozina.
M iran!.".) brigue escuna brazileiro Laura,
lo 163 tonel nas, con luzio o seguinte-:
4 fardos papeldo, 23 o.vis e 3 volme di-
versas morcado, as, 320 barricas la ni ha de
trigo, 40 ditas com bacalho, 50 caixas mas-
sas, 15 barris vinagre, 1 caixdo diversos ob-
jeeios, 10 chapas de ferro para fugdo, 354
saccas com caf, 42 fardos com folba de fu-
mo, 95 rollos de fumo 4 caixa ra 2 eixos
de ferro, 100 garrafoes espirito, 2 saceos ce-
ra de Carnauba,10 crivos de ferro.1 bocea de
fornallia, 1 pineda de ferro, 50 latas bolaxi-
nhas, 1 arado de ferro, I caixdo bronzes, 1
onbrulbo folbelns, 1 sacca cola, 2IOharri-
quinhas cm 885 arrobis e 7 libras de assu-
car branco.
Ceara o brigue escuna bnzileiro Laura de
163 toneladas, conduzio o seguinte :21
barris manteiga, 1 saquinho ervi-doce, 1
caixa can.'II., 1 sacca alfazema, 23 barricas
garraTas de serveja, 2 cuxas ditis de vinho
moscatel. 10 barriquinhis bolaxinha ameri-
cana, 4 caixas psssas, 6 ancorlas azeitonas,
2 baila e 1 fardo papel, 6 caixas traques,
2 pipas vinagro, 2 harria vinho branco,. lo
gigos htalas, 1 barrica boides de graxa, 24
girrafes vazios, 2 canastras rolhas, 25 bar-
ricas faiinlia de trigo, 2 amarrados(pas do
ferro 1 barrica enxadas, 30barrica bacalho
t caixa garrafas de azeite doce, 10 barricas
sur linbas, 3 barricas botijas de genebra, 2
caixas drogas, 1 barrica er, 7 pipas vinho,
12 caixfles diversos objoctos, 1 caixa copos,
I barril prego, 1 embrulbo com miudezas,
3 fardinhos diversos objectos, 2 caixas e 1
bah faaeadas. I embrulbo sarja, I caixdo
violas, 1 embrulho eixos de pau, 1 cbapeo
para senhora.
Rio de Janeiro patacho brasileiro S. Jos,
conduiioo seguidle :--! ) barricas amenioa
doce, 430 saccas de arroz, 16 pranxOes, 2,004
meios de vaqueta, 65 saccas e 26 caixas, as-
sucar,
RECEBEDORIA DE RENDAS INTERNAS CE-
RAES DE PERNAMBUCO.
Itendimento do dia 25.....1:054,471
CONSULADO PROVINCIAL.
Rendimonto do dia 25.....2:283,113
Mu vi monto du porto.
rs., e sob as clausulas especiaos abaixo co- '
piadas.
A arremalacdo ser feita na forma dos ar-
tigo! 21 e 27 da lei provincial o. 286 de
il"|inalOile IH.l.
As pessoas que se propozerem l esta ar-
rematar/do compirecim ni sala das sessOes
do mesmo tribunal, nos dia cima mencio-
nados pelo meio-dia, competentemente ha-
bilitadas.
E para constar se mandou aflitir o presen-
te o publicar pelo Diario.
Secretaria da thesourarii da fizendi pro-
vincul de Permmbuco, 21 de fevereiro
de 1852.
O secretario,
Antonio Ferroira d'Annunciicdo.
Clausulas especiad d'arrtmataclo.
1.' Oa reparos da ponte dos Carvalhos sa-
rdo felos pela forma, sobas condic/Jes edo
modo indicado no orcamentoapprovado pe-
la directora em consellio, e apresentido an
Exm. Sr. presidente da provincia na impor-
tancia de 951,500 rs.
..'.'As obras principiardo no prazo de um
mez e serdo acabadas no de quatro mezes
ambos contados da entrega do lermo d'arre-
mataedo.
3 O pigunento ser feito em duis pres-
laees iguacs, sendo primeira quindo li-
vor feito melado di ubi a, o a segunda
quindo estiver concluida i obra*
4." Durinte a execuedo dis obras ser o
arremtame obrigado a dar fcil e comino
do transito ao publico.
5." Para tudo maia que ndo est determi-
nado as presentes clausulas seguir-se-ha
o que diapc a lei provincial n. 286 de 17
de maio de 1851.Conforme.
O secretario,
A. F. d'Annunciafdo.
O Illm. Sr. inspector da thesouraria da
'ma provincial; em comprimen!.i da
ordem do Exm. Sr. presidente da provin-
cia, manda fazer publico, que nos dias 2, 3
e 4 do marco prximo vlndouro ir praca
para ser arrematado, perante o tribunal ad-
miniairativo da mesma thesouraria, a quem
por menos fizer a obra dos colicortos da
poni de Molneolomb, avadada em ris
1:576,65o, o sob as clausulas especiaos abai-
xo copiadas.
A arrematando ser foiti na forma dos ar-
tigo -.'. 1 b 27 da lei proviocial n. 286 de 17 de
ai io do 1851.
As pessoas que se propozerem a esta ar-
'iiaiacoi comparecam na sala da sessfle
do mesmo tribunal, nos dias cima men-
cionados pelo meiii-dia, competentemente
habilitadas.
E para constar se mandou aflixar o pre-
sente e publicar pelo Diario.
Secretaria da thssouraiia da fazenda pro-
vincial de Pernambuco 21 de fevereiro
de 1852.
O secretario,
Antonio Ferreiri d'Annunciafdo.
Clausulas e 1.a Os concertos da ponte -k: Uutocolom-
b serdo feitos pela forma, sob is condi-
ces e do modo indicado no ore i ment ap-
i invado pela directora em conselho e apre-
s .'litado ao Exm. Sr. presidente da provin-
cia ua importancia de 1:576,650 rs.
2. As obras principiardo no prazo de um
mez e serdo acibidas no de quatro mezes
ambos contados da entrega do anno d'arro-
mataoto.
3." O pagamento ser feito em duas pres-
tacOes iguaes, sendo a prmelra quando li-
vor feito metido da obra e a seguDda quan-
lo estiver concluid a obra.
4.a Durante a execuedo das obras ser o
arrematante obrigado a dar fcil e com mo-
do transito ao publico. .
S." Pan tudo mais que ndo est determi-
nado as presentes clausulas seguir-se-ha
o que dispe a lei provincial n. 286 de 17 de
maio de 1851.Conforme.
O secretario,
Antonio Ferroira d'Aonunciacdo.
Declarares.
Navios entrados no dia 25.
Liverpool 31 das, galera ingleza Colum-
bas, de 319 tonelada capildo Richard
C.ode, oquipagem 20 carga fazendis e
mais gneros ; a Me. Calmont i Com-
panhia.
Paralnba--3 dias, hiate brasileiro Parahi-
bao, de 37 1|2 lo oda.las, mestro Victo-
rino Jas Perein, equipagem 5, carga to-
ros ; ao mostr.
Cama'agibe 2 dia, hiate brtsileiro Novo
Destino, de 26 toneladas, mestro EstevSo
Ribeiro, equipagem 3, larga assucar; a
Joa Manoel Martina. Passageirqs. Jacin-
iio. Paes de M-.'mlii.ic.i, o Antonio Paes de
Me adunca________,___________________
UD1TAES.
-- O Illm. Sr. inspector da thesouraria
da fazenJa provincial em cumprimento da
ordem do Exm. Sr. presi lente da provincia,
-- Para conhecimento de todos a quem
Hileros.ar tac publicar as copias abaixo
deste inscriptas. Capitana do porto do
Pernambuco, 23 de fevereiro de 1852.Ro-
drigo I i enduro de trenas, cipitdo do porto.
Illm. Sr.Tenbo salisfacdo de commu-
nicara V.S para os fins convenientes que
no dia 18 do correle mez, principiou a ser
acceso o novo pharol de rotando collocado
em cima da nova torre de ferro na barra
tosa provincia, cuj dimanies siu as >c-
guintes : a torre he deligura pyrirtWdil, de
llura de 101 ps inglezes desde o nivel do
terreno at a beira da cpula, e 104 cima
do nivel do mar, licaodo assim ao centro das
luzes. a altura de 99 ditos; na sua bise lem
odiimetro de 15 ps, e no ultimo andar
aonde est collocado o maqumismo do pha-
rol tem 7 pea e 9 polegidis ; fici a referida
torre icim da anliga Atalaya aonde exista
o velho pharol fixo 44 pes, demorando N.E.
desta na distancia de 277 dilos. O sobredito
novo pharol Taz a sua rotacSn completa em
3 minutos aprsenlan lo tres vista* de luz
mui claras, tres mus oscuras,.' tres eclipses.
Calcula s' que este pharol ser visto com
lempo caro na distancia de 25 a 30 milhas.
Cumpre-me mais participar a V. S. que os
manda (azer publico, que nos dias a, 3e4 signaes de chamar os navios para a barra,
Publicatjo a pedido.
Illm. Sr. Dr. Pedro Aulran da Malta Albu-
querque.Qaeira ter a bondade de respon-
der-me ao p*i desta se tenho aprendido com
V S o fnncez, se o traduzo oo ndo; com
sua resposta muito obrigado Ihe llcar quem
de marco prximo vinlouro, ir a prac
para ser arrematado, perante o tribunal ad-
m'inislrativo, a quem por menos lizer a obra
de urna bomba no dcimo lereeiro lenco da
estrada du Po-d'Alho, avadada em 375*
rs.. tomndo-se por base da arremalac.no o
nivel coi n cuto de 350,000 rs. feito pelo arre-
matante do mesmo lauco de estrada.
A arremalacdo ser feita na forma dos
irla 21 27 da lei provincial n. 268 de 17 de
maio de 1851. e sol as clausulas especiaos
abaixo copiadas.
As pessoas que se propozerem a esta ar-
remalacdo comparecam na sala das sessOes
lo mesmo tribunal, nos dias cima mencio-
nados pelo meio dia, competentemente ha-
bilitados.
E pira constar se mandou aDxar o presen-
te e publicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria da fazenda pro-
vincial de Pernambuco, 23 de fevereiro de
1892.O secretario, Antonio Ferreira di Au-
DuociaeSo.
Clausulas especiaes da arremalacdo.
1.a Esta obra dever ser feita de confor-
mi lado com o orcameolo approvado pelo
Exm. Sr. presidente da provincia em diti
de 22 ih- de/einliro de 1851, o na importan-
cia de 375,000 rs.
2.a Esta- obra dever ser principiada no
praso de 30 dias, e concluida no de 60 dias,
principiando imbos os prisas i contar-se da
data da assignatiira do contncto.
3.a A impoilincii total da arromatacdo
ser piga em umi s prestando, quaudo tur
reconhecida estar prompta.
4 Para tudo mais que ndo estiver men-
cionado as presentes clausulas, seguir-se-
ha o que diapOo a lei provincial .o. 286 de
17 de maio de 1851.
Conforme.O secretario, Antonio F. da
Annunciicdo.
O Illm. Sr. inspector da thesouraria da
fizenda provincial; em cumprimento di
ordem do Exm. Sr. presidente di provin-
cia, manda fazer publico, que nos dias 2, 3
e 4 de marco prximo vindouro ir a praca
pira ier arrematado, perante o tribunal ad-
ministrativo da oiesmi thesouraria, a quem
por menos lizer a obra dos conoertoi da
bem como todos os mais que al aqui se fa-
ziim ou sejam mister fazer-ae, continuarlo
a ser feitos em cima da amiga Atalaya, a
qual vai ser conservada para esto servido.
Dos guarde a V. S. Capitana do porto do
Rio i. ran.o do Sul, 24 de Janeiro de 1852.
Illm. Sr. capildo de mar e guerra Rodrigo
TheoJoro de Freitas, capito do porto da
provincia de Permmbuco.Antonio Cieti-
no Ferraz, capildo do porto.
Conforme.O secretario, Tliom Fernan-
dos Madeira de Castro.
Pela subdelegicii dos Afogidosse fiz
publico, que no engenho S. Paulo desti fre-
guezia, foraiprebendidoum mulecole, por
nome Luiz, que diz ser tsrravo de urna se-
nhora moradora na Boa-Visia, cujo escravo
se acha recolhido cadeia deala cidade;
assim como fora aprehendido oo mesmo
engenho no dii 22 do crrenle mez umi es-
crava que diz ter vindo do malo para ser
vendida,a qual ndoiabe dizer o uomo daipes-
soa a quem fra entregue; ella he um tanto
velha, magra e alta ; as pessoas que se jul-
gareni com direito aos mesmos compare-
cam nesta subdelegada munidos dos seus
documentos. .
Pela segunda sessdo da mesa do con-
sulado provincial se annuncii aos conecta-
dos para pagarem o imposto de 20 por cen-
to do coosummo das agoas ardenles de pro-
ducido brasileira, que no lim do corrente
mez, setem deextrahir a relacdo dos que
ndo livor,mi pago o primeiro simealre de
1851 a 1852, para serem ajuizados.
REAL COMPANHIA DE PAQUETES INGLE-
ZES A VAPOR.
No dia 1 pira a de Marco es-
pen-se o vapor 7'ay comman-
dinte Chapmin.da Europa e
doi os da demora do coslume
seguir para os poitos do Sul para passagem
dirji-se em casa da Agencia o. 42, Trapiche
Novo.
TOGATRO DE SIZABEL.
RECITA EXTRAORDINARIA.
Grande espectculo em festejo I victoria
1
A
MUTILADO



elcancada pelo exercito liado lobre Bue-
nos-Ayres.
Sabbdo, 28 de fenreiro de 1852.
Logo que o Exm. presidente di provincia
sedignar comparecer na tribuna, a orches-
tra executar urna brilliante ouvertura. de-
poisda qual abrir-se-ha sena, e perante
elUgie de S. M. I., a companbia dramtica
cantar o
Ilymno nacional
E seguida reproseutar-se-ha o excellen-
te drama ais 3 actos
A GaHGALHADA.
Dando flm ao espectculo a muito applau-
dida comedia em 2 actos ornada do m-
sica
Cosmo ou o principe catador.
Era impossivel que o primeiro thealro da
provincia, e por ella subsidiado nao tonias-
se, com todo o enlhussmo, parto num
triumphoqueenche de (loria e ulunia a to-
dos oa coratOes brasileiros. O administra-
dor emprezano, pois, tem a honra de con-
vidar o publico pernambucano a vir abri-
Ihanlar esle festejo, cujo motivo he tflo glo-
rioso para o imperio brasileiro.
Oa billii tos acham-se a vonda no lugar
do costume. _________
THEATKO DE APOLLO.
RECITA EXTRAORDINARIA.
Quinta letra, 26 de feveruro di 1852.
Magnifico festejo a feliz Vitoria do exer-
cito aliado sobre o governode Buenos Ayres.
Dapois de urna escolhida ouvertura c in-
Ur-se-ha ante a EfUgie deS. II. o Imperador
o iiviiiiin Nacional.
Em seguida suhir de novo aseona o bel-
lsimo e muito applau lido drama.
IDIOTA.
ou
O Subterrneo de Ueilberg.
O salSo do theatro achar-se ha preparado
com todo o luxo de ornato o de llunii-
nasfio.
Oespeladulo comessara com a cliegada do
Exm. presidente da provincia.
Os bilhetes acharase desdo jt venda no
esenptorio do theatro.'
PublicacSes litterarias.
ELEMENTOS
DE
Homaopnthia.
Sshio a lu a segunda parte desta obra
composta pelo professor homoeopatha Gos-
set Bimont. Recobem-se assignaturas para
a obra inteira a 5,000 rs., no consultorio
homceopathicoda ra das Cruzes n. 28. De-
pois da publicarlo da terceira parte, o pre-
co ser elevado a 8,000 rs. para aquelles
que nao tiveremastignado. No raesmo con-
sultorio, acha-sea venda ludo quanto he
necessario para o estudoea pratica da ho-
mosopathia, como seja : livros improssos
para historias de doentes. regimens apro-
priados para a provincia de Pernaoibuco.e
encarrega-s ede mandar fornecer qualquer
oncommenda de medicamentos homceopa-
thicos, tanto avulsos como em caixas, em
glbulos como em tinturas.
No prelo : Palhogeneeia dos medicamen-
tos brasileiros.
Elementos de anatoma e phisiologia com es-
tampas, para os curiosos em bomoeopathia.
Roga-se aos senhores assignanles o ob-
sequio de mandar receber seus exempla-
res no consultorio homoeopathico da ra
das Cruzes n, 28.
TRATAMENTO llOMEO-
PATHICO.
DAS MOLESTIAS VENREAS,
e conselhos aos doentes para se curarem a
si mesmo, sem precijarcm de medico,
pelo professor homoaopalha
Gosset- Bimont.
Sahio a luz e acha-se a venda no consul-
torio homoeopathico da roa das Cruzes n.
28, pelo preco de 1,000 rs.
Hala Ramos & Companha, farSo lellfio
por lotervenco do corrtor Miguel Carnei-
ro, nos das 26 e 27 da crrante, aa 10 horas
da mantilla, de ludo quanto existe em soa
loja, na ra Nova n. 6.
O corretor Miguel Carnelro, fari leilSo
no da segunda-feira.l. de marco as 10 ho-
nsdi manli.l i no seu armazem oa ra do
Trapiche n. 12. de muitos trastes novse
uzadoa, louca, vidros, candleiros, espelhos,
quadros Com estampas, espingardas, pisto-
las inglezas e.outros muitos objectos quese-
rHo entregues'por qualquer prac_^^^
Avisos diversos.
Pergunla
Pergunta-se ao lllm. Sr. Dr. Sabino Lud-
gero Olegario Pinho, digno director da es-
cola de" medecina homeopalhica de Per-
nambuco : ,.
1 o Quem foram os lenles as diversas ma-
terias que provavelmente se ensmaram na
ua chamada escola de medecina homeo-
palhica t ,
2." Quaes foram os examinadores t
3. Em que dala so inslallou a sua alcu-
nhada escola?
4.' Quantos cadveres mutilados rara os
estudos anatmicos o physiologicos ?
5. Se os exames foram pblicos, quan-
tas pessoas assialiram ao acto, a quom fo-
ram ellas?
Limitamo-nos a estes quesitos : respon-
da-nos Sr. Dr. ao p da loltra, deixando-so
de evasivas. ... -
Temos demora lo at boje a publicarlo des-
tas perguntaa na espersncalde que urna pen-
na mais bem aparada que a nossa, se lena
encarregado desto trabalho; enganaroos-
nos : U.Jos ncaram silenciosos; julgnmos
pois do nosso rigoroso dever pedir aolllm
Sr. Dr. Sabino esclarecimentos a respeilo da
sobredita escola. Um curioso.
- OSr. Maiianno Machado rrey, queira
dirigir-se a reparlicao do corrcio, afimde
receber urna carta.
- Precisa-so de urna ama de leite: na ra
da Praia n. 49.
- Antonio Bento da Costa, embarca para
o Rio ilo Janeiro, o aeu esclavo prtto cieou-
|o, de nome Benedicto.
- Bento Candido de Moraes, val a Eu
"-'Francisco de Paula Percira, retira-se
para a Europa, e deixa por seus procurado-
res aos senhores Cunta & Amorim, eJua-
quim Jos Silveira.
-OfTerece-scuma-ma para o servico Je
aortas dentro, para casa de hornera soltei-
ro; faz doces, macas e he perfoita cozmhei-
M
G
Avisos martimos.
II quem a pertender, dirija-se a ra da
uia, loja de marcineiro n. 7, que sa dir
quom he. ,
OSr. Manoel Jos Freir de Andrade,
tenhaabondade, quando vier apraca, en-
tender-se com Jos Mureira Lopes, a nego-
cio de seu inleresse. .
O Sr. Antonio Rufino de Araujo Caval-
canle.senhor do engenho Camarco, tenha
a bondade responder as cartas que llie tem
dirigido Jos Moreira Lopes.
Agrande festividade do Glorioso S. Pari-
taleii, principiar* ao romper da aurora do
dia 27 do corrente mez, com o levantamento
de sua bandeira.
Desappireceu no dia terca foira, 13 do
corrente, um ciborio, de nome Manoel. ca-
bello crespo, a mSo osquo da cortada pela
monheca e barbado : roga-se as autoridades
policiaes, que o prendam o entregue a
Luis Antonio Barbuza de Brito, na praca do
Corpo Santo, cujo caboclo lie escravo du
teneute Francisco Uoucalves de Arruda, mo-
rador na baria de Catuama, dundo rugi no
dito dia, c fui visto no Recito, gratihca-se
generosamente.
.- Desappareceu no dia 23 do corrente, da
fazenda de S. Bento do Jaguaribo. o esciavo
creoulo, de nomo Cyprianno, estatura re-
cular, naiit chato, cabellos brancos, barba
quasi toda branca e rapada, he muito re-
grista, tem oulciode caldereiro, levou com-
sigo urna ciixinha de madoira e todas as
ferramentas de seu ofllcio : quem o pegar
poder levar ao Mosteiru de S. Bento de O-
fin la, que ser recompensado, e protesta-
se contra quem o tiver oceultado.
-No buhar da ra Nova, precisa-sed-
um caixeiro, que soja diligente e de boa
conducta, preferindo-so quem entenda al-
guma cousa o francez ; assim como um pre-
lo para o servico do mesmo botequim.
Do engenho Cocaz, freguezia do Una,
rugirn as vesporas do festa, os escravos
Para o Rio de Janeiro por estes dias se-
gu viagem o brigue LeSo de primeira mar-
xa forrado da cobre.quem nalle quizer carre-
gar escravos, enlenda-se no escritorio de
Tiuva Gaudino & Fiho ra da Cruz n. 66, ou
com o capilSo abordo.
0 patacho Vlenle sai para o Kio de Ja-
neiro amanhaa, 27 do corrente recebe escra- I" J1,'0'{9S"."vai'm7crcoulo fula, com olll-
vosfrete, quem os quizer embarcar dirija- eJo ^ 'lero. boa estatura, ps apalhe-
sea Novaes&Compar.hia : na ra 0'r,l)|- ta,|0Si secco do torpo, olhos braucos.e con
che n. 34. I dada pouco mais ou menos de 28 annos;
Para o Aceracu com escala 0Si8 negro foi compra lo em abril do anuo
pelo Cear, sabe no dia 29 do H|;^^|Btt
renle impretertvclmente o pata- lle j5il ,6annoj; cara larga, nariz grossi
Cho nacional Euterpe, capilaoJoaO olhos grandes, e bastante esperto este mu
n i.i, '_.. lato foi igualmenie comprado no mesmo
Bernardo da Hoza : quem no mes-1 v'0 qu 0 Jo ciml| nalldo silo do Sr.
mo ainda quizer carrecor, ou ir de nr. Alcanforado, e tendo sido pagado 9
passagem,\in entender-se com; ty-jfj *&&!&"pS
o mesmo capitao, ou com Luiz Jo
s de S Aruujo, na ra da Cruz ,
n. 33.
Para o Rio de Janeiro o bri-
gue nacional Kecife que perlende
sair no dia 8 de marco por ter a
maior parte do carregamenlo
prompto ; quem no mesmo quizer
carregar ou embarcar escravos a
frete dirija-se a ra do Collegio n
17 segundo anclar, ou ao capitam
Manoel Jos Ribeiro.
Pera o Porto
Sahe no dia 4 do mez de Marco para
cidade do Porto, a bem conhecida barca por-
tugueza N. S. da Boa-Viagem, capilSo Anto-
nio Ferreira Leite Jnior tom excellentes
roo minios para passageiros. Ainda recebe
algunia carga : os pretendentes queirilo di-
rigir-se a ra do Vigario escriptono 0.11,1.'
andar.
Est a cbogar do Rio de Janeiro, a bar-
ca portugueza Mara Jos, de que be capilSo
Jos Fereira Lessa, be navio novo do pri-
meira viagem, e seguir logo para Lisboa,
tendo ja parte da carga prompta: quem ind-
ia quizer carregar, ou ir do passagrm, diii-
ja-se aos seus consignatarios Francisco
Si'Vi-i 1,1110 Rabello & I lilil
Leiloe.s.
O corretor Oliveira fara leilSo, por or-
ilem doSr. cnsul francez, e empresenta
doseu cbinceller, de varias mercadorias e
espolio do finado Eugene Gallyut, subdito
francez, consislindo em lencoa ue Ri de se-
da, vestidos de dito, e mursulmaa bordadas,
enfeites para cabeca de senhora, porfuma-
rias, agoa de colonia, ricas caixinhas de
bronze dourado, a de outras qualidades, dif-
ferentes objectos curiosos de bronze, bi-
jouteria de ouro, consislindo em brincos,
pulceiras, alUneles, correnles, etc., alguoa
mobiha, ropa, e um cava lio, selim o arreios,
em que montava o dito linado : quinta rei-
r, 26 do corrente, as 10 Doras da manhfla,
no pnuieiro andar da casa n. 80, na ra da
Cruz.
priosenhor dos ditos escravos, para segu
para o engenho, evadio-se da dita barcaga
pulas 11 horas da noito, deixando dormindo
os empregadus dessa canoa : quem os legar
pode leva-Ios ao dito engenho a entregar ao
senhor dos referidos escravos Paulo de Amo-
rim Salgado, ou nesta praca a entregara
Verissimo Antonio da C'uz Soares, que sa-
tisfar qualquer despeza que houver de se
fazer.
Quem tiver para alugar urna sala e um
quarto, em algoma das rusa Collegio, Cres-
po, Queimado, e do Rozario, dirija-se a loja
da ra do Queimalo n. 10.
Oabaixoassignado faz ver a senhora
da negra Juseuha quo tendo a levado a con-
tento para ver se agradava para comprar, e
acontece a dita negra fugir da casa do abai-
xo assignado, por isso nSosorespousabilua
pela dita fuga da prela, pur isso que no
mesmo mo-peuto foi a sua senhora enten-
dida de que se tinlia evadido a mesma prela.
Ignacio do Souza LeSo.
A pessoa que annunciou queier com-
prar um selim usado, dirija-se a ra Velha
n. 119.
CONVITE.
A mesa regedora do glorioso pntriarcha
S. Jos da Agona, erecta no convento de N
S. do Carmo desta cidado, tendo de tratar
de objectos inherenies ao mesmo S. patriar-
cha, e igualmente das catacumbas que se
tem de edificaren no cemiterio publico;
desde j convida a todos os seus Mulos,
para se rounirem em mesa geral no dia 29
do corrente pelas 10 horas da manhS, aflm
de se poder deliberar com (ojo aceito no
que melhurcouvier.
Precisa-sedeum oiTicial de charuteiro:
na ra do Pilar n. 118.
O Sr. oflicial que foi no baile mascarado
em Santa Izabel no da 24do corrente.o qual
foi por um outro mascarado convidado a
comparecer na ra do 1.1 i-mu i" o. 16, por
causa de urna desputa queira'ter a bondade
de aparecer ou mandar para saber quem foi
a pessoa com quem leve tal disputa e Ocar
acienteque essa pessoa nflo perlence a essa
casa que indicou.
Quem perczar de um rapaz de 18 anuos
poaco maia ou menos, que sabe ler e escre-
ver; dos chogados a pouco ; dirija se ao pa-
leo da S. Cruz, esquina da ra Velha n. 106
que adiar com quem tratar.
Os bilhetes que o actor Mello tem pasta-
do, para o seu beneflcio, ter lugar no dia
sabbado, 28 do corrente, no theatro de A-
pollo. ,
.- S. Belenot, e I. J. Weileuman vio fazsr
urna viagem a Europa.
Antonio Jos Ribeiro Bastos embarca
para o Rio de laneiro os seus escravos Mar-
colino, Siito- ii, Thereza.criouloi, Mara,psr-
da, Paulo e Lourencn,cabras.
Antonio Augusto da Silva Caedo, re-
meta para o Rio do Janeiro, a suaescrava
creoula, de nome Brgida,
Aluga-ae um sitio, com pasto para 8
vaccas, e que tenha casa de vivend, para
familia : quem tiver, dirija-se a ra do Col-
legio n. 15, primeiro andar.
Na ra do Collegio n. 18, traspassa-se o
arrendamenlo de urna casa rectificada de no-
vo e pintada, e tem 3 annos flosalugueis pa-
gos adiantados.
Precisa-se de urna prela forra para ama
de casa do pouca familia para cosinhar.eiisa-
boar o comprar: dirija-se a ra do Vigario n
22,1. andar. *
--Andrade & IrmSo, embarcam para o Rio
lo Janeiro os seus escravos Benedicto, cre-
oulo, e Paulino, pardo.
Annaes brasilienses de medicina.
Jornal da academia imperial de medici-
na do Rio de Janeiro.
Sahio a luz'o u. 4, conlendo as seguintes
materias : actos da academia; relatono do1
Sr. r. Reg, sobre a memoria do Sr. Egas
Mumz Brrelo Carneiro de Campos; memo-
rias sobra a fobre amarella na Baha rela-
tono do Sr. Dr. VallaJJo, sobre a memoria
do Sr. Domingos Maiioho ; estalislica do
corpo de permanentes d Corte do anuo de
1850 : sub creve-se por 6,000 rs. por anno,
na corle, na praca da ConslituicSo 11. 61, u
casa do Sr. Paula Brito, e Desta cidade oa
praca da Independencia, livrana b. 6 e 8.
--Precisa-se de um ou dous escravos, pa-
ra trabalharem cm um sitio, e que tenh-m
pratica deste sprvico: na loja doSr. Duaits,
na ra do Cabug, se dir quom precisa.
-- A pessoa que achou urna banda de re-
troz, no thealro Santa Izabel, no domingo
a.noile, sendo que queira entregar, o pode
fazer na ra do Livramento, loja decalcado
n 15, que ser recompensado, alen dse
licar obrigado.
Antonio dos Sanios Mira, embarca pira
o Rio de Janeiro a sua escrava Mana, creou-
la, a entregar aos senhores Ramos & Com-
panha.
O Jardim das Damas.
Sahio luz o segundo numero desto pe-
ridico, com 24 paginas de impressSo, con-
tend) na parte instructiva um dialogo sobre
a creacSo do mundo,1 caita sobres physica,
um artigo sobre o desojo de agradar, outro
sobre a familia, oulro.sobre a mSi de rami-
llas, e varias mximas o pensamentos ; a
parle recreativa conten tres poesas, um
dramazinho, e um cont paia meninos. A-
compauha este numero um lindo ligunno
representando as ultimas modas de Pars.
As asignaturas conlinuam a recebar-sena
praca da Independencia, loja n. 6 e8, a ra-
zSo do 2,000 rs. por trimestre, ou sene de
6 nmeros.
-- J. S. o'ughterson, ietira-se de Per-
nambuco. .
Aluga-se urna osa, na rus Augusta ,
por pre<;o commodo, a quem der 250,000
rs. adianlados para se descontar nos alu-
gueis : a tratar na ra Direila n. 95.
Precisa-se de urna ama, para o servico
interno de urna casa de pequea familia :
quem se actiar as circumslancias, dinji-
se n ra das Trinchoiras, sobrado de 2 an-
dares n. 42. ....
Na ra do AragSo n. 32, deseja-so ral-
lar com os senhores J0S0 Tliomaz Peieira,
Francisco Jos a Costa CuimaiSes Jos
Antonio de Oliveira, Luiz de Moura AccioTy,
Anlouio Pereira Diniz, Jos do* Res Gomes,
Jos Antonio de Oliveira, J0S0 Francisco
Muuiz, Manuel Pereira Cuimares, e Fran-
cisco Antuoes de Oliveira, a negocio de seus
3
No dia a o do corrente, des-
embarcando a noite o abaixo as-
signado, de bordo do vapor inglez,
no caes do arsenal de.maiinha ,
trazia coinsigo no bolso da sobre-
casaca, urna caixinha verde escu-
ro, conlendo um annel esmaltado
de preto, com um bullante de
1 ulereases.
Precisa-se do urna ama forra, para todo
o servido de casa de pouca familia : na pra-
ca da Independencia n. 38, se dir quem
pretende.
Precisa-se fallar com o Sr. Alexandru
Augusto Ferreira, a negocio quo muilo 111-
Ceiessa ao mesmo senhor, ou a sua familia:
na ra larga do Rozario n. 40 seguudo
andar.
Na ra larga do Rozario n. 40, segun-
do andar precisa-so alugar urna escrava ,
para o servico de casa e ra.
Aluga-se a loja. do sobrado n. 56 ua
ra do Rangel, propria para qualquer esta-
belecimento : a tratar no mesmo sobrado.
0 abaixo assignado declara de ncnbum
elfelto o ana unci, quo sob sua assignalu-
ra mandn inserir no Diario deParmmbu-
co n.42, a respeilo da sociedado, que em
dito annuncio disse ter contraclado com
Alberto Jacinlho deSouzi, na venda da ra
Direita desta cidade n. 27, visto como sea-
cha convencido da nada poder contracta
com o dito Alberto, e sim com Francisco
Moreira da Costa, que he quem tem lodo
oireito n dita venda, por ser qum forne-
ceu o capital para dito eslahelecimenlo ,
tendo smenleo referido Alberto sociadade
nos lucros da, dita venda ; enlSo concordan
do oSr. Moreira da Cosa, far negocio com
o sobredito Allierlo, cuja arraojo lugo que
seeffeclue publicar-se-ha polo mesmo Dias
no. lenlo de Periiambuco, 23 do levereiro
de 1852. Patricio Murtins Ferreira do
Santos.
Existe urna encommanda para o Sr. Ma-
noel Esleves Benavides Rapozo : na ra da
Cruz n. 7.
No pateo da ribeira de S. Jos n. 15,
lava-see engomma-se com perfeicSo e ac-
ucio.
Altencao.
Nova fabrica de chapeos de Sol no atierro
da H0.1-V1-11 n. 22, acha-se um grande
sortimonto de chapeos do Sol muita
em conta, tanto para homem.como para se-
nhora, como seja de seda ou de panninho, e
grande sortimentode pecas de seda ede pa-
panninho para cubrir os chapeos de Sol ja
usado.tambeiii concerla os ditlos peol prrrjo
mas commodo do que em oulra qualquer
e parte com toda i romptidSo,
Precisa-se fallar ao Sr. Manoel Jos Mau-
ricio de Sena, e como ae ignoro aua mora-
da: roga-sc-lhe queira annunriar, ou din
gir-se a liviana n. 6 e8 da praca da Inde-
pendencia.
-- Precisa-so de um caixeiro, para tomar
conta do um depozilo de'padana, quo d
Manca do que so llie entregar: a tratar na
ra do Cotuvello n 29.
Na ra do Hospicio n, 52, precisa-se de
urna ama de leite.
Na ra do Hospicio n 52, precisase de
urna ama que engmate com perfeicSo : pa-
ga-se bem.
Aluga-se o sobrado n. 9, na ra Direita
com fundos para a ra da Penba,muito frea-
coe com bastantes commodo, e por barato
preco : trata-so na praca da independen-
cia n. 12.
Precisa-se alugar dous moloques :
ra da Cadeia n. 13.
Preciaa-se de urna ama, que tenha bom
loite, para criar um menino de 8 dias de
nascido, forra, ou captiva : no aterro da
dous quilates, e quer no acto de
saltar da ca raia quer entrando
para um carro, perdeu o dito an-
nel : a quem pois for olTerecido,
ou dille i'ossa dar noticia parti-
cipe em casa do lllm. Sr. Arcenio,
ni Hospicio, que ser generosa-
mente recompensado. Garlos
l'rederico Marques Perdigao.
O cirurgiSo Bernardo Pereira do Carmo
faz sciente as pessoas que a tempos Ihe fa-
laram e mesmoa quem convier e quizer.pa-
ra por meio de um ajuste razoavel, os tratar
annualmente das molestias que possam ap -
parecer, que tonham a bondade de virem a
casa da sua residencia na ra do Rozario
larga u.30,para os poderltocaremn.de seus
Clientes.
No dia 1. do corrente desappareceu do
molido do porto da 1 na da Roda urna canoa
de familia meia abarla, com um banco de
vela, dous pneiros um maior o oulro mais
pequeno.junlo da proa o tem um forro nesta
com urna bola na pona : esta canda he um
pouco curta, tem crrante na poupa e be
guarnecida de um Alcatrate por den-
tro da borda, sondo piulado por dentro cinzeuto, e um loucoantigo, e por Tora toda
prcta: quem della souber e quizer denunciar
a seu ';iiiin pode ir na ra dos QuaitcU de
polica 11. 18, onde se dar urna generosa
graliflcaco a quem denunciar on intregar
a a'U dono.
-.- Os senhores Bornardo Luiz Ferreira ,
Joaqun de Souza Teixeira, Jos Caetano
l'arelra do Nascimento, Jos Hilaria Ribeiro,
Kruncisoo Ignacio de Medeiroa, Francisco de
Araujo Barios, Manoel Jos Soares de Avel-
lar, Patricio Antonio de Torres Bandeira,
Antonio Jo Moraes Pinto, Silvstro dos Itios,
e Clara SenhorinJia Borges: queiram appa-
rocer com brevidade om olinda, na ra de
Slathias Ferreira, sobrado o. 6 a negocio
que os interessa.
Arrenda-se um engenho distante desta
praca 9 legoas, com mullas boas larras e-
planlacOes, e cercados, muento e crreme,
vende-se na mes.na occasiSo om que sa li-
zeroarrendamanto, algunsescravus, safra
criada, boiada muito li 1, carros etc. e to-
dos os mais utencilios inherentes, e necessa-
rios para aconlinuacSo do mesmo cstabe-
lecimenlo: a tratar uo primeiro andar do
atierro da Boa-Vista n. 43.
AOS DENTES.
-- J. A. S. Jane dentista, tem a honra de
avisar ao respaitavel publico, que se acha
rcziilindo na ra Nova n. -19 primeiro an-
dar, aoode estar sempre prompto a qual-
quer chamado, desde s 9 horas da mantilla
at as 4 da tarde ; o anuunciante encherta
de um a lodos oa denles, que por isso tem
um completo sorlimento de denles artifi-
ciaos, incorrutivois e de porcelana,mui de-
licados e do ultimo gosto ; e to los os mais
accessonos tendentes a sua proficuo, asse-
verandTa tolas as pessoas que se quizerem
utilizar do seu presumo que nSo exige pa-
ga alguma, 1,o lie.iiido oa itentes bem pos-
tos que nflosa possa iieh reneii dos proprios
Mullirnos, e podendo-sa mastigar com os
uiosmos toda 3 qualquer comida sem sentir
a menor dor nern ter receiode os quebrar,
lambem chumba os denles natorao* fura-
los da caria com ouro, prata e metal bran-
ru, provemn lo as-im a conlinuaffloda ca-
ria, dores e mesmo evitando p*br isso a for-
ma de passar a caria dos denles turados para
os oulros >0us ; tambem lira pedras 011 ca-
nas dos dentos cm geral, qua tanto os dam-
nelica e coopera para o man aillo da bocea,
nSo sendo tirado: o annunciantea 10 an-
nos quo exerce a sua profiaclo nesta cida-
de, e os muitos exemplos que tem da lo
nesse longo U-mpo, sera quaillo basta para
sa garantir.
Tinturara franceza, no aterro da
lna Vista n. 17.
Tingo-se toda e qualquer fazenda de ISa,
algodiio, seda o linho, tanto em obras como
em pegas e com muilo asseio ; assim como
sa aliinpam'casacas e oulra qualquer ropa
do pao, que livor no loas, pondo-se como
novas e por procos commodos.
Na primaia audiencia do lllm. Sr. Dr.
juiz dos feitos da fazanda.so hdO de arrema-
tar os seguintes objectus : um ongonho de-
nominado Barbaltlu na freguesia da cumar-
ca do Cabo, com todas as suas trras, mal-
las e logradores, casas do engenho, de vi-
venda a de purgar, com 30 furos o 3 baleos
gran les, senzalla pare prelo*, 1 mnenla, 4
lachas e um parnl do Caldos, ludo do ferro,
e oulros objeclos avallados em 38:000,000 rs.
a da mesma forma v3o a praca os b ns an-
nunciadns em o Diario de PernnmbucoJe 26,
37 o 28, de novembro do anno p. pussaado,
a excepeo de alguns que j foram arrema-
tados.
Caridade sem limites,
Sciencia sem privilegio.
Francisco de Paula Carneiro
Leao, reside no aterro da Boa Vis-
ta n. 16, onde offerece-se para
curar homeopticamente as se-
guintes enfermidades e nao cu-
rando nao tem direito a nenluim
pagamento sendo chamado lojo
no principio da molestia c nao
tomando o doenle nenlim medi-
camento alopathico e mesmo ca-
seiro. Ferimentos de bala, ou de
quaesquer uniros instrumentos ;
grandes quedas ou pancadas por
maiores que sejam, respirando a-
inda o paciente; pleurizes, os mais
agudos e violentos ; febre amarel-
la, desenteria sangunea; bexigas,
sarampo, e sarnas inda as mais in-
tensas e rebeldes, erisypelias, to-
da molestia venrea esyphlytica ;
bobas, seja de que carcter forem;
rheutnatismos agudos, e em geral
todas as mais enfermidades em
lempo que possam ser curadas.
Crtli^rafia
Antonio Ferreira da Costa Braga,ton lo
cuntas, e letras do alguns Sra. que tem doi-
xado do pagar, uns por amiaade, e outros
por relanacOes, tanto pela parte dos seua
cobradores, cmodos devedores,roga pelo
prezente, aos mesmosSrs. de virem quanto
antes pagarem seus debito, na ra Nava n,
28. asegurando toda a contomplacSo nos
juros; e se assim o nSo flzeren paasarSo.a se-
ram demandados, o que ser urna vergoutia
para os senhores devedores, alem dos abu-
sos cometidos alguns al 15 annos.
***!
* Paulo algiioux, dentista
6) francez, offerece sea prest-
4 1110 ao uUM'-eo para todos os
5 isieies de sua profflssao :
4 oMer procurado a qual-
*J quer liora e ni sua casa, na tg
Z ra largadoozarlo, n. 30, )
m seguudo andar. -*,"
#$****#*
O Segeiro.
O
sfio, tachas de tolo tamanho, tanto batidas
como fundidas, carros d" mSo, e ditos para
conduzir formas de assucar, machinas para
moer mandioca, prenaas para dito, fornos
de ferro batido para familia, arados de fer-
ro da mais aoprovada construccSo, fundos
para alambiques, crivns e portas para for-
nalhas, e urna iolinidade de obras de ferro,
que ser infailonho enumerar.
No mesmo deposito existe urna pessoa in-
telligcntu e habilitada para receber todas as
encommendas, etc. etc., que os annuncian-
tos, contando com a capacidado de suas of-
linas e machinismo, e pericia da seus odl-
ciaes, se compromeltein a fazer executar,
com a 111,1101 presteza, perfeicflo, e etacta
conformidade com os modelos, ou dese-
nlios, e iustruccuVs que Ihe forem foros-
cidas.
Compras.
Compra-se urna escrava de bonita figu-
ra, que tenha bom leite : na ra da Praia n.
armazn de carno secca.
encommanda
creoulas, ou
: paiuiia, uo i. a *u.....uj, o i moleque de 14
O biadefronle do chafan/, da praca da ^*'a 18 a unos : na ra Nova n. 16.
O tioa-Viata.piimeiracocheiraaesquar w. Burra de Ierro.
O da onde as pessoas que do seu W Nwa I,,;, n ti dft
O presiimopracis-rom.oacbarflosom-0 arua ova, loja n. 12, ae
O pro prompto para servil-as com bre- Q Diogo Jos da Costa, se (Jira quem
Q VI lado e I
ui.^!.!.. 9, armazam de carno socca.
Alberto Provost segeiro tem a hon- ~j Compram-se, para urna
I de provenir ao respeitavol publico 2 do Rio da Janeiro, 2 escravas
ue ostabeloceu^se no becco do Tam- Jr pardas, do 12 a 20 annos, e 1
&T3m -nceifo 8 compra um. burra de ferro.
.*.. nmnin a Compra-se um logo do diccionaric
q encarreg
n tendente ao seu ofllcio. <4>e>0G0 OOOOO^

ipra-se um jogo do aiccionanos in-
gle/os, uaadosr: paga-se bem, na ra do ,\-
ragon.82.
Compra-se um; negra, que esteja pari-
da, ha pnuco tempo, quo tenha bastante lei-
te. e fam'n-m so truca poTOOtra, voltando-
M o qua fAr de ajusta na ra da Senzalla
Velha, yenda n. 101, ou aununcii.
Comprara sa escravos reinlos, ma-
chos o remita, da 12 a 20 annos do idade,
oom habilidades, o 1 sem ellas : na ru da
Cadeia 110 Reare, casa n. 8.
- Compram-se escravos de
BOWMAN MC. CAI.I.UM, engenheio
ros machinislas e fundidores de forro mu
respetosamente annunciam aos Soulioros ambos M MXOg e pagam-se V1S-
fabficantcs e ao res- td : n tratar com Correia Leile ,
'jo primeiro
Sonhoros
proprietanos doongenhfts, fazondeiros, m
neiros, negociantes, fabricamos e ao res
peilavel publico, que o seu eslabelecimento pua jj (Jnu n. /,
do ferro movido por machina de vapor con-
tinaem elfoclivo oxercicio, ese acha com- andar.
pltamenlo montado com apparelhos da pri- o Cumprani-so escravos de ambos os
meira qualidado para a perfeila confocco sesos, com habilidades, nu snm ollas, para
das maiores pecas do machinismo. fora e dentro da provincia, paga-se mullo
Habilitados para emprehender quaesquer liam, ton lo bonilas figuras : na ra das La-
obras da sua arlo, llowman & Me. Callum rangoiras 11. 14, segundo andar,
desejam mais particularmente chamar a .- Comprs-sa um braco com balanzas
attoncilo publica para a sseguintes, por grandes.propria para pesar forro: na ra tvo-
ercm Mellas grande sorlimento ja prompta, van. 42.
as quaos construidas na sua fabrica poden
competir com as fabricadas om paiz cs-
trangeiro, tanto em preco como om qua-
lidadeda materias primas e mSo d'obra
asaber :
Machinas de vapor da melhorconstrucc3o
Moendasdecanna para engenhos de lo-
V finias.
FOLH1NHAS PARA i85a-
Vendem-se folhinhas de porta ,
Moenuas ue caima para uiiguiiuu ., ,,-r
dos ostamnhos, movidas a vapor por agoa de padre, e de algibeira de tres dil-
ou animaes. ferenles qualidades,sendo urna del-
Rodas d'agoa,moinhos de vento fi serras. .
Manejos indepondentes para cavallos. las com O almanak da Cidade e pro-
Rodas dentadas. vnn'in: vendem-sc nicamente na
Aguilhoes, bronxe. a chumcirM. ln(|ei,Pn,lencia n. 6 e 8
CavilhOos e parafusos de lodos os tama- |" 1
l)8. Lotera do lito de Janeiro. .
Taixas,paros,crivoseboccasdofornalha. ^QS 20;000i00o de rs.
Moinhos de mandioca, movidos a mao ou i. ,1- --/. ,1
por animaes, o prensas para a dita. Na loj.i de miudexas (la piaeq da
Chapas de fog.loc frnos de farinha. [ndeitendencia 11 4) venuam-se bl-
brSn! deferr' tor"eraS def8rr Hieles inleiros, me ios, quartos, oi-
Bombas para cacimba ede ropucho, mo- tavos e vigsimos, a benelicio da
vidasamSo, por animaes ou vento, ai. lotera do theatro de S. i'c -
Guindastes, guinchse macacos. .
Prensas hydraulicas ede parafuso. dro di Alcntara, que correa a
Tcrragens para navios, carroso obras pu- ,g ,|e feveieiro, e vem a Iwta no
blicas.
Columnas, varandas, grdese portes.
Prensas de copiar cartas e sellar.
Camas, carros do m3o e arados de ferros
etc etc.
Alm da- superioridado das suas obras, ja
primeiro vapor. Na mesma loja
tambem tem a venda bilhetes in-
leiros, meios, quartos, oitavos e
vigsimos, a benelicio de um hos-
gcralmonto rcconiiecida, Bowm 1 ft^Jc. pita| nas Agoas Virtuosas da Can
Janeiro.
Callum garanteni a mais exacta confor....-
dade com os moldes e dezvuhos rcmellidos panlia.no Iiio (le
polos senhores que se dignarcm de fazero .. Vendem-se mil canad-s de niel, encar-
llies encommendas, aproveilando a occasiile rogando-so o comprador do dar as pipas,
para agradeccrem aos seus numerosos ami- liarris, ou oque Ihe convier, para mandar-
gos e Ireguezes a preferencia com que teer.i seenchor cm um engenho perlo da praca,
sido por ellas honrados, e asscguram-lhts por preco commodo : a quem convier, pode
que nSo pouparflo esforcos e diligencia enlen lir-se com o caixeiro do bolequim da
paracontinuarom a merecer sua conlianca ra Nova.
AVISO SATISFACTORIO. -- Vendo-so superior farinha de mandioca
Oabaizo assigna lo, agenta do llr. Bran- doS. Malheus, por preco caminlo, a bordo
drolh, faz sciente ao respeitavol publico, da escuna Mana Kirmina, Tundeada defron-
que pelo tingue americano Jamos Crosby te do Caes do Collegio : trata-so a bordo, ou
viadode Boston entrado no correnro mez, n ra da Cruz n 33, com Luiz Jos de Sa
lecebeu novo provimonlo do pilulas vege- Araujo.
taesdeseu propno autor; estas celebres pi- --Vende-s urna ac e litada fabrica de cha-
lulas silo racommendadas por milhare de rulos, com todos os seus utencilios, ludo
pessoas a quem ellas tem curado de phllsl- |por muilo menos do cusi : na travessa da
ca, influencia, calarros, indigestos, is- :Lingoeta 11. 6.
pepsia, dores de cabeca, dores ou pezo na! Vende-se a taberna, sita na ra do Pi-
nuca, que geriilinente so simplomas de ; lafn. 82, com os fundos a vonlade do com-
apoplexia, ictericia, febres intermitente..,
tulls, escarlatinas, febre amarella, e toda a
classe.de febres, asma, gota, rheuwaiismo,
enfermidades nervosas, dores no ligado,
pleuresa, debilidade interior, abalin.cito
de espirito, rolura, iiill.minacoes. incha-
cOesdos olnos, iceidentes, pralila,*ldro-
pesia, boxiga, saramio; enfermidades dos
meninos, tossa do toda a calas, clicas, c )-
lera-morbus, dor e pedra, lonibrigas, < sintrria,surdez.vagados da cabeca oiisipel-,
la, ulceras algnlas de 30 annos, cancos, tu-
mores, ioobacAH nos 1 a e ponas, almorel
:im.-, 011 iip,..in de pede, soohos horrivcis,
pezadellns ; toda a qualidade de doros e
molestias de mulheros, como obslruccfles,
relacliacOes etc. etc. j he um me iica nenio
iutciramenle inolTenciVii, jiodondo applioar-
se al as croancas rescomnaci las; ltima-
mente se tem apidica lo, a urna enfermada-
de de molestias j ligadas encuraveis, do cu-
ja api liciea i sa tem tirado tilo feli/es resul-
tados quo parece cada, vez mais rasolvido o
problema du um remedio universal : ven-
dem-se com o seu rec'imano, i.a ra da
Cadeia-Vellia n. 61, botica de Vicente Jos
le linio.
Na Ra do Aragao, n. i2, se-
^SLASSSSm oe5|SSR. (de ra- gundo andar, copia-se coni perfei-
minha) para vender, nos armazen de Dea-1 50 qua|quer papel cm multo boa
na Koule & Coinranhia, no becco de Con- lUm? nrnrim onmmorlo.
calves.
eltra e por preco commodo.
ti Marr ct i.oinpatilna,
Rospoilosamente annunciam que no sou ex-
tenen eslabelecimento em Santo Amaro,
continua a labricar, com a maior perteicao
e prouipti 13o, toda qualidade de machinis-
mo para o uso da agricultura, navegacSoe
manufactura, e que para maior cominolo
de seus numerosos freguezes e do publico
em geral, tem aborto em um dos grandes
aruiazeus do Sr. Mesquit na ra do Brum,
atraz do arsenal de marinha, um
eposilo de machinas,
construidas no dilo seu estabelecimenlo.
All acharo os compradores um comple-
to sorlimento de moendas de canna, pom
todos os melhoramentos (alguns delles no-
vos e originaes) de que a experiencia de
muitos anuos tem mostrado necessidade.
Machinas do vapor do baixi e alta pres- Pontedo UchOa, sitio de Joflo Cirroll.
piador! a tralar na mesma.
-- Vende-se una colloccilo da Imprensa,
enedernada, conten 10 4 mezis, desde7 de
selambro de 49, al des mbro; oulra de Ja-
neiro a marco do 52, e uoia do Echo Per-
namhucano : quem quizor. annuncie.
--Vende-se um Sllio loquano, con casa
de pe ira e cal, plantas de fructn, viveiro e
bom haulio.por 80f rs.:.io Mauguinho n.35.
-- VoBdem-M Tiseravos, Sendo 1 pardo
de bonita lisura, de 22 neos do idade 1
mulata do 20 annos do idade, boa engoin-
maleira, cosechan, coxioha e faz -locos de
todas, as qualidades; 4 escravos de servico
do campo, e 1 escrava do meia idade: na ra
Oireita n. 3.
Pechincha.
Vendem-se superiores pacs novas a 210
rs. a libra; llgos a 160 rs. a libr?; bolacni-
nha ingle, mantoiga dita a 720 r. a libra;
dita a 610 rs. a libra; l'ranceza'a 560 rs. a
libra, ludo do superi ir-qualidade : nos
Qualro Cantos da Boa Vista, venda por baixo
do sobrado n. 1.
--Vende-se barato para liquidar, urna par-
da clara, que sabe coser, engommar, cozi-
nhar, he rendeira, trata de meninos e do
doentes, com muita humanidade, em lia he
urna perfoita ama de casa, nao su pelas hay
bilidades como pela exemplar conducta
que tem ; urna creoula de 13 annos, muito
bonita e com habilidades, cose, be rendeira
e faz oulros servicos de casa, e um pardo de
18 annos, cuja conducta e estado de saude
se afiiaoca na ra larga do Rozarlo loja
n.35.
Vende-se um selim com cabecadas,
com pouco uso : na ra Volha n. 119.
Vende-se um terreno alto entre as duis
pontea da passagem da .Magdalena,u que tem
cen palmos do frente e quiuheotos de fun-
do : na ra do Oueimado, aobrado n. 32,
primeiro andar, sala de detraz.
Veude-ae urna canoa pequea de car-
carreira, em bom estado, por 40,000 rs.: na
roa do (jueimado, loja 11. 18.
Vende-se urna taberna na praia do Cal-
dereiro n. 2, ou toma-se um caixeiro, sendo
capaz, nSu se olha a ordenado : a tratar oa
ra da Concordia n. 4. '
-Vendem-se carrocas novas, fortes e bom
construidas, tanto para boi, como para ca-
vallo e carros de mo; assim como diversas
qualidades de ps de arvoredos, como sejam
larangeiras, tanto encuartadas, como para
enchertar. fruta pSo, sapoti, llmao para cer-
cas, ele, ludo por preco muito rasoavel: na


t
AGENCIA
da fundiclo Low-Moor.
RA DA SENZALLA NOVA S. 43.
Neste cstabeleeimento conti-
na a haver um completo sorti-
mento de moendas o meias moen-
das para engenho, machinas de
vapor, e taixas de ferro batido e
Grandes pechinchas, na ra do
Creopo n. i4. lojade Jo. fran-
cisco Dias, a 14,? rs. o corte! !
Riquissimos cortes de vestidos de flnissi-
mi seda delicados gosto,- fazenda loteira-
mente moderna, pelo baratis9mo prego de
I1,000 rs. o corle ; dito de cimbran seda,
sendo o mais superior que lem apparecido
no mercado, pelo barato prego de 9,000 rs. o
corte: superiores vestidos do (inissima cam-
I 1___1_ -a~ .A. ...m nillBI i mu*: l>'J l> > 1 lid 0
4
DA
coado, de todos os tamanhos, pa- brai.'e de cor, com riqu" b,^*?.
.. r i,i,i,,< u MiK un lencos, sendo urna peca de
ra dito.
Antijjo deposito de cal
virgem.
Na ra do Trapiche, n. 17, ha
muito superior cal nova em pedra,
chegada ltimamente de Lisboa:
tamoeni se vende potassa da Ral
sia, nova e de superior qualidade.
Bombas de ierro.
Vendem-se bombas de repuxo,
pndulas e picota para cacimba :
na ra do lirum ns. 6, 8 e 10,
fundicSo de (erro.
Deposito fia fabrica de
Todos os
Santos na Halila.
Vende-se.emcasa deN_0. Bieber&C.,
na rui da Cruz n. 4, algodlo transado da-
quella rabrica, muito proprio para saceos de
assncar e roupa de escravos, por prego com-
modu.
Vendem-se relogios de ou-
ro eprata, patente inglez : a ra
da Senzalla Nova n. \i.
Clisa de commissSo de escravos.
Vendem-se escravos e recebem-
se de commissao, tanto para a pro-
vincia como para lora della, para
o que se offerece umitas garantas
a seusdonos .* narua da Cacimba
n. ti, primeiro andar.
Arados de ferro.
Vendem-se arados de diversos
todos osseus perlences, sendo urna pee
galSo e oulra de cordSo, que se d de gra-
tis a quem comprar os vestidos, pelo mul-
lo baiato preco de 6,000 rs. o corte ; ditos
de cambraia cem barra brinca e de cor, fa-
zenda do ultimo gosto, pelo baralissimo
prego de 5,500 rs. o corte; ditos de cassa
chita, com 6 1|2 varas a 2,000 rs. o corte ;
ditos muito finos, fazenda de muito bom
gosto a2,500 rs. o corte; chitas cabocolas
muito (xas e linas, cores de caf e de vinho
1 200 rs. o covado; ditas francezas a 240 rs,;
ditas de quadroa escuros, fazenda du ulti-
mo gosto e novos padrfles a 200 rs. o cova-
do; riscariinhos muito flxos a ICO rs. oco-
vado; cassa '
fizas a 200
fina a 640 rs
SALSA P ARRILJ4ADE BRIST0L
saisaIrK^dsais.
A salla parrilha deUristol data dcsdea>832, e lem constantemente mentido sua reputa
gSo, sem necessidado do recorrer a pomposos annuncios de quo a> preparagoesde m-
rito poclem despeusar-se.. Osucesso do Dr. Bristol lem provocado infinitas invejas, e
entre outras, as dos Srs. A. II, I). Senda, de New-York, preparadores e propietarios da
salsa parrilha condecida pelo nome de Sauds.
EstessenhoressolicilarSoeoj 1842 a agencia de Salsa parrilha de Bristol, e como nSo
o pudessem obter, fabricarSo urna imitagSo de Bristol.
Eis-aqui a carta que os Srs. A. R. D. Saods escreveram ao Dr. Bristol, no dia 20 de abril
de 1842, e que se acha em nosso poder '
Sr. Dr. C. C. Bristol.
Bfalo, etc.
Nosso apreciavel sinhor.
Em lodo o auno passado temos vendiio quantidades coisideraveis do extracto de
salsaparrilha de vm. e pelo que ouvimosdizer desusa virtudes quelles que a tem usa-
se Vm. quizer
gem, tanto a nos
umpto, e se Vm.
nhos muito flxos a ICO rs. oco- salsaparnina de vm. e pelo que ouvimosaizer ae sua iriuues aqueiiea 1
a chita muito largas e decores do, julganios que a venda da dita medicinase augmentar muitissimo.
rs. ocovado; alpaka preta muito fazer um convenio comnosco eremos que nos resultarla multa vantugen
s ocovado; merm preto mui- como a Vm. Temos muito prazer que Vm. nos responda sobreest assim
lo lino a 1,800,2,500, 2,800 e 3,200 rs. o co- vier a esta cidade daqui a um mor, ou cousa semelbante, toriamos muilo prazer em o
vado; superior atoalhado adamascado de ver om nossa botica, ra doFulton n. 79.
Ficflo as ordensde Vm. seus seguros servidores.
(Assignados) A. R. D. Saods.
COITCLUSAb-
1* A antiguidade da salsa parrilha de Bristol, he claramente provada, pois que ella
data desde 1832, e que a de Samls s appareceu em 1842, poca na quai este droguis-
ta nSo pJe obter a agencia do Dr. Bristol.
2.* A superioridade da salsa parrilha de Bristol heincontestavel, poisque nfloobs-
tanlea concurrencia da deSands, e de urna porcSode oulras preparares, ella lem man-
tido a sua reputarlo om quasi toda a America.
As numerosas experiencias feitas com o uso da salsa parilha em todas as informida-
des originadas pela impureza do sangue, a o bom xito obtido nesta corte pelo iIIm. Sr.
Dr. Sigaud, presidente da academia impela! de medicina, pelo llluslrado Sr. Dr. An-
tonio Jos l'eixoto em sua clinica, e em sua afamada ras 1 desaudena Camboa.pclolllm.
Sr. Dr. Saturnino de liveira, medico do exercilo, e por varios oulros mdicos, per-
mitlem boje do proclamar altamento as virtudes elllcazes da salsaparrilha de Bristol.
Vende-so a 5,000 rs. o vidro; na botica de Sr. Jos Mara Gongalves Ramos, rus
dos Quarteis pegado ao Quirtel de Polica
puro iinho, com 8 palmos de largo, pelo ba-
ratsimo preco de 1,600 rs. a vara; bnm
trancado de purolinho, de diversas crese
delicados gostos, polo barato preco de 1,200
rs. avara; riscado de Iinho, com 4 palmos
de largo a 200 rs. o covado; algodo azul
de 4 1|2 palmus de largura, fazenda muito
propria para ropa de escravos a 200 rs. o co-
vado ; assim como outras muitas fazendas,
que se vender por prego mais commodo
doqueem oulra qualquerparte. __^,_
mmmmmwmmwmmmmmwmm wat
Para senhora
[ Vende-so seiim preto naci de su- j*
perior qualidade para vestido da se-
.!! nhora; um completo sortimento de 9
g sarja de seda hespanhola verdadeira; 9
U. cortes do vestido do sarja preta lavra- Jj
B; da de lindos gostos; superior chama- j
lote do seda pura; ricos voris prelos y
m de seda, linbo e retroz do Italia; um I
S grande sortimento de manteletes, ca- S
' potinhos pretos com lindos onfaltes, j
sendo os mais modernos que ha no 5
morcado; superiores meias pretas in- J
fazendas de iff

modelos, assim como americanos
com cambio de sicupira e bracos11 f0eZ7*'
da ferro 1 na fundicio da ra do
Brum ns. 6, 8 e 10.
familia Pontana,
chegada ltimamente: em casa de i. J. Tas-
so Jnior, na ra do Amorim n. 35.
Agencia de Edwin 31aw.
_ prego muilo om conla : na rua do i
i Queimado, loja do sobrado amarello
n.29. V
Fructas novas.
Vendem-se na ra estreita rio Rosario n.
, II,damascos em caixinhas do vidro,o caixi-
Na ra de Apollo n. b, armazem de Me Cal- nhas ue |amoras e de ameixas.e-bolachinhas
montSt Companhia, acha-se conalanlemente
bous soi iiim11 un de taita de ferro coado e
batido, tanto rasa como fundas, moendas lu-
cirs todas de ferro para aninaes, agoa, ele,
ditas para armar em inadeira de todos os ta-j
manhos e madellos o mais moderno, macbinai
horisontal para vapor, com forca de 4caval-j
los, coucos, passadeiras de ferro estanhadoi
para casa de pulgar, por menos preco que os'
de cobre, escreos para navios, ferro Inglez
tanto em barras como ein arcos folhas, eludo
por barato preco.
Deposito de cal e potassa.
No armazem da ra da Cadeia
do ltecife n. 12, ha muito supe-
rior cal de Lisboa, em pedra, as-
sim como potassa chegada ultima-
de araruta a na mesma se dir quem venJe
lOOespanadores bem feilos.
D VERES DOS HO.HEiNS,
a 5oo rs.
Vondc-se esto compendio aprovado para
as aulas, em meia encadernaQo, a 500 rs.,
cada um : na livraria n. 6 e 8, da prar;a da
Independencia.
Arados de ferro.
Na fundiefio da Aurora, em 8. Amaro,
vendem-se arados de ferro do diversos mo-
delos.
Vendc-se champagne da marca amiga
o bam conhecida, Comet, em casa de Deaue
Yule 61 compnnhia : na ra da Cadna.
Taixas pa ra cngenlio.
Na fundi(3o de ferro da ra do llrum,
acaba-se do receber um completo sortimen-
to de taixas de 3 a 8 palmos de bocea, a
quaas acham-se a venda por prego com-
modo, e com promptidilo embarcam-se,ou
carrogam-se em carrossem despezas so
comprador.
rgem. Vende-se iarinha fontana
Cunha & Amorim, na ra da Cadeia do1 milito superior e nova no'merca-
Recite, n. 50, vende-se barris com supe- 1 1 u:i_.
rior cal em pedr, chegada pelo ultimo do: a tratar com Alanocl da Silva
navio de Lisboa, por menos prego do que Santos, na ra do Amorim n. 5C e
e-rerr;fe&noelJoaq,iimRa.[58,OU do An.e. -
' ces da alfandeg.
mente, a lucros muito rasoaveis.
Karinha de mandioca.
-- Vende-se saccas com superior fsrinha
de maudioca a presos rasoaveis : a tratar
com J. J. Tasso Jnior ra do Amorim
11. 35.
lsito de cal v
Depc
110
tnos o Silva, na ra da Cadeia do Recife,
vende-so por prego commodo cal virgem de
Lisboa chegada no ultimo navio, bezerro de
lustro, mercurio, linlia de Roriz,retroz, fci-
chaduras do Porto, pannos e casomias
de Ifl.i.
Rap Paulo Cordeiro.
recentemente chegado do Rio de Janeiro ,
vende-se na rua da Cadeia do Recife loja n.
50, de Cunha & Amorim.
No armazem da rua da Moia n. 15 ,
vende-se cal de Lifboa em pedra, a mais no-
va que ha no mercado, chegada no crrenle
mez, no brigue Laya ; assim como mercurio
Juro om caixinhas de libra cada urna, tudo
por menos prego do que em oulra qualquer
ruarte.
'4 Na loja do subrado amarello, ha rua >
4 do Quoimado 11. 29, vende-se um *>
4 completo sortimento do pannos pre- ?
tj tos finos e cores lixas; casemira preta %
4 elstica superior de 9 a 14,000 rs. o >
4 cite decaiga; corles de colete prelo 4>
(4 desupeiior casemira bordados, ditos 4
Principios gernes de economa pu-
blica e industrial.
Vonde-se este compendio, approvado para
as aulas de pritneiras letras, a 480rs.': na
praga da Independencia, livraria n. C o 8.
Cobertores de algodao.
Superiores cobertores de algodlo de di-
ferentes cores, lecidos a dous fios, muito
grande, lem todaapplicagao om urna casa de
fimilia, por servir para mea de engom-
mado e forrarcamas o mesmo para escra-
vos, pelo diminuto prego de 1,440 rs.: na
rua do Crespo n. C.
Grande labrica de chapeos de sol,
de J. Falque 111a do (.'ollgeio
n.4-
Neste novo eslabolerimonto receneu-se
um novo e lindo sortimento de chapos de
Sol dos ltimos gostos, tanto de seda como
depaninho para homeus e senhoras, de ar-
mago de baleia e de asso que se veudem
.l.ii.nrf- ..? '""." os m por menos prego que em oulra qualquer par-
le dito de setim mico com lindos f> fai crillliff' ltl, ,1... rl.amalolV sedas
K4 bordados; merino prelo fino de 2,500 fe
le; graudo sortimenlo de chamaloto, sedas
K o paninlios em peca de todas as corrs e qua-
fr^re7 nT i T"* P'el3 bd.des para as pessoas que quizerem man-
rraueczes os mais superiores e mo- m
(? demos que ha no mercado; chapeos tj
% de castor brancos ingleses da ultima ?
e> moda, e outras muitas fazendas finas *
t*) e prego do agradar ao comprador. >
,Ovas do serijo.
Vendem-se ovas dosertSo, muito frescaos
e gordas, por prego commodo: na rua do
Queimado, loja n. 14.
Vende-se a loja de miudezas da rua
larga do Rozario n. 26 propria para qual-
quer principiante, por estar muito afregue-
iada e ter poucos fundos: a tratar na mesma.
Novos cobertores de tapete a
i,44 rs.
Na rua do Crespo loja da esquina que
volta para a cadeia, vendem-se cobertores
de tapete, grandes e bonitos, pelo diminuto
prego do 1,440 rs.; om qualidade so os me-
lbores que lem vindo no mercado, por isso,
recommenda-se aos Srs. de engenho que
quizerem comprar da pichincha, nSo se de-
moren), porque jha poucos]pela estragSo
que lem lido.
lie to barato,
Que l u animar ;
Quem vir a pechincha
Nao deixar de comprar.
Na rua do Crespo loja da quina que vira
para a cadeia, vende-se panno fino preto, a
3,000, 3,500, 4,000 4,500, 5,000 o 5,500 rs.
o covado; dilo francez muito superior, a
6,000 ra. ; dilo azul, a 2,600, 3,500, 4,000 e
5,000 rs. ; dito verde, a 2,800, 3,000 e 6,000
ra. j'dito cor de rap, a 2,600 rs. ; casemi-
ra preta, a 4,800 6,000, 7,500 8,500 e 10.000
ra. o corle; sarja preta de seda muilo su-
perior, a 2,500 rs. o covado; marin preto
muito bom, a 2,800 e 3,200 ra. o covado cor-
tea da cassa chita muito bonitos, a 1,920
r.; e outras muitas fazendas por prego
commodo.
Velas de Esparmacete.
Vendem-se velas de esparmacete
em caixinhas de 20 Ib, cni.casa de
AugustoC, de Abreu ; na rua da
V, lile.1 do ltecife n. 48.
l'ara r.agens.
j Vendem-se chapeos envernizados, @
* galcs de ouro, e prata, botes de **
? metal branco o amarello : na loja de f>
m sirgueiro no pateo da Mal i/, n. 2. 4
Negocio vantajbso.
Vende-seo hotel commercio silo na rua
da Cadeia n. 13, cornos 11 tonciIlo-t que o
comprador quizer: a tratar no mesmo.
Vende-se
(h prelo e.verde, de superior
qualidade em caixas pequeas ;
Ve'lasde espermneete de superior
qualidade em ditas ditas,
Fio desapateiro, de diversas co-
res :
Tudo em contri, no armajem de
Adamson lloiwe rk Companhia,
na rua do Trapiche, n. 4a-
Em casa de Leopoldo da Silva
Queiroz ,
na rua daModa, vende-se graxa embexi-
gas do Rio Grande do Sul, c saccas com mi-
Iho novo, ludo por prego, muito commodo.
Vende-sis a a'cro.iitada lubrica do cha-
rulos, com todos os seus ulencilios, tudo
por muilo menos do cusi.
- Vende-so urna orina franceza de mogno
massico, um guarda vestidos, grande e de
amarello, um consolo "com espelho de ji-
carand) o um palanquim da Babia, do mul-
to bom gosto-: no largo deS. Pedro por ci-
ma da loja do marcinoiro, segn lo andar.
-- VenJc-seou arrendaso um sitio no Uar-
balho com sufliciente casa conlendo duas sa-
as gabinete ao lado, tres quarlur, cosinha e
estribara para dous cavallus, vanos arvure-
dos que dSo fruclo, Ierras para plantagao, e
uptimo banho : trata-sc : na rua Nova loja
11. 58
Milho a a,5oo rs. a saeta.
No armazem de Dias Ferreira, no caes da
Alfandega.
-- Jos Luiz Percra, vende a sua loja de
ferragens, da rua Nova n. 16, a praso com
firmas a contento; em quinto nSo effecluar,
vender qualquer porgao do ferragens, ou
miudezas, pelo cusi e com algum prejuizo
adveile a seus de-
Na porta da Alfandega e no
armazem do baraleiro Joaquim da
Silva Lopes, vende-se furinha fon-
lona SSSF e de Fhiladelphia, l-
timamente chegada.
Morii Na fundigo de C. Starr & Companhia,
om S.-Amaro, acham-se venda moendas
de canna, todas de ferro, de um modelo e
construcgllo muilo superior
Xarope do fiosque.
O depozito do Xarope do Bos-
que, foi transferido da botica do
Sr. Jos Maria Goncalves Hamos ,
para a do Sr. Bartholomeo Fran-
cisco de Soiiz.i, na rua larga do Ro-
zario n. 36. He falsificado oque
nao for vendido nesta casa; garra-
fas grandes a5.5oors., e peque-
as a 3,000 rs.
Vende-se,
Alcmdemuitos e superiores gneros, ven-
de-se igualn.enle os seguintes : caf do Rio,
em porgo e a rclalho, massas linas, con-
servas, o cxcellente doco de annanaz em
frascos de 6 libras, extrait d'absinlhe, vi-
nho do Kii'iin, ditos da Cherry, Porlo Ma-
daira eMuscatel de Setubal, sar.linhas em
latus maiores e menores, riquissimas cji-
xiahas de todos os tamanhos com amen-
doas confoitadas, muito proprias para pre
sent, presuntos americanos o inglezes para
fiambre, OilOJ do Porto c Lisboa, milho em
saccas, sebo do Porto em caixas de 1 arro-
ba, cha preto sollo e em massnhos de 3 em
libra, latas com muito fino biscuito lo-
gltlj tudo isto vende-se por monos do que
em outra qualquer parte: na rua da Cadeia
do Recife, n. 23, armazem de molhados.
l'm bonito molecBo.
Vende-se um bonito inolecSo, de 24 an-
nos, bom traballndor de rosad 1 e he cano-
eiro, oqual nunc fugio : na rua larga do
lozano >i. 24, primeiro andar.
l'ara militar.
w v
A Vendem-se luvas de retroz preto de rjr-
? superior qualidade, para uniforme de
S artilheria e cagador : na loja de sir- ?
gueiio no pateo d Matrii n. 2. ?
f*Jno de iNantua a
800 rs.
Superior cha nacional
em caixinhas de 3 libras, e da melhor qua-
lidade ; vende-se por prego commodo, na
rua do Corpo-Santo n. 2, primeiro andar.
Deposito de panno di algodao da
febrica Todos os Santos da Ba-
nhia.
Vende-se por preco commodo
o bem conhecido panno de algo-
dao dcs'a fabrica ; em pessa, a
vontade do comprador: no escrip-
torio de Novaes & Companhia, na
rua do Trapiche n. 34.
Gomma de engommar'
Vendem-se saccas grandes, com gomma
de engommar, muito alva e por prego com-
modo : na rua do Queimado, loja n. 14.
Cera de carnauba.
Em casa de Leopoldo da Silva Queiroz, na
rua da Moa la, vende-se cera de carnauba de
superior qualidade, viada pelo ultimo navio
do Aracaty, em porgo ea relalho, por pre-
go muito commodo.
~ Vende-se bacalhio de tinas a 5,000 rs.
da melhor quali lado que ha de barricas, que
se vendem a 10 e 11,000 rs. : no armazem
do S. Antonio Annea, no caes da Alfandega.
Monillos de vento
.mi bombas de repuebo para regar bortas
d baixas decapim : vendem-sena fundigSo
de iiowman i\ Me. Callum, na rua do Brum
ns. 6.8 e 10.
Vende-se cera em velas ,
muito bom sortimento,- por preco
commodo : trata-se no escriptorio
de Novaes & Compinhid na rua
do Trapiche n. 34.
-- Vende-se urna mulata moga e bonita ,
perfeita ongommadeira e costureira, e urna
creoula do 23 annos, com urna cria de 3 an-
uos : na rua larg. do Hozado n. 22, segun-
do andar.
-- Vende-se urna cama de armsg3o, com
pouco uso e prego commodo, o 1 relojo pa-
tente suisso : na rua Nova n. 16.
4B**1
^ Vende-se chita larga franceza de #1
'4 modernos padies e cores lisos pelo
^ baratissimo prego de 210 rs. ocova-
l> do, lendo porgSo para o comprador
% i'-1-..IIiit : n 1 rua do Queimado, loja #J
' do sobrado amarello n, 29.
***'***,*****w* V
Vende-se urna escrava de 30 anuos, sem
achaque, nem vicios, a qual coziuhao or-
dinario de urna casa, lava devarrelaede
sabSo : em Oh 11 Ja, na rua do Cabral n. 2.
Vende-se vinho de champa-
nhe legitimo e de superior quali-
dade : em casa de J, Keller &
Companhia, na rua da Cruz n. 55.
Em casa de J. Keller & Com-
panhia, acha-se a venda vinagre
hranco, superior de Nantes, em
barris de 3.medidas.
Aos pais de familias.
Mandem a rua do Livramcnto, junto a bo-
tica loja da Estrella n, 19, comprar o que em
outra loja nSoacharao; bem feilos e fortes
sapatinhos de pao para meninas a 320 rs o
par, de couro preto a 360 rs de marroquim
a 480 rs de lustro a 640 rs., de panno para
senhora a 400 rs,, e couro a 480 rs., de se-
tim preto a 1,000 rs.; botlns de lustro para
menino a 5,000 rs.meio botins p na homem,
de birerro a 4,500 rs., botins a 6,500 rs., sa-
patos de urna sola do couro de lustro para
SALSA PAHRILHA DE
SANDS.
Este cxcellente remedio cura todas as en-
ormidades as quaea 1S0 originadas pela
mpuresa do sangue ou do systema ; a sa-
ber : escrfulas, rheumalismo, erupgOes
cutneas, brebothas na cara, almoroidas,
doengaa chronicas, brebulhaa, bortoeijs,
tinha, enchagOes, e dores nos ossos, e jun-
tas, ulcar, doengss venenas, citica, erifer-
midades que attagiio pelo grande uso do
mercurio, hidropesa, exposlosa urna.vida
extravagante. Afsim como, chronicas d-
sordens da constituicSo, serSo curadas por
esta loo til, e apprvada medicina.
A administragSo deste belo remedio, nos
ataques mais estraordinirios tem sido sem
pro seguidos pelos mais felice resultado*
as suas operago>s ; porm, o aeu principal
objecto he de purificar n sangue, e limpir o
systema de qualquer influencia de mercu-
rio. No seu modus oprrandi, he directa-
mente como um remeoio Iterativo, anda
que, indirectamenle serve ao systema como
um verdadeiro tnico. Doengas nos usaos
e no aystems granJular; assim como as
juntas, e ligamentos, so inteirameole cu-
radas pelo uso desle remedio, sem que o
doente faga resguardo algum, quando uaar
este remedio. A opperagSo deste remedio
consiste em remover a desorden) do syate-
ma, e em breve tempo o doente gndara a
sua saude.
A Salsa Parilha tem gsnhado por mullos
annos una alta reputagSo, de ter curado
doengas mui diulcullosas, que nenhum ou-
tro artigo de valor em materia medica tem
curado. He de saber que a Salsa Parilha be
um dos mais valerosas remedios que os
doctores usSo em toda a parte do mundo ;
com vistas de ganharem a cura pelo uso do
tal remedio vegetal. Porm, deve-se de
notar, que nem todas as pessoas sabem pre-
parar este remedio, assim como esco-
Iherema melhor parte que ae deveusarem
tal preparago. Um celebre Medico escrip-
tor, que residi por muitos annos no lugar
sonde ha a melhor produego da Salsa Pa-
hua disse: uSeisou oilo especies destas
raizes que crescem nestes bosques, admra-
me que nSo podesse achar, se nSo urna,
com o gosto, e propriedade da verdadeira
Salsa l'arilla, quo se lossa recommendar
para medicina ; pois as mais erara inspi-
das o inertes, a Porm, como os mdicos
nao se clan ao trabalho de fazerem as
suas proprias medicinas, mas sim con lia in
nos seus habis boticarios, para a prepara-
ren], e comporem difJTerentes drogas. Po-
rm de lodas as preparares de Salsa Pari-
lha devia do ser da genuina, para que o fa-
cultativo e o publico lira.sem bem fiados
as preparagOes de Salsa Parrilha a ser da
melhor qualidade. Pois he este o genuino
vegestavel,que se offerece ao publico ; 11 's-
te se v combinados outile cum dulce ; pois
em infinitos casos em que o doente espe-
rangasalgumas tinha de viver,e grandes
quantidades de remedios experimentados,
mas sem resultados de melhoras ; mas com
esta pura Salsa Parilha, suas curas tem silo
infaliveis, pois os certificados que temos
recebido de pessoss que tem usado deste
puro remedio, afllrmsm da sua boa elfiCB-
cia ; estes certificados temos a honra de
aprensontar ao respeitavel publico, para
que liquem certos, o que cima se diz, he
vordadeiro. Os proprielarios desle reme-
dio lem por muitos annos empregado todos
03 meios para prepararem este t3o til, e
essencial remedio da raiz da Salsa Parilla,
qne por IIni, conseguiram assuss vistas, em
prepararen! um tSo valuoso remedio, e seus
lio lindos resultados tem enchido os pro-
pietarios de gloria, e triumpho de terem
preparado urna linda cotuposiclo contra
doengas, que o seu fim he destruir o corpo
humano. Esta composigao he qumica e
homem bem feilos a 2,500 e oulras mullas nova. Esta Salsa Parilha he combinada com
qualidades de obras ; assim como pollos do oulros engrodienles que todos ellesperten-
bizerro do lustro grandes a 2,880, de bezer- cem classe vogetal, e todos com o poder
ro francez a 3,200, marruquim superior a de purificaren! o sangue. O doanie quo usar
',760, corles de tapete requissimo a 500 rs. desta composigio, pode contar que tem o
Vende-se a historia de SimSo de Nantua,
a 800 rs.
osapatos ja feilos, pelles de pelici ornis
accessorias para quem tem sapatsiro : exis-
tom nesta loja pelo barato. Assim como re-
cebe toda qualidade de encommendas de
calgado, com prnmplido e aceio para cujo
fim tem bons ofiiciaes.
Vende-se um sobrado de um andar, si-
to na rua do Cordoniz n. 16, que faz frente
para pa'a o becco dos Burgos, e rende 20/
rs. mensaes: a tratar na rua da Senzalla Ve-;
Iha, vendan. 101.
Vende-se urna mobilia de Jacaranda, '
contendo duza e meia de cadeiras, um par |
deconsolos, urna mesa redonda, ludo de po-
dra msrmore : no armazem da rua da Con-
cordia. M
Almn11.1l> para 1852.
O vapor do .Sul trouxe o almanak adminis-
trativo, mercantil e industrial do Imperio do
l'.u-il para oannodo 1852, conteni, alero
do oulras materias interessantes a augustis
sima casa imperial, a corte com todas as ca-
na livraria da praga da Indep- s,s Ululares, a representago nacional, os
i ministerios com todas as repartigOes publi-
I ivrampnln lcas, compannias, sociedales ,etc. etc. 1 vo-
' lume encadernado por 6,000, broxura 5,000 ;

!>
f>



I
<
dar cobrir armagOes servidas. Completo sor-
timento de baleias para vestidos espartilhos
para senhoras, fazem-se umbellas de igreja e
conceita-se qnalquer qualidade do chapos
de sol: lodos os objectos cima mencionados
ae vendem em porgan e a retalho, por prego
quo agradar aos freguezesa vista da quali-
dade.
Vende-so um corro de quatro rodas
muito lev o seguro, por muito pouco di-
nheiro : na praga da Boa Vista, cocheira
do frangois.
He bom negocio.
Vende-se a dinheiro, ou a pra-
so a padarii do largo das Cinco
Pontas, e tumbem se aluga, nao se
podendo effecluar a venda nestes
dias ; assim como se ornece as fa-
rinhaspara trabalhar, offerecendo
o comprador para tudo garantas :
a tratar com J. J. Tasso Jnior,
na rua do Amorim n. 35.
I'IAJNOS.
Vendem-se em casa de Kalk-
mann Irmaos,-na rua da Cruz n.
10, ricos pianos de Jacaranda, com
excedentes vozes chegados ha
pouco tempo.
Vende-se um Torno para padaria, no
cenlto da cidade, lendo lugar para mora la
earu.azem para lenhe, com desembarque
na poita : o pretndanle annuncie sua mo-| palmos de compnmento : na rua da Praia
rada. IdeS. Hita, venda n. 1.
aquellas que merecerem; .m.i vu. .
vedores fle mais de 1 anno, quo o praso de uencia n. 00 o
espera acaba hoja20. i Lotera de 1M. O. do
-- Vende-se milho muito novo, a 2,200 Aos 5:000,000 de rs. I vonde-se nicamente no pateo do Collegio",
rs. o alqueire.e lomando-so porgao se dar, nrnrJcisa do livro azul.
por menos a guma cousa: a tratar no Tra- Wa toja ue miudezas da praca .. No lUcfe becco do Abreu, fabrica de
piche do Sr.Cunha, no lire da rua da Moeda. Ja Independencia n. 4,. ven Jem- charutos, vendem-se sigarros de palha de
l'ctassa americana. 8e bilhetcs inteiros, meios.^ quar-miln0 porcommodo prego.
-No .ntigo deposito d.cadeia velha.n. ^ dccino8>e vges ab^eJ^Z'-Ti^fe ''
lino da lotera de A. S. do l.ivra-
menlo que corre impreterivel-
mente no dia 28 do corrente.
Uilhetes inteiros 10,000
Meios 5,ooo
Quartos a,600
Decimos 1,100
Vigsimos Coo
Cemento novo a 7,000 rs.a barrica.
2 existo uma pequea porgo de potassa
americana, chegada reconlemente que por
superior rlvalisa com a daRussia: vande-
se por prego razoavcl.
--Vende-se uma mesa do amarollo, com
7 palmos de comprimenlo e 4 de largura :
na rua Bella n. 16.
Vende-se ou arren Ja-so o Engenho s.
Rita moente o corrente mcia legoa distante 1
da villa de Iguarasau' com proporges para
safrejar-se, embarque junto ao engenho; ala-
gados, o outras proporgOos : quem o preten-
der entenda-secom o proprielario no mesmo
engenho.
Vende-se superior larinha
de mandioca de Santa Catharina,
por preco muito commodo, a bor-
do do patachobrasileiro Alegra ,
fundeado em frente 00 caes do Ha-
mos : a tratar a bordo do mesmo
patacho, ou no escriptorio de No-
vaes 8i Companhia, na rua do Tra-
piche n 34.
Vinho de Champagne,
e superior qualidade : vende-se no arma-
era Kalkmanu Irmaos Rua da Cruz, n. 0
vendom-se sigarros de palha de milho, po r
prego commodo.
- Vendom-s* caswn de pipas de Lisboa,
carrinhos de mflo e um jogo de gamSo : na
rua da Praia, defronte da ribeia n. 10 e 12.
Vendein-se saccas com mi-
lho muito novo, a a,4oo rs : na
rua da Cadeia Velha, loja de miu-
dezas n. 17.
U novo depozito de cal e po -
tassa, na rua de Apollo, armazem
No armazem de Antonio Annes, no caos je Leal Reis, acaba novamente de
da Allandcga. .
Farinha de mandioca a a,ooo .^ceber a superior potassa da bem
rs. a sacca. acreditada fabrica de nloura & Bas-
No armazem de Dias Ferreira, defronte das tos; a sua superior qualidade, qne
escadinhas da Alfandega. Irivalisa e produz o mesmo effeito
Afeite decarrapato da fabrica de'do que a me||10r eslrangeira, dif-
Araujo & till.o, no Penedo. fererica em preco, e a animacao a
Acaba do cnegar mais deste j conhecilo '. *.
azeito, o mais proprio e econmico, para ulna industria nacional,
uso de candieiros de salo, tanto pela sua du-! cumstancias dignas de attencao aos
raran, romo limi'o/.a, u coiitiiiuaia a ti.ivcr__1______j___. 1___.________.
sempreumdepoitopara suprimento regu-1 senhores de engenhos e seus cor-
lar dos freguezes : no armazem de J. J 1 s respondente.s desta prae.i.
so Jnior : na rua do Amorim n. 35.
AftAOS AMERICANOS.
* Vendem-se arados ame- 19
ricanos, chegados dos Esta- |
(,' dos Unidos, pelo barato pre- 4
f> co de 40,000 rs. cadaum: na
* rua do Trapiche n. 8. ^
Uma canoa.
Vende-se barato, oualuga-se por 8,000 rs.
mensaes, 1 canoa do milheiro do lijlo de
alvn oa : na la larga do Rozario n. 24 ,
primeiro andar.-
-- Vondem-se 10 travs de louro, com 40
Vendom se ananas de ferro
da .Son/,II1 Nova n. 42.
l'ara liquidar
Paz-se lodo o negocio dinheiro.
Vendem-so por todo o prego prsenlos
O cautelisti Faria Barboza
contina a pagar os bilhetes pre-
miados das loteras de S. Jos e
Casas da Caridade, que vendeu
hollandezes, proprios para fiambre e tem- no pateo do LolleglO, casa do livro
pero: na rua da Cadeia do Recife. n. 23. azul: na mesma casa estam expos-
Vendem-se velas deespermacete, om ... ,
caixas.de superior qualidade: em casa de ,IIS billieles da ai. lotera do tliea-
j.Hellert Companhia: na rua da Cruz nu- tro de S. Pedro, cuia lista vem no
mero 55. j a j 1
--Vndese uma casa com sotso e muitos vapor de .1 de marco, pelos seguin-
commodos ; e grande quintil com perto do tes procos :
50 pesde larangriiras lodasdo boasqualida '
des :e oulras fructas; chSos proprios; ci-
ta na Soledade n. 42, logo adianto do cha-
fara : q'iein a quizor ver, o examinar procu-
re a chave no dilo lugar na venda da quina
Ique volta ara a rua de Julo do Barros. 1
31 < ios bilhetes
Quartos
Oita vos
Vigsimos
11,000
5,5oo
a,aoo
i,3oo
mais eflicaz remedio, para a sua enferm
dadeusa. O nico agenle nesta cidade he
Vicente Jos de Brilo, na rua da Cadeia do
Herir.' botica n. 61.
Vende-se um terreno no lugar do Luca
rom 900 palmos de funpo e 600 de frente
este terreno faz muita conla por ser muilo
perto da praga : na rua nova loja n, 42
Deposito de lecidos da fabri-
ca de Todos os Santos,
na Babia.
Vende-se em casa de Domingos Al-
ves Matheus, na rua da Cruz do Re-
cife n. 52, primeiro andar, algodSo
transado da quel la fabrica, mui lo pro-
prio para saceos e roupa de escra-
vos, assim como fio proprio para re-
des de pescar e pavios para vellas,
por prego muito commodo. <,-
O agente do contrato do rap prince-
za, tem a venda o rap, vindo de Lisboa, pe-
lo vapor inglez chegado, neste corrente
mez.
Livros em branco.
Vcndo-se em casa deKalkmann IrmSos ,
na rua da Cruz n. 10, livro* em branco che-
gados pelo ultimo navio.
Sobrado em Goianna.
Vende-se, muito em conta ,
um bonito sobrado sito na rua
do Meio, n. 58 avallado em
a:oooooo, em o qual tem parte
Lrsiila Maria das Virgen e sua
irniaa Joaquina AI ves de Paiva na
importancia de 107,473 rs. quem
pretender dirija se a caza de Kal-
kmann Irmaos,rua da Cruz,n. 10.
MOBILIAS DE FEUKO.
Vendem-se ricas mobilias de fer-
ro, como canaps, mesas, cadeiras
cotn braco c sem elle, e muitos ou-
lros objectos de ferro : no arma-
zem de Kalkmann Irmaos, na rua
da Cruz n. 10.
Escravos fgidos.
Da fabrica de caldeireiro da rua do
Brum n. 28, auseotou-se no domingo, 15 do
corrente, o pelo Alexandre, de oagfloS.
Paulo, de 35 annos de ida le, alto, reforgado
do corpo, falla descangada, foi eacravo do
tleliquor, Francez, morador no Rio Doce, o
ol i 1.a monto do Sr. Bol I y : roga-se a que n
o pegar de leva-lo a mesma fabrica que sori
recompnsalo.
Continua auzente desde o dia 9|de fe-
vereiro correte a preta Lolza, nagAo rebolo,
b lixinsa e magra, moga e esperta, levou ves-
tido de uma fazeoda ja desbotada, panno de
listras com matambese franjas ; lalvez diga
que anda procurando senhor, por ter pedi-
do para ser vendida, desconfia-aa que fosse
ssduzlda ou furtada por nao ler o vicio de
fugir, e se proceder contra quem a tuniia
so lu/.ula, ou oceultado ; quem a coudulir
rua da Senzalla Nova n. 4 sera com genero-
sida le recompensado.


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