Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:04427


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Full Text
AnnoXXVllT
Qunrto feira 25
DIARIO
n.*oo ii DBcaippio.
Paoiminto ADi.nr.no.
Per trimestre........... 4/000
Por aemestre ............ 8/UOO
Por nao .-......-..... l.'.jlll-'ll
PlOO SINTI DU TIIDUIII,
Por quarlrl i............ 4*000
atOTICIAS DO 1MFEHIO
Par..... IdeFevr Mina... ib de Janr. I
liaranbao 6de dito S. Paulo, al de dlio
Ceata... 7 de clin.. 'R. de... 14 de Frvr. I
Parabiba. JO jf dilo Babia... 17 de duo. I
Da-da un.
ADDinrolAa.
>
de Fevereiro d-l.R.S2. .
|N. 45.
PEM4MBIIC0.
3Seg. S. L'iaro t
Sereno.
2* Tere. S. Primitiva.
25 (,>.i.-iri. ge Cinaa.
2o Quii Torquatro.
17 aeit Oraciio do Hor-
(0 S. Antloiuo.
28 Sab. S. !'.. i
29 I)'un !. da Quarcs-
ina ; S Paulo.
luilodt Orpki
lr.. as lOboraa.
I. vara do civil.
3. i-(i. ao meio-dla.
Patenia.
3. e6. ai 10 borai.
2 vara do citar/.
4. e aabadoa ao melo-d.
Relfio.
Tcr9.11 e sibados.
xramtmivu.
ICreicente i 28. aa 6 horaa e 31 minutos da 1
Chela a I., aa 5 botas e 6 nilauloa di tard
Mlogoaote 11, aa 7 hora e 41 minuto da I
[Nova i, a I hora e 2* minutos da m.
laiimn dk hOji
Prlmeira as 9 horas e 18 minutos da manha.
Segunda s 9 horaa e 4i minutos da taide.
(ISTioai noa COBHIOI.
Golanna e Parabiba, ia segundas seitaa-
felraa.
Rlo-Craode-do-Norte, lodn ai qulntai-fetras
ao mel dia.
Garanhuna e Bonito, i 8 e 23.
Boa-Vlata, e Florea, a 13 e 28.
Victoria, ia qulntaa-felraa.
Ollnda, lodos oa diaa.
JfOTiciaa iiTRNOriail,
Portugal. l7deJanr.
Hrspauba 9 de dilo
Franca ... de dito
Blgica.
Italia.. .
Al,-,i,..i|l .1
I'r 11 si.i ..
II111.1111 1 1 1
Russia... 30 de Dezb.
Turqua. 29 de dilo
3 de dito
4 de dilo
i de dito
5 de dito
I di dilo
Austria.. 5 de Janr,
Mus .1. .. 3 de dito.
Baceta... 3i de Dezbr.
Inglaterra 8 de >anr
K:-1 indos 24 de Dezbr
Mnici. .. 20 de N' vbr
1 allfornla 2" de dito
Clilli 24 de dito
"urnoa-A. Id Fevr,
M'UiteTldrn 1 de dito
CAMBIOS DE 24 Da riTIBClBO,
Sobre l.ondrra, a 27 a 17 '/, d. p. 1#
Parla,
Lisboa. 90 por cenlo.
HITAII.
Ouro.Oncas heapanholaa............Jq/OOO
Moedaa de 6/400 relhaa......... 16>1i0
> de 6>4II0 novas......... 16>n00
> de4/l0............... 9/100
Prata.PatactJrs braailrlros........... 1/lrS0
Praoa columnarlua............ 1#20
Ditoa meatcanua. ....... i#80
PARTE OFFICIAL.
(Jommando das armas.
Quarlel general na cidade 1I0 Hecife, 22 de lece-
reiro de 1852.
oaoH do DU n. 70.
O na rechai do campo graduado comman-
danto das armas, em 1 resenfa ,1 s commu-
mcscO's que Ine foram trimsnitli las na da-
ta de hontem pelo Exm. Sr. presidente ta provincia, faz publico para conhecimen-
to da guarnirn, o effelos. neoessanos, o
1.1 ji/ Napolcan causou ao principio espanto e
adiniraco: doae horaa depoia cimrcou a 11-
vrar sunla opposico em todas as classea da ao-
ciedade; quasf que era geral em Parla a repro-
vacao, e nn se un vi, a Kranceaes sr 11.10 proles -
tos aquellas cootra oprealdenle.
. I'egam em armas oa socUdisl.ia lavra a gucr-
ra civil dentro dos muros de Paria, 00 ineiodaa
ras c das pracas ; o fugo brillia, o aangue cor
re. barricadas sobre barricadaa ae levautain, 1
tropa se in >ve portados os lados; quaai que
neuhum paisano mostrou sympalhla peloa sol-
dadoa ; a eaiea davaui vivas a Luis Napoleo ,
quem nao pertcncla a tropa responda coia vi-
vas repblica.
Dura o (combate d"us diaa ; Lua Diapoleo
revoga oa decretos que estabrlrcem elelcao pu-
rarnilia digna de lo lo o resudo e de to lo
acsmenlo ? Virtudes, valor, amor da pal
o da gloria, desinleresso, dedicacSo, nSo
IhavSo a pss -s mocos, que lstenlos r os 'la>
Esles grandes acoiil-cinu-ulos iiev-m lr>-
zerao mundo resultados ta'ubem grandes.
Sertjiosso palz. essa bella trra a quem
ludo quinto hn de b 'm conce iou a Provi-
gros do thronoquetiSo per s*us f ilos.si > dencia, para flore-cer e prosperar, tirar de
da ganhsr renome, a na. frica ern-Mozadl todos estes ac intecim**ntos a ligSo qne d'Ve
e em outrus campos de hstalha mostrara
tirar, eu n.lo posso senSo levantar as mSos
que se segu : Que por aviso de SI de Ja-
neiro ultimo expediJos pelo miniat-rio da Jbllcae iinmedlata; alguna l'gliiinl.lase or lea-
guerra, >e leclarou que S. M. o Imperador
iHiuve por be n por suas 1 tii-.l i.it.i ~. e Impe-
riaes resolucSes de 21 do inesmo mez toma-
das sobre consulla do conselho suprcm 1
militar, mandar queso segundo tenonio qu>rto batslhSo de artilhaiia a.c o Sr. Ha-
noel Oeodoro da Fotlseca se cont's o lemuo
de servido rntlitar desde 6 de ma'co de 1843
por ler-se na mesma dala malncuiado n>
escolla iiiililu, o esludado rom approvoiti-
roenlo, e reformar nos termos do art. 3 do
plano de II de dezembro de 1815 por estar
incapaz para o sorvico mililar, em virtuJe
de ferimeiitos recebidns em Combate, ao
SOldadO do qil.nto iMlalhlo ilf a'lllll ill 1 >p
Firmino Kraucigco Barbuss na mesnu pra^a
que oceupa com o solJo por int-iro.
Que em viilu le de diliberacac do mesmo
Eztn. Sr. presidente da provincia foi con-
tractado na forma dasdisuosicOos- vigentes
para so vir em um dos corpos do exercito
aqui exialenles eno huspitil regimenlal dus-
ta guarmcSoo llr. em moJiciiia o Sr. Fran-
cisco d'ASsis da Silva Ferreira, couseguiute-
mented termina que o contracta lo passe
a exercer suas funcr0es no 1. .iiili.m 10 de
inl.niaiiaein substiluifilo ao segundo ci-
rurgiflo do corpode sau lo do exeicilo Sr.
llr. Ju-r / .c 111.1 s lo 1:11 vi.li 1, que i'inliir-
cou para a corte.
Antonio fiorrefn Senra.
EXTERIOR.
distas comecam a temer que uiaiorea desgranas
osesperein no caso de vencerem os socialiataa.
porque nao tein um gnverno proinpto para
aubsiiluir a Luis Napoleo, e o resu tado oulro
nao pdile ser aenao a repblica vennelba: a
npiuio publica val tomando nova dlreccao;
j minios cidadaos apoiaiu ostensivamente a
tropa, felicitan! os soldados pelo sen valor e
aua disciplina, dao-ilies, pobres citados, que
Uea dias esliveram bitendo-se no uieio de diaa
nebulados.e de fras noiies com resignacao he-
roica, auaillos e soccorros, c os socialista! sao
vencidos e derrotados em todos os pootos.
Este successo foi dando forcas a Luis Napo-
leo, e augincutandu-lhe o numero dos parti-
distas.
Levantam-se logo drpois os socialistas nos
depariaiurntos; coimnctiem horrores aonde
venceiu, c horrores que parecen luipossiveis
na actuahdade, ueste seclo de lutes e decivl-
lisa^ao; horrores que faem recitar a Franca
aos tpinpos das f.nnosas iaqucriti, Lula
[Sapotean desenvolve extraordinaria energa, e
consegiie vencer por toda a parle.
A reaccaocm aru fivor adquiri com isso no*
Yoa element >s, e ginhou rsitaiitosauenle ter-
reno : dei d4s depoia daquelle em que elle dia-
solveu asseiublca e cooselho dees! ido, .1111111I-
lou a consiiiuicao, c plaulou a dictadura, j
iiinnensa maioria da Franca o apoiava, e deu-
llie provas drsse apoio pela espauosa votacao
dos dias 20 e2l.
Verdadc eque a Franca teni aeu lado defeo-
sivel nesta clrcmnstancia. Nada troiiie mais
forja a Luis Napoleao do que o levanlaineuio
dos sociallslas na capital c nos departamentos ;
que aeu sangue e suas vidas nSo erSo po< e os olhos agradecidos aocn, para render-
padns no sarvica da Franca.
NSo qnizeram po m osfancezeaa La
Ihe fervorosas gracas! Temos um monar-
chi, syinliolo de intelligencia ; temos ins-
Feiip',nroclamara'ma repub|ica;esae|regiai uossam existir,
s Ibes trouxe.sias consequencias ms e nj que garantom direitos, que nenhuma COM-
cessarias; a lber lade desapparec-u do p>if, IHulclo franceza recouiieceu ain la, e direi-
as nquoias se esconderm. ocommeroiiiu. tos JomoftaiUiasimo* iadmduaaa, coarto
minui.1, a industria docahin,as forcas soci >es da inviolahilidade do asylo, e do habets-
se forJo debilitando, ale que Luiz Na>ole3o Corpus, instiluicOes as mais sabase admi-
fogou a repblica nos deapreso com que era rav.-i-; he a nossa consiilui<;Su a terceira
nlhada, declarou-sit dictador, e disstaos hojeemidade, porque mais velbss do que
franceses. Piecisaes de um governo fo te alia sSo unicmenle a r-srta ing eta e a cons
que vossuhjugee comprima, pnrque Os 111- btuicSo dos Estadoa-Unidos ; lemos um solo
capaz da liherdade. E os frsacezes o ap- frrlilissimo, entrecortado de lauto* nnlliei-
plaudiram. ris de canees naturaes, e enm um olicna que
A dictadura de Luiz NapoleSo est pois fune as bondades de iodos os oulros cli-
aceits em Franca ; e o imperador da Aust'ii ni8 ; possuimos urna costa idint'avel ub e
oda iiussi., o o re da Prussia o appUu>tl- ooceanoall-nlico; oque p ecisam is para
ram lambem, porque nada Ihes causa tanto en poico lempo cliegaruios a altura e en-
horror como as assemblas e parlamentos; (randecimtnto que deve urna nactiO inve-
e Luiz NspolefO appsrecen lo a fr-nle de 10- J ?
cur 1 rtiiniini i'. 11, .i|il indi niiTiiiii), ,r cu' tra ea*a eutoiidade, era bastante que ellas
ranloexclui a uns e incluir onl'ogfida app-rec s-eni para tornar-se in lispensavel
na maiona que lem --m grande numeio de no lunar a piesenca de um magistrado 'X-
junlas por causa dos juizes de ia; cuj' e- nlm a lodos esses acontec menlus e as preoc-
len;)o presidio em 188 ; os governistas cupac'-s locaes : assim pois ordenei ao
i'iiirn isto alerta, e ufiu se deixam cudi-1 rhefe de polica inliiino que sem perda da
Ih-r. i lempo se dirmase ao teniiodeS J0B0 Me-
Uos actos do presidente nada consta por pomuceno, aHu d lomar cunh' cimento do
ora setiHuqiie emprega todos osseus esfor-
go.s na i'xecoQ.io dos r, giilainen'os Catados,
e rrorgninsacSo da gua da nacional.
II uirUi-liii1 o lela'oiio que o ex-presi-
tudos os fados oconidos. o que este ma-
Risliado cuuipno instaurando um piocesso
crime ieeica da ten ativa contra o delega-
do de polica, pelo qual liriirniii proouncia-
detito Sa Kego ni> rs luuu ao Sr. liarbuad! dos dous h-mii lalari'is conira quem actiou
pur uccasiSu da Iba t..i a tjovaarmo da aura- .ro, tomn lo ronh-cimenio da qoef-
das as ideias exclusivas do systema repre-
sentativo e liherdades publtu-s, orgamsa
um governo forte em Franca que correspon-
da a ordem de cousas que os oonaichas do
norte fundaram.
A Inglaterra e a Blgica sSo as nicas ni-
CAes.Cojos governns parece que o mostram
sympatiiia ao de Luiz Napulro. Que s'e en-
lenda que, como as cousas istSo. liada ten-
do 11 inda sido preparado por parte dos orles-
tuslss e leu i 11 mistas para futid rom urna mo-
Funlarmos em bases inalteraveis. o paz
e a ordem publica
Ten ha ni os paz e'ordem publica fiemos
assin ao esirsngeiru todas as garantas de
a-guranca e d propne ia le, quo bastsm al-
guna annos tara o Brasil mudar de lima,
e subir espantosamente /
Vite que bello papel ja nos representa-
mos boje petante a Europa, purque gozamos
ha quasi lies anuos do paz '. Gomo a ques-
Iflo do l'rati IIOS tem t' a/iilo niusi.ler ai; 1.1 !
uarc na constitucional en Pringa, se deva Como temos espantado a esies povos, a Bales
sustentar a Luiz NapoleSo, como eiclusSo estadas europeos, que nos uo enera-
da repblica suciallsla nu rommunisla, he vim seuo como una uacSo fraca, aiiaiciii-
natural, e mes no jatiiotiro; mas que secn- sada, iMbilada por maiuiia de escrvus !
sidere o attenlodo do da a co no obra legal! NSo ludamos al qui na Europt o credi-
e meritoria, passa isso as raas da raz0o e da lo que oeviamus Ur, e o qual tnih-ni ,s di-
justifa.
Mas l.uiz .Napole.io, que apezar de um lan-
o eslont-adn, ou audacioso e aventureiro,
CIRCULACA'U DOS JOIINaKS DE LO.VIIIIES
NewVoik, 18 do dezembro de 1851.
Em algumas das recentes folhas inglezas
encontramos dilferentes tabellas sobre a
CirculacSo dos jornaes de Londres, tiradas
dos dados ministrados pela repartirlo do
sello. Eis o q'je diz respeito as principaes
fulhts diarias daquella eapltsl :
I84U 1847 1848 1849 1850
Times. 28594 294U3 35225 30H)2 38ui9
Daily News. 11247 111118 H289 ''< XOo
Globo. 2440 2l08 J:|00 2012 18IJ9
Mornlng-tdv. 4728 47 Morolog Cbron. 4312 3a 19 Jli25-,.95 SOrfi
Sun. 2597 2904 54 5789 dtili
Moining Herald 5'>99 4824 42U5 36U4 :*ti* a
Moriiiug-Posl. 434 8l63 3981 2891 3645
Staudatd 3492 2107 2084 1722 1751
A. relacao em que est o Times para com
todas as mais folhas diarias he, pois, o seguin-
le:
1846 1847 1818 1849 1850
Times. 285114 20-oit 3.V225 3610/ 38019
(luiros jornaes. 38:>9 33915 315 8 '5147 24IIU
V-se por estas labr-Mas^ue o limen, fo-
lha estabeleci la ha muito tsmpo. c que ha
inultos anuos he re ngida como penoliro
iiidi'.u'ii.ie no de lodos os partidos, tein una
circulacaomuito uiaior do qup a de qual-
quer dos seus coulemporaneos, e urna cir-
culacSo que tem augnioutado com gran le
raid lez, especialmente nestes ltimos ali-
os un mesmo lempo que a dos oulros jor-
naes tem diminuido ou se tem conservado
estacionaria.
Alguna suppunliSo qui o augmento do
Times devia ser atuibuido ao systema do
imposto sobre os jomaos que existe en In-
g|.Ierra, que he de um penmj por folha, o
rfous slielliny e meio |. or anuuncio ; porm
como a taia he uualmeiitn imposta a tolos
os seus cuntemporan o<, lie claro que ela
causa nSo he sullieiente para oxplecar a
grande disparidade que aprsenla o aug-
mento rpido da CirculacSo do 71 mea, com-
parado com o de out os jornaes. Allribui-
mus antes este augmento a ser urna fullia
dirigida com habilitado e talento, sem a m-
nima sujeicSoa nenhum dos gran les par-
tidos inglezes denominados wliige lory.
O limes, no decuso de sua exisieocia,
tem atacado imillas vezea os eno< polticos
de cada um dos grandes paitidus, liem co-
mo as illusoes populares que se tem mini-
festado. Esie espirito de independencia nun-
ca fui imitado por nenhum dos oulros dia-
rios, que em geral p'ttticem ou sao i-
gaos de patlidus espectaes, locaes, ou na-
cionaes.
Estas tabellasapresentamanda oulra lei-
<;So singular, e vem a ser o augmento re-
pentino de um jornal novo, intitulado tailj
News, nos anuos ue 1846 a 1847, e sua di-
mmuicSoigualmente lapida us ltimos
dousou tres anuos. Paiece que este jornal
especie de urgSo radical, fui eslabclecido
com um fundo grande e vendido por pieco
mdico rom o lito de grangear urna circu-
laco grande.
Logo que vio conseguidos em parta s-us
litis, dubrou o i reco, na supinsimo deque
seus SUS cula lores contiiiuariaiu a pml-
g-lo. Us fados poim moslram que estes
iniiiii-diuiameiiii! o abandonaram em gran-
de uno.uro, (cando assim reduzida mela-
do ou a quarla paile a sua encureo pri-
mitiva. Este faci moslra que o publico tem
o uecessano bom senso paia nSo se il imi-
illudir com us embecos praticados pelos
tanganllOes.
Ha muilus annosque o Tim, em conse-
quencia da pusicSo a que at'ingi'a e sou-
bera ronseivar, tem sido alacadu por todos
os seus cumternporaiieas, de tolos patli lus
e denunciado comu caaveiiiiieiiiiio jornal
sem principioscomo llephistophilst da
prensa > Em uma palavra, uAo ha exptuba-
t,i> que uo fosse laucada em rosto ao jor-
nal que por ser bein uingido, prugredia e
prosperava i inmensamente.
(Nene -York HeralJ.)
(ornal do i.ommercio.)
tanto be iaao vrrdade que alguus aliribueu, es- lem minia intelligencia, espirito vivo, d-CI
se levauamenio desordenado c sanguinario a f ,.a0 e energa superiores, comecou j a salis-
plaiios do presidente, ahin de obrigar por este faer ,,g llllerMwl, prjm,ios da F.aoca, Con-
ii en lo. ecoin recelo dos socialista, a todos os I
hoineos de ordem a procurar asylo e reluglo !
uo poder c oa tr ,pi que coiubatiaiu contra '
cedendo lav.Hes. a indust ia e ao coutmer-
ci, f-ci litando a creafSo de novas linhas de
taesassassinos c ladroes,'
O ceno be que. orleanistas e legitiinistas vo- monto dos progressos nialeriaes e para a-
taram por Luu N ipuleo uoicauteute oa one- gradar a tropa, q ib tSo fiel Ine foi, deter ni-
fes amigos se absi veraut de votar, mas tam-' uou que se igualassem OS suidos de lulas n-
os votos testmas aos de guerra externa, e deu liahitus
reito ni nspi.ta-ei ; ranos coufunlidos
eum e-sas miseraveis >epubliquelas, que
passsm si ii lempo a mudar de governo* e
de insiiimr, s, ea estragar suas forcas lies
guer s ctvis
U oslado de paz em que se acha o Brasil
ha qu-si tres aiiims, equejalhe vai d*mo
tanto II iresi-i i enl'i, que esta augmentan-
do suas ren las, e deseuvulvendo seus pro
vincia-
No tpico Trenquillidade publica ,
vea res.msts cbal as injuslissimas ceusu-
r.is ni i_'id.i.s a presidencia a respeito dos ne-
gocios de S. Joflo Nepumuceno. O ex-Jie-
_sn|enie fez lu ni quamo poda e devia fazer
betn da a iiiiiiiisn(, i da jus. ira. 1. de
i-ih.il. acunlecimeulos que a i se derain
cen l el.ni i ii.le lie ii ilen le,nenie da SU). VOII-
Ud<, e sem que elle ospudesse pie-enir.
Na parte relativa a renda provincial vera
lamben! que a hossa receita teve notavel
eeii seiiini, llvenlo toda a piobablll lade
le um augmento de mais de l0u:uuu,oou rs.
da lenta airecadada sbrela oreada.
se igual accressimu ue reuda se liver ve-
i iin ,i ii em to us as provincias do impeno,
ne lis nigeira a n s pin que, ,iiu la me, e.i i. ule dosargumeni '
deiuaiiusdo augmenlo oe rendas de mis-
sas ailandegas, esta pniVadoquea piniuc-
Cflo crcsCo eopaizpius era.
( Carn particular. )
M ^AS f.FRvES.
Pxlralo do rtlatoriO apresi^tmlo ao Ecil ao-
tnal prtfdt'ite deita provincia o Sr. Ur.
L"is Antonio Ba'bosn pelo txm Sr. Ur
Jos Hicardo de >ri Rei/o, rx preiidenle da
ine>ma, por orensido de passar a udminis-
trafilo a leu tuccessor.
II. m e EXIII. Si I- ivul" S. m O i'lle
r.ldnr n une ,,lu a V l.v por rali imp-
nal de 22 de dezembro P. pessado, pra o
cargo de presi lenle dest provincia, de
que havia eu pedido e obti lo denussS
cumnre-me, em obseivancia di qoe dispde
o aviso de II de marco de 1848, mformir a
V. Exc. do estado actual ,1a provincia relali-
; esse estado v.-no-.te aos diversos ramos de se. vico pu-
Antes i'ore n que o faca, fellicilo a V. Etc.
feliz de paz, que perinittio ao no-so gover-
no crear e xecular urna uoliiica uo mi de .
;... ., pela prona de lia cotifidnru aueS. N, O le>
mi rosses pies-uie. do pan, mas de Hile- *___11 ."..-.";... ... ... .:._.......i. .,.
bem contra elle nao ae decl-rara..., ..
V^^ffSZSSSrtSSSl l*^*^ ~mUm*+**\imm futuros, e de influencia polines so- ^X* 'Ar>
que ror,aP.., o pailido de Lavaignac, Ma r.at! QM .w M osliilguiriai no coiobaleoon r b.e o-t.ossu conterrneo, das "".rgeiisdo < iipo,t,te provin... P*
'i us soc alistas Piala ; esse estado feliz e esperantoso lem v
tlilio c Arag, .
Atlos ae ouvia diur; Eolre o governo '' "I"" a eleicioo a nova organisacSq que
rnlluar e o demaggico nao deve baver heaita-, ella validou, eomeearain as festas religiosas
c.1o,- aulea o saoire dii auldado do que o pu- o civis em Honra do dictador. Te-Daum em
nhil do socialista. lodss as igrejas da F.anci. bailes nos estibe-
E i.esu pa le unliain ellcs rasao. e rasao de acunemos wubllOO'. saraos as diversas se-
aora : be preciso v,r a Pari, para coul.e.er o creur,HJ ,,a E( ,0 receprjto as Tulheri.s.
que hen blusa, o que he essa -- arraya niiuda. ..._,.,._ i 5 ,. ,____,.
-- na phrase .xpre.lva do nos.o Fento Lopes! e.u f'Umei.lo ao cnefe de Estado com to-
com liguras palibitlarea. oihos de tigre, u di as
de di.ir.ae. i i (.,. -1 i i i p i. I i, m | u i. i da to-
llina albeia, do sangue du ari.iocrata e do bo-
das as formalidades no inmerjo.
Paria, e a muii part da Franca achSo-se
da, com ludo, em esta lo desilio; ha aind~
iiieiu rico ; se vencesse, teamos aa tuoustruo- prisiotleiros, Como Chaogarnier, He leao, Le-
sas .cenas da prlmeira revoluta., os luassactes bloe Laujoricire; Thieis foi expelliJode aua
patria.
una escolha que lano ab-nao ze-lo e tino
adminislraiivu .lo i e na' nbmete.
Tronquillidade publica.
Milito me InuOgeiu poi poder asssegurar
a V. Etc. une a pruvincia se acha irmiquil-
n axioma, urna regra ,# f qu(j -nj^ ^^ m,1h p#f| ^^
S" que esa 'estado l'aongeirs ve.lia a luUVar
alt"aeo s giacas a ndole pacifica de seus
modihcadu a o.imSo da Europa a nosso
resprito, e trazido importaucia para o nusso
tila
Continuemos : um e outro partido acei-
FRANgA.
Serenou a tempealade. Pars e a Franca ae
aubordiitatam a Luiz Napoleao: ludo Ihe cor-
reu a mil tnaravllh.s, c a declao e energa que
Ihe descobiiran Irouierain para aeu partido a
todos os timoratos e causaran! sustos aos aeu*
adversarlos.
Para cenbecer ei:e povofrancez, para deae-
nli.ir-Ilie a pbyalooomia tnovel e iucoostanle,
dos prisioneiroa as cadeias, e todas aquellas
peripecias que nos coma a historia.
N'ao. nao devo ser considerado auspeito;
quaudo me leuibro du golpe de estado de L lia
apoleo, exaspero-lite aluda? custa-iue ocou-
ter a rrptovaco que dou a aemelhaute aileu-
tado, purque cu sou por excedencia lioiiiein da
Ici c de ordem e se censuro e couiUalo os mo-
viineulos anuadus e revuhas populares, aeusu-
ro e combato liuineiii us gospes de estado dos
governos coulra aa iusiituicVa porque am-
bos siio para miin crimes e criines grandes.
Mas realmente a quesillo i lie,; >u aqu a col-
locar-se iit-ale poulu: ou leu/ Napulcao dicta-
dor, com dea auuos de goveruo, com pleuus
poderes para dar Frauca as iuatiluices que
quizesse; ou a repblica vcrinelha, demag-
gica, socialista, coinmutsu c sauguinaria.
Ao mellos com o governo de Luiz Napoleao
ha [ii.ii.iii de vida, de propriedade, de familia,
de ordem e Irauquilhdade com o dominio
cuiiimunista quem pode dizer aloude ebega-
11 un os horrores?
i'.uieu.i-. que os partidos monarchistaa ine-
Ileo' I .i .ni, ae se iiveasem abatido de votar ;
mas leudo querido votar, nc iiuhainoulro re-
medio aenao fular por Luil Napoleao, deiiau-
do adalas pata o luiuro as suas eiperaucas e
desejos.
E i' na a votacao, be claro que o pove-francez
deu bil de indeitinidade a Luu Napuleo e va-
l.iou sen pudr e aua autotidade: nao ha mais
que ptocurar boje a sua utlgeui impura e vi-
lenla ; nao lia mais que uuur o conspirador de
Mrasbuigo, nolouba e Paila. Luu Napuleo
be ir 'je autotidade constituida e leglisada pe-
la nacao francea.
lidie ludo depende boje : ttabalha para dar
Fraoca urna consiiluico que parece aer mo-
delada pela do .luuu VIII Ua prlmeira repbli-
ca, com una cmara legialaliva, um aeuado
conaervador, um couaellio de calado cuaaulilvo
e um prealdeute por de anuos com ampias at-
IribuitOes eieculivas, e iutluludo po.ierosa-
meute sobre lodos oa ramoa da adiniuialraco,
de modo a propnaiiieule dever-se couaiderai
nico poder do ealado.
Se fur feliz, se der a Franca pai e prosperi-
dade, aeu uome tumai pioporcdea elevadas
na bistuiia, eoserroa da sua mocidade aero
compensados pelos seos bous felos futuros
Se fur poim deagracadu, ae nao salvar a
Franca, nao pasaara ue um dessea liibuuos re-
volucinanos, couiollieiul, .. i vana i,| a, OU M I-
z mello, que a aerveiu para hroes de melo-
dramas.
.s .lo.- o passado se nao pdde voliar, ot ros
andaiu paia oi.intr, e nao retroceden! ; oque
eal irn i eal leilo o que cmiviu he ulrjar pa-
ra o futuro, e prepaia-lo. ainn de que oa pnu-
cipioa deamorali.adores e auarchicoa nao cuu-
suiuam pelu e,narao a orgauisaco social: uao
sao .o,nenie oa tumultos maieiiaeaque aao peri-
gosos ; a vetea tiles nao ..llrct un aeuaoasii-
pn ir ie,,i i auciedade, eulrriauto que aa ideias
a o o no, ,-. e iiuui.itaes ae euiranbam pelo selo
dus espltitos, toiiiam l railes, e miuau-lhes
al o iiiilmo.
Paiece que o dedo da Providencia andou nn
todos ealea accoiiiecuueiiloa da traiica para
castigo .1.1 l.i : oa crimes de soduma e Gimorta
truuaeram-luea a colera celeste e a auuiquila-
co. Paria e a Franca lem lambem grau-les
peccadua, para oa (uaea, ae as p uaa nao de-
"in ser lo pesadaa e ci ueia ao uieuos deve de
baver lguma peuiteucia.
Nunca us fiauCezes gozarSo de tanti li-
li ni .de romo no loinpu do reinado de Luiz
Felippe: era o modelo do re constitucional;
era a persomlicacuo do mouarclla inlelligen-
te, que, como qnalquer subdito, sesujeita as
luis e as iusliiuicdes; era demais o Ii nue.ii de
bem, o pai ue lanilla, o esposo exemplar ; e
arda pela Fianca con um amor, e Ihe dedi-
Cava tal zelo, que nunca a Franca prosaerou
tanto, e tanto ae enriqueceu, e tiuiiCa no es-
traugeiro fui seu nume lio estimado! E alen
baata a historia do mez de deiemliro de 1851. .
ApuUicacao do golpe de estado dado por | Je ludo isso, que limos liaba essd re I liue
A, esar, porm, de todos os ares festivos
que-e do a I'a i z, lis como quo tiltil Som-
bra negra que scureco seu horisonte,
traz-lne um.cor de tristeza o inilancotia
he >lla sompre uma ci bem nao pussuindo aquellas longuissimas
ruis de magnilicos palacios como lem Lon-
dres ; se Ii -ni 1.11 ni lo-lhe aquella liaipeza
e us.mu que caracieiisa n goslo inglez, ges-
to quo se ievi i no inlciior da fauilia, nos
templos, as pracas, lias ras, e has campi-
as que se estn leu por lo la a Inglaterra,
eque oucanlain os olhos, Paiis tem todava
f ilieos que allraherr, mais ao estrangei>o,
que o captivam mesmo, em grao muito
mais subido do que a melruple da Ingla-
terra.
Entretanto, quem conheceu Pars no co-
meen do reinado de Luiz Fnippe, como eu
a rouheci, ea v agura quaudo esse reina-
do terminou-se, descobre-lhe urna dill'-iren-
CS no s- ii material i|tt prova a dedicacSoe
goslo deste desgracado re. Tres grandes
monarchas leve a Franca para obras publi-
cas, para monumentos grandiosos, para llo-
tescimento das artes: furanT Luiz XIV, Na-
poleSo, e Luiz Filippe ; qualquer dellel do-
tou esta trra culi obras ques losleridade
conservara em giaiue valia ; qualquer del-
les fui um grande monarcha.
tiliiai i ara esse riquissimo rastello de
Saint Cloud enm seu pilurescu parque e suas
gigantescas cscalas; olnai pa-a o grande
palacio de Verstiles, e seu solieron uiuseu
de pinturas, esoulpluras e mo d s, e seu
sumeluoso j ir.iun de estatuas e repuxos;
olhai para o Loovre com suas extensas gal-
leii is,, ara asTulherias, para Foulaiitebieau
rom sua floresta o seu edificio i histri-
co ; oihai para as igruj >s S. Vicente de Pau-
lo, da Magdalena, do Paitlheon, pa>a o arco
do Triuinphu, para a praca da Concordia,
para esse magnifico obelisco e suas foules
e suas figuras gigantescas ; oihai emlim
para toda a cidade de Pariz e seus arredores,
e vir-vus-hSo lugo a memoria us noiiies de
Luiz XIV, de NapuleSo, e de Luiz Filipue.
Mas, repito, pesar de todos os meltior i-
m,nitos materiaes que obleve a ci lade de
Pars, ella me nao p.rece cono no ladino
de Luiz Filippe, Uo risonha. tSo alegre, tSo
pioMinle a como era. As Testas de lioju as-
seuiel iaiii -e acomedas que se represen-
ta tn, e enlSo eiam naturaes; entSo toJou
povo fallava o que quera, dizia o qua Ine
agradava; hoja s se pode dzer o que si
,.ei iinlie, u os peno lieos S ..ulilicaiu oque
a censura sppruVt, e uem te |le ler |oi-
naes da Inglaterra e da Bilgica, porque o
goveruu pru libio a sua un i o nirr.i i.
Us espmlos eulrelanlo uo devem estar
quietos. Si lie n q ni na ia u-sun manifes-
tar ; gran les acutitecimeulos p.ssa.n pelo
mundo; o golpe de estado oe Luiz .ap-
le io trouxe cu.nu consequeucia a revogacSu
da con-tituicJo dos estados austracos, que
o i ii,,ei,.d o em 1849 Conceder a seus po-
vos, e a queda ue lord Paltuerslou, ente
inintelligivel, porque sendo pela mxima
parle revoluciona! io e anarchico, reuna
i ie is as mais disparatadas, aculando aqu
as ms paixOes demaggicas, all animando
Invaiiavel para ambos; uniSo pela suslen
tarjo ua ordem publica contra revoluciona-
nus; uniSo pela diguidade uo puz coulra
estriugeiros.
Pereira da Silva.
(Jornal do Commercio )
INTERIOR.
MINAS GERAEs.
Ouro-Preto, a de Janeiro de 1852.
Tem chovido oestes ltimos das que he
cous muita, sem lo UVia chis r estranhess
por ser esse o estado noi nial desta trra to
alta como monlanhosa. As vezes rompe do
sem das nuvens o s-.l to tu I i ne que pa-
rece que o uipu muda e ce.-sa a chuva,
mas dura pouco essa .- '.....r ; em um fe-
char d olhos ludo se Iransturna, a cidade
Si Cobre runo que de um su lario de peini-
lla que vai engrossando ese transforma em
nuvens que se converiem em copios>ssiin>
chuva. Dahi vem o dizer-se co u munu a-
cerlo que nestas serranas o sol he o symu-
toma mas significativo de proiiuia horrase ,
e vice versa.
O regulamenio do registro dos nascimnn-
tos e ubitos continua a encontrar alguma
opposicSo da parte das classes menos illus-
tr-das nos municipios mais temlos, mas
confio que com as providencias dadas pelos
governo ella cessara de uma vez. Se uo
fra o amor piopno de alguus vigariosque
Se jolgaui offen Hdos com o que elies cha-
ii.a,n apaixonadameute lep-iidancia dos
escriSes de uaz nos dos de su ministerio
oem o part lo que ceit is op.-os eiom-i..s
exagerados querein tirar de todas as medi-
das ai ida as lllais salul ires a lopti.l .s p lo
governo, coja poltica delestam, estou que
assim esse regulamsnto, como o do censo,
lien Ii u na O ipo.ieo lie..... e ie i la lo Seus
inconvenientes, qu-e-qu-r que ^ejam, se-
riam recuiiiecidus na execucSo, e o gover-
no logo que os hou'esse reconti-ci lo, mo-
dificara as ilisposiriies que uecessiiassein
de lelo 111 i SO II bulla neill lliltiilldll, i ulc-
pe lente de qoaiquer agilac^o no espirito
publico.
M s nSo he assim que as cousas sueco.lem
no nosso par/. Os ubi ti los nlo eXUematn
q o- he adininistraiivo do que ne purameu-
11 poltico, -quilo que inieressa ao pa< em
si mesmo daquilio que s serve aos interes-
ses de uma o,.tinao. Hasta partir uma imt-
ui la qualq.jer uo governo pira ser comba-'
tida, emuura tenia a produzir resultados
meramente.administrativos, sem o menor
a le 11 ice poltico.
Por tal modo est o paiz acostumado
ver em todas as provideuci-s governaiivas
urna in cliim de gue ra co.ilra a uuposi-
C'io. um meio de se perpetuar uo pod-r o
na i tolo dumiiiaiil--, que anula iioiilein me
di/.ia un oe, iisieio.it-l : a Por mais tral i.-
que o ealiet;. paia saoer qual o apuio
que o .ov.-ruo ciual es u-.a eiiconlar nos
legulaiii'iulis do Cdiiso e ieg slro dos nas-
ciuieiiijs eubilus. peic o-in en milnares de
eiiuj i-ciu as ; eiitretiulo, o que he certu he
que o gnv Tuo espea delles alguma cuusa,
alias uo teaia turna lo o trabalnu de os Ca-
ler e de velar na su eteCUCau. a
Ets-ahi co nu a luta cunstaniemonte des-
leal dos partiius polticos lem pervert loo
h.im senso do pK, a pomo de '
permanente desconfianza cont
actos do poder, anida os mais
inteiesses do da.
haliitautes, ao >eu amor ao IrabaUo, a-
cnnvi edes em que seacnam quasi todos d-
que a m nnleiie.io da .o! m he una das
e nidices indisiiens>v is para o des-nvol-
Vimenfo da pros.ieridade publica ; o Como
tratando da tianquillidade da pr.isincia em
ger-l idlerecii-se n.iluml nrulr cousiders-
r.io i, e-la lo do .su'.mane i ni lividual, ae-
e seeniaiei au quu licou il'lo no meo rela-
xa aposentada cunira o mesmo delegado,
, roiini enni-o e uno mndame dos titos
disparados contra o bacnarel Honorio llo-
irigiies oe Faria e Castro, coinpreh n leudo
na me-ma pronuncia como mandatarios
loas il.,s i rs-o. .-. qne furmaram a esculla,
NSo tendoain ia sido definitivamente jolga-
lOS esS' S loiii r-s iS, nada mais cump e-uie.
i r > ii i ii a esie r, peii i r1 e na otpusi-
eao que me diriun n refel ido chefrt de puli-
la em datado 14 lu mez p. passado enouu-
ir.raV. Exc. as infoimacOes deque pussa
arecer. "
No districto de S. JoSo das Mis-Oes do
nunicipio da Jauuaiia, eiistin lo ha longo
lempo urna numerosa leuuiSu de escravuS
l'ugi os, ira ton a au ton ia ie i n ieia I de dar
P'ovi leticias para que fossem caetursdos, o
lingn lo-se au lunar do quilombo ronse-
gUIO prender alguna dos eacravos ah tefu-
~i.i los, deouis de gran le esisleiicia desles,
u de um cuiiiii.vo de 5 horas de (ugu. do
qual resultou a uno ir de cinco ou seis dos
mes nos. le une lo de oulruS que se eva-
loaiii. ficando t ni.h-',ii Invernante feridus
dous huiiiens dos que com^uuhama Torca
reunida pela autondade. Ao zelo e ener-,
-la do suli lel'gidu do dislncio, O CJdadSo
Vicente Ferrena de Souja, se deve o resul-
tado de-sa diligencia, co u a qoal consegaio
nssij.r os ice 'ios que manifealavamos na-
in.iini-s do lugar.
A cidade e .. ume jo da Diamantina t mu
illiiiiauunti! sido tiiealro de algUUS nlleil-
tados graves : logo que Uve no, ic a desses
acuuieciinentus in ,n,l -i ieior ,,ir o ueslaca-
iiieuio policial que buje se cumpe de tiin-
ta pracas, hz uiudar o comniaudaule do
oiesuio Jr-lac imento, e ordenando por D-
ter.i e no do chefe ae polica lulinuo s au-
loildades puljeiaes que empeniiassem lodo
o seu Zelo o a. lvida ie paia que to-s m pre-
sos e processados us indiciados um laea crl-
ines, iec imiiieii le taiubem aujoizdedl-
leilo ua comniarea que passassea residir
temporariamente na sobre,lila cida le, alim
ie facihur a arraa a justca dando as ins-
iruccc deque caecessem os autoridades
suh.lernas.
Pelo que respeita admitiislraeo da jus-
Uva durante o auno q io ,. osini oiieui fin-
'Ou, na i possoanda avaharos seus resul-
tados em cons-quencia de nSo estarem col-
hgi.ios todos os dados sobre que poderia
aSSeutar o meu j lizo | leu lo poim expe-
d jo uma circular a lodos os juizes muiti-
ciuaes, alim de que nos primeiros 15 dias
do crrenle mez rem tlessem-me urna in-
lo ni,,r; mi acerca lo umnero das sesses do
Ju.y reuiii las uos-u termo uo numero dos
.in.cessos jnalos, dos reos absolvidos a
con leiniia ios, bem c imo das sessdes pre-
sididas pelos respectivos juizes d i.oireilo, e
pelos s. us substitutus, recom,neridando-
lonodeide-goslo du anuo p. passado o |,,,g ou,ru im remBlieSsem guaes in
que depuisdes-a poca tem occo.ndo. i fna,0as ace ct dos dous anuos antetio-
A tentativa de hoitiicidio p.atic.da c.nlra res, com ellas e vista do mappa eslalisca
atesso. do cidadSo Nomuiato Jo,e dn A,- Sll)u u >,.cie;,ria policio lica-
sis .del. gado de i olida do Mno deS. Joo ra% f h.bilit.do ,.ra formar umjuizo
\e,,omuce,.o Ou fo. ni zm-me o nico comparativo acerca desso ramo de ser.ico
fcto dessa urden) ,,\t cnmnie Udo. 1'OnCos
das d-pois d-quelle aitenlado igual lenla-
la, iva appareceu cintra urna das pracas do
ii slaeailiento ; e tratan io a aotorid-de lo-
i' .1 de instautar os compelenies pioce.-sos.
uo s por aquello pritnei'ofaclo, como pe-
lo e.p. ne une .io que occasiutira a* niorte
lo major Jus Gtlniel do Moraes II ayer, pa-j
ra cojo fi a proceden previamente a priso
lo bacharel lluiiuriu Itodngues de Fario e
tiasiro, aquem as aulori miles loches, rel-
rm lo-se a o. nio i uhlica. iudicavam como
um dos mandantes de Uea mentados, de-
nos de eil eiuali essa piis.lo, e na occa-
| lili ICO
( oiiiiiiiinit ailos..
0 MEDICO D POVO.
0 primejro dever do medico he acodir
promplamentn aos pobrea: nislo cumpre
a le da t- i_ i"i> n da lio iniind.do.
No dii 12 do correle s tres li ras ds
larde cheg-n lo a casa depois do pequeo
gyro, quei c sumi faier, ac iei o Sr S v-
siSo em que o lefem.'o bacnarel era minel- >"**> ''" >"^s' l0' "" lbur*f
Udo com um escolta par. a c.deia desta ca- 0 ".' prneurava para ver siunihuM.noel
seerino dos Santos, que suffria hnrhveis
lurm mos por oSo poder varuar as uU'inas:
pilal, um oulru h .micidiu est-ve anda a
unto du cousii nina i--e, e assim cumpl.
em lo-se ca la vez mais o e-iado dos neg- -
eos .l.qoeile municipio taveogo-omo de p-me suspendeo-se o joo da^,,o r.iia, elo-
io,nar providencias le out a O.dV Al o 80 co n0U a fazer eaforCai. c-d vez mis
momento deslo ultimo successo nenhuma enorg,co.._e semp_rasem resull.do : lidan-
111'tlllFllitl 'i' ,1IU nutra nocessidade a,-precia set.So a de fur- do e-sos dus u.frueiu WM come-
talecera aceo da just.ca para q .e nSo fa- C-i'o aapparecer infla niiiac-iOu.s pa. es
liiasseapumcsodaquellesque Uo repel- K-nt.s; o ext emoso pal polo' costas
lmeme h-viam Hulado contra a vida do etrouxa-o WrSU **++ JJ"f"
ritadSo; lano mais imperiosa se moslra- de de uma seuhora cujo nomo lio declaro
va essa ueoastida le quan lo as vistas dusas- Porque recelo olTeuder a sua molestia ) mo-
sassi-.os c n-c.va.n ja a elevar-se do ci la- r.dora no pateo da matriz de Santo Anlo-
d lo iuolleiisvo para os agentes dra.turida- MO, o recebo p-ra miiilalrar-lhe os socor-
de puhl.ci. E n taes -circunstancias cun- roa que a religiflu niaiiua prestar aos neces-
r o dever que me caba, nSo s franquean- sitados
do as au ori lades de S. JoSo Ne..om.iceno O pai do paciente conta-me que, logo que
lodosos meios de acrSo que o governo ti- chegou. fui chamar um dos Senhores me-
nnaa sua nsposicSo. como ivcoa.meudan- dicos 11 .p.tnas, que recus iu irverodoeu-
do-lhe, todaaen-ig.ae solicitud para te. dizendoque nSo l.nha insiruneulos pro-
PU.HC..U doscrimuiosus; e se desde logo trios i-ra semeln.ules opa ac-s em cnao-
uSo hz seguir par, o lli-airo desses aconte- C" i o ind.git .u um outro seftlior que lam-
cimentosi. chefe da polica iiit-rino da pro- bem recuso .-sa ; porque ras io i.So soi :
vincia, foi porque este magisir-do achava- a caritativa senhora ven lo tantas delongas,
se enearre-du de uma oll.geiicia igu-l- que s eram em rapuzo do desventurado
mente imaurt-nle no municipio da Oliveira, meuiim m lOdoU chamar o Sr. professor bo-
alem de -iue nenhum mutivo imha eu para'" ceopau.a Gosset Bi out, quo e.Undu a
suspeitar que as autoridades daquell'oulro salnr pa a fra da oda le, deu um reme.no
municipio laltassem ao seu dever. O ul.i- que entendo apropriado a molestia, e uis-
mo alternado, porm, mudava a situacao sa ao pai do meumo que me Procu'aSM,
das cousas, pur isso queera explicado por no.s elle nSo po.M ir fazer a operacSo por-
d.ver o mo lo, dlteodu uns que para l ar o que tulla ressa de acudir um outro doen-
I...C arel Honorio II. de F e C. das mios da te que se achava mullo mal. ____
escolta na.ia.n se emboscado em cam.....o Apezar de me .chai andigado eot' Igum
tjiiuai iid'ioiii oo otiii/ujiaio vjii (iiimiiiu .-'-.-- ------ ; -,- _-
.Iguuias pessuas do sua cu,.lianc. que. fa- exe c.cio que linha fe.to o pelo intenso ca-
z.mdo fugo sob.e os q ,e ocnduz.a.n, pro- lor qua p-reci. suHo.ar tu o. .comp.nl.e.
vucaram o couriiclo de quesa.nra lertdoa- o pO oe ,.i. echag.do a e.si'-'
quelle bacnarel ,- e releri ido oulros que o guiou-m-, aoie. o pequenc Ouin fecOes de
delega io de polica, aouu.nipao piano de padecer gra.e e prorundo; entre muilo ele-
tamil .ar os das do preso, calculadamente vado e doloroso, e a bextga da ounua des-
o entregara a urna escolla encarregaala des- tend l. al n au uinb.go : pouca esper.nca
s- trela, em cuja eisoaeto recebora o mes- d.va de feliz resultado qualquer que fosse
mo preso os UrJs de que folizmenlu escapa-, o alv.lre de que se noue.se oe laucar -alo :
cintos us mais lories eexlreinus.
. mandado; nos lugares em que espera vea- sasSo, e por mais fugitivas assupetUt cuu-
MUTILADO


desenvolvimento de urna p-nlomto, prati-
quei operado seis hora di Urde, o
nem por so >1" p'omas rsut'Dt Hel-
ia raro de e aggrava ; 8 demais omine
comeco liiQnr-e no tea lo j. mfl* n-
wmI.'S, appareceudo nu outro di signaos
de cangrena, e O requono sucumbi!!
lid bom dlzer de pane-gem quoqueondu
o Sr. Severino que se fizesse a opperacSn
coro o clorolormio, 8 iiSj o leudo eu, da-,
se-lhe que fnsse comprar ou pedir a algum
doj Senhores bulicarios .por estrila: alguna
8 quent recorreu nBo In'o quizeram dar por
esse preco, e nao podi-ndo liavor mais de-
mora, porque est.va muilu pcrlo da nuil"
vi mu ortri^mlo a ir a um do* arsenaes da
assoladora allopnthia, e OiaVr ao seu mol
..iui iilmtnisirador, que una vez quo ullo
ponia dar o cloioformio por asmla, que o
dcse por minti conta : prompiamente o
caridoso rndante p-B u o remello, e com
toda a genoosidade lio'i de uiim ogeu va-
lor, maullando hnnUm recelar minlia ca-
a a B'guinle cunt :una onca de cloro-
/ormio, LOuOris: um vidro para o dito,
ISUieis; los, 80ris:Osis a caridad-
do SiMih.n.-i boticarios, quo lanero tinta
guerra a humcoopalhia, onda os pobres va.,
encontrar sempre soccnrros promptos e gra-
tuitos !! e se este remedio, que por ora so
se gasta em occasiSo de O|ipcra\0es, que
n5o slo freqoenies, o nobio e rico boticario
nao pO le dar par esmola a um pobre, u que
seria ae se iratssse de urna garrafa de mi-
de 1.1 iv .mi ii ou outro romo lio caro? E
So os Senhores boticarios ( salvo aa honro-
sas exc-pcOi" ) os maia enralecidos inimi-
gos ila lino,<- .pulii ., os ir- i.mi qui sus-
tentaram o Jau-U'XentD e o distnbui a n
gratis; s drogas drssa qualiiade poderiain
ser dailas gratis as boticas!!
Kllei teem loJa a ra>ao : cmquanto o po-
bre vai a um dos conaullorius recebar, o
que Ihebe dovido, a consulta e omelica-
mento gratis, nao vai a botica dar dinhei-
ro, iminue o ganho oelias, e deixa o ca-
runcho apoderar-se das drogas, quo assim
mesmo sevoiid-m: ocaso ho# haver quedi
procure: mas os amigos cansar-se-ho de-
bable, e o Jan Bixuiile, como dizein que
acontece as cigarras, cstouiou..... de tilo
ihi-li.iil'i II.....
liesenganem-se : a hnrrosopathia nSn tero
mel de-si guerra que Iho Ut o MpilitO d-
interesseou a ig orancia ; de cabera ergui-
da, e possuida de nobie orguibo, com pea-
si degigant-, e seguro vai por lo la a parte
esleiiden.lo .seu dominio, zonihaudo dos vis
e poqueoinog, que com as armas 'tu Iran.
o da civar.lia p'ocuram olluscar os ben-li-
cios aem numero quo ella t-m prudiga-
lisado humanilade, e as vanlageiis que
tem sobre qualquer outro syslema deco-
rar: a homOBotalhia be a Verdad*, e c*le
he a luz mais intensa que ollusca todas aa
outujp.
No in.iis cada um faca seus. entes di
rulo.
Consultorio horrcopalhico, ra do Col
Iegio, n. 25 primeiio anJar.
Dr. I.'bo Hoscoso.
RKOLOGlA.(*)
A' 8 horas d-, tnanh- do 25 de IWereiro do
.um.> |.i^.i,t.i, t ill.'irn Francisco Ferreira nr-
relo, cavHlhiro d.i Orden. Imperial d Cruzei-
:.(-..ni tu,'ii l i.l.-r da de Ula-rlllO, preg.v.ur la
Imperial Caprlla, examinador synudal do bis-
pado te |Vriiam>>iico, fldJUOClO da aMOOiafAO
da U no mesmo bispado, ei-director O lyceii
Pfrnambiiran r pariirhu collado na igrej. ma-
Iri de Sao Fre Pedro Gnncalves. A nenie veto
juuoir eaia proyinii. uoi do* sem mais dig-
no- flihos, s lettras um. cultor desvelado, -.u-
ciedatle i.....nembro rcspeiiavel. e rellglio
um aposiolu n.| e fervoroso. QueiU uo deira-
mar una lagruna de btlldade ^obre o tmulo
do ministro ile Ueo, que lana* lagrimal en-
ligou du mendigo e vluva desvalida, c que
estentl'a sempre a ni u compassiva para o or-
phao submergida nos horroie da miseria?
Quem nao vira pronunciar unta pal-.via "de
amor e pirdade junio ao lello lunebre do pas-
tor virluoio, que durante a IUI peuoaa peii-
grioacao peala iniimlo umita j*'equeceu dos
preceilnt do Evaugelho, fui Ulll comanle ar-
rimo da pobreis, um dos mais bell-.s ItpOi da
caildadr chiisia ? O tmulo uo pode ibal'aro
aeu roiiif, porque esse nooie iibeucoado pelo
poro he repetid. no meto dos c lOtiCoi de giaii-
dao, e deaperla rasgos que nid se perdem na
vorageln do i-mpo. A sombra que se dilluude
na olido, a luz melanclica e tarda que re-
flecte no redothO agrado, a tristeza e o silen-
cio imprems no mouuiiieiito lgubre que
avulla un templo, nao arr.jaiu para longe o
viandante que ah pasa*i ma Indlcam-lhe o
termo de urna eiiiP-neiasingela, de urna vida
pura e seiu mancba. I non porque afa*lareiiiua
a visla desse lugar onde iu sublime, onde nido TaMa a Mnguagem do mais
elevada seniiineuto ? Por que Ijucareo.os um
veo t>obte esetiquadros luctuusos que se dese-
nlia m as tiev-s, por entra os esc uros ej pres-
tes? Ymi visitemos o tmulo do homem jusl
paguemos um tributo a memoria do cldadu
.benemrito, do sabio seiu irgullio, do amigo
sincero, do sacerdote exemplar e veueiaudu.
be m'io temos una flor para depositar no seu
jazigo, temos um coraca que vive por rile, e
nao prostituiremos os develes da aiuisade c do
recouliecmeuiu, quaiido a voi da religlAo
troaraos nonos uuvidos, e exigir de ns as jue-
ces c os ptalmos.
A iiiiu i que l tiii.-hi.iuu-. hoje nao lie um
golpe que pansa oesaperccbdo e Sfin eslroudo,
porque a existencia que tiudou ha pouto eia
ii ni t il ir i -i.- iii i|:i iv,i com lodo o vi^o da mu-
cidade.aluda nos gtlosdoinveruo, Que outiein,
alravessando como peregrino o louro eserlo
deste mundo, n-u deixesse iinpresos na aia
os vestigios de sua viagem, e as mala piufond.*
recordates nao l'.i. i..->- ni por elle, nao futa pa-
ra admirar ;iuas se ai|iielle que v to, resignad e alegre, cultivando a viilude,
honranno a sociedade com a* suas aeces e c
Seus liabalhos, osse condemnado ao esqueci-
nento, e sobre a sua campa nem um ai se des-
preudesse, lora mal que inju*Uca t us oao a
comiiieierlauus em Uuipu alicuiu, (jnem co-
nheceu o vigario Itarrelo beiu pode avallar a
perda causada pela sua mor te ; ao uteuos, nao
seremos tao desarrasu&dos, do ns actos de sua vida, e apieciaudo a quali-
dades que o enriqueciam, Ihe neguemos buje
urna espressHo do uoaso altelo e rcspeito. >-
elle morreu, uo he sobre a suo gloria, ueui
sobie o seu uome, que lia de peiar o sello da
inorte, e quaudo as geratdes que te levaulam
le em a sua historia eslampaua no inarmore,
ou reproduaida-coiiio tradicco popular, quem
Ihes dirque srjaiuiiieusiveis,que'eBpqut'Cm
do passado .' O Julio Imparcial ja estar profe-
rido a esse lempo e nem o oliiar sombro da
iuveja, nema vista Terina da milediceucia, po*
deao embaclar o astro que brilha sobre o se-
pulchro do homeiu virtuoso.
Lducadonu meio de unta lamilla honesta, o
vlgario Itarieto recebeu I' go ua infaucia os si-
lutares principios dessa religlo suave, de que
soube lser tao bum uso at o derradeiro mu-
meuto de sua existencia As inelbures disposi-
(des naturaes deseuvulvldas com a educscao
luals aecurada e melbdica produiiram em
pouco lampo estes Cructoi brllhsote*, que ao
pi imeiru desabrochar da vida J parecan sur-
gir mponlanros e graciosos, a carrelra das Ul-
tras atiranta lodas as sual attenedes e desvelos ;
o Imiueiiso espaco aberlo s fadigas Iliterarias*
o vasto campo das scleoclai, eraiu o ponto para
o qual su*s villas se dirijan, e oode elle pro*
curava ubter urna pusIcAo que(o honraste- Bem
depressa tao bellas tendencias, que *e manires-
i ivr.ui em a idade, ciiegaram A sua cmplela
realisacdo i chamado aos estudu's, lu ah que o
uosso igno patricio deu pravas dessa Intelll-
geucia rebuta que o distingua, Cascudo os
nais tapido* prograssos, e avatilajaud t-se a
nisior parte dos seos condiscpulos, pila sua
apuifeacaoe deMenvolvlmeatu Eran os slgnaes
precursores ds gloria que derla recompnsa-
lo ; erain os tracasslgoillcalvos de um futuro
mageiluso que o esperava, e que para elle se
.un n cun lodo o esplendor s unguili em 11. U
aeu espirito s* elsvava nal asas da medliacio, e
i i m ui.i.v i os misteriosos arcaaus da mais pro*
luuda philosopha equando parecia repousar,
adquira mal forc-s para entrar em nnvos tra-
balbos, lalvex mala dill.crls e complicados,
fiuieguindo uesse caminho, que lauto Ibe
ag>adava, elle pode colher una insuuccao so-
lida, que o loruava cada vei mais recommen-
d-vel a consideracao dos seus coulerraueos.
Applaudido, elogiado, apontado por lodos co-
iii" um dos oruaineulos do seu pait, correspoo-
diaa essalinguageiu da opluiu publica, esme-
raudo-se em loiu.r->c mais digno della ; e se
aiieudermus ao seu adiaulameulo progres
na cultura das lemas, veremos que os tliulos de
sua rrpuiacao, como lilleralo, uram grangea-
dos qu-tsi na tnocidade, qu4>>do aluda nao Il-
uda ebegado a poca do seu malor perfeicoa-
menlo inielleclual. A oaiureza que Huta sido
tao prud.ga para con* elle, uao se esgotou nos
dous com que lite Honrara o espirito : parece
que, para cograndece-lo mais, quu adorua-lo
com i.idas aa qualidades apieciavels. Dolado de
uui.i eloqueiKia calorosae enrgica elle sabia
lepreseutar us seus peusaineulos por mel de
urna eipiesau elegante e arrebatada : quando
a fantasa se Ibe e*caldava, quaudo a imagiua-
, .- i vivissima com que i) > o dolara sub>a em
seus vooi por cima dos qudros que se Ibe pre-
CUtavailsi viaiu-se todas as pompas e galaa do
etylu sublime, todos os primores e gracas de
umadiCLUo puca e loruiusa, rei*lcandu as mu
cus, que o illi iv mi .n. ..w/ de urna fin iu,.m
pioluuda. Ouuubecimeuto que elle havia ad-
qUlildo de loda a Inieraiura auliga e moderna,
quemauejdva com lama dis;."*a e babilidade,
a lifao as>iduadose>criptoies fregos e roma-
nos, que llie ciam lao aiulliaie, e uos quies
bebia ogoiio das scieucias e das arles, auuua-
ram o seu eaplrita- e o cxcitarau na dilHcil U
iela de escrever para o publico. Us seus pn
uieirt' escriplos euoiam urna rasao esclarec*
dj,aum a iiistruccaiuCJpiosae variada e Ue all,
que se piiiatiuli ata os bi lUs eusaios llierano
do nossu MilICO| que uuuca deixaro de me-
itccr o couceito e a admiracao das pesBoas >1-
iu>lradas. O eiilliuii .sino do seu atrevido genio
ariuJoti-0 para o del.cado caiupx da poesa e
podemos uuer que ehe vtbiou lo nema lyra
.iieliudros. de tioraciu e de Ovidio, como o
psallelrobarmoulosoda avu. Poeta eaiuimio
doirdVa os souiiojdt sua mi igniacau ai denle
ouui as eucautadoras llcce dessa arle que
la Oto le m de aublune como de popular. Qudu-
tjsellez.s au descobt mos'iiOs em suas cuu-
posiedes! quauta siugelczi / quaula elevaco
nos seus cautos que ah curren impressos, e
que sao uniros tantos iiioituiueuios do mais
apurado gusto !
A repulacio de htteralo. que o vigario Brre-
lo havia conseguido, se au^meulava a propor-
c.io que os seu escriptos, especialmente as suas
produeces poticas, lam sendo publicadas.
Em pouco lempo o seu uome, repetido em toda
a paite, iuluudia respeilu, e era acrlamado
com lodo o euiuutiasiiio, por eutre os applau-
sos da universal estima e cousideracao. Us
vos da aguia que suba victoriosa al as injia
altas regios, que c susleutava uos are*., que
alravessava o ceo com a rapide do relmpago,
|Ue b lucava nu meio das llores do prado, ba-
ten.lo as atas e mcigulbaudo-se na ccrreule
crystallua em sollicilameule observados |or
todos e uao bavta quem nao auguiasse uin
futttro; inage^ioso ao geuio que se levautava
um toda u Corta, chelo de e-.pi-i.iu.. i e de vida
tira o CfSlie mavioso que se remoulava s altu
ras do dudo, que paaava subre o verdejaue
iimodo Helicn e do Parnaso, que se bauttava
as aguas de U,ippocrene e Agauippe : era o
cantoi suave que laugia a lyra de.Urpheu c de
Auipblou, que se Cora va con as rusas e uiyr-
ilios de Aiiiiac ruine ; e quando o agitava urna
lusplracao mais poderosa. nv*lisava cm Piu-
darue Virgilio. Seas lieces da myiiiuiogia
Ihe lullJiMiiavam a imagiuaco, loiiu pressll-
usa apus ellas, e como opuetipagu la seu-
lai-se transportado sobre o> campo de recia e
liorna, e saudava o sol que se ergua sobre o
dilatado honsoule do amigo mundo, be va
diautc de si os mysleriosos quadros do chi i-.ii.i-
nisiuo, curvare num.lde, e como verdadeiro
ceme, einpunhava o psalieriu. vnuiava a mon-
is O lia de alan, eiabnjar a.crui. Coole da pn-
B inais seulimeuial e|froCuudj: eiilao era o
bardo religioso, que se embevecia com M me-
dliacdes cui ista, que cborava.oomo o propbe
Ui sobreas lyiua de Jerusalm, que su.pira-
va unto Job, e nos seus caulicos suohuies pa
teda imitar o iliulrevale de Soriems. Uesde
o seus bellos sonetos, e ouiras ligeiras coui-
posicea lyricas, al os seuslmdissi.uos poema
i erraeo du primtiro human, e Ua niniei'amu-
Iher, Uyinmi ii Concento e a iiantfihiuu de al-
guus /o psdmos de Uiwui, reiuoS o diguo n-
v.il de Miiioii c de Kiopaiotk dcspreuuer a v
melodiosa, e adornar-se. do mais vijosus lui-
ros. A vivcsa de sua imagiuacao, o unlhaute
colorido que se uoia em seus paiueis, a subli-
inldade e rlrgaucia de suas phrases, a riqueza
de ojjs iiiiageus, a pompa de suas conceptes
elevadas, ah eaiao patentes a coulempla^ao de
indos, e iiiuguviu ha que punha em duvida o
grande iner umenio do uusso paliicio, a subi-
da repul.cao de que elie goiava como poet,
O estado a que se e*llc havia dedicado veio
abilr-lhe U'ua uuva caireira, oo menos bon-
tosa e Imprtame. A inlsso que seeuirega-
ih por vuLdiii propria, iuipon.iu-lbe os mal
sublimes deveres, dava occasiau ao maior des-
euvulvimeulo do seu espritu, e pareca eilgli
eos de sua fecunda iulelligeucia. O cl-
.1 i .ii queja laniusservifoi prestavava socie-
dade pelo seu saber, e pelos seus escriptos, II-
guu-se igrrja pelo voto du sacerducio : desde
esse inoineuto, aquellas Incliuaces que se U-
m ti.un inaiiifeslado com tanta Carca por nielo de
urna educacao regular, eucootiaram mu caiupu
fiu que ni ii-. se descnvolvessem, e as leudeu-
ciaside um eoracao uaturalmeuie piedusolo-
i un de todo saliseius. U ministril de Uros,
iucansavel*no desempe d.o de >ua* ohrigaie,
medio a altura da puaico em que se cuava
cullocadu, e vio que bem pudia usar da Imgua-
gem para pueutear as verdades da rcligiao que
unto presara
li.ni (mu aquella que tanto se distingui-
r pelos seus escoplos e cotnpusiies pue-
iif iMrnu um oadur de prl.neira ordem : a sua
eluqunicu vigoro**, o timbro da sua voz
animadora, o eulliu-iasmo com que Callava,
a belleza o magii Gctiucia com que ii*bia
miel .ir ns seus di-cursus, a energa de sua
rrCilar-uo. a h--lnh i,i .l' c>m que persuada
h niuVia of ,.l\ >' u-, u i' 11 f i i ii na lisia
dos mais iibliveis progadores brasileiros.
= 2
trra por no podido atrareisir o eapaco
quo aa lexntira. Era o Bosaui>t pernam-
buoano, fulmiaindo du pulpito o cima e o
goiamo descama lo doiaculo, e cnqinsta-
vi toiloa os c.irace', planlamlo u'aloa o
arrBjienilimento eutBo arrebatado no,
mala rpidos xtasis, elle traiia para junto
dochristflooonsUrnado loJaa as imanena
que a pi'dade Ine suggeria, lodos os Irar^ns
que maia quadrtssem ao painel que Ilion
presenlava.
Grande pela ntelligecia, dominava c< aui li"gua0'ii podarota : exacto coulie-
c iiu- do corarj'o human, versado n ja
princl.'i n da um's sil., philosoplii', derra-
mava em to las as suas orar,oe aquella unc-
rjllo leliguzaque d lama torca aos pensi-
mentoae as palavras, e qoe, lomando posse
da alma quaii insensivelmenie, concurre
para suaviaal-a nos toimeiilosos trances .la
vida. I'areco que os nussos le roii'i.im i-mu os eslron.losos acentos de sua
io ensinuamle, e que no meio da-t feativi-
ia es esplenoidas e iui lo-ns, atravez do
apparato e po upa dos altares, ainda u ouvi-
mos pronunciar a palavra de jos i.....tojo
o enlliusiaaino da verdadeiro apostlo. Pon-
eos subiram lam alto na carreira a que se
linliam dedicaJo ; poucos moalraram tanta
liabililade no ettuJode non Ii 'I imila;i1o
dos molhores mdelos. Assemolhava-se a
Maasilloii pela naluralidade das clausulas, e
pela furrja da couvicfilo ; e quando soltando
us diques sua iloquencia, muliplicava as
amplilicacOes, que llio realfavam a viveza
do eatylo aublune, entilo era vi-r.l.i [i-ir.i- _
mente oNeuville b asileiro, cheiodi vigor,
uiiergico, arrebatdo as atas da mais mys-
lenusa iuspirai,to. Para lecer o seu elogia
basta examinar os sous importantes discur-
sos, que -iiOslram a vasliJodo seu tlenlo
a prodigiosa lerulidade do seu onguiiho :
i.-vli. aa allocu^Oes eleitoraea, desdeas I n-
dissimase pompusas orac^ea peloJursmm-
lo da Uoa>UlUe0,a as exequias da p'i-
meira linperalriz du Brazil, al us elegau.es
i-ia. Deixou aserilos aprclsveis, a que na
mais remola posteiIdade Servlro para at-
teslar o seu mereeioiento: algum dia talvet
postamos patentaar aos olnos do publico
muilas proJucgoes de 18o digno patrilo,
que al hoje lem sido condemnadas ao si-
lencio, ou silo ettranhas pela inod st a du
seu auclor aos justos applausos de lodos.
Si ni : dissipou-se urna existencia ido bella,
eavaiceu-se o so^ro que ammava essa es-
pirito biMiifai'jo, destiaralarani-se aa flores
i] ue i. i ma iio iiiveruo da vida n8o tinuam
silo muidlas pelo desabrimento de paixO'S
violentas, nem de.buladas pelo b.fo lo sr-
dido egoismu. I'orm a reputattlo do gran-
de Iliterato nlu murre nSo so extingue o
ni mi i do sacerdote exemplar, do puncho
vigilante, du amigo da pobreza o do povu,
du Ilustre l'i'i n,i i luir in.i Francisco Ferrei-
ra Brrelo, em cuju tmulo vamos de por
esta pequeua bomenagem do mais profundu
respeilu e aini/.iiii i. i'ia/.i aos cos que as
votes gregafSo dos sanlus, de quu ella boje I,/
parte, sem duvi la, como coroa de seus actus
ua Ierra. As nossas lagrimas n3u perturba-
rfio o silencio do seu descanso, porque sS
Ulnas de. um senlimenio sincero : eile as
recebera, e nos bemdireoios elernameute a
sua meuioiia.
A. It. ds Torra Bandeira.
O MEDICO DO POVO.
Memento^ homo, quia puMs u..
puherem rtvcitens.
Vistos os annuncios que o Sr. Francisco
de Paula .rneini l.i-lo lera publicado, de
empregar a humeeopatbia no tratameuto
.1 -. oais complic.das molestias, nSo pode-
mos resistir ao brado da humannlada que
us manda declarar que o-se s nn r nSo
tem a menor habilitadlo para conhecer mo-
lestias
--------...........------_....,. m~.-,mn.* o cura-las melhodicamonie ; elle
esumuluozos sermOes da Ccnceico, do,n,inc, ,prendeo nenhuma das parles que
llozario, do Sacramento, da l'aixo, do Bni i consiituein a sciencia hoaice palhica, e nllo
Jess das Por,as, vemus o pregador in.ijne sabeiido nem traducir francs, apenas lora
que..e inleva, que va, que percorre com a |j tti<:ai Elementara obra doDr.
isia o vrrio espectculo da nalureza, quejcochrane ou a traduccao do Ruolf, que so
n no m-io dos prazeres, que exprime com
loda a II Jeli iade a linguaguui do sanlimentu
e da paitSu. A gluna de poeta veio reu-
nir-sea reputa;3o de tirador e queile que
ni i va da harpa S0UI liaruiouiuzos, para can-
tar a divinlaJe, suuba publicar a lei su.ve
10 Obi isti mismo, e in licar aos deis o Caini-
iilin da paz u da f-Iic I. !.
es nicas que ha om portuguet, e quu mui-
to mal i o ir ii servir para guiar o tratamen-
to das ni.....-I .i- mais ordinarias e de pouca
grvida.ie, corno nece>sariamente ha de co-
11 .- i- quem po-isuir essas obas elemen-
tare', e i'-hv-T i'.i.ii o ju-zo em se i lugar.
Que um curioso se limite a tratar as pes-
'soas de sua 'imilla ms mol 'Slias d-1 qu- fo-
ItM e o vigario Brrelo je distingua ; rem acouimelli las.he istooquo leuio. ec.m-
I. h ii pelo seu meii'cuiienio luterano, pida seiba.lo para pouparem-.e de.pezas com me-
pe iiia ego-tucomquecullivava as iH'as 'dicuse bolica; amia assim pede aprudencia
e as ciencias, iiSoso lornava menos digno ja rasSo, que, quando a mole-lia no ceder*
i-- i--;iiiM .-1- ii-i iri .i,..u pelo exacto cum- madicicau da iiomestica, e ameafar lorn.r-
pnmento dos seus deveres nos humosos gg mais longa ou complicada, seconsult'
um.mlico Iimiceopitlia. e n5o se sicrili- m" e s-rao acabadas no doquatro moces
quea vi la du doente a urna ecoromi. mal amjHwcoutedos da entrega do termo d'arre-
oulendida ; devondu-se lembrar que para
fazer um roquenmento qualquer pessoa
cargos de qu4 se achava revestido, o pelo
li.'i exeroicio das virtudes clnisl3.s, que
pussuia em grao eminente. A natureta que
u i,iv .f.-.vi .i com uina intelligencia 13o a
tre Manoel Sopbio da Penhs, carga {arios
gneros.
KD1TAES.
irar
Pela inspectora da alf n lega sa fiz pu-
blico, que no da 97 do crrante, dflpois do
meio da, se lulo Us arrematar em hasta pu-
blica, a port da repartidlo, 'J4 frascos de
vidro com essencis de rosa, pesando bruto
dezeiiove onras a 3,750 rl, lolal 71,850
res, abandonados pelos diroilos por L
Scholer & C,; sendo a arrmala?3o livra de
direltus au arrematante.
Alfandega de Pernambuco, al do feverei-
ro da 185. 0 inspector inlTino,
Bento Jos Fernandes Bairos.
Pela inspectora da alfandega se faz pu-
blico, que no dia 27 do co rente, depois do
meio da, se tifio arrematar em hasla publi-
ca, porta da repartic^lo, 60 figuras de pur
celana para agua de chairo, sendo 16 at
6 pollegaeas de altura, a 2,500, tutal lis
115,000 a Ude mais de 6 al 10 pollega-
das, a l.ooh, lotal 56,000 ris, abandona-
dos pelus .iii..iins por J. II. Denker; sendu
a arremalacSo livre de direitos ao arrema-
tante.
Alfandega de Pernambuco, 24 de feverei-
ro de I 852. O inspector interino,
Bento Jos Fernandes Birros.
0 lllm. Sr. inspector da iliesouraiia da
la/ ni i provincial; em cumprimento da
urdem do bxm. Sr. presidente da provin-
cia, manda fazer publico, que Dtalas9, 3
e 4 de mar; p. osuno vindouro ir a praga
para ser anematadu, perante o tribunal ad-
ministrativo da inesina thesouraria, a quem
por menos fizer a obra dos coicertng da
ponte dos Carvalhos, avahada em 954,500
rs., a sobas clausulas especiaos abaixo cu-
piadas.
A arremalafo sari lila na furma dos ar-
tigo 24 e 27 da lei provincial n, 286 de 17
de|maiode 1851.
As pessuss que se propozerem a esti ar-
rematarlo rompare^am na sala das sessdes
do mi'smo tribunal, nos dus cima mencio-
nados pelo meio-dia, competentemente ha-
bilitadas.
K para constar se mandou afiliar o presen-
te e publicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria da fazenda pro-
vincial de Pernambuco, 21 de levereiro
de 1852.
0 secretario,
Antonio Ferreira d'A.nnuncac.1o.
Clausulji tspiciaet d'arremnla\-&o.
i.' O. repaios da punte dos Carvalhos sn-
rlo fenos pela forma, sob as comiedes e do
modo in ue,i.l,i no nrcaoi- nin approvado pe,-
la directora em ootwaUlo, e apresenlado ao
F.xm. Sr. presidente da provincia na impor-
tancia de 954,500 is.
2.* As obras principiarlo noprazodeum
levada e vigoiosa, com uuia jinaginscjo basta ; porm para tralar de uina causa im-
(3o viva e animada, oruuu ao mesmo lempo i poitonte he a um hbil advogado que se
com um i- ii .-ii.-.Si ;, J'.viii e piedoso ; e quan- recorre. Mas que esse curioso se alire ao
louma voca(3o espontanea o chamou para mundo, facen lo pruflsslo de urna sciencia
u venrraudu recinludusanciuanu, ISoapra-1 que ignora, equeiraassio s.crilicnr sua
ciaveis iiiclinafOesciiegarain ao seu m.iir! ignorancia e cubica a vida do povo, he tu-
desenvulfimenlo. Verdadeiro padre, lillio jcar o pinculo da temondade. be suputan-
do Byangelho, criado cum os suaves precei- lar todos os gritos da consciencia, he al
los d'ossa religio, que tem por funda roen- ; mesmo commelter um. malvadeta.
roa caii Ja le, elle sabia cumpri-la, poique para se saber curar liomoaipatincamente
se lembrava du lim da sua alia missJo sobre he necessario que se couhe(am previamen-
a Ierra Se o pobie curvaduau ,ezo de suf- te os orgSos que entram na composigBo do
frimenlos, la pedir-lne um soccorru, e com corpo humano, qual sua situar;3o e structu-
as lagrimas nos olhosinvlorava um reme-.ra, quies ss le'n.u s que elles teom uns
lio aosaeus malis, ii3u o despeda com o com os outros, qoaes aa funccOes queexe-
risu e o escarnro. clmrava com elle, eaea- culam, quaes as modilii'acOes que OS agen-
uiola parlia de suas mAos que se erugiam les naturaes fazem sofrer a esses orgSos e
,.ara uceo no meio das mais subinissasuna func^Oes noesl'do desaude, qual a nato-
.,o.--. Si- a viuva consternada corra par- reza dessas modilicarjOes ou symptum eile, sen\ abrigo, coicada dos tenros flllil-l se silo primitivos ou secundarios! etc., ele
iiiius, que cumu ella meiidigavam o p3o da Toiio isio consliluo os ramos da sciencia
subsistencia, n.iu vollava aem amparo : o coiibeci los p.-los nomes deAn n mi il.i i-M'i' .i.-ii-i- pasturara abeu(0(do siolngia e Psthogenesia.Oa sem o previo
com ludo o eiituusiasmu do reconheciuien- 'coubecimento (pelo n.....-. destas mate-
lo, o um novu titulo accrescia a sua pnpu-' rias jamis se poder saber homo?.ipathia,
landaoe seusivel ao aspecto da desgrana, muito menos applic<-la conscienciojamen-
vivia .- nenie para a pooresa ; era o pal des- le ao curativo daa molestias,
velado que nflo ae esqueoia de sus familia,: Sendo assi.n ; cmo se anima um curio-
que vigiava a sua porta, para servir-lhe de so a insultar o bum senso publico annun-
arriuio, par i onCarregar-se do sua defeta ciando-se um prtenlo em Curar homceo-
om lodosos perinos. Quanlas vezas a sua pathicamente! N3o! nlo cons'Dliremos
voz reluinbava aos uuvidos do mu i bunio, nisso estamos dis,>oslos a reprimir 13o
como o auuuuciu de uina felicidade, que grave aboso, tanto por ame da liumauida-
elle ajenas poda divisar por e are as soin- de, como porque esta especie do m .....s
liras do seu ultijio da guantas vezes rea- lam fornecido aos nossos adversarios pode-
oiinava com a sua palavra de amur e pieda- rosas armas conira a horneo.ipatnia.
.le ao cliriaUo esteudidu no leituda non Le, Conhecrndoafalia de inedicm hniiirenpalhas
a prestes a exlialar u derradeiru suspiro I esendo nbuodanie o munf-ro doa eulermoa,
.N.Io se lembrava de Si para Cuidar de seus que procuran! .i li.m.....iniiui, eatiendcndo a
leveres, e cada momelo de sua existencia que "i'dlcoi allupailiai em lugar de praiica-
era marcado com um novo acto de bonlade. "'" P""l.ca...e.,iea nova medicina o faaein aa
escuudldas inisturando-a com allopadila, o
que he sempre perigom, resolvemus abrir un
i iiim de iinifi.r ipiuti i, a hultaco da escola
Iioiiiceonalhica du. (lio de Jaiieiru, oode temos
eiiHluado do inellior uiodo que as clcumsuu-
(Juamio para exercar os ollicios du Sdu
'I -.liil'l .O, II M <' |MI Ijl |V 1 ,tUS III. Il'.l L'S Sl-
cnlicius : o encuiiiuiuJos de sin,le. a :n i-
li.'licidade dos trabuliiuflf a distancia dos
logare*, a aspereza dos caininhos O Vigor cas nos tem pennltiido, ludu quantohe indis-
peliamuma salislaVau prompla. n ..- ienho,e. que r.iudaram e que ..bem lodos os
lar, nu cunlessiuuariu. e,n sua propria casa ramo, da medicina liaiiir-opaihlca, lemalio-
era ooieoio paruc.iosimples e Slugelu :af- Be.(idade d aa lulgarem anda preclao. do.
Iivel paia cun todos, tiaclava cun a maior cuuselno. do. pTancu.. BatreaoM que um
pulidez e iii-n .ii .1 ido as pessoas que O pru- curioso que nada ealudou. que nada .abeapre-
curaram, e sealguma uecessilava do seu aeula-ae em publico cum um orguinode.uiar-
ciiiselbopreslav.-ocomtolaa salisfac3oe do. com una estpida arrogancia apregoan
10-ura. S ,lna que a suciedaje loa, leis un- ^"""""i"' """'''"' "" T*' "e a aua"la
prcscitiveis e elle era o primtiro em cum- j or'Sa6i,,o Olegario t*htn Pinho.
,iri-ias ; conhecia que um dus maio'es bens (Continuaremos )
ueslo mundo he a atnizade, o, co npelion-. twemmew^*** ........ ^jemami
deudo prleiamenie essa le que u3o he;
menos sagrada, na i a cilcav. aos ps ; era !
uin amigu sincero, exireusu e dedicado. |
jii-. i> digam tu.la esses para quem elle
nao duvidava abiir o seu co ai;.lo. qua o
digmosnos que uelle recebemos lautas
pronas do mais aubidoafTeclu, e que anda
iiuje as consevamos, impresias em nussa
alma com uina saudaJe eterna. Q.i-ni sabe
COMMERCIO.
aLKANDKCA.
Readimento do dia 21. 3:306,676
Descarregam hoje 25 de fevereiro.
Brigue francez Aspirante OieVMdorias.
Brigue ioglac Dante bacallio.
CONSULADO i.l-.llAI..
se nesie memento mullos amigo* nSo c- Rendimento do dia 3 a 23 .-.60:900.456
ram a perda irrepaiaveuVssu que lauto. Idemilo dia24......... 617,367
bia prezar os s.icrosiulus deveres da ami-i
zade?... (Juem nus dir que o sepulcro do 61:547,823
i.omemjusio.docidadao bemfazejo, no s.-i niVFni*s PRnvi\riAS
cerdote virtuusu au be a eala dura visitado' BiTBIWA i wuvi.xi.iAa.
pelo povo, que a hi val procurar a aoiubra': ,,en me",l ^o da 3 133.....3
d'aquelle que lano o amava ?...
Au meuus esia una lembiauga que senSo
matafflo.
3 O pagamento ser feito em duas pres-
laces iguaes, sendo a pnmeira quando U-
ver feito a melado da obra, e a segn Ja
quando estiver conclu la a obra.
*.* Durante a execuc,S das obras ser o
arrematante obrigado a dar fcil e Commo-
du l an-ilu ao publico.
5 Para ludo mais que n3o esl determi-
nado ms prsenles clausulas seguir-se-ha
o quedispOea lei provincial n. 286 de 17
de malo de 1851.--Conforme.
O >ecrelario,
A. F. ,f \ 1111 ii ii >-1 H,-ri i.
O lllm. Sr. inspector da thesouraria da
I'.z-iii.la provincial; em cumprimentu da
urdem do l.un. Sr. presidente da provin-
cia, manda fazer publico, que nos dias2, 3
e 4 Ou oan,-.! pioximii vid.i.nuil ir a praca
para ser arrematado, perante o tribunal ad-
inioistrali vo da mesma thesouraria, a quem
pur menos tizer a obra dns concerlus da
ponle de Molocnlomli, avali^da em ris
1:576,050, e sub as clausulas es,ieciaes abai-
xo copiadas.
A arrematado ser foita na forma dos ar-
ligos 21 e 27 da lei proviocial n. 286 de 17 de
ni ni lio 1851.
As pi-ssjas que se propozeram a esta ar-
rematado comparecen na sala das sessOes
do mesmo tribunal, us das cima ni. n-
conados pelo raaiu-dia, competentemente
sbilitadas.
K para constar se mandou aflixar o pre-
sente e publicar pelo Diario.
S-cretaria da thssouraiia da fazenda pro-
vincial de Pernambuco, 21 de fevereiro
de 1852.
O secretario,
Antonio Ferreira i'Ai.nunn .i,-;.i.
Clausulas e-peciaee d'arrematofo.
t." Os cuncertus da punte ie Uuloculom-
b serflo feilos pela forma, sobas conll-
eves e do modo indicado no orf.ment ap-
provado pela directora em consilhu e apie-
seulado au txm. Sr. presid-ule da provin-
cia na i ii.purl mi-i i de 1:576,650 rs.
2.* Asubias principiaro no prazo de um
mez e sar3u acabadas no de qualro mezes
ambos contados da entrega do anno d'arro-
in a..!, in. '
3 O pagamonto ser foilo em duas pres-
UQfles iguaes, senlo a pnmeira quaudo ti-
ver feilo uielide da obra e a segunda quan-
do estiver concluida a obra.
4.a Dorante a execucSo das obras ser o
arrematante obrigado a dar fcil e commo-
do l auMio ao publico.
5.a Para ludo mais que nSo esl determi
ii. io as presentes clausulas seguir-se-ha
u que dl*| 6e a lei pruviucial n. 288 de 17 de
maio de lSal.Cuiifurme.
O secretario,
Antonio Ferreira d'AuaunciafSo.
tar-se-ha ante a EIDgle deS. M. o Imperador
0 llvmno Nacional.
En seguida luhiri denoto acea o bel-
lissimo muito applau lido drama.
O IDIOTA.
OD
O Subterrneo de Hetlberg.
0 salao do theatro achar-se ha preparado
com todo o luso de ornato e de illumi
nacSo.
ii espetadulo comessar cora a chegada do
Exm. presidente da provincia.
Os bilhitesacham-se desde jt i vandalio
escriptorio do ihaalro.
Theatro de S. francisco.
un. rtOBEiiT.
' Domingo, 2 de fevereiro de 1859.
Funcflo exlraurdinaria, variada e diverti-
da que ao publico pernambucano offerece
Mr. Ilobert e na qual debuiarflo dous ai lis-
las iiovns : sendo o pnmeiro nalural desla
cidade, o joven pernambucano, e o segundo
o Sr. Alexanlre Luis. |Alcides Maranhensa.
A nraaenteira iecord (flo da protecfSo
qua Mr. nub'rt obleve dos generosos per-
iiarnbucanos. o ammaram a vollar antes de
relirar-se para Frauda, e depois de II anuos
a esla bella cidade, para offerecer-lnea com
os seus discpulos ainda os seguiutes espec-
tculos, e podir-lne aquello apoio outr'ora
concedido.
1 parte.
Mr. Rnbert executara lindos e difllceis ja-
gos e equilibrios, cun toda a destreza e ag-
liade que requeren asa el.ase de sorte:
di'sii'C ss.nu julga o enumera-loa ero aeu
programma ; un publico tem sempre o di-
reito de supreza, a com o bom resultado ,
desla, cunla o artista.
2.a parle.
Grandes ensaios de physica, e ligeireza
da mitos pelo prestigioso Mr Ilobert; nesta
parte apresentara seu brilhanle gabinete de.
physica, o qual se acha augmenta lo com
una quantidade de ohjeclos novo', mu iii-
leressantes, e que i.3o deixarSo de sur-
preender agradavelmeute aos espectadores.
S." parle
Jogos chinezes, os quaes serSo de-empe-
nhados pelo joven rernambacano, primeiro
discpulo de Mr. Ilobert: o qual se acha
agora com uina funja extraordinaria nesles
jogos; lano que sa nSo na visto Igual do
Brasil.
4.a parte.
Esla ser desempenhada pelo Sr. Alexan-
dru Luis Hercules da companhia Rnbert, o
qoal principala por execular as torturas
dus bracos mostrando como se faca anii-
gamente em liorna com os malvolos.
Em seguida executara um exercicio joco-
so e de mulla furr;a intitulado a valfa turca.
ivniiii.ra este o dito II.-rcules o qoal
querendo dar urna prova da sua fon; mus-
cular sustentara sobre o seu peito o peso
eitr.ordiuariu do urna peca de arlilharja
calibre 6 e para mellior dizer rjaajistira a
sua detoo.cSo.
Precos.
Frisas dos lados ou 1.a ordeo 5,000
Ditos da frente 8,000
Segunda ordem dos lados 6,000
Ditos da frente 10,000
Torrinbas dus lados 3,000
Hilas de fiante 4,000
Cadeiras 2,000
Platea geral 1,000
Varandss 500
Principiar as 8 horas.
* --------------------------,------------
l'nlilicarcs litlcrarias.
ELEMENTOS
DE
Homaopathia.
Sabina luz a segunda parte desta obra
composta pelo professor homceopatha Cot-
set Rimont. Recehem-se assignaturas para
obra inteira a 3,000 rs., no consultorio
homceopathico da ra das Cruzes n. 28. De-
puis da publicac.8o da terceira parle, o pre-
co sera elevado a 8,000 rs. para aquellos
que nlo tiverem asignado. No mesmo con-
sultorio, acha-se a venda tudo quantohe
necessario para o estudoe a pratica da ho-
mceupathia, conau seja : livros impressos
para hislori.as de doentes. regimens apro-
priadns para a provincia de Pernanbuco, a
eucarrega-s ede mandar fornecer qualquer
oncommenda de medicamontus homceopa-
thicos, lano avulsos como em caixas, em
glbulos como em tinturas.
No prelo : Pathogtneiia dos medicamen-
tos brasileiros.
elementos de anatomae philiologia com es-
tampas, para os curiosos em homceopalhia.
Roga-se aos senhores assignanles o ob-
sequio de mandar rereber seus exempla-
res no consultorio homccupaihico da ra
das Cruzes n, 28.
TRATAMERTO H0MEO-
PATUIGO.
' DAS MOLESTIAS VEHIBEAS,
e conselbos aos doenies para se curarem a
si mesmo, sem precisareis, de medico,
pelo piofessor homceopatha
Gotset-Himont.
Sabio a luz aaclia-sea venda no consul-
torio homoeopathico da ra das Cruzei o.
28. pelu iri'1,-0 de 1,000 rs.
Declarares.
dem do da 24
_ume sob a lapide, embora diante il--.ii
.-; ni balo de lucio sui ji urna idea de nstete
um peiisaineiilu de iJjuI. m;iaucuua!
148,415
3 312,910
Apparecauoo nu pulpito, era a veruade porque o uome que all esla iiuciipf* ra-
que fallava pela sua bocea; levava a cou-'curia urna dessas eiislenciaa furvbruzas
v ii-v'i.i ao intimo da alma dos seus ouvintes; lanzadas a leira, e llu raras ueste seculu de
fazia resplandecer, atravez ue um veo de-iludida enlismu. N3u sareinos ni ns*xpee-
licaJo, pureulru as grabas de um phrasea-fiadores mudos de umascunalSo dolorosa ;
du eleganl', us mais prufuudus pensameo-!ii3uabi quem lanceo venhadoasqueciueuto
... .i. .i, i do eleganl', os mais prufuudus peotatnm-lnSoab uuem lanceo veunadoesqueci nenio
^^.'IZT.-e.^^^^lZ^;:^. y., elevadas ideas, os conceiios sob.e a llisluri. de, urna vid. consagrad, au
amigo, ojinaia eogeniioaos e agr lavis. Manejando amor o a lien. licencia, nem ha queui mo
o, deveriaj primorusanienie a liugua poitugu.-za, ellejverta urna lagrima de imnna Siudade, ao
1 |.i ilion.lo M'-l
do Doa.u illu.ire canil ruvinclaao
Sr. vUarlo Krauci.co Ferreira Brrelo. _
aar publicada o auno paitado, no. da. aub.e-1 sabia empregar as mais lindas eXpressOes contemplar o jazigo em que repousam
queule.ao de aua inurlc l.lrcuiu.taucla. poa-|deacrevla com Slilgeleza, piulava cun loda Cliizas do cidado prestante e virtuoso. Se
deo.a. embarg.rain tmio ei.a publlcajo : el a naluiflldade, commuvia, peilurbava eralnilo existo o vigario Brrelo, ho porque
?3le,Au.'j" *..a'""*''" ai* de. 'ucl0. Pf.r*i nina trrenlo impetuuaa que se preci- Dos em Cuju seio encunlram os justos a.
,- ft_.i, ..... T----,---------'"lilil* *w.,v.v ...K,.. n*i.-i, ^ vio o o iii cvil- i imvi ou, wj ..- j ....^j.. ...... H. |..,v, a
^Sl^iS,iieltV\^^Zr'l d-1'"",e "' pita va das eminencias do Ubsno, era um sua recompensa o felicidada o cltaruou para.'
wll&nn^&^t^Z, unulZ roio sereno que murmur.v. sobre a relva' gozar do premio qua Ine eslava destinado
de viuiiu, iiuii, depr no aeu tmulo rila ea-l Cor rendo pela exiem;3o djj> tico, como a mundo, Itto brilbanle e magaalosa, lera
praa.o de iruieaa, lau.ar e.taa ultima, pala-i aguia soberba que n3u lame o sopro violen-' urna doradlo elerna que su nao Confundir
vra de saudade perpetua, e pagar elle ilugelo I lu da tempesta ic Naturalmente sublime, na sacura uuile dos lompus.
riniilii iieiiiiiila ("la* mu llnnirui nal > A,.___ I a' n'__1_ a._ un >__. ..__ 1 .. Uan____.. I
l.\|nnl;i i.-:iii.
Parahiba, hiale lir sileiru E'padaite, de
27 toneladas, coniuzio o seguiule: 14 vo-
lumos fazendas, 900 arrobas Carne, 4harns
manlaiga, 10 barricas bacaihau' e 1 caixa es-
pennacete.-
RECEBEDORIA DE RENDAS INTERNAS GE-
RAES DE PERNAMBUCO.
Rendimento do dia 24..... 433,860
. CONSULADO PROVINCIAL.
Rendimento du dia 24.....411,686
Muvimeiito do porto.
Navios entrados no dia 24.
Babia tOdias brigue escuna americano
Samuel Cburchraan, de 221 ton da las, ca-
pit.io John Balear, equipagem 14, em laa-
, tro ; ao capitSo
triuuto a iiirinoriadeu.ii liiiir,,,, que durante I ofWut,.i um suus disoursos a maior pom- O vigario Barreto era uin dos Peroambu-'uem 8 dias, barca ingleza Union, de 354
ie"r'rnm o T',L" fraVVeVZu3,"? *.'!'!' pa e r.quiqueza, fazia brilliaraaua erud- aanos mais distiucloi pelo aeu saber e pelas toneladas, eapilSo J. t. Chapman, equi-
emo PoM..,:hngu.Ke^ Por entre oi *" u.a virtudes; er. ua dos mais insignes] pagamll, em lastro; a Deaue YouUe &
blda do publico paia quema envan.o, nuau.l -'aua iuaagioa(3o eutiiuSiasmaJa a fervan- oradores brazileiroS, o nosso prnneirn pulla j CompaOllia.
to be ella eutrauhaveluiente vouda da' fundo ife : quando se elevara mais, r.nlruba va em sacro, e o mala liaruioniusu e sublime entra Navio sakido ao mesmo Ha.
do nosso coraso, ]for{a, e iiingaum o vio fraqueare cair em oscysneide queseboora a nossa provni- Paralaba -- hiato brasileiro EspaJarte, mes-
S. Exc. Rvm. concede dis-
pensa para que se possa comer
carne na presente quaresma, ex-
ceptuando quarta feiradecinza, os
das 3, 19 e 9.6 de miren, todd a
semana santa, e as sextas eiras e
sabbados. Nos domingos da pre-
sente quaresma ha de celebrar-se
na maliiz da toi Vista, missa to-
1,-iiinc com sermao, principiando
s 10 horas, por mandado, e com
assistencia de S Exc. Kvm. Re-
cife, 34 de fevereiro de i85a.
Padre irancisco Jos* Tavares da
Gama.
REAL COMPANIII* DE PAQUETES INGLE-
ZES A VAPll.
No dia I para 2 da Marr-o es
pera-seo vapor Tay comman-
dante i lu -nuil, da Europa a
de, os da demora do costume
seguir para os poilos do Mil para passagem
dirija-se em casa da Agencia n. 42, Trapiche
Nuvo.
1111; '.llll IIE APOLLO.
RECITA EXTRAORDI". ARIA.
Quinta /eir, 26 de fevereiro di 1852.
Magmlicj festejo a feliz Vitoria do ejer-
cito aliado sobre o governo de B renos Ayres.
Depois de urna escolnida ouverlura can-
Avisos maniiifios.
Para o Rio de Janeiro.
Sai o patacho S. Jos Americano amanha
26, s r-tviio escravos a frete : a tratar com
Ma. oel Al ves Guerra jnior, na ra da Cruz
n. 40 I andar.
Para o Rio de Janeiro o bri-
gue nacional Recife que pertende
sair no dia 8 de nior^o por ter a
maior parte do carregamenlo
prompto ; quem no mesmo quiter
carregar ou embarcar escravoa a
frele dirjase a ra do Collegio n.
17 segundo andar, ou a o capitam
Manuel Jos Ribeiro.
Hura o Porto
-- Sahe no dia 4 do mez de Marco para a
cidade do Pnrlo, a bem conheci la barca por-
tuguejaN. S. da lloa-Viagem, capiljo Anto-
nio Ferreira Leite Jnior lom excellentes
com modos para pass geiros. Ainda recebe
alguma carga : os pielendenles queiiflo di-
rigir-se a ra do Vigario escriplorio n. 11,1.a
andar.
Para o Aceracu' e Cear sahe
em poucos dias o patacho Euterpe,
receLe carga para os dous Por toa a
fretes commodos : 'trata-se na ra
do A p .lo armasem n. i4, ou na
ra da Crut,n. 33. com Luiz Jos
de .S Arauio.
Para o Rio do Janeiro, o brigue nacio-
nal Lelo, recebe carga a frea e aeraros, e
pretenda sabir al 26 do correte.
Esta a cbuKar no Rio de Janeiro, a bar-
ca portugueza Mara los, de que be caplto
Jos Ferraira Lessa, be navio novo da pn-
meira viagem, e seguir logo paia Lisboa,
lando ja parte da carga prompla: quem oti-
la quiser carregar, ou ir du passagem, diti-
ja-se aos aeus consignatarios Francisco
Severiano Rabello & Filbo.
i
a ?
J


/
.^
Leililo.
O eorretor Olivelr fari leilo, por or-
den) doSr. cnsul francez, e em presenta
do seu chinee lar, le varias mercadonas e
espolio do unido Eugene Galljrot. subdito
franco*, ronslilindo em lene,oi de OA de se-
di, vestidos ds dito, e mursulims bordadas,
enfeitas pira caber;! de senhora. perfuma-
ras, agm de colonia, ricas caixinlies de
hronzedound, e deoulras qu 1 i I idi s, dif-
furentes objectos curiosos de brome, bi-
jouleria de ouro, consistilo em brincas,
pulceiras, illineles, correntes, etc., alguma
mobilia, i opa, ti uin cavallo.selim earreios,
ero que montava o dito linaJo : quinta fe-
ra, 86do cnrrenle, as 10 lloras di mauhla ,
no primeiro andar do casi n. 30, ni ra d
Cruz.
Avisos diversos.
D. Mafia Soda dos Santos Sazes Vieira
embarca pan o Rio de Janeiro as suasescra-
vas de nomes, Claudina Veridianna, Jaoua-
, ril; Luii crioulos, e Targina cabra.
Antonio Augusto da Silva Cnlo,re-
meltepara o Rio de Janeiro, a suaescran
creojla, de nome Brgida,
Aiuga se um sitio, com pisto pin 8
viecas, e quatenh casa de vivend, para
familia : quemtiver.dinja-sa s ruido CjI-
legio n. 15, pnmeiro andar.
Manuel Alves Guerra Jnior, remelt*
para o Rio de Janeiro, os escravos creoulos
de niiirt Ma'ioel e Benedicto, a envegar a
seu snhor Hanto Jos Fernandes.
Na rui do Cullegio n. 18, lrpssi-se o
arrenda ment de uns casa recttlicida de no-
vo e pintada, e letn 3 annos dos alugueis pi-
gos sdiantados.
-- Precisa-se de urna preti forra pin ama
de caa de pouc familia pira corinha/.ensa-
bor e comprar: drija-se a ra do Vigario n.
32, I. andar.
Continua auzente desde o da 9|de Te-
vereiro correle a prea Luiza, na$3o rebolo,
h nxiiiMa e manra, moc,a e esperta, levou ves-
tido de umi faze'nd ja desbutida, panno d-
liilras com malamheje franjas ; talvez diga
que anda procurando senhor, por ter pedi-
do pan ser vendida, desconfa se que fosse
se luzida ou furlada por u3o ter o vicio de
fugir, ese proceder contra quem a tenha
se luiida, ou ocultado ; quem a couduira
ruada Smzalla Nova n.4sora com genero-
sidide recompensado.
--An Irnde & IrmSo, embircam para o Rio
dnJanei'O osseus escrivos llenedicto, cre-
OUlO, e Paulino, pardo,
Joaquim Jo- Guedcs Pinto, remelle
pan o Rui de Janeiro, a sua escrava parda ,
de nome Anni.
Annaes brasilienses de medicina.
Jornal di aci lemii imperiil de inedici-
m do Rio de Janeiro.
Sihio a luz o u. *, coniendo as seguiotes
materias : icios da academia; relatorio do
Sr. Ur. Reg, sobre a memoria do Sr. Egas
Muniz Brrelo Carneiro de Campos; memo-
rias BJbra a f*bre amarella na Babia ; rela-
torio do Sr. Dr. Valla Jo, sobre a memoria
do Sr. Horoingos Maiinlio ; estalislica do
con o de permanentes da Ccte do anuo de
1850: sub creve-se por S.ouOis poranno,
na corle, na piaca di Colislltuic3o n. 61, n
casa do Sr. Paula Unto, e oesla cidade na
praca da Independencia, livrern n. 6 e 8.
O bilhete n. 4759 da lotera concedida
para um hospital as A*oas Virtuosas da
Campanil perlence os senhores Anto-
nio Moreira Vinhi, < Agostinho Martn* Mo-
reira, da cidade do Ico.
Precisa se de um ou dous escravos, pa-
ra trabalbarem cm um sitio, e que tenh>m
pratica deste servico: na loja doSr. Duaits,
na ra do Cabuga, se dir quem precisa.
A possos que acliou urna banda de re-
tro?, no thenlro Santa Isabel, no domingo
a noile, sendo que queira entregar, o pode
fazer na ra do Livramento, loja decalcado
n 15, que sera recompensado, alem de se
ficar ohrigado.
Antonio dos Sanios Mira, embarca pira
o Rio de Janeiro a sua escrava Mana, creou-
la, i entregir aos senhores- Ramos & Com-
pinhia.
O Jardim das Damas.
Sahio a luz o segundo numero deslo pe-
ridico, com 2* paginas de niipress3o, con-
tendo na parte instructiva um dialogo sobre
a creado do mundo.l ca'ila sobre a physica,
um anuo sobre o desejo de agradar, outro
sobre a I id<11>, outro sobre a mSi de fami-
lias, e vanas jnaximas e pensimentos ; a
parte recreativa contem tres poesas, um
diamsiinho. e um cont paia meninos. A-
compinhi esle numero um linio figurino
representando is ultimas modis dn Pars.
As assignaturas continan a recebar-se nr
prifj'a da Indepeudrncia, loja n.ti e8, ara
z3o de 2,000 ra. por trimestre, ou serie de
6 nmeros.
J. S. Oughterson retira-se de Per-
nambuco.
Aluga-se urna casi, na ra Augusta ,
por pre^o commodo, a quem der 250,000
is. adiiuiados pira se descontar nos alu-
gueis : a tratar na ra Uireila n. 95.
-- Precisa-se de urna ama, para o servico
interno de urna cas* de pequea familia :
quem se adiar as ciicuniSlancias, dirja-
la a ra das Trincheiras, sobrado de 2 an-
dares n. 42.
-- Na ra do AragSo n. 32, deseja-se fal-
lar com os senhores JoSo Ttiomaz Peieira,
Francisco Jo^ da Cu-la GuinaiBes Jo-e
A nionio de Uliveira, Luiz de Moura ACCioly,
A n loo ni Pereira DiniX, Jos dos Res Gomes,
Jos Antonio de Uliveira, Julo Francisco
Mu ir., Manuel Pereira Guimarfies, e Fran-
cisco Anluuea de Oliveira, a negocio de seus
ioleresses.
-- Prrcisa-sede urna ama forra, para tolo
o seivirjo de casa de pouca familia : na pra-
ca da Independencia n. 38, se dir quem
pretende.
Piecisa-se fallar com o Sr. Alexandre
Augusto Ferrein, a negocio que amito in-
teietsuo mesmo sennur, ou a sua fannlii:
ni ra larga do Rozario n. 40, seguudo
andar.
Na ra larga do Rozario n. 40 segun-
do andar, precisa-so alugar urna escrava ,
para o servico de cana e ra.
Aluga-se a luja do sobrado n. 56 na
ra do Raugel, propria paia qualquer esta-
belecimeuto : a tratar no me-, no sobrado.
abaixo assignado declara de nenhum
i'il'i lio o a ilumino, que sob sua assignatu-
ra mandou inserir no Diario de Pern.mbu-
co R.42, a reapeito da sociedade, que em
dito nomino disse ter contractauo om
Alberto Jacolho doSouz -, na venda da ra
Dneita denla cidade n. 27, visto como se a-
cha convencido de nada poder conlractar
com o dito Alberto, e sim com Francisco
Moreira da Coala, que be quem tem lodo
direilo na dita venda, por ser quem forne-
acen o capital pira dito ealahelecimenlu ,
tendo somante o-referido Alberto sociedade
nos lucros da dila venda ; entilo concoid.n-
do oSr. Moreira da Costa, far negocio com
o aobredito Alberto, rujo ananjo logo que
se etleclua publicar-se-ha pelo mesmo hias
rio. lenlo de Periiambuco, 83 de evereiro
de 1X58. Patricio Mirtina Ferreira do-
Santos.
Existe ama encomman Ja pan o Sr. Ma-
noel Caleves Benavioes Rapozo : na rus'da
CruzD. 7.
no pateo da ribeira de S. Jos n. 15,
11 va-i eagomma-ae con per feicSo ac-
9i0.
A Menean de um todos denles, Que porisso tem
.,_ /"""V*"; |um co,npielo sortlmento de denles arlifl.
Nova fabrica de chpeos de Sol no atierro c neorrutiveis e de porcelana,mui de-
da Boa-Vi.ta n. 82, acni-se uro grande ,.,, e do ulllmn 0,i0 e lodo, 0, m,i,
sorlimento de chapeos de hol mulla ,cceoroa tendentes a aua proficuo, asse-
3
em corita, tanto para homem.como para se-
nliora, como seja de seda ou de panoinhn, e
grande sortlmento de pec^s desfija ede pa-
panninho pin cubrir oschipos de Sol ja
usa lo.timbem concerta os ditlos peol prerjo
mas comino lo do que em oulra qualquer
e parle com toda romi'lidllo,
Precisa-se fallir io Sr. Manoel Jos Miu
ricio de Sena, e como se ignore sua mora-
da: roga-se-lhe queira annunciar, ou diri-
gir-se livraria n. 6e8 da prai dalnJe-
pendeucii.
O-se a premio a quintil de 600,000 rs.,
no todo, iiuem pa tes. sobre penhures de
ouro, ou pnta, ou hypoleci-se em bem de
rai : a tratar na ra das Larangeins n. 23,
segunda porta a direita, das 6 is 8 horas da
tarde.
-- Precisa-se deum caixeiro, para tomar
conta dn um drpozilo de padana, que d
flan?! do que so Ihe entregar: a tratar na
ra do Cotuvello n 29.
Perdeu-n no dia 22 no theatro de S. I-
rsbel al o beco Jo Queimado urna baioha
de espadim ou punhal dourado com 2 am-
las, pessoa qne achou quaren lo resiituir
se Ihe recompedsar ni prarja da Indepen-
dencia n. 19.
Ni ra do Hospicio n. 52, precisa-se de
urna ama de leile.
Na ra do Hospicio n 51, precisa-sede
urna ama que engomare com perfei(3o: pa-
ga-se bem.
-- Aluga-se o sobrado n. 9, na ra Direiti
com fundos para a ra da Penh<,muilo fres-
co e com bstanlos commodo, e por barato
prego : trata-se na pra;a da Independen-
cia n. 1-2.
- Qem precisar de urna pessoa que se en-
carregue de qualquer escripturar;3o, me-
diante a mais mu iica pag*, derija-se a pra-
Ca da Independencia ns. 6 e 8. ou a ra do
l.i vr.niiciiio luja n. 18, se dir com quem de-
ve 11 tur.
D Isabel Mara de Mello, viuva do te-
nenle-coronel JoSo Filippe de Souza l.eo.
avisa aos ere lores doseurassl quejustifl-
quem as suas dindas no prazo de oilo dias,
contados desla dala, visto que vo-se pro
ceder as parlilnas dos bens do dito cisal |SOrampo,
pelo juiz de orphilgs da comarca da Victo-
ria. Oiit'iriio, 23 do fvereiro do 1852.
No hotel en Ulinda, preci-
sa-se ile um ou dous cozinlieiros
verando a to las as pessoas que le quizerem
utilizar do seu prestimo que nSo exige pa-
ga alguma, nfio ficando os denlea bem pos-
tos que nfloso possa deferenfar dos proprios
natoraes, e podendo-se misligir com os
meamos toda e qualquer comida sem sentir
a menor dor nem ter receio da os quebrar,
tamben) chumbaoa denles naturaes fun-
dos da caria com ouro, prala e metal bran-
ro, preven 01 lo s-illl a eolllinnnnl id Ca-
ria, dores e mesmo evitando por issol for-
ma de passar a caria dos denles turados pan
os o ni mi silos ; tambero tira pedras ou ci-
rias dos denles em geral, que tanto os dam-
nefica e coopera para omoaliioda bocea,
uo sendo tirado: o annuncianlea 10 an-
uos queexerce a sua profisrjlo nesla ci la-
de, e os muilos exemplos que tem da lo
nesse longo lempo, sera quinto pMtt pira
se garantir.
Caridade sem limites,
Sciencia sem privilegio.
Francisco de Paula Carneiro
Leo, reside no aterro da Boa Vis-
ta n. 16, onde olTerece-se para
curar homeopticamente as#se-
guintes enfermidades e nao cu-
rando nao tem direilo a nenhum
pagamento sendo chamado lujo
no principio da molestia e nao
tomando o doenle nenhum medi-
camento alopathico e mesmo ca-
seiro. Ferimentos de bala, ou de
quaesquer outros instrumentos ;
grandes quedas ou pincdas por
maiores que sejam, respirando a-
inda o paciente; pleunzes, os mais
agudos e violentos ; febreamarcl-
Rodaa d'agoa.moinboa dn vento eserras.
Manejos indepeadentes para cavallos.
Rodas dentadas.
Aguilhoes, bromes e ehomsceiras.
CavilhOes eparafusos de todos os tama-
ohos.
sua arte : quem quizer utilisar-se
de seu prestimo, he rogado de di-
rigir-se a casa de sua residencia ,
na ruado Trapiche Novo n. a, ter-
Taixas.pares.crivoseboccasdefornalhs. ceiro andar, em lodos os dias uteis
Momnos de mandioca, movidos a mo ou ,jafl 0 horas da manhaa ateas lx
por animaes, e prensas para a dita. l j j
Chapas de fogo e frnos de farinha. horas aa larae.
Canos de ferro, lorneiras de ferro e de Olcina de encadernicSo na rui do
brnnze. jCollegion. 20, primeiro andar. O padre
Bombas para cacimba e de repucho, mo- Francisco CoeltiodeLemoseSilv faz scien-
vidas a mSo, poranimaes ou vento. ;fe ao respeitavel publico que tem mudado
Guindastes, guinchse macaco. | sua residencu pan a ra do Collogio n.
Prensas hydraulicas e de parafuso. 80, primeiro andar, onde continua a enca-
Ferragens para navios, carros e obras pu- dentar, e espera a mesroa consideracSo e
bliras. favor que sempre tem recebido. Alii vende
Columnas, varandas, grades e portfles. fhvros tanto de direilo como de bellas lettras
Prensas de copiar cartas e sellar. .elioguas, matime a lalioa deque tem um
Camas, carros do mSo e arados de ferros completo so-limento.iroci e compra lodo e
ele ele. qualquer livro com tanto que nSo luefalle n
Almda supchoridsde das suas obras, ja folhas e tem para ven ier tanto em porfo
geralmente reconhecida, Bowman & Me. como a relalho cartasde A, B. C, tab iidis,
Callumgarantem s mais exacta conformi- camillas cathecismos de difiranles eJicoes
dade com os moldes e dezenlios remetlidos prerjos, ver lado aos meninos, sinopses,
Compras.
guezesa p.-..~..~.---------,-------.
sido por mies hoiirados, e asseguram-lhes Sds. """V''M"c21l"
que nao pouparao eforc.os e diligencia OOOOO^OOO 099909999
para continuarem a merecer sua conlianca Q Seceiru.
O .,..._._____ r______.____. O
o
Alberto Prevosl egSirO tem a hon-
ra de prevenir ao respeitavel publico
descnteiia sanguinea, bexigas,
e sarnas inda as mais in-
peritos.
No dia ao do corrente, des-
embarcando a noilrj o abaixo as-
signado, de bordo do vapor inglez,
no caes do arsenal demaiinha ,
trazia comsigo no bolso da sobre-
casaca, nina caixinha verde escu-
ro, conlendo um annel esmaltado
de preto, com um brilhante de
dous quilates, e quer no acto de
saltar da catraa quer entrando
para um carro, perdeu o dito an-
nel : a quem pois or olerecido,
ou dtlle possa dar noticia parti-
cipe em casa do lllm. Sr. Arcenio,
m Hospicio, que ser generosa-
mente recompensado. Carlos
Frederico Marques l'erdigao.
Precisa-se aluiturdous moleques : na
ra da Cadeia n. 13.
O bacharel Abren e Lima, embarca
para o Rio Grande do Sul, o mulatinnu Ho-
norio, liiiio de sua escrava Anglica.
I'reciss-se de urna ama de leite, forra,
ou captiva, para criar urna crianQa: emS.
Amaro, na taberna ao p do Cardozo.
-- A. Muniz Machado, embarca para o Rio
Je Janeiro, oseu escravocreoulo, de nome
Luiz.
-- Domingos Jos da Cosa Guiniarfles,
embaica paia o Rio do Janeiro, o seu escra-
vo DiogO, pardo.
- Piecisa se de urna ama, que lenln bom
Icite, pira criar um menino de 8 das de
n i i-i lo, forra, ou captiva : no aterro da
boa Vista, loja dn calcado n. 58.
Os abaixo assignados ten lo contas e
letras de alguns senhores tanto da prar;a
como do maito, estas vencidas; por raso
esperam que as venham pagar: na ruado
Rosario l"j i n. Vi, e se assim o nao fize-
rem passirao a ser demandados.
Mpnes & Soares.
O cirurgiSo Bernardo Pereira do Carmo
faz sciente as pessoas que a tempos Ihe fa-
laiam e mesmoa quem convier o quizer,pa-
ra por meio de um aju>te razoavel, oslratar
annualmente das molestias que possam ap
parecer, que leiihain a bondadede virem a
casada sua residencia na la do Rozario
larga n.30,para os poderl-infaremn.de seus
clientes.
Acha-se farinha nova de SSSF, (dera-
minha) para vender, nos armazens de flea-
iii! i nuie i\ cmii -iniii-i, no beccodeGon-
ealve,
No dia I o do corrente Jesippareceu do
inoiiSo do porto da roa da Roda urna canoa
le familia mell aberta, com um banco de
vela, dous p neiros um maior c outro mais
nequeno.jonlo da proa e tem um ferro nest
Com urna bola na punta : esta canoa he um
pouco curia, tem correte na poupa e he
guarnecida de um Alcatrale por den-
tro da borda, sendo piulado por dentro de
cinzento, e um i ouco antiiio, e por fora toda
prcta: quem della souber e quiaer denunciar
a seu dono pode ir na ra dos Qiiailuis de
polica n. 18, onde se dar urna generosa
gratilicar;3o a quem deounciar on intregar
seu dono.
Ama, de leile.
Precisa-se alugar urna ama de le te, for-
ra, ou captiva, para dar de immar a um
menino, paga-sebom: na roa de S. Gonr,a-
lo, sobrado de um andar n. 87.
Os senhores Bernardo Luiz Ferreira ,
Joaquim de Souza Teixeir, Jos Caetano
Pereira do Na.scimenlo, Jos II lao Ribeiro.
Francisco Ignacio de Madeirot, Francisco de
Artillo Baos, Manoel Jos Suares de A rel-
iar, Patricio Antonio de Torres BanJeir,
Antonio de Moraes cinto, Silvestre dos Kios,
e Clara Seiihorinha Bordes: queiram appa-
recer com brevidade em Uliuda, na ra de
Mathias Ferreira, sobrado n. 6 a negocio
que os inleressa.
Arrenda-se um engenho distante desta
praea 9 legoas, com muitas boas trrasde-
plantarjOes, e cercados, muente e corrente,
vende-se oa mes.na occsi.1o em que te li-
zer o srrendamento, alguns escravos, safra
criad, boiada milito boa, carros etc. e to-
dos os mais utencilios inherentes, e necossa-
rios para acontinucao do mesmo rstabe-
leciosento: tratar no primeiro andar do
atierro da Boa-Visla n. 43.
USr. que passou um valle ha oito
dias, vencido em 3 de setembro do anuo
p. p. haja de o vlr pagar: na mi larga do
Rozaiio u. 44.
(J. Slarr & (ompanhia,
Respeilosamente annonciam que no seu ex-
tenco estabelecimento em Santo Amaro,
continua a fabricar, com a rralor perfeic3o
e prompli 13o, toda qualidade de machinis-
mo para o uso da agricultura, navegado e
manul'actura, e que para maior comnolo
de sus numerosos freguezes e do publico
em geral, tem abeUo em um dos grandes
armazens do Sr. Mesquita na ra do Hi um,
atraz do arsenal de marinha, um
Dep'iMio de machinas,
constru las no dito seu osubeleriniento.
All ctiarilo os com radores um comple-
to Sortimento demoendas du caima, com
todos os melho'amentos (alguns dclles BO-
TOS e originaesj de que a experiencia de
muilos anuos tem inoslra lo necessidada.
Machinas de vapor de b.ixa e alta pres-
s3o, t.chas de tolo tsmanho, tanto batidas,
como fundidas, carros d mo, e dilos para
couduzr formas de assucar, machinas para
moer mandioca, prensas para dito, fornos
de ferro batido para farinha, arados de fer-
,_ queeslabeleceu-se nobeccodo Tam-
** lila dafronle do chafarii. da praca da g
9 lloa-Visla,piiineira cocheiraa esquer- O
O da onde as pessoas que do seu O
O prestimo precisaiom, o acliaro sem- O
O pre promplo para servil-as com bre- O
Q vi lado o preco commo lo. 0 mesmo O
Q encarraga-se da qualquer concert ;'}
n leudeuta ao sen ulllcio. Q
Compr-se um jngo da diccionarios in-
gleses, o-adosr: paga-ae bem, na ra do A-
ragSo n. 82.
.- Compra-so um telim salo : quem ti-
ver, annuncie.
-- Cornpra-se umi negra, que esteja pari-
da, ha pouco lempo, que tenha bstanle lei-
le, e tamhem ae troca por oulra, voltandu-
se o que fr de ajuste : na ra da Sentida
Velha, venda n. lo i, ou annuncie.
-- Compram-se escravos rceoulos, mi-
chos o l'-oi-s, da HaaOannoade idade,
com habilidades, ou sem ellas : na ra da
Cadeia no Recife, casa n. 8.
Compram-.se escravos de
ambos os sexos c pagam-se vis-
ta : a tratar com Gorreia Leile ,
na ra da Cruz n. 4o i primeiro
andar.
f^ Compram-se escravos de ambos og
sexos, com habilidades, nu sem ellas, para
fra e iientro da provincia, paga-so minio
bem, ten lo bonitas figuras : na ra das La-
rangeiras n. 14, S'gunJn andar.
-- Compra-se um braco com balances
.:rai.il -,o opr i.i para pesar farro i na ra No-
ra o. 42.
V eiul.ts.
FOLIllKliAS PARA i85a.
Vendem-se fjlhinlias de porta ,
de padre, e de algibeira de tres dif-
ferentcs qualidades,sendo urna del-
Ihs com o almanak da cidade e pro-
vincial vendem-se nicamente na
praca da Independencia n. 6 e 8
tensas e rebeldes, erisypellas, to-
da moleslia venrea esyplilytica ;
bobas, seja de que carcter torea;
heumatismos agudos, c em geral
todas as mais enfermidades em
lempo que possam ser curadas.
Tinturara iranceza, no alerro da
Uoa Vista n. 17.
Tinge-se toda e qualquer fazenda de 13a,
algodSo, seda e linlio, tanto em obras como
em pee, '.s e com moito asseio ; assim como
se alimpam casacas e oulra qualquer revi
de pao, que livor no loas, pondo-se como
novas e por presos commudos.
Na primeira au liencia do lllm. Sr. Dr.
juiz dos feilos da fazenda.se b3o de arrema-
tar os seguintos objectos : um engonho de-
nominado Barbalho na fraguesia da comar-
ca do Cabo, Com todas as us Ierras, mal-
las e logradores, casas do engenbo, de vi-
venda o de purgar, com 30 furos e 3 balcoes
grandes, senzalla para preos, I moenda, 4
lachas e um parol de caldos, ludo de ferro,
e outros objectos a valiados em 38.000,000 rs.
e da .....-ma forma v3o a praca os b>ns an-
nunciados em o Diario de Pcrnambuco de 26,
27 e 88, de noveinbro do anuo p. pussado,
a excepcSo de alguns que ja foram arrema-
tados.
Precisase alugir um preto cinoeiro
pan tratulhir em urna c jlo : quem o liver, dirija-so a Jua de S.
Francisco n. 68., que achara com quem
""-^Contina lusente desde o dii 9 Je fe-! remedios de graS. aos pobres.desde
relio correnta, preta Luiza, n.c3o Re- I pela man,h e -duM horas da U -
E MAIS FFICINAS
NA
roda mais aoprovad consirucQ3o, fundoa'/'A *Rua Inipeiial 11. 118 c 12o, e deposito na rua Nova u. 33.
para alambiques, crivos e port.s para for- Respeitnsamente avisam inpublico, e particularmente aos Srs. de engenhos e des-
imlli.i-, e iiin.-i inliiii l-ule de obras de ferro, madores, ele-, que este estabelecimento se acha completamente montado, comaspro-
que ser infadonho enumerar. porches necessarias, para desempenhar qualquer machina, ou obra conrernente ao mes-
No mesmo deposito existe urna pessos in- mo 0, mPsrri03 chamara a atlencSo para as s-guintes obras, as quaes construidas em sua
telligente e habililada para receber todas as fabrica compelem com as fabricadas na Europa, na qualidade emSodeobra, e por me-
encommendas, etc. etc., que os aiinuncian- n0s nreco, a saber :
MACHINAS continuas do destilar, pelo methodo do autor francez Derosne, a-s me-
as, que para este fim al hoja tem apparecido.
les, coutindo com a capacidade de suas of-
liuas e maclunismo, o pericia de seus nlli-
ciaes, se compromelleiii a fa;.er execular,
com a maior presteza, perfeicjlo, e exacta
conformilade com os molelos, ou deso-
olios, e iustruc50es que Iba forem Torne-
adas.
CjnSULTOaiO CKKTHai HOlJOJOPiTHltO -
> DR PERK.kMBUCS. *
> Derigiaopelo Dr. Sabino Olegario I.utl- -i
t 'Jiro l'inho. *
4 Rua do Trapiche Novo n. 15. ;
Todos os dias uteis se dar3o consultas @#
bollo, baixinn. e magra, moca e. esperta de. As correspondencias e^ nilorna
levou veslido de urna faienla jldesbolada, f of podero ser d,r gidas^verbal- *
panno de lisias, com matanes e franjas .'. 9a.Por e9cr"'10' *%* ? S
l.lvezdiga que anda procurando senl.or I doenle indicar fnmeiro; o nome, a W
por ter 10lidqo par. sor vendida; da.Cona- id.de, estado, prohasilo, e con.l, o,- *
eque fosse seduzidi. ou loriada por n3 j co 9udo : as molestias, que tem
ero Violo de fugir, e sa proc- lera contra Udo, e os remedios lomados; (rea.-
quem a tenha seducido, ou oceultado: quem :. poca do.pparec.men o.- f
a conduzr a rua da gentada Nova n. 4, ssr lest.a actual, o descripcao minuciosa *
com generosi lado recompensado. | t dos sigu.es ou m^^V^M
- Antonio Ferreira da Costa Bngi.lendo 9*W*f**+ .#
contas, elel-.s de alguns Srs. ueia.n del- AVIsu >ATIbl-A(.10IU.
ssdo de pagar, uns por amisade, e outros 0 abaiJO assigoado, .gente do l)r. Bran-
por relaxaooee, tanto pela parle dos seus drelh, faz sc.eiite ao respeitavel publico
dos devedores, roga pelo que pelo bngue americmo James Crosiiy
vinlo do Koslou entrado no correlo mez,
recibeu novo provimento do pilulas vege-
taes de seu propno autor; estas celebres pi-
lulas s3o recomme idadas por milhares de
oessiasa quem ellas tem curado de phlisi
lhores machina ,
AI.AMIIIIJIIICS de cobre de todas as dimensOes.
TODOS OS COBRF.S necessarios pira o fabrico de assucar.
TAIXOS DECORIIF.para relinarjao.
TAIX4S liirn para engenho.
DITAS DITO movis para dilo.
IIOMKAS DE CORRE de picote, de repucho, de roda e de pndulas.
ESCRIVAMNIIAS de lalSo dos melhores modellos.
DITAS DITO galv'anisadas.
si nos de lodos os lamanhos.
OS APRECIAVEH fogOes de ierro econmicos.
BURRAS de ferro as mais bem construidas.
CARROS dito do inflo.
PORTOES de ferro.
varandas dito.
GlUIrlAMENTOS dito.
TAIXAS dilo.
C.VI.DKIRAS dito.
BA.MIEIROS de zinco e de follia, para bmhn do choque.
cobradores, como do
prezente, aos meamos Srs. de virem quan'o
antes pag.rem seus dbitos, na rua N iva n,
28. assegUrando toda a cdulemplacjlo nos
jurusje so assim o nSolizere n passarSo.a se-
rain uemandados, o que ser* urna vergouha
para os senhores devedores, alem dos abu-
sos cometidos alguns ate 15 annos.
-4. *# *
# Paulo iialguoiix, lentlsta +
' francez, offerece seu prest- #
ca, influencia, cnlarros, inJigeslOes, dis-
pepsia, dores do rabera, dores ou pozo na
nuca, que geralmenle fio siniptoinas de
apuplexia, ictericia, febres iiilarmilenla-,
billis, 6-.CB1 latinas, febre amarella, e toda a
' ni! ao 'uDlico para tollos os s> elasse de febres, asma, gota, rheuiiausmo,
de sua prosso s SI enfermi.lades nervosas, doras no ligado,
pleuresa, debilid.de interior, abatimcilo
da espirito, roluras, inllunmacdes, incha-
(Oes dos olnos, accidentes, parlisis, hi Iro-
pesia, boxiga, sar.m.io; enfarmi ldes dos
meninos, loSSO de toda a ciasse, eolios, c 1-
lera-moibos, dor de pedra, lombrigas, de-
Siuleria, sur lez,vacados do cabe? disipel-,
la, ulceras alg-ilas de 3 anuos, CaoC US, lu-
mores, laehatOn nos pete peroas, al more!
mas, errupc-ilo de pele, sonhos huinveis
p / ol.-lli.s ; toda a qualidade de duros e
moleslia da mulneres, como obslruc^Oes,
relachacoeselc. etc heurn medica nenio
iutoirainenle inoffeiicivo, iiodendo apphcar-
se li as creanQas rescemnacidas ; ultuna-
mente se tem apelicadu, a urna enfaimida-
AOS DENTES.
J. A. S. Jane dentista, tem a honra de
avisar ao respeilaval publico, que se acha
rczidindo na rua Nova n. 19 primeiro ao-
jar, aonde eilar aempra prompto a qual-
quer cnaraado, desde as 9 horas da manhSa
ale ai 4 da tarde ; o annuociame encherta
_ niisteres
pile ser procurado a qual- ,
O quer hor e "' sua casa, na
# rua laiBadolloaario, 11. JO,
r segundo andar.
##*# !$
O Sr.Bernardo de A Ibuquer-
que Fernandes Gama, queira man-
dar pagara subscricao deste Diario.
Calt^mfia
Na Rua do Aiagao, n. i2, se-
gundo andar, copia-se com perfei-|jaip"Pilc,t"ao9"leiljraj0
C0 qualquer papel em muitO boa la los que parece cada vez maisresolvido o
V. ._il_________i- problema de um remedio universal : ven-
dem-se com o seu recituario, i.a rua da
Ca leii-Velh* n. 61, botica de Vicente Jos
de Brilo.
l Coiiultorio horneo- I
palhco.
llua do Collegio n 25, pr- m
meiro andar. '
O Dr. F. A. Lobo M isco- 4
so, d consultas gratis aos
, pobres, todos os dias das 8 .
peitavel publico, que o seu estabelecimento m ag a noras da manbaa. Fra-
\UCA0B6Fi??//(j
/^T xtV^^ss
BOWMAN & MC. CALI.IIM, engenheio
ros machinistes e fundidores de ferro mui
respeilosamente annunciam aos Senhores
propietarios de engenhos, fazendeiros, mi-
neiros, negociantes, fabricantes e ao res-

de ferro movido por machina de vapor con-
tina em eTfeclivo exercicio, e se acha om-
plctamenta montado com apparelhos da pri-
meira qualidade para a perfeita confectSo
das maiores pecas do machinismo.
Habilitados para emprehender quaesquer
obras da sua arle, Bowman dr. Me. Callum
desejam mais particularmente chamar a
ltenlo publica para a sseguintes, por
erem dellas grande sorlimento j prompta,
as quaes construidas na sua fabrica podem
competir com as fabricadas em paiz es-
trangeiro, lano em prego como em qua-
lidade da materias primas e mSo d'obra
asaber :
Machinas de vapor da melhorconstructlo
Moendasdecanna para engenhos de lo-
dos os tmannos, movidas a vapor por agoa
ou animaes.
.- 9
tica qualquer operao de ci-
rurgia, ou de partos, llece-
* be escravos doenles para tra- ^
V tar de suas enfermidades, ou :
2 fazer qualquer opera9ao, por *
preco commodo. i
mm*9USSISeS'&99*
Emilio Baucb, retratista ale-
mSo, tem a honra de recommen-
dar-se ao respeitavel publico des-
ta praca e provincia, prometiendo
executar com promptidJo e per-
feiao toda e qualquer obra de
O cautelisti Faria Barboza
contina a pagar os bilhetrrs pre-
miados das loteras de S Jos e
Casas da Caridade, que vendeu
no pateo do Coljegio, casa do livro
azul: na mesmacasa estamexpos-
tos bilhetesda 21. loteria do thea-
tro de S. Pedro, cuja lista vem no
vajior de 3 de marco, pelos seguio-
tes precos :
31eios bilhetes 11,000
Qmrtos 5,5oo
(Jitavos a,700
Vigsimos i,3oo
O novo depozito de cal e po-
tassa, na rua de Apollo, armazem
de Leal l\eis, acaba novamente de
receber a superior potassa di bem
acreditada fabrica de Moma & Bas-
to."; a sua superior qualidade, que
rivalisa e produz o mesmo effeito
do que a mellior eslrangeira, dif-
ferenc em pre90, e a anioiacao a
urna industria nacional, ho cir-
cumstancias dignas de attencao aos
senhores de engenhos e seus cor-
respondentes desta praea.
Loteria do Rio de Janeiro.
Aos 20:000,000 de rs.
Na lo) de miu lezas da praca da
Independencia n 4> vendem-se bi-
lhetes inteiros, meios, quirtos, oi-
tavos e vigsimos, a beneficio la
ai. loteria do theatro de S. Pe-
dro di Alcntara que correu a
16 de fevereiro, e vem a lista no
primeiro vapor. Na mesma loja
1 1 inliiMii tem a venda billietes in-
teiros, meios, quartos, oitavos e
vigsimos, a beneficio de um hos-
pital as Agoas Virtuosas da Cam-
panha no llio'de Janeiro.
NoR-cife dpco do Abrao, fabrica de
charutos, vendom-se sigarros de palhade
milho, por commedo preco;
No piteo do Terijo, fabrlc de charutos,
vendom-se sganos de palha de milho, por
preco commodo. > ,, 1,
Vandom-s cascos de pipas de Lisboa,
carrinhos de mSo e um jogo de gim'o na
rua ua l'raia, defronte da ribena n. 10 e 18.
__ Vendem-se saccas com mi-
lho muito novo, a a,4oor9-: na
rua da Cadeia Velha, loja de miu-
dezas n. 17.
Vende-se um sobrad! de iVttStrtir, Si-
lo na rua do Cor lonit n. 16, qu faz frente
para pa a o b eco dos llurgos, e renda 3o#
rs mensaas: a tratar ni rua da Samalla Ve-
lha, venia n. 101.
Vende-se urna mobilia de Jacaranda,
conlendo tluza o meia de cadeiras, um pir
da cons >los. urna masa re londa, lulo da pa-
11 1 marmora : no armaem da rua da Con-
cordia.
Almanak para 183-1.
O vapor do .Sol trouxe o almanak adminis-
trativo, mercuUil e in losirialdo Imperio do
Rrasil para 1 .mu 1 d 1852, cuitan lo, alem
da oulras matarlas intressanlns a august-
sima casa imperial, a corte com todas as ca-
sas Ululares, a representacSo nacional, os
ministerios com tolas as ropartic.Oes publi-
cas, campanillas, socieda les ele, etc. 1 vo-
lme enea lernado por 6,000, broxun 5,000;
veude-sa unicamenle no pateo do Collegio,
casa do livro azul,
SALSA PARRILHA
DE
AS nu oo-as cxuerienCM fetas como
uso da sal>a parrilha em lod.is as enfarmi-
dades, orininadas p> la impureza do sanirue,
e o bom exilo oblilo na corte pelo lllm.
Sr. Ur. Sijaud, presidente da ca lemia im-
perial de medicina, pelo illuslmlo Sr. Dr.
Antonio Jos l'eixoto em Oa clnica, eem
su afamada casa de sude na C.mboi, pe-
lo lllm. Sr. I)r. SalurninodeOliveira, me-
dico do exercilo e por varios outros mdi-
cos, permiliem boje de proclamarallamenle
as virtudes clllcaaes da
SALSA PARRILHA
DE
Nota. Cada garrafa contem duas libras
de liquiJo, e a salsa parrilna de Urislol he
garantida, puramoule vegetal tem mercu-
rio, iodo, pol i-siu II.
Vende-se a S/uOO rs. o vidro na botica do
Sr. Jos Mara Gonrjalves Ramol: rua dos
Quarleis pegada ao quariel de uolicia.
Aos pars de familias.
Mandema rua do Uvramenlo, junto 1 bo-
tica loja da Estrella n, 19, comprar o que em
oulra loja nSoacharo; bem feitos e fortes
sapstintios de pao para meninaa a 30 rs. o
par, de couro preto a 360 rs de marruquim
a 480 rs de lualro a 6W rs., de panno para
senhora a 400 rs., e cuuro a 480 rs.. de se-
tim preio a 1.000 rs.; bollns di lusiro para
menino a 5,00d rs.meio botins para homem,
ae biierro a 4.'0d rs., botins a 6.5J0 rs., sa-
p.tos de urna sola de couro de lustro para
nomem bem fados a 2,500 a oolr.s muiias
quadides de obras ; assim como pelles de
Puerro de lustro graades a 8,880, de bezer-
ro francez a 4,200, marruquim superior a
1,760, curies de tapete requiaaimo a 500 rs.
e ndalos ja fallos, palle de pelica e mais
.ccassonas para quem tem Sapateiro : elis-
lem oesta loja peio barato. Assim como re-
ceba toda qualidade de enco orneadas dg
calcado, com proroplido e acelo para cojo
liiu tem buns olciaes.



"*"
AGENCIA
da fundido Low-Moor.
ROA DA SENZALLA NOyA X 42.
Neste estabeleeimerito conti-
na a haver um completo orti-
mento de moendas o meias moen-
das para engenho, machinas de
vapor, e tahas de ferro batido e
coado, de todos oa lmannos, pa-
ra dito.
Antigo deposito de cal
virgem.
Na ra do Trapiche, n. 17, lia
inuito superior cal nova em pedra,
chegada ltimamente de Lisboa:
tttnbem se vende potassa da Kus
aia, nova e de superior qualidadc.
Bombas de Ierro.
Vendem-se bombas de repuxo,
pndulas e picota para cacimba :
na ra do Brum ns. 6, 8 e 10,
'undicao de ierro.
Deposito (la fabrica de Todos os
Santos na Ualila.
Vende-se,em casa deN. Bieber&C.,
na ra da Cruz n. 4, algodSo transado da-
quell fabrica, milito propno para saceos de
saucar e roupa de ose ratos, por pref ocom-
moju. __
Vendem-se relogios de ou-
ro eprata, patente inglez : na ra
da Senzalla Nova n. 4a-
Gasa de commiss3o de escravos.
Vendem-se escravos e rcebem-
se de commisso, tanto para a pro-
vincia como para lora della, para
o que se offerece muitas garantas
a seusdonos ; narua da Cacimba
n. ti, primeiro andar.
Arados de Ierro.
Vendem-se arados de diversos
modelos, assim como amcricano-
com cambio de sicupira e bracos1
da ferro
Brum ns. 6, 8 e 10.
Familia Fontana,
chegada ltimamente: em casa de J. J. Tas-
so Jnior, na la do Amorim n. 35.
Agencia de Edwin Maw.
Na ra de Apollo 11. (i, armazem de Me. Cal-
moni 8t Coinpanhia, acha-se coottanteineole
boas aorttmenios de t&Ua de ferro coado e
batido, tatito rasa como fundas, moendas lu-
cirs todas de ferro para animaes. agoa. etc.
ditas para armar em madeira de lodos os la-
manhos e madellos o mais moderno, machina
horlsontal para vapor, com forca de 4 caval-
loa, coucos, passadelras de ferro estanhado
para casa de pulgar, por menos preco que os
de cobre, escoveus para navios, ferro inglez
titulo cm barras como em arcos folhas, eludo
por barato pre(o.
Deposito de cal e potassa.
No armazem da ra da Cadeia
doUecife n. 12, ha muito supe-
rior cal de Lisboa, em pedra, as-
sim como potassa chegada ultima-
Grandes pechinchas, na ra do
Crespo n. 14, hija de Jo Fran-
cisco Dias, a i4,f rs. o corte! !
Itiquisimos cortes de vestidos de flnissi-
ma seda e delicados gosto, fszetrda inloira-
mente moderna, pelo Dantissimo preco de
14,000 rs. o corte ; ditos de cimbran suda,
sendo o mais superior que (em apparecido
no meroado, pelo barato preco de 9,000 rs. o
corte; supelores vestidos doflnissim esm-
braia e de cor, com riqusimos babados e
todos 0S seus perlences, sendo urna prca de
gilHoe oulra de cuidan, que se di de gra-
tis a quem comprar oa vestidos, pelo mul-
lo barato preQO de 6,000 rs. o cuite ; ditos
4
DA
WIGTOGTOAil"
SALSA PARRILHADEBRISTOL
A sala palrilliu de Brislol data desdo 1831, e lem constantemente mantillo sua reputa-
clin, sem necessldade do recorrer a pomposos annuncios de que as rreparacOesde m-
rito podem depeiisar-sc. O tucesso 1I0 Dr. Brislol tcm provocado infinitas invejss, e
de carbraia cem bna branca ede rr, fa- entre oulras, as das Srs. A. II. I>. Sands, de New-York, preparadores e propietarios da
zenda do ultimo gosto, pelo harslissiino salsa parrilha conn-cida pelo no me de Sands.
preco de5,500 rs. o corte; ditos dn cana | EstessenhoressnliritArfloem 18t2 a agencia de Salsa parrilha de Brislol, o como nao
chita, coih 6 i|2 varas a 2,000 rs. o eo'fe;
O pudosaeni obter, fahricaiSo un iniilacao tle Brislol.
Eis-aqui a carta que os Srs. A. R. D. Sands escreveram ao Dr. Brislol, no dia 20 de abril
de 1842, e que seaeha em no-so poder :
Sr. Dr. ('.. C Brislol.
Bfalo, ele.
Nossoapreciavel senhor.
Em tod o auno passado temos vendido quantidades coisidenveis do extracto de
silsaparrilhade vm. e prlo que ouvimnsilizer de suas virtudes Aquelles que a tein usa-
do, julgamos que a venda da dila medicinase augmentar muitissimo. Se Vm. quizer
fazer um convenio comnosco eremos que nos resultarla mulla vantiigem, tanlo a nos
Como a V11. Temos muitu prazer que Vtn. nos responda sobreest assumpto, e se Vm.
i'u fiWY,800,2,500. 2 8110 e 3.-.I0J rs. u co- vier a esta cidailn daqui a um mei, ou cousa semelsnie, teriamos muito prazer em o
ditos muilo linos, fazeoca >ie muilo bom
gosto a 2,500 rs. o corle; chitas cabocolas
muito flxas e finas, cores de esf e de vmho
a 2i)0 rs. o covado; ditas fiancez a 240 rs.;
ditas de quadros escuros, hienda du#ulti-
mo gostoe novos padioeg a 200 rs. o cova-
do; riscailinlius muito lixos a 160 rs. o co-
vado ; cassa chin, muito larg e decores
finas a 200 rs. o envido; al.'k< preta muito
fina a 640 rs o covado ; merm p elo mal-
vado; supeiior aloalhado a>iamascado de
puro linlio.com 8 palo os de lugu, pelo la-
ralissimo preco de 1,600 rs. a vara; briol
trancado de 1 uro lindo, de diversas cores e
di lenlos goslos, pelo barato preco -le 1,200
rs. avr.ia; liscado detinho, com p.luos
de largo a 200 rs. o cova 10 ; algodao azul
de 4 11* palmus de largura, fazeu ia muilo
propiia para lOpa de esc avos a 200 rs o co-
vado ; a-.-un como uutras muils f .zendaa ,
que se vender pnr preco mais commodo
duqueem oulra qualquer parte.
1 l'ara :>enliora
i Vonde-sc selim preto macio de su-
perior qualidade para vesiido tle se-
1; nliora; um completo sorlimenlo de V
4jj sarja deseda despalillla verdadeira; %
ii corles de vestido de sarja preta lavra- S
,' da de lindos gustos; supeiior chama- j.j
j lote de seda pura; ricos ves prelos a
de seda, linnoeietroz de Italia; um
5 grande suilimento de manteletes, ca- j,
5 pot'nlios pelos com lindos onfiiles, ,
5 sendo us mais modernos que ha no
i mercado; superiores meias pretas in-
f glezas de peso, e oulras -fazendas de
gusto e boa qualidadu, e ludo por
na fundico da ra do f preco muito em conta 1 na ra do
U yueimado, leja do sobrado amarello
m~m''^mwmmtw iiml
Eructas novas.
Vendem-se na ra estrella do Rosario n.
I l,dia-.ascos em caixinhas de vidro.e caixi-
nhas de lamoras e de ameixaSje bolachinhas
de araruta m na m suia se dir quem vende
100 espanadores bem feilos.
UKVEKEs dos HOMEN8,
a 5oo rs.
Vende-se este compendio sprovadopara
as aulas, em meia encadernacJo, a 500 rs.,
cada um : na livraria n. 6 e 8, da praca da
Independencia.
Arados de ferro.
Na fundicSo da Aurora, em S. Amaro,
vendem-se arados de ferro de diversos mo-
delos.
Vende-se champagne da marca amiga
e bem conhecida, Comel, em casa do Deaue
Yule& cnmparihia : na ra da Cadeia.
Tiiimi- para eiigcnlio.
Na fundicHo de ferro da ra do Brum,
acaba-se de receber um completo sortlmen-
to de taixas de 3 a 8 palmos de bocea, as
quaas acham-se a venda por preco- com-
modo, e com promptidao embarcam-se,ou
carrogam-se em carrosseui despezas ao
comprador.
Vende-se farinha fontana
mente, a precos muilo rasoaveis.
verem nossa botica, iua do Fullon n. 79.
Fico asrdeos de Vm. seus seguros servidores.
* (Assignados) A. R. D. Sands.
COITCLtJSiiS.
1.* Aanliguidide da salsa panillia de B'istol, he claramente provada, pois que ella
data desde 1832. e que a deSanisso appaieceu em 1842, poca na qual este droguis-
ta rifn p ir tibiera agencia do 11 Rtistol.
2." A superioridade da salsa pamllia de Brislol he incontestavel, pois que no obs-
tante a concurrencia da u> Sands, e de urna por(3o de outras preparares, ella lem man-
lido a 50a reputacoem quasi lo la a America.
As numerosas experiencias feitas (om n uso da salsa parilha em totlas as informida-
des originatlas pela impuroza do sangue,e o bom xito obtido nrsla coite pelo Iilni. Sr.
Dr. Sigaud, presidente da academia impeiial de medicina, pelo lllustrado Sr. Dr. An-
tonio juse lv i loto om sus clnica, e em sua afamada casi dessude na (Jambo,pelo lllm.
Sr Dr. Saturnino de liveira, me lico do exercito, e pur varios outros meJicos, per-
millem hoje de proclamar altamente as virtudes eflicazes da salsa parrilha de Brislol.
Vende-so a 5,000 rs. o vidru; na botica de Sr. Jos .Mana Goncalves Ramos, rus
dos Quarteis pegado ao Quirlel de Polica.
ALSA PAHRIbtU DE
SBDS.
Vende-se superior farinha
de mandioca de Santa Calharina, I
por preco muito commodo, a bor-f Et 'xcellente remedio cura todas aien-
di .t..u> I 1 11...:. ermidades as quaei sSo O'ininad'S pela
o do patacho brasileiro .legria mparest dos.gu-oudoay-tema ; aHa-
fundeado em frente no caes do Ra- oer : escrfulas, rheumaiistno. eruncoas
mns AtrAlnr u hnrHn An nirainu cutnea, b cholhas na cara, almoroid-s.
mos a tratar a oordo do mesmii, doenc chr,,nic,g, brebuihis, bortoeija,
patacho, ou no e-criptorio de No- tinha, enmacOes, e dores nos ossos.ej'n-
vaes & Companhio, na ra do Tra- l'?,,.u,'f"r' noenc. veneri.s, citica. tuUr-
Y n, midades que attacHo pelo grande uso do
piche 11. ."i;.
Vinlio de Champague,
e superior qualidade : vende-se no arrr.a-
ein Kalkmanu Irmos Ra da Cruz, 11. 10
Urna emoa.
Vende-se barato, oualuga-se por 8,000 rs.
mensaes, 1 canoa ile Oiilheiio de lijlo de
alvtmaria : na ra larga do Rozario n. 24 ,
primeiro andar.
fe
AllAUUS AMERICANOS.
VeodemM arados ame- .-
ricinos, chegados dosEta- i
dos Unidos, pelo barato pre- 4
I 50 de 40,000 rs. cada um: na 9
aj ra do Trapiche n. 8.
Velas de Esparmacete.
Vendem-se velas de esparmacete
em caixinhas de 20 Ib, em casa de
Augusto C, de Abreu :na rua da
Cadea do liecife n. 48.
Vende-se um cscravo, moco e de bo-
nita figura : na rua da Cruz to Kecife n. 38.
Para 1 agens.
4 Vendem-se chapeos envernizados,
? galdrs de ouro, e prala, boles de
sirgueiro no pateo da Matriz, n. 2.
muito superior e no\a no merca-
do : a tratar com Manuel da Silva
Santos, na rua do Ainoiiin n. 5C e
58, ou no armazem do Annes no
Farinha de mandioca.
-- Vende-se saccas com superior farinha
de mandioca a precos rasoaveis: a tratar
com J. J. Tasso Jnior rua do Amoiim
n.35.
Deposito de cal virgem.
Cunha & Amorim, na rua da Cadeia do
Recite, n. 50, vende-se barris com supe-
rior cal em pedra, chegada pelo ullimo
navio de Lisboa, por menos prefo do que
em outra qualqner parte.
No escripiorlo de Manoel Josquim !a-
mos e Silva, na rua da Cadeia do Recife,| C es da allantlega.
vende-se por preco commodo cal virgem de
Lisboa chegada no ullimo navio, bezerro de
lustro, mercurio, hnha de Roriz.relroz, fet-
chaduras do Porto, pannos e casemias
de lili.
iiap Paulo Cordeiru.
recntenteme ebegado do Rio de Janeiro ,
vende-se na rua da Cadeia do Recife luja n.
50, de Cu'ilni & Amorim.
No armazem da la da Molan. 15,
vende-se cal de Lisboa em pedra, a mais nu-
va que ha no mercado, cnegada no crrenle
mez, no tingue l.aya ; issim como mercurio
doce om caixinhas de libra cada urna, ludo
Cor menos prego do que em outra qualquer
>arte.
9 Na loja do sobrado amarello, na la >
otj) do (Juoimado n. 29, vende-ae um >
9 completo soniment dd pannos pre- 4>,
0 tos finos e cores lixas; casemira preta t>
elstica superior de 9 a 14,1 no rs. o a><
) cite decalca; coilas de colele preto
Principios geraes de economa pu-
blica e industrial.
Vende-seeslocompendi, approvado para
as aulas de primeiraa lelras, a 480 rs. : na
jiroc,a da Independencia, livraria n. 6 e 8.
Cobertores de algodao.
Suoeriores cobertores de algmlSo de di-
ferentes cores, leci los a dous li -, muito
grande, lem todanp,>licaco em urna casa de
familia, por servir para me/a de engm-
madu, e forrar camas e mesino para escla-
vos, pelo diminuto preco de 1,410 TI.: na
rua uu Crespo n 6.
Grande fabrica de chpeos de sol,
de J. Falque la do C'ollgeio
h.4-
Neste novo estabelecimenlo receheu-se
um novo e lindo sortimento de chapos de
Sul dos ltimos goslos, taolo de seda romo
de pan 1 1 lio pra I..........- e senho as, de r-
,. macSo de balis e de asso que se venden
desupenor casemira borda los, ditos 01 pt r menos meco qno em oulr qualquer par-
de dilo de silnn macao com lindos a>| le ; grande siirtimt-iito de chsnialine, sed.s
bordados; mermo prelo fino de 2,500 > 0 p.. ni unos r n peca do tod.s s cor^s equa-
litiH.li'-. para as pessoas que quizerem man-
dar cobi ir armaces servidas. Completo sor-
timenlo de baleas para vestidos esparlilhus
para senliur^s, fnzem-se umliellas de igreja e
cuiicfita-se qnalguei quilidada tle dateos
du sol; iodos osohjectosacima mencionados
se vu'.dt'iu em porco e a relalho, por preco
a 5,000 rs. o cova 10; chum-us pelos
frauerzes os mais superiores e mo- >
demos que ha no mercado; chpeos 0
de castor brincos ingieres da ultima 4
moda, e oulras mullas fazendas finas >
e preco de agradar ao comprador. ^
Ovas do sertSo.
Vendem-ae ovas doserlSo, muito frescaes
e gordas, por preco commodo: na rua do'
Qucimado, luja n. 14.
Veode-se a loja de miudezas da rua
larga do Rozario n. 26 propria para qual-
quer principiante, por estar muilo afregue-
sada e terpoucus fundos:a tratar na mesma.
iNuvos cobertores de tapete a
1,44 '"s-
Na rua do Crespo loja da esquina que
tolla para a cadeia, vendem-se cobertores
de tapete, grandes e bonitos, pelo diminuto
rireco de 1,440 rs.; em qualidade sSo os me-
iiort's que lem virolo no mercado, per isso,
recon.menda-se aos Srs. de engenho que
quizerem comprar da pichincha, nao se de-
moren), porque jaba poucosjpela estrado
que lem lido.
He to barato,
Que iaz animar ;
Quem vir a pechincha
N5o deixar de comprar.
Na rua do Crespo loja da quina que vira
pira 1 cadeia, vende-se panno lino preto, a
3,000, 3,500, 4,000 4,500, 5,000 o 5,500 rs.
o covado; diio francez muilo superior, a
6.000 rs. J dito azul, a 2,600. 3,500, 4,000 e
5,000 rs. ; dilo verde, a 2,800, 3,000 e 6 000
n.; dito cor de rap, a 2,600 r. ; casemi-
ra preta, a 4,8006,000, 7,500 8,500 e 10.000
rs. o curte ; sarja prela de seda muito su-
perior, a 2,500 rs. o covado; merm preto
muilo bom, a 2,800 e 3,200 rs. o covado cor-
tes de cassa chita muilo bonitos, a 1,920
rs. ; e outra muilas fazendis por preco
uommodo.
quo agradara aos freguezesa vista da quali-
dade.
Vende-se um carro de quafo rodas
muito leve e seguro, por muito ptiuco di-
itheiro: na prsca da Boa Vista, Cucheira
do francois.
Pagara.
He bom negocio.
Vende-se a dmheiro, ou a pra-
so a padaria do largo das Cinco
Ponas, e tambem se aluga, nao se
podendo effectuar a venda nestes
dias ; assim como se lornece as fa-
linhaspara trabalhar, offerecendo
0 comprador para ludo garantas :
a tratar com J. J. Tasso Jnior,
na rua do Amorim n. 35.
PIANOS.
Vendem-se em casa de Kalk-
manu Irmaos, na rua da Cruz n.
1 o, ricos pianos de Jacaranda, com
excellentes vozes chegados ha
pouco lempo.
Vende-se um forno. para padarli, no,
centro, da cidsde, tendo lugar para mora la
earu azem para lenhi, Com desembarque
napoiia: o pretndeme aoouacie sua mo-
rada.
Negocio vantajoso.
Vende-seo hotel commercio sito na rua
da Cadeia n. 13, cornos utencilios quo o
comprador quizer: a tratar no mesmo.
Vende-se
Cha prclo e verde, de superior
qualidade e Ve.las tic espermacete de superior
qualidade em ditas ditas,
Fio desapateiro, de diversas co-
res :
Tudo em conta, no armazem de
Adamson Hoiwe & Companhia,
na rua do Trapiche, n. 4a-
V-nde-sn urna porcSo de pennis de
clin 1 na rita larga do Kosario n. 44.
Para liquidar, a 6,000 rs. ca-
da um.
Na rua do yueimado, loja n. 17, vendem-
se chapeos branros de c -sior, pelo diminu-
to preco de 6/ rs. cada um; chapeos deso
de paniiinhocuiii aspas de balea a 1,-280 rs.;
pannos finos prelos e de cores pro>a de II-
111 "10 a 4, 5 c 6,i<00 rs.; casimira preta lina ;
selim preto macan para colele; S'rja prela
despalillla, peloDaralti preco tle 2.0J0 rs. o
cuvsdo, e oulras fazendas pur li.ralu prego.
Kicosaparelhosde metal para cha.
Vcndem-ss aparelhos de metal para cha,
de hointo- e JilTereiiies molellos : na rua
la l.ad.-i 1 do R Cifu n. 61, toja de Antonio
Francisco Cuircia Cardozn.
Em casa de Leopoldo da Silva
Queiroz ,
na rua da Mneda, vende-se grata em bexi
gas do Riu 0 ande do Sul, e snecas com ini-
liiu novit, ludo por preco, mu tu commudo.
Vende-se a ace utada I brica decna-
r 11 ios, con. todos os seus uleucilios, ludo
por muilo menos do cusi.
Vende-so utna erma franceza demogno
na--ic 1. um guarda vestidos,- grande ede
marello, um consnlu com esp-ino de Ja-
caranda, e um palani|uim da Babia, de mui-
lo bom gosto : no la'gn deS Pedro por Ci-
ma da luja ile mar cin 11 o, segn 10 andar.
Ven le-se un anemia se um sitio no Bar-
balho com sufiicieute casa rnntendo iluas sa-
las gallineta au lado, ties quatlor, rosiutla e
o-i ilian. para dous Cavallos, vanosarvore-
diis que dSo fructo, Ierras para pl.nn c lo, e
ptimo batido: trata-se: na rua Nova luja
n. 58.
Vende-se urna canoa pequea den-
gelim : na rua larga do lluzano n 44.
Milito a i/mu rs. a saeta.
No armazem de IliasFerreira, no caes d
Alfan lega.
-- Vende-ie muito em conta om bolo de
ferro, movido com rodas imitando um va
por, leudo todos os pertences para velejare
andar a remos : para ver e tratar em Santo
Amaro, atrs da fundicSo, venda de Jos Ja-
cilho de 1: rv-llm.
Juse Luiz Pereira, vende a sua loj de
ferragens, da rua Nova n. 16, a prasn pom
firmas a contento; em quinto n3o elTectuar,
vender qualquer pnrc.1.1 de ferragens, ou
miudezas, pelu cusi e com algum prpjuizu
aquellas que merecerem; adveile a seus dt-
vedores de mais de I aono, que oprasodr
espera acabaahoje 20.
Vende-se milho muito novo, a 2,200
rs. o alqueire, e lomando-se porco se dan
por menos alguma cousa : a tratar do Tra-
picbe.do Sr.Cunha, no liu: da rua da Muda.
l'otassa ameiicana.
No antigo deposito da cadeia velhs, n.
12 existe urna pequea porcJo de potassa
americana, chegada recentemente que por
superior rlvalisa com a da Russia : vaude-
se por preco razoavel
Vende-se urna mesa de amarello, com
7 palmos de comprimento e 4 de largura :
oa rua Bella n. 16.
A bordo da escuna Maris Firmini, fun-
diada defronte do caeldo Collegio,ha supe--
rior farinha de mandiocalde S. Ualheus, que
se vende mais barata do que em qualijuer
outra >parte trata-se a bordo com o capitSo;
e 11.-1 rua da Cruz n. 33, 00111 Luiz Jos de Sa
Araujo.
-'-Vende-se 011 arrenda-se o Engenho S.
Rita moento e crrente meia legoa distante
Na porta da Alfandega e no
armazem do barateiro Joaquim da
Silva Lopes, vende-se furtnha ion-
lona SSSFede Philadelphia, l-
timamente chegada.
Morulla* superiores.
Na roodlcto de C. Starr & Companhia,
em S.-Amaro, acham-se a venda moendas
de canna, todas de ferro, de um modelo e
cooslruccSo muito superior
Xarope do liosque.
O deposito do Xarope do Bos-
que, foi transferido da botica do
Sr. Jos Mira Goncalves liatuuv,
para a do Sr. Bartholomeo Fran-
cisco de Souza, na rua larg do Ro-
zario n. 36. He lalsilii: i.lo oque
nao for vendido nesta casa; garra-
fas grandes a 5.5oo rs., e peque-
as a 3,ooo rs.
Vende-se,
Alcmdemuitos e superiores gneros, ven-
de-se igualmente os seguiutes : caf do Rio,
em porcilu e a retallio, massas linas, con-
servas, o excellente doce de annanaz em
frascos de 6 libras, extrail d'ahsiulhe, vi-
nho do K11.110, ditos tl Cherry, Porto Ma-
deira o Moscatel de Setubal, s'ardiuhas em
latus muiores e meno es, riquissimas cl-
Miiinis de todos os lamanhos com amen-
duascuiifeilidas, muilo proprtss para pre-
sente, presuntos americanos o inglezes para
fiambre, o i los do Porto e Lisboa, milho em
saccas, sebo do Porto em caixas de I arro-
ba, cini prelo sollo e em massindos de 3 em
lua, latas com muito fino biscuito iu-
ilez; tudo islo ven tese por menos do que
em uutra qtialquer parte: na rua da Cadeia
do Itecife, n. 23, armazem -de moldados.
Um liunilo moleco.
Vende-se un bonito inulec3o, de 21 an-
nos, bom 1 r..li 1 id .1 .r de enxada e he cano-
eiro. o qual nunca fugio : na rua larga do
lln/a-10 11. 24, |n 1 ni-iio andar.
Para militar.
Superior cha nacional
em caixindasde2 libras, e da melnor qua-
lidade; vende-se por preco cornmodo, na
rua do Corpo-Sauto 11. 2, primeiro andar.
Panno preto.
Vende-se panno finop reto, boa fazeuda a
3,000 rs. o covodo, aarj preta a 2,200, cor-
les de casimira de cor a 4 500, e oulras
muilas fazendas por preco commodo : na
rua da Cadeia Velha 11. 33.
Deposito de panno d) algodao da
fcbrii:.i Todus os Santos da Ha-
nhia.
Vende-se por preco commodo
o bem conhecido panno de algo-
dao des a fabrica ; em pessa, a
vontade do comprador .' no escrip-
torio de Sovaes 6k Companhia, na
rua do Trapiche n. '>'\.
laiclln a 3,ooo rs.
Na rua da Cruz do Recife, armtzem de J.
C, Augusto da Silva, ainda ha um resto de
farelloem saccas, do ultimo chegado, e ven-
de-so a 3,000 rs. cada urna.
Gomma de engommar*
Vendem-se saccas gran es, cum gomma
mercurio, hidropesa, expostosa urna vida
extravagante Assim como, chronicas de-
lordeng da c mstituiro, serio curadla por
esta tSo til, e approvada medicina.
A .icliiuiii-trag.lo deste helo remnlio, not
ataques maisestraordinarinstem si lo aem-
pre seguidos pelos maia felices resultado!
as suas opersc/) s ; porm, o leu principal
objeclo he tle purificar o singue, e limpar o
sy-tein do qualquer influencia de mercu-
rio. No seu modut oprrandi, he directa-
mente como um remeoio alterativo, ainda
que, indirectamente serve aosystema como
11 m veril mi ir 11 ttinico. Doencas nos ossos
c no' systnina gnndular; assim como as
juntas, e ligamentos, sSo intelramenln cu-
radas pelo uso desle remedio, lem que o
doente faca rasguardo algum, quando usir
este remedio. A oppera(9o desle remedio
consiste em remover a desorden) do syste-
mi, e em breve lempo o doente ganhari
sua ilude.
A Salsa Parilha tem ganhado por moitoi
annos una alta rerutacBo, de ter curado
doencas mu difllcultosas, que nenhurn ou-
Irontigo de valor em materia medica tem
curado. He de saber que Salta Parilha he
um dos mais valerosas remedios que os
ductores osilo em toda a parle do mundo ;
cum vistas de ganharem a cura pelo uso de
tal remedio vegetal. Po>m, deve-se de
notar, que nem todas as pessoas saben) pre-
parar este remedio, assim como esc i-
Iherema malhor parle que se deve usarem
tal preparbalo. I.'m celebre Medico escrip-
tor, que residi por nimios anuos no lugar
aondeha a melhor producto da Salsa l'a-
rilla disse : Seis ou oito especies destis
ratzes que crescem nestes bosques, admra-
me que nSo podesse actiir, se nlo urna,
com o gosto, e propriedade da verdadeira
Salsa Carilla, que se possa recummendar
para medicina ; poisas mais eram inspi-
das e inertes, a Porm, como os mdicos
nao se dSo ao trabalho. de fazerem as
suas proprias medicinas, mas sitn conliam
nos seus habis boticarios, para a prepara-
ren), e comporem diOerenlea drogas. Po-
rm de tudas si prepararocs de Salsa Pari-
lha devia de ser da genuina, para que o fa-
cultativo o o publico lica-seni bem fiados
as preparacoesde Salsa Parrilha a ser da
melhor qualidade. Pois he eatengenuino
do ongominar, muilo alva e por prrtjn com- (vegestavel, que se oftereceao publico ; ni modo: naruadoQueiaiido, lujan. 14. |tB ge v combinados outos cum dulce ; pois
(Jera de carnauba. em infinitos casos em que o doente espe-
i;m casa do Leopoldo da Silva Queiroz, na |rancaalgomas tinha ue viver.e grandes
rua da Mo la, veude-se caa de Carnauba de (quantidades de remedios experimentados,
supeiiorqualidide, viuda pelo ultimo navio mas sem resultados de mellioras ; mas com
do Aracatv, em jmu-i; \-i ea relalho, por pre- jestapura Salsa Parilhs, suas curas tem si lo
co muilo commodo. infaliveis, pois os certifica tos que temos
Qu^rt. feirs, a5 do correte. "-bido de pessoas que tem asido doste
t ,, n puro remedio, afnnan da sua boa elllca-
Sihiro da alfandeg os queijos lia nen-
Vendem-se luyas de retroz prelo de
superior quali inte, para uniforme tle
arlilheria e r n,- do- : n* luja de sir-
gueiio no paleo d Mal 1/ 11. 3,
m
gos, os mais frescaes e nielhores, que tem
vindo a l'cnuiii'iiro sendo LuitJosda
Costa Amorim o vendedor,
Veudem-se quinaos bons carregado-
res, por preco cotnmodo : na rua da Con-
ceicHti n. 60.
Vende-se bacalhio de tinas a 5,000 rs.
da melhor quali lade qtle ha de barricas, que
.- v.-n lem a 10 e 11,000 rs. : nu ir.uazem
du S. Antonio Annes, no caes da Allandega.
.Muiuliu- de vento
e.mi bombas de repucho pin regar borlas
d baixas decapim : vendem-sena fundicao
de i'.owru.in .\ He. c.iiiuui, na rua do Brum
ns. 6. 8 10.
Vende-se na livraria da rua do Crespo
n. 11 os seguinie8 i uros : um diccionario
Napnleo a laude, 16,000; um dilo de Cons-
tancio, 6,000; um Maiinum Lexicn, 5,000;
um dito fratirez-purt'igucz <>e Func 5,000; um dito portuguez-inglez. 4,000;
mu tlito inxlez para lainn, 2,01)11; Cnurs de
de droit 1 o mu-i i-iai, 5 mi .noil; Coois
de de slyle diplom-tique, 2 tol., 4,000;
Co ligo do cutnmerrio ^m francez, 2,000 ;
liin-ilo penal," 3,000 ; Prim-iras linhas so-
bre o proces-o civil, 4,01111; Kscula mercan-
lil, 2000; I) C'-iO'iai io jurdico e coa-mar-
cial, 2,5ti0; Synopses, 2.560; llslnrra do
Brasil, 12 vol. cum estantas, 6,000.; um
dic 100.1110 classico purli gnez para latim,
4.C00; gromettii de L cr.-ix, 4,000; Vir-
-li 1 a :i oiiii, dilo a 2,5o0; ll>rcio, 3,0u0 :
lia lamliem lodos O* compendios approva-
*
^St 1<.Pra asinstruccOes puna, las e secun-
**itii*I< .tu vanio ., danas, e juulamente ha livros alen.aes.
-i.ii.it) tltJ ,\.llllil.I a iVende-se uiuiu barato sendo dinhetro i
de
800 rs.
Vende-se a historia de Slmffo de Nahtu,
a800rs. : na livraria da praca da InJepen- multo bom SOrtltnentO, por preco
commodo : trata-se no escriptorio
1 Vista.
Vende-se
cera em
velas
leticia n. 6 e 8
1.olera de N. S. do Livramenlo.
Aos 5:ooo,ooo ders.
Na loja de miudezas da praca
da Independencia n. 4, ven len-
de LNovaes & Companhia na rua
do Trapiche n. 3j.
Vende-se uros mulata moca e bonita
poileiia ougoinmadeira e costureira, e urna
b:!.._. ;.,i.:___ creoula de 22 annos, com urna cria de 3 an-
ilhetes mleiros, meios, quar- ,, na rua ,arga a uz,rjo n. 22i segun.
tos, decimos e vigsimos, a bene- i|u andar.
l'irin Ha lu,-i 11 H i\ *i .1,. I at_a "" Vende-se,ou hypoteca-se urna casano-
licio da lotera de do Livra- V8Cum sol9o\ ll0 ^CIUI0 do corredor do
menlo que corre impreterivel- Bispo : tratar na mesma.
mente no da 28 do corrente.
liilhetes intuiros 10,000
Meios 5,ooo
Quar los a, 600
Decimos 1,100
Vigsimos 600
Veode-se uina cama dearmaco, com
pouco uso e preco cnmmndo, e 1 relojo p-
lente suisso : na rua Nuva u. 16.
I'ecliiiicda.
Vendem-se cordas para rab c.-.i e violo,
por preco ma>a barato do queem outia qual-
quer pane : narua do Cabugs, loja da es-
quina que voita para a rua da-Trincheiras,
e noaterro da Boa Viatl, loja de calcadu
9 Vende-se chita larga franceza de %
10 modernos padides e cures fixea pelo ajj)
aj baralisaimo preco de 240 rs. o cova- K
4 do. t'n lo poreu para o comprador >,.
) escolher : na ma do Queiruado, luja 4>)
do sobrado amarello n. 29.
Cemento novo a 7,000 rs.a barrica, n. 58.
No armazem de Amonio Annes, no caos
da Allandega. #
Familia de mandioca a a,000
rs. a sacca.
No armazem de Dias Cerreira, defrontedas
esca Millas du Alfandega.
Azeite de carrapato da fabrica de *'9**
.,.. Vende-se um cavallo goido, com ar-
Araujo & Tllho, no renedo. reios novos, bom andador de baixo a meio :
Acaba de chegar mais desle j conhorUo narua Nova 11. 18.
azeite, o mus proprio e econmico, para --Vendem-se 10 travs de louro, com 40
uso de candieiros desala, tanto pla sua du- palmos de comprimento : na rua da Praia
1.11.01,, como 11011 e/a, econtinuar a haver ueS. un-, vm la n. 1.
sempre um ilepoztu para suprimentu tegu- Vende-se umi casa terrea de pe Ira e
lar dos freguezes : no armazem de J. J. Tas- cal, pequea, porm mu beai construida
ua rua du Caliral da ci lade da Olinda n 2
--Veude-se urna escrava de 30 anuos, sem
achaque, neni vicios, qu>l cozioha o ur.
dinano ue urna can, lava devarrelaede
.salino : em linda, na rua do Cabra I n. 2.
- Veo le-se um terreno no lugar do Luca
so Jnior : na rua do Amorim n. 35.
Vendom se amaras de Ierro : ni
da Senzalla Nova n. 42.
-l'ara liquidar
Paz-se lodo o negocio dinheiro.
Vendem-se por todo o preco presuntos com floo palmos de funpo e 600 de frente
hollindezes, proprio para fiambre o tem- Mle lerra||0 f,z muu cunta por ser niuito
pero: na rua da Caleta do Becife. n. 23. to dt prica n, rua nova loja n. 42.
Ven lem-se velas de espermacete, em j ,
caixas, de superior qualidade: em casa de Vende-Se VinllO de cliampa-
J.Keller & Companhia: na rua da Cruz nu- nhe legitimo e de superior quali-
n,!-rve"de.seum.c.s.com)taoemuitos dade: emeasa de J.KellerA
commodos; e grande quintal com perto de Companhia, narua da Cruz n. 55.
SOpes de larangeiras todas da boas qualida-. _Km casa de J Kfllpr c\r 'om
da villa de Iguarassu'com proporcOes para des :e oulras fructas; chaos proprios; ci- "' "= ix aoiu-
safrejar-se, embarque junto ao engenho; ala- lia na Soleda le n. 42, logo adianto do cha- panilla, aclia-se a venda Vinagre
gados, ooutrai pruporefles : quem o prelen- taris : quema quizer ver, e examinar pfocu- branco, superior de Nantes etll
der entenda-secom o proprielaiio no mesmo rea cliave no dito lugar ni vend da quina .,! .. '
engenho. I quo volta para a rua doJoao de Birros. barris de 30 medidas.
cia ; estes certificados temos honra de
aprensenlar ao respeitavel publico, para
que liquem cerlo, o que cima se diz, he
verdadeiro. s proprielarios deste reme
dio tem por muito anno empregado todos
OS meios pare prepararen! este 13o til, 6
essencul remediu da raiz da Salsa Parilla,
qne por Hu, conseguirn) as sua vista, em
prepararon, um Uu viluOSO eme li>, c seus
ISo lindos resultados tem enchidu o pro-
pietarios do gloria, e tnumpho de terem
preparado urna linda con,poslo contra
doeneas, que o seu lim he destruir o corpo
humano. Esta composicHo he qumica o
nova. Esta Salsa Parilha he combinada com
nutres etigrcdiuult's que lodos ellos perten-
cem classe vegetal, e to tos com o poder
de purificaren) o sangue. O do une qu-i usar
desta cuinposico, pode contar que tem o
mais ellicaz lemedio, pan a sua enfermi-
ladeusa. O nico agente nesta eidade he
Vicente Jos de UriLo, na rua da Cideta do
Iteciie botica n. 61.
fi ?ff 4*yy f ff VfffffVItl
Deposito de tecidos da labri- 2
ca de Todos os Santos,
na.Bahia. ^
Vende-se em can de Domingos Al- Sa> ve Matheus, na rua da Cruz do Be-
* cifen. 52, primeiro andar, algodao *
transadodaquellafabrica, muitopro- ^J
prio para saceos e roupa de escra- 2
^ vos, assim como lio proprio para re- 2
desdepescar e pavios para veilas, 43
t> por preco muilo commolo. ^
A&A^ftJlA**OA**A*tji***
U agento do contrato do rap prince-
za, tem a venda o rap, vm lo de Lisboa, pe-
lo vapor inglez cnegado neste correte
mez.
Livros em branco.
Vende-se em caga de Kalkmann IrmSos ,
na rua di Cruz n. 10, livros em branco che-
gados pelo ullimo navio.
Sobrado em Goianna.
Vende-se, muito em conta ,
um bonito sobrado sito na rua
do Meio, n. 58 avallado em
->. :oooooo, em o qual tem parte
rsula Mara das Virgen e sua
irmaa Joaquina Alves de Faiva na
importancia de io7,473 rs. quem
pretender dirija se a casa de Kal-
kmann Irmaos,rua da Cruz,n. 10,
MOBILIAS DE KEKRO.
Vendem-se ricas mobilias de fer-
ro, como canaps, mesas, eadeiras
com braco c sem elle, e muitos ou-
tros objectos de ferro : no arma-
zem de Ivalkinann Irmaos, na rua
da Cruz n. 10.
Escravos fgidos. _
Di fabiica de caldeireiro da ruado
Brum n. 28, ausentou-seno domingo, 15 do
crreme, o pelo Aleandre, de nacaos.
Paulo, de 35 annos de ida le, alto, reforjado
do corpo, falla descancada, fui eacravo do
Mehqu-T, Fnncez, morador no Rio Doce, o
ulti -ament do Sr. Bully : roga-se a quen
o pegar de lera-lo a mesma fabrica que ser .
recompensado.
-- Desde 7 de outubro do annofiodo'a-
cha-se fgida a escrava parda de nome Gu-
frosma, bina, cheia do corpo, olhos pe-,
quenus, rosto redondo, com urna cicatriz,
proveoientc de queimadura, peitos grandes,
um dos dedos do urna das mos espiuhado.
He de presumir que lomasse para a Parahiba
donde he natural e diz ler prenles, e mes-
mo porqua ja ali fora presa em oulra fgida
que fizara : roga-se portanto as autbofida-
des policiaes; e ciples decamro a sua cap-
tura, ea entrega : na roa do Livramenlo, n.
35, onde se gritificir o portador con
50,000.
MUTILADO


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