Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:04424


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Full Text
/
AnnoXXVllT
Sabbffl-.?.
de Fevereiro de 1 Rb?.
N. 42.
DIARIO DE (PPfiRMMBUCa
%&
ranjo "Oboh.ii.qao.
PuUHI.ITO AllUKTaDO.
Por trimestre............
Por ictoestre .-..
Por anoo '*
P00 SINTI DU TBIMESTII.
Por quartrl.............
oticiaii do lsarcnio
4/000
MMO
HVu'0
4/500
Par..... I 'ir Fevr
Maranbio 6 de di lo
Cear... ?dedlio.
Parahlba. '6 t diio
Minas .. |3 de Janr.
S.Paulo. 10 dcNovbr.
R. del.. 14 de Janeiro
Babia... 17 de dito.
i di* da sb.m Ana.
,16Seg. S>. Porfirio, Sa
inurl. Jerema*!
I' Tere. S. Poivcnnio.
18 i.i'i i-i S The. I lulo. 3,
18 Quii S. Cnnralo f.
i. Alvaro G-lu'no. 3
90 Se>i S. 1.1- iii.-nii.
31 Sab. S Mailmiano ,
32 II.un 1,1 11 ii.| n Ige >|.
na E tiro 4 Pedro Te
AUDlaTWOlAfc.
Jaiiodt Oraao
e5. a 10 borai.
1. vara do cuel.
e. ao iurlo-dia.
Fattna.
r li. a 10 hor.ia.
2. vara ato efref.
e aabadoa ao raclo-d.
Kelfio.
rea* e sbados.
raaialDif.
ICreiceate i 58. a (i boraa e 31 minutci da m
I Chela i i, ii t boraa e Isiingoanie II, ai 7 hora e I mluutoi dam.
I Nora 30, a 1 hora e 21 minutos da ui.
(BIII11DI HOJ
Prlmelra a 6 hora e 6 minutoa da manliaa.
S.(runda aa 6 hora elO minuloa da laJde.
flBT|Ill DOa COB.B.KI0B.
Ooianna Parahlba, it segundas c leitas-
felrai.
RIo-Craode-do-Horte, todas qnlatM-felrn
ao mel da.
Garanbunie Bonito, 1 8 e 2.1.
Boa-Vlata, e Florea, 13 e 98.
Vlctoria.il qulolaa-felraa.
Ollnda, lodoa oa dlaa.
sTOTiOIas HTBiKOUBai.
Portugal. i7de Janr.
Heapauba 9 de dito
Franca.
Blgica...
Italia.. .
Aleiimnlia.
Pruaiia
Dinamarca
de dito
3 de dito
4 dediio
6 de dito
6 de dito
I di dito
Ruaaia... *0 de Deib,
Turqua. 20 de dito
tu. tria.. 5 de Janr,
Sula-a. .. 3 'ir iiii...
Suecia... 3) de Dezbr.
Inglaterra 8 de Janr
K.-I'indus S de Dezbr
Mnico... 31) delN.'vbi
' .ilil'nrnia 3o de dito
Chill 2 de dllo
"uenoa-A. Ruefiuvbr
Montevideo lOde Jaur.
CAMBIOS DC P lOriTIllIlnO,
Sobre i.undrr, a 37 a 27 '/, d. p. lf
b Parla,
Lilboa, 911 por crnlo.
ETAES.
uro.Onca hei|ianholaa............ ?9'000
alcela de 6/400 Tribal......... Id/kO
a de 6*400 noval......... B/unil
1 de 4/100............... 9/100
Prata.Patacn hra.ilrlroi........... 1 920
Peana columuarius............ f'10
Dlioa meiicanul.. ...... 1/800
EXTERIOR.
. TRIBUNAL DOS JU11AOOS DE ILLE-fcT-
Vll.AINE.
Presidencia de Mr Hnurly primeiro presidente da
lelacao de kennes.
Ses.ao dr ba 1* de drzembro.
Sete enveten imentns por ama criada Qua-
rentactrismoiles,-- funes numerosos.
Nuuca a inonoiuaola do roveuenamenlo, le
aiaiin ae pode denominar una aerie de ctlinea
inspirado, pela juais vil cubica, ae inauife-lou
de um modo mala hurrivel do que nesle proces-
ao no qual a preaidencia do juiadoa fui confe-
ri'la 111 priuieiro preaidente da relaco de Heu-
nes.
Helena Jegado acruada deatea uumeroaoa
Crimea eai HileiravaavatM efaberaa em umi ca-
pa, ou maulrlrie preto, como uaam a unir par-
te daa campouezaa da Breanha. O capelio er-
guido aobre a cabrea cnbre-lbe rm parle o ros-
to, e o aubtrahe a vlata daa inulherea do poro,
muilo niiiueroaaa no auilictorio. Al vlctimaa
doa enverienaineuloa pertencein cni geral aa
claiari popularei. Nio ae pode faier urna Idela
da indignacn que eteitou deade a pilmeira
srsso ale i ultima, a prrienfa drata inulhei
todn aa vezei que foi obrigada a alrireaaar
urna inullido iunneoia pata entrar uu aahir
daaala.
Eia-aqui o> lacios cooteudoi no libello da
accuaco:
II- icn.i Jegado enlrou ein I9de oulubrode
1850110 seivicode Mr. Illdard, profelaor na ac.
demia .ir iinni.1 de Reunei.
A 7 de novembro de 18W Rosa Teaaier, ou-
tra criada da inraina caaa eaplrou no mala
chipi soffi inienlos, naa uials lerrivcia cnvul-
ses. A doenca ae manlealara por vomliua, e
oa Iludiros da arte cbamadua a aoceurrer esla
r'panga sua esa, eslava em pinna con
valescencia de urna febre inti" 1111 t-niu. (A.
hlo gravemente enfermo, e morreu em pon-
eos diai. Esta doenga por conflssilu da ac-
ensa. 1,1 que o ir nava se manifestara ao prin-
cipio por vmitos.
a E n iiezembro de 1839 madama Veron
em cuja cisa morava entilo Helena Jega 10
foi 'e noita ataca la de vmitos que cunli
nu-ram alguna das al a mu te.
a Emilio no n ez de maico de 1841 a ra-
pariga Jegado enl" u como criada 1 11 casa
do* esposos Dupry em Lonent; no mez de
malo riles qu mm ir ao campo, e este
projeclocuntraflava sua ciiada, quasequrl-
lou. No da da partida a pequeua Breger
.lepla da 1er almora.io em caaa de mada oa
Dupry, siu ni foi atacada de vmitos. 10-
lavia a viagi'in levo sempre lugar, porm os
v.muios at pareeeiam outra vez nos das se-
gumles e a n.rnma expirou a 30 de maio
Djus os depois madama Breger, mSi
il si' ni iiio.i, Mr li.1 -tv, sen avi'i, e todas aa
prssoasda familia forain atacadas devoon-
t'S; as cutisequencias foram mais graves
para madama Bregar, u para Mr. Dupry.
que sentiram urna especie de eutorpecimeii-
lo e de imr.i I y -ia cum vivas dores as ex-
Ireun 1.1 ios iiur.nl. muilus anuos.
Aqui se termina a lumia nomenclatura
de moflea), a domcas. queda 1833 a 181
levar m o luto e a uOr s familias dos amos
de llelena-Jegado.
a (I 11 murro de-las mar los, e ili'stas dO-
'iicas co cola unta das casas em que ella ae
achou; os accidentes idnticos que pr-cede-
r>m todas estas aioi tes, ou todas estas do-
ii.i-s observadas em
repelle com energa e-ta dupla accus'-io nuaramat i suamoiteaqual leve lugar na
de envenenamenio ; ella diste que nunca quint,-feira, 7 de Novnmbro.
quiz mala madama Rabot nema malama. Dur-nle e-ta cuita doenca Roza Tessinr,
Hriere. eque>DUnci Iheadministruu nenhu- comu Pe rule M'Cequeixava-se de vivas do-
rapariga oao pndrrain eapllca-la aeuao por urna
llrslas luis muss : 1101.1 ni|iillr 1 1I.1 .liai.lna.;- 0"C S II..lili lias
n. on um enveoeiiamento. Toda^ aa cncuuii- mullos dos Cadave es Semelhanles as qu
ia as |i 111 ci.nii aiclulr a posaibilidade de um delxa o arsnico ns eiilorpecimeulos, e as
erial, Ellei uoquUcraiu irqucr nianlfeaur paraJTalaf, quesoff-eram aqu-lles dusoleai,
cata Irleia. que n.io auccumbiram ao elluito frequenta
Frauciira Huriaut que aubatituio a rapari- Uu meSlu veneno, sao ciicumatinci S, que
galeailerem caaa de Mr. llidard nao tardou Vem grupar-se do molo o mais penosoCii-
caa de aeu aino.e aua suade ae re.ubeleceu Siblllda le. Alem de que se ella envenenou
Rzala Sarrazio, que Ihe aucerdera mor- lo.las ests pessoss, ou algumas, o quendo
reu 110 pinol ir., dejulno de 1851 atacada da he permitido duvi lar, a impunnlade em
mesma molestia que aa outraa duaa ciialaa. conseqoencia da presenp(9o legal nSolhe
> Os 0.1 .lieos oa.. h.-sn.ii no 10 ns em reco- oeixa por isso ile Ser uulorgada para lodos
nhecer. que eaia rapariga fora envenenada por ejlej f,ctos ,,e que 8(|, f0 jBVe u,r coqU ,
urna ...balancia irritante como o '" sua conscienci. e a ustic. d.v'iua.
.er^'ur.!;." ,;fe.re.<,.Ubo.e.:,',,ve:C;,reaPcla J -J- -- -W S J "terior de
que... todava dlveraaa circ......laoelaa aecuaa- Helena Jnga.lo po lem Sallir alguuiss luzeS
va>n, foi preaauoprimriro dejull.o. Lugu que pura a ii.ucci n;iu de fados coiDplelamento
o batu de aua priaaoe da cauaa das accuiacea idnticos da que ella deve dar cunta a jusll-
I. n.is cnoii.-i 111.1, 11,re 11.10 departamento do r>a alos bumeiis.
M.ohihaii, todui se coi.iinovera.il cum a lem- uraule este periodo do O'to anuos a
b-aoca laamoriej 1.10 nu.uerusaa, que iinham. T^.t jeg|,. apparece com mu.tus vi-
ss.^7d.'.^^r.rci5r. S2^ra: fe sras t
peca, .lo proce-ao delia.n ao horneo, que as P'eStiyttriu de Seglieu. 6.1. COnaeqoeocia de
.-ni 1... couvlcco de que ludaa ealaa 0.011. -U uiao Carcter, da seus libaos de in-
ou |n lo nici.os. o lliairr numero drllaaaoo I iu,ii!'.nica tliO-la succ'essivau.euta 111 I -
v-.ui.(ln d>> .*. -0..0msiia.io por Helena vada por gosto 110 convenio de Auiay, IIII-
Jeganocuui um sang.ie Irlo, com u...-o.^. nvovvf un 1.....0.1 10.. .... im om na rui 10 ia
ecoui uoia peiveraidade ditllceis de compre- a paito, ost-rilando senlllllentos religio-os,
beuder-se. ... .... affoico por f os amos, u q aaes loodep>is
d;^i^:^its:~i?rora,s ^..0.^.. ?as.s e.h..o
Iuohoa3deouiub.o dunies.no ani.u morre- eules, e mo riam em pnuea oras. No se-
ram oe.ta caaa drpola de dous ou trea chas de Rundo periodo de sua vid-, acliaiu-so noli
(lorii;.i aele prasoaa, inclusive Anua Jegado, os oir.su.o. vicios, os iii siiujs cridies, mas
irmaa da aecusada. t0lle tornase tambVm la Ira.
Todaa iiiorrrram depoli de peniveii vo.ni- a I).ovando l.uneni Helena Jegado foi pi-
tos; lo.las rrcrberain 01 cuidado! de Helena r| Vanvas. Am na lulo i muilos inezes em
Jegado. a qual preparara aoiuil.a os alinienius; cau ,, M,,,.,,,j, Jloguero, mnicadora. Es-
n""dn''t"rai ">e",u,ca"ui",c""" la percebeu mullas vezes. fall.r-ll.e o di-
a Ella tW e'olao a Hubry parrsubsiitulr aua '"'"' 8veia, que eutretaulo eslava sem-
irmaa em casa de Mr. Lorh.. parocho da fre- pre feClla la chave.
uia substancia malfica. Apenas a doenfa
de madama Rabot tomou'um carcter 19o
grave, aeu marido tratou com Helena J ga-
do parificar pezarde te-laji desdedido.
Ella cuns nlio DllaO ao principio; po>m
em 19 de fevereiro annunciou sua retrala,
qu leve lugar a 33 do mesmo mez.
D ius das dripois ella veto s sr crala
dos esposos Oaniix. Teve-se q.ia ixpro-
bar-lhn nesta cas^furios do agu.-ar.lri.te.
Para dissin ula-lo.s ella sul'Slituia por agua
ou por cidra a quantidade de licor que tinha
bebido, a palo roanos urna vea o aau aao
libarrvou que eslava embiiaga.la
a No dia seguime ao da mor^e do joven
O/aune, 0 qual, se acredilarnios o mrdco
que foi chamado para Ir ta-lo, morreo .1
esquinencia, a ra inga Jagaio deixou seus
amos e enlrou un ser.Qo le Mr. llouiSal,
prophetsno do Holel-do Fim-lo-Mun 10.
1 A vil,va RouSSi'l. a qiieui s u finio liulia
s.iece lido como dono do Hotel, morava
com elle. econt>nuava aexeceruma acli-
va vigilancia em todas as pmticulariuad s
do servico Ella rr perli il.mi'iitii ajuda-
da por l'errot .M-ee, ra ariga de conllanr;
que ja ha m.iiios anuus esiava na casa. Es-
ta veio a ser logo una inimiga de H'leiia
Jegalo, a quem sua vigilancia enoommo-
lava, ella eipMhava muilas vetes a esta o
seu pouco acrio e o enojo que senta em
com ro aliineulos que prep-rava. ds via-
ja, .les mesmo se tniliam qm 11a ro disso ; a
viuva Rousel e reu fillio Ihe signiflcarain
que se nao se corrigi-S" l-rn d.-snn i la.
Ouira cousa de mm s-d" parece que
exista entro a aecusada e Pairte Mare.
Esta era reque.lada por um mufO de eav.l-
larir; 1 do Hotel de quem Helena Jegado se
ena orou e cum que manifeslou at a 111-
teiifSo de desposar-se.
Em 18 10 juuiio de 1850 a viuva Rons-
sel camo subiUiriaiitn do-ule depois de lar
turnado um cbio prepaiado pela aecusada,
e durante muilos das fui t c 1.016 de novtinbro de 1819 Helena en-
t'.io Como Criada .nina o u casa los esposos
Itahot em U unos. Alberto menino de nove
anuos, que ja eslava uoeute morreu 29 do
mesmo <./.
1 par
gurzi*. Ah lambe... e em puucoadias morre-
1 1 01 successivamenle da iiieama iiiuleatia maui
festaa pelos niesiuoi yinpluiiias da do habi-
tantes do presbiterio de Gueru tres pesoj : a
1110a 1 e a aobriubadu paruciio e una lia da ac-
cuaada.
u Ella passou-se para Locmin e foi apren-
der em caaa de una cuslureira, Jomo Lebuu-
cl.er ; a mal deaU e la filha morreraiii iuc-
cesaivanieiite como os habnaolrs do presbiterio
de Gero, e de tiubry. Pedro Lebouclier ful
atacado do mesmo mal ; mas tendo lomado
a ver sao a Helena Jegado, elle recuuu aeua cul
dadol, e reilabeleceu-ae depala de langa en-
tri no.la.le. A secutada imiia delaado esta ca-
sa alguus lempos aniel. Temo, disse ella
la ama, ser aecusada pelo rumor publica de
lonas Citas morir. Por toda a parte 00 ir vou a
inorie me aegue.a A viuvn Lorcy a recollieu
em sua casa; poucos das deputi, leudo comi-
do alimentas preparados pla rapariga Jegado,
ella fui atacada de vanadios ; e pasaadus trea
das uno" o.
l-.ui 1 de malo de 183& Helena Jegado cu-
li.01 ou servico de madama tuursaiul. (Juatru
pearoaa alacadaa lucccasivamente da luesma
mol. -na 1na11.fest.11ia par vututtos uioireraiu
deulro de poucos .lia.
a A rapariga Jegado, deUando ella casa, re-
tircu-se par Ain.iy cuino peuaiouaria 00 con-
vento du Padre blaino, 11.ai* fui lugu eapuWa
dalil; aeu carcter mo ae inaufestara ueata
con.o.o 10.ia.le pur desurdeua de que k ella lu
aiiai>eilada, e que ceaiaram lugo depois de aua
Halda
a Ella se arranjou e.n Auray em caaa de An-
na Lecuivec a 3 de dezeiubru de 1835. apuia
de ter comido de urna aupa preparada pela ae-
cusada, aua ama leve vomitua, e doies ue esto-
mago viulemas. (Juareiiinliniaa drpola .......
marta. b! diase llcleuo Jegado aobrn.ba
de Auna Lecorvec vendo-a chorar, a drsgraca
ue .11.111.1 aniia onde quer que vuu ; oa an.ua
mineiii em toda a caaa em que entro. hila
deaappareceu no dia mesmo do enterro.
bahindo de Auiay, ella eutrou ein Plnroe-
ret em caaa de Anua Lefur. Uelena oUectava
diinle de Auna aeutimeutoa de pirdadc, la.la-
va irinpre do de.ejo que tinha de aer rrllgioaa.
e dizia que ia n.ui.as vean cuiumuuiuade de
Auray ver ai fieirai.
a Anua I efur, que gozara de eacelleote lau-
de, uao lardou em cabir doeule ; a aecusada a
driaou rollo, Alguus tempoa depoia Auua Le-
fur l.ui.iv.i de aua dueu(a a urna de apaa aun
gai. a qual Ibe reipoudeu: Vos. lie beui fe-
lis de ae le liviado della, a raparig- Jegado he
un monitro, que euveuena.a Auna Lelursuu-
be piiuc depuia que em ve de ir. cuino ella
dala, au cuuveulo de Auray esta rapariga hy.
poema frequentava oa miliiarea da guaiiii(au.
a hila einrm uo seivicu de inadama Hel. 1',
mal abi duruu u.ul puucoa diaa. air. ore,
gruro de madama lien 1 .eudu saludo dos pa
di es .le A11.1 y a uianeira porque llr lena ae li-
ona portado uu cu.veo 10. e asniuites succesai-
vas que iiuhaui havi.lo em ludaa ai casas em
que liulia aeivido, a deapedio. Duraute a su 1
citada nesta caa, madama lien 1, depois de
urna lefeiju preparada pur Helena, uve v-
mitos e moi 1 cu alguus dlaa depoia.
a Helena Jegadu, que uu pud.a permanecer
imla em Auray deiauu cata cldade, comu tiulia
sido obrigada
qualidade d
".TmESSi algn, meze. ne... ... qu.n-! venenos, t.l come10 rceme o ; e o n
do fcmili.. Jouauue, de idade de qualur.e anuo., dico, que IralOU constantemente a mada
morreu depuis de ciucudia.de doeufa seguida Rabot esta convenc Jo, que ella 101 victima
de vmitos e couvul.ei. le um envenenainenlo; ha mesmo motivos
Despedida por seus amos, Helena Jega- para altuliuir a mesma causa os accideules
do enlrou na casa de Mr, Keraly d'Hen- sentidiis por madama Brtere.
ueboo; este, que antes da ceBad deU j mseus ioiertogalorios Holan Jegaao
rea uu esl imago ; Como esta, ella dizia que
tinha como um brazileiro no cor.m.
Os mdicos, que a tratare n, Mr. Pinault
" Mr. Aristides G yol so po 'eram atuibun
sua doenfa e sua inrlu a duas causas : ou a
urna ruptura do diaphragma ou a um enve-
neiani.nio,- elles n9o ous*ram li'mar-ae
ueata ultima opinilo, a qual todas as cir-
eumstancias pareciso dever fazer rej-iiare
nem mesmo a manifeataiam. Foi esta temor
que os impediu, depui< da morle, da pro-
Ora autopsia do cadver, porem como es
la auiTipoia Uve lugar a 7 do agosto, .gasa-
do, f f.cil, griQas "o e-ia lo da cmseiva-
<;3o exir-orilniai o dos o.gaos, vnficar-se
que 1.3o tinha ha* i lo ruplura do estomago,
nem do .iiHii'ir gnu-; reata s a ultiaii liy,.0-
the.e, o enven "iHiii-iito.
c Aan.,ly-e clnmie. demonstrou quanln
era justa esta aprrciat;8ii d iS ma.lieos NaS
visceras exlranlas do ra laver ile R iza T. s-
-I. r o siiha.el i losa su os .1, erar; 'ie-, os pe I-
lOS aeliara ni nina qu-ni ida ia de airen cu
tanlo ni- is eon-i n rav.-l quinto a morle da
victima tinnssiio mais prumpta.
S ll.-l na Jegado lilil podido c immelliT
este cri.i.e, era elli a ume que en.lava da
Roza I es-i.n, q >e i'i-epii'a va os ni ilie 111 11 -
los, e os ad.i.tnistr.va. Por isso desde o
principio de sua te Mir, ella p'eviu j a moi le. 0 med
cus nao ent. mi on .nato, .ligia ella; -dles pie-
leudam que uto ha pu loante; ja vi morr urna cii.dagiave no
li 11 do 11 undu era em tu lo seu.elliaiite.
Com ff llorera a.niesma molestia, mis
tambnm era a mesma inao cnuiinuta que
iiuha pe/a lo sobre estas duas muli.eres
us uhj-clos ai.ralien.it los ein casa da rapa-
riga Jegado encont'am-se dous leucus e urna
Carniza se recouhrceu lerein pe lenct 10
Ron Teisisr. A iccusada viu-se ubrlgada
cooless.r que Uuba fu.lado (Ses ob-
jectus.
Mais de t'es semanas se psssiram an
los queso vieram a ceder q unido ella nlo|(M qU8 Rosa Tessier ruase substituida.
quiz mais coner so.a ; 1 pobre viuva e-te- '|iH|en, jPgdo esaarava sem duvida lica
ve gravemente doente, e alguns das depois
declarou-se-lhe urna paraiysia as mSos e
nos ees que se esieo.ieo ate a esuiuha dor-
sal Por muito lempo madama Roussel viu-
se privada completamente do uso da seus
membros; hoje ella anda nfio est curada.
No mrz deago-lo seguinle, peirole Mr
se achou a seu turno iti.iisposta dejois de
por criada nica na casa. E la manif >-tou
mesmo este desejo; tu 1 a va acuile-eu da
outra modo; e no p.imairo ue ufzeuib'O
de 1850 Francisca Huriau entrou mi -ervieo
de Mr. ln i-rd em qualilade da criad grave
A 16' inti licencia que pareceo ao
principio existir entre as duas criadas n.l .
foi da lunga durarlo De um carador b an
lar cun lo. Ella leve vomilus e setitio do- ,j0 e iin,,io a rapariga Huriau avenl.iou
r-s no estomago.eem todos os u-embrus, | M prlneipio algunas obs-rvat,0e<, vlep .i
sendo obrigada alguns das depois a ir para rejignou-se soffrer. Helena J gado
acama. Una 11.anima exi ri.iiudo ella o ; pBrJ,, ulna ocesi lo da aceus .li de pre
pezar de n. la acoar que Illa auuliasSa I.S ,,.. da iiegllgenrij. Ella Sbl
,.c..,-ri.i>. nina, me rwpoiiuHu JIBie... ;;,r e d0rm%, oiz. una a s-S ano
Jegadd, eu vuu fazer um. ba sopado "er- ieMa _JIlh, u p|0 qUH com Sua i -
v.s para nos uu s. A doente Tu a quem rjl,,,0 cunira e-la ineliz lana.ig. augme
lou com a br-iiiiur.i e resignavao urst.
ioi'-u desta sopa, e enlrou logo a ter vo-
mitus. a Ali! roo eslou doente! disse
ella a urna sua amiga ; depois qua com des
la so a cre 1 que ella mu euveneiiu. a
Desleeuilo a doenca sa iggravou Cida
vez mais: os vmitos cessiram por um mo-
sua dureza pan cum ella augment.va du
da em da, e segn 10 a expresado de.uu a
teslemunha, sella Ib- filia mil misaras a.
a Fui nesta oca que Franei-c Huriau
cahiu do'iite ; depon da ter comido sopa,
asento, cessarara algumas vezes por ouze t<.lla ,.ml,re fm,ts, o qu- nulrns
ou do/e horas, mas depois se lenov.r.m lliainillos lla0 lho f,,i,m. uiz sbstar-so de
com mais lutensnale. A rapariga Mac 1 ht,h Ja mi Q,Q ||i)|6lll it r,cj, ,.^s
sofTna dores .trozes de estomago, e nao IC0lllBie Tn lll9du qUH Pu envenene?
polla permanecer M leito na mesma pos.- ,he ditj, eg ,,,., sua sop, (euliora
(Ao; suoresa/rios se manif stav.m ao mes-
mo lempo que cursos considera veis, eella
exptrou no primero de selembro.
a NuS ltimos dias de sus doenca ella
nao poiia mais sulfrer quej Helena Jegado
A aecusada linha sua dispos(3o as sa I le avistnbasse aPance-me, dizia Mi-
cha es da alega, un.i. ia muitas vezes. La c, que ludo o que ella me da me roe mais
h.via uti bairil de vinho, queMr Rabot ti- do que o que me dSo os out-os A repug-
niia abeno no meado de novetnbro, e don- naucia da doent'lornou-se 19o gran leque se'ap.rto 'e -leii" J"egaiiu" ccsVa/ain
desetiravavinbocoma chave. No lim do se prohibi a Helena Jegado a eutiad. da vomtlus; mas o seu reslabalecimento foi
mez elle achou um dficit constderavel nes sua cmara; esta descontenlou-se muilo |0.go e bojo anda nao esta radicalmente
sa bail, e leve assim a eXpliCacBodo prtu- com laso, e queixou-se : Eu amo-a la .tu! curis'
cilio de emhnague7, e.n qua tinha por mu- dizia ella, porque n.io queietn que cuide
tas vezes visto suacrida. Apenas elle les- della?
teinunnou-ihe seu aspanlo pela disappah- No processo os homens ds arle oao hesi-
cao de lao grando quaulidade de vinbo, ella taram em dizer que a doenca e 1 mo.to de
1 os un ir 1 : Peirole Mac eiplicavam-se multo bem pela
a tir Vmc. que rui eu, que o bebi. iugeslao de dozes repel las de um veneno
Noprucesso IIalona Jegado negou tor ti- como o arseuici; i| .0 ellas criam me-iii 1
rado nunca nniio ein prejuizo de seus amos, em uineuvenenauento.
oua-r'!""" CaU'"' JenSt d80>"diQ,a de sn.logia. e no atiribu.-lus a urna s
niuo, a iiijsMu repet la de urna suli-l 11
A analys-1 chimica vejo smecionar esta ca venenosa como o a-senico.
opiniflo deiuousiraitdo que as visceras da i lio/.lia Sanazin, de ida.le de 19 snnos
iuMz PeiroieMac exista arsnico em pe- substituid em cs< 'le Mr. Bldsrd a Frsuci
quatn quantidale, toiavia sulli ia, te pira ca Huriau. M>is moga que e-ta. e de um
itiatir, o que paieca prova-, dts-eram os earart-r mais decidido, ella tilo poda fon-
pertlos, que o env. 111 na o. cuto fui leulo e vir a H-lena J'gado. Com-gou o eu servi-
os es.o.-.i- Rabot.
E-t-s iiuhaiii que queixar-se do carc-
ter da II lena Jegado e de suas respo-tas
gros-enas ; sa ella se exprima ordinaria-
nenie ein lermos benvolos para co 11 seu
amo. mo I i/ta o mesmu a tespeilo de n la-
na Kn.ol, e da sus mSi, madama lrra,
lo perdendo nunca occasiau do rallar mal
d ll'S.
a A 3 de fevereiro Mr. Rabot previnio su
en na de que ella sahna a 13 10 mesmo
mez. Ella descun'eulou se muitu Cum is.-o,
'e queitou-se da ser desi.e.lida no meio du
invern. -Logo no oa aeguinle n adama Ha-
noi denoia de ter comido u na sopa prepara-
da por sua criada exuenmentou vomitu
mu rurt-s, qu se repetirn! tras nu qualru
vezes no dia Elles llnham ees-a o, quando
no dia 8 depuis de alinopo reappareceram
com nova violencia, e prolongaram-se pur
uns qiiiuze dias aeompauhados da dores de
estomago mu intensas, de uu a s le rdan-
le, de Clicas e de diarrnea. A doente foi
oiuigada a estar de cama, e seu estado ios
un mi as maiures mquiel.fuVs.
a Madama ln lem de sua parte tove tam-
ben vomito-, depois de ler ij4U.il ni'tit Co
un lu .1.1 so ni. Ella tova anda outrus com
alguns .lias .le nil -i vallo, e aflir uuu queso
os tinha experimanldo depois de tomar alt
i enlos piepaialos pala aceUaaJa, e que
elles nao anpsreceran mais depois da sabi-
da desla. S ni .loe..101. salvo as dores nasar-
ticulafOea. foi mui pouco grave. Nao acon-
l-eoi assim a madama Rabot: seu estado
tornnu se assuslador. Aos accidentes ja des
ciiptos sa raunnam dores Uo vivas nos p-,
unas iiiaos, e um. paralysia, que plivuu
por muilo tempoa doenie do uso de seus
membros.
. Os mdicos attribuinm os vmitos 1
um estado da prenhez, mas nao podiam re
feir a esle estado os otros synplomas
nem eiplicaro augmento, e repelieres da
molestia. Hoje elles os explicara muilo bem
mesma Pouco de. oa dos vmitos, e s
dores il es'oaiago accrpsne'am a dtarrhea
e uma sede arle.le, depois 1 llinaroes no
rosto, as mflos, as pamas e tms ps;
esta raparigi senna vivas dores, e um f io
que nada .0 na vencer Sau estado se ag
gravou de tl mudo que, pe, irlo de sua
farinlia ella gan para se curar, e logo que
0 mdici que a tratou no coihcia
tolas estas circu-nslanctas ; po n d-cla-
ruu que se as souhesse, sus opniiSo sobre
a causa da doenca desta rapariga poderia
ter Sido mudada. Parrca lie 11 difJjVjl, com
elfaito, nio ver entre estes accidentes a.11 'a
11 que menos intensos, e os que s.lTeram
""" madama llabot e u.adama liu-sl um. g au-
la a deiiar Leciniu*. e1 eutrou ein laiiin,,.,udo, o que entilo uao podiam SUS-
e coziuheira na ca.a de Mr. Jauan- po|tir> a ngeslSu repelida de urna substan-
me-
ma
succossivu. co eui 17 de m.io, morreu nu prineiio de
Helena Jegado tenha sido muita vez'S Julho. ,.,,-,
su.-p' liada de beber o vinno na meza dos Desdes sus cheg-d Mr. Rulsrd exigi
huspedes. quando em le outubro f.i apa- que t-imasse por escriplo todas de-pe/as
ni.a i.. .., flagrante delicio por Mr. H ppoli- da c sa. A rapariga Jagalo fm vivaiiieule
lo Roussel. Ella foi despedida 00 da se- contrariada com e>ta innoVacAo que a nbri-
guiule. gava a dar cunta do uinneno que recehm,
Foi somente depois destasaecusa(0es que O"8 """ l'nn" frtl1" deade niurie da Rosa
se descub iu 'que ella tinha runa lo um oa .Tes-ter. Ella nilo se submetleu sen3 1 ruin
muilos leii^es, u 11 guardauapoe um leufo.'granda re'ar a esta exigenci de s- u mo,
I'.11 da ella l'uiio.i lainlieui um chapeo de e suas primetr-s coiltag dlam d 21 de
apeo 1
sol em pi "jan /.o de Mr. Hiupoltlo Roussel que
eolio se acnva no hotel.
E la conles-ou 1 ses finios, pnren. per-
sistiu eui negar sus culpalulidade no que
respeita aos eiivenenamentus de madama
Uu-s I ede i'riolo Mar.
a (Jjuinze dias depuis de sus expulso do
Hotel do lim do Mundo, a aecuzada eutrou
uo se viro de Mr. Hnla.il, pola-sor na aca-
demia du direit 1 du Rumies. Hoza Tessier da g-ave. Mr B dard que tu.ha ouv.du es-
era criada grave na mesma casa, e gosava da ta disputa reprnsenlou alguus das depois
inteira conlaiiga de sau sino, embanca S csilineira que se nao se acommo las-e
merecida pur quatorze annus de bous ser- com limalla Sarrazm, sahna. D'ahi em
vicos. A cusinheira estiva de alguna surte dianie ella uSo,erdeu u na occasiau dse
sobas oidens desla, a qual ella de'ia dar queixar de sua companheira,
comas, tsia posicao secundaria uso poda I a Eu mesma, diza.lla, pzemcas.um
convir aecusada j Ruza Tessier leve muitu pao para com elle me Laituiem ; e-ti cria-
que sofTrer da suas relarjoes com ella, e de 1a grave do diabo deitou a perder Mr. R-
malo; a rapariga S-rranu nao tmaa podi-
do oble-las cum mus protnpdldlu, Mesmo
Beata oc asiSo houve entre altas -iis,.u a
a Eu su recebo salario de Mr. Rilar i, lite
ilis-o Ro/.aita Sarraain, s, puis a elle ube-
decerei.
Helena Jegado e-lava furiosa com a re-
sistencia que solina da paite nesta, qua ella
lin ia cotili ibui lo para ser aceita como cria-
,-u.i parte eslasequeixavs all.meutj da cria-
da g-ave.
a He permettido pensir que desde os pri-
meiros das de sua estada em casi de Mr. lii-
dar.l; ella lem o setihoiio, e eu vuu ser
obliga.la a sabir, a
A 7 de junhu renovando ella suas quei-
Xas a urna sua mug, e-ta Ine disse : a vos-
dard, Helena Jegalo formn o projeclo de s anda tem mais ue IS das para prucunr
substituir a cria Ja grave e de obier para si em.irego.all'lena respuii leu esperarei para
a direccao da casa e a cuufianca absoiulo do I procura lu qua Mr. BtiirJ ma disoega sc-
jjini,, goiul.. vez. b Depois auresceutou rallan 10
a Roa Messier gozava de boa siude; no de Rozalia Sarrazio estas pa avias triste-
domingo, 3 ds-aovembro, depuis de um loo-. Diente piiil.-lie.s Eu s.Intu dsqui ; po-
so passeio, ella jaulou com graude appetite, j rcm ella salina lalvez antes de mim a e re-
mas depois achuu-se subitameole doente, e i colimen lou a sua amiga que guardasse si-
vomitou multas veve; dellou-sa cedo, ea leocio sobre oque acabsva de dtzer-lhe.
ouile tomou iofuzas de cha prepralas por I A lOde j nnio Mr. Bidard disse posili-
Heleoa Jegado. us vmitos se renovaram, 'vametile a Helena Jegado que do dia deS.
a duraram urna pirle da noite ellas conlivlJoao saris despedida.
N-sta mesma r.nite ella tomou o seu
pai lo : erviln-s, de que Mr. Ri.iarJ tinb
com lo ns vu.pura; ni) tm liniiitm si 10 a-
nuaiiia las em um prato de fi.ndres, furam
servidas i mesado amo Contra os hbi-
tos, e regra do servico (u\ a cuzinheira quem
r.ii tirar suient-. este prato de cima la me-
sa,, e ven lo que nelle no lin'iam locado
disse a Mr. Bidard : C<.mo, Vmc: au co-
oi o dallas ? pois eslou be n Ion- Ape-
nas Rozalia Sarraziu engullo algumas cu-
lliaradas lilla. S'llliu se lumia .lo estoma-
ga ; sohrevtoram-lhe vmitos, qne sa reno-
varam durante a no la. Com o prol-xlo de
estar indisposta, Helena Jegado nao tinha
celado.
Nu dia seguirt i II i >c itiipanlioii Roza-
lia Sarrazm a rasa il i medico o qual p1 '-
raveu a eala diversos mn nca nenie-, e cal-
dos de i er-as. No da ti II lena Jeg>do Ine
preparou urna sopa de hervas, e amn.-a
lenlo corneu r.co nmecaram os vmitos
Mo da 22 depois da um malhuramerito sen-
svel en su posiv'lo um cooo de sro de
leite tu-.-pirado pur Helena Jegado provo-
cou nuvos vuu los. Em 23 a viuva Sana-
/iu veo l'-ln de -ni lilil ; esa Inn.va
Com pr a/i r as bebidas, que sua mSi Ine ap-
presenlavs.
Viim i .o, e ficou mn's ilnent", qusnlo
Helena Jagadu Illa appresentou u .ni.
Mu su. dina a infeliz Rozaba, o que
he que ella me da, mas isso mj queima c -
io fe ro em braza a Em vu Helena respon-
da que Ihe tinha dado o mesmo charope
que sua mu- a On replicava a dueule, es-
lou bam caita de que nao eta a tiiesin >
cuusa b
a Em 2t mi chamado o Sr. Dr. Pinault.
V nina o da semelbanea dos sy n| t un.-
que obsniVd'a Oum u- que tinha apreseuta-
do a mora de Rosa Tessier, ella coiifiou a
-eu cuHega o Sr. I) B audunin as suas
sus.'Pita. da envenenamauto. A metbora,
qua se mu ni f -lou nos das segu otes, o im-
ue.ltu de lirunn-.s- nesta idea; po-em en
28 a doenca fez novos e s..bilo- progrts-o-,
os vomt os apiareceram de novo, e du.li-
e, 'inn .le mn lis 'I "le n larde ca la vez que
davain 8 .Inenl um i bebida que ll.-l -na Je-
tado iiniia nido procurar, e cajo uso Mr.
Di nuil faz cs-ir
a Bou 29 Rozaba Sarrin estiva n'om es-
tillo lo-r-p oa lo. OS-s. I) s. PiiiBUlt. e
A. Guyol chamados de novo au heslaram
o n attribulr a duenda a um enven namen-
lu por maio de substancia irrtame como o
arsnico.
Ellas o declirinms Mr. Ridard, oqu.l
laniliis'ii est-vi na mes na suspeila.
. I* Iralatuento emtiragado para combater
-,'JLuafr-il i du veneno fui imoot me.
^^ A I:: un .. horas aoli-0 uesua mora, a doen-
te vouul iu nina ultima vez ; II -l-na J --o lo
.o.b.ua na .la'-llli' bab-T. a ella .-s,,o .
no priineiro ds julho as 7 nor.s da oa-
aliSa.
a A aecusada rarpreu aff|ig;r-.e c .01 -sla
morle. \o Curso da .Iobi.Ci, Cujo li n fatal
ella r.i lambuma prnneira que annunciou,
Helena lin .a mani/estedo sua doreom lan-
la allecliriio, (ue lo.lo.s li.araui C IHUDlIVI-
dos. Na Vesuura da mora de Rozalia Sar-
razm ato la ella s abracavae.n sau leilo, e
Illa legiemun uva uuia alleu,o, que UUuca
iiuiia sentido.
a Se os mdicos nnies da mnrte desta ra-
pa-iga lintiam C'do n'um envenena a ento,
alies foram mata sfiir.i.alivos anda depois
da aiiioesta.e declaiaram que a tnorie era
o esulladu da ugesiAo no eslumsgo de ar-
snico, onde nenio rxalico.
A analyse chnnica veio provsr a jusle-
za desla opioiao. O* habeis an-lyaadores
acharam arsnico nAoSonaS visceras ex-
ii.int.las do cadver .le Rozalia Sarrazin,
-enao tambem na ultima b tila dada por
Helena Jegado. e as maleiias do ultimo
vo-.lio que sagqin^se a* asta b bida.
O amo da aecusacao.termina- se por uin re-
iuiiiu du. arte rnve.ricuaineuto. uo presenpto.
e dos dilkereuie. furto, lmpuladus aecu-
sada.
El. asrrspoataa mais notaveia de Helena Je-
gafio a perguntas que Ibe fez o Sr. priiueho
Pie.jdeiite :
O Sr. Vreildenlc : De
a M'rvir ?
' Ueleni legado : De sete annoi, em caa de
Mr. KUilaol, cura em Hulny, unde eu eatava
n......unios no Dtil aah com v.me e cinco
aun.. ; e-uve ouze auuos em Segileu em casa
do Sr. cuia.
P,Nao bavia l urna rapariga ? Nao achou
ella um da' grada deqtnh .ca cm sua sopa
uso recusuu receber pu de aua mo ?
II.Nao. .rubor ; eu satu. porque unir pes-
soa veio para casa, a qual quer ia o ...eu lugar.
I', i. uo fui antea, poique uo audave de
boa inielligencU cum sua lia '
R.-No.
I'.Nao foi depoi. para o pre.bilerio de
tii.ern, e uau booverain uesti. casa nuuierusss
moi le. ?
R.-O lello do Sr. relior pegou logo, e Islo
causuu tal eiuocu, que muilas pesauas morie-
i.i.o depois.
P. Balas sele pes.oa. uinrreram de 28 de
JUIlIlu a 3 .le iiilloluo, o |..n, ,| o. o, Um llieili-
UOi oi.i u.ulger que couiia no ci.iato, o cura
oiesoo, Fiaucisca.Dultray, euifiu aua pru.iria
iru.a"
K Me V.o.1 ole riles iiiorosiill V.Oio 1.1 II ,1 O ,
miiiba ir.naa nao vou.uuu muilo.
P. Nao ful aabsiituir auairuia em casa do
cuia de nio >.'
11. Sim, keulior.
V. -Il>uve ueste lempo alguma epidemia no
municipio ? Nao ara quem co.iubava e laiubeiu
quem i'.u.livi dos doente. .'
R.Sun eu culdei se.op'e doi doente, e
he ..-ta a adoba inaior desgraca, lie l.lo que
me causa pena b je,
P.Mr. Le Drago, o cura, boinem forte e vi-
goroso nao oiio r. o em iru.u e dual horai ?
R.Sllll. s. ollar
P. pequea aobrinha de I le tsiubem nao
mu i eu o.- modo fulminante r1 Uuandu aabio
desta casa vasla. e lo aubsltiuir sua irmaa em
casa do cura de tiubry, uo inorreraiu la trea
pessoaa r
R. Sim, ininba lia, aaobrluha do reitor, e
urna rapariga.
I', -su i iu n.io .seoii i o. primeiros syioplo-
maidcpuii de una cliaveua de cb que Ihe
ovar
II.Nao, mlnha lia s beba leite.
i'. I-.o is mulles uo foram rpidas, e nao le
observouqueu luurto.appreseuuvaiuou rOato
in.iio o is ruxas i
H.Nao.
P.Ue.xou o presbiterio de liuiry ?
R.Sim, porque o bispo quera que as cria-
das do. cura, livesseiu quareula auuoa, e eu
era mudo moca.
P.3oube que e lixeram busca, ein .en le-.
lu, c que se acbaraui bervas c Ingrediente, uau
O. oos :'
cque idade coinmecou
nem ine rsprobaram ter lunado a roupa brac-
ea da Irma do cura.
P-.Para nrfe fd depni. ?
R.Para Locmlne', fui aprender a coser, eu
eslava sempre doente.
Pba familia Lebouclier nao morreram dual
pe.oa.?
P. S morreu a mal. e no a filha.
P.bao dia.e a filha Temoque.ua mal
morra, eu t rago a mor le comlgo ?
H. Ku dls.e que catara penallsada de ver a
mi solino.
A aecusada per-i.le na. me.mas negar des
Una mu., ponina da r.ii.i.
as seasor ar.ruites foram ouvi 1-v nmnero-
aaa i. so iioioh i-, qur a llreram ennfirmar of
laclo iesni.ime-, do .uno da accusiin.
Halen Jagadu ni.p.i/-se a tu las s 'ispn-
SCO'S, negac,/ < forman, n aualentno que.
Iones Uvera ars'nieo m Os dous a ivoasdos da acensada, o Dr.
Iimange, q..e ella esrolhers, eolir. i. il-
l n i de Kerbertin nemes io X i Bell pelo
Sr. presidente, tizaram iuioip lli,.'3 as
teslamunuas.
A audiencia da 12 de dezembro rol a
mais curiosa debaixu do puni de visla
aienicu-lag-1.
,l/r i'iiois, ilouii r em n.e.lirina, chma-
lo a requaiimeiiioda acensa ia di-se ;
Cunsentindo em Soredar aqui o. si .io mo-
ral da are i-a 'a, nfi > que o de mn '. albino
sustentara mniomani* ( sensacflu Jem | rw-
sauca de i ul'is eli'iies i.....un ii .o- pela
acensada, nao he ella que vo i da-cuLar,
e a snciedide. Na muiln opinlo II lena
lie urna .i.n.iii.i ia. Ta iiilia.ii se i o tena
crer q e qu ro Dsatoi lalitar j por 'fsu
esl .I, lego das le j o principio sobre que
me apoio; a U li m'-m he u na inirlligen-
ia servida por orgfiut) a Lugo, se um de
se is o 14os eslA I* Si lo, as iliaiiifesta^des
niie 1 cuines qua a ella corresponien, n-
ceilnitij da 10/ra normal.
Iii r mi qua isto he un nouco de pbreno-
logia. se a um sonno? Eu u ignoro; o-
' ni em lodo o ca-o lie o sonho de Cali, do
S.un/henil, e da K'Oussai-; iiusuiihu-.de
nuil.ena como esles poiem muitu hem ps-
sir por verdades desenliaras minio cedo-
km IIdena os ins indos la asluca, da hy-
pocrista, do sensu niorsl -.io mullo deeu-
Volvtdos ; poim mai que lulo oda ani-
mal feroz, a destruetividade, o instinclo do
assassin-lo. Sim em iliinna opinido ella
eniniieileu lodosos assass'nios de que he
aecusada; esem duida cummelleu muios
nutro-. I'un le-a em ln er la.le, e iinianli.
ella renovara sua operaies.
Julguei mais de una vez acharen.] seu
ro-tu u un exp'essn de gozo, quando ron-
lavam-se ns sulli luanlos de suas vteti as.
i o o.o e dizer e u tionra ua huuiaot la.Ie,
que lie uu.a urganisai;3o pa vais que se
lave por f.ira de e-la io de fazer ii al. Es-
tais vendo esta te-K .1 -t-r m.i.l.-i e qua se
vaa alargando da base ao co.o, e,tes fontes
salientes: pos bem sem te-la examinado,
u potara accrascant.r que o verilee he
cotlato parpen licularmatila, equuosin-
ri. Ul e o iiecipul se enconlrain rm sngulo
iecio. hila lem incliiiace. viciosas, o di-
go, sem ser fatalista, que pode-se in-sor
asaiiu ; a e.le.icio e a relelo .iu..... ser-
vir de caliaprzo a laes wlini" E
como eles meius de ..ouder-^ao Ihe falta-
ran), logo que ella |Ju s.tisfa/er sua pai-
xo, l'0-ll).
iN.io neg o senso moral, o livresrbilrio,
digo que na acnsala cilio be dominado
. el !'.man.
O Sr. presidente: He sempre o que acon-
tece iiuui io ,i paixao vence o senso moral.
O Sr suppe alem di-to que a educir'ui
de II-lena foi insulliutetite par. refrer
suss p i mies; mas esquece q te ella foi
a.itietnia com i leas religiosas, o que as-
suu stUS pnmeiros anuos nos piesbiterioa.
Ella ene-mu a crreira do ciime na idade
de vinle e cinco anuos. (Ju- tul-, consideta-
n.us os ult'mus lacios que pe.-am sobre
alia, claraoieule vemos lodos usseus mo-
seis, e se estes mis escapam nos dos pri-
meiros snims, que por meio aligador s
nos apparecem confuso, devenios acaso
dizer que po- nao ser mais vsivel nunca
existii? Kflo devamos pelo contrario sup-
por que existi-i entlo como existe hoja ?
llr Vtlois Eu nao desculpo, nem aecuso ;
explico nao quero discutir a questao da
lherdade mural. Dizem que liouveram mo-
vis para os criines os arcusada, eu rrspon-
do, qua estes movis nunca ealivaram em
i.rou..ir;3.i com oemne: onde oilrot-na
inflig.iu una corrareflo, llelna enve-
i.i! oni ; eis o que digo em honra da li i
mani-lice.
U Sr. pre-idcnle: A honra ds huminida-
.ie esta mutti cotiiproiiiaitida cota laesex-
ca.crtes? SU i honra me parece anles esla-
belac ta neste principiu. que o C'imear-
r.slra comsigo a exptacSo. e que Daos Ut
o lio nem CO u una votliad tula.iigeot -, o
or ciin-eg linio leseousavel por lo los us
saus actos ( l'rnl'uii la seusafao. )
llr Oiirmige :-& be Mr. I'nois qual be o
oolro physieo de Helena .' E u urna palavra
sabe que Sampto que se lem ub-ervado
una anomala que leva ao asa sanalo, ella
lie ae .mpaubaJa de urna sff.cgio du esto-
mago ?
r. N.io tenho convifQd-'S a este resneilo.
ln -se que II lena tuina ti >0 vmitos mistu-
ra ios d' ssugue ; mas lije es larecido pe-
los debatas digo, que ella ma engatiou, e o
que lutuei pur s.ligue era o kermes, que
ella euipregava pra me iliuur.
O Sr. r. Ouepi/i (io .Naiiles) conv lado
pelu Sr. prasi irme adiz-f o qua s Me a este
resello i es,unido : Em 1831 Mr. U.rlel
maire de Poiuivy me r.ll -u de enveneiio-
inenios numarusoa que ti li'tn havidu e o
Gien, e em Melrau I. lluave envaneua-
.nento, ma dtss-i elle, mas cum i. igoo o.
tcitei-me nu meio de niurles socce.si'ss,
sem que ueiilium un,ti.o elaustvel u.e lizas-
se entrever urna Causa para o Crimea. Uto
que llc.u coufuso em meu espirito, se re-
j.oduziucuin Iciiura do auiu da aceusa-
SAo- II u
'diram-me que me explicasse sobre o
estado mural da acensada II i esla u mi
quesiflu mu diliC'da. Eu uau falle a scru-
aada, nem a vi, logo s po-su lim lu-n e a
a presentar aqu algumas constJuraiO 'S de
ordem inlelleclusl que lem analoga cum
os fictos desle processo.
Em 1838 Mr. Isidoro Ssint-llilairo estibe-
leceu de una manetra sciaiilillca, e comple-
ta as anomalas humanas. Pieaenlemenle
est averiguado que estas arromabas s.1o
numerosas, que ellas podem dar-so em to-
ll.-Nunca me diiieram daa fite re.pelto, i dos os orgfios do corpo humano, e represen-
. -
MUTILADO


1
vestigac,o>s Je nutra orden).
II i na intelligoncia humana duas ordens
de substancias: un i etlnti h imponderavel,
que ge nSo curia cun faca ; outra o cerebro
indispensavel para toda a especie de mani-
faslac. iu lin .ii: 111 Poile-se tiem comparar
esla a um piano, que apresenlaase tres oila-
ves, e em cada oilava urna serie de utas
difforeiiles. (V primeira he a das facilidades
animara; psia im. he........un com o* en-
tes inferiores a nos. A segunda ha a das fa-
culdadeg iutelleciuaes : ella aprsenla cer-
tua ponlus de cunlxclo com os animaes. A
tere, ira he a dag faculdales huaianas, ou
nioraes; ella he especial ao hornero, Ot ,
podem apresenlar-se anomaliat cerebraes
uestes ireg ui-j.ii. : assim por eiemplo
galinha he um animal, que ama muilu seus
lilnos; entretanto alguinas maliai os seus
Aflata esta no mesmo caso. Porque uSu
existira nn hmnem esla anomala das es-
pecies animara ?
C.i -s....."s a ordem intellectual. Aqu lo-
mai i i tres M'nr- oo ejemplos.
Ha 11 < m 111 por anomala calcbral 8o
; i v.i o- i;i l'.n-iil inili- dos nmeros aiu la
in -: ha rayas inleiraa ein que esla cto
ho regular, e pemiaiieiite. Asum oa hab-
tame, da Nova llollanda nSo sabem un ge-
ral contar sendo at tres, e enlre elies
aqu lie que cunta alu cinco ou^eis, he um
huuiem Un genio
Esaiiiinemos agnra rpidamente o que
teni liigar a espe o ilos sentido*. Ifm ac-
corJu perleilo lio aquella em que oa souli-
dus se ac'iam enlie si cum > <>s nmeros I,
2,3. ii ii su ha iiiiliviluus que 9dbem dis-
tinguir um coma, ha nutras que u.io dislm-
gui ni ni n ii ni'-iiiil i parte to a prunela
: i .. i.ii i,i i. Domo*um templo mais
saliente : ha IpdltiduOl li mal organisa-
d'is a respeito das ce-, quen3n podem
I iiiguii o v.ti.ii In.i du azul. Existe na
Alie nanita um inoii culb'ga, que n pJe
distinguir atik vermellia da verde. Un dos
m.11,11 s sainos da Inglaterra e Uva nesle
eso.
Cilam timben) umaespeciedephilosopho
o taoateiro llarri, o qual nunca poli re-
i-mili ,-r dilfercnca enlre o veriuellio, e o
azul. Vi ealo phtnoaiMIO appresentar-se
hereditaria mente ; i....... uui amigo meu
o I' Cunier, de Bruxellas, assiguatou o
faci maig curioso a esle respailo : lie o da
urna familia na qual a m.'Ossibilidade de
distinguir as cores se appiesenlou em cinco
gera^Ous successivas, mas s nas mulhe-
ree.
Se ealarmoa a ordem moral, v 'remos que
as laculda es humanas polem ger clasifi-
cadas em cinco classeg : a justic, o senti-
iiu'.-l.i religioso, a sociabili la le, o otnluso-
phlsmo, o senliiiieiili) du ideal. Poder-se-
ln i appreseol ir uiit a ,li ii- ni ; esta me pa-
recen mais commo'la. Puis bem concebn
perfelaiucnle que uma (iu urinas destas
facultades, inesino que lo las,ful,em simul-
laiieaiiiontu a uiu individuo.
A auzeucia da sucialiili laile principal-
mente lera eni resultado ,im.ii -ni li
;! ri i humana com grandes paixfles sem
i' ,ii i.i| i'/.o. llalli resultara, que o enle as-
si ,i conlormado achara indilTerenle para
e.hegar a seus 'ins quebrar um pedazo de
pan, tiritar uo. rato, destruir umaesislen-
cia Milu in i,
! I i .. iii.ii d.'ti li e-l ni ln ein Angora, o
couvesandu com alguus mdicos eadvu-
gados 4 obre a gran le quesillo M oiiilila-
de humana, allinnei o que llir no hoje. En
C Hise luencia desta C'UIV.'rsaylo Mr. Eres-
Ion, magistrado dislinclo, u lnnam -|ile mi-
lilitro -iivui.i-iiiu a Nautas um crneo muito
Ciiriuso.
Eui discpulo e amigo de Cali; to lavia
n.'o rni') na craniuscupia, Ciiuiu scioucia
positiva; .un'nii i cisus, em que podu-ae
prevr muilu. Esieeiaum.
Arhei que esse crneo iuJicava imsgiO'i-
c8n,facilidades peiceptivas, tolas as acui-
dades aiifmaes : a sag'Cidade, a dlscncgAu,
ele. puicn nenbuma faculdade humana, ou
moral. Uahi culiclui que o homem, a que
elle linda perteocido nunca tulla polidu
I n i o i a iiijuM i leila a seu amor pro-
pnn, ulna lesSoao seu intoresse. Para pm-
ta-lo por urna expressilo trivial de nnsso
paiz, eu o designarla pelo no u de blcclie
Suube depois que era Itoveillo-i filhu e lelo
de a.-sis-inus, e lambein as-sassiuo, o qual
quasi la/, co i lemnar outro em seu lugar.
Iiuus das antes du prnnunCH ment da sen-
tai,cu, eque esle outro fui -ni o por um
alibi ne,ii provado- E'S um exemplo noia-
vel de auzenria de moralilaJe humana, h
de Iraiisun-s o beredita'ia.
lieixo .ii .- Sis. julgar como devem appli-
car as regrs que acabo de eipor, pula un-
uha i arle. n:V. o posso fazer.
Mr. tarang :Mas uinlim admitlindo tolos
oa larlos du seto da acc isa gao que pensa a
ti-Sl'inunlia oa nrcusada ?
O sr. Iir. Guepia: i>3o sou jurado...
Taltal que se liveaS sido o ma^isiradu pro
i e......i livesse acerse mlado.ouiras ac-
cus t-ii s ii esle aclo.
OSr, irnneiro presidente : O Sr. lem ra-
sAo; Sr. i.ilo he jurado, e estes pod-m
aempre conaiderar que u lteselo, e a vun-
tade silo il.i ,s c ni i'i;ii > cuiistitulivas du
criin".
Mr. i.iii, : Ha homens, o eu os jul-
gos n.um o,os no m 'u paiz. para os quaea
exiaU a cuna da jusilla humana umi eter-
na j'i>tir;a, e urna elerna verda lo ; poiu
as 11,'in.H-iV's dezejaveis, puis com lodos
que squi esi.ii procuramos a verdade.
ifr. D6n, procurador geral, pronunclou
a sua requisitoria na abertura da sessSo de
sabbado 1 I e sustenlou a accusai;lo em to-
das i s s i.is partes.
7r. Iiuran app'eientou a defexa d acou-
zada fundan lo-ae na aberrarlo de suaa fa-
culdades iutelleciuaes.
O Sr. prlmeiro pre-ideptt Bouchy fe* um
resumo impsrcial dus debates. O jury en-
trando em deliberado as tres horas e um
qii-rlii, vollou a sala das sesOes as cinco ho-
ras menos um quarto com urna declarado
aflirmativaa Indo os queaitoS.
0$r. Vrocuradur-gerat reque'eu a applica-
q.I i da pena urouuuciada p-l !*
O Sr. primtiro prtidenll\ Accuzada I
tem alguma cousa a duer sobre a applioa-
(Su da pena !
Ueleka legado com extrema volubinaaue:
Antea quero morrer innucenle que culpada
Suuaviciima delestemunbasfalcase dems
lingoig lieos be justu, elle nos julgag.ra a
lodos os que mee iiulemnavaui i esconder ni
por isso iud oiro inundo, poister3o que ex-
probar-se a morte de una innucenle.
fritns de indigna^n proferidos pels par-
te feminina do auditorio foram lugo repri-
mi los paloSr. pnmeire presidente.
Helena Jegadoouviusem pestauejara sen-
i.'iii; i que a eoii leinna a mmte.
, Para ijapedir que a condemnada fosae in-
juriada, e mes-no uiallratada os gendarmes
a ciinduziaui priaflo dd,iOis que todo o
povo sahiu.
Helena Jegado annunciou que interpona
KOurtO uara o tribunal de cassaeflu.
(l'iiir/iu dei Ihb-ilt )
INTERIOR.
RIO di: ia.miho
IIi.i, 4 Ue Janeiro de l8&2.
Entrou honlifin de MurUtvidu o rapor im-
perador. I ras dalis al 22 do Manado, do le-
i i h. um. .-iiinl.' a nossa curreipundeocia, epur
is.ii rpaiuiiireiimi ,-. uoUclat que eucunlramu
uo Comercio del Viata.
No i'.sit.lu OficitUl nada occorreu de impor-
tancia. Ogovertio ordtuou que ti veste tu curio
em (bdoo territorio da Hei>ujica varias nio-
daa de uuro i-airaiiKeiras, entre ellas as nuasai
luudas de 20/e l |. >j puu? commercUI da-
mos o valor que se Ibes maicou i.-in relacao a
onca lieapauhula.
oSr.itf O. A'iuif-i Rodri^uea foi no meado
ministro da fdieuda inleriuo.
O esercito s ordens do general Urquiza es-
lava em in ii i h i sobre hueuos-Ayres, e ua dala
das ultimas noticias achava-se eiu tala, ceutro
da pruvincia de Itueuoa-^jres. O geueral ew
ebefe coulava estar ao da 27 dos dautos Lu-
gares,
a. inareba do etercito libertador, desde o
(lonario aie Tala foi urna mareba de trlunipbo.
As Torcas de Uosai nao ou^aram oppor-lue a
menor resuteucia, e muitos giupos destacados
se iciiiiir mi ao general (Jrqiiiza.
INo da II a cidade S. Nicuia seu pnmeiro juide pas, fci um prouuuciameo-
tu cuutia Kuas, pimdo-se tuda a pupulscio as
urdens du general Ur<|uiia. iNanuite de 11 fui
atacada de impiovisu por urna Turca de 1,000
humeus i|lte*e julgiva perteucer divisocom-
iiijudii por Lagot; mu' i ii o cidatlos armaram-
ve como ..i u i un. t- luiii,ui iu pu<.'io nas casas
Nos pntnelros ireie das do anuo consumi
flosai MemetonillhOes. ou maU dc.um ml-
Iha'o por da ; e lili depois de havef comprado,
a precu de inultos tnilbOes, todo o armamento,
muoiedes e equlpaueuto que precita o aeu ei-
ercilo
m Pelo que inanifestou o deputado Torres, a
commisso de faseoda j tinha jiteparado um
ti.il..iiliu sobre a nula que havla expedir ao go-
vernador ; e a base desse trabadlo aera uin em-
p< e-iiniti ou contribulco Toreada, imposta a to*
dus aquelles que, desejando a cooiervaco de
Rosa* no poder, Ihe tem oflerecido. para uelle
ne maiuler, sua vida, seus ueus, aua fama e seu
futuro. Assim o iudtcou o depulado, e assiui o
llu m un a* cirtas particulares,
Asearlas assegurain que noarroiode l\-
inatho, i--1 iiK-i.t das i >u i. Irinaas, fdra comple-
tamente derrotada a di vi"m rutista commauda-
da pelo coronal Lsgus, buje ohefa da vanguar-
da, e que era a m**lbur tropa de cavallaria que perecer, nem olvidados "na consclencla do
milij Ilusas ua campanil- ; que os feridos fo- p^t \\r_JtAl, .. Bacnlicios. Qual o gablne-
rivnlm;'i'i, e elegeu
Albaunza para pi-.-m i.-nt i> -u ih to rnu-
nlo-se immodiala nonio em Granada, e el-
g6u para ni!>mo lo|ugar a Ii. Job Montena-
gro Os rdpresenlantfls dos tres e>tatJos de
Micoragua, s. Salvador e Honduras reco-
iihiceram o governo uand ussitna re^oluQfio.
(Jornal d Commercio.)
dem, 11 de feverelro.
A batalha de .i de feverelro gauiia noi Santos
Lujares pelo general Urqutza coroou os es-
forcus dos alhadus, poi> 11 m lula encaruicad
que lia 20 annos assola aquelles bellos palies,
e attrabi'i por sobre o tlrasil uinagloria luimor-
tal. O delt-cbo deala drama inda que aangui-
uuli'iiin i.i tudo o elugm da sabia poltica do
ganiuele, e cuncejlua-u por tal guisa perante o
p 11/, e o mundo clvillsado, que sua memoria nao
nem olvidados
ram levadoa para Arrecifes, donde puuco de-
puts furain para Lujan
a I'm!!. ,, -ut em Buenos-Ayres, diiem qu
para comblnir com o ebefe supremo o plano
de cainpanba.
a A apparicSo era frente de Ruenos-Ayrea da
corveta Bahiana e vapor Ajfnnso causuu all
grande eacitameuti. A corveta fuudiou e o
vapor seguio para Quilines e "Puota de Lar*.
Guido eapalbava que aeiia o successor da
Rosas.
A tropa de Palermo nao ae move. Rosas
teme mu i subleva^io oa cidade se Aser saln
para a campauba aquella- furca.
te que, no curio espseo de trea auoos, tem oo
oosso pais felo to graodea cousa*, e prestado
semeos laoemiueotes ?
Para quem conheceu o Brasil de i848 eo
dn hoje, deve iiiaravllbar a immensa dlllercnca
que aclualmenie se observa, parece que sena
uccessarln para as empresas realisadas grande
oumeio de aonos. Mgico be o poder da von-
tade e do patriotismo apoiado na iulelligencia
e oo saber,
luda nao ha 18 mezei o poder de Rosas ers
um culosso, o stu ministro Guido retiraVa-se
da nossa corte cum estrepito, e os cassandras
do noiso p te. auguravaui urna titste sorie
V
em que largoit para o norte o Vernambwa/m.
Coostava, porm, que houvera nos Santos Lu-
gares um rendido combate, cujo rebinado de-
cidi dt>s. destinos do diaiador, ceaglado-o a
% nrocrar aqnelle humilde refugio, e penninlo
^ Su jfenersl Urqul entrar iiinmph une cnn a
sua guarda em Auenus-Ayres. Avaliava-se em
quatro mil o Quinero dos morios na pe leja, du*
raa-ic a qual mullo %< desiiiiguiram ai Torcas
brasileiras, por cuja victoria nos congratula-
mos cora os leitores
Em outro lugar cncontrarttoos leitores, trans-
criptas do umal dn i omme cto as noticias do
Rio da I'i iii, que ao Rlu de Jaueiro levou o va-
por Imperador, e que, comquanto sejaui raals
antigs, aem por isso sao desiituidaa de inte-
resse e Importancia, como precursoiasd'aqucl-
le eslrondoto desfecho.
Pur decreto de 19 do passado inandou-se sus*
pender a eiecucao dos regulamenlos para o or*
gauisacao do ceuco geral du mpeilo, e registro
dos ii i.rimemos e bitos.
Por deisrminacodo governo imperial foram
abonados, coui agralieacao, tres mes de sol-
do todos osolciaes de apilo, mariuhagem e
pravas de pret de baialho naval, perteuoeoles
as guarnicej dos oavlos, que valorosainenle
forcaram a passagem do Tonelero no rio Pa-
ran.
J seachavam no Rio de Janeiro a fragata
Contliluicao e crvelas Bertioaa e Eulerpe, pe*-
ifu -fiii,-, a escuadra brasileira du Prata.
No dia 2 du crrente sanio barra do Rio o
vapor de guerra luglez Ctumber levando a re-
boque o bngue ingles Salnica Tretado pela le-
gacao lint ii.un-1 para couduir a Uemeraraos
pretos tomados a bordo do brigue brasllelro Vi-
ratinin.
Urgaul.uu-se una pulida aecrcta para B''\palii\cm\airtBeion*\,qut\i enceur o Braiil
uunclar aa nmi-.i. n.....que oulr sobre oa oe-( no \\\aat praia. O que be fello do colono logo
godos do da. Doun imlividuu. a qui-m ae en- <,|Ue fci,\\ ,ii,-.i ,u a aua voolade, e que
.,,., ii ii i,n iiii'iiin ib- I!..|iii i I" ii.i ni liniiJ'lim.i ,i,ii,lru, luidhgenlea e patrila* a eaecuia-
Hoaaa lem aempre promploa quairo eaca-ira- j Dailpou-ae como o fumo. Uexerclloque
leres na quiuia de Haleriuo para fugir logo que
vii perlo o perlgo.
Urna caria da B uenos-Ayres cora data
de 20 diz o seguiole :
Asseveram-me quesshiram de Palermo
12 ou 14 soldados e a mulner de um sar-
gento da iliviiiin argentina que u;n (Jiqui-
ma, oa quaes devem ae apreaentar a este
como passados, mas vilo com o designio d
assassina-lo e seduzir soldados daquella
i II mi mu Ionios visitados pelo Crenfell
no vapor a 11 ins i, que fundeou no Canal
lii/.i'in que iiiiiiiiiiini 'mi com os vasos de
o [y i .nuil puiaiila na llanda Orleulal reodeu*
*e aem cmbale, e o que ouiou medir auas
forca. foi despedecado. a repblica argenlina
fui libertada, a Orleulal, salva de eminente
ruina, comolidada a paz entre povos irinoi e
vfainhoa, que a mala cordial ainlaade devla para
aempre enlajar i e|aoi I n,,s do minlaterlo, eis
a sua gloria hninorredoura, gracaaa babil di-
ii-, iiii que deu a poltica brasileira o Sr
Paulluo Jos Soarea de Soma, que conqulalou
oa foros de cousumniado estadista.
Quaes aereo aa coiiaequeacias deite grande
acunteclin.ulu, que lera o applauso e a admi-
ra(oda Amrica? Urna era que val coinecar
para esta parte da America Meridional, h.. Iu
reaiaiiiam vigu.osameute waui|H, oo.igaudo 8ervlQO de Oribe, eque elle levara, ia ando
.., olu-ado.oo rj-ranoo .retirare...... ,.,..|r. \lle lcllIn. MUoiWM b..b-rj., ,-.
t^^S^.^SV^S^ lh* v"1"" ''! ^.ao-enues; pois
defroote.com recelo de (He o ataque ae reuo- 1ue estando rq-jua acampado na mar-
vae: mai oio succedru asaiin. geus d'Entie-Kios em aua barraca, multo
u i|,ii iu a.- ii, ,i y,..-, i i r n l.-i-, r,ii,mi iu- descnsalo a dormir, deram-lue orna des-
ihme da ilivisau imperial que guarnece aqnel- Carga cerrada na barraca, de que felizmcn-
L parle da Paran, acliava-se enlaj em o. Pe- te p le escapar de galinhas, judo pedir
dro, e| mal leve uoticia do ..ccnrrida inandoa ; lusl|,0 ,s fjrcas orient.es, qui de promp-
,..ras. Mcolao o b.igue CalUnpe co... aiguu. to cercarartl a m*Q qtW eslava acampadas
Uticlies para proteger a povodtao e as Taml- ... ..i.. ..
IU.,mquant, alocbeg.v.o, eTorcos dog- f. P barr uale; a no uulro du
ueralUrquiaa que eram esperados a cada mo- Urqu.za aiidou fuular a todo que eram
ment. \q sargfuto para cuna, o que pertenciam
A ilhas do Paran, desde 5. Nicolao at S. 'aquella fuga
guarra ealrangeros. e des^acllou dous 63- f"os agitada, sem ter ainda obtido o dcscanco
iu lispcns, vi i ao seu progresso, ao desenvolvi-
mento de suas Torcas.
A p i/, da repblica argentina, fortificada pe-
la allanca sincera do tlrasil, concorrer para a
sua manutenco na Orleulal, uo Paraguay, e
al na Rollvia, < que se traducir no deseuvul-
vimento da agricultura e do commercio, e li-
nalmente de todas as lusliluifes que so Qores-
cem sombra benfica da pat.
Quaudo as duas graudes arterias da America
Meridional esverem sb o dominio da nave-
gacao e do commercio, o no me do nrasil ser
abencoado pelos seus conterrneos, e applau-
dido pelo uiuudo culto.
Aquelles, que ainda ha pouco tempo malsi-
ii iv un a leutiiiva do gabinete, devem correr-
se de peju vendo o felis desenlace da sua poli-
tica, que duas nacps poderosas da turopa iiho
poderam realiser; e bem que procurem exci-
tar iojustas e Irrisorias suipeilas cerca da leal*
dade do llluslre general Urquita, ellea teio
comprehentlido a iuseusateL dessa* profecas,
que nenluim intere-e nem presente, nem re-
mulo jualilicam. N.i > nos. tlemorareiiios pois
no esame desta Tilvula objecfo, cjuando um
imiiieuso [ubiloocupa o-uosso coracao e de lo-
dos os bous Uraslleiros.
SnilCila fl ....) n riiimplm -I h..--i
e e da civilisa^ao, marcaudo urna poca me*
moravel nos aunacs do novo mundo, Impe-
nos grandes ubriga^es; nao s nao di vemos
descaliir do papel que comecamos a repreieo-
tar, mas nem ilear ealacioujrios. Avante, avan-
te, eis qual devei sera nosia divisa. Marchai
a trente das naces da America Merldloual, con.
correr para a mauuienco da ordem e eslabe-
lidade dos seusgovernus, liga-las pormeiude
um commercio reciproco e locrssanle, prote-
ge-las contra qualquer injusto predomiuio,
fundando sobre as bases mais lberaes do dl-
reilo inleniacioual americano, els quaes nos
calera em direcc^* cusa, como para
um reconhecioieiito.
& Crvela Vinte e cinco de Uaio e a
flMji.M iniiia lizerain sigoaen reciorocon, e
na capilania huuve multo aafa-aaTi; diaae-
ae que orJenara-se a Cue etivergasse
presas ; po^emluJu lica em|oada. 0 Aflonso
esteve fuudeado purlo da 3 oras, e uepoia
de recoliier os escalares que despachara,
drigio-se para a Colonia.
A apjariQciu de Grenfell fez subir as
one; ts de 94 a 307 ; depois que sa fvl. bai-
xaram a 3u0, e hoja tornaratn a ficar
0 niinn do Rio Grande transcreva duas
carias de Montevideo que aqu copiamos .
Montevideo. 2u ue Janeiro.
a Rozas cala foitilicando Buenos-Avres,
e, segundo ditem, Urquiza ha de ter mais
que fazor na r.in niiin >i Bueaos-Ayres
do que i-v nesia de Montevideo.
Antes de Ihe terem desertado os 500
homons argentinos, da gente que eslava ao
Pedro, esUvaui cheias de geute emigrada da
campauba de l>ueuos-Ayres. que ali Toia es-
perar a approxltnacao d>. rzrtlto libertadur.
hmtia....ca.su,a.i.blevou-ae urna forca de correnlB mez deve haver a de-ei
bou bomeiis coiuiuaiidada pelo coruuei Anule- ___u___.. .',
ra, e ab.avou a causa da 1,'b.rdade. J""S e *<>"" em BMI-JS-Ay
...*... ... I. -______...... .ln b.,.., 111, lll.llt.l ll.i.
Ue i .,... i I, ,i i i uuii.'ia Mi, i ii deter aquel
la provincia adberido ao proounciameulo do
general Uri|uua. 0 filhu do govern.dor mar-
cl.ava com um contiugpiite de l,.'iim homcos
para reforcar o racrcito libertador.
De tuda as demais provincias do interior
eran. uoliciaa sui.imameute un -I ni,,i i i,.
Si'^i.i.doa parlicipaces recebiitas pelo geue-
al (Jrquua, que alL.iic.vaui aie bus de dc.fm-
bro, rriuava eu. tod.a rilas a maia peifeila
i, ni )in.l,,i.i,li.. bu. Medusa uao bavia um
n iiui.iei.i mi armas. Km A. Juau avia* a-
nente lu, pui eu. ae... que ae lomavsem me-
didas de aprestos luilua.es al iS de clc-
embro.
Das do Norte s se sabia que Carranza, go-
vernador de oautiago do b>lero, e amigo de
Ilusas, tiulta sido der.ioa.io por um u.ovimeuto
popular dirigido pelosjoveiis labuadas, eque
t.'i.ilu pedido .um,iu a l'ucumau oada liuba
obtido.
Ua eipressos de llosas a Denavidea succe-
diain-se sem iiiterrupcaiM.*4iiu olbcios em cujo
sob.esc.ipl.. se liaOnde se aehur, auppoudo
ou esperando realmente que o general tseoavi-
des estara em marcha para llueuos-Ayrea con.
o poderoso exercito ue I5.UUU bomens que
liosas i.i puniposanicuie auuuuciou etu apoto
do seu puder.
A ii, ii ii. Iriuinphante do eiercito libertador
foi i ,.,,1 i 11, po.m, pnr u.n acooteciiueuto
iues|.erado qoe lelumeute nao leve comequeQ-
cias to graves cuiim era de recelar. U...a par-
le dua suldadoa purteulioa que uo Cerni li-
21 de Janeiro.
Comquanto o Couimercio del Plata de
hontem o a perceber que no nia 3U do
jada iiiii-
yres, isto
be, a queda de Kozaa, eu tenho boa razoea
para duer-lbe iiu- no da 25 lera lugar esse
extraordinario auccesso. quesera sem du-
vi la o resuilado daa fadigas do geneial
Urquiza, e das explorarles que lia .lias II-
leram o Canas e o Cienfell, navegando em
frente da cidade de lluenos-Ayres al Quil-
ines e Hiiuts de Mrafque llca alui da
quinta de Paleroio), deixaudu estabelocidu
um lelegrapho desde aquelle pouloala
Colonia, por meio detasos de guerra bra-
sileiros fundnados em Imha e visla una
iios oulro<. Com esla meaua linda se coin-
munica Urquiia. _____________
ni, ,,,, dcpuslo as .rutas, e reuuido-se a. lileir.s
lia oulrua, feliOiellle Mies Silo mu raros, I'o general Urqulia, sublevou-sc.i.iatou o co.n-
que em cuiisegueiiicia du nina inoralidade ">"''aine e alguna ulbcUes, e fuBio dispersa
' ilirecco a Uueuus Ayrea, U comercio del
iiiMiln.-nt.' l.iniain a expressao da jusln;i
pela iii-.-Mii i juslic, i' mi ,i ve,'iu esa uin pre-
sidente do ti ibunal criminal, em una pri-
ado, em uin algiz '.. Nada mais tenho a
dizer.
Ur.Gailla'd de Kerberlin : Urna lesle-
munba nos disae que a secezada era u'n
prodiKio de bypociisia. Mr. Cuepin com-
prrhendi' que se possa reuuireata liypocre-
5ia 'ii'iiniiii.ini,i ?
K- N8n creio na monomania ; nada nos-
te iM'i me prova uina luucu'a geral ou |iar-
cial 0 que me parece reaullar dos faci*
que me sao connecidos, he urna grande pro-
va de uilt-liigaiicia oom a auzencia completa
dessa uimali la,le, qun serve de conlra-peso
na vida. 0* entes assim conformados ca-
iiiiiiiiain direetamentH ao seu Ii n sem ae in-
(j.iielarem com os obstculos. Repito, cim
* iiiesnia iiiii.'lleii'iii; i queliranain um pa-
il ii.'u de nao, ili'.-liuni un um animal, urna
exislench humana, elle* n3o s8o suscepti-
Veis de remorsua, nem de arreperrdiment'i;
apenas tem petates, e principalmente o de
S" nao leremd. sambaracadosen. tempo'das
pn-s ia., que oa flznrain comparecer peran-
te os Irbunaea. fi'ioiun i, aensacSoJ
Hr. Jorunga remar que Mr. Gaepin eia-
ii me de perlo a accuzada, e fac no dia se-
guinte nm relaturio.
USr. primeiro ptttidenle:- lato nfio lif
posaivel; urna lealemuiina tilo pode Mr
encariegada de um esame'. Se a dfe/.a u-
vea 1 na or icnado.
Mr. Ovillar de K'.btrlin : 0 asea colle-
ga Derange advogado eacolfiido pela accu-
zada, tiu a aeu turno crimes inauditos, e
Plald da a respailo otr^uiule:
Um regiment de cavallaria, que era i-oin-
iii iu irI,i pelo bravo e i..leli corouel Aquirto,
cuuiposio na sua actualiilade de soldadoa por-
leitbosem numero de SOu bomeua, acbava-se
ua o,,ue de )0 acampado a iegoa e uieia do
quattel general, para maior faclildade do for-
i,-.;, ..... ni,,. Um ni ,j i Agnilar, doa que II-
i,h un pertencido aoeaercito du general Oribe,
e que ae achavaencorporado quelle regimen-
t, prnmoveu um moti.il da tropa, coiuecaudo
por assassinar aleivosaiueQie o aeu corouel e
mais i nlli i es, U m ,i,i ni ie dn corpo, 1). Car-
loa Terrada, liaba ido ao quartel-geucral. e
quaudo voltou para o campo encoulruu os ca-
daverea e vio os sublevadas que fugiau. eu. va-
rias direcedes. Voltou imiuediatamenle, e par-
licipau o aceiiitteciuiriiio ao general eu. ebefe,
que destacou logo o brigadeiro Media, e o co-
ronel Horno, em perseguicio dos sublev.doa,
coui ordein de escaruient.-los se... pled.de.
Este mili un .i- dividido ein Ir grupos, que
turnaran, direceo.1 diversas, por.iu Uio deso-
rientado., que.lguns, ein ves de approaiinar-
se de Bueuos-Ajres, lomarain o ciuioliu de
Cordova. Na data da. noticia, iniliaot-.e apre-
hendido muitus, e j haviam aott'rldoo mereci-
do casfgo da su. iralcio; ia-e ao alcance doa
que resuvain, e eram perseguidos sen. des-
canta..
a diarios e deput.dos de Buenoa-Ayrea
dlsseram que te liaba passado uin corpo debOU
nou.eits. Ksi* ripress.o nao he exacta i be
verdade que temaran, paisar-se. .uaa pagaran.
cum a vida sua tralco. O castigo seguio iiu-
illi-ili u iinilil'- 0 i:i une -
Segundo noticia, d Bitenoa-Ayre, sinenlc
80 humeas daqueile regioaeats tinbaui cunse-
guidu escapar. Os poucos que havi.ia ebeg.-
d. .|lln cidade f .ram acolbidos pelo dicta-
dor com as tuaiorea honras.
Por via de Montevideo ha uoiiciaa de Val-
paraizo at 9 de dezembro. O governo Chi-
leno iriumphou Unalmente da revoluto, e
restiluio a paz aquella florecente repblica.
O Commercio del "lata resume nos seguid-
les termos a noticia ueste imponente acon-
lecimenlo :
a Nossas noticia anteriores apresenla-
vnii as foresa beigeranlea em atlitude de
viras mSos e de decidir a contenda em una
batalha. Ambas pareciam animadas e dis-
puestas ao co i,bat, e nesla sentido estive-
ram manobran,lo oa aeus generaes alguna
das, al que por flm, a 8 de deiemuro, deu-
se a acr,io nns campos de Longouiilla, que
t.-vo .un r.'sulliilo a viotona do ese c ti do
ciiiiiiian lo do general Bulues que def n.l.a
a aulorldade legitima. >
bis o documento que coDtm esta no-
ticia.
Santiago 9 ie dezembro di |85l
. A'i 7 d. tarde receberam-se cummuni-
ca(5es do Sul, escripias as 4 horas da larda
de n.iiili'in, e -le lii resulta que o esercito
do general Cru foi completamente derro-
tado nos campos de Longomilla. Destroca-
da a sos cavallaria, urna parte da infantaria
retirou-se s Casas de Beyes, donde fana a-
inda alguma resistencia. U general Bulnes
alacava essas casas com to la a sua arldna-
ria, leudo a infantaria formada a frenle f-
ra do alcauce do luzl.
a A casa em que v tinliam refugiado ot
sublevados araia por todos os lados ao mo-
mento em que sabio do campo da batalha
|i. Pelliciaoo Letelier, que deu eataa noli-
cia em Talca, e esperava-ae que nfio paasa-
ria um quarto de hora que d3o ae renlesse.
A'quella ora coulavau-se mais de 400 pri
aioneiros.
Bievemenle commuuicarei a V. S. ou-
outroa pormenores, li.-us guarde a V. S.
Antonio farai.
Daa ouiras repblicas do Pacifico ha da-
las coriesuoodeo'.es.
No Per havia aocego. 0 eoogresio ap-
p'Ovou, nutre outros, o tratado relativo A
naveg.fSo fluvial do Amazonas e seus af-
flnenies, celebrado em Lima palos Srs, Her-
rera e daite da Poou Hibeiro, nomeados
para e>e Um pelos goveraoa do Per, a do
Brasil.
0 Sr. cooaetheiro Ponte Ribeiro eslava no
dia i9 de noveabroain Tacna, ale viagem
para li.iliva.
As noticias de Bolivia chegam a 91 de no-
parece aer a imsao do nrasil.
_______( Corrn'o da Tarde. )
PERNAMBCO
Ai noticiaa de Buenoa-Ayrea alcaotam ajo vembiO. A conveasao nacional liona en-
JURY D RECIPE.
,.,SESS*0I.DINA"UEMI6DE FEVEHEI-
no l)E i51.
Presidencia do Sr. tteit t Silva.
Promotor interino, p Sr Dr. Silvejra.
A's uiiie horas da mantilla, feita a chamada
acaam-se presentes 40 Srs. jurados.
OSr. Presidente abre a sesso.
Bortea-se o loucelbo que ten. de julgar ao
reo Luis da Cusa, aecusado pelo criiue de
tentativa de roubo.
Prestado o jui menlo do eslylo.
OSr. Presdeme fatn .o o seguale
INTERROGA TORIO.
Juil: Como ae chaina ?
Reo : Luis da Coala.
luit: Donde he natural ?
Reo : Sou de uacu NagO.
Juis; Du que vive ?
Reo : ''i i,ii i vida be vender tnludezai,
mas agora ha algn, lempo ando ganbaudo na
ra.
Jui* : Sabe porque foi preso ?
Reo : Meu senhor, eu eslava na venda de
un. moco que era tneu camarada, onde coslu-
lu.i v i beber viuho e oultas cousas ; neasa nolie
eu ful no pateo de palacio, e beb uina garrafa
de cerveja, que um muco me deu, depuia beb
outrascuusas e quel mullo bebado, ful par* a
veuda e adonnec. ; uo sei agora ae deutro ou
fora velo o moco e me perguntou o que fazia
ali, eudifseque estiva descansando, vai elle
eul ii h luiuii a patiulha e cohieeou a gritar
pega i el,.i eu c-.rrl e ful depois preso pa-
ra c sa do subdelegado.
Juta : Onde bebeu a aerveja ?
Reo : No pateo de Palacio.
Juis: Uou.o ae cba.ua o dono da venda que
era aeu conhecido f
Reo : -- Bu coab (O o calieiro, cbama-ie Sr
\l iu,ii-i.
Jui: : A que bora ful voisl encontrado na
ve1"1' ...
Reo : Nao estou cerlo ae era 9 ou 10 horas
da noite.
Jui. : Arrombou urna parede da venda ?
Reo '. Nao, seuhor.
Jui. i 1 ra,, osmalgo um inolbo de chavea
paqueuaa ?
Reo : Eu Iraxla essas chaves, mal tlnha-aa
adiado fasta duaa semanas napraia.
Jui-. : ~ Krail. mullas /
Reo : Nao, senhor eram 10 ou 12.
Juit : Sabe ler ?
Reo : Nao, senhor.
1,1,1 is ai pecas du proceno e Rodal as allega-
f6ei pro e contra o reo, sendo a-lvonado da de-
I ii.i o Sr. Dr. Maooel de Sousa Carel..
OSr. Presdeme fax o rtl.torlo d* cusa c en-
trega ocuiiaeluo osquesitus, aoi quaes lan-
do este respondido ar.itauvamente,
coude.nnado a 8 anaoa de gales.
be o reo
DIARIO DE PERNAVBUCO.
RECIPE 20 DE FEVEREIRO DE 1852.
Eolrou boje do eul o vapor PanMasauesna,
pelo qual recebemos Jornaes do Rio de Jaueiro
al 10 do correte e da Rabia ate 17.
O Pernambueana trduxe-tio, a fiuata noticia
da queda do dictador Rolas, e do leu embar-
que, co;u teda a familia, para bordo do vapor
ioglet t'MWaro. Alada er.ua ignorados oo Rio
os prom.oorea de lio i.aportaote aeosoiaci-
mento. por ler all chegado do Prau o vapor
Plinee, que a noticiou, precisamente ao da 10,
No dia 25 do panado foi com toda pompa sa-
grario ua capella imperial o I un. e Rvm. Sr.
I). Manoel Joaquhu Sllvelra, blipo do Mara-
abo.
No dia 30 do mesnio mes suicldou-se, ali-
rando-sc de uina janella do aeguudo andar o
ponuguei Jos m'ui.i de Mallua Costa, de 38
.mu,,, de idade e dono de um armariuho. 11a-
via das que mostrava signaea de allenavao
mental, o que era atlribuiuu uiua paiau mal
correspondida
Corearla Imperial de 10 do mencionado mea
foi agg.aciado com a coutmeuda de Chruto
o Sr. r'raucisco Lopes Chaves, fazeudeiro era
Jacarehy, provincia de S. Paulo.
Le-ae oo Jornal do Commercio de 6 do cr-
reme :
(.ousta-noi que foram noineado. Munsenbo-
rei d Capella Imperial oa couegos Seba*tio
Piulo do liego, Antonio Pedro dos Keis e Agos-
linhu Matques deouva.
Koraiu nomeadua couegos para ai duas vagai
que apparecerau, os reverendos Joaqulm cae-
tauo l-ct tiandes l'iulieiro esAuuiiio .1 jjc Barbo-
sa i-1 inv i.
11 j ii i/ de direito do Brejo da Madre de Deo,
em Peruambuco, Antonio Bapllata Gillrana,
pasiou a juis de direito de Goyauoa.
Fui oomeado juiz de direiludo Brejo da Ma-
dre de lieos o juiz monicipal da srguuda arara
do lleeil., ilauoel Jos da Silva Neiva.
O juiz de dircilnda comarca de S.ntarin no
Para, Juo bapllata Goncalvea Campos, paison
a juiz de direito dacuuiaroa do Brejo no n.i-
rauho,
Pul oomeado jutz de direito de Santarm o
juiz municipal de (Jueixeramobim, Prancisco
de laiii i,, /-i ii.
Pol nomead jui. de direito de S. Pran-
cisco o bacbarel francisco Mendes da Cuaba
Coi rea.
Pol reconduzldo o conselheiro presidente
da relacao do Maranho Joo Caplatiaoo Re-
b.llo.
Al,un das promoedes ..iina cnmta mili le-
reu. sidu nutneados : ju.z de direito da co-
marca de Ai.il n i na provincia de Alagoaa
Jola municipal de Maragoijipe Dr. Joao Aalo-
uio de Araujo Frailas ; uls u.uutcip.l de Por-
to-Alegre es. Praaciscoaa provincia de Santa
Caiharina, o bacbarel Jos Mana de Alhuquer-
que Sellu ; juiz municipal do Rio Fon..oso
uesta provincia, o bacbarel Fraucisco de Assig
deOliveiraMaciel.
O juis municipal dn Hio Formlo, Francisco
Rodrigues Selle fui re..mvido pur assim o ha-
ver pedido, para a segunda vara municipal
desta cidade.
L-se na Revista Martima flrastUirt. o ao
guite.
O imperial marinheiro Thomax Perrira
de Andrade, qu foi c .ndeenrado, com o ha-
bito da buza, pelo modo disunclo com que
se poitara mi ataque do da i de fevereiro
em Pe n iuiIiiii'ii, acaba de ser i-nn leuma-
do morte pela reincidencia de crimes de
i:mtil.tir ini.ir.io, resistdncia a seus superio-
res, le i ui'i lo em seus camaridas.
Dous recu'sus ainda lestSo a este infe-
liz, que 13o ssinua Iransvtuu-se da senda
la honra. Fazentos votos para que a c e-
meiicia imperial, altemlendo pouca i la lo
d'essa victiina da halluciii>c,So e do orgulho
Ihe conaeive o dom precioso, que lei tira
feriodo a nalureza.
a Continua a servir em commissSo nos
corpos de inpenaes inannheiroa e de fu-
zilheiros navaea, o Dr. Manual do Reg Mi-
cedo, primeiro cirurgiSo do esercito.
-- a Km exonerado da commissSo enesr-
regada do exame de aun menlos o chafe
le ili.-is.ln It.irili iliiineii II iv leu.
a Passa a reger a e.deira do lerceiro
anno nialhematico da academia de morinha
o lente da mesina academia Jos Gourjalves
Victoria, ficando em seu lugar como pro-
. r ei.ini) Ja iio -i'.: ii ii iu, n lente substituto
Ja mesma academia Jos Joaquim d'A'vila.
< lu, ortou o vapor de guerra Paraenae,
eiiiisiini tu no eslabolecimenlo da Ponta de
Ali, em 327.330.4J3.
0 chefe de divisSo d'armada brasi-
leira Barlliolomeu llayden, esta rec'amado
por intermedio da legac9o ingleza n'esla
i'i'irt-', ns pai tes de prea meito, desde a lula da indi-pendencia, e
que segundo a reminiscencia do general es-
cadem a 100 conloa .' I
0 Comi Mercan! I do /lio de 31 do p.s-
. Os negociantes porlugueres desta pra-
ca ii.il.iui de dirigir ao ministro de sua na-
co una represantarjJo eiu que, espoudo a
maueira indrcorosa oo n que a bordo dos
navios que daa ilhas transportim colonos
i h esta capital fazein-so os cnutralos de
|iicac5o de servidos, pedem provi leuciaa
alim dsdVitarem-se tantos abusos, que lem
ii,r fundamenlo o iineressesordi lo dos ar-
madores dos navios, as paix-s desregraJas
d< maior parte doa que Cjulraiam com os
Colonos, e a frude com que lulo he feito,
c mi ell'-iisi das leis e moralidade publica
Abusos laea devem aer reprimidos, e para
o conseguir inl'in in.fo-nos que um doa meioa
propuslos he a creafBo de orna commissSo
que presida a celubracSo doa contratos de
locafju deservifos. >
Foram amnistalos t por decreto de 80 do
passido, Aulonioda Costa Aleenm, Manoel
da Costa Alecnin, e Jos Venancio ln Cosa
Alecrn. ; pol decreto de 28, Antonio Jos
Pestaa.- e por decreto de 24 o c.ipi'a-i da
quarla classe do eserci lo JoBo Bapllata do
Ama ral o Mello.
Le-ae no Jornal do Commerolo:
a Naufrago:
Em 92d* fevereuo pmxi no pissa-lo sabio
deate porto para Halsingfors o patacho rus-
siauoSyfpAsd. Nove das depois foi encon-
trado tumbado e abandonado pela tripula-
i,,io, fumii eiil.i se annunciou. Nunca mais
se leve noticia dessa pobre gente, donde ae
concluioque tinna perecido : uSo aconteceu
poim assim. Etsos pormenoresdesteacon-
tecimento.
A tnpulac8o enfraquecida pela febre ama-
rella de que fora acommellids neste porto,
ii de aecudircuma necessaria presteza
e edlcacia ao panno do navio quaodo no
lia i.' de marejo eahio sobre elle um forte
aguaceiro. Viroa o navio, e a tripulacflo
{ menos um hornea) que estiva anda de ca-
ma ) salvou-se na laucha; 11 dias lularam
contra aa ondas, contra o Tent e contra a
(orne e ae Je.
Tinham ja devorado seu ultimo alimento,
ossapatoa, eeatavam reaolvidoaa sacridear
um doa c un aiih"iroa para salvarlo do res-
to, quar.do felizmente vem Dos em seu au-
xilio. Apparect'u-lhri um navio baleeiro
porte americnu, oua seguia viagem para o
Pacifico, e que lecbendo-os i bordo, os des-
embaroou em Vaiparaizo.
Cuncerfu e baile.
Hme. Ducisse da e-la noito, oa ala da S0-
ciedade Philharmonics, um conoerto que
terminar por um baile. Esta novidade e a
circumatancia de cantaren) nesta reuniBo
dous artistas de mrito, altrahirSo talvez
ramios dileilantl e dsnsinles sala da Phi-
lharmonics.a
v Huuiem tarde cahio um p de vento do
udoesle, que Ipfeli.menle causou a perda de
una embaicacaocoileira e de quasl toda a sua
Irlpulaco,
A eicun. S. Fianciseo de Paula, mestre Anto-
nio do Coulo, procedente de Caninos com car-
ga de assucar, achaodo-ae entre as libas dos
Patoi quando lobreveio o tufao, loinbou e foi
a pique.
A lancha da peica Coneeieao Oliveira achava-
le prxima. O leu meslre. oSr. Jos Francisco *
Ferreira, sem atiender ao perlgo que corra,
foi en. s,,, eoii ,i doa nufragos; inaa, mo grado
o graudes esforcos que fe, apenas pode salvar
o meslre da escuoa quando esle, exhaustas ai
forcas, la succumbir. Ucunir.ineitre, bom na-
dador, i'iinou para ierra, da qual nao eslava dis-
lauta, e ha eaperanca. de que le lalvaiie. O
resioda tripulaco pereceu.
A sumaca Divina, procedente Igualmente de
Campos, vio sosiobrar a eicuoss 5. Pranciscodc
l'.iu/u procurou avccorrer a giiarnlco, masa
violencia do veulo uao Ihe per un lo approxi-
ii.ii ~i a
Al o dia 10 do correte ainda n.lu havia
noticia no Rio do vapor ingles Tevlot, que
era esperado ut, havla I dias, com a mes-
ma anciedade, com que o foi aqui,
Bem como todas as outras provincias
do sul, a Babia goza de lianquiliidailo, n8o
leudo nos encontrado em aeus jornaes cou-
sa alguma de inleresse, a excepcBo da se-
goinle caita esciipta da cidade da Cacboeira,
a redarcao do Mercantil, e que por aeu con-
testo no linos, i, merece publie cSo.
iiniiie nesle termo durante o mez pr-
ximo lindo tres suicidios e trea assaasina-
los, como veri na seguinte synopse.
Joao Evsngelista Gonzags com quarenta
e tantos annos de idsde, pouco mais ou
menos, continuo da cmara municipal, en-
venenou-se no da 3 de Janeiro tendo na
voapera declarado a varias pessoas, que ia
morrer por seu gosto, em razSo de n3o po-
der salisfazer urna pequea divida de 30f
ra. da qual havia passado um fiea, cujo pra-
ao veucia-ae naquelle da, instan lo o credor
pelo pagamento, suscitando conftelos e al-
i i, ai.ii,:-. As pessoas a quem fOra commu-
iii, i-i,i esla reaolur;8o, nSu Ihe deram cr-
dito, tomando-a por urna leviaudade que
non tena esito. Achouve em casa do infeliz
urna porc8o de arceuico, reato daqueile de
que se servir,, segundo veriflcoo-se pelo
esame e corpo de delicio a que ae procedeu.
No da 5 eiiveneuou-se a cabra Ignacia,
escrava de Mana Manoela Govea,; esta es-
crava era dada ao vicio de embriaguez, e
uo dia em que tomou a desesperada resolu-
cao havia sido castgala pela sanhora ; pro-
cedeu-ae o corpo de delicio e as necessarias
avenguacAes sobre o faelo, sendo aliual
julgado improcedente o somario.
Mu da 30 do me mu o mez, na freguezia da
Mor tilia em casa de Jos Alhanaato de Oli-
veira, cahiudo do Ulbado urna banana en-
vonenada que all deilara para os ralos o
mesmo Alhauasio, una sua Ii,llia de urna
dous anuos junio da qual i-aura a banana,
coineu-s, e morreu duas horas depois.
No da 2 do mesmo mez de Janeiro na
freguezia do Iguape o pardo Malinas Cardo-
so de Almeida, a quem se allribuia varios
furlosde rav.il"-. --"""" '
de pessoas, que se diveitism, recebeu urna
lerida penetrante da qual morreu oo da 6
no iiu.spii.il na di i u ie.
No da 4, na Ireguezia de S. Concallo dos
Campos fui cruel nenie assassinada urna
o.o .ii chaina la Mana da PaisSo de Jess
por Maooel Joaquim delivetra. Aquella in-
feliz, leudo abauJoiiado io mesmo Oliveira,
que a seduzira da casa mate na, nao que-
r,-iiiln voliar mais a sua Companhia, foi por
esle assassinada com um tiro a queima
roupa, deutro da casa de Mana Ribeiro on-
de piocurara .Tefugiar-se l.avla alguna dias.
Na freguesia da Moriliba acaba de ter lu-
gar um caso de monomana homicida assas
lamenlavel, e luneslo. Jos Pereira Vc-
tor foi apoderado do irresistivrl direito de
assassinar as pessoas mais Ciras da aua fa-
milia ; procurou por vezes matar a mulner,
um inn.lo, eao sogro que poderam escapar
nos mus golpes nisi liosos. Finatmeiilu uo
da 23 de Janeiro as "0 horas da mauhSa, a-
chaudo-ae em sua casa com Manoel Ferrei-
ra, que ali noli i bidoajudaj-o a fazer fari-
ntia. em occasiJo que esie, depois do tra-
balho, repousava adormecido sobre um
banco, Jos Pereira Vctor, deacarregou-lhe
um innc iniio com toda a forc< sobre o ca-
neo, don le imuiedialamante ie-iiiiou-ilie a
morie fleando no abandono e na miseria
-ua desgra;ada mulher, e duas fillias meno-
res. > irun acba-se r. colindo a ca lea des-
la cidade, onde cevado no le rival intento
que o domina, descarregou urna furle pan-
cada na cabeca de uro preso, que o deitou
por ierra bauhadoem saugue. Por nSo ha-
ver prisSo onde podesse eslar separado dos
demais presos, foi mellido em urna corre-
le, para ser remallido para a capital, o que
ii,iu obstante ja urna segunda vez, sem o
menor motivo tenlou assassinar outro pre-
so, que dorma a pouca distancia dallo, o
que leliza.ente pOle evitar-se, ni'smo no
moni-ii n ein que o golpe hia ser descarre-
gado. Interrogado sobre Ues fados. Vctor
n;i,i trata de occolla-lo', confessa os, e
mostra-se arreuendidD. Consia que este in-
dividuo era du bOM 003102185, S4itororoion-
ta, a muito paoato : em carias occJ'es h e
qoe commelie Ues atientadus, o samK43-ll
tiaic.no. Tem aido conviJado alguna me ji-
cos para exauiioa-lo e eatuJa-lo neata des-
granada | liase da vi la.
Depois de termos concluido o estrado ci-
ma, e de achar-se elle sobre o prelo, rece-
bemos, 4s 8 e maia da noite, os jornaes vio-
dos pelo TevM. Conforma-ss plenamente a
grata noticia da terminacho da luta com II>-
sss, cuja derrota comecou no dia 30 do paa-
sado, em que perdeu na ponte de Marques
tula a sua vanguarla da cavallaria, com-
mandada pelo general Pacheco, e conclua-
se na grande batalha do dia 3 do crrente,
nos aanloa lugarea, que durou 4 horas, e ha
qual lambem pelejou o dictador, vindo ali-
iia i a evadir-ae. No noaso numeio seguinte
daremos por extenso os prometieres de to
nolaveis succetaoa.
Mais um suicidio leve lugar no Rio de Ja-
neiro. Antonio Lzaro Ferreira, guarda li-
vroa da casa do commendador Barboza Coi-
manas afogou-ae voluntariamente em umt
ban-a da b.nho, por se suspeitsr a falsidca-
cSo por elf praticada de algumas letras
coma assignatura do seu amo. Era casado,
lu Ii n lillios, e gozava d- concello.
'L-so no Diario do K o de Janeiro de 12
do crrante :
limiten, cahio om rsio na casa n. 1 da ra
do SabSo da Cidade Nova, onde mora o Sr.
lose Antonio da Souaa, o qual flcou ferido
na testa taro um braco.
LA-ge no Rio Gran lense da 4 do correnta :
No termo de Pelotas, no lugar denomi-
nado paaao das Pedras, teguBdo dii o Pelo-
tense, foi destuberts e apteheudlda pelo
Sr. delegado de polica do termo, umi fa-
brica de moeda falsa metlica. Foi preso
*
!


i
v/
MUTILADO


I I
na mesma occasilno fabricante que se sup- convida-so aos senhor-'s negociante!, que te
pOe ser hespeohol. nham bons pannos detsa cor, I virem ao
ConseguioTunTT^Tn~*Sr. Vctor da qu.rlel do Hospicio "OdiJ 96 d Mrenle ,
Oliveirs. que ae Ihe de.se successor, pon o""18 JOiwrMda menhl i estar reunido
que acha-se nom-ado prrsidenle mala pro-< consell.o da adm nitiraclo, para em face
vincia oSr.Or. Francisco Antonio Ribeiro, d amostras, escolher-se o panno ; pode-
deput.do peta H.mi, onde exerceo lugar ,"">"" *?*r a',0M? "*""
de procurador fiscal da hienda eral. da>" lr',lM ''>~. Vi "? lT
rendo vir no prximo v.por, a tom.r conta enc.rreg.r-ae do referido f.rd.mento, bar-
da imporUoli.sima misso, que Ibe foi retina, edr.goms. A,M,n
...n, |, H -- Acha-se preso a ordem do subdelegado
______________ di freguezia de S. Fr. Pedro Concalves, por
II nitflin (l9)is:ou S. A. o sr.principo La- 'andar fgido, o pelo Lui cruoulo, que dii
banotT de Rostid! eo Exm. Sr. presidente ser escravo de Manuel Francisco de Paula
da provincia em seu palacio, e S. Ex. den- ; Negromonte, lavrador do engenho Camello,
se pressa em retribuir a honrosa visita, 0 f0 pegadi> plo mestre de campo Jos Pa-
dirigindo-se ho|e para esse iim, a bordo triciu de Canalho.
do hiale llognej'i, onda foi excellentemente
recebido. U principe dispenauu aempre
lhanamente todos oa odereciinentos que,
tegundo a* circumstancias, Ihe forain fei-
tos e parti hoja para Marinhgo.
COMMEBCIO.
ALFAINIlKGA.
Reaadimento do dia 80. 7:783,08
Diicarregam hoie 21 de (evereiro.
Brigue francez Aipirante me Brigue sueco luhe farinha de trigo. TERCETO.
CONSULADO GERAL. Terminado que saja o mestre sal
THEATRO DES IZIBEL.
PRIMEIRO BAILE MASCARA DO.
Domingo 22 de fevereiro de 1852.
A's 8 huras prensas a orchestra executa-
li uina magnilica ouverlura, seguindo-se a
represeolafllo do gracioso entreiuez intitu-
lado
OS DOUDOS.
oo qual os Srs. Gennano.Bizerra e liis,can-
dar* si-
Rendimento do dia 3 a 19
dem do da 20.
53787,862
DIVERSAS PROVINCIAS.
Heridimenlo do dia 3 a 19..
dem do dia 20......
3:003,421
84,660
F.xportacao.
Escuna brasileir. Emilia de 111 tone
das, romluzio o seguinte :5 caixas faren-
das, 6 pipas vmho, aaecss comi'.ho, 4 di-
tas ervailoce, 3 caixaa enxufre, 6 barra sa-
litre, 3 paroles lio porrele, 4 saccas alfaze-
m, 1 caixnte lacre, 1 pacota palmhi para
chapeus, 10 magos 5 amarrados, papelJo, 20
barricas farinna de trigo, 1 caixa um lami-
nador, | Jila tpeles para aapatos, 2 dilaa
coletea, 1 bahu chapeos de sol, 2 caiifles
ditose bengallts, 1 dito miudezas, 1 caixa
livros, 1 dita um relogio de prele, 30 cai-
xas do massas, 1 dita pilulas de Parr, 2 ditas
e I embrullio diversas mercaduras, 2 lites
phosphoros, 1 lala farinha de milno, 1 sacca
castanha, 4 aaccas feijao, 2 pipas agdarden-
te, 3 lilas genebra, 1 caixo espanadores,
1 dito rap, I dito el ferio charutos, 30
barriquinlias caf, 903 ditas assucar, 2 po-
dras ila liliiar.
Bngue ingle/. Margare!) Pridley de 318
tonelladas, mmifeslou o seguinte :-3,200
saecus i'oin 16,000 arrubas re assucar.
Uaica sueca liinoconce de 446 tonelladas,
conduzio o seguidle : 5,400 saceos com
27 000 arrobas de assucar.
RECEBEDOHIA DE RENDAS INTERNAS GE-
RAES DE PEHNAMBUCO.
lien li iiienin do dia 20..... 689,487
CONSULADO PROVINCIAL.
Ranlimento do dia 20. ,
. 50:347,945 gnal para comessar o baile, no qual s pode-
3:439,917 ru dansar as pessoas queestiverero masca-
------------radas.
iNovas quadiilhas isro executadaa pela
orchestra. O thestro achar-ae-ba decente-
mente decorado e illuminado.
Presos dos camarotes.
Primeira ordem 8/000.
"T"-"- Segunda lOfOOO.
3.088,081 |Te"ceira 8/100.
Quarta 4#000.
Entrada geral. 2/uOO.
As pesssoas quncomprarem camarotes le-
ra n dlrrllO a quilro entradas, a excaasflo da
uiiari.-i ordem que s se coucedem duas.
Os bilneiesacn9o-sea venda desde ja no
lugar do cosime.
Publicarles litterarias.
ELEMENTOS
DE
Homaopathia.
Sahioa luz a aegunda parte desta obra
composta pelo professor homceopalha Gos-
s-l Bimont. Recebem-se assignaturaa para
a obra inleira a 5,000 rs., no consultorio
homceopathicoda ra das Cruzes n. 28. De-
pois da publicado da terceira parte, o pre-
co ser elevado a 8,000 rs. para aquellas
que nSo tiverem assignado. No mesmo con-
sultorio, acha-soa venda ludo quinto he
necessario para o esludo e a pratica da hb-
mceopathia, como seja : livros impressos
para liislurias de doentes, regimens apro-
priadus para a provincia de Peruambuco, e
encarrega-s ede mandar fornecer qualquer
encommenda de medicamoulus homceopa-
thicos, lano avulsos como em caixas, em
glbulos como em tinturas.
No prelo : Paihogeneiia dos medicamen-
tos brasileiros.
Elimmtoi de anatoma e philiologia com es-
l6*' lampas, para os curiosos em bomceupalbia.
^^'^ | Roga-se aoa seohores assigoantesoob-
iVIOVIlIieilIU di) prtO. 'sequo da imn lar rereber se.is ejempla-
res do consollono bomceopatbico da ra
Roete enlradoi no dia 20.
Rio da Janewo-- 9 dias e 18 horas, e de Ma-
cei 18 horas, vapor brasileiro Pernain-
bucana, de 240 toneladas, commandanle
Jn.i'i 11'iiriques Hiten, equipaiirm 29. Traz
a seu bordo, para esl piovincia, Julio Ar-
das Cruzes u. 28.
TRATAMIENTO 110MEO-
PATHLCO.
DAS MOLESTIAS VKM-'RKiS,
mando de Castro primeiro tenante de a conselhos aos doentes para ae enrarem
artilbarii Joan Evangelisla Nery da Fon-; ai mesmo, aem precisaren! de medico,
>,;. ou* mulla, j...- tintino Mon- pelo professor homceopalha
corvo BSibarlobOC I eacavo, Miguel Luii; Goaet-llimont.
Vianna, JoSo Antonio de Araujo Va-con- Sahio a luz e acha-se avonda no consul-
cellus, Joaquim Teix>ira de Oiiveira Ju- torio hoinceopathico da ruadas Cruzes o.
Dior. Ameiico de Souza Gomes o 1 osera- 28. pelo preco de 1,000 rs.
vo, s -r-liiti de Moura Brrelo, Joo Luiz
Soarrs Martina e 1 esoravo, Frrnandes da
Silva heno Joaquim da Costa Barrado
Jnior, Aprigio Ferreira Gomes, JoSo Tel-
les da Silva Lobo, Antonio Trllea da Sil-
Avisos martimos,
l'orio.
Sahe no dia 4 do mez de Marco pira a
Theatro d S. Francisco.
MR. ROItERT.
Chegado ltimamente dos portos de nor-
te, e achando-se de passagem nesla capital,
pensarla, fallir ao mala alto dever de reco-
9heciment0.se ndo se demoratae, poralgum
lempo, neate t.lo hospitaleiro paix, para
presentar os seus divertidos e elegantes
trabadlos; tanto dalle romo osdosseuai
discpulos brasileiroi, que formam hojea
aua companhia; os quies so-1.0 o joveh
pernambuoano, 9. a joven Joiephina flu-
min.enaa, 3 o Sr. Alexandre, Alcides ma-
'anheuae, e ajuvenslnha Genlia de 4 anuos,
os quaes abrilhanlarflu deaae modo, o mait
possivel, os espectculos da dita companhia
qu principiarlo quando se annunoiar. Des-
necessariojulga Mr. Robert, emillir mais
couaa alguina neste annuncio, visto nSoser
a primeiraivez que tem a honra de uderes
sar-Be ao illustro publico pernambucano,
que tantos applausos Ihe conceder a 12 an-
uos quindo aqui trabalhou neste mesmo
theatro.
No dia 1. do Brrente desappareceu do
moiro do porto da roa da Roda urna canoa
de familia meia abarla, com um banco da
val, dous p-neiros um maior e oulro mais
pequeno.junto da prOa e tem um ferro nesta
com urna bola na pona t esta canoa he um
pouco curta, tem crranle na poupa e he
guarnecida de um Alcatrale por den-
tro da borda, sendo pintado por dentro de
cimento, e um 1 ouco antigo, e por fora toda
prcta: quem delta aouuer e quier denunciar
a aeu dono pode ir jia ra dua Quarteis de
polica n. 18, onde ae dar urna generosa
graiiOcacflo a quem denunciar 00 A intregar
;eu dono.
O abaixo aaslgmdo tendo aceitado a
saaignalura do Diario Novo a pedilo de um
seu amigo e pago um quartel, e n3o ibe
agradando tal molo de escraver por ser
rila abucanhado pessois que deviam ser
tratadas com lodo o reapeito comooExm
presidente, s por ser nomeado pelo gover-
no aclual ; oque entao e epproviro que
flzeram ao Exm. Sr. Antonio Pinto Chi-
churro, e nSo se dando isto com o meu
modo de pensar -e atacar a pessoa.embora
juaticeiios e honestos, s por serem desle
uu daquelle lado pelo presente dispenso
de se me mandar eniregar semelhante
folha. Jos Anastacio d'Albuquerque
Antonio Annes Jacome Pire remelle
para o Rio de Janeiro a sua escrava Joaqui-
na de imcmi, de idade 28 anuos ; a entregar
ao Sr. Bento Jos Fernandas.
Manoel Frailesco da Silva, embarca pa-
ra o Rio .le Janeiro, levando em sua compa-
nhia as suas eacravas Luiza, Maria, Tbereza,
Zulmira, 90 menor Dionizio, lodos pardos
U Jarditn das Damas.
Sahe hoje a luz pelas 1 horas
da tarde o segundo numero deste
peridico, os senhores e senhoras
que o assignaraai, querendo te-lo
hoje mesmo, podem maadar bus-
ca-lo depois desta hora no lugar
em que deram suas assignaturas ;
pois a distribuido nao pode ser
feita seno de segunda-leira por
diante.
-- Ausentou-geda casa dos seus senho-
res desde o dia 18 do crrante a prett Iza-
bel de nacSo, com os signaes seguintes: al-
tura reguiar, cara bixigosa, falla Irapalha-
da; muito conhecida por andar vendendo
mi 1 n- is Jolga-se a"ii,i amoitaila por al-
gum destes lugares ; Trempre, Suledade, ou
Fura de Purlas: quem a pegar leve a ra
das Flores n. 19, qua ser recompensado.
-- Engomma-se loda qualiJade da roupa
com perfei$ao,.por commodo prerjo: na ra
das Flores n. 21.
Precisa-se de urna ama parda e liare,
ue lenha bom leile pra criar um menino
s 3 mezes de nascido: na ra larga do Ro-
zarib, padaria n. 18.
Am la esta fgido o prelo J0S0 Goianna
C nar;9o congo ) dealtura regular, peruas ar-
queadas denles limados pouca baiba.econ-
aerva-a grande no queixo inferior : quem o
aprehender leve-oa fondicSo d'Aurora ; em
S. Amaro, ou no deposito da 1110-1111 : na ra
do Brum n. 28.
Manoel Alves Guerra Jonior, remelle
para o Rio de Janeiro, os esoravos Manoel,
pardo; luez, creoula, a entregar a seu Sr.
Bento Jus Fornan les.
Quem annunciou precisar de 300,000
rs. a juros, hypolecando-se um escravo: di-
1 ij.i-s- a ra do A'agSo n. 32.
Jo.lo Pinto Regis de Soma, exporta
para o Rio de Janeiro, por ordem do Sr. An-
tonio da Siqueira Cavalcanle, o seu escravo
pardo, da nome Joaquim.
abaiio assignado fazsciente ao res-
peilavel publico e multo principalmente a
3
a
1------------------------------------------------------------------------:
va Lobo, Antonio Monteira de Moura Ju- ;>ne no oa aog "- I"
nior e 1 esc.avo Vicenta Ferreira Lopes cidadado Porto, a bemconheci-la barca por-
e 1 escravo, Izabal. creoula Uvra, Antonio t-"".' N: s- J" o.-Viagem, c.pitSo A o-
lopes da Hoza. Bernard.no Jus da Silva, nio Ferreira Leit. Jnior tem excellenles
Domingos Josft Soares. loaquim Pelligrin, cummolos para pass.go.ro* Alo, a recebe
Arestydes d. Costa a Silva? Cosme Lopes Uima Carga : os pratend-nlas queirSo di-
liaiboza. Antonio Manuel de Arroxellos rgir-aearua do Vigano eacr.ptono n. 11,1.
Galvao,com I criado el escravo, Jos Bo- andar. '..-. n.hi.
nif.c.o da Costa e Silva e 1 escravo, Fr.n-' -- O histe Novo Ol.nJa, segu para Baha
cisco de Mallo eVasconcellos, Pedro Luiz no dia 23, anda recebe al o da 22 alguna
de Vasconcelos, Ad.ilpno da Silva Mne- carga miula, e tem bons commodos pa.a
zea, Ignacio Luiz de Br.lu Taborda e 2 es- passageiros : a tratar com10 capiSo Cusi-
cravos, Jos Francisco de Olivira e 3 es- dio JosA V.anna, ou com Manoel Das,
cravusaentiegar: para o norte, Dr. Luiz rara o Acaracu e Leara sahe
Carlos de PaivaaJeixeira e 3 escravos, dis- D0UCoS dias 0 patacho Euterpe,
penceiro da armada Honorato de Barros cl" 1, u .
Paim, e n inferes Jos Juaquim da Silva recebe cargo para os dous rortos a
loza. fretes commodos : trata-se ita ra
Trieste 6 dias, polaca austraca Esparto, .. uriiiioi puwnou > mum !>.i.i^.p...,.^u.o -
de 3331oneladas, capilSoTommaso Pudi- 00 ApnIlO armasem n. 14, OU "d 1 [oa0s os oradores, pertencentes a venda, si-
nich, equipagein 12 carga farinha; a ruada Cruz.n. 33. COm Luiz Jos la na ra Direilo desta praca n. 27, que elle
Peana Toalla iCompauhia. Passageiro,
G. M. Suauss. de fta Araujo.
Rinde Janeiro e Babia6 dia*, vapor inglez Para a Baha, salte em pou-
Tev.ot couimandanie Revett. Traza *-u & veleira escuna Tenta-
bordo, para esta provincia, Marques Per- "" u,aa'
digao.J p Ferreira, Faioao, Guimarfies, dora : para o resto di carga e pas-
Coirea Lrite. Figueiredo, Aiaujo, J. v. saKero8 trata-se com o capito ,
de Carvalbo, F. B. Sampnio, (i. A. de Sa, o r
F.G.N. Canina, a. R. itif,s,EG.Martina, na praca do Uommercio, ou com
A. oe Menez-s, F. G. Mutins, E. R. dos N0?ae8 & Companhia, na ra do
M. t.uia, G. G. de (',. de Sampaio, F. I. da ,r _.
M. Il.sto, J. A. Nazareth, J. R. Seixas, *. irctpicne n. dq.
J B. dellelrua, W. Southall, A. M G da Pura o Porto
a baroa por-
Antonio Fer-
..jmiuodospara
Scbuler, J. II. Barros. p,M,geiros e c.rga : trat.-ae oa ra do Vi-
- ^."'"'V'itl.ii&tnoineimodia. M g.rio n. II, ou cum o capilflu na praca.
GenovW-ingue sardo llam capitao M. 1 para Lisboa.
SSR.% MO oeneda, co-! O brigue portuguaz S. Domingo, forrado
mandante FedorolT. Coooz o principe e pregado de cobre de que he ea.dlo Ma-
Labanulde Roslolfe aua comeliva. I noel Gomalves^rn^.rNsbe ca ga e as-
. sageirosaosqua-sollerece bons commodo:
-------------^ i a iratar com o referido capiUo da Praga, ou
DeclaraCO?S. com o consignataiioJoaquim Fereira Men-
' dea GuimarSes ua ra da Cruz n. 57 segun-
I II. oe llul> lia, W. Soolll.lil, A. H I. Ha l'.lia O OTIO
Silva com sua irmSa el cria la, M. Carilho, Seguir com multa brevidado a bar
B. Dullon.M.A. de Carvalbo, A. I). Va- luJuez, Boa-Viagem, cap.tao Anlor
lenca el crudo, S. P. de Carvalho, L. reir Leite Jnior, lem bons comino 1
mam
S
As malas que deve condu-
zir o vapor Prrnsmbucina pa-
ra oa portos do Norte, princi-
piam-sa a fechar boje (21 ) a
urna hora da tarda, e depois dessa hora at
o momento de fechar recebarse correspon-
dencias com o porte duplo.
Cartas seguas viuda do Sul pelo vapor
Pernambucana; Antonio Maria de Souza,
Dezemhargador Firmino Antonio Soma,
Francisco Antonio Vieira Silva, Jo.lo Alves
Ferreira, JoSo de S Cavalcanli Albuquer-
que, Jos dos Sanios I,ages,Jo-C I eiielr Bas-
tos, Manoel 1.animo mu es, Manoel Eliaa
Mmira, Manoel Pereira Leraos, Viuva Vieira
& Filbos.
Tendo o Arsenal de Marinha de contra-
tar, em virlude de ordem do Exm S. Presi-
denta da provincia a remesas re diversos
objertoa para aa provincias do MaranhSo,
Para, Ceara, Parahiba e Alagoas, o lllm. Sr.
inspi-i lor cunvida aos captfiea ou mestre-
daa emhsrcacOea meicanlea nacionaea ou
eslrangeiraa, que se deslinarem aoa portoa
daquellaa provincias e queiram fazer aeme-
Ihanle traaaporle, a oomparecerem com bre-
vidade na inspefSo do mesmo araenal ilim
de contra ti reto respectivo frele. inspe-
c8o do Arsenal da Marinha de Pernambuoo
20 de fevereiro da 18M.
o nono bu mo da infanlaria tem de
fatar o fardaMato graada, Tarde, a por isso
do andar.
litlilao.
-- O curretor Oliveira, f^ra leiiao, por or-
dem doSr. cnsul da Franca e pur contada
liquidac.au do fallecido Eugene Callyot, de
um cavallo.coiii selim e oulros airoius: sab-
badu, 21 do correnle, as 10 hora* do dia, oa
estribara da ru* de Apollo-
Avisos diversos.
- Fazem-se ve>tidos, mantelete, vlzitas.
romeiras, enfeilea para a cabesi.chapeos pa-
ra Sr*. ludo do milhorgoslopelualigurinos
ebegados ltimamente de Parla: na ra No-
va esquina que volla o porlo.u. 71, primeiro
andir.
Precisa-se de um homem para caixei-
ro de engenho e encaixamenlo, que nio le-
nha familia e d cunhecimeolo idneo de
sua conducta : no engenho Noro da Mu-
rbeca.
- Na Boa Vial, na ra da caixa d Agoi
n. U, precisa-se de urna mulner para o ser-
vido interno de urna casa.
- Precisa aa Se urna ama, quelenha bom
leila, para ariar um menino de 8 das de
msci lo, forra, ou captiva : no aterro da
Boa Viste, ioja de calcado n. 38.
annuncianle cunlralou sociedada cum Al-
berto Jacintbo da Souza, dono da mesma,
entrando com a quantia de 700,00o ra. em
mda correnle leijal, oo licando seu ca-
pital sugeilo a divida alguma, que o dito Al-
berto esteja devendo al adata do presente
aniiuncio, e sim Iflo smenle se responsabi-
lisa o annuncianle por todas as transac(es
une s li/.ero.n tendentes a mesma socieda-
da, para a dita venda da data do preaente
annuncin em diant -, e para quecheguea
noticia deludos, a muito principalmente a
quem cunvier para nSo alegarom ignoran-
cia faz o presente annuncio. It'-cife de Per-
uambuco. 91 da fevereiro de 1852.
Patricio Maitins Frneira dos Santos.
Desappareceu oo dia 18 do correte, a
preta Fehzarda, de mc3o da Coala, lem 22
anuos de ida le poucu mais ou menos, alta,
lem o rosto descarnado com marcas de be-
xiga, he bem preta, tem falla da 2 denles
na frente, um em cima e oulro em baixo, le-
vando coms'go vestido de chita branca, com
palmas de rozas encarnadas e umag'ega-
flormiudinba : quem a pegar, leve-a a pra-
en da Independencia u. 12, que ser bem
recompensado.
A. pessoaque precisar de um moco bra-
aileiro, lidio de fra e de boas qualidades,
de 20 a 21 annos de idade, para caixeiro de
ra, ou armazem de assucar, ou mesmo pa-
ra administrar algum engenho, do qua ja
lem bstanle pratica, o qual da fiador a Sua
conducta : quem o pretender, dirija-se *
ra de S. Thereza n. St.
Da-se dinhriro a Juros, na ra do Ran-
gei n 36, primeiro andar, tanto com letras,
como bypolecas e penhores.
-. Precisa-se fallar ao Sr. Manoel Jos Mau-
ricio de Sena, e como se ignore sua mora-
da: roga-so-llie queira annunrlar, ou diri-
gir-se a livraria n. 6e8 dapraa da Inde-
pendencia.
Precisa-se arrendar um sillo na Sole-
dade, ou principios da estrada de Jo.lo da
Bairos, Trompe, Momlegoalo Mauguinho,
ou urna casa nos meamos lugaies, Iresca e
que oOVreca commodos para urna familia
180 pequea : a Iralar com a viuva do ma-
jorSantiago Lessa, na ruaFormoia, casa
terrea do tarcetro lampefto, pasaaudo a gro-
ja dos inglezes, ou anouno e.
Dase a premio aquaotia de 600,000 rs.,
no todo, ou em pa les. sobre penhores de
ouro, ou prata, ou hypoteca-se em bem de
raz : a tratar na ra das Larangeiras n. 23,
segunda porta a direita, daa 0 a* 2 boras da
larda.
No da 19 do rorrete, depois das 6 ho-
ras da Urde, fugio um caniod, levando
urna crranle de prata uo p, a qual lomou
para o lado da ra da Aurora, Ulvez pas-
tease o rio a fosse para S. Antonio 1 quem o
aeliar, leve-o a ra Nova, luja o. 58, que re-
cebi-ra o adiado.
Unja, 21 do correnle, depole da audi
enca do Sr. I)r. Juii do civel da segunda va-
rs.se ha de arrematar om ullima prc/, a
palle da caaa n. 29, da ra da Gloria 00 bair-
ro da Boa Vista, por exrcuclo da aenlenca,
penhorada ao seu devedor Jos Mureira da
Silva.
Ama de leite.
Prtclsa-se alugar urna ama deleite, for-
ra, ou captiva, para dar ale mamar a um
menino, paga-se bom : na ru de S. Conta-
to, sobrado de um andar n. 27.
Desappareceu no da 19 do corrento ,
um c ixuri iiihu bem raja lo, com ts orelbaa
cortidas de fresco e puntudas : quem os-
cilar, leve-o ao aobrado do corre lor do his-
po, do senador Manoel de Carvalho, quese-
ra gratificado
--O abaixo assignado, annuncla ao res-
pellavel publico, que ninguem laca contrae
lo algum, sobre as prtlat Ignez e Calhari-
na, nem sobre oulro lgum bem do casal,
coma mulherdo annuncianle D Mari Joa-
quina dos Santos; por quinto as p'elas nSo
s3o do dominio do casal, maissirodeum
menor fl I lio da dita senhura, e quanlo aos
mais bens he sabido que a mulher cisada
nao pode conlractar sem conseniimenlo do
marido. Ju9o Nepomuceno Vallim.
Alienlo.
Fuglo, ou folseduzida, nodi 19 do cr-
ranle, urna pardinha, de nome Archanj<, de
12 annos de ilade.com os signaesseguln-
tes : cabello corlado rente olhoa meio
vesgns e pequeos, levou vest lo de chita,
com lislras brancas e cor de caf com ra-
mage encarnada, esta escrava veio remoli-
da da cidade da Victoria ao Sr. Luiz Gomes
Silvano : poitanto, roga-sa as auioridades
polieiaeseeapitSesdecampo.ou pesso par-
ticular, que a preniam e leve-na a ra da
Cadtia do R-eifo n. 17, segundo andar, que
em generosamente recompensado, e pro-
lasla-se com lodo o rigor da lei contra quem
a tiver acoitsdo em sua caaa.
Maria Come da C.onceicSo roga aos
credores de seu finado filho, Jos Alves da
Costa queiram no praso de 8 dias.apresen-
lar aa ven la da esquina da ra Velha, con-
tas currantes do que o mesmo Ibes ficou
devendo.
Precisi-se da 300,000rs. ajuros, hy.io-
thecan lo-sa um escravo : quem esle nagu-
cio quizar farer, annuncie por esta folna.
Prerisa-sa de u n menino de 12 a 16
annos de idade : na ra do Hospicio, junio
duquartel, venda do leSo de ouro.
-- Pergunt se ao s--nhorescriv2o da sub-
delegada do Pooo da Panella, qual o motivo
porque 11S0 enlregou ao escrivo do jury, o
jrocesso instaurado, contra o sol lado do
corpo da polica Pedro Antonio Sibil lo, que
estando preso desde o da 27 de selembro do
inno p. p. pirece uevorii ter entrado na
aclual sesso. Esse processo foi entregue ao
mesmo senhor escrivSo, pelo seohor escri-
vSoAthayde, preparado o susteuUdo pelo
senhor juiz municipal
Quem liver para alugar urna escrava ,' ^
que saina tratar de urna crianza e fazer o
servido interno de urna casa de pouca fami-
lia, coma condic,3o de nSo sahir a ra a di-
ta .escrava : enlenda-se com o porteroda
alfandega desta cidade, na dita repartido,
das 8 horas da mantiSa as A da tarde.
-hesaparecen do poder do abaiio asslgna-
do.uma escrava creoula, por nome Anglica,
el te..,. o< soguinteasignaes: alta, secca.
lula, denles alvos, eostuma auda c*lf>J e
com panno fino as costas. Esta escrava es-
teve ltimamente alugsda ao senhor padre
inglez. e suppOe-se andar mesmo pelo bair-
roda Bo Viata: quem pega-la recebera boa
gratidcaglo, le>indo-a ao seu senhor, no
pateo do Collegio.
0 bacharel Abreu e Lim.
Silva Amor 1 ni & Compauhii, aviza aos
senhores arrematantes do imposto sobre es-
pi 1 tos da prodcelo brazilelra que nSo ven
de desle genero nem nunca vendeu : na ra
vendado becco do Peixo Frilo n. 9.
~ Roga-se ao Sr. Dr. Filippe Carneiro de
Onda Campello de dingir-se a casa de
Napolen Gabriel Bez 1 na ra da Cadeia
de S, Amonio, onde foi a sociedade apol-
nea, que tem urna carta para entregar a S.
S. em mflo propria.
Precisa-se de um ama de leite, que
seja captiva : quem tiver e quizer alugar,
drija-se a ra uo Hospicio, casa n. 34.
Os senhores Bernardo Luiz F-rreira ,
Juaquim da Souza Teixeira, Jos Caetano
Perelra doNascimento, Jos Hilario Ribeiro.
Francisco Ignacm da Medeiros, Francisco de
traujo Barios, Manoel Jos Suares de Avel-
lar, Patricio Antonio de Torres Bandeir,
Antonio de M- raes finio, Silvestre dus Bios,
e Clara Senhorinba Bornes: queiram appa-
recer com brevidade em Uliuda, na ra de
Mathias Ferreira, sobrado n. ( a negocio
que os interessa.
OfTerecese um rapaz para criado de ca-
sa estrangeira, e mesmo para acompanhar
qualquer senhor para fra da provincia ou
mesmo para servir em alguma casa, do que
lem bstanla pratica : na ra da Paz ( ou-
tr'ora do Cano ) no fundo da cuxeira do Sr.
Joaquim segunda casa terrea, que Sd dir
quem he.
Na ra da Praia becco do Carioca n. 9,
fz se al moco ejantar para fura, com ni n 1
limpeil e asseio ; e quem n9o liver porta-
dor para o conduzir manJa-se levar em
casa.
Por ser feriado para oa negocios foren-
ses da 23 do curren t-, Oca transferido pi-
ra 28, as 4 horas da larde, porta da residen-
cia do Sr. Dr. juiz de orphfios, a ultima pra-
ca da casa da ra Nova n. 46, por vezes mi-
uuiici 1 lo nesto Diario.
Precisa-se lugar-urna preta de meia
idade, que seiba cozinhare engommar : na
ra do Trapiche, na esquina da Lingoets
n. 32.
Jos Joaquim de Fina Machado, reli-
ra-se para Portugal, a tratar de sua san le.
Gouveia & Leite, exportara parado Rio
de Janeiro, o escravo Vicente, ereoulo, de 12
annos de idade, por conla de seu proprieta-
rio Manorl Joaquim Souza Vasconcellos.
Da-se de quatro cantos a um Cunto, ou
mesmo am pequeas quantias, a premio de
2 por canto ao mez, sobre penhores de ou-
ro, ou prata -. na ra larga do Rozario, luja
de miudezas a. 26, se dir quem ua.
~ D.iu-se 250/ rs. aob penhores de ouro
ou rala : na la dasCruzes, Ioja n. 39, se
dil.
-- Precisa-se alugar urna preta pira todo
servico de urna casa, sendo Qel e diligente :
na ruadas Tnncheiras, no segundo andar
do aobrado n. 40, que na Ioja lem um velbo
empalhador.
Joaquim Francisco da Silva Jnior ,
da de ser caixeiro do Sr. Joaquim Jus da
Existem 3 orlas, vindas de Lisboa, pa-
r oBr. JosJanuario loares Ferreira : no
escriptono da Viuva Csudino & Filho, na rus
da Cruz n. 66.
Os abaixo assignados tendo contas e
letras de alguns senhores lano da praca
como do mtlto, estas vencidas ; porisso
esperara que as venham pagar: na ra do
Rosario foja n. 44, a seassim o iiSolize-
rem pasaarSo a ser demandados.
Moraes&Soarej.
.- OSr. que passou um valle ha oito
dias, vencido em 3 de setembro do anno
p. p. baja de o vir pagar: na la larga do
Hoza rio n. 44. .. ,.
Des.-ja-.se fallar com os Srs. Jos Joa-
duim Civalcanta de Albuquerqne, Antonio
Birges Unhoa, Manoel Antonio Coutlnho,
o Francisco Antonio Pereira Braga para
negocio dejseus inleresses, e por ndo se
saber de suas morada; queiram dirigir-
-e o escriptoiio da Viuva f.audiuo & Fi-
lho, ra da Cruz n. 66.
Joaquim JosGuedesPinto, exporta pa-
ra o Rio de Janeiro o seu escravo crioulo de
nome Joaquim.
J B. da Fonseca Jur.iorembsrca para o
Rio de Janeiro os seus escravos, Zacarias,
Mcacia, e Constantina.
~ Paulino Jos de Arruda, embarca pra
o Rio de. Janeiro o sau escravo de nome
Pedro.
Ca i-i da de sem limites,
Sciencia sem privilegio.
Francisco de 1'nula Carneiro
LeSo, reside no aterro da Boa Vis-
ta n. 16, onde offerece-se para
curar homeopticamente os se-
guintes eofermidades e n5o cu-
rando n5o tem direito a nenhum
pagamento sendo chamado lujo
no principio da moleslia e nao
tomando o doente nenhum medi-
camento alopathico e mesmo ca-
seiro. Feimentos de bala, ou de
quaesquer outros instrumentos ;
grandes quedas ou pincadas por
maiores que sejam, respirando a-
inda o paciente; pleurizes, os mais
agudos e violento. ; febre amarel-
la, desentern sangunea, hexigas,
sarampo, e sarnas inda as mais in-
tensas e rebeldes, erisypellas, to-
da moleslia venrea esyphlvtica ;
bobas, seja de que carcter forem;
1 heumatismos agudos, e em geral
todas as mais enfermidades em
lempo que possam ser curadas.
Cttlt^rafia
Na Ra do AragSo, n. i2, se-
gundo andar, copia-se com perfei-
co qualquer papel em muito boa
eltra e por preco commodo.
Alugam-se por todo equalquer'preco.os
rmaseos que serviro, para a ven la do ca-
pimem frente da prac, nlloseoltiaa preco,
dan.lo o alugador guranr;, ana alugueis.
trata-se com o Sr. Pimeolel em um dos
Jos de Castro Nbrega, retira-se para
O Porto.
Offerece-se um homem par cozinheiro:
qiiec\ do seu, presumo ae quizer utilisar ,
dirija-se ao becco da Lingoela n. 12.
AOS ni:mi:s
J. A. S. Jane dentista, tem a honra de
avisar ao reapeilavel publico, que se acba
rczidindo na ra Nova n. 19 primeiro an-
dar, aonde eslarS sempre prompto a qual-
quer cbamado, desde s 9 horas da rn.-inh.la
at as 4 da tarde ; o annuncianle encherta
de um a todos os dente, que por isso tem
um completo sortimento de denles arlifl-
ciars, incorrutiveis e de porcelana,mui de-
licados e do ultimo gosto e lo los os mais
accessorios tendentes a sua proficuo, asse-
verando a todas as pessoas que sequizerem
utilizar do seu preslimu que nSo exige pa-
ga algum, tillo ficsndn os denles bem pol-
los que nn so possa deferenrjir dos proprios
naturaes, e podendo-se mastigar com os
meamos toda a qualquer comida sem sentir
a menor dor nem ter receio da os quebrar;
lambem chumbaos denles naturaes fura-
dos da caria com ouro, prata e metal bran-
co, prevenm lo as-im a conlluuactVida ca-
ria, dores e mesmo evitando por isso a for-
ma de passara caria dus denles fu'adospara
os outros i- ; I .nil.eui lira cedras ou ca-
rias dus denles em geral, qua tanto os dam-
nalica e ooopaiM para omaoaliloda bocea,
no sendo tirado: oannunciantea 10 an-
nos que exerce a sua profisclo nesla cida-
de, e os muilos exemplos que lem dado
oesse longo lempo, serA quaolo basta para
se garantir.
Compras.
deit_ _
Costa e Silva, da data de hoje em dianle ,
serve-se deste meio para Ihe agradecer o
bom tratamento que do mesmo Sr. recebeu
durante 7 annos e 4 mezas, que estuve em
sua casa.
Aluga-se urna escrava parda, propria
para o servir; da qualquer caaa, cozinha ,
engomla e faz qualquer servido com per-
fecuo : a tratar na Cuz de Almas, no sitio
da senhura D. Francisca Viuva de Mmoel
Loureogo, junto ao aillo do Sr. Taaao J-
nior.
mesmosarmazens.
-- O bacharel Witruvio transferio a sua
residencia para a ra do Kangel, sobrado n.
71, onde puder ser procurado,
--Arrenda-se um engenhu distante desta
praca 9 legoas, com multas boas Ierras de-
pl.111i11c.0--3, e cercados, ornante e co'rent,
vende-se na mes.na ocosio em que se II-
zer o trrendamenlo, alguns escravos, safra
criada, boiada muito boa, carros ele. e lo-
dos os mais ulencilius inherentes, e necessa-
rios para acontinuac3o do mesmo estibe-
li enrenlo : a tratar no primeiro andar du
atierro da Bo-Vist n. 43.
Tinturarin franceza, no aterro da
Boa Vista n. 17.
Tinge-se toda e qualquer fazends de 13,
Igodfio, seda e linlio, tanto em ubras cumo
em pecas e com muito asseio ; assim como
sa alimpam casacas e outra qualquer ioja
da pao, que liver nodoas, pondo-se como
novas e por presos commodos.
O crurgifio Bernardo Pereira do Cirmo
faz sciente as pessoas que a tempos Ihe fa-
laram e 111.es.1n> quem convier e quizer.pa-
ra por meio de um ajuste razoavel, os tratar
animalmente das muleslias que pussam ap
parecer, que tenham a bondadede virem
casa de sua residencia na ra do Rozsriu
larga u.30,para os poderlaocaremn.de seus
clientes.
Na ra Nova, Ioja n. 60 precisa-se de
ofciaes de alfaiate, para obras iniudas.
/\ ll.ni .tu.
Nova fabrica de chapeus de Sol no atierro
da Boa-Vista n. 1, acna-se um grande
sortimento de chapeos de Sol muita
eni cunta, tanto para homem,como para e-
ohora, como aeja de seda ou de panninho, e
grande sortimento de pecas da seda ede pa-
panninho para cubrir os chapeos de Sol ja
usa lo.limliaiii concerla os dittos peol pr- co
mas comino 10 do q ie em oulra qualquer
e parte cum loda .ToraptidSo,
' Acha-ae farinha nova de SSSF, fdera-
minhii) para vender, nos armazena de Dea-
ne Foule & Companhia, no becco deGon-
1; al ves.
__No paleo da ribejra de S. Jos n. 15,
lava-see engomma-se com perfei,ao e se-
rum.
Precisa-se alugar dous moleques : na
ra da Cadaia n. 13.
Antonio Ferreira da Costa Braga,ten lo
contas, e letra de alguna Srs. que tem dei-
xado de pagar, uns por amisade, e oulros
por relaiaces, tanto pela parle dos seus
cubradures, como dos devedores, roga pelo
prezente, aus ni -sinos Srs. de virem quanlo
antes pagarem seus dbitos, na ra Nova n,
38, assegurau-lo loda a c iiilcmplac;lo nos
juros; e se assim o uSu lizere u psssarflo.a se-
rum demandados, o quesera urna verguuba
para os senhores devedores, a lem dos abu-
sos cometidos alguns al 15 annos.
Na primeira audiencia do lllm. Sr. Dr.
juiz dos feilos da fazenda,so hSo de arrema-
lar o seguales objeclos: um engenho de-
nominado Barbalbo na freguesia da comar-
ca do Cabo, com todas as suas Ierras, mil-
las e logradores, casas do engenho, de vt-
venda e de purgar, com 30 furos e 3 balcOes
grandes, sen/alta para prelos, 1 muen.la, 4
tachas e um parol de caldos, ludo de ferro,
e oulros objeclos avallados em 38.000,000 rs.
e da mesma forma vio a praca os bina an-
nunciados em o Diaria de Pirnambuco de 26,
27 e 28, de novembro do anno p. paseado,
a excepto de alguna que ja for'am arrema-
tados.
Perdeu-se no dia 15 do crrante, ama
lettra de 130,000 rs., acceita pelo Sr. Anto-
nio Pereira Lagos GuimarSes ; roga-se ao
mesmo senhor, que 1180 pague sonSo ao Sr.
Manoel Pereira Das, e quem a aoiur leve-a
a ra do Apollo o. 4, que seri gratificado
generosamente. a.
Compnm-se pr um oncnmmenda
.lo Rio de Janeiro, 2e>crvas creoulas, ou
pardas, que tenham de 12 a 20 annos, si
mnlequa que seja bonito: na ra Nova n. 16,
se dia quem compr.
Conipram-se escrvos rceoulos, ma-
chse fauiis, de 12 a 20 unos de idade,
com haliii.il> 1. s, ou sem ellas : na ra oa
Cadeia uo Recife, casa n. 8.
Compra-se meia duzia docadeirasde
palhinha, em meiu uso: quem tiver, annun-
cie, ou dirija-se a ru larga do lluzario, Io-
ja de miudezas n. 26, que l se dir quem
asquer. .
Compra-se um quartio que esteja em
linas carnes som achaques, e que tenha al-
gum andar para sa fazer urna vigem : na
ra Furmusa cas terrea do 3.' lampiSo de-
oois da igreja dos inglezes.
' Compra-se um bico largo de 6 a 7. va-
ras-, tina seja uno, que h" para toalha de
bretanlia fina : na ra do Rangel o. 36, prl-
111.-i o andar,
-- Compra-se um prelo de 18 a 25 annos
de i lade, que seu senhor afunse Dio ser be-
bado, nem fujam, e que seja de boa condue-
la, paga-se bem : na ra do Rangel n. 86 ,
primeiro andar.
V eudas.
i
MUTILADO
FOLH1NHAS PARA .85a.
Vendem-se folhinhas de porta ,
de padre, e de algibeira de tres dif-
ferentes qualidades,sendo urna del-
tas com o almanak da cidade e pro-
vincia: vendem-se nicamente na
praca da Independencia n. 6 e 8 i
-- Vende-se um palanquim da Babia em
multo bom esta lo e de mui bonito gosto :
no largo de S. Pedro na lo|a de Marcineiro.
Gomma de engommar.
Vendem-se sacras grandes, com gomma
de engommar, muito alva e por preco com-
modo : na ra doQueimado, Ioja n. 14.
Cera de carnauba. *
Em casa de Leopoldo da Silva Queiroz, na
ra da Mo la, vende-ae cera de cirnauba de
superior qualidade, vWWa pelo ultimo navio
>lo Aracaty, em porsa*ea relalho, por pre-
co muito commodo.
Aos un mies do jogo de limas.
No pateo do Terco n. 21, vendem-se boas
huas de cheiro a 1,600 rs. o cauto, dinhei-
roa vista.
A o bom e barato.
Na venda sita na ra das-Cinco Pontts n.
82, ha para vender doce de goiba de pri-
meira qualidade sem mistura da outra fru-
ta, em caixas de 4 libras, pelo mdico pre-
co de 1,000 rs. a Caixa.
(ticos aparelhos de metal para cha.
Vendem-se aparelhos de meta^para Chi,
de bonitos e differenles modellos : na ra
di Cadeii do R-cife n. 6, luja de Antonio
Francisco Corris Carduzo.
Na ra da Cadeia, lop de
miudezos n 17, veudem-se mas-
caras dminos.
Para baile de mascaras a a,5oo rs.
Novas mascaras de setim c6r de roza, mui-
to bem faltas, oum muilo regulares feisOes,
sendo propas paia senhoras e para ho-
mens : vendam-se n ra do Queimado nu-
mero n. 27. 1 i_
Na ra Nova n. 8, Ioja do bara-
teiro
Vendem-se sintelros de gurguro com duas
competentes fivella, cuusa de gosto e boa
qualidade pelo baralissimo prego de 2,000 ;
Hvellas douradas para sinleiro por barato
preco; o oulrs fai'endaa mais de moJae
qualidade. ...
Vende-se no armazem de mullanos na
ra do Encantamento n. 11, u na lipoia
com todos seus perlences.
-. Vende sa um armario com gavetOes
por 12,000 rs. : na ra do Encantamento
n. 11.
Vende-se urna cadairinha velba por
10,000 rs. : na ra do Encantamento n. II.
-- Vende-se um piauo usado por 50,000
rs.: na ra do Encuita meut > 11. II.
Vendem-se bugias da cera de Lisboa
de 4, 5 e 6 om libre,cd libra pur 1,120 rs.: :,.'
na ra do Encautameuto n. II.
vende-se ou arrenda-se um ailiono Bar-
balbo com sulllcieote casa contando duas sa-
las gabinete au lado, tres quartoa, cosiuba e
estribara para dous cavallus, farios arvore-
dos que dfio fructo, Ierra para planlaclo, e
ptimo baubo : trata-so: na ra ova Ioja
n. 58.
Na ra do Livramento sobrado n. 10 so
dir quem vandal crrente parasenbnra, 1
dita para relogio, 1 adereco, curdflfs, t>an-
eelins.aneloes, brincos pulseiras, volhsil-
lineites, medilnaa, 1 bandeira o um relogio
patente inglez; 24 colheres da prata e uto
paliteiro.
Para baile.
Vendem-se sapatos de setim
branco, muito alvos e novos a 1600
rs..- na ra Nova n.6, Ioja de Alai*
Hamos &c Companhia. jj-
Vende-se urna preta engommadaira o .
cozinheira, o com mais algnmas habilida-
des, que a vista do comprador se dita : aa
ra das Agoas Verdes, sobrado n. 14.
Ovas do sertao.
Vendem-se ovas doaarllo, moito frsete
e gords, por preco commodo: na rna do
Queimado, Ioja n. 14.



AGENCIA
da fundi?So Low-Mooi.
RA DA SENZALLANOVA N. 49.
Reste estabeleeimenlo conti-
na a liaver um completo sorti-
mento de moendas o meias moen-
das para engenho, machinas de
vapor, e taixas de ferro batido e
coado, de todos os tamaitos, pa-
ra dito.
Antigo deposito de cal
virgem.
Na ra do Trapiche, n. I7, ha
muito superior cal nova em pedia,
chegada ltimamente de Lisboa'
tambern se vende potassa da Mus
sia, nova e de superior qualidadc.
Bombas de Ierro.
Vendem-se bombas de repuxo,
pndulas e picota para cacimba :
na ra do Brum ns. 6, 8 e 10,
fundico de ierro.
Deposito da fabrica de Todos os
Santos na Baha.
Vende-se, em casa deN. O. Bieber&C.,
u ra da Cruz n. 4, algodSo transado da-
quella rabrica, muilo proprio para saceos de
assuear e roupa de escravos, por pregocom-
moju._
Vendem-se relogios de ou-
ro e prata, patente inglez : na ra
da Senzalla Nova n. f\i-
Gasa de commissao de escravos.
Vendem-se escravos e recebem-
se de commissao, tanto para a pro-
vincia como para lora della, para
o que se olTerece multas garantas
a seusdonos : na ra da Cacimba
u. ti, primeiro andar.
Arados de ferro.
Vendem-se arados de diversos
modelos, assim como* americano
com cambao de sicupra e bracos
da ferro : na fundico da ra do
firUm ns. 6, 8 e 10.
Familia fontana,
chegada ltimamente: em esa de J. J. Tas
10 Jnior, na ma do Amoro) n. 35.
Agencia de Fdwin ftlaw.
Na ra moot&t oin|.i 11 dia. acna-ae constantemente
booi aorliiueuloa de t&ia de ferro coado e
balido taulo rasa couio fondas, inoendaa lu-
cirs todaaae ferro para aoiiuaes, agoa, ele .
ditas para armar etrj uiadeira de todos os la-
maohos e tnadrllos o inais moderno, machina
borisooial para vapor, com forca de 4 caval-
los, coucos, passadeiraa de ferro estancado
para casa de pulgar, por menos preco que os
de cobre, escreos para navios, ferro iogle
tanto ew barras oouio em arcos luidas, e ludo
por barato preco.
Deposito de cal e potassa.
No armazem da ra da Cadeia
do Kecile n. 12, ha muito supe-
rior cal de Lisboa, em pedra, as-
sim como potassa chegada ultima-
mente, a precos muilo rasoaveis.
Farinha de mandioca.
Vende-se saceos com superior farinha
de mandioca a presos rasoaveis: a t'al'
com J. J. Tasso Jnior ra do Amoiiai
n. 35.
Deposito de cal virgem.
Conha ti Amorim, na ra da Cadeia di)
Itecue, n. 50, vende-se barris com supe-
rior Cal em pedra, chegada pelo ultimo
navio de Lisboa, por menos preco do que
em outra qu.lqner parte.
Prtuirta.
He bom negocio.
Vende-se a dinheiro, ou a pra-
so a padaria do largo das Cinco
Ponas, e tambern se aluga, nao se
podendo eflectuar a venda nestes
das ; assim como se omece as fa-
inhaspara trabalhar, offerecendo
o comprador para tudo garantas :
a tratar com J. J. Tasso Jnior,
na ra do Amorim n. 35.
Pecas de algodaozinho trancado
branco, com toque de cupim a
a,ooo e a,5oors.
Na 1 ns do Crespo, loja da eqoina qoe vi-
ra para a Cadeia, vendem-se algodSo/inhos
raneado branco, rom pequeo tuque de cu-
pim, a 2,000 e 2,500 ta. a pega.
Fructas novas.
Vendem-se na ru eatreita do Rosario n.
11,damagcos em ceixinhas de vidro.e caixi-
nhas de lamorase denc 1 .y bolachinhss
de aramia ;- na m'sma se dir quem ven Je
100 espanadores bem feitos.
/I
Para agens.
0 Vendem-se chapeos enrernizados, ^
ff gales de ouro, e prata, botes de
9l metal branco e amarello : na Iwj de a>
sirguelro no pateo da Mu ir, n. 2.
tjj) "Na loja do sobrado arrtarellu, na ra >
a) do tjueimado u. 39, vende-se um %
va) completo sonTieiilo de pannos pre- >.
fj) tos finos e cores lizas; casemira prela ?.
a) elstica superior de 9 a ti,mu rs. o r
(a) coito deeal{S| ciles de colele preto >
M desupeiior casemira borda tus, ditos >
(j de dito de setim macao com lindos
:aj bordados; merm preto fino de ,500 *
9 a j,Oouri o cova 10; chapeos pelos t
(a) fraucezes OS mais superiores e mo- V
J dernus que na no mercaJo; chpeos V
m de castor brancos ingieres da oltima +
moda, e oolras multas fuendas Onas >
e preco de agradar ao comtrador. 0/
No escriplorio de Mattoel Joaqyim Ha-
mos e Silva, na ra da Cadeia do Recife,
vende-se por preco commodo cal virgem de
Lisboa chegada no ultimo navio, bezerro de
lustro, mercurio, hnha de Rorw.retroz, fe-
ebaluras do Podo, paauos e casemias
de 13a.
ilap Paulo Cordeiro.
recntenteme ebegado do Dio de Janeiro,
-"- Vende-so mui o superior farnne de
Santa Cathanna a ,800 rs a sacra com al-
queire da medida velha : na ra da frala,
arniazem n. 10
Una do Calinga loja de miudozas do
Doa'te vende-se lieos aparelhos de metal
prncipe para cha rontendo cafeteira, bulle,
assucareiro e leileira, tudo pur preco com-
moJo.
Para baile.
Vendem-se 2 rld s vestuarios
para baile de mastarados : na ra
da Cadeia do llecife n. 5o A.
V iili'--' urna porgfln -le peonas de
ema : na ra larga do Hnsario n. 44.
Para liquidar, a 6,000 is. ca-
da um.
Na ra do uueima lo, loja n. 17, vendem-
se chapeos hranr-os de castor, pelo diminu-
to preco defi/rs. cadaum; chapeos deso
de pani'inho tola aspas do balea a 1.280 rs.;
pannos finos nretos e d" co-es pro-a de li-
m3o a *, 5 e 6, setim p-eto macao para colete; sirja prela
hespanhola, peloDaralo prego de 2 000 rs. o
covado, e oolras fazendas por barato prego.
Vendeni-SB eicellertes sapalos de mar-
roqoim, para senhora, sem ler o menor de-
leito edehoa qualidade, pelo baratissimo
preco de 9.1o rs. o par; ditos de cordavao
algoma cou-n amigos, por 6W rs. o par : na
ra Nova, loja n. 8.
Vende-ae un.a canoa pequen den-
gelim : na ra largado Hozarlo n 4.
Vende-ae a loja de miudezas da ra
larga do Rozarlo n. 36 propra paia qusl-
quer principiante, por estar mullo al-egue-
aada ter pouC'S fundos: a tratar na mesma.
Para baile.
Venon-seceroulas com meias e enximeo-
tos, para a retornada de bom gO'M ireMrma
. pema bem f-.ta.e por preco commodo : na
ra da Cadeia do llecife n. 50 A.
Para b .les.
Fitas de veludo preta e de enres proprias
para ainloa de aenhora, venJe-se ta ra No-
va n. 8, luja do ii.i.it 'i'n
Sal 10 AsS.
A bordo do berganli n nacinal Mara Liba-
nia, vende-S' superior sal do as-U. os pre-
lendenles poden dirigir-* a burdo do mes-
mo na vnll do Forte do Mallo, ou a la da
Cadeia do Heda ni.
Vende-ae muito em conta um bote de
f.rro, movi lo com rodas imitando um va
por, tend tolos os pertences para velejar e
andar a remos : para ver e tratar em Santo
Amero, airas da fuudicao, venda de Jos Ja-
cintlio de C-rvalho.
Na roa do Collegio loja do encaderna-
cSo n. 8, vemle-se tior prego muito con.mo-
do os segnintes liros: os Mysienos do Panz
com esiamp-s5 vi.luo.es, Museo Universal
volumes, Nuiles d'Uogy d voluntes, B'blt d
infancia 1 vulume, Itilael Pageoas do vig-
simo aniio,2volumes, Setie Pecados Mmlaes
Volumes, Marqueza de Bella Flor 2 volu-
mes, Quelino imvarJ 4 voluntes, Jiflo eJua-
nii.ha 4 volumes, Santa Biblia 1 volme, llis-
crpcSo hislunca do Kiasil com estampas fi-
nas 2 volumes.Poesias do Padre Calda* 2 vo-
lumes, Mrquez Pylaurens.2 volumes. Odio
Velho nio cansa; I volume, Diccionario da
M.11 i 11I111,1 volme.
Quem quizer barato aproveite-se.
No beco do Caroca n 9 armazem de A.
P. Soares. venlem se os seguinte gene
ros, todos muito novus e mis baratos 10
queem outra qualqner parle : farinha no S.
vende-se na ra .a Cadeia do Recife loja n. Cathanna multo a va e muito fin., d t
50, de Cu.ih. & Aitiorim. | Mal.ieus. dita de Porto Aleg e, ..,.. do
- No arm.zem da ra da Mo la n. 15 ,! R*-> do S. Francisco | ar.oz do Mar.i 1,3...
Vende-se cal df Lisboa em pedra, a mais no- 'dito da trra, d.lo em casca ; laiinna de
va niie ha no mercado, cnegada no crrenle tapioca do Maranhao ; milno em sacca, dito
mez, no br.gue Laya assim como mercurio, enj alqueiies e urna porSao de saceos
luco mu c-lunillas de libra cada urna, tudo
tior menoi; prego do que em outra qualquer
jarle.
Bailes mascarados.
Na ra da Ladeia do Recite loja o. 50, de
vasios.
-- Jus Luiz Perei'a, vende a sua loja de
ferragens, da ra Nova n. 16, a preso rom
lirn as a contentu; em qu>nto o3o effeciuar,
vemlea qualquer porgan de f^rrsgens, ou
miud zas, pelo costo e com algum prejuizo
Conha & Amorim, ven le-se villudinhoa de, iqU8Mque merecerem; adve.ta a seus d-
dtfferentes e bnlh.ntes cores, para velua-| adores de mais de 1 auno, que o pr.so de
rios de bailes de mascara, e roup.a dei M er, aCi0i ,)Oeo0.
tlie-ilni : ebegados pelo ultimo navio de
FranQ-; assim como calcas de meia; a tro-
co de dioheiro se vendem por barato prego.
JNovos cobertores de tapete a
1,44 rs.
Na ra do Crespo loja da esquina que
tolla para a cadeia, veudem-se cobertores
de tapete, grandes e botillos, pelo diminuto
rego de 1,440 rs.; em qualida nores que lem vtulo n meicddu, por isso,
reconiUienda.se aos Srs. de engenho que
quitereiii comprar da pichincha, ulo se de-
moren), porque ja Da poucos pela estragSo
que le o liuo.
He lo barato,
Que Idz animar ;
Qucm vir a pechincha
Nao deixar de comprar.
Na ra do Crespo ioja da quina que vira
para a Cadeia, vende-s paooo Uno preto, a
3,000, 3,500, 4,000 4.500, 5,000 o 5.500 K.
o cuvado; dito fiancez mullo superior, a
6,000 is. ; dilo azul, a 2,60o, 3,500, 4,000 e
5,000 rs. ;.dilo verde, a 2,800, 3,000 e 6.0U0
rs.; dito cor de rap, a .600 rs. casemi-
ra preta, a 4*800 6,000, 7,500 8,500e 10.000
rs. o corle ; sarja preta de seda muito su-
perior, a 2,500 rs. o covado; merino preto
muilo bom, a 2,800 e 3,200 ra. o covado cor-
tes de casaa chita muilo bonitos, a 1,92o
rs.; e outra* umitas fazendas por prego
commodo.
Pechincha, na ra Nova n. 6, leja
de Maia Hamos \ domp mina.
Vi'inli'-se capotinhos de setim macau
guarnecidos de franja e Irauga a 15,<'0l rs.,
ditos de chamalote a 11,000 rs diiosdogros
de naple a 8,000 ra., lovas de camu'ga am-
lela a 500 rs., corles de se la preta a 14,000
rs., espelho, peifiimanas lencos de todas
as quelidades,esiojos de curtora com msi-
ca, creps, laiileruas de p de bronze. eslo-
jus para barha : e nutras mullas fazendas
que se venderAo por qualquer prego para li-
quid>g9o da luja.
\en le-se milho muito novo, a 2,200
rs. o alqueire, e lomando-se porgSo se dar
por menos algoma cousa : a tratar no Tra-
piche do Sr.Duntla, no lu. da ra da Muda.
Vende-se queijo suisso, mui-
to fresco a 4U0 rs. a libra, e fran-
cez a 44o rs. a libra: na ra Nava
u. 5o.
ATTENC, \0\
No aterro da Boa Vista, loja de 4
portas n. 60.
Vendem-se riscadinhos de lindo a 120 rs ;
chitas de cores lixss a 160 rs. o covado, e a
pega 5,500 e 6,000 rs. ; fil delinho muito
lindo e largo a 640 rs. a vara; chapeos de sol
a 1,000 e 1,200 rs., e mais fazenJas, por pre-
go commodo.

Grandes pechinchas, na ra do
Crespo n. i4i loja de Jo Fran-
cisco Dias, a i4# rs. o corte! !
Riqui-simos coi tes de vestidos de linissi-
ma seda delicados oslo, fazmda intuir-
mente modana, telo baralisimo prego de
14.000 rs. o corle ; ditus de cambala sida.
sendo o mais superior que tem appar--cdu
no mercado, pel bar.to preco de 9. 000 r. o
corte; upe iore vesdos do llnissima cim-
braia e de c6r, com riq issitnoa babados e
lodos os seus perlences, sen 10 urna peg de
galio e oulra de cordSo, que se da de gra.-
US a quem comprar na vest IOS, pelo mul-
to ba ato prego de 6 000 rs. o curte ditos
de cambraia cem liana branca ede rr, fa-
zenda do ultimo gusto, pelo tiaratlssimo
prego de5,S<>0 ra. o corte; ditos de cassa
cuita, com 6 1|2 varas a 2,000 rs. o co'le ;
ditos muilo lino-, fazenda de muito bom
gusto a 2 500 rs. o corte; chitas cahocolas
multo filas e finas, cOrea de caf ede vinho
a 2)0 rs. o covado; ditasfrsnrezrsa 240 rs ;
ditas de quadros esrurns, fazemia do ulti-
mo gostoe novo* padiOes a 2j00.rs. o cova-
do; riacadir.lii'S muito (los a 160 rs. o co-
vado ; casaa chita muilo largaa 6 decores
finas 200 rs. o covado; slask* prela muo
fina a 640 rs o cov.do ; merm pieto mui-
lo lino a 1,800, 2,500, 2.8U0 e 3,20J rs. o co-
vado; supeiior aloalhado aamascado de
puro linho, com 8 paln os de largo, pelo ba-
ralissimo prego de 1,600 rs. a vara; lunn
trangado de puro linlio, de diversas crese
di I caiios (.Mistos, pelo barato prego de 1,200
rs. avara; riscado de linho, com 4 palmos
de largo a 2U0 rs. o cova lo; algodao azul
de 4 l|2 palmus de largura, fazeu la mullo
piop ia para ifipa de esc avos 00 r o ca-
vado ; assim como uutras muil>s fazendas ,
qoe se vender p ir prego maia commodo
do que em outra qualquer parte.
--Vende-se urna taberna com poneos fun-
do-, sil., em urna das casinh>sda tilieira da
Boa Vista, defruule do assougue, : a tratar
com o arrematante da m-sma Mbeira, Joa-
qoim I- 1 n ni ;i'- de Azevedo.
- Vende-sa um ca vallo rugo, muito novo
e com lodos os aodaies: na cucheira da ra
ua Florentina.
DEVLRES DOS U031ENS,.
a 5oo rs.
Vende-se este compendio aprovado para
as aulas, em meia encadernagSo, a 500 rs ,
cada um: nalivraria u. 6 e8, da prega da
Independencia.
Arados de ferro.
Na fundigao da Aurora, em S. Amaro,
vendem-se arados de ferro de diversos mo-
delos.
-- vende-se champagne da marca amiga
e bem condecida, Comel.em casa de Deaue
Yule & 1 .-iuiii.ii.liia : na ra da Cadeia.
Tu 1 \i- piiiii engenlio.
Na fundiglu de ferro da ra do Brum,
acaba-se de receber um completo sorllmen-
to de laias de 3 a 8 palmos de bocea, as
quaes acham-se a venda por prego com-
modo, e com promptiiino embarcam-se,ou
carregam-se em carros sem despezas ao
comprador.
Vende-se farinha fontana
muito superior e nota no merca-
do: a tratar com Manuel da Silva
Sanios, na ra do Amorim ri. 56 e
58, ou no armazem do Atines no
dies da alfindega.
Principios geraes de economa pu-
blica e iiiiliisiii.il.
Vende-se esle compendio, approvado para
as solas de primeiras letras, a 480rs. : na
praga da Independencia, livraria n.6e8.
I'otassa ameucana.
~ No antigo deoosito da cadeia velha, n.
12 existe urna pequea porglo de potassa
americana, chegada recentemente que por
soperior nvali-a com a da Russia : vande-
ae por prego razoavel.
1
ra
baile
,
m ae !
d.i
Jifl
_ con
\
Vendem-se corles de esmhraia de ^
arda imitando blonde, fazenda mo- 1
dirnis-nna e d muito gosto; tortea I
P de seda liaa fuita cores; cortea de se-
1 de corea dos mais modernos pa-
es; cortes de cambraia bordados
com 2 e 3 ord- ns d babados, brancos
ff ede cores : na ra doQueimado, luja
.i: do sobrado amaiello n. 29. U
-- ~-waji#irS,a3 n^Vim*
Na porta da Alfandegt e no
armazem do barateiro Joaquim da
Silva Lopes, vende-se familia fon-
lona SSSF e de Philadelphia, l-
timamente chegada.
- Vende-se tima mesa de amarello, com
7 palmos de romprimenlo e 4 do largura :
oa roa Bella n. 16.
A bordo da escuna Mara Firmina, fun-
ds da defronte do caeado Collegm.ha supe-
rior l'arintia de mandiocalde S. Malheu', que
se vende mais barata do que em qualquer
outra parle trata-se a bordo com o capitSo;
n na ra da Ciuz n. 33, com Luiz Jus de Sa
Araujo.
-- Vende-se 011 srrejtda-se o Engenho S.
Rita lmenle e crrente meia legoa distante
da villa de Iguarassu'com proporgOes para
safrejar-se, embarque junto ao engenho; ala-
gados, o oulras prupuiges : quem o prelen-
dei enlerida-secomo proprielaiio uo mesmo
engenbo.
Moendns superiores.
Na fundigo de C. surr & Compfnhla,
em S.-Amaro, acham-se a venda moendas
de canna, todas de ferro, de um modelo e
cooslrucgSo muito superior
sima o (le .Nantua a
800 is.
Vende-se a historia de SimSo de Nantua,
a 800 rs. : na livraria da praga da Indepen-
dencia n. 6 e 8
Xorope do Bosque.
O depnzito do Xarope do Bos-
que, foi trahsferido da botica do
Sr. Jos SI ti ia Goncalves liamos,
para a do Sr. Bartholomeo Fran-
cisco de Souza, na rua larga do Ro-
zsri'o n. 36. He falsificado oque
nao for vendido nesta casa; garra-
fas grandes a 5.5oo rs., e peque-
as a 3,ooo rs.
Vende-se,
Almdemuitos e superiores gneros, ven-
de-se igualo enleosaeguintes : caf do Rio,
em purciio e a ietalho, massas linas, con
servas, o encllente doce de annanaz em
frascos de 6 lluras, exlrait d'ahsiulhe, vi
nho do Rheno, ditos r Cherrjg, Porto Ma-
de'ra eMuscatel de Sel ibal, sardnihas em
lat'S maiores e nieno es, riquissimas cai-
inhas de todos os lmannos com amen-
doas confeti .das, muito proprias para pre-
sente, presuntos americanos e inglezes para
fiambre, oilos do Porto e L'sba, milho em
saccas, sebo do Porto em caixas de I arro-
ba, cha prelo sollo e em 111 -ssinims de 3 em
liiir, latas com moito fino biscoilo 1
glet; tudo isto ven le-se por menos doq
em oulra qnalquxr parte: na ruada Cailea
do llecife, n. 23, armazem de molhadOi
Vende se por preco comino
PIANOS.
Vendem-se em casa de Kalk-
mann Irmios, na rua da Cruz n.
10, ricos pianos de Jacaranda, com
excedentes vozes ebegados ha
pouco lempo.
Sobrado em Goianna.
Vende-se, muito em conta ,
um bonito sobrado sito na rua
do Meio, n. 58 avallado em
a:ooojfooo, em o qual tem parte
rsula Alaria das Virgens e sua
irma Joaquina Alves de Paiva na
importancia de 107,.0,7,'i rs. quem
pretender dirija se a caza de Kal-
kmann limaos,rua ila Cruz.n. 10
Livros em branco.
Vende-se em casa de Kallcmann lrmtos ,
na rua da Ciuz n. 10, livrus em branco che-
gados pelo ultimo navio.
Molduras riouradas
de todas os larguras : vendem-se no arma-
zem de KnllkniHiiu IrmSus.ruada Cruz n. 10.
Em casa de J. Reller (S Com-
panhia, acha-se a venda vinagre
branco, superior de Nantes, em
barris de 36 medidas.
MBILlAS U FERRO.
ro
Cobertores de algudo.
Suoeriores cobertores de aigodo de l'-| d0 ca| virgem, muito nova, che-
terentes cores, teci lus a dajus flus, muito .. _
gran le, lem tuda.puiicagoem un.e^asajie gada pelo ultimo navio, por preco
muito commodo : no armazem de
l>us Ferreira, no caes da Alfande-
ga, ou com Novaes& Companhia,
na rua do Trapiche n. 34-
Lotera de JN. S. do Livramento.
Aos 5:ooo,ooo ders.
Na loja de miudezas da praca
da Independencia n. 4> vn lem-
se bilhetes inteiros, meios, quar-
tos, decimos e vigsimos, a bene-
ficio da |oteria de N. S. do Livra-
menlo que corre impreterivet-
mente no dia 28 do corrente.
Bilhetes inteiros 10,000
Meios 5,ooo
Quartos a,600
Decimos 1,100
Vigsimos 600
Farinha de mandioca a a,000
rs. a sicca.
familia, por servir para me,11 de ngum-
madu e forrar camas e mesmo para escra-
vos, pelo diminuto prego de i,4i0 rs.: na
roa Uo Crespo 11 6.
rr^tfatfS^ a*XWaWl NHal f^
Fara senliora
Vende-se setim preto macao de su- B
periur qualidade para ves* ido de SO- **
'"! ntiora; um cmplelo soriimento de i;
iis sarj oeseda hespanhola verdadeira; P
i c'les de vest'do de sarja preta lara- ja,
- {; da de lindos costos; superiur chama- t\
m lote de seda pura; ricos ve s trelos ?
f de seda, linno e >etroz de Italia; um 8
S grande suitimento de manteletes, ca- |!
S potrillos pelos com lindos oufites, S
i sendo os mais modernos que ha no
3 mercado; superiores metas pretas in- S
jt glezas de peso, e oulras fazendas de M
* gosto e boa qualidado, e tu 10 por D
I prego muilo em conla : na rua do j)
Queimado, loja do sobrado amarello
O n.29. a
me**mw*mmwmtt *
Velas de Esparmacete.
Vendem-se velas de esparmacete
em caixinhas de ao Ib, em casa de
Augusto C, de Abren .-oa rita da
<;.nie,i do llecife n. 48.
Grande labrica de chspeos de sol,
de J. Falque tua do C'ollgeio
n.4-
Neste novo estabelecimeotp receheu-se
um novo e lindo sorltmenlo^le chapos de
Sol dos ltimos itoslos, laulo/de seda como
de paninlio para homeus e senho as, de ar-
mago de baleia e de asso que se vendem
ni-r menos prego quoem oulr. qoalquer par-
te ; grande soilimento de chanialole, sedas
e p iiiniiiis em pega de todas s cores e qua-
lidades tiara aa pessoas que quizerem man-
dar cubi ir armages servidas. Completo sur-
limenlo de hlelas iara vestidos espnrlilliuS
para si'iilmr., fazem-se umlieli>.s de igreja-e
cuncei ta-se qnalguer qualidade ik' cii.,s
de sol: iodos os uliji'i tus Henil ujeocionados
se vi".ilt'in em purgflu e a retalho, por prego
que agradara aos freguezesa vista da quali-
da.ie.
Vende-se um carro de quat-o rodas
muito leve e seguro, por muilo pouco di-
nheiro: na pregada Boa Visla, cucheira
do frangois.
-- vende-ae um eferavo,' mogo e de bo-
nita figura : na rua da Cruz do llecile o. 38.
Negocio VailtajOSO.
Vende-seo hotel commercio sito na rua
da Cadeia n. 13, cumoa uienoilios que o
compra lor quizer: a t'atar no mesmo.
Veode-se um fumo para padaria, no
centro ia ctdade, ten lo lugar para mora la
earuiazem para lenfta, com de*embirque
napoita: o pretndeme anouocie sua mo-
rada. -
Vende-se
com braco c sem elle, e muitos ou
tros objectos de ferro : no arma-
zem de rvolkinanii lrmaos, na rua
da Cruz n. 10.
Ven Je-se urna taberna com poucos fun-
dos, sita no sobrado de dous andares, na
rua do Sr. Bom Jess das Creoulas: a tratar
na mesma.
Vende-se vinho de champa-
nhe legitimo e de superior quali-
dade : em casa de J Reller &
Gompanhia, na rua da Cruz n. 55.
Vende-sn para fra da provincia um
mulato n 050, sem vicio, nem achaque al-
gum, he muilo bom mestre de fazer assu-
ear e ptimo felor de campo : a tratar na
rua da Penha, venda da esquina, ou na rua
do Livramento, luja de miudezas da tab-
lela, de Joflo Pinto Itegis Souza.
Vendem-se velas deespermscete, em
calas, de superior qualidade : em casa de
I. Keller & Compaohia: na rua da Cruz nu-
mero .Vi.
Vende-se urna canoa de amarello muilo
bem feila : trata-se na praga do Corpo Sao-
lo n. 2. primeiro andar, e para ver no caes
do Ramos.
ABADOS AMERICANOS, g
a. Vendem-se arados ame- m
(9 ricinos, chegados dos Esta-
S dos Unidos, pelo barato pre- 9
V 90 de 40,000 rs. cada um: oa J
rua do Trapiche n. 8. ^
##*#*#####**fc
Vende-se superior farinha
de mandioca de Santa Catharina,
poY prego muito commodo, a bor-
do do patacho brasileiro alegra ,
fundeado em frente ao caes do Ha-
mos : a tratar a bordo do mesmo
patacho, ou no e-cripiorio de No-
vae i & Companhia, na rua do Tra-
piche 11 34*
Vinho de Champagne,
e superior qualidade : vende-ae no armi-
em Kalkmanu IrmSos Rua da Cruz, n. 10
Vende-se muito superior farinha de
Sania Catharina a burdo do brigue Sagita-
rio, ancorado defronte do passeio, e para
porces, a tratar oa rua do Collegio n. 17,
segundo andar.
-- Rus do Cabuga loja de miudezas do
Duarle vende-se um upa'cilio de melal prin-
cipe para j.nlar, couiendo 6 dutias de fa-
cas com caito de marfi n e oagarfus tolo* d"
metal e S lrinxantes,duat conchas para tirar
temperos, e 9 duzas de colheres oara sopa,
4colberes para arrs e l para terrina, tudo
islu em duas caitas de madeias guarneci-
das de metal por prego commodo.
--Rua do Cabuga loja de miudezas do
Duarte vemle-ae curdas de tripa para rio-
les por prego mais barato do que em oulra
qualquer paite.
Vende-se missaes novos, qum quizer
comprar : dirija-se a rua da cacimba no Re-
. cife, no a' in.'.sun por baizo da casa oude
No armazem de Das Ferreira, derronle das ori 0 f.icido Vigario Brrelo.
escalinhas da alfandega. | Vende se urna esa com soiSo e muitos
Azeite decarrapato da fabrica de commudos ;e grande quint I com perto de
Araujo & Filbo, no Penedo. |50Pesde lar.ngeir.atod.sde boas qual Ida
* J .. .'des ;e oulras f'-uctas; cliSos prop ios; ci-
Acabadecheg.r maisdesleja conhecilo t, So|eua ,e M, logo adi.nU do cha-
azeite, o mais propno e ec.m.i.ioo, para f.rlj : q.euia quizer ver, o ezaminar prucu-
1,800 rs.
Vendem-se cortes de cassas chi-
tas, com 7 varas a 1,800 rs. : na
rua da Cadeia do Kecife 11. 5o A.
A 5,ooo rs. o corle.
Vendem-se cortes de casimira ,
bonitos psdroes a 5.000 rs.; na rua
da Cadeia do Kecife n. 5o A*
Um bonito molerSo.
Vende-se un bonito moieeflo, de ai an-
nos, bom trabalhidorde enzada 6he cano-
eiro, o qual nunei fugio : n rua larga do
Horario o. SU, primeiro andar.
t*l
Para militar. 9
9) aj
a* Vendem-se luvas de retroz preto de %
9l superior quali la.le, para uniforme de ff
%) arlilheria e cacador : Oa loja de air- at
A gueiro no paleo d. Malrit n. 9.
9m99B9m99B99mm
240 rs.
Vendem -se chitas francezas, bo-
nitos padrdes a ajo rs. o covado .-
na rua da Cadeia do Hecife n.5oA.
Panno preto.
Vende-se panno finop reto, boa fazenda a
3,000 rs. o covodo, sarja prata a 2,300, sor-
tea de caaimira de cor a 4 900, e oolras
ooias fazendas por prego commodo : na
rua da Cadeia Velha n. 33.
Constiluico e cdigos.
Vende-ae um volume por 5,000 rs. con-
Vendem-se ricas mobilias de fer- tendo constituigao. reforma, interpretagflo,
niiiinciTiiiics mMM PBlr.rB.lcoi1igoeri'iiinal.dito do orocesao, r-forma
88' C( 8 deste, regala memos n. 120, 122, e 143, re-
giment de Minas,
usiiilecandieiiosdesala. tanto pla soa du-
rago. como limpeza, e continuara aflaver
sempre um depuzto para suprmanlo regu-
lar dos freguezes : 00 armazem de J J.TaS-
so Jnior: na rua do Amorm n 35.
.- Vendem se ananas de Ierro : na rua
da Senzalla Nova 11 M.
09UOOO 0OO 9Q> OOO OOOO
A 40,000 rs.,
\ na loja perna.nbucana, da
O vendem-se ricos vesluaiios,
& com todos os pertences, pa-
2 ra bailes mascarados por
Q 40'000 rSi
o Milho a a,5oo rs. a sacia.
Noarmazemde Dial Ferreira, no caes da
Alfantega.
Cemento novo a 7,000 rs.a barrica.
No armazem de Antonio Annes, no caos
da Allsndega.
Para liquidar
Faz-se todo o negocio dioheiro.
Vendem-se por lodo o prego prsenlos
hollandezes, proprios para fiambre e tem-
pero : na rua da Ca leia do Recife, n. 23.
Superior cha nacional
em caixinhas de 2 libras, e da melnor qua-
na
regulaoientos do sallo,
ede novos e velKos direitoa : ns praga da
Independsncia n. 6 e 8.
Ven le-se na rua do Qu-imado n. 19,
cortes de cambraia da barra e do cores o
mais lindo que ha no mercado a 3,400 ra.
cada c te; esta fazenda he nova no paiz
por prego commodo a comprar.
Deposito de panno di algodao da
febrica Todos os Santos da Da-
ina.
Vende-se por preco commodo
o bem conhecido panno de algo-
dao des a fabrica ; em pessa, a
vontade do comprador: no escrip-
torio de Novacs & Companhia, na
rua do Trapiche n..34.
Dosquejo hist rico e docu-
mentado das operacSes militares ,
na provincia do llio Grande do
Sul, um volume em brozura por
1,000 rs. : vendem-se no pateo do
Collegio, casa do livro azul.
Fu re I o a 3,ooo rs.
Na rua da Cruz do Recife, a'mazem de J.
C, Augusto da Silva, anda ha um rodo Ja
farelloem saccas, do ultimo ebegado, e van-
de-se a 3,000 rs cada urna.
Momlios de vento
eom bombas de repuebo para regar borlas
d baixas decapim : vendqjn-sena fundigSo
de Bowmanet Me. Callum, na rua do Bruta
ns. 6.8 a 10.
fffffffftffffffff?
* Deposito de tecidos da labri-
a*" ca de Todoo 00 Siinim-,
% na Bahia.
a> Vende-se em casa de Domingos Al-
* ves Malheus, na rua da Cruz do Re-
* cife n. 52, primeiro andar, algodSo
* transadodaquellafabrica, muilopro-
? prio para saceos e roupa de escra-
J vos, assim como lio proprio para re-
0. des de pescar e pavios para vellas,
a> por prego muito commo lo.
kmm*Bm9M mmmt
SALSA PARII1LIIA
DE
SB3^t9Qa&4)
As nu 1.cosas experiencias feitas como
uso da salsa parrilha em todas aa enfermi-
dades, originadas p-la imptneza dosangue,
e o bom etilo obli lo na corte pelolllm.
Sr. Iir. Sigaod, presidente da ac lemia im-
perial de medicina, pelo illustrado Sr. Dr.
Aolonio Jos i'eixoto em*aua clnica, e em
sua afamada casa desnude na Gamboa, pe-
lo lllm. Sr. Dr. Saturnino de Oliveira, me-
dico do exercito eporvanoa outros mdi-
cos, permittem boje de proclamar altamente
as virtudes c(licaes da
SALSA PARRILHA
DE
i
1
Cha preto e verde, de superior lidade; vende-se por prego commud
qualidade en cairas pequeas : \'at do Corpo-Santo ... 2, primeiro andar. 1
a j 1 f|ns canoa.
Vellos de espermacete de superior j veode-se barato, oualuga-se por 8,000 rs.
qualidade em ditas ditas, (menaaea, 1 canoa de milheiro de lijlo de
alveoaria : na rua larga do Rozario n. 24 ,
Fio de sapateiro, de diversas co- primeiro andar.
res : Cha imperial.
Tudo em conta, no armazem de Deposito do cha nacional e hisson loja de
A.lamson Hniwe & Cotiinanliia titttgam rua da Cadeia do Resife.n. 56 A
Adamson noiwe ct uompaniiia, de Anlonlo .0,quinl Vidal, canas grandes
na rua do Trapiche, n. 43. e pequeas, por presos commodos.
rea chave nodilo lugar na venda da quina
quevolta para a rua do Juila de Rarros-
Vonde-se agoa das cal las da ranina, o
melnor confu tu que ha para quem padece
mulnsiias do eslomago,e Reomaiico,e outrus
mais ; quem quizer dirija s a rua da Cruz
iln Kecife o. 46, armasem do Sr. Manuel J-
se Corris.
180 rs. o covado.
Vendem-se cantores bonitos
padrdes a 180 rs. o covado : na
rua da Cadeia do Kecife n. 5o A.
Para palitos.
Vendem-se gangas para calcas e
palitos a a8o rs. o covado: na rua
da Cadeia do Kecife n. 5o A.
1,600 rs.
Vendem-se corles de coletes de
casimira, pelo diminuto preco de
1,600 rs.: na rua da Cadeia do He-
cile n. 5o A.
-- Na rua do Collegio loja de encaderna-
gSo n. 8, vende-se papel de peso pautado
proprio para cariase 80 rs. o cad.-rno.
#*%
9 Vende-se chita larga fraiicza de %
,a} modernos padi Oes e cures files pelo es
-a) baratissimo prego de 210 rs. o cova- 0
t do, tendo porgSo para o comprador %
9 escolher : na rua do Qoeimado, loja te
9 do sobrado amarello o. 29. 9
IINMNNNIMIN
H epe torio Alplicbetico das
leisdo Brasil, em continuacao ao
Hepertorio Geral de Fernandes ,;
Thomaz, um volume em broxura,, 35, onde se gratificar o poiiadur com
por 1,000 rs. .- vende-se no pateo 5^
do Collegio, casa do livro azul.
Nota. -- Cada garrafa conten duas libras
de liquido, e a salsa parrilha de Bnsiol he
garantida, puramente vegetal sem mercu-
rio, iodo, potassium.
Vende-se a 5/uuo rs. o vidro na botioa do
Sr. Jos alaria l.oncaivcs Ramos : rua dos
Quarteis uexada ao uutrlel de milicia.
Ven le-se um burro de lloralio: ua pra-
ga da lo le -eiuleocj. n 12
bascravos lucidos.
D"sappareceu nndia 18 do corrente, a
cabra Joauna, de 22 a 25a.nnoa de ida le, le-
vou em sua com panilla una lflmlia j., gt
10 meies, Consta que lomou o ca niuho da
Cruz de Al nas : roga;se, portento, a qual-
quer oessoa que a capture, leve-a a aeu ae-
nhiir J0S0 Filiope dos Santos, morador no
bairro da Boa Vista, na rua do Sebo, casa n.
14, que saber gratificar.
Da fabrica de caldeireiro da rua do
Brum n. 28, ausnntou-se no domingo, 15 do
rorrente, o pieto Alexandre, de nagSoS.
i'a u lo, de 35 annos de ida le, alto, reforgado
docorpo, Falla descangada, foi escurado
MeliquHr, Frsncez, morador no Rio Doce, e
ulii nameute do Sr. Bnlly : roga-se a quem
o pegar de leva-lo a mesma fabrica que ser
recompensado.
Dssapparecau no dia 17 do corrente,
um mola o escravo de nomeF elisbertode
idade pouco mais ou menos Inte annos,
com ossignaes seguinles: cor parda estatura
regular.e urna fonda na canalla direita ;
levando urna calsa e camisa dealgodsoa'ul,
Roga-se as authori lades toliciaes ecapitet
decampo a sua captura e leva-lo a traves-
ea da Madre de Dos venda n. I.
Desde 7 de outubro do anno finio a-
cha-se fgida a escrava parda de nome Eu-
froaina, bana, chela do eurpo, olhos pe-
queos, rosto redondo, com urna cicatriz,
proveniente de queimadura, pellos grandes,
um dos dedos de urna das mSos espinhado.
He de presumir que tomasse para a Parahiba
donde be natural e diz ter pareles, e mes-
mo porque ja ali fora presa em outra fgida
quefizera: roga-se portanlo as autnonda-
des policiaea; e caplfles decampo a sua cap-
V \Ti i'
.
'-
MUTILADO
^--.*-igaa0maimilKt*Btm^^,^ma99HKW'-


Full Text
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