Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:04423


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Full Text
a,
AnnoXXVlH
Mrxta i'eira 20
ValaOO HDBOBIPljlo.
Psiminto Apuntado.
Por trimestre..........
Por semestre .........
Por anno .............
PaoO DRNTIO DU T.INEITII.
Por quartel.......... .
IfOTICIA. do mptmo
Par..... 1 de Ferr Mina... 13 de Janr.
Das DA IMalt.
AusinroiAg.
4/000 H>Jeg. Si. Porfirio, Sa-
8/UUOl inurl, Jereml.,
lS/lWOl 17 Terf.5. Poivcronlo.
118 Ouart.S Theolonlo.
4/>00 lg Quii. S. Conrado f.|
Maranbo 6de dllo
Cara... 7 de dllo.
Parahlba. ij de dito
Jiifiods Orpklo
2. ei.it 10 borai.
I. tara do civel.
3. c6, ao melo-dla.
Faienda.
i. Alvaro *, (i.l.iii". 3. eB.a 10 horas.
0 .Sen S. El'u.erio. 2. varadoeivil*
's Paulo. 10 deNovbr. '21 Sab. S. Maxlmiano, 4. aabadoaao meio-d.
R. de J.. .4 de Janeiro '22 Doro. Qulnquagesl Kel*f*o.
Habla... 17 de dllo. maEslaco S. Pedrn.|Tervas e abado!.
de Fevereiro >le 1KM*.
N 4
DI 1RI0 DE B PERViMBUCO.
man.
Cresceate i 28, a hora e 31 minutoi di m
Chela a ;> at i boraa e <(i mioutos di Urde.
Mlngoante A 11, 117 hora e 41 miautoa da m.
Nova i20, a I bora e 24 minino da 111.
ttlAKAB DI HOJI
Prlmelra s5 hora e 18 minuto di minhaa.
Segunda a 5 hora e42 minutos da Mide.
FABTIDAI SOS COB5IOI.
e Parablba, l legundaa e lextia-
rrande-do-Horte.toda ai qulntai-feira
nelo dil.
fchtini e Bonito, i 8 e 23.
Hala, e Flore, a 13 e 28.
ria.i qulntai-felfai.
(odoi oa diai.
MOTIOIAI MTBANOZIBAI.
auslrla.. :'i de Janr,
Suis-a. .. 3dedilo.
Suecia... 31 de Dribr.
Inglaterra 8 de Janr
E-Unido 24 de Dezbr
Mxico... 29deNuvbr
California 20 de lito
Chin. 2< de dito
Ruaiia... SO de Dezb, Kucnos-A. 8 deNovbr
Turqua. 29dedito {Montevideo lOde Jaur.
Portugal.
Heipaoba
Franca ...
Blgica...
llalli
17 de Janr.
0 de dito
de dito
3 de dito
4 de dito
Alemania. & de dito
Prussia a de dllo
Dinamarca I drdllo
cambio, df 19 di riviBilno.
Sobre l.ondrea, a 27 a 27 >/, d. p. I
Par,
a Lisboa, 90 por cento.
METAEI.
Ouro.Oncis beipanhola......TiT. g
lloedii de 6/400 velh..........
a de 61400 oora.........
' de 1/1*00.............,
Prita.Pataf 8ri hrasilrlros.........
Peaos columnarlbf.. .*..
Di lo mexicanoi............<
PARTE OFFICIAL.
,
a ;
GOVERNO l)\ HUVINCIA.
EXPEDIENTE DO DA 12 DE FEVEREIRO
Olllcio. A Frei Caetano da Missina, irns-
sionirio apostlico cptichnho.--Coosi>n-
do i este governo por oflirio dojuiz Jo di-
re.to da enmare do Limoeiro que V. pilar-
11 ida do, dispertando o zelo e cirid.de dos
fiis ia coigaguindo fazer coosider.ves re-
paros na igreja malriz da viila do mesaio
nome e sendo de grande intaresse publico
auiiiiar esses louvaveis esf'cos resolv
mandar entregar a V. Palomilla de a quantia
de400,000 rs. para serem applicados s re-
ferida* abras, deveodo V. P-.teruid.de_ man-
dlr recerrer quanto anteJ mencionadi
quintil ni thesourari provincial por pes-
ada para isso autorisala.N*sle sentido
llzAram-seis convenientes communicaces
Dito.Ao director do arsenal de guerra
pira mandar recolher quelle arsenal 17
armas remanidas telo commandanle inte-
rino da legiSo do Cabo, as quaes com 23 que
diz o mesmo commandanle haver ja recolni-
do ao dito arsenal, preferem o n de 40, que
lem sido arreciadas de div rsas pesSo.s.
Dito.Ao mesmo approvandoa proposla,
que Smc. fez do primeiro leiiente da tre-
ceira clisse do exercilu M.noel da Mello e
A i i u 11 u 1 r 1111 ti para exercer as funcoes de
ajud.nled'aquelle arsenal durante a moles-
tia do alfer. s Antonio Bernardino dos Rais
Communicou-so ao cumulando das ar-
mas.
Dito. Ao juiz de direito da primeira vara
crime
mais
ja a tnesma selecta exposta venda por p-e-
5.1 rasnavel ; fizendo-sa sobre islo as pre-
cisas recommen Jaches aos inspectores doa
circuios.
ito.A' llieaounria de fazenda, trans-
iiiiiiiniii a o mi 'in dujcala dag degpe-
zas Taitas com a mudan; donooo batalho
de infaniari do quartal la Soleda.le para o
du Hospicio, afim da que, estando nos ter-
mos legaes man le indemnigir o mesmo bi-
talhSo da qn 111I11 de 40,520 rs., em que im-
porta mencionad! conta.Communicou-
se ao comman lo das armas
Dito. A' mesm, remetiendo a relelo
dos ca'allo, que, pela remonta ltimamen-
te feita ni companhia fixi de cavallarii, O-
caram ejeedendo do estado completo di
mesm eomeanhi.., lim e que o minde
por em hasta publica, conforma requis tou
o marachal commandante -las armas.Neste
sentido olliciou-se ao raesmo aiarechal.
Dilo.Ao juiz relator da junla de jusli;a,
trans nllUoaOi pira serem relatados am ses-
sSo da junla de justici, os procesaos verbaea
fe-itos aos sol lados do nono bUalnSo de in-
famara Ignacio Calalo eJoJo LuizFerrei-
ra. Commuuicou-se ao commando das
ar as.
l)ild.--Ao inspector do arsenal de mari-
nh. intoirandu-o de haver, em vista de sua
infonnaco, despacna.10 o requarimento da
Jo:1o de Brilto Cu'fii no sentido de poder o
peticionario disuor da muleira que eslives-
se cortada, prestando lianfi pela indemni-
sm.'Id du respectivo valor snS 1 obtiver ra-
iili.'Bi.'.v, da liciMii;i que Ine fui conced la
pelo uverno imperial dentro do prazo que
'^SESSErSrJnSttlm Smc^lhe m.rc.r, apresent.ndo-lne osu,-
vh",e Tas'" tale. P"m "i Z pUM-W p.nessefid, loJ. referid, ma-
deira.
Dito.--A' thesouraria da fazonda provin-
m'hava o juiz municipal da primein vira
Mc*v5o do crimen civil. or.!hUs c.pell. le.-lnleirou-se .0 director da obr.s pu-
cmara municipal do Recif".
1 que inliiri.iiriiiii Vmcs. em ufllcio
escnvaodo crime, civu, ur..... uam-i --.....
e resJuos d'-queile termo. Jo- Cavilcinte blicas.
Ferraz de Azeve 10, deveservro oulro es- '. 0,j'*
deT^ra,unieou-se ,o ""^iWBSBiflLSS pae"9dd8,rderm^'os
JUDilo-Al.e'souririi da f.zenda provin- pssado. tenho declarar-lhes,. que, embo-
0l.IV vista do seu, ofllcios de 9 do mez ra nSo h.j.m sanlmellas as ponte,, peque
nsal.;e4docorrenia,sobre a ex^ncSo seria esse servico dispendioso, cuinpreque
dVuoVul resolv10 pelo 1-ib.n.l ado.l0.a- fiQi-n os fiscaas o seu daver sujeit.nlo ao
daseVsaodeaTdeoutuliro do ...no "MHv I pagimento da mu. os que.o-
, au.nlo a liqu.daQao da dei la rti- fnngirem .1 posturas no modo de l.zer p.s-
mo r o gado pelas referidas puntes, e ns cur-
tralivu
passado quanlo a liquidacS
v. d. f.zenda i-rovincial anterior ao
emseu ...-.-"-"--'-----_- menor se torne o trabalno d li c
$?$'c\&T"VZi ,ue em.odo ocaso he da mistar ex
?ia pa.eMO fl.n cread, p-lo .n. 40 do M m-essantenienle.
n. 261 de 28 de junl.o de 1830, ordeno qu
H
dizendo
tSS7SJ^VAVr&\yL^ emir, municip.l d. Bo.-Visla,
nenio de e opregidos assemblea legis-
lativa provincial: cumpnndo Vmc. dasde
agn esta nova delibeacilo, a laca consig-
nar na acia da primer ses*ilo do tribunal
administrativo, com rerere.ncia ao presente
ollicio.
Dito.Aoenjenlteiro director das obras
pnhlir.s dizendo que nra poder resol-
ver 4 cerca do suofli'.io da 5 do co'-
rente, faz-ge naressario que Smc. depois de
proceder ao8nece^salos 1 x.mes propouna
o meio mais vantjoso de aciulelaiei.i-seoj
mteriies e mais ubjecios d-positados nos
arm.zeos d'aquella leparticSo que por ir-
reuniados tem de ser demolidos devendo
aprove.tar-se qualquer armazem de ed.licio
publico com commolos para esse fim.
Dito.A cmara municipal da Caruaru
inleir.ndo-a de haver recebido a cunta da
receilae deapeza d'aquella cmara relativa
aoanno llnanceiro municipal prximo pas-
sado bem como o ornamento para o auno
de 185253, e de que opporlunamente fara
remoller ludo a assemb i legislativa pro-
vincial e declarando que o referido orca-
menioe conl. n5o vie.am cm termos, nSo
so por nSo terem sido ornanis.dos na for-
irala lei provine al o."79 de 4 de maio de
1839, mas tambem por nJo terem acompa
nhado oadocumenlog or.gin.agda despeza,
conforme dispOeo art. i5 da le. provincial
0. 108 de 10 de maio de 1842.
Dilo.A mesma accusiudo recebi las i
posturas que vieram .nuox>a ao seu oflico
de 26 de Janeiro ultimo, as quaes opporlu-
namrnteaerlo submel.t.das ao conhecinien-
lo daassembla legislativa provincial.
Dito.A cmara municipal de (ranhuns
Emrespostaao ufllcio de 26 de j.ne.ro ul-
timo, em q-ie Vmcs. procura.n saber se os
livros de que trata o art 2 do decreto n
998 .le 18 da junho do anno passado, devem
ser sellados a (usta dos esenvavs de paz ou
d'egsa cmara, lenho a dizer-lhe que s ca-
maras cumpele fornecer os livros com ver-
ba du pHgamenlo di Hxi do sello, mais que
antea de fazer fssa camr. gemelh.nta d.s-
esa, cumpre que me declare qual sera a im-
poit.nci. tula I dos livr.ig que tem de ur-
necerdepoisdegell.dos e promptos.
DEM DO DA 13.
Ufllcio. ~ Aotxm. presidente do Ceara,
acusando recebidos doug exemplaiea d.
colleccfiodaa le.s p'omulg.das pela assem-
bla legislativa daqualla provincia na sua
sessSo or tin.iia du anuo passa 10.
Dil.-Ao commaudo d.s arms, exigindo
reuniAo do couselho munici|iai da r cu so,
na for na do artigo 36 d lei da 19 de aguslo
de 1816 n aviso i.o 1. dafuV'reiro de 1847,
deve ludavia essa reuuiao ser fail. dentro da
v lia, a da modo sumpre a dar ao acto a m < publicidada, para que em tu lo se preeiicham
ag VisUS do legislador.
Poilarii. AO Bg-nle da companhia das
barcas de vapor, para fazer transportar por
coala do govrno para a coi ta a Autonio Ma-
i uto di Silva, qua obleve baixi do servigo
do exerc.lto.
riis e Felngyeri<, uropendem para destruir
em sui bna o rgimen liberal. Se aa me-
Ihoreg lais sao as que gao feitag pelo poder
ejecutivo, se para f.ze-l.s deva principiar-
se por priscindir dos carpos nncarr. gados
dagt. misso pela lei do Estado, a coose-
quencia lgica, necess.n. o que 'ir ios
ol los de lodos, lera de ser a inutilida.ie dos
parlamentos. Em vez de serem olhadns
c-moo baluirle onde lutam os represen-
tantes do p.iz para que prev.leam oa in-
tereggeg da gaus representa los. gorao reju-
t.dos como estorvo para o bem, demora de
lod. a medill desilvicSo ; e adquirid! ge-
oielhinte conviCQ9o, qua for?a human. .1-
o.ncir.a austentar o qna lo ios classilicas-
sem de ocioso e de p-eju Jicial ?
Se ot modarnua uaru lar ios do abaoiutia-
ira illuatrado nos disserem, que nao he
este o seu pensamento; que querem ace-
lerar 1 confecfSo das I. is a nSo abolir as
praticaa parlamentaras, Ihas respondere-
mos que ou islo sejt verd.deiro ou suppos-
lo, nao muda am nada a natureza das cou-
sas. Suppon loque seu emoenho se re.li-
go, que ge faca m por meio de decretos aa
leis que mais convem, o querer-so depois
abrir as Cortes, sori. o mesmo qua pensar
nosandaimea quanlo esta levantado o eli-
licio, qne cjid.r no n.vio quando aa be ene-
gado au porto ; na caTuagem quanlosa be
chegido ao lugar par. onie secam.nha.
Fail. obra, pir que su hade solicitar a
j intil cooperado do rtilice?
Assim com esta nova taclio, muito pare-
cida com o que vulgarmenta sa entende por
jesuitismo, se consu nmi a ruina do rgi-
men constitucional, nao sa fio gali de
laca-lo, iiando-sa p-lo contrario apparan-
ci. de qoe se o .ca a a respeita. Trista pa-
rodia das mal interpretadas mximas de
Machiavel.
A grande vantigem do systejna represan-
ttivo consiste em que os .teresses publi-
cas q le antes er.m dirig los pela intell-
genca vontidede urna passo. investida
do po ler absoluto e supremo, examinam-se
debatam-seedeo.dem-se nos curpm legis-
lativos- O parlamento he o crysol di ver-
di le oesia materia ; para urna i li con-
verter-se en lei, tem que passar pela prova
do debate; o paiz por maio de aeus repre-
sentantes loterve n na geslao dos negocios
que Ihe dzem resuello, e a publicidade de
ludo o que as Corles ge faz, e a Imprensa
periolica que sem cessar oceupa-so dos
assumplosdo governo, sSaas garantas de
que goz.m os povos onde o libeialismo tem
prevalecido.
Mil vezas se tem dito, o julgimos oppor-
tnno i-en'ti -lo.
A liherdade poltica, aa inltuc6es por
meio dasquses ella sepaem pratica, as
.11.1-1. o senado, a I aprensa, ni 1 s.io mais
ue majos. O objeclu he conseguir or-
iiein, o iicrerreiit> dos inlerassas maie-
riaes, o desenvolvuneuto d.s artes e das
sciencias; em summa, o bem publico em
todas as espitaras a deb.io de todas as suas
pilase-.
Ciaro i's que empre que se intente che-
gar .0 objeclu sem p iss.r pelo meio, se aca-
bara por disl'Ui io, digamo qua quizerem
os que saoielhanU emprezi li3o commet-
lido.
E o nuil singulir he que, alm de insi-
diog'.g, estesataques s9u mascara de urna
isso poder chegar a fazer mo uso de
ormidavel invest luri ?
que cnus r.soavel, parece a.rca<-
epoisde tantos annos de rgimen par
nl.r, querer demonstrar queum lio-
so fax melnor leis qua os corpos le-
sivos, e para cumulo de escaroeo ajun-
>ro que ealea pnncipi.ram a fu necio-
Ijuandoaob'a calvar concluida.
1 nos deixomos f.gcinar por sofismas
muios p.ra defender o que nao admit-
ffeza, ecui Jemos em que n5o v per-
s em 001 di. o fruclo de muilos annos
dgase de traba ihos.
(Heraldo.)
Fcilmente e comprehender que n5o he
sem.mu ceno sentnuento de satiricao que
lob'ino honicui que lofd Palinerlton llnh.
sido mol diatlnclamenle rogado p.ra dar a su.
demisso A retirad, do mini-tru, que h. cinco
nnosdlrlgir. os negocios eiteriore d. Ingla-
terra, e coriiribulra com todos o. aeus estoico*
par. enredar os negocio, d. Europa, se tiu'1.1
ha (imito lempo toroado urna neceasidade, e os
ultima* aconleciinentot, que _houveram em
Franca, nao a accelerar.m seno pon 10 mais
claramente em evidencia o eslado nao a de Iso-
lamento, inaa tambem de hoslilidade em que o
governo ingle/, se achava para com todos o go-
verno do cominele.
Asslin como o diz hoja oorgao do ministerio
Ingle adinlnistraco de lord Palmerslou ti-
nha denado a Inglaterra sem 11111 sd alliado,
sem uma amigo ; e por urna singular anoma-
la np lempo mesmo, em que todas as naces
da Europa faii.m ciin Gran-Hreanba urna
troca de boas relacdes sobre todo o outros
pontos, s nos negocios estraugeiroa he, que
ealas disposices pacifica, e concilutoria esla-
vain perfeliaineule turbadas, Aioda se poderia
comprehender uina poltica que, altrabindo a
al hoslilidade dos grandes Etudos, se .poias-c
na ainisadedos mais fracos. e quizesse seguir
a inaiim. partere lubjeelis et debellare iuperbos,
poima puliiic. de lord Palmerston liona islo
de particular que era unir a. menores, cuino
as maiorea potencias ein um senlimeoto unaui-
ine de hoslilidade. hablarla leuibr.r .i'fln a
numerosascomplfcres, deque nos temos lo
frequentemenleoccilpado, e na qu tes o odioso
er. Igumai vetes excedido pelo burlesco, para
mostrar como lord Palmerstoo, uiu doa ho-
inens Km canlr.dicco m.is habis e mal. ex-
perimentados da Europa, tinha ebegado a for-
. de astucia, e de experiencia a tornar .eus
iiitmgus todos 01 governos do inuudo desde
Austria al a recia, e de.de Franca mi Por-
tugal.
Nos ltimos lempos esta politica aggresuva c
oos abalereinns de reproduilr as accusacOes a Nada lem occorrido contra a tr.nquillda-
que eateveexposio nessa poca, e comjuillca, de publica, e sesoranca individual; e os
pelo que nos parereu. Preferimos te he rerda- thina; ou Ismaelitas como queiram. estSo
de que est terminada a sua looga carreira ral. de >rm8 em ,iisciinc0 t,|,ez por oceupa-
,^l!rU4l?!!?/,uA:nr".''?."'.,*.ci'.vi,s;de!:idosem defanler a libord.de do pavo con-
tra a lei do enptiveiro, i>o<, em honra da
-ervico pblico, sua grande aplidio pa- j
ra o trabalno, aua eor.aeui em face do perlgo, I -
ea amab.lid.de peitoil, qoe apeiar de lodos verdade eji dit 1, ell'S gao defensores Di-
os aeus defritos fez delle o favorito da cmara
inlrigaoleiiiihalomadolaesproporcdea,queuao momelo em que lord Paloiersloo nao po
.._ r. ...... (na ... .allni Di. ........ rVIrM.lf
doa comoiuna e de 11 na grande parle da naci.
Julgando, como f.zemos, na seua principios,
00 antes l'.iii 1 de principios sdlidos em su.
politic. seriada notsa parle urna affect primir aorpreta, ou peiar a proposito de su re-
tirad.. Por inulto lempo pensamos que esta
poltica era extremamente prejudicial a Ingli-
terr. bem como .os outroa paites, e be fcil
de comprehender que na sltuacio actual d.
Europa ella terla provavelinen.e as mais graves
coosequeoclai. A desgrac. senio o erro de lord
Palmerstoo er ler eio.i.do nos mais esperi-
mentadoa poliiicos da Europa unii averso e
orna deseoninca qoe Ibes faiiaoi exagerar lo-
dos os leus defeitos, e despres.r todas as suas
qiialidadea
O pariido liberal deoutro lado nao poda ler
grande con.lanf. nos esforcos qoe fazia para
ajuda-lo a fundar o seu governo consliluclo-
l ; po verno fol urna approvacao inieira dida ao gol-
pe de estado fraoc-!. k-11 falla de sympaihla
pessoal tnire o nosso secretarlo de eslado dos
negocios eHrangeiros, eos prlneipaes gabioe-
le* do continente era um impedimento de fic-
to a cooclU'HO dos negocio* mais importantes,
ella lendia a destruir iuso pal da soa legilioia
loflueucia exterior Sem neiilimn objeelo serio
le disputa, a poicndos inimtro> da raiuha
cm Ireole d is ililferente. gabinetes linha-se
tomado incompativel com o rumprimeoio de
aua missau. Tudavia estes iuconveoienles le
riamsido inenore, se tivesse havido oais unl-
firuild.de de conducta e de oplollo eulre lord
Palmerlon e aeus coilegai. l'orin o rompi-
meulo que acaba de haver nos permltie suppor
que apoioando-o de uin modo cavalheiresco,
qoando sua extravagancia e sua indiacnco o
11 n '1.1.11 abysiuado em dilculdadej insiipera-
veis, elle, n id eram Inseaisiveis as ms conse-
quencias e uina tal situaco.
Se livessemos necessldade de justificar as
censuras que alguinai vezes jolgamos dever
lser ao ex-mini,lro dos negocio, estrangul-
ros, biliaria faier observar que 01 colle-
l' is de lord Palmerstoo separaram-ae flnalineii
te delle por inolivos poujos differeoies do
(|ue nos tinhain levado a c inibitle-lo. O aen-
timeuio de sua respoosabilidade para a coroa,
para cooi a naco o levou com o aodar do
lempo aos interesses de pariido, s amiaades
pessoaes, e aquella qoe resulla de urna louga
intimidada. Elle lenliram que era chegado u
da
stomavadifBcilaconservacaoderelaces pa- '"ais teros sellos das relaedes exteriores,
ilicas com umitas potencia poriu que linba &o sobmosse Ihe propoier.iu oulro empre-
tornado impossivel a cooserco nirsuio do K. be ceno que elle nao acceltou ne-
gablnete luglec lal qual eslava composto. He nhum.
de publica otoridade que no mome.no em que E"' toda a occasiao urna .einelbante medida
se onerou a ultima mu laoca de governo cm appresem. grande, dilllculdade. e nao poda
Franca, o inlniaierlo loglez .lava em crl.e, c r lomada de urna marieira irrevog.vel se-
os. clse l.nba sido provocada por imprui.en- nao de,,o,s de loogas he.itacoe.. Oque toruiva
c,.i.cuJ.,e.po1,...b.lld.deo.c-llega. de lord aitoacao nda mal. dlfflc.1 erl I ec. .idade
Pal.ner.10a nio qAar1.nl comparil.har. Para desub.iuuir 11111 miiilstroquf liuhaexercido por
uS-citar m.is de um lact., leo.Orare.oos a es- quare.ua annos fuoccues publicas, e cuja le-
iranha iniliscrlpcaoqoe lurd l'aluierston com- nvidade liuiia absonido lodoo traual.iu desua
neiiera recebend.. ullicialmenie os delegado, reparticao. Por.11 temos rasao pira crer que
das e.rporaee, que tiuliaiii orgaui.ado uin os sellos foram ollerecido a un geiililboiiieo
triuiiu>hoprKo,.ul. que bem que man novo ni vid 1 poluca te...
SeMtamosbeinii.forinadoie.tacIrcuinslancia merecido a approvacao e a esitiin do paiz cm
heuiuadasqueoccasiomramadeoiis.odihoiii- todos os posto que ha oceupado ate ao pre-
vadada alord Palmcrston Ogovernu austraco,
segundo se dix fes saber ao governo inglet, que
se os refugiados dos Estados da Austria couli-
noassem a receber na loglalerra exhortaedes
ofHciaes, elle se verla de aua parte obri^ado a
lomar medidas severas a respeilo d >s subditos
britannicos qoe tivessein de residir 00 viajar
acos. Priioeirainenie se Ira-

EXTERIOR.
MADRID 7 DE JANEIRO.
tfem por se .presentaren! debaixo de for-
mas suave, deixam de ser perigosos certos
embateg que hoje recabe o syslema repre-
sentativo di parle doa qua, 11S0 se atrvan-
lo a abjurar abertamente guagdoutrinas,
I/.ecn todo o possivel p.rque ca.am em
descrdito ; cerio.de que u na vez perdida
sua causa no tribunal da opiniSo publica,
larlhesopol .eda gr'Qa ser! 1 cous. mus
f.cl do mundo. Proclamar o despotismo
a bandeiras despregadas nesta poca he
combatter demasiadamente .1 i leas domi-
iiines e expor-se a que a genle se ra da
nreit-nco gumelnanle ; hi meos melhores
e mais expeditos p.r. chegar-ge ao flm da-
s jado sem c.us.r esc.ndo-lo. Pode d-
/er-se por etemplo que par. o'ganinr o
paiz valem mais ai disposicoes adootauag
wolu proprio pelo poder ejecutivo do que
as pro'.ixase deficeis discussOes do pana-
mi'ii'n : que urna vez fetas as leis que te-
, a... de regular os interesses do povo, sari
lempo de) abrir is joitas do sanctuano di
representr;3o mconal ; e em umi palavia,
que os corpos legislativos devem principiar
s us trabalhos, qoando, vencidas todas a*
difllcoldades, 11S0 offoreta obstculo sua
inlerven;ao as cousas relilivis ao go-
verno.
A' primeira vista o intento nao parece de
lodo destituido de mulivos risoaveia : o
syslema 1 que alludimos e que agora da-
fen le o o'gfla do gabinete, ja qui/.er.m en-
siia loen ll-spanna. homeus tSo avantiji-
dos ema bere em expar.encia como os ge-
nitores Cea e Burgos; porm diremos, que
00 periodo em qua tal plano se propozeram,
a 1 i-i pode conaiderar-se plausivel ; por-
que apenas se conheciam em llnspanna is
presnnpcaoede ama v.idade que.oorenor pelo. Estados ust
mas c,.agT.o fabuloso, qua se er.ge ^*^^r,S^XSVZ
em legislado.; er modestamente que lem nao occu|,ate, de.nodoalgum com politic.
am su. uiiiil 1'i'nci.i man saber llieurico e e a bastas.e esl. medida, o. Estados aus-
pratico que 10 los OS deputa los o seilldo- ir.aco, lli.-s seriam inteir.mente fechados.
res juntos, novo LycirgO, elle imagina que I A respeilo do a.colhimento e do discursos
0 Ceo o destina para fazer, po' si s, o que. felio por elle depuiaco hngara, lord Pal-
nao team podido OS demais com lo la* as luer.ton, segundo se dit, recouheceu que nao
SUII lUZes, e por egte estrinhociminho O se linba conservado nos limites estrictamente
peridico ninisteri.,. que ao ha mu..o ra- ^&\%^^^.1Z
p.illia a theor.a dos homens necess.nos, mougtbiaeie piglez a dar a est.s eguranc.s
vem a estabelece-la d ibaixo de urna orma Uln4jbriiuoHiciale diplomtica, lord Palmer.-
porcerto insustentavel, e a mais contraria ioa le recusou a Isso. Fot, pou. e.u can.rquen-
1 razSo c juslica. lela destas circumstauci que lord John Russel
Dissemos,e nSo retractamos nossas M. coovocou o couselho e dirigiu-se immediaia-
mente .' *V todsor a propor raioha a u d i n < 1, "<
de lord Urauv.lle para ministro dos negocios
eitraogeiros
Em me,i- geni, e em todo o estado de causa
Um7ea"to7.o"^ .ulnnas e a pr.tic. do rgimen liberal, e
livris, que o homem necessario he aquello
que em determinadas circumslancias, a
opiniflo publica indio como o nico capaz
de salvar o paiz, e que tses homans houve,' a preienca de lord Pal.neriton frente dos ne-
b e ln de haver, .indi que os pigmeus que gocios exteriores da luglaterra era u.u elemeu-
nilo cnegan oem ain la t commum elitu- lo ioeviiavel e perunoeule de periurbafo pa-
ra, so empenhem em negi-lo ; porm um 1 oda a Europa. Todos os que desejaui a coo-
cousshe procurar o povo o que oecessiti, lou-cSo da paxger.l nao pndiam deixar dele-
efazer,CinPc,n.todei.Paro.r.do palas [^^F&^iMTyZ
siguas consulares, e outra mu.to dislincta Knnc. pnucip.l.oeoie o novo.nini.uo dei.ou
que por sua propria iulorid.de, e porque memore, lembr.uf.. Filho doaoilgoem-
assim Ihe aprouvedeci tir no foro interno baiudor emPa.i,, teudo mesmo realdidu malta*
de sua profunda ssbedoria, proclamar-se lempo entre nscom o nome de lord Leveu*
qualquer liouien necessario, pois isto he Cower, unido umbem Franca por allla.ica
nam malg nem menos o que pratica O que de lamilla lord Graoville a.uda ulilmameuie
sa pOa a fazer lais, e no mero feto de legig- "I*"0" '"dos essea lacos pela PjrUqjia lomou
ar%iz muito asollmente que s^^^^
Ihor degempenhar esta l.refa do que oa ele- urolnldade co.n que elle exp.i.nio no
los do povo para 1.1 proposito. hotel de vitle de Par!, a e.ptranca de vero.
Eis-aqui como depuis de tantas e tSo grgn-;dou* palze conservar as boas relaedes lo fe
des argucias e sublilazis para p'UV.r que lUmeute forufioadas por es.e graude .uoviinen-
nSo ha homens necessaiios, o orgao do mi- lodos irabalhus e dos pr,.docto- da pat.
Ora se enlo nSo fo. possivel que o go-
inelta ao reapeclivo
cu-s. "o mesmo d'eleg'ado......apenas se poz lim ao .yrteni. Mt>, bro-
1.110 --Ao director geni da ingtruecSo tou o represenl.Uvo.como se quer fazer no
,bl "i .utorisdo a adopcao as aul.glo.bo de 17 annos desy,tem conslilucon.l
hrisd.selccU dos autores classicos di ;0 que nSo foi dido conseguir, quindo co-
co- miciva despont.r liberdideno honson-
:da te de nossns deglinos ?
____- no nA n Ai.i..i.ia aa iledicam nre- oecuculo de um podar que retine em suas
Pern.mbuc.no,_p.:^po:|Js^^^^
nisle'io vem agora a erig.r-se em defensor
.lesl. mesma thaoria,pervertida e levada at
exsgeracSo a mais incrival.
Im.'orta muito que estejamos aorecaU-
dos para nao cahirmos na redo que nos eg-
t-ndeni. Cucados da lula a que dio lu-
gar aa instituiceg liboraes, e lemerogos
alm disto dos excessos e dos eslraviso da
demagogia, icnamo-nos hoje em grande
risco da var mallogrados mil tribalhos e
mil sacrificios, se nos f.ltir a perspicacia
neceisiria para destingu.ro uso do abuso,
e nao condemnar aquillo emque precisa-
menta se libra nns-a sorte futura. Aos que
nos vierem com a pralencao de que se le-
gisla inelhor e com mais rapidez por decre-
tos do que seguin lo -sa os tramites eslabe-
lecidus na ConstituifSo, davemos respun-
der-lhesque se he b -m corto qua mais de
urna ver. os corpos legislativos teom com-
prenendido mal sua misslo, ha tambem
ceno que as mesms inliluifOes lem esse
damno seu lini ivo, e que mo o ha oem po-
de bave-lo pira 1 arbiirariedade. que com
laaa pretextos ge quer gobrepor a tudo.
- i' le succeder e agora magno esta, aucce-
do ido que um decreto coutanha hoje dispo-
mc>;s benefleas; mas|o principio he fatal,
e urna vez admiltido, nennum recurso flea
pan escapar as aun cotisoj.uet.cns.
Sa se ce-rim os libios dos deputido. e
dos senadores, se se obrig 1 imprensa a
emudecer debaixo do pretexto de qua se
iesmanla; se se acostuma o povo ao es
(oarna! des Obats.)
I.''-,c no Tines de '24 de dezetnbro o ae-
golule,
Podemos annunciar de um modo positivo
que desde 1 ultl.ua reunlo d >s ministros o vis
coode Palmeraton cea.ou de exercer as fuuccdes
de secretario de estado dos negocios eatrau-
geiros, e de fazer parte do gabiueie.
Cremus que quando as caussdesta mudanca
forc.n expolias ao pais, este julgar que a dig-
uidade d i, couscliiciru, da coroa. e o inteies-
e da na^o a tornavaoi Indispeusavel. fiubaoi
aargldo dilbculdadea nao s m direceo dus
negocios exteriores, seno lambe.o na ad.ninis-
tr.(b dos interiores, que se .ch.v.in ligados
oossa poltica eslraugelra. Estas dilficulda-
dcs I1uba.11 abalado a conH inca dos oiiuislros
eoiseu eulleg. do Koreigo-Ulhce, e entr.queci-
do Iasjieccu que o ctiefe do gabinete he abri-
gado a exercer em todoa os ramos da ad.ninis*
trafo publica. Ella nao era.o de houieio an-
da que teobaiu podido ser aggravad.s por cer-
ta, eipreasde. olci.ei, a reueules, e sellada
com um seutiiiieiito que fol rrcebido com Ir-
rilaco no exterior, e coiu espauto uo futerior.
sent.
1.1.i- aceitou-os ? Ignoramo-Io ainda ; po-
rm eremos que um tal hooie.n entrando em
um dosempregosoiaisdilhce.se 01a.. impor-
tantes que eilsie.n nao s i\o un.si p.ilt seno
110 inuodj iuleiro, pode contar de tama parte
com o apoio da naco, cujos 111lerrs.es he de
seu primeiro dever proteger c representar, e de
outra com a benevolencia da poteucias e.lran-
j'in.nij'h interesses eslo id mineados com
os nossos relativamente a defeza dus principios
geiaes da ordem e da paz. E,ta mudauca Im-
portante como he nao fol dictada por nenbu-
1.1.1. ra,e. pc.soaes, ou de partido, oem louge
Di.'o, todas as rasoes deste geaiero Ihe era,
coolrarias. Oque a lu.p.ruu f..i oaeulimeniu
imperioso do dever e da uecessidade. Nao du-
vi lamo que o paiz 1 considerara como un a-
criliciuleito o mais tirde possivel .0 bem pu-
blico,
__________________ (Idan )
INTERIOR.
CORltESPO.iDE.NCIA 1)0 DIARIO DE PER-
namhuco.
Parahijbi, 16 de Fevtreira de 1852.
Grandes s.lo as fu las da sucia lliuggal
contra o pobre autor daslas m.tihis pobre,
epstolas qua, seguirlo o pensar das mais
credllad.S e competentes autoridades j'a-
quolla Sucia 1 n.".o sel so Illas agradara o
Collectivo ) nao valen, dez rei, decoininho',
mas que u.esmo assim lauto a ancommo-
lan; a no acc^sso febril d'aquellas rdan-
les furias tudo quanlo ha mao me desej.m
( at sarnas !). cu .... sa ej foca algum dessas
perversos, qua .ouba.n 1 bolea o 1 vida,
qua leie 11 as repula(es e ravolvem u saue-
tuario das familias .' lie inulta falla de ca-
ri d.i le :
E o qua mais assombra lie qua o mais
furioso contra o pobre (lino do u.eu pai, lie
u 11 joven quo lautos axa...pos de c.ridide
tecebau no mo.leiro de Ol.tida ; um joven
que inda nilo t-ve lempo de encanecer na
P t>.si lado, ec.lejar no crime, eo no os o .-
Iros que o aculan.. Per laraiu-il.a a bol.a
con a negac. de lev.r o pobie diabo na
improvavel Chapa de dapuliJo. geraes; a
eo e o publico qua sollramos! Mal h.ja
quem til I .mbrauca tee.
I 11 o iinloUo seiio, se aquella sucia sou-
bosse du id eu m.iiJo co i.prar o inauviu-
tam da mi .Id, Com qua prazer m'u nao mn-
lana preparadme egrulii? Ella qua tem
mi nillleld'il s o. gtinni.lo de Veneno.'
Oot-a cous. nao posso esperar do homens
qua respa.tam lao poucu a moral publica
que insultan., calumnian., ridiculansam e
oil'.-nd-ni traicocirameuti, e cubarlos do
a muy nio, aun iudivi iuo s e uuicatnenlu
porque ina querem aitribuir urnas cartas
qua s notician, o que uceurre nasta pro-
v.ucia. Seubu'es, aa eu minio desmasca-
r.i-ine, mas nSo me insultis, e menos a
uutrein pelo que eu faco.
lia ceilo que-o victo odeia 1 luz,e que
e que nao queris vossos feilos pblicos;
O goveruo deS. M. nao podia ver cota iadilfe- j mas allaudei que eu SO rettru os faci do
reufa que por um. ououlr. rasoa ado.luls-! j0|nul0 pUo||Co, ficios que, se voseuvergo-
rafao ue lord Palmeraton o unh, au que pa- sio uuicameule VOSSOS e que eu
rece.dei.adu.emu,n. .Miado, e la I ve sem t da vossa reputa-
uui so amigo, No he esta ceriameute a posi-1'. ..:.,,. .;..,.
couaturaldi lugla. rra", ou de um ministroK><> do que vos que os pr.licais; e lln.l-
tuglez.uem.uue ihe oonv.ninorineuie, quan-jmana que essa vossa torpe lalica, digna
do nao temos outro inleresse, seoao entreler Cerlameule de IOS, me nao fira recolher ao
relacoe amigavei e pacic.i co.n todas as po-
tencias ora estas relcele, exlstiain realmente
em toda a parte ttienoa uo Foreign-Ohacle,
co- mi'cava a despuntara liberdade no horison-
iinec'imt'd"prtWdaocii, confecc oo=da le de nossos destinos ?
por um Iliterato l'ernambucano, para
malical^omin. ?$$&, S.'wq'u'o poisTdo T^TnU,70 VeTi^V Becc.'-' | Vi, que t.bo. de ..lr..o nos Qcar. qu.n-1 dero,. no p.r.amenlo,- que vo.uaurl.menie
silencio.
Nao uso com vosco da pena de Talio ;
porque estou vingado em referir com o rt-
Pela nossa pane Uyemos lanas veaei occa- nistorico vossos faltos; o que, estou
slao de censurar a adiuinlstracao de lord Pal- _,------, r.,__,. u,rr ,nr,iBr ,in
merslon, quando elle era sustentado por um
ministerio multo homogneo, a uin pariido po-
convencido, faz-vos eslorcer e morder de
niva como a cascavel, com que vos asse-
melliais. Deixemos vermes lao ajenlos
tog dos direitos populares. Agora c-cio que
n.tn resl.ir 1 queixaa da pite dos thuggi-
mor contri mim, por nSo hiver declarado
em que seus predilectos se ichatn occupi-
dos.
Nata miis me consta haver ocrorrido pe-
lo interior por causa da le do censo, e os
homang do oarlido dominante qua, como
ja Ihe digseteem sido ns motores das desor-
dans.vilo sa encnlhendo; porque vSi ven-
do qii"ii pod -r .ii-ligd-i noref/ei vai cisman-
do morr,tm os guiblri'. Morra 111 as autorida-
des Morra o governo! Viv.m os libe-
raos.' D sa-m.s o proeosso do cel-beni-
mo F ... qua he um innocentiuho.' ele,
etc. Or. bem v que isso Ihes nfio podia
agradar, mxime vendo que OS homans do
grilo partido ncioml a pesar de ciladi-
uhos, latn ganhaudo os fructos por elles
semea los.
Desta vez o mpu alfaiate honorario, o
..' 3o 1 e lana Joflo da M .. deve flcir muito
s.ti-f'ilo c >m migo, porque ce'lei ni lin-
.'.iij.n 1 i'lu.ii'. ou gini d sui alTe.Qao.
S.rva-lnc i-to da consollo emquanlo acho
cousa inelhor que Ihe grade.
Na Al.ga-Nova o povo que, instigado
ain nadla, tinn. I'u.io da casa do delegado
Autonio Sabino, quando este Ihe .rrega-
nh'iu os denles e mostn.u nJo ser dos que
tolara que Ine arrombem as portas, est
ni,i'.1 agast.do com o dilo delegado por so
nio haver sub nelti lo a vo itade do sohora-
no povo, e protesta que elle por tal d'g'fro
j ni; ns -er,. al.1 delegado, assim como quo
nao acreditara mais em caplioe'ro se Ihe
ni mil 1 en. um delgalo qu* deixe arrom-
bir as portas quinJo ip.ouver a elle se-
nhor povo. Nu.ici vi pe.cito, nflo digo
bam, f\ -'i'.iei 1 p .polar mais justa, e era
do n.un1 io que fosse mo lado para all a\-
i,'.ini dos cnllaboraiures do Argos Pora'iyba-
>io, que todos sSo mocos de pulso, hibili-
d.de administrativa eprudeocia cousum,-
mada.
0 ia bella occasiao taria ella, qualquer
que fosse nomoado, de dar umi snva mes-
tra nos bregeiros dos intitulados or i'ns,
que incitan) o povo aquellas bemardas!
Muito perdem todos em au nSo ser governo.
A cmara municipal, qua tem anlado
de.d i o anno pass.do de ialermilenlas,
quero dizer ora com urna maioria rasgada,
ora e ni. ella b .ta, hoje tam pen lido o fiel
p.ra o rasgalismo, a por isso esl 1 preparan-
do-se para lomar cmlas ao 1:0ve no por
Haver alindado, con. anrlin.'ia que a as-
sa oblea Ihe da, f .zar o cunearlo lo calen-
mani d. la leira do Wa louro, e por isso
11 non. tou urna c mi miss lo composta do lis-
ca| e procuralor para ir examinar o esiaio,
qu.ilado e cut da obra.
Ora a Sa. cunara eniquanlo rota nunca
e.'oi ue man Lr cunceriar as ras, becos
a out'Os lugires da tranzilo p'ib'ico ; nuu-
ci cui iuo, pin bem dizer, de seus .face-
ras como Iha ciii.1,,1 .a ; agora, porm, zaa-
ga-se pirque o goveruo Ine vai diminuindo
o tr.haiho. 0 i sempre he muito deseo-
111. 'ci l.i. Melhor fra que Iralasse de man-
lar cobrar os foros do patrimonio da J.cn-
ca que, ii vera est [ama, and.01 no papo
nao sei de quem
Vetemos qua allilude loma a illustrissima
i'i.-ti.t n.'D, e Dios queira qua ella seja
.empre nSo s zelnsa de seus direitos, como
cuidadosa de seus deveres. Amen.
A11d.nu por aqui individuos qua 90 jui-
na 11 ni C .chiiic.liina, bastante zangados,
porque, dizem elles, estim lepresautidos
na g .lena das notabilidades d'aquella paiz
das hemavanturaiicas; e alguna al pro-
meiL'i.i, saldes tuca em na honra, po em
plano da. Como por ora aioda se nio
i'-mlirar. tu dnipiui, eli'.'tam da lo nar Sa-
tisf.(es oulrem, vamos bam, eeu conti-
nuando com a galera, S'oao pe guular-
Ihes-hiaquem Ibes man la tomar c.rapu-
cas, que se Ihas do oa cabeca bo pulque
S experim nt..t.im t
11.111 sena qua tivassemos aqui um vipor
para a Cocliiuchini piri transporte d'esses
marrecos, que unto sejulgam com direito
a rezideucia o'aqueila paiz.
Conliuuaudo puis eu impolerado no
m-.u observatorio coiu o meu Mecenas, e
com os ulhos lilus no pisseio ou render-vous
geral dus eoeluacManot ais que se lora-
seutou todo suor um gordo e bam uulrido
s .cardte, retundo como un paca, e com
mais roscas no pe.coco .10 que um pirafoso
le pree iiyirauliv. Vinlia eovollo o uns
panos pretos sol os em mulls sinortdades
ao dorre lor do corpo, e IjIu rtzooho e ale-
are pareca ler a quaulos enconlava no
peito, lal era a curdalidadecom que us mo-
zur.v..
Vais, me disse o companheiro, aquello
i.onzo ? Sim lite respond, a por san duvt-
da he um oplimosugeito. Pois nao, retru-
cou-me el e, assim o mo-tr, o aaiim o pi-
reca; por n astud.do he u na v.Oura vaue-
oos>, he um reolna 10 traidor, he um falsa-
rio que com urna mao abraca ; e com a
outr. aputin.l. pelas coalas Basta, Ihe
disss eu, nao quero mais saber de tal su-
gallo, que se paraca com ouuus mu.los que
ja n< niiiih trra existen. Pois bam, coa-
unuou o Mee n.s, au maisdire 1 respai-
lo d'.quelle reptil, porm tica d'ora em d-
ame pravinido contra os homens das appa-
rencias, os ind.vi iuos das exterioridades,
quo todos sao traidures e lalsa. ios.
Ali vem, conlinuou ella um dos chafes do
umi dassessJSdo exarcilococAi.cAia, a
qua l charqaas corpos, ou bal.lnOas. Aull-
gamtotu os nfil.i.res us.v.m da um un-
forme gr.ve e savaro, e linn.m um po.te
respeil.vel, a que cn.m.v.m marcial ,a
l.mbems os encuecidos nos trab.lhos be-
i.s chegavam os importantes cargos de ene-
fas ; mis hoja que elles sio b.ralaalos a
qualquer fe.lho, que oem coonece o chei-
ro da plvora, e oem a cor do s.ogue, em
lugar de militues lem og cocuinonianog
quairoduziasdem cos, maisproprios di baiue.de om.moJig-
tido que do templo de Mirle. Aque loque
ilivaz cotngeuspetideotes, e doundos he
urna urova do que ta digo.
lie um bomemprego iquelie de chofa de
S9.ssaoiPorquaDlo.lJ. de um.s cousa.
chamadas caiss de economi.s, de farda-
meatos, de ranchos, et reliqu., onde se me-
MUTILADO


te o; bracos aj os rolov loi, ha par* ajiula 1 Acre lito nSo dever concluir sem confn- garam estea impossivel a cura sement pe-
2

la corda os sidos dos -i>1 -lu ros esquccidns [aar a V. S. qunpara polor dirigir esta eom-
ihi pagamento, iyi liccnci nius para aa eco- 1 municarjSo olTIcial a V. 8., e para n8o seguir
norrias qua a'TTCn ilo bom conforto para'o exemplo de oulros propietarios que so
a lilil;. nSn Ii.. coi! .i tflo elstica como o
sold do sol lado n i onchinchini; pois sen-
do pequeo ohega pura Indos quantos Ihe
sSo superiores at o chefe.
tapuis de chebo meltior cargo he o de
centurio, ou como roc* chaman, sargen-
tos. Oh que ratos que s3o oj taes sargen-
tos I..
Gis ahi aquelle ve'ihinho com cara do Mal-
tuzslrm, indo fiiuctico, e rabugcnlo? He
un cirurgifio aposentado pelo publico, que
oaiiQmio do solfrer seus homicidios legaes
j o mandnu ; jim t; 11-, mi i consciencia, oque
dundo pnssa con-e.;uir. As mesmas trmir-
iii.l is, ou com medo d'ello, ou por gratidao
pelo multo quessajudou, o leo) respeitado
e elle vai por ali provando, mas sempre
arengando, e sustentando que elle he o
milhor licenciado d'esle, e do oulro inundo.
Dizem que o demonio tnm-lhe preparado
um canuco para todo o corpo composlo das
cantridos qne elle consumi nos alhiios;
aa aisim he, no inferno ha milhor juiz do
que na conchincliina.
Seiia inuilii para i ir ver o tal velhlnho,
enrolado no envoltorio, espernegaudo, e
laucando pelas ventts, boca,e quanto* ori-
ficios lem, pnrgniiles, liemiticos, emolien-
tes, cataplasmas, pllulss, nnguentos, sene-
pismos, e quanto mdicamente eiradameule
inipii.'io un hu mino dos puliros pacientes
que llio cahiram as unlns.
Ali vi aquelle obeso negociante, hornero
de boa f, que s uo furia quaodo n3o po-
de, mas sempre jurando por sua honra, que
tem prcjuizo ein lodas as trasac,Oes, e que
snncoiiira ladios, que n.l i querendo tra-
baliiar como elle o roubam a ollios vistos.
Tilo proficuo e ahencoado lem sido o Ira-
balho d'tiquelb sizudn mercador que eni
poucos anuos, de mil trapilbas que era, o
toin posto quasi millonario. He um d'essess
pheiiomentisde blicidade, quo a sorte s
reserva para seus predilectos.
Aquelle outro que ali vem a oncontrar-se
com elle, todo biato,lodo arcedico, o remo-
vendo oraches, he um usurario, que om-
presta dioheiro sos coloreados com a peque-
a gauancia de cincoent por centu o mal,
e isto porque seus directores espirituaes o
convencern! de que Ihe he licito porceber
lucros pulo cessanto, o damno emergente de
seu ditilii iio. Ja teuciona contar e porce-
ber os juros a das por amor dos dovo lores,
que assim sustem menos s-u pagamento, ro
passo que elle pode puchar mais alguma
couzihua nos quebrados.
Farjo aqui ponto desejando-lhc saude e
dinbeiro.
PEBHAMBCO
RepartiQo da Polica.
EXPEDIENTE DO DA 8 DE JANEIRO.
Continuando do expediente do Sr desembarga
dor chefe de polica, em relacao' nos movi-
menos sediciosos que liveram lugar nula
provincia no mez de Janeiro prximo pas-
tado
Ao Exm. presidente da provincia.N. 225.
Tendo rocebido hontein um ollicio do juiz
municipal suppleule do loimo de lguaraa.su,
e hoje oulro do delegado de polica do
Goiauna, sob as datas de 7 do corrente, nos
quaes eX|0ein o estado do desordem e in-
quietadlo em quo se aciiam os referidos
turnios por causa dos grupos armados que
os tem Infestado, e que alguns roubos, fe-
ii ii- los o um) 11 s lulo perpelredo, julgo
do meo dever transniiuir a V. Ene. dito, of-
hcios por copia para sen Bonheclmonto, e
asm de que so digno ilu as providencial
quoem sua saiieduna enteoder conveniente
pra razar cesssrum tilo depbravcl e assos-
tsdor estado.
Itoleva observara V. ElC, que, comquaii-
lo cu em meu olcin da 4 do corrente lenha
pediio a V. Exc, uoi destacamento de 3n
pravas para a cid ido de Cojauna, rio insis-
to nail sobra em requisICdlO porsibor que
V. Exc. necesails da tropa de linha pira nu-
tras oj.craces; mas parece-Ole que essa
fall pmleria ser sunprida cxn a guarda na*
Cionil destacada, se V. Exc quizrsse lomar
esta deliber co, assiin como qoe para ar-
Dlir OS cidaduos que seligarem ao governu
em defes-a l.i urd on, seria conveniente que
V. Ex enviasse po mar ao delegado algu-
tuas armas e mumc6 is, que devorSo desem-
barcar ni pro de l'onta-de l'elras, ou de
Carne de Vaca.
Dos guarde a V. Exc. Secretarla de po-
lica da provincia de pernamhuco, 8 de Ja-
neiro de t85i. ii ni eEim. Sr. Vctor de
Oliveira, presidente da provincia 0 chefe
de polica, lerunimo Martiniano I'igueira de
Helio.
acham lomgi los, suu foirjado a vivor cons
laulemente sob as armas, conservando-me
ion ve do guerra, exposto a sobre-saltos, e
tomando piovi leticias da seguranza pessoal
que ignoro, at que ponto podero apro-
veitr.
Courluin lo nuda mais me resta accres-
cenlar aqui, -cio que me son ni nado
do to la a devocajo pelo servido publico, po-
dendo a V. S. assegursr a minna lealdade
e Ii ielidade.
Heos guar le a V. S. Engenlio d'Agua no
termo de Iguarass, 7 de Janeiro de 1852
III 'i Sr. desembargailor Jernimo Martinia-
no Figueira de Mello, neta de policia.
Francisco loto.Carnelro da t'.unha, juiz mu-
nicipal suppleule em exercicio.
N 38. -Mini. Srs. das copias inclusas
ver V. S. que urna porcSo de proletarios
instgalos pelos inimigos do socego publi-
co, que prevalecendo-se da execucSo do
regulamenlo sobre os nascimentoseoblitos
nSo experdicSo occasi3o para fermentar de-
sordeus, forain ao engenho Cutiba do sub-
delegado Antonio de Aranjo e Albuquerque,
e uelle pralicaram esses desalios constan-
tes de seus ofllcius, escapando com vida o
inesino subdelegado, que se acha nesta ci-
dade a espara do providencias. Logo que
tivesciencia desta occo'rrencla reuni por-
c.lo de genio, e passei a noite em caulels
pondo em seguranza cidade passou-se a
nuite sem alterado alguma, e hoje pela
mauliila mandando explorar o destino des-
ses lian Ii los. souba que se tinhaiu refugia-
do as mallas, que ficam entre o engenho
Merer e Tracunhaem em numero de $0 a
tu, sendo genio da ultima rale, armados
uns e uniros com cacetes e suchos.
Tonciono manda-Ios balar, depois que
puder reunir ao destacamento de polica
composto de desoito pracas e alguns paiza
nos be n armados : u que mo ser dillicil
pela falla do armamento, e manilo ; mas
envidarei ludo para conseguir hlelos.
Daos guarde a V. S. delegada di policia
do tiuianna, 7 do Janeiro do 1852. Ulna. Sr.
desembargador Jeronymo Martiniano Fi-
guoira de Mello, I), chefe de polica desta
provincia. Antonio Francisco Pereira, dele-
gado de polica.
illm.Sr.-Neite momento (ao meio da)
acaba de ser atacada a minha propio lado do
engenho Cutiba, da qual pude ovadir-me
com mais dous lilhos, por urna pon;i i de
amoliuados anarquistas em numero deses-
senla, que ats'de mun deiam trez descar-
gas, das quaes felizmente escapamos sof-
li n In um dos filbos um carosso de chum-
bo ; nSo tendo ellesexecutado o seu plano
de exterminio, e morte por tersido eu mi-
nutos antes avisado, e solTrento mirilla mu-
llicr que uo pode evadir-so inmencos in-
sultos cercida de clavinotes, e facas da
pona, para dar dinheiro, ouro elprala, suc-
cedendo depois mslarem um homem forro
le unnlia c i-.-i, '' iiiinli i cria da ame Joa-
quina, e darein urna facada no meu mestre
los. medicamentos homedopahticos sem o
soccorro da eirurgi, nao sendo noi desle
penssr por ufen termos i pouca idailo da
crianca, e mais sinda da molesllt. Ad-
ministramos-Mio algumas dozes de cale
( 5', 15.', 30* dynam ) e i>nos coroad
nossa tentativa do mais bil resultado. A
Sra. D Rita penhorada por este beneficio,
que por nossas mos Ihe fJiora a P.otiden-
eia, veio pessoalmenla trazer-nos ti me-
nina para dar-nos agradecimentos oaten-
tear-nos a alegra dequaseachav ossui-
da. Ella fui vista por muitas pes.uis que
seachavam no consultorio, e or multas nu-
tras a quo.o de proposito chamamos.
Dirigiudo-nos agora ao Roo. Sr c.ineito
Dorncllis, lemos a sutisfacSo do di/er-lha
que com a maiur docilidada enmpriremos
sempre suas or lens particularmente em be-
neficio dos pobres; e que fazendo-se necas-
s o io o concurso dos homensde bom para a
propaganda Ja MEDICINA PROVIDENCIAL,
em.....o 11 pelo nome de IIOMOEOPaTIIIA,
ii mi deis ir.onos de rogar-lue que facilite o
mais que fr possivel seus alieslados sos
doenies pobres tanto de sua fregueiaucn-
ido de qualquer outra, alim de que essea
infelizcs venliam receber o remedio de seus
males, e nJo morram no desesaero produ-
zido pela indigencia, e mais ain la pelos
tormentos ila barbara allopatnia. Igual pe-
dido fajemos a todos OS Srs. Huno p.uo-
ehos e mais sacerdotes desta capital e pro-
vincia.
Dr, Sabino Olegario l.udgcro Pinito
11 .i '
Publicara a pedido.
O chefe de polica da provincia, aUeu-
dendo aoquelbe representou o administra
dor .....npie/ai io do ihealro publico de S.
Isabel, e querendo quo nos bailes usca-
ra Jos, que olio portando darnos dias22 e
2t de fevereiro, haja toda a ordem regula-
ridad e decencia, que he mistar en taes
divo tmenlos, para que delles se nSo ori-
oiiieni q.iestoes e risas, que obstem ans
seus lins, determina que seobservem n'a-
quelles bailes o seguinle:
i .Niuhuem podera fumar senSo nos
corredores debaixo, ou no salino da entra-
da onde o solo se acha lageado.
2 Someute s pessoas mascaradas he
i o .mili lo o tomar parto as danfas do
baile.
3 Kenhuma pesso* mascirada poler
entrar nos camarotes sem conienlimenio
previo das possoas, ou familias que os oc-
cu parea,
t. Nenhum mascaralo poler dirigir
pessoa alguma, ainda mesmu mascaradas
espacoaai, cheiaa.de movlmentoa de sorte que
o pean o inait aceailvcl s iiiipreases do tordo
plaa com conflan^a ratea lugares chelos da
mala aluiatras rccurdacdei. Que motivo para
oa mala timoratos acaluiarem seu espirito, se
podeasem eaquecer Intclratnente que ha em
Londres i incornta mil lad'ea que roubam lo-
doa oa anooa uina soinina de 40 inilhrs! P-
de-ae ver que se, como se tein dito, a seguran-
za geral gaohou. os ladrdee nada perdern.
Serla dillii n claasiHcar inethodlcameote por
eapecles e por generas, asilm como ae tein ten-
lado enlre nos, as difieren lea categora* de la-
drees. Aa especies e os gneros tocain-se de
mullo peno, e reputamos todaa as diatincedes
establecldas como arbitrarlas, os proprlos In-
gieres loan tentado isao, pordui com multa
eonfuaio, Fra inUter ter o cntlmento das
inl i.o. .s delicadas para bem' cousegui-lo.
Kllea oo teem Imaginado menos de aestenta
classea ou variedades; isao he demaia. Os ca-
racteres liiinn evidentemente para formar di-
visfie lo numerosas.
Preferimos os methodos simples e pensamos
que sem inconveniente se pudetn reduilr a tres
estas sessenta variedades. 11. espirllos que se
compratein com as ideias compieas dtrao que
na he bastaule. Poder-se-hio comprehender
na primeira categora todos os individuos que '
se......ni mu da violencia para commetter o
i un.i; enllocaremos neata classe todos aquel-
les que usain de ia*truiuentos de qualquer ge-
nero. A segunda categora encerrarla os In-
dividuos que aurprehendein a credulidade por
nielo de falaificaces inaleriaea que illudein a
boa ti. Ue> sao os falsarios. Finalmente a ter-
ci ira se applicaria aos individuus que fazein
uso de praticas dolosas e que tiram seu carc-
ter criminoso smente de nina suhlileaa per-
versa, taes sao os ratoneiros ou pick pockets.
Fallaremos ein particular desla ultima especie,
a qual ae nao be a mais perigoaa, be ao meaos
a que zomba s mais das vetes a prudencia por
meio das formas variadas debaiio das quaea se
cnvolvein seus artificios.
Em geral, a clase dos ratoneiros rccrula-se
enlre as victimas do parolina c do galarim, os
fcpoatadores dcaabuaados, os epicuristas iuslg-
iii loa n os e os phlloaophos indignados das desi-
gualdades da vida social. II. jockevs estafados,
oa jogadores de murro deshonrados por derro-
tas ; finalmente os servidores mal recotnpenaa-
doa de seus servl(oa meritorios pela ingralidao
de seus amos, forneceua un imprtame con-
tlogente para esta categora. Nao se tein ainda
aaslgnalado poetas, nao comprelwididos, as H-
leiraa destes industrioaos e ua verdade isto he
felii: be boin que o genio uo desza de suas
alturas. Nao temos un Franca a iiiesuu boa
fortuna.
Os ratoneiros se fazem notar por urna esees
buvnan junta-se a ella a noadelsa mal*. O
jogo parecedoslSnals facela, porcn requermui-
ta preaenca de espirito e una destrea sin-
gular, i
Os mais habis lem conseguida furmir-se
sem duvila por urna apnlica^ao louga e pa-
ciente. Acontece muilas vezes ser preciso
mergulhar as profundezas de um bolso de
relugio muito estreilo ou haver um obsta-
culo imprevisto que empede a sublracSo
de um relogio. 0 que seria do buzmam, se
uo livesse a mito exercitada para vencer
todos os gneros de dilllculdades.' Sua arte
Ihe ensina porque processo se isola a algi-
beira que se trata de esvasiar. Ba>ta forjar
a victima a levantar o braco, o que he'facil
de obter-se nos g'andes concursos de povo,
por meio do colovello que se mette ma-
neara de urna cunha, debaixo dos sobacos
do paciente. 0 buzman serve-se ainda com
urna destreza maravilhosa de urna sorte de
caivete de lamina muito corta e forlomen-
le temperada, b qual se a'justa ao dedo n-
dex como um didal de costura e com cujo
auxilio elle augmenta a abertura da algidei-
ra e algumas vezes corta urna parte da ca-
saca. Uniliciii o buzman, principalmente
nos das de chuva, sabe afbetar as apparen-
cias respeltaveis de um mercador que se di-
rige para a cidade, e, munido do seu water-
proof (capole hydrorugoj entrara no mni-
bus. Suas nios pousam descuidadas as
rodelas dos joelhos, rdesconliai ;elle oceulta
debaixo de seu impermeavel quatro bracos,
bem como o deas Wichuou, e o que deixa
ver sSo as unhas. A verJadeira garra esta
debaixo do capote. O roubo a latir he um
s mais coturnuns, e os ladrOes inglezesl,]eIrIlgosa
do
desenvolvem nelle'uma habilidVde dtima-
vel.
Pie-se citar o joven Si'ne como o mais
illustre ladro l tire; elle liona apenas
aiidade de quinze anuos, quundo em um
da Urou das algibeiras uos passaguiros,
quareuta lencos alem de um numero c.iosi-
deravel de relogios o de carleiras. Este n-
as n ccadorias que elle recebia, debaixo
de nomes suppostos, das cidsdes manufac-
tureiras, a que elle pagava cim letras da
limas imaginarias. E elle concluio desla
modo negocios eonsideraveis. Duranlo
quiote ou vinte annos que entregou-se a
esta industria, oocupou successivamsnte
mais de cem casis ou armazens e stnpre-
hendeu urna inliui la Je de negnciat;Oas.
A fortuna que tinha at all favorecido
estas trausiccoes, abandunou Coster, e elle
foi condemoado a depor'acSo por toda a
vida.
O hoister (oalavra de giria a qual designa
um homem que ica ) he um diminuitvo do
swindler. O triclj do hoister consiste em
apresentar-se em um armasem eaproveitar-
se da Inadvertencia do mercador para sub-
trair mnreadoris.
O cadger,o mummer, o queer-plunger.o mad-
Toma, sao ladrOes da urna ordem inferior:
o primeiro he um falso mendigo : o segundo
procura excitar a piedade com a nirracn de
desgranas imaginarias : o terceiro represen-
ta a victima sempre enternecedora de um
naufragio : finalmente o inade-Toma con-
trafaz o convulsionario.
O duffer he este homem obsequioso, Im-
portuno que segu na ra um passageiro lio- '
indino o insta para que elle compre merca-
dorias de contrabando. He intil dizer que
este preleodido contrabando nSo pas-
sou jamis pelas mfios de nenhum tmug-
gler.
Nlo podemos lavrasdo rampque forma urna classe mullo
Ha em Londres e principalmente nos arse-
baldes de Drury-Lane e nos bairros onde a
prnstituicSo se exerce mais abertamente,
cafes Je pequea appareucia que sBo fie-
quentados pelas fezesda i opnlaco.
Mulhe esquedeseu sexo mo tem senflo
a apareucia procuram atrahir oara aJti o pro-
vinciano e os eslrangeiros, offerecendo-lhes
trepido buzman'foi preso, quaodo acabava hebl'r co,n e,,a- O papalvo quehe bastan-
de esvasiar as algibeiras de um dosmagis-18 irroflectido para deixar-se levar por este
Irados do tribunal de policia de Marlborough con,lt'>lem sempre a certeza de ser rouba-
street, e condemnado pena de transoor- do
ta^ao. r
um narctico misturado com a bebida
quo se Ihe aprsenla a intrega sem defesi
merc da sereia.
As mulheres fornecem um contingente
l'ode-se
s que os
lido decente be uui cxcellenle paasaporte no
inuudo. Os mais destituidos de meios nlo dei-
lam de observar esta tatica, e se por lulelicida-
de a fortuna inimiga coudcinna-os a u o um
palltot amarrotado e botas acalcauhadas, calor-
ditos ou insinuaciJJS que possan consiole- J *f'"~e *'" f"" realjar^seu toilette por iiuuu-
rar-se injuriosas, acerca de sua conduela
civil e moral; eo que oflzer sera imme-
'diatamento expellilo uo theatro, ou reco-
l.'ndu a cadtis, se a olfensa fur grava, a
juizo do inspector do Ihealro.
5. He intuir ment prohibido o jogo do
inlrudo, ou laprjar sobre os circu uslan
les tinta, go u.ua, agua, ou cheiros de qua-
jidade alguma; o aquelle que lirer ser
de assucar de nome Mariinho, da qual sel inmediatamente lanzado fora do tloatro
acha gravemente enfermo. Y i sei qual o 6. Ningue n po lo: a arraiic ir a mase ira a
flm o omi,ha do gente, a qual consta que
se dirigir para o ctigeuiio Merer a reun -
se a difTerentes pessois que alli seachavam.
Achando-mode cnninlio para a ci la Je de
(.oauna levo islo mesmo ao conhaci nen'o
do V. S. para dar as providencias que lu-
gar necessanas-
Dos guarde a V. S. maltas do engenho
Cutiba 6 dejanciro de 1852. Illm. Sr. co- to ser.1o
rouel Antonio K.aucisco Per-ira, delegado, t'ieatro.
destii lermo de Coiaiina. --Antonio de Araujo 8. No vestuario com que os masca rajos se
e Albuquerque, subJelogado. disfarijarem, n3o sefara aluz8o a nenhuma
Illm. sr, fiestas momento nesto ongonho I pessoa conhecida, nem as claaaes n corpora-
Itoa-Vista as de/, noras da nuito do da doiCdes da provincia, e se procurar, que Jo
hopa no mesmo instinto live aviso da lo mesmo vestuario seja sumare decente, como
pelo inspector Romualdo Primo Cavbante'couvem a reuniflo publica, (juein se apre-
t Albuquerque que para ossa cidade so ^sentsr deixanJo de cumprir eslas duascon-
pessoa quo a trouxer ; e aquelle que o con-
trario lizer sera immediatainente preso a mi
nha ordem.
7. Em urna reuniAo de pessoas desconhe-
cidas pelo seu disfarce, exiges boa ordem,
que t "ii ham urnas para comas oulrasa mu n
attcnc3o o urbanidad*.; e por tanto as pes-
soas, que tiverem comporlamenlo oppos-
immediatameote expulsas |do
dirigiam os sediciosos que me agredirn!
como j Iho coininuniq iei, e juntamente
otitros qin a eslessi roumrain. A vista puis
do espostu V. S. tomara as justes medidas
quo bem Ihe parecer.
Daos goarde a V S. engenho Boa-Vista 6
de Janeiro de 1852. lllm.S'. coronel Anto-
nio Francisco l'ereira, delegado do termo
deCoianna.Anloiiiode Aiaujoe Albuquer-
que, sub-delegado.

(.(mu iHincado.
Documentos que se re\ere o njfcio cima.
Illm. Sr.He dever meu communicar a
V, S. para que se ni. ti do lo, i ao ronheri-
mento do lxm. Sr. piesidente da provincia,
(le que nestes ltimos das depois do da 3
de Janeiro corrente, se lem dado nestt ter-
mo aceas que lem posto em desassocego
maior paite dos habitantes pacficos do mes-
mo, que cont-.ni os aeofl das ameagados
I ela-. vendidas que Ihe sflo promettidas por
varios grupus de facinorosos armados, que
tem percorri lo o deassado varias casas Je
engeuhos, fazendo aineaqas nos seus p'o-
prieUrioi e impundo contribuicfles Je mu-
nicAes de gueria o bocea ; o que ludo toin
dado lugar a retirada da maior parte dos
proprietarios e o escondimento do suas fa-
milias as matas, para p-la assiin a abrigo
do insultos a sua vida e honra, j pouco
iuiportaiidu-lliesa prupriodade que esta in*
teiramenle moic dos ditos bandos.
Fazendo a V. S. a narrarlo de lodos estes
gravea allantados, quo ja teem sidoarom-
pa libados de esbordoa melos, br i ment*
o me djzem que at o de uina ou duas mor-
tes, julgo nlo dever passar em silencio que
a causa dada por todos estes perigosos e
criminosss excessos he o absurdo e especio-
so pretexto, criado por conheciJos inimigos
dos principios da oidem de que he preten-
do do paternal governo de S. M. I. a re iuc-
g3o a escravidSo de pessoa livres, para o
que dizem ter sido promulgado o docrelo
imperial que trata dainscrip^ao dos nssci-
lucillos e bitos.
lio para mim em extremo doloroso, ao
i. r conta de taos acontecimentos, nSo po-
der riispeiisar-me Jo communicar a V. 8. do
que ha hem fundadas suspeilas de que essa
miseravel especulacao operada sobre a cre-
dulidade [e iguoi am-iii da parte a mais rude
da populaba o he geralmenteMtribuida
sugestdes d'aqoelles mesmos desordeiros,
que lem servido em lodos os lempos a p
constantemente em.alarmaa tranquilzale
publica, cqueadquiriraui triste celubri la-
do as se lices passadas, '
NSo po leudo nem deveodo por mim se-
ment empregar pruvidencias, que servis-
sem a por barreiraa a esses transbordamen-
tos, procure!, de accordu com o digno de-
legado do termo, o coronel Maoooi Thomaz
Itodrigues Campello, tomar aquellas que
entre ambos fos-em combinadas, mas res-
pondendo-me este que tiolia de se dirigir
a capital a ter entrevistas com o Exm. pre-
sdeme da provincia e com V. S. para a
ambos expor o desgracado estado do termo,
lico aguardando a chegada desle, e a com-
O MEDICO DO POVO.
li nun verba.
Olinda, 27 de setembro de 1851.
Illm. Sr. Or. Sabino Olegario Ludgero Pi-
niio tem a Sr.' D. Rita Francisca de Albu-
querque urna cria forra de nome Josefa que,
segn lo ella me informa, na i lado de um
anuo foi nccnmmeltiila do nervoso, a que
Ihe chamam molestia do ar; o armo passado
liianJ) coutava qualro annos de idade co-
nbeceu-se perfeitainente a natureza da rn-
fermidade por apres-ntar os seguintes
symptomas: o olho direito sumido, perna
direiia rclorsida, febre, e grandes dores de
cabeca; na Influencia da la deitava san-
guo pilo nariz, repuxavam-se-llie todas
as partes do corpo, como qoe queriam que-
brar-se, o de voz em quando, tal vez pela
gratule febre, licava como assombrada, o
julgava a pmpria doento que era mordida
poralgum hito, e por esta causa dava gri-
tos, e Ihe principiava urna forte convulso.
A molestia nao tinha regularilade em acom
metle-la, o quasi todas as semanas era ata-
cada, a puni de se Ihe nflo julgar vida.
Nestn oslado a mesma Sra. cima, me pedio
um altostado para V. S. Iho dar algumas
do/os homo' i,i o ve is, visto que os reme-
dios caseiros aplicados por ella, e os recei-
tadoa por alguna Senhores mdicos sendo
demasiadamente acres, a crianza oa uo
podia beber; e com effeito dando V. S.
algumas dozes foram suflicienles para lie ir
peifeitamente curada a crianza, que at o
presente nSo foi visitada do i. ai que pade-
cia. E visto ter sido meu o alteslado, por
meio do qual conseguio a Sra. D. Rita esse
curativo do sua cria, eiitendys ella que
devera sor eu mesmo que dirigfsse esta car-
ta agradecen lo a V. S. tflo grande beneli-
cio, o que executo com prazer por amor da
verdade.
Aproveitoa occasiSo para significar a V.
S. os signars de minha estima, rtspeito e
particular considerado por ser
De V.. 8.
silencioso venerador e capelln
O ronego cura, lllarcclllno Antonio fornel-
tas
A enanca de que falla o Rmo. Sr. conego
Dornellas ua carta cima, tendo licado com-
pletamente curada dos espasmos ou con-
vnlsies ; eclampsia !, conservo:! por alguns
mezes a impossibili lade dse por em p,
tanto por ter a perna dimita relorsida, de
modo que o joellio licou muilo para dentro
e o p muio para fora representando a fi-
gura de um K, como porque os mscu-
los nao linham a devida forcti para se oppor
ao peso do corpo. A Sra. 0. Rita ja se
achava satisfeita por, v-ln livre dos spas-
mos; mas enleudeoJo nos que talvez po-
dessemos conseguir a cura dessa defonni-
dade, assiin livrar a inleliz criaoca dos
pozares que em i lado mais crestuda ibe
olla causasse, maodamo-la vir A nossa pre-
senta para meltior examinarmos a lesSo,
visto torsi lo bito seu curafivo al essa epo
diciics, sera expelltdo do Ihestro.
9. Ninguem pndor oceuparo lugar desti-
nado para as contradanzas, em quanto ellas
se lizerem ; e estas -o o dirigidas pelo ad-
ministrador dntheat'o, ou por pessna para
essse l. ii por elle designada.
10. A aulonJaJe policial, encarregada da
in-peccan Jo Ihealro,devela vigiar quo den-
tro delle, ou no recinto destinado psra o
bailse observes ordem, decencia e silen-
cio ii '-.s, i i ., Tazando expelir delle os que
o merecorem, prendendo-os, procedeodo na
lorma da lei, se o caso assim o merecer.
Secretaria da policia do Pernambuco 27
de fevereiro de 1851. O cneb de polica
Jernimo Martiniano Figuotra de Mello.
ai
Ogro-anner pode sor considerado como
urna vanedade do buzman. Ello Irequenta
os lugares pblicos o particularmente os c";,s|ueravel exercito dos la Iroes.
- meetings onde manifest sua presenca por """marque ellas sao mais temivei i
m.u%7^ PProv.ao edePre- ["ais sagazes piel.-pocl.eu. Umr.ctoHmui-
cod^proiUat .iMes'no
vadorea profundos; elles sabem que um ves- 'i, constitue uina segunda variedade; osle <"C0 dos juvens ladtas Elista em Londres
rouba nicamente nos templos. Elle tein oeD,'Xo uo nome de Ihieves kilchen ( covi-
conviCQ3o da verdndo da igreja ostabelecida, "h,s P*r 'driles ) ver.la le ras escolas do
lem o lio aos papistas, aos quass inquieta. I fur,"r-
O/oo;ar nao dibre do buzman sono nos Oscosti.mes muitas veze descriptos do
processos : elle opera com a assistancia do noS!,us tfuOes da media idade nada tem quo
um cmplice que he encarregado de corren- campire com os coslumes que encun-
do dolar por ierra as possos que andan, a tram-se nestes covis. Meninos de ida-
p : lluozer aproxima-se entao do infeliz que lle m,i9 e"r" "m s3 anplicadoa Bs ooera-
esl lio chBo e emquanto elle o ajuda a le- S as m*'s d|f"ceis do oflicio. Um olllcial
vautar-so com deinonslracOes do urna des- a" bolicia centava ltimamente pe ame. os
velluda sollicitude, executa o seu trie*. O ""gistrados que havia surpreber.dido um
dinger, assim chamado de urna palavia ti- 'drSo jubilado que professava um verdadei-
rada ua gina, e que exprime a ac$So de des- r, cu^so ue en8i" para uso de meninos ,
fazer-se de um obj-cio lancando-o fra, he
uuia outra vanedade, porin pouco impor-
tante do buzman. O /eweller (joalheiro) he o
que requeslra mulberes e lhes furU suas
jolas.
0 kidnapper attrahe os meninos para lu-
gares afastados e os despoja. Tamben, sfio
chamados tutl.j prigger (que furia roupa
lilla.)
O lincc/ier ;da pahvra da giria vinch fur- fcilmente quanto um sys'ema de nsino
Por toda a parte, dasenos nds, um vestido laP UObatxo do pretexto de trocar urna moa-1,3 s,bi"n8r"8 combinado e applicado com
decente he urna poderosa recoino.endafao po-, Ja) J d rigor^Sexcessivosdevea proveilar eduCacJo
:^:;^ZrZ^"::^:z^^ "2;. proba0biJ,d0ad,euedep"breocm *-i~r:DiSte mo'. rlv 5-
que, goda em Franca uu, par di dragonas i ex"- "o sempre com um profundo espan- V*W* crfaturas vem a ser muito |eedo ver-
na Inglaterra urna ancora estampada em um l0 uue a gente v imbeceis deixarem-sa lo- j"81/-- flegellos para a sociedade. NSo ha
closidadea accessorios de um rlt'cito notavel,
como por eaemplo um cabello admiravelmeute
Ul "II i lo, mu i cadeia de chrysocala, sem es-.
quecer como uecessario a cbioatinba do sport-
mu. Mas o que deve completar a illuso, ao
aeu vr, he a llortinna que traiem com gra,a
enlre os labios: syiubmo encantador de inno-
cencia e de candura Como snppor com effel-
tu que o gosto pelas llores, o qual procede de
una .1. lie.id.-i i esqulsila de acuilmemos, possa
alliar-ae comas inclinaces depravadas '
Felizmente os eucarregados da policia que
quasi nada sibem dos mysterios do coraco liu
mano, conheccm melhor os coslumes dua rato-
neiros, e se atguem lie viclima desta especie
de idyllio, nao sao 01 rrmi'aii.L de la bleve, para
os quaea urna flor que ae balauca na eatreml-
dade de um beico he um signal que os adrerte
de ser vigllaute.
dos quaes o mais velbo uo tinha oit
annos.
No centro do um casebre inbtido eslava
estendida urna corda da qual penda
urna casaca, em cujas algibeiras achavam-
se alguns quizos. Os meninos eram obriga-
dos, sob pena de correcto a tirar estes gu i-
zos sem faze los soar e sem imprimir o mas
I:i; oro inovim.oito a corda. I'.ide-se. jnlgar
ta rasiio entre os defarces mais usados, o zes l'OUCu pcrspicazes, o trocador Ingloz niiu
vestuario de inarioheiro o'erecc preciosos re- lem proabilidade de obter bom resultado
cursos para arredar a dcscoulianca e captar a sooao tratando Com lulelligencias as mais
benevolencia de un. publico inclinado o nlilus.is
urna lerna prcdilec(o para con. o personagem O sn
-----3------------- mj w tm i. i ib I l]t raunicacao das In.lrucoes sobre asquees cha por ioformacOes. Viudo ella, senlo
por nos apreseulad a dous colbgas, jul-
VAKliADJ.
CURIOSO) \I>E| DA INGLATERRA.
Os ratoneiros de landres.
11 -d e o reinado de Isabel at I sos, a le in-
gina estatua a pena capital para o furto sim-
ples, into he, para o roubo que nao apreienta
ueuhutna das circunstancias particulares, que
em nossa legisiacao graduam a crhninalidade e
facen, variar a penalidade. Por mais rigorosa
que possa parecer hoje uina til disposico, ella
era ento neceasaria pela mulliplicidade dos
delictos e pela audacia dosdelioqueaies. A In-
glaterra nao havia ainda chegado ao deaeovol-
vimenio mi In.iiial e commercial que em notaos
das ihe perinilte fa&er subsistir pelo trahalho
nina popularn, cujo numero leu. n.ats que du-
plicado no mi le v al lo de utn seculo; a miseria e
a depravaco dos coslumes erun naquelle tem-
ppaparlilha das classes populares, cdebalxo
de iguaes condiedes a prosao do roubo nao
podia deixar de estender-se c loroar-ae auda
A severidade mesmo da le nao ioliinidou os la-
drOes, he provavel que ella contribuase pode-
rosamente, sinda que de um modo iudirecto,
para operfeicoar sua industria tomando a astu-
cia mais necessaria. Tesiemunhos de unta ou-
tra poca contirinam ludo o que sabemos da
ousadia e dasubtileaa dos ladroes inglezes. As
inodilicacoes feitas por ditTerentes ve sea aa le-
glalacocrlinioal nao auginentaram de neabum
modo o perigoa este reapeito; porin pde-se
a lli i o a r que com o favor do scntimenlo de hu-
mi nuil i Ir que restringi a applicaco da pena
de morte, o numero dos ladrOes tem augmen-
tado consideravelmente. Londres conta pre-
sentemente cincoenta mil individuos dados -
pratica habitual do roubo, isto be un. habitan-
te d'entre quarenta eaerce alli esta criminosa
industria. Pde-se f.uei fcilmente uina ideia
da nniiM'iisii perigo que esta populacho perigo-
faz correr a seguranca geral. Utn calculo
que parece exacto, avalla em 40 inilhoes de
francos o muame dos roubos annualuiente
cominellidos s na cidade de Londres. Taes
tactos serian, certaineulc proprlos para im,
lamentar as generosas Inspiracoes da lei, -se a
gencrosidade podesse rollar sobre seus pro-
prlos muvimentos.
Todava nao he raro ouvir dizer-seque a se-
guranza particular lem feito notaveia progres-
sos ns Inglaterra. He verdade que as estradas
publicas eslo quasi purgadas desaes teunveis
baudidos que debaiso dos nomes de hiah tvo>--
men, de Jontpats, de spleemen eran, o terror das
viandantes; Jonalaa Wtld, Paulo GliUbrd, Jer-
ry Abersbaw, e nesles ltimos lempos o famo-
so Hajoes, desappareceram levando coin.igo o
segredo das espedicea aveuturo.as e dos assal-
loa audazea. A imaginaco est deaasaombrad-i
as estradas reacs. O pruprlo Tamisa nao be
01 n, sulcado como no bom lempo pelos caval-
leiros Unciros (Uylit liurjrmrn), pelos procurado-
res deaveuturas (seujjlc UunUri), peioa cacado-
rea da agoa doce {gante watermen), e o que reata
anda destes cursarlos em uiiuiaiurra: nao po-
de lembrar ho-nosamintc aa pocas que prece-
onage...
de Jack, o qual ind.vidualisai aa asplraces do
povo iugle. Quein nao ten. ouvtdo as tocan-
tes narraces do falso Jack nao sabe con. que
abundaucia de particularidades e com que pa-
iheiico, a imagiuaco dos ratoneiros pode bor-
dar sobre a lela un. pouco usada de una tem-
pestade e de uu. naufragio. Ksta pequea co-
media nao deixa de iuteressar sempre ; ella d
aosupposlo Jack o direito de ludo eu.prehen-
der com o favor da eiuoco que leu. sabido
produiir.
Todava o plrk-pockel que tem importancia,
despreaai o papel de um inarinheiro breado.
Para este he mister uuigalo e a ancora de ou-
ro na galla. A despeina do proverbio, l-.lle s
tomar o que justamente he preciso, tdle da-
r a si no mu.i unta couiinisso sen. garanta do
governo, e orgulhoso de seu vestuario, Ir aos
clubs eaos saldes narrar suas peregrinaedea a
iiave/ do ocano. Elle ser tratado com ter-
nura pelas mulheres sensives, as quaes que-
rero ouvir de sua bocea as ultimas uuiciasda
expedicn de Sir Joan Franklio, c ser bem
aculhido dos Ihiiiii :is que querein esclarecer-
se sobre as melbore operacesque devem ten-
tar na Australia. 0 olllcial de fortuna trium-
pha; elle fas admirar seus couheciu.eutos pra-
lcoa. Mobaahi nada que deva espantar o
undler nSo he propiamente fallando
um pick-pocket, porin sua industria diri-
ge-se ao mesmo fiw por meio de manobras
extremamente variadas. A ancdota seguin-
le dar urna idea desla especie de roubo;
ella he muito recente. U.na pessoa vestida
com trage de ecclesiasttco apresenta-se em
casa de um dos primeiros ourives do Lon-
dres e pede para escolher algumas obras de
ouro; agrada-sede seis colheres pequeas,
manda embiulha-las e paga. Elle mostra
depois o desejo de preseotear o bisao de
Winchester con. una pe^a importante. 0
ourives apressa se Sin a presentar aos olhus
do comprador os ohjectos os mais preciosos
que tem em sua loja O ecclesiastico mostra
alguma indiciado; uo sabo, diz elle, soo
ubjecto agradar a sua excellencia. Alim de
remover suas ddvidas, pe le ao ourives que
mandd umde seus caixeiros ao palacio do
prelado com alguns ulijeclos que elle esco-
be. O negociante assenle a esto desejo.
Chegandu em casa do bispo, o eecbsiastico
pergunta a um dos criados por urna pessoa
que o.lo n.iv.i estar todos os dias i mesma
hora coa. o prelado. Diz-se-lhe em respos-
iawS {"n I! */7"ie"u<.,<". m,*maVlV '* 1ueestt ve.soi esta en conferencia co
AcaitemiiisJIuctuantes (liulk ou balelaoj de Wol-
Willt, tle I ll II un, de .- he, i ne., OU de llepll .i ,|
Todava o velliaco est desttoado para viajar :
deve succeder infailivelineule t|ue uosso caval-
lclro de industria vogar siinplesmente para a
trra de Van-Dieinen, ou para a nova Galles do
sul, porin na quahdade aeconvict, e desta vea
con. a garanta do governo,
O swetl-m plck-pocket. Elle ten. o uso das bellas inanej-
ras e Irai luvas frescas nos das de festlvidade.
as corridas elle he um sportman consumado :
na opera um diletante delicado ; na taverua un.
conversador lnesgotavel Poder-se-hia fazer
delle sena muila desvantage.n una inembro do
Parlamento; porin elle he Judeu e tem o p
chato. Com ludo algumas vexes elle be chrls-
to e ortbodoxo, porin he rapas de Jogo de
brilhar. Ninguem se Icmbra diaso, to boas
tiiaueiras elle tein. Elle ainava o prazer, ama-
va a vida faustosa, ei-lo agora ratoneiro ou
pck-pocket. Oawell tnob be un. vi-jante de-
sua excelbncia, e que nao he possivel ir
chama-la; poim que ae quizer esperar no
locutorio, a preveuiriam logo que a confe-
rencia termiuasse
0ecclesiastico em consequencia disso, di-
nge-se para o locutorio acouipanhaJo do
caixeiro; mas apenas entra ah, apalpa as
algibeiras e uiz que seesquecera uas sei
colneres que titilia comprad), e pede ao
caixeiro de ler a hondada de ir busca-las
Porin apenas esto sabio, deixanJo as mSos
Jo ecclesiasl.co us ubjeclos distinados a se-
rena api escola ios ao hispo, o santo homem
deixa por sua voz o palacio sob o pretexto
de ir atraz dopaixeiio, e foge por un, oulro
caminho. Este ungido ecclesiastico era um
swindler.
as tiolos de um ladrSo audacioso, a pra-
tica do swindler pJe dar tugara opera-
cldido. Elle visita lodosos centroa Ue prazer, (Oes imnions.s. Os principaes negociantes
e particularmente oa banhos de mar. Elle re-1 de Londres lembram-se do famoso RicarJo
quenia os r.ilways como um passeador apa-1 Costar que fez solTrur pomas immeusas ao
zonado. Elle he conhccldo neata qualldade commercio de 1815 a 1817. A vida desle
pelos cmprrgados que Ihe d a os bous dias ;
mas succede-lne algumas veaes engauar-se no
ii ni do caminho con. a bagageu.; coma nao ba
de ser assim se he lo distrado!
Oswel inob fae-se anda uotar por sua assi-
duldade eu. lodos os meelings, qua quer que
sejaoparlido a que perlencain. t.baii.aui-uo
rvl'aruilsta; elle o deve ser, e cstou cerloquea
mais luipurtante de lodaa as reformas sena pa-
ra elle a da iusllluico da polica que o vexa
hl'll IVelllieille.
As diversas clasaes que ae collocam abaixo
desle lypo brithante, invcjain-no e eaforcam-se
por couceuirar alguns de seus reflexos. Como
ellas perteneci a* protisses as inals cotu-
muna, nio teem esta dlsiincco de maneiras,
que peru.itle ao swell mob alteciar de dalgo,
quaudo assim conven.. Euiquanto eate se ex-
ercniein um Ihealro elevado, seus mulos ro-
jal.) uo fuodo. Nao he a audacia que Ibes falla,
ilion atiismo daswell inob.
Faremos couhecer para inslrucco de nossos
leltorcs as pru.cipaes praticaa empregadas pe-
los corta-bolsas. Eis-aqui em primeiro lugar o
human; elle pralica o genero de roubo que
us cnaiiianiaa d la tire. Este nao he ueo uaa-
aveutureiro foi das n. n. oxiraordinanas.
Coster era natural do Oxford : elle tin ni si-
do ao principio carrocairo. Em suas fre-
quentes viageus a Londres foi seduzdo pe -
los all ali vos de tiltil .grande ciiiiJoeni-
solveu morar nella. Elle eatabeleceu-se com
a prulissao do espicieiro. Pouco depois fal-
li esilfreu urna ptis3o. Ouranto sua de-
leiien acnou-se em contacto com as bzes
la sociedade. Elle aprendeu com seus com-
sivel couhecer o mime o dos individuos em-
pregados nesla especio de trafico. Desde o
pawnbrocker ou emprestados sobre penhores
al o algibeheda mais baixa ordem eo das-
tman ou mercador de ferros vell.os e de vi-
dros quebrados,conla-se urna inlinidadede
prolissdes intermediarias que'se ligam
profisso do encobri.lor. Mulheres velbas
que ..' -i-i in.i -o a toda hora do dia as ras
as mais immundas de Whitechapel compram
aosjoveds ladrOes todos os objectos prove-
nientes de sous i ni i iv Um desles pequeos
:; lionas que eslava ainda no principio de
sua carreira, pftJe no lempo de seu proces-
so, indicar o nomo e a morada do setenta e
tres destis harpas com as quaes tinha lido
relaces de negocio? 0 grande numero de
P""u is que tem abraca lo este ramo de com-
mercio nao deixa nenhuma duvidi sobres
aciividaledas IransacOas s quaes elle da
ugar e sua alta propnedade. Temos linal-
m-nte, um exemplo famoso na historia tan
ramauesca d'lkey Salemon que deixou um
nomo illustre entre os ladrOes e arJquerio
em seu oflicio urna fortuna que era avallada
em um iDilho de francos. A vida desle ce-
lebre protector de roubos esta chcia de
aventuras e das mais bellas poesas.
Por Tin a sorte o trahio e e'b foi enviado
para a colonia penal d'Hobart-Toavo onde
vive ainda, seas informad-oes que temos sao
exacias.
Porin seu nome he anda resucitad i por
s.i.s antigos Client'S dos quaes foi a provi-
dencia, lle a este homem precioso que se
devem as regras actualmente observadas pa-
ra a compra dos objectos roubadoa. Antes
delle, ns ladro 's oran, dovorados pelos pro-
tectores avaieiitm. Ikey Salomn faz ces-
sar este abuso estabelecendo presos fixos
para os arligos similares. Eslas tarifas sao
seguidas anda boje em da.
Os coslumes dos ladrOes inglezes apre-
aentam tragas onginaes e singulares. Elles
foram pinta loa em seus caracteres gerses
por Carlos Dickens no seu romance intitu-
lado os LadrOes de Londres. Havcria ainda
um estudo curioso que fazaai acerca de
de sua lingua privada, Ella tem o tom
mofalor que convem aoscostuines paraos
quaes he bita exaressameots. Ella ein-
prega algumas vezes mingeos vivas quo
pinlam enrgicamente os objectos. He as-
sim que o resto he nella chamado ; a pagi-
na do titulo, o frontispicio ttiltlt page) ;
a memoria, swallow ; ii iini e andonnha
i eiiiini lo desie modo em urna s ideia tudo
o quo ha de profundo e fugiiivn nesta b-
culdade do homem. Wall fluwers he o
nome que se da por urna analoga agrada-
vel aos vestidos velhos exposlos em casa
dos adelos; he lamben, a flor que cresce
sobre as paredes e que chamamos pari-
taria. A agoa he designada debaixo do no-
P-inli iros de pn-o a pratica do roubo el ate d'alt d'Adaul. A boca cbama-se a enga-
moslrou I o blizes disposices, que foi ms- nadora (mummer), lambem o moinho mili;
lado a licar com elles. Coster aproveilou-se o magislra lo a oaixa preta black box; t
deram a crea,o moderna de una polica espe- i rluheiro, neio Jooola, po..u o bendigo (especie
cial para o Tamisa. 8 de toucadoj com que cobre a cabeca deixa pre-
Debalde se procurarla hoje em Loudrea a. sumir uto meuabro do Ring, elle cunta como
maior parte deatea bairros iniaterloaoa que ser-J engao. Sua consunta occupkco be vadiar,
viain de covll a estes crlualnoaos e cujas uo- visitar os alcouces, procurar a uiullldo, e ai
anea s por ai fazlana tremer de medo. As'das algibeiras que nao eatlverem bem l'echa-
ruas Sombras e tortuosas deSo-Gilles e de f alas! A muttldo tumultuosa, eis-abl o seu ele-
iVestiuiuslez csiao substituidas por estradas ment. Logo que um farejado ma presa, o
do beuelicio de um vil provisorio quo aca-
bava de p.s.-ar em favor uos devedoies quo
uo po iiaui pagar suas dividas e foi posto
em liberdade em I8IJ. Sabindo da pnso
elle abri um cal que veio a ser o poutu de
reunan de talos os swindlers do prollss3u.
Esto estabelecimenlo veio a ser o centro da
optiraco do mu vordaieiro han lo de la-
drOes Jos quaes Coster era o chefe.
Logo depois elle alugou cinco ou seis ar-
mazens oa cidade e formou ah dttTerenles
comnjercios debaixo de diversas liruias so-
ciaes. Deu um grande crdito a cada urna
dostas casas por meio de informarles ven-
tajosas que cada urna deltas dava sobre a
importancia dasoutras. Coster regia apar-
te urna casa para qual eram levadas toda*
nata cunhada, o bastan de robio bob ttick.
Paremos com medo dedaraalgom philo-
logo recantemeuta aliado do boarding-
school ( Newgate ) a occaaiao de nos olbar
como um nuvicaj que balbuca a lingua da
Terra Santa (o antigo Sao Gil)o de nos
declarar no caso de soU'rer a pena que se
infling, ordinariamente aos estudsntet e
que ero termo de flash ou de gina, chama-
so snanttiga il escola,
Ftrri.
(lU-traUan)
< 7
>
r o.
J MUTILADO
i


f
3!
4>
COMMERCIO.
ALfANMCGA.
Rendimenlo do dil 1 ... U:766,325
Disenrregam hon 20 dt (eveniro.
Brigue sueco Jult firioha de trigo.
Brigue austraco -Eminj" 'J*m-
CONSU1.AOIBGERAL.
Rendimenlo do di* S 18
dem do da 19.
, 46:008.719
4:339,196
50:347,945
DIVERSAS PROVINCIAS
Ra#di ment do dia 3 18..
dem do da 19......
2:891,370
112,051
3:003,421
Exportaco.
Rio de Janeiro, brigue braaileiro vence-
V.lementot de anatoma i phhiologla com l-
tanpas, pira os eurioioa em homceopathia.
Hoga-se aoa senhores asiignantis o ob-
sequio de mandar receber seos exempla-
res do consultorio homceopalhico da ra
dai Cruzes a. 28.
TRATAMENTO HOMEO-
PATMCO..
Dll MOLESTIAS VCRial*!,
a conselhos aos doeoiea para se cnrarem a
si mesmo, sem. precisaren! de medico,
pelo professor homoeopithi
Gosnt-ltimont.
Sahloi luz e acha-se a venda no consul-
lorio taouiojopalhico da ra das Cruzes n.
g. pelo preco dw 1,000 ra.
Avisos martimos.
Para o Acaracu' e Cear su lie
^XM&Z$SZ SaTui. em poucos lias o patacho Euterpe,
, 4o di- recebe carga para os dous fui tus a
iidi, 'fretes commodos : trata-se na rua
do Apollo armasem n. i4, ou na
rua da Cruz,n. 33. com Luiz Jos
de S Araojo.
Para a Baha, sahe em pou-
cos das, a veleira escuna Tenta-
dora : para o resto da carga e pas-
sageiros, trata-se com o capito ,
na praca do Commercio, ou com
Novaes & Companhia, na rua do
Trapiche n. 34-
Para o Porto
Seguir com muita brevidadn a baroa por-
togoeza Boa-Viagem, capitfio Antonio Fer-
reira Leile Jnior, lem buns comino Jos para
passageiros e carga : trata-se oa rua do Vi-
gario n. II, ou con. o capitfio na praca.
Para Lisboa.
O brigue portuguez S. Domingos forrado
e pregado de cobra deque he caoitSo Ma-
noel Gonealret Vianna, recebe carga e pas-
faKeirosaosquaesolTerece bons commodo-:
a tratar com o referido capiUo da Praca, ou
com o consignalii 10 Joaquim Ferreira Mon-
des Guimarfics na,rua da Cruz n. 57 segun-
do andar.
Para o Rio de Janeiro.
Sabe impreterivelmenle no da 21 do cor-
renle, o patacho brasileiro S. Jos America-
no, aiuda recebe alguina carga unirla o es-
cravosa frete : a tratar com o consignatario
Manuel Alves Guoira Jnior, na rua da Cruz
n. 40, ou com o capitfio Tbomaz Pereira
Lagos.____________________________
arroba de assucar, 513 saccasarroz
ts co n SOS arrobas e 20 libras de a
8 pipaiBzxitedeWrrapalo; 24 taboa
marello, 892 meios de sola, 53 molhos de
courinhos de cabra miudos, 1 caixinha bar-
ras de-prata.
Mediterrneo, patacho napolitano Fernan-
do Cortez, de 214 toneladas, conduzio ose-
goiole:--2400 saceos com 12000 arrobas de
sucir.
RECEBEDORIA DE RENDAS INTERNAS GE-
RAES DE PEHNAMBUCO.
Rendimenlo do dia 19..... 461,131
CONSULADO PROVINCIAL.
Randtnento d.idia 19.....2:611,548
Movimento do porto.
(Vaho entrado no dia 19.
Raliii (Odias, brigue sueco Emilia, de2l2
toneladas, capitSo F. F. Wulir. equipagem.
13 em lastro; a N. O. Bieber & Com-
panhia.
Navios sahidos no memo dia.
Rio de Janeiro hiale brasileiro Anglica,
capitfio Alexandre Jos Alves carga as-
sucar. Passageiros, Francisco Pereira da
Silva, com sua familia, Adolfo Bernardo
Beranger, Jofio Jos Piolo Jnior e 15 es-
cravosa entregar.
Aracty -hiate brasileiro Flor de Cururipe,
meslre Jos JoaquimAlvo-da Silva, carga
varios gneros. Passageiros, Manoel An-
tonio da Silva Junior, Joiquim Aolooio
Seguro, e Francisco da Costa.
Rio de Janeiro-.brigue brasileiro Vencedor,
capiian Cleto Marcellino Gomes da Silva ,
cirg assucar e algodfio. Gonduz 3 es-
cravos a entregar.
Mediterrneo patacho seciliano Fernando
Cortez capullo Napoli carga assucar e
caf.
Declarares.
-A cmara municipal desta cidade faz pu-
blico aos dono- de eslabelecimentos de
commercio, industria ou arte, bem como
aos donoa de carrosas de orregar fazendas,
quarsejam puxadas a mfio, quer por ani-
maes, que o mez de marco prximo futuro
he o designado pelo regulamento munici-
pal de 26 de agosto do anno flndo, queja
foi publicado, approvado pelo Etm, presi-
dente da provincia em 18 de selembro do
mosmo anno, para a cobranza, no pagoda
mesma cmara, das licenQas estabelecidas
pela art. 23 3." e 4. oa le provincial n.
284 de 9 de mu i de 1851, devendo os con-
tribuintes presentar conhecimento de ha-
verem pago ni reparlicio competente o im-
posto do banco, nfio s perleucent a este
anno, como ao anterior : aquelles que o nfio
izerem no mencionado teimio, Incorreram
as peuas cominadas em referido regula-
mento.
E para que cheguo ao conhecimento de
lodos se manda publicar o presente. Paco
da cmara municipal do llccifo em sessfio
ordinaria de 7 de fevereiro de 1852.Fran-
cisco Antonio de Oliveira, presidente; Jofio
Jos Ferreira de Aguiar, secretario.
Acha-se pre-o a ordem do subdelega lo
da freguezia de i'. Fr. Pedro Goncalves, por
andar fgido, o pacto l.uu creoulo, que diz
ser escravo de Manoel Francisco de Paula
Negromunte, lavrador do engenho Camello,
e foi pegado pelo meslre de campo Jos Pa-
tricio de Carvalho.
REAL COMPANHIA DE PAQUETES INGLE-
ZES A VAPOR.
No da 20 do crrante mez ,
espera-se o vapor inglez Te-
vint, com manda n le Rivett ,
dos porlos do Sul, o qual se-
guir no dia seguinte para os portos da Eu-
ropa : para passaiieiros, trata-se na agencia
na rua do Trapiche Novo n.42.
De ordem do lllm. Sr. director interino
faz-se saber a quem convier.que os exames
para a cadeira de francez e inglez, e para a
de rhetorica do colegio das siles em con-
curso, t' rao lugar aquelle, no dia 26 e este,
no dia 27 do cor rento mez ua sala do curso
jurdico.
TUEATUO E SIZABEL.
PRIMEIRO BAILE MASCARADO.
Domingo 22 de fevereiro de 1852.
A's 8 horas precisas a nrchestra executa-
r urna magnifica ouvertura, seguindo-se a
representado do gracioso enlremez intitu-
lado
OS DOUDOS.
no'qual osSrs. Germano,Bizerra e Kois.ran-
tarfio um engranado
TERCETO.
Terminado que seja o meslre sala dar si-
goal para comessar o baile, no qual s pode-
ro dansar as pessoas que esttverem masca-
radas.
Novas quadrilhas serfio executadas pela
orchestra. O theatro acliar-se-ha decente-
mente decorado e illuminado.
Precos dos camarotes.
Primeira ordem 8/000.
S'gunda 10#000.
Terceira 8/uOO.
Quarta 4#000.
Entrada geral. 2/u00.
As peslsoas que compraren] camarotes te-
rfio din iio a qualro entradas, a excessfio da
quera ordem que s se concedem duas.
Os bilneiesacnfio-sea venda desde j no
lugar do custume.___________________
Publicaces litterarias.
ELEMENTOS
DI
Homaopathia.
Sabio a luz a segunda parte desta obra
composta pelo profeasor homosopalha Gos-
set Bimont. Recebem-se assignaluras para
a obra inteira a (.000 rs., no consultorio
bomceopathicoda rua das Cruzes n. 28. De-
pois da publicacfio da terceira parte, o pre-
o sera elevado a 8,000 rs. para aquellas
que nSo tiveremasignado. No mesmo con-
sultorio, acha-se a venda ludo quanto he
nrcesaario para o estudoes pratica da bo-
mteopalhia, como seja : livros impressos
para Historias de doenies. regimens apru-
pnados para a provincia de Peroambuco, e
encarrega-a e de mandar furnecer qualquer
cncommenda de medicamentos homcBopa-
thicos, tanto avulaos como em caixas, em
glbulos como em tintura*.
No prelo : fatko/ei^iia do* medicamen-
tos brasileiro*.
Fugio, ou foi aeduzida urna pardinha, Paquete inglez.
de nome Archanja, de 19 anno* de iiade ''f,pe] paquete proprlo para cartas, no va-
levou vest Jo de chita encarnada, novo: ro por ing|el e 0hreiaa proprta* para o
comprada em 16 deste mez, ao 8r. Busca mtmo rut d, cadela do Recite n. 52.
Vida, que IheiToi remetlida de h. Anido; pe-, ..A|Uginl.se por lodo e qualquer preco.os
de-sn a lodae*as aulorldades, tanto civeis, arD)>9en, qlje g9rvirSo, para a venJa do ca-
como militares! a captura della, protestan- piuem frenleda praga, nBoseolha a preco,
do-se deade j, por prejuizo, peroas edam- dindo 0 ,|udor segUranr;a, aos alugueis,
nos, ao aeducior, ou quem a tenha acoita- trlla.ge com 0 8r- pimeotel em um dos
do; quem a pegar, pode leva-la a rua da m,8moi ,rm,ieg.
Cadeia do R'Clfo n. 17, aegundo andar, quo j T 0 bl0n,re| witruvio transferio a sua
sera gratificado. 'rfiidencla paia a rua do Rangel, sobrado n.
Na ruada Praia neceo do Carioca n. 7* onda poder aer procurado.
faz-aealmoQO e Jantar para Tora, com multa .. Na fabrica de charutos do aterro da
limpeza e asseio ; e quem nfio tiver porta-lBog vjsll) n 77_ cont,gui a matiiz, admit
dor para o conduzir manJa-ae levar em ieal.,e 0pjeiaes de cha.uteiro.
caaa. .. j0i0 j09C Lopes embarca para o Rio de
Por ser feriado para os negocios foren-|j,ne. Q leuescflT0 je Angola, de nome
Lses o da 23 do correntf, ca transferido pa- juflo
ra 2, as 4 horas da tarde, porta da resiJen-j .. Deseja-se saber se nesta cidade, ou em
ciadoSr. Dr. juiz deorphBos, a ultima pra- outra qualquer parle, existe Antonio An-
ca da casa da rua Nova o. 46, porvezesan- tunes da Silva, nalural da cidade do Porlo,
iiunciado nesto Diarlo. f que Vl.j (ia,u (,tl> na \q annoi>, e sua faini-
Oa contratadores da oonduefio em car- |lt n3o l(j[D llJo nollciag jeile, e para e-
ros funebios para o Cemileno publico f,s- gocio di aeu inleresse: roga-ae a quem del-
la cidade farem scienle ao respeitavel puoli- |9 tlyer nljcja> dingir-ae a rua de S Amaro
co, que nfio teom sedido balrro algumaa n-gf 8a0fr-sepquo ha a respailo,
pessoa alk'uma ; etcom os mesmos se PO'iaj^fjijjfj^^tf^jf^^ajHeHaatfi
dem entender: na rua estrellado Rozario pn|0 Uulguoui, Icutlsttt t
Leiltlo.
O ro rotor (il 1 ve ira, faraleilfio, por or
dem do Sr. cnsul da franca e por contada
liquidacfio do tallecido Eugene Gallyoi, de
um cavallo,com -cien e oulros arreius:sab-
bado, 21 do correle, as 10 horas do dia, na
estribara da rua de Apollo.
M
Avisos diversos.
alaria Gomes da Conceirjo roga aoa
credorrs de aeu finado filho, Jos Alves da
Costa queiram no praso do 8 dias.apresen-
lar aa ven ia da esquina da rua Velha, ron-
tas correntes do que o mesmo Ihes ficou
deven lo.
Precisa-se de 300,000 rs. a^urof, hy.o-
thecando-se um escravo : quem este nego-
cio quizer a/er, annuncie por esta rolOa. a oservico de qualquer casa, eoxinha ,
I>recisa-se de um menino de 12 a 16 j n(,omma e faz qualquer servico com pr-
annos de dada : na rua do Hospicio, junio fi)3o a tr,tar Cmz do Almas, no sitio
doquarlel, renda do lefio de ouro. dj genhora |>, Francisca Viuva de Manoel
Pergunta seaosenhorescrivioda sub-l, junl0 ao bj,0 d0 Sr. Tasso Ju-
dnlegacia do Poco da Panella, qual o motivo'jori
peque nfiu entrego 1 ao ascnvfio do jury, o j __' 0s abcxo assignados tendo contas e
processo instaurado, contra o soldado do 'ietras e a|guns aenhores tanto da praca
corpo de polica Pedro AntonioSibaldo, que como dQ mg|l0> estas vencidas; por isso
n. 3.
Precisa-se alagar urna prela de meia
idade, que saiba cozinhare engommar: na
rua do Trapiche, na esquina da Lingoett
n. 32.
Precisa-se -de um caixeiro para nina
venda : na rua da Aurora n. 28.
-- Jos Joaquim de Fana Machado, ret
ra-se para Portugal, a tratar de sua saude.
Preciaa-ae fallar aoSr. Jos Cabral de
Oliveira Vaaconcellos, morador na comarca
de Nazaretb, para se Ihe entregar urna caria,
vinda deQueixeramobim, provincia do'Cea-
r : na rua do (jiioimadu 11. 17, aegundo an-
dar, ou na rua do Crespo, loja n. 2.
-- Moreira & Lima, morajores naa Cinco
Puntas n. 40, que tendo um escravo fgido,
desde 4 dedezembrodoanno passado, pede
a pessoa que no Diario de hontem, annun-
clou ler pagado 110 lugar Jundia, um prelo
creoulo de nome Jofio, que declare se lem
os signaes seguidles: -- urna belido no olho,
m> 1 e.-ci i; 1 ao lado direilo iilgoinas costu-
ras, orelna Turada por trazer um brinco
quando fugio, ca a larga, nariz chato e bem
fallante, ese lem o escravo declarado qual
a uccupacilo du son senhor; assim como de-
clare em que Jundi foi pegado, se he Jun-
li de Una, ou Jundi da Escada.
-- Gouveia & Leite, exporlam para o Rio
de Janeiro, o escravo Vicente, creoulo, de 12
annos de idade, porconla de seu propriela-
riManuel Joaquim Souza Vasconcellos.
Da-se de qualro cantos a un con lo, ou
mesmo em pequeas quantias, a premio de
2 por cento ao mez, sobre penhores de ou-
ro, ouprata: na rua larga do Rozario, loja
de rniudezas b. 26, se dir quem da.
D9o-so 250/ rs. sob penhores de ouro
ou pra la 1 na rua das Cruzes, loja n. 39, se
dir.
Precisa-se alugsr urna preta para todo
servico de urna casa, sendo fiel e diligente :
na ruadas Trincheiras, no segundo andar
do sobrado n. 40, que na loja lem um velho
empalhador.
Joaquim Francisco da Silva Junior ,
deisa de aer caixeiro do Sr. Joaquim Jos da
Costa eSilva, da dala de boje em dianle ,
serve-se deste meio para Ihe agralecero
bom Iralaruenlo que do mesmo Sr. recebeu
durante 7 annos e 4 mezes, que esteve em
sua casa.
Existem 3 cartas, vindas de Lisboa, pa
ra o Sr. Jos Januario Soares Ferreira: no
escriptono da Viuva Gaudino & Filho, na rua
da Cruz n.66.
Aluga-se urna escrava parda, propria
Madama Rosa Ilardy, modista
brasileira na rua Nova n. 34.
Pelo navio Havre recebeu um liado sorti-
menlo das ultimas modas de Paria, como
sejam : chapeos de seda de todas aa cores
para Sra. e para meninasde7a 12 anuos ;
chapeoainhoa redondos franzidos com ca
pellas de florea e penachinhos, para meni-
nos, e meninas de 6 mezas a 6 annos ; um
sorlimenlo completo de chapos de palha
para Sra, menioas e meninos, da ultima
moda; ricos cepotinhos, manteletes, pali-
tos, de seda furia-cores o pretos ; ricos ro-
meiros, cabecOes de blonda e de linho bor-
dado, camisinhas bordadas, ricas tocas de
fil de linho para Sra.; mantas de blonda e
garca para nolvas, capellas, ricas guarnieres
de flores, 1 icos corles de seda branca lana-
da ; luvas de peliia enfulladas, e meias de
seda branca, o que ha de melhur em gosto e
qualidade ; bicus de blondee imitaefio do
da largura de 12 polegadas al urna; groa
de aples prato para vestido, mantas pro-
tas de blonde, ricos cabecdos de bloode px'-J
to, trausas de seda branca e de coros, para
eufeitar vestidos; um sorlimenlo de gros
de aples de cores escolhidas, para vestido
e c.polinho, que se vende a vontade; fran-
jas o transas de coras, e preta, para os mea-
mos ; flores, penachinhos pira lucas de
meninos, leques para Sra., luvas, de pelica
e de se la preta para Sra e meninas ; meias
dsela de crianza, ricos chapeos da paHia
de montara, e esparlilhos : ua mesma ca-
sa faz-se vestidos de casamento, vestidiuhos
de baptisado e manteletes de eucnmmenda,
por prego commodo.
--Olferece-se um homom para cozinheiro:
querv do seu piiislm o se quizer utilisar ,
dirija-se so becco da Lingoeta n. 12.
Joaquim los Guedes Pinto, embarca
estando pieso desde o dis 27 de setembro do
anno p. p paroce deveria ter entrado na
actual sessfio. Esse processo foi entregue ao
mesmo senhor escrivfio, pelo seohor escri-
vfioAthayde, preparado e susteutado pelo
senhor juil municipal.
Quem tiver para alugar urna escrava ,
que saiba tratar de urna cianea e Tazar o
servico interno de urna casa de pouca fami-
lia, com a cundo; 1.1 de nfio sahir a rua a di-
ta escrava : enlenda-se com o porteiro da
alfandega desta cidade, na diti repartilo,
das 8 horas da manlifia aa 4 da tarde.
-Desapareceudo poder do abaiio assigna-
do,uma escrava creoula, por nome Anglica,
esperam que as venham pagar : na rua do
Rosario loja n. 44, e se assim o nfio fize-
lem passarfio a ser demandados.
.Morarse- Soares.
OSr. que passou um valle ha oito
das, vencido em 3 de setembro do anno
p. p. baja de o vir pagar: na rua larga do
Rozario n. 44.
Deseja-se fallar com os Srs. Jos Joa-
quim Cavalcante de Albuquerqne, Antonio
Btrges Urdios, Manoel Antonio Coutinho,
e Francisco Antonio Pereira Braga para
negocio de seus inleresses, e por nfio se
saber de suas inoradas; queiram dirigir-
se ao eacriptoiio di Viuva (iaudiuo et Fi-
que lem os seguintes signaes: -all, secca, |||(J r(Jg d Cruz n 66.
lula, denles alvos, costuras andar calcada e __ i1)ao,.m josGuedes Pinto, exporta pa-
com panno fino as cosa?. Esta escrava es- n Q Rj() de ianeir0 0 geu esCravo crioulo de
leve ltimamente alogada ao senhor padre
inglez, esuppe-se andar mesmo pelo bar- 1 __ { g Fongeca iur,0r embarca para o
roda Boa Vista: quem pega-la recebe.a boa Rjo de Jjnejr0 0a seus e jera vos, Zacaras,
gralificacfio, levaudo-a ao seu seohor, no metei. e conslantina.
pateo do collegio. p.uijno Jos de Arruda, embarca para
O bicharel Abreu e Lima. RJ0 de Jaueiro 0 geu escravo de nome
-- Desde 7 de oulubro do anno lu 1 a-
cha-se fgida a escrava parda de nome Eu-
Trosina, baila, cheia do corpo, olhos pe-
queos, rosto redondo, com urna cicatriz,
proveniente de queimadura, peilos grandes,
um dos dedos de una das mfios espionado.
He de presumir que tomasse para a Paraluba
donde he natural e diz ler parenlea, e mes- Lcao, reside no aterro da Boa VIS-
mo porque ja ali Tora presa em outra, fgida g j offerece-se para
que flzera : roga-se portanto as authonJa- 1
Jes policiaes;ecaptfiea decampo a sua cap- curar homeopticamente as se-
lura.ea entrega : na rua do Livramenlo, n. ..nteg eiilennihiles e n5o Cll-
35, onda se gratificar u portador com o _.t,_
50,000. rando nSo tem direito a nenlium
--Silva AmorimA Companhh, aviza aoa pagamento, sendo chamado lojo
Pedro.
Cnrid;ule sem limites,
Sciencia sem privilegio.
Francisco de l'aula Carneiro
da molestia
e nao
medi-
-enhenes a rreiiiatanlcs do imposto sobre es
piitosdaproduccfio brazileira que nfio ven- no principio da mon.u. ,
de deste genero nem nunca vendeu : na rua tomando o doenle nenlium
vendado becco do Peixo Frito n. 9.
Roga-se ao
Olinda Can pello
Napolen Gabriel Bez: na" rua da Cadeia quaesquer OUtrOS instrumentos ;
le S, Anionio, onde foi a sociedade apoli- 1" 1 '
nea, que tem urna caita para entregar a S. grandes quedas OU pancadas por
S. em infio propria.
Pr.ci-a-sB de urna ama de leite, que
seja captiva : quem tiver e quizer alugar,
dinja-se a rua do Hospicio, Casa n. 34.
Preciaa se de urna ama, que lenba bom
leile, para criar um meniuo de 8 dias de
nascilo, forra, ou captiva: no ierro da. sarampo, e sarnas inda as mais n-
boa vista, loja de cls.do n. 58. t rebeldes, erisypellas, to-
--Piecisa-se de um hornern para caixei- "'"'"" jv
ro de engenho encaixamento, que nao te- da molestia venrea esypulytica j
nha familia e d conhecimento i lonco de bobas. seia de aue carcter forem:
sua conduela: no engenho Novo da Mu-
rheumatismos agudos, e emgerai
todas as niais enfermidades em
tempo que possam ser curadas.
iVTnS&imU ""o alopathicoe mesmo ca-
lo de dingir-se casa de seiro. Kerimentos de bala, ou de
inaiotes que sejam, respirando a-
inda o paciente; pleurizes, os mais
agudos e violentos ; febre amarel-
la, desenteria sangunea, hexigas,
sua
ribeca.
t)s senhores Bernardo Luiz Ferreira ,
Joaquim de Souza Teixeira, Jo-o Caetano
Pereira do Nascimento, Jos Ulano Ribeiro,
Francisco Ignacio dqMedeiros, Fraocisco de
Araujo Barros, Manoel Joa Soares de Aval-
lar, Patricio Antonio de Torres Bandeira,
Antonio de Moraes finio, Silvestre dos Rios,
e Clara Senhorinha Borges: queiram appa-
recer com brevidada em Dliuda, na rua de
Matblas Ferreira, sobrado n. 6 a negocio
que oa interessa.
--Offerece se um rapaz para criado daca- ca0 qualquer papel em milito boa
aa eslrangeira, e mesmo para acompanhar *. r .
qualquer senhor para fra da provincia ou eltra e por preO commoao.
mesmo para servir em alguma casa, do que Jos Aolonii/ de Souza Machado embar-
lem bastante pratica : na rua da Paz ( ou- ca para o Rio de Janeiro as suaaescravas de
ir'ora do Cano ) no fundo da coxelra do Sr. nome Dellina, creoula, Joaquina do gento
Joaquim segunda asa terrea, que se dir de Angola, d idade pouco mais ou menos
quem be. 35 annos.
Caligrafa
Na Rua do Arago, n. i2, se-
gundo andar, copia-se com perfei-
fi-aneez, offerece seu prest- #
moas publico para todos os *
nilsteres de sua protlsso : #
8 pode ser procurado a qual 9
quer hora e 111 sua casa, na 9
o) i'ualargadoRozarlo, it. 3tt, ^
seguiido andar.
OSr.fiernardo de Albuquer-
qae FernandesGama, queira man-
dar pagara subscrirao deste Diario.
No da 25 do crrante, vfio ser arrema-
lados por um anno, a porta do lllm. Sr. Dr
juiz dosoiffios, os predios seguintvs : a casa
terrea no hecco dos (Juarteisn. 29, avada-
da em 48,000 rs. annuaes ; nutra na rua do
Aragfio n. 9, avahada em 96.100 rs. ; outra
na iraveasa do Quiado n. f, avahada em 81/
rs.; outra na rua Real n. 33, avallada em
120,000 ra. : as pessoaa que prelrmlerem,
di'ijam-so ao lugar indicado, com os com-
petentes fia,loros', os ditos predios perlen-
cem aos herdeiros do finado padre Jos Gon-
(alio ; advrrte-sa que a arremataefio lem
Judias na forma da iei.
Arrenda-se um engenho distante desta
praca 9 legoas, com multas boas trras de-
ul.iniaoii. s, e cercados, muente e corrent,
veude-se na mes.na vecasifio em que se II-
zer o arreudamenlo, algUOl escravos, safra
criada, boiada muito lio >, carros etc. e lo-
dos os maisutencilios inherentes, a uecnssa-
rios para acontinuacao do mesmo estabe- accessorios tendentes a sua proficuo, asse-
lecimento : a tratar no primeiro andar do varando a tolas as pessoas que sequizerem
atierro da Boa-Vista n. 43. | utilizar do seu preslimo que nfio exige pa-
lima pessoa livre, e que tem servido ga alguma, nfio Meando os denles bem pos-
por muilasvezes de criado, olTerece-se a tos que nfio se possa deferencar dos proprios
qualquer senhor para se servir de sua pro- naluraes, e podendo-se masligar com os
flasfio, asseverando que aonfio dar mal com mesmos lo la a qualquer comida sem sentir
os seus serviros : q o, ni do seu preslimo se a menor dor nem ter receio de os quebrar,
quizer ulilisar, dinja-se a rua Velna, Ira- tambem chumba os deoles naturaes fura-
vessa da rua da Alegra, nos fundos da ven- dos da caria com ouro, prata e metal bran-
da, sita no mesmo lugar, a qualquer hora co, prevenin lo as>im a conliuua;fioda ca-
do dia. ria, dores e mesmo evitando por isso a lo, -
Na Boa Vista, na rua da caixa d'Agoa ma de passar a caria dos denles turados para
n. 6t, precisa-sede urna mulher para o ser- os oulros afios ; tambem lira podras ou ca-
vilo interno de urna casa. ras dos denles em geral, que tanto os dam-
Na piaca do juizo municipal do termo nefica e coopara para o mao ahto da bocea,
da cidade de Olinda, tem de se arrematar 2 nfio sendo tirado: o annuncianle a 10 an-
eases terreas, urna na rua do Jago da Hola, nosqueexerce a sua profiscfio nesla cida-
e outra na rua do Cabral, p'or execuefio de de, o os mullos exemplos que lem dado
D. Catharina Francisca do Espirito Santo, nesselonijo lempo, sera quinta basta para
contra Jos da Silva Braga e sua mulher. 8.**"'^'^ ^ _, _, n-,Mm
Rogase aoSr. Victorino Antonio Mar- OOOOO QQ tf Para biile.
Vendo-seceroulas com meias e enximen-
tos, para a raoaiiada de bnm gosto trazaren!
a perna bam feita,n por preco commodo : ni
rua da Cadeia do Recife n. 50 A.
Para bailes.
Filas de veludo preta e de enres propria
para sinlos de aenhora, vende-se na rui No-
va 0. 8, loja do harateiro.
Sal ,10 \ -s:i.
A bordo do berganti n nacinal Mara Liba-
nia, ven le-se superior sal do as-ii, os pra-
ien lentes podem dirigjr-se a bordo do mes-
mo na vi.Ka do Forte do Matto, ou a rui di
Cadeia do llecife n 14.
Vende-se muito em conta um bote ds
rorro, movido com rodas imitando um va-
por, tendo todos os pertences para velejar e
andar a remos 1 para ver e tratar em Santo
Amaro, atrs da fundiefio, venda de Jos Ja
cinlbo de Carvalho. ,
Na rua do Colleglo loja do encaderna-
clo n. 8, vende-se por prec muito commo-
do os segointes livros: os Mysterios de Pariz
com eslampas 5 vnlumes. Museo nivarsal 3
volumes, Nuiles d'i; i-y avolumes. Biblia da
infancia 1 volume, Rafael Pagenas do viga-
simo anno,2 volumes, Selle Pecados Mortaes
tvoluin--, Mi 111 o, i:\ de Baila Flor avolu-
mes, Quetino Duvard 4 volumes, Jofio eJoa-
ninha 4 volumes, Santa Biblia I voluma, Dis-
cripefio histrica do llrasil com estampas fi-
nas 2 volumes,Poesas do Pairo Caldas 2 vo-
umes, Mrquez Pylaorens 2 volumes, OJio
Velho nfio cansa; t vulume, Diccionario da
M mulla,1 volume.
Quem quizer barato aproveite-se.
No beco do Carioca n. 9 armazem de A.
P. Soares, vendem-se os seguintes gene-
ros, todos moilo novus e mais baratos do
mesrnu senhor, que nfio pague sonfio ao Sr.
Manoel Pereira Das, e que u a adiar leve-a
a rua do Abolln. 4, que sera gratificado
generosamente.
AOS DBtTES
-- J. A. S. Jane dimii-l.i, tem a honra de
avisar ao respeitavel publico, que se acha
r,-zi lindo na rua Nova n. 19 primeiro an-
dar, aonde estar sempreprompto a qual-
quer chamado, desde as 9 horas da manhfia
al as 4 da tarde; o annuncianle encherta
de um a tu lo-os denles, que por isso lem
um conpleto sorlimenlo de denles artifl-
ciaes, incorrulivois e de po rolan 1,111111 de-
lirados e do ultimo (oslo ; e toJos os mais

9

ra de provenir ao respeitavel publico %
queestabeleceu-se no becco do Tam- 5
Segeiro.
Alberto Prevosl sgeiro tem a hon-
tins, qoe declare a soa morada, pois deseja-
se fallar a respeilo do cabnnha Manuel.
OSr. morador da rua do Amparada
cidade de Olinda, que no dia 21 de oulubro
Jo anno p. p., pedio na paitara do Varadou-
ro da mesma ci
,los, por poucos
quanto recehia certo ordenado deumem-
pregado do mato, e at O presente nfio tem
pato : qjoira o f'azer no praso de 3 das, se
nfio quizer ver o seu nome por extenso nes-
ta lo ha.
Precisa-se alugar um moleque para o
ervico interno de urna casa eslrangeira O _
,|.....rji liel o si no : quem o tiver dinja-se
a rua do Trapiche n. 8.
Tinturara franceza, no aterro da
Boa Vista n. 17.
Tinge-se toda e qualquer fazenda de 13a,
algodfio, seda e linho, lano em obras como
em prfas e com moilo asseio
ado na palana do Varadou- q h-" ";"""-" "".'--''' q
dada, 50.0UO rs. empresta- ^ bia defronte do chafan z da praca da J*
das, d.zendo quo era em r Boa-V.sla.pn,neira cocheiraa esqur W
V da onde as pessoas que do seu V
';> preslimo precisaiom, oacliarfiosem-
O pre proinpto para servil-as rom bre- <>
2, vi lado e prego commodo. O mesmo
q encarrega-se de qualquer conceito
q tendente ao seu olcio. tg
Cornpras.
Comprim-se para urna eucnmmenda
do Rio de Janeiro, 2 escravas creoulas, ou
pardas, que tenham de 12 a 20 annos, el
, ass'rmcomo moleque que seja bonito: na rua Nova n. 16,
se alimpam casacas e outra qualquer i,.a se dir quem compra,
de pao, que tiver no loas, pondo-se como Compramse escravos rceoulos, rai-
novas e por precos commodos. CD0S 8 ?"1/"' de li 201annoj d8 "la'1f
O cirurgifio Bernardo Pereira do Carino com habilidades, ou sem ellas : na rua da
faz sciente as pessoas que s teropos Ihe fa- Cadeia no llecife, casa n.8.
laram e meamos quem convier a quizer.pa- Compra-se urna negra robusta de 30 a
r por me.o de um aju-te razoavel, oslralar *n mnos, que saiba coz.i.bar orngommar.
annualmente das molestias que possam-ap Pr"c< d" Independencir n. 7-
parecer, que tenham a bondade de virem a l Compra-se meia duza de cadeiras de
casada sua residencia na ruado Rozario palhinha, em meio uso: quem tiver, annun-
l.rga D.SO.para os podarl.ncaremn.de leus ?ie. ou dir.ja-se a rua larga do Rozarlo, lo-
chentes. ja de rniudezas n. 26, que la se dna quem
Na rua Nova, loja n. 60 precisa-se de as I"6/- ,. _..
ofliciaes de alfaiate, para obras miudas. --Compra-se um methodo de music.
-- Compra-se a casa terrea, oa ruados para frauta em bom estado : na rua da
(. ou urda, pnmeira casa ao ladodonas-
Copiaras 11.8, com chfios proprios, sea
guem sejulgar com direilo a ella : queira
no ,praso de 8 dias annunciar por ete
jornal.
Altenc3o.
Nova fabrica de chapeos de Sol no atierro
da Bua-Vista n. 22, acha-se um grande
sorlimenlo de chapeos de Sol muita
em cont, tanto para hornera,como para se-
nli n a, como seja de seda ou de panninho, e
cenle.
11-a io,t nuiiiiii concerta os ditlos peol prego
mas cnuimo 10 doqae em outra qualquer
e parte com toda 1 romptidfio,
Acha-se farinha nova de SSSF, (de ra-
minha) para vender, nos armazens de Dea-
ne l'oulo & Companhia, no becco deGon-
alves.
No paleo da ribeira de S. Jos n. 15,
lava-see eHgomma-se com perfdicfio e r-
celo.
Precisa-se alugar dous moleques : na
rua da Cadeia n. 13.
Aul uno Ferreira da Costa Braga,tendo
Contas, e letras de alguns Srs. oue lem dei-
xado de pagar, uns por amisade, e oulros
por relazaoOos, Unto pela parle dos seus
cobradores, como dos devedures, roga pelo
prezenle, aos mesmos Srs. de vireru quanto
antes pagaren! seus debilos, na rua Nova n,
28. assegurando toda a contemplado nos
juros; e se assim o ufio lizere n passarfio.a se-
rum demandados, o quesera urna vergouha
para os senhores devedores, alem dos abu-
sos cometidos alguns al 15 annos.
Na primeira auiiencia do lllm. Sr. Dr.
juiz dos feilos da fazenda.so hfio de arrema-
tar o seguinles objectos : um engenho de-
nominado Uarbalho na freguesia da comar-
ca do Cabo, com todas as suas ierras, ut-
ase logradores, casas do engenho, de vi-
vnda e de purgar, com 30 furos e 3 balcOes
grandes, senzalla para preos, 1 moenda, 4
lachas e um parol de caldos, ludo da ferro,
e oulros objectos avahados em 38.000,000 rs.
e da mesma forma vfio a |,raca oa b -ns an-
nunciados em o Diario de Pernambuco de 26,
27 e 28, de novembro do anno p. passado,
a eacepefio de alguna que j forana arrema-
tados.
Jos de Castro Nbrega, retin-se pira
o Porlo.
Veudas.
UOLINHAS paH.a i5a.
Vendem-se l'.jlliinlns de porta ,
de padre, e de algibeira de Ires dif-
ferentes qualidades,sendo urna del-
grand sortime'nto de pecas d seda e.ie pa- Ha8 com 0 almanak da cidade e pro-
uanniuho para cubrir os chapeos de Sol ja ,
vincia: vendem-se nicamente na
iraca da Independencia n. 6 e 8
Lotera do liio de Janeiro.
Aos 20:000,000 de rs.
Na loja de rniudezas da [iraca da
Independencia n 4a vendem-se bi-
Ihetes inleiros, meios, quartos, oi
tavos e vigsimos, a beneficio das
Casas de Caridade ; espera-se a
lisia no primeiro vapor.
Para liquidar, a 6,000 rs. ca-
da um.
Na rua do Queimado, loja n. 17, vandem-
se chapeos branros de castor, pelo diminu-
to preco de 6/ rs. cada um; chapeos da aol
de panninho com aapaa de balen a 1,280 rs.;
pannos finos relos e de cores proa de li-
mfio a 4, 5 e 6,000 rs.; casimira preta lina;
setim poto maco para colele; sarja prata
hespanhola, pelo barato proco de 2,OJO rs. o
Covado, e nutras fazendas por barato proco.
- Veudem-se eicjllectes sapa tos de mar-
roquim, para aenhora, sem tero menor de-
leito ede boa qualidade, pelo baralissimo
preco de 900 rs. o par ; ditos de cordavllo
alguma cousa amigos, por 610 rs. o par: na
rua Nova, luja n. 8.
Veude-se urna canoa pequea den-
gelim : na rua largado Rozario n 44.
-. Vende-se a loja de rniudezas da rua
larga do Rozario o. 36 propria para qual-
quer principiante, por estar multo afregue-
aada e ter poucos fundos:a tratar na mesma.
- Vende-so um cavallo ruco, muito novo
0 com todos os andares: na cocheira da rus
da Florentina.
o n aliju'i.os e urna |,orr 1
vasios.
Jos Luiz Pereira, vende a sua loja de
lerragons, da roa Nova n. 16, a praso rom
firmas a conleiito; em quinto nfio elfecluar,
vender qualquer ron; o de farragens, ou
muid izas, pelo costo e com algum prejuizo
aquellas quo merecerem; adverte a seus de-
vedores de mais de I anno, que o praso de
espera acaba hoja 20.
Pechincha, na rua Nova n. 6, loja
de Maia liamos&ComprThia.
Vende-se capntinhos de setim mscao
puarnoc lo- do franja e iranc 1 a 15,000 n.,
ditos de chamalote a 11,000 rs, ditos de gros
de naple a 8,000 '., luvas de camu'ca ama-
rola a 500 rs., cortes de se la preta a 14,000
rs esp-lhos, pin fumarias lencos de todas
as qualidades,estojos de costura com msi-
ca, creps, la olor as de i de bronze, esto-
las para barba : e outras multas fazendas
que se venderfio por qualquer prero para li-
quidarlo da loja.
- Na venda das Cinco Pontas n. 71, acha-
se a venda, por preco rasoaval, as malhoras
podras de rebolo, que tem vindo a eala pra-
ca, aendo a sua perfeic,fio, nfio s na boa
qualidade da grfia da pedra, como tambem
por seren muito bem acabadas e propiiai
para barbaros, cutiliiroj, e para amolar to-
da a qualidade de ferro pequeo, ou gran-
de, havendo porefio bstanle para quem qui-
zer escolner.
Vende-ae milito muito novo, a 9,200
rs. o alqueire, e tomaodo-se ponj.io se dar
por menos alguma cousa : a tratar no Tra-
piche do Sr.Cunha, no lirc da rua da Moda.
Yende-se queijo suisso, mui-
to fresco a 480 rs. a libra, e fran-
cez a 44o rs. a libra: na rua Nova
ATTEING.%0'.
.No aterro da lina Vista, loja de 4
portas n. 60.
Vendem-se risca linhos de linho a 120 rs ;
chitas da crtres lixas a 160 rs. o covado, e a
peca 5.500 e 6,000 rs. ,- fil de linho muito
un 10 e largo a 640 rs. a vara; chapeos de sol
a 1,000e 1,200 rs., e mais fazenlas, por pre-
go commodo.
(rendes peoliinchas, na rua do
Crespo n. i5, loja de Jo frao-
cisco Dias, a i4$ rs. o corte!! !
Riqusimos cortes de vestidos de finissi-
ma seia e delicados gosto, fazenda inleira-
mente moderna, pelo haratlssimo preco de
14,000 rs. o corle ; ditos de caiubraia seda,
-rudo o mais superior que lem apparacido
no mercado, pelo barato preco de 9,000 rs. o
corte; supe, lores vestidos do linissima cam-
braia e de Cor, com riqissunoa babados a
todos os seus pertences, sendo urna peca de
lmMh e oulra de cordfio, que se d de gra-
tis a quem comprar os vestidos, pelo mui-
to baiato preco de 6,000 rs. o corta ; ditos
de camnala com barra branca ede cor, fa-
zenda do ultimo gosto, pelo baralissimo
preco de5,500 rs. o corte; ditos de eassa
c uta, com 6 l|2 varas a 2.000 rs. o corte ;
ditos muilo lino, fazeoua de muito bom
gOSto a 2 500 rs. o corlo ; chitas cabocolas
1,mi) lixas e linas, cores do caf e de vinbo
a 210 rs. o covado; ditas francezas a 240 rs.;
dilas de quadros escuros, fazanda do ulti-
mo gosto e novos padres a 200 rs. o cova-
do; riscadinhos muilo flxos a 160 rs. o co-
vado ; cassa chita muito larpas e decores
finas a 200 rs. o covado; alpaka preta.muilo
fina a 610 rs. o cov.do ; merm preto mul-
to lino a 1,800,2,500, 2.8J0 e 3,0J rs. o co-
vado; superior aloalhado aaauascadu de
puro linho, com 8 palmos do largo, pelo l>a-
.lissimo preco de 1.600 rs. a vara ; bnm
trancado de puro lini.o, de diversas cores a
delicados gostos. pelo barato preco de 1,200
rs. avara; risoado de linho, com 4.palmos
de largo a 200 rs. o covalo; algodfio azul
de ? I [2 palmus de largura, lazan la muilo
p.op ia para ropa de escravos a 200 ra. o co-
vado ; assim como outras mullas fazendas ,
que se vender pjr prego mais commodo
do que em outra qualquer parte.
- Vende-se urna taberna com poucos fun-
dos, sita em urna dascasiohasda ribeira ds
Boa Visla, delronte do assougue : a tratar
com o arrematante da m-sma ribeira, Joa-
quim Fernandos de Azevedo.
* Deposito de tecidos da iabri- ^
ca de Todos os Santos,
na Baha. *
Vende-se em casa de Domingos Al-
ves Matheus, na rua da Cruz do Re-
cifeo.59, primeiro andar, algodfio J
* iransado daquella fabrica, muitopro- J
* prio para saceos e roupa de escra- ^j
vos, aasim como fio proprio para re- 4
2 dea de pescar e.pavioa pan vallas, .aj
por praco muilo commodo. 8
PANOS.
Vendem-se em casa de Kalk-
mann ln5os, na rua da Cruz n.
o, ricos pianos de Jacaranda, con*
eieellentes vozes chegados ha
pouco tempo.



AGENCIA.
da ftindicao Low-Mooi.
RA DA SENZALLA NOVA N. 49.
Neste estabeleeimento conti-
na a liaver um completo sorti-
mento de moendas o meias moen-
das para engenho, machinas de
vapor, e taixas de ferro batido e
coado, de todos os tamanhos, pa-
ra dito.
Antigo deposito de cal
virgem.
Na ra do Trapiche, n. I7, ha
muito superior cal nova em pedra,
chegada ltimamente de Lishdu:
tambem se vende potassa da Uus
sia, nova e de superior qualidade.
Bombas de Ierro.
Vendem-se bombas de repuxo,
pndulas e picota para cacimba :
na ra do Brum ns. 6, 8 e 10,
fundicao de ierro.
Deposito da fabrica de Todos os
Santos na liatila.
Vende-se, em casa deN. O. Bieber&C.,
ni ra d Cruz n. 4, algodao transado da-
DEVERES DOS 10MENS,
a 5no rs.
Vende-se eate compendio sprovsdo para
aa aulaa, em meia encadernacSo, a 500 rs.,
eada um: na livraria n. 6 e 8, da praca da
Independencia.
& rados de ferro.
Na fundicSo da Aurora, em S. Amaro,
vendem-se arados de ferrode diversos mo-
delos.
Vende-se champagne da marca amiga
e bem coohecida, Oomet, em casa de Deaue
Yulei bompanhia : na ra da Cadera. ^^
mmmwmmm^mmmmmmmm wm
S l'ara senhora
Vonde-se setim preto maceo de su- 8
perior qualidade para raudo de se-
$ nhors; um completo sorlimenlo de iI
|g sarja deseda hespanhola erdadeira; p
corles de vestido desarjprela lavra- J
da de lindos goslos; superior chanta-
lote de seda pura; ricoa ve s relos
de seda, linho e retroz de Italia; um Z
grande soi lmenlo de manteletes, ca- S
put'nhos pelos com lindos endites, e
aendoosmais modernos que ha no
8 mercado; superiores meias prelas in- V
;| glezasde peso, eoulras hiendas de 8
gusto e boa qualidado, e tu o por
Ipreco mu lo em cunta : na ra do U
Queimado, loja ilo sobrado amarello
mmmwmmmww***/ !
Taixas para engenlio.
Na fundicao de ferro da ra do Brum,
--------TT-------.. 1. r\a UlIlutC.in ueiclluun 1 un uv uiuii'i
assucar e roupa de escravos. por pre?ocom
moau.
to de taixas de 3 as palmos de bocea, aa
cham-se a venda por preco com-
""-- quaas cham-se a venua por preco cuui-
Vendem-se relogios ae ou-; mo0t e COm promptidso embercam-se.ou
ro eprata, patente ingle*: na ra
da Senzalla Nova n. 43-
Casa de commissSo de escravos.
Vendem-se escravos e recebem-
se de commissao, tanto para a pro-
vincia como para fra della, para
o que se offerece muitas garandas
a seusdonos ; narua da Cacimba
n. li, primeiro andar.
Arados de ierro.
Vendem-se arados de diversos
modelos, assim como americanos
com cambao de sicupira e bracos
da fertv ; na fundico da ra
Brum ns. 6,*8 e 10.
Farinha fontana,
chegada ltimamente: em casa de J. J. Tas-
ao Jnior, na ra do Amorim n. 35.
Agencia de Edwin Alaw.
Na ra de Apollo n. (i, annazein de He. Cal-
carregam-se
comprador.
Vende-se
em carros sem despezas ao
fsrinhii fontana
muito superior e nova no merca-
do : a tratar com Manuel da Silva
Santos, na ra do Amorim n. 50 e
58, ou no armazem do Annes no
caes da alfandega.
Principios geraes de economa pu-
blica e industrial.
Vende-seesle compendio, approvado para
as aulas de primeiras letras, a 480 rs. : na
praca da Independencia, livraria n. 6e8.
Cobertores de algodao.
Superiores cohertoreade algodao de di-
dO; ferentes cores, leerlos a dous fius, muito
grande, lem todaapplicacoemun. osa de
1 familia, por servir para me/a de engom-
! mado aforrar canias e mesmo para escr-
vos, pelo diminuto preco de 1,*10 rs.: na
ra do Crespo 11. 6.
Velas de Esparmacete.
Vendem-se velas de esparmacete
C nHi.i.rriiiimiui ...
buus aoriiiurotoa de talla de ferro coadoe em caixillhas de 20 ID, em CSSa Oe
balido, tanto raaa como fundas, moendas in- .. /' de AbreU na rtl 1 da
eiraa lodas de ferro para animaea, agoa, etc.i <*BJ *-"i uc uicu 11
ditaa para armar eui inadeira de lodos os la-j Cadea do Itecife '1. 48.
inantios e madellos o inais moderno, machina ->___.._ i_i __ J- 1., ,1 l
horisontal para vapor, com forta de 4caval-! Crande labnca de Chapeos de SOl,
Loteria do Kio de Janeiro.
AO 20:000,000, 10:000,000, 4:000,000 ,
2.mu nuil e t :000,000 de rs.
Na loja da Viuva Vieira Ai Filhos, na ra
da Cadeia do Itecife n. 24, receberam pelo
vapor Paiaense, entrado em 6 do correule ,
lista da 20. lotera a beneficio do theatro
de S. Pedro e o resumo da extraerlo da
i|u.n t luleiia a lienelicio da freguezis du
S. Jos, que seacham patentes na mesen a
luja, e juntamente receberam e achani-se a
venda us mu afortunados bilhetes, meius,
quartos, oitvos e vigsimos da 14 oleria a
beneficio das Casas de Ca i tade, e trocam-ae
por bilhetes premiados das loteras do Ido
de Janeiro e desta provincia.
Moendas superiores.
Ni fund:c3o deC. Starri Companhia,
em S.-Amaro, acham-sea venda moendas
de canna, lodas de ferro, de um modeloe
construcfSo muito superior
MitU&O de .Ntutua a
800 rs.
Vende-se historia de Simo de Nantua,
a 800 rs. : na livraria da pragada Indepen-j1
denria n. 6e 8
o A 40,000 rs., g
0 na loja perna.nbncana, da q
O ra do Crespo D. II, O
O vendem-se ricos vestuarios,
O com lodos os pertenec, pa-
S ra bailes mascarados por 5
O /40,00o rs. o
CJ000000OOOO?00
Xa rape do iiosque*
O depozito do Xarope do Bos-
que, foi transferido da botica do
Sr. Jos Hara Goncalves Hamos,
para a do Sr. Bartholomeo Fran-
Ch imperial.
Deposito do cha nacional e hsaon loja de
ferragem ra da Cadeia do Uesife.n. 56 A
de Antonio Joaquim Vidal, ca,nas grandes
e pequeas, por precos commodos.
Milho a a,5oo rs* a sacia.
No armazem de liias Ferreira, no caes da
Alfandega.
Cemento novo a 7,000 rs.a barrica.
No armazem de Antonio Annes, no eses
da Allandega.
Vende-se urna canoa de carregar re,
a qual caringa um miltieiro de lijlo, quas
nova, limii construida e lem feta, por prego
commudo : iu.m a quizer ver comprar ,
dirlja-se ao porlo das o moas, na ra Nova,
a tratar com o mestre Jos, capataz dosca-
noejros.

ARADOS AMERICANOS.
Vendem-se arados ame-
. ricinos, chegados dos Esta- 9
* dos Unidos, pelo barato pre- a)
co de 40,000 rs. cada um: na ?
t ra do Trapiche n. 8.
los, coucos, pasaadeiras de ferro estanhado
Sara caaa de pulgar, por menos preco que 09
e cobre, escoveos para navios, ferro ingle*
tanto em barras como em arcos folbas, eludo
por barato preco.
JJepusito de cal e potassa.
No armazem da ra da Cadeia
do Itecife n. ia, ha muito supe-
rior cal de Lisboa, em pedra, as-
sim como potassa chegada ultima-
mente, a precos muito rasoaveis.
Farinha de mandioca.
-- \ eiulo-sc saccas com superior farinha
de mandioca a precos rasoaveis : a tratai
cora J. J. Tasso Jnior ra do Amoiim
n. 35.
Deposito de cal virgem.
Cunta & Amorim, na ra da Cadeia do
Jlecite, n. 50, vende-se bsrris com supe-
rior cal em |iedia, chegada pelo ultimo
navio de Lisboa, por menos prego do que
em outra qualquer parte.
de J.
n.4-
Falque tua do Collgeio
(} Na loja do subrado amarello, na ra
i*) do Quoimado 11. 29, vende-se um
4 completo sorlimenlo do pannos pre-
J tos linos e cores lisas; cffomira prela
4 elstica superior de 9 a I4,u00 y~. u
Neste novo estabelecimento recebeu-se
um novo e lindo sorlimenlo de chapeos de
Sidos ltimosyostoi, lauto de seda como
depanmho para homens e senhoras, de r-
maefio de baleia e de asso que se vendem
per menos preco.qnc em oulr qualquer par-
le ; grande soitinieiito dechamalote, sedas
e paiiinhus em pe;a do todus as cor. s o qua-
lidades para as pessoas que quizerem nian
dar cobiIr arma^Ors servidas. Complelo sor- g'9I
lmenlo de ballas |'-i.i vestidos esparlilhos
para senhoras, fazem-se umhellas de igreja e
conceita-se qnalo,uer quadade de elii en-
de sol: todos os objectos cima uieucionados
se ver.deai em por^So e a relalho, por prcr;o
que agradara aos freguezes vista da quali-
dade.
i'otassa americana.
No antigo deposito da cadeia vrlha, n.
12 existe una pequea porr;3o de pnlassa
americana, chegada recentemente que por
superior nvalisa com adaltussia: valde-
se por preco razoavel.
Negocio vantijoso.
Vende-seo hotel comuiercio sitn na ra
da Caden n. 13, cornos uleucilios que o
comprador quizer 1 a tratar no mesmo.
-- Veude-se um fumo |ar,i padaria, no
cisco de Souza, na ra larg*. do Ro-
zario n. 36. Me falsificado o que
nao for vendido nesta casa; garra-
fas grandes a 5.5oo rs., e peque-
as a 3,ooo rs.
Vende-se,
.Mein de muilns e supeiiores genpros, ven-
de-se igualo ente os seguintes : caf do Rio,
em pin i,-fio o a rctalho, massas linas-, con-
servas, o excellente doce de annanaz em
frascos de 6 libras, exlrait d'absinlhe, vi-
nho do Rheno, ditos il Cherry, Porto Ma-
deira eMuscatel de Setubal, sar.linhas em
lat.s maiores e nieno es, riquissimas cai-
xinhas do todos os laniauhos com amen-
doas confeilul.s, muito prolir sente, presuntos americanos e inglezes para
hambre, unos do Porlo e L'sha, milho em
saccas, seho do Porlo em canas de I arro-
ba, cna prelo sollo e em rjl"ssinlins de 3 em
luna, latas com muito lino hiscoilo in-
tuno is,to ven le-se por menos do que
em nutra qualquer parle; na ra da i junjia
do llecife, n. 23, armazem de molhados.
Vende-se por preco comino
do, cal virgem, muito nova, che-
gada pelo ultimo navio, por preco
muit commodo : no armazem de
Di-is Perreira, no caes da Alfindo
ga, ou com .Novias & iloinp-.itiliia,
na ra do Trapiche n. 34-
Loteria de .Y S. do Livramento.
Aos 5:ooo,ooo ders.
Na loja de miudezas da praca
da Independencia n. 4, ven lem-
se bilhetes inleiros, meios, qtiar-
Conttuua-se a vender manteiga ingie-
za, nova, a4H0rs ; cha, a 1,600. 1,920 e
2.240 rs.; caf, a 140 rs ; gommade engom-
tilar, a 80 rs ; queijos frescaes, a 1,120 rs.:
no paleo do Carmo, venda nova 11 2.
Attcncao ao baraiero da ra do
Crespo n. i4> Joja de Jos fran-
cisco Dias, chitas cabocolas, a
aoo ris o covado.
Vendem-se chitas escuras cores de vi-
nho e de caf, fsznnda inteiramenle de pa-
di .in- novos e cores muito litas, a 200 rs. o
CUVadO ; ditas francezas muilu superiores,
a 2(0 rs. o covado; ditas de quadrus pa-
d'Oes escuros e inteiramenle moJernoa, a
200 rs, o covado ; superior atoalhado'ada-
mascado de puro linio e cun 8 palmos de
largura, pelo muito barato preco, du 1,600
rs. a vara; alpaca preta muito Tina, a 640 rs.
o cuvadn ; cassas francezas de coies as mais
lin. s que lem appirecido, a 640 rs a vara ;
cassas chitas muilo largas e cores flxas, pelo
Pujara.
He bom negocio.
Vende-se a dinheiro, ou a pra-
so a padaria do largo das Cinco
Ponas, tambem so aluga, nao se
podendo effectuar a venda nestes
dias ; assim como se ornece as fa-
milias para trabalhar, olTerecendo
o comprador psra tudo garantas :
a tratar com J. J. Tasso Jnior,
na ra do Amorim n. 35.
l'ecas de algodozinho trancado
branco, com toque de cupim a
3,ooo e a,5oo rs.
Ns ra do Crespo, loja da esquina que, vi-
ra para a Cadeia, vendem-se algodSozinhos
trancado hranco, com pequeo toque de cu-
pim, a 2,000 e 2,;oo rs. a pe;a.
Eructas novas.
Veiiilem se na ra estrella do Rosario n.
11,da-rseos "em caixinhss de vidro.e caixi-
nhas de lamoras e de a me saj,e holach iuhas
de araruta ; na ni m se dir quem vende
100 espanadures bem feilos.
-- Vende-se urna parda escura de 20 an-
nos poucu mais ou menos, que engomma
solTrivel, cose algutna colsa, e cozinna o
diario de urna casa brm ; n9o tem vicios
nem achaques: na ra da Concordia quem
vem da punto a esquerda, segunda casa ter-
rea se dir quem vende.
l'ara j.agens.

Vendem-se chapeos envernlzados, _
galOes de ouro, e prala, botOes de
metal branco e amarello :*na loja de a.
sirgueiro no pateo da Mat ir, n, 2. ^
Vendem-se 1 mulatos mo-
cos, de 32 anuos dc.iiladc, sendo
um bom boltciro e alfaiate, e um
br.tis,in.opreQo de2oors oco.aJo; di- ,imo mo|eCote da mesma idade:
las em cortes com 6 l|l varas, a 2,0i)0 rs. o; ... ,
corte ; corles de cambr.ia de seda cor de! na ru Dtrcita n. 6.
carne e de rosa, fazenda lo ultimo gosto, Vende-se urna taberna na ru do Ran-
pelo baralissimo prefo, de 8,500 rs. o corte ; gel, faz-so tolo negocio: quem pretender
dem de seda 1 ur, todos trancos, pelo ba-. dirija-so a ra do Collegio n. 17, segundo
r.lo prefo de 12,000 rs. o corle ; superio- indar, qua achara com quem tratar,
res brlns de puro liuho trancado, de ricas| Vende-se mu u superior farinha de
cores, e novos pa lio >-, a 1,200 rs. a vara ; Santa Calharina a 2,800 rs a sacca com al-
assim como outrrs muitas fazendss de agr-1 queire da medida velha : na ra da l'raia,
dar aos Srs. compradores, tanto nos presos 1 armazem 11 10
endem-se por todo o preco presuntos ssucaretro e leilena, tudo por preso com-
andezrs, proprios para fiambre o tem- modo. .... ..
): na ra da Cadeia do Rectfe, n. 23. BALSA PAItuILMA h
cite decalca; cortes de colete prelo ft; centro da cidade, lendo lugar pra mora la
dosupetior casemtra borda dedilode setim mcao com lindos napoita: o pretndeme annuuciesua mo- jcj0 ja |0jera Je \ y J0 Livra-
como nasqualidajes. _
l'ara liquidar
Faz-se lodo o negocio dinheiro.
Vendem
hol
pero
Superior cha nacional
em caixinhasdea libras, e da melnor qua-
dade; veude-se por preso commodo, na
ra do Corpo-Sanlo n. 2, primeiro andar.
Vendem-se velas deespermscete, em
ciixis, de superior quadade: em casa de
J.Kelleri Companhia: na ra da Cruz nu-
mero 55.
Vende-se superior farinha
de mandioca de Santa Calharina,
por preco muito commodo, a bor-
do do patacho brasileiro A legria ,
fundeado em frente ao caes do Ma-
a tratar a bordo do mesmu
Ra do Calinga loja de miudozas do
Duarte vende-se lieos aparelhos de metal
piincipe para cha conlendo cafeteira, bulle,
moa
pal irlin, 011 no e
SANDS.
Este excellente remedio cura todas as en-
ermidadea as quaes sio onuinadas pela
mpuresa do singue ou dosystema ; a sa-
ber : escrfulas, rheumattsmo, erupcoes
cutneas, b'ebuthas na era, almoroidas.
doencas chronicas, brebulhas, bortoeija,
tinha, encharques, e dores nos ossos, e j n -
tas, ulcar, doencas venerias, citica, enf-r-
midades que atls;flo pelo grande uso do
mercurio, hidropesa, expostosa urna vida
extravagante Assim como, chronicas de-
sordens da e msliluieo, serfo curadas por
esta 1O0 til, e approvaoa medicina.
A admiiiistracao deste belo remedio, nos
ataque, miestraordinrios tem si lo sem-
m pre seguidos pelos m.iis felices resultados
criplorio de 10- assuasoperado a; porm,osou principal
vaes & Companhia, na ra do Tra- objecio he de purificar o sangue, e limpar o
, 0/ sy>lemade qualqur Influencia de mercu-
plCne n. .>.). I rio. No seu modas op'randi, he directa-
t'ma canoa. I mente como um remedio alterativo, anda
Vende-se barato, oualuga-se por 8,000 rs. que, indi redamen 10 serve ao systema como
mensaes, 1 canoa de a.iltieno de lijlo de um verdadeiro inico. Doeufas nos osos
alvenaria : na tua larga do Rozario n. 24, e no systema granlular; assim como as
primeiro andar. 1 juntas, e ligamentos, s5o inteiramenle cu-
t'm bonito molecSo. 1 radas pelo uso destn remedio, sem que o
Vende-se um bonito inolacllo, de 24 an- jdoente fa$a rdsguardoalgum, qoando usar
nos, bom trab.lhador de euxsda e he cano- esle remedio. A opperc3o deste remedio
eiro, o qual nunca fugio : na ra larga do consiste em remover a desordem do syste-
liu/uno u. 24, piimeiro andar. | mi, e em breve tempoo doente ganhar a
v. n,i e--e u ma canoa de amarello muito' su 1 saude.
1 bordados; merm prelo fino de 2,500 Ir rada.
S a 5,000 rs. o covado; chapeos pelos ti Vende-Se
,4 fraocezes os mais superiores e mo- # -,, ,
H demos que ha no mercado; chapeos itha Prel e verde, de superior
,j de ca.-lor brancos inglezes da ultima
a> moda, eoutras muitas fizendas finas
9 e pre^o de agradar ao comprador. "

No escriplorio de Manoel Juaquim Ra
nios a Silva, na ra da Cadeia do Recife,
vende-se por prefo commodo cal virgem de
Lisboa chegada no ultimo navio, bezerrode
lustro, mercurio, linha de Roriz.retroz, fe-
chaduras du Pollo, paooos e cssemias
de l&a.
iap Paulo Cordetro.
recentemente chogado do Rio de Janeiro,
qualidade em caixas pequeas ;
Veilas de espermacete de superior
qualidade em ditas ditas,
Fio de sapateiro, de diversas co-
res :
Tudo em conta, no armazem de
Adamson Hoiwe & Companhia,
na ra do Trapiche, n. !\i
A bordo da escuna Mara Kir 11.111
ment que corre impreterivel-
menle no da 28 do corrente.
Bilhetes inteiros 10,000
Meios 5,ooo
Quartos 3,600
Decimos 1,100
VigeMtnos 600
Antonio Jos Kodiigues de
Souza Jnior, faz sciente ao pu-
blico que prestou llanca na forma
mu- da lei, para dividir em cautelas
recentemente chogado do 1110 ae Janeiro, uiaua aeirunie ao caes do i.oiiegin.na supe- tilllietes de loteras e por ISSO
vende-se ua ra da Cadeia do Recife loja D.l rior familia de mandioca(de 8. Malheu", que
50, de Cunta & Amorim. se veude mais barata do que em qualquer lem rx posto a venda as suas cau-
No armazem da ra da Mola n. 15 outra parte trata-sea bordo com o capilSo; telas, bilhetes e meiosditos da l4
vende-se cal de Lisboa em pedra, a mais no-1 o na ra da Ciuz n. 33, coui Luz Jos de Sa u_r- j r> j. r<
u.....h.ni,^.ai. mJZZa. '....,.' Araujo. lotera a beneficio das Casas de La-
Vende-se ou arranda-se o Engenho S. ridade do KlO de Janeiro, devendo
Rita moenle e corrente meia logoa distanta .]... i:,.. nft n
da villa de iguarassu'com pruporcOe par cnegar a lista no da 19 OU 30,
safrejar-se, embarque junio ao engenho; ala- OS vende pelos nimio baratos pre-
va que ha no mercado, chegada no crrente
mez, no hngue Laya ; assim como mercurio
doce em Caixinhss de libra cada urna, tudo
por DMOOC prer;o do que em outra qualquer
)arte.
Bailes mascarados.
Na roa da Cadeia do Recife loja n. 50, de
Cunta & Amorim, venle-se villudinhos de
difXereoles e brilhantes cores, para vestua-
rios de bailes de mascaras, e roup*s de
tiictro : chegados pelo ultimo navio de
lian?-; nssim como caltas de meia; a tro-
co de dioheiro se vendem por barato preci).
Novob cobenores de tapete a
i,44o rs.
Na ra do Crespo luja da esquina que
volla para a cadeia, veuuem-se cobertores
de tapete, grandes e bonitos, pelo diminuto
preco de 1,440 rs.; em qualidade >Su ua me-
Ihuri s que lem viudo no meicado, por isso,
recommeuda-se aos Srs. de engenho que
quizerem comprar da pichincha, 1180 se de-
moren), porque ja ha poucos pela eslracto
que le u lido.
He lo barato, .
Que laz animar ;
Quem vir a pechincha
Nao deixar de comprar.
Na ra do Crespo iojada quina que vira
para a cadeia, vende-se panno lino preto, a
3,000, 3,500, 4,000 4,500, 5,000 o 5,500 rs.
o covado; dito fraocez mullo superior, a
6,000 rs. ; dito azul, a 2,60u, 3,500, 4,000 e
5,000 rs. ; dito verde, a 2,800, 3,Ou0e 6.0U0
rs.; dito cor de rap, #2,600 rs. ; casemi-
ra prela, a 4,8006,000, 7,500 8,500e lo.OOO
rs. o corle; sarja preta de seda muilo su-
perior, a 2,500 rs. o covado; merm preto
muilo bom, a 2,800e 3,200 rs. o Covado eor-
_tes de cassa chita muito bunitos, a 1,920
rs. ; e outras intus5 fazendas por prego
commodo.
loja n. 37 A.
Hilheies inteiros 33,000
Meios ditos 11,000
Quarlos 5,5oo
Dita vos 3,800
Vigsimos i,3oo
gados, o outr.s propo.tOes: quem opreten- aDaix : na ra do ueimado,
dereuleiida-secomo proprielauo nu mesmo v 1
engenho. '
Vende-se urna escrava mor;a e robusta,
de mu boa conducta e sadia, a qual sabe
engommar perfeilamenle, e mais Sfilhos,1
um mulaliuho -le 2 anuos o una pieliiiba
de um unno : na cidade de Olinda, nuda
Misericordia ao subir ao lado d 11 eilo, casa'
immediala ao sobradnnho do meso o lado,'
que tic. con, oo.to para a roa doBom F,m. 5^,.,,^,, |rancezes de COUrO de lus-
MMM INil^Sinlie,i*.- (r0) a 5,800 rs. o par.
5 _. ig Vendem-se sai atoes de couro de lustro
Vffndem.se cortes de cambr.ia de 9 franc-zes, para homem a 5,800 rs., preco
seda imitando blonde, fazenda mo- g porque ainda nao sa venden em oulra p.r-
* dernissima e de muito gosio; corles 9 ,e. j,i0s para menor-s a 4,500 rs. silo de
de seda lisa Tuila cores ; cortes de se- H nvo gosto e chegados ltimamente : no a-
da de cores dos mais modernos pa- V ,err0 Boa vjsl. ,0j, junl0 fe.
JrOes; corles cambraia bordados |elro
Scuin 2e3 ordi-nsde babados, brancos I t7._:_L. j____j:. ..
e de cores: n ra du Queim.do, loj. i-annha de mandioca a 3,000
fj do sobrado amarello 11. 2. ||l rs, a SBCCa.
ayw**WWaVMa>aViiliRW4)iaa1 HiaWttinpsJij No armazem de Das Perreira, defronte das
Na porta da Allandeg e no escadinhas da Alfandega.
armazem do baraleiro Joaquim da Azeite de carrapalo da fabrica de
Silva Lopes, vende-se furinha fon-1 Araujo & Fillio, no Penedo.
lona SSSF e de Fhiladelphia, ul-1 *cb' lecheg-r mais deste j eooheriJo
. azeile, o mais propno e econun.ico, para
timamente Cliegatla. 1 ug0 je candieiros de sala, tanto pela suadu-
Vende-se urna mesa de amarello, com racBo, como limpeza, e continuar a liaver
7 palmos de ruinpriment e 4 de-largura : sempre um depozto para suprmanlo rego-
na ra Bella n. 16. I lar dos freguezea : no armazem de J. J.Tas-
Vende-se um carro de quat'o rodas so Jnior: ua ra do Amori-n n. 35.
muito leve o seguro, por muito pouco di-, Vendom-se ananas de ferro : narua
uheiro: na praca da Boa Vista, cocheira da Senzalla Nuva n. 4i".
do franQois. | Vende-se urna casa terrea na ra de!
--Vende-se um cscravo, moco e de bo- ilortas n. 31, por precio muito commodo: al
nita figura : na ru da Cruz do Recife 11. 38. tratar no ra da Cadeia venda n. 26.
bem feita : tratase na praca do Corpo San-
to n. 'i. prtmeiro andar, e para ver no caes
do Ramos.
Vende-se muito superior farinha do
A Salsa Parilha lem gannado por moitos
annos urna alta reputado, de ter curado
doencas mu difllculiosas, que nenhum ou-
tro artigo de valor em materia medica tem
Santa Calhanna a burdo do brigue SagiU- : curado. He de saber que a Salsa Parilha be
rio, ancorado defronle d passeio, e para
porgues, a tratar na ra do Cullegio n. 17,
srguudn andar.
Veudam-so 2 lindo* escravos ecas, do
excellontes conductas : na rus daPraia nu-
mero 43
mu dos mais valerosas remedios que os
doctores uso em toda a parle do mundo ;
com vistas de ganharem a cura pelo uso de
tal remedio vegetal. Poim, deve-se de
notar, que nem lodas as essoassabom pre-
parar esle remedio, assim como, esco-
-- Roa do Cabuga loja de miudezas do 'jherem a melhor parle que se deve usarem
Duarle vende-se um aparelho de metal prn- tal preparafSo. Um celebre Medico escrip
cipe para jntar, Conlendo 6 duias de fa-
cas romea00 de marfi n e osgarfos tolosda
niela 1 e 5 ti luanlos,dua conchas para tirar
temperos, e 2 duzas de colheres para sopa,
4cofheres para arrs e 4 para terrina, ludo
islo em duas caixas de madeirat guarneci-
das de metal por prego commodo.
-Ra do Cabuga' loja de miudezas do
Duai le vende-se curdas de tripa para vio-
les por preco mais barato do que em outra
qualquer parte.
Vende-se missaes novos, quem quizer
comprar : dirija-se a ra da cacimba no Ite-
cife, no r in.i-.em por baixo da casa onde
mora o Mecido Vigario Brrelo.
Vende-se urna casa com -m 10 e muitos
commodos ; e grande quint-l com porto de
50 pes de larangairas lodasda boas qoallda-
Ua>:e outra. fiuclaa; chaos propnoa; ci-
ta na Soledale n. 42, logo adi.nU do cha-
fara : quema quizer ver, e examinar procu-
re a chave no dito lugar na veuda da quina
que volla para a ra do J0S0 de Barros.
Vende-se agoa das cal las da raiuha. o
melhor conToi tu que ha para quem padece
molestias du eslomago,e Reumatico.e outros
mais ; quem quizer dirija se a ra da Cruz
do K< nle n. 46, armasem do Sr. Manoel Ju- .
s Crrela.
#<* fe
tor, que residi pur muitos annos no lugar
aondehaa melhor producc/Jo da Salsa Ca-
lilla disse : Seis ou oilo especies destas
raizes que crescnm nestes bosques, admra-
me que nao podesse amar, se nilo urna,
. com o gosto, e propriedade da verdadeira
Salsa Carilla, que se possa recommendar
para medicina ; poisas mais eram inspi-
das e inertes. Porm, como os mdicos
uo se dSo ao trabalho de fazerem as
suas proprias medicinas, mas sim conliam
nos seus habis boticarios, para a prepara-
ren!, e comporem difJerenles drogas. Po-
rm de todas as prepararles de Sslsa Pari-
lha devia de ser da genuina, para que o fa-
cultativo e o publico ficassem bem fiados
as prepararles de Salsa Paihlha a ser da
melhor qualidade. Pois he este o genuino
vegealaveJ.que se offerece ao publico; n-s-
te se v combinados o uttle cum dulct; pois
1 em infinitos casos em que o. doente espe-
rances aigumas tioha oe viver, e grandea
quantidadea de remedios experimentados,
mas sem resultados de melhoras ; mas com
esta pura Salsa Parilha, suas curas tem silo
infeliveis, pois os certifica los que lemos
recebido de pessnas que tem usado deste
puro remedio, aftlrmam da sua boa eiliea-
cia ; estes certificados temos a honra de
aprensentar ao respeitavel publico, para
# .que liquem ccrlos, oque cima se diz, he
V I verdadeiro. Os proprietarios desle reme-
fr,- dio tem por muitos annos empregado todos
, os meios para prepararem este tSo til, e
) essencial remedio da raz da Salsa Carilla,
*$ qne por flu, conseguirn! as suas vistas, em
prepararem um ISo valuoso remedio, e seus
1 l.io lindos resultados tem enchido os pro-
I prietarios de gloria, e triumpho de toreen
, bonitos preparado urna linda composiclo contra
padroes a 180 rs. o covado : na'doencas,que o seu (lm he destruiro corpo
j /> j j. i, -r r 1 humano. Esta composicSo he qumica e
ra. da Cadeia do Itecife n. 5o A.|novii Esias.lsaPaniha oe combinada com
Para palitos. oulrosengredienles que lodos ellesperteo-
Vpndem-se trancan nara calcas e cem cl"se ve8et"' e to-ioscom o poder
y enaem-se gangas para caicas e de purj|lc,real 0 ingue. O doame que usar
palitos a arjo rs. O COVado: na ra desta composic3o, pode comarque tem o
Ha ( 'mli'i 1 do Hf>rife> n la 4 mais e|lic^ remedio, para a sua enfermi-
tla ^aaea uo neciie n. oo a. dadeusa. 0 nico agente nesta cidade he
1,600 rs Vicente Jos de Brito, na ra da Cadeia do
Vendem-se corles de coletes de 'fo bot' 1.
casimira, pelo diminuto preco de "ra ba.''e*
1,600 rs.: na ra da Cadeia do He- Vendem-se 2 r.coa vestuarios
cile n. 5o A. Para bai,e de masca""ados : na ra
Narua do Collegio loja deencaderna- d Cadeia do Recife n. 5o A.
cSo n. 8, venda-se papel de peso pautado Vende-se urna porc,3o de pennas de
proprio para cartas a 80 rs. o caderoo. orna; na ra larga do Rosario o. 44.
Vinho de Champagne,
e superior qualidade : vende-se no rma-
em Kalkmanu IrmloS Ra da Cruz, a. <0
1,800 rs.
Vendem se cortes de cassas chi-
tas, com 7 varas a 1,800 rs. : na
ra da Cadeia do Itecife n. 5o A.
A 5,ooo ra. o corte.
Vendem-se cortes de casimira ,
bonitos padroes a 5,000 rs.; na ra
da Cadeia do Itecife n. 5o A*
MMNMMHI f *
Para militar.
W7 4w
Vendem-se luvis de retroz preto de A
0 rt illlena e cacador: na loja de sir- (i
a. uniii no pateo d. Matriz n. 2. A)
9*9<*fV9**9*m*9iet
24o rs.
Vendem -se chitas, francezas, bo-
nitos padroes a aurora, o covado :
na ra da Cadeia do H ecife n. 5o A.
Panno preto.
Vende-se panno finop reto, boa fazeadi a
3,000 rs. o covodo, atrja prata a 2,200, oor-
tea de casimira de cor a 500, e outras
muitas fazendas por preco commodo : na
ua da Cadeia Velhs n. 33.
liepertorio Alphabetico das
leisdo Brasil, ern continoacao ao
liepertorio Geral de Fernandes
Thomaz, um volume em broxura,
por 1,000 rs. ; vende-se no pateo
do Collegio, casa do Miro azul.
Vende-se um palanquim da Rahia em
muito bom esta lo e de mui bonito gosto :
no largo de 8. Pedro na loja de Marcineiro.
Constilnirao e cdigos.
Vende-ss um volume por 5,000 rs. con-
lendo constituicSo, reforma, interpretado,
cdigo criminal, dito do proceaso, reforma
deste, regalamentos n. 130, 132, e 1*3, re-
giment de Minas, regulamentos do sallo,
ede novos e velaos direitos: na praga da
Indepeudsncia n. 6 e 8.
* Vende-se na ra do Quimdo n. 19,
cortes de cambraia de barra ede cores o
mais lindo que ha no mercado a 3,500 rs.
cada c te; esla fazenda be nova no paiz e
por preco commodo a comprar.
Deposito de panno di algod3o da
febrica Todos os Santos da Ba-
nhia.
Vende-se por preco commodo
o bem conhecido panno de algo-
dao des a fabrica ; em pessa, a
vontade do comprador t no escrip-
lorio de Movaes & Companhia, na
ra do Trapiche n. 34.
Bosquejo hist rico e docu-
mentado das operacoes militares,
na provincia do Kio Grande do
Sul, um volume em broxura por
1,000 rs. : vendem-se no paleo do
Collegio, casa do livro azul.
Vaccas baratas.
Vendem-se 5 vaccas da trra, com crias,
ou sem ellas, e a visla faz-se iodo o nego-
cio : a ira ia' no Maoguinno do lado direito,
ultimo silio antes da pona.
Farello a 3,000 rs.
Na ra da Cruz do Recife, armazem de J.
C, Augusto da Silva, ainda ha um resto de
farello em saccas, do ultimo chegado, e ven-
de-se a 3,000 rs cada un.
Vende-se urna taberna com poucos fun-
dos, sila no sobrado da dous andares, na
ra do Sr. Bom Jess das Creoulis: a tratar
na mesma.
30,000 rs.
Vende-se para baile do carnaval, um rico
vestuario, a pessoa que vir o quizer ler um
rico vestuario, nao" dei tara de comprar : ua
ra Nova n. 18.
15,000 rs.
Vende-se outro vestuario, j meos rico,
porm de um carcter pouco visto : ni rus
Nova n. 18.
Vende-se para fra da provincia um
mulato moco, sem vicio, nem achaque al-
gum, he muilo bom mestre de fazer assu-
car e ptimo feilor decampo: a tratar na
ra da Penha, venda da esquina, ou na ra
do Livramento, loja de miudezas da tab-
lela, da Joilo Pinto llegis Souza.
-- Vende-se um terreno com 58 palmos
de frente e 996 de fundo, tendo a frente pa-
ra a estrada da Sola lade, e o fumo faz fren-
te para a estrada nova que vai para o Han-
guinho. por preco muilo commodo, por seu
dono se retirar desta provincia : a tratar oa
ra Velha do bairro da Boa Vista o. 105.
Moinhos de vento
eom bombas de repuebo para regar hortas
d baixas decapim : vendem-se na fondicllo
de iiowmn & ale. Callum, na ra vio Brum
ns. 6. 8 e 10.
Vende-se um burro de Horatio: na pra-
ca da Independencia n. 13
Escravos fgidos.

Vende-se chita larga Irmiceza de
modernos padiOes e cores files pelo
baralissimo preco de 210 rs. o cova-
do, tenJo pur^So para o comprador
escultier : na tua do Queimado, loja
do sobrado amarello n. 29.
ii.< rs. o covado.
Vendem-se cactores
Ausentou-se no dia 16 do corrente o
preto Francisco (este s d pelo nome de
Xicoj de n.'i.-.'io benguola; representa lar 40
annos de idade ; alto e roato compriJn;testa
larga e entrando nos cantos para o centro
da cabera; olhos vesgalhu ios e a vist 1 bas-
tante estacada; falla m-ia em harneada; tem
o andar descansado e levanti mais a perna
esquerda qoando deita a passada; levou ca-
misae calr;a comprida e lavada, de algodao
trancado da Bahia, c chapeo preto bastante
usado : roga-se a todas as autoridades, tanto
polieiaes como de campo o favor de apre-
hender o dito escravo, e enlregarem-no na
ra larga do Rosario n. 18, que ahi se grati-
ficar generosamente o trabalho.
Desappareeeu no dia 18 do corrente, a
cabra Juanita, de 32 a 25 annos de idade, le-
vou em su* companhia urna Qlhinha de 8a
10 mezes, consta que lomou o camiuho da
Cruz de Almas : roga-se, portanlo, a qual-
quer pessoa que a capture, leve-a a seu se-
nhor Joao Filippe dos Santos, morador no
bairro da Boa Vista, na ra do Sebo, casa o.
14, que saber gratificar.
Da fabrica de caldeireiro da ra do
Brum n. 38, ausentou-se no domingo, 15 do
crreme, o pelo Alexandre, de nacaos.
Paulo, de 35 anoos de idade, alto, refbreedo
do corpo, falla desaancada, foi escravo do
Meliquer, Francei, morador no Rio Doce, e
ltimamente do Sr. Bolly: roga-se a quem
o pegar de lera-lo a mesma fabrica que ser
recompensado.
Dasapparecen no dia 17 do corrente,
um mola 10 escravo de nome F elisberlo de
idade pouco mais ou meaos vlnte annos,
com ossignaes seguintes: cor parda estatura
regular.e urna ferida oa canella dtreita;
levando urna calsa e camisa dealgodfioa'ul,
lloga-se as authoridades policiaes e capilSe
decampo a sua captura e leva-lo a traves-
a di Madre de Dos vendan. 1,
i ni' > M r.rvr !'
< *
*,3
.
1 .1
*


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