Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:04422


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Full Text
AnnoXXVll
Quinta feira 19
de Fevereiro vle 1851?.
N. 40.
DIARIO HE ftPERYtmilCO.
Mt. vaioo a sraoaipplo.
PlOlMINTO ADUNTtDO.
Por trimestre............ 4/000
Por lemeitre, .......... 8/000
Por nao..............i.'>"'
PAOO DKNTSO DU TSIMESTal.
Por quirlrl............. 4p00
OTICIAl DO IMPERIO .
Para..... I de Fevr Mina... 13 de Janr.
Maraabio 6de dito S. Paulo. 10 deNovbr.
Cear... 7dediu>. R.deJ.. MdeJanelro
Paraalbi: g,.ie dilo Babia... 17 de dibi.
Da-da liai
ADDixaolAa.
16 Seg. Si. Porfirio, Sa-
muel, Jerema!,
17 Terc.S. PoiTcronlo.
> 0'' art.S '''"'"' """ -
19 Qulnt. S. Conrado f.
a. Alvaro s, Gsbino.
?o .Se. S. Elruterlo.
21 Sil.. S. Matlmlanp,
22 Dora. Qulnquagcii
un r. i.Viu S. Pedro.
Jni'iod OrvaAo
2. e5. s 10 hora.
1. vari do civil.
3. e.'ao melo-dia.
Fatenda.
3. e6.it 10 boraa.
2. rara do eivtl.
4. e i,i)>.idoi ao melo-d,
Riltfo.
Tercae sbados.
IIUIBIHI,
Crescente i 28, aa 6 boraa cal mlnutca da m. j
Cbeia a 5 a i boraa e 6 minutos da tarde.
Mingoante 11, as 7 bora e ti minutos da so.
Nova i SO, 1 1 bora e 24 minutos da m.
tUUUBBI HOJA
Primeira,? 3 hora e 42 minutos da tatde.
Segunda i 4 hora e 6 minutos da inanbaa.
FABTiDAa poa conmcios.
launa e Parahlba, s segundas e leitaa-
Felras.
i-Crande-do-Horte, todas ai qulntaa-felrai
rnelo da.
iranhuoi e Bonito, i 8 e 23.
1a-Vista, e Plores, 13 e 28.
flctoria.as qulutas-feiras.
Inda, todos os das.
NOTICIA I MTBANOJElBAa.
Portugal. 17 de Janr.
Hespaoba. g de dito
Franca ... B de dito
Blgica... 3 de dito
Italia___ 4 dedito
Alemania. 6 de dito
Prussia dedito
Dinamarca I drdlio
ftussla... 30 de Drzb,
Turqua. 29 de dito
Mis tria .. 5 de Janr,
snis-.i. .. 3 dedito.
Su i-, i.i. 3l de Dezbr.
luglaterra 8 de Janr
E.-Unldos 24 de Drzbi
Meiico... 20 deN'.vbr
California 2o de dito
Chill. 2* de dito
"uenos-A. 8 .le Novbr
Montevideo lOde Jaur.
CAMBIOS) SE I8DB FITABB1BO.
Sobre Londres, a 27 a 37 /, d. p. i
Paria,
Lisboa, 90 por cento.
ETAEB.
Ouro.Oncas hespanholas......'. ...., fyfOOO
Hoedas de 6/400 velhas......... lli/itO
. de 64O0 novas......... 16^000
* de 4/IIC0............... 9/'00
Prata.Patacflrs hrasileiros........... 1920
Pesos columoarlos.......... */49
Ditos mejicanos.............. 1/800
PERNAMBUCO
Reparligo da Polica.
EXPEDIENTE l0 DA DE JANEIRO.
Confmiiiiedo do expediente do Sr deiembarga-
dar c/irfe lie polica, em retacarnos movi-
mentos lediciosos que tiveram tugar nula
provincia no mei de Janeiro prximo pas-
eado
Ao subdelega lo do primeiro dislriclo da
Escadi.-lllm. Sr.Ten lo hoja receliido o
ollicio.que Vmc. me inderessou em dala de
bontem aceres do estado de inquietic,ao,e do
ospirilo sedicioso de uina parte da popula-
r,3o ignorante deasa freguetia por causa das
falsaa impresatXi. que Ibe tem ioculi lo ho-
mens perversos contra o decreto de 18 de
juiliu Jo a uno prximo pastado, relativo 10
regalo dos nascimentos e bitos; devo sig-
nificar a Vine, em resposla ; Io, queja em
data de honlem lequisilei ao Exm. presiden-
te da provincia 1 expedirlo das suas ordens,
pira que seguisso para essa fregu 'zia mu
destacamento do 30 praejau de primeira li-
nha a disposi(o dessa subdelegada, e es-
pero assiui o mande avista das declarares
que elle me ha reno; 2., que aguar lando as
ordens do mesmo Exm. presidente, a quem
Iransmitli o ollicio dessa subdeleg.cia, or
deno Ihe entri-tantn, que se apparecerem
grupos armados ou nao armados para su
opporem a t-xecuc3o daqunlie decreto, ou
que deem motivos a receai-se pela Uan-
quilidade.deve Vine, apiesenlar-se-lho pes-
Miiilii.eul.', dissuadi-lus da prevengas, e
falsas ideas em que se acharo, muslrando-
Ihes que as beuelicas diS|iusices d^sse de-
creto iiaotendemsenuu aassegurar a liber-
dadedns cidadaos ou> vei de deslrui-la, e
que oulras nao poderiam ser jamis nunca
as valas do paternal governo imperial; e
bem assim que no c esse grupo, oeve Vmc. na lrma dos arls.
2t>9 e 290 do cdigo criminal alfar urna
bandeira vorde, e admoeslar por tres vezes
aos reunidos paia que se relirem, sol) pena
de empregar contra elles a Torca, ale que
dispOe, e reter os esbecas, o que pode a fa-
zer, se Ihe parecer necessaiio, depois de
esgolados lodos os me.os branJos e suaso-
rios.
Para que Vmc. oblenha mais fcilmente
este resultado, cumpre que se fa? acompa-
nhardu vigario des-a Ireguezia, puis multo
polo servir a aulonda lo moral e rehgios
deise funccionario, assim como que paia
fazer cnegar ao puvo as veruadeiras ideas
sobieesse decreto deve Vmc. man lar alixar
editaes uos lugares taais pblicos dessa sub-
delegada.
Ao uellegadosupplenle do segundo dis-
pelo desie termo :
lllm.Sr. -Ema.lditamnnto ao meu onico,
do 2 do correule, signihoo-lne que o t".
presidente da provincia pelo seu de lioiilem
mecomaiuuicuuliavr espedido nrdem ao
cominandaniedas armas para quo lizesse
marchar cum urgencia SO priesa de primoi-
ra liuba sob o commaudo de um ofllcial
para esso dislriclo, onde deverao licar a dis-
ii.iii.iio ilesa* delegacia com as 16 de caval-
laria, quo ja para all seguiram na noile do
disido enrreute. Com essa furria parece-
me, que Hcaia essa delegada habilitada a
fazer manter a ordem e ocego publico oes
se districlo, ea prenJer os que teduzrem o
povo Igi orante para demonsirac,o s se licio-
sas na forma ja ordenada pula minhi circu-
lar de 30 do mez de dezen.bro prximo
Hado.
Ao delegado supplenlo de Pio-d'Alho.
lllm. Sr. Em addilameuto ao meu ofii-
cio de 2 do crreme remctli Jo por pi imeira
esegunda va, e cm relpolta ao que Vmc.
me inderessou na mesma data sob n. 2, e
que honlem me foi entregue pelas oito
horas da uiauha, significo Vmc. para
scu connecimeiito e ..irecijao, que leudo
passado s rnOos do Exui. presiJente da
provincia o dilo ofllcio, para que elle d as
providencias precisas i reslabelecer ahi a
ordem e tranquillulade publica, alt9radas
pelas sugeslOesde homeus perversos, acabo
agora de requisitar ao mesmo presdeme a.
exprdicSo de suas ordeus par que se refor-
c com mais 30 prsfas de lioha o destaca-
mento dessa villa, enviando-se com elle*
competente muuicao, visto sor insuflicienle
para couseguir-se aquello Um, aforr;a uin
exiale.
Eacusado he direr a Vmc que epero que
essa delegacia no emprego dessa forrja con-
tra os grupos de sediciosos, que invadirarn,
e anda ameacjlo euvadir essa villa, se por-
tara com maior prudencia e circumspec-
rjSo, unida ao maior zeloeeuergia no rei-
labeleritneoto da ordem.
Ao delegado de Nazareth.lllm.Sr.--Ten-
do ja declarado a Vmc. por meus olllcios de
30 de dezembro ultimo e 2 do correle as
medidas e providencias de quo essa delega-
cia deveria lancar m3o para dissoadir a po-
pulacho ignoranle e illtidida desse termo
das pirv.'i fie- falsas e infundadas que Ihe
ioculiram pes pedido ao Exm. presidente d* provincia,
que fi/.esse seguir paia rssa cnlude 30 pra-
cas de primri-a Imha lara rom ell< r-fur-
FOLUTliH.
ou
menoras de um marido.r)
;rOB EUGENIO SDE.)
XXXIV.
. Esperando que voltaise ou nao o emiisario
de Joo eiprriinentei ao piinclplo esae allivo
coolrolamenlo deii pioprio qu? d a conaclen-
cla de um daver cun.piidu; eu agradeca ao
acaso o me por em eila.lo de rrpanr em parle o
mal que tiulia causado ouu'ura ; lembrava-me
com urna rmneau melanclica da n.inha uoica
e nrimelra entrevista com madama Raymuudo,
eaia encantadora mulher que me liuha causado
una iVi viva linpreiso, que o lempo longe de
apagar, linha profundameolf gravado em meu
coracao; por liso lenii giande alegra vendo
que Ihe poda preilar, depols de lautos aunoi,
um servico asslgnalsdo, que Ihe poda dar urna
prova desse amor que ella linha lemprc igno-
rado eque devia sempre ignorar.
E.las i. flnori erain comequcntes com a gc-
ncrosldsde de meu pri.nelro movimenlo. lo-
mado per asiim dlxer de Improviso pela reve-.
(J fiVoDfarfoii.3.
Car o destacamento e habilitar essa delega-
I cia 1 cumprir as suas allribuicdes, e rests-
' belecer a ordem e a aeguranca publica ;
' recehi agora (7 horas di noile) o ofllcio des-
sa delegada sob n. 9, e data de 2 do corren-
te, em quo pede se Ihe remella urna torca
suflicieute para bater os sediciosos, que sob
o pretexto de se opporem 1 urna phanlasia-
da le da escravidao, da de Po-d'Alho, e de
oulras ; e em resposti commuuico-lhe que
o I ah presidente di provincii, empcahido
em minter o respeilo is leis, e is autorida-
des, assim como a segursaca e traoquilli li-
'le publica, faz nesla data partir para essa
comarca urna forc de 120 pracw de pri-
meira linha commindada por um ofllcial de
toda a coulianca, que be o major JoDo Ne-
pomuean de Siiva Portella 1 quem don as
inslrucr;0es constmles da copia junta, o
por linio ordeno a Vmc, que lugo que esti-
verem esgot'dos toJos os meios paciheos
recommeudados pelos arls. 289 290, 291 do
cdigo criminal, conforme doclare em mei
ollicio de 2 lo i- u re,lo empregue a forca
que agora para sin segu do maneira 1 ais-
solver todo o sjuiiUiiiuiiio dos sediciosos
ezislonles nesse termo, proclamsn.lo antes
sou csracler, e fzeudo as Ires iiiiinmcoui
orJenadas naquelles arligos, visio que essa
-tu 1 linii jo Ine compele agora e a qualquer
sub.lolegado pelo art. 5.o 3.' da ie de 3
de dezembro de I8tl, combinado com o ait.
91 da mesma le.
Dmdo a Vmc. eslss ordens, espero que 01
sus execuc3o se portara Vine, com aquella
i.rudeucia e onergia, que he de espirara
vista do carcter grave que tomam os mo-
vimenlos dos sediciosos, que dvem ser
quaulo anles reprimidos, m de acoordo_com o comoiandaiite da for;i.
Ao i'o.11 ni.1 luanle da lorr;a de Pao u'Alho,
major Juilo Nepouoccno da Silva Porlolla.
li. 11. Sr. 1. 11 lo-in o Etm. Sr. presi-
ii.'iiii: da provincia communicaJo em ufllcio
deala data, que lazia marchar para a co-
marca de Pao d'Aiho urna for?a de 120 pra-
fas uc pnmeira linha da qual lie V. S. o
.mu 11-111 uni. 11 que eu Ihe devo dar as
iuslruc,es convenientes afim de que alli
se reslaboli'Sa a ordem e segurauca pu-
blica gravemente alleraJas por grupos de
sediciosos que instigados por pessnas per-
versas se o|i, oein a oxecutSo do decreto de
18 ue Janeiro do auno prximo passado, que
creou o regalo do nascimemo o bitos,
sob pretexto deque trnde a redozir es-
II an lo as criaucas naseidas do primeiro
do curente un dame, leudo at o arrojo
do rasgarem diversos olliciOS meus, e de
oulras autoridades policiaes, e o de a.re-
sionar com diversas pessuas e autoridades
o destacan enlo alli existente, julgo conye-
nieole dizeraV S o seguinlo l'nmeiro
que se di Ija coa) I maior possivel rapidez
a sobredi!* villa do Pao U'Alho, o que em-
pie^ue activaiu mo a un e 1 do 1 -o comman-
docomraos grumos de sediciosos, que se
oppose.rein a sua passagem, usando anles
de lo la a prudencia para us desarmar, ou
os afugentar para qu i, si for po-sivel evte-
se iodo o derramameuto de singue. Se-
gundo que apeno entrar ni villa a forrja do
seu e. 1111 n.111 lo devo V. S. ta/er Soltar a to-
das as pessoas, que tiverem sido prezos pe-
los sediciosos, e procurar onlen ler-se co n
o delegado de polica em exercicio a quem
nesla data me oenjo, sobre os meios de res-
labelecer a ordem, n segurauii Publica.
Teieeiroque no caso de se nodespersirem
os sediciosos com a simples apilando da
forca dos*u commando, como nede espe-
rar, devo V. S. ataca-los vigorosamente logo
que o delegado de polica em exercicio Ihe
de larar, que elles se n3o despersaram de-
pois da lerceira 1 iiim u;lo, que o mesmo
h ; ilevei.i fazer na forma doiartigos 289,
290, e 291 do coJigo criminal, uerseguin-
do-os V. S. com a maior deligencia em qual-
quer poni da provincia para que se dirigi-
rn) at compl' tamonte despdrsa-los e de-
ssrma-los. Quarlo que apenas dessolvi-
dos os grupos se liciosos,e reslabelecidas as
autoridades nos seus lugares, dever V, S.
encaminbar-se com a for;a da seu comman-
do a cidade de Nazareth, onde lambem ap-
rarecem movimenlos iguses sos de Pao d'A-
Iho, e seguir em tuJo as lnslruc<;0es cima
in Jicadas, entenlondo-se nao smente com
o respectivo delegado de polica, como com
o li,'. juu de 1I11 eno da comarca, que tem
reun la na dita cidade urna fori;a para sus-
tentar a ordem. publica 5. Q 10 de lodos
os acontecmenlos me dever V. S. dar mi-
nuciosa parta enviando ootra ilenliiiana
mesma nccssiSo para o I .vn Sr. piesidenle
da provincia afim deque deludo ioteirado
possa dar-se as providencias e ordens
convenientes. Dando a V. S. estas Inslruc-
(es espero, na sua execur;Sd se portar V.
S. com aquella prudencia, e energa que he
de espera a vista do carcter gra mam os movimentos dos sediciosos, que
cumpre quanto antes reprimir.
Ao delegado de Pao d'Aiho.
lllm. Sr. Tondo js declarado a vmc. por
meus uflleios de 3 do dezembro ultimo e de
i do co. rente as medidas O prov lelir las de
que essa delegada deveria Uncir m3o para
ilus muir no minean iinor-nte e Iludida
desso termo dss prevencaVs falsas e infun-i
dadas, que Ihe incutirao) pessoss perversas,
eh nificado, que havia pedido ao Exm. presi-
dinleda provincia um destacamento de 30
pracas de primeira linha para augnrentsr o
destacamento dessa tilla, e com ella bsbili-,
tar essa delegad! a cumprir as suis ittri-j
'buidies, e realabelecer a ordem e seguran-
Ca publica, consta-me agora por communi-
;, cagues viridicss. que csss villa se acha m-
(leiramenle oceupada por um grupo de le-
diciosos em numero de tresenlos pouco
mais ou menos, que valendo-se da dimiou
la forca do destacamento ahi existentes ti-
veram o arrojo de* prende-lo com o seu res-
pectivo commindante, ao subdelegado des-
IDEM DO DA 6.
Ao Exm. presidente da provincia. N
.Tondo presente o ofllcio de V. Ex. em
B de 5 do coirente, icompanhido de ou-
do marechsl commandante das armas a
'a do destacamento de I." linhi que se-
11 per JaboalOo, julgo do meu dever sig-
car a V. Ex., que com quanto esleja paci-
do o destricto da respectiva delegada,
forme me communica o delegado suplen
i0) exercicio nns seus olllcios de 5 do cor-
,e, me perece todava icertido, que na
,uesia de JaboitSo continu a existir ain -
por ilguns diis, ien8o lodo io menos
btedo destscameuto saorsindicala, re-
gfessainlo porem para esta cidade as prC/>s
S cavallaris, que V. Ex fez preced-r-llie,
"T _________________.___kBsu ._ ._ ..llini.i .'11
ItlUll'UUOUlUIIIIJIIliai awuuuviv- .*m- -a------------------ -1---------- _!_:,. .
ss freguesl, ea illverses resinas, tendd an- cinffcrme meeommunlcou em seu oOicioue
les o de rasitarem alguna olllcios que deriji '3 do correte mez. vist > que desle modo 11-
a essa delegada E porque laes attentadoscar squelioempregado habilitado a desero-
D r *. ..__ .------......... .. I 1. ..- .. -....... .lami.uc 1111 l.iiSSIl II II e
lafao ilc carpcitlier, eu liuha pronielll lo e 01-
teiiado o meu soccorro, eaquecendo-ine de In-
da a conslderacno secundaria ; mas. logo depoia
da partida de Charpenlier, a primeira eialia
cao que me liuha impirado a lembraafa de
madama Raymuudo se calmuu, reflecli uas con-
sequencias de meus empennos, islo he ua ha-
biaco de Joo c de sua mi em miuha casa
Fui de repente asaltado de mil apprcecoel
considerando a miuha posifo pessual.
ecessiriaineoie, Ali.iua ia viver em iutimi-
dade com madama Rajmuudoe aeu tiln. ora.
bem que eu esliveise ceg por meu csudido
egosmo sobre o moda de viver que impunha
lunilla mulher, bem que a julgaase verdadera-
mente a mais felii das crealuras, na sel que
iuvulunlaiiu rumelo de Juilica e de verdade
me fazis leiner que urna mulner do capiril e
do carcter de madama Raymuudo, podrsse jul-
gar da poslcio de Alpina; depois, e essa appre-
iii meo era mais iuquirtadura aui meusolhos,
J..a.i li-yiniindi) era Joven e bello; 1111 leuda,
sua prostripcao o luruavam iuteresssnie; eu
couhecia o iru espirito, a elevaco de seu carc-
ter, a nobreza de seu coracao ; mus raras qua-
lldadcs deviam ler augmeuiado com os iouos
Ura, quaea deviam 1er para meu repouio, para
meu amor proprio, para inhiba houra lalvez
(ful al ene ponto) o resultado! da compare-
ci que mulla mulher ha va de fa/cr necesa-
riamente entre mim c Joao ?
1.111.1 niu. cuulrasie! eu nao amava a Albina ;
Julgava-a simplona, e lao lria e luitnsivcl co-
mo uina estatua de marmorc ; devia porlaulo
estar perfeltamenl* tranquillo e nao sentir ne-
iliuin ciuiue,... todava, cuidando na inli-
iiilo podem deixsr de ser reprimidoa, o Exm.
presideote da provincia, emuenhado em
inaiiier o respeilo as leise as autoridades,
faz nesla dscla partir para essa comarca
urna forrja de 120 preces Jn primeira linha,
cun .uaiiaa las por um ofllcial de toda a
c inliaoc-i, que he o major Julo Nepomuce-
no da Silva Portella, a quem dou as ins-
lruc;0es mistantes da copia junta ; e po'
lamo ordeno a vmc. que logo que esliverem
esgolados toJos os meios paefie 'S, recom
mondados pelos arligos 289, 29J e 291 do
codito criminal, conforme declarei em meu
ofllcio de 2 do correte, empegue a forca
que agora para ah segu de maneira a des-
solver todo aj .mmenlo dos sedicios exis-
tentes nesso termo proclauaudo antes seu
carcter, e lazendo as tres i..timac8es or-
denadas oaquellesartigos, visto que essa
1 u 1 unicao Ine compete agora e a qualquer
subdelegado pelo artigo 5 da lei de 3 de de-
zembro de 1841, combinado com o arligo 91
di u.cs na lei.
Dando a vmc. estas ordens espero que na
sua execor;3o sapo.tara vmc. cum aquella
i'i'nleona e energa, que he de esperar a
vala do carcter grave que tomam os mo-
vimenlos dos sediciosos, que devem ser
quanto antes reprimidos, maicnando vmc.
de accordo coa) o coaiuiandaale da forrja.
DEM DO OA 5
Ao Exm. presidente d 1 provincia. n. 218
Tendo-me V. Ex. declarado por seu i-Qlciii
de 30 de dezembro ultimo, que havia ex-
pedido as convenientes ordens para que se
resiabelecesse o servico de ? palrullias de
cavallana composta de tres pravas oda
inra, conforme fui requisitado a esta reiar-
iiro pelo delegado do primeiro districto
deste termo em ulcio de 26 de Jumo in
ai.no p. p. eordenado por V. Ex. em ofllcio
de 8 de julho 6egoiute ; e havendo-me o
mesmo delegado communlcado em ofllcio
de 3 do curenlo, qoe no dil 30 do mez
pasudo se Ihe apresenlaram somenle trez
das ditas patrullias no dia 31 urna, e nos
das 1 e 2 do correte ilnas compoita cada
urna de duas pracas; assim u cumrnumcu
a V. Et, afim de que se digne providenciar
como entender conveniente para evitara
eonluiiiaeaii de taes faltas.
Dos guarde a V. Ex. Secretaria da po-
lica de l'ernsmbuco 5 de Janeiro de
852 lllm. e Exm. Sr, Vctor de Oliveira
presidente da provincia. O chefe >l pollos
Jernimo Ma' ti 11 i anu Figueira de Mello.
Ao Exm. presi lente da provincia. N.
217Acensando a racepcSo do ofllcio, e o
que V. Es. me communica ler ordenado
ao commandaiile das armas que quanto
antes lizesse marchar para as commarcas
de Nazareth, e Pao d'Aiho 120 homens
comi ni lains por um ofllcial de toda
1 confian^ i, a quom eudaria as convenien-
tes muruecos ; julgo do meu dever trans-
mitir a V. Ex. para aeu conhecimenlo a
inclusa copia do ofllcio, que em data de
bonico), de commum acord com V. Ex.
enderessei ao major de I linha Joo Nepo-
muceno da Silva Ponella, que honlem a
una hora da oo te defera sabir para Pao
d'Aiho na qualidade de commandante
daquella forrja.Confiando na prudencia e
bravura desse digno ofllcial espero que,
essas mstrucfOes Baja fielmente observa-
das, e que a paz publica seja restabelecida
naquellas commarcas, logo que chegue a
forfa indicada.
Dos guarde a V. Ex. Secretaria da po-
lica de iPernsmbuco, 5 de Janeiro de
1852.lllm. e Exm. Sr. Vctor de Oliveira
presidente da provincia. O caer de pulida
Jernimo M irliniaiio I igneirn do Mello
Ao subdelegado de Mu ibeca. lllm.
1 .-'iciiini presente o officio dessa sub le-
legacia sob esla data e scieuledeque de
penhar melhor os seuadevores.ao passo que
se di u na maior garanta aos cidadaos pa-
cficos, ainda ha pouco a-sn-Ia os pelo a-
juutamento il I cito que houve no destricto.
V.Et.pore a nelnor a este respeilo resolver
como entender em sua abodori, visto co-
nhecer mdlhor do que eu qual a forrja de que
pode ilisjor as aduana circumslancia da
provincia.
Dos guarde a V. Ex. Secretaria da po-
lica do Pernambuco 6 de Janeiro de I85J.
lllm. e Exm. Sr. Vicio' de Oliveira, presi-
dente da provincia.Ochefe d Polica Je-
rnimo MarlinianoFiguoira de Mello.
Ao delegado do 2 destricto desle ter-
mo. -lllai.Sr. Accusando a recepto de
seus doua cilicios do honlem, em resposla
leoho a dizer a V. S., que (co sciente de to-
do quanto expen le a ceici dos movimenlos
sediciosos que tiveram loga' no desmel
de sua jun.-ditjaii, e que deve V. S. procuiar
prender o piofessor Augusto Carlos Uusn-
court, e remetle-lo para e.-ta_capital como
emerja de 11101111, enviaudo-me no entre-
tanto os signaes ca-al' risticos desso Cau li-
luo am de que se pos sarias ordena pira sua captura em qualquer
ponto da provir.cia para onde elle so liver
.aviado; assim como a JoSoSoaresque deu O
tiro em Manuel Mondes Carneiro Leo. Qoan
to ao destacamento iutendi-ma verbslin.nte
com o Exo. presi lente da provincia para un
conservar por mais alguusdias como V. S.
propfie.
Dos guarde a V. S. Secretaria da polica
.le Pernambuco, 6 do Janeiro de 1852.Jer-
nimo M.n iiniaiu. Figueua de Mello, Sr. te-
neole-coronel Francisco Antonio Peierada
Silva, delegado supliente em exercicio do
2.0 deslricto deste termo.
Ao delegado suppleule de Piu d'Aiho.
lllm. Sr.-Em dala de do correle del a
essa dalegacia as uecessarias ordens relati-
vamente aos meios quo deveria empiegar
para fazer dissolvar u ajunlam-nto ilcito,
que existe ueste termo com o flm de si oa-
por 10 decreto de 18 de jan iro do anuo pr-
ximo pissado ; e como he pmvavel, que dilo
ajuntameiitose tenha a esla horadissolviJo,
uSo sinenlo pela simales apparirjo da for-
(.'., que daqui paitio sob o comuiando do
insjor JoSo Nepomucelio da Silva Porlella,
mas pelos esforrjos do missionario Capuki-
niinl'r 1; 1.1,111o .le Messina, que mo consta
ahi procura dissoadir a classe ignorante da
falsa persuasao, deque o referido decreto
leudo o ciplivar a gente de cor nascida do
1 o do coi rente em diante ; teulio por conve-
niente recoinmeu lar a essa delegada, que
no caso de verificar-se a dissolufo do lefe-
rido sjunlainemu, nao deve ella proceder a
priaOes algumas por semelhaule faci poras-
sim convir ao socego e iranquilidade publi-
ca, que lo los devemos manler.
A|i, iovciId a occasiuo para aecusar a re-
cepsao do ofllcio de \ do correrte, om que
vni me participa ler entrado no exercicio
dessa delegada como supplenle no qual es-
pero se portara com o necessario zelo, .clivi
nade, e prudencia.
Dos Guarde a V. S. Secretaria da polica
de Pernambuco, 6 de Janeiro de 1852. Je-
rnimo Mariiniaiio Figueira de Mello, Sr.
delegado suppleule eui exercicio do lermo
de Pau u'Alho.
DEM DO DIA 7.
Ao Exm. presidente da provine ia N." 22*.
Accusando a recepijSo doofltcio desta da-
ta, em que V. Exc. me man ia prohibir nes-
ta cidade a suas visinhanrjis a venda de
chombo, plvora e quaesquer armas de lo-
go al segunda ordem, julgo do meu dever
lembrar a V. Exc, que. am de lornar-se
mais elfectiva dila prohibidlo conven quo
os objectos, sobre que ella recabe, s-jam
reculuidos aoaiseual de guerra desia enla-
je, como ja se pralicou em nutras occa-
sapp.receram e despersaram-se as pessuas Oes, recebendo os seus donos urna cau-
ai-,11.nl.s, que invadirn! a povoacSo de tella d'aquella repsrtuSo, ou das autori 1a-
M..nl)L-c cougialulo-mn com Vine, por des policiaes, e.o viilu.le.da qual elles Ihe
icr-.s.i oblido tilo feliz resultado, tndepeu-
uenle do emprego da forrja, reslabelecendo-
se loit'ai le o socego publico, que essa sub-
delagacia se esfoifara por u auler.
DeuS guarde a Vine. Secretaria da po-
lica de Pernambuco, 5 de janeiio de
1852 Jernimo Mariiuiano Figoeira de
Mello, Sr. subdelegado Ja freguutia de
M o r 1 lleca._________________
^BSwMa*^aBsssaBBaawnsasaasiaaasBBaBjjsjisjBBjaaasBaasBa^
inidade que la eslaUelecer-.e eulre Juan e 011-
nii i iiiulii.r, seulia nao siume de coracao, mas
appielieuses de amor proprio, o medo do ridi-
culo, no caso em que meu amigo lizesse a cor-
te a .Muiua tuapeiiai odioaaa; seiuduvidaeu
caluuiuiava aJuao; esquecia que a preaeuca
de sua mal, to venerada por elle, era a mais
sagrada das ulva-guardaa para iniuria honra ;
esquecia prlncipaliiienie que Joo, generosa-
mente acotiiido por 111I111, cuino proscripto, de-
via ser iocapaz de abuiar lobardemenle de mi-
ua hoipilalidade....
Mas ab! eu me lembiava que umbein linha
cobardemeule abusado da aniisadc de Jaciu-
Uol
Entregue a estas angusliaa, espere! a volla
de Charpenlier com u.ua auciedade iuexpri-
i.niii. uem depressa cheguei a eiprubar-me
miuha gencroildade, meus i.lereciiueulos a
Cliarpeulier, os quaea acudo aceilus, devism
eslalielecer entre luinha niullier, Joo e sua
mi. essa intimidade, cujo pensamenlo me es-
pautava. Isto nao era nada : a calma, a regu-
laridade de nnulia vida iaiu ser alteradas Por
mais perfelas que fjsseui a reserva e a ducrl-
(o de meui hoipedei, eu nao terla manas ml-
uhas coiumodidades, aer-iue-bla preciso mu-
dar 01 meui baDiloi de somuo depois de jamar,
icr-ine-bia linalmenie preciso renunciar aesse
co/M/modo quasl grosseiro a que todava lao do-
ceuieuie se tinba acoituinido.
A' medida queestai reexes se alropellavain
cm meu espirito, eu acreditara aoubar ; per-
guntav a miin inesmo, ie era eu, t'eruando
Dupteaiis, lio amoroio de meu repouso e de
ininbaseguridade, quem liona sido tao louco
possain opportona nenie ser eutroguesl Se
V. Exo jolgar acertada esla miuha lembran-
ca, rogo-lue quo haja do expedir neste
sent'do sssuis ord-us.
Oolro si.n, pirece-me tambem conve-
niente que se ordene ao inspector da aif.n-
dega que nSo d despacnu a esses genoru.,
eso co no..!.lu.t ua foilaleza do Huraco
q.|. na.) enlregii-i mais nnnlium parril da
----------f _____ 1 su
para 1 m, 11 -.... com alegra em .... seiurlliau-
te bespeiro .' Miuha aberraco de eipirilo a e.te
reapeitii me ptrecia iucoucebivel,
S me rc.i iva uiua esperauca, era a de que
Jlo e sua mal acharlain o seu projeclo ab de ou peiigoso; assim, com os ulhos Raus no
ponieiru il 1 meu relogio, eu segua o prugrrs-
so da hora com iuquiciaco, presuudo uuvidus
ao inenur ruido, ciperaudo sempre verchegar
Charpenlier..,.
Nada disso acconteceu: o meu relogio deu
cinco horas.... ciB horai e niela ; Cliarpeu-
lier nao iiirui.11 a apparecer.
Nao n.ivia d.ivul 1, Joo e sua mai aceltavam;
era preciso reaiguar-ine s consequencias de
miuha geuerosldade.
Voliei a Riuallnro, ali.n de preparar 111111I1.1
mulher para esta visita inesperada, e dar as
ordeus oeceasanas para a recep(o de meiis
hospedes.
Uavia na ala esquerda do caitello um quarlo
a queja iw. allusa, uo qual, em minha primei-
ra mocidade, tiuham lldu lugar mlnbas eut.e-
Vlstas com uina de uiiuhas pumas; or quarlo
un. 1 um 1 saluda secreta, gracas a um enre-
dor piaucado na espessura da parede, e euco-
Uertopor um caiiilho .novel, hu caso de sor-
presa ou de buscas em minha casa, esla diipo-
si(o podia ser uUI a Joo e a sua mi,. c favo-
iccer sua evaso. Designei portante este apo-
sento para elles ; elle se compunba de duas ca-
. 1- ___ ___... ___. ... ailan o
plvora aos',loos dos despachos que Ibe
[o'ein apresentados.
Dos guarda a V. Exc. .Secretaria da po-
lica de Pernambuco, 7 de Janeiro de 185J.
IUtn. e Exm. Sr. Victor de O iveira, piesi-
denle da provincia. Jernimo Vartiniano
Figueira de .Vello, chefe d polica.
Ao delegado 1 du Rio-Formoso lllm.
Sr.Res ondeado ao seu ofllcio de 5 do
correnle, em que Vmc. toe communi-
cou quo nesse termo te.n apparecido alguna
grupos de 60 a 80 pessoas com o fim de un
neilire 11 a execu^^o do decreto de 18 de
junho do auno prximo paisido; signii-
co-lhe : primeiro, que iii em dala de 4do
correnle requisitei ao Em. presidente da
proaTincia um sleslacamento de 30 1 ragas
para esso termo, eque para 'fesvanerer ao
povo ignoranto e Iludido as falsas impres-
sOes que se Ihe tem Incutldo contra o mes-
mo decrclo, deve Vmc, emqusnto outras
providencias se nSn dilo, ob-ervar o quo jn
ihe det-arminei pela minha circular de 30
e dpzeinliro ult-mu; segundo, queso isto
11II0 fr bastante deve Vmc. transportar-s-
ao lugar em quo apparecerem o amotina-
dos, e procurar por tu 'oa os mems que Ihe
sugerir sua peajoal inlluencia persuali-lns
que esse decreto nao leude a destruir a li-
i nrd.de, mas pelo contrario a gaianti-l,
fazendo com que se multiplique mis os
ttulos pelos quaes se prova quo siguen)
nasceuhvra; poilant) que os culadilos de-
vem desoersar-se pseificaments para as
suas casas, e deixar que o decreto Imperial
tenha a uecssiria execucilo ; terceiro, qu
110 raso de nao ohter Vino, a dispersSo des-
sa ill 'gsl o crimiuos 1 reunilo, deveapresen-
lar-se com o seu escrivflo, proclamar o seu
ciracler. e sjrjsndo urna bandeira verde
a Imoeslar por tres vezes os reunidos para
que se relirem na forma ds arligo 289 do
cdigo cri nina! e quarlo, qe no caso de
nSo se retirarem os reunidos a lerceira a I-
moesiarju deve Vmc em vez de empregar
qualquer 1 m; 1 comoArmitle oait.290d.
nesmo cdigo parlicipT-lo a eta rep para seu conhecimenlo e deliberado.
E porque a autoridade do vilano de-sa
freguezii possa concorrer para que com
oul'os meios suasorios se consiga a dis..er
silo da reuniao e nao s^ lorne necesaario o
doloroso emprego da forca c Mitra cidadaos
illodi los por gente iuleresseira ou perversa
que os quer tzer semoie em desconlisnrji
do governo e poli.ica actusl para flus parti-
culares, no pusso deix ir de lembrar como
convenienteflno Vmc convide o vigario des-
sa freguezia a apparece- no lugar e a expli-
car aos seus puochianos o vordadeiro sen-
tido do deceto imperial, cuj execu^Jo se
promove actualmeme.
Ao sub lelegado da freguezia ds Varre
Bill resaosla ao seo ollicio de hJ4, ree. bi-
do s dez oras* da noile, slgnico-lhe que
deve consentir na murada do destacaroeulo
de primeira lmha existente nes-a freguezia
apesar de nao lasr Udo ordem para iso, vis-
toasilni convir seguranrja publica, como
son informado.
i; ii'l 1 mi po'm, esse desUcumunti
nfiu lw subslituidr por oulro, devo Vmc.
n'io's l r .10 commindante do balslhlo da
ituarda nacin I dez pregas da mesma guar-
da para ijudarem na m niulencio do socego
publico, fazen lo-as illa mente revesar
por oulras para que olrsbalho se torne mais
leve.
Dos gusr.le a Vmc. Secretaria ds poli-
da d-' Periumhuco, '7 de Janeiro de 1852
Jernimo Martiniano Figueira de Mello. Sr.
subdelegado da fregoe/ii da V-rzea.
Ao delegado do primei'O districto dosle
termo.lllm. Sr. Comprin lo as ordens
que ni deu o Esm. presidmile da provincia
por ofllcio desla data, or leo a Vmc. quo
faca) recolher ao arsenal de guerra desla ci-
dade loda a plvora, clinmlio e armis de fu-
go 'queesliverem venda as diversas lujas
ou armazens desla cidade, visio que dita
veoda fica d'ora em diante prohibida at se-
gunda ordem supeiior, deveudo Vmc dar
aos donos de t es objectos onu cautela,
em virtude da qual cln s possant opportu-
nimente recebe-los d'aquella repartijSo,
onde liino em deposito.
Deusgoarde a Vmc. Secretaria de policis
da provincia de Pernambuco, 7 da Janeiro
de 1852. -Jernimo llartinmno Figueira de
Mello. Sr. delegado do piimeiro dislriclo
desla cidade.
(Coafi'nuor-ie-Aa )
JURY D RECIPE.
I." SESS .0 ORDINARIA EM 14 DE FEVEflEI-
ItO DE 1852.
Prciidcnria do Sr. Heis e Silva.
Pmmotor interino, o Sr. Dr. Silveira.
jtdvogads. o sr. Ilufi.io Augualo de AI01.nl 1.
A's .une huras da .i.ii.hu, feila a chamada
acl.iin-.e presentes 43 Sis. jurados.
O Sr. PrctiUnlc abre a seasu.
Sorua-se o .oneelbo que leui de julgar ans
rui Ignacio Jos Gmese Elysco Ferreira di)
Rspinlo Saulo, aecusados pelo crime de firi-
mcnlos.
Prestado o jnrainenlo do estylo.
Or. Presidente heno iiio .1 arguinte
l.MtltllUGArOllUJ.
Juii : -- Como se chaina ?
e d
Claudia de cuidar ue.lea preparatlv
procurar na aldeia urna rapariga para o seryfo
da marqueta de nerleuil que euladada da lui-
pe.liueucla de sua criada grave disse eu a
Claudia, a linha despedido 110 canil ho.
U.11 dos mena criados devia servir o marques e
seu fillio. Maudei depols appsrelhar meus ca-
llos liiiiquanlo se culdava nlsio, loi ler com
Albina ; Claudia devi Ir l procurar-me, para
reerber as mliihas ultimas ordena ; pula eu
quera que ella uuvisse o que eu havia de duer
minha mulher, para turusr verosimelhante
esta viiia inesperada. Sein eslai precauedes,
ella havia de parecer singular a meus criados,
que poderiam dar que fater liogoa.
Achel Alninaestendida sobre seu canap, ob-
servaudo suas llores.
_ Minha chara amiga, Ihe disse eu, tenho
que dar-lhe uina grande nuftia..... porque a
eiiega.ia de i'.-s pessoas de meu conhecliueuto
he urna grande noticia para selvagens como
ui.
Que quer Vmc. diier
O marqiiei e a marquera de BerteuU, ve-
Ihos amigos Je niiuini aro, veem passar alguna
das aqui.,.. seu lilho os acoinpauha; elle he
um dos mena inelhores amigos.
Albina eucarau-ine com um espanto profun-
do; depols disse-me com um ar contrariado :
_ OSr. falla aerlo, ou est grscejaudor
Gracejo pouco, vosi bem o sabe. Venh
niaras de dormir, leparadas por um salao e uracejo uuco, m... w=... ..--- -- --
urna anlecam.r. L,n. desta cmara, devia 1 portento. ...inlia chara amiga, P"1/' ^u'"
"er baOliad. por Charpenlier, a ouir. por ma- to seriamente que. dentro em dais hora, os
dama Uavmuado, deiliosndo eu para Joo um nonos hoipcdei cstarao aqu I Vou procura-
Zvs^^**Hi eV.rregueialos.mCha.nbly.ondechegaram em carro de
Reo :-- Ignacio Jos Gomes.
Jkis : -- Do que vive e d'onde he natural ?
Uto : --Vivo de pencarla, e aou natural desta
cidade.
l -i. : Sabe poraue foi procewado ?
leo : Sel.siin ariihor ; lado pu mus Ha-
noel Clochinho e este m<*u cantarada no becco
do Segredo, pedi mn boceado dVgoa na casa de
unas uuilherea, ellas disspratn que n tinhaui
e pedirun a urna vlsinha quando eu acabel de
beber, j meu cainarada liulia tido um baru-
Iho com uns soldados, mas eu no me inetli em
nada, fui l*"var omeu cainarada para caa por-
que rsi.iv.i lod. en^-inguenUdo, e quando che*
guel n pateo doKortf, fnmos presos.
Ju : Ksse barulho de que .IU, leve lugar
dentro de casa ou fra ?
affeo : Kra.
Jim: -- Quem foram 01 aulorea desse ba-
rulho ?
Reo : K11 nta tel dlver a V.S. porque eila-
va l.ht-ii'i 1 agoa.
Jutz : Cuiiiiree o cabos Josqufm Moreira
da Silva e MedarclM Pereira da Silva ?
Reo Vio, m-iiIi : r .
iuh \ Oimcs ai pessoas que estiveram no
barulho ?
Reo i Nao eslou duendo a V. S. que
ua vi.
Ju-s ; Sbese drssa briga resultaran, feri-
uifiit '<* em alguem ?
Reo : N >o, senlior ; nao sel. '
Juiz : Ouvio diier i|ue os cabos de que ha
p" He'> : uvi dlier, stm senlior.
Jm/s : -- >ata? ler ?
Reo : Nao, enhor.
btU.NDO REO.
-i : -- 'un 1 se 1 ii i ni 1 ?
lito ; Elyseo Ferreira do Espirito Santo
Juiz : U.Hide he n-ttur -il ?
Reo ; -- Do Rio de Janeiro.
Juiz -- abe do motivo porque foi proces-
sad.i ?
Reo : K11 fui com este meu eamarada e ou-
lro de nouie Manocl lUchinh, ao becco do Se-
gredi; ene meu ia un rada pedio ag-a em casa
U'uuias mulheies.e como u.i<> liveasei.r pedi-
r-iu a una vlsinha a qual disse que nao des^em
agua paisanas ; ahi Manuel I, cliinlio respon-
deu na sei o que. o que vi fot que saliir-iii uns
soldados e um delles me deu urna pedrada que
eu c.ln.eu eutiioquando me levanlei paisei a
111.1.1 n'unmjollo eaiirel. nao sei se pegou ou
uo, o ijue pusso dizer he que este meu e.in.a-
r ni 1 ti-, se meite.u ao barulho.
Suh : Condece os soldados que na occaslao
estavain dentro de osa ?
l\eo : --Nao, seuh&r.
Juc:Sabe quaes as pessoas que tueram o
barulho ?
litfo : Nao, senhor-
Juis; Condece t,s cabos Joaquina Moreira
e .Medarcho Pereira daSdva?
Re 1 : (Vio, senhor.
Juiz : -m(.- que elles foram feridos ?
iteb : Nao sei, nlo senhor.
1 \t uccasio do barulho nao tinba
urna bayoneta ?
Reo : A bayoneta era de um msico que
parti para iiuiu cum ella e cu emo ton
mrt-lf.'a.
Suiz : Ferio a alguein cora a bayooeta ?
Reo : Nao, senhor.
Juiz '. Sr*be ler ?
Reo ;Nao,senlior.
Lidas as pecas do processo e lidas as allega-
Ct'i |r r cmilra,
OSr. Presidente faz o relatorio da caua c en-
Irega no cuinelho os ipiesitus, ans quaes leu-
do este respondido negativamente, ab.olve os
reos. _______
DIARIO M PERNAMBIJCOr
HECIKE 18 DE FEVEREIRO DE 1832.
Entrou hoja em nosso porlo, procedente
do de Cabo-Verle, cim ti das do viagem,
o hiale Itogneda condozuido a seu bordo o
p incipo Kusso Saiianolfde llostolT com sua
cumiliva, o qual tendu salii lo da Russia,
cum autorisaijSo do seu soberano, a viajar
pira recroio seu, pietende demurar-ae em
nossa ciJade ceica de 10 das, (indos os
quaes seguir para a corte do Rio de Janeiro.
S Es. o Sr. presdeme da provincia man-
dou por seu ajudaule de ordens cumpri-
menlaro illustre visjinte, e fazer-lhe os
devilos offereeimonios, que elle coilezmen-
ta aggraleceo.
0 principe Sabanoff de Rostoff he da li-
nha transversal a quehojs impera na Rus-
sia, o ainda imberbi, represen! 1 ler 20 a 22
annus de idade; falla peifeilamenie inglez,
lings em que reapondeo ao iuterpetre,
a licou de cumprimeutar pessoalmeole o
Enn presidente.
Ci'iespoiidetnrras.
Sr. reJactor. Achando-nie hoje liga-Io
por casamento a familia do Rvm. Sr. I'adre
loaquim Puno de Campos, e vendo que
easa mesma familia he alroimeute eagina-
lissla pelas fulhas do pal tido a que eu e os
meus pareles temos pe tencido, declaro
desde j que 11.0 reliro de suis lileiras pu-
ilicas, visto nao cunceber como se procla-
me o direito de iguiluade efralernidade en-
tre os homens, o se proceda dd mudo lodo
contra, io a estes dogmas eminentemente
suciaes, derramando o scisma na commu-
ohao dos principios, e conveilendo ero
queslcs pessoas as grandes theses polti-
cas que cumpria susto..lar-so e desenvolver
na l mu 11 o oa inii.riMisi. .^sas1
al,.,;uel desde L-lialeauruos, oude, segundo
creio, os deinou a posta.
I 011 visita igual.... vir aasiin inesperada...
liso he iiisupportavei e mullo eilraordinarlo.
lito uo he compleameiite eslraordluario,
disse eu-, inilaliudo uesla. palavras, por cau-
sa da presenca de madama Claudia que uos es-
cutava, pelo coutrario, nada ha mais simples :
r de Berteuil escreveu-nie, b> quloae dias,
annunciaudo-me sua prusuua vislla, conveu-
.1.01 ida ha inulto lempo ; seiu duvida sua car-
ia uau foi poata no crrelo, ou lalvri leuha le-
vado drsu.iu.inho, porque ru a nao recehi, e o
maruue,julgaudo-iiie prevenido de sua che-
nada.escreveu-me de novo, esta maniiaa, de
Jiianibly. oude espera que o mande buscar, eu
mea.no, por polide, vou buica lo por isio
disse a Claudia que vle.i. ler com vo.s ada
de que Ibe desse .s suas ordeus todava pre-
veui-a de Hile na ous.oa hospedes haUtariim
..'ala esuuerda, 00 segundo audar, no que se
cha.a: as cmaras de Upecarla.
Nao tenho oulras ordeus que dar a mada-
ma Claudia, seuo recoinmendar-lhe que pre-
pare ludo o melhor possivel, respoadeu Aibt-
ua ella accresccniou depois, dirlgiudo-i a
sua criada; Rellre-ae.
Apenas madama Claudia retlrou-sc. Albina
medlisecoiii votqueisoia, e com um accento
de censura e de coulrariedade crescente :
Uc um tanto hor.ivelmenie eufadonha essa
visita.... de pessoas que nao condeco. bel
..brigada a far 00.11 ellas da dona de casa.....
a oceupar-me dellas.... a mudar os lueus ha-
blM.?.P ..guio-lbe, Sr., que Isto sl icma
de miuhai torcas..,.


(
I.....
lazendo a pro-ent) declarscilo, np'roec
Fer acumpaiihado l'ur toJ oquelles que
spesaiem a honra o o ilororo des familias.
Francisco ilc AitiiiIi ('.amar
O embarque do meu espinal amigo o lllm. Sr.
Dr. Manee' Pialo Je .Venia i Dantas gcaro do meu
aniiijo o lllm. Sr, ltala de Almcida e JIM
ICxnia.Jawilia, para a baha
Sr. redactor__So ii..i'ii,nuitoniii|iif|m'-
sendo uina acea de dr a mais pnanle, de
aaudadeatlo dolorosai c consumidoras, que en.
trlsteccinlo esias faces sempre, risonhas, cor-
roendu o lentos e sllavcis coraces da Fama.
i .mili i do meu amigo, ;! 11 e deaprrla a mala
fra ni-. mmIiiii i.i I. en nao Iracasse ligrir.ii
linlias, descreyendo esse acto pomposo e bri-
Ihanle, e ao ni. sino teiupn trislc e melanclico,
. ii uiesino me considerarla absorto no mais
priifundo leltargio da liidill'ereuca a mus rea
prehensivel. Vuu, poit, cuinprlr um dever de
ainlaaie.
Aproiimavain-so os das em que o S. Salva-
dor, deixandoos mares do norte, deviaancorar
dentro dos ai ricifea desla capital, e j a eipa-
(osa casa, onde resida a Kxiua. familia do meu
amigo, preciSiva de mala longos espacos para
acoiuiiiudar Innmeras familias, que se aucee-
dlam deasas senhoras tao geralinenle eaiiinadas
En, Senhor redad, r, que quasl semprc me
achava ali, maravllbado contemplara a concur-
rencia consideravel de pessoas de lodos ns se-
xos, de todas as edres e c< ndiedes, que afllulam
para dar utn adeos saudoso s suas disunclaa
patricias, que prestes ncliariaiu suas plagas, e
demandaran! una outra provincia, ijue sup-
posto por muitos liiuliis mals Imporlautes, lie
todava para ellaa mu Ii.hi i n estr.inlio. Cons-
teruava-uie iiirsmo au ver que as despedidas
eraui mals significadas por ligninas que debu-
luavam-se pelas facca, do que por espreaides,
que inleicoitadus de profundos suspiros, mal
ae percebiam : d'umle me foi licito concluir
que este QoncelCO geral n:io poda ser adquirido
seno pelas airas virtudes da Eama. familia do
inrii amigo, que cun tama clrcumspeccao sabe
acollier aos grandes da sociedade, allagar 01
de poslcao mediana, nuuca despresaudo a meu-
dicidade.
Cliegoii o da Id, que os jornaes annunciavaui
como o da chrgada do S. Salvador, c a Inquic-
taco era viaivel nesses seinblaues abatidos;
quali|uer signal dado pelo tcle^raplio s pareca
sigual de vapor do norte : a cada momento fan-
tasiava-se ver-sc ao louge grossoa canudos de
espessa luuiaca, que logo coiifuudia-se coin as
ituveus : o da loi declinando, c nessas horas ein
que a uatureza parece que s val cobriudo
coiacao liumano, as duas senhoras, que linhaui
de -ul. .ir as ondas, buscando a linmensa i .dno
de S. Salvador, ficaram Inteiramentc prualr*-
das, Amaulieceu ancorado no da l, e j a sua
aproiimaco nao pode mais augmentar a cons-
ternarn, nao dellas sos, de .tantos (arcilles
que as rodcuvam, de e*lrauhos mesiiios.
Jlalou emliiii o 17, e eu como que observei
atrave dos paludos e abatidos aemblantes um
ar de reslguacan, um esforco que se fazia para
o prximo embarque, cujas horas corriam com
' nm elevadas monlanbas, em cujos cabecos a
uusadia do honieiu construa gigantescos tem-
plos, por ceitoincomparavela ua America me-
ridiodal, em que o povo por eaccllencia pledo-
so e devoto rende sinceros cultos a Dlvlndade;
magnficos eamagestosns palacios laihbein cdt-
llcados, que o homein nao recela de nellea re-
pousar urna inmensa floresta, que nunca aco-
ca, veatlndo os campos, empresta ai_ encaja-
das colllnas urna cor verdejante, e d aoa val-
lea una vista amena ; um bosque lo pitores-
co e rlsonboso, o passeio publico, que quando
o sol val doirando os liurlsunies, e as aves ("en-
deudo os ares, he o pauorama mais bello, que
se pode encontrar na naturexa ; espero, digo,
e inesuio desejo ardentenienle, que ludo lito
reunidoao genio hospltaleiro dos habanos, e
as boas relatora do meu amigo, vo dulcifican-
do estas tilo Tortea saudades, que as facaui ir
cedendo inseosivelmente de sua Intensidade.
Quena o meu amigo rrteber estas liuhasinal
tracadas, porm sinceras, em tesleiiiuuho da
verdadelra aniisade q.ie Ihe consagro, e em
respelioa alta conslderacao para com aua (a-
iii illa.
lUcife, 17 de feverelro de i852,
Vigarlo, A. da Rocha Vianna.
Sr. redactor.Os laarentoi 011 arrieirosdo
Lzaro de papel, e o seu funohreorlejo de
Cossacos ladradores, acabato de decidir em
tom de orculo, que en.nao sou fidalgo, nem
cousa, que o vaina I
Snelo breve da marca /. Quegracczo po-
zado Como vivir A de hoje por dianle o
peer lorde mim, exauclorado dos seus fo-
ros e pergaminhos / Por esta nSo esperava
u Mss o meio de ludo isto o que mais
me punge he ver, que essas hyvnas de ligu-
ra humana, assim como desceran ao tmu-
lo a i '.mi i ni- as podrides do seu .azaro,
qiit'iraiii lambem operar o mesmo mit/gre
com os pais e mais alheias! Como se he tao
.loshumano salo*. Mam ao menos respei
nuil oparce aep/s--l!io venerado pela an-
tiguidade cathoiica, e pagua I
Seesses miseravris, portn, no livessom
vendido a propria vergonha, como as mu-
Iheres de Bahylooia vendan) a pudicicia as
proras publicas, por certo, que j se leriam
convencido de que em quanlo me nao bebe-
rein o sangue, como avidstneulo desejarp,
eu.os hei de pulverisar com a coiagem do
11 o ni i-ni do consciencia.e de ras3o ein todo.e
qualquor carnpo. que me elles provocarem.
.No tlieat'O da guerra civil, ateiada por el-
les, eu, abroquelado apenas do vexillo le-
gal, .sembr os apsnhei como a bacorinhos
Unguijadns, exercendo, para com elles em
taes oc.-asiOcs ludo que ocavalleiristno lem
dn mais nobie, e a humatudade de niais su-
blime
Que n digam aquelles, que senSo acharem
ni.- T.'Mus ao ponto de deaconhecer o beue-
licio !
Acabada a lula, sollam-se os bacorinhos,
Ibe o filho do erreiro, como cousa que a it
candencia pleba podesso influir nos do
tes do engenho, e nos quilates do meredi-
mento.
Cicero compara nimigos desta'ordem sos
iilmtres, que s vivem daa podridOes.
B com quinto eu reconheca que os des-.
gracados queme agoarenlam silo dignos do
mais soberano despreso, merecendo apunas
serem enviados s geracOs futuras, invol-
vidos no sudario do escameo, como mode-
los vivos de perversidad; com lulo como
lem sid.) uso em mim refutar e confundir
os meus calumniadores com facial e docti-
menloi ttcrlplot, segundo o cons?lho de Elu-
ardo Job, quero sin la urna ve/ desapontar
essa chusma innolente com a publicsco daa
CerlidAes Juntas, e de urna caria do faca-
nhudo ogueira Paz, o primelro malevo que,
laiado de dsspeilo pretendeu deslustrar
una familia quem elle lano devia, sem
recordar-se deque ainda ha pouco elle me
considerava Musir e cheio de virtudes de
que elle mesmo era o malor apreciador'. As-
sim sin, por via de regra, os meus inimigoi!
Ku aprrsenlaria, ge quizeste otitros docu-
mentos que lionram os uieus nni.p isshiItJi
mas couio nSo estou disposlo a casar com a
joven conitiluinle, nBo tenho necessidadede
apurar brasOes. Sou p, e em p me heide
tornarEis-aqui toda a minha tiobreza, d-
ame da qual estremeco '
Tudo mais sSo miserias dos lasarentos,
que contando em seu seio algumas notabi-
lidades reconhecidamente pardas, nSo ae
i ni piula ni de escerneco-la;, julgando unido-
feilo n8o ser-se branco !
Iiiiu, porm, que o Sr. Helio Franco de
Minas, e outros que a modestia faz cala/,
cliamein a conlas essa gente deaaeisada.que
por ainda comprometiendo o lal partido li-
beral com praticas oppostas as suas teo-
ras.
SI
e toda sua familia pela rdanacSo de um
membro que tanto a honra e sua patria.
Eslimarei queV, S gozeaaude, pira dis-
por do ne V. 8.
Patricio o amigo obrigadtssimo criado,
Francisco Barbosa ogueira Pal,
Publca9o a pedido.
LEVO, LEVO.
Prometiendo no numero 1088 sin la vol-
tarmos, ao folhelim anunymo intitulado--
Terceiro juluamanio do capitSo yoiquim
Ferreira de Su iza Jacarandadiremos antes
de ludo, que til he o despreso, com que o
publico olha para publicares semelhantes
jll muito conheci las, que muitos ha que as
n.i'i leem, outros comecando a ler para lo^o
as deixam, apenas vm, que he martello de
lerreiro, que bate semprc no mesmo lugar,
ho badalo de sino, h.. matraca, quo nSo mu-
da de som. To los para logo conhecem que
lio o medico Jus Lourencn, ou Jos Tarta-
rizadord'agoa da assemnla no seu ele-
mento de descompor a quem nSo se curva
a seus caprichos, he o medico Jos Louren-
co em seu odio, e furor do perseguir o capi-
tn Jacaranda a pretexto muito sedi;o ou
safaito de ser mandante do assasiinato dn
lio JoSo. Os habitantes da capital do Cear
estSo l.in i II'.' los, l.lo acogtumadoS a ser
mimoseados com folhetos impressos da la-
vra do lal Jos Trtaro, todas as vezes antes
e de'pois dos julgamentus que tem ti-
do o capitn Jacaranda por causa da mons-
truosa farca do seu proesso, que longo de
se comnadeceremdas tamurias enxertadas
nesses libellosfamosos, riem-se da parvoice
de Jos Trtaro em publicar semelhantes
desconchavos. Este misoravel Jos Trtaro
est tilo desacreditado, por mentiroso, sem
sofrimontoa, equebrar ognlhSo, quo con-
serva ausente, e preso o capillo Jacaranda.
COMMERCIO.
ALFANDRGA.
Rendimento do dia 18. 14:351,850
Descarrejam hoie 19 de feverelro.
Itrlgue auco Jules farinba de trigo.
Brlgue austriaco Emme idem.
CONSULADO GEKAL.
Rendimento do dia 3.a 17
Idomdo dia 18.
, 39:259,299
6:749,450
46:0118,749
DIVERSAS PROVINCIAS
lien di ment do dia 3 117..
dem do dia 18......
2:868,625
21,745
2:891,370
Exportaco.
Genova, briguo sardo Hamo, conduzio o
seguinle : 29U0 saceos com 14500 arrobas
deassucar.
Rio Grande do Norle, lancha brasileira
Feliz das Ondas, de 29 toneladas, conduzio
o seguinte : 4 barricas bacalbo, i feixa-
duras, 1 csiiSozinho drogas, 1 sacco com
57 pi tacOes, nulas e cobre.
KECEUEUOIUA DE RENDAS INTERNAS GE-
ItAES DE PEKNAMUUCO.
Rendimento do dia 18..... 557,756
CONSULADO PROVINCIAL.
Ren lmenlo do dia 18.....3:527,516
B
n. 268. Conforma. O seerolario A. F.
d.AnnuoeiaoiOi
Dcciarayocs.
Movimento do porto.
a I genea do n lampa,o :" mas quanlo i.o fo- le li.'m longo do suffocarein a tromba nos es-
rain inllogradas iniuhasrsperaucas ? O quan-1 t.-rquillinius do arrepen limento, nmbehem-
iia, pelo contrario, nos lodaeaes da rain n-
to sabe ser arraigado o amor'de patria, cujas
aaudadea naodeclinam um smomento ?
Distincta comitiva, que se dignou de acom-
i' nii i r a bxina. familia dar-lhe o ultimo cor-
tejo at bordo, aplnhava a casa, quando o re-
Jugio de S. Franeisco annuuclou pelo sonoro
bioiiie a hora da partida (eraui 4 da tarde j ; o
abatiinenlo profundo reappasccereo : mas cui-
Iihi partimos ein demanda do caes do collegio.
O grande e tundo sequilo, o passo lemo que
ae media, una tristexa geral que de quaudo ein
guando faiia uealisar pelas rubras lacra uina
coiupriila lagrima que ensopara braucos len-
cos, ludo, t,udo ile.aliava una seria curi.sida-
de : e as hincas j.niellaa da larga ra do 'Colle-
giueitavain grupa.ias de eapeciadores que mu- I 'uperios e dos Convicios, O
UoiequcJo cuulcniplavain nina marcha lao elles tllinistraveis I
nia e da maledic ncia contra os seus gene-
ras is vencedores! ti.ia nesse terreno s3o
batidos, e completamente escorchados pelu
latego da verdade, como o tenho feilo em
torrente successiva. Mas ficaram elles es-
carmentados i> Qual : quem diz ao sapo
o 10 -e| -. asquerozo ? e a vibora--nSo sejas
pecoiilii'iita ?
Habar e murder he o seu destino !
Desalojados dos charcos da calumnia, el-
les derrainam-se n'um despedir furioio de
sarcasmos e blasfemias lias sendas dos vi-
ahi enl:o so
locante
Aiiml elie.;ani(n, ca nossa espera estavam
elatiinias baieeiras, einbaroamoi todos, pola
todos estavam dlspoaloa anda que aigiius com
aacrificio ) aeouipaubarcua acM musties via-
Jores al bordo, e as lialeeiras eni pul lia eor-
iivamas aguas em direeto do S. Salvador.
Avisiiiliavaioo-nos, c hi.ii. dille lolingaiuos
grande uuinern de peasoas, que pareciaiuob-
11\ ir-uos~eram non ios p tasagelros, ede en-
Irc estes alguuiaa famlUaa Paiuanibucanas, e
aiuiliai iiisiintias, que tanibem deiuamlavaui
on.i.is provincias do jiiI ; e o A'. Salvador por
ceno nunca conduzio pasiagciros demaior gra
vidaile, po.i su li.|iu, aleni de unirs, embar-
carlo dua. iculioraa dai mala bellas c dis-
lll eis.
\ii i siive por niela hora, trocando algumas
i i na. com alguua paaaagciraaie porque o va-
poi I i lail. na, de.-l.i v'e/ quiz nuil ir aos aria
i. ei,11 ices tuglezea, levantando a ancora Aaduaa
l..o al, e mil esj.ei n no poto ( en liada lia bar-
ra ), liavendo t iilielaiilo preaiuai, Uve logo de
vollar, por eslar bstanle riicoinuiodado, f-
caudo dr.st'arle piivado de preseuclaff o ului
adeos da lilh.i amante, verdadelra Ji.lia. ao pai
. i n.li.i ..i c desvi lado ; da esposa le ira au cou-
aorte triste : mas um amigo, que assialio sce-
jia, relalou-m'a lielineule A Billa bauliadi
rm ligrimas, m.:i u i de repelidos solucos
abraca ao pal, e este, apezar de huineui, seu
rxtenor consternado mosirava seusiveluienle
que seucoracaose acliava liaspaisado de uina
dur loi,. menos aguda !
E com i lie,i,, (juem haveria que as ten-
do e,,ol,, i.i.i e enlrelido relacea de aun-
aade, podesse snbtialiir-se dr Urna seuho-
i' anda no venlor dos aunos, nao leudo al
agora condecido iniis que as caiicias de seus
Jiais, a docura da casa paternal, e a caudura
dessas amlsades iofaolis; cujas tecordacrs do-
ces e agradaveis, nem inetmo o lempo voraz
pagar pode, separar.ae de seu progenitor, de
auaa amigas, que tanto a ainavaiu I aluno em-
J,,o,i n. i, i, coinpanliia de un tspoao que a
idolatra, c em quem todas as virtudes inoiaes,
c uina iiilelligeucia nao vulgar, se congratulan-
do de se vercm to depuradamente reunidas,
Jue apomaiu uuiporvir lisongelro.
Uina senhora no uliimo qualtrl da vida, sd-
rnenlepor seus loncos e penosos paUeeinientos,
por tei Consayrattj i tim fi/ha uta propt a vida, e
tio existir sent na existencia deta (lio suas
viroprias eapresses ), deiiar ainda que per
icmpus, aquello com quem se achava ligada por
lites, que lauto labcui estrellar o direilo di-
vino e natural / Suas queridas iriuaas, seus pa-
reles louos, com quem semprc leve a malor
i. ii.....la.le desde o bcrco da vida bao por cer-
to recordaces que uoiupriinem a imagiuacao a
mais robusta, c ao mesmo lempo dilUceis de
piular-se.
alas, apezar de reconliecer a leglliinidadc de
i.i i justas saudades, espero todava, que ape-
nas as Kimas. senhoras, se vao aclimatando
com essa atmosphera doce e temperada, onde a
saiubiidade fol semprc proverbial ; quaude
llns for dado observar de perlo o encaniu
cnijH.no da primognita de Cabral; quando
essas villas habituadas ver as estiradas plant-
ees de l'ernainbuco, deparareui assuslada
Todava, minha cbaia Albina,...
Vine, ae arranjari como Ihe aprouver....
cooviduu aeua amigos, rcceba-os,.
yue dis ?
Advirlo-o que nao sahirei da mlnba c-
mara.
Mas he mposslvel.....
Repular-iiie-hu doente..,. Se nlo baatar
esta deiculpa, procure nutra..... Isto me be iu-
dlUerente, com tanto que escape a scinelbantc
irabalho.,..
Mas einliui.....
Cuino? as visitas de nossos vislnbos, que
nao durariain aenao ulna hora, de lempos em
lempos, Ihe parecern!, como me pareceram a
nuil, i......, ui, to euladonhas e abaictivas, que
Vine, fez tudo para evita-las...., e convida ou-
tra peasoasa vlrein habitar aqui I
O convite esi feilo, nao fallemos mais
Misto. Quanlo voss liuglr-se doeie, he Im-
possliel, minha chara amiga, seria loucura
cuidar em requesMr-ae, tuo oque julgo pos-
alvel be poupat-lhe por esta t.rde o cuidado
dereceber os nossos hospede. elles eslaro
faugados da viagcm.aeu 6llio,trre muito, por
que ebega aqui apenas couv.lescente de urna
loug. doenca ; elles uiesmos poi, licarao mu
contentes ue se relirarem uninediatainente aos
seus aposentos para repous neiii.... Mas ama-
jibia, vosa nao podera deliar de Ihes fater as
honras de aua casa. Madama Claudia velo pre.
venir-meque iiiinha carruageui me espera va;
deiaando inioba mullier entregue a aua viva
conirariedade, fiz-ine conduilr i aldela de
Chaublr,
Pilles iludios l
E mais pobres ainda de pudor c honesti-
da le, ei-lns r. slniaiiilii pelo respiradouro
das injurias a colera, que os abafa Que gra-
n i so lii-.'i'n. inlliiiiuiadas mo vibram elles
sobre a vietima do seus furores I A sua liu-
goagem he a dos prostbulos ; o seu estilo o
dos ai i inros !
N-sse pragU"jir incessanto contra todos
os homiiis, que Ihes fazem sajnhra na ruino-
sa cxecu(,'oo dos seus projectos lenobrosus#
elles niniiile-lain ao mesmo lempo a mais
palpavel e lorpe contradicho.
.No intuito de lisungeiar a gento de cor,
pira meihor nrromcssa-la as vias da per-
diclo, estes falsos apostlos da liberdade
leem levantado uina cruzada hiiirivel con-
tra o principio de familia, levando at o ab-
surdo ii igualdade das conlices sociaes,
sem g leiubrarem, que Mr. deLamartino, o
pilmeiro liberal, o maior republicano da
Europa, co demnando os excessos dcslas
teoras, i i o.iin c r que a extiucao da fami-
lia, e o ii .. i-io'ni i absoluto das classes
iin.i.i i. 111 n suicidio do genero humano
Mas n3u he insto, que consist a contradicho
de l.lo miseravris lepubliqueiros ; a cunlra-
diCQflo consiste em elles dispertarem cuns-
taiitementu o zelo, e amor uropii da gente
le cor contra a classe branca, cono pernl-
clGsa aos duelos do puvo, ao passo que o
uiaioi drfeilo, a maior desgraca que aos
olius delles pode ter um seu adversario he o
uo ser ti dalgo, como praticaram a%ora cum-
inigoem suas ultimas imprecacOes !
l s3o rstes os lioinons, que le iuculcam a
face do mundo de ullra-liberaes !
Liberaes, i u en, como os mouros sao
ein i.-lans, e os vermelhos da guilhotina ami-
gos dos n. re ti is do li o un ni 1
Miseraveis :
E cui.laes Invnr les Irinmphado quando
iojuii .os os vossos adversarios 1*!
Engano !
Conheoem-Yos todos!
N.io imaginis, malovolos, que eu me con-
sidere disluslrado, so porque vos, no desae-
e.ii do Ua vossa felire maligna, motejis a
minha nrigem. Nilo be isso coisa com que
se diva llligir o homcm sisudo : os brasOes
alTerem-se pela virtude, e u3o pela varidade
dos ncriil'Mitus; entretanto que a vossa ma-
levolencia vos leva a vahar o individuo,
non por aquillo que elle he na realidad:',
mas sim por aquillo que deixou de ser I Que
lgica satnica !
Isso, porm, he muito sndlco as almas
olis-r ni is pela nivej.i, e pelo despinto.
Ddinoslhenes, o eloquento orador atheni-
ense, era lilhu de um cidadao abastado, quo
vivia dos ren niiii'iii is do muitas ferrarlas
bilhoteiio, defamador, atrevido, sedicioso,
Consta-me que quom est atlacsndo todas je Irapola, que tem lcalo o summo do r-
as reputac,Oes da provincia no Laaaro de pa- diculo Escrito que sahe de sua penna e men-
pe, he um inonstreugo rameloso, que illhoi tira sSo snonymos. Asserr;o>s por ello
da miseria, o da prosliluicSo lem-se vinga- avancadas o coluinnias ou aleivosias sSo
do da sorte, tornando-se oazorrague do go- uma ea mesma cousa. Assentou l para si
ero humano I Em meu poder param docu- esto Matasana, o tem tido a loucura de o
memos do propria letra desse reptil, que o,'publicar, que tirara a farda do capitSoJa-
cubririam de eterno opprobrio, se elle fosse caranda, e a pen luraria em um espeque ou
gentu: mas o publico lera de os apreciar mui na forrea, e a 3 annus que arranjando-lhe
breve. um processjilecrimo de mora do seu que-
Elle, porm, que continuo a insultar quem i rido to Joan Facundo, por va do embustes,
muitas vezes matou-lhe a fume, porque he je manejos os mais ignobeis domaos dadis
cuslume uesse nnseravel lornar-se inimi- comseus prenles tem conseguido, que o
go de seus maiores bemfeitores! Que ca- mesmo capitao Jacaranda j fosse julgado
racter pervertido! Cumose acolhe um ho- em 3julgamentos, em 2 dosq taes, fui o ca-
mem deslesemum partido, que se procla- pit3u absolvido; enmo succodeo nesse ul-
ma reformador dos vicios da sociedade | timo, que deu materia para a publicacJo do
Coiitinuai a vituperar-me, certos de que folheto, a que nos relerimos.
f injurias in/oum lodos, e a ninguem con- | Certo esle roentecapto Jos Trtaro de
van, diz o sabio Charrun. i que serao baldados os saus tramas, as suas
Itecife, 17 delevereiro de 1852. alicantinas, o seu cnorar de carpideiraspa-
_ oaquim Pinto de Campos. ra arrancar urna condeinnaco contra a in-
nocente victima de sua raiva, o desespero,
Joaquim da Assumpcao, presbytero secular, salisfaz-se pelu menos em t-la enearecrada
oscriv.i da cmara episcopal de Olinda, e dahi vem as appellacOes, que sompre ha
por S Exc. Rm.' feto dos julgamentos para o tribunal da re-
Certifico que revendo os autps de inqui- lic.io. A maliciosa astucia, os ardil infa-
ricSo de vita et moribus de que trata a peli- missimos do que lanc.lo milo Jos Trtaro
cao supra, delles consta ser a informsf3o ot reliqua para enrejar nos julgamentos al-
extrajudicial do theor seguate : guma pona do grande novello, ou meada
lllm. eRm.'Sr. Dr. provisor do bispado. 'de sua vingsnea os tem feitoappellar 3 ve-
O ordinando Joaquim l'into de Campos, zes, e apellaran tres mil veses se acharem
a quem peitoncem estes moribus, he natural juizes presidentas de tribunal do jury que
de-ta freguezia : tem vate e dous annos de litas concedam. S o capitao Jacaranda ne
ulade: a sua estatura he regular, cor bran- ahsulvido como foi no ultimo julgamento
ca, cabello proto, olhos grandes e penetran- 'ai dos advogados, ai do juiz que convocnu
tes, testa esparjosa, sobrancolhas serradas a sessSo do jury, ai dosjurados que Ihes s3o
e bem pretas, niriz um tanto aquillinu, suspeitos de nSo tereui sellado sua iniqui-
hocca regular e hem barbado. Alen da n- dade, ai de todos, quo n3o oconaljuvam
i|iiinc"io o depoimonto das testimuohas, nosmeinricos de sua congenila perversi-
que s3o a favor do dito ordinando, informei- dade, Indos s3o tratados como foraro nesse
me em paiticular ecum todo oescrupulu pasquim de 8 dedezembro de 1851, eober-
aobre a sus conduela moral e civil, epelu tos de injurias, e regateirices pmprias de
jue pude colher desias inforinaQOes, o peln um sevaudija como lie Jos Trtaro. Certo
r mil. .'i nenio pessual que della tenho, na- ainda o rnesmo persoguidur cismurro Jos
i.i ni ni-l.iii que o deabonasse nem quo Trtaro de que as suas publicacOes calum-
i inliabililasse cannicamente para a sua niosas, e indignas n3o lem vaga nesta pro-
ni leiiaeo ; sendo antes publico o notorio vincia, elle teima em faze-las para imbahir
nesta freguezia que o mesmo ordinando he os incautos, e os que vivem longe de nos, e
decostumes honestos e bem morigerados; nJo esl3o inleirados desla Ira nula vil, e fe-
ilho legitimo de pas catholicos romanos e roz.quc a lodo o custo tem empregado
bem repulados ; e que finalmento tem dado contra ocapiUo Jacaranla, e por issu taes
exuliorantes provas ue una verdadeira voca- publicacOes silo sempre feitas na vespera ou
calo ao estado ecclesiastico, que si dedica, dia das chegadas dos vapores, porque assim
O que ludo lli um em f do meu cargo. sabe elle quo os seus aponluads mentiro-
Villa i.-I' .eu de Flores, 4 de fevereiro sos v3o correr algum lempo sem a devida
de 1842.- O coadjutor pro-paroclio, Manoel resposta.
Ferreira R.bello Aranha. E na la mais se Antes de darmos fim a este artigo respon-
continha ra dita mformacSo extraludicial, deremus a uma pergunta que naturalmente
ilequoextrah belmente a presente copia, far quem nos lr. Dir-nos-hilo pnis donde
|ue val por mim subscripta e assignida nes- venl ,inlo 0dio de Jo Trtaro, e seus pa-
ti cmara episcopal de Olinda aos 25 de rentesenntrao cajitiTn Jacaranda a ponto
juulio de 1815 de denunciarem delle como criminoso na
O padre Joaquim da Assumpcto. \ morle do tio Jo3o Facundo e perseguirem-
nocum osla singular tenacidade 1 Eis aqu
Certifico que revendo os livros dos asan- resposta homens de todos os credos, hu-
flavios entrados no dia 18.
nnrS ^^V^i^:I?b^l^hi'S 56 dias bngue sueco Julia de
ion toneladas, capilSo J. F. Bjorek, equf-
pagenr14 carga farinha ; a J. A. Astley
& Companhia.
Babia -- 9 diis, barca ingleza Creamore, de
208 toneladas, cipilo Tnomas Kemp, e-
quipageml3,em lastro; a James Crabtree
6t Companhia.
Cabo Verde II dias, hiate russiano Rog-
neda, commandante Fedorun*. Conduz o
o principe l.ibuuoir de Rostoffe sua co-
mitiva.
Navios sahidos no mesmo da.
Babia hiate brasileiro Amelia, mestre Joa-
quim Jos da Silveira, cirga varios gene-
ros. I'assageiro Manoel ilenedino Reg
Valencs.
Rio Grande do Nortelancha brasileira Flor
das Ondas, meslre ViconieJns da Costa,
em lastro. Leva 2^passageiros.
Acaracu' hiato brasileo Agui Brasileira,
mestre Francisco Jus da Silva Ralis, car-
ga varios gneros. I'sssageiros Jos
li iv ni o n in l ni Tin i.i, com sua senhora e 2
escravos, Frelerico Rodrigues Pimenta,
Jus Bernardo Tetxeira,Alexandre Carnei-
i,i da Costa.r fu mu i i, ni,ai ve. Freir.
KDITAES.
tos de baptisalns desla freguezia do Senhor rnens que em vossa imparcialidade queris
Botn Jess dos Affictos, na Fazenda-Grande jul^ar do quo disemos, e do que publica
em um delles acliei o assento de que faz esse tarlarisadnr d'agoa d'assembla. O ca-
niens3o a pelicao .supra, a qual he da ma- lPjtau Joaquim Ferreira deSouza Jacaranda
neira seguinte: antes de ser militar foi empresa lo de fa-
Aos 20 de marco de 18(9, nesta capella de zenda, activo, e intelligente, descobrio tra-
,\ossa Senhora das Dores, da missao de t,j, q i0 j0j0 e outros prenles de Jos
Baisa-VerJe, freguezia de Nossa Senhora .Tartaroe pela descoborta se tornaram de-
da Conceicao de Flores, baplise solomno- hedores de conlos doris que haviam m-
mente o recem-nasctd Joaquim. branco, Imrlo subrenliciamento edepois
e un vi i Las dias de nascido, lilho legitimo
do ei|i i li, de ordenancas, Mmoel Jos de
Cimpos, ede D. Anna Firmioa Barbusa, na-
turacs da freguezia de Fazenda-Grande; e
lor.ini p idrinlios Manoel Franciscu da Silva,
branco, casado, e I). Custodia Mana Osorio
do Campos, branca, solteira. E eu, fre
Angelo Mauricio doisa, missionariocapu-
riiiiili i, encarregado da cathecliese o mis-
Mies nos serles do Brasil, o llz. Nada mais
se rmi mi.a em dilo assento, ao qual me
reporto, etc.
Fazenda-Grande, 22 de margo de 1834.
0 vlgario, i3nl Leile Cavalcanti
Os seus inimigos,
meus, presuinin
lllm. Sr. major ChristovBo Jos de Cam-
pos Barbosa. limos, 27 de oulubro de
1813.Com o maior pesir communico a
V. S. quo me uo he possivrl assistir a mis-
sa nova de seu muito illustre irmSo e meu
presado amigo, o Hu." Sr. Pinlo de Cim-
pos, de cujas vi, ludes sou o prinimio spre-
n3o menos vis do que os(ciauor; mas logo que melhorar la irei bei-
lo injiina-lo, eii i ni-va ni- jar-lho as nulos e congratular-me com V. S.
A' medida que me aproximava do momento los da carruagein. Antea de reapooder-lbe di-
ein que ia lomar a#vr luadama Itaymundo, rigi-me a Charpenlier:
eu epi i iineni iv i urna emocao singular; em' Que acha, meu charo marques? diise-lbe
breve ella aloininou inesino as appreiien.ea de cu, nao serla meihor pormo-uos logo em ca-
iiieu vago ciume a reapelto deJnao; pensava minho para Ribalhre? EuiAin vamos coosul-
coin Iristea que os annos, as a fflicOes, deviain lar a cerca dalo a aenhora marqueza.
ler i, un ido a madama llajrmuudo a belleza Depola, voltando-ine para eaialajadeiro,
i|iie mu 'i.i me tinha to vivamente iinpres- disse-lhe:
siooiii.i; ru rsperava aeha-la de face enruga- Queira dlzer aoi meui criados que notlrem
da, i.i bar r mi o, tu. cabellos um lano encaue- os cavalloa.i,.
cidos; nada me parcela mala penoso do que
der : Els-abi a inulher de que lao profunda-1 E aegui Charpenlier ao quarto oceupado por
mente ful apalsouado / a nica mullier que le- madama Rayinundo e seu lbo. Quando eu-
II ho i lu.ido ver,l.nlell.linele a unir i .'ni li n), Irel, e. ti est,i i ,i inino ileiliiln em se li lello sua
cuja leinbranca se leui al aqui conservado em tni sentada .i cabeceira, lallava-lhe e dava-me
meu coracao como um lypo Ideial de graca se- as costas, de Borle que nao pude logo avista-lo.
ra, de linueza dajee, e de sabedoria attractiva, Fiquel qoasi atlerrado da palides e da aliera-
doos preciosos,ue boje minha inaturidade cao das feices de Joo. Inda o nao tinha visto
precoee, minha eapeiiencia do inundo me per- desde a minha sabida de Sanla-Barbora : aeu
mitiein appreciar em aeu valor loeslimavel! lalhe se tinha engrandecido e desenvolvido
Emm, coofessa-lo hei ? Causa estranha, aeu rosto tinha mudado pouco; a a aua face
i ne \pi nivel, cheguel at a diier: Kelicidade trlguelra e varonil ae tinha coberto de esnessar
mlnba he que madama. Rayinundo seja agora suissas pretas, que davam a sua physlonomla
urna mulher velha, porque, se Jiem que nada um carcter aindamis viril e mais resoluto do
desensual baja no que experimento por ella, que outt'ora.
sen. duvida seria posto i urna rude prora, ae a Ao ruido que fea a porta feobando-se, mada-
eucontrasse bella como oulr'ora. roa H ay i,ututo voltou-se.
, li,n peuliei. eiillneailii eu, nina tas jioellas Ha cunparacas singulares : Quando a vi pe-
do hotel da Crui-branca, espreliava uiiuha che- la priineira e unir vez, eatava oceupada eiu
gada. Quando me avlstou, desceu e me diste arranjar alguna papis ein urna papeleira, e,
baiainbo : quando' veio ao meu encontr, fiquel locado
Est coovencionado..... a marqueza de de sorpresa e adinlracio, porque esperara
Berteuti e aeu tiliio.... eslo l em dina. achar nella urna uiulber de aspecto duro e aua-
Mate momento, o dono do hotel vcio per- tero.
guniar-me ae eu queria que tiranta, o caval- Tornando a ver madama Raymuado, ante
i depois ili-n rtiuiii
idliria! le.'iMiiii alguns parentes vadios, e
perdidos de Jos Trtaro, iualmenle tomo
capitao I un'mi I.i descascarado pelo prelo
muitos membros dessa familia, e daqui o
odio fidagal, a gana insariavel de vinganfa
e vin_'.iie.i horrivel, que elle prucura tirar dn
capitoJacaranda, daqui a razio porqneo in-
ri uiram nessa deouncialdoassassiualo do lio
Joo Facundo.
Cnm esta eipliciQo podis formar o vos-
so juizo, po leis connecer, vos que ainda
ignoris a causa desla luta entre a familia
de Jos Trtaro, e o capitSo Jacaranda, a
som i H/.ui com que he perseguido o capitSo.
Esta ha um so, a familia de Jos Trtaro ou
a familia Castrosflo muitos, e ainda por es-
ta ris.lo conliecareis a causa do tardio des-
feixo do drama infernal, que pelos tribur.aes
correa 3 annos, durante os quaes os im-
placa veis perseguidores do capillo Jaciran-
il.i, folgam, e bmquele3o-se, em qunto s
elle gene, e sua pobre familia. Nos con-
fiamos do tribunal da relac3o, que ella em
sua jnslica pora termos tan Innga cada de
aunos depois, eu devia eaperimeniar maior ad-
miraco, maior pasmo anda... Multas vezes
se lem fallado de (vinon de Leudos e de outras
mutlelo, celebres, que, na irladede aessenta e
i milis annoi, Insplravam paiades desordenadas,*
eu duvidava sempre um pouco dessea milagrea,
porm madama Rayinundo me tornou creute ;
ella devla ter eulo quarenla e cinco ou qoa-
renla e aels annos pelo menos, e me parecia lal
qual a tluha visto, orne annos antes ; era sem-
pre esse roslo encantador, de cabellos Inuros
cincentos, dos quaes um srj n3o linha branque-
jado ; eases grandes olhos azues ao mesmo lem-
po lio d n ese tao penetrantes, esse sorrlao be-
nvolo e delicado que alguina9 vezes dcixava
ver dentee de perola, essa physioiioniia grave
como a aabedorla, aerena como a virtude. at-
Iraliva como a graca ; emttin, era aempre esse
corpo esbelto e perfello ao qual os anuos i-
iili.nn dado apenas um poucochinho mal de
grosaura.
Apezar dot mena viole e nove annos, corei,
senli-ine perturbado como oulr'ora ; eu darla
mesmo a canhecer, mo grado meu, a inioha
emocao, ae Joo, desde que me.avislou, nao
se tivesae levantado um pouco de seu lelto, es-
leodeodo-me oa bracos, e nao Uvette eiclaina-
do coin lagrimas nos olhoa:
Onze aunos!.... on/r annos fazem que le
oSo vejo!....
Estas palavraa partidas do cora;o de Joo,
me Hierain vollar a mim, e me locarain viva-
mente; elle cuidara menos no refugio queeu
Ihe ott'ereda, do que na alegra de me tornar a
0 Dr. Cusi un Manuel da Silva Guiinaiis,
juiz do civel da primeira vara, e seu ter-
mo desla cidade do Itecife da Pernambu-
co por S Me C. que Dos guarde etc.
Faco saberem como por este juizo se ha
do arrematar em praca publica lindos os
lias da lei, e pracas successivas uma pro-
p-ie lado ii. i i na ra do Brum, bairro do
Pillar, a qual tem dous grandes armazens,
sendo um com frente para a dita ra do
Brum, e outro nos fondos do dito, com fren-
te para a ra do Caes, dividmdo um do ou-
tro r .ni um pequeo chaug3o onde tem
duus quarlos, estando o armazem de frente
travrjido, e com frente de um audar j com
jaulillas, coja proprirdade fura penhorada
por execufa do Antonio Ignacio dn llego
.Medeiros, cuntra Luiz Antonio Rodrigues
de Alueida.
Epara que chegue ao conhecimento de
todos mu ti le passar o p/esente quo ser II-
xado uos lugares du coslume, e publicado
pela imprensa.
linio e passado nosta cidade do linio de
Pernombuco, 12 de fevereiro de 1852.Pe-
dro Tertuliano da Ctinlia e.s'iivii suhs-
crevi.Custodio Manoel da Silva Guima-
rSes.
O lllm. Sr, inspector da thesouraria
da fazenda provincial; emeumprimeoto da
ordem do Exm. Sr. presidente da provin-
cia, manda fazer publico, que no da 19 do
crrenle vae novamenle a prarja para ser
arrematado, perante o tribunal administra-
tivo da mesma Iherourana, a quem por
menos fizer a obra dos concertos da cadeia
velha da cidade de Goiaona, avallada em
63SJ/IS6 reis, lomando-se por base d'arre-
tamatac3o o offereciinenlo de tres porcenlo
de abale no respectivo orcamento feito por
Victorino Mnreira de Souza.
A arremalacao sera feita na forma dos
artigos 21 e 27 da lei provincial n. 268, de
17 de Maiode de 1851.
As pessoas que se propozerem a esta ar-
remalacao r,101,1111',v M.io na salla das ses-
adas do mesmo tribunal, no dia cima
mencionado pelo meio dia, competente-
mente habilitadas. F para constar se mau-
dou afinar o presenta e publicar pelo
Diario. Secretaria da thesouraria da fa-
zouda provincial do Pernambuco, 10 de fe
veiuno de 1852. o Secretario, Anlenio
Ferreira d'Annunciac3o.
Cruinuns especiaes da arrematado.
1.a Senio feitas todas as obras tiecessa-
rlas, para que esle eJificio ligue ein bom
estado o nene poder residir o destacamen-
to, conforme o orcamento approvado pelo
Kxui. Sr. presidenta da provincia, na im-
portancia de 636JI68.
2.* Todas as obras serio principiadas no
prazo de um mez, e concluidasno de tres
mezes, contados de conformldade com os
artigos 31 e 32 da lei provincial n. 286.
3.' O ptgameuto da importancia desla
obra ser feito em uma s prestaran quan-
do ella estiver conecluida e em estado de
serrecebida definitivamente.
4.a Para tu lo o mais que uo estiver de-
terminado as presentes clausulas, seguir-
se-ha o disposto na refirida lei provincial
A cmara municipal desta cidade faz pu-
blico aos dorios de eslabelecimentos de
commerclo, industria ou arle, bem como
aos donos de cirrocas de erregar fazendas.
quer srjim puxadas a mi, quer por anf
maes, que o mez de marco prximo futuro
he o designado pelo regulamento munici-
pal de 26 de agosto do anno lindo, quej
foi publicado approvado polo Etm, presi-
dente da provincia em 18 de setembro do
mesmo anno, para a cnbranca, no Dtqo da
mesma cmara, das licencas estabelecidas
pele art. 23 g$ 3. e *.? da lal provincial n.
284 de 9 de inaio de 1851, devendo oa con-
11 iiiuiiites spresentar conhecimento de ha-
verem pago ua reparlico competente o im-
posto do banco, uo su pertencente a este
anno, como ao anterior: aquelles que o uo
fizerem no mencionado lempo, ncorreram
as penas roiiiiii idas em referido regula-
mento.
i: para que chegue ao conheci ment* de
todos se manda publicar o prsenle. 1'aro
da cmara municipal do Recito em sesslo
ordinaria de 7 de fevereiro de 1852.Fran-
cisco Antonio de Oliveira, presidente; Jo3o
Jos Ferreira de Aguiar, secretario. .
Acha-se preso a ordem do subdelegado
da freguezia de S. Fr. Pedro Concalves, por
andar fgido, o paeto Luiz creoulo, que diz
serescravo de Manoel Francisco de Paula
ra'egromonte, lavrador do engenho Camello,
e foi pegado pelo mestre de campo Jos Pa-
tricio de Carvalho.
De ordem do lllm. Sr. inspector da the-
syjuraria da Tazenda desta provincia se faz
publico, que a arrematarlo dos 23 cavallos,
excedentes do estado completo da compa-
nhia de cavallaria, a qual foi annuncida
para hoje, (ica transferida para o da 20 do
correnle as II horas da manliS
REAL COMPANHIA DE PAQUETES 1NGLE-
zi:s a vapor.
No da 20 do corrente mez ,
espera-se o vapor ingloz Te-
viot, commandante Rivett,
dos portos do Sul, o qual se-
guir no dia seguinte para os i orlos da Eu-
ropa : para passaiieiros, trata-se na agencia
na ra do Trapiche Novo n.42.
De ordem do lllm. Sr. director interino
faz-se saber a quem convier.que os exames
para a cadeira de francez e inglez, e para a
de rhetorica do collegio das artes em con-
curso, i'T'i lugar aquelle, no dia 26 e este,
no dia 27 do crrenlo mez na sala do curso
juridico.
O bacharel Innocencio Serfico de As-
sis Carvalho, substituto de rhetorica e geo-
graphia do collegio das arles de Olinda, ex-
ercendo as funeces da cadeira de rhetorica,
declaia que a matricula da mesma aula es-
ta .-iberia em Olinda, na casa do Dr. Leonar-
do Augusto Ferreira Lima, e uo mais ein
nutra,Ti) no j Se anu] nriuu.
TIIEATKODES IZiBEL.
P R I M E I R O BAILE M A S C A R A DO.
Domingo 22 de fevereiro de 1852.
A's 8 horas precisas a nrchestra executa-
l uma magniiica ouvertura, s'eguindo-se a
rcpresenlaljao do gracioso entremez intitu-
lado
OS DOUDOS.
no qual os Srs. Gennano.Bizerra e liis,can
taro um engracado
7E/ICF.T0.
Terminado que seja o meslre sala dar si-
gnal para comessar o baile, no qual s pode-
rao dansar as pessoas que estiverem masca-
radas.
Novas quadiilhas serBo executadas pela
orcheslra. O tbeatro achar-se-ha decente-
mente decorado e illuminado.
Precos dos camarotes.
Primeira ordem 8/000.
Segunda 10#000.
Terceira 8/uOO.
i.iunti ij/000.
Entrada geral. 2/dOO.
As pesssoas queitomprarem camarotes te.
i o iln. no a quatro entradas, a excessSo da
ii inri a ordem que s se concedem duas.
Os billetes acnSo-se a venda desde j no
lugar do ros: ii me.
ver; parreHaaii^a eoiocao de meu amigo, e os
eus olhos ae tornaram hmidos, tasaado es-
te transporte, dlsse a madama il.ij inundo para
me d.-senlp ir eiuit ella.
Perdoe-me, senhora; foi-me Imposaivel
nao correr em primelro lugar a Joao.
Madama Rayinundo csiendeu-me a nio en-
cantadora, que nao loquei aem estremecer, e
disse-me com voz comiiiovida.
li ,u pracas a meu liloo por me haver re-
servado a K-licidade ue dlier-llie, Mr. Fernando,
que Vuic. he um coracao honrado.
-- Senbora!
a- Nao lema nada, eu nao abusare! do reco-
nhecimento. [la aervicos que ae agradecern
una ves, e de que nos leuioramoa sempre'..,.
Agora, vamos ao fado i Mr, Charpenlier noa
coinmunicou o seu projecto ; somos do seu pa-
recer ; he prudente e hbil mudar de noine e
cobrir-nos com falsos titules, o que. descon-
certar as suspeilaa... Mr. Charpenlier ae tem
sacrificado nimias vezes por meu lilho, por
meu Iruio, e por mim ; be um dos homeus
que mala estimo no iiiuudo. Aceito-o por tan-
to pe Intimen te por.... meu marau's, accres-
centou madama Raymuudo con um meio aor-
riso.Agora, Mr. remando, parliremoa quan-
do quiser...
Estou s suas ordens, senbora,Ihe disse
en. e dirigindo-me a Joao : Pelo ineuoa meu
ainlgo.'achars em minha cata a calma, e, ca-
pero que a|saude.lias leinbra-me agora,sen hora,
nao ser prudente mandar chamar um medico de
Cbaleaurouii,.. A ferlda de Joo.neccniu tal-
I' ii lilicu '"it\s li Iteraras.
ELEMENTOS
ai
Homceop'ilhia.
Sabio a luz a segunda parte desta obra
composta pelo professor homceopatha Gos-
set Bimont. Recebem-se assignaturas para
a obra inteiraa 5,000 rs., no consultorio
bomceopathico da ra das Cruzes n. 28. De-
pois da publicaco da terceira parte, o prc-
co ser elevado a 8,000 rs. para aquelles
que uo tiveremasiignado. No mesmo con-
sultorio, acha-se a venda tudo quanto he
necessario para o estudoea pratica da bo-
mosopathia, como seja : livros impressos
para historias de doenles, regimens apro-
priadns para a provincia de Pernambuco, e
encarrega-s e de mandar fornecer qualquer
oncommenda de medicamontus bomoeopa-
thicos, tanto avulsos como em caixas, em
glbulos como em tinturas.
No prelo : fathogeneila dos medicamen-
tos brasileiros.
Elementos de anatoma e phisiologla com es-
tampas, para os curiosos em bomosopalbia.
Roga-se aos senhores assignantes o ob-
sequio de mandar receber seus exempla-
res no consultorio bomceopalhico da ra
das Cruzes n. 28.
THATAMENTO UOMEO-
PATHIGO.
DAS MOLESTIAS VBKERE4S,
e consclbns aos doenles para se curaren) a
si mesmo, sem precisaren) de medico,
pelo professor homceopatha
Gosset-Bimont.
Sahio a luz e acha-se a venda no consul-
torio iiiimn' ipaiiiico da ra das Cruzes n.
28. nelo nreeo de 1,000 rs.
vez dos cuidados de um duutor, ua.ijhe assim ?
Na-i, Mr. Fernando, o nosso cirurglo eo-
.iii iii-ini' a curar meu lilho ; a ferida em ai
inesui i lio tinha uma gravldade eitrema ; mal
o que especialmente bavlain recomineodado a
Joao, era o repouso, o silencio... a ausencia....
de toda a emocao viva... e ba tres diaa..,Jul-
gue... Mr. Fernando, como lem sido observa-
das essas pi caer iproes arel eseen Ion mada-
ma Rayinundo laucando aobre seu filbo uin
oihar inquieto e Inlernecido.
Asseguro-lhe, minha nialtornou Joo,
que salvo uin pnuco de fraqueaa e de calor que
sioto no peito, nao me acho peior do que esla-
va em Sceaua....
Oh Joao, repllcou Charpenlier, nlo di-
gas Islo. Serla, maoha ou depois um pre-
texto para imprupeiicla... H- preciso diie-lo,
aioda eslamanhaa lancaslessaogue pela bocea.
Em'o tlnhas occuliado, dlssse iriileuieote
madama Rayinundo a Charpenlier.
Siin, leplicuu elle, maa agora que JoSo
pJe curar-se, nao temo diser-lne tudo....
Eolio, aenrnira, repllquel eu, he precian
que e lu; liemos e o pressa mlnba caaa; dlg-
ne-*e arenar o meu braco, Mr. Chirpcntier
ajudar Joao a deacer.
Sabiinoa logo da ealalagem ; fia, tanto quanlo
fd poaslrel. retumbar aos ouvldos daa pesaoaa
da CrufBranta, os Ututos demarouet e marge-
la, ein quanlo Se arrumara a modesta bagagam
de meus hospedes no asiento de detrs de mi-
aba berllnda ; e partimos para Rlbalhere.
(cajnli'naor- tt-llo,}


I -- usr. qu- ,
dias, vencido em 3 de Miembro do annoIgondcs.bojeSante lliti. perienca Case
r M- P- naja de o vir pagar: nt tualarga del miro doa Reis Gomes, est jusn por vend:
sane" ozuloo. .

,*,
*/ r
Avisos martimos.
Para o Acaracu' e Cear
em poucos dias o, patacho Euterpe,
recebe-carga para os dous Portos a
fretes commodos : trata-se na ra
do Apollo armasem n, i4, ou na
ra da Criu,n. 33. com Luiz Jos
de S Areujo.
.- Para a Baha, sahe em pou-
cos dias, aveleira escuna Tenta-
dora : para o resto da carga e pas~ I n!, Jever a pessoa alguma ; mas,
saceirns trata-se com O Capito Jguem Uvera exigir da aniiunciaiite o
.Ciros, iraia-se cnm o u|m nl01lt0 ue a|guma divida, ou conla, t
-- OSr. que passou um valle ha oito, A oaa terrea n. 37, cita na ra do Fa
3
/
jge
na praca do Commercio, ou com
Novaes & Companhia, na ra do
Trapiche n. 34.
Para o Porto
Seguir com muita brevidado a baroa por-
tugueza Boa-Viagem, capitSo Antonio Fer-
reira l.eite Jnior, lem bona commo.los para
paaaageirose carga: trata-se na ra do Ni-
gerio n. 11, ou com o capSo na praca
Para Lisboa.
Obrigue portuguez S. Domingos forrado
e pregado de cobre deque he ca.'iUo Ma-
noel Goncalves Viaona, recebe carga e pas-
sageiros aosquaeaofferece bons commodos:
a tratar eom o referido capitSo da Praca. ou
com o conaignataiio Joaquim Ferreira Man-
des Guimarfies na ra (Ja Crui n. 57 segun-
do andar.
Para o Kio de Janeiro.
Sahe impreterivelmente no da I do cor-
rente, o patacho brasileiro S. Jos America-
no, ainda recebe alguma carga miuda e es-
cravos a frete: a tratar com o consignatario
Manoel Alves Cuorra Jnior, na ra da Cruz
n. 40, ou com o capitSo Thomaz Pereira
Lagos.
--Para o Rio de Janeiro o patacho nacional
Valente sai no lim da presente semana, para
o resto de carga, escravos a frete, e passa-
geiros para os quaes lem bons commodos:
trata-se com ocapit3o Francisco Nicolao de
Araujo na pra?a do commercio ou com os
consignatarios Novaes & Companhia na ra
do Trai'iie n. 34.
Avisos diversos.
Precisa-so alugar urna prela de meia
idade, que saiba colindare engommar : na
ra do Trapiche, na esquina da Lingoeta
n. 32.
Precisa-se de um caixeiro pira nma
venda : na ra da Aurora n. 28.
-- Aluga-so urna preta para (o lo servico
de urna casa, sendo fiel e diligente : na ra
das Trincheiras, no segundo andar do so-
brado n. 4o, quena loja tem umvolhoem-
palhador.
Jos Joaquim de Faria Machado, reti-
ra-se para Portugal, a tratar de sua saude.
Precisa-se fallar aoSr. Jos Cabral de
Oliveira Vaaconcellos, morador na comarca
de Nazaretb, para se Ihe entregar urna carta,
vinda de Queixera'nobim, provincia do Cea-
ri : na ra do Queimado n. 17, aegundo an-
dar, ou na ra do Crespo, loja n. 2.
-- O cabrinha Manoel, que seannunciou
ter apparecido en.'Casa de Victorino Antonio
Mariins, na ra da Santa Cruz n. 74, desap-
pareC'-u na manhaa do da 15 do correle
Moreira Lima, mora lores as Cinco
Ponas n. 40, que lendo um escravo fugIJo,
desdo 4 de dezombrodo anno passado, pede
a pessoa quo no Diario de hontcm, annun-
clou ter pegado no lugar Jundi, um preto
creoulo de nome Jo5o, quo declaro se lem
os signaesseguintes: urna beli lo no olho,
no pesclo ao lado direito algumas costu-
ras, orelha Turada por trazer um brinco
qnando fugio, cara larga, nariz chato e bem
fallante, ese tem o escravo declarado qual
a occupa^Sodeseu senhor; assim como de-
clare em que Jundi foi pegado, se he Jun-
di de Una, ou Jundia da Escada.
-- Gouveia & Leite. exportam para o Rio
de Janeiro, o escravo Vicente, creoulo, de 12
annos de idade, por conla de seu propriela-
rioManoel Joaquim Souza Vasconcellos.
Desappareceu m>dia!8 do corrente, a
cabra Joanna, de 22 a 25 annos de dado, le-
vou em sua companhia urna filhinha de 8 a
10 mer.es, consta que lomou o caminho da
Cruz de Almas : roga-se, portante a qual-
quer pessoa quo a capture, leve-a a seu so-
thor JoSo Filiype dos Santos, morador no
biirro da Boa Vista, na ra do Sebo, casa n.
14, quesaber gratificar.
Da fabrica de caldeireiro da ra do
Brun'n. 28, ausentou-se no domingo, 15 do
correle, o pelo Aleandre, de nacSoS.
Paulo, de 35 annos de idade, alto, reforjado
docorpo, falla descaecida, foi escravo do
Meliquer, Francez, morador no Rio Doce, e
ltimamente do Sr. Bully : roga-se a que.n
o pegar de lera-lo a mesina fabrica que ser
recompensado-
Na ra Direita, sobrado de um andar n.
33, ao p da botica, fazem-se filhoes de fari-
nha do reino de siringa, de bonitos molel-
loa c grandes, do tamaito que se quizer ,
tambero tem doces seceos de caj, bananas
edeoutras muitas qualidades, lambem se
fazem bandejas debulmhos enfeitados de
varias galanlarias, tanto em bolos, como
emalfinins; lambem seapromtdam janta-
res, tanto para o diario de osa, como para
banquetes; toma-se ropa iara lavir e en-
gommar, com tmntn asseio e peifeir;3o.
-- D-se de qualro ceios a um cunto, ou
mesmo em pequeas quantias, a premio de
2 por cento ao inri, sobre penhores de mi-
ro, ou prata : na roa larga do llozario, loja
de miudezas a. 26, se dir quem oi.
Offerece-se um bomem para cozinheiro:
quem do seu presumo se quizer ulilisar ,
dirija-se ao oecco da Lingoela n 12.
Jos de Castro Nbrega, retira-se para
o Torio.
-- Joaquim los Guedes Pinto, embarca
para o Rio de Janeiro, os seus escravos Luiz,
cabra, e Ignacia, preta, ambos naturaes des-
la proviucia.
Perdeu-se no dia 15 docorrenje, urna
lettra de 130,009 rs., acceita pelo Sr. Anto
nio Pereira Lagos Guimares; roga-se ao
mesmo senhor, que n5o pague scnSo ao Sr.
Manoel P. reir Das, e quem a achar leve-a
ra do Apollo n. 4, que ser gratificado
generosamente.
Joaquim Francisco da Silva Jnior ,
deina da ser caixeiro do Sr. Joaquim Jos da
Costa e Silva, da dala de boje em diante,
aerve-se deste meio para Ihe agradecer o
Iiom tralamento que do mesmo Sr. recebeu
durante 7 annos e 4 mezes, que esteveem
ua casa.
biistem 3cartas, vindas de Lisboa, pa-
ra o Sr. Jos Januario .Soares Ferreira: no
escriplorloda Viuva Gauuino&Filho, na ra
da Cruz n. 66.
Aluga-se una escrava parda, propria
para n semen de qualquer casa, cozinba ,
engomla e faz qualquer servirjo com per-
fecSo : a tratar na Ci uz de Almas, no sitio
da eenhora D. Franciaca Viuva de Manoel
Loureneo, junto ao sitio do Sr. Tasao J-
nior.
Oa abaixo assignados tendo contas e
letras de alguna genitores tanto da praca
como do mallo, estas vencidas; por laso
esperan) que aa venham pagar: na ra do
Rosario foja n. 44, e aeaaaim o nSofize-
rem paaasrBo a aer mandados.
Moraes & Sitaros.
Deseja-se fallar com oa Srs. Jos Joa-
quim Cavalcante de Albuquerqne, Antonio
Borges Uchoa, Manoel Antonio Coutinho,
e Francisco Antonio Pereira Draga para
negocio de seus interessos, e por nflo ae
saber de euaa moradas queiram dirigir-
se ao escriptotio da Viuva Gaudiuo &Fi-
Iho, ra da Cruz n. 66.
Luiza Francisca da Conceico, herdei-
ra e testamenlelra do fallecido padre Ale-
xandre Bernardino Concalvos dos Reis, re-
sidente na estrada de Parnameirim, julga
so al-
paga-
Iguma divida, ou conta, queira
Gabinete ponluguez de leitura.
A directora de,-te estabeleci-
quem a mesma ge julgar com algum direito | ment, manda fazer publico, que
declara-la por eate Diario, ou dlrigir-se a
ella no praso de 8 diaa para ser pago no cago
de ser real.
Paulino Manoel Thom Caboatlto, em>
barca para o Rio de Janeiro o seu escravo
creoulo de nome JoBo.
-'-Joaquim Jos Guedes Pinto, exporla pa-
ra o Rio de Janeiro o seu escravo cnoulo de
nomajoaquim.
I B. da Fonseca Jut.ior embarca para o
Rio de Janeiro o-, seus escravos, Zacaras,
Nicacia, e Constantina.
Paulino Jos de Arruda, embarca para
o Rio de Janeiro o seu escravo de nome
Pedro.
-- Desappareceu no dia 17 do corrale,
um molaio escravo de nomoF elisberto de
idade pouco mais ou menos Inte annos,
comossignaesseguinles: cor parda estatura
regular.e urna ferida na canalla- direita;
levando urna calsa e camisa de algodSo azul,
lloga-se as aulhoridades policiaca e capilSer
decampo a sua captura e leva-lo a traves-
sa di Madre de Dos vendan. 1.
Garidade sem limites,
Sciencia sem privilegio.
Francisco de Paula ("arneiro
LeSo, reside no aterro da Boa Vis-
ta n. 16, onde offerece-se para
curar homeopticamente os se-
guintes enfermidades e nao cu-
rando nao tem direito a nenlium
pagamento .sendo chamado Iojo
no principio da molestia e nao
tomando o doente nenhum medi-
camento alopathico e mesmo ca-
seiro. Ferimentos de bala, ou de
quaesquer outros instrumentos ;
grandes quedas ou pancadas por
maores que sejam, respirando a-
inda o paciente; pleurizes, os mais
agudos e violentos ; febre araarel-
la, desenteria sangunea, hexigas,
sarampo, e sarnas inda as mais in-
tensas e rebeldes, erisypellas, to-
da molestia venrea esyphlytica ;
bobas, seja de que carcter forem;
rheumatismos agudos, e emgeral
todas as mais-enfermidades em
tempo que possam ser curadas.
Precisa-se de um caixeiro, que tenha
pratica de loja de miudezas, o que tenha
boa letra : a tratar na ra da Cadeia do Ite-
cife, loja de miu lezas n. 7.
J. B. da Fonceca Jnior embarca para
o Rio do Jnero por ordem de sua snhora
Jo3o Francisco Florencio, de Caruai, es-
cravo de neme Filippe.
Caligrafa
Na IIua do Arago, n. i2, se-
gundo andar, copia-se com perfei-
cao qualquer papel em muito boa
eltra e por preco commodo.
Quem quizer comprar diversas obras
de prota de bom gosto dirija-se ra de S,
CeSlIla, v -n la n. 18.
D-se a juros, sobre penhores, at a
quantia de400,000 rs.; sendo de 100/paia
cima : qnem precisar dirija-se a ra Direila
n. 17 que l se dir quem os da.
Paquete inglez.
Papel paquete proprio para cartas, no va-
por inglez, e obreias proprtas para o
mesmo na ra da Cadeia do Rocife n. 52.
Precisa-se dequatro a seis pretos cap-
tivos para trabalhr em um sitio perloda
pra^a, dan lo-se o sustento e roupa propria
para o servico de campo : os prelendentes
dinjam-se ao Passeio publico, loja n. 13.
Jos da Silva Loyo embarca par o
Rio de Janeiro a sua escrava de nome Ma-
riana, creoula.
Alugam-se por todo e qualquer preco.os
rmaseos que servirSo, para a venda do ca-
pim em frenlo da prac, nOo se olha a preco,
dando o alugador seguranza, aus alugueis,
trata-se com o Sr. Himenlel em um dos
meamos armazons.
Jernimo Scasso remette para o Rio
de Janeiro os seus escravos de nome Filip-
pe e Miguel.
Manoel Francisco de Arruda embarca
pira o Rio de Janeiro o seu escravo de no-
me Pedro.
O.bacharel Witruvio transferio a sua
residencia para a ra do llangel, sobrado n.
71, onde poder ser procurado.
Ucorinheiro portuguez, que annun-
ciou querer ser empregado : dirija-se a ra
da Cadeia do Recife, sobrado n. 14.
Na fabrica do charutos do aterro da
Boa Vista n. 77, contigua mattiz, adinit-
lem-se oulciaes de chaiuteiro.
J i i.'.o Jos Lopes en,barca para o Rio de
Janeiro, o seu escravo de Angola, de nome
Julio.
Deseja-se saber se nesla cidade, ou em
outra qualquer paite, existe Antonio An-
tunes da Silva, natural da cidada do Porto,
queveio para esta, ha 10 annos, esua fami-
lia pSo lem tido noticias delle, e para ne-
gocio de seu inleresse: roga-ae a quem del-
le tiver noticia, dirigir-s a ra de S Amaro
n. 8, para sabr-se o que ha a respeilo.
'TAfuVaTu^c^v'be'm moca, ra-|pel<> uHimo naviochegado de Lis-
oolhida, que faz todo o servido interno da
urna caaa, e propria para andar com crian
Puni ;ii:iioiix, dentista *jf
f,niicVz, offercee seu prest- #
mo ao publico para todos os *
misteres de sua protlssaoi
9
4 '.'.hiV -."i procurado a qual-
m ner hora e m sua casa, na
Z riia larga rtoRozarlo, n. 30,
m secundo andar.
Sr.Bernardo de Albuquer-
que Fernandes Gama, queira man-
dar pagara subscribo deste Diario.
JofioDoyle, sudito britannico faz urna
viagem aa provincias do Norte deste Im-
perto.
JoSo Jos da Cruz, embarca para fura
da provincia, a sua escrava de nome Marco-
lina, creoula.
"Preciaa-ae de um amassador, e paga-se
bem : a tratar nos Apipucos, padaria do tiri-
to, ou na ra Direita a. 96.
cu, que para isso tem muito uso: Da-M
por proejo mala commodo a quem aflangar
iiju a mandar ra : no lerceiro andar da
casa n. 16, na ra do Collegio.
No da 25 do correle, vilo aer arrema-
indos por um anno, a porta do lllm. Sr. Dr.
juiz dos o l'.ios, oa predios seguintes: a casa
terrea no boceo dos Quarteisn. 29, avalla-
da em 48,000 ra. annuaea ; oulra na ra do
Arag3o o. 9, avaliada em 96.000 rs. ; oulra
na travessa do Quisdo n. 1, avallada em 81/
rs.; oulra na ra Real n, 33, avaliada om
120,000 rs. :,as pessoas que pretenderem,
dr i| mi-so ao lugar indicado, com oa com-
petentes fiadoros, os ditos predios perlen-
cem aos herdeiros do finado padre Jos Gon-
callo ; adverte-ss que a arrematado tem
20 dias na forma da lei.
Napolen Gabriel Dez, roga a todas as
pessoas que Ihe devem, por lettra, ou por
conla de vir Ihe pagar, ae nSo querem pas-
aarpela vergonha de seren chamados jui
xo, dentro do praso de 8 dias.
Aluga-se o segundo andar do sobrado
da ra do Apollo ti. 16, com sotSo etiapei-
ra, para grande familia : na ra Direita nu-
mero 25.
Arrenda-se um engenho distante desta
praeja 9 legoas, com muitas boas Ierras de-
planlaeea, e cercados, muenle e correte,
vende-se Da ntes.na occasiSo em que so II-
zor o arrendamento, alguna escravos, safra
criada, boiada muito boa, carros etc. e to-
dos os mais utencilios inherentes, s necossa-
rios para acontinuaco do mesmo estabe-
lecimento : a tratar no primeiro andar do
alterro da Boa-Vista n. 43.
George Patcheit, faz constar que a sua
senhora Marysnn Patchett, aubdita .ingle-
za, faz urna viagem a Europa, levando urna
criada em sua companhia denomeElisa-
belti Cauw.dl,
f)#9tt>S
g Consultorio horneo- I
pathico. 1
>' Ruado Collegion. 2S, pr- %
meiro andar.
% O Dr. P. A. Lobo Mosco- %
W so, d consultas gratis aos
',, pobres, todos os dias das 8 4
te as 12 horas da manhaa. Pra-
g tica qualquer operaran tli; ci- .
te rurgia, ou de partos. Rece- 4
I be escravos doentes para Ira- ?
a> tar de suas enfermidades, ou <>
J fazer qualquer operario, por
* preco commodo.
Urna pessoa livre, e que tem servido
por muitas vezes de criado, ofTerece-se a
qualquer senhor para se servir de sua pro-
li--.ni, asseverandoque aentlo dar mal com
os seus servicos : quem do seu prestimo se
quizer utilisar, dirija-se a ra Velhs, tra-
vessa da ra da Alegra, nos fundos da ven-
da, sita no mesmo lugar, a qualquer hora
do dia.
Na Bna Vista, na ra da caixa d'Agoa
n. 64, precisa-se de urna mulher para o ser-
vico interno de urna casa.
Precisa-se alugar urna escrava, ou urna
ama para o S'irvifjo do urna caaa de pouca fa-
milia : as Cinco Ponas n 21.
Na praca do juizo municipal do termo
da cidade de Olinda, tem de se arrematar 2
casas terreas, urna na un do Jogo da Bola,
contra na ra do Cabral, por execucSo de
D. Cttharina Francisca do Espirito Santo,
contra Jos da Silva Braga e sua mulher.
Roga-se ao Sr. Victorino Antonio Mar-
tina, que declare a sua morada, pois deseja-
se fallar a respeito do cabrinha Manoel.
O abaixo asignado estando mal infor-
mado, em como o Sr. JoSo da Costa Doura-
do, recebeu dinheiro para pagar-lhe urna
lettra da quantia de 61,000 rs., como ga-
rante ; declara que esla convencido cm
como o dito Dourado nSo recebeu tal di-
nheiro, e pede desculpa ao mesmo de o ter
ofendido nesla parte, restituiodo assim o
seu crdito paia com o public.
Jos Jacome de Araujo.
OSr. morador da ra do Amparo da
cldado do Olinda, que no dia 21 de oulnbro
do anno p. p., pedio na padaria do Varadou-
ro da mesma cidade 50,000 rs. empresta-
dos, por poucos das, dizendo que era em
quaitto recebia certo ordenado de um em-
pregado do mato, e at 0 presente nSo lem
paito : q-teira o fazer no praso de 3 das, se
n3o quizer ver o seu nome por extenso nes-
la folha.
-- Jos Anlonic de Souza Machado embar-
ca para o Rio do Janeiro as suas escravas de
nome Dellina, creoula, Joaquina do gento
de Angola, de idade pouco mais ou menos
35 annoa.
OSr.J.C. F, queira dirigir-se a ra
Nova n. 55, a negocio que nflo ignora.
O Sr. Vicente Ferreira de Souza, quei-
ra dirigir-se a ra Nova n. 55, a negocio que
nSo ignora.
Precisa-se alugar urna ama forra ou
captiva, que saiba cosinhar e engommar,
para urna casa de familia de 2 pessoas; paga-
se bem : na ra do Pillar em Fra de Por-
tas, loja de fazendas.
Precisa-se alugar um moleque para o
servico interno de urna casa estrangeira
que soja fiel e aadio : quem o liver dirija-se
a ra do Trapiche n. 8.
Tinturara franceza, no aterro da
Boa Vista n. 17.
Tinge-se toda e qualquer fazenda de 13a,
algodSo, seda e linlio, tanto em obras como
em perjis e com muito asseio ; assim como
so alimpam casacas e outra qualquer i 1
de pao, que tiver noJoas, pondo-se como
novas e por precos commodos.
O cirurgiSo Bernacdo Pereira do Carmo
faz sciente as pessoas que a lempos lite fa-
laram e mesmoa quem convier e quizer.pa-
ra por meio de um ajuste razoavel, os tratar
annualmente das molestias que possam ap
parecer, que Lenham a bondadede virem a
casa de sua residencia na ma do Rozario
largan.30,para os poderlnigareiiin.de aeus
clientes.
Altcncao.
Nova fabrica de chapeos de Sol no atierro
da Boa-Vista n. 22, actia-ae um grande
sortimenlo de chapeos de Sol muita
em conta, tanto para bomem.como para se-
nhora, como seja de seda ou de panninho, e
grande sortimenlo de pec>s de seda ede pa-
panninho para cubrir os chapeos de Sol ja
usado,tambem cuncerta os ditlos peol preco
mas comnniio do que em oulra qualquer
e parte com toda iromptidfio,
Acha-se farrnha nova de SSSF, (de ra-
mi 11 ha)"para vender, nos armazens de Dea-
ne Koule & Companhia, no beccodeGoa-
ealves.
.- No pateo da ribeira de S. Jos n. 15,
lava-aeeengomma-se com perfeijao e ac-
ceio. .
- Precisa-se alugar dous molequea oa
ra da Cadeia n. 13.
boa, recebeu um variado sorti-
menlo de obras Iliterarias, que vi-
era m augmentar a coleccSo que
possue, e que 015a por 600 volu-
ntes ; e sendo talvez ignorada ge-
ralincntc a existencia de urna ins-
tituicio tao til, e que necessara-
mente produzir proficuos resul-
tados para a civilisacao e illustra-
c5o de quem pertender associar-se
para t5o nobre fim, tambem faz
publico que tem na sua biblioteca
os liv. os que pertencejn a seguinte
fclassificacao; Biographia, Chroni-
cas, Commercio, Diccionarios, E-
conomia Poltica, Filologa, Geo-
graphia, Historia, porAlexandre
lierculano, Thiers, Lafuente e va-
rios; Historia Natural, Literatu-
ra, Mithologia, Philosophia, Poe-
sa, Poltica, Khetorica e Kloquen-
cia, Ilomanses, principalmente de
Sue, 1 hunas, Sin li c GeorgSand;
Tachgrapha, Theatro, Theologa
e Culto, Viagens. He permittida
a sabida de livros para leitura ex-
terna exeepeao das obras de con-
sulta, conforme determina o regu-
lamento de leitura. Alero dos li-
vros especificados tem os se-
gu 11 tea :
Jumaos litterarios,polticos e com-
merciaes.
Imprensa, Diario de l'ernambu-
co, Jornal do Commercio do Kio
de Janeiro, Mercantil da Babia ,
Diario do Governo de Portugal ,
Estandarte, RevolucSo de Setem-
bro, Nacao, Peridico dos Pobres
do Porto, Semana, Atheneu, He-
vista Universal Lisbonense, Kevis-
ta Popular, Revista Militar, Se-
manario Pittoresco de Madrid, II-
ustracao Hespanhola, Illustraco
Franceza. Estes peridicos s5o re-
cebidos regularmente no gabinete,
pelos vapores da Europa e do Sul
do imperio. Recife, 7 de feverei-
ro de i85j. JoSo Quirino de
Aguilar secretario.
Antonio Ferreira da Costa Braga,tendo
contas, e letras de alguna Srs. que lem dei-
sado de pagar, uns por amisade, e outros
por relaxacdes, tanto pela parte dos seus
cobradores, como dos devedores, roga pelo
prezente, aos mosmosSrs. de virem quanto
antes pagarem seus Uabitos, na ra Nova n,
28, assegurando toda a coulemplacno nos
Jurosjeao assim o nSo fizerem pasar3o,a ae-
ren! demandados, o que ser urna vergouha
para ossonhores devedores, alem dos abu-
sos cometidos alguns al 15 annos.
__Na primeira audiencia do lllm. Sr. Dr.
juiz dos feitos da fazends.so ho de arrema-
lar os seguinles objectos : um engonho de-
nominado 11.11 h.iiiio na freguesia da comar-
ca do Cabo, com todas as suas Ierras, mal-
las e logradores, casas do engenho, de vi-
Na ra Nova, loja n. 60 precisa-se de
ofllciaes de alfaiale, para obras inludas,
Compra-se a casa terrea, na ruados
Copiares n. 8, com chaos proprioa, se al-
guem se julgar com direito a ella : queira
no praso de 8 dias anounciar por este
jornal.
m
i
tfi CoasLToaio caNTSAi boMoJopthico
0 DB PKIINAHBUCS.
I Derigiaopelo Dr. Sabino Olegario Lud-
tf (tro Pinho.
Ra do Trapiche Novo n. 15.
Todos os dias uteia se darn consultas
e remedios de graca aos pobres.deade
pelamanha, at asduas horas da tar-
de. As correspondencias e imforma- t
tOes poderflo ser dirigidas verbal- ti
, mente, ou por escripto, devendo o V
4> doonte indicar primeiro: o nome, a 4)
(f} idade, estado, prollsso, e constitu- A
4) cao j egundo: as molestias, que tem 0
9 tido, e os remedios tomados; lercei- >;
*) ru : a poca doapparecimanto da mo-
i, lesliaaclual, o descripf3o minuciosa, *
'_ dos aignaes ou symptumas que solfier %
9**l9mmSms **#
_i_Aa.a.
Compras
Compra-ae una preta, que tenha 30 a
40 annoa de idade, sem vicios nem acha-
ques : ni ra larga do Rosario n. 26, loja da
miudezas.
Compram-se escravos croouloa de am-
bos os sexos de 10 a 20 annos, e pagam-se
bem : na ra.da Cruz n. 40 primeiro andar.
-- Compra-se urna negra robusta de 30 a
40 annos, que saiba cozinhar e engommar
ua praca da lndependencir n. 17.
-- Comp'ra-se meia duzia docadoirasde
palhinha, em meio uso: quem tiver, annun-
<' ce, ou dirija-se a ra larga do Rozario, lo-
4 ja de miudezas n. 26, que l so dir quem
tS as quer.
# Compra-se um melhodo de musici
^ para frauta em bom estado : na ra di
Concordia, primeira casa ao ladodonsa-
conle.
Vendas.
Compram-se para unta encommonda
do Rio de Janeiro, 2 escravas creoulas, ou
pardas, quo lenham de 12 a 20 annos, el
moleque que seja bonito: na ra Nova n. 16,
se dir quem compra.
-- Compram-se escravos rceoulos, ma-
chse f"ni's, do 12 a 20 annos de idade,
cnm habilidades, ou sem ellas : na ra da
Cadeia no Recifd, casa n, 8.
I tll.ll IMi A.S l'AH \ i85a.
Vendem-se folhinhas de porta ,
de padre, e de aigibeira de tres dif-
ferentes qualidades,sendo urna del-
las com o almanak da cidade e pro-
vincia: vendem-se nicamente na
praca da Independencia n. 6 e 8
.Monillos de vento
om bombas de repucho para regar hortas
d baixas dncapim : vendem-sena fundicSo
do iiowiiin n 6t Me. Callum, na ra do Brum
os. 6. 8 o 10.
Venle-se um burro deHoratio: ua pra-
ca da Independencia n. 12
E MAIS OFF1G1NAS
NA
Ra Imperial 11. 118 e 12o, e deposito na rna Nova n. 33.
Respetosamente avisam ao publico, e particularmente aos Srs. de1 engennos o des-
tiladores, etc., que este estabelecimeoto se acha completamente montado, comaspro-
porcoes n?cessarias, para desempenhar qualquer machina, ou obra concernente ao mea-
mo. O meamos cliamam a altencao para as seguintes obras, as quaes construidas em sua
fabrica competem com aa fabricadas na Europa, naqualidade e mo de obra, e por me-
nos oreco, a saber : _-
MACHINAS continuas de destilar, pelo methodo do autor francez Derosne, as me-
Ihores machinas, que para este fim at hoja tem apparecido.
AI.AMBIQUF.S de cobre de todaa as dimensOes.
TODOS OS COBIIES necossarios para o fabrico de assucer.
TAIXOS DE COBRE para refinacSo.
TAIXAS DITO para engenho.
DITAS DITO movis para dito.
BOMBAS DE COBRE de picote, de repocbo, de roda e de pndulas.
ESCRIVANINHAS de lalSo dos malbores modellos.
DITAS DITO galvanisadas.
SINOS de todos os tamanhos.
OS APRECIAVEIS fogOes de forro econmicos.
BUI1I1AS de ferro as mais bem construidas.
CARROS dito do mfio.
POBTOES de ferro.
VARANIMSdito.
CBADIAMENTOS dito.
TAIXAS dito. "
CALDEIRAS dito.
BAM1EIR0S de zinco e de folha, para banho de choque.
Lotera do Rio de Janeiro.
Aos 20:000,000 de rs.
Na loia de miudezas da praca da
venda o de purgar, com 30 furos e 3 balcoes ,.
grandes, senzalla para pretos, 1 moenda, 4 Independencia n 4, VCndem-Se hi-
lachas e um paroi de caldos, mo de ferro, i ||ietes iiileiros, meios, quartos, oi
e outros objectos avaliadosem 38.000,000 rs. I .' .' c.:"j-
'damesmirrmavaoapr.caos bns n-|tavos evigsimos, a beneficio das
Casas de Caridade ; espera-se a
lisia no primeiro vapor.
Para liquidar, a 6,000 rs. ca-
da um.
Na ra do Queimado, loja n. 17, vendem-
se chapeos braneos de, castor, pelo dirninu-
nunciadosem o Diaria de Pcrnamhuco de 26,
27 e 28, de novembro do anuo p. passado,
a escep(3o de alguns queja foram arrema-
tados.
AOS DENTES.
J. A. S. Jane dentista, tem a honra de
avisar ao respeitavel publico, que se acha
rczidindo na ra Nova n. 19 primeiro an- so cnapou uraucua u uamu., v^ .....
dar, aonde estar aempra prompto a qual- lo pre^o de 6/rs. cada um; chapeos deso
quer chamado, desde as 9 horas da manhaa .de panninho com-aspas de balea a 1,280 rs.;
al as 4 da tarde ; o annuncianle encherta pannos finos pretos e de cores prova < li-
je um a lodos os denles, que por isso lem m3o a 4, 5 c 6,n00 rs.; casimira preta tina ;
um completo sortimenlo de denles artifi- setim preto macan paracolete; sirja preta
ciaes, incorutiveis e do porcelana,mui de- hespanhola, pelo barato preco de 2 0!)0 rs. o
lirados e do ultimo gosto ; e lo los os mais covdo, e mitras fazendas por barato preco.
accessorios tendentes a sua proficuo, asse-i Vende-se para fra da provincia um
verendo a todas as pessoas que se quizerem I mulato oiotjo, sem vicio, nem achaque al-
ulilizar do seu presumo que n3o exige pa-'guui, he muito bom meslre de fazer assu-
ga alguma, n3o flcando os denles bem pos- car e ptimo feilor de campo : a tratar na
tos que nao se possa deferenQar dos proprios ra da l'enha, venda da esquina, ou na
naturaes, e podendo-se mastigar com os. do Livramento, loja de miudezas data
meamos toda a qualquer comida sem sentir lela, de Julo Pinto Itegis Suuza
ou na tua
bo-
a monor dor nem ter recaio de os quebrar j
tambem chumbaos denles naturaes fura-
dos da caria com ouro, prala e metal bran-
co, preveninlo assim a conlinuac,o da ca-
ria, dores e mesmo evitando por isso a for-
Vende-se urna taberna, com poucos
fundos, e se taz todo negocio, que he para
ananlar seus pagamentos : na ra do Cor-
doniz n. 6.
-- Na ruadasCruzes n. 22, segundo an-
ma'de passara cariados denles furadospara dar, vende-se una escrava cabra, de 26an-
ua outros s3os : tambem lira pedras ou ca- nos do idade, com urna cria negrinha, do 50
ras dos denles emgeral, que tanto os dam- dias de idade, a escrava engoinma, cose
nefica e coopera para o mao alito da bocea, clnlo, cozinha e lava; urna dita da (.osla, de
nao sendo lirado : o annuncianle a 10 an- bonita figura grvida de 7 mezoee oulima
nosqueexerce a sua profiscBo nesla cida-
de, e os muitos exemplos que lem dado
nesse longo lempo, sera quanlo basta para
se garantir.
Madama Rosa Hardy, modista
brasleira na ra Nova n. 34-
Pelo navio Havre recebeu um lido sorli-
menlo das ultimas modas de Pars, como
quilanleira; urna dita de meia dado por
320,000 rs., e um escravo ptimo para ludo
O servico, lano do casa, comodoiun.
-- VenJe-se urna taberna com poucos fun-
dos, sita no sobrado da dous andaros, na
ra do Sr. Bom Jess das Creoulas: a tratar
na mesma.
30,000 rs.
Vende-se para baile do carnaval, um rico
sejam: chapeos de seda de todas as cores > vestuario, a pessoa que vir o quizer ter um
para Sra. e para meninasde 7a 12 anuos rco vestuatio, n3o deixarde comprar : ua
chapeosinhos redondos franzidos com ca-
pellas de flores e penachinhos, para meni-j
los, e meiiinasdeO mezes a 6 anuos ; um-
sortimenlo completo de chapeos de palha
para Sra., menina e meninos, da ultima
mola; ricos espolinos, manteletes, pali-
tos, de seda furia-cores e pretos ; ricos ro-
meiios, cabocOes de blunde e de linbu bor-
dado, camisinhas bordadas, ricas locas de
fil de linbo para Sra.; mantas de blondo e
garQa para noivas, capellas, ricas guarnieres
de flores, lieos cortes de seda branca lavra-
da ; luvas de peliea enfeitadas, e meias de
seda branca, o que ha de melhor em gosto e
qualidade ; bicoS de blunde iiin'.asu do
da largura de 12 polegadas at urna ; gros
de aples preto para vestido, mantas pre-
ta s de blonde, ricos cabecees de blonde pre-
to, transas de seda branca e de cores, para
enfeitar veslidos; um aortimeoto de gros-
de aples de cores escolhidas, para vestido
ecapolinbo, que ae vende a vontade ; fran-
jas e transas de cores, e preta, para os mea-
mos ; flores, penachinhos para tocas de
meninos, loquea para Sra., luvas, de pelica
e de seda prela para Sra. e meninas ; meias
do soja da crianza, ticos chapeos de palha
de montaria, e esparlilMos : na mesma ca-
sa faz-se veslidos de casamento, vestdmeos
de baptisado e manteletes de encommenda,
por prec,o commodo.
ra Nuva n. 18.
15,000 rs.
Vende-se outro vestuario, j menos rico,
porm de um carcter pouco visto : na ra
Novan. 18.
Vendem-se excellenlea sapa tos de mar-
roquim, para senhora, sem ter o menor de-
feilo ede boa qualidade, pelo baralissimo
pre$o de 900 rs. o par ; ditos de cordavBo
alguma coma antigos, por 640 rs. o par : oa
ra Nova, loja n. 8.
Bosquejo histrico e docu-
mentado das operacBes militares,
na provincia do Rio Grande do
Sul, um volume em broxura por
1,000 rs. : vendem-se no paleo do
Collegio, casa do livro azul.
Vaccas baratas.
Vendem-se 5 vaccas da trra, com crias,
ou sem ellas, e a vista faz-se todo o nego-
cio : a tratar no Maoguino do lado direito,
ultimo sitio antes da ponte.
Farello a 3,ooo rs.
Na ra da Cruz do Recife, armazem de J.
C, Auguato da Silva, ainda ha um resto de
f.relloem aaceas, do ultimo edegado, e yen-
de-so a 3,000 rs. cada urna. 1
ltepertorio Alpliabetco das
leis do Brasil, cm continuaco ao
ltepertorio Geral de Fernandes
Thomaz, um volume em broxura,
por 1,000 rs. ; vende-se po pateo
do Collegio, casa do livro azul.
Vende-se um terrenu com 58 palmos
de frcnle e 996 de fundo, lendo a frenlo pa-
ra a estrada da Solelade, e o fundo faz fren-
te para a estrada nova que v.i para o Man-
guinho, por preco muito commudo, por seu
dono se retirar desta provincia : a tratar na
ra Velna do birro da Boa Vista n. 105.
Vende-se urna canoa pequea den
gelim : na ra largado llozario 11 44.
-- Vende-se una porc.Su Je peonas de
orna : na ra larga do Bosario n. 44.
Vende-se um palanqun) da Babia em
muito bom esta loe de mui bonito gosto :
no largo de S. Pedro na loja de Marcineiro.
Constiluicao e cdigos.
Vende-so um vulume por S,000 rs. con-
lendo constituirlo, reforma, interpretarlo,
cdigo cnaiinal, dito do processo, reforma
dci-, regalamenlus n. 120, 122, e 143, re-
gimeulu de Miihs, regulaiiieutos do s.illn,
edenovos e velNos direilos : na praja da
ludepeodsncia n. 6 o 8.
Vende-se na ra do Queimado n. 19,
cortes de cambraia do barra ede cores o
mais lindo que lia no mercado a 3,500 rs.
cada corta; este fazenda he nova uu paiz e
por prego commodo a comprar.
Deposito de pin.no dj algodSo da
lebrica Todos os Santos da Ba-
nhia.
Vende-se por preo couimodo
o bem conhecdo panno de algu-
do desia fabrica ; em pessa, a
vontade do comprador.- no escrip-
torio de Hovaes & Companhia, na
ra do TrapcUe n. 34.
Sal do a-vi.
A bordo do berganti.11 nacinal Maria I-i lia
nia, vende-se superior sal do Ass, os pre-
lendentes podem dlrigir-se a bordo do mes-
mo na volta do Forte do Mallo, ou a ra da
Cadeia do Recite n. 1*.
Na ra do Collegio loja de encaderna-
c.lo n. 8, vende-se por prego milito commo-
do os seguintes livros: oa Mysterios de Pariz
com eslampas & volumes, Museo Universal 3
volumes, Noites d'Uogy 2 volumes. Biblia da
infancia 1 volume, Rafael Paganas do vig-
simo anno,2 volumes, Sette Pecados Mortaea
4 volumes. Marqueza de Bella Flor 2 volu-
mes, Quetino Duvard 4 volumes, Joto e Joa-
ninha 4 volumes, Santa Biblia 1 volme, Dis-
cripc8o histrica do Brasil com estampas li-
nas 2 volumes,Poesiaado Padre Caldas 2 vo-
lumes, Mrquez Pylaurena 2 volumea, Odio
Velho nao cansa; 1 volume, Diccionario da
Marinba,t volume.
-a ra do Collegio loja deencaderna-
c8o n. 8, vende-se papel de paao pautado
proprio para cartas a 80 ra. o caderno.
PIANOS.
Vendem-se em casa de Kalk-
mann IrmSos, na ra da Cruz n.
10, ricos pianos de Jacaranda, com
excellentes vozes chegados ha
pouco tempo;


AGEfIClA
da fundicSo Low-loor.
RA DA SENZALLA NOVA N. 42.
Nestc estabeleeimento .conti-
na a haver um completo orti-
mento de moendas o meias moen-
das para engenho, machinas de
vapor, etaixas de ferro-batido e
coado, de todos os tamanhos, pa-
ra dito.
Antigo deposito de cal .
virgem.
Na ra do Trapiche, n. i"], lia
nmito superior cal nova em pedra,
chegada ltimamente de Lisboa:
tambem se vende potassa da Rus
sia, nova e de superior qualidade.
Bombas de ferro.
Vendem-se bombas de repuxo,
pndulas e picota para cacimba :
na ra do Brum ns. 6, 8 e 10,
fundicio de (erro.
Deposito da fabrica de Todos os
Santos na Baha.
Vende-se, em casa de N. O. Bieber & C.,
di ra di Cruz n. *, algodSo transado da
DEVERES DOS HOMENS,
a 5oo rs.
Vende-se eate compendio eprovado para
ai aulas, em meia encadernafo, 500 rs.,
cada um : na livraria n. 6 e 8, da praca da
Independencia.
Arados de ferro.
Na (undicSo da Aurora, em S. Amaro,
vendem-se arados de ferro de diversos mo-
delos.
Vende-se champagne da marca amiga
e bem condecida, Come!, em casa de Deaue
Yulo & companhia : na ra da Cadeia.
8, I'.ira m'nhora
"Vende-so setim preto maceo de su- 1
. perior qualidade para vestido de se- *
8 iilmr; um completo.sortimenlo de v
{f sarja de seda hespaohola verdadeira; 9
| cortes de vestido de sarja preta lavra- -y
f! da de lindos goslos; superiorchama- t,
m lote de seda pura; ricos vena rrelos ]
f de seda, linho e retroz de llaa; um
grande sortimento de manteletes, ca-
potmhos pelos com lindos onf lites, L
5 sendo os niais modernos que ha no J
1 mercado; superiores meias pretas in-
^ glezas de peso, e outras fazendaa de
gosto e boa qualidado, e tudo por
fi preco muito em coola : na ra do
3 Queioiado, loja do sobrado amarello
im:m*mm*wa*m*r^ mmmm
Tnlxas pn.au engenlio.
Na fundi^ao de ferro da ra do Brum,
quella rabrica, muito proprio para saccosde ica-Ve de'receber um completo sortlmen-
ssucareroupadeescravos, porprejocom- tQ detsixasde 3 a8 palmos de bocea,
modo.
Vendem-se relogios de ou-
ro eprata, patente inglez : na ra
da Senzalla Nova n. 3.
tasa de commissSo de escravos,
,km muito superior e nota no merca-
Vendem-se escraros e recebem-i "' l .. ....
a LniAMr..,, d: a tratar com Manuel da Silva
se de commissao, tanto para a pro- _
Santo*, na ra doAmorim n. 5C e
quaes acham-se a venda por preco coin-
modo, e com promptidSo embarcam-se.ou
carregam-se em carros sem despezas ai
comprador.
Vende-se farinhn fontana
vincia como para fra della, para
o que se olerece muitas garantas
a seus donos : na ra da Cacimba
n. ti, primeiro andar.
Arados de Ierro.
58, ou no armazem lo Annes no
enes da alfandega.
Principios geraes de economa pu-
blica e industrial.
Vonde-se este compendio, a pprovado para
_. r itmu-."-^-^mm.....|"ii........i i "---------i-------
Vendem-se arados de diversos as aulas de primeiras letras, a *80rs.: na
modelos, assim como americanos P" da independencia,, U*ma n.6e8.
com cambio de sicupira e bracas
da ferro ; na fundico da ra do
Brum ns. 6, 8 e io.
Farinha Fontana,
Cobertores de algodao
Superiores cohertorrs de algodSo de di-
ferentes cores, tecidos a dous (ios, muito
granle, tem todaapplicacao em nina cas de
familia, por servir para meia de engom-
madu e forrar camas e mesmo para eacra-.
chegada ltimamente: em casa de J. J. Tas-j vos, pelo diminuto prcc,a de 1,440 rs.: na
so Jnior, na ra do Amorim n. 35.
Agencia de Edwin Maw.
Na ra de Apollo n. 6, armazem de Me. Cal-1
moni S Companhia, acha-se constantemente
bous sortlmentos de Uia de ferro coado e
batido, lauto rasa como fundas, moendas in-
eiras todas de ferro para animaes, agoa, ele ,
ditas para armar em madeira de todos os ta-
manhos e madellos o inais moderno, machina
horisootal para vapor, com forca de i caval-
los, coucos, passadeiras de ferro estanhado
para casa de pulgar, por menos preco que os
de cobre, escovens para navios, ferro ioglez
tauiii'in barras como em arcos folhas, e tudo
por barato preco.
Deposito de cal e potassa.
No armazem da ra da Cadeia
ra do Crespo n. 6.
Velas de Esparmacete.
Vendem-se velas de esparmacete
em caixinhas de 20 Ib, em casa de
Augusto C, de Abreu .na ra da
Cadea do Hecife n. 48.
Grande fabrica de chapeos de sol,
de J. Falque la do (ollgeio
n.4.
Neste novo estabeleeimento recebeu-se
um novo e lindo sortimenlo de chapeos de
Sidos ltimos goslos, tanto de seda como
depaninho pra homeus e senhoras, de ar-
macSo de baleia e de asso que se vendem
doltecifen. 13, ha muito SUpe- i por menos preco quoem outra qualquer par-
nor cal de Lisboa, em pedra, as- l01
sim como potassa chegada ultima-
mente, a precos muito rasoaveis.
Farinha de mandioca.
-- Vende-se saccas com superior farinha
de mandioca a precos rasoaveis : a tratar
com J. }. Tesso Jnior ra do Amoiim
n. 35.
Deposito de cal virgem.
Cunba .. Amorim, na ra da Cadeia do
Recite, n. 50, vende-se barris com supe-
rior cal em pedra, chegada pelo ultimo
o poniihos 0111 pecado todas as cores equa-
lidailes para us pesabas que quiznrnm man-
dar robiir armagOeS servidas. Completo sor-
timenlo de baleas para vestidos espartilhos
para senhoras, fazem-se umliellas de igrrja c
conceita-se qualquer qualidade de chaceo
de sol: lodos os objectos cima mencionados
se vor.deni em porfo e a retalho, por prego
que agradara aos freguezes vista da quali-
dade.
I'otassa americana.
No antigo deposito da cadeia vrllia, n.
12 existe uina pequea porc3o de potassa
navio de Lisboa, por rueos prefo do que americana, chegada recculemente que poi
em outra qualquer parto.
iV .Vi loja do sobrado amarello, na rba %
9 do Quoimado 11. 29, vende-se um %
completo sortimenlo de pannos pre- >
. tos finos e cores lixas; cssomira preta a>
Os) elstica superior de 9 a 14,000 rs. o fj
superior nvaln-a com adallussia: valde-
se por prego razoavel.
Vende-se um bonito molec3o, por pre-
go comaiodo : na ra das Ti incheiras 11. 17.
Negocio vantajoso.
Vende-seo hotel cooiuiercio silo na ra
da Cadeiu n. 13, cornos iiieiicihn- que o
Lotera do Kio de Janeiro.
AOS 20:000,000, 10:000,000, 4:000,000 ,
2:000.000 e 1.000,000 de rs.
Na loja da Viuvt Vieira dt Filhos, na ra
da Cadeia do Hecife n. 24 receberam pelo
vapor l'araense, entrado em 6 do corrente ,
a lisia da 20. loleria a beneficio do theatro
de Sr. Pedro, o o resumo da extraccjlo da
qusjta lotera a henelicio da freguezia de
S. Jos, que so^cham patentes na mesma.
loja, e juntamente receberam e acham-se a
venda us mui afortunados bilhetes, meios,
quarlos, oitavos e vigsimos da 14 loleria a
benelicio das Casas de Ca ilude, e trocam-se
por burieles premiados das loteras do lito
de Janeiro e desla provincia.'
Morulla- superiores.
Na fon.....So de c. Starr& Cumpanhla,
em S.-Amaro, acham-se a venda moendas
de canoa, lodas de ferro, de um modelo o
construecBo muito superior
Miaiao de iNantua a
800 rs.
Vende-se a historia de Sim3o de Nantua,
a 800 rs. : na livraria da pragada Indepen
denria n. 6e8.
-- vende-se um eferavo, moco e de bo-
nita figura : na ra da Cruz do Hecife n. 38.
g A 40,000 1 s., g
q na loja pernambucana, da o
O ruadoCrespon.n, O
Q vendem-se ricos vestuarios, o
O com todos os pertences, pa- O
a ra bailes mascarados por ?
Milho a a,5oo rs. a saeta.
No armazem de DiasFerreiri, no ces da
Alandege.
Azcite de carrapato da fabrica de
Araujo & Filho, n Penedo.
Acaba de chegar mais destej co'/fycido
azeite, o mais proprio e rconuO'ico, para
uso de candieiros de sala, tanto pela aua du-
1 orn, romo limi o/u, econtinuar a haver
sempre um depoziti para auprimento regu-
lar nos freguezes : no armazem de J. J. Tas-
SO Jnior : na ra do Amorim n. 35.
Farinha de mandioca a 3,000
rs. a sacca.
No armazem de DiasFerreira, defronte das
escadinbas da Alfandega.
Cha imperial.
Deposito do cha nacional e hison loja de
ferragem rila da Cadeia do Resife,n. 56 A
de Anloriio Joaqoim Vidal, canas grandes
e pequeas, por precos commodos.
ftfl'a,W#*#'*19
A KA LlOS AMERICA NOS.
Vendem-se arados ame- .
liemos, chegados dos Esta-
dos Unidos, pelo barato pre- a
90 de 40,000 rs. cadaum: na ?
ra do Trapiche n. 8.
*
coit>! decalca; corles de coleta preto ?5; comprador quizor : a tralar no mesmo.
4 desupeiior cssemira bordados, ditos s^ Vende-se um forno para padaria, no
O 40,000 rs. q
Xurope do liosqne.
O depozito do Xarope do Bos-
que, foi transferido da botica do
Sr. Jos Mara Concalves Hamos ,
para a do Sr. liarlholomeo Fran-
cisco de Souza, na ra larg do Ro-
zarlo n. 36. lie falsificado o que
nao for vendido nesta casa; garra-
fas grandes a 5.5oo rs., e peque-
as a 3,ooo rs.
Vende-se,
Alm de murtos esupeiiores genrros, ven-
de-so iguale.enle os seguiutes : caf do Rio,
em |.oi 1,0 e a retalho, massas finas, con-
servas, o encllente doco de annanuz em
frascos de 6 libras, exlrail d'ulisinlhc, vi-
1..... lo lio -no, dilos ilii Chorry, Coito Ma-
deira eMuscalcl de Setnbal, sardiuhas 1 m
lat.s maiores e meno es, riquissimas cai-
xinhas do todos os lan>anhos com amen-
doas confeit idas, muito propriss para pre-
sente, presuntos americanos e inglezes para
fiambre, olios do Porto o Lisboa, milho em
SBCCas, sebo do Porto em canias do 1 arro-
ba, cha pratO sollo e em roaSSinhoS de 3 em
hhra, lalas com multo Uno biscilo In-
lez ; tudo islo ven le-se por menos do que
em oulra qualquer parte : na ra da Cadeia
do Itecife, n. 23, armazem de moldados.
Vende se por preco coiiuiio-
do, cal virgem, muito nova, che-
gada pelo ultimo navio, por preco
muito commodo : no armazem de
Diaa Ferreira, no caes da Alfinde-
ga, ou com Novaes& Companhia,
na ra do Trapiche n. 34.
Vende-se nina parda clara, que cose,
engomma, cozinha, faz renJa ehesadia, e
um pardo escuro, proprio para bulieirn, ou
qualquer ofcio, por ser tunco : na ra larga
do lo/uno, loja n. 35.
Vendo-se farinha de mandioca nova e
de excellente qualidade, a 2.000 is. a sacca
Cemento novo a 7,000 rs.a barrica.
iviarniizein de Antonio Annes, no caos
da Alfandega.
Vendom se amarras de ferro: na ra
da Senzalla Nova n. 42.
Lotera do lio de Janeiro.
aos ao:ooo,ooo e 10:000,000 de rs.
cautelista Salustianode A qui-
no Ferreira avisa ao respeitavel
publico, que no da 19 do corren-
te mez, deve chegar do Sul o va-
por da companhia brasileira, e no
dia 300 vapor inglez Teviot, con-
ductores das listas da I i- lotera
a beneficio das Casas de Caridade,
fararia.
He bom negocio.
Vende-se a dinheiro, 00 a pra-
180 re. o covado.
Vendem-se cantores bonitos
pndroes a 180 re. o covado : na
ra da Cadeia do Hecife n. 5o A.
Para palitos.
Vendem-se gangas para calcas e
so a padaria do largo das Cinco'palitos a 380 rs. o covado: na ra
Fontas, e tambem se aluga, nao se da Cadeia do Hecife n. 5o A.
podendo effectuar a venda nestesj 1,600 rs.
dias; assim como seiorneceas fa-j Vendem-se cortes decoletes.de
rinhaspara trabalhar, offerecendo |casimira, pelo diminuto preco de
o comprador para tudo garantas : j 1,600 rs.: na ra da Cadeia do tte-
a tratar com J. J. Tasso Jnior, cife n. 5o A.
na ra do Amorim n. 35. Para baile.
Vendem se 2 relogios de prats, sendo I Vendem-se 2 rico vestuarios
um patente e outrosuisso ; 2 correutes de .. ,
ouro para os ditos: na ra larga do Roza-1 P&ra baile de mascarauos : na ra
rio,lojademiudezas n.26. _____'da Cadeia do Hecife n. 5o A.
II 1,800 re.
Vendem se cortes de cassas chi-
I las, com 7 varas a 1,800 rs. : na
Para agens.
0 Vendem-se chapeos envernizadps, _
gates de ouro, e prala, botos de (s
ff metal branco e amarello :"na lojtde t
sirgueiro no pateo da Mal i/, n. 2.
Vende-se, sexcedentsimas se-
nhoras do no gosto, para baile
e theatro.
IIiros sdorm s de nieles de rede, para ca-
brea, o mais moderoo que tem vindo de Pa-
riz, com crespos e anz dourados : narua
do Crespo, loja amarella n. 4.
Vende-se um flelo grande, em bom
estado, proprio para miudezas: na ra do
Caldereiro n. 56.
Chapeos franceies a 5,5oo rs.
Vendem-se linissimoi chapeos prelos,fran
c?zes, da ol una moda a 5,500 rs.:oa ra do
Crespo, loja amarella n. 4.
Pecas de algodSoziuho tranca.ln
branco, com toque de cupim a
3,000 e 3,5oors.
Na ra do Crespo, loja da esquina que vi-
ra para a Cadeia, venlem-se IgodloiiohOf
mu rorren no dia L deste mez e tincado branco, com pequeo toque do cu-
que coireu no uia q. aesie mez, ip, 2 00|) fl 2E00 rs pfsl< ,
paga immediatamente logo que re-
ceber as listas, sem ganancia al-
guma, todos e quaesquer premios
que sahirem nos bilhetes, meios,
quartos, oitavos e vigsimos, ven-
didos na praca da Independencia
n. i3 e i5, loja de cacado do A-
rantes, e na ra da Cadeia do lie-
dle n. 46, loja de miudezas.
Bilhetes 33,000
Meios 11,00o
Quartos 5,5oo
Oitavos 3,800
Vigsimos i,3oo
Altencao ao barateiro da ra do
Crespo n. i4> loja de Jos Fran-
cisco Das, chitas cabocolas, a
300 ris o covado.
-- Vendem-se chitas escuras cores de vi-
nhi ede caf, fazenda inteiramenle de pa-
drAes novos e cores muito fitas, a 200 rs. o
de dito de setim maco com lindos % centro da cidade, tendo lugar pra morala',,,,, a 600 rj, h saCca ; charutos, snbao
bordados; mei 1110 preto fino de 2,500 *
a 5,000 rs. o covado; chapeos pretos
fraocezes os mais superiores e mo-
dernos que ha no mercado; chapeos
de castor brancos ingle?es da ultima
moda, eoutras muitas fazendds finas
e |.i eco de agradar ao comprador.
No escrtplono de Manuel Juaquim Ka
nios e Silva, na ra da Cadeia do Recite,
vende-se por preco commodo cal virgem de
Lisboa rhegada 110 ultimo navio, bezerro de
lustro, mercurio, linha de ftoriz,retroz, fe-
cbaduras do Potto, pannos e casemias
de 13a.
liap Paulo Cordeiro.
e armazem para lenha, com desembarque d() Rjo e lU lerri aucoretas com azeito-
na porta: o prttendeuto annunciesua mo- n,Si lleil0 UOce em pequenos barris, de
ida, viiiho do poito em harria de se te em
rada.
Vende-se
Cha prclo e verde, de superior
Lia
pipa," mais gneros que por sua boa qua-
lidade e diminuto preco, a todosjia de agra-
|dar : no armazem deCampelloot Filho, 1ra-
qualidade em caixas pequeas ; yessa ,1., Madre-de-Hcos n, 7.
Yellasde espermacete de superior Lotera de N. S. do Livramento.
qualidade em ditas ditas,
Fio de sapateiro, de diversas co-
recentemente chegado do filo de Janeiro,' na ra do Trapiche, n. 4^.
Aos 5:000,000 ders.
Na loja de miudezas da praca
res : da Independencia n. 4, vendem-
Tmo em conta, no armazem de se bilhetes inteiros, meios, quar-
Adamson lloiwe fk Companhia, tos, decimos e vigsimos, a bene-
ficio da lotera de N. S. do Livra-
vende-se na ra da Cadeia do Recife loja n.; A bordo da escuna alaria Firmina, l'un- men(o aue corre moreterivel-
Sft Atk r.onh. fij Amnrim I 1 ...4.. .00, ,.,... .1.-. ... ,ln 1 ..11....H, lo, aune...
50, de Cunha Amorim.
diada ik'li onie do caes do Collegio.ba supe
Bilhetes inteiros 10,000
Meios 5,ooo
Quartos fc a699i.
Decimos 1,100'
Vigsimos 600
Antonio Jos Rodrigues de
i ur mi..... nuiiiui. uiaua ucuuilte XU UBCB uu win|iviaa "-K" o .
- No armazem da ra da Mola n. 15 ,1 rior farinha de mandiocatde S. Mallieus, que mente no da 30 UO Crreme,
vende-se cal deLifboa em pedra, a mais no- se vende mais barata do que em qualquer.
va que ha no mercado, chegada no crrente outra parle trata-se a bordo com o capilSo;
mez, oo brigue Laya ; assim como mercurio e na ra da Cruz n. 33, com l.uiz Jos de Sa'
doco em csixinhaa de libra cada urna, tudo Araujo.
por menos preco do que em oulra qualquer Vende-se ou arrenda-seo Engenho S.
-larte. Rita moenle e corrente meia legoa distante
Bailes mascarados. da villa de Igusrassu'com proporces para
Na roa da Cadeia do Recite loja n. 50, de safrej.r-se, embarque junio o engenho; .la-
i'iiiihi ai Amonio vemie-KA viliiutifihnrin gados, O outras propuicOes ;queui o prelen-
dffer.nt?b^ Serenlenda-secL o propriei.tiu no memo Souza Jnior, faz sCente ao pu-
rios de baile, de mascaras, e roup.s de. ""^de-se um. escr.va moca e robusta, hlco que preatou nanea na forma
de mu boa conducta e sadia, a qual sabe da le, para dividir em cautelas
engommar perfeitaiuerrte, e mais 2 filhos, Inlhclcs de loteras ; e por aso
um mulaliubo >!e 2 anuos e uina pictiulia .
deumanno: na cidade de Olinda, ra da em exposto -Venda as SU8S Cau-
Misencordia ao subir ao lado direito, casa telas, bilhetes e meios ditos da l4'
immediata ao sobradrinho domesuo lado, j hpnpfirin das (liaai (Ip Cu.
que fie. com o oitao para a ra do Bom Fim. loler a a henelicio tas L,aS8S Ue t,a-
MftMWal^^a. r!dadc ,l0,!il deJane,ro theatro : chegados pelo ultimo navio de
franc-; assim como calcas de meia; a tro-
co de dioheiro se vendem por barato prero.
Novos cobertores de tapete a
1,44 rs.
Na ra do Crespo luja da esquina que
volta para a cadeia, vendem-se cobertores
de tapete, grandes e bonitos, pelo diminuto
preco de 1,440 rs.; em qualidade sao os ine-
boresque lem viudo qu mercado, por isso,
recoaimends.se aojuSrs. da engenho que
quizerem comprai uN pichincha, nfio se de-
inorem, porque ja lia poucos Reta estra(9o
que tem lido.
He tito barato,
Que faz animar ;
Qucm vir a pechincha
Nao deixar de comprar.
Na ra do Crespo oja da quina que vira
para a cadeia, vende-se panno lino preto, a
3,000, 3,500,4,000 4,500,5,000 6 5,500 rs.
o covado; dito fiancez muito superior, a
6,000 rs. ; dito azul, a 2.60U, 3,500, 4,000 e
5,000 rs. ; dito ver Je, a 2,800, 3,0u0e 6,000
ra.; dito cor de rap, a 2,6u0rs. ; casemi-
ra preta, a 4,800 6,000, 7,500 8,500e 10.000
rs. 0 curie; sarja preta de seda muito su-
perior, a 2,500 rs. o covado; merino preto
muito bom, a 2,800 e 3,200 rs. o covado cor-
tes do csssa chita muito bonitos, a 1,920
rs.; e outras muitas f.zeud.s por preso
commodo.
23,000
11,000
5,5oo
3,800
i,3oo
Para baile
Vendem-se corles de cambraia de
seda imitando blunde, fazenda mo- >
dernissima e de muito gosto ; cortes S
de seda lisa for la cores; corles de se- L<
da de cores dos mais modernos pa- S
Jies; corles de cambraia bordados M
com 2e3 ordrnsde babados, brancos W
ede cores: na ra doQueimado, loja %
M do sobrado amarello n. 29. tt
mmmmwmwmmmmmmitf mwwm*
Na porta da Alfandeg e no
armazem do barateiro Joaquim da Sapatesfrancezes decourode lus-
Silv'a Lopes, vende-se furinha fon- tro, a 5,8oo rs. o par.
i....-, SSSP p rlp l'liil iilpliliia ul- Vendem-se sapalOes de couro.de lustro
lona SSS ede l niiarteipiiia, ul-jfr,oceza,r ftTI'tl0aem 5,soo rs., pre$o
limamente chegada. porque anda nao sa vendeu em outra par-
Vende-se urna mesa de amarello, com le; ditos para menores a 4,500 rs., slo de
7palmos da comprimento e 4de largura : novo gosto echegados ltimamente : ima-
na ra Bella n. 16. | Ierro da Boa Vista, loja n. 58, junio ao so-
-- Vende-so um carro de quatro rodas leiro.
muito leve e seguro, por muito poucodi-| Vende-se urna casa terrea na ra de
nheiro: na praca da Boa Vista, cucheira llortas n. 31, por pre;o muito commodo : a
do francois. tratar no ra da Cadeia venda o. 26.
chegar a lista no dia 19 ou 30, e
os vende pelos muito baratos pre-
sos abaixo : na ra do Queimado,
loja n. 37 A.
Hilheles inteiros
Meios ditos
Quartos
Oitavos
Vigsimos
Cortes de casimira* a 5,000 re.
Veadem-secorles de casimira decrese
de superior 13a a 5,000 rs. : na ra do Cres-
po, loja amarella n. 4.
Clieguein freguezes ao barato.
Vendem-se suspensorios de seda a 1,000
rs., par/i neninos; ucolos de aunaco para
todas as idades a 800 rs. o par ; capachos a
500 rs.; couro de lustro a 1,280 rs. a pella ,
luvss para meninos a 160 rs. u par ; cami-
sas de meia a 1,000 rs ; ricas titas lavradas
para chapelinhas, por muito barato preco :
na ra larga do Rozario n. 26, loja de miu-
dezas de Joan l'ranciaCO Mala.
Manteletes a 15,ooo re.
Vendem-se manteletes de nubret. preta e
furia cores, com ricas gu*rnlcdes a 15,000
rs.: na ra do Crespo loja amarella n 4.
Marmelada superior de Lisboa.
Na ra larga do Itozaiio n. 22, vende-se
marmelada em latinhas de 2 libras, a 400rs.
a libra; pe-sego e marmnlo em cala pelo
mesmo pirro ; pois est so acabando.
Aos senhores de engenho.
Vende-se algo.13o grosso da fabrica da
Babia, com 30 pollegadas de largura, pro-
prio parj| camisas de oscravos, a 320 rs. a
vara : na ra do Creapo, loja amarella n. 4.
-- Vende-se a armagao oa loja decalca-
dos da ra liireita n. 65, com fun los a con-
tento do comprador, leudo commodos para
rgura, pelo muito barato preco, de 1,600 li e em mu boa localidade, a dinnei-
.. a vara; alpaca prela muito lina, a 6*0 rs. ro- ou,, Pr" : .l"la-*> >"> P'leo do Colle-
0 covado ; cassas francezas de coios as mais Jj10 25' tereeiro andar, a qualquer hora
fins que lem appareciito.-a 640 rs a vara ;, ^", *
cassas dulas muito largase cores fixas, pelo Inicias novas.
baralissimo preco de 200 rs. o covado ; di- Vendem-se na ra eslreita do Rosario n
lasern cortes com 6 l|2 varas, a 2,0i)0 rs. o n, 1.1 1 a.-ros em Caixinhas de vidro.e caixi-
corte ; cortes de cambraia de seda cor de nhas de lamoras e de ameixs,ebolachiiih.s
carnee de rosa, Tazenda lio ultimo gosto,' de araruta ;i na mesma se dir quem vente
pelo baralissimo prefo, de 8,500 rs. o curte; 1100 espanadures bem feilos.
dem do seda pura, lodos brancos, pelo ba- Vende-se urna parda escura de 20 an-
rto preco de 12,000 rs. o corle; superio-|nos pouco mais ou monos, que engomma
res brins depuro linho trancado, de ricas, s'offnvel, cose alguina coisa, e cozmna o
cores, e novos 1 a.lm .., a 1,200 rs. a vara ; diario de urna cass bem ; nSo tem vicios
assim como outras muilasfaiendas de agra-jnemicbaques: na ra ds Concordia quem
dar aos Sis. compradores, tintnos prejos : Vem da ponte a esquerda, seguoda casa ter-
como nasqualidadeg. : rea se dir quem vende.
I'ara liquidar -- Vendem-se no fim da ra das Flores, e
Faz-se todo o negocio dinheiro. \ P" J* Nova; no dia terca ou quarla-
Vendcm-se por todo o prego presuntos |feira, 3 ou 4 cavallos vindos do sertSo, bons
holiandezes, proprios para fiambre e lem- j P""8 csrga.
pero; na ra da Cadeia do Recife, n. 23. Vendem-se charutos de Ha-
Superior cha nacional 'vana, das fabricis acreditadas Pa-
em caixinhasde 2 libras, e da melnor qua- J le|a K Hondo, chegados ul-
iidado ; vende-se por preco commodo, na
covado; ditas francezas muito superiores,
a 210 rs. o covado; ditas de quadros pa-
ilOesescuros e inteiramenle molernos, a
200 rs, o covado ; superior atoalhado ada-
mascado de puro linho e cum 8 palmos de
la
rs
ra do Corpo-Sanlo 11. 2, primeiro andar.
Ven leni-se velas de espermacete, em
rana do Miperior qualidade : em casa de
J.Kcller & Companbia: na ra da Cruz nu-
mero 55.
Vende-se superior farinha
de mandioca de Santa Catharina,
por prego muito commodo, a bor-
do do patacho brasileiro A legra ,
Tundeado em frente aocaes do Ha-
mos : a tratar a bordo do mesmo
patdcho, ou no escriptorio de No-
vaej & Companhia, na ra do Tra-
piche n. .'.
Urna canoa.
Vende-se barato, ou aluga-se por 8,000 rs.
mensaes, 1 canoa de niilneiro de lijlo de
alvenana : na ra larga do Rozario 11. 24 ,
primeiro andar.
1 ni bonito moleco.
Vende-se um bonito mulecilo, de24an-
nos, bom trabalhador de euxada e he cano-
eiro, o qual nunc fugio : na ra larga do
lloiariou. 24, piimeiro andar.
Vendo-ae urna canoa de amarello muilo
bem feila : lrata-se na praca do Corpo San-
tn. 1. primeiro andar, e para ver no caes
do Ramos.
Vendem-so 2 lindos escraVos micas, de
exc^llontes conductas : na ru. daPraia nu-
mero 43.
Vende-se chita larga franeza de _
modernos padiOes e cores fixes pelo aja
baralissimo preco de 210 rs. o cova- %
do, 1-n lo porcSo para o comprador >
escolher : na ra do Queimado, loja *
do sobra Jo amarello n. 29. s-
~ V
Vende-se muito superior farinha de
Santa Catharina a bordo do brigue Sagita-
rio, ancorado defronte do passeio, e para
purcOes, a tratar oa ra do Collegio n. 17,
segundo andar.
Vende-se urna canoa de carregar areia,
a qual carrega um milneiro de lijlo, quasi
nova, bem cunstruida e bem feta, por proco
commodo : quem a quizer vre comprar ,
dirija-se ao porto das canoas, na rus Nova,
a tratar com o Diestro Jos, capataz dosc-j
timamente e por preco commodo :
na ra Nova n. 2 a fallar com
Nabuco.
Mascarado.
Vende-se um vestuario para baile de mas.
carado : na ra da Cadeia do Recife, loja
nT50.
Vendem-se 3 mulatos mo-
cos, de 32 a 11 nos deidade, sendo
um bom boliciro e alfoiate, e um
ptimo molecote da mesma idade :
na ra Dimita n. 3.
4t37 Vendem-se excellonles exemplares
fraucezes de desenlio, em muito bom esta-
do, proprios pera quem f> principiate,por
serrn impressos, e de estampa muito lina :
na praca da Independencia, loja de encader-
MOJIO.
-- Vende-se um sitio com magnifica e
excellente casi beira do rio, tendo gran-
de sala adianto com 2 gabinetes e 2 alcovas;
sala igual atraz rom 3 quartos e cos oh, ten-
do ao lado 7U palmos de frente e 90 de fun-
do, com terreno de mais de mil palmos de
comprimento e grande baixa de capim, ad-
an 1 da ponte de Ucba -. a fallar na ra de
Santo Amaro n. 16.
Vende-se urna negra de naco Costa,
de idade de 25 anuos, boa quit.ndeira: do
sierro da Boa-Vista, sobrado n. 17.
Ainda exisle um rr-lo de milho na
venda na travessa da Madre de Dos n.'1 :
que se vende pelo diminuto preco de 2,000
sacca.
Panno preto.
Vende-se panno finop reto, boa'fazeuda a
3,000 rs. o covudo, -arji preta'a 2,200, cor-
tes de casimira de cor a 4.500, e muras
muitas fazendas por prego commodo : na
ra da Cadeia Vellia n. 33.
l'ara militar.
9 superior quali lade, para uniforme de 0
9 arlilheria e cafador : ns loja de su- 0
9 gueiro no paleo da Matriz n. 2. 0
#$
Vinho Ue Champagne,
'superior qualidade: vende-se no arrea-
Kalkmaiiu IrmSos Ra da Cruz, n. 10
Livros em branco.
noel ros.
~ "Continu.-se a vender m.nteiga ingle-i
za, nova, a480rs. ; cha, a 1,600, 1,920 e
2,240 rs.; caf, a 110 rs ; gommade engorn-. Vende-se em casa de Kalkmann lrmlos
mar, a 80 rs. ; queijos frsese), a 1,120 rs.: 11. ru. da Cruz n. 10, livros om branco che
I ao pateo do Carmo, venda nova a, 3. ] gados pelo ultimo navio.
ra da Cadeia do Hecife n. 5o A.
A 5,ooo re. o corte.
Vendem-se cortea de casimira ,
bonitos padrOes a 5,000 rs.; na ra
da Cadeia do Recife n. 5o A.
2)o re.
Vendem-se chitas francezas, bo-
nitos padrees a 340 rs. o covado :
na ra da Cadeia do Itecife n. 5o A.
Vende-se um. taberna na ra do R.n-
(,'], f.z-se todo negocio : quem pretender
dinja-se a ra do Collegio n. 17, segundo
andar, qua achara com quem tratar.
-- Vende-se muilo superior farinha da
Santa Catharina a 2,800 ra a sacca com al-
queire d. medid, velh. : na ra da l'raia,
rmazem u. 10.
Ra do C.bug loja de miudozas do
Duarie vende-se lieos aparelhos de metal
piincipe para cha contend) cafeteira, bulle,
assucareiro e leiteira, tudo por prego com-
modo.
SCantois Pailhet& Companhia.}?
' Continu.-se a vender no deposito I
j geral da ra da Cruz n. 52, oexcel-
B tantee bem conceituado rap areia S
S preta da fabrica deGaolois l'ailhet & m
Companhia da Babia, em grandes e H
pequetasporgOes pelo preco estabe- 0
g lecido.
MOBILUS DE r'KlUU).
Vendem-se ricas mobilas de fer-
ro, como canaps, mesas, cadeiras
com braco c sem elle, e muitos ou-
tros objectos de ferro : no arma-
zem de Kalltmana Irmaos, na ra
da Cruz n. 10.
Ra do Cabuga loja de miudezas do
Duarte von le-se um aparelho de metal prin-
cipe para jantar, conlendo 6 duzias de fa-
cas rom cabo de marfi 11 aos garfas lo lo* de
mol.I e 5 trinxantes,dua< conchas para tirar
temperos, e 2 duzas de colhores para sopa,
icolheres para arrs e para terrina, ludo
islo em duas caixas de msdeiras guarneci-
das de metal por preco commodo.
-Ra do Cabuga loja de miudezas do
lluarte vemle-se cordas de tripa para vio-
les por preco mais barato do que em outra
qualquer parle.
Vende-se missaes novos, quem quizer
enripiar : dirijt-se a na da cacimba n > Re-
cife, no armssem por lia 1x0 da casa oade
mora o Mecido Vigario Brrelo.
Vende-se urna casa com sotilo e muitos
commodos ; e grande quint-l com perto de
50pesde larangairas todasde boas quuli.la-
dos ; r oo Ira s fructas ; dolos proprios; Ci-
ta na Solada re n. 42, logo adiante do cha-
fara : quem a quizer ver, e examinar procu-
re a chave no dilo lugar na venda da quina
que volt, para a ra do J0S0 da Barros.
Vende-se agoa das callas da raioba, o
melhor confoito que ha para quem padece
molestias do estomago," Reumsuco,aoutros
mais ; quem quizer dirija s a ra da Cruz
do Recife n. 46, armasem do Sr. Manuel Jo-
s Correia.
SALSA PARRILilA
DE
AS nua.orosas experiencias feitas cum o
uso d. s.lsa p.rrilh. em todas as enferme-
dades, originadas pela impureza dosangoe,
e o bom xito nblido na corte pelo lll 111.
Sr. Dr. Sigaud, presidente da academia im-
perial de medicina, pelo illustrado Sr. Dr.
Antonio Jos l'oixoto em aua clnica, e em
sua afamada casadesaude na Camboa, pe-
lo lllm. Sr. Hr. Saturnino de Oliveira, me-
dico do exercito e por varios oulros mdi-
cos, permitiem hoje de proclamar altamente
as virtudes ollicaies da
SALSA PARRILHA
DE
Nota. -- Cada garrafa contem duas libras
de liquido, e a salsa parrilha de Brislol he
garantida, puramente vegetal sem mercu-
rio, iodo, potassium.
Vende-se a 5/000 rs. o vidro na botica do
Sr. Jos Mara i.ongalves Ramos : ra dos
Quarleis pegada ao quartel de polica.
Jim casa de J. Keller (x Com-
panhia, acha-se a venda vinagre
branco, superior de iNantes, em
barris de 36 medidas.
Escravos fgidos.
Continua a estar fgida a preta Joaqui-
na de 40 annos, magra e de estatura peque-
a, muito feia de cara e mesmo de corpo,
q uando anda parece que est cahiodo e an-
da muilo de vagar, tem cbelos brancos e
he coroada, levou vosiido de xita franceza
rox. e panno d. costa voltio, todo azul,
desconfla-se que foi furtada pois nunca fu-
gio e nem se embriaga, por isso se faz scien -
le que se proceder com lodo o rigor da le
contra quem a tiver se luzi.lo ou a lenha acui-
tado: na ra Augusta n 33.
Ausenlou-se no dia 16" do corrente o
preto Francisco (este so d pelo nome de
Xicoj de nago benguola; representa ter 40
anuos de idade ; alto e rosto comprido;testa
larga e entrando nos cantos para o centro
da cabeca; olhos vesgalnu los e a visti bas-
tante estacada; falla mis embaracada; tem
o andar descantado e levanti mais a perua
esquerda quamio deila a passada; levou ca-
misa e calca compiida elavada.de algodSo
trancado da Bahi., e chapeo preto bastante
usado : roga-aea lodas as auloridadea, tanto
policiaeacomo de campo o favor de apre-
hender o dito escravo, e enlregarem-no na
rus larga do Rosario n. 18, que ah se grati-
ficar generosamente o trabalbo.
M.V.r,F I


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