Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:04421


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Full Text
Anno XXV11I
Quarta feira 18
DIARIO DE

de Fevereiro de 1852.

N. 39.
PHEOO >1 SUBOBIKjiO.
PaBlIHNTO AOUHTiDO.
Por trimestre........., ,
Por sr mesire
Por anno .............
Pago dinto Du ra misma.
Por quartel.............
OTIOIAS DO IMPIDI
Pira..... I de Ferr .Minas... 13 de Janr.
Maranho t de dito. S.Paulo. 10 deNovbr.
miDi iimiri
4/000
8/000
15/030
lSSeg. S. Porfirio, Sa
nuel, Jeremas,
17 Tere. S. Poltcronlo.
18 Quart.STheoloolo.
4/r<00|Ig Qulnt. S. Conrado f.
a. Alvaro s, G-bino.
10 Sen. S. Eleulerio.
21 Sab. S. Mailmiano,
Cear...
Parabibi.
7 de dito,
g de dilo
R. deJ.. 14 de Janeiro 122 Dom. Quinquageil
liabia... 17 de dito. I luaEUaco S. Pedro.
ACDIINClAb.
Jm'sorJe Orpris
2. eS.il 10 horas,
1. vara do civil.
3. e6. ao raelo-dla.
Fasinda.
3. e 6. s 10 bor.ii.
2. vara io civil.
4. e sbados ao melo-d,
RtltfSo.
Tercas e libados.
maniBu.
Creicente 28, ai (i horai e31 minuto) da m.
Chela a 5 ai & horas e 16 mlautoi da Urde.
Mingoau te i 11, aa 7 bora e 41 mi nulos da m..
Nova SO, a 1 bora e 2A minuto da 111.
raiiain o MO
Prlmeira 2 hora e 54 mlnntoa da taide.
Segunda 3 hora e 18 minutos da manba.
i
new*>B"rD*i*i
PARTE OFFICIAL.
Commando das armas.
Quartel general na cidade do Recife, 16 de lene-
reiro de 1852.
ORDEM DO DU 1. 69.
O mirechal de campo graduado coramn-
dante das armas, faz publico a guarnicSo
para sen conhecimento, que em observan-
cia do aviso eipedido pelo ministerio da
guerra, a 11 de Janeiro ultimo, So conside-
re desde hontem desligado do batslhSo n
10 de infantarii, em o qual se aoba addido,
e exonerado doservicodo hospital regimoo-
tsl desta cidade, por ter de embarcar para
a corte, o segundo cirurgio alfereftpo cor-
po de saude do exercito, o Sr. Dr. Jos Za-
caras de Carvalho, e que oesta dala Tica
dispensido das fuoccOes de ajudanij que
interinamente exerce na l'orialeza de Taman-
dar, o lente da 4." classe, o Sr. Jos
Cvi meo Ferreira.
________________Amonio Corma Strira.
EXTERIOR.
funestos que os ignorantes, creem dar-ae | o.cuato o syslema representativo, tal ha o
impoitancia e fazer o papel de profundos llmquedevem propor-se osbonscidadSos:
pensadores, cobrmdo de desprezos e dein- I se se tem desviado, po-lo em bom caminho,
jurias a esse governo represeolrtivo, que ao se tem defaitos, corregi-los ; se se observa
menos por gratido deveriam respeitir, inal, coro pr i-lo fielmente; porem n0o es-
lanlomaisque a muitosdelles tirou da obs- perdice o lempo em proferir vans palavrs
curidade em que se arrasiavam e houveram e em fazer discursos prolixos, nem se creia
dearrastar loda sua vida, a nSoser por- que cimos dispensados de fazer algum
qu", gracas 1.11 prensa peridica, achou cuuaa denossa paite', rnente com dizer
um follietim em quedesse i luz seussubli- que a socielade est corrompida e que
mesconceitos ou un Revista que por cari- seriam innleis nossos esforcos.
as instituir-oes representativas teem vida
por que sio o echo, a forma, a expressSo
das ideias e das necessidades da epocha
Madrid 6 de Janeiro.
Ha j bstanle lempo que ouvimos dizer
todus us das que o governo represenativo
be planta extica na Itespanha ; que nao he
possivel governur com a imorensa peridica
eatiibuna parlamentare oque he peiur,
que as instiluices se tem adulterado com*
pletameula entre nos, e que em tal estado
nenhum bem podem produzir aopai dos
que desle modo maldiznm o regioiem actual
lia uns que procuran) o reme lio na maior
latilude que em aeu sentir podo dar-so as
liberdades publicas, e nutres que vollam os
olhos para tiaz, e se recordam com amor
da quelles lampos em que os mooarchis
exerciatn as func/ies do mando sem que nin-
guem ousasse disputar-lhes o poder, e em
que a obediencia e a subtnissSo aos seus
mandados eram o que silo agora o dbale e
o espirito analisador que nada a ninguem
perda.
llenaremos para outro dia os dasiJeas
arincadas, e por hoje nos lemitaremos a
examinar as pretences dos que imaginan)
que a salvico da llespanha se conseguirla
por meio de urna rea;3 > mais ou menos dis-
simulada pira o absolutismo.
Us que abracan) tal ideia,n3o refletem que
queiem ressussilir um mono; e qua n3o
possuem a virlude da queile que fez Lzaro
levanlar-se da sepultura. A poltica ufiOM
Improvisa. As formas dos govomos pro-
ceden! dos estidus em que a sociodade se
vai progresivamente cuando, e brotan) de
urna mineira espontanea, quando chega sua
oportuoidade; so a gente pouco reflelida
dada inserisse seus plagios esuas extrava-
gancias.
Semelhantes declamarles fazem muilo
mal, precisamente porque primara vista actual. Loucura he maldlze-las, e loucura
parecem fundadas em factos incontestiveis.'maior fora, para substitu-las, evocir ss
O que temos ganho com systema represen- sombras instiluigOas que para sempre mor-
lalivo, dizem esles Demoslhenes e Ciceros reram.
da poca ? Que progressos se lem feito na
Industria, no cummercio, na agricultura,
as scioncas e as artes ? De que servem
mis represetantes que ludo representara
menos a volitada e as necessidades do paiz ?
Que bem trazom o* peridicos oceupados
noite e dia, uns em defender todo o tran-
se e outros em censurar systemalicamente
o governo ; al as cousis melhores e mais
snelas*
Parece que antes de estabelecer-se na
ilespanha o constitucionalismo, nadavamos
PERNAMBCO
ocorre imputar a Ce/r oler destruido al pbysieo, ao qual nao chog a medicina.
RepartQu da Polica.
Continuando do expediente do Sr. desembarga-
dor chefe de polica, em relacao1 nos movi-
mientos sediciosos que tiveram lugar nesta
provincia no mes ae Janeiro prximo pas-
tado.
III .11. Sr. Hontem pelas 9 horas da noi-
na abundancia e nSo se opprmia os povos te 2 do crrente recebi os dos oflloins in-
com imposlos onerusos, e a fssenda pros- clusos, um do Rv. Vigario desla fieguusia,
perava e ludo era paz, concoma e hirmo- outro do meu inspector do primeirojquar-
nia. Nao est tSo longe esta pocha que teiro, como ver V. S., ecomo ocaso exi-
maior parte dos aiscdos aJo possim fcil- ge enrgicas providencias, assentei de me
mente Iraze-la memoria. Vemos ago;a (erigir logo a V. S. sem ser por intermedio
os males e os inconvenientes das inslilui- do Illm. Sr. delegado da commarca como
cOes representativas, e porque no os sof- era do meu dever. Os povos desta fregne-
fremos e porque se acham a grande distan- g.ai maior parte) com a'noticit da oova
cia e poique a aureola da gloro 01 neo- |u u0S bapliimos, tem apparecido pessoas
bre, nao percebemos os males e inconre- sedezindo-as, fazenlo ver que a lei he para
mentes das formas do governo dis pissadas captivar, e acham-soiSo rosulutos que temo
eras. Mas se deslembrados pelo seu bnlho um rompimeato, pois que aiada nao pude
econfundindo a resudada com a poesis lo- prender alguns desles sedutores por serem
massemos a lea incendiaria e reduzissemos moradores ao segundo destricto : lembren-
cinza o edificio do presente, qual seria do-meque a ultima revolta leve aqu o seu
nossasortet Scepticos e disputadores n3o cooiego, e desta mesma m-neira.e nao po-
aceitanamos a autoridade senao por bene- deudo cuntir com forra sullicienle para re-
fino de inventario; aneesssidade nao si- pelir qualquer tentativa, pois nlotenlnar
lisfeila de discutir por algum meio mmenlo, e nem canuxarae, a nSo posao
bavia de Dcir salisfeita, e depois de mil contar com esta gente : tenno de commu-
desastres e de mil calamidades vollanamos Dicar a V. S. para levar ao contiec ment do
para o que tiobamos abandonado, como o Eim. Sr. presidente da provincia o estado
filbo prodigo de que falla evangelho. em que se acha esta freguesia, requisitando
Se be cario que a corrupr-So se tem infil- t um, forcl je 40 pricai, que raunida a al-
indo no corpo social; se he certo que a gUrr,as pessoas de mioba conflanca po-sa
avidez dos gozos maieriaes, do ojro, da 9UCumbir qualquer teniativa : ocaso esta
prata que os proporcionam, se tem asse- de muita consdencao.e espero na ennrgia
nhoreado dos nimos de todos, que estra- com que y. s. se tem sempre prestado a
gos nao fariam estas funestas paixOes no bem da tranquilidade publica de' as devi-
diaemqueosqueestivessem no poder nao das providencias: contando sempre V. S.
temessein a c -nsura do escriotor nem a vuz
do deputado inviolivel que Ihe lanca igora
em rusto seus desmandos? U mal moral
que mo se cura he o mesmo que o mal
PERMMBICO.
rlBTIDII SOS OOHailOI.
il segunda! seitas-
anna e Parahlba
lelras.
)-rande-do-Rorte, todas as qulatas-feiras
lmelo da.
ranhuna e Bonito, 8 e 23.
-Vista, e Flores, 13 e 28.
ctoria.s qulntai-felras.
Inda, lodoa 01 das.
aTOTIOIAS XITniHGIIBll.
Portugal. 17 de Janr.
Hespaoba. 9 de dito
Franca .. 8 de dito
Blgica. 3 de dito
Halla.... 4 de dito
Alemanlia. i de dito
Prussia ... i de dito
Dinamarca I dedllo
IIus-i.i... 80 de Dezb,
Turqua. 29 de dilo
Austria.. 5 de Janr,
Suiaia. .. 3 de dito.
Suecia... 3i de Deibr.
Inglaterra 8 de Janr
E.-Unidoi 24 de Dezbr
Mxico... SOdeNovbr
California 2o de dilo
Chili. 2< de dito
Huenos-A. 8,:eNovbr
Montevideo lOde Jaur.
CAMBIO! DK 1 7 M PITIBI1BO.
Sobre Londres, a 27 a 57 '/, d. p. 1#
Paria,
Lisboa, 90porcento.
ETAB*.
Ouro.Oncas besnanholaa......
lloedas de 6/400 velhas...
20f000
lb/nuo
de 6*400 nova..........16/000
de4/0C0................ 8/100
Prata.Patac8ri brasllelros........... 1 920
Peaoi columnarloi............ l/!f'0
Dltoi mexicanos.............. 1/800

ou mais hornees, segundo m.i consta,nu, rente nao ne urna coilego indigesta de en- tflo tem sido a aecuzacao, e seus prenles,
efcenho Aldea peitencenteao termo de Ni-Itremezes sensaborOes. que sem dados precisos pira saber donde.
eth,esituado|pertodolemilesdeste, eal O Urami Idiota encerra, slem do enredo o partir o assassinalo do major Facundo, que
a reunio accodlrSo alguns moradores! mais inloressinte e granfls merecimento l- nSo foi senao urna consequencia do invene-
kte tarmo ; constou-me, que flzeram ISoStherano, bellissimos papis nos quaes pode; menlo da assembla provincial, de que
mente alguns pequeos insultos, e que sel destingur-se o talento dos actores. Reore- foi victima o coronel Agostinho, o attribuio
rajinrao para as suas casas, quando se de-(sentando com immenso applauso nos thea-, a motivos polticos; e assim nos os vimos
ginirSo.que nao se hia ler um papel que tros da Europa, do Rio de Janeiro eda Ba-. marenar nesta conviccSo, n3o smente na
ueiperavam e que dizem ser do capli-ihia, desempenho do seu principal edifllcili-. tentativa de se litio, e assassinalo do pro-
ro. Noengenho Mussuplnho bouve tam-mo ppelo Idiota be um dos floroes dejsidente Jos Joaquim Coelho, como na pri-
lm outra ruunulo de menos gente e nao; gloria da coroa do nosso prmeiro actor oj meira denunci<, que por oleulo deram,
Sr. JoSoCsetano. (compreheodendo urnas cinco dezems de io-
O talento do actor dos Dois Renega-'dividuos, que ohstavam a elei^So de um
com aquillu que estiver ao meu alcance.
Approvailo o insejo para dirigir V. S.
muus prutextos de verdadeira estima e aun
zade.
Djos guarde a V. S. muitos annos.Sub-
verdaJe romana, ou crer que Neeker e Mi- (Salta aos ollios e ecus o medico, e DIO- delegacia do primoiro deslricto da Escada 3
rabeau fo'am os autores da icvulueao fran-
caza. Isto be confun lir com as causas reaos
e verd.deiras dos sucessos as cansas acci-
dentaos que precpilam a manifesUtio dos
effeltus.
NSu disputaremos sobre, se era melhorou
peor que o actual, o syslema que regia nos
tempos em que nossas armas victoriosas su-
jeiiav-iin o continente americano a cora de
Castilla nem lo pouco nos demoraremos
em inveaiigar se aquella poca fui urna epu-
ca de virtudes e a prsenle no um abismo de
corrupcio, que fiz crer prximo o Um do
mundo.
Muito, muitissimo houvera que dizer so-
bre a santiila le de nossus maiores e algum
dia entraremos uesle terreno, porem seja
qual fora excellencia dosseculosque passa-
ram, bouvesse ou nao nelles mais boa f,
mais a o !', ai;; i e lealdade do que agura ba,
nao he possivel torcer violentamente o cur-
so das cousas e fazer que o rio que hoje ba-
niia os campos, e lodo o terreno Ihe parece
pouco pira verter suas agois, volva ao leilo
por onde curria em seu nascimeutu.
Antes a autoridade era ludo ; agora he a
discussSo. Os homens do seculo XVI criam
sem discutir e obedeciam : a moiiarchia
era mais que urna insliluicao poltica, era
um dngaia religioso : obedecer ao rei, era
cumprirum preceto divino. Na poca pre-
sente tudo se discute : tudu se conuover-
la : a vuntade nao cede em quinto o en-
teodimento nao se convence.; Imprensa
presta um poderoso auxilio a este espirito
invesligadur : a frequencia e a faciliJade
das commuiiicscOes por todas as partes o
propagara, pudenaapplicar-se-lhe u que se
diz da fama crest cundo. Ora se a inslilui -
(9o pela qual auelavam os reaccinatios fun-
da va-se, na auton linio reconhecida por to-
dos, e hoje ludos pedeui a autoridade seus
ttulos e lodos eligen) que diga qual aua
origen) para poderem respeila-la, como se
BUnha cm a Jupiar a esta sociedado urna for-
ma poltica 13o contraria aus seus hbitos,
s suas ideas e as suas aspirarles ?
I al vez se nos diga que combatamos um
phantasma, e esperdicamos o lempo em de-
monstrar a evidencia. Muilo ruinaramos
que assim fosse ; porm o ceitu he que os
i,;no .iutas os aimi-sabios. mil vezm mais
FOLUET1M.
ou
RIERIORIAS DE UIfl MARIDO.C)
(Pob niSKHlO an.j
XXXIII.
guem. quando o co itempla se lembra de de Janeiro de 1852.
pensar que se nao osse a sciencia do me li- I llora. Sr. deembargador Jeronymo Marti-
co, o picianle teria j succimbido a muilo njino Figueira de Mallo, ebefe lempo. Ha penas impostas aos crimes as desla vrovincia. Canudo Joa l.'ip -s de
leis e tribunaes que as applcam, e sem em- Miranda, subdelegado do prmeiro deslricto
bargo disto, commntiem-se roubose homi- ;da Escaa.
cilios: lia pregadoies que evangelsam o Documentos a que se refere o offlcio sup-
poro, e nao obstante isso as tabernas e os prH.
boteguius sao rrequentsdos, os vicios e us | nim. Sr. Em virlude do que acabo de
maos coatumes crescom ; logo acabemos ser ifUrmado he da meu rigoroso dever
com oj tribunaes e fagamos eoimudecer os communicar a V. S. que os povus desta po-
pregadures ; abramos os carceres e os pre- voaco se icham mu alvurscados por di-
sidius, e faca cada qual oque melhor Ihe zer-me que apparecra o Sr. Miguel Gomes
convler, pois que nem o temor das penas 0 qUS| Teioa povoacaoe dissera a algumas
temporaes, nem o das penas eternas be bas-^ pessuas que era lem jo de soccorrorem com
lante para conveiter os homens em sarOes armas as maos pois os guabiis pre-
juslificados. teodia-os captivar, e ha urna influencia tal
Fura absurda esta concluso j porm que pessois ha que nao aodamsenau arma-
nao o he menoe a dos modernos adversa- dos e mu afoilos. Eu detiveos porque
ros do regmem representativo. Porque coostindo-me hontem, que appareceram
nao lem feuo todo o bam que delle espera- aa povoac.no 11 bomens armados, o a mr-
va o enlhusiasmo dos primeiros das, por parte ludios ou alistados como isso mora-
que tem seus def-itos e por que nao alean- dores no segundo deslricto no engeobe Cis-
ca o que nenhuma iiislituicao humana, su junto aus Srs. Afuosos. Ilz reunir algu-
nam mesmo nennumi religiSu que procede mas pessoas,e marebei para a povoac>lo, po-
do ceo tem Mocado, nao ha ra zao para ,em ja au os mcontrei. V.S. deve tomar
increpa-lo e para fate-lo objeclo de odio e todas as providencias, pois a outra revulu-
de vilipendio. qSo assim principiou, e se V S. nao roqui-
Que seria de nos, toruamos a repetir, si-' sitar urna furca de liniia j para a povoifSo
bre ludo, se he tanta a gangrena que corroa,' temos de ver scems mu tristes quan lo se
as entranhas da sociedade, oo dii em que ple atlalhar fcilmente, pois viodo a for(a
faltassem a tribuna parlamentaria, a un- du liaba, e com algumas pessoas de nussa
prensa, em urna palavra, a publicidaue,' conliaoca de nada daveinus temer: do coo-
udico freio que tem elcacia oestes tempos l'ario vejo-me em circunstancias de pelir
em que a autoridade est em perpetuo li-' a minha demissao pois sere victima do me-
tigio ? Em que sa fundara um governo que or praei'O, qua he quem ludo trama.
prescindsse destes elementos? IMocami-
nho da reacfSo viriamos a dar na anarchia
que preconiza Proudnon ou em algum de-
lirio dos que com talento dignu de melhor
causa tem famaziado em seu periudico
Emilio GirirJin.
Mo lite-so bem antes de tomar pirtido
contra o espirito do seculo : nao he profun-
iii i.nle, senSo prova irrefragavel de inteli-
gencia superficial, sustentar paradoxos
que gotam da certa popularidade, por que
sempre foi popular no mundo murmurar
de tudo o abater o presente comparando-o
com o passado, queja nao excita odio nem
inveja, comu as cousas que de perto nos
tocam : na destruir, mas conservar a lodo
nao me apreaentel emsua casa, e qual be o nni-
6o de que Ihe fallei. Este amigo..,, he Joo
ayinumlo...
Ab! tanto melhor 1 eiclamei eucom uina
especie de sorpresa, e felii por ter finalmente
noticias de Joo; Vmc. nao pode vir amim
debati de melhores auspicios....
Vmc. nao me recunhece, Mr. Pernando?
disse-me o desconhecido depois de um momen-
to de silencio, olbando para inlm (llmente.
Uina lembranca vaga me alravesiou o espiri-
to ao considerar mais alternamente o meu in-
terlocutor, inaa essa lembranca era lio confu-
sa que fui Intil.
Nio, senbor, Ihe dlsse eu; nao crelo que
o conhevo.... e todava....
E todava, eocontramo-noi urna vez j,
Mr. Fernando, ha perto de onze annos...,, no
anabalde de Sanio Antonio. .,, em casa da mi
Cbegando a'algum pasaos do litio que me ti-
ntino Indicado, descubr, debalao de um bos-
quezlnho de salguelros plantado junto das rui-
nas, um bomem sentado sobre urna pedra, com
o chapeo no chao; este boiuem tloha a fronte .de Jobo Raymundo.
apoiada em urna das maos, como se eslivesse I O.ir. chaina-ac Charppulier! eiclainci eu,
absorto em seus pensamentoa. Ao ruido de foi o Sr. que a Curca de audacia, de aangue fri,
meus paaaos, levantou-ie e veio ao meii encou- e com o locorro de seus amigos, arrancou ao
tro. Era um bomem de grandeeilaiura.de cadafalio o to de Joo ... Ah sou bem felii de
cincoenta a cincoenta e cinco annos de idade; poder apenar a mo de um horneo como o Sr.!
aeus cabellos eram braocos, as sobrancelhas E lembraudo-me da dedlcaco de Charpeo-
negraa, a physlonoinla franca e resoluta, o tra- ller tao admlravel em sua heroica slmplicldade,
je modesto. | apertei-lhe cordialineilte a mo ; depois o meu
Sei a Mr. Fernando Duplessls que lenho curasao se comprimi ao pensar que eu tinha
a honra de fallar ? dlue-me elle. sido a causa involuntaria da prlsio do tio de
.Stop, senbor; e Vmc. sem duvida be a Joo e de sua mal.
prgioa.qUc me escreveu este bilbele.
E moairei-fh'o.
Sou eu, icnhor; vou dler-lUe porque
(; Ftd< o Diaria n. 3.
Vendo-ine Cbarpentier contristado, adivl-
nbou sem duvida o meu pensamento, porque
dlsse-me com sua vos rude :
I Vamos, senbor Fernando, nao pense mala
nesse tempol o maln, reparado.... Vmc.ua-
Deos guardes V. S. nimios utios Ins-
pectora da povoacao da Escada 2 dejanei-
ro de 1852.Illm. Sr. major Candidu Jos
Lopes de Mirauda. Uignissimu subdele-
gado do primoiro deslricto da Encada. Ma-
nuel Gomes do Oliveira, inspector de poli-
ca da Escada.
Illm. Sr. Cbegando ao termo depois de
nimia retirada dassa praca no dia 29 do pr-
ximo passado mez veio ao meu conhecimen-
to, que a ordem publica eslava um pouco
aineac,ada em consequencia deum buatode
se querer escravisar os homens pobres e li-
vres pelas novas leis de G. N. e registro dos
nascimentus e bitos da populacSo. No da
I. de Janeiro honve urna reunan de do /no-
via Callado por imprudencia de luucidade, aea
pensar no mal; ha multo lempo que Joo Ihe
tem perdoado.
Uin de nossos amigos de infancia, meu e
de Joo, Jacinlho Duraud, disse-me que Ray-
inuudo nao conservava de mim nenhum reseu
tmenlo.... Infelizmente Jaclntbo est mono,
disse eu com um novo apeno de coraco, e so
elle me poderia por em relacao cun Jod; mas
depois da morle de nosso amigo, viajei, depol
casei-me, e nao live neobuma noticia de Joo.
Duai vezei poli Ihe agradeco, Mr. Charpentier.
porque val fallar-ine do inelnor amigo de mi-
nha infancia, e se a esperanca me nao falba,
vai dizer-me que lervico posso prestar-lbe.
Vmc. pode ialva-lo.... a elle.... e a la mi,
Mr. Fernando.
Sua mi? Que da!.... Grande Dcoi /.....
que Ihe aconteceu enlo?
Mr. Fernando, replicou Cbarpentier con-
sidcraudo-ine filamente, Vmc. foi pagem e
guardado re.... He realista, oque prava que
podem haver homens de bem em todos os par-
Udoi....
Sun, Mr. Charpeotier, sou realista.... mas
sem que leve mlnbaa opinioes polticas al
exageraco.....
Seja aasim, Mr. Fernando ; mas emfim
Vmc. he realista.... Pois bem! Dar asilo a
Jlo.... o republicano? Elle corre um perlgo
de raorte, e a esta bora est, assim como sua
mi e eu, cercado pela polica de Carlos X.
A revelaco de Charpentier me causava urna
dolorosa inquielaco aobre a son de Joo e de
sua mal; todava, eu eiperimentava ao mesmo
lempo urna sorte de satlsfaco generosa ao pen-
consta que lizessem cousa alguma.
(Considerando por um lado, que devo dar
tolas provi lancas.que me forem possivais
a oem da ordem publica, e por outro, que o
estado em que sa ach a populacSo, exige
muita circunspecto da parle das autorida-
des puliciars, nao tenho por islo al o pre-
sente empregado meio algum contra esles
da reuniao,limitaodo-me tilo somonte a re-
commendar as autoridades subalternas, que
desvaneci a esta misoravol gente de seme-
Ihante Imam : sa V. S. pois julgar, que se
devam fazer algumas prisos, ou que devo
continuar com estas recommendaces dig-
oe-se orientar-me a respeito ; e no prmeiro
caso eu pec.o a V. S., que me mande rofor-
car o destacamento com mais oilo ou dez
soldados.
Para amsnhecer hontem dous homens
moradores no engenho Cumbo de cima, um
de nome Jos Raposo, e outru Mauoel Velho
ambos pardos fizeram urna sssuada no lu-
gar. AhiFica desle termo em divertimento
d bumba meu boi, temi a primeira ferido
mortalmenleao pardo Luiz Anlooio de Mar-
ros com duas Tacadas e o segundo ao pardo
lambem de nome Msnoel Velho com um ti-
ro e algnns fui nionts ; depois daste acon-
tec ment o Cabo de Polica do lugar com al-
guma gente seguiq aos sssassious para os
capturar, e sibeodo, que elles tinham pro-
curado o angenhocumbe de cima, lugar de
sus moradia retirara-se com receos de ah
soTfreralgum insulto: segundo as informa-
{Oes, quetenho os niesmus fascinoras reti-
raram-se para o termo de Goianni freguesia
de Cruang
A vista destas cousss rogo a V. S. que le-
ve este meu cilicio ao conhecimento do
Exm. Sr. presidente, por que quero obrar de
Cuuformidade com suas ordous relativas ao
socego publico.
Dos Guarde a V. S. Delegada de Polica
do termo de Iguarossu', 3 de Janeiro de
1852. Iilm. Sr. dezembargador Jernimo
Martiniano Figuoirs de Mello, chefe de Poli-
ca desta Provincia.Manuel Thomaz Rodr-
guez Campello. Delegado.
BALANC-0 DA ItECKITA E DESPEZ4 DA C-
MARA MUNICIPAL DO HECIFE NO MEZ
de Janeiro de i852.
sVasfla.
Bslancoem3l dedezembro de
1851 9;2St,88l
Imposto de cordc,oes e liecncas
51 a 59 101,000
Multas Impostas pelo sflscil do
Recfel3al5 121,000
dem de Santo Antonio 34 a *l 8S.000
dem de S. Jos 18 a 20 38.OU0
dem da Boa-Vista 5 a 14 129,000
dem pelo regulamenlo n. 120
de 31 de Janeiro de 1842, im-
postas pelo ebefe de poli-
ca 7 185,000
Alugueis das lojas da praca da
ludepeJdencia5a7 296,920
dem das casinhas da Soleda-
de 2 5o,000
Imposto de 200 rs. por cabeca
de gido sumo 4 e 5 14,000
1 lem de 100 rs. por cabeca de
gado ovelhum 4 e 5 4,700
Uem sobre ib o arliQciil 35
a 37
dos, do Cainfles, de D. Joao de Ma-
rina e di Gargalliadi o Sr. Guinn-
res, bem como o mrito reconhecido dos
artistas encarregados dos papis de Guilber-
iiinia. Frederico, e Athanisio nos garactem
candidalo a semidea geral, e que depois
foi retirada do poder do chefe de polica
Dr. Ayres do Nascimento por nao ter este
annuido a prisfio de todos elles.
Quanloa dispansa que r cusirm aceitar.
a perfeta exeeucSo deste drama. Por isto osdous jurados requisitados por S. Et. o Sr.
convidamos o publico para que compareca
8 sua representadlo.
' _._______i. -._. # _____J.J
Correspondencias.
Sr. Redactor. Tendo ldo um folheta
publicado no Ceari, e ltimamente destri-
Imito nesla cida le, relativo ao V julgamcn-
tu do capitSo Joaquim Ferreira da Souza
Jacaranda, e conhecendo que nesta, bam
como em uulris muitas publicases iguaes
alguem se exforca para apparentar a pers-
guifSo iniqua e atruz que ha 4 annos in-
completos sofre o mesmo capillo, fazendo
acreditar que ella procede em verdade de
haver elle tilo parte no assassinio do major
JoSo Facundo de Castro Menezes, e u8o do
odio implacavel, que Ihe vota a familia des-
ta finado por motivos alias mu sabidos ni
quella capital, e isto com o li ni de prevenir
contra elle a opinao publica, fora da pro-
vincia, e o juizo dos Exms. desembargido-
res da reliarjffo, a quem est o processo af-
fecto por terceira apellir3o, como se minis-
tros tSo illustrados, e prudentes podessem
ser embahidos por suggestOes 13o mesqui-
nhas e desprezassem os processados para
atlenderem a esses libellos extrajndciaes,
em que os bros, a honra, e todas as de mais
virtudes d i individuo sao abocanhadas pela
calumnia despeitida, rogo-lhe o obsequio
do traoscrever dos incluzos Pedros II,
os arligos que Ihe dizem respeito, par
que o publico sensato recoohe(a o deifica-
presidenie^da provincia, nada direi, e apa-
as lmitar-ma-hei a agradecer em nomo
da humanidade a esses caracteres nobres,
que, reconhecando a parcializa le da requi-
sig.m do inspector da thesoraria, por so dar
excepfo em favor do empregado Antonio
Faliciu de Vasconcellos, que era igualaren-
te jurado, soulieram com ganerosidade af-
fronlar as iras da accusacSo, compenetra-
dos sem duvida da obriga^So, qua todos
lem da trabalhar em favor'da innocencia.!
A accusa^So em t jdos os pariudos do fo-
Iheto deixa intraver o deseio que tinha de
transferir-se o julgsmento pra outra ses-
.-."m Certamenta a accusai;3o, por cujos
manejos fui este torceiro julgameuto retar-
dado 26 mezes; ella, cujas urdiduras foram
emsua retratarlo revoladas por Pedro Cha-
gas aliciado sob promassas, e por forca,i fa-
zer carga ao capitSo Jaca randa.e comprova-
doscom declaraffles semellianles por Anto-
nio.Mirao, a barrado tribunal, o quedestroe
o interrogatorio de Pedro Chagas, como
tudo consta dos autos : ella, que desmora-
llsuu sua causa conformando-se com a pri-
meira e promovendo a segunda abolsvi;3o
do reo Manoel de llollanda, convencida da
nenhuma juslica desua causa, coarta todos
os meios de defeza ao aecusado, a qnem
quer conservar encarcorado por toda a vi-
da sem que responda jamis aojury,eo
conseguira se nao fosse a salutar dispos-
to do art. 4. do decreto de 31 de Agosto
de 1930, applicada a esteciso de verdadei-
ra excepciuualidadi. Daixo de tratar das
razOes da appellac,ao, que foram vantajosa-
m nio c.oiii que o autor do folheto, cuja fe-I mente batidas pelo capitSo Jacaianda, e
rocdade, a seu pezar so revela nessas ex-1 igualmente n3o emitto juizo algum sobre
pressfles aquerozas. e peconhenlas comas questOes de direito por minha incapaci-
que qualifca a victima dos seus furores, fal- Ja Je para tanto.
lou inteiramente a verdal', e o modo in-j gu, conclusSo rogo-lhe, Sr. redactor, te-
justo porque nello offen leo, e insultou a tu- nna a bondade de inserir esta conespon-
ilos quintos n9o Ihe sorvem de meios para
a c in-e ni.-.io do san desidertum, que nada
menos he que a morle civil de um impur
tante cidado, de um bravo do nosso ejer-
cito, que abrazado no amor da pnlria Ihe
lem prestado serviQos roaes, de um extre-
moso pai da familia em fim, e conseguenle-
.....mIi a el.'- ,rai;a de sua esposa, e innocen-
tes lilhas, que no extremo da miseria es-
carnecidas, a insultadas pelos falgares de
seus inimigos, em banquetes salvagens,
Como o de 21 de sel em tu o de 1849, em que
se bobeo--Ao sangue do reoe esse reo era
lambem ehristo apenas serviran) pira
aitestar o triumpho da mentira sobre a ver-
dade I do crime sobre a virtu le !. ..
E am verdade lantassSo as inxalides, que
delicia, cuja leitura recommendo ao publi-
co, a quem devo dizer, que o capitSo Jaca-
randa e acha plenamente justificado por
Juas senlencas, quo tem obndoem favor.
Sou, Sr. re tactor, etc.
Recifi, 15 de fevereiro de 1852.C* Gurgulino de Souza.
Distrihuio-se hontem nesti cidade um
imnresso nnonymo de 21 paginas em 4.* in-
titulado Terceiro julgamento doeapito Ja-
caranda, etc. e chegou-nos as maos um
axemplar pelas 8 horas da no'ta. Tivemos
a paciencia de ler dito folhetim, e aposar
de que seu autor se u3o quizesse dar a co-
nhacer, sem duvida pela convicc,ao de t3o
infame parto, todavia como pelo dedo se
Poyata.
AlugueldoPaco 1
Folha do pagamento dos om-
pregados relativa ao mez de
dezembro de 1851 4
Tribunal dos jurados 8
Custas criminaes 23
Luzos para a cadeia da cidade 4
Limpeza de ras 41 a 59
Eveutuaes 20 a 21 50i,0z0
Mataduuro publico 7 a 40 1:485,3J3
Malango em 31 de Janeiro de
1852 6.I2M64
Ria 10.189,501
Cmara municipal do Recife, 3 de Janeiro
de i8.\
0 Contador,
Joaquim Tavares Rodovalho.
U procurador.
Jorga Vctor Perrtira Lopu. ____
' aar '
sao le urna populacSo inteira, testamunbao-o os deputados provincaes da maior., fa-
dos masmoabetos, nSo se alrevaoa assigna- "m encommoda os por lerem bObMo mw
lo.e leixou correr soo a capa do .auanimo, tartins la oceultamente por seu conselno
6,000 re'cursomiseraveldoscohardes;quenSo sa- ou mandado ).
=====' bem prescindir da dascoroenda, pira dis- O lia) da publicado ou imprasso he Tazer
10:189,501'cutir con calma, e fazer valer a arma da acredidar que k absolvicSo do capitSo Jaca-
razSo; sem altendir que n3o tomando com randa em lerceiro julgamento foi urna con-
250,000'8ua assignatura, a responsabilidaJe moral,'cussSo feila aos jurados, e um manejo de
Idoque escrevera, destruio-ieasi mesmo, e^rotnccSo da amigos polticos do mesmo
Itornou-se indigno de sor acreJiUdo. capitflo, e com este alvitre adubado de
1:369,582 Com a simples Iranscripcau desses artigos roentnas, falsi lides o improperios, quer
13,410. e essa ubeervacSo pue apreseoto, julgo t r ver se embahe o respeilavel tribunalIda re-
161.122 desconsiderado o tal fullieto, sobre que aiO-iUcSo, eodeclina as-r inst'umeulo doran-
28,56i) da faco alguns reparus. cor que o mesmo Jos trtaro e seus paren-
252,280 He manifestsmenta falso, e contra os fie- tes vutam ao dito capitSo Jacaranda, nSo
Comuiuiiicado.
t> ...
THEATRO DE APOLLO.
O IDIOTA.
Vemos aonunciaodo para quarti-feira no
theatro de Apollo a representarlo do drama
-Oldiota.
O espeticulo que o Sr. empresario do
Apollo oCfer-cB ao publico no dia 18dr>cor-
jBsaBBlBBI^^BBpaBJBaajaai^aaBaaasKaaaBHBaBiaB
sar que pudcila laier eaquecer u mal que liuba
feito oulr'ora ; por Isso exclainel coina*nlevo:
Mr. Cbarpentier, a miuha aotiga amisade
com Joo rae Imporia j o dever de procurar
todos os meios de lalva-lo ; o Sr. labe que dea-
gracas cauei outr'ora por minba indiscrico,
que coosequenciaa terrlveia poderlaiu resultar
aellas...:
Bem, bem, Mr. Fernando, disse-rae Cbar-
pentiei estendendo-me a uao, emquaoto urna
lagrima brilbava era seus olboi; Joo nao
se havia engaado....
'las onde esl elle? o que Iba acconieceu?
porque sao perseguidos sua mi e elle.
Joao he chefe de urna de nossas socieda-
des secretas. Um grande moviuiemo republi-
cano devia rebeuur simultneamente em Pa-
rt, em Lyo, em Greooble, eiu Lilla, e em
Meu. A conspiraco Col descoberla ou entre-
gue polica, nossos depsitos de armas e c
plvora foram tomados, presos alguns ebefes
de seccio. Interceptada a correspondencia, tu-
do sem eslrondo, para abaCar a Importancia do
negocio; felizmente.... (porque isto toroou-se
urna feilcldade) felizmente J uo, olto das an-
tes da descoberla da coosptr aco, foi gravemen-
te ferido de urna estocada....
Pobre Joo! Ecoino foi liso?
Um duello por urna disputa poltica cona
um omcial da guardi suis sa.,..
E boje, oomo esl J< ,o ?
Muito mal.- Que qi ier, Mr. Fernando, ae
elle fot obrigado a fug ir, a oceultar-se, com
urna ferlda no meio do -jeito, e em um estado
de saude que reclama i >% maiores cuidados.
tos da proposito, calculadamente adullaia-
dos, que altos prolectores do cap'u3o Jaca-
randa lenii.ro sabido acampo cabalando em
porque elle fosse mandante do assassinio
do major Facundo, mas porque o mesmo
CapitSo tam posto a calva mustia, e des-
seu favor, conseguindo por sua influencia, liado todas as malversacoes dt) autor do
que os ligamentos apuresentem o carcter folheto, parentes e adtiereiil's. Oesiribi-
de urna eleicao: porquanto quam sempre.Iho do quo a perseguido Tena ao capiiao
apparece nossas occasies no tribunal exar- Jacaranda he por ser assassino do lio Joao,
cendo esse ulcio de cabalistas s3o os Srs., he por cohonestar a vinganja amplacavel de
Jos Lourenco de Castro, seu irmSo Thomaz seu orgulho.
Lourenco.e outros parantes da aecuzadora, E como merecer crdito o autor do pa-
que por certo nSo cabsISo em favor do ac-; p-luxo de 8 dedezembro quando esse mes-
usado : sa ueste ponto quizesse sor crido o, mo folicolario foi em outro t-mpo o proprio
auter do fulhelo deveria nomear como eu,que sendo o Exm. Manoel Fehsardo presi-
Bz. esses potentados ; mas elle nao o faz, denle do Ceara chamou-o infama a toJos os
bo cario que taes potentados n3o ba. respailes no seu outro folheto intitulado-
be cerlo que taes polen
He mainfestauenie falso, qua o CipiUo
Jacaranda linha chamado om sau soecurro
o espirito de partido, e aqu se acna o autor
do follielo em contradicho com sigo mes-
mo quando diz--us amigos dassa assassino o
tam condemnado cont tal : quem tem
trazido para o do niiiio da poltica aula quea-
_ .. i *
E madama Hayiuuiido! Porque fatalidade
se acha comproinetlida ?
Acredita acaso que ella deiiaria aeu filbo
amarar a caoeca sem arriscar a aua ?
Que diz? Madama Raymundo sabia di
conspiraco?
Sim, ella a animara com aua voz doce e seu
rosto aogelico! Tudo se concerlava em aua ca-
sa; ella dava o que poda para comprar polvo-
va e anus, esaltava os frios, moderava os dal-
lados, apaslgoavaas dlvises ; ligando-nos sein-
pce lautidade de nossa causa, diiendo que
uo sao diguos de combater pela llberdade
aquelles que se nao inusiram grandes oelo co-
raco, pela aboegaco e pelo sacrificio.
-- Ah eu atiutia bem jjlgado! he urna
mulher da amiga Roma! cclame! eu, e
porque accaso eacapou s peraeguiedea?
-- Quando Joo recebeu a estocada, o medi-
co disae que ai consequencias da ferlda podiam
lornar-se mullo perlgosas, seodoeute ooper-
mauecesse em um repouso de corpo e de espi-
rito absoluto; enlo madama Kaymundolevou
seu tima a Sceaux para cura-lo, nao dlzendo a
niugueui, salvo a mim, para onde se reiiravam
ella e Joo. A uo ser isso, nossos amigos o le-
ri.iiu ido ver, ler-se-hia fallado do proinuo le-
vaatamento, o que lerla demasiadamente agi-
tado a Joao. Por isso digo-lbe, esta ferlda loi
uina felicidade, pola quando a polica dirigi-
se ao suburbio de Samo Antonio e deu busca
em casa de madama itaymuiido, nao acbou l
ninguem, mas aprebeudeu papis, armas, mu -
oices.... In.truido dissobor um doi notaos ho-
uieui, alugo um cavallo, parlo a carreira desfi-
lada, em raeia hora diego a Sccaui, digo luda
14 mezes de immoralidaie l
^3o podemos descer ho|e a urna anilyse
dessa hedionda e asquerosa peca, dassa li-
heiio famoso, mas iremos mostrando is
mentiras, falsiJades elorpitudes emprega-
das ii.ii s contra a vicmi principal do
rancor do j muilo comineado Jos trtaro.
a Joo e sua mi; a posta de Orleaos passava
* sele boras da noiie em Uourg-la-Reine. De-
cido madama Raymuodo a partir com Joo,
ainda que fraco; por feilcldade echamos luga-
rea na posta; no dia segui ile pela raauba,
chegainos ultima muda ames de Orieaos; abl,
descernen, e deiaamos, pjr calculo, tornar a
partir posta; porque nao libamos pasiapor-
le, e apenas ebegasaemos e una cidade, nos de-
viam aeguraineole pedi-los.
E o que fizestes enlo ? ^
Joo o lina norrlvelinente em consequencia
daa fadlgas da viagein. Eulraraos em uina es-
lalagein, dlzendo que acabavamos de perder a
posta. Tomamos um quarlo; madama Ray-
mundo cura a ferida de aeu filbo, depois poze-
ino-nos a deliberar. Voltar a Paria, era arris-
car ludo. Os nossos amigos, em cusa de quem
podenamos acbar um asilo, eaiavamou presos
ou suspeiios. Todava, Joo fillou ca enlre-
gar-se, afim de Ir compariilhar a sorte de nos-
sos irmos.
Seria Isso um herosmo loulll, dlsse eu
a Charpender; sua mal devia combater este
pensatneulo.
Se nao eslivesses ferido, dlsse ella a Joao,
eu arla do leu parecer; inaa abandonar-te
agora, que tua ferlda pe a tua vida em perigo,
separar-me de ti.... porque oo feriamos a
mcaina priio,... Issoestarla cima de ralnhas
Pobre mulher.... e enlo que decidistes?
__fio quarto em que esiavamos, achava-se
por acaso, urna carta de Franca presa em um
forro de madeira, Joo que eslava esiendido so-
bre o lelto e procurava sorrlr para animar-nos,
i
\


'
I
como de todos os outroi cidadSos, contra
quem o vil canalha tartaruador d agua
arremelte furiofo, s.lpicando con lama
nutrida, que Ihe ensopa a lingua, bem
merecida repuUco ilo que gozan).
Para a retagilo do diatrlcto seguirn) os
autos; ella julRtr fin sui sabadom do
quo consta delles, e desnecessanoa sSo os
sitados chore-mingos, com qoe sempre, que
lem entrado em julgamento o cnpilao Jaca-
randa, o Malsima aulor do folliolim atur-
de os ouvilos da humanidado. O que diz
o folheto de 8 de dezrmbro dado luz hon-
tom, he. a mesma matraca de outros lew-
pos, coro accresoimo de alguma descom-
postura a alguns individuos, fila liSo faz
. mossa sendo, em quem nllo esta corto da
onramisida ou farga, que o bilhostro do
Z-tartaro et reliqui trazem em scena, ha
tres annos, para martyrio do cipiSo Jaca-
randa. A nobro relapso do districto pora
termo a tflo prolongado tale do tribunal do
jury. Voltaremos breve.
Sr. redactor.Nunca peusel que inevliie
na collso dedarao publica urna aatiifacao por
nielo da imprenss, porim Mendo de alguma
aorie, e da maueira mala infame sido agredi-
do pelo aulor de uui fulheio, que, ha poucos
diaa foi distribuido nesta cidade toare o titulo
Teieeiro ligamento do capilio Joaquim de Soma
iatamndd-toa forcado a diier algumas pala-
vraa em miuha deleza, anda que com acaul.a-
menlo o foco, porque nao leuho a necesaarla
capaeldade para escrever peranie un publico
eiclaiecido, a quem peco poretla vez deacul-
pa e allenf o.
I.nii. mili.i, ism i-,,.,'. graluilaa e oleuslvas
a propriaa de m f, e deilealdade dlsac o au-
tor deale follielo. Se o advogado da infeliz
viuva nao folie casado esclivo do jury na
veapera deite julgamcnio j quaii aa horai da
nolte, lalvt'i foise lurprehendidono dia seguin-
te aem Icr niaia lempo algum para preparar-
se. E drsle modoquii mostrar que nao se es-
perdica lempo a favor do aiaassinocontra
aua aecusadora. O escrivio do jury cala obri-
gado pela lei a dar aoa icos 3 das antes de aeus
julgvmeiilos acopia dos respectivos libellos, e
depola de assim 1er procedido, loiloa os reos
deven eslar preparados para todo c qualquer
inomentu(|ueo juiz presidente do jury os man-
dar chamar ao tribunal. Ora se aos reos a
quem conforme a lei se deve facilitar todos os
nieios de defeza, alto est o escrlvo obrigado a
avisar de vespera, cuino e porque fundamcuto
cuinpria-uie faic-lo ao advogado daaecusadora
que devia igualmente estar presparado para
a aecuso em que se inostra tanto inleresse ?
Porm sabel calumniador imprudente que,
nao obstante isto, maudeipor uiua emmerecida
deferenciameu mano Gustavo Gurgulino de
Souza avisar do prosiino julgamento do capito
Jacaranda ao Sr. Iir. Hanoel Soarea da Silva He-
zerra, advogado da aecusadora oqual, encon-
trando a este junto do edificio da tbesouraria
geral, transiniuio-lhe o recado que eu manda-
va ; portanto quem aasiui procede, nao lem
por lini proteger a causa do assassino com pre-
Julzoda aecusadora.
Diz anda o autor Incoberto do folheXo, que
eu me tenbo gabado de ter situado una fazen -
da de gado a custa da viuva aecusadora I). Flo-
rencia de Andrade lllzerra e Castro, e que os
pagamentos sempre tcm sido feilos pontual-
mente I Que divagaco calumniosa e metqui-
nha/ Queris saber em quauto importaui as
cusas em que fol condemiiada a aecusada des-
de o primeiro at o terceiro Julgamento do ca-
pito Jacaranda, eu vos digo. Todas montam a
461/263, a saber por occaslo do primeiro jul-
gamento 129/2%, pelo segundo 138/360, e pelo
terceiro finalmente I9>f6i7, qusntlas estas em
que lambem parte o juiz, eacrivo, ofneises de
juillca,eslaudo ainda aujeilas ao acllo dos autos,
queieis ucontravcnco dessa poniaalldade que
alardeastcs agora saber o prejuizu porque te-
nho passado em consequencla das supplicas e
cboradeiras da aecusadora e seus.procurado-
res ? Ouvi. Por occasio do primeiro julga-
mento perd 13/380, ainda perd no segundo
V/1)35 cuc foi luilu ao meu amigo e collega
Candido Pamplona em cuju poder csliverain os
aulns -i.") das, em uonsequeucia.de ter sido aver-
nado de suspeito pela aecusadora ; c liualmcu-
pormlscravel chic-aula ainda cslou no deseui-
bolco de 65/89Urelativos ao terceiro julgaiiirn-
to, todas estas quaniias reunidas montam em
104/!U5que dediizidas do, *til/23 vem ser o
liquido .1013/331 sugeilo aluda as despezas de
Juta, ollicues de justiaa csello dos autos. K se-
r com esta qu.iiiiia me situei urna fazeuda de
gado Ceriauculc qfi nao. 'l'entio he verdade
urna sltuacan nao a custa de D. r'lorenca e nein
lainhcm de fui tos, porque delles ainda nao ful
accus.ido, puim mu evido as miubas ccouo-
luUf e lucros lcitos.
Sabci anda detractor miseravel e calumnia-
dor covaide, que nuuca me chorci, nunca mal-
ino pedi favor qualquer a I). Florencia, e nein
aniuguein seu. \u contrario forca he dizc-lo,
eu teulio-lhe sido olliciuso meiino relativamen-
te aos julganiciilos do capito Jacaranda, e o
br. Dr, Soarea, que nao lie suspeito, nein cstra-
uhoa causa de U. Florencia e de meu iguobil
ti. i ii.it i, nao negar esta verdade, sabendo co-
ma deve coufessar, que de cei lo modo com]prc-
juizo u ii prestei-llie servicia, que a seren
contados dar-me-hiam re-l inleresse pecunia-
rio. Esta por tanto demonstrado pelo que ,fica
ditoque supplicas, cboradeiras e esigeucias de
e tratou da appellaco do segundo julgamento
o Dr. TbeoHIo Rufino Riserra de Meneiea na
qualldade de advogado daaecusadora apresen-
lou uns arllgos de suspelco, que para esta
causa forain noineados julzea em conformida-
de da le os Srs. Joao Kantista de Catiro Silva
boje Inspector da alfandega do Maranho, (
comiiiandnle superior Juaquiui Mendea du
Crua Guliuaraes, o coinmendador Antonio Tel-
les de Mnetes, que se eigotaram os 45 dial
que lambem tein marcado le para dentro del-
les se il.irciu as pruvas, e que Analmente pre-
eocheram-se esses das aem que o Dr. Tbeonlo
Hulinn nada provaste ?
Em consequencla do que passarsm os autos
do poder do escrlvo Pamplona para o meu
< ir lu i ii Tendo pols dado-se esta suspeicao
ousai afnrinar peraule o publico sensato, que
suspelco nn liouve por causa de inlnhas sup-
plicas. Tratado da maneira porque o leuho si-
do pela .ni n- n.i i, era para rabaiiar-rne a pe-
dir csupplicar uin favor detta ordem, eu que
graca a Divina Provincia anda nao preclaei
de favores do inlserevd autor do folhele, nem
de D, Florencia e de sua familia ?
Voltando anda ao prejulzo dos 25-J035 que
coube ao meu amigo Pamploua.ein coosequen-
cia de ter funcionado no procesao 45 das, dlrel
ainda que a lei manda baver da parle que apr-
senla a suspelco as custss em dobro caso nao
proceda asuspeicu ; porm eu mal generoso
do que tem sido para comigo a aecusaco nao
o quiz cobrar judicialmente de D. Florencia, e
Islo nao su poique ettou compenetrado da ver-
dade, de que ella nesle negocio nao tem sido
mais do que uin luatruinenlo para negocio e
calculo dos seus, como ainda porque retpcito
ao seu sexo e citado.
Se o aulor do folhele foise mais sincero na
esposico dos factos, se os referisse taes e quaes
elles sao, nao leria de passar pelo dissabor de
pogranhia Americana IntituladoTerettro
julgamento do capitSoacarandon dias pu-
blicado neata cidade, o seu autor bsldo de
imputarles verdaJoiras pan lancur-me em
rosto, tratou de achincalhirmetomcliocir-
rices proprlas sem duvida de si. Nfio que-
ro pareoer-we com o autor desso lih lio,
tendo somante para Ihe dtrem respolta,
quo se na qualldade de advogado do capi-
tSo Jaoirand os meus argumeatos do defe-
si,o iocommodaram, Icnlia paciencia, n;l >
se mord, ou se queime, porque quem.se
queima, sinos come, eo autnr do fol neto
quo lano so doau com a defesa, que llz no
jury ao capitSo Jacaranda, r.erto he, que
ella aproveilou au mesmo capitSo, e com
islo estou eontente, porque cumurindo mu
dever de minha proflsaSo alesneei trium-
pho, contra o adversario da deleza. Seo
autor do folheto quer debulhar no prlo al-
gunas queslOes comigo, ou estas me digim
ou nao respeito, issigne o eu nome, uo
que escrever, que a miuha penm ostk apa-
rada deixe o charco das iinmunJices, e
descomposturas, quo o bomem honrado nSo
sshei desali cu ni regateiros. Teoho res-
pondido.
Fortaleza 13 de Janeiro de 1852.
Vedro Veretra d Silva Ouinaret.
2
COMMERCIO.
AI.FANIIECA.
Rendimento do dia 17. 9:441,061
Descarrcga lioje 18 de (evereiro.
ser victoriosamente desmentido peraule o pu- Rrlgue austraco -liwine farinha de trigo,
bllco para quem cacrevo. 1 iiiiMMlm'ilrt
Rallo leve o autor do tal rldelo para nao ai- Brgu0 brasi|eiro Mar, Libania, rindo do
.ign.-lo porque tal.e, cober.o de m.z.i.t, e Assu-fconsigMauo a jos Pere.n da Cunhi,
azado pura otleuder a ciilaJ.ios seguramente
inait honetlos e capazes duque elle, lerla uiua
resposu cabal e aaiisfacloria seiiielhanlemenle
aquellas que deram os Srs. padre Thomaz
l'ouipeu de Souza hrasil co Dr. Manoel Theolilo
tiiSpar de Ollveira, ao Dr. Jos Lourcoco. Por
ludo islo que venhodc dizer, he claro que li-
maniestou o seguinle
8021|2alquelresde sal, 960 molhusde pa-
lli i ; ao mesmo.
Grande parle do-la palha loi lindada ao
mar por vir o navio razando agoa ; assiil
como o sal lem-se desfeito pelo mesmo ni o-
nezas nao devo, e nem raaao tendo para ter tjvo em cousequencia de ter encalhado na
obrigado a aecusadora, ao contrario se falla de ,..., h,rra
reconheciiiienloha.heseinduvI.iaJapariedella aaniua ua Darra.
que aluda agora procura reuaixar-me peranie o Patacho brasileiro Dous de HlKO, vindo
publico de quem espero, que avista desta ver- do Rio Orando do Sul, consignado a Bailar
deira czpoiico Tara Jusiica ao escrlvo do & Olivoira, inanifestou o seguitite :
jury, 6,002 arrobas carnu de charque, 16 bar-
Manocl Eugenio de Souza. ; ricas sebo derretido, 9 barris, 400 tainhis
.------------------ salgadas; a ordem.
Sr. Redactor.Tendo por caso chogado CONSULADO GERAL.
asnillos um complexo do mentiras, falsida- Renjm6nto do dia 3 a 16 .33:842,366
des, o injurias, que ahi coire inlilulado- idemdodial7.........5:416,933
3." julgamento do capililo Jacaranda ; nel-
lo com surpresa li um trecho no qual o seu 39:259,299
autor desvindose daquillo que o deveiia _________
oceupar. procurou accarretar sobre mim a DIVERSAS PROVINCIAS
execrasSo publica, aprosentando-me como Rendimento do dia 3 a 16.. 2:668,893
um hoinnm extranho a lodosos principios idomdodia 17 ....... 199,732
do dever e honestidade.
2:868,625
Ourvaciei.
Sihio pira acabar de cirregar no lamei-
riln, n brigue inglez Margaret Rilley.
Recolheu-ae da commiasSo de Femando,
o brigue escuna d guerra braiilelro Lega-
lidide, commindinte o capililo lenlo A-
mazonas.
EOITAE8.
Kxportaco.
Rio de Janeiro, hiate brasileiro Anglica,
Que o elaborador d'esse papel, narrando
fielmente os factos, referisse o que com ef-
fcito se passau, era quanto devia ter em vis-
ta quem quer ser acreditado, mas por oge-
risa que lem geralmente aquellos quo nao ao\\iWole{xtU^-'M'$*tl*uw',
pi tilham seus vis e ignobis sentimentos, loo ditas arroz, 400 meios de vaqueta, 1 em-
quizessedesgracadofaizerde mim o alvo bruIhoelOO barra doce, 12 meios do sola
de suas calumnias e patifarias, dizendo o branca de lustro.
que illi se le i meu respeito. Acarac, hlate brasileiro Aguia Bnsilei-
Felizmente parm nao foi quem escreveu raj(ie 53 tuno|ada0, conduzo o seguinle : --
esso composlo de falsidades, a nica pessoa g Caix0es miudezas, 10 ditos fazenJas, 6 cu-
quoassisttoa sessSo do jury no da do jul- nhetes ferragens, 5 ditos ac, 1 sitTra, 14
gamento do capito Jacaranda, o os homens barras de ferro, 3 caixoos fidros 22 barr-
imiarciaes, que all se acharam, me farao cas farinha de trigo, 9 fardos fazendas, 2
divida jusliQi. caixase2embrulbos drogas, 5 banis vinho
Clioga a tal ponto a gana foroz dessa alma 3 ditos vinagro, 4 chxis passis, 5 barricas
baixa, quoonteiidondodoprimir-mecomdi- bolaxinba ingleza, 4 gigos louca, 1 cainSo
zeiquo represento no theatriuho, n3o du- mercaduras, 6 fardos do algodao, 8 ditos
vidou urovalecer-se d'esto fado para ver se madipolilo, 6 barris mmteiga, 10 barricas
assim me ridiculansava ; mas saiba c-m serveja, 2 saceos pi.nonla, 6 barrica! baca-
boho 111.1 .! i'.nl 1 quo nao 1110 vem desar ne- ||,ao, 6 ancoretas azeitonaa, 10 caixas chi-
nliomcni prestai-me a urna sociedade par- tas, 3 garrafdes aseite doce, 2 pioas vinho,
ticularonde repiesenlam os socios, e quo 1 dita viuagre,l burra Hospanhola,25 barri-'
i'om isso da siiiciilo peiceber o seu dos- cas assucar branco, 80 duzas cucos do cabo,
peito csanha contra os quo esje julgamen- | pip,3 agurdenlo, 4 barricas genebra, 6
lo cstSo convencidos de que deram o seu Uilas licor, 2 caixotes caixes de doce, 1 ca-
voto conscionciosamente. xSo chapeos de massa, 1 barrica bolacha, 5
llom honesto e digno do todos os elogios barris mel de furo, 1 caixaofogo do ar, 1 a-
sciia ou, so fo.so do n.o d'aquelles que apo- manado limas dos mesmos, 2 caixoles vellas
as sorteados, eram imuutonlemetite soli- de carnauba.
O IIIm. Sr, inspector da thesouraria
da fazeuda provincial; em cuoiprimento da
ordem do Exm. Sr. presidenlo da provin-
cia, manda fszer publico, que no da 19 do
corrente vae novamente a prac 1 para ser
arrematado, perante o tribunal administra-
tivo da mesma Ihorouraria, a quom por
menos u/o- a obra dos concertos da cadeia
velha da cidade de Golanna, avaliada em
6361486 leis, Inniando-so por baso d'arre-
tamalacSoo olTerecimenlo de tres p6r cont
de abate 110 respectivo or(ameoto feito por
Victorino Uoreira de Souza.
A arrematarlo acra Taita na forma dos
artigos 24 e 27da lei provincial n. 268, de
17 de Manido de IHil.
As pessoas que se propozerem a esla ar-
remataffio compirecerflo na salla dasses-
sOes do mesmo tribunal, no dia cima
mencionado pelo meio dia, competente-
mente habilitadas. E para constar so inan-
dou aflxar o prsenla e publicar pelo
Diario. Secretaria da thesouraria da fa-
zonda provincial de Pernambuco, 10 de fe-
vereiro de 1852. O Societario, Anteoio
Ferreira d'Aununciai;<1u.
Clauulaeipeciaei da arrematando.
1.a Serilo follas todas as obras nacessa-
rias, para que este edificio (que em bom
estado e nello poder residir o destacamen-
to, conforme o ornamento approvado pelo
Exm. Sr. presidenta da provincia, na im-
portancia do 636468.
2.a Todas as obras ser,1o principiadas no
prazo de um mez, e concluidas no de tres
mezeg, contados de conformidade com os
artigos 31 e 32 da le provincial n. 286.
3.a O pigamento da importancia desla
obra ser leito em urna m prestado quan-
do ella estiver conecluida e em estado de
serrecebida definitiva ment.
4.a Para ludo o mais quo nSo cstivor de-
terminado as presentas clausulas, seguir-
se-ha o disposto na reilrida lei provincial
n. 268. Conformo. O seeretario A. F.
il.Alllill lli'lai; 1.1
Olllm. Sr. inspector da thesouraria de
fazenda, manda fazer publico, que perante
a mesma thesouraria liSo de ser arremata-
dos de venda 23 oanllOI da companlua lixa
decavallaria dcsti provincia, quo exesdem
ao seu estado completo, pelo que as pessoas
que quizerom licitar, deveru comparecer
na sala dassesses da dita repartido is 11
horas do dia 18 do corrente. Secretaria
da thesouraria de fazenda do Pernambuco,
14 do feverciro de 1852. O olllcial-maior
inlcrieo, Emilio Xavier Sobreira de Mello.
________________ ________
de Benin. O secretario Colonial recebeu
ordem dogovernador Micdonild, para pu-
blicar, e pira iuformaflo e gorerno dos ha-
bitantes deala colonia, de toda 11 outrai
a que diga respeito, a seguiutu Dolila "111-
cial, trausmiiiid a S. Exc. pelo Commodo-
re Brewe.
Secretiria em Treetown, Serra Ua, 8 de
dezembro de 1851. Por ordem J. F. Smyth,
secretario colonial.
jVofi/mgo dobloqueio
Vapor de S. li. Britnica,
Pendopi. Serra Ltoa 6 de dezem-
bro de 2851.
Em cumprimentoas instruccOes do go-
verno deS. al. annuncio que um bloqueio
de todos os porto e lugares, ('excepto llada-
gryj na Costa de Ueniu, desde a loogitude
1. ate 4o 30'a este do Grennwich, sera des-
de ji eatibelecido pur mim com todo o ri-
gor; ea nenhuaia embarcado moteante
ser pcriniltido ter communicaQSo alguma
com os portos e lugares interdictos desde o
I.' do Janeiro prximo futuro (assignado) H.
\V. Brewe Commudore e commandante em
chefe das Torgas riavaes de S. U. Britnica
na Cosa occideotild'Africi. Conforme.
Francisco Xavier Bomlempo. Conforme. O
ofllcial 111.une. Joaquim Pires Machado Por-
leilu. Conforme. O secretario. Thom
Feroandes Madeira.de Castro.
Declarayoes.
liados por esso vil calumniador o seus ra- Babia, hiato Amelia, do 63 tonelladas con-Ido Augusto Ferreira Lina, e nao mais em
botfayas para volarom cuntiao capit3o Ja- duzo o scguinte:--3 barricas f
caranda! enlSoseno dira que procurei bugeiro,2 caixas obji-ctos, 15 mol
distrahira senedade o altengo propria do las 1 caixa meias,2 ditas Tazondas,
favorea tem havido da parto da aecusaco, e
quanto a historia da pontualidadedo pagamen-
to das cuslss lie -me for(oso dizer anula,
que nao leuho sido pagocoui a prouiplldoque
eta de eaperar deuuia nio nobre e lo empe-
nhada aecusadora. Seis e oito dias se lem pas-
sado depola d'aprcsentaco das cultas para eu
receber a Importancia respectiva, e mesmo ni
tiinamenie por occatio dat aunas do terceiro
julgam nlo o Sr. Joaquim llarbosa moslrou-se
tao mi.nl.nl.1, e fez taes cboradeiras, que cou-
cluiopur diier, que nao tiuha diubeiro, e que
e eu queiiasujeilar-me a recebera importan-
cia dellas aos 10/e 12/que aaslm ir-uie-la in-
d e ni o.-a o. 1 n, e para prova deste faci ahi est
o Sr. Victoriano Auguslo Kurget que se acha-
ta preseole; he poieui ceno que no diaseguiu-
te fui pago pelo caiseiro Jua do mesmo Sr.
Barbosa, licaaido bem eulendldo anda retidos
os 6,1^,1:111, al que venha nina consulta, que
dizeui flseram para Pernambuco Este proce-
dfuieuto ser de quem cosluina. pagar ao escrl-
vo proinplaineuie ? Parece que n.lo. Trago
este facto nao para desacreditar a aecusaf ao.
porque nao repulo falla de pagamento a demo-
ra de aeis e de oito dias, toco netta especie uni-
cainenie para moitrar a falta de verdade do
autor do folncio. (Juer o aulor do tupra dito
folheto rebaitar-ine dizendo que, podendo liar-
me a parle aecusadora ue auspeito desde o prin-
cipio da causa do capito Jacaranda, nao o fea
altendendo as minhassupplicas. lie muito des-
Fu-1 1 e uiuilo habilo de mentir. Aonde vil ca-
uiuulador, em que lempo e a quem suppllquei
para me nao darein de suspelio na oausa do ca-
piulo Jacaranda ? Nao toubestes, que quando
flor do sa-
lios de ve-
,19 pipss,8
tilo solemne ceritnonia, s porque no cor- quaitolas o 40 barris azeite de carrapalo, 5
rer dos debales, fui forgado a pedir urna li- fardos alcangus, 1 caixa macolla, 13 saecus
cenga do que nao po lia prescindir s m gra- e 10 barncis cera do carnauba, 9 barris vi-
ve damno de minha saude, e de ter lequori- nho da Madeira, 300 caixassabSo, 194 sacas
do que fosse cunduzido a presenga do tii- arroz do maranho, 50 caixas velas ds cir-
bunalo preto Antonio Abrao, sobre odepoi- nauba, 200saecas farinha de manlioca
ment de quem baseavam os advogados da KECEBEDOIIIA DE RENDAS INI ERNAS GE-
..utliora a sua accusag3o. allm de que Ihe fi- RAES DE PERNAMBUCO.
zosse algumas perguulas, resultando de Rendimento do dia 17..... 609,450
suas resposlas (por nlo terora chegado em CONSULADO PROVINCIAL.'
lompo os taes rabo-levas que a cadeia do Rendimento do dia 17.....3:122,249
enme foram msndados levar-lhe urna em- 1
REAL COMPA.MIIV DE PAQUETES INGLE-
ZES A VAI'OH.
No da 20 do correuto mez ,
espera-se o vapor inglez Te-
viot, commandante Rivett,
dos portos do Sul, o qual se-
guir no dia seguinle para os portos da Eu-
ropa : para passaqeiros, trata-se na agencia
na ra do Trapiche Novo n.42.
Do ordem do lllm, Sr. director interino
fsz-se saber a quem convier.que os exames
para a cadeira do francez e inglez, o para a
de rhetorica du collegio das artes em con-
curso, terSo lugar quelle, no dia 26 e este,
no dia 27 do cor rento mez na sala do curso
jurdico.
~ O bacbarel Innocencio Seralico de As-i
sisCarvalho, substituto do rhetorica e geo-
graphia do collogio das artes de ulula, ex-
orcendo as funcgOes da cadeira de rhetorica,
declara que a matricula da mesma aula es-
ta aberta em (HuJa, na casa do Dr. Ltonar-
THBATRO DE S IZiBEL.
29a. RECITA DA ASSIGNATURA.
Quarta (eir, 18 de t'evertiro a 1852.
Estra, em decltiaiagao da cantora
Carmela Lucci.
Depois que a orebestra tiver execulado
urna escoltada ouvertura, subir scena a
linda comedia em 2 actos, ornada de mu-
zica :
COS1MO ,
ou
O Principe Caiador.
Personageni e adores.
O l'ii nci pe|li.....ni ne Germano,
Cosimo caiador Monleiro.
O Mrquez de Farambolo Rcis.
O Conde de Balmonte -- Pinto.
Malbous, mordomo docastelo- Coimbra.
Elzida sobriuha do marquez Amalia
Monteiro.
Angela, costurcira Carmela.
Nobre, camponezes, criados, pageos, etc.
l'.iu seguida represenlar-se-ha o muito ap-
plaudido Vaudeville om 2 actos !
U Cara linda ,
00
O Pregador de cartazes.
Terminando o espectculo com a muito
graciosa farga.
O TOLO FINGIDO.
Comegar s 8 horas.
Os bilhetes acham-se a.veuda no lugar do
costume.
O administrador emprezario tem a honra
de annunciar ao respeitavel publico^ que ha-
veram dous bailes mascarados nos dias
22 o 24 do enrenlo mez, cujos programlas
serSo circumstanciadamonle annunciados
pelos jornaes.
THEATBO DrfAPOLlO.
21.a 1; I 1 I T \ DA ASSIGNATURA.
Quarla eir, 18 de fevereiro de 1852.
Subir a scoaa pela primtisa vez em Per-
nambuco o famoso drama em 8 quadros que
tem por titulo -
IDlTii.
ou
U Subterrneo de Ueilberg.
Perionagens e actores.
bixada para que liZ'Sso carga ao capito
Jacaranda) o pleno conhecimeoto da inno-
cencia do capitSo Jscaran l, o patenteadis
as cavilosas urdiduras empregadaa por esse I ,avi en,rados no dia 17.
bobo para a MOdeQniclo de um homem a Farhaden 45 dias. galera americana Wel-
iiimni un mim ,la m-rli *" __
Movtmento do porto.
pedio-me que despreudesse a carta, e potmos-
nos em cata do itinerario que deviamos seguir.
Ao cabo de alguns intlantes, Joo nos diste In-
dicando-nos es .a cidade sobre a carta: Cha-
teaureoux ... he perto d'ahi que se acha o cas-
iiala de Fernando, no fundo de Herry, lugar iso-
lado..., onde elle vive como pbylosoplio depois
do seu casamento.
Joo sabia cutio que eu nir tlnha casado ?
Siin, Mr. Fernando, uina amiga de sua mal
conbece una amiga da lamilla de sua inulber;
foi assim que elle soube, ba algum lempo, que
Vine viva aqu multo retirado. Ouvlndo seu
Albo Tallar de sna babilaco IsoJada, no Tundo
do Herry, madama Rayiuuudo cscl iinuu : t
Iiorque nonoi diiigiiuos ao leu amigo? --Elle
ai ontr'ora Imprudente e Indiscreto como urna
nanea, mas teut pezares provaram que seu
coracao era bom..., Klle he nomein de honra;
porque nSo Ihe haveinos de pedir um aillo se-
ment at que fiques completamente curado.
Qual he o vosso parecer, Uiarpenticr ? >
Na poslco em que se acha Joo, ~ disse
eu a sua inai, ler-ibe-ha Impostivel tunpor-
tar por muito lempo Tadlgas e Inquleacdet
iguaet as detta nolte, e se Mr. Dupicssit con
sentir em dar-lhe um asilo, este serla o inelbor
parlldo a tomar.
E que disse Joo esla propoilcio?per-
guotel eu a Cbarpentfer com sociedade et-
5ero que m so momento nao tenlia duvidado
e m 1 m
Nfio.....repllcou elle...,, nao pomo jutgar
a Fernando senia por mim, e anda que teja
realista, se amanba mevlesse pedir aillo, cou-
ceder-lb'o-bia com o perigo de minha vida.
quem vola odio de morte.
Foi sobre essa licenga por mim pedida
com que mais embiirou o mau infame de-
tractor, ilutando al que eucomvoz pauta-
da, e coaio quem sulelra por cima,requera
licenga para fazer urna preoiso.
Que baoalidule! I
Se do si'tnelliaulo mineira nfio procedes-
se o 11 .-.ini- occusagOes osse canalha, des-
menteiia o passado de sua vida publica, o
quiga particular aborrecido at de seus pio-
pnos pillen lea.
Sr. redactor, foi smente om altengo ao
publico que ludo merece, que me resolv a
escrever oslas linhas, e mesmo para que
esso homem despejado fique na inteligen-
cia de que caso nenhuui fago de suas parvol-
ces. Dtiixaiulo de responder a algumas ou-
Iras assergOes vagss e mentirosas porque a
mentira pur ai mesmo se dislre.
Enlretamo, publicando-as continuar a
ter a gratidSo.deseu constante leitor.
Cear, \ de Janeiro de 1852.
______Jos Nunei de Helio.
Sr. Redactor.Quem diz verdades, e as
pode provar, nSo se aconerta com a rana do
annimo. Em um fol linio imprasso na ty-
Uem, Joao] eaclamet eu coui cuiucao.
agradejo-teo lerel julgado o meu coracao pelo
leu-; nao, nao, nao te engaaste !*
-- Asseutado o nosso plano repllcou Char-
pentler, era preciso ganhar Chateauroux,
taodepressa quanto foste posslvel pelos aislaos.
Madama Rayu.uudo mauduu chamar a dona da
csi.il 11;mu, e lhc dille: que seu fllho eslava
doeniedo peito, que o iiioviuicnto e a rapidez
dascarruageus publicas Ibe eram funestas, que
deiejava adiar meio de ir cui pequeas vla-
gens para as bandas de Chalcaurtoux, e que pa-
garla bem a quem Ihe proporclonasse este
mel. Quanto carruagem,pouco se lbe dava.
coulcotar-ae-hia com urna carrela. com tanto
que rosse cobcrla, e que seu fllho podesse estar
ahi deitado a seu commodo. Duas horas de-
pois a eslalajadeira tloha-nos achado uina es-
pecie de carroca rechada, com uina banqueta
na frente, e uin colcho no fnndo, puchado por
uns bom cavallo que poda camlnbar dez le-
goas por da. Elle nos havla de conduzir em
primeiro lugar e aem psrar olcni de Orleans.
O conductor era umex-ioldado. Ao cabo de
dual boras de conversaco, vi que tinbamos
que tratar com um bomem honrado ; elle pa-
reca cuinniovido dos cuidados que madama
Riymundo dava a aeu Albo. Sem por o nosso
conductor a par de nono tegredo, eu dltie-lhe
que tinbamos inleresse em ir a Chaleauroua,
lauto quanlo poislvel fosse, pelo casninbo me-
nos frequenlade. Comprehendeu-me lugo, e
respondeu-me : Tranquillse-se; ecube^o opaiz;
por mallo tempo fui crrelo de Orleans a Vier-
ten. Abreviando ocaminho poralalbos, evi-
leam Rotoh, capit3o Morslamler. Anda a
pesca, veio a este porto refrescar.
Ceito 33 dias, brigue escuna francez As-
paran t, de 120 toneladas, capitSoSouques,
equipagem9, carga vinho e mais; a ,1
A. Lasserre & Companhli.
Vueio sahldo no mesmo dia.
Rio de Jineiro e mais portos vapor brasi-
leiro S. Salvador, commandante o primei-
ro lente Coilinho. Leva a sau boro,
Eugenio Jos Noves de An Ira le, Altino
Lelis de Moraes llego, Faisto Nominando
Meira, Luiz Carlos Lins Wanderley o I es-
cravo, Hermenegildo Ernesto Cezar Coi-
linho, Dr. Manoel Pinto do Souza Dantas
e sua familia Hoslelio Talles de Albu-
querque Mello, Jus Tltomaz de Campos
iju ii'i'sui.i e 1 criado, Belchior da Can,
. Lobo, Ur. Jos Zacarias de Carvalho, cono
sua familia Jos Domingos Pereira
Dias, Augusto Carloi Amorim Garca, ba-
charel formado Jos Joaquim de Miranda
Hurta, com sua familia, capitSo Francisco
Carlos Bueno Doschamp com sua familia,
Manoel Peres Campello Jacomo, 20 recru-
tas, 2 pragas para o exorcito, e 3 escravos
a entregar.

nutra, cono j se innuociou.
O capiliio do porto desla provincia, em
virtudedas ordeno da presidencia faz cons-
tar para conbecimento de lodos, o abaixo
inscripto.
Capitana do porto de Pernambuco, 10 de
fevereiro de 1852. Rodrigo Theodoro de
Freila*. capitSo do porto.
Indlcacies sol/re o pharol dat Salinas, na pro-
vincia do Para, sua poiigda, carcter e al-
cance de sua tus.
Charol das Salinas na Ponta da Atslaia,
em latitude Sul de zero de graos, trinta e
quatro minutos, e longitude orienlil da llha
do Ferro de trezenlos e triula graos, trinta
e'dotis minutos. Apparelho lenticular do
systema de Fremel e Arago. Sua luz alcau-
c dezesete milhas; he variada, e appre-
senta as phases seguintes :
Luz clara e igual, durante 70 segundos,
Umeclypse, ou obscu-
ridade, <
Luz cressante, mu bri-
lliarite, e que diminu!
tdesipparecer.
Outroeclypse.
16
12
22
___l..n -----'""----- ------rrria
taremos quasl tudas ascidadcs, epcrnoltare-
mos as peqnenas aldelas.
Foi assim que cliegmos hontem a noite, a
duas legoaa de Chaieameous. Por prudencia o
nosso conductor foi s esta cidade, lofonuou-
se onde Hcava o castcllo, e nos arranjou uma
carruagem de aluguel, que esta inanhaa nos
Irouxe a Chambly, sem pastar por Chateau-
roui, onde tlnhamos que temer a eiigcncla de
nossos pasaaportes.'
~ I-. Joo.... com aua ferida como pdde sof-
frer esle longo caminho ?
Olhe, Mr. Fernando, ea nSo ouio dizc-lo
a madama Oaymun Jo.... mas o eilado de Joo,
ne assusta- Duas ou Ires vezei vi seus labios,
tintos de saogue..... e elle comegulo ocultar
etlet mos syinptomas sua inf.... *
Pobre rapaz;.... afadigasern duvida, fe-
Ilinr me est no termo de sua vlagein. Mas
porque n&o foi Vmc. directamente minha ca-
sa, em vez de vir esperar-ine aqu, Mr, Lhar-
pentler ?
Km Chanilily informei-nie do sillo em que
fleava o seu caslello, e rol da caminho parala
que encontrel este pardielro. No momelo de
entrar em sua cafla, reflecti que se para o futu-
ro, no inleresse de Joo e de sua ini, fosse
obrigado a apreseotar-nos em aua morada,) se-
ria talves mais prudente, que me nao tlvessem
visto ainda ahi; ento toinei o partido de esure-
ver-lbe e de lodlcar-lhe este_ pardielro que
Vmc. deve conhecer.
Assim pols, Joao e sua mal esto em Chain-
bly, disse eu a Charpentter, depois de ter loo-
gaineulerefleclido no melhor partido que ti una
a lomar psra aalvar os proscripto!. Occulta-
120 segundos
Estas phases se repten) em cada periodo
de 2 minutos, ou 120segundos.
Secretarla do gorerno da provincia do Pa-
ra, 16 de dezembro de 1851. Miguel An-
tonio Nobro secretirio do governo. Con-
forme.Francisco Xavier Bomtempo. Con-
forme. O olllcial malor. Joaquim Pires
Machado Portella. Conforme. O secretario.
Thonjc Fornands Madeira de Castro.
TKADUt:CAO.
Noticia oficial.
Tendo o Commodore Brevre, comman-
dante em chefo das Torgas novaes de S. JI.
Britnica na costa occidental if frica, noti-
licsdo iifliciiiltii 'tite a este governo a sua 111-
tengSo de na conformidade dasordensdo
izoverno de S. M. para esseelTeito, eslabole-
Oer um rigoroso bloqueio do lodos os por-
tse lusa res, (exceutn ltndgry)na Co'ti
n e!S*snMgr t 1 1
los em ftlballtcre lie luiposslvel; ser-me-lna
absolutamente preciso confiar esle segredo aos
criados, e nao tenbo bastante certea da aua
diicricao para com.netter uma imprudencia ie-
uielii ante islo serla arriscar tu I 1.
Coinprehendo-o, Mr. Fernando, mas o
que faser ento?
Ileceberei alien luiente a Joo e sua mal
como amigos que veem passar em minha casa
algum lempo uo campo, tiles loiuaro s-
menle um nome falso.
A' [11 limara vista, Mr. Fernando, esta me-
dida parece imprudente ; mis no rundo, jul-
go-a sabia ; Vine, deve ser conbecido no palt
como realista ; nlngueui vira sua caa procu-
rar conspiradores republicanos.
E, melhor anda,disse eu Interrompendo
a Charpeulier,se madama Raymundo nao re-
pugnasse a eitaldela ; e aflinde desviar com-
pletamente ai suspeilas, ella tomarla nao s um
nome supposlo, mas uin titulo... condessa ou
narquezi... ;eat... Ira mais longe,aocres-
ceniel eu refleclindo, porque, se acreditan!
que Joo rugi com sua ini, os avlsbs de vi-
glllancla serio dados nene sentido...
Sem duvida, Mr. Fernando, porque sbe-
se que a mal t o filho nao and.uu quasl seno
juntos.
Orinis, devo dizer-Ihe, apesar do isolamento
de miuha habitacio, aabe se sempre em Chaiu-
Dly, e por Cliambly eos Cbleaurous, que se
Sassa em miaba cata, ou pelos criados que vo
Ideia, ou pelos foruccedores. emiliu, pelos
que vo e vollam. Ora, le noi arrebaldes se
e.palhasic o ruido que o marquez e a marqoera
de Berleuil, acoinpanhadoi de seu fllho (digo
O IdiotaOs Srs. CuimarSes.
Frederico Amoedo.
Attianasio Semia.
Tony -Jorge.
ManriqueSanta Roza.
O.carCosta.
RantzanTelies.
Um magistradoMello-
Umonicial-N. N,
A duqueza -As Sras. I). Soledade.
GuilherminiLeopoldina.
AmeliaCarolina.
Marina (Woirrugj-Luiza.
Convidados, creados &. &.
, O espeticulo comegar s 8 boras, e ns bi-
lletes estarSo a venda terga e quarta-feira
no thealro.
I'ulilicai-ts Iliterarias.
ELEMENTOS
DE
Uomirvp ithia.
Sabio a luz a segunda parte desta obra
composta pelo professor homceopatha Gos-
set 1:1 nuil!. Recebem-se assignaturas para
a obra inteiraa (,000 rs., no consultorio
homceopathico da ra das Cruzes n. 28. De-
pois da ptil>! cacao du 101 ce ira parte, o pre-
go ser olevado a 8,000 rs, para aquellos
que au liverem aseignado. No mesmo con-
sultorio, acha-se a venda ludo quanto he
necessario para o estudoea pratica da ho-
mceopathia, como seja : livros impressos
para historias de doentes, regimens apro-
priados para a provincia de Pernambuco, e
encarregi-s e de mandar furnecer qualquer
iiciiinniou 1,1 de medicamentos bomceopa-
thicos, tanto avulsos como em caixas, em
glbulos como em tinturas.
No prelo : Vaihogenetia dos medicamen
tos brasileiros.
Mementos de anatomae phitiolonia com es-
tampas, paraos curiosos em bomceopathia
Roga-se aos seobores assigoanlea o ob-
sequio de mandar receber seus exompla-
res no consultorio bomceopathico da ra
da Cruzes n. 28.
TRATAMENTO HOA1EO-
PATB1CO. .
DAS MOLESTIAS VEaESEtS,
e conselhos aos doentes para se curaren) a
^mt*mm'mmmi*mamiwmmtmiwmswt*
Herieuil como dira qualquer oulronomc ) es-
tavam nesle mouicnto em casa de Mr Duplea-
sis, onde devem passar algum lempo, que re-
11,11 terla lito com madama Raymundo e sea
filho, fugindo aos rigorea da jusiica? Nao des-
concertara isto todas as suspeilas .'
A ideia he excellcute, Mr. Fernando ; s o
que nao vejo he quem havia de ser o marquez
em quesio ?
Vmc., Mr. Cbarpentler... se madama Ray-
mundo o consentir ;no he osenbor dedicadoa
ella e aos seus de corpo e alma ?
E bastante dedicado para pastar por in.ir-
?ucs, se tlvessc oar disto... Mas observe, Mr.
ci 11 ni I 1. ainda que ludo Islo nao seja divert
ment, nn psso empcdlr-mc de pensar que
I iri 1 uma figura galante.... ouvlndo chamaron
me : marques.
ai mesmo, lem precisaren) de medico;
pelo profesior homceopatha
Gostet-BImont.
Sabio 1 lu e acha-se a venda do consul-
torio homceopathico da ra das Cruzes n.
2. pelo prego da 1,000 rs. ______
Avisos martimos.
Paru o Acaracu' e Cear auhe
em poucos dias o patacho Euterpe,
recebe carga para os dous Furtos a
fretes coinmodos : trata-se na ra
do Apullo arraasem n. i4, ou na
ra da Cruz,n. 33. com Luiz Jos
de S Araujo.
O brigue brasileiro Vence-
dor, segu paro o Rio de Janeiro,
na quinta feira, 19 do corrate, os
senhores que tem escravos a em-
barcar, queiram mandar os conhe-
cimentos no escriptorio dos con-
signatarios iNovaes ScCompanhia,
na ra do Trapiche n. .Vi.
Para a Baha, sahe em pon-
eos dias, a veleira escuna Tenta-
dora : para o resto di carga e pas-
sageiros, trata-se com o capitSo ,
na praca do Commercio, ou com
Novaes & Companhia, na ra do
Trapiche n. 34.
Para o Porto
Seguir com muita brevidado a baroa por-
tugueza Roa-Viagem, capitSo Antonio Fer-
reira l.'ile Jnior, lem bons comuiodos para
passageiros e carga : trata-so na ra do Vi-
gario n. 11, ou com o capitSo na praga.
Para Lisboa.
0 brigue portuguez S. Domingos forrado
e pregado decobie deque he caidlDo Ma-
noel Gongalves Vianna, recebe carga e pas-
sageiros aos quaes otTerece bons commodos:
a iratar com o referido capito da Praga, ou
com o consignataiio Joaquim Kerreira Mon-
des Guimares na ra da Cruz u. 57 segun-
do andar. ,
Para o Ro de Janeiro.
Sahe mpreterivelmente no da 21 do cor-
rente, o patacho brasileiro S. Jos America-
no, ainda recebe alguma carga miuda e es-
cravos a frete : a tratar com o consignatario
Manoel Alvos Guerra Jnior, na ra da Cruz
n. 40, ou com o capitSo Thomaz Pereira
Lagos.
-.Par o Rio de Janeiro o patacho nacional
Valente sai no lim da presente semana, para
o resto de carga, escravos a frete, e passa-
geiros para os quaes tem bons commodos:
trata-se com o capitSo Francisco Nicolao de
Araujo na praga do commercio ou com os
consignatarios Novaes & Companhia na ra
do Trapixe j).j*.
JLeiloe.s.
O correlur Oliveira, far leilSo, por
ordem do Sr. Dr. juiz do commercio, a re-
queriinoato de Oliveira, IrmSos & Compa-
nhia, e em presenga de Gustavo II. l'neger,
curulor fiscal da massa fallida de Leopoldo
Jos da Costa Araujo, de um carregador de
farinha de mandioca, du muito boa quallda-
de, chegada ha poucos dias de Santa Catha-
rins, pelo navio Destino: os prelendentes
podem ,nit'ci[i idamente ciamina-lo abordo
do dito navio, assim como no dia do leilSo,
que se patontear a amostra ; quarta-feira,
18 do correle, as 10 huras da mangSa, na
porta da assossiagSo commercial.
Miii r, mus A Companhia, como nSo
podessetn linalisar o seu leilSo de todos os
objectos do sua loja, na ra Nova n. 6, con-
tinan) a fazer por intervengSo do correlor
.Miguel Carneiro, nos dias 18 e 20 do corren-
te. as 11 horas da inanhaa.
L_ .. i---------L .itssssjaa-aVajMis^B
Avisos diversos.
Caridade sem limites,Scien-
cia sem privilegio.
Francisco de Paula Carneiro
LeSo, reside no aterro da Boa Vis-
ta d. 16, onde olTerece-se para
curar homeopticamente as se-
guintes cafermidades e nao cu-
rando nao tem direito a nenhum
pagamento sendo chamado lojo
no principio da molestia e nao
tomando o doenle nenhum medi-
camento alopalhico e mesmo ca-
seiro. Ferimentos de bala, ou de
quaesquer outros instrumentos ;
grandes quedas ou pancadas por
niaiores que sejam, respirando a-
intla o paciente ; plerizes, os mais
agudos e violentos febre amarel-
la, desenteria sangunea, bexigas,
sai-ampo, e sarnas inda as mais in-
tensas e rebeldes, erisypellas, to-
da molestia venrea esypblytica ;
bobas, seja de que carcter loiein;
ibeumatismos agudos, e emgeral
todas as mais enfermidades cm
tempo que possam ser curadas.
Prerisa-se de um caixeiro, que teoha
pralica de loja de miudezas; oque tenha
boa letra : a tratar na ra da Cadeia do Re-
cifo. loja de miulezas n. 7.
Ah Dos doco! bem o sel, ludo isto he
bem slngulsr ; mas pode salvar a Joao, sua mal
e a Vmc., de um mao passo.e dar a este pobre
e honrado amigo o lempo de curar-se. Pensa-
ri .uns enlSo cm oulra cousa, ae fosse preciso
quanto ao presente, o importante be arrancar
JoSo dos perigoi e i fatigas da vida de uin
proscripto ; para elle he ja um milagre o ter
podido chegar at aqu sem estorvo. Aprovel-
temos pois, e por todos os meios posslvefs, es-
ta boa fortuna. Donis, cumulte coin madama
Raymundo ; o seu excelleute espirito e o seu
amor para coin Joo dictarn a sua conduela ;
mas convem dar preasaa isso, e ao meu ver eis
aqui a marcha que ae deve seguir : sao quairo
boras : em vlnle minutos estis em Ctamblv.
Multo bem l
Apeiasies-vs saui duvida na eiujbgciii --
Cruz-Hranca?
SI, Mr. Fernando.
Voltc para l, d parte de meu projecto a
madama Raymundo e a Joan.,. Se elles Ihe dcs-
cobrirem algum inconveniente ou alguma uia-
ihiie i^:.in, volle aqu onde o eapeao dentro de
hora e mela, e ento deliberaremos ; se, pelo
contrario, o nao vir vollar, be porque Joo c
sua ini acellam, e em seis a sele horas, vou
decididamente a Cbambly, buscar cm minha
carruagem o marquez e a niarqueza de berte-
nil c seu ilho, e o trago para minba casa. Cu
me encarrego de motivar, aos olbos de ininba
inulher c doa ineus criados, o que esla chegada
inesperada poderiater de singular. Al^'n dlsso
convencionaremos com Joo e sua mar, sobre
o que deveinos Taztr, durante o trajelo de
Cbambly minba casa.
Vmc. he um coracao honrado ebom, Mr.
Fernando,... dlsse-inc Cbarpentler apenndo-
me as mos com emocao Voito a Chambly....
Est convencionado! se dentro de uma hora, ou
urna hora e um quarlo, quando multo, nao me
vir ebegar, be porque madama Rajinundo acei-
ta o que Ihe proproe.
E ento dentro deaels a tete horai, conle
comigo.
E Charpeulier apartou-se rpidamente.
lCordin*ar-H-K*.)
.1.



"
Roga-se ao 3r. Manoel de
Souza LeSo, senhor do engenho
Zuuabi do Porto Calvo, que man-
de pagar os \\i,8oo rs., restante
dasua lettra vencida em ao de fe
vereiro de 1846! .' no aterro da
.JJoa Vista n. 10; e lembra-se a es-
te honrado senhor, que as raes
pramessas com que lem retido
seis annos o dinheiro alheio em
sua n5o, hSo de ter fin algum dia.
Qbacharel Witruvlo transrerio su
residencia para 1 ra do Itangel, sobrado d.
71, onde poder ser procurado.
Ocoiinheiro portuguei, que annun-
ciou querer ser empregado : dinja-se a ra
da C.i ii-ia do Recife, aobrado u. 14.
Na fabrica de charutos do aterro da
Boa Vista n. 77, contigua matriz, admit-
tem-se offlciaes de cliaruteiro.
Joflo Jos Lopes embarca para o Rio de
Janeiro, o seu escravo de Angola, da nome
Joflo.
O Sr. 1.ni/, de Franca de liveira Lima
ti'in urna oarla na ra das Gruies n. 63.
-Preciti-st alujar urna escravs para o
sorvico de u trarossa do Sarapatel n. 1 aegundo andar
O abaixo assignado morador em seu
engenho Varente da commarca do Bonito
avisa ao publico, para que pnssoa alguma
compre ou contrate negocio algn com Joa-
quim Jos Franja, relativamente aos trea
escravos aegulntes: SemiBo,crioulo, de ida-
de*35 annos, baixo, reforjado do corpo, ca-
ra larga, nariz chalo, de pouca barba, e falla
descansado, Mara, crioula, da mesraa ida-
de e falla latinosa, mulher do dito ; e nutra
negra, de nome Mara do idade de 30 anuos,
de cor fulla, corpo secco, crioula, e tem aa
mos foveiraa.sendo esta de um ir.eu parante,
os quaes escravos o dito Franja carr^gou de
meu engenho na noltede 13 dejaenirodo
correute auno de 1852, e juntamente um
quartio castanlio capado comate ferro M ,
e com cangalha.o qual he de um meu
filho; por tanto pego a qualquer pessoa,
que souber dos ditos escravos a a prehen-
s.in dos mesmos, mandandu-os levar ao
meu engenho que ser lien recompensa-
do. ~ Antonio Correa Pessoa de Mello.
B-se de 5/ a 50/ 1 s. a premio com
-- Deseja-se saber se nesta cidade, ou em -- __
oulra qualquer parle, existe Antonio An- penhores de ouro e prata, rebalem-se
tunes da Silva, natural da cidada do Porto,
que veio para esta, ha 10 annos, e sua fami-
lia nSo tem lido noticias delle, e para ne-
-- Aluga-se un sobrado na rut Imperial
n. 39, ile um andar, a dods sotSos, com rom-
modos para graiide familia; terrajo, quinll
e cacimba, os pretndanles dlrijam-so a ra
das Cruzes n. 38, tercelro andar, Junto a
padaria.
-- Precisa-se de quatro a seis pretos cap-
livos para trabalhar em um silio perto da
praga, don lo-so o sustento a rdupa propria
para o sorvigo de campo : os pretndanles
dirijsm-se ao Passeio publico, loja n. 13.
- Jos da Silva l.oyo embarca para o
Rio de Janeiro a sua escrava de nome Ma-
riana, creoula.
- Roga-se ao sr. F. S. G. C. o favor de
mandar pagar a quantia de 31,680 rs. que
Smc. dove ao seu sapateiro ha maisde seis
metes, e sonSo quizer ver o seu honrado
nome por extenso nrsta folha, sera melhor
que mande logo pagar pelo que se Indicar
obrigado.
- Joaqulm Jos Gdedes Pinto exporta
para o Rio de Janeiro osseusecravos, Po-
licarpia Filippe, Sabino, Regenardo, JSo
da Malta, Anecleta, todos creoulos, o Joilo
pardo.
Alugam-se por todo e qualqder pre.co.os
rmaseos que servirBo, para a venda do ca-
pim mn frenlo.da praga, nfio se olha a prego,
dando o alugador seguranza, aos alugUeis
trala-se com o Sr. Pimeulei em um dos
3
mam
horas da tarde a portl da casada residencia 30, primeiro andar, onde continna a enca-f Logo que cbegue o vaporS. Salvadr-
doSr. Dr. juiz de orfBol sari arrematada Jdernar, e espera a mesma considerajSo el dos portos do norto, o comroandsnte C00S
por vendas casa da Ra Nova ti. 46, parten-,1 favor que semprelem recebido. Ah vendH I linho, compra escravos creoulos : quemoi
cente ao casal do Hundo Jos Ramos de Oli-J livros tanto dedireitocomode bellas letlrSsItiver para vender, pdedirigir-se a ra do
velrSi para pagamento dos respectivos lega-se linguas, msiime a latina de que tem um [Crespo, loja n. 3.
dos. Mea ultima praga e a legatarl, a favor Jcoaiplelosortimenlo,lrQca e compra todo el --Compra-so um escravo crioulo ou de
da qual pezava sobre a mencionada casa]qualquer livro com tanto que uBo Ihefaltem I Angula, de idade de 16a 30 annos, que faga
tullase um para vender lano em porcSojo servigo de urna casa, e que emenda algu-
como a retalho cartas de A. B. C, laboadas, I ma cousa do cosinha : na praca daIndepen-
carlilhas cathecisnios de differentes edijOes I c'a na. 21, 26, e 28.____________________
e piejos, verdado aos meninos, sinopses, I ajajatJMBHaaMMPwaaaaaaaaaMaaajpjggajajajjaaaaa
Fleury, deveres dus liomens, apudautas.r V eilllil.
procurages bastantes, rollos para parra-
ras de vinho, e livros, letras, conhecimen-
los, follinhas de lembranjas, edijSo de Pa-
rs, traslados, livroffem branco etc.
dos dos senhores olllciaes da terceira e
quarla clssse somonte : em a loja de ouri-, mesmosarmazens.
ves da ra do Queimado o, 36 se dir quem -- Jernimo Scasso remelle para o ido
gocio de seu inleresse: rogase a quem del- faz este negocio. 1 '"iro os sous escravos de nome Filip-
le tiver noticia, dirigir-ss a ra de S. Amaro Precisa-se de olllciaes de cliaruteiro : pe e Miguel. mharca
n. 8, para saber-se o que ha a respeito. na ra da Cloria n. 27. I Manoel Francisco feArMdiV*'
' v m_ Ln^-inrunnn Coorge l'atchelt, faz constar que a sua pira o Rio de Jaueuo o seu escravo de no-
OOOOQQOOC OOO <>OOCW scllllora M.ry.annPatchetl, subdita ingle-, me Pedro.
O Segeiro. 9 'za,fa urna viagem a Europa, levando urna | -- J. B. da Fonceca Jnior embarca para
O ,.,___....Mimiaraabon- X criada em sua companhia de nome Elisa- o Rio de J.neiro norordem de sua senhora
Alberto Prevost segeiro tem a bon- .
.-____....!. I ,.ll.lt l.'ll.IlfVl ^^
9
da onde' as pessoas que do seu O
prestimo precisaron!, o acharBo secu-
' pre"pro"ipYo" para servil-as com bre- Q
O Tillado e prejo commodo. Omesmo O encnrrega-se de qualquer conceito Q
q tendente ao sen olueio. 3
oooooooooo ?
lima pessoa livre, e que tem servido
por militas vezes de criado, offorece-so a
belti Cauwell. ,oa Francisco Floreiicio.de Caruaru, es-
J0S0 Jos da Cruz, embarca para fra cravo d neme Kilippo.
da provincia, a sua escrava de nome Marco- Desappareceo da ra do atierro da
lina creoula. Il0i Vlsla "lna DBit' lazan, pequea, de
--'a casa terrea n. 37, cita na ra do Fa- frente aberta, as dinas uui pouco mala cla-
gundes, hujoSanta Rila, perlence a Case- ras que a cauda, as ponas das oiclliaa cor-
unto dos Reis Gomes, est justa por vonda : tadas, leudo de um lado da anca o ierro \,
quem a mesma se julgar com slgum direito e o mesmo na pt do outro lado, e tamben!
annuncie no prazo de tres dias. este outro MB has partes oppoltas. as que
Aluga-se urna eacrava bem moja, re- tem o primeiro eslava com canftalhas, etn
colhiJa, que faz todo o servigo interno de cujo cabejote linliam duas cordas serundo
una casa, e propria para an lar com crian- de estribo: quom o pegar queira leva-lo
jas quo para isso tem muito uso : Da-so ao engenho Forno de Cal, ou annuncie por
or' prejo mnis commodo a quem alianjar este Uiario que alem dse pagarem toda
_______1.__>>Ja .1 atai .I ..... ... aaaa laula m nanto ra
qualquer senhor para se servir de sua Pro" j i a miriJar ft ra : no tercelro andar da as despezas, se recompensar
li-so, asseverando quo senBo dar nial com |ojsi||>M rus 0 collegio. O bacharel Ignacio Joaguim de Souza
os seus servijos : quem do seu presumo se 1 ^ ^^ a5 Jo correnll,) j0 9er rrema- Le3o, embarca para o Rio de Janeiro sua
quizer utilisar, dinja-sa a ra Vellia, ira- udos r unl an0 porta do lllm. Sr. Dr. escrava donme Luiza.
vessa da ra da Alegra, nos lunnos ua ven- j z dosorfiM og predios seguintes 1 a casa Aluga-se a casa de sobrado de Um an-
da, sita no mesmo lugar, a qualquer ora ,, boc.co dos Quarteisu. 29, avalia- dar com solio e trapeira da ra de Santa
dodin. ... ____da^m 8.000 rs annuaes ; oulra na ra do Rita n. U : quem preleoder falle na ra Di- a excepto de alguna que ja foram arrema-
96.000 rs. ; oulra reita n. 35. tados. ___
\S Precisa-se alugsr um molquo para o' Acha-se fav inlia nova de SSbF, (de ra-
in servijo interno de urna casa cslrangeira^inha) para vender, nos armazens de pea-
um Obs, ja concordo, |un(ampnte com o
tutor dos niMos diquelle casal e com o
doutor curador goral, que seinelhaiile milis
passasae para outro predio da maisa in-
ventsrilda epartilhSda. Est pois o predio
livre e desemharajado, e pela sua locallda-
de deve da excitar a vonta le dos licitantes.
Gouveia & Leite, exporta para o Rio
dn Janeiro, o escravo boa ventura, cabra, de
18 annos de idade, por ordem da seu pro-
primario Manoel da Molta'Silveira, morador
em Nazareth.
-- Na ra Nova, loja n. 60 precisa-se de
ofllciaes de alfaiate, para obras miudas.
OfTerece-s ums ama para a casa de ho-
rnero soltelro, que cosihha e emgomma: na
ra do Fogo n. 47,
Anda est rugido o preto Joo Coian-
na, najSo congo, de altura regular, peruas
arqueadas, denles limados, pouca barba
e cunaervt-a grande no queixo inferior:
quem o aprehender lave-o a fun'dijflo da
Aurora, ou ao deposito da mesma, na ra
do Brutn.
Antonio Ferreira da Costa Brsga,tendo
cohtas, e letras de alguns Srs. que tem dei-
xado de pagar, una por amisade, e outros
por relaxajOes, tanto pela parle dos seus
cobradores, como dos devedores, roga pelo
prezente, aos mesmos Srs. de virem quanlo
antes pagarem seus dobilos, na ra Nova n,
38, a8segurando toda a cotiLcmplajflo nos
juros; e se assim o nSo (lzerecn passarBo.a se-
ren demandados, o quesera urna vergouha
para ossonhores devedores, alem dos abu-
sos cometidos alguns al 15 annos.
Engomma-se com perfeijBo e por pre-
jo commodo, ropa, tanto de homem, como
de senhora : na ra da Roda, loja do sbra-
lo ti. 17.
Na primeira auJiencia do lllm. Sr. Dr.
juiz dos feitos da fazenda,so hBo de arrema-
tar os seguiotes objectos : um engenho de-
nominado llarbalbo na freguesia da comar-
ca do Cabo, com todas as suas terrss, mal-
tas e logradores, casas do engenho, do vi-
venda e de purgar, com 30 furos e 3 balcOes
grandes, senzalla para pretos, 1 muen la, *
tacllas e um parol de caldos, ludo da ferro,
e oulros objectos avallados em 38.000,000 rs.
n da mesma forma vflo a praja os b:ns an-
uunciados em o Diario dt Pernam&uco do 26,
27 e 28, de novembro do anno p. pussndo,

Na Boa V
ti. 61, precisa
vljo interno de urna casa.
i ; A'kmim 'da em 48,000 rs annuaes;
Uto, na ra .la caxa, dAgoa Aragaoll9, avallad, em a
sc da urna mulher para o sor- ^ l8ravesja'do Quijdu t|
avahada em 8
33, avaliada
contra Jos da Silva Braga e sua mulher \5Sl^^W^I^^9^'^'f^' b&> recebeu um variado SCrti-
- Roga-se ao Sr. Victorino An'<>Mr- sir pe|a vergonha de serem chamados a jui- j lUterarias aue vi-
lint, que declare a sua morada, poi id seja- J-^ Jo d(j g d,if ment de obras Iliterarias, que vi
sefallararespeitodocabnnna uanoei. .. Aluaa-se o segundo andar do sobrado eram augmentar a colCC9ao que
^sMKaBsa t^^^rz'Siast ^^^o?ipor 6oo}va0ir
ra da Palma n. i. : mero 25 mes; e sendo talvez ignora a ge-
- O abaixo assignado estando malinr __ |>recjaa.se do uma peSsoa que queira ramente a existencia de urna ins-
e que necessaria-
niira prolicuos resul-
cao de quem pertender associar-se
- Arrenda-se um engenho distante dcsta t3 no|,re fim tambem faz
seu credilo pata com o publico. i iee0as. com mullas boas torras de- 1'*'" la" "u",c >
iMomedeArajo. JgJ ,90' ^c'e cado*. muente e correte, -''----------- h.hliol^a
- O Sr. morador da ra do Amparo da ?""'_ .'. .. '.ar. om nue e II-
i .^_..>B. i..n rf rosta I loor i- "" rectaa-se uo uma |ic=ju H"" ,-- ramenle i eSlSlO
mado, emcomooSr. JoBodaCosianoura plantar de .,
do. recebeu dmhe.ro par> PaglMlM urna ".JJ um,Vando baixae titubo tao lltll, i
}^.ilE&t!i&lffitm\iri&r**** ciJ,,d,'; .ssi'." l>mbemum mente produzir
ran te
como
o dito ii ...ni
nheiro, e pede desculpa ao mesno de o ter o jei
ollonlido nesta psrte restitumdo assim o|u- "
>m o publico.
Jos Jaeome de Araujo.
cidado do Olinda, que no dia 21 de outubro
do anno p. p., pedio ni padaria do Varadou-
ro da mesma cidade, 50,000 rs. empresta-
dos, por poucos das dizendo quo era em
quanlo recebia certo ordenado deutnom-
pregado do mato, e at o presente nao tem
paiio : qicira o fazer no praso da 3 dias, se
no quizer ver o seu nome por exlenso ties-
ta folha.
Jos Thomaz de Campos Quiresma,
tndo seguido viagem para o Rio de Janeiro
som que lhe fosse possivel pela rapidez da
mesma dispedir-se pessoalmente de seus
amigos, toma a liherdade de o fazer pelo
presente, promettendo-lhes estar de volts
em pouco lempo, e sempre promplo ao seu
servijo.
No dis 17 do corrente mez de fevereiro
desappareceu dd silio da Trempo, sobrado
ti. i, urna prcta de nome Joaquina, nacflo
benguela, de idade 40 annos pouco maisou
menos; boa altura, bem feila de corpo, fala
lino e baixo; tem uma cicatriz no pescojo ao
p do queixo que parece de alporcas, mas
rol de fogo; tem varios pannos pelo rosto e
na testa; levou saia branca com baba-
dos por baixo.camisa de madapoIBo abor-
ta de renda no talho, vou do serlBo e foi
aqui vendida ha um mez; sahio com-
prar leite na Soledade, levando para elle 200
rs. em dinheiro eum lu hete; desconfla-se
quesetenlia eiicaminhado para os portos
do Beberibe, cidade de Olioda ou Casa For-
te : pede-se a todas as autoridades policiaes
tanto da praja como de fra, e pessoas do
povo que a encontrar aprendan oconluzam
ao dito sitio cima, ou no Recife, na ra da
Cadeia, defronte do beeco largo n. 25, que
sarao generosamente pagos do seu traha-
lho.
Ausenlou-se no dia 16 do corrente o
prelo Francisco (este so d pelo nome de
XicoJ de najBo henguola; representa ter 40
annos de idade ; alto e roslo compndo;tesla
larga c entrando nos cantos para o centro
da cabeja; olhos vesgalhudos e a vista.bas-
tante estacada; falla meia emharajada; lem
o andar descanjado e levanta mais a perna
esquerda quanrio delta a passada; levou ca-
misa ecalja comprida e lavada, de algodBo
trancado da llahia, e chapeo preto bastante
isado : roga-se a lodas as autoridades, tanto
joliciaes como de campo o favor de apre-
lerrter o dito escravo, e enlregarem-no na
ua larga do Rosario n. 18, que atu se gran-
eara generosamente o trabalho.
Jos Antonio deSouza MachaJoembar-
\ para o Rio de Janeiro as suas escravas de
me Dellina, creoula, Joaquina do gento
d Angola, de idado pouco mais ou menos
3nnos. .
-Acha-se fugido des le o da li do corren-
te escravo preto de nome Gaetano que tem
oeguintes signaos; altura legular, pernas
ui pouco arquiados para dentro, tem as
felces mal parecidas, e entorta os olhos,
lid tm barba, he cosinbeiro, levou calja e
caiisa de algodBo branco, llgura ter vinte
anus pouco maisou menos; deve achar-se
na iraca o por rsso roga-se a pessoa que o
posa pegar, o leve a ra da Cruz lo Itscifa
n. O armasen), onde sera gratificada conve-
nitntemeule. .... _
- OSr. J. C. F., queira dingir-se a ra
No\a n. 55, a negocio que nSo ignora.
- O Sr. Vicente Ferreira do souza, quer-
r dlrigir-se a roa Nova n. 55, a negocie que
nSo ignora.
- Pieciaa-se alugar uma ama torra ou
captiva, quesaiba cosinhar e engommar,
para uma casa de familia de 3 pessoas; paga-
se bem : na ruado Pillar em Fra de Por-
tas, loja de lazendas.
precisa-se de am amasador, e psga-se
bem : > tratar no Apipuco, padaria do ri-
to, ou H ra Direita a. M.
pi ,n..i
jOes,e cercado
vende-se na mes.na o'ccasiBo em que se II- os |y
zeroarrendamento, alguns escravos, safra
criada, boiada muilo bi, carros ele. e lo- C
dos os mais utencilios inherentes, e necossa
rios para aconlinuajao do mesmo estaba
lecimento : a tratar no primeiro andar
alieno da B0-Vista.n. 43.
JooDoyle, sudito britannico faz uma ft f" Thiers LafuentC e va-
viagemas povincias do Norte deste lm- llerculano, >MmMnmwd va
pero. 'nos; Historia Natural, Litteratu-
aviso satisfactorio Mithologia, Hhilosophia, Poe-
0 abaixo assignado, agente do Dr. Bran- "> r...
dreth, faz Miento ao respeitave publico, sia, J'olitica, Khetonca e fcloquen-
que pelo brigue americano James Crosby ca i\0inanses, principalmente de
vindo de Roslon entrado no correlo mez, iv._.__ .,i;0 C.am Sum-
recabounovoprovimenlode pilulas vege- >ue, Dumas, JOlllie e Georg NM|
taes de seu propno autor; estas celebres pi- Tachigraphia, Theatro, 1 heologia
cao de quem pertender associar-se
para tao nobre fim, tambem faz
publico que tem na sua biblioteca
i livros que pertencem a seguinte ra
assi(icaco; Biographia, Clironi-ius
sa" cai. Commercio. Diccionarios, E-casa de sua residencia na ruado Rozario
)e-, ,, .... | /i i larga n.30,para os poderlincaremn.de seus
do'conomia Poltica, l'ilologia, Geo- c|l*ntes.
graphia, Historia, porAlexandre
grande sortlmenlo de pejss de seda ede pa-
panninho para cubrir os chapeos de Sol ja
usado.tambem concerta os ditlos pool prejo
mas couimoJo do que em oulra qualquer
e parle com luda |.rotnptid8o,
Tinturara franceza, no aterro da
Boa Vistan. 17.
Tinge-se toda e qualquer fazenda de IBa,
algodBo, seda e linho, tanto em obras como
em pejas e com muilo asseio ; assim como
sa aliinpam casacas o nutra qualquer ropa
de pao, que livor noJoaa, pondo-ae como
novas e por prejos commodos.
O cirurgiSo Bernardo Pereira do Carmo
faz sciente as pessoas que a lempos lhe fa-
i,i' -i-11 a mesmoa quem cunviar e quizer.pa-
ra por meio de um ajuste razoavel, os tratar
nnualmente das molestias que possam ap
recer, que tenhain a bondade de virem
lulas lio recoinmendadas por mudares de
pessoas a quem ellas lem curado de phlisi-
ca, influencia, catarros, indigestos, dis-
pepsia, dores do cabeja, .lores ou pezo na
nuca, quo gcralmeule sSo simptomas de
apoplexia, ictericia, febres iutermitenlas,
lullis, escarlatinas, febre amarella, e toda a
classe do febres, asma, gota, rheumaiismo,
enfermidades nervosas, dores no Hgado,
pleuresa, debilidade interior, abatimeoto
de espirito, roturas, iullammajes, incha-
jes dos olhos, accidentes, paralisia, hidro-
pesa, bexiga, sarampo; enfermidades dos
meninos, losse de toda a classe, clicas, co-
Iera-m'orbus, dor de pedra, lombrigas, de-
sinleria, surdez,vagados de cabeja orisipel-,
la, ulceras algulas de 30 annos, cancros, tu-
mores, inchs^es nos ps e pernas, slmorei
mas, errupjBo de pelle, sonhos horriveis,
pezadellos ; toda a qualidade de doros e
molestias de mulliores, como obstruejes,
relachajes etc. etc. ; heum medicamento
iiitoiramente inoflencivo, podendo applicar-
sealas creanjas rescomnacidas; ltima-
mente se lem applicado, a uma enfarmida-
dede molestias julgadas encuraveis, de cu-
ja applicajBo se lem lirado tflo felizes resul-
lados que parece cada vez mais resolvido o
problema de um remojio universal : ven-
dem-se com 0 seu redituado, t.a ra da
Cadeia-Velha n. 61, botica de Vicente Jos
de Brito.- _
*##** *i^ ai|}tsJs?;fc
ja Paulo tlalgnoujc, enusta m
fiancez,oft*crecc sen prest- aj
e Gulio, Viagens. He permittida
a sabida de livrosfjMwra leitura ex-
terna excepcSo das obras de con-
sulta, conforme determina o regu-
lamento de leitura. Alm dos li-
vros eopecificados tem os se-
gu n tes :
Jornaes Iliterarios,polticos e com-
merciaes.
AOS DENTES.
-- J. A. S. Jane deutista, tem a honra de
avisar ao respeitave publico, que se acha
rezidindo na ra Nova n. 19 primeiro an-
dar, aonde estar semprn prompto a qual-
quer chamado, desde s 9 horas da manhBa
al as 4 da tarde; o anuunciante encherta
de um a todos os denles, que por isso lem
um completo surtimento de denles artifi-
ciis, incorrutiveis e de porcelana,mui de-
licados e do ultimo gosto ; etoJos os mais
accessorios tendentes a sua profijBo, asse-
verando a todas as pessoas que se quizerem
utilizar do seu presumo que nSo exige pa-
ga alguma, oBo Meando os denles bem pos-
tos que oBose possa deferenjar dos proprios
o ,li.ie-, e podendo-se masligar com os
mesmos toda e qualquer comida sem sentir
a menor dor ncui ter receiode os quebrar;
larnbem chumbaos dontes oaturaos fura-
dos da caria com ouro, prata e melal bran-
co, preveninJo astim a conlinuajSoda ca-
ria, dores emosrao evitando por isso a for-
ma de passar a caria dos denles Airados para
os outros sBus ; tambem tira pedras ou ca-
rias dos denles em geral, que tanto os dam-
da bocea,
BOWMAN & MC. CALI.UM, engenlieio
ros machinistss e fundidores de ferro mui
re8peitosamente snnunciam aos Senhores
proprietanos doengenhos, fazendeiros, mi-
Mi-ii,is, negociantes, fabricantes e ao res-
peitave publico, que o seu estabelecimento
de ferro movido por machina de vapor con-
tina em effeclivo exercicio, oseadla com-
pletamente montado com apparelhosda pri-
meira qualidade para a perfeita confecjSo
das maiores pejas de machinismo.
Habilitados para emprehonder quaesquer
obras da sua arle, Bowman & Me. Callum
desejam mais particularmente chamar a
attenjBo publica para a sseguintes, por
i'iein dellasgrande sortiniento j proinpta,
as quaes construidas na sua fabrica pdem
competir com as fabricadas em paiz es-
trangeiro, tanto em prejo como em qua-
lidade da materias primas e mSo d'obm
asabor:
Machinas devapor da melhorconstrucjito
Moendas de caima para engenhos de lo-
dos os i a maullos, movidas a vapor por agoa
ou animaos.
Rodas dagoa,moinhos de vento e serraas
Manejos independentes para cavallos.
Rodas dentadas.
Aguilhcs, bronzes e chumaceiras.
Cavilhes oparafusos de todos os tama-
itos.
Taixas,pares,crivose boceas de fornalha.
Moinhos de mandioca, movidos a alo ou
por auimaes, e prensas para a dita.
Chapas de fogBo e frnos de farinha.
Canos de ferro, torneiras de ferro e de
bronze.
Bombas para cacimba e de repuebo, mo-
vidas a tnBo, poranimaes ou vento.
Guindastes, guinchse macacos.
Prensas hydrauticas e de parafuso.
Ferragens para navios, carros e obras pu-
blicas.
Columnas, varandas, grades eportes.
Prensas de copiar carias e sellar.
Camas, carros de mSo e arados de ferros
etc ,etc.
Alm da superiorldade das suas obras, j
geralmente reconhecida, Bowman & Me.
Callum garanLem a mais exacta confotmi-
,l,i,le com os moldes e dezeohos remellados
pelos senhores que se dignarem. de fazero
Mies oncommendas, aproveitandoa occasiBe
para gradeccrem aos seus numerosos ami-
gos e freguezes a preferencia com que teem
sido por elles honrados, e asseguram-lhes
que nBo pouparBo esforjos e diligencia
paracmitiiiuarom a merecer sua conlianja
Imprensa, Diario de rernambu- nefica e coopera para omoaiuod
i _.l i <.,,,,,,,-r'in An Itin'.nBo sendo lirado: oannunciante
), Jornal do Commercio do "(, ueeMree,iu, .rof.solo ue
co, Jornal uo commercio uo ttjJttTmfrlmfi uesladua-
de Janeiro, Mercantil da lialna ,|... ,. oi muitos exemplos que lem dado
Diario do Governo de Portugal Inesso^lago lempo, sera quanlo basta para
Estandarte, KevolucSo de Setem-i .. n0 pateo da ribeira de S. Jos n. 15,
bro, NacSo, Peridico dos Pobres lava-seeeBgomm-se com perfeijflo e se-
do Porto, Semana, Atlieneu, Hai ..'precisa-se alugar dous moleques i aa
vista Universal Lisbonense, Kevis- ra da Cadeia n. 13.
ta Popular, Revista Militar, Se- Madama. Rosa Ilardy, modista
manarlo Fittoresco de Madrid, II- brasileira na ra Nova n. 34.
1 U .I.u liiuir.<"!< Pelo navio Havre recebeu um lido sorti-
lustracao espanliola, lliaitracao menl0 da8 ullBUg mod,a de ParjSi Bomo
Franceza. Estes peridicos sao re- sejam: chapeos de seda de todasascores
i_-, .__t.._.i.ol,iiiol para Sra. e para meninasde 7a 19 annos ;
cbidos regularmente no gabinete, ^apeMDbo^ radonOJ frBnzidos com ca-
pelos vapores da Europa e do bul pellas de flores e penachinhos, para meni-
0 mouinas de 6 mezes a 6 annos ; um
_? mpitOpaWeoP*r* ^0|o. ido imperio. Recife, 7 do.. ,surlimailt0 coa,mo d. chapos dep.ih.
-^orrej^^ 5|Agutlar secreta^ ^^TS^lf?^
m rila larga doRO**!, 11. 0, H Casa de coinrn,s93o de escravos. meroSi caboe0es da D|onj8 e de linho bor-
f Hegiiiido aiuinr.____________j Na roa Direita, sobrado de 3 ,dato, camisinhas bordadas,ricas locas de
4r-i A i,-rn iIk 1 fil de linho para Sra. ; maulas de blonda e
defronte do becco c a-|8,[(,pi,inolv|CII|,e||ls,riCl OSr.Bernardode Albuquer- andares,
aue Fernandes Gama, queira man-! Pedro n. 3, recebem-se escravos de flores, ricos cortes do seda branca lavra-
t ._**...** ij___...1..... ............^ mm d wniln-lda ; luvas de peltea etifeitadas, o molas de
n *..., ......-.. m|,nnan nara sp vende- da ; luvas de peltea enfeiladas, o meias de
dar pagara subsencao deste Diario, de ambos os sexos, para sevenae Md;bfl|ic 0 h demelhur em gosto e
^^jw a , afir af% I t artt*rt T t af% d P0r "" lraba,n0 mas do 1u
^^ II V I 41V 14 V III -i por cento, e sem se levar cousa
al''uni,i de commissao,
olTereeen-
Na Ra do Aragao, n. i2, se-'do'-se para isto toda a seguranca
gundo andar, copia-se com perfei- precisa para os ditos escravos.
cao qualquer papel em muito boa, a casa de educacoque par-
eltra e por preco commodo. | tcularmente dirige na cidade de
- Quem quizer comprar diversas obras Qi:ja 0 bacharel Jos LourCn-!8, de aJ Prla Pr ?" e re''0'Vl Tli.1
de orata de bom gosto dirija-se ra deS.|c"'"u?' .. do seda de cnanSa, ricos chapeos de palha
rteia vendan 18. CO Meira de Vasconcellos, tem ter- de montarla, e espartilhos : na mesma ca-
' ___1_____ -A -1 p __./ <____ .. I...,. .n..i;,l. ,u ....inonln v*tit da largura de 12 polegadas at uma ; gros
de aples prelo para vestido, mantas pro-
tas de blonde, ricos cabeceas de blonde pre-
to, transas de seda branca e de cores, para
enfeitar vestidos; um sorlimeoto de gros-
de naiioles de coras escolhidas, psra vestido
e capolinho, que se vendo a volitado ; fran-
jas e transas de cores, e prets, para os mes-
mos ; flores, penachinhos para tocas de
meninos, leques para Sra., luvas, de pelica
s
Papel paqoete proprio para cartas, no va- .-
por inglez, e obrtias proprtaa para o COH
mesmo ua ra da Cadeia do Recife n. W.
te ao respeitave publico que tem mudado
No dia 23 do crranle, pelas quatro a sua residencia para a ra do Collegio n.
C. Starr & Companbia,
Respeilosamente annunciam que no seu ex-
tenso estabelecimento em Santo Amaro,
continua a fabricar, rom' n malor perfeicBo
e prompIMBo, toda qualidade do machinis-
mo para o uso da agricultura, navaga;Bo e
manufactura, e que para malor commodo
de seus numerosos freguezes e do publico
em geral, tem aberio un um dos grandes
armazens do Sr. Mosquita na ra do Ihuui,
atraz do arsenal de marinha, um
Deposito de machinas,
construidas no dilo seu eslabelerimento.
All acharBo os compradores um comple-
to sorlimento de moendas de caima, com
todos os melhoiamentos (alguns delles no-
vos e originaos; de que a experiencia de
amitos anuos tem mostrado neci-ssidade.
Machinas de vapor de baixa e alta pres-
sSo, tachas de todo tamanho, tanto batidas,
como fundidas, carros de mSo, e ditos para
conduzir formas de assucar, machinas para
moer mandioca, prensas para dito, fornos
de ferro batido para farinha, arados de fer-
roda mais approvada construc^Jo, fundos
para alambiques, crivos e portas para for-
nalli.i-, i' urna iulinidado de obras do ferro,
que ser infadonho enumerar.
No mesmo deposito exisle uma pessoa lo-
telligenle e habilitada para receber todas as
encoiiimendas, etc. etc., que os aiinuncian-
tes, contando com s capaeidado de suas of-
linas e machinismo, e perioia da seus olll-
ciaes, se compromeltem a fazer executar,
com a maior presteza, perfeicBo, e exacta
conformidade com os modelos, ou dese-
nlies, o instrueces quo lhe forem forne-
cidas.
<9 CunSULTOKIO cbntbai HoMceoPiTHico t>
^ 111'. PSRNA.MBUCN. %S
af Derigia pelo Dr. Sabino Olegario lud- fe yero Pinko. Sf
4 Ra do Trapiche Novo n. 15. >
H Todos os dias uteis se darBo consultas (I
f e romedios de graca aos pobres,desde 0
* pela inanhB, ate as duas horas da tar- #
V de. As correspondencias e imforma- >'
a> (das poderBo ser dirigidas verbal- %>
r mente, ou por eseripto, devendo o V
t doente indicar primeiro: o nome, a at>
f idade, estado, prolissBo, e constitu-
aj (,-no ; segundo : as molestias, que tem *
a), lido, e os remedios tomados ; (rce- #
a ru : a poca do apparecimento da mo-
m leslia actual, edescnpgBo minuciosa, #
dos aignaesou symplotiias quesoffrer m
FOLH1INI1AS PARA i85a.
Vendem-se folbinhas de porta ,
de padre, e de algibeira de tres dif-
ferentes qualidades,sendo uma del-
tas com o almanak da cidade e pro-
vincia: vendem-se nicamente na
praca da Independencia n. 6 e 8]
Lotera do Rio de Janeiro.
Aos 20!ooo,ooo de rs.
Na loja de miudezas da praca da
Independencia n. /j, vendem-se bi-
Mieles intuiros, meios, quartos, oi-
tavos e vigsimos, a beneficio das
Casas de Caridade ; espera-se a
lista no primeiro vapor.
Vndese uma casa com sot.lo e muitos
commodos ; o grande quintil rom perto de
50pesde larangejras todas do boasqualida-
des ;e nutras fructas ; chaos proprios; ci-
ta na Soledade u. X.'., lo;o adianto do clia-
faris : quem a quizer ver, o examinar procu-
re a chave i,nil,lo lugar na venda da quina
que volts para a ruajjo JoBo da Barros.
-- Vonde-se agoa 'das cal las da rainha, O
melhor confu tu que lia para quem padece
molestias do eslomago.e Iteomalico.e outros
mais ; quem quizer dirija-sa a ra da Cruz
do llecife n. *6, armasom do Sr. Manoel Jo-
s Correia.
Vende-se missaes novos, quem quizer
comprar: dirija-se a ra da cacimba no lle-
cife, no armasem por baixo da casa onde
mora o falacido Vigario.
Brrelo.
Ilua do Cabug loja de miudozas do
Duarte vende-so ticos aparalhos de metal
principa para cha conlendo cafetoira, bulle,
assurareiro e leiteira, ludo por pre^o com-
modo.
Ra do Cabuga loja de miudezas do
Hilario vonde-se um aparelho de metal prin-
cipe para jantar, conlendo 6 duzias de fa-
cas com cabo de marli n e osgarfos lodosds
metal e 5 ti irisantes,duas conchas para tirar
temperos, e 2 duzias de colheres para sopa,
? colheres para arrs e para terrina, ludo
islo om duas caixas de madeiras guarneci-
das de metal por prego commodo.
--Ra do Cabug loja de miudezas do
Duarte vende-se cordas de tripa para vio-
les por preco mais barato do que em oulra
qualquer parle. ^^
#am.aM mmmmmmmmmmmm
Tara baile
Vendem-se corles de cambrala de g
seda imitando blonde, fazenda mo- "
9 dernissima ede muilo gosto; corles
g de seda lisa furia cores; cortes de se- J*
9 da da cores dos mais modernos p- H
S dres; cortes de cambraia bordados
> com a e3 ordens de babados, brancos W
9 e de cores : na ra do Queimado, loja ;.
6 do aobrado amarello n. 29. i
> .ii?i-$wm***wmmmmmmms
Vende-se qma casa terrea na ra aa
Moras n. 31, por prego multo commodo : a
tratar no ra da Cadeia venda n. 26.
Para senhora
Vonde-sosctim preto maco do su- S
perior qualidade para vestido de se-
if nhora; um completo sortimenlo de B
| sarja de seda hespanhola verdadeira; j#
I eiles do vestido de sarja prets lavra- ;|>
fj da do lindos gostos; superior chama- ;j
-t lote de sed pura; ricos vens protos y
m do seda, linho eretroz de Italia; um j
S grande sortimenlo de manteletes, ca- y
i potinhos pretos com lindos enfeites, S
~ sendo os mais modernos que ha no
f* mercado; superiores meias pretas in- m
glezas do poso, e oulras fazendas de M
gosto e boa qualidado, e tu lo por S
preco muilo em conta : na ra do jjj
Queimado, loja do sobrado amarello U
fcjmw imn nwwwl
Uma Canoa.
Vende-se barato, ou aluga-se por 8,000 rs.
mensaes, 1 canoa do milheiio do lijlo do
alveuaria : na ra larga do Rozario o. 2* ,
primeiro andar.
Um bonito molecBo.
Vende-se um bonito molecBo, de 2 an-
nos, bom trabalhadorde enxada ehe cano-
eiro, o qual nunca fugio : na ra larga do
Rozario u. 21, piimeiro andar.
ar* t-**** ?>?-?)?????,
S Na loja do aobrado amarello, na ra t
4) do Queimado n. 29, vende-so um t
4) completo sortimenlo de pannos pie- >
Compras.
*"~ Compra-se a casa terrea, na ra dos
Copiares n. 8, com chaos proprios, se al-
guem se julgar com direito a ella : queira
no praso de 8 dias annunciar por este
jornal.
Compr.iin-so para uma encommenda
do Rio de Janeiro, a escravas creoulas, ou
pardas, que lenham de 12 a 20 anuos, e 1
moleque que seja bonito: na ra Nova n. 16,
se dir quem compra.
-- Compram-su escravos rceoulos, ma-
chos temas, de 12 a 20 annos de idade,
com habilidades, ou sem ellas i aa ra da
Cadeia no Recife, casa n. 8.
Gompra-se uma preta, que tenha 30 a
40 anuo de Idade, sem vicios nem acha-
ques : na ra larga do Rosario n. 26, loja da
miudezas.
tos linos e cores lixas; casomira preta
elstica superior do 9 a 11,000 rs. o
ctta decaiga; cortos de colete preto #
do superior casomira bordados, ditos t
de dito de setim macao com lindos (ti
bordados; merino prelo uno da 2,500 ?>.
a 5,000 rs. o cuva lo; chapeos pretos
francezes os mais superiores o mo- ?>
dernos que ha no mercado; chapeos ;
de castor brancos ingle/es da ultima >,
moda, o mitras muilas fazendas linas s>;
3 e prego do agradar ao comprador. .j
^^*****
VenUe-seuma canoa deamarollo muilo
bem feila : trata-se na praga do Corpo San-
to n. 2. primeiro andar, e para ver no caes
do Ramos.
Vendem-so 2 lindos escravos pegas, de
excellentes conduelas : na ra daPraia nu-
mero 43.
a v 9
4 Vende-se chita larga Iranceza do Mi
modernos padres e cores fixes pelo V
m baratissimo prego de 240 rs. o cova- t>
tj do, tendo porgSo para o comprador t>
4 escolher: na ra do Queimado, loja f>
9 do sobrado amarello n. 29.
~ Ved"-sa muito superior farinha de
Santa Calharina a bordo do brigue Sagita-
rio, ancorado defronte do passeio, e para
porges, a tratar na ra do Collegio n. 17,
segundo andar.
-- Vende-se uma taberna na ra do Ran-
gel, faz-se todo negocio: quem pretender
dirija-se a ra do Collegio n. 17, seguido
an Jar, qua achira com quem tratar.
Vende-se muito superior farinha de
Santa Calfiarioa a 2,800 rs. a sacca com al-
queire da medida velha ; na ra da Prala,
armazem n. 10.
Continua-se a vender manteiga ingle-
za. nova, 480rs.: che, a 1,600, 1,920 e
2,240 rs.; caf, a lid rs ; gommade engom-
mar, a 80 rs.; queijog frescaes, a 1,120 rs.:
no pateo do Carmo, venda nova n. 3.
Vende-se uma canoa de carregar aroia,
a qual carrega um milbeiro de lijlo, quast
nova, beol construida e bem feila, por prego
commodo : quem a quizer ver e comprar ,
dirija-se ao porto das canoas, na ra Nova,
a ifalar com o meslre Jos, capataz dos ca-
ooeiros.


Cal vilgem de Lisboa.
Vende-se cal de Lisboa, de p-
tima qualidade vinda no ultimo
navio: trata-se com Augusto C
de Abrtu, na ra da Gadeia do Re-
cit'e n. 48,
AGENCIA
da fundicSo Low-Moor.
RA DA SENZALLA NOVA 42. _
Neste estabeleeimento conti-
na a haver um completo sorti-
mento de moendas o meias moen-
das para engenho, machinas de
vapor, e taixas de ferro batido e
coado, de todos os tamaitos, pa-
ra dito.
Antigo deposito de cal
virgem.
Na ra do Trapiche, n. I7, ha
muito superior cal nova em pedra,
chegada ltimamente de Lisboa:
tambem se vende potassa da Rus
sia, nova e de superior qualidade.
Bombas de ierro.
Vendem-se bombas de repuxo,
pndulas e picota para cacimba:
na ra do Brum ns. 6, 8 e 10,
fundirn de ierro.
Deposito da fabrica de Todos os
Santos na lialiia.
Vende-se,emcasa deN. O.Bieber&C.,
na ra da Cruz n. *, algodSo transado da-
quolla fabrica, muito proprio para saceos de
ssucar e rou pa de esenvos, por preco com-
modo.
Vendem-se Telogios de ou-
ro eprata, patente nglez : na ra
da Senzalla Nova n. 42*
Gasa de commisso de escravos.
Vendem-se escravos e recebem-
DEVERES DOS HOMENS,
a 5oo rs.
Vende-se este compendio aprovadopara
ai aulas, em meia encidernafSo, a 500 rs.,
cada un: na livraria n. 6 e8, da praca da
Independencia.
Arados de ferro.
Na undiglo da Aurora, em S. Amaro,
rendem-se arados de ferro de diversos mo-
delos.
Taixas para engenlio.
Na fundieflo de ferro da ra do Brum,
acaba-se de receber um completo sorllmen-
to de taixas de 3 a 8 palmos de bocea, as
quass acham-se a venda por preco com-
modo, e com promptidBo embarcam-se,ou
carregam-se em carrossem despezas ao
comprador.
Vende-se farinha fontana
muito superior e nova no merca-
do: a tratar com Manoel da Silva
Santos, na ra do Amorim n. 50 e
58, ou no armazem do Annes no
caes da alfandega.
Principios geraes de economa pu-
blica e industrial.
Vnude-seeste compendio, approvado para
as aulas de primeiraa letras, a 480rs.: na
pra^a da Independencia, livraria n.6e8.
Cobertores de algodSo.
Superiores cobertores de algodSo de di-
ferentes cores, tecidos a dous lios, muito
grande, tem todaapplicacao entuma casado
familia, por servir para meia de engum-
mado e forrar camas e mesmo para escra-
vos, pelo diminuto prego de 1,440 rs.: na
ra do Crespo n. 6.
Velas de Esparmacete.
Vendem-se velas de esparmacete
em caixinhas de ao Ib, em casa de
Augusto C, de Abreu :na rua da
Cadea do Recife n. 48.
Grande fabrica de chapeos de sol,
de J. Falque tua do Collgeio
n.4.
Neste novo eslabelecimeoto recebeu-se
um novo e lindo sortimento de chapeos de
4
se de commissao, tanto para a pro- sol dos ltimos gostos, tanto de seda como
..:_.:_ .__ .,.,...1 fAra tolla nara de paoinho para homens e senhoras, de ar-
vincia como para lora delta, paral JB,^^ e da ass0 que se endem
oque se olterece multas garantas por menos preco que em outra qualquer par-
a seusdonos : na rua da Cacimba te; grande sortimento de chamalole, sedas
. e paninhoseo peca de todas as cores equa-
n. 11, pnmeiro andar. i lidades para as pessoas que quizerem man-
Arados de ferro, | daroobrirarnioOet servidas. Completosor-
xr j 1 A ,i;0,.M timento de baleias para vestidos espartilhos
Vendem-se arados de diversos\^nm^thuwm-vnM\tA\v^t
modelos, assim como americanos[ eoneerta-Mqnalquer qualidade de chapeo
com cambo de sicupira e bracos' desohiodososobjectosac.m. menciona*
da ferro ; na fundcao da rua do
Brum ns. 6, 8 e 10.
Farinha Fontana,
chegada ltimamente: em casa de J. J. Tas-
so Jnior, ua rua do Amorim n. 35.
Agencia de Edwin Maw.
Na rua de Apollo n. 6, arinazem de Me. Cal-
moQtfit Companhia, acha-se conatantemenlc
bona aortimeotoa de taina de ferro coado e
balido, tanto rasa cont fundas, moendas lo-l
eiras todas de ferro para aninaes, agoa, elc.i
ditas para armar em madeira de lodos os ta-
niaahos c madellos o mais moderno, machina
se vendem em porcSo e a relalho, por preco
que agradara aos freguezes vista da quali-
dade.
I'otassa americana.
No antigo deposito da cadeia vellia, n.
12 existe urna pequea porcSo de potassa
americana, chegada recentemente que por
superior rivaliza com a da Russia: vaudc-
se por preco razoavel
- Vende-se um bonito molecSo, por pre-
(0 commodo : na rua ds Trincheiras -o. 17.
Negocio vantajoso.
Vende-seo holel cominercio sito na na
da Cadeiu n. 13, cornos utencilios que o
horisoolal para vapor, com forva de 4 caval- comprador qutzer : a tratar no mesmo.
los, coucos, passadeiras de ferro estancado
para casa de pulgar, por menos preco que os
de cobre, escovens para navios, ferro iogle
tanto em barras como em arcos folhas, e ludo
por barato preso.
Deposito de cal e potassa.
No armazem da rua da Cadeia
do Hecife n. ia, ha muito supe-
rior cal de Lisboa, em pedra, as-
sim como potassa chegada ultima-
mente, a precos muito rasoaveis.
Farinha de mandioca.
-- Vende-se saccas com superior farinha
de mandioca a presos rasoaveis : a tratar
com J. J. Tasso Jnior rua do Amotim
0.35.
Deposito de cal virgem.
Cunha i Amorim, na rua da Cadeia do
Recite, n. 50, vende-se barris com supe-
rior cal em pedra, chegada pelo ultimo
navio de Lisboa, por menos preco do que
em outra qualqner parte.
No escriplorio de Manoel Joaquim Ra-
mos e Silva, na rua da Cadeia do Recife,
vende-se por prego commodo cal virgem de
Lisha chegada no ultimo navio, bezerro de
lustro, mercurio, linha de Roriz,retroz, fet-
cbaduras do Poito, pannos e casemiras
de 1.1.
Ovas do Sertao.
Vendem-se ovas do Serillo muito frescaes;
cheguem freguezes antes que se acabem,
por se eslareiu vendoudo mullo barato : Da
rua do Queimado loja n. 14.
Rap Paulo Cordeiru.
recentemente chegado do Rio de Janeiro ,
' Vende-se um fumo pard padaria, no
centro da cidade, tendo lugar u ra inora la
earuazeiti para lenha, com desembarque
na porta -. o pretndeme annuncie sua mo-
rada.
Vende-se
Cha preto e verde, de superior
qualidade em caixas pequeas
Veilasde espermacete de superior
qualidade em ditas ditas,
Fio de sapateiro, de diversas co-
res :
Tudo em conta, no armazem de
Adamson Hoiwe & Companhia,
na rua do Trapiche, n. !\i.
A bordo da escuna Mara Firmina, fun-
diada defronte do caes do Collegio.ha supe-
rior farinha de mandioca|de S. Malbeu-, que
se vende mais barata do que em qualquer
Lotera do Rio de Janeiro.
AOS 20:000,000, 10:000,000, 4:000,000
2:000.000 e I .-000,000 de rs.
Na loja da Viuva Vieira & Filhos, na rua
da Cadeia do Recife n. 24 receberam pelo
vapor Paraense, entrado em 6 do corrente ,
a lisia da 20. lotera a beneficio do theatro
de Sr. Pedro, e o resumo da exlraccflo da
quarta lotera a beneficio da freguezia de
S. Jos, que se achsm patentes na mesma
loja, e juntamente receberam e acham-se a
venda os mu afortunados bilhetes, meios,
quartos, oita vos e vigsimos da 14 loteria a
beneficio das Casas de Cardade, e trOcam-se
por bilheles premiados das loteras do Rio
de Janeiro e desta provincia.
Moendus superiores.
Na fundico de C." Starr & Companhia,
em S.-Amaro, acham-se a venda moendas
de canna, todas de ferro, de um modelo e
coostrucc,8o muito superior
Vende-se,
Almdemuitos e superiores gneros, ven-
de-se igualaenle os seguintes: caf do Rio,
em porcSo o a relalho, massas linas, con-
servas, o excellente doce de atinanaz em
frascos de 6 libras, exlrait d'absintbe, vi-
nho do Rheno, ditos de Cherry, Porto Ma-
deira eMuscalel de Setubal, sardinhas em
latas maiores e menores, riquissioias cai-
xinhas do todos os lamanhos com amen-
doas confeiladas, muito prourits para pro-
sente, presuntos americanos e inglezes psra
fiambre, oitos do Porto e Lisboa, milho em
saccas, sebo do Porto em caixas de 1 arro-
ba, cha preto solt e em massinhos de 3 em
libra, latas com muito fino biscoilo in-
tilez; tudo isto vendo-se por menos do que
em outra qualquer parte: na rua da Cadeia
do Recife, n. 23, armazem de molhsdos.
A 40,000 i s., g
na loja pernambucana, da >
ruadoCrespon.ii, O
vendem-se ricos vestuarios, com todos os pertences, pa-
ra bailes mascarados por yf
4o, ooo rs. >
Vende-se por preco commo-
do, cal virgem, muito nova, che-
gada pelo ultimo navio, por preco
muito commodo : no armazem de
I'js Ferreira, no caes da Alfande-
ga, ou com Novaes 8c Companhia,
na rua do Trapiche n. .'i .
Vende-se urna parda clara, que cose,
engomma, cozinha, faz renda ehesadia, e
um pardo escuro, proprio para bulieiro, ou
qualquer officio, por ser moco : na rua larga
do llozario, loja n. 35.
A LINDA CONSTANZA.
Na rua do Queimado, loja nova
n. 2i, recebeu-se pelo ultimo na-
vio chegado de Franca, os lindos
corles de cambraia com barra de
cor, do melhor gosto que al boje
tem apparecido ; os quaes se ven-
dem pelo baratissimo preco de
3,2oo a 5,ooo rs. o corte.
-- Vende-se um preta ongommsdoira
que cozinha o diario de urna casa, e lem
mais algumas habilidades, que a vista do
comprador se dir o motivo: na ruad'Agoas
Verdes, casa n. i
Oleo de mamona.
Este excellento oleo, que d luz mais bri-
lliante que o de coco, ou doce, tsnibem lie
mais claro e de mais duracSo, e acuoimada-
sea qualquer canmeiro conservando-o sem
22,000
11,000
5,5oo
2,800
i,3oo
outra parte trata-sea bordo com o capitSo;1 P'e limpo; tambom serve para purgantes,
por ser o mesmo oleo que usa umita gente :
vende-se a 400 rs. cada garrafa, na venda da
rua estreita do Rozatio, junto a nova loja
de charutos.
I'echincba.
No aterro da Boa Vista, loja de 4 portas n.
60, vendem-sn riscalinhos miudinnos para
e na rua da Cruz o. 33, com Luiz Jos de Sa
Araujo.
Para mascarados.
Na rua do Cabug, loja de, Andrade & A-
maral, ha para vonder liuissitnas mascaras
de cera, com molas, para todo o carcter,
por baratissimo preco.
Vende-se ou arrenda-se o Engenho S.*calcas ejaquetas, de bonitos padroes a 120
Rita moenle e corrente meia legoa distante rs. o covado; camisolas de meia a 800 rs. ;
da villa de Iguarassu' com propor;0es para chitas de cores (xas a!60e200rs ocova-
safrejar-se, embarque junto ao engenho; ala- do madapoles muito finos a 4,000 rs. a
gados, o mitras propor(0es : quem o preten- pe(a; cortes do cassa a 2,000 rs. ; chales de
dereotenda-secomo proprietario no mesmo 13a a 1,440 rs.; cortes de setincta pura cal-
engenbo. 1si 8 80 rs- e outras muitas fazendas por
Vende-se urna escrava moca e robusta, PreS commodo.
-- Vende-se um pardo ole 18 onnossaoio e
boa
no ar-
doc em caixinhas de libra cada urna, tudo' qe~fica"~com oo.o para a rua do BomVim. oasa n. 25,os seguintes utncillos
por menot preco doque em outra qualquer! Vendem-se saceos com fari- "l!>:?8,.'!^'.l*8',?es- A87-'?:.i.".8!!!.6^.'!:..8
arta.
Bailes mascarados.
Na roa da Cadeia do Recite loja n. 50, de
Cunha & Amorim, vende-se. villudinhos de
mais ohjeclos de bairrodo lugar do Apipu-
nlia m ni (o lina de Magc, a 3,6oO co ; por" prego mais commodo do que em
rs
ze
9. : no caes da alfandega, anua- u'< qnalquer paite.
. u i Vende-so farinha de
sin de Das lerretra ou na rua de oxcellcnte qualidade, i
~ Vende-sa um mulato moco, de boa fi-
gura, sem achaques, nem vicio algum, pro-
priopara pigem, ou outro qualquer servi-
do por estar feito a todo o trabalho : na rua
do Queimado, loja n, 10.
Antonio Jos Kodrigues de
Souza Jnior, faz sciente ao pu-
blico que prestou (aura na forma
da lei, para dividir em cautelas
bilhetes de lolerias ; e por isso
tem exposto a venda as suas cau-
telas, bilhetes e meios ditos da i4
loteria a beneficio das Casas de Ca-
rdade do Rio de Janeiro, devendo
chegar a lista no dia 19 ou ao, e
os vende pelos muito baratos pre-
cos abaixo : na rua do Queimado,
loja n. 37 A.
Bilhetes inteiros
31 Mus ditos
Quartos
Uitavos
Vigsimos
Sapates francezes de couro de lus-
tro, a 5,8oo rs. o par.
Vendem-se sa atoes do couro de lustro
francezes, para homem a 5,800 rs., pre;o
porque aind nao se vendeu em outra par-
le; ditos psra menores a 4,500 rs., s9o de
novo gosto echegados ltimamente : noa-
terroda Boa Vista, loja 11. 58, junto ao se-
leiro.
Milho a a,5oo rs. a saetn.
No armazem de Das Ferreira, no caes da
Alfandega.
Azeite de carrapato da fabrica de
Araujo & Filho, no Fenedo.
Acaba de chegar maisdeste j con herido
azeite, o mais proprio e econmico, para
uso de candieiros de sala, tanto pela sua du-
racSo, como limpeza, econtinuar a haver
sempreum depozito para suprimento regu-
lar dos freguezes : no armazem de J. J.Tas-
so Jnior : na rua do Amorim n. 35.
Farinha de mandioca a 2,000
rs. a sacca.
No armazem de Dias ferreira, defronte das
escadinhas da Alfandega.
Cha imperial.
Deposito do clin nacional e hisson loja de
ferragem rua da Cadeia do Hesite, 11. 56 A
de Antonio Joaquim Vidal, caixas grandes
e pequeas, por precos commodos.
Vende-se na tatierna da rua do Hospi-
cio no I, feijSo mulatinbo e macasso a 10/
rs. o alqueire.
Cemento novo a 7,000 rs.a barrica.
No armazem de Antonio Annes, no caos
da Allandega.
Vendom-se amarras de ferro : na rua
da Senzalla Nova n. 42.
Lotera do l'.io de Janeiro.
aos 20:000,000 e 10:000,000 de rs.
cautelista Salustiano de Aqui-
no Ferreira avisa ao respeitavel
publico, que no dia 19 do corren-
te mez, deve chegar do Sul o va-
por da companhia brasileira, e no
dia 200 vapor inglez Teviot, con-
ductores das listas da l\. loteria
a beneficio das Casas de Cardade,
que correu no dia 4 deste mez, e
paga immediatamente logo que re-
ceber as listas, sem ganancia al-1
guma, todos e quaesquer premios
que sahirem nos bilhetes, meios,
quartos, oilavos e vigsimos, ven-
didos na praca da Independencia
n. i3 e id, loja de calcado do A-
rantes, e na rua da Cadeia do Re-
cife n. 46, loja de miudezas.
He bou negocio.
Vende-se a dinbeiro, ou a pra-
so a padaria do largo das Cinco
Fontas, e tambem se aluga, nao se
podendo effectuar a venda uestes
dias ; assim como se (ornece as fa-
milias para trabalbar, offerecendo
o comprador pira tudo garantas :
a tratar com J. J. Tasso Jnior,
na rua do Amorim n. 35.
Vendem se 2 relogios de prata, sendo
um patente e outro suisso ; 2 correutes de
ouro para os ditos : na rua larga do Roza*
rio, loja de iniudezaa n. 26.
Para
Bilhetes 32,000
Meios Quartos Uitavos 11,000 5,5oo 2,800
Vigsimos i,3oo
de mandioea nova e
-e, a 2,000 rs. a sacca
difroreotes ebrilhantes cores, para vestua- da Cruz n. 4o, pnmeiro andar. m'lho,a1,600rs. a sacca ; charutos, sabio
:LS..?.beL!)L,!!?C,r.'!?/! ""Jf^fil V.ndM.; mes. d. ..relio, com -'" I Coreta J g*J-
7 palmos de comprimento e 4 do largura : PM "eile doce em pequeos bsrtts, d
na rua Bella n.16.
theatro : chegados pelo ultimo navio de
Franca; assim como caltas de meia; a tro-
co de dioheiro se venden) por barato preco.
JNovos cobertores de tapete a
1,44 r-
Na rua do Crespo loja da esquina que
volta para a cadeia, vendem-se cobertores
de tapete, guindes e bonitos, pelo diminuto
preco de 1,440 rs.; em qualidade sSo os me-
mores que tem vindo no meicado, por isso,
recommeuda-se aos Srs. de engenbo que
quizerem comprar da pichincha, nfiosede-
morem, porque jaba poucos pela estrado
que tem lido.
c to barato,
Qtie-laz animar ;
Qucm vir a pechincha
Nao deixar de comprar.
. Na rua do Crespo loja da quina que vira
para a cadeia, vende-se panno lino preto, a
3,000, 3,500, 4,000 4,500, 5,000 o 5,500 rs.
o covado; tillo fraocez muito superior, a
6,000 rs. ; dito azul, a 2,600, 3,500, 4,000 e
5,000 rs. ; dito verde, i 2,800, 3,000 e 6,000
rs. ; dito cor de rap, a ,600rs. ; casemi-
ra preta, a 4,800 6,000, 7,400 8,500 e 10.000.
rs. o corte j sarja preta de seda muito su-
perior, a 2,500 rs. o covado; merino preto
muito bom, a 2,800 e 3,200 rs. o corado cor-
tes de cassa chita muito bonitos, a 1 920
rs. ; e outras muitas fazendas por preco
commodo.
vende-se champagne da marca amiga
e bem conhecida, Comel, em casa de Deane
Yule & companhia na rua da Cadeia.
a, vi Mu) do porto em barris de v I1' em
Vende-se um corro de quatro rodas P'P;" mais gneros que por sua boa qua-
muito levieseguro, por muito pouco di- ,,dee diminuto preco, a todua ha de agra-
-i.------. a. o~. r-.. h-i uar : no armazem de Campello& Filho, tra-
vesa da Madre-de-Deos n, 7.
nheiro : na praja da Boa
do francois.
Xarope do iosque. Trado^m1;rTcao5.w
O depozito do Xarope do Bos- v Vendem-se arados ame- .'
que, foi transferido da botica do rcanos, ebegados dos Esta- #
5r. Jos Mara Gon?alves Ramos, ^ dos Unidos, pelo barato pre-
para a do Sr. Bartholomeo Fran- 50 de 40,000 rs. cadaum: na
cisco de Souza, na rua larga do Ro- ^ rua do Trapiche n, 8.
zario n. 36. He falsificado o que nofor vendido nesta casa; garra- Loteria de N. S. do Livramento.
fas grandes a 5,5oo rs., e peque- Aos 5:ooo,ooo ders.
as a 3,000 rs.
Si:niio de iVantua a
800 rs.
Na loja de miudezas da piar
da Independencia n. 4? vendem-
se bilhetes inteiros, meios, quar-
vende-se.his^de'simao deNantV*09.' decimos e vigsimos, abane-
a 800 rs. : na livraria da praca da Indepen- I1C10 da lotera de 1\. o. do I.ivra-
dencian.6e8. ment que corre mpreterivcl-
veode-se um oscravo, moco e de bo- j- u j
nita figura : na rua da Cruz do Hecife n. 38. mente no dia 2 do corrente.
Na porta da Alfandega^ no
armazem do baraleiro Joaquim .la
Silva Lopes, vende-se farinha fon-
lona SSSF e de Fhiladelphia, ul-j
tmamente chegada. 1
Bilhetes inteiros 10,000
Meios 5,ooo
Quartos 2,600
Decimos 1,100
Vigsimos 600
Attcncao ao Df rateiro da rua do
Crespo n. 14, loja de Jos Fran-
cisco Dias, chitas cabocolas, a
200 ris o covado.
-- Vendem-se chitas escuras cores de vi-
nh'i ede caf, fazenda inteiramente de pa-
drOes novos e cores muito fitas, a 200 rs. o
covado; ditas francezas muito superiores,
a 210 rs. o covado; ditas do quadros pa-
ilutes eso.11 ros i: inteiramente modernos, a
200 rs, o covado ; superior atoalhado ada-
mascado de puro I i olio e com 8 palmos de
largura, pelo muito barato preco, de 1,600
rs. a vara; alpaca preta muito fina, a 640 rs.
o cuvado ; cassas francezas de cores as mais
fins que lem apparecido, a 640 rs a vara ;
cassas chitas muito largas e cores fizas, pelo
baratissimo preco de 200 rs. o covado ; di-
tas em cortes com 6 l varas, a 2,000 rs. o
corte; cortes de Cambraia de seda c6r de
carnee de rosa, fazenda rio ultimo gosto,
pelo baratissimo preco, de 8,500 rs. o corte;
nli.'in de seda pura, lodos brancos, pelo ba-
rato preco de t2,U00 rs. o corte; superio-
res brins de puro linho trancado, de ricas
cares, e novns padrOes, a 1,200 rs. a vara ;
assim como outras muitas fazendas do agra-
dar aos Srs. compradores, tanto nos precos
como nsqualidades.
Fara liquidar
Faz-se todo o negocio i dioheiro.
Vendem-se por todo o preco presuntos
hollandezes, proprios para fiambre e tem-
pero : na rua da Cadeia do Recife, n. 23.
Superior cha nacional
em caixinhas de 2 libras, e da melhor qua-
lidade ; vende-se por preco commodo, na
rua do Corpo-Santo u. 3, pnmeiro andar.
-- Vendem-se velas de espermacete, em
caixas, de superior qualidade : em casa de
J. Keller t Companbia: na rua da Cruz nu-
mero 55.
Vende-se superior farinha
de mandioca de Santa Catharina,
por preco muito commodo, a bor-
do do patacho brasileiro Alegra ,
fundeado em frente ao caes do Ra-
mos : a tratar a bordo do mesmo
patacho, ou no escriptorio de No-
vaes & Companhia, na rua do Tra-
piche n. 34a
Oplimo vinlio branco.
Vendem-se barris de 5 em pi-
pa, com vnho branco de Lisboa,
da melhor qualidade,que apparece:
trata-se na rua da Cadeia do Re-
cife n. 48.
pageos,
a) Vendem-se chapeos envernizados,
galOes de ouro, e prata, botos de m
(? metal branco e amarello :"na loja de 0j
a) sirgueiro no pateo da Matriz, n. 2. .)
^v
Vende-se, sexcellentissimas se-
nhoras do bom gosto, para baile
e theatro.
Ricos adorm s de filetes de rede, para ca-
bete, o mais moderno que tem vindo de Pa-
riz, com crespos e anz dourados : narua
do Crespo, loja amarella n. 4.
Vende-se um fileno grande, em bom
estado, proprio para miudezas: na rua do
Caldereiro n. 56.
Chapeos francezes a 5,5oo rs.
Vendem-se finissimoiChspeospretos,fran.
cezes, da uliima moda a 5,500 rs.:na rua do
Crespo, loja amarella n. 4.
l'ecas de algodozinho trancado
branco, com toque de cupim
2,000 e 2,5oors.
Na rua do Crespo, loja da esquina que vi-
ra para a Cadeia, vendem-se algodSozinhos
trancado branco, com pequeo loque de cu-
pim, a 2,000 e 2,E00 rs. a peca.
Cortes de casimira a 5,ooo rs.
' Vendem-se corles de casimira decrese
de superior ISa a 5,000 rs.: na rua do Cres-
po, loja amarella n. 4.
Cheguem freguezes ao barato.
Vendem-se suspensorios de seda a 1,000
rs., para rceninos ; oculos de armaejio para
todas as idades a 800 rs. o par r capachos a
500 rs. ; couro de lustro a 1,280 rs.a pello;
luvas para meninos a 160 rs. o par ; cami-
sas de meia a l,00Q>rs ; ricas fitas lavradas
para chapelinhas. por muito barato preco :
na rua larga do Rozario n. 26, loja de miu-
dezas de Jo3o Francisco Maia.
Manteletes a i5,ooo rs.
Vendem-se manteletes de nobresa preta e
furia cores, com ricas gu'rnlces a 15,000
rs.: na rua do Crespo loja amarella n 4.
Marmelada superior de Lisboa.
Na rua larga do Ruzario n. 22, vende-se
marmelada em latinlias de 2 libras, a 400 rs.
a libra; pessego e marmelo em cal la pelo
mesmo prego ; pois est se acabando.
Aos senhores de epgenho.
Vende-se algodSo grosso da fabrica da
llalna, com 30 pollegadas de largura, pro-
prio para camisas de escravos, a 320 rs. a
vara : na rua do Crespo, loja amarella n. 4.
Vende-se a armac^o na loja decalca-
dos da rua liireita n. 65, com fun los a con-
tento do comprador, tendo commodos para
familia, e em mu boa localidade, a diohei-
ro, oua praso : trata-se no pateo do Colle-
gio n. 25, terceiro andar, a qualquer hora
do da.
Fructas novas.
Vendem-se na rua estreita do Rosario n.
II,damascos em caixinhas devidro.e caixi-
nhas de tamoras e deameix*s,ebolachnhas
deararuta ; na mesma se dir quem vende
100 espanadores bem feilos.
Vende-se urna parda escura de 20 an-
uos pouco mais ou menos, que engomma
jsofTrivel, cose slguma coisa, e cozinna o
"diario de urna casa bem ; n9o tem vicios
nem achaques: na rua da Concordia quem
vi'in da poulea esquerda, segunda casa ter-
rea se dir quem vende.
-- Vendem-se no li n da rua das Flores, e
I porto da rua Nova, no dia terca ou quarta-
feira, 3 ou 4 cavallos vindos do sertSo, bons
para carga.
Vendem-se charutos de lia-
vana, das fabricas acreditadas Pa-
netela, e Rio Hondo, chegados l-
timamente e por preco commodo :
na rua Nova i.i, a fallar com
Nabuco.
Mascarado.
Vende-se um vestuario para baile de mas-
carado : na tua da Cadeia do Recife, loja
n.50.
Vendem-se 2 mulatos mo-
cos, de 22 annos de idade, sendo
um bom boliero e alfaiate, e um
ptimo molecote da mesma idade :
na rut Direita n. 3.
tZW S'endem-se excellentes exemplares
francezes de desenlio, em muito bom esta-
do, proprios para quem fr pnncipiaote.por
serem mpressos, e de estampa muito fina :
na praea da Independencia, loja de encader-
nacSo-
Vende-se um -sitio com magnifica e
excellente casa beira do rio, tendo gran-
de sala adianto com 2 gabinetes e 2 alcovas;
sala igual atraz com 3 quartos ecosiona,ten-
do ao lado 70 palmos de frente e 90 de fun-
do, com terreno de mais de mil palmos de
comprimento e grande baixa decapim, adi-
anto da ponte de Ucha; a fallar na ruado
Sinto Amaro n. 16.
Para militar.

Vendem-se luvas de retroz preto de (j)
# superior qualidade, para uniforme de fjjj
~ arlilheria e candor; na loja de sir-
gueiro no paleo da Matriz n. 2.
SALSA PIIILIU
DE
As nuoiorosas .experiencias fellas como
uso da aalsa parrilba em todas as enormi-
dades, originadas pela impureza doaangue,
e o bom xito obtido na corte pelo lllm*.
Sr. Ilr. Sigaud, presidente da academia im-
perial de medicina, pelo lllustrado Sr. Dr.
Antonio Jos Peixoto em sua clnica, e em
sua afamada casadesaude ni Gamboa, pe-
lo lllm. Sr. Iir. Saturnino de Otiveira, me-
dico do exordio e por varios outros mdi-
cos, permitido hoje de proclamar altamente
as virtudes cdicaies da
SALSA PARRILHA
DE
Nota. Cada garrafa contem duas libras
de liquido, e a salsa parrilba de Uristol lio
garanlida, puramente vegetal sem mercu-
rio, iodo, pota.ssi un.
Vende-se a 5/000 rs. o vidro di botiea do
Sr. Jos Hara Congalvos Ramos : rua doa
Quarleis pegada ao auartel de polica.
Moinhos de vento
om bombas de repuebo pin regir borlas
d baixas de capim : vendem-se na fundilo
deBowman&Hc. Callum, na rua do Brum
ns. 6.8 e 10.
fttttlttfft*ffffff??
2* Deposito de tecidos da labri- J
cade Todos os Santos, #
% na Baha. %
k> Vende-se em casa de Domingos Al- 4
* ves tlalheus, na rua da Cruz do Re- 4
> cife 11. 52, primeiro andar, algodSo *
-*" transadodaquellafabrica, muitopro- **
IT prio para saceos e roupa de escra- 2
E vos, assim como lio proprio pira re- ^g
gp. des de pescar e pavios pin vellis, .3
a> por preco muito commodo. -ag
iAAM*M*AOAA** -Mh*
- Vende-se um burro de lloratio: ua pra-
Ca da Independencia n. 12
I'1 ANOS.
Vendem-se em casa de Kalk-
mann Irmos, na rua da Cruz n.
10, ricos pianos de Jacaranda, com
excellentes vozes chegados ha
pouco lempo.
Molduras donradas
de todas os larguras: vendem-se no arma-
zem de Kallkmann Irmlos.ruada Cruz n. 10.
Em casa de J. Keller & Com-
panhia, aclia-se a venda vinagre
branco, superior de Nantes, em
barris de 36 medidas.
Sobrado em Goianna.
Vende-se, muito em conta ,
um bonito sobrado sito na rua
do Meio, n. 58 avallado em
2:000^000, em o qual tem parte
rsula Maria das Virgens e sua
irmaa Joaquina Alves de l'aiva na
importancia de io7,473 rs. quem
pretender dirija-se a caza de Kal-
kmann Irmos,rua da Cruz.n. 10.
Vepde-se vnho de champa-
nhe legitimo e de superior quali-
dade : em casa de J. Keller &
Companhia, na rua da Cruz n. 55.
180 rs o covado.
Vendem-se castores bonitos
padroes a 180 rs. o covado : na
rua da Cadeia do Hecife n. 5o A.
Para palitos.
Vendem-se gangas para calcas e
palitos a 280 rs. o covado: na rua
da Cadeia do Recife n. 5o A.
1,600 rs.
Vendem-se cortes de coletes de
casimira, pelo diminuto preco de
1,600 rs.: na rua da Cadeia do Re-
cite n. 5o A.
Para baile.
Vendem-se 2 ricos vestuarios
para baile de mascarados : na rua
da Cadeia do Recife n. 5o A.
1,800 rs.
Vendem se cortes de cassas chi-
tas, com 7 varas a 1,800 rs. : na
rua da Cadeia do Recife n. 5o A.
A 5,ooo rs. o corle.
Vendem-se cortes de casimira ,
bonitos padroes a 5,000 rs.; na rua
da Cadeia do Recife n. 5o A.
24o rs.
Vendem-se chitas francezas, bo-
nitos padrdes a 240 rs. o covado :
na ruadaCadeia d Recife n.5o A.
Escravos fgidos.
Vende-se urna negra de oacSo Costa,
de idade de 25 annos, boa quilan leira: no
aterro da Roa-Vista, sobrado o. 17.
Anda existe um resto de milho na
vend na travessa da Madre de Dos n. 1 1
que se vende pelo diminuto preeo de 2,000
sacca.
Panno preto.
Vende-se panno Onop reto, boa fazeuda a
3,000 rs. o covodo, saij j preta a 2,200, cor-
les de casimira de cor a 4,500, e ouiras
muitas fazendas por preco commodo : na
rua da Cadeia Velba n. 33.
Vnho de Champagne,
erPKe.r,kmqU"?' = Reodr6rn -Hr^em7e%VbnV.'p;7,s^,.%7azVci;n".
em Kalkm.nu IrmSos Rua da Cruz, n. lof ge procedera comiedo o rigor da lei

~ Desappareceu no dia 9 do corrente ,
tendo sabido com um taboleiro a vender
doce de calda, a preta de afio Italilo, de
nome Luiza, moca, baixinha e magra, esper-
ta e diligente, talvezdga que anda procu-
rando similor, por ler pedido para ser ven-
dida, levou vestido de urna fazenda j des-
botada, panno de listrai com matames e
franjas : quem a pegar e conduziri iui
da Senzala Nova o. 4, ser rocompenaado.
Deaapparecdu desde o da 9 do corren-
te, o escravo preto de nomeHarcellino, com
os signaos seguintes : altura regular, aindi
moco, cabellos carapiohados, olhos casta
nhos, bocea regular, nariz chato, pouc
barba, Irabalhou de caroiceiro nos acor
gues daa casinbas di praca da ortelici,
rua do Rangel. e presentemente aerrava *
serrarii de Antonio Dias da Silv Cardos,
consta andar por perto d'esli prici do fl-
cife : roga-se portaoto is autoridades por-
ciies, e 1 qualquer pessoa particular, b-
jam de o prendere leva-lo, ni rua do Ra-
gt I, casa torrea n. 39, a seu Sr. Manoel Jo -
quim Ferreira, que ser gratificado geo-
rosamente.
Continua estar fgida preta Joaqii-
na de 40 annos, magra e de estatura pequs-
na, muito feia de cara e mesmo de corfo,
q uando anda parece que esta calliado e ra-
da muito de vagar, tem cabeloa braucoi e
he coroads, levou voslido de lita franceza
roxa e panno da costa velho, todo azul,
desconOa-se que foi furtada pois nuoca fu-
Livros em branco. (contra quemativerseduzidooua.renhaacol-
Vende-se em casa de Kalkmann IrmSos ,| lado: na rua Augusta n. 33.
na rua da Cruz n. 10, livros em branco che-|
gados polo ultimo navio.
1 M. .'ir r

MM


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