Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:04418


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Full Text
-?".
AnnoXXVlII
Habbdo 14
DIARIO DE
de Fcvereiro de 1852.
N. 3G.
rmoo A gUBO&IPCllO.
PiBlMENTO APUNTADO.
Por trlmeitre...........,
Por semestre .........
Por nao ..............
PiOO DE sirio BU TBIMESTIE.
Por quirtel............
hoticia* so imperio.
Pr....; 2 de Janeiro Minas... 13 de Janr.
Marenhio 7de dito 'S.Paulo. 10 deNovbr.
Cear... e de-dito. R.deJ.. ii de Janeiro
Parabiba. 6 de Fevr Babia... 17 de dito.
DA-DA SKKANA. AUDIESJVCl AH.
4/000
o/UOO
4/400
n Seg. S. Apolonia v.
ni o. Aosberto.
10 Terc.S. Escolssticev
11 (.liMll.N l.u-ir.i.
I> Quii S. Eulalia v
m. S. Modeilo,
13 Sen, S. Gregorio.0
II Sab. S. Valeniiin m
15 Dom. Seiageilm E'
la^aode S. Paulo.
Jlo de OrpkS
i. e5. i 10 horas.
1. vara do civil.
3. e6. o melo-dl*.
Panuda.
3. e8. ii 10 hor.ii.
2. vara do civel.
4. e sbados ao melo-d.
Rtlacao.
Tercas sibadoc.
IHUIAlDII.
Crrscente 4 28,as6 horas e 31 minuto* di m
Chela i i u > boraa e 6 minutos di Urde.
MIogoiDle 11, ii 7 bori ( n minuto* di
Nova 420, i 1 hora e 2a minuto* da m.
IBIlMtlIDI HOJA
Primein sil horas e 42 minuto* di manba
Segundada 11 horas e 18 minutos da tisde.
EXTERIOR.
fallir ao chele apresentou-se o coronel....oteadores do Vincennes do sexto hatalhSo.
Mr. Dupio Un- disse : Mr. Grevy, Mr. de rjherenecy e varios ou-
TimiIio a convic^ilo do direito e fallo a f tros representante* seguiram i Mr. Vilete
sua lingoagem se empregaes aqu o aparatla Mr. Chapot. Foram tatnbem para a esca-
d forca, eu protesto.! Ida alguaiis pessoas estraolias issembls,
Mr. Monet :Tendo presenciado esta sen-je entre ellas, notamos a Mr Besley, ex-
na. requeiro que ae fica mensSona acta da I membro da assemblea conslituiote.
O Ipresidente Vilet, dirigiodo-se ao sar-
PE RMBICO.
afiP
ABTIDA1 DO* OOSBIIOI,
oianna e Parabiba 4* segundas e seitae-
felrn.
mJBlo-Crande-do-Norte.todal 1) qulntas-friras
lmelo da.
aranhuns e Bonito, 4 8 e 23.
oa-Vista, e Flores, 4 13 e 28.
lctoria, 4s qulntas-felras.
linda, todos os das.
NOTICIAS IITR1NOIIBAI.
Portugal. 17 de Janr.
nespanh*. g de dito
Franra ... ti de dito
Blgica... 3 de dito
Italia.... 4 de dito
Alemanlu. 5 de dito
Prussia ... >> de dito
Dinamarca I dcdlto
Ruaeia... 30 de IV;Ii,
Turqua. 2 de dito
Austria.. 5 de Janr,
Suis-.i. .. 3 de dito.
Suena... 31 de Drzbr.
Inglaterra 8 de Janr
E.-Unidos 2t de Dezbr
Mxico... 2 deNovbr
California 2" de dito
Chlll. 21 de dito
Humos-A. 8 deNovbr
Montevideo lOde laur.
cambio* de uoirivimino.
Sobre Londres, 27 '/, d. p. 1/
Pars,
Lisboa, 90 por cenlo.
TAIS.
Ouro.Oncas hespanholas....'. .T.~. MT/MO
Moedas de 6/400 velha*......... 16/0(0
de b'MO novas......... 16/000
de-1.foin............... 9/100
Prata.PatacOes brasileiros........... 1'920
Pesos columnarios........... U'1 n
Dito* meiicano*.............. 1/800
REPBLICA FKANCEZA.
ASSEMBLEA NACIONAL
Sent extraordinaria do Ha 2 de detembro
de 1851, celebrada na grande talada ca- violencia que se commettom contra nos.
maro lo dcimo distrulo, pelas orne hora Depois de liaver lido, 4 pedido de meus
damanhia. collegas, o artigo 68 da constituirlo, fui
A mesa se compoe de Mr. Benoist d'Azy e Pre9 9 srraneado com violencia do meu
de Mr. Vltet, vice-piesidente ; de Mr. Cha-, D,nco- .
pot, de Mr. Monlin, de Mr. Grimault, secre-' 'r- Dahivel :-Ns que recebemos balo-
tarlos, l uetadss nSo nos admiramos disto.
Urna viva agitacSo reina na sala em que Chegem neste momento Mr. OJilon Bar-
esto reunidos cerca de 300 membros, per-, ">t Mr. do N.gle, "s'"arnsmis nome* t8 "}}?*?*"
tenoente* a todo* oa lado* poliiioos. l *"*> de dimiarte (O presidente en- -o c.bo d$ u
o Presidente :-Esta aborta a sessSo. [esrregi a Mr. Howyn-Triiichere, de azer
Mullos Membros :-Nlo percamos lempo. entrar 9 representantes que eslvica deti-
Presidente :-Acha-se lirmidoum pro- aos P?rU/
testo pormuitos dos meus collegas. Bis-' Mr. Piscatory : Peco a asseroblea que
aqu o seu teor : me permilte dar conta de un facto que jul-
Mr. Berryer :-Creio que nllo ronvem go importante. Tendo ido dar-conbecimen-
assembla fazer protestos Aassombla na- lJ de vanos de meus collegas que nSo po-
conal, nSo podeudo reunir-se no lugar or- diam entrar, os olHciaesido paz disseramo
dinario das sessOes, reunio-se aqui. lleve me ou alcalle t,avia daao or^em "a_
portanto obrar como urna assemblea e nSo delx"r enlr,r rg"em. Fui iromediata-
fazer protestos. (Muito bem signaos de mente ter como alcaide, o qual me disse :
assentiroento.) Peco, pois, que procedamos Reprsenlo aqu o poder executivo, e nao
como .ssembla livre em nome da consli- posso deixar entrar os representantes. Dei-
tuicSo Ihe parte no decreto que a assemblea navia
Mr. Vitet :-Como podemos serexpelli- dictado e disse-lne que no I.ayia outropo-
dos daquipela forQa, nada heISo necessa- ,le,r execulivo senSo a assembli nacional
rio como concordamos sobre o lugar em (">' b|,n> ) "onols do que retirei-me
que nos devenios reunir querem Paris, quer Jul8U8J 1uo er convenanle fazer esia de-
fora de Paria ciar-gao am nome na assemblea ( Siro, sim I
Mr. Bino '-OfTereco a minha casa. M.uito bem Ao Pasr. d'sse-rne um In-
Mr. Berryer :-Esse ser o segjpdo pon- Imduo : Depressa, depressa que den-
t de nossa deliberacao, porm o primeiro tiodo pouco temooeslara ah a tropa,
de quo deve tratar a assombla, que se acha *' Berryer :-Requeiro provisin* men-
reunida em numero sulTicienle, he consti- te que se especa um decreto ordenando que
tuir-se por um decreto. Sobre este decreto o alcaide deixe llvre a entrada desala,
peco a palavra. *lr- de Kalluux : Prece-me que nao
Mr. Monet :lpeco a pilavra sobre um at- prevenimos duas cousas que considero mui-
tentado. I Rumores o nterrupcao. i lo verosimeis : a primeira que vossas or-
Mr. Berryer :-Deixemns de parte todos dens nao sarao executadas, e asegunda que
os incidentes ; talvez nSo teuhimos nem seremos expulsos daqui. Unvemos concor-
umquarto de hora por nos. Baixemos um dar emouiro ponto da reuniao.-
decreto. (Sim, sim. ) Peco que elle sai* fei- Mf- Berryer :-Com as pessoas estranhss
to segundo os termos do artigo 68 da cons- aue aul 'emos presentes feriamos urna
tituicao, se isto que satem posto obstculo cuusa 'nutil: sab iremos participar-nos o
extencSo de seu mindito. lu8ar onde devemos reunir-nos. ( Nao! nao !
* A assembli nacional decreta que Luiz Vm decreto provisional )
NspoleSo Bonaperto est demittido de pro- Presidente:Mr. Dufeuro tem a pela-
si leis de repblica, oque por conseguin- vra. Silencio, senhores : os minutos sao
te o po ler executivo pesse de pleno direito nors.
para a assemblea nacional. ( Adheio vivis- Mr- Dufsure : A observacSo que acabe
sima e unnime. Votos! flequeiro que o de fazer-se he juste : nSo podemos designe r
i""1 v uiiaiiiiiiu, l i ii uuo \i ----#------- ~
decreto seis lirmado pera todos os membros em voz lt" Ponto de reumao ; porm pe-
presentes. ( Sim, sim.) S a assemblea que conlira a mesa a fcul-
Mr. Rechard :Apoio a pelicao. d*ae de escolhe-lo, e esti cuidis do avisar
Mr. Vilet:Vamos licar em sessSo per- m de que nos posssmos leunir. Sonho-
rrnni'iili' re5' somos agora os nicos defensores da
O Presdanle :-0 docreto ser imroedia- consliluicSo, do direito, da repblica, do
tmenle Improaao pelos meios que tivermos Pa'*. C Sim sim, muito bem,!1"unvm;S9nv':
mais mo. Ponho o decreto a votos. (O publica.) NSU noa hitemos nos
decieto he approvado por unanimidade en- rnesmos, e se devemos suecumbir ante a
treos gritos de Viva eonslituicao! Viva a roU, a historia Conalgoara que at
ei / Viva a repblica A mesa redigo o da- au "llln, momento resistimos por todos os
!ret0-) meios que estavam ao nosso alcance. ( Bra-
genio : O que quer T Estamos reunidos
em virtude da conslituicfio.
O Sargento :Executo as ordeos que hei
recebidO.
O presidente Vitet :-Ide fallar ao vosso
commandante.
Mr. Chapot :--Dizei ao voasu commandan-
te de batalbao que suba S'4'Ji. <
No cilio de um momento apresenta-ss
no alto da escada um capitn fazendo as ve*
zes de commandante de balalho.
O Presidente, dirigindo-se a esseofflcial :
--A assemblea nacional est reunida aqui.
Em nome da lei, em nome da constituicSo
intimamos que vos retiris.
CnmmanJante : Telilla ordens que
execuler.
Mr. Vitet:Acibs de dietsr-se por or-
ih'in da assemblea um decreto que declara,
que em virtude do artigo 68 da constitui-
cSo, e em a Henean a que o presidente da re-
pblica pOam obstculos ao exercicio do
direito da assemblea, o presdante (lea des-
tituido de suas funccfis, e todos os func-
ionarios e depositarios da forca e da aulo-
ridade publica sao obrigados a obedecer
ssembla nacional. Intimo-vos, pois, qne
Vos retiris.
O Commandante :NSo posso retirar-me.
Mr. Cnapot:Sob pena de desobediencia
ede traicSoasleis, eslaesobrigado a obe-
decer debaixo de nossa respoosabilidade
pessoal.
U Commandante :Daveis saber que nSo
sou mais que um iostrumento. Ubedecd
a quem me manda. Quanlo ao mais, vou
dar conta inmediatamente do que oc-
corre.
Mr. Grey:--NSo esquecais que deveis
obediencia consliluicau e eo artigo 68.
O Commandante : O artigo 68 nSo foi
feito para mim.
Mr. Beslay :Foi feito psra todos e deveis
obedecer-lne.
O presidente Vitet e Mr. Chapot voltam
parasela.
Mr. Vilet da conla 4 assemblea do que
acaba de passar-se entre elle e o comman-
dante.
Mr. Berryer :Requeiro que, nSo so por
um accordo da mesa senSo por um decre-
to da assemblea se declare ja que o exer-
cito de Paris esta eocarregado de velar na
Jefes* da nssemiili-1 iiaeonal, e que se in-
De todas is pirtes : Ja se fez isto, ja se i Um dos sirgamos :-- Eu tenho direito.
pedio um decreto por proposta de Mr. Ber-' O general Oudinot: -- Caln-vos, repito:
or I falle o vosso chefe !
O general Oudinot: Nunca tivemos mais O segundo tenante: Eu nSo sou mais
cessiJade que nesle mldenlo d* rodear, que um segundo commandante. Se vos pa-
uso presidente de mais defTrencie, res-rece, podis fazer isto presente ao primeiro
ito e conaiderac.lo. Creio que elle deve, commandante.
r revestido de urna especie de dictadura, j O general Oudinot:--Queris dizer que
rmetli-me a expressSo. ( ReclemacOas! esistis ?
rciees. J Retiro a expressSo, se pode fe-
r a menor susceptibilidad* ; quiz dizer,
e suas pslavras devem obter immeliate-
ente respeito e silencio. Nosse forre, nos-
dignidade, esta precisamente oa uniSo.
lamoa reunidos ; hoje nSo ha maia lado
..irelto, nem lado eaquardo. ( Muito bem 1 )
Temo* um mesmo sontiment no coracSu : o
aeotimeoto de que a Franca inleira fora feri-
i n*te momento. fMuito bem !)
Una s palavra quaodo o presidente jul-
gar d-iv r confiar a um ou a varios de nos
urna commissSo qualquer cumpreque obe-
decemos. Pele minha parle obedece-lo-hei
completamente. Quero que fique entendi-
do que todas as proposlas irSo primeiramen-
te 4 meza. Un contrario o que suceder ?
O qu* acaba de fazer Mr.Theurel, reproduzir
proposlas muito justas, porem queja foram
spprovados. NSo percamos pois lempo.e pas-
seludo pela mesa. Obalecamos ao presiden-
te; Por mim, ponho-me completamente as
suas ordens com a maior abnegarlo. ( Muito
bem! j
OSr. Presidente Benoist d'Azy : Creio
que a forca da assembli consjsle em con-
servar una |i Tl'ena u ni-lo Pruponho.confor-
msndo-me com a opui nSo que ma hSo ex-
pressado vanos membros. que o general Ou-
dinot, nosso collega, seja revestido do com-
mando das tropas. ( sim sim muito bem
bravo i )
Mr. Tamisier : Sem duvida o general
Oudinot, como todos os dossos collega,enm-
O Offlclsl (depois de vscillir um momen-
to. ) : Formalmente?
Ogeneril Oudinot: Vou dar-nos a or-
dem porescriplo. Se a desobedecerdes, sof-
frereis as conseqnencias. (Nola-sa certo mu-
vimeiito nos soldados.)
O general Oudinot: Cecadores, tendea
um cnefe a quem deveis respeito e obedien-
cia. Deixai-o fallar.
Um sargento: -- Nos o conhecemos: be
um vllenle !
O general Oudinot:-Ji Ihe dlsse quem
sou : agora pergunto Ihe seu nome.
Oulro Official quer fallar; porm o gene-
ral Oudinol Ihe unpoi-m silencio.
O ulllcial: Chamo-me Carlos Guedon,
segundo tenante do 6 bathSo de cacado-
res.
O general Oudinot, ao o(Ticil : Decla-
vaes que leudes recabido esUs ordens e que
ros cingis asinstruccOes do cliefe que vo-
las deo?
O segundo tenenle : ~ Sim, meu ge-
neral.
O general Oudinot: Basle ; nSo quero
saber mais. ( O general Oudinot e Mr. Ta-
ini-ier tornarn a entrar na sala.Ha urna
hora e um quarto..
O general O jdinot: Sr. presidente, re-
ceb os decretos que me conferem um o
cotnmandode tropa de linha, e o nutro o
da guarda nacional. Ilouvesles por bem
aceitar, por proposta minha a Mr. Tamisier
como chele de estado maior para o exercilo
prira com ser dever, porem deveis lemorer- Rogo-vosque sceitisa M'. Malheos de la
vo*da expedigSo romana que elle comoien-
dou. ( Vivas, rumores, reclamacOes nume-
rosas.)
Mr. Je Resseguier : O Sr. desautorisa a
Assemblea pela segunda vez.
Mr. de Damlierre : (Ule-se por Dos ve-
ja que nos assassina '
Re lorie para igual cargo na guarda nacio-
nal. ( Muito bem .
Vanos membros: Isto o he de vosse
eleicao, eslaem vossas stiribunjoes !
til' esi i.nilo :-- l'o leis usarde vosso di-
reito, porm j que nos consultis sobre o
vosso pensamenlo, creio interpretar o dese-
Mr. Tamisier: Doixem-me concluir, je da assemblea dizendo-ros que applaudi-
NSo me nao comprehendido. """ vo,sa ela^So. (Sim muiio bem .')
O Presidente :-- Se eutra a divisSo entre general Oudinot i -- Fica portanto re-
nos, estamos perdidos. Iconhecido Mr. Malheos do la Redorte como
Mr. Tamisier :-Apiii nSo ha motivo do ebefe de estado maior pare a guarda nacio-
di is5o,uorem que autoridade podera ter so-1 "' ( Signaos de assentimento.)
bre o povo.
Mr. Berryer: Votos, senhor, presi-
dente.
Mr. Pascal Duprat: -, Ha entre nossos col-
legas um homaro qno em outras circuustan-
liiiiii ao general Maguan que sob pena de : cas menos difllceis, he verdade, soube re-
IraicSo pooha as tropa* a disposicflo da as- slstir aoa projectos funestos Je Luiz Napo-
Chapot:-Tenho aqui um projecto voseapplausos. )
1
creto
Mr.
de proclamecSo proposto por Mr. de Fel-
loux.
Mr. deFalloux :Peco que se lea.
Mr. Berryer .-Temos oulra cousa que fi-
zar : o decrtlo em primeiro lugar.
Mr. Piscalory :A vordadeira proclama-
ci he o decreto.
Mr. Berryer: Esta assemblea nSo he
Mr. Berryer :Requeiro qua a assemblea
acional ordene porum deceto tojos os
directores de prisoes que ponhim em liber-
dede, debaixo da pena de traicao, aos re-
presentantes que hSo sido presos.
(O presidente pda votos o decreto que
he approva lo por unanirnidide. j
uriston :A issembla nfio
sembla. (Muiobeni!.
Mr. r.isca UUpral : Em nSo eommanda
mais.
Mr. de Ravinel ; lie Bareguay d'Hilliers
quem eommanda (NSo, nSo, sim, sim,)
Vanos membros : lulime-seao general
sem que i mporle qual o seu nome.
O Presidente Mr. Benoist d'Azy : Vou
consultar a assemblea.
Depois de consulleds, a assemblea appro-
va o decreto por unanimidade.
Mr. Monet Requeiro que ss remella ao
presidenlo da assemblea urna copia do de-
oieto expedido, relativo 4 demissSo.
Muilos membros :Ja nSo ha presiden-
te ; ja nSo ha presidente (AgitacSo.)
Mr. Pascal Duprat: Ja que he forcoso
pronunciar um nome, direl que Mr. Dupin
jui. Donrc ^ cato aaaouiuica ,v ..w o ...
urna reuniSu perticuler para fazer urna de- esla em sitio seguro. As eutondedes muni-
cleracSo ; clamos consumidos em urna as- Cipeoal prelendem que forcemos a porla e
aamhUa ordinaria 0 podein \ erinillir que occupemoS a .
Varias Vozes--O decreto' o decreto I e cssa da cmara. Sei que varios agentes de se he conduzido indignsmente, e peco qua
nada mais e polica foram avisar 4 autoridade o que den- nao se torae a pronunciar aqu o sou nome.
Mr linintln Rannhard Ha nun essisna- lr0 de pouco lempo nos obrigarSo a eva- {Vivos rumores.)
lo ainda cuar esta sala a viva forc. I Mr. Monet :-Quiz dizer ao presidente do
Mr. Piscalory :_Um conselho para apres-' ( C"ege um representante e grita : Da-1 supremo trbunal.
surar esta operacSo.. VSo por-so em circule- pressa : ah esU a forca Era meia hora de-
(3o folhas soltes de pepel nes quaes se po-
rSo as firmas e em seguida se unirSo ao
decreto. ( Sim / sim fazem-sa circular fo-
lhas de papel pela assemhla.)
Um Membro i Da-se ordem eo coronel
da decime legiSo pare que defon la e assem-
ble. O general Laurislon acha-se pre-
sente.
Mr. Berryer: De-se ums ordem por es
cripto.
Varios membros :Mande-se tocara re-
bate ( No fundo do salSo ouve-se urna alte-
rac3o entre varios representantes e alguns
.cidadaos aos quaes se procura fazer aahir.
O Presidente Benoista d'Azy : Mr. Mo-
poisde meto dia.) Inet propOa quo o decreto de demisso seja
Mr. Ah,nun Thouret entra eassigna o de- remetlido ao presidente do supremo tribu-
creto de demissSo dizendo : Os que nSo as- nsl nacional. A assemblea he deste pare-
signam s3o uns cobartes. cer ?
(No mesmo momento em que snnuncia- A assemblea concorda que sim.
se a chegada da forga armada, restabelece- Mr. Julos de Laeteyrie : Proponho, senho-
se o silencio o mais profundo. Todos os in- res que se espeje um decreto mandando
dividuosda mesa vSo para seusassentos pa- que o commandante do exercito de Pars e
. ra serem vistos de toda a assemblea e dos lodos os coronis de legiBo da guarda necio
chefes de ti opa. )
O presideule Benoist d'Azy :Silencio.se-
nhores :
() chefes da tropa nSo so apreseotam.
Mr. Antonio Thouret i tima vez que a-
L'm desles exclama: Sennores, dentro de quellcs que oceupam o municipio n3o en-
ume hora telvez nos donaremos matar por tram nesti sala para disiolver este reuniSo
vos outros. ) I 'I1'" ne nica legal, requeiro que o pr&si-
Mr. Piscalory :Urna palavra NSo pode- denle, em nome da assemblea nacional en-
oos, n3o devemos oxeluir daqui os ouvin-' vieutna depulac3o que intime a tropa que
tes (Ruido.) Os que quizerem vir serSo se retire em nome do povo. (Sim, sim, mui-
bem recebidos. Ouvi urna phrasa que me to bem. )
impressionou : Dentro de urna hora talvez I Mr. Canet: Peco para fazer parte da de-
nos faremos matar pola assemblea. N3o pul*c8o.
podemo* admiltir muitas pessoas ; poim Mr. Benoist d Azy : Fice i tranquillos,
ss que poderem devem fcar. (Bem bam !) ( sennores, nosso dever be continuar em ses-
A tribuna he publica conforme a conslilui- sao e esperar.
c3o. (Signaes de appiovacSo.) sV. Pascal Dupral :-N3o vos defenderis
O presidente Vilet: O decreto de ra- sen3o com a revolucSo.
quisitoria dlzassiro :
A assemblea nacional, conforme o irtigo
32requera decime legiSo para quedefenda
o local das sessOes da assemblea nacional.
He consultada a assemblea, o decreto he
approvado por unanimidade, e reina em se-
guida bastante agilacSo. Varios represen-
lames fallam ao mesmo tempo.
Mr. Barryer : Peco 4 assemblea que
guarde silencio.
A mesa quo est rediginlo os decretos o
a ijii> ni proponho se coufiram lodos os po-
deres para as differenles medidas que ha-
jam de adoplar-se, necessila de calma asi-
lencio. Os que teem de fazer proposicoes,
ss ferSo depois; porm se lodos fallarem
drm mis puliremos entender. (Osiloncio
he reslabelecido.)
Um Membro :Requeiro que a assemblea
esleja em permanencia at qua cheguem
forcas para a sua defesa. Sa nos separarmus
anles que venham estas forcas, nSo podere-
iini!, voltar para reunirmo-uus.
Mr. Legras-Devot: -sim i sim I A perma-
nencia.
Mr. Berryer : os nos defenderemos
com o direito.
Vozes Diversas :E c.im a lei, com a lei ;
nada de revolucSol
Mr. Pascal Duprat: Enviemos emisss-
rios para lodosos pontos de Paris e especi-
almente pera os arrabaldes, afi n de moli-
lic.ir populacho que a assemble necional
permanece constituida, que tem lodo o po-
der do direito. e que em nomo do direito
faz um eppello ao povo : este he nosso ni-
co ineio da ssIvacSo. (AgilacSo Ru-
mores. )
Varios representantes no fundo da sala :
Subam l tfubam (Sansacao seguida de um
profundo silencio.)
O presidente Mr. Benoist d'Azy : Nem
urna palavra, senhores '. Silencio absoluto I
He mais que um cumio .' permilli me que
vos diga, he urna ordem.
Vanos representantes :--He um sargento
quo nos enviam.
O presideule Mr. Banoist d'Azy :--Um ssr-
gento he o represeutante da forca publica.
Mr. de Falloux :-Ja que uo temosa for-
Mr. Tavreau :Peto dar conta 4 assom-'.ci, tinhemos ao menos dignidede.
bla do que he occorrido este manhja. O j Um Represntame :Taremos urna cousa
ministro da marinha deu ordem eo coronel e oulra.
Espinasse para fazer evacuar as salea. Es- O Presidente : Ficai emvossos postos,
tavamos Irinta ou quarenla no aalSo das Sis. Considerai que a Europa inteira nos
conferencias, e declaramos que iamos para i contemple.
a sala das sessoes, onde permaneceramos O presidente Vitet e Mr. Chapot, um dos
ele que nosexpellissem. secretarios, dirigem-se aporta, por onde
Mandamos onemerM. Dupin, o qual se vii enlnr tropa e aJiantam-se at 4 es-
reuni coinuosco no salflo das sessOes, cada. Os ltimos degrosdaslis acbam-se _.
quando a tropa appareceu, elle pedio para oceupados por um sargento eunsdozeca- -Vio
nal obedecam ao presidente da assemblea
nacional, debaixo da pena de traicSo, allm
de que nSo haja na capiiel ume so pessoa
que nSo saiba qual o seu dever, e que se
faltar a elle, commette urna Iraicgo a seu
psii (Muito bem, mullo bem !)
Mr. Dufraisse: = Eao coiiimanlintc da
guarda nacional da Paris.
O Presidente :He evidente.
Mr. Paseel Duprat Devemos desvener.er
nos depai lamentos a seosacSo dos funestos
decretos que foram publicados hoje plo
presidente da repblica. Requeiro quo a
assemblea lome urna medida, qualquer
que seja, para fazer aber aos departamen-
tos qual a altiluie que temos tomado aqui
em nome da assemblea nacional.
Muilas vozes:Nossos decretos sSo psra
isto.
M'. de Resseguier : --Requeiro que a me-
sa se encarregue de dirigir urna proclama-
cSo Franca. 1
O Presideule :Se for possivel publicar
os decretos, ludo esta feito, saaSo, nada
conseguimos.
Mr. Antonio Thouret:-- Conven enviar
emlssarios pera Paris. Quero um exemplar
de nosso decreto.
Mr. Rigal : Requeiro que se adoptem as
medidas necesssrias pera que se imprima
este decreto.
De todas as partes : -EstSo tomadss, es-
tn tomadas.
Um membro : Requeiro que se pooha 4
nossa disposicdlo O llielegrapho,
Mr. Ravinel : Que se prohiba ao direc-
tor commuoicar-se com os departamentos,
quanlo nSo for para transmetlir os decretos
da Assemblea. '.*,
Mr. Dufraisse : Requeiro que se a As-
semblea julgar isso conveniente, se espece
que um decreto Hrohibiodo a todo o
depositario de funios pblicos entre-
ga-Ios por ordem de nentium dos funciona-
rios ectuees. JEsta feito, est feito). EsU
compreheodi lo uo decreto.
Mr de Colfayru : No decreto sa diz ja
que todas as aitribuices do poder executi-
vo passim para a assemble.
Me-, do Muidlo: A responssbilidade pe-
cuniaria he/ic direito.
Mr. Thouret: Parece-me que a Assem
le.in lloiuoariu. este homoin he Mr. Tami
aiiT. 7~RxcWuaces a rumores.)
Mr. Tamisier : Porem nSu sou conheci-
do ; que quer que fafe ?
Mr. Piscalory : Por favor deixem votar,
porem llque entendido quo > m ,,, ( ,- .: l,
mente convencido de que Mr. Tamisier,
quando repellio o nome do general uudivot
nao quiz de modoalgum inlroduzra divisSo
entre nos.
Mr. Tamisier : NSo, eu o juro. NSo a-
O Presdanle, depois de urna breve pausa:
Dizatn-oieque algumas pessoas se tem
retirado ; u3o posso crer que ninguem quei-
ra sabir daqui antos de determinar o que
devemos fazer.
De lodases parles : --NSo! nSo, nm ses-
sSo permanente !
Mr. Berryer, enlando na sala, com va-
rios de seus collegis : Senhores; abrio-se
urna janella ; ha urna mulldSo do povo na
ra. Aiiiiunciei-llie. que a ass ni., e nacio-
nal reunida em numero mais que suflicien-
le para a validade do seus decretos, pronun-
ciara a o,- i,, ,,,i,i o,, |.i .-i.i,>,,i,, da ropuliii-
; quo o couimanio superior do exercilo
e da guarda nacional fora confiado ao ge-
neral Oudinot, e que o chefe de seu estado
maior he Mr. Tamisier. Minhas palavras fo-
ram accolliidas com acclainac-'s e bravos.
dhen a esto nome porque tamo que WO | jB''."'V"""-r
nao produz.no povo de Pars o elTeito queK";;'0.^ chofe do lerceiro blU|Mo
Tgoner.l Oudinot:- Estou disposto a da "" da ""X^T^Zl
submeter-meSs ordens que me foram dadas seta-SB f,lJl'du "' K- Jor Ve4d, no
queesquer que sejam,pa?a a salvado do meu ; "CdV'aaimb??. Q
pa'iz ; por isto ecailaroi lodo o mando i810/0 d" ,8?m.D'f:'" nom ,
v'oes) Votos! votos a nomeacSo do go- O Uud,.".l|: Bem' '
neral Oudinot! mandante, neum bello exemplo
bem, com-
Coosult d.V Assembles. coocord.m em *hl oheto ^V^MMo,nm es-
Sis fS M CmmiDiale mfSS& SmESP"commis
O general oudinot: Urna palavra,
sideole : compaohbiros nSo posso declina
sr. ore- serios de polica apresentam-se portado
Jec'linar sala, e a nina ordom do presidente adi.ur
"honr' riVcocedeisrOu'tra"cousa fo- t'n-se para a meza.
".um. injuiia.os meus camar.d.s que na O commissario ina.s s^-HM
lis, como em todas as parles teem com- J r"M' "*"*ccruP*st' ''*, f"
..:.'___..n7.... u.,1. .i, ir, promptos.a obedecer a esta ordem.' So-
je o nosso esla Ira- prump
da Je Ue populan lade elle a conq
aqui mesmo. (Muito bem miuto bem I)
Mr. de Saint Germain Reqneiro que o Cl
sabis calcular qnaes sSo suas conseque-
decreto que numeou o general Oudinol se-1 0 comm.ss.no :-InJubitavelmente co-
ja redegfdo immediatamente: convemquee nhecemus a constituicSo, porem na posico
general tenha um exemplar. emque nos echemos, somosob'igado sobe-
Oa membros da mesa :-Vai redigir-se. ^ecer as ordens de nossos chefes supeno-
Em quanlo estes senhores redigem o da- reS; -ut.
creio, o general Oudinot aproxima-se de Mr. I O Presidente : Em noma da assemblea
Tamisier e troca com elle algumas pa- vou ler-vos o artigo 68 da consiituicSo.
i1iaa O Presidente Vilet le o dito ertigo,
O genaral Oudinot: Senhores, acabo de O Presidente Uenoisla d'A^y, ao commis-
oCTerecer e Mr. T.misierque ma sirve de seno: Conforma ao artigo que acabis da
chefade esledo m.ior. rMuito bem). El- ouvir e porse ler impedido que a assemble
leacceila. ( Mullo bem! Bravos thusias- sereunisse em o lugar orJinano de suas
lieos sessO-s, ella reunio-se nesle recinto e tem
Peo ao senhor presidente que faca che- exped lo o decreto que se vos yai ler.
ge imediantamentu ao cu.inecimeiilo da 1ro- O Presidente V.lel l o decreto de demis-
pa de linna a honra que acabaos de fazer-me., "5" de l.uiz Napoleao
Multo bem!) 0 Presidente Benuist d'Azy : Em virtu-
Mr Tamisier.-Senhores, haveis-me con-,do deste daceto. do qual se vos dar urna
cedi lo em encargo bem dillloil e que eUU4o eople, a assemblea reumo-se aqu, e vos
amb.cionava: porem .ules de p.rlir par. i convida por minha bocea a que OMdMaM
compnr as ordens da Assemblea, permilli aos seus mandados. Repito voi q
que juie que paito a defender a repblica.
.' Votes diversas, muito bem / viva a rep-
blica .' viva a cooslituicSo /)
Neste momento os membros queso acbSo
junto do porla annunriam que um ofllcial
do sexto batalbSo da cacajor ebega com
noves ordens. O geueral Ou linot adiauta-
sa para o oUicial, seguido de Mr. Tamisier.
Mr. Tamisier: L eo olllciel o decreto
pelo qual o general Oudinot fora nomeado
general em chefe do exercilo da Paris.
O general Oudinol, ao olUcial : Estamos
aqu em virtude da consuluicSo. Ja sabis
que a assemble nacional acaba de nomeer-
uio general em chefd. Eu sou o general Ou-
dinol; deveis recouhecer sua auluridada,
deveis Ihe obediencia. Se resislirdessssues
ordens incorrereis as penas mais rigorosas.
Seris levados immedielamenle anle os Iri-
bunees Ordeno que vos retiris.
O OUicial: (Segn lo teneute do 6o de
catadores de Vinciunes) : Meu general, sa-
bis qual a nossa posicSo. Receb ordens.
Dous sargentos que estevem ao lado do
ofGcial pronuuciam algumas palavras edSo
signaos de inolasisarem-se pela resis-
tencia.
blldey7emVempreVcipa7-sedaViecaol o gener.l Oudinot.C.l.i-vos.' Deixsi
de noAPB collegas, os generSes que eslo em fallir vosso chefe nao teodes o direilo de fal-
| lar aqui.
menta n3o existe nesle momento em Fran
ca mus que urna s autoridade, a que esta
aqui reunida, e e n nome da assemblea que
ti-* si i ni a depositara desta autoridade, que
a obedecais. Sea for?armale, sa o usur-
pador se lazem frente a assemblea com suas
violencias, devemos declarar que estamos
em nosso direjl. femos appellado paia o
peiz, elle responder.
Mr. de Ravinel pergunta seus nomes Sos
commisssrios.
O Presidente Bonoist d'*zy : Os que
fallamos somos Mr. Vitel eMr. Benoist d,A-
zy, vice-pre*idenie,' Mr. Chapt, Grim*uJ e
Moulive, secreta-io de assemblea nacional.
O Coinmissario, mais velno:Nossa mis-
s3o he penosa. N3o temos ume autorida-
de completa, porque neste momento a for-
ca milalar he a quo obra, e a intimec.loque
fizamos he para evilar um conflicto que
nos seria muilo sensivel. O Sr. prefeito
enviou-nos aqui para que vos convidasse-
mosaretirar-vos, porm tendo encontrado
aqui um destacamento consideravel do cr-
eadores da Vincenues, enviado pela autori-
dade militer que pralen le sera nica que
lem o direito de obrar, nossa intimeso he
ofllciosaenaotem por objecto senSo impe-
dir um conflicto funesto. N3o pretende-
mos julgar a questao de direito, porem te-
nho a honre de prevenir-vos qua a autori-
dade militar tem ordens muito severas e
exeruto-las-ha provavelrrente.
O Presidente: Dovela enmprehender per-
eii.i nenie, cevatheiro, que o convite ao
qual dais nesle momento um cerecter offi-
ciel, nSo pode produzir nedhuma in>press3o
em nos. NSo redaremos senSo forca.
O Commi-sario, mas moco .'Senhor pre-
sidente, eis-aqui e ordem que nos foi dada,
e sem 'n.ais dilacSo vos intimamos, que, ou
justa ou Injusta, vos dispersis. (Violentos
murmurios.)
Varios membros : Os nomes dos com-
missarios os nomes 1
O Commissario mais velho : l.omoino,
Beoherel e Morlrt.
Neste momento rhege unf olUcial tendo
urna iinlmn na nio, < di / : Sou mili-
tar, racebi urna nrdem, saberei execule-la.
Eis-aqui a ordem ;
Commandante, em virtude das ordens
do ministro da guerra, fanei desoecupar un
ni h ii.iiii niin a casa da camare do dcimo
distrieto, prendando, se for neceasario os
representantes que dnsobadecerem ao acto
da inlimacSo de despers.reui-se. O gena-
ral em cnefe Maguan (ExplosOes de
murmurios.)
Varios membros : Bem Ent3o pren-
dem-nos 1 D ordem de i>render-nos !
Entra oulro ofllcial na sala, e auroximan-
do se da meza l oulra ordem concebida
nestes termos :
O general em chefe ordena que se dei-
xem sa/nr os representantes que nSo oppo-
zerem resistencia, entre lano que os do-
mis s -r.ii) con luzilos com todas as consi-
derscOes possiveis para a prisSo de Mazas.
Gran les gnlos de todos as parles da sala.
Todos queremos ir para Mazas.
ti liras vozes responded : Sim I sim !
Todos ap 1
O l'residerite, Mr. de Larcy e o general Ou-
dinot, appellem pera o patriotismo do com-
mandale do 6. batalnao. Este rosponde
que he interino e que seu primeiro chefe
est doenle.
O general Oudinot: Acabaes de ouvir
da bocea do presidente d. assemblea nacio-
nal que actualmente nSo ha em Franca ou-
lro poder que esta. Em virlu le desla po-
der que a assemble ma ha delegado, decla-
m-vos .|ue nSosehiremos d'aqui senSo pela
forQ), e mando-vosque evecuois a sala. Obe-
decis, commandante!
O Ofn,:ial : -NSo, meu general, e eis-aqui
porque; lecebi de meus chofes estas ordens
e devo execula-las.
Vozes de todos os representantes :Mar-
chemos para Maaas.
O OlUcial:Em noma do poder executi-
vo vos inlitoamos que vos dissolvais ja e j.
Differenles vozes : NSo existe o poder
cxoculivo. Empragai a forca, se vos atre-
vis.
A'orioni do commandante muitos cata-
dores panetram na sala o com elles novos
agentes e cominissenos de polica. Uns e
outros agarram nos membros da mesa, no
general Oudinot, em Mr. Tamisier o en ou-
iro) mullos representautea, e conduzem-
nos para a escada. Esta continua oceupa-
da pela tropa ; sooem e descero os agentes
do poder em busca da ordens, e finalmente,
depois da um quarto de hore, os soldados
abrox. suas fiUs, os representantes agarra-
dos pela policu descom a aseada, apresen-
ta-se o general Forey e o general Fudinot
Um falla um momento, e voltaodo-se para
os membros da assemblea, diz-lhesqueo
general Forey Ihe responder : sumos mi-
liiaips e n.iu coiiheceiius senSo nossas or-
dens.
O general Lauriston : Deve conhecer as
leis e a constituido, tambera Tomos milita-
res como ella.
O general Oudinot:O geuoral Forey
pretenda que nSo deve obeJecer senSo ao
po ler executivo.
Todos oj representantes i Levem-nos
para Mazas.
Varios guardas nacionaes qua estSo no
paleo grilam cada vez que se bree porta
para dar passagem aos officiaes que vSo e
veem : Viva a repblica Viva a consli-
luicSo.
Cassam alguns minutos e por lim abre-se
aporta eos agentes mandam que os indi-
viduos da mesa e da assemblea.se ponham
em marcha. Os presidentes Benoist a Vital
declaram que nSo sahirSo senSo forca.
Os agentes agarrem-nos pelos bracos o fa-
zem-nos sabir para a ma.
Os secretarios, o general Oudinot, Mr.
Tamisier sSo couduidos do mes no modoe
se poem em marcha enlre duas filas de sol-
dados, e o geurrai Forey frente das tro-
pas dirige a collumna. A assemblea deslo
modo presa he conduzida nomeode vivas
a ella, constituicSo, ea repblica dados
pelos cidadaos que estavam as ruase lias
janellas ate o quartel do largo do Orsay, se-
guindo pelas ras de t.renaAJe, Laiut-Guil-
laume, ora da univorsidade, li.-aune, e pe-
los largos de Vollaire e Orsay. Todos oslre-
i'reseiitauleseiilraijHio palco do quartel, e
feixa-se a i orla ein seguida. Eram iros ho-
ras e viole minutos.
Por proposla fie um membro proce ie-so
mesmo no paleo a fazer urna lisia nominal,
e resula acharem-se presaules 2d indi-
viduos.
fe .mi estes : Alberto da Luyues, Andi-
gu de la Chasse, A. Thouret, Axeno, Au-
dren da Kerdrell, Andr de Kerdrel, Balzac,
Barch'JU de ii mimen, BaxXlllore, O Ilion
linr.it, Barlhelemy, Seint-llilaire, Beeu-
chart, G. de Baaum.nl, Bechard, Behagel,
de Belvare, Benoist d'Aiy. de Berosrdy,
Berryer, de Bersel, Bes>e, Belting do Lau-
caster, fllavoyj, BuCher, Boissie de Botmli-
lao, Bouv.tier. de Broghe, da la Bruise, de
Byas, Buffet, Calllet du Tarlre, Callet, Ca-
uius deleGuiburgere.Cenet, deCastillon,
de Csielis, elmirent Cecilia, Cnavibolle,
Caouriot, Cnampanet, Chaspor, Chapot, de
Chareiicney, Chasseigne, Chaimn, Charant,
de Chaselles, Chegazay, de Coislin. Coffa-
vau Colas de la Morle, ue Coreles, Cor-
dier Coroe, Creton Daguillon- Puyol, Da-
mrol Dainbray, deampierre, de Bretone,
de Fonteiue, de Fonteney, Desase, Des-
mers, do le Devansaye,*idier, Dieuleveut,
llruet, Uesviu, A. Dubois, Dufeiore, Dufou-
aezais, Dufour, Dufournal, Marcos ufreis-
se, P. Euprat, Duvergier, de Houraune,
Ettienne, de Falloux, de Kruthier, Faure,
Faix des Ferves, de Flenvigny, de to-
blanl. Frichont, Gein, Gepelin, Germoniere,
de Gicguien, de G.ulard, do Guyuu, do
Grandeviile, de Grssset, Crelier Dosofougc-
ILEGIVEL


/
rau, Grevy, Crillon, GrinMul, GroM, Cuil-
lier, de la Fausclie, llsrscouet da Saint-
Ceorge.d'Aavrincosert, Henieart llenreqdin,
illli-s I.llovyii-Tranchero, lluot, Jorel, Jou-
annot, de Ki'raiillerh, de Knrati y, de Keridec,
de Kc-rmxe, de Kersauson-I'enendref, Leo
do Labord, Lsbaulie, Larave, Cacar l.afaya-
Ihe, Lafoaae, Legarde, l.agreneu, l.aiui,
l.anjinvtis, Larabit, de Larcy, Y de Lastai-
ri, Latrade, Laureau, Lauxenceau. general
Lauriston, do Laussat, Lefi-vre, de Crnssier,
Lrgrand, l.egroa Oevot, l.emaire, Emilio
l.eroux, do L'Espinoy, Lherbelte, de l.insa-
vel, deLupp, Marechal, Martn da Vilhers,
Mare-Launav, Mere, Alian lo de Melun, A-
nalolio de Melun, Mexenti, MichautMiapou-
let.Monet, de Moutebello, deMortiny.Moulin,
Mural, l.istriere, Alfredo Netlemante, d,OI-
vier, general Ouedinot de nogio, Peillet,
buparc, Passy, Emilio Paau, Pecoul, Casi-
rniro, Perrier, Pldoux, Pigeon, de Itiog
Piscatory, Proa, Prudomme, Querbnent,
Handoing, Rezal, de Hossegnier, Rau lot
Raullo, de llaviiiet, de Remuaat, Rnvaud,
Ueral, de Hossegnier, llenrique de Kianccy,
Bigal, de la Rochette Rodal, de Roque-
reuille, dea Rotoura de Chanlieu, Rouget-
Lafosse, Rouill, Roux-Carhonnel, San-
Beuve, de Saint-Germaln, general do Saint]
I'ncst, Salmn, Sauvaire-Barlhelemy, de
San, de Lesmaisons-Sinovot, deStoplan-
de, de Surville, deTallonet, Talou, Tami-
aier, Thouriot, de la Hosire, de Tigny,
de Tocqueville, de la Thouxe, de Treve-
nenc, Mortimer-Ternaux, da Vatimeanil,
de Mendoeuvre, Vernhelte, Veroblte i Avey-
ron), Vesin, Vilet, de Voguc.
Terminada a Mata o general Oudinot roga
mis repiesoutantes dispersos no pateo que
ae reunam em derredor Julios, e Ibes faz a
seguinlo communicaclo:
O capilo ajudante maior que licou para
mandar o quartel, acaba de receberordem
para que se noa preparem quartos, paraos
quaes devemos retirar-nosem qualidadede
presos. Minio bem .') Qnereis que faca
viro ajudante maior? Nao! nlo! be mu-
ll. ) Vou di/er-lhe que execute suas or-
dena. (llein be iato! I
Poucus momenlos depois, preparados os
quartus, alguna representantes reliram-se
para ellea : os outros licam no pateo.
Aa quiltro bcras da tarde vieram entre-
garla voluntariamente a prislo, Mr. Va-
le lie, Mr. Viclor Lefrane e Mr. Ruis.
As oito horas emoia o general Badnult,
Laforse, Eugenio Suu, Uenoit, Toupet de Vigiles, Arbey, Paulin-hevueu,
Tilbard Lalerosse, Cliaray e l v il I presua
pela ui..iin,l no paleo da asscinb|.-a e deu-
dos uraule a da no ministerio dos nego-
cio ealrangeiros, slo levados para o quar-i
te|, e se reunam aos seus collegas, cujol
numero tola I tobe a -.'I-'.
Aa doz lloras menos um quarto entram
variaa carruagens cellulares no paleo, e os
representantes sio n.-ll s levados para o
Monte Vsluiiano, para Mazas o para Vin-
cenues.
Do Heraldo.
swaemen .i n______.
relativo ao mau aonho paimu ante rneue olhoi
lia real e perfeltauentecomo real a perfelta-
meme Ihe tenbo eicripto, e que nanhuma al-
lii.-n ba a quemquer que teja; podeudo po-
rm cada um lomar para al ou outrem a cara-
puta te for da aua medida, a bem lbe encallar
oacabeca. .
Adeoj, que lenho de Ir a alfandoga despa-
char unas barricas de farlnha do reino.
INTERIOR.
CORRESPONDENCIA DO DIARIO DE PER-
NAMBUCO.
Parahyba 9 de fevereiro de 1852.
Os nossos malulos vam tomando mais
alguro seuso, e por issoestam uns accom-
modadns cam a celebre lei, que ellps alcu-
nliaram docaptiveirn. Nlo tcnlio lido noti-
cies mas, ii-ni anda daquelles lugares em
que os nimos so exacerbaran) ; assim como
n.l i l uiliii tido do centro, e por isao n3o sei
qu! a impressSo, que tal le all causara.
O Knjos embirrou com um artigo inserto no
Oovernitta Parahyba em que ao diz que gra-
tas as enrgicas providencias do Exm. pre-
sidanta, e Ur. chele de polica, os nimos
ett8o tranquillos, e asdesnrdons acalmadas,
a uu accesso da sua raiva cabio sobro o
RIO Dt JaNKIUO.
JURISDICCO CONTENCIOSA DA FAZENDA
PUBLICA.
Decreto n. J*M dtb de fevereiro de 1842.
Conlm este decreto o regiment provliorio
do conielho de estado, credo pela le auterior
n. 234 de 23 denovembro de i8 Km face de auaa dispoilcde, especialmente
das do capitulo 3*, emquese oceupa otob/ee-
to$ contenciosos, creio nao eiagerar ffirinaiiuo
que esse regiment marcou urna poca multo
notavel na historia da Justica administrativa
entre nos. Atcuioex.stiam iein duvia dispo-
s.cfles de le que consa.ravam o principio de
competencia da autoridade administrativa para
julgar o contencioso administrativo; mal nem
rase julgamento oerecla ocldado as garan-
llaa necessarlas para merecer-lhe conanfa,
era a oulorldade administrativa llnha cm *"
mos os melos de manter semelhante attrlbul-
co contra as Invases do poder judicial.
Koi so depols desse regiment e porauavlr-
tude que a autoridade administrativa se vio ar-
mada do poder de suscitar o couOfcto, quando
lbe constasse estara autoridade judiciaria ef-
fectlvkuieute conhecendo de objectos administra'
ttvos -, Tol s depoif delle que o cldado ein aeus
litigios com Estado aobre materia contenciosa
administrativa pftde contar com verdadeiras
garantas, ja" pelos recursos que pennltte con-
tra as decisdes dos presidentes de provincia, e
dos ministros de estado para um cooselho ebelo
de luses e de Imparclalidade, oomo be o conse-
ibo de estado, j pela forma de processo que es-
tabelece para a Instrucco de seinelhautes liti-
gios perante esseconselho.
Serla talvex para desejar que o proceso offe-
recesse alada inaiores garaullas, defioludo-se
de urna manelramals precisa os seus termos,
dando-se partes o dlretto de detesa ein toda
sua ainplicude, e nao restricto como se da,
determinando-se que asdecUes fossem dadas
por toda a asseuibla do conseibo, e nao pela
simples seccSo respectiva, embora devesie esta
er encanegada da instrucco da causi. Tacul-
tando-se uiesmo s partes ou a seus advogados
o direltode recusar at cerlo ponto alguns dos
inembros do cuoselho, etc., como se ve prallca-
do em outros paizes com grande vaotageui, e
sem rit>co algum do principio da liberdade da
aeco administrativa que o decreto procurou
salvar ; qualquer melliuraineoto nesse sentido
au seria s cm proveito das partes com relaco
as decisdes do consclho de estado, estas tambern
ganliariam riucousideracSo e respeito, e sobre
ludo desviara mu- a descuberto os abusos e
xcessos praiicados pelas autoridades adminis-
trativa, turciando-se por Isso menos frequen-
les. E .ini dsso, talvez fosse anda cou venien-
te doterminar-se que os recursos em materia
contenciosa nao podessein ser decididos por de-
creto, sem previa deciso do conselho de esta-
do, acabando-be assm com o arbitrio 1 art.
4i: o pnntlplo da liberdade deacfo da admi-
nistracao com lodas as suas consequeocias con-
tinuarla a ser guardado, e entretanto nao
se pnvaria s partes de un recurso em um
litigio, onde, como diz M. de Gerando, sem-
pie se acbain ein dlscusso direitos mais ou
menos absolutos, mais ou meuos Importan-
tes. Creio que seria isso mais consequenle
depols do systema de proteceo que o regi-
ment teve em vista dar aus direitos d j ci-
ii.i.i.i > em suas queitdes com a admluis-
tracSo.
N'j.im porm estas, sejamoutras as alteraces
que convenba ou na faier-se nesse regimen-
t, o que he para inim certo, o que me parece
iucoosestavel he que reconhece elle o principio
da independencia das autoridades administra-
tiva e judiciaria, e cuino coiolario a compe-
tencia exclusiva da admiuislraco para julgar
o contencioso administrativo. Can eflelto.essc
regiment no art. '24 determina que os presi-
dentes as provincias e o procurador da cora
ua corte ti .mu do meio do conflicto, quando
Ibes consur que alguma autoridade judlciaria
est conbeceudo de objecto administrativo ; e o
que he mais de accordo cum a le da creacao do
consclho de estado, confia autoridade admi-
nistrativa, e nao autoridade judiciaha o di-
icito de resolver sobre a competencia ou ma-
teria do conllicto, qur seja este positivo, a
i \'u. e chof, e tozou-os, dizendo que
aquello o que apresntuu fui muilo medo, ej negativo (<;
que e>le nunca sabio de sua toca, e nunca ( A autoridade administrativa s he inhibida
vio a luz do >ol ali- ii da ponte d<) Sanhona,
i- iiiiairio inialnn'nl ttis rinhus as hon-
ras da pacifiCHcao para o l)r. juiz dedireito
da primeira coiiirca, que foi ao loga ac-
commoJar aos travesso$, cujo chefe achou
i'/.'iiiiiilm, de cama, pelo que filizmcnte
pode convence-lo a no arrancar mais os
cditaes para a ezecui;So do regulamento,
comoj o !ih,i feito.
I'er loe-mo o meu amigo Argot o dizelr
que tile he injusto, ingrato, e justo. Injus-
to com o f.\m. presidente, porque elle n3o
u deu (odas as proyideocias, que o caso
exiga, como mo>trou a maior coragem,
atormentado pelas disfguraJas e aterrado-
ras uolicias que appareciam, lauto que n.10
quiz seguir o exomplo de outros mandan Jo
suspender o regulamento, u que de orto eu
faria se por mmha iofelicidade,'e de mais
alguem, eu estivesse na cadeira da bondade.
He ingralo com o I)r. cliefo de pulicia,
porque elle ja fez urna visgem ao Urejo, e
de usar do conflicto quando j se acba hado o
litigio (:!,. Nos arls, 45 e 46 do mesino modo se
ve confirmado esse principio, estabelecendo o
regiment os recursos das decisdes dos presi-
dentes de provincia, e dos ministros de estado
em materia contenciosa administrativa.
ll verdade que pela resolucao imperial de 17
de malo de )85lt tomada sobre consulta da sec-
caode fazenda de la do raesmo inez(3j, enten-
deu-se queom o decreto u. 7343 de2U de no-
veuibro de 1800 ficou prejudicada em parte a
disposico daquelle art. 4, isto he, a jurisdic-
, ni couteociusa do cooselbo de estado cou-
ceruentc ao ministerio da fazenda nos caios
em qne as declses fossem dadas pelo tribu-
nal do thesouro com voto deliberativo, e nao
simplesmcnie consultivo, vista como seuie-
Ihautes decises nao se podem cbnsiderar ema-
nadadas do ministro da fazenda, como o pre-
suppe o dito artigo, c siin do tribunal do tbe-
souro, de que o ministro he apenas uut de seus
inembros, e scu presidente.
Ser porm isso urna derogado ao princi-
pio da competencia da autoridade administra-
tiva para julgar o coutencioso da administra-
decllo que julgasse perlgoia e inconveolentt
aos Interesses do Estado. Poremeutiojulgo
3ua seria licito perguntaraqucficarla redu-
a semelhante alteracSo.
Parece-me qua o systema contrario, Isto ha,
o systema adoptado na nossalel, he o mais con*
sentsneocomo governo representativo, e em
todoo ooso he o mafs lgico, se se adopta,como
entre nos, o principio da reiponsabllldade dos
ministros sem HmltacSo ou reserva alguma.
Demals. nao pens que seja inulto exacto dizer*
eequea respoosabilldade dos ministros nesias
questoes he urna pura tccSo, porque ellas en*
volvem essencialmente direitos do cldado para
que nao sejam devidainente considerados pelo
corpu legislativo.
Ese se quer engajar mais vivamente a rei-
ponsabllldade dos ministros, nada obsta a que
aa decisdes do conseibo de estado em instarla
contenciosa administrativa s possam nao ser
adoptadas, quaudo assim oresolva lodo o con*
seibo dos ministros, como aconiece em nutras-
naedes tambem regidas pelo systema represeo
tativo : serla urna garautia de in-is, e nada
solTreriao principio Ja liberdade da accao admi-
nisiraliva. (4)
Dtcrctos ns. 7.16' e 87O de 30 de no\>cmbro de 1850,
e 21 de novembro de 1851.
.Se a despeito da legislacSo citada ainda al-
guma duvlda podeise haver deque o conten-
cioso administrativo, concerneote ao ministe-
rio da fazenda, be da competencia da justica
administrativa e nao judiciarla, evidentemente
cessou com os decretos de 20 de novembro de
1850, e22de oovembro de iS.'h. Por este de-
creto, como se v do artigo I $ 2, deu-se s ihe-
sourarlas* a jurlsdiccao de julgar os recursos
interpostos das repartices que Ibes sao subor-
dinadas; por aquelle foi o tribuuat do tbeson-
ro Igualmente dolado entre as suas attribuices
da de julgar os recursos interpostus das deci-
sdes das reparlicdes scaes, art. I 2.
Ora, acbaodo-se no numero de taes reparti-
eres compreheadldas asthesourarias cora toda
as suas decisdes, qur sobre os objectos de suas
attrlbulcdes privativas, qur sobre os dai attrl-
bulcdes das repartiedes que Ibes so-subordl
nadas, parece nao aer mais licito duviiar de
que a jurisdicao administrativa para o Julga-
mento do contencioso administrativo da fazen-
da he completa e firmada com exclusaj da au-
toridade judlciaria.
Nem se diga que disposlcdes anlogas | es-
istiam nos regufamentos das alfandegas e con-
sulados ; prlmeiro, porque essas disposlcdes 11-
mitavam-se aos objectos especlaes, queregula-
vain, e por isso nao conteuiplavara inuitss ou-
tros objectos, como os que sao da privativa at-
tribuicao das thesourarias segundo, porque
semelhantes dUposicdes, alera de parciaes, nao
se achavara consignadas na le de 4 de oulubro
de 1831, c dahi resultara a falta de preclio e
clarea, a que em grande parte se devem tslvcs
as usurpaedes do poder dos tribunaes judicia-
rlos. -
Infelizmente esse melhorsmento se nao es-
tendeu jurisdicfo de executar. Nesla parte
as cousas Acarara como estavam antes. A au-
toridade administrativa continua a estar ainda
desprovida de ineos para dar execiifo s suas
proprias decisdes: he ainda a autoridade judi-
claria a nica competente para executar ettM
decisdes? Eentretanto nao serla mais lgico e
conseutaneo 1 mi os interesses da faenda con-
liar autoridade administrativa a execuco de
suas decisdes, salvo o deseuvolvmeoto da cau-
sa aos tribunaes judiciarios, quando tendo tido
lugar a execuco por ineios de dlrelto civil, m-i -
la apparecessein questdes essencialmeute ju-
duciarias? (5) E quando mesmo assira nao fura,
o que alias nos parece ter anteriormente de-
monstrado, nao seria ein lodo o caso convenien-
te detiuir os limites dessaJurisdicco de eiecu-
Ln.a.ii de tirar todo o pretexto s invasdes
das autoridades judiciarlas ? Sem duvida mul-
to para esse fira deve concorrer o ter-se esta-
belecido de urna maneira clara e completa a ju-
risdicco administrativa para o julgamento do
contencioso administrativo da fazenda; mas
seguramente seria mais terminante urna de-
clararn expressa, deque a autoridade judicia-
ria na execufo jamis podesse infriogir o jul-
gado, nao se entondendo a sua jurisdicco a
mais que inesiua cxecu(o e ao modo della
ad instar ao que determina a ordeoco l i v. ter-
ceiro tit. 87, 7.
Os conflicto de JurlsdlccSo entre as duas au-
toridades, judlciaria r admtolstratlra. terlam
de promplo urna solucao directa e nao por de-
ducedes serapre Inconvenientes em taes casos;
talvez mesmo fosse isso mais de accordo com a
mxima geralmente receblda, segundo a qua! a
jurisdicco he nm attrihuto e nao um princi-
pio, e que, como tal.se nao sujeita a desenvol-
vimentos e discussdes, mas se deve provar com
2
que stja digna do mais .profundado came
Pela mlnha parte oontento-ine em Indicar os
principios que devem regar a aua soluclo, co-
mo acabo de fazer, para nao raprodualr o des-
cnvoivliin'nio que j Uva occaslio de dar a es-
teamesinos principios.
S accrescenlarei que a Ideia de um tribunal
administrativo superior A adminlstraclo, como
le pode considerar o actual tribunal do tbesou-
ro, cuja vontade prepondera sobre a do minis-
tro da fazenda, appareceu em Franca sustenta-
da por dous publicistas de uina reputado eu-
ropea, he verdade, MM. de Connenln e Maca-
re ; porm, apezar disso, jamis pude ser tras-
ladada para a sua legislacao, e boje he urna
fdela geraliaente abandonada depols de ter si-
do vivamente combatida. O proprio M, deCor-
inenio, recelndoos Inconvenientes desuadou*
trina, apressava-se a ajuntar que os ministros
deveriain ter o dlrelto de avocaros negocios do
contencioso da administraco que se ligassem
a valas de interesse gerai.
Ou(a-se porm o que diz um publicista de
nossos das; u as precauedes tomadas no
Interesse da unldade e da liberdade de aceita
do poder eseculivo tirariam a forca, a indepen-
dencia e vida do trlbuiftU administrativo, e en-
tao nao seria mais que um simulacro de refor-
ma; ou este inbu11.1l goiaria de urna indepen-
dencia completa) c nao seria mais entilo tribu-
nal administrativo, porm um tribunal judela-
rio com seus iinmensos Inconvenientes. Ces-
sarla entio a llnha de separacio entre, auto,
rldade administrativa e a autorldadejudiclaria.
Nada Importara a rapidez daa formulas admit-
lidas dlante deste tribunal para o julgamento
dos actos da administraco ; ein essencia seria
sempreum poder, edar-ae-bta por isso um.
inudanja em uosso dlrelto constitucional. (li)
Terminando, dlrel que se o decreto de 20 de
novembro nao be inconstitucional nesta paite,
esta pelo m'nos ein desacord com o principio
cardlal da let o conseibo de eatado e seu re-
giment a liberdade de acc.au da admlnis-
trsfo._______________
l'xpoi'lm.iio.
Assii, briguu brasilciro t:onceico, do 109
tonelladas, conduiio o seguate: I cai-
xfioet fardinho faiendas, 9 barrien alca-
trSo, SdiUibreu, I arroba de cabo de cai-
ro, I eaisOo faiendas ediveraoi oblados.
itKClilil'.liitlUA ni'] ItKXDAS INTERNAS CE-
RAES DE PERNAMBUCO.
Readimento dodialS..... 11,363
CONSULADO PROVINCIAL.
Ronmento dodia 13.....2:605.364
Muvimentodo pono.
PERNAMBUCO
[iropro testo da le.
la "
tainbom porquo 0 meu amigo no poder fio? Pcrsuado-mc de que nao ha : com cU'eito
encontrar outro mais inolfeusivo e prudente I urna desloca(o de poder, mas de urna auturi-
do que elle. |dadeadmiuistrativa para ouira autoridade ad-
lle noalmeota justo porque o Dr. juiz de 'ninisiraiiva.
direito muito Ihe merece, e tambero a nos : "''-'-_'' alvez, e sera esta a nossa ultima
../'Mnm.,,1. .A n-...'...:. ./. ..-i obseryafaosobrealel do couselbo de estado,
que, seguudo esta menina lei, nao h.jurisdic-
seu prestigio, como pelas sympathias que ^o 'administrativa, porque as decades" do con-
ten sabido gauhar, accooimodar os travs- ,C|UC. de estado poden, ser ou nao adoptadas
SOIdO logt. pelo poder eiecutivo, e este he seinpre, e ein
N3o sabe telvez o Argot uma novidade? todoa os casos, respousavcl por seus actos pe-
l'ois eu Ih'a direi. A dOSOrdn do Inga foi 'anle as cmaras do poder legislativo. Se se en-
feila pelos liomeus da ordem.... Admira-se? lculle por jurisdlu(io o direito de julg.r tabe-
rna lia mullo de que : sflo cousaa desle ""'"! "r'""Ja"'""". endo ao re.ponsavel
mundo. Kizeram para poderem calumniar ,ara ue"f ""nucieucia, seguramente nao a
do I, allnbuein qusntas travetturat all ar- 0 direito de decidir cm maten
contenciosa,
semelhante jurisdicco be iuseparavel da ad-
Mujan
Kelizmento elle scmire tem podido des- minisir.cao, esta uao ios teta, oomo atea ooa
mascarar seus iuimigos ; o como o nflo fa- eicluso da autoridade ju iciaria no que he ad-
ria se elle most&aoa amigos um collegio ? mladairaU?, tata b, eu> todoaooauacioso que
Oh um COllegioTle grande couga na ordem "vef ua origem em um acto adiniuiatratlvo
dascous.s! Se eu Uvera um collegio seria 5*J.r '" f "gunUo c"fo' P*ra
, -, I.S., ivBw ,iw para apoiar a propusuao que me nropui a de-
bonito, sabio, just. prudente, Virtuoso, euder. isto he! que a autoridade Judiciarla nao
fidalgu, eo mala referido no novo mellio- pode, nao tem ducito para dicidir eiu questoes
do. A surto assim nSo quiz! administrativas da faieuda publica,
Meu amigo, cu s Ihe desejo que dlsponha de segundo al^uus publicistas, como MM. Fou-
uin collegio ou au menos que teaba geilo de cari.e Vivieu, por exeuiplo, conviria que o con
poder irapingir aos tolus, que dispde delle a seu seibo de estado livesse uma verdadeira juris-
lalante. Se ul conseguir ver como cor- diccao. visio que a respousabilidade miuinciial
re de vento era pupa no ocano das felicidades, turua-se uma pura liecu, quando se trata de
aem terarr ura naufragio ainda que vcarreg-.- simples questoes iudividuaes, e nao dos altos
da de opadas humanas. Interesses polticos du Estado ; mas estes mes-
Alnda ij.'i > i iin.pi visitados das febres, que moa jiublicisias nao negam que uma jurisdic-
leem estado multo submissas ao regulamento cao absoluta Jo consclho de estado poderla ira-
do porto, e sabldorespcitar a quareuiena. Dos ser graves embaracoa auinlnbtrafao, e pots
as conserve por la. A murtalidade cresceu no snccorreiu-se a laugcnie de dar-^e adiniofs-
mes passado nesta capital, e aluda nao dech- traco para evitar uea embarazos o direito de
nou. suscitar o conllicto ueste caso, como o pdde fa-
Qathuggs vo conservados, e nada rae consta 1*1 cora a autoridade judicial, avocando a si a
contra a tranquillidade publica e seguranca ----------
individual. (I) Nos paizes onde o poder judlciario he
ol.iin. presidente tem tratado do in el hora- una emanaco do poder execuuvo, o chefe
ment das ras e estradas desta cfdade, e espe- deste nuiuraluienut decide sobre a competencia
ramos que brevemente estaremos em uieluor das duas autoridades aduiinitraiivH e }udicia-
cstado, conforme as posses da provincia. Trata n'> porque he tambera o chefe do poder fudl-
tambera da factura de um arsenal. Se conse- ciario. Entre us nao se pdde dareasa razao ;
gulr a realitaco dessa ideia, oque duvido por porque o poder Judiclariu coostltue um poder
certas rasdes que sd no ouvido lbe dira, mui- distiucto e iudependeute, seguuda a nossa cons-
tas rantagens resultardo provincia. Nao pen- tiluico ; mas ba uma raso uo meuos valiosa,
se que mioba lucredulidade nasce de motivos e he que as decisdes do poder judlciario sao ir-
emanados de S. Exc, cujoa bous desejos me as- revogavels e soberanas, e as dopoder eiecntlvo
severara; porciu siin de,... Quasi quebr meu tem um correctivo as cmaras legislativas,
segredo, mas desta fez resUiirei s tentaedes. sendo por isso mais da recear os abusos da-
la anda ura reparo a fazer sobre o decreto
de 20 de novembro de 1850, que nos parece ter
toda a relaco cora a especie sujeita, Devo po-
rm desde ja declarar que nao be minba inten-
co declinar de modo alguinojusto conceito
que por ventura possa merecer esse decreto,
mase sraente sujeitar uraa observaco cri-
tica Ilustrada do seu autor.
Tratando das secedrs do tribunal do thesou-
ro, a quera na forma do artigo primelro, ?,
compete conhecer dos recursos das decisdes das
repartices fiscaes, diz esse decreto no artigo
nono oseguinte: Os negocios cuja solucao
compete ao trlbuoal sero decididos por tualo-
ria de votos dos inembros presentes, incluido o
do ministro que ter tambera o de qualidade.
He precisamente o contrario do que dispunba
nesta parte a lei de 4 de outuro de i S i, segun-
do a qual o tribunal do thesouro tinba sempre
e somenteovotoconsultivo. Notando essa dif-
ferencaj aseceo de faenda do cooselbo de
estado dtclarou, como vimos, que os recursos
das decisdes do tribunal do thesouro para o
couselbo de estado nao erara mais adraisslveis
nos casos era que tinha aquelle tribunal voto
deliberativo, pols que o art. 46 do regulamen-
to de & de feverelro de I8t2, que os permlttia.
suppunha as decisdes emanadas do ministro da
aseoda, o que se nao pdde mais boje entender,
depois que o dito tribunal passou a tervto
deliberativo, e o ministro da fazenda a ser slm-
plesmeute um de seus inembros e o seu presi-
dente.
de sao porra legitimas e verdadelras as con-
clusdes dessa consulta, como he Inuegavel
vista daquelle art. 46, pergunto: estar de ac-
cordo cora a nossa constituido ura tribunal ad-
ministrativo assira organisado? Nao o creio.
He ura principio nella consagrado a Indepen-
dencia dos poderes polticos do estado, e por-
tanto asua plena e inteira liberdade de aeco
nos limites de suas altribuicdes arts. 9 e 911.
Ora, nao ser tolhida a liberdade de accao do
ministro da faieuda sempre que o seu voto nao
se conformar com o da raalorla do tribunal?
Oir-se-ha que o ministro teri bstente presti-
gio e Influencia para que este nao lbe impo-
nba a sua vontade? Mas emo com que inn
passar o tribunal do thesouro de consultivo a
deliberativo? E depois, que slgulficaco ter o
jMiin 11 -1" de respousabilidade dos minittros
consagrado pelo art. 133 da cousliiuicu? De-
ver o ministro responder por actos que nao
ao seus, e que talvez reprovou? Um grande
publicista daudo a rasao pela qual o coutencio-
so da admi iiistraco deve ser fulgado pela ines-
iua administraco ezprirae-se assira:
JUKY DU RECIPE.
I.' SESSA ORDINARIA EM 12 DE FEVERtl-
RO DE 1852.
Presidencia do Sr. Reit e Silva.
A's orne horas da inanbaa, feita a chamada
achain-se presentes 41 brs. Jurados.
O Sr. Presidente abre a sessao, multando aos
senhores que deisaram de comparecer aem
escusa legal.
Sahein sorteados para Julgar ao reo Manoel
Joaquim, aecusado pelo crlme de uso, aem li-
cenca de armas prohibidaa ,os seguintes senho-
Jos Cavalcantc de Albuquerque, Joa-
qun] Rodrigues da Almcida, Uaro de Capibs-
ribe, Jos Mauoel da Coila, l'ranclco Antonio
Pereira de tirito, Manoel Caelano de Medeiros,
Jos Marcelino da Rosa, l.uit de Mdraes Go-
mes Ferreira, Antoolo da Cunta Soares Culma-
res, Joaqulm Galdfno Alves da Silva, JooJo-
s de Gouveia e Manuel Duarte Rodrigues.
Prestado ojiirameuto do estvlo.
OSr. Presidente (alta reo o seguate
INIERUOGATORiO.
Juiz : Como ae chama ?
Reo : Manoel Joaquim.
Juis : Donde be natural ?
Re'u : De Campos na provincia da ttahla.
Juit : Ue que vive ?
Ho :--Quaudo sahl do Caliope, estiveoecu-
pado na estiva e depols na escadinha da alfan-
dega.
Juis: Sabe porque foi preso e proces-
sado ?
Reo : Dezembarquei c me dirig venda do
Antonio nobecco do Porto, e ahi puz-me a es-
burgar uma laranja com a navalba do tr.ba-
lbo ; velo a patruluae disse-me que guardasse
a navalba, mas eu como estava un pouco tora-
do da cabeca, nao aguarci, depois velo o ins-
pector Joao Marques e me prendeu.
Jui: : Sabe ler 1
Reo : No,senbor.
Seguem-se as allege(despr e contra e findas,
O Sr. Presidente api-escuta ao cooselbo os ae-
gulntes
QUESITOS.
i. O reo Manoel Joaquim pratlcou o facto de
que be aecusado de usar sem llcenca de armas
prohibidas r
2. O reo praticou a noite o mencionado
ficto?
3. Eilstem circumatancias attenuantes a fa-
vor do reo r
O jury responde a tados os quesltos eao, por
10 vutoa; a vista do que,
O Sr. Presidente absolve o reo.
Procedc-se ao aorteio do conselho que tem
deJulgarao reo Leonardo Loureuco ueierra,
aecusado pelo crimede uso de armas prohi-
bidas.
Prestado pelo conseibo o Juramento do es-
lylo
O Sr. Presidente fas ao reo segulnte
INTERROGATORIO.
Juis: Como se chama ?
JtYo : Leonardo Lourenjo Reierra.
Juit: Donde be natural.'
leo : t barra d'lcatuaina,
Juis ; Do que vive ?
Reo : De pescara.
Jui:: Porque foi preso e processado ?
Reo : Porque eu estava na caa de um dl-
verlimenlo com uus poucos de rapazes, enlrou
a rouda para dentro de casa e pegou uns pou-
cos, depois appareceu um inspector com um
caivete de molla e disse que era meu e me
prendeu.
Jui: Lembra-se do dia em que foi preso ?
" Nfio, senhor,
Naviot entrados no dia 13.
New Hdlf.ird 2 aonos, barca americana
Winslow, capitao F. A. Stall, carga, azei-
te de poiie; ao capitao. Veio refrescar,
e segu- para New Bedford.
Ilhada Aasmp;,1o-7 dias, barca ingleza
Perseverance, de 237 tonelladas, oapil3o
F. Thompson, equipagem 10, em laslro;
a Deano Voulledc Companhia.
Baha 18 das, galeota hollandeza Riga,
de 124 tonelladas, capitdo !. Wit, oqui-
pagem 7, em lastro; a C. A. Brapdera
Rrandis.
Parahyba 5 das, hiale brasileiro Espadar-
te, de 27 tonelladas, ineslre Manoel So
phio da Penha, equipagem S, cargii, as-
aucar. Conduz um msrinlieiro ioglez do
briguo Rarkhell, David Bell.
Naviot sahidot no retmo dia.
Rio de Janeiro brigue brasileiro Animo,
cspitSo Domingos Antonio de Azevedo,
carga, varios gneros. Passsgeiros, D.
Rosa 8. Marlan e 4 fllhos, Maria Augusta
da 'Cosa Ferreira, 1 f i I lia e 1 escravo,
Joanna Francisca da Silva e 99 escraroa a
entregar.
Philadnlphia patacho inglez Votrutios,
capitSoF. Panker, carga, asaucar.
Rio de Janeiro patacho brasileiro Con-
fianca, mestre Izidorio Jos Raptista,
carga, assbcar e sola. Conduz 23 escra-
vus a entregar.
Granja -- escuna brasileira S. Jos, mestre
Jos Manoel Rodrigues, carga, layen las
e maia gneros. Passageiros, JoSo llen-
rique Pessoa, Zefenno Peres da Multa,
Dr. Sebastio Goncalves da Silva, JoSo
ProDrio da Motta, sua familia e 9 nscavos
ElTAL.
O lllm. Sr, inspector da thesouraria
da fazerfda provincial; em cunprimento da
ordem do Exm. Sr. presidente da provin-
cia, manda fazer publico, que no dia 19 do
corrente vae novamente a praca para ser
arrematado, perante o tribunal administra-
tivo da mesla Iherourana, a quem por
menos flzer a obra dos concertos da Cadaia
v -la da cidade de Coianns, avahada em
638^186 res, tomando-se por base d'arre-
tamala^So o offereciment de tres por cont
de abale no respectivo ornamento feito por
Victorino Moreira de Souza.
A arrematac.no sera feita na forma dos
artigos 24 'e 27 da lei provincial n. 268, de
17 de Maiodede 1851.
As pessoas que se propozerem a esta ar-
rematarlo comparecern na salla dasses-
soi-s do mesmo tribunal, no dia cima
mencionado pelo meio dia, competente-, ,,
ente h.bilitdas. E par costar se man-. << P'r,R~"J'C.'/? bkSSW
afixar o presenta e publicar pelo O RLMbNDAO DE SMYHJiA ,
Noliftrai;io dobloquein
Vapor de S. Britnica,
Pmiopt. Sirra Ltoa 6 de detem-
brt de 28JI.
Em cumprimento as iostruccOfS do go-
verno de S. M. annuncio que um bloqueio
de todos oa portse lugares, ('excepto Bada-
gry) na Costa de Bemn, desde a longitude
1. ato 4 30'a este do Greenwich, ser des-
de j estabelecido por mim com todo o ri-
gor ; e a nenhuroa embarcacSo mercante
ser pcrmiltido ter communicacSo alguma
com os portos e lugares interdictm desda o
I." do jaueiro prximo futuro (assignado)H.
W. Brewe Commodore e commandante em
chefe das forjas navaes de S. M. Britnica
na Costa occidental d'Africa. Conforme.
Francisco Xavier Bomtempo. Conforme. 0
nfcial maior. Joaquim Pires Machado Por-
tella. Conforme. O secretarlo. Thom
Fernandos Madeira de Castro.
>- Pela subdelegada da freguesia de S-
Jos s'iin n i novamentea annuncisra apt-re.
heneflo de urna corrente de prata com chave
dourada, e seus entalles para reloglo, quem
frseu legitimo dono comprela, que pro-
vando Ibes aerSo entregues os referidos ob-
jectos.
Avisa-so qunm convisr que a matri-
cula de geumetria do collegio das artes so
acha sberla, como he costume desde o prin-
cipio de fevereiro, para o que se deverSo en-
tender com o substituto de latim em Olinda.
De orlem do conselho da administra-
cao naval foi transferido para o dia 13 do
corrente o contracto de forncimento de lo-
nha em aellas, azeite de carrapato, e agoi
ardenle annunciado para o dia 11 do mes-
mo mez. Salla daa sessOes do conselho
da administraco naval, IB de fevereiro de
1852.
Pela segunda seccSo da meza do con-
sulado provincial annuncia-se aos colleta-
dos no i m .oslo de 3 Dor cento, e bem assim
aos de casas em que se vendem bilhetes de
loteriaa de outras provinciaa, e lujas de mo-
das,que a cobranca doa meocionados impos-
los deve principiar no dia 3 de fevereiro
vindouro.
O hospital 'regimenlal a cargo do 1.
Iiai.ilh.io de iiii'iniaria precisa contratar
lavadeiras para lavarem roupa dos doentes
do mesmo hospital : quem quizer este ne-
gocio dinja-se de sexta feira em diante ao
quartel do hospicio, das 9 horas da mtnbl
at s 11 da mesma.
Pela subdelegada de S. Antonio, foi ap-
prehendida a preta Mat ia, osciava de Jos da
Silva Braga, e uma colhur de prata, coma
Urina A. J. S. : a quem tiver sido furtada a
dita colher compareca para Ihe ser en-
tregue.
' Por esta subdelegada de S. Fr. Pedro
Goncalves do Recite, foi aprehendido no dia
12do corrente, um cavallo que foi encon-
trado na ra : quem direito tiver, pele
apresentar-se para I re ser entregue, pro-
vando vista dos signsea.
THEATK UE SIZABEL.
28a. RECITA DA ASSIGNATURA.
Sabbado, Hde Fevereiro ae 1852.
Subir a scena, depois da execuco de
uma das melhores ouverturas.a muito aplau-
lHi dia de Soberana.
Em seguida represenlar-se-ba, o gracioso
Vaudeville om 2 actos.
U Cara linda
ou
O Fregador de cartazes,
Terminando o espectculo com a nova e
graciosa farca.
O TOLO FINGIDO.
dou
Diario. Secretaria da thesouraria da fe-!
zonda provincial do Pemambuco, 10 de fe-
vereiro de 1852. O Secretario, Anlenio
Ferreira d'Annunciac3o.
Clausulas etpeeiaet da arrematatilo.
I.1 Sero fintas todas as obrts necessa-
i i.is, para que este edificio fique em bom
estado e nelie poder residir o destacamen-
to, conforme o orcamontoapprovado pelo
Exm. Sr. nresidenla da provincia, na im-
portancia de 636jt68.
2.a Todas as obras serlo principiadas no
prazo de um mez, e concluidas no de tres Personagens.
mezes, contados de conformidade cornos
artigos 31 e 32 da lei provincial n. 286. Pitorra, velho Antonio Jos Alves.
3.a O pagamento da imporlancia desla Fagote, poeta Germano,
obra ser feito em uma s prestac3o quan- { Leandro Silvestre,
do ella estiver conecluida e em estado de, Espalha, seu criado Monteiro.
serrecebida definitivsmente. Topa, soldado Coimbra.
4.a Para ludo o mais que nSo estiver de- Lambisca, tolo Raymundo.
terminado as presentes clausulas, seguir- Cacilda Emilia,
se-ha o disposto na relirida lei provincial
n. 268. Conforme. O secretario A. F.
d,Annuncia;9o.
Declaracoes.
Suzaua Amalia Monteiro.
Cumecar s 8 horas.
Os bilhetes acbSo-se a venda no lugar do
costume.
Re
Juit i Ein que lugar foi preso e por quem ?
Reo : Fui preso dentro de casa por mu
inspector com duas ou tres rondas,
Juta : Nesta occaaio nao tinba ufo caive-
te de ponta ?
Reo : Nao, tenbor.
Jhis : E de quem era o caivete '
Reo : Eu nao sei, nao senhor.
Juis: Nedsa occasio foi preto mais al-
guem?
Reo : Nao, senhor.
Juis : Sabe ler?
Reo i Nao, tenhor.
Fiudas as allegacOea pro e contra,
O Sr. Presidente faz o relatorio da causa e en-
tregua ao conseibo ot quesitoa, aos quaes len-
do o juiy respondido, absolve o reo. ______
aaTt~~
F ubi cacao a pedido.
llecebi do>r. Jos Alaria Gon-
calves Kamoi, a quaatia de i8s
rs,, por saldo de contas do Xaro-
pe do Bosque, e juntamente todo
o mais xarope que existia em ser
nesta data; ficando assim saldadas
todas as contas que tiremos, por o
mesmo senhor nao querer conti-
.nuar a ter o dito para vender em
O luudaiueiito iodeslructlvel do poder de s_ aa -r ir
julgar o couteucioso da administraco pela ad- SUa botica. Hecilo, tj tle lcvercifO
miuistra(o meaina esta na iadivisib.ildade A. iHrfi ___Por n im-suui Sr (ini-r-
de.tepodercom a administraco de que elle he I ro6"11'0 or'""ler
parte Integrante; este poder (odejulgarj nao rd J tlUlor, Juailltim IlTIMCIO Gomes
eslate, nao he concedido seuo porque he Usa. gs
possvel que a adnilnlstia^ao subsista sem elle; avCrreira.
se assim uo lora, nao baverla rasio para que aa_ "
O vapor brasileiro S.Salva-
dor, commandante o primeiro'
lente l^oitinho, deve chegar
doa portos do norte at 15 do
corrente mez de fevereiro; e seguir para
TIIEATIII) DE APOLLO.
20.a RECITA DA ASSIGNATURA.
Sabbado, 14 de fevereiro de 1852.
Depois de urna escolbida ouvertura, subir
M.M, Babia e Rio de Janeiro.no dia se- ^novo^cena o maravimoso e multo appl.n-
galota.
A matricula d'aula de pbosophia do
collegio das artes est aberta, em casa do
respectivo professor em Olinda, al o lim
de Marco
O professor de pbosophia do collegio
daa artes esta enoarregado da matricula
das aulaa de francez e inglez : em a casa
da sua residencia em Olinda,
O capitao do porto desta provincia, em
virlude das ordeno da presiJencia faz cons-
t ir para conbecimenlo de lolos, o abaixo
inscripto.
Capitana do porto de Pernambuco, 10 de
fevereiro de 1852. Rodrigo Thsodoro de
Freilas, capitn do porto.
Indicaciet tabre o pharoldat Salinas, na pro-
vincia do Para, tua potitao, carcter e al-
cance de suu luz.
Pharol das Salinas na Ponta da Atalaia,
em lalitude Sul de zero de graos, trinta e
quiln minutos, e longitude oriental da llha
do Ferro de trozentos e tnnta graos, trila
dous minutos. Apparelho leuliculardo
systema de Fremel e Arago. Sua luz alcan-
ce dezesete milhaa; he variada, e appre-
senta as phases seguintes :
Luz clara e igual,
I.'ni i'dypse, ou obscu-
ridade, *
Luz cressante, mui bri-
Ihante, o que diminue
aldesapparecer.
Outroeclypse.
D. JOA0 DE MARA.NA,
oo
A Queda de um Aojo.
Como mullas pessoss tem pedido a repllelo
deste magnitico drama, e o empresario nao de-
seje que ella se torne pesada ao publico, por
isso novamente a aprsenla pelos precos se-
guintes, que sao os da cata.
Camarotes de pi nucir e segunda ordem de
frente 7/00'i
De lado UlttOO
Platea e galera J/IIUO
Gadclrat superiores 2/000.
O empresario definitivamente declara que o
espectculo priuclplar s 7 horas em ponto,
| visto ter para isso ordem superior. Assira ro-
ga ao respeitavel publico que a hora raircada
[ compareca, por nao poder mais esperar para s
8 horas, aflm de que termine cedo.
Avisos martimos.
16
12
22
120 segundos
J por aqulclirgou o principio da galera dos quelle do que desle podar. Vid. Foucart, Ui-
homeus importantes da Cocliinchma, e oa mal- relio Publico e Administrativo Couselbo de
duentes que em tudo qusrem descobrlr mili- Eatado.
ca, j dliem que tal souho nao tlve, e procu- (i) Evldeulemente pelo respeito ao principio
ram personificar cada um doa individuos que da couta julgada, O coutrario aerla mais conse-
iii.-.leii.ien. |ato multo me tem detgottado, queute ; mas nao terla lio razoavel e couve-
e nao tel com que aulurisacAo aquelles senho- nlenle. lie uma modlflcaco esta aciotosa con-
rea querem penetrar otpeotamcnioa albelot, e Ira o rigor dot principios, Unto pela setnela,
como te aloltam a duvidar de minba tlncerlda- como pela legislacio dos povot cultos,
de, asteveraodo que nao aonhei. Polt declaro (3) Vlde o Diario do Rio de Janeiro de 21 de
joleuiucineute que tudoquanto lenbs escripto malo de 1860.
esse poder nao tUesse parte da ordem judlcia-
ria erafim o poder de pronunciar sobre o cou-
teucioso da admiuislraco perlence ao poder
executvo, porque a adiiiiiiislracao de que he
elle iuseparavei lambein Ihe perteace.
Estare talvez em erro acreditando que a ac-
COMMERCIO.
ALFANDECA.
Reodimeoto do dia 13. 12:587,937
Detcarregam hoie 14 di fevenir o.
.cha em completo autagonlaino 000, o. p,ln'! I "rlue u,t|! ~"mf: '"ahl *" trg?'
r"" Fjicuna brasileira lenladura gneros do
tual organitaco do tribunal do thesouro se
clpios do .j.te.n. representativo, mas. erro ou '*"" braaileira Tentadora ge
verdade, he para mim fura de duvida que a
quesloque tuscito envolve materia esseucial-
paiz.
CONSULADO GERAL.
iiL-ui.- constitucional, vi.la do art. t78danoa- Rendimeoto do dia 3 a 12
sa coustituicao, e ltu basta, me parece, para dem do da 13......
17:792,124
4:331,620
32:123,814
(1) Vide Savrlgnl. Competencia administra
lira.
(5) Dorelatorlo do Sr. ministro da fasenda, I niui-noaa nnvivnis "'
na parte em que trata do juito doa le los, oolli- uivtrtsa rMUVi.HL.iAO.
JoqueS.Esc. tainbem panliha a ideia de ae Readimento do dia 3 a 12.. 2:147,802
dar i jiisnca administrativa a Jurisdicao de dem dodia 13. .,....... 483,093
executar as suas decisdes, e sea nao cousignou -.
no decreto de 20 de novembro, foi talver por ae 2.S10 895
nao julgar autorltado para faier alteracdea qua '
tivesseui de entender com attnbul(d.-s do po- () Alinde ao principio de separaco e divi-
den judlciario, talve por julgar derer aguar- tio dos poderes judlciario e administrativo oa
dar dat cameral o seu juno tobre a convenien- executvo, tambeiu conssgrado ao art. nono da
da de semelhante idela. consiltuif o.
Estas phases se raptem'em cada periodo
de 2 minutos, ou 120aegundos.
Secretarla do governo da provincia do Pa-
ra, 16 ,1.. 'I./iiilii.i de 1851. Miguel An-
tonio Nobre secretario do governo. Con-
forme.Francisco Xavier Bomteotpo. Con-
forme. O olllcial maior. Joaquim Pires
Machado Porlella. Conforme. O secretarlo.
Thouiis Fernaiiils Madeira de Casiro.
TRADUCCA.
Noticia officiat.
Tendo o Commodore Brewe, comman -
dante em ebefe das Torcas novaos de .s M.
Britnica na costa occidental d'Africa, noti-
licado ollicialniente a este governo a aua in-
tonf3o de na conformidade dasordensdo
governo de S. M. para esseelTeilo, eslabele-
oer um rigoroso bloqueio de todos os por-
tos e lugares, (excepto Badagry) na Costi
de Beniu. O secretario Colonial reeebeu
ordem do governador Macdonald, para pu-
blicar, e para iuformacSo e governo dos ha-
bitantes desla coloni, do todas aa outras
a que diga respeito, a seguiote noticia olli-
cial, trenamtllida a 8. Exc. pelo Commodo-
re Brewe.
Secretarle em Treetown, Serra Leda, 8 de
dezembro de 1851. Por ordem J. F. Smytb,
secretario colonial.
Para o Porto
Seguir com muita brevidado a baroa por-
lugueza Boa-Viagem, capitao Antonio Fer-
ris Leite Jnior, tem bonscommodos para
passsgeiros e carga : trata-se oa ra do Vi-
durante70segundos. 8,r' n- ". ou com o oapiUJo na praca.
Tara fidhia.
O hiate nacional Olin.la capi tSo Custodio
Jos Vianna coufere no dia 16, pouca carga
recebe ateo dia 14: trata-se com Manoel
Das na ra do Vigario n. 13 lerceiro andar.
Para o Assu' por esles dez das o brigue
nacional I. u, recebe carga a frete para
aquello porto : a tratar no eacriptorio de viu-
va Giudino& Filho ruada Cruz n. 66.
Segu viagem para o Acaracu' para on-
de tem carga, e continua a receber, o pata-
cho Emulac.lo bem conhecido nesla carrei-
ra ; e recebe alguma carga para o Cear se
houver porcSo que conveana ali tocar. Os
pretendentes dirijam-se ao capilSo a bordo
lo palacho, ou a fallar com Manoel '.Gon-
calves ds Silva na ru da Cideia do Recite.
Para Lisboa.
0 brigue portuguoz S. Domingos forrado
e pregado decobie deque be capillo Ha-
noel Goncalves Vianna, recebe carga e pas-
sageiros aos quaes offerece bons commodo<:
a ir.ii.u- com o referido capitSo da Praca, ou
com o cousignalario Joaquim Ferreira Man-
des GuimarSes na ra da Cruz n. 57 segun-
do andar.
Gear e Maranbao.
Segu em poucos das o brigue escuna
nacional Laura, para carga e passageiros,
trata-se coa o consignatario J t. da Fon-
seca Juoior : ra do Vigario n. 23 segundo
andar; oa com o capillo na Praca.
- Para o Cear, sahe qualquer dia o
hiate Anglica : quem nelle quizer ^arre-
gar, ou ir de passagem, dirija-ae a roa da
Cadei do Recife n. 49, segundo andar.


__ Para o Rio de Janeiro, salie
com a maior brevidade possivel,
porter parto doseu carregamento,
o brigue brasileiro Vencedor, ca-
pitio Cleto Marcellino Gomes da
Silva: quem no meamoquiter car-
regar, ir de passagem, ou embar-
car escravos a frete entenda-se
cm o me.sin o capitao, na praca do
Gommercio, ou com os consigna-
tarios Novaos & Companhia, na
ra do Trapiche n. 3\.
Pan o llio de Janeiro
Segu impreterivelmente u hiate Aege-
lici at o da i i do corrente, por ler toda a
sus carga prompta, e a recebe escravos a
frete e passagelros I trala-se com o mesmo
capillo Alsxandre Joa Alves ou com An-
tonio Joaquim Seve, oa ra da Cadeia do
Recite n. 49 segundo andar.
t '<-_______ 'T "i------t-**
Leiies.
Adamson lloivie & Companhia, farSo
le 13o por intervengo do corrector Olivei-
ra, de vaiiedade de fazendas ingleza?, urnas
com defeito, e outras remaneicenlea para fe-
char contas : sexta-feira 13 do corrente a
10 horas da mantilla, do seu armasen), ra
do Trapiche.
Maia Ramos &c Companhia,
farSo leito por intervencSo do
corrector Miguel Garneiro, no dia
segunda feira 16 do corrente as io
horas da manha de todos os ob-
jectos constante de sua loja na ra
Nova n. 6, sendo em lotes ou avon-
tade dos compradores.
Avisos diversos.
ESCOLA 1IOMEOPATIIICA DE PERNAM-
BUCO. -
A escola de medicina homceopathica de Per-
nnmbucn, declara professores en homaopathia
os Srs. Dr. Francisco de Paula Pires llamos
Jnior, lleniique Amante Chaves, e Jos fli-
laiion Mirius-Porte avista dos exames, por
que passaram, da plena approvacao, que
obtiveram, e do juramento que prestaran! I pelos
servir propagado de chriitianlsmo, pro-
movondo a ctthequese doi indioi e aua c-
vilisaf.lo, e exigindo doa pagos, dos ma-
hometanos, dos idolatras, e dos outroa in-
flis, a sua convcrsSo a f, para a entSo
Ihes ensinar os principios da homceopathia I
E asaimo juro em nome do Padre t do F-
Iho f e do Espirito t Santo.Dr. Francisco
de Paula Pires Ramos Jnior.,
Prometi, sob minha palavra de honra:
1." Que farei em mim proprio, pelo me-
nos urna experiencia pura cada anno.
3 Que he i de oommunicar fiel ment n
resultado dessis experiencias a directora
do instituto homoBop.lhico do Brasil.
3. Que ao menos urna vez por semana
darei aoa pobres urna consulla gratuita, em
consultorio do instituto, ou de Igualadas
su.e sociedades flliaes, fornecendo a minha
cusa os remedias que necessarioa forem.
Dr. Francisco de Paula Pires Ramos J-
nior.
Assignados como testemunhas:
Dr. Pedro Aulran da Malta Albiiquerque,
Brigadeiro Manoel de Souza Pinto Maga-
Ses, Jos Pedro do Reg. .
N. R. Ilenticos juramentos prestarSoos
Srs. Ilenrique Amante Chaves e Jos Hila-
rin Marius Porte.
Participa-se ao respeitivel
publico, que domingo, i5 do cor-
rente, as 4 horas da tarde, ha ca-
valhadas no Remedio, offerecidas
a iestividade de S. Goncalo.
O caixeiro que annunciou no Diario de
He 12, querer arrumar-ae, quero.ido to-
mar conta de urna venda por bataneo : dl-
nja-se a Olinda, na ra de Mathias Ferrei-
ra n. 1.
Furtaram da casa n. 1. da ra da Cruz,
umrelogio grande de algibeira, gosloanli-
go, patente inglez, com duas caixas deou-
ro da fabrica de Lltherlana Davis & Compa-
nhia, de Liverpool n. 10882, corrente e cha-
ve tambem de ouro : roga-se aos seuhores
relojoeiros, ou a qualquer outra pessoa, a
quem fr offerecido para comprar, o obse-
quio de appreheinle-lo e leva-lo a dita casa,
que ser generosamente gratificado.
Quarlel do dcimo balalhio de injanluria em Per-
nambuco 16 de aiitiro de 1811.
o a OEM.
Tendo sido hoje desligado d'este hatalhSo
oSr. capitSo Domingos de Lima Veiga, que
em virlu le do aviso de 29 de novembro do
anno lindo, fez passagem d'clle para o 12
de infanUrin, o commandante penhorado
rviQos prestados pelo mesmo Sr. ca-
em o da 13 de Janeiro do corrente anno. pil3o, sua honradez e dignidade, faltara
Habilitados para exercerem a homceopa-'com um dos seus deveres se deixasse de fa-
(hia, nao permuta Deosque elles esquecam, zer sentir ao diloSr. capilflo que be dema-
scu juramento, e muito particularmente na I ziadamente sensivcl a .ua retirada, e dilicil
parte, que se refere ao curativo dos pobres, ser esquecer a ausencia de um militar bra-
a quem devem soccorrer com os seus conhe-
cimeutos, e com o seu dinheiro, trataudo-os
com a candad", que nos ensina o Evange-
Iho. N3o permita Dos que na sala do ju-
ramento fique a promessa de exponmenta-
rem em si mesmos as plantas brasileras,
afim deconhecerern seus effeitos paihoge-
neticos, e torna-las uteis para a pratica da
horaceopsthia.
Sejam sempre dislinctos esses novos dis-
cpulos do II ihnneroann e a escola homceo-
pathica de Pernambuco se regosijar de
lies ler dado a luz!
vo, que desde o anno de 1838, presta seus
servidos n'este balnln.to, de um militar que
leve parte da gloria alcanzada pelo .nesmo,
no ataque da muilo heroica villa de S. Jos
do Norle, onde fez repelirseus actos de bra-
vura. Acceite pois o digno e bravo Sr. capi-
tao Veiga, os intus sinceros votus de es-
tima, bem como dos Srs. ofllciaes, e mus
pracasdo batalliSo, e um saudoso a dos.
Assigoado.
Antonio Maris de Souza.
0 capitao Domingos de Lima Veiga, ten-
| do de retirar-se para a corte
a graclece por
Recife, 5 defevereiro de 1852.Dr. Sabino' meio deste jornal ao digno commandante
itlollegario Ludgero Pinho, director da es- do dcimo batalhSo de infantaria, e aos seus
cola. companheiros de armas, as maneiras atten-
Formulai exigidas para a conceisSo dos ciosas, e signaes de amisade com que o tra-
ccrliftcados de esludoi. taram durante o lempo que servio no refe-
Acaitando o certificado de estudos que me1 riJo batalliSo, dTereoeado o seu limitado
confer a escola homceopatbica do Brasil era' prestimo n'aquella corte, ou aonde o des
Pernambuco, taco voluntariamente minha tino o levar : igual offerecimento faz squel-
frulissao de f, e presto jurameuto, como las pessoas que sedigna'.rSo honra-Iocom
abaixo se segu e flca assignado por mime suas amizades.
por testemunhas em dous authographos de Approvoita a occasiSo para declarar que
que reservo copia. nada deve n'esta provincia. Recife 17 de fe
Pro/iuio dt f. vereiro de 1852.
Com a mSo na minha consciencia, e os Com pezar annunciamos que pela im-
olhos em Dos eu abraco a homoaopathia, prevista molestia do uosso mestre dos fan-
e declaro que (depois de ter estudado eexa-i dangos, deixa de haver, porm flca cora-
ruinado com alleocSo e imparcialidade os (pensaJo com um fogo de vistas, que pelo
syslemas de medicina): pouco tempu nao po lera satisfazer a expec-
1.a Heconheco a doulrina de Hahnemann tativa do illustre povo, mas esperamos o
a nica doulriua meJica verdadeira, I verdadeiro descont.
2.* Croioqueaa lu.ice.oes todas da vida- -- 0 abaixo assignado faz sciente ao Sr.
s3o dirigidas por urna Torca tuda espiritual,' Antonio Anuncio da Costa, morador em
que designo pelas palavras Dynamismo-Vi-', trras do engenlio l'tinga debaixo, que no
tal. | dia lOilo corrente appareceu em sua casa, o
3. Creio que, perturbada esta for(a, seu escravo D imingos, pediudo nue o cora-
constiluindo eulernudade, o mnio nico de prace ; portanto o mesmo Sr. Costa o pode-
a restalielecer a o seu estado ordinario, cha- r mandar buscar ou dispr do mesmo co-
rnado saude,consiste em excita-la por agen- mu Ine conviur, nao me responsabilisando
les ilutadas Jo poJer de produzir sympto-
mas semelhantes, aos que manifestavain
essa perlurbacSo, chamada enfermidade,
isto he, capazes do produzir anloga pertur-
barlo na saude.
4.' Creio que todas as substancias da na-
lureza, anida as ques3o julgadas inais iner-
tes, possuem a pro,>rieJade de actuar sobre
o Dynamismo- Vital, porque em todas re-
side um priucipio espiritual que lli-s pro-
vem do Mu-.
5 Cielo que a triturarlo, o vascoleja-
manlo, e outros processus que tculiam por
lini drsaggiegar cada vez mais as molcu-
las, deseiivolvem essas suss propriedades
dyna nucas.
B.o Creio que a experiencia dessas subs-
pela fuga do mesmo escravo.
Jus Moreira da Silva.
O abaixo assignado, nico encarrega-
do de recebar os foros das casas da fregue-
zia de S. Jos, perlencenles ao Sr. Francis-
co de Paula Correa de Araujo, faz ver aos
mesmos fureiros, principalmente aquellos
que uo su lino a sua moradia, de dirigiren,-
se ra das Cruzes, n. *1 com os compe-
tentes recibos, ah pagaren) oque estive-
rem devendo ate esta data. Recife 9 de
fevereiro de 1852.
Antonio Alves Teixera Bastos.
0 abaixo assignado pede ao sonhor
Joao da Costa Douralo que lenha a hon-
dada de pagar o restante de urna letra da
'quantia oe 61,000 rs. venc Ja em se-
tancias, asslm preparadas, feila no homem I tembro de 1851 e como enJocante j re-
e na mull r qua desfruclam saude, he o
nico meio possivel de conhecerem-se essas
propiedades dynanjicas, e de possuirem-se
verdadeiros mojicajeiilos.
7." Creio que lio um dever sagrado de to-
do o bouiem, principalmente de lodo o
chrislSo, subuielier-sc a experiencias puras,
tanto quanlo Ihe permiti sua saude, recor- rm da Praia n. 49.
dando-se deque onosso Divino Redeinptori Precisa-ae lugar urna preta de meia
aujciiou-av a auffrr moite alrontoB* n'uma | idade, quo aaiba cozlnhar o engomraar i na
ciuz para remir-nosdo peccado, e alcaufarjrua do Trapiche, esquina daLingoeta n. 32.
para nos a felicidiide eterna. Arrenda-se um sitio em Ulimla, no lu-
8. Adopto a llieoria das Jozes ensillada gar donominaJo Floresta, com um sobrado
pelo Dr. Mure, na Sicilia, em Franca e no i grande, em muito bom estado, urna casa de
ceboo iliU quantia da pessoa acceitante,
do contrario ser citado 2' vez, e entao to-
mar-se-ha as cautelas para que n3o acnte-
la como a primeira vez, que sendo citado
tevo a babilidade de abafir o requerimento.
Jus Jacome de Araujo.
Precisa-ge de urna ama de Irite : na
Aluga-se para qualquerestabelecImoD-
to, a loja do aterro da Boa Vistt n. 38.
Preclsa-se de um offlcial de charuteiro:
na Iraveisa da Lingoeta n. 6.
Preolsa-se alugar urna preta escrava,
para todo servlco de urna ossa de pouoa fa-
milia : na ra larga do Rosario n. 32.
-- Roga-seao digno emprezano do tima-
tro de Santa Izabel, que queira levar a sco-
na O drama intitulado os Jesuitas, ou o Bas-
tardo d'EI-Kei, Tazando a parte de Leonor a
insigne actriz Emilia Matildes Valonea.
Precisa-se alugar urna preta, que si-
bi cozinhare engomraar, para urna casa de
pouca familia : na ra Direita n. 53, sa dir
quem precisa.
No dia 17 do corrente as horas do coitu-
me se hade arromatar no valor de 350.000
rs.,o escravo Elias pescador bo figura,para-
pagamento da exccucSode D.Maria Jos Lins
Soriano, e outros, que pela 1.' vara do civel,
corre, escrivSo Baptisla, contra a viuva o
herdeiros de Jos de Albuquerque
ranbam.
Bernardo Cavalcanti de Albuquerque
etira-se para Tora da provincia
Via nio^o porluguez se offereoe para
caixeiro de qualquer casa da negocio, do
que liii bastante pratica e dt liaJor de
sua conducta : quem precisar snnoncie.
Desapparoceu no da 9 do crrenle uma
parda escura de nome Francisca representa
ter de idade 35, anuos eom os signaes se-
guinles: estatura regular olhos grandes bas-
tante encarnecidos, cabellos grandes, multo
feia de cara, quando anda parece ser camba-
da, levou vestido de chita encarnada ja su-
jo, e pao da costa azul, e um outro vestido
liranco por cima do outro flngindo aveotali
roga-se as autoridades policiaes e capil3es
decampo a captura da oiesma : a entregar
na ra do Crespo u. 10, que ser generosu-
mento recompensado.
Precisa-se de um rapaz para venda com
pratica ou sem ella; as cinco Pontas n. 21.
Alugam-se por todo e qualquer preco.os
rmaseos que servirn, para a venda do ca-,
pim em frento.da praija, nfio se olha a proco
dando o alugador seguranza, aos alugueis,
trata-se com o Sr. Pimental em um dos
mesmos anuazens.
Andr Nauser.com padaria no atterro da
Boa Vista, declara que nao Ihe pertence o
aviso publicado neste diario de relirar-se
para fon da provincia ; pois nSo fez tal avi-
so, era o mandou fazer; e muito deseja
conhecer quem o fez para Ihe dar os devidqs
agralecimenlos.
Pedc-so ao'Sr Redactor do Eoho Per-
nambucanu.queira indagar melhor do quem
he lillin esse que elle apprliJa de Chico Ma-
cho, por estar ioteiramenlo em erro e bom
he que nSo d a paternidade a quem a nao
tem.
0 bacharel ScbastiHo Concalves da
Silva, tendo de relirar-se para a provincia
do Cear, e n3o Ihe sendo possivel pela ra-
pidez de sua viagem despedir-so pcssoal-
mentede lodos seus collegas e effeicoados,
fa-lopelo presente, offerecendo-lhes naquel-
la provincia o seu limitado preslimo.e espe-
ra merecer desculpa desta falta toda invo-
luntaria.
Desrppareceo da ra do alterru da
Boa Vista nma be ta alazn, ponuena, de
frenfe aberta, as clinasum pouco mais cla-
ras que a cauda, as pontas das orelhaa cor-
tadas, leudo de um lado da anca o Trro"X,
eo mesmo na p do outro lado, e tambem
este outro MB as partes oppoltas, as qne
tem o prirneiro eslava com cangalhas, era
cujo cabegole linham duas cordal servindo
de estribo : quem o pegar queira leva-lo
ao engenho Forno de Cal, ou annuncie por
eate Diario que alemdose pagarem tu Ja.;
as despezas, se recompensar.
Na imprecisa de msica
da Ba Bella n- 28 se im-
primirn) as duas valsas
para pianoA Madrugada
e o salto, brilhante valsa
para fraula, a Luziada
para viol.lo uma linda val-
sa com nitroJuccflu : pro-
co por cada uma 320.
Aluga-se um escravo, e uma mulata
que cozinha, lava, faca renda o cosa : na
ra do Collegio n. 16 terceiro andar.
$>^**
* Acna-se fgida desde odio II do
9 corrente mez uma mulata de idade
de 18a20annosealguma cousa fla-
H deira, e vesga dos olhos, estatura re-
9 gular,magr,tem marcas de bechigas' 9
fJJJ peitos pouco ou nada vulumosos.e foi 9
i vestida com vestido preto de pintas #1)
brancas e bico de espartilhos, cabel- *
lo cortado o rente, e de nome Clau- fJJ)
J dina : a pessoa que a pegar leve-a 0
fS ra do Vigario n. 9 a Carueiro & Ra-
na) mos que sera bem recompensado. %
O. G. Adamson, subJilo inglez, reti-
ra-se para Inglaterra.
Paquete inglez.
Papel paquete proprio para cartas, no va-
por inglez, e obreiag proprtas para o
mesmo oa ra da Cadeia do Recite n. 52.
-- Aluga-se uma ama de leite Torra ou
captiva, brauca ou parda : paga-so bem e
da-se bom tratamento : na ra da Soledi-
deao voltar para easlrada nova do Man-
guinho conTronte a padaria.
Anda est Tugidoo preto Jo9o Goian-
na, nac3o congo, de altura regular, pernas
arqueadas, denles limados, pouca barba
e conserva-a grande no queixo interior:
quem o aprehender ljve-o fundic.no da
Aurora, ou ao deposito da mesma, na ra
do Brum.
O prolector da Testa de S. Benedicto
erecta na capella da Senhora da Boa Via-
3
--Precisa-se alugar um moleque para o (Madama Rosa Ilardv, modista
*. servifo interno de uma casa estrangeira
que soja fiel e sadio : quem o tiver dirija-se
ra do Trapiche n. 8.
Na ruado Hospicio n. 59se dir quem
precita de uma ama para o servido da casa
da um homem solteiro.
brasileira na ra Nova n. 34.
Pelo navio Havre recebeu um lido sorli-
menlo das ultimas modas de Pars, como
tejara: chapeos de seda de todas as cores
para Sra. e para meninas de 7 a 12 anuos
OJTerece-seum homem portugoez pa-lchapeoainhoa redondos franzidos com ca-
ra cosiiilieiro de qualquer cass, prefenndo-
se estrangeira : na ra do Vigario n. 14.
O abaixo assignado participa ao publi-
co, que por eiicommudos de sua sau Je, est
desligado dosdeo dia 31 de Janeiro p. p. da
casa enmmarcial, que gira de baxo da fir-
ma de Francisco Alves da Cunha & C, nesla
prace, sendo substituido pelo Sr. Luiz au
pellas de flores e penachinhos, para meni-
nos, e meninas de 6 mezes a 6 annoa : um
sortimenlo Completo de chapoa de palha
para Sra, meninas e meninos, da ultima
mola; ricos capotinhos, manteletes, pali-
tos, de seda l'urta-cores e pretos ricos ro-
meiros, cabocOes do blonde e de linho bor-
lado, camisinhas bordadas, ricas tocas de
gusto Fernandos Vieira, a cargo de quem fi de linho para Sra. ; mantas de blonde e
eslSo todas aa IransaccOes da mesma.
Narciso Jos de Carvalho.
Oannunciantedo Diariodnhontem.il
do corrente, que chama oSr. Adolpho Ber-
nardo Baranger, a ra do Collegio n. 7, ea
ra da Cadeia do Recife n. 50 A, a negocio
quo o mesmo n3o ignora ; declara quo tica
sem effeilo algum, visto ter aidn engao.
Ao respeitavel publico.
Concerta-se todo o qualquer relogio, por
mais difllcil que fr o concert : no pateo
da Matriz de S.Antonio n.l8,e afianc,ando-se
o concert por 6 mezes.
No pateo da ribeira deS. Jos n. 15,
lava-seeeRgomma-se com perfoi(3o e ac-
ceio.
Aluga-se o terceiro andar da casa da
ra do Quemado n. 9 : a tratar na loja.
Casa de commisslo de escravos.
Na ra Direita, sobrado de 3
andares, defronte do becco de S.
Pedro n. 3, rcceliem-.se escravos
de ambos os sexos, para se vendo
rem de commisso, nao se levan-
do por esse trabalho mais do que
i por cento, esem se levar cousa
alguma de commissao, ofTerecen-
do-se para isto toda a seguranca
precisa para os ditos escravos.
Precisa-se de um Torneiro para Tora
ir-la praca para uma padaria pequea, pa-
ga-so bem : na ra da Florentina n. t.
Napolen Gabriel Bez retira-so para o
Rio de Janeiro, levando em sua compantiia
os seus escravos Andr, pardo, e Florinda,
creoula.
Antonio Ferreira da Costa Braga,tendo
contas, e letras do alguna Srs. que tem dei-
xado de pagar, uns por amisade, e outros
por relaxacdes, tanto pela parle dos seus
cobradores, como dos devedores, roga pelo
prezente, aos mesmos Srs. de virera quanto
antes pagarem seus dbitos, na ra Nova n,
28. asegurando toda a contemplac3o nos
juros; e se asiim o n3o fizereai passarSo.a se-
rum demandados, o que ser uma verguuha
para ossenhores devedores, alem dos abu-
sos cometidos alguns al 15 annos.
Allug3o-se os 2 andares da casa da ra da
Madre de Dos n. 25, defronte da igreja : a
tratar na ra da Cadeia do Iteeife n,42, 1.
andar.
Offerece-se um rapaz porluguez, para
caixeiro de venda, ou outro qualquer esta-
belecuuento : quom precisar, anonncie.
Alaia Hamos rkCompanhia ,
na ra Nova n. 6, tendo de liqui-
dar nestes dias sua loja, roga a
seus devedores tenham a bondade
de satisfazer seus dbitos o mais
breve possivel, do contrario sero
(bem a seu pezar) ohrigados judi-
cialmente.
A casa de educacSo que par-
ticularmente dirige na cidade de
Olinda, o bacharel Jos Louren-
co Meirade Vdsconcellos, tem ter-
minado as suas ferias, e est func-
cionando regularmente, como sem-
pre; ainda admille alumnos inter-
nos, para o que tem as desejaveis
commodidades.
O.Sr. Goncalo Augusto da Graca e Mol-
i, tem uma carta viuda de Portugal: na
ra da Praia, armazem n. 2.
Procisi-so alugar um prmero andar
de uma casa no bairro ue S. Antonio, ou
Boa Vista : quem o tiver, dirija-se a ra do
Crespo n. 4, para o ajuste.
Engomma-se com perfeicSoe por pre-
C0 commodo, ropa, tanto de homem, como
de senhora : na ra da Roda, loja do sobra-
do n. 17.
lio Jos os dias da lei, se lia do arrema-
tar por venda, a propriedade do armazem
alfandegado, sito oa ra do Brum, penhora-
do a Luiz Antonio Rodrigues de Almeida ,
porexecucSo de Antonio Ignacio do Reg
Meddiros, pelojuizo da primeira vara, es-
crivSo Cunha
Atterro da Roa-Vista u. iG.
Poiuiualeiiu cutileiro te n a honra de pro-
venir ao respeitavel publico que vai fazer
uma viagem Franca e por eate motivo re-
soiveu vender a preco do cusi tolas as fa-
zendas da sua loja, isto a dinbeiro a vista
afiancando a qualidade das fazendas que Ihe
compraren).
Desappareceu de casa o africano, de
nome Manoel, no dia 30 de Janeiro do mez
prximo passado, levando veatido camisa
da madapolao ecalsa do casimira de lislraa
consta qua anda pela Capunga
cu i cu para noivas, capellas, ricas guarnieres
a fundicAo, d'accordo com o Sr, JoSo Jos
de CarVBio Muraea. como possuidor de uma
parte, roga portanlo a quem for auto*risa-
do, por uma pessoa da cidade da Victoria,
que tem tambem uma parte no mesmo so-
brado, luja de appar.Cer para tralar-s des-
se negocio: na ra do Sol por cima do ar-
mazem de capim.
O Sr.Bernardo de Albuquer-
que Pernandes Gama, queira man-
dar pagara subscrico desft Diario.
^^BgB^ SMa^a^Bassa9aa>9MP
Compras.
Compram se para uma encommanda
do Rio Je Janeiro, 2 escravas creoulas, ou
de flores, ricos cortes de seda branca |avra-| pardas, que tenham de 12 a 20 annos, el
da; luvas de pelma enfeitadas, e meiaa de moleque que seja bonito: na ra Nova n. 16,
seda branca, oque ha de melhor em goaloejae dir quem compra,
qualidado ; bicus de blonde e imitacSo do Compram-se escravos rceoulos, mi-
da largura de 12 polegadas at uma; gros dioso femias, de 12 a 20 annos de idade,
de aples preto para veatido, mantas pre- com habilidades, ou sem ellas : na ra da
las de blonde, ricos cabecOes de blonde pre- Cadeia no Recife, casa n. 8.
lo, transas de seda branca e de cores, para 9999aF999fj^aj>9 enfeitar vestidos ; um sortimenlo de gros- gj Compra-se uma escrava, que lenha a)
de aples de cores escolhidas, para vestido (, habili ladea: na ra do Vigario n. 9. <*>
o cpoiinho, que se vende a vontade ; fran- 099999999999#VVf ^*
jas e transas de cores, e preta, para os mes- .. Compram-e para nma encommenda
mos ; flores, penachinhos para locas de ,| \ ,],. Janeiro duas escravas crioulas
meninos, loques para Sra., I uvas, do peMca ou pardas, de 12 a 2o annos, que tenham
e de seda preta para Sra. e meninas ; ninas boag (guras, e um moleque de 4 a 18 an-
de seda de chanca, ricos chapeos de palha Doil na Kua-Nova n. 16 se dir quem
de montara, e espartilhos : na mesma ca- compar.
sa Taz-se vestidos de casamento, vestidinhos Compram-se escravos crooulos de am-
de baplisado o manteletes de encommenda, dos os sexos de 10 a 20 annos, e pagam-se
por prego commodo. bem : na ra da Cruz n. 40 prirneiro andar.
O abaixo assignado, faz pu- Compra-sa uma veuda bem aTregue-
kl: .. ",..,,.., r,.,-nli-i nnr z'd as ras seguintes: Crur, Lingoeta,
blico que ninguem receba por pr,cadocomrnercio> vig,rio i quemquzer
qualquer forma que seja, uma let- fzerdita venda dirija-se Ra Nova n. 28.
tra passada, da quantia de 55o,ooo cbmpram.ge es*:,evn05au9 ambos os 9xos,
rs. a favor de Severmo Liaval- com prendas, ou sem ellas, com tanto que
canti de Lacvrda, e vencivel em sejam mocos: na ruado Vigario n. 29, se-
, __m gundo andar.
todo o corrente mez, visto o mes- ..,:,n|,ra.se uma uverna, que esteja bem
mo abaixo assignado ter de res- aTreguozada para a praa, sendo no bairro
l! i i ,, ,n ,.t do Recite : quem tiver, annuncie.
Ctndtr O negocio donde emanOU es- .. Compr-se uma casa terrea pequea,
sa letra, oque por SSO desdeja quo soja no bairro de S. Antonio, que este-
pr, tesia nao paa-la. Engenho |':'Ie;'BSemb'ra5lJ':'" rua doQue"
Bello Monte
paga-,.. MUt4v-- mad0I1. 39.
8 de levereiro lie Compra-se um moleque creoulo, de
rente, os serventes Turros e captivos d ver3o 9
comparecer impretcrivelmente nesle dia.e os
que o 11."i > (iterem seus lugares ser3o preen-
chidos por outros.
Na segn la-l'eira 9 do corrento, tendo
sahilo a vender pelas ras desta cidade a
preta Joaquina de idade pouco mais ou me-
nos de 40 annos, n3o msis voltou a casa,
Vendas.
gera fr.gu.zU d-os^gados. avisa aos d.- J *. %&* [
votos do mesmo santo a. pessoas que tem J. J222S2V!
contribuido com as suas esmolas, quo trans-
ev.-o a rua larga do
Rozario, o segundo andar do sobrado n.23,
^nrn't'B!<^ueSBr, recompensado.
Na rua do Hospicio n. 52 precisa-se
Brasil, para a desenvolver por experiencia
piopna.
9 Adopto a cirurgia orno o nico ramo
rancho coberta delelha, muito terreno pro
prio para capim, verduras, mi; is e qualquor
iavoura, commodo para um pequeo cer-
das antigs scieocias medicas quo leona va-, cado, lera alguns coqueiros, mangueiras e
lor real e pontivo, porm smenle as le- '
zOes que exigein meios mchameos, para
que a vida se conserve ou se aperfeice. Dr.
I riinei-i: j de Paula Pires Ramos Jnior.
Juramento.
i' i' Nosso s iiinr Jesu-Chrislo, que pa-
deceu e morreu por nos, remindo com seu
preciocissimo sangue os oossos peccados, e
lcain;iiiiiii, para DOS, por virtude de suas
dores, a feticidadi eterna; por nosso Divino
Redeniptor, a quem eu devo eiuitar, por
quanto cabe na traqueza humana :
Juro.
1.' Remr os padecimentos dos enfermos,
por preventivos soffrimenlos que occaaioua-
i em experiencias puras, que hci de fazer
em mim, e em pessoas que, animadas de
caridad, se queirSo sujeitar ellas.
2. Tialar as eufermidados nicamente
eom os meios bem provados dequedispoem
a boniacepalhia pura, tal qual a reconbec.o
e declaro em minha profisso de T.
3. Observar striclamente os preceitos
evanglicos no exercicio de meus deveres,
larangeiras : quem o pietender, dirija-se ao
mesmo sitio, a tratar com a proprielaria D
Mi'i i Gomes do Amparo.
-- Prelen leudo alguns devotos do Divino
Espirito Santo, installar no convento dos re-
ligiosos Franciscanos, no dia 15 do coi ren-
to, uma irmini ln.li: debaixo dos auspicios
do mesmo Divino E*pirilo Stnlo ; pelo pr-
senlo se convida a todas aquellas pessoas
que quizeroin fazer parte da reTerida ir-
man Jado, de comparecer naquelle dia as 8
lluras da manhila, aura deassistira benc3o
do emblema, missa eformaflo da referida
mesa.
D. Gatarina Francisca do
Espirito Santo, declara compa-
nhia das carnes verdes, que por
motivos deixou de aancar desde
.'.ii de dezembro p. p. a Filicia
Engracia, e exigindo do agente da
. dita companhia a carta de lianca,
sendo para mim sagrados o segredo das fa-|_ u. r.: -._.____ .;_..
miliai". virtude, Ipudor das mulheres, .. nSo '"c f entregue e continuara
indigencia dos pobres. ,a dar fatos a mesma Engracia; por-
*'l'l*%" ;0hnnecimen'0?".'; tanto,faz sciente que fica sem vi-
I ios da homcBopalnia pura por todos os
meios lcitos que esliverem a meu alcance. ,gor H aua nanea.
5.a Aproveitar, quinto fr possivel, a di- i OSr. Exequial Jos de Carvalho, com-
ineo dos principio* da bomoeopatbla, e as parral na rua da aladra de Daos n. I, para
vtnlagens de sua appllcacSo para oa fazer se Ihe entregar uma carta vinda de Tora. [
ferio a dita Testa para o dia 22 do
por motivo de molestia. aj.aJ.la uma ama que engbmme bem
- Quem annunciou no Diario n.23de29,aB__ ^ ^^ JMeacii do i||m. Sr. Dr.
bSo de arrema-
., um engenho de-
ganho do Ca.ongo na cidade da l'a-, j b.rb,Ulu fregUesa da comar-
rahyjji.o propriei.no |o immato d b daj lerra oiat.
o tenente-coronel Antonio Jos Rodrigues casas do engenho.de v-
Xavier, pudendo arranjar ora Pernambuco _".--.." .".-.'. ___r.,,..A.i,A.<
de Janeiro Ihe convir trocar por escravos a 7" =C=*T=K
b.icaca Tentador. Feliz, a Ihe convir ^ffX^JgS
re no enganho de Caiongo na cid.de da Pa- J^-jJrA ,rb,|llu n, frBg
rahylja ao proprielario do mesmo engenho "H r.hn eo u toda aa su
o tenente-coronel Antonio Jos Rodrigues /e^ "^ a "
Xavier, pudendo .rr.njar ora Pernambuco & ?*^ e[u;aie 3Dalcoe
ocarreg.menlod. b.rc-ca p.r. a P.rahyba 0, Jnafit par, prel0s, 1 moei.Ja, 4
e a nQo M effectuar o negocio poralguma f ^ ^ lUllo da feiro>
circumst.ncia, obrlg.-se o pri.priet.r.o do Utri)8ul)jec,'toialiaj8eal 38.000,000rs.
engenho a dar o carregamento de saceos de ",_"' u">_ 7xTZ.. .......-....... i...... .-
1LI11NUAS PARA i85a.
Vendem-se Folhinhas de porta ,
pelo que se juiga'igida: levou vestido do je padre, e de algibeira de tres dif-
cluta rocha, e pao da costa velho ; quem f i,,,i_ a.n.In iimadel-
ueiiasouber noticias ou aprenhendei. leve ferentes qualidddes,sendo urna uei
a sua souhora na rua Augusta casa o. 33, las com oalmanak da cidade e pro-
que ser recompensado. j. ... vincia: vendem-se nicamente na
-- Offerece-se um moco porluguez para "**". iwaaai "-
caixeiro de qualquer casa de negocio, de praca da Independencia n. O e o
que tem bstanle pratica e d fiador de sua Lotera do RO de Janeiro.
conducta : quem precisar annuncie. ,
-- Precisa-se alugar dous moleques : na Aos ao.ooo.OOO de rs.
rua d Cadeia n. 13. ,\a loia de miu Jezas da praca da
--Precisa-se de uma ama forra, ou cap- .',,_ i vndem-se bi-
liva, para uma esa de pouca familia: na Independencia n. 4, venem-se DI
ruado Pilar em Fra do Portas n. 72, segn- |uetes inteiros, meios, quartOS, O-
do andar. tavos e vicsimos, a beneficio das
Acha-se farlnha nova de SSSF, (de ra- J""'" b '
minha) para vendar, nos arm.zens de Dea- Casas de Laariuade ; espera-se a
ne roule & Companhia, no becco de Con- ruj^ Q0 prmero vapor.
alves- ... Eogenho perto da pr.a.
Altencao. Vende-se ou arrenJa-se um engenho
Neva fabrica de chapeos de Sol no atierro moent0 ecorrento muito perto da praca com
da Boa-Vista n. 22, acha-se um grande DOd, proporc3as, quem quiser annuncie.
.-o lmenlo de chapeos do Sol, muita -. Vende-se uma meza do meio de sala,
em couta, tanto para homim,como para se- um, cama do arnacSo, tudo de Jacaranda
nhora, como seja de seda ou do panniiiho, e nsJ (0 por diminuta quantia : na rua do Li-
grande sortimenlo de pecas de seda ode pa- vrament0 n. 3g.
panninbo para cubrir os chapeos de Sol ja .. Vpuje-so ovas do corlao, por commodo
usado,tambem concerta os d.tlos peol preco pre?0 ,,., rua larga do Rozario n. 39.
mas coinmo lo do que em outra qualquer No patH l)0 (jarmo, venda n. 1, vendo-
e parle com toda romptidSo, se azoie de carrapato, muito claro e excede
O9OGX3O0OQ O5>00003>0 em slviirs ai de cuco, he muito 'ecoiiiraefi-
rt rrrnH <* ''"v1 P"rsu "'iJalf. da excellento luz,
U i-airos. ^ h8 pril|)ri0i Ulll0 ,,,, cai,dieiros de meio
^ Alberto Prevost segeiro tm a hon- q de sala, como lamparilla, pelo barato preco
2 ra de prevenir ao respeitavel publico q de 400 rs. a garrafa.
' queeslabeleceu-se no becco do Tam- q
3 bia defronte do chafarie da praca da
O boa-Vista.priineiracoclieira. esquer- ~
O da onde as pessoas que do seu g
ii prestimo preeisarom, o acharaoseiu- ^
0 preproinpto para servl-*s cora bre- Jj>
Q vidade e preco commodo. O mesmo V
g encarrega-se de qualquer concert ?
q tendente ao seu ofiicio. O
oooooooo oooo^ooo
Nova fabricare chapeos de sol e
tinturara, no aterro da Boa Vis-
melte pela barcac que ocenrrer.
~ Pelo presento annuncio a abaixo assig
tados.
~ Precisa-se fallar com a Sra. D. R*y-
munda Mari. Carneiro da Cunha. ou com
nada, morador, no engenho Aran l da fre- na -. = -
gueziad.Escada, termo da c.J.dcida. V.c- J~ZT1R o que queira Sununciar a
ion, f.z sciente os Srs. Aflbnso de Albu- l"'1.' H '
.,-:,... ii.li. ..i,H. =...,.i.n.^.n.i n sua morada. ___
querque Mello, m.jor de gu.rl. nacional o __ preci-8e alugar um preto escravo:
municipio da villa da assembla na proviu- n, .,,,,',.,, ,,'arjo i,,;/,, 48.
cia dasAlagoas.eseu inaoo Antonio Lins M"^*SSllif^aadai
de Albuquerque Mello, que fallecen no di. "J*tT3V!VZ?^
28 do Janeiro de 1852 D. Mari, de Jess da > rua da Aurora n. 24
Conceisao, av das Sra*. Di). Mana e Egidia, Frecisa-se alugar uma escra-
mulheres dos ditos senh
nuncianle; o que para se
bens, que deixou a dita ....__, ,-------- ,
que elles comparecen), ou mandem procu- a rua da Assumpcao OU muro da
rtco bastante, ou quem faca suas veze*. u__i.. .A
Ignez Pereira da Silva. fenna n. I.
-- Desappareceu da rua do Vigario um ios Lun Pereira, roga a seus devedores,
cavallo castanlio, que oslando o cargueiro principalmente aquellos que seus dbitos
recobendo encommenda. em uma venda, so de mais de anno queiram satisfazer-ne
quando sabio nSo acbou : quem o pegar ateo da 20 do corrente, pois est "solvido
leve-o ru. do Vigario n. 14, que ser re- fbem a seu pesar) a chamar a Juno aos que
compensado. nflo pagarem.
. Ul). Nana ebgiaia, i rocana- "'""' ^a
lores e mBi da an- va que sea boa cosinheira e com-
'ESS^pS pradeira, : quem .tiver d.rija-se
ta n. aa.
Nesta nova fabrica o respeitavel publico
ach.r um completo sortimento de chapeos
de sol de seda e p.ninho Unto para ho-
mem, como para senhora, e concena igual-
mente, por precos mais commodos do que
em outra qualquer paite ; para este mesmo
est.belecimenlo se ach.mud.da a tinturara
franceza da rua Velha n. 74, ting.ndo-se lo-
a e qualquer fazenda de seda, 13a, algodao
e linho, tanto em obr, como em peca e
com muito asseio, assim como se alimpam
casacas e outra qualquer rpa de panno,
que tiver nodoas, pondo-sc como novas, e,
por precos muito commodos.
Tinturara franceza, no aterro da
Boa Vista n. 17.
Tinge-se toja e qualquer Tazenda de 13a,
Igodao, seJa e linho, tanto em obras como
em pecas e com muito sseio ; assimeomo
so limpam casacas e outra qualquer lpa
de pao, que livor nodoas, puudo-se como
novas e por precos commodos.
O cirurgiSo Uernardo Pereira do Carino
Taz sciente as pessoas que a lempos Ihe fa-
llirn) e mesmo. quera convier e quizer.pa-
ra por meio de um ajuste razoavel, ostratar
animalmente das molestias que possam ap
parecer, que tenham a bondade de v.reni
cas* do sua residencia na rua do Rozario
larga n.30,para os poderUncaremn.de seus
Joaquim Rineiro Pontos tendo contas
e letras de alguns senhores que tem deixa-
do pagar-lhe, uns por araizade, outros por
rolaxacSo lauto da parte do sau cobrador
como dos devedores, rga pelo presente
aos mesmos Srs. de virem quanlo antes pa,
gar seus debilos a rua da Cadeia do Recifo-
n 54 assegurando toda aconlemplacao nos
juros ; e se assim o nSo flzerem passarSo
a ser demandados, oque ser uma vergo-
nii.i para os devedoros alem do abuso oom-
mettidu, alguns ate ba 15 annos.
mlsteres
aua pronsso 1
m de wr procurado a qua!. m
Z qcr hora e sua IW,JH
! ruu larga doRozarlo, n. 36, 9
2 segundo and'- ^-a*2
-- K llenfiques Willmer, tendo de ven-
der grande parte que tem no sobrado de
dous andares sito na rua Imperial, ondo est!
Attenrjao.
Vende-se uma taberna nova e muito bern
afreguezada para a praca, qual se vende
por o dono ter outra occupac,So: a tratar na
rua do Cano n. 2,
- Vende-se um mulato moco, do boa 11-
gura, sem achaques, nem vicio algum, pro-
prio para pagem, ou oulro qualquer sorvl-
qo por estar feito a lodo o tr8balho : na rua
do QueimaJo, loja n. 10.
Antonio Jos Kodrigues de
Souza Jnior, faz sciente ao pu-
blico que prestou Banca na forma
da lei, para dividir em cautelas
bilhetes de loteras ; e por 9so
tem exposto a venda as suas cau-
telas, bilhetes e meios ditos da i^.
lotera a beneficio das Cisas de Ca-
ridade do Rio de Janeiro, devendo
chegar a lista no dia 19 ou ao e
os vende pelos muito baratos pre-
cos abaixo :
Bhetes inteiros aa,ooo
31eios ditos 11,000
Quartos 5,5oo
itavos a,800
Vigsimos i,3oo
Sapates francezes de couro de lus-
tro, a 5,8oo rs. o par.
Vendem-se sapatOes du conro de lustro
francezes, para homem a 5,800 rs., preco
porque aii.Ja nao sa vendeu em outra par-
le; Jilos para menores a 4,500 rs., s3o de
novogosto echegados ltimamente : noa-
terroda Boa Vista, loja 11. 58, junio ao sa-
leiro.
Forinha de mandioca a a,000
rs. a sacca.
No armazem de Dias Ferreira, defronledaa
escaJmhas da Alfandega.
Milho a a,5oo rs. a saeta.
No armazem de Dias Ferreira, 00 caes da
Alfandeg.. .
Azeite de carrapato da laorica de
Araujo & Filho, no Fenedo.
Acaba Jo chegar malsdoslej conhecldo
azeite, o mais proprio e econmico, para
uso de c.ndieiros de sala, tanto pela sua du-
rar;3o, como limpeza, econtmuar a haver
sempre um dopozito para suprimento regu-
lar dos Treguezes : no armazem deJ. J. Tas-
so Jnior : ua rua do Amorira n. 35.
Cemento novo a 7,000 rs.a barrica.
No.rmazem de Antonio Aunes, no caos
da AllanJeg*.
Cha imperial.
Deposito do cha nacional e hisson loja de
Terragem rua da Cadeia do Resife,n. 5 A
de Antonio Joaquim Vidal, caixas grandes
e pequeas, por presos commodos.


" ''
^
^H
;'
i-

Cal vilffem de Lisboa.
Vende-se cal de Lisboa, de p-
tima qualidade vinda no ultimo
navio : trata-se com A ogusto C
de Abrau, na ra da Cadeia do Re-
cife n. 48.
AGENCIA
daiundic5o Low-Moor.
RA DA SENZALLA NOVA N. 42.
Nos te estabeleeimento conti-
na a haver um completo sorti-
mento de moendas o meias moen-
das para engenho, machinas de
vapor, e taixas de ferro batido e
coado, de todos os tamanhos, pa-
ra dito.
Antigo deposito de cal
virgem.
Na ra do Trapiche, n. 17, ha
muito superior cal nova em pedra,
chegada ltimamente de Lisboa
tambem se vende potassa da Kus-
sia, novae de superior qualidade.
'Bombas de ierro.
Vendem-se bombas de repuxo,
pndulas e picota para cacimba :
na ra do Brum ns. 6, X e 10,
fundicSo de Ierro.
Deposito da fabrica de Todos os
Santos na Ifaliia.
Lotera do Rio de Janeiro.
aos ao:ooo,ooo e 10:000,000 de rs.
O cautelista Salustiano de Aqui-
no Ferreira avisa ao respeitavel
publico, que no dia 19 do corren-
te mez, deve chegar do Sul o va-
por da companhia Drasileira, e no
dia aoo vapor inglez Teviot, con-
ductores das listas da l.'|. loteria
a beneficio das Casas de Caridade,
que correu no dia 4 deste mez, e
paga immediatamente logo que re-
ceber as listas, sem ganancia al-
guma, todos e quaesquer premios
que sahirem nos bilhetes, meios,
quartos, oitavos e vigsimos, ven-
didos na praca da Independencia
n. i3 e i5, loja de calcado do A-
rantes, e na ra da Cadeia do Re-
cite n. 46, loja de miudezas.
Bilhetes aa,ooo
Meios 1 v ,00o
Quartos 5,5oo
Oitavos a,8oo
Vigsimos i,3oo
Loteria de N. S. do Livramento.
Aos 5:ooo,ooo ders.
Na loja de miudezas da praca
da Independencia n. l\, vendem-
se bilhetes inteiros, meios, quar-
4 '
DA
SALSA P ARRILH A OE BRISTOL
salsa^arrIlhaTieIsands.
A salla parrillia deBristol data desde 18.12, e lem constantemente mantilo su reputa-
c5o, sem necessidado do recorrer a pomposos a nn uncios de que ai prnparatOes de m-
rito podein despensar-se. Osuccsso do Dr. Rrislol tem provocado nflnitas invejas, e
enlre outras, as dos Sra. A. II. I). Sands, de New-York, preparadores e proprietarios da
salsa parrilha conhocida pelo nomo de Saids.
Estessenhoressolicilraoeinl812 a ageucia de Salsa parrilha de llrislol, e como Dio
o pudessem obter, fabricarse urna imitacSo de Uristol.
Eis-aqui a carta que os Srs. A. R. D. Sauds escreveram ao Dr. Bristol, no dia 20 de abril
de 1842, e que seacba em nosso poder :
Sr. Dr. C. C. Bristol.
1:111.1 lo, etc.
N'osso apreciavel senhor.
Em todooanno paliado temos vend lo quantidades eoisideraveis do extracto de
salsaparrilhadevm. e pelo que ouvimosdizer de suas virtudes Aquelles que a tem usa-
do, julgamos que a venda da dita medicinase augmentar muitissimo. Se Vm. quizer
fazer um convenio comnosco eremos que nos resultarla multa vantagem, tanto a nos
como 1 Vm. Temos muito prazer que Vm. nos responda sobre este assumpto, e se Vm.
vier a esta cidade daqui a um mez, ou cousa semelbante, teriamos muito prazer em o
ver em nossa botica, ra do Kulton o. 79.
FicOo s ordena de Vm. seus seguros servidores.
(Assignados) A. R. D. Sands.
COWCLTISAfc.
Vende-se.emcasa deN. o. Bieber&C., t08 decimos e vigsimos, abene-
na ra da Cruz n. elgodSo transado da- o
quellarabrica, muito proprioparaaaccosde "CIO aa lotera ae a. O. ao L-ivra
assucar eroupa de escravos. por precocom-| ment que corre mpreterivel-
modu- -- 1 1 mente no dia 28 do corrente.
Vendem-se relogios de ou-
ro eprata, patente inglez : na ra
da Senzalla Nova n. \i.
Casa de commissSo de escravos.
Vendem-se escravos e recebem-
se de commissao, tanto para a pro-
Bilhetes inteiroi
Meios
Quartos
Decimos
Vigsimos Coo
Na porta da Alfandeg-i e no
10,000
5,ooo
a,600
1,100
vincia como para lora delta, para ', __t J;.;m 4,
~. r ., '.. I armazem do barateiro Joaquim da
o que se olicrece multas garantas ,,.. e 7. /
. .4.... j________..... j 6a-^-:k. lva Lopes, vende-se far.nha fon-
a seusdonos .* narua da
n. 11, primeiro andar.
Arados de ferro.
~g% ouvti LiOp
* tona SSSF e de I'hiladelphia, l-
timamente chegada.
ir 1 j j 1 1 Avisa-se as casas, que
Vendem-se arados de diversos .... .. .:..<.
se
1 costumaosortir de charutos linos,
modelos, assim cqmo americanos nn:
1. 1 aue acabain de chegar da Balna ,
com cambio de sicupira e bracos iuc a .. ...
j_ r. e i- 1 1 as secuintes qualidades :
da ferro : na fundicSo da ra do oc *
Deputados
Brum ns. 6, 8 e 10.
r'arinha Fontana,
chegada ltimamente: em casa de J. I, Tas-
so Jnior, na ra do Amorim n. 35.
Agencia de Edwin Maw.
Na ra de Apollo n. 6, armazem de Me. Cal-
niiiiii.v Coinpanbia, acha-ae constantemente
lniiii aortimentos de lana de ferro coado e Veilileill-SC na tl'flVCSS3
balido, tanto rasa como fundas, moendas in-
Deputados imperiaes.
Baionetas imperiaes.
Fama va.
ftegalia.
Trabucos.
iras todas de ferro para aniuiaes, agoa, etc ,
ditas para armar eui madeira de todos os ta-
manhos e madellos o mais moderno, machina
horiaontal para vapor, com forja de 4 caval-
los, coucos, passadeiras de ferro cstanhado
para casa de pulgar, por menos proco que os
de cobre, escovens para navios, ferro inglez
tanto em barras como cm arcos folhas.c ludo
por barato preco.
Deposito de cal e potassa.
No armazem da ra da Cadeia
do Ifecife n. ia, ha muito supe-
rior cal de Lisboa, em pedra, as-
sim como potassa chegada ultima-
mente, a precos muito rasoaveis.
Farinha de mandioca.
-- Vende-se saccas com superior farinha
de mandioca a presos rasoaveis : a tratar
com J. J. Tasso Jnior ra do Amorim
n. 35.
Deposito de cal virgem.
Cunha & Amorim, na ra da Cadeia do
Recite, n. 50, vende-se barra com supe-
rior cal em pedra, chegada pelo ultimo
navio de Lisboa, por menos preco do que
em outra qualqner parte.
No escriptorio de Manoel Joaquim Ra-
nos e Silva, na ra da Cadeia do Recife,
vende-se por preco commodo cal virgem de
Lisboa chegada no ultimo navio, bezerro de
lustro, mercurio, linha de Roriz,retroz, fe-
chaduras do Pollo, pannos e casemias
de 13a.
Ovas do Sertao.
Vendem-se ovas do SertSo muito frescaes;
da Madre
4e6.
de Dos, armazem ns
Cheguem os amantes da boa
pitada.
l'elo ultimo vapor chegado do
Rio, veio nova fornada do supe-
rior rap princeza do Rio de Ja-
neiro, em libras e meias ditas; na
ra do Queimado, loja de miude-
zas n. aD.
Loteria do Rio de Janeiro.
Aos 20;000,000, 10:000,000, 4:000,000 ,
2:000.000e 1.000,000 de ra.
Na loja da Viuva Vioira ctFilhos, na ra
da Cadeia do Recife n. 24, receberam pelo
vapor Paraense, entrado em 6 do corrente ,
a lisia da 20. loteria a beneficio do theatro
de Sr. Pedro, e o resumo da extraccilo da
quarta, loteiia a beneficio da freguezia de
S. Jos, que se achajn patentes na mesma
1* A antiguidade da salsa parrilha de Bristol, he claramente provada, pois que ella
data desde 1832, e que a de Sands so apparecau em 1842, poca na qual este droguis-
ta non pode tibiera agencia do Dr. Bristol.
2." A suporioridade da salsa parrilha de Bristol he incontestavel, pois que nSo obs-
tante a concurrencia da de Sands, e de urna porc,3o de outras preparac,dei, ella tem man-
tidn a sua reputacao em quasi toda a America.
As numerosas experiencias leitss com o uso da salsa parilha em todas as informida-
des originadas pela impuroza do sangue, e o bom xito obtido nesta corte pelo IIIni. Sr
Dr. SigauJ, presidente da academia impeiial de medicina, pelo lllustrado Sr. Dr. An.
Ionio Jos Peixoto em sua clinica, e em sua afamada caaa desaudena Gamboa,pelo lllm.
Sr. Dr. Saturnino de Oliveira, me lico do exercito, e por varios outros mdicos, per-
mittem hoje de proclamar alta monte as virtudes efllcazes da salsa parrilha de Bristol.
Vende-ae a 5,000 rs. o vidro; na botica de Sr. Jos Mara (ioncalvos Ramos, rus
dos Quarteis pegado ao Qusrtel de Polica.
" salsa paulilVde
SANDS.
Este excellente remedio cura todas as en-
ormidades as quaes sSo originadas pela
mpurosa do sangue ou do systema ; a sa-
ber : escrfulas, rheumalisino. erupQes
cutneas, biehuthas na era, almoroidas,
doencas chronicas, brobulhas, bortoeija,
tinha, enchacoos, edores nos ossos, e jun-
tas, ulcar, lloros venerias, citica, enfur-
midades que aliceo polo grande uso do
mercurio, hidropesa, expostosa urna vida
extravagante Assim como, chronicas de-
sordens da constituieflo, sero curadas por
esta tilo til, e approvada medicina.
A administrado deste helo remedio, nos
ataques mais estraordinarius tem sido sem-
pre seguidos pelos mais felices resultados
as suas opera(0s ; porcm, o sou principal
objecto he de purificar o sangue, e limpar o
systema de qualquer influencia de mercu-
rio. No seu medus oprrandi, hn directa-
mente como um remedio alterativo, anida
que, indirectamenle serve ao systema como
um verdadoiro Inico. Doencns nos ossos
c no systema grandular; assim como as
juntas, e ligamentos, s3o inteiramenle cu-
radas pelo uso deste remedio, sem que o
doente faca resguardo algum, quando ufar
este remedio. A opperac,3o deste remedio
consiste em remover a desordem do syste-
ma, e em breve tempo o doente ganbar a
su i saude.
A Salsa Parilha tem ganhado por nimios
annos una alta reputacao, de ter curado
domos mui difcultosas, que nenhum ou-
tro artigo de valor em materia medica tem
curado. He de saber que a Salsa Parilha he
um dos mais valerosas remeJios que os
doctores us3o em toda a parte do mundo ;
com vistas de ganharem a cura pelo uso de
tal remedio vegetal. Porm, deve-se de
notar, que nem todas as pMIoai sabem pre-
parar este remedio, assim como esco-
Iherema melhor liarte que se deve usar em
tal preparado. L'm celebre Medico escrip-
tor, que residi por muitos annos nolugir
anudo ha a melhor produccSo da Salsa Pa-
rida disse : Seis ou oilo especies destas
raizes que crescem uestes bosques, admta-
me que non podesso adiar, se nSo urna,
com o gosto, e pro^riedade da verdadeira
Salsa Parida, que se lossa reemnmeadar
para medicina ; poisas mais eram inspi-
das e inertes. Porm, como os mdicos
non se dao ao trabadlo de fazerem as
suas proprias medicinas, mas sim contiam
nos seus habis boticarios, para a prepara-
Vinho de Cliampagne,
e superior qualidade : vende-se no arma-
em Kalkmanu lrm3os Ra da Cruz, n. 10
Moinhos de vento
om bombas de repucho p_ara regar borlas
d baixas decapim : vendem-sena fundicSo
de Bowmant Me. Callum,na ra do Brum
us. 6.8 e 10.
Vende-se,
Alm de muitos e superiores gneros, ven-
de-se igualmente os aeguintes: caf do Rio,
em |"irco e a rctalho, massas finas, con-
servas, o excedente doce de annanaz em
frascos de 6 libras, extrait d'absinthe, vi-
nho do Rheno, ditos de Cherry, Porto Ma-
deira eMuscatol de Setubal, sardinhas era
latas maiores e menores, riquissimas csi-
xinhas de todos os tamanhos com amen-
doasconfeitadas, muito proprias para pre-
sente, presuntos americanos o inglezes para
fiambre, ditos do Porto e Lisboa, milho em
saccas, sebo do Porto em caixas de I arro-
ba, ola preto solt e em massinhos de 3 em
libra, latas com muito lino biscoito In-
gles; ludo isto vende-se por menos do que
em outra qtialquer parte: na ra da Cadeia
do Recife, n. 23, armazem de molhados.
Vende-se por preco commo-
do, cal virgem, muito nova, che-
gada pelo ultimo navio, por (ircco
muito commodo : no armazem de
Djs Ferreira, no caes da Alfande-
ga, ou com Novaes 6c Companhia,
na ra do Trapiche n. 34.
Arados de ferro.
Na fundicSo da Aurora, em S. Amaro,
vendem-se arados de ferro de diversos mo-
delos.
DEVERES DOS HOMENS,
a Jim rs.
Vende-se este compendio aprovadopara
as aulas, em meia encadernac.5o, a 500 rs.,
cada um: na linaria n. 6 e 8, da praca da
Independencia.
Superior cha nacional
em caixinhasde 2 libras, e da melhor qua-
lidade ; vende-se por prego commodo, na
ra do Corpo-Santo n. 2, primeiro andar.
ptimo vinlio branco.
Vendem-se barris de 5 em pi-
pa, com vinho branco de Lisboa,
rem, e enmporom difloren'tes drogas.' Po-lja melhor qualidade que aoparece-
rm de todas as preparacOes de Salsa Par- ,; r"
lhadevia.de ser da genuma, pira quoofa-|traia-se na ruada Cadeia do He-
cultativo e o publico ficassem bem fiados cife n. 48.
cheguem freguezea aoles que se acabem,!'j, e juntamente receberam eacham-sea
poraeestarem~Vendeodo muito barato : nal venda us mui afortunados bilhetes, meios,
ra do Queimado loja n. 14. quartos, oitavos e vigsimos da 14 loteria a
liap Paulo Cordeiro- beneficio das Casas de Cari Jade, e trocam-se
-i-~r k a 1 01 j 1 I por bilhetes premiados das loteras do (lio
recentemenie chegado do Rio de Janeiro de j,nejro e desta provncia.
vende-se na ra da Cadeia do Recito oa n,l .. t_
50, de Cunha & Amorim. Attcncao ao barateiro da ra do
No armazem da ra da MoJa n. 15 ,
vende-se cal de Lisboa em pedra, a mais no-
va que ha no mercado, chegada 00 corrente
mez, no brigue Laya ; assim como mercurio!
doce em caixinhas de libra cada urna, ludo-
Crespo n. i/|, loja de Jos fran-
cisco Das, chitas cabocolas, a
aoo ris o covado.
- Vondem-se chitas escuras cores de vi-
por menos preto do que em outra qualquer nho o de caf, fazenda inteiramenle de pa
parte.
Bailes mascarados.
Na rea da Cadeia do Recife loja a. 50, d
Cunha & Amorim, vende-se villudinhos de':
drOes novos e cores muito fitas, a 200 rs. o
covado; ditas francezas muito superiores,
a S40 rs. o covado ; ditas de quadros pa-
drOes oscuros e inteiramenle modernos, a
i I
differenles e brilhantes cores, para vestua- _' cv;d.0j 1?fKri0L,.,.?.?"!
ros de bailes de mascaras, e ronpis de
theatro : chegados pelo ultimo navio de
Francja; assim como calcas de meia; a tro-
co de dioheiro se vendem por barato preco.
Novos cobertores de tapete a
i,44 rs.
Na ra do Crespo luja da esquina que
volta para a cadeia, vendem-se cobertores
de tapete, grandes e bonitos, pelo diminuto
precu de 1,440 rs.; em qualidade so os me-
ihures que lem vindo no mercado, por isso,
recommenda-se aos Srs. de engenbo que
quizerem comprar da pichincha, nSo ae de-
moren!, porque ja ha poucos pela estrado
que lem tido.
11c to barato,
Que faz animar ; .
Quiln vir a pechincha
Nao deixar de comprar.
Na ra do Crespo loja da quina que vira
para a cadeia, vende-se panno fino preto, a
3,000, 3,500, 4,000 4,500, 5,000 e 5,500 rs.
o covado; dito fraocez muito superior, a
6,000 rs. ; dito azul, a 2,600, 3,500, 4,000 e
5,000 rs. ; dito verde, a 2,800, 3,000 e 6,000
rs.; dito cor de rap, a 2,600 rs. ; casemi-
ra preta, a 4,8006,000, 7,500 8,500 e 10.000
rs. o corte; sarja preta de seda muito su-
perior, a 2,500 rs. o covado; merm preto
muito bom, a 2,800 e 3,200 rs. o covado cor-
tes de cassa chita muito bonitos, a 1,920
rs. ; e outras omits fazendas por precu
commodo.
Vende-se a casa n. 25, da ra do Ale-
crim : a tratar na ra ireita n. 64, segundo
andar.
mascado de puro linho e com 8 palmos de
largura, pelo muito barato preto, de 1,600
rs. a vara; alpaca preta muito lina, a 610 rs.
o covado ; cassas francezas de coi es as irais
fins que tem apparecido, a 640 rs a vara ;
cassas chitas muito largas e cores fizas, pelo
baralissinro precu de 200 rs. o covado; di-
tas em cortes com 6 i- varas, a 2,000 rs. o
corte ; cortes de cambraia de seda cor de
carnee de rosa, fazenda do ultimo gosto,
pelo baratsimo preco, de 8,500 rs. o corte;
dem de seda pura, lodos brancos, pelo ba-
rato preco de 12,000 rs. o corte; superio-
rea hrins de puro linho trancado, de ricas
coros, e novos padrfiea, a 1,200 rs. a vara ;
assim como outris muitas fazendas de agra-
dar aos Srs. compradores, tanto nos prefos
como asqualidades.
Queijos do SertSo.
Vendem-se queijos grandes o frescaes,
vindos do SertSo, e por preco commodo :
na ra do Queimado loja n. 14.
Para liquidar
Faz-se todo o negocio dioheiro.
Vendem-se por todo o preco presuntos
hollandezes, proprios para fiambre e tem-
pero : na ra da Cadeia do Recife, n. 23.
-> Vende-se farinha de mandioca superior
em qualidade da precedencia de Porto-Ale-
gre e a proco rasoavel: a bordo do patacho
Felicidade Tundeado em frente do caea do Ra-
mos, ou na ra da Cadeia, casa n. 39. 1.
andar.
Mocada superiores.
Na fundicSo de C. Starr& Companhia,
em S.-Amaro, acbam-se venda moendas
de canna, todas de ferro, de um modelo el Carneiro Leal, na sua fabrica de Caldei-
construcefio muito superior I reiro.
as preparacOes do Salsa Parrilha a ser da
melhor qualidade. Pois he esleogenuino
vegestavel, que se offerece ao publico ; nes-
le se v combinados outile cum dulce ; pois
em infinitos casos em que o doente espe-
ranzas algumas tinha de viver, e grandes
quantidades de remedios experimentados,
mas sem resultados de molhoras ; mas com
esta pura Salsa Parilha, suas curas tem sido
infaliveis, pois os certificados que temos
recebido de pessoas que tem usado deste
puro remedio, aflirmam da sua boa ellica-
cia ; estes certificados temos a honra de
aprensentar ao respeitavel publico, para
que fiquem certos, o que cima ae diz, he
verdadeiro. Os proprietarios deste reme-
dio tem por muitus annos empregado todos
os meios para prepararen) este tflo til, e
essencial remedio da raiz da Salsa Parida,
qne por Dm, conseguiram as suas vistas, em
prepararen) um iSo valuoso remedio, e aeus
tSo lindos resultados tem enchido os pro-
prietarios de gloria, e triumpbo de terem
preparado urna linda composir;So contra
doeness, que o seu lim lio destruir o corpo
humano. Esta coinosiclo he qumica e
nova. l-:-tii Salsa Paridla he combinada com
outros engredientes que todos edes perten-
eci a classe vegetal, e todos com o poder
de purilicarem. o sangue. O doente que usar
desta composicSo, pode cunlar que- tem o
mais ellicaz remedio, para a aua enfermi-
dadeusa. O nico agente nesta cidade he
Vicente Jos de Unto, na ra da Cadeia do
Recife botica n. 61.
~ Vendem-se velas de espermscete, em
caixas, de superior qualidade : em caaa de
J. Keller & Coinpanbia: na ra da Cruz nu-
mero 55.
Vende-se superior farinha
de mandioca de Santa Catharina,
por preco muito commodo, a bor-
do do patacho brasileiro Alegra ,
fundeado em frente aocaes do Ha-
mos : a tratar a bordo do mesmo
patacho, ou no e.>criptorio de No-
vaes & Companhia, na ra do Tra-
piche n. 34
Cm terreno barato.
Vende-se por preco muito commodo um
terreno com 30 palmos de frente, e500 de
fundo na ra Imperial do atierro dos Alio-
gados, pouco adianto do Viveiro do Uunlz :
a tratar na mesma ra com o Sr. Manoel
Talxns piirii fimniiio.
Na fundicSo de ferro da ra do Rrum,
acaba-se de receber um completo sortlmen-
to de taixas de 3 a 8 palmos de bocea, aa
quaas acham-se a venda por preco com-
modo, ecom promptidSo embarcam-se,ou
carregam-se em carros sem despezas ao
comprador.
Vendem-se latas com bolaxinhas de ara-
ruta do Rio do Janeiro, novos charutos es-
pruncoseRega8deS. Kelix, ditos de Casta-
nho ccKilho.e mais de diversas qualidades
por preco* commodos para fexar conta; ta-
pioca, saccas com milho novo, urna porcSo
do quartlnhas douradas para enfeites de
salla vindas da Bahia : no armasem da tra-
vessa da Madre de Dos n. 16.
Sini&o de Mantua a
800 rs.
Vende-se a historia de SlmSo de Nantua,
a 800 rs. : na livraria da praca da Indepen-
dencia n. 6e8.
Vende-se toucinho em jaca-
zes: na travessa da Madre-de-
Deos n. 4 e 6.
Vende-se farinha fontana
muito superior e nova no merca-
do : a tratar com Manoel da Silva
Santos, na ra do Amorim n. 5C e
58, ou no armazem do Annes no
ces .da alfandega.
Principios geraes de economa pu-
blica e industrial.
Ven de-so este compendio, approvado para
as aulas de primeiraa letras, a 480rs.: na
praca da Independencia, livraria n. 6 e 8.
Cobertores de algodao.
Suneriores cobertores de algodSo de di-
ferentes cores, tecidos a dous (ios, muito
grande, tem todaapplicaco em urna casa de
familia, por servir para me/a de engom-
mado e forrar camas e mesmo para escra-
vos, pelo diminuto preco de 1,410 rs.: na
ra do Crespo n. 6.
Velas de Esparmacete.
Vendem-se velas de esparmacete
em caixinhas de ao Ib, em casa de
Augusto C, de Abreu .-na ra da
Cadea do Recife n. 48.
Grande fabrica de chapeos de sol,
de J. Falque ra do Collgeio
n. 4.
Nesta novo estabeleeimento recebeu-se
um novo e lindo ortimento de chapeos de
Sol dos ltimos gostos, tanto de seda como
depaninho para homena e genhorai, de ar-
macSo de baleia e de'asso que se vendem
por menos preco que em outra qualquer par-
te ; grande sortimento de chanialole, sedas
o paninhos om peca do todas as cores e qua-
lidades para as pesspa que quizerem man-
dar cobrirarmacOes servidas. Completo sor-
timento de hlelas para vestidos espartilhos
para senhoras, fazem-se utullidlas de 1 groja e
concerta-se qnalquer qualidade de chapeos
de sol: todos os objectos cima mencionados
se vendem om porcSo e a retalho, por preco
quo agradar aos freguezes i vista da quali-
dade.
- Vende-se champagne da marca amiga
e|bem conhecida, Comet, em casa de Deaue
Yule& companhia : na ra da Cadeia.
I'otassa americana.
No antigo deposito da cadeia velha, n.
12 existe urna pequea porcSo de putassa
americana, chegada recentemenie que por
superior rivalisa com a da Russia: valde-
se por preco razoavcl.
~ Vende-se um bom cabriolet, com to-
dos os seus perlences, e igualmente o seu
excellente cavado : a tratar na ra da Ca-
deia do Recife, com Jos Pires deMoraes.
-- Vende-se um mulalinho de 14 annos
muito alvo, sem vicios, nem achaques, mui-
to bgnitinho e ptimo para pagem : na pra-
ca da l'.oa Vista n. 32, primeiro andar.
Vende-se um bonito moleclo, por pre-
co commodo : na ra das Trincheiraa n. 17.
Negocio vantajoso.
Vende-seo hotel comaiercio sito na ra
da Cadeia n. 13, cornos ulencilios que o
comprador quizer: a tratar no mesmo.
-- Vende-se um forno para padaria, no
centro da cidade, tendo lugar para mora la
e armazem para lenha, com desembarque
na porta : o pretendente anouncie sua mo-
rada.
Vende-se
Cha preto e verde, de superior
qualidade em caixas pequeas ;
Vellasde espermacete de superior
qualidade em ditas ditas,
Fio de sapteiro, de diversas co-
res :
Tudo em conta, no armazem de
Adamson Hoivve & Companhia,
na ra do Trapiche, n. l\-x.
>Lquidacao.
Maia Ramos 1 Companhia, estSo resol-
vi ios definitivamente a liquidar sua loja,
na ra Nova n. t, e por isso vendem a di-
nheiro a vista as fazendas que estarSo pa-
tentes aos compradores na dita, loja: em
quantoaos precos ellos convidam, aprovei-
tem ao occasiSo de comprar por metade do
seu justo valor.
Liquidacio.
Vende-se na loja de Maia Ramos & Com-
panhia, a diheiro a vista, picol para forro
do salas, o mais barato possivel; assim como
2 salasde Paizagem a tomada de Roma, e
luiailn delsly pelos francezes.
--Na ra Nova n. 8, loja do barateiro, ven-
dem-se encordoacOes pararabec.1o,ditas para
violons selli ; muito boas clarinetas em La e
Si, de 8 e 10 chaves; pelo melhor auctor
francez ; uphioleidca do 10 chaves por An-
tonio Courtois ; obreias de colla a 210 rs. a
caixinha ; mascaras de cera para homem e
senhora e outras fasendas mais por preco
rasoaveis.
A bordo da escuna Maria Firrr.ina, fun-
diada defronte do caes do Codegio.ha supe-
rior farinha de mandioca|de S. Malneus, que
se vende mais barata do que em qualquer
outra parte trata-se a bordo com o capitSo;
e na ra da Cruz n. 33, com Luiz Jos de SI
Araujo.
Vende-se por prefo commodo, ou alu-
ga-se urna canoa grande de 1000 a 1500 fi-
jlos de alvenana grossa.quasi nova e mui-
to bem construida : a tratar no Hospicio ,
sitio da senhora Viuva Cunha.
Vendem-se saccas com arroz de casca,
pelo preco de 2,400 rs. a sacca : no aterro i
da Boa Vista, venda n. 2.
-- Vendem-se cortes de cambraia de seda
do ultimo gosto, e requissimos padrCes a
8,000 rs. : na ra do Crespo u. 23.
Para mascarados.
Narua doCabug, loja de Andride & A-
maral, ha para vender lioissinias mascaras
de cera, com molas, para todo o carcter,
por baratissimo preco.
.Sobrado em Goiaiinn.
Vende-se, muito m conta ,
um bonito sobrado sito na ra
do Mein, n. 58 avaliado em
2:oooooo, em o qual tem parte
rsula Maria das Virgens e sua
irmaa Joaquina Alves de Paiva na
importancia de io7,473 rs. quem
pretender dirija-se a caza de.Kal-
kraann lrmaos,ruada Cruz,n. 10
,mmwiwmmm&. mmmwmmmm
M.antois Pailhetck Companhia.
' Continua-se a vender no deposito 9
3* geral da ra da Cruz n. 52, o excel- 9
j linlee bem conceituado rap areia S
B preta da fabrica de Gaotois Pailhet& ii.>
Companhia da Bahia, em grandes e %
W poquelas porcOea pelo preco estaba- fe
jg lecido. |)
Vendem-se 5 escravas sendo urna linda
molata de idade de 22 annos, engomma, co-
se cham cozinha e faz doces de todas as
qualidades, 1 mulato de idade de 22 a 23
annos, 2 escravas de idade 20 annos com va-
rias habelidades urna dita de meia idada :
na ruadireita u. 3.
-- Veode-se um sobrado de 2 andares e
sotSo, por preco muito commodo, no Reci-
fe becco dos Burgos n. 1: a tratar na ra da
Praia, armazem n. 2, ou na ra do Collegio
n. 17, lerceiro andar.
-; Vende-se urna mulatinha de 7 annos
de idade, e de muito bonita figura : no sitio
do Hospicio da senba Viuva Cunha, para ver
e ajustar.
Vende-se ou arrenda-se o Engenho S.
Rita moente e corrente meia legoa distante
da villa de Iguarassu,' com proporces para
safrejar-se, embarque junto ao engenho; ala-
gados, o outras proporces : quem o preten-
der entenda-se com o proprietario no mesmo
engenho.
-- Vende-se urna escrava moca e robusta,
de mui boa conducta e sadia, a qual sabe
engommir perfeitamente, e maia 2 filho* ,
um mulalinho de 2 annos e urna pretinha
de um anno : na cidade de Olioda, ruada
Misericordia ao subir ao lado direito, casa
Vendem-se taceos com fari-
nha muito fina de Mag, a 3,6oo
rs.: no caes da alfandega, arma-
zem de Das Ferreira ou na roa
da Cruz n. 4a primeiro andar.
Vendom-se amarras de ferro: narui
da Senzalla Nova n. 42.
- Vende-se a loja de calcado da ra di
Penht n. 5, com pinicos fundos, o ptima
armacSo; cuja loja, Mea unida a outras
tambem de calcado, da ra do Livramento,
e por cooseguinte, o milhor lugar para ne-
gociar com couros e calcado quem a poder
ter sortida ; vende-se com tudo que tiver
dentro ou so a armacSo, Conforme convier
ao comprador; a tratar em Fora de Portas n.
149.
8. Flix.
Vendem-se os verdadeiros charutos de
S. Flix : na ra do Queimado n. 9.
Veode-se urna bonita rede pintada, pro-
pria para enancas : ni ra larga do Raza-
rio n. 20.
-- Vende-so urna mesa de amarello, com
7 palmos de cornprimento e 4 de largura :
oa ra Bella n. 16.
Chapeos do Chile pequeos.
-- Vendem-se muito superiores chapeos
do Chile da moda : na loja e fabrica de cha-
peos de Joaquim de Oliveira Maia, na praca
da lndepedencia.
Vendem-se duas casinhas meias agoas
no lim da ra Auguati: trata-se ni mesma
rui n. 23.
Vende-se um carro de quatro rodas
muito levne seguro, por muito pouco di-
heiro : na praca di Boa Vista, cocheira
do francois.
Msica para piano.
Vende-se a nova mazurka, polkas e lindas
valsas: na praca da Independencia, loja de
miudezas n. 3. Na mesma loja ha muito su-
perior tinta de escrever em garrafas.
Vende-se duas partes de Ierra, dos
herdeiros do sitio denominado Tacaruna,
no lugar de Belem : quem pretender dirija-
se a ra estrella do Rosario, n. 28, segundo
andar, que achar com quem tratar.
Para bailes mascarados.
Vendem-se pennas finas, brancas, encar-
nadas e prelas: na praca di Independencia,
loja e fabrica de chapeos de Joaquim de Oli-
veira Maia.
A pataca,
Lila fina de 3 palmos de larguru
a pataca o covado, princeza fina a
800 rs. o covado: na ra do Cj-
bug n. 10.
Xarope do Bosque.
O depozito do Xarope do Bos-
que, foi transferido da botica do
Sr. Jos" Maria Goncalves Ramos,
para a do Sr. Bartholomeo Fran-
cisco de Souza, na ra larga do Ro-
zario n. 36. He falsificado oque
nao for vendido nesta casa; garra-
fas grandes a 5,5oo rs., e peque-
as a 3,ooo rs.
MB1LUS DE FERRO.
Vendem-se ricas mobilias de fer-
ro, como canaps, mesas, cadeiras
com braco e sem elle, e muitos ou-
tros objectos de ferro : no arma-
zem de Kalkmann Irmao&, na ra
da Cruz n. 10.
Livros em branco.
Vende-se em casa de Kalkmann lrmSos ,
na ra da Cruz n. 10, livros em branco che-
gados pelo ultimo navio.
Em casa de J. Keller & Com-
panhia, acha-se a venda vinagre
branco, superior de Nantes, em
barris de 36 medidas.
Vende-se vinho de champa-
nhe legitimo e de superior quali-
dade ; em casa de J. Keller &
Companhia, na ra da Cruz n. 55.
Escravos rugidos.
-- Desappareceo no mez de novembro de
1851 o preto Concito crioulo que representa
ter 40 e tantos a tinos,.a llura e corpo regu-
lare barbado, tem falta de denles, o beico
superior virado para cima eno meio tem
urna pequenaci catriz, este he o aignal mais
claro que elle tem quando falla, he rir-se e
arreganhar os lieicos, he muito ladino e
muito desembarcado he carreiro e tem
muitas habilidades : quando fugio procu-
rou o Sr. Dr. JoSo Antonio Cavalcante de
Ibuquerque para o comprar e dahi tornou
a fugir: quem o pegar pode leva-lo lo
mesmo f)r. morador em Iguarassu, e no
Recife na loja do major Firmino Jos Ro-
drigues i'.oreir.i, no Passeio publico, qua
sera muito bem recompensado.
Desappareceu no dia 9 do corrente ,
tendo saludo com um taboleiro a vender
doce de calda, a preta de oacSo Rebolo, de
nomo Luiza, moca, baixmha e magra, esper-
ta e diligente, talvez diga que auda procu-
rando senhor, por ter pedido para aer ven-
dida, levou vestido de urna fazenda jl des-
botada, panno de listras com matamese
fianjas : quem a pegar e a conduzir a la
da Senzala Nova o. 4, ser recompensado.
Roga-ae aa autoridades policas, de Bo-
beribe, Po Amarello e Caaa Forte, e dis-
Irictos visinhos que tendo noticia de urna
preta de nome Maria Coqueira de idade 50
annos; baixa do corpo, um tanto magra,
pemil meias arquiadas, bracos foveiros, e
bocea meia torta do caximbo; meia carcun-
da, muito falladoira, consta indar vndenlo
marisco por estes lugares, por ser iiwrisca-
deira, e tambem vende diferentes Iructos e
ortalico por ser bastante esperta ; pede-se a
todas as pessoas quo a encontrar aprendam
e facam conduzir o largo da Trompe, sobra-
do n. 1 que se pagar com geoeroiidide o
seu Irabalho.
Do engenho Cocal freguezia do Una,
fugiram as vesperis de festa, os escravos
seguintes : Valentn) crioulo fula, com of-
ficio de sapaleiro, boa estatura, ps apalhe-
tados, secco do corpo,ollius brancos, e com
idade pouco maia ou menos de 28 annos ;
este negro foi comprado em abril do anuo
p. p., havendo sido do Sr. Salgueiro da ci-
dade de ohinla ; Alexandre mulalinho, ida-
do 15 a 16annos, can larga, nariz grosso,
odios grandes, bastante esperto, este mua-
lo foi igualmente comprado no mesmo tem-
po que o de cima, havendo amo do Sr. Dr.
Alcanforado, e tendo sido pegado a 8 dias
passados e recnlhido a cadeia e dali levado
a bordo de um das barcacas do proprio Sr.
doa ditos escravos, para seguir para o enge-
nho, evadio-seda dita barcaca, pelas 11 ho-
immediataaosobradrinho do mesmo lado, ras da noito, deixando dormin'dos empre-
que nca com ooitSo para a ruado Bom Fim.!gados d'essa canoa ; quem os pegar pode
--Veode-se um vestuario, proprio para leva-Ios ao dito engenho a entregar 10 Sr.
baile de mascaras, por mui diminuto pre- idos referidos escravos Paulo de Amorim
co: na ra do Brum n. 28. Salgado ou nesta prafa a entregar i Cris-
-- Vende-sa narua do Queimado n. 19,, tino Antonio da Cruz Soares, que satisfaia
ganga amareda para palitos ejaquetas, a qualquer despesa que houver de se fazer.
--Vende-se um oscravo, moro e de ho-, 200 rs. o covado ; cambraia lisa com "Y H1I1IMII1 mi
nitaugura: narua da Cruz do Recife n. 38. vinscadi peca, i 2,400 rs. I1


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