Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:04417


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Full Text

AnnoXXVllI
Sexta feira 13
DIARIO DE
de Fevereiro de 1852..
N. 35.
pnxoo A sBCRirqio.
PaeisuNTo Aduntido.
Por trimestre...........
Por semestre ..
Por iodo -.
PiQOBENTSO BU rsmnsrnx.
Poi qu.rtel............
TOTICI4I DO IMPERIO.
Para....; 2 de Janeiro Minas... 13 de Jan r.
Maranbo 7de dito If.Paulo. 10 delVovbr.
i'eir.... de dito. ;R. de J.. i de Janeiro
Parabiba. (f de Fevr Babia... 17 de dito.
4/000
8/000
15/000
4/500
UIA-iDA lIMlKi
o Seg. S. Apolonia v
in S. Ausberto.
10 Tere. S. Escolastlcav
11 >.)i, M i.s Lzaro.
II Qulnt. S. Eulalia v
m. 8. Modesto,
13 Snt. S. Gregorio2.
14 Sab. S. Valentina in.
i ."i Doni. Sexagsima I.
lacde S. Paulo.
AUDIENCIAS.
Judo de Orpko
2. e 5. ia 10 horas.
1. varado civel.
3. e(i. ao melo-dla.
Fasenda.
3. e B. as lo boras.
2. vara do civil.
4. e sbados ao melo-d.
Rilar'.
Tercas e sibsdos.
iraaiEiDii.
Crescente 28, asO horas e 31 minutos da m.
Chela a & as & boras e 46 minutos da tarde.
Mlngoantel I, as 7 hora e 44 minutos da m.
Nova i 20, a I hora e 24 minutos da 111.
niuuadi hoj
' I'rimi'lr.i s 10 horas e Si minutos da manbaa.
Segunda s 11 horas e 18 minutos da tarde.
Gola
feln
Illo-G
ao
Gara:
Boa-Vi
Vctor
iilinil
EXTERIOR.
tro plenipotenciario, o cande Arnim-llein-! Presidente da dlreccSo do commercio, inSo ti
richslorr. I llenrique Laboucbere. |e seu
Inglaterra -F.oviarto extraordinario e mi-
Pessoas que compem o gabinete.
Ministro dos negocios estrangeiros, Mr.
Turgot.
Ministro do interior, Mr. do Morney.
Ministro da juslics, Mr. Itouher.
Ministro da guerra, o tenente-general
Saint-Arnaud.
Ministro das obris publicas, Mr. La-
crosso.
Ministro da instruccSo publica e culto, Mr.
Giraud.
Ministro do commercio, Mr. Casabianca.
Ministro dafazends, Mr. Aquiles Fouck.
Mioistro da mannlia, Mr. Fortoul.
. Corpo diplomtico.
Santa-SNuncio apostlico, monsenhor
Antonio Garibaldi, arcebispo de Mira.
RussiaEnviado extraordinario e minis-
tro nleiilpolenciario, o conselhciro de esta-
Prussia Enviado extraordinario o mi- j do Kisselell".
nistro plenipotenciario, o tenente-general j AustriaEnviado extraordinario e minis-
li ir.'m 'i 1' I! ichow. tro plenipotenciario, o Sr. Ilubner (Jos
Inglaterra Enviado exlraorilinario e mi- Alexandie )
nistro plenipotenciario, sir C. H Seymoux.! PrussiaEnviado extraordinario e mitiis-
FrancaEnviado extraordinario o minis- tro plenipotenciario, o conde de llatafeld.
tro plenipotenciario, o tenente-geral do llespanhaEnviado exiraordirtario e mi-
Castelbajac. nistro plenipotenciario, o marquez de Val-
Prussia. I degamas.
Frederico Guilherme IV, rei da Prussia, I Inglaterra Embaixador extraordinario,
succedeu a seu pii em 1816 e tem 57 ancos o marquez de Mormauhy.
de idade. llespanha
Ministro de estado. Izabel II, rainha da llespanha, nasceu aos
Presidente do conselho e ministro dos JO do oulubro do 1830 e subi ao throno
negocios estrangeiros, o bario Manleu- or morle de seu pai o rei FernanJo Vil.
IV.. II. I Ul.Ula4. n^nn
Wali
Clarincarde.
Corpo diplomtico.
Franca Embaixador, o conde
RussiaEnviado extraordinario o minis- Wski.
tro plenipotenciario, o barSo de Moyen- AustriaEnviado extraordinario e minia
rJorlT. I tro plenipotenciario, o conde de Buol-Scha
llespanhaEncarregado interino de ne- wenstein.
gocios D. Caotano Quiones. RussiaEnviado extraordinario e minis-
Franca. [tro plenipotenciario, o barSo Brunovr.
Carlos Luiz NapoleSo Bonaparte, pro-i- PrussiaEnviado extraordinarioe minis-
dente da repblica francoza desde 20 de de- tro plenipotenciario, o doutor Bunsen.
zembro de IS48, tem 43 annos de idade. llespanhaEnviado extraordinario e mi
Gabinetes das principies poleocias es- nistro plenipotenciario, lord Westmoreland.
trangeiras na Europa e na Americi no (lu FrancaEnviado ettraordinano e miois-
do anno proximo'passado, segundo urna re- iro plenipotenciario, Mr. de Lacour.
lac,"lo dada pelo Heraldo.
Russia.
Nicolao I, imperador de todas as Russias,
subi ao tbrono em 1825, e tem 55 annos de
idade.
Ministros do imperador.
Presidente do conselho e ministro da
guerra, o general de cavallaria, principe
Tscheroischeir.
Chaaceller do imperio e ministro dos ne-
gocios estrangeiros, o conde de Nesslrod*.
Ministro dacasae do patrimonio impo-
naos, o general de infantina, principe Wol-
konski.
Director geral dos caminhos e edificios
pblicos, o general de lof.ntari. conde
Kleinmichel.
Ministro da fazenda do imperio, o general
conde KisselelT.
Ministro da instruccSo publica, o princi-
pe Schirinsky-SchimatolT.
Ministro da justica, o conde Panin.
Ministro do interior, o conde Peroffsky.
Ministro da marinha, o almirante, pri-
ciie MenschicofT.
Corpo diplomtico.
AustriaEnviado extraordinario e mi-
nistro plenipotenciario, o barflo t>bzeltern.
Director geral dos crrelos, o marquez de I dos o
seoho
lendo
fie
ITelld.
Ministro dos negocios ecclesiaslicos e da |
instruccSo publica, o Senhor de Itaumer. >
Ministro da guerra, o tenente-general 1
Slockausen.
Mmislro do interior e da agricultura, o|
Sr. Westphalen.
Ministro do commercio, industria e obras ]
publicas, o Sr. Vondor llaydt.
Ministros da coroa
Presidento do conselho e ministro da fa-
zenda, D. J'i.'io Bravo Murillo.
Ministro de estado, o marquez de .Mira-
llores
Ministro da gra?a o justica, D. Ventura
Gonzales Romero.
Ministro da guerra, D. Francisco Lersundi.
Ministro e la gobernacin, 11. Manocl Ber-
m 1 ni-11 o da fazenda, oSr. Dodelschwogh. tran de Lis.
Ministro da joatlea, o Sr. Simons. i Ministro da marinha, D. Armero y Pena-
Corpo diplomtico. randa.
RussiaEncarregado de negocios, o con- Ministro del fomento, D. Mariano Rei-
selheiro Arnlre de lludberg. I noso.
AustriaEuviado extraordinario e minia- Corpo diplomtico,
tro plenipotenciario o lente feld mare-l Santa-SMonsenhor Biuneili, arcebispo
chai, LarSo de Prokrsch-Usten. de Tessalooica e nuncio apostlico com fa-
InglaterraEnviado extraordinario e mi- cuidado de legado n latere.
nistro plenipotenciario, lord lllonlicld, FrancaEmbaixador, o general Aupick.
IlespannaEnviado extraordinario e mi- | InglaterraEnviado extraordinario e mi-
nistro plenipotenciario, o marquez de lio- nistro plenipotenciario, lord Howden de
nalua. Grimslom.
Austria. AustriaEnviado extraordinario e miois-
Francisco Jos I, imperador da Austria, tro plenipotenciario, o conde de Estechazy.
rei da Hungra e Bohemia, subi ao throno PrussiaEnviado extraordinario e minis-
' 1 i,-a i; .lo de seu lioe da re- | tro plenipotenciario, o conde de Kalzynky.
ai aos 2 de dezembro de Estados-Un los Enviado extraordins-
em virtude daab
nuncia de seu p
1 >'.\ e tem 21 annos de idade.
Ministros do imperador.
Presidente do conselho e ministro da ca-
sa imperial e dos negocios estrangeiros, o
principe Kelis deSchwartzemberg.
Ministro do interior, o doutor Alexandro
Baob.
Ministro do eolio e da instruccSo publi-
ca, o rundo Le3o de ilitiii.
Ministro da fazonda, o bato Felippo de
Kraui,
Ministro da justig, o csvalhciro Carlos
de Kraus.
Ministro do commercio, iodustria e obras
publicas, o lu .o de Bautngartner.
Ministro da agricultura e minas, o cava-
IheirodeTliinfeld.
Ministro da guerra, o feld marechal barSo
Csorich de Montecreto.
Ministros sem pasta, o barSo de Culmer e
o conde de Stadiou.
Corpo diplomtico.
Santa-SNuncio apostlico, monsenhor
Viale-Prela.
PrussiaEnviado extraordinario b minis-
FOLHETIM.
rio e ministro plenipotenciario, o cavalhei-
ro Barrioger.
Inglaterra.
Victoria I, rainha do reino-unido, tem 32
annos de idade e 14 da reinado.
Ministros da rainha.
Prirneiro lord do tbesoro, lord Jobn
ROJMll.
Chancellar do fisco, sir Carlos Wood.
Lord guarda sellos, o barSo Truro.
Presidente do conseibo, o marquez de
Lansduwno.
Secretario do interior, sir Jorge Crey.
Secretario das Colonias, o conde Grey
nistro plenipotenciario, D. Francisco Xa-
vier Isturiz.
IXados-l'nidos.
Millard Filmore, presidente em 9 deju-
Iho de 1830 por morte do general T.ylor.
Pessoaa que compOem o gabinete.
Secretario de estado, Daniel Webster.
Secretario do thesouro, Thomaz Corvrin.
Secretarlo da guerra, Carlos Mr. Coorad.
Secretario da marinha, W. A. Graham.
Secretario do interior, A. 11. .11. Stuard.
Director dos correios, Nathsm R. Kall.
Procurador geral, J. J. Crittenden.
Corpo diplomtico.
RussiaEnviado extraordinario e minis-
tro plenipotenciario, o conselheiro Alexan-
dre Bedisco.
AustriaEncarregado de negocios, o Sr.
Ilulsomann.
PrussiaMinistro residenlo, o Sr. Von-
gerolt.
FrancaEnviado extraordinario o minis-
tro plenipotenciario, Mr. dcSartiges.
InglaterraEnviado extraordinario e mi-
nistro plenipotenciario, sir II. L. Bulwor.
llespanhaEnviado extraordinario o mi-
nistro plenipotenciario, D. Angelo Caldern
de la Barca. _______________
Pars, a6 de dezembro de )85l.
A sbita retirada de lord Palmerston do
ministerioinglnz, principalmente motivis
por causas exteriores, he tambem de natu-
reza propria a exercer urna grande influen-
cia sobre a poltica interior da Gran-Brela-
nna, esobra a posicSo respectiva dos par-
tidos no parlamento. Lord Palmerstoo oc-
cupava depois, e mesmo junto de lord John
Russell, o prirneiro lugar no gabinete; el-
le he talvez o homem da Inglaterra que
tem mais partidarios pessoaes, mais ami-
gos dedicados sua fortuna, e dispunha na
cmara dos communs de urna centena de
votos que bem poder lord John Russell
0S0 adiar Uo doceis. Por isso bo impossi-
vel crer que o prirneiro ministro se tenha
voluntariamente privadofllu concurso de seu
activo e perigoso collega sen se ler previa-
mente assogurado de urna adjuncco da
for^a, o de influencia de outro lado; eos
nomos dos homens que sero logo chama-
dos a completar o ministerio mostrarSo de
que lado ter pendido a balance.
Escolhendo o novo ministro dos negocios
estrangeiros entre os membros da cmara
dos lords, lord John Russell parece ter reser-
vado a si o cuidado de responder pela poli-
tica exterior na cmara dos communs; mas
restar ainda que tomar outras posicOes
importantes no gabinete. O ministro do
interior, sir George Grey, ser provavel-
mente obrigado, pelo estado de sua saude,
a renunciar as suas funeces; o chancellor
do Echiquier, sir Carlos Wuod, tem sido
tam constantemente infeliz na administra-
cSo da fazenda, que parece diflicil, que possa
conserva-la por mais tempo. Porquo no-
vos elementos procurar lord John Russell
substituir a forca que lord Palmerston leva
com sigo?
A presenca desle intratavel ministro dos
negocios estrangeiros liana sido at agora
un dos grandes obstculos adjunc^So dos
antigos amigos de sir Roberto Peel, isto
he, de sir James Graham, de M. Glsdstone,
do duque de Newcastle, de M. Sydney ller-
PEMAMBM0.
ABTIDAl DOS COBH1CI01.
e Parahlba, s aegundal e aextaa-
ide-do-Nortr, tocias as qulntas-feiraa
odia.
ns e Bonito, 8 e 23.
a, e Flores, I3e28,
s qulntas-feiraa.
todos os das.
rOTICIAS SSTBAWOEIBAI.
Portugal. 17 de Janr.
Hespaoba. nde dito
Franja ... de dito
Blgica... 3de dito
Italia____ 4 de dito
Aiiiiuiii! .1. 5de dito
Prussia ... & de dito
Dinamarca I .dedilo
Russia... 30 de Deib,
Turqua. 29 de dilo
Austria., f) de Janr,
Suiasa.... 3 de dito.
Suecia... 3i de Dcibr.
Inglaterra 8 de Janr
K.-liiudoj 24 de Dezbr
Mxico... 29 dr Sovbr
California 2o de dito
Chlll. 2t de dito
uenos-A. 8deNovbr
Montevideo lOde laur.
cambios de 12 DE ririBilBo
Sobre Londres, a 27 '/i d. p. 1/
Pars,
Lisboa, 90 por canto.
StETAEl.
Ouro.Onr.as hespanholas....:.::";. 28/500
Hoedas de 6/400 velhas......... I6/01O
de 0J400 novas......... 16/000
de4/OC0................ 9/100
Prata.PatacSea brasileiroa........... 1 f 92o
Pesos columnarios............ 1/930
Ditos meiicanos.............. 1/H0O
mo modo nSo ha a menor exactido em to-1 ranjos interiores do govorno, he a conflan-
dos essos boatos de miseraveis intrigas pos-' 01 dos que o apoiam, bem romo s relaces
soaes e de conteslacOes mesquinhas ent-e da coroa com as potencias estrangeiras,
fraeces rivaes do gabinete. O que aconU- pensamos, que o paiz privandn-se da ener-
couporm de motivos mais elevados, e be gia, o destreza de lord Palmerston nos con-
tSo absurdo attribuir a retirada de lord Pal- seibos d& governo e nos bancos do thesou-
morston causas desta ordem, como o se- ro achara urna compensadlo na maior rjallo
ria attribui-la a illegitima influencia de do gabinete, e na possibllidade de estender
urna potencia estrangeira qualquer. A In- sua base dentro,e fra do parlamento,
glaterra noesta tao aviltada que a opiniSo Qualquer tentativa de crear urna scissSo
publica se dossa pagar com razfles alo hon- entre os apoios hibitulN do muristerio,
rozas, n9o patriotas, e lord John Russell appellando para predileccOes pessoaes, se-
tendo-se resolvido essa mudanca em nm ria ridicula se se mallograsse, e funesta se
dos postos mais importantes do seu gabina- fosse bem succedi ia. A menos que lord
te deve estar prompto paia explica-la, e de- Palmerston nSo queira fazer pender a ba-
fend-la smentedebaixo do ponto de vista lanca em prnveito do adversarle enmmum
do dever publico. ; n3o podemos prestar-lhe tal intenco. Sua
Osorgosda imprensa radical quo tem looga experiencia, e seus sericos passados
feito de lord Palmerston seu tolo attnbuin- no Ihe permiltem empenhar-se em urna
do-lhe suas proprias opiniOes, e que tem to- opposico facciosa, 0 ainda quo olio estives-
mado em serio algumas das suas declara- se mesmo disposto a lancar-so em urna agi-
eres a favor dos direitos populares, querem tacSo t3o desesperada, e to pouco prova-
absolutamente fazer delle um martyr das vel, o bom senso do paiz resistira a urna
opiniOes democrticas, e releva-lo ao poder ^ppellacSo feita s suag paixes om um eg-
em urna procisso triumpnal com os Srs. 'pirilo ue hoslilidado directa contra a causa
da ordem, e da paz do mutilo.
(dem.)
O Slorning Post orgam de lord Palmerston
inimigo maior do que elle mesmo,
iluto deiogar com tolos os partl-
pede, e impedir sempre de ser o
o chafe de nenhum. Assim he quo
do as mais activas e as mais male-
macOcs ao radicalismo de toda a
Europa elle se poz, toda via, em hostili-
dade cajm o partido radical e liberal da 111 -
glaterr oppnndo-se a urna reforma eloito-
ral, el inifestando a proposito de rcenles
acontei nantos, urna adhesflo precipitada
a urna litica pouco conforme com as dou-
trinas glezas.
Agor oa amigos de lord Palmerston quo-
rem re esenla-lo como sacrificado s exi-
gencia do espirito reaccionario da Europa,
o busc 1 popularisa-lo apresentiodo o co-
mo vli *iii influencias estraogeiras.
He, entretanto, difDcil que urna na{9o sen-
sata possa fazer consistir a funcco do mi-
nistro dos negocios estrangeiros, em lem-
po de paz, em urna applicagSn constante em
insultar, e perturbar todos os governos or-
nados com o titulo de alliados. Como pa-
rece que as reclamicOes de muitss poten-
cias a proposito do apoio dado os IngUtor-|Cobdeo, Brigbt, VV. 1. Fox, Kossulh, e a de
ra aos refugiados polticos, coiilrilnnram putac>ide Islingtnn.
para a reliiada.de lord Palmerston, impor- De nutro lado os torys predizem a qued-
ts coosiderar esta questao em seu verda-I do gabinete whig em coosequencia^
dei
pe
censu
OlTereCO a.i victim 9 una uisuuiuins ^itia uo m,w M.-..--.. --------------
toda a Euroos parlamentar, sobro a le dos cereaes, e ul-.a historia elassifiesra, como nos classi'.ica-
lleesseumnobreprevilagio, que Ihe faz limameulo sobre a recente suppressSo da mos, na pnmoira ordem dos estadi-tas lio
am.iorhonri.esemprelhe temos envej.- berd.de constitucional em Franca; pois'urna desgraca, cujo alcanco he uifflcil de
doessa solidez e essa segranos de ioall- se nos mo engaamos, as opin.oes de lord calcul.r-se mas .. quo he.urna aggravacllo
tunoes, quelite perm.tti.m exercer este di- Pilmeralon sobreests pontos o ligam a U sen. do mal he que o orB3o, que .nnunm
reito d aziio sein distinccSo. Os exilados partido bem diflarente do dos radicaos. M. este fac >, accrescent como para cxplica-
detodosospaizesesuonotenitorioingloz Disracli na Vida de lord John Benlinck fez cSo urna sene do motivos quo proven, que
sob a proteoco das les civis ingle!, d observar que lord Palmerston opioava por a pos.Sjo,,,dependente que ^nijl.rlerr.
qualquer re/lamacao, M.taV fim : umdireilo moderado de 4 ou 5 sh. sobre os eco .. tm d., o ra noten d
destral-Ios della seria olhada pela Inglater- cenaes.
Europa, fui perdida.
Al agora, qualquer
"neg- I O nobre lord poderla pois em caso de ne- que tetina podido ser a insulficieucia dos
cios interiores cessidade ser alistado entre os proteccio- es .distas, a Inglaterra pelo menos so lea.
n 11 ~ 1 1_____..i 1 nietas su|o governada por m nislros da sua esco-
Porem o que era justamente exprobailo a nistas.
Illa
di ^Jl^^^^^^ronrmet-
prirneiro mi-
_r ------- .,__ "7------------ r _-mMM ^ ,,,,,,,1,1 iitiu uias. iiri punco (ampo o unan ro a -
ravam patentemente contra governos allia- elementos noos, o vigorosos^ eni -o nislro aclull fectava a Inglaterra pela se-
ArtJ iim Ifirrlalarasa \ mut mna nnrtiiilamnii a iiniTiinuie i\i >inii 1 M 'TIIIH IlOl.KSMJ H n
toru riiuomou nao era o aziio, senao o /\ voruauo e'ii iuu istu uo u Huo w .....-- p.tr,- r i,mha nunca
.polo ttadO i todo. O. horneo, que OOO.pi- terio Russell no pedia ser reforjado, por ^^^K^"^0' '
Daefla pronunciada por M. Gtadslone sobre, te so possamos
a poltica interior do reino de aples, e conjectur.l, nao he provavel que lord John; jjVJgJ^&VSUS!Sl
era .0 mesmo tempo impossivel n5o olhar Russell na .proxim.cao da sessao ^*\^fiXf{^'^,%S\
. ,, .i...; j. >.ju ,im MiuniMn ,.,,i i',!,m'oi'.r-se. na cmara !" "enaacorte, eeiraageiraa,
como urna volacab de "todos os costumes consentido em enfraquecer-se na amara taMm^ma^^auVSi
;.,--------:-------------------------m...i l.j ,io-..ur,5neia nerda de um colloga.se\SZiSL' cunv'en;8nilu>l(lue 0B"
,sse poatlb7lid.de do adquirir ou-! ffifi Joteresso, d. pgUtorro,_a
- Ilojo ilin-ni-ins. que este ministro ver-
aos mois-
e quo en-
internacion.es e' remessa ofllcialquo lord dos ommuns pela parda de um colloga.se, ^"^"rf:;^":"".'! n'lte'rrT'a dfve!
Palmerston f.zia da broxura de Clads- 00o bouvesse possibilid.de de .dquinr ou-, >* ^^^g^f^
tone a todas as cortes estrangeiras. A Aus- tro apoio. (importantes funecoe. fossem confiadas a
tria va sem duvida tambem com c. mal. vi- A elevacJo de lord Cranville aos negocios oulra possoa mais disposta a satisfazer os
vo desprazer as ovacOes fetasna Inglaterra estrangeiros deixa. vagos dous lugares, que^ votos dessas cortes, ou dosses gabinetes. O
a Kossuth ; e todava em quanto essas de- ello oceupava, ainda que s rocebia um or-, reconhecimento de um igual principio he,
monstracOes n3o tinhao nenhum ciracter denado: o lugar do vice presidente do tri-)gracas ao Cco, pelo menos urna novidado
-..CIA'i?:?!.eI"0.l"f_,LP?-.'?_r!9,"H,.?!', DUuil1 do corn,nercio. O Je pagador goral.-j na historia poltica da Inglaterra : n3o po-
ou
mEmo ras de um mam do. o
POH EUGENIO 1UI.)
XXX.
Albina a letmancia.
& de noveuibro de 1858.
Minha amiga, passa-ae em inlin alguma cou-
sa deestraorlnano ; nao me reconheeo mais.
Ser feliz nu desgracad esta mudanza? Igno-
ru-u; els-ahi porque, de dia em dia, eu delxa-
va para continuar eita carta, comecada ba mais
de u 1 n mea.
nuei. 1 dier-te exactamente oode cstou, o
que lamento, .o que deteju; esperando ser es-
clarecida por ilion mesilla sobre a boa ou mi
i'illui ini.i da Iraosloruiafo de que te fallo;
mas nao estou esclarecida de todo ; talves que
nao o esteja ainda daqul a quinc dias, a um
mes; preliru pois escrever-te boje.
Ileni sabes que eu nao era um aiho, como di-
ziatnos 110 collegfu.mas nao careca de activida-
de, nem de taleolo, eu goslava muilo de ler, de
applicar-me msica, de oceupar-me emiim ;
mitiba iinagiuaco, seinpre despertada, ia um
poueo aventura ; finalmente nunca leodo si-
da estragada no colleglo, nem ein caa de mi-
nha mal, cuja existencia era inulto modeata,
multo pouco apreco eu dava ao que chamam as
coinmudidabes da vida; seotia-me maravilbo-
samente satisfeita com mlnha cainarasinlia de
aoalho encerado e de chamin quasl seinprc
viuva de logo durante o invern. Bem sabes
anda que era vei de ser goloia, o nosso grande
regalo se compuoba de pomos lo verdes quan-
to posslvel, e de pequeos pes de ceuielo dos
mais aliafadif os. Uem depressa vers porque
entro neslas minuciosidades puerls.
0 comeco desls < arta dlsse-te a Impressao de
enojo, dlrei quasi de terror que me causou a
vista deste castello e do futuro que me aguar-
dara abi: Impressao, be verdade, um pouco
modificada desde o dia seguinte, gracas as sa-
bias reflcioes e s dUtraccOea causadas pela
vista de um pali novo para mim mas j te te-
nli dito, longe de considerar e de aceitar a
("J Fid< o Diario n. 31.
*< i 1 < Lii 1 i' r una iiuiuiiiaoi \i vv/tau" un'j'-------------1---- ... _
Secretario dos negocios estrangeiros. lord bert o de M. Cardwell. Este obstculo nSo
Granville existe mis boje.
Prirneiro lord do lmir.nt.do, sirFraa-i O carcter bem conheciJo de lord Pal-
cisco Thorol.ill Baring. merslon uflo permute crer que elle aceite
Presidente da direcc.30 das Iodias, sir ua desgraca com perfeita resigoaijao, o
hn Cam-llobhouse. quem conhece l.mbem o seu espirito inll-
nito em recursos, e sua experiencia uos
negocios parlamentares nSo pode duvidar
que deve ser um adversario muito peri-
goso. Porm de out'o lado lord Palmerston
John 1
Cbanceller do ducado de Lancaster, o con-
de Cerli.lt.
Sub-secret.rio dos bosques e do p.trimo
nio, lord Seymnur._______________'
miuba posico como lelu e conforme aos uieus
goslos, e s ininbas esperanzas, eu a softria com
resignacao, esperando impaislentemente o meii
regresso a Pars. Pois bem! Hermnela, as-
sim como te diiia no cunicco desta carta, nao
me recoobeco mais; nao sei mais o que quero,
un 11 espiritse extiDgue, minha vontade se en-
torpece soba influencia dormente do bem es-
tar material e de urna vida montona como a
de um convento.
Siin, ludo adormece em mltn, tudo at a af-
feico quetenho quelles que amo, esta affei-
co nao he despertada nem mesmo pela lem-
branca delles; queresque te diga. Hermnela,
algumas tetes pasto un dia iuteiro sem pen-
sar ein ti, nem nos meus. Em que pensas en-
to? me perguntars tu P
Nao pens em nada, uu o que he pelor, pen-
s em ninharias egostas; pens as flores no-
vas, de quealr. I'uplessis fez encher urna es-
tula construida de novo e con igua ao meu sa-
lo; pens 110 jautar que hei de comer, no lem-
po que far para meu passcio, se fai inulto ven-
lo, ou se cae, como hontein, uina nev preco-
ce, pens no comuiodo de que g<*zo, mollemen-
le oieudida sobre un canap, ao cauto de um
fugo excedente, observando a fresca verdura
deuiinhascamcilias, ao passo que no exterior
tudo he brisa, invern e fiieza.... Tudo, aleo
mnrno silencio deste graodc castello, que ao
principio quasi me amedrontava, agora me
agrada, como o silencio agrada a quem dor-
mita.
Sien, eu vivo como se dormisse sempre.
Iir-iiiiiii 1 me de fallar, como me desabilo
de peusar; ser-nie-hla Insuportavel receber
visitas; por isso tenho suppllcado a Mr. Du-
plessis que dirBra indefinidamente a visita que
deviainos fazer, vislo termos ebegado prirneiro
aos nossos vUiutios?
Meu marido, durante nossos passeios, con-
versa sobre os negocios de agricultura com seu
administrador, ou se nos demoramos em algu-
ma 1.1/eudi. converaa cofa seus rendeiros.
(.iii.-indo raras vezes e por acaso me dirige a pa-
lavra, rcspondo-lues por monossyllabos.
O tempo mais longo que passamos juntos, he
o do almoco, o do jamar o o da cela, nossa
conversaco se limita pouco mais ou menos a
un. 1 troca de palavraa como estas.
Minha chara Albina, coma disto, est ex-
cellente.
Meu amigo, recomuaendo-lhe este prato,
be exquesito,...
Albina, queres beber um mel copo des-
te vlnho velbo !
-. Com praser, meu amigo.
Miuba chara Albina, sabireiuos amauba
em carrusgem descoberta 011 fechada ?
Ein carruagem descoberta, se o tempo o
per 111 i tur.
nao sentiste fro na igreja, esta manbaa ?
Ho.
Verificaste as contas do despenselro e do
cosinhelro? Estao ellas exactas, chara amiga t
Esatissimas.
A'manbia, minba chara Albina, Iremos
ver, se qulseres, ura soberbo touro Durham
que acaba de chegar-me de Inglaterra.
Slm, meu amigo.
Nao tenho precisao de diser-te. Hermnela,
que as variantes destes colloquios sao piuco
numerosas; acabado o janlar, entramos no sa-
lo, onde nos sentamos bem recostados, oada
um em sua cadeira de bracos ; ah gravado
pela digesto, dormitamos al hora da parti-
da de bilhar e do cha; aeuo fra a minha go-
lodice despertad 1 pelo allratlvo dos boliobos
da noite, multas vetes me cuitaria bastante es-
perar pelo loque das des horas; esleu fcando
enormemente doruiinhoca, e he com grande
irab.ilho que me levanto s nove boras para Ir
todos os das inissa rezada que a priucipio me
pareca to superlluaj boje pelo contrario, as-
sislo a ella inulto regularmente; nao preten-
dere! que eejacoui uina piedade fervoross, mss
he um habito que lomci, e metiendo em conta
o tempo da ida e volts, gasto sempre nisso pelo
menos duas boas boras do dia ; tambera o que
queres que faca l ha no murmurio raoooiono
da val do sacerdote, no silencio e oa siuil-obs-
eu 11 I ele da igreja, nao sei o que perfeitaineu-
te em baruionia cora o meu lorpor habitual;
euiquanto ahi estou, nao tenho ae quer o tra-
balho de penssr, lelo a minha missa, isso me
basta.
Mases fellsao menos! -- me perguntaras tu?
Oque prirneiro que ludo posso alhrinar-le,
chara Hermnela, he que de tal modo lenho
engordado, desde a inibuba babilaeo ueste lu-
gar, que nao posso mais atacar oa vestidos;
quanto a direr-te se sou felis, nada disso sei.
Ignoro se a marmota, que vive durante o in-
vern entorpecida em sua (be?, senle-se feliz.,.
Ora, parece-meque neste momento, tenho in-
finita analoga com a marmota.
E deinais para deaejar ler urna vida diversa
da que vivo, ser-me-bla preciso fazer esforcos
de imaglnaco, de que verdaderamente nao
me siolo mais capas ; lm de que minba pre-
guicofa iudill'erenca estende-se a tudo.
Assim nos priraelros das de minha habita-
cao aqui, multas couaas ns conducta, no pro-
ceder de Mr. Duplessis, me oausavain asco, me
que esles do paiz n.1o Ihe davam a faculda-; Ai,,,.,,, nSo S3 8abi a quem estes dous 0111-demos deixar do crr, quo a experiencia
de de imped-las, mas o quo ora urna ag- preg0., estn reservados. O carcter dos I10-! que iilguem se propoa fa/er a respeito da
gressSo positiva contra um governo estran- mensquo os acoiiarom poder laucar .Igu-'noss. poltica e da nossa const.tuicJo nSo
getro era o acolnimento, e o discurso fettos ma luz nis probabili lados futuras do gabi-seja en si mesma ISo degradante nuanlo
ollicialtriente por lord Palmerston as depu- nole. Quanto diroccilo dos negocios es- inslita, e que a occa.iSo que tomou-se para
lacoes dos sympatluzantes hngaros ; e ha- iranheiros do paiz, a nomeacJo quo elovou faz-la, ho muilo mal escolhidas. Nao he
va mais, que anomala na posic.uo do mi- ao lugar de secretario de estado om par daljusto, nem conveniente preiudicar os ta-
nistro dos negocios estrangeiros, quo dei- importancia poltica de lord Cranville pire-1 lentos da nobro pessoa que dizem, S. M.
xava a tranquillameote tratar em sua pre- Ca indicar que o prirneiro ministro (lord escollieu para oceupar as futiccOes mais di'-
sencadetyrannos sanguinarios, e despotas j|,u |(UW||) o qual deve responder por to- "
execrareis, soberanos alliados da sua pro-i,]os os- ractos da poltica estrangeira na ca-
pria soberana, o que ui 1 o teria impedido mara jos communs, ser levado' para o fu-
de dizer as occasiOes ofUciaes, que conti-1 turo a lomar urna parte mais activa, e mais
nuava a receber delles as promessas mais directa nestes importantes negocios. Tal
amigaveis. t im s,|0 a regra itivanavel outra ora segui-
Naosepodelpoispermittir.lordPlmers- da na Inglaterra, e lord Palmerston mes-
ton que se torne intoressante custa da ver- mo sujoitou-se o esta regra e a este uso du-
dade. A vesdade he que do mesmo modo rantea mais brilhante, e a miis feliz parte
que havia dous Kossutlis havia tambem de sua administrado, sob lord Crey. Aos
dous Polmerstons. lolho. do paiz, o das naces estr.ngairas o
O do ministerio dos negocios estraogeiros pnrnBro niiuitro da eoro. he particular-
eslava evidootemente embaracado em seu mente responsavel pelos aclos do sou gover-
trage olllcial; lizcram-lbe o servico de li- no relativamente aos outros estados. S
vra-lo disso, ed'ora em diante elle poier por um funesto abandono deste uso salutar
mostrar-nos em plena liberdade o verdade-
ro Palmerston.
(lournul des Debis )
he que todo o poder do ministerio dos ne-
gocios eitrangeiros se aclwu absorvi lo po r
urna s pessoa qualquer que poJesse ser o
L-se no Times de 25 do dezembro o se- seu 'alelo,
gum te : Ha alguns annos os collegas do lorde Pal-
Nsda ha de verdadeiroem tudo oque se' merston partilhavam com elle a responsa-
tem dito sobre a m vootade de lord Crey i bilid.de de seus actos sem tomarem parte
a respeito de lord Palmerston; pelo contra Jotn urna autoridado, de quo lord Palmers-
rio os aclos polticos desta ultima foram too usou largamente fra de sua nspecgSo.
somero apnrova los or lord Grey. Do mes- j Por fufas ra70 < que esta 1 aiin-'xas_a_ar-
irrlUvam mesmo; agora ado que be multo das, a tua iiitelligencia c eatuiBUe, o leu 00.
faliganlr, e alm disso, pcri'ei lamente intil af- 1 cao cessa de baier, a tua indilTerenca te gela ;
fligir-ine com o quer que seja. 1 levantas-te, deitas-tc, vas e voltas, rezas, co-
Meu marido nao me iuspira, nem affeicao, mes, fazes digesto, dormes ; vive leu coipo
nem apartamento, ht-mc indij/eienle ; seu ca- mas tua alma inorre. Pobre Albina /
racter be tanto mais fcil, quanto digo sempre I Tens rasao.Hermancia I Mas do que serve
orno elle; faco o que elle quer; sua saude se viver pela inteligencia, pelo coracao e pela
melhora; cada manbaa, antes de partir para a j alma ?
missa, eu mesma levo-lhe o seu lelie de burra ; Eu viva pela alma, quando fasla sonbos In-
teoho sempre cuidado em que eateja provida 'sensatos sobre o casamento, segundo os meus
de fina llanella ioglesa, le que deve tomar suas bebeiageoa, todas as se-
manas ajusto ai contas com o nosso mordoino
e cora o uosso cosinheiro, visito mullas vezes a
rouparia, faco honra aos ovos, s aves e ao e cr-
ine das fazendas de Mr. Duplessis. Elle guarda
delinele a sua promessa de nao por, nolte,
os ps em minha cmara, porque a minha re-
pugnancia e no 11I11 averso para com elle, no
ponto de vista da hoia do pastor, be c ser sem-
pre invenclvei; elle emprega lodo o seu enge-
nbo, devu ttter-lbe esta juslica, ein procurar
ludo o que pode augineuiar os gozos inalenaes
de minha vida; liualiueote, chara amiga, vou
confundir-te cilaudo-le algumas pilavras tro-
cadas antes de hontein eulre Mr. Duplessis e
iiiini, durante a noisa partida de billiard 1 ha
muilo lempo nao linbamos feito mu esforco
de conversaco igual,
Dit-ine. chara Albina, quando soltaremos
a Pars e
Quando quizer, meu amigo.
se eu o nao quiter?
Ser como Ihe aprouver,
Eni'i, chara Aluna, consentiras ein pas-
sar aqui o invern?
Isto me seria lnduTerente.,..
De veras?
De veras!
Minba chara, lembras-te do que eu te dis-
se ha seis s.mauas ?
O que ?
Que vlria um dia que nao eslava longe no
qual de tal sorte gostarlclsdo encanto de nossa
vida pacifica, que nao quererlas mais uulra. .
Agora que o geilo est tomado, como se
costuma diser, toda a inudancs de babito, con-
fesso, aer-me-hiadesagradavel.
E eu fallava sinceramente.
SI111, Hermnela...; o geilo est tomado! Pa-
ra que mudar agora, que ganharia eu com isso?
Mas, desgranada Albina, vas tu bradar-me.tu
te deixas entorpecer, laier-ic mais pesada....
s, perda-me a crueza do termo, deixas-tc em-
ti ueeer por satistaces grosselras. A tua com-
paraco be justa, vives como a marmota entor-
pecida em sua toca... Mas em quanto engor-
votos,
Eu viva pela alma quando, escutando meus
escrpulos e meus prescnliin'ntos recusava a
uo de Mr. Duplessis, pnn/uc me era indife-
rente esposa-lo, e nao tinha vontade de abra-
ca-lo
Vejamos agora o que devo eu esta vida
d'aliua ?
Lagrimas, angustias desesperos.....Sem met-
ler em conta os olhos veruiclhos c as feices
desairanjadas...
Iloje, pelo contrario, que minhaalma dorme,
c que o corpo s vive, eslou cslina, descansa-
da, fresca, rio-me sempre sem saber poique,
e engordo...
E, por Dos le peco, Hermnela, nao crcias
que eslou escarneceudo tristemente! que ha
a menor amargura uo que te digo ; nao, nao,
fallo -un -i .menle e nesia hora em que, te es
crevo, sou toreada a pensar (juro-te que nao he
sem cusi ), sou tentada a ter piedade singular
deminhas halluclnaces de rapariga, a teco
nhecer a jusleza do que me dizlain meu pai e
talaba mal, combalendo as apprehenses que
algumas vezes me causava o meu casamento
cora Mr. Uuplessis, epde muito bem ser que
este tenha raso, quando me diz :
JAIbloa, orcla-me, nadaba mais vo do que
os prazeres do mundo.
E por ceno, ilermancia, eu teria as mala ele-
gantes toilettes de Paria.
Que mais t
Teria o meu camarote na opera, e nos Ita-
lianos.
Que inais ? ?
Seria a rainha de todas as festas I
Quemis???
U que me reslaria de tudo isso, quando, sa-
bindo do baile cutraise em iniuha casa, ao as-
cer do dia, quebrada de fadiga, com fome, e
nao ousando comer com medo de perder o
meu talhc fino ? Dir-ine-has que teria o pra-
xer deassistir a uina festa brilhante, de ouvir
uina boa msica, de ver urna daosa da muda,
seja .1-si 10 ; mas por quanlos cuidados, por-
quantas Inqulelacdes comprarla eu este prazer?
Quantas sesses extensas com as costurciraa!
ficis do seu conselho, oais difficeis, quo
om ip'iiu mi 1 oulra opoca da historia do
mundo.
Adquirir a estima geral por su. amabili-
dade, consiliar amizades pelo que se polo
fazer esperar no cuinpritnento do funcc,c.
secundarias, he sem duvida urna razSo par.
esperar, e favorecer o cometo da carreir.
deum moco ostadist., masnSo be precisa-
mente urna garanlia da energa, que he pre-
ciso para dirigir, nem dos conliecimentos
uecessarios para abracara immcnsidado
complicada eameacador. dos negocios, no
paizefra dcllocntreos governanleso os
povos.
Km fim quando todos os estados da Euro-
pa hncam vidamente os olhos sobro a lo-
glaterra como ceotro da ordem e da paz,
pensamos quo nenhum amigo dos verdadet
ros principios deque dependo sua conser-
vado ouvira sem urna serie apprehensao,
que a Inglaterra deixou por ora de identifi-
car sua poltica com a do prirneiro homem
de estado coostilucioaal dos nossos dias.
(dem.)
11 n 1
Quautas angustias! quando nao cbegaui o ca-
belleiroe a toilette iinpaciculemenie espera-
dos ? E se o veslido asseota mal ? E se o lou-
cado he desengra(ado E se outras inulbercs
uos esmagam por sua elegancia ou por seu lu-
so, .jo ni. 1 despeilo 1 Qu.nlas humiltiaccs .
Quanto amargura aochegarein casa .
Confessa, Hermnela, a existencia que le-
vo aqui, he mil vezes preferivel a este in-
ferno I
Mas, dir-mc-has 1 Ha outra cousa alm
dessas extremidades, ba um meio entre uina
solido embrulecedora e urna vida de dissipa-
co louca e estril.
Coinprehendo-te, Hermnela, haveria talrez
va [esta de minha mocidade, csse sonho insen-
sato que eu buscava outr'ora. Seja assim, sup-
ponhamus que isso seja una realldadc, admit-
amos que possaui existir tacs unies para a
iuell'avcl i'elicldade daquellcs que as conhe-
chein. Por acaso me he se quer permetlido pen-
sar nisso?
Por ventura nao estou para sempre ligada a
meu seuhor e amo ?
rica certa, minha amiga, comeco a crer que
em certas circumstancias, o coracao e a inlcl-
ligeucia sao nossa perdico, c se de dia em dia
eu nao seulisse que o seniimeutose vai cnlor-
pecendo em mim, procurara auiquila-lo,
E todavia, minha chara Uermaucia, termino
a segunda parte desta carta do mono porque a
coiueccl.
Si ra ti.ii bem ou um mal esta transformaran
que se opera ein mim?
Se se tratasse s do presente, nao te fasla es-
ta questao ; porque, replio-te, estou lo satls-
leila do presette como o pode cslar a marmo-
ta ; mas rulo tenho tenao desoito annos, o que vi-
ra a ser de tudo isso ?
Aleos, minba amiga, i manhaa pela manha
Irei inissa s, e a p para por esta carta na
posta...,
He cousa estranba, julgava ter que eserever-
le volumes ; regosijava-rae da mioha descober-
ta dossa calxa de cartas, no caminho da igreja,
e ha mais de aeis semanas que noa deixmos,
cis ahi o ijue achoqucescrever-tc. He que vou-
ine tornando lo preguicosa 11!
Nao me respondas em quanto cu nao llver
descoberto mcio'dc receber a tua carta ; tiulia,
lomado a pello pr-te ao corrcnle de tudo, a
ti que sempre me tcns mostrado o lnleressc da
irinai a mais terna.
Aceita um abraco,
A. D.
{Conlnar-si-k*.)
y


.
PERNAMBUCO


Repartido da Polica.
EXPFDIENTE DO DA 30 DE DEZEUBRO DE
1851.
Aoi delegado! da provincia. lllm. Sr.
Conalindo-me por participarles de Igumai au-
toridades pollclaes que Ulna parle da popula-
cao Ignorante, Iludida por pessoas mal Inten-
cionadas, e Intereaadaa ein incullr-lhe descon-
flaneas contra o actual goreno, tein apresen-
tado desejos de se oppora fiel execuclo do de-
creto de 18 de juuho deste anno, que estabele-
ceu o registro doanascimentos e bitos; aobo
falsu e especioso pretcito de que elle atienta
contra a liberdade dos poros, e causa sem mo-
tivo violencias e despezas sos que querem bap
tisar seus lhos ou prenles; e sendo urgente
que taes Ideias e dissipein quanto aniel, e que
a populacao ein vea de eniergar malea ua*
disposicdcs do citado decreto, reconheca que
estas n ii di mi a garantir os sagrados direitos de
liberdade, de familia e de propriedade e facili-
tan! a conleccao de trabadlos estatislicos pro-
prloi e necesarios a fater conhecero estado ac-
tual da populacao e o annuai progresio desta ;
nao poHSo deisar de recominendar a Yute, o
empregn de todos os ineios ao seu ajeance, pa-
raque se dcsvaiiccam as impressdes desfavora-
Teis que pofiatn existir nos nimos dos habi-
tantes dessa delegada, ja eniprcgando nao s-
mente para Uso o legitimo ascendente de seu
cargo, e de sua prsst-al influencia, ejproce-
deuilu ciinlra os que liverem insuflado no povo
as ideias de resistencia que me leuho referi-
do, i mu i n m.ii ordeuoaVmc. que irausinitta
aos subdelegados desse termo copla deste ineu
ofticio, aliiu de <|ue procedan! na formadas
deieriiiiiic6es nelle comidas.
Secretaria da polica de Pernambuco, 10 de
dezembro de |851.
i ni M DO DIA 31
Ao delegado do I. deslricto desla eidade.
lllm. Si'.Km additamento ao meu oflicio
de 24 iln correte sobre as patrultias, que
vin. requesitara na mesma dala sigmflco-
lhe que leooo Exm. presidente da provin-
cia anouido que se preste para rondas noc-
turnas desla ciJade as pracas necesarias
para mais qualropatrulhas, e se rostabcleca
o servirjo das de cavalana, ordenado pelo
seu ollicio de 8 de julho desloanno, deve vm.
(car na inlelligencia de pariieipar a esta re-
partido luda o qualquer altrnelo que se l-
zer nesle ramo de servido publici), por mais
insignilicanle que ella seja, afimdo que se
possam dar as providencias, ou fazer as re-
quisicoes nocessanas, e nSo eppareca mais
ufado decessaremas patrulhas de cavala-
ria, como vm. me cummunicou em sou ofll-
ilo hostilisaretn as autoridades, que tenias-
sem executar o decreto do govemo, que es-
lalieleccu o rngisto dol bitos e nascimen-
toi por enlenderem que tendeen captiva-
los; e que por estar esse districlo inerme
era misler, que o Exm. presidente da pro-
vinoia remellesse para esse lugar 200 pracas
do oorpo de policia ou prlmeira linlia,. alim
de por termo tristes consequencias; em e
rsposta signiflco-lhe, que convindo em vet
de exarcerbar os nimos, procurar porsua-
di-los, deque nlo tem o menor fuudamen-
to as impresse-es desfavoraveis, que a popu-
lacho ignorante possa ter contra o referido
decreto, como V. S. mesmo concorda em
seu ollicio, e eujlhe declarei na minha
circular de 30 do moz lindo, deve V. S.
transportar-as ao lugar, em que estfloos
amotinados, e procurar por'todos os meios
que llie exigir sua pessual influencia, per-
suadir os ciilsdSos, que esse decreto olio
tende a destruir a liberdade, mas pelo con-
trario a garanll-la, fazendo coin que se mul-
tiplique mais os ttulos, pelos quaes se pro-
va que alguem nasceu livre ; e porlaulo que
os cidadSus devem dispersar-se pacilica-
menle para as suas casas, e deixar que o de-
creto imperial tenha a necessaria execucdlo;
segundo que no caso de nSo obter V. S. a
iii-.pers.io dessa illegal e cruninusa reuniSo,
deve V. S. apres mlar-se com o seu escrivSo,
proclamar o seu carcter, e aleando uoin
bandeira verde lia de mostrar por tres vezes
os reunidos para que se retiren) na forma do
artign 289 do cdigo criminal; lerceiro que
no caso de nSo se retiraren) <>s reunidos a
terecira admoestacSo deve V. S., e o mesmo
juiz de paz em vez de empregar qualquer
luir i, como permiti o art. 290 do mesmo
cdigo, participa-loa esla reparlicSo para
sou conhecimento e deliberacSo ; e quarlo
que o seu cilicio fui nesta data levado ao
conhecimonto do Exm. presidente da pro-
vincia, e dalle aguardo quaesquer oulras
ordena e providencias, que olle entender
conveniente, o sur.lo a V. S. promptamonte
commuuicadas,
E porque a autoridade moral do- vigario
dessa freguezia possa concorrer para que
com oulros meios suasorios secoosiga a dis-
persan da reuoiSo, e nflo se turne necessa-
rio o doloroso omprego da forca contra ci-
dadSos Iludidos por gente iuteresseira ou
perversa, que os quer trazer sempre em
desconllanga do governo e poltica actual
para lins particulares, nSo posso deixar de
lembrar como conveniente, queV.S. con-
video vigarin dessa freguezia a apparecer
no lugar, e a explicar aos seus parochianus
3
ci de 21 deste mez,sem que para liso prece-
desse or.lem superior ermmunicada a esla' o verdadeiro sentido do decreto imperial,
repartido, e nem vm., incumbido das ron-! cuja execupSo se promove actualmente.
das da eidade o houvosse levado ao meu co- Secretaria da policia de "'
nhr-ci renlo,como de vera. Secretaria da po-' meirodo janeiro^le 1852.
liria do Pernambuco 31 de dezembro de
1851.
dem no da i.' de Janeiro de i852.
Ao Exm. presidente da provincia.
N. 207.Para conhocimoulo de V. Ex e
nfin deque se digne dar-rne as ronveiiicii-
tes ordena, iranauito a V. Ex." em original
os dous ollicios.qje agora cabo de receber,
iiiii do 1 mu 11 n i.iiil.ulo delacamcnto do I.
1 lil'M d DA 2.
Ao Exm. presidente da provincia
N. 208. Acliaudo-so a delegada do se-
gundo districto desla cidado sem forja de
polica ou de pri m< ira liniri, com a qual
possa prender os criminosos e desertores, e
lzer-se obedecer de seus subordinados no
dosempeuho de suas allribuirjOes, e ten lo a
mesma delegada requisilado por vezes, qu
Tribunal do commercio.
De ordem do tribunal do commercio da
rrovincia do Pernambuco, publica-te a re-
acio abaixo transcripta das embircicflos
brasileiras queso matricularam no mez de
Janeiro do corrente anno.
ioi lironymo 1/onleiro,
Secretarlo.
N. 41. O brigue nacional Megret* de 131
toueladas, de que he proprietario Manoel
Concalves da Silva, cidadSo brasllero, do-
miciliado nesla praga : fui admitlidoa ma-
tricola em 14 de Janeiro do correte anno
por despacho do tribunal de 19 do iio moz.
. N. 45. A lancha nacional Ftila dty Ondas,
de 29 tonelladas, de que he proprietario
Alexandre Jos da Costa, cidadSo brasilei-
ro, domiciliado na provincia do Rio Grande
do Norte: fol admittida a mat'icula em 15
do janoiro por despacho do tribunal de 8 do
dito mez,
N. 46. O brigue nacional principe D. \j-
fonso de 912 tonelladas, de que he proprie-
tario Jos da Silva Campos, cidadto brasi-
lero domiciliado oesta pra;a : fui admitli-
doa matricul*. em 15 de Janeiro por despa-
cho do tribunal de 8 do dito met.
V 47. A lancha nacional Conceieto do 35
toueladas, .le que.he proprielana D. Anna
Mana de Siqueira Meireles, brasileira, do-
miciliada na i-1 lado da Victoria, provincia
do Espirito Santo: fui admitirla a matricu-
la em 15 de Janeiro por despacho do tribu-
nal de 8 do dito mez.
N. 48. 0 brigue nacional Mariana de 238
tonelladas, de que he proprietario Manuel
Ignacio de Oliveira, cidadSo brssileiro, do-
miciliado nesta eidade : fol adcniltido a
matricula em 16 de Janeiro por doipacbo do
tribunal de 8 do dito mez.
N. 49. O brigue osouna S. o,o Vencedor
de 134 lonelladis, do que be proprietario
JoSo Francisco da Cruz : foi admitlido a ma-
tricula em 16 de Janeiro por despacho do
tribunal de 19 do uilo mez.
Secretarla, S de fevereiro de 1852.
Esta conforme.
Uaximiano Yraneiteo Duare,
OIQclcl ni iiei interino.
Correspondencia.
Sra. redactores.O Diario Novo, fiel s suas
tradiedeae precedentes do mais asqueroso cy-
nismo alevantou a anthifona de sua funesta res-
surreicu com os ataques mais violentos j
contra os principios mantenedores da aocieda-
de e da mooarcnla brasileira, cujo throno be
directamente ameacadu de voar petos ares como
os eslilhacos de urna bomba, j finalmente ran-
Ira a repiacioc crdito de alguos Individuos,
I iit-, a nao derivaren! de outros ttulos a sua
SecretariVda"poici'"de"peruambuco, pri- importancia social, por ce.loque a poderiam
i.i,,. i ....., i i .,- deduiir mu bem dessa quantiosisslina soiunia
Imhl deNazareth Paulino de A'nioila Unto ni povoaca j do JaboitlO se laca estacionar
ROba .lat. de 31 d'i d.-Zi-mbro ultimo", o ou-
tro iio delegado suplente do 2 deslricto des-
la el.lude sob a data de hontein, couimuni-
cando u 1-.-.1 ido em que so cha a populacho
ignorante desees lugares, em cousequeni-ia
.i i falsa perauaeflu d i que o decreto de 18 da
jiuilio do mino prximo finio tonJe a es-
cravisa-la, o dnvo accresoeolar, quo o deie-
gado da Nazareth nada mais me ha partici-
pado alem do queja levc a presnica de V.
EX,*, em dala >to 30 do inusino mez de de-
um destacamento, como por vezes se tom
pralicido com grande beneficio da tranquil-
lidade publica e seguranza individual; nSo
MOMO doixar de rogar a V. Exc que no caso
de adiar arertida aquella requisito, como
espero, haja de expedir as convenientes or-
dens, para quo agora mesmo marcho para
a mencionada puvo practa de prlmeira linha sob o commando
de ii n ulferes visto achar-se a de polica
mullo desfalcada, e que ella fiquoa dispo-
/.eiuliro. Secrolaria da policia de Peruain- 1580 do delegado respectivo,
buco I. de j-ii'iro de 1852. Ao presidente da provincia.N." 209.
Min. Sr. Por oflicio de i do prximo pas- Tendo lecebido ueste momento OS dous of-
sado mez dedctcmbro do Br. subdelegado do ficios juntos, que mo dlrigiram os delega-
segundo distiielo da fregueiia de Jaboalo, e dos de Nazareth e Pao d'Alho, relativamen-
juit de paz em ejercicio, fui participado de que lo ao estado de inquielac.2o e ao espirito de
no mesmo districtoi aonde, p.imeira de lUar-se resistencia em que se acham urna grande
Cima, em cuja igreja liavla-ie de proceder o l0'mos, por causa do decreto de 18 de ju
acto da leiiur'a ao"dito edital: eu porm cuten- "'m do anno prximo passado julgo do
do, que longe de exacerbar couviuha ames por meu dever transmilti-los por copia ao, co-
meius blandos persuadir aos povos daquelle nheciuicdlo de V. Exc, alim de que se d[gne
lugardeque oboato de captlvelro he falso, e dar-me as ordens que entender convenien-
que asiles, poderla chamar-se a ordem: nao les a somelhante rospaltoj cumprindo-me
tendo pois tido resposla alguma, e o mesmo br.
subdelegado, chega-me a noticia neste mo-
mento de que o Sr. subdelegado acba-sc coacto,
visto que aglomerando-sc os povos uaquellc
lugar ja cliega ao uumero de 400 honieus, lo-
dos armados e municiados e dispostos a bosti-
lisarai autoridades por seren os exeeulores da
referida lei: nesles termos pois est.iiido a po-
licia deste disiriclo inerme, aldu de que a mor
parle sao os amotinados, recono porlaulo a V.
S. parasen! peda de lempo reclamar ao Exm.
Sr. presidente inaicbc nina furca a minha dis
acrescciitar que em data de 30 de dezembro
dirig a tolos os delegados da provincia
urna circular, aconselhando-lhes o empro-
go dos meios suasorios para fazer desvane-
cer no povo illudido.as erron-as impressOes
que h uncus perversos Ihe -tem incutido
para o hn de torns-lo desconliado do gover
no e politice Jomiiianle, como al so com-
prova con o que diz o delegado de polica
lo Pao d'Alho. P.uereii lo-m conveniente
de m voutade, que mui cordeahucnle llies
devota m us boineds dos apparatos e tropelas
llberacs /
Os distinctos coronis Manoel Perelra da Sil-
va e Pacilico Lopes de Sequeira, forain os alvos
lusidiot contra qucui se acestarain as prluieiras
baleras do Ltiaro de papel, que acaba de re-
sucitar entre us I
E assim devia ser
Esses dous individuos teein sido os mais for-
tes sustentculos da ordem publica no centro
desla proviucla ; e isto seria bstanle para que
elles incorressem nos odios e auimadvero da-
quellea, que uiio querem encontrar diques
trreme de seus delirios e desatiuos !
Equaes sao as aecusaces qu o Diario JVow)-
fu boje ao coronel Perelra ? Sao aquellas mei-
in i-, sem deiiominaco, sem augmento, que
I lie lisera a Imprenta no anno de 1851, nos me-
Z.-S de outubroe noveinbro, e que lu,un nessa
mesma poca completamente destruidas no
peridico Vnia'o, i cuja leitura remello lodo-
aquelles, riue liverem perdido a leuibranfa des-
sa dlscussao gloriosa ao delegado de Flores,
Mu, essas aecusaedes limilarain-se, como
hoj se limitam, ao lacio de ter aquelle dele-
gado consentido, que- o iid.iil.io Joao Manoel
rrazo lizesse parle das forcas que debellavain
os liberan de Serra-Negra. Ela aqu o graode
pomo, de que se tem leiio o cavado de bata-
la em desfavor do coronel Perelra !
9 do crrante, nSo adiantam cousa alguma,
oa se algum mrito teem he o de contrapro-
ducente. 0 que dizem essas cartas que a ti i
se lm ? Limitam-se smente a constatar o
felo da tentativa de morte contra Joaqun)
Rodrigues, pralicada por Josqnim Jos de
Aguiar, vulgo, Peiinao; e s tocam no l-
ente coronel Pacifico em referencia a cir-
cumstancia de ter sido elle Innovellado ns
peonuncia, o que nSo he o mesmo que alTlr-
mar, que elle livera parle nesse eito cri-
minoso.
. NSo admira, porm quo o Sr. (toque des-
se valor taes documentos; oque sobre
tudo me espanta he que os ses consigna-
tarios do Diario Novo nflo somanto os publi-
cassem, como at formulsssem sob a in-
fluencia delles um artigo de fundo, que pre-
ceden a ven un do Roque '.
Isso he urna iraico ao pobre horneo) !
Mas assin o quer, assim o tenha. Essa
he a sorte de quem se nSo peja de servir de
ioijnete da maligdidade de oulrem.
Saiba anda o Sr. Roque, e os seus con-
ignatarioi que um ssnlitneoto mui nobre,
quil aquelle que sabe inspirara vordadei-
ra amizade hequemovea minha peana em
defeza do tenonle coronel Pacifico, quem
ligam-ma relacds mui intimas desde a m-
oba primeira idade; ese os amigos do Sr.
Roque Ihe advogam a causa com vistas in-
toressiiras e mesquinhas, os amigos do seu
digno adversario o fazom smenle por muro
apreso de suis boas qualidades, e dos im-
portantes servidos que ha ello prestado a
causa do paiz. Mas justifica, pois, e menos
parcialdade.
Aqu terminarei por agora, esperando
que o publicoTynha o necossario bom sen-
so para repellis'as arguiQes injustas e anu-
losas contra oidadSos honestos, cujo nico
defeito he se"nao lerem matriculado as es-
colas dos Mzinis, Ledru-Rollin, ele,
Cont ja com as injurias do lzaro de pa-
pel ; mas como j eatou alTeito aos impro-
perios da impreosa demaggica, at consi-
dero um titulo do honra o ser excrucialo
nessos patbulos, de que nao tem sido isen-
to o mrito mais consaicuo e illibado. Ve-
nham,que SObartO na estacada.
Recite 12 de fevereiro de '852
Joaquim Pinto de Campo!.
i
Publicagoes a pedido.
----------------------------..--------------
l'ei u-rcin-se dado alguDS erros, de novopu
bllcamoia seguinie '
Appellaca'o e/Vr'/ n. 2i31.
Appellantes ilianoel Alves de Oliveira, c outros
berdeiros da finada D. Mara dos Sanios Fer-
relra. Appellado Bernardo Ferreira de Mace-
-do. Fol juiz de feito o Sr. Pantoja.
Julgou-sc millo o prncesso a fl. 269 em dian-
te pela Incompetencia do juit para quem pai-
sou o feito, j por nao ser motivada ou Julgada
asutpeico, doquedelle conliecla, ejpirser
o quarlo supplente do juiz municipal, e nao
constar o einpedlmento do tercelrn.
f Gazeta Noi-a dos Tribunaes do Rio, D, 9 de 9
de agosto de l8-i8. (
Eleicfio dos juies, escrivSes e mais em-
pregados que hilo de featejar a N. Senhor
da Assumpijfio das Fronteira,!, da Estan-
cia de Henrique Das, no anno de 1853.
Jujj perpetuo, Sua Migestade Imperial o
Sr. D. Pedro II.
Juiz por eleirjo, o lllm. Sr. Francisco Car-
neiro Machado Ros.
Juiz por devocSo, o lllm. Sr. Jos Jernimo
Monieiro.
Escrivflo por elleifSo, o lllm. Sr. Jos Tei-
xeira Bastos.
EscrivSo por devo;3o, o lllm. Sr. Manoel
Ribeiro da Fonca Braga.
Juiza por el-n-o, a lllm. Sra. D. Monica
da Silveira, mulher do lllm. Sr. coronel
Jos Pedro Velloso da Sdveira.
Juiza [i o- devoren, a llluia. Sra. D. emboli-
na Eibania de Lemos Guimires, mulher
do lllm. Sr. Guilhorme ds Silva Guima-
cadorias, 45 caixas, 39 fardos tecldos de s-1 O lllm. Sr, inspector da thesourarn
godSo ; a RyderccCompanhia. Ida fazenda provincial; emcumprimentoH.
19 barricas, i caixa ferrageni; a Brandar ordem do Exm. Sr. presidente ds previa-
a m,iii lis. ca, mands fuer publico, que no da h i,
I barril agoa-srdente, 1 caixs cobre, 48 corrente vae novimente a prar;a para s..
queijos, 5 barricas cervejs, 9 dilas, 9 caixas arrematado, perante q tribunal administra,
queijos e conservas ao capilDo, jtivo da mesma tharouraria, a quem por
Galera inglesa Beraze, vinda de Liverpool. menos fizer a obra dos concertos da cadeit
consignada a M. Calrnont t Compaahil ma-1 velha da eidade de Goiains, avaliida em
nifeslou o seguinte : 636#t86 reis, tomando-se por base d'irre-
100 barris manteiga, 30 ditos salitre, 40 tamalarflo o olTereciment de tres por cen",
ditos oleo de linhafa, 100 ditos breu, 977 de abale no respectivo ornamento feito por
pacotas rolim, 50 sacc'aspimonta, 167 pecas Victorino Moreira de Souzs.
de cabo, 158 gigos, f cesto lou;a, 300 ca-, A arrematadlo ser feits na forma dn<
xas passis, 80 ditas queijos, 8 ditis lio do artigos 94 e 97 da lei provincial n. 268, de
algoJSo, I ditaobjeclos de escriplorio, 19 17 de Maiode de 1851.
ditas, 71 fardos tecidus diversos; aoa coa- As pessoas que se propozercm a esla ar-
signitarios. leniaincfin compsrecerao oa salla diss;j.
II caixas fio de algodo; a Russelll Mol- sOes do mesmo tribunsl, no dia iciau
lors & Compaohia. mencionado pelo mel dia, competente-
14 caixas, 7 fjr.los tecidos diversos, 2 monte habilitadas. E para constar se ma.
ciixis miudesas ;a II. Gibson. don aflxar o presenta e poblicar pelo
1 caixa miudesi, 5 ditos loci Jos do algo-i Diario. Secretaria da thesouraria da (j.
I'ri.....iilinele dire aoicuutemporaoeos que Fsr'rivi nnr nilela lltHu Hr n ri.r.
he destituida de todo o fundandameoto leme- o ,,?S. n ?? CI' '
.-., |i. i ii,m un- iiuibiii: nina nirca a uiinna (lis- 7 j--------- ------------- -----
posico, nunca menos de 20U pracas de niuni- que anida se umpreguem os meios suaso-
cipaesou de linha, afiui de por termo instes-ros, o quo entre esles a religiSn tem o pri-
consequenclas c nesla expectativa lico ale que meiro lugar; permilla-mc V. Exc. dizer-lhe
que muito bous resulta los se tirara de
receba ordens ulteriores' que julgaudo V." S.
em sua sabedoria ni'os tran indura.
Dos guarde a V. S. Delegada do segundo
districto do llecife I de janebo de I8S2. -lllm.
Sr. desembargador feroovmo Martlnlaoo Fi-
gueira de Mello, chefe de pulida de Prraainbu*
CO. fianeiscv Antouio Pciei a daSiba, dele-
gado suppleule do segundo Uislriclo.
urna un--.ei aberla nos termos de Pao d'A-
lho o Vi/.ei.'ih, mide a populaba acha-se
mais desinquieta. Dos guarde a V. Exc.
etc.
lllm. Sr.II je pelas 9 horas celebrando
inisss na capella do Nossa Senhora do Li
lllm. Sr. Aaiuda que lerenliera pouca vrameiitn, sita no li mi da ra desla villa
opporluniJade de me uirigir a V. S. sobro que desee para o Recife, o reverendo paro-
lados que nao ajo da itiiuha competencia, cho desta frevezia, me achei entro os ou-
coui ludo como commandanle do destaca- violes, eo alteres commandante do desta-
monlo do .Nazareth, e por mo ver solado camento, o juiz de dlreito, o promotor e
da priaioira autoridade da camaica cujo oulras pessoas distinctas, bom morigera-
destino ignoro, quando se dSo tactos nellas das.
da maior importancia, e por julgar que V. FinJa a mista appareceo o grito de viva
S. sobro elles apreciar informa(es de a liberdade, cujas palavras oram proferidas
qualquer parle quo venham. lomel a del- por grupos armados, acoulados lias casas
bara^So de l.i/n scieute a V. S. do que so circuinvisinhas dita capells, apresentan-
segue. Poucos das antes da le.su do Natal do-se as portas, e parte delles na ra.
teve lugar na puvoar;9o de Tracuhaen urna Este inopinado insulto sobresal >u a t )-
manifeslai;9o de pcrlo de 80 pessoas quasi' dos e ao vigario: rdiramo-nos indefesos,
todos armados, contra a nova lei sobre bap- jo a infamo plebe licu vociferando audaz-
tisados, aullando gnlos de motram estes, mente. Nao posso obrar coulra elles por-
vivam aquelles, e liros dispersos sem des- ] que a forca de policia he diminuta, e se
tinos: algumas pessoas vierama Nazareth ada desprevenida de munices; e algumas
pedir providencias ao delegado, e como es- pessoas obedientes a lei e de confianza, des-
te se aclias.e donte, e iguorando-se seu lituidas de armas e provimento, e mesmo
destino se dirigiiam a inim pedindo-aie nilo lenho querido operar nSo s por ser
que com o destacamento fosse a Tiacu- temeiidade, como porque nada quero pro
nliiiem restabelecer a ordem ; mas eu n3o 'ceder sem delibera;9o de V. S., salvo em
me quiz prestar, por roe faltar requisic3o acto de extrema urgencia
das autundades : as desordens do Tracu-
i li.iui se tem repercutido at Calumbi, Li-
gn do Carro, Carpiua, onde houvo um
assassioato e seis fernneolos som que at
boje se tenha dado a menor providencia, e
como me ado com a pequea forca de 25
prac,as, vendo exposto a n3o poder repellir
alguma amolincjlo de gran le vulto quo te-
nha de apparecer, vou lembrar a V. S. a
necessidade de re forca r o destaca me ni i com
mais quuue pra;as, mesmo para nocasu
de l-i/i-r-M! alguma diligencia para ficar em
Nazaretli alguma forrja, visto que por aqu
ja principian! a circular boatos de desor-
dena, e por ja tero n arrancado o edital que
tralava da le sobre baplisados, sobre as
desordens de Tracunhaheui, eu asseguro a
V. S. quu so no mesmo dia o delegado li-
vessu mandado urna fura Mill'rivel ui.-pu -
sai o |ioio, ludo estara acabado, maa boje
ja sera mais dilicil o negocio do ter uin
desenlace.
Dos guardo a V. S. Destacamento do 4-
balalnSo de artillara a p, 31 de dezembio
tle 1851.- lli'ii. Sr. desembargador chefe de
polica. Paulino de AlmeidarBriio, tenonle
commandanto.
Ao delegado do icgundo districto desle termo
lllm. Sr.Tenno presente o ollicio, que
V. S. mo enderessou nesta dala, participan-
do que Ine chegava a noticia deque no se-
gundo districto de JaboalSo se acbavam 400
borneas armados, e municiados com o fin
Tem-se divulgado que slguns influentes
do partido decahido desla comarca tem In-
.lis, o -11 > o povo, que i or isso est aco.n-
mettendo.
Rogo a V. S. digne-se dar as providencias
que adiar conforme, e orJenar-me o que
ilevu proceder em lance 1,1o perigoso, cmi-
metti lo por gente insubordinada, e dse-
josa de ulilissr con) perca de vidas pacilicag
e n3o havendo providencia accelerada jul-
go apparecera xito, e funestissimo ; pelo
quo me nflo responsabjliso ; pois toobo re-
corrido a V. S. em tempo para deliberar.
Neste momento sou participado que o juiz
de diroito e promotor se ausentiratn da vil-
la. Ueus guarde a V. S. Ddlegacia do ter-
mo de Pao d'Alho, 1 de Janeiro do 1852.
lllm. Sr. doseaibargador Jernimo Marti-
uiauo Figueira de Mello, chefe de polica
da provincia de Pernambuco. O delegas!
supplente do policia, Porfirio da Silva 'lava-
res Coulinho.
P. S.
Ao escrever este oflicio sou communicido
por um agente de policia paisana, morador
prximo a sobredita caprlla, que tora im-
prlli lo pelos revoltosos para ir saber do
vigario secumpria a lei'sobre nascimentos
o bitos (a que elles dSo oulro titulo ;: o
mesmo ageuto neste instante deu-me a em
baixada por elles ordeuada, que appar*-
cendo qualquer forca contra elles, eu ora
victima antes della ebegar.
lbante arguico. O delegado Pereira nunca se
acompauhou de Joo Manoel, durante o tem-
po cui qoe este se acbava criminoso ; o que
smenle ae deu foi achar-se o Joao Manoel no
ataque geral de Serra-Negra, para onde fora
em companbla do lenle coronel Simplicio
por urna direccao mui diversa daquella que
lomara a forca do delegado. Uepols disto, o
mesmo Joao Manoel respondeu ao jury, e sabio
absolvido dos criuies rommetlidos, com a ines-
uia facliidade com que o tenenle coronel Se-
raliui de Souta Kerrax! praleiro proeminente,
saliira absolvido de urna serle de assasiinatos,
que perpetrara naquella comarca, donde era
eulao promotor publico o Sr. bacharel Luil
mime Pereira, que figurara como aecusador de
SeraHas, Por conse^uintc me parece que nc-
nhuui dciar dever ser irrogado ao delegado
de Flores, por ler elle ae preval :cido do presu-
mo do Jlo Manoel, j quando se apresentava
livre de todos os crtmes, e com as melhores
lispasices de auxiliar a autoridade publica
em una luid, cuja prolongacao accarretarla
maiures calamidades e desgracas, do que a in-
tervenco de um ou outro individuo menos
escoi.nado. E at o proprio Sr. ministro da jus-
tica tocou nesse facto no seu relatorio daquelle
auno, justificando de algutno sorte a Iniciativa
que, as pocas decomocoes civis, loraain cr-
ios lime,,, menos puros ein favor da legali-
dade, julgando mais conveniente que esta oa
tenha por si, do que contra si. A historiados
panes adiantados ein civilisacio abundain ein
xetnpUs desta ordem.
Onde esto, pois, o dismandos e arbitrios do
digno dele ado de Flores 1 Em ler sollado No-
guelra Paes, depols de o haver colhldo n'arma
dn cmbale, ainda com o punbal einbreagado
do singue de seus Irmos '
Senhores, iue.iii.ii bem sobre esse raigo de
generosidade do homein quem boje noces-
aaiade accumular de b.ildes, e calumnias da
que nao be credor f Hespcitai a honra dos vo
sos adversarios, poupai-vos ao inenoa aoa re-
mordlmcntos da voasaconsclencla !...
Vamos ao lente coronel Pacifico Lopes de
Siqueira. Este digno Peroambucaao um por
mais oe um ves pulverlsado da manelra a mais
victoriosa e cabal todas as calumnias e animo-
sidades lirones, que Ihe ha dirigido o energ-
meno do Ei, Roque Carlos de Alencar Peixoto,
cujo espirito rlxosoe obdurado nSo reconhece
cxcarinentoa, nem obstculos nal suas extra-
vOes de bilis contra o genero humano!
Insiste esae homem obstinado, peloorgao de
scua consignatarios do Diario Noifk ein fazer
crerao mundo, que o leo eme coronel Pacifico
ae acha pronnnciado por criine de tentativa de
morte na peasoa de Joaquim Rodrigues Lima.
Ora, quem ae recordar do que a tal respeito
se rilase na Vniao' n. ,171 de 16 de agosto do an-
no passado, reconhecer aem duvida a Impro-
cedencia e malignidade de lo luir r i vi I i ni p n-
taciol O lenle-coronel Pacifico diffiou toda
essa oo 11 n iulqua, provando com documen-
tos irresi.liveis que o tal processo era do feiiio
e giria daquelles, que se elaboravain noi sub-
terrneos do santo oflicio, e qne o seu menor
vicio era ser antedatado !
Mas, dir o Sr. Boque do Ex : nos n
fainos os primeiros que usamos deata estrate-
gia infame; o ineu corellglonarlo Caetano de
Cixorira tambem involveu u'uui pruceiso an-
H.la ir.t-t o proprielailo do enginlio llinlinlu-
ba : logo eatou justificado com esse preceden-
te, que tanto abona a morelidade do ineu par-
tido, lo-m, u aceitare! o escaparate do Sr, Ro-
que ; couvenho mesmo em que elle Imltasse o
seu aliado ; mas o que me nao parece justo he
que o autor do processo inonstro do Ex nao
soti'resse a mesina peua, porque possou o Sr,
Carlota de Brito.
EscrivS por devoclo, a lllma. Sra. D. Mara
Anglica Correa de Mello.
Mordomos e mor.lomas, lodos os devotos
que concorrem com as suas olleras para
a mesma Senhora.
DOS HOMENS PRErOS.
EleicSo dos juizes e mais mesarios que tem
de festejar a N. Senhora da AssumprjSo,
noli imperial capella da Estaucia de
Henrique Das, no anno de 1853.
Juiz reeleito, o Sr. Antonio da llora.
EscrivSo, o Sr. Benedicto Correa de Barros
Sette.
Juiz por devorjSo, o Sr. Pedro Connives de
Santa Anna.
EscrivSo por deviie.n), o Sr. Cosme Pedro
Damio.
Definidores.
Os Srs.
.Muid do Barros.
Domingos Soriano.
Manoel do Livramento.
Jus de Mallos e Silva.
Mordomos e mordomas, todos os devotos
quo concorrerem para a mesma festividade
d.u>; a A. C. de Abreo.
1 xa niacbiiiismo ;a AssociacSo Com-
mercial.
15 caixas tecidos de algodSo, 1 embru-
Iho meias, 2 ditos livros; a Rostroa Rooker
& Companhia.
6 meios gigos lou(i, 1 embrulbo amos-
tras da dita ; a Fox Brothers.
50 tonelladas9q. 3 arrobas e 19 libras (pe-
so inglez ) ferro, 1 caixa amostras d dito;
a llolhe & Bidoulac.
6 fardos tecidos de 13a ; a G. Keovrorthy
& Companhia.
85 caixas queijos ; a Francisco Gomes de
Oliveira.
. 3 barris Inora, 3 caixas ferrageos, 1 dita
objectos pral.eados ; a G. Bahelt.
I embrulbo duas medidas; ao capitSo
Creen.
Brigue inglez Margaret, viudo de Terra-
Nova, consignaJoa J. Crabtreoot Compa-
nhia ; maoifeslou o seguinte :
2,050 barricas bacalho ; aos musios.
I'alacho nacioual Valente, vm lo do Rio
de Janeiro, consignado a Novaos & Compa-
nhia ; manifeslou o seguinie :
50 barris toucinho ; a Machado & l'i-
oheiro.
45 dilos ditos ; a Maooel da Silva Santos.
1 csixSo charutos ; a Oliveira l'aiva &
Companhia.
I dito rap; a V. M. Wanderley.
1 dito dito ; a R. da Costa Carvalho.
15 barris potassa; a Manoel Confalves da
Silva.
1 sacca feijao, 1 barrica cune, 1 dita fa-
milia ; a Jos P. Moreira.
3 dilas dita; a Joaquim Ferreira Ramos.
70 rolos fumo; a Manoel Alves Guerra J-
nior.
156 ditos dito, 200 caixas sabiio, 4 ditas
cha, 70 jacises toucinho, 800 alqueires fa-
riii ii.a ; aos Consignatarios.
Escuna nacional Tentadora, vinda da Ba-
ha, consignada a Antonio Alves GuimarSes ;
manifeslou o seguinte :
1 caixSo suspensoiios, 1 caixa fizendas
16 barricas tintas, 2 ditas rxo trra, 2 14
tas pedra hume ; a Oliveira Paiva ot Com-
panhia.
5 c.ixoes parnaibas; a Joaquim Ribeiro
Pontea.
2 caixas fazendas; a Schafleillin &
Tobler.
I dita dita; J. W. Gansley.
1,500 quartirihas, 1 barrica, I caixSo tes-
tos para as mesmas, 442 caixas charutos ; a
J. Francisco da Cruz,
4 saceos lio de algod0o ; a Jos Joaquim
de Miranda.
5 caiasrap, 100 ditas charutos; a Do-
mingos Alves Matheus.
II fardos tabaco ; a Antonio Jos Soares.
50 dilos tecidos de algodSo; a J. P.
Adamson.
2,000 feixes de piassaba ; a Novaes Com-
panhia.
636 caixas charutos : a Jos Vicente de
Lima.
918 ditas ditos; a Onceo & Companhia.
150 ditas ditos; a Jos A. da Cunha t
IrmSo.
24 fardos tabsco ; 1 Jos Baptista da Fon-
seca.
15 pipas fumo moido, 2 quartolss lirio
florentino ; a Francisco Belsnole.
264 -arcas caf ; a Manoel Joaquim Ramos
e Silva.
850 molhos piassaba ; a Manoel Joaquim
Ramose Silva.
1,000 dilos dita, 24 saccas caf ;a Anto-
nio Joaquim do Souza Ribeiro.
300 caixas charutos; a ordem.
CONSULADO GERAL.
Rendimonto do da 3 a 11 15460.231
Mein iludid l:i.........9:331,893
zonda provincial do Pernambuco, 10 de fe.
vereiro de 1852. O Secretario, Anleoio
Ferreira d'AnnunciafSo.
Clausulas opeemos da arrematado.
1.a Serflo fetas todas as obras necessa-
rias, para que este edificio fique em boro
estado e nolle poder residir o destacimen-
to, conforme o orcamenloapprovado pelo
Exm. Sr. presidenta da provincia, na im-
portancia de li.iiijiiis.
9.a Todas as obras serlo principiadas no
prazo do um mez, e concluidas no de tres
mezes, contados de conformidada cornos
artigos 31 e 32 da lei provincial n. 296.
3.a O pagamento da importancia des'a
obra ser feito om urna s prestar;8o quan-
do ella estiver conecluida e em estado Ja
serrecebida definitivamente.
4.a Para tudo o mais que nSo estiver de-
terminado as presentes clausulas, seguir-
se-ha o disposto na relinda lei provincial
n. 268. Conforme. O secretario A. f.
il. Vilo inri ir in.
l)cclarat;ot's.
17:792,12
DIVERSAS PROVINCIAS,
llendimentodo dia 3 a 11..
dem do dia 12.....,
O vapor brasileiro S. Salva-
dor, commandante o prnneiro
tenente Coitmho, deve cliogar
dos portos do nortale 15do
corrente mez de fevereiro e seguir para
Macei, Baha o Rio de Janeiro, no dia se-
guinte.
De ordem do lllm. Sr. director gcral
da ui-iiurr.'ui publica, fien saber a quem
convier, que o concurso a nova cadeirade
1 ns truecan elementar do segundo grao do
I un i u de S. Antonio do Recife, he no dia II
do corrente, na sala do lyco, pelas 9 lions
da rlianli.'ia.
Directora geral, 11 de fevereiro de 185.
Candido Eustaquio Cezar de Mello, ama-
nuense archivista.
A matricula d'aula de phiiosophia 1
collegio das arles est aberla, em casa do
respectivo profossor em Oliuda, al o lia
de Marco
-- O professor de phiiosophia do collegio
das artes esta encarregado da maluca,1
das aulas de francoz e inglez : em ir -i
da sua residencia em Olinda,
O capitSo do porto desta provincia, em
virlude das ordeno da presidencia faz cons-
lir para conbecimenlo de tojos, o abaixo
inscripto.
Capitana do porto de Pernamhuco, 10 Je
fevereiro de 1852. Rodrigo Tbeodorodo
Freilas, rapililo do porto.-
Indicacts sobre o pharotdas Salinas, na pri-
vinciado l'ar, sua poiitao, carcter e al-
cance de sua luz.
Pbarol das Salinas na Ponta da AUlaia,
em latilude Sul ue zero de graos, triuta e
quatro minutos, e longilude oriental da Mu
do Ferro de trezentos e tiinta graos, nula
e dous minutos. Apparelho lenticular do
syslema de Fremel e Arago. Sua luz alcan-
ra dezesete milhas; he variada, eappra-
senta as phases seguintes :
Luz clara e igual, durante 70 segundus.
Umeclypse, ou obscu-
ridade, 16 a
Luz cressante, mui bri-
Ihanto,oque diminue
atdesapparecer. 12
Outro eclypse. 22
190 segundos
1:957,630
190,172
9:147,802
COMMERCIO.
1 ...ei ni 1 de Caxoelra, o qual anda boje ae acha
pionuuclado por essa bellea jurdica.
Portaolo quem quier que recorra ao citado
numero dt Vnia'n, que ahi acbaro nao su as
provas do que digo, como tambem urna refu-
laco plena das de mala alelvosias e calumnias
que o nerde do Ex ha feito propagar coutra o
digo delegado do Ouricurl, esae verdadeiro
duende doa auarchlatas daquella comarca 1
1 limo sim ; os supposios documentos que
o Sr. Roque dependurou ra orelkat de sua
correspondencia, iuserta no Diario Nevo de
ALFANDEGA.
Rendimonto do dia 12. 16:438,751
Desearregam hoie 13 dt fevereiro. m
Barca ingleza -- Serafina merca lorias.
Brigue inglez -- Lady Falkland bacalho.
Patacho brasileiro Valente-' gneros do
paiz.
Escuna brasileira Tentadora ~ idem.
Iiii||ihIim;:ui
Galera ingleza Seraphina, vinda de Liver-
pool, consignada a Jounston Paler k Com-
panhia, manifeslou o seguinie:
I barrica linhas'de linho, 1 dita cerveja,
4 ditas e 2 caixas ferrageus, 2 ditas tooidos
de 11 nlin, I dita cha, I dita miudezas, 50 fu-
gues, 18 tonelladas, 5 quintaos e 9t libras
ferro, peso inglez ;aS. P. Johnston & Com-
panhia.
50 tonelladas carvSo do pedra, 1 prensa,
100 barris manteiga, 50 ditos oleo de linha-
ra, 5 barricas, 2 caixas e I embrulbo ferra-
gens, 50 fardos e 22 caixas diversos tecidos,
1 di ni selius, 3 ditas chapeos, 1 dita couros
preparados; aos consignatarios.
1 tunellada, 17 quioiSes 3 arrobas e 13 li.
bras ( peso inglez) ferro, 97 caixas folnss de
f an Ires, 2 caixas tecidos de algodo; a Bar-
roca.
31 caixas, 79fardos tecidos diversos; a
Jones Patou & Companhia.
S fardos, 9 caixas dilos de algodSo ; a
Rosas Braga & Companhia.
3 fardos dilos dilo; a Crabtre & Compa-
nhia.
5 fardos, 1 caixa ditos dito; a Astley.&
Companhia.
5 caixaa dilos dito; a Deane Youle & Com-
obia.
12 caixas ditos dilo, 1 dita couros prepa-
rados ; a Gibson.
6 caixas, 12 fardos tecidos de algodSo, 2
caixas grvalas; a Fox.
2 aaccos amostras ; a diversos.
3 caixas tecidos de algodSo e II; a J. Rol*
ler & Companhia.
10 barricas drogas diversas; a O.iyeira
Paiva ccCompanhia.
3 ditas ferragens } a Wyatt.
14 caixas tecidos dealgodio; a Rostron
Rooker & Companhia.
1 caixa, 1 barrica chicotes e outras mer-
Exportac&o.
Rio de Janeiro.brigue brasileiro Animo,de
198 tonelladas, conduzio o seguinte: 4 cai-
xas.e 1 embrulbo suspensorios,7 ditasmeias
curtas de algo l.n, 66 fardos de dito, 2 cai-
x s fio desapateiro, 3 caixas sapatos, 1140
aaccos e SO barricas com 6310 ariobas e8
libras de assucar, 1 barrica cera deauelha,
1 caixSo espanadores, 20 sarcos milho, 100
saccas com 602 arrobas e 15 libras de algo-
dSo, 1 caixSo doce, e 30 taboas do amarello.
dem, patacho brasileiro Confianza, con-
duzio o seguinte: --1010 saceos el|2bar-
riqiiinha com j'ijl arrobas de assucar, 12
taboas de amarello, 900 meios de vaquetas,
12 barrise 2 pipas azeite de ra rpalo,20 sac-
ras algodao, e 2 caixas doce.
Pliiladelpiiia, patacho inglez Vitruvius ,
de250 tonelladas, conduzio o seguinte :
300 barricas e 2850 saceos com 14250 arro-
bas de assucar.
RECEBEOORIA DE RENDAS INTERNAS GE-
RAES DE PERNAMBUCO.
Rendimento do dia 12..... 388,373
CONSULADO PROVINCIAL.
Rendimento dodia 12.....1:506,786
Movuueiitodo puno.
A to sahido no Ha 19
Babia brigue franco/, Paulino, ra pililo Be-
jeau, carga parte da que trouxe. Passa-
geiro, J. A. Michel.
Navios entrados no dia 12.
Fiume 67 das, brigue austraco Emme,
de 273" tonellaias, caailSo G. B. Cherslch,
equipagem 11, carga farinha ; a N. O
Bieber & Companhia.
Rio do Janeiro -- 17 das, patacho napolita-
no Fernando Cortes, de 214 tonelladas,
capilSo G. Napoli, equipagem II, carga,
lastro ; a Oliveira & IrmSos.
ED1TAES.
--Pela inspectora da Alfandega se faz
publico que no dia 16 do coirenlo depuis
do meio dia, se hSo de arrematar em hasta
publica porta da mesma reparlicSo, 75 fi-
guras de porcelana para agoa de chairo no
valor de 2,500 rs. cada urna, total 191,500,
'bandonadas pelos direitos por Avrial ir-
sendo a
Estas phases se reptem.em cada periodo
do 2 in in 11 i,s, ou 120 segundos.
Secretarla do governo da provincia do Pa-
ra, 16 de dezembro de 1851. Miguel Au-
tonio Nobre secretario do govorno. Coa-
forme.Francisco Xavier Bomtempb. Con-
forme. O ollicial maior. Joaquim Pires
Machado Porlella. Conforme. O secretario.'
'I liu.no Fernands Madeira de Castro.
TRADUCCAO.
Noticia officiat.
Tendo o Commodore Brewe, comman-
dante em ebefe das loicas novaes de S. M.
Britnica na costa occidental d'Africa, noii-
licado oflicialmenle a este governo a sua in-
lengSo de na ron formulado das ordens do
governo de S. II. para esseefTeito, eslabele-
cer um rigoroso bloqueiode lodos os por-
los e lugares, (excepto Badagry) na Costi
de 1;-11111. Osecrelario Colonial recebeu
ordem do governador Macdonald, para pu-
bjicar, e para iuformarjBo e governo dos Ha-
bitantes siesta colonia, a que diga respeito, a seguinte noticia olli-
cial, transmittida aS. Exc. pelo Commodo-
re Brewe.
Secretaria em Treetown, Serra La, 8 ce
dezembro de 1851. Pur ordem J. F. Smytli,
secretario colonial.
' tlotiflcatBodobloqueo
Vapor de S. M. Britnica,
Pcndope. Serra Leoa 6 de desem-
bride 851.
Em cumprimento as instrueces do go-
verno de S. M. annuneio que um bloqueio
de todos os porlos e lugares, fexcepto Bada-
gry) na Costa de Denin, desde a loogitudo
I." ato 4 30'a este do Greenwich, ser des-
de j estabelecido por Vnim com todo o ri-
gor ; e a nenhuma embarcarlo mercado
sei permittido ter communicac,3o alguma
com os portos e lugares intordictos desdo o
1 do jaueiro prximo futuro (assigoado; II-
W. Brewe Commodore e commandante em
chefe das forras navaes de S. M. Britnica
na Costa occidental d'Africa. Conforme.
Francisco Xavier Bomlempo. Conforme. O
odie al maior. Joaquim Pires Machado Por-
lella. Conforme. O secretario. Tome
Fernandos Madeira de Castro.
Pela subdelegada da freguesia de S-
Jose selorna novamentea annuuciara apjre.
iienrilo de urna corrente de prata com chave
do.1 -n la, eseus enl'eiles para relogio, quem
forseu logilimo dono comparece, que pro-
vando lhes serSo entregues os referidos ob-
jectos.
Avisa-so a quem convier que a matri-
cula do geometra do collegio das artes so
acha aberla, como he costume desde o prin-
cipio de fevereiro, para o que se devorSo en-
tender com o substituto de latim em Olinda.
-- De ordem do conseibo da administra-
cSo naval foi transferido para o dia 13 do
crrenle o con irado de fomecimento de le-
nha em achas, azeite de carrapato, e agoa
ardente innunciado para o dia 11 do mes-
mo mez. Silla das sesses do consolho
da administrarlo naval, li de fevereiro de
1859.
-- Pela segunda seceso da meza do coli-
maos; sendo a arrematarlo livre da direi-
tos ao arrematante. AHsndega de Pernam-jsulado provincial annuncia-se aos colleta-
buco, 12 de fevereiro de 1852.0 inspector! dos no imposto de 3 oor oento.e bem assim
interino, Beolo Jos Fernandos Barros. |aos de casas em que so vender bilbetcs de


loteras da outras provincias,e lojas de- mo-
dis,quea cbranos doa meocionadps impos-
tosdave principiar no di* i de fevereiro
rindouro.
O hospital'regimentil a cargo do I.*
batalhSo de inUiiUria praoiaa contratar
lindeirai para Tavarem roupa dos doentes
do meamo hospital : quem quizer este ne-
gocio dirija-se de sexta foira em diante o
quartel do hospicio, das 9 horas da niaubfl
at s 11 da mesma.
Pela subdelegacia de S. Antonio, folap-
prehendida a preta Maiia, escrava de Jos da
Silva Braga, e urna colher de prata, com a
firma A. J. S. I a quem livor sido Curiada a
dita colher compareca para Ihe ser en-
tregue.
farSo leil3o por intervenco do
corrector Miguel Carneiro, no da
segunda feira 16 do corrente as 10
horas da manhSa de todos os ob-
jectos constante de sus ioja na roa
Nova n. 6, sendo em lotes ou avon-
tade dos compradores.
TIIEATIIOIIES-iZUIEL.
28". HECITA DA ASSIGNATURA.
Sabbado,Hde Fevereiro ae 185:2.
Subir scens, depois da execucSo de
urna das melhores ouvertur as,a muito aplau-
dida opera cmica em 3 actos,
0 REMENDAD DE SMYIINA',
1 ni da de Soberana.
Em seguida represenlir-ie-ba, o gracioso
Vaudeville em 2 actos.
o Cara linda
00
O Fregador de artazcs,
Terminandoo espectculo com a nov e
graciosa farci.
O TOLO FINGIDO.
Personaseis.
I'ilorra, vellio Antonio Jos Alves.
Fagote, poeta Germano.
Leandro Silvestre.
Espalha, seu oriado Munteiro.
Topa, soldado Coimbra.
Lamiiisca, tolo Raymundo.
Cicilda Emilia.
Suzana Amalia Monteiro.
Come?ara s 8 horas.
Os bilhetes ichSo-se a venda no lugar do
coatume.
Avisos diversos.
' O protector da testa de S. Benedicto
erecta na capelli da Seuhora da Boa Via-
gem, freguezla dos Afoga Jos, avisa aos de-
votos do mesmo santo e as pessoas* que tem
contribuido com assuas asmlas, que trans-
ferio a dita testa para o dia 22 do corrente
por motivo de molestia.
5
Aluga-se o tirreiro andar da oasa da
ra do Queimado n. 9 : a tratar na loja.
Casa de commissao de escravos.
Na ra Uireita, sobrado de 3
andares, defronte do becco de S.
Pedro n. 3, recebem-se escravos
de ambos os sexos, para se vende-
re m de commissao, nao se levan-
do por esse trabalho mais do que
a por cento, e sen se levar cousa
alguma de commissSo, oflerecen-
do-se para isto toda a seguranca
precisa para os ditos escravos.
CO/.LEGIO DE S. FIIANCISGO XAVIER.
Dirigido porIFranciaco de Freitas Gamboa
no seu sitio na Cipunga, onde ensina ma-
. ........v ..- m' ------- J UU BOU 51
- esrja-se saber se um comtninrtanle teriaado prn,e,o 0 segundo grao de ins-
de destacamento pode ler aispe.isao qua- truccSo elementar, na conformllade do re-
tro pracas do mesmo ; assim como seipode fQ|iB#rto Je lademaio de l851.-Rec.--be
discontar do sold do destacampnio so rs. ia,,2 pensionistas a 25,000 rs. mensaes,
a cada urna titulo de conduoeflo do arma- Ohrigando-se a dar-lhesalem do sustento,
memo, e mais *00 rs. a cada olliciai, euroup, laV(1ja concertaja engomraada,--
rs. a cada praca para pagar a canoa, cavallo uecelie meillt pflns00aias, que sa0 oa que
ousege, para cobrar o sold ; isto <">eJ vao flear em suas casas aem pnelo da mais
saberU Carnauba. 'que ensinoe sustento, a 15,000 rs..-Tambem
- Quem annunciou no Diario n. 23 de 29 recebe alumnos oxternos a 5,000 rs. man-
de Janeiro Ihe convir trocar por escravos a sae8 __0 preiendere aprender latim,
barcas* Tentadora Feliz, a lhe convir prucu-- fr,ncoz ou ,USICi> para o que tem piano
re no engenho de Caiongo na cidadeda 1 -' no meamo collegio, pagarllo para os res-
rahyba ao pcoprietano do mesmo> engenho peC[jvos mestres 5,000 rs. mensaes. As meo-
0 tenenle-coronel Aulonio Jos Rodrigues 1 aaali~lalea sao pagas adiantadas.O director
Xavier, podando arranjar em 1 ernambuco '.psenla em aeu mboao a|em da informa-
o carregamenlo da barcaca para a 1 araiiyoa, t cao que pojm jaf oa pa5 e SOU9a|ualnos
o a nose elTectuaro negocio por aiguma 0 documento unto, em que moslra que
IHE iTilll DE APOLLO.
20." RECITA DA ASSIGNATL'RA.
Sabbado, 14 de fevereiro de 1852.
Depois de uina escolhida ourertura, subir
de novo aceoa o maravilhoso e multo applau-
dido drama _
D. JOAO DE MARAA,
00
A Queda de um Anjo.
Como mollas peaoaa tem pedido a rcpeti(ao
deste magnilico drama, e o empreano nao de-
seje que ella se torne pesada ao publico, por
aso uovameote a aprsenla pelos prejos ae-
gulnles, que sao oa da casa.
Camarotes de primeira e segunda ordein de
frente 7/OOn
De lado l>tM)0
Platea c galera MOJO
Gadciras superiorca 2/OuO
O empresario delinitivamente declara que o
espectculo principiara s 7 horas em ponto,
visto ter para isso ordem superior. Assim ro-
ga ao respeitavel publico que a hora imrcada
comprela, por nao poder mais esperar para s
8 horas, aflu de que n-rinina cedo.
.. v .... .........-------w- v UUVUHIOlIbU JUII1U, VIII IfUO U1U31I. U U
circumstancia, obrlga-se o proprie'.ano ""ctoeo nicos discpulos que tevo no prim. i-
engenhoadar o cairegamento de saceos de ro a|)no em que abrio a sua aula, tolos cin-
assucar para Pernambuco de 320 a aou por |co gabram approvados plenamente --TEII-
sacco de 5 arrobas a 5 112, cojo carregamen- | M0 |)'LXAME.--Aos 9 dias do mez de dezmn-
to estando prompto s o empata o engenno bro de ,8M em presenca do mm Sr> Dr.
al 25derevereirocorrenle.llndooquaire-iLourenco [rjg0 de Luureir0t C(,mu presj.
melle pela barcaca que occorror. Mente, sendo examinadores o Rvm. ralre
-- Pelo presento annuncio a Bbaixo8Ss]g-]roes[|oM|lllc)e|T|lon|()Z(,aS||vj ( Jose An.
nada, moradora no engenno Arsn l da rre- tonJO (jonjives de Mello, proceleu-se ao
guezia da Escada, termo da cidade <*''* xame dos seguintes alumnos a saber : An-
tora, faz seleule aos Srs. AITonso do Albu- lun0 Jos deOliveira Braga, Antonio Fer-
querque Mello, major do guarda nacional no | nanje5 vollozo da Silveira, Jos Vellozo da
municipio da villa da assembla na provn- sj|VB|rB( Antonio Jorge dos Santos, e Anlo-
Cia das Alagoas, e seu mano^ *D_l___n_,0_^L'ns 11110 Venancio Cavalcantede Albuquerque, os
*"'* iiiiiiiL- f.ii*'itsi (mil n'i l,ii r 11 a -i 11 .. 11 I .i .11 I..
de Albuquerque Mello, que falleceu no da ^ qUaes foram appruvados plenamente, sendo
28 de Janeiro de 1852 D. Mara de Jesusas oj dous pri,nejras no segundo grao, e os
ConceicSo, AvdasSras. DI). Mana10 bgiuia, trez ltimos no primeiro : respondendo sa-
mulheres dos ditos senhores e mili da au
nuncisnte; o que para se parlilharem alguns
bous, que deixou a dila Uada, he preciso
lisfactoriameuto as malorias perguutadas,
polo quo foram condecorados em virtude do
despacho do Bxm. Sr. presidente da provin-
- wfw iiv m 1 1 1 > 1 > 1 'lili. 1 1 V. 11 li I' 1 nuil
quecllescomparofam, ou mandein procu- Cia de 6 de outubro de 1851 com as meda-
ra(o bastante, ou quem faga suas vezes. mas correspondentes aos graos. E para
Ignez Pereira da Silva. constar se inanJou passar o presonte em
Quem precisar de urna ama secca de que todos assignaram, servindo de secreta-
todo servido de cs, de portas a dentro, di- ; nu 0 alumno abaixoassignado. Dr. Louren-
rija-se na ra da Ponte Velha n. 8 que acha-. ?0 Trigo de Loureiro, inspector do quarto
ra ru o quem tiatar. 'circulo Iliterario, Manoel .Thomaz da Silva,
Jos Antonio Connives de Mello, Francisco
de Freilas Gamboa, professor. Como secre-
tario o alumno Jos Vellozo da Silveira.
Eslava reconhecido.
-- Precisa-so de um foroeiro para fura
dosta pra;a para urna padaria pequea, pa-
ga-so liem : na ra da Florentina n. 6.
Oll'erece-se 'um portuguez para cozi-
nheiro, ou foitor do algum sitio pertoda
dirija-se a ra da
Avisos martimos.
lata liilii.t.
O blata nacional Olin-la capitao Custodio
Jos Viar.na confere no dia 16, pouca carga
recebe atoo da 14: trata-se com Manoel
Dias na ra do Vigario n. 13 terceiro andar.
Vende-se abarcar^ Feliz Destino,nova,
de 35 caixas, muito bem construida, o bem
apparelhada, por preco commodo : quema
preti-nder a pode oxaminar no Caes do Ra-
mos : a tratar na ra da Cadeia do llecife
n. 30.
Para o Assu' por estes dez diss o brigue
nacional LeSo, recebe carga a frete para
aquelle porto : a tratir no escriplorio de viu-
v.i 1, ni mu iv Filho ruada Cruz 11 66.
Segu viagem para o Acaracu' para on-
de tem carga, e continua a receher, o pata-
cho Emulacao bemeonhecido nesta carrei-
ra ;e recebe alguma carga para o Cear se
lijuver porfo que convonlia ali tocar. Os
pretendentes dirijam-se aocapitflo a bordo
do patacho, ou a fallar com Manoel Gon-
;alves ds Silva na ra da Cadeia do Recife.
Para o Ass
Sai com muila brevida le o brigue nacio-
nal conceic,3o, capitao Joaquim Ferreira
dos Santos, quem no mesmo quizer cirro-
gar, dirija-se ao escriptorio de Manoel Al-
ves Guerra Jnior : oa rus da Ctuz n. 40.
Para o Rio de Janeiro
Sai com muita brevidade o patacho nacio-
nal S. Jos Americano
quizer carregar, ou em
frete.lrate com Manoel
Faz-se publico que no dia 8 do corren-
to appareceu o cabrinha de nomo Manoel,
qu diz ser forro, procurando a Victorino
Antonio Martina psra se addir ao servico do-
mestico; e receiando-se ser escravo, annun-
cia-separa quem direito a elle tiver nao
allegar esse proc;dimento doloso; pois o
aiiiiunciante ja parlicipou a aulondade com-
petente.
Na ra do Hospicio n. 52 se dir quempraca. qilum precisar
precisa de urna ama para o servic.0 da casa Lingoeta n. 12.
de um homem solteiro. Napolen Gabriel Bez retira-se para o
-- Acha-se fgido o mou escravo Joao, al- |t0 de janeir0> levando em sua companhia
to, seco, natural do Angolla, representa ter 0s seus escravos Andr, pardo, e Florinda,
maisde50annosdeidade, carniceiro, eal- creou|a,
gumas vezas trabalha da caiador, e canoei-; .. Antonio Ferreira da Costa Braga,tendo
ro, I em conhecido na ra do Itaogel o por uunlss, e lolris d alguns Sro. aua lem dei-
todos os carniceiros : quem o apprehender xado de pagar, uns por amisade, e outros
leve-o a ra da Alegra, a minba casa que por relaxbaos, tanto pela parlo dos seus
sera recompensado. cobradores, como dos devedores, roga pelo
Marcelino Jos Lopes, prezenle, aos mesmos Srs. de virem quan to
Do engenho Cocal freguezia de Una, antos pagarem seus dbitos, na ra Nova n,
fugiram as vesperas de fesla, os escravos 28, asseguran lo toda a contempla(ilo nos
seguintes: Vslentlm crinulo lula, com ol- juros; ese assim o n3o lizere 11 passarSo,a se-
licio de sapateiro, boa estatura, pes apalhe- raui uomandados, o que ser urna vergouha
lados, seccodo corpo.lolhos brancos, e com para os senhores devedores, alem dos abu-
idade pouco mais ou menos de 28annos ; SOs cometidos alguns at 15 annos.
este uegro fui comprado em abril do anuo ; Allug3o-se os 2 andares ds casa ds ra da
p. p., havendo sido do Sr. Salgueiro da el- uadro de Dos n. 25, defronte da igreja : a
dado de Olinda ; Alexandre molalinho, ida- tratar na ra da'Cadeia do Reeife o, 42, 1,
do 15 a 16 annos, cara larga, nariz grosso, andar.
olhos grandes, bastante espoito, este mola-| _. oiTerece-se um rapaz portuguez, para
to foi igualmente comprado no mesmo tem- cajieiru de venda, ou oulro qualquer esta-
po que o de cima, havendo sio do Sr. Dr. belecimento : quom precisar, annnocie.
Alcanforado, e tendo sido pegado a 8 das. __ ^ Kamos & Companhia ,
passados o recolhnlo a cadoia e dali levado .
a bordodeumdasbarcacasdo proprio Sr.' na ra Nova n. 6, tendo de lqui-
dos ditos escravos, para seguir para o enge-; jar uestes dias sua loia, roca a
nho,evadio-seda dita barcada, pelas 11 ho-i '.___ ,
ras lanoite, deixando dormlndoos empre.|seus devedores tenham a bondade
gados dessa canoa;quem os pegar podj: je sati>fazer seus dbitos o inais
atUrr,.XL> possivel, do contrario ser5o
entregar cris-j^bein a seu pezar) obngados judi-
ros. nue satisfar -t __,.
ver de se f.zer. Cialmente.
de um A casa de educacoquepar-
cidade de
Louren-
Salgado ou nesta praQa a
tino Antonio da CruzSoa
qualquer despesa que houver
Precisa-se de um forneiro e
o, quem no mesmo amasador: a tratar DI Boa-Vista, 4 Cantos |cu|armen{e dirige lia 1
mbarcar escravos n. Ilfi, ou na Cepunga, taberna do Sr. 1 6
Alves Guerra Jnior: Lapa. |ltnda, o bacharel Jos
ortuguoz P-co Meirade Vasconcellos, tem ter-
, prefenndo- v .. r
rio n 14. minado as suas lenas, e esta lunc-
na rus da Cruz n.40,ou comocapitSo 1 lio- OITerece-seum.liomem port
maz Pereira do Lago. ra cosinheiro de qualquer esta, 1
Har Lisboa. se.eslrangeira : na ra do Vigario
Obriguo portuguez S. Domingos forrado --Faz sciente ao publico lbMIIH
a picgado de robie de quo he capitao Ma- bitonlos desta capital e os seu ^"'J
^rS^^Se^bon^m^o:; ^?^^SmmcSSt\h^ P"?. V ^ *****
1 "ampo Jos Patricio de Carval cominoJ,Jades.
cionando regularmente, comosem-
pre; ainda admitte alumno^ inter-
AOS OESTES
J. A. S. Jane dentista, tem a honra de
IViiar 10 respeitavel publico, que le acha
nziJindo na ra Nova n. 19 primeiro an-
dar, aonde estar sempre pro npto a qual-
quir chamado, deade s 9 horas da manhSa
al li 4 da larde ; o innunciante encherta
le um 1 todos o denlos, que por isso tem
um completo sortimonto dedenle artifl-
ciaei, incorrutiveis e de porcelana,mu de-
licados e do ultimo gosto ; e lo los os mais
ccessorios tendentes a sua proficuo, me-
verando a to laa is pessoas que se quizerem
utilizar do seu presllmo que n8oexige pa-
ga alguma, nao flesndo os denles bem pos-
tos que 11.I11 se possi deferencar doi proprios
nitunei, e podendo-se mailigar ruin os
meamns tola a qualquer comida sem sentir
a menor dor nem ter recaio de os quebrar,
lambem chumbaos denles naturaos fura-
doi da caria com ouro, prata e metal bran-
eo, prevenindo as-lm a conlinuacSoda ca-
ria, dores e mesmo evitando por isso a for-
ma de passar a caria dos denles fuiados para
os outros silos ; tambem lira podras ou ca-
nas iliis denles em geral, que lano os dam-
neflea e coopera para o mo aillo da bocea,
nao sendo lirado: oannunciantea lo un
nos que exerce sua profiscBo nesta cida-
de, e os mullos exemplos que lem da lo
nesse longo tempo, sen quanto basta para
se garantir.
Madama llosa Ilardy, modista
brasileira na ra Nova n. 3q.
Pelo navio Havre recebeu um lido lorli-
ment das ultimas modas de Paris, Como
sejam : chapeos de seda de todas alcores
para Sra. e para meninasde 7 a 12 anuos ;
chapeoainhoi redondos frarftldoi com ca-
paila! de flores e penachinhos, para moni-
llos, e meninas de 6 mezes a 6 annoa ; um
sorlimenlo completo de chapeos de palha
pan Sra., meninas e meninos, da ultima
mola; ricos capotinhos, manteletes, pali-
tos, d/ teda l'urta-cores e pretos; ricos ro-
meiros, cabeces de blonde e de linho bor-
dado, cmisinhas bordidis, rlcis locas de
fjl de linho para Sra. ; mantas de blonde e
garca para noivas, caprllas, ricas guarnieres
de flores, ricos corles de oda branca lavra-
da ; luvas de pelica enrolladas, e meias de
seda branca, o que hi de melhor em gosto e
qualidade; bicns de blonde e iini'.acSo do
da largura de 12 polegadas at urna; groa
de aples prelo para vestido, mantas pro-
tas de blonde, ricos cahecOns de blonde pre-
to, tramas de seda branca e de cores, para
eufeilar vestaos; um sorlimenlo de grui-
da aples de coras escolhidss, para vestido
ecapotinho, que se vende a vontade ; fran-
jas e transas de cores, e preta, para os mes-
inos; Mors, penachinhos para locas de
meninos, leques para Sra., luvas, de pelica
e de seda preta para Sra e meninas ; meias
le sola de crianca, ricos chapeos de palha
de montara, e esparlilhos : na mesma ca-
sa faz-se vostiilos de casamento, vestidinhos
de baptisado e manteletes do eucnmmenda,
por prego commodo.
Oannuncianledo Diario dehontem.ll
do corrente, que chama o Sr. Adolpho ber-
nardo Beranger, a ra do Collegio n. 7, e a
ra da Cadeia do llecife n. 50 A, a negocio
que o mesmo nao ignora ; declara que flea
sem eOeito algum, visto ter sido engao.
Ao respeitavel publico.
ConceMa-se todo o qualquer relogio, por
mais didlcil quo fr o concert : no pateo
da Matriz de S.Antonio n.l8,e aUanc,ando-se
o concert por 6 mezes
O obaixo nssignaJo, fa* pu-
blico que niiiguem receba por
qualquer forma que seja, urna let-
tra passada, da qunntia de 55o,ooo
rs. a favor de Severiao Caval-
canti de Lacerda, e vencivel em
todo o corrente mez, visto o mes-
mo abaixo assiguado ler de res-
cindir o negocio donde emanou es-
sa letra, e que por isso desde j
pr testa nao paga-la. Engenho
Aluga-se um sitio bem suiTrivel,'coin.em oulra qualquer parte ; para este mesmo
um grande parreiral, plde sapoli, l>inhas,|eatabelecimenlo sescha mudada a tinturara
romfies, bauaneiras, baixa para capiui, ca- franceza da ra Velha n. 74, tingindo-se to-
clmba, ecasa, queapezardenao ler muito da e qualquer fazenda de seda, lila, ulgodo
boa, tem seus commodos : na ra do Seye, 'e linho, tanto em obra, como em peca e
junto a moradia do Sr. Francisco Xavier com muito asseio, assim como so ..limpam
Martina Bastos, a tratar na ra de S. Fran
ti-i-ii, casa n. 10, confronte ao theatro.
0 Sr. Marcolino de Borja Geraldes dei-
xou de ser calxeiro de Jones Patn & Com-
panhia, desde 29 de janeirop. p
Jos Luis Pereira, roga a seus devedores,
principalmente aquellos que seus dbitos
sao de mais de anuo queiram aatisfazer-lho
ateo dia20do corrente, poisest resolvido
i'iii'in a seu pesar) a chamar a juizo aos que
nao pagarem.
Gabinete portuguez de leitura.
A directora de te estabeleci-
tnento, manda fazer publico, que
pelo ultimo navio chegado de Lis-
boa, recebeu um variado sorli-
menlo de obras litterarias, quevi-
eram augmentar a colccco que
possue, e que orea por 600 volu-
ntes ; e sendo tal vez ignora Ja ge-
ralmente a existencia de urna ins-
tituicao tao til, e que'necessaria-
mente produzir proficuos resul-
tados para a civilisar;ao e illustra-
(;i) de quem pertender associar-se
para lo nobre lim, tambem faz
publico que tem na sua biblioteca
os livi os que pertencem a seguinte
classilicacao; Blographia, Chron-J80riimont
cas, (omtnercio, Diccionarios, E-f f} chap
1 1:.1 iv-1 1 r- Ifeilos decabeca e de vestidos. Ricos cha-
cononua I olllica, filologa, l>eo- pos capotinhos de rede de retros de co-
graphia, Historia, por Alexandre res, bordados, ditos de bico, ditos de nam-
llprrulaiin Tillara 1,11 fuente e va- brflia ;"'< de seda, enleitos de cabeca a
loucados para senhoras ; ricas Utas llores e
luvas ; cabeedes de blondo e do linho bor-
dados romeiras e camisinhas de bico bor-
dado ; manl de bico ricas e
linho luir
para quares-
iiiis-a ; um
nlo de pulceiras d todas as qua-
es ; gravalinhas de Uta de veludo e pul-
e Culto, V lagens. He permittida ceiraa com as ficas de madre ,jerpe.
a sabida de I,vi os para leitura ex-/ola, faz-se sempre tudooqueemeommen-
tema excepeo das obras de con-ted,,wdo as moJasd'' Pu'u por pres
sulti, conforme determina o regu- JoaquimRibelro Puntes lendo contas
lamento de leitura. Alm dos |i_ o letras de alguns senbofes que tem deixa-
. 1 de pagar-lhe, uns por amizade, outros por
vros especilicados tem OS se- rolaxacflo tanto da parte do seu cobrador
como dos devedores, roga pelo presente
aosmesmos Srs. de virem quanto antes pa,
casacas e oulra qualquer rpa de panno,
que tiver oodoas, pondo-se como novas, e,
por ,-recos muito commo ios.
1 99i9 99 *fl>Sf 9 99 BJ M
Manoel Joaquim Femantes Eiras,
9 Dr. em medicina pela faculdjde do 9
9 Itio do Janeiro, adiase no exercicio 9
9 de sua proflssflo : as pfssoaquo qui- 9
'9 71:11:1. honra lo rom a sua conflanca, "*)
9 podom diiijir-soa ruadeS. Francia- )
9 co, sobrado cinzento numero 68 A ; %
9 d consultas e presla-se aos chama- *
-* dos dos pobies ^raluitarnonle. *)
f ???? ^^T*ff999t *f
iuturaria franceza, no aterro da
Boa Vista n. 17.
Tinge-so toda e qualquer fazenda de laa,
algodSo, seda e linho, tanto cm obras como
em pecas e co,m mullo asseio ; assim como
so alimpnm casacas e oulra qualquer ropa
de pao, quo tiver nodoas, pondo-se como
novas e por primos commodos.
O cirurgiflo Bernardo Pereira do Carmo
faz sciente as pessoas quo a lempos Ihe Ta-
laran! o mesmoa quem convier e quizer.pa-
ra por moio de um ajusto razoavel, os tratar
aiiuualmeute das molestias quo possam ap-
parecer, que tenham a bondado de virem 1
casa de sua residencia na ra do Rozario
larga n.30,para os poderldn^aremn.de seus
clientes.
Casa de modas francezas, ma lama Milochau
lluessard ra do Atierro da Boa Vista
n. I
Pelo navio o Havre recebeo-so um lindo
to das, ultimas modas de Paris ;
oa da senhuras, manteletes e 011-
im.s Historia Natural, Litteratu-
ra,
Mithologia, Fhilo.sophia, Poe-
sa, l'cili I if 1, Ubetorica C Eloquen-jbicos'e babados; mangas
cia, llomanses, principalmente de|B,inJP|e*!|ei, docamhraia do
., .. [ ",., c (dados, bicos, transase franjas p
aue, IJumas, &ouliee Ueorgaaiia;jma;maiit,s de bico preto para
Tacliicrapbia, Tbeatro, Tbeologiasortuneni
a tratar rom o referido capitao da Praca, ou
mor do car
aulondade poli-
com o consignala.ioJoaquim Ferreira .Men- P?-s esta autorizado pela
desGuimarSes na ra da Cruzn. 57 segn- cl"' ,, ,. __.., rrn ,i,
aaniiar Andr Nauzer, relira-se para rora (a
'r ,!,- 15. provincia, quem se julgar seu credor haja
iif.u.i e itiaranliao. deapresontar suas conlas no prazo de 8
Seguo em poucos dias o brigue escuna dias.
nacional Laura, para carga e passageiros, .. peile-se ao Sr Jo5o da Cosa Dourado,
Irala-socom o consignatario J. B. da Fon- quetenha abondade de pagar o restante de
seca Juoior; ra do Vigario n. 23 segundo urna letra da quantia de 61,000 rs. vencida
.111 .11; ou com o capitao na l'r;u;.i. em setembro de 1851, o como endocante j
-- Pira o Cear, sabe a qualquer dia o recebeo dita quantia da pessoa acceitaule,
hiale Anglica : quem nelle quizer carro- do contrario ser citado 2'vez, e entao lo-
gar, ou ir de paasagem, dirija-se a ra da mar-se-ha as cautelas para qua au acnle-
Cadeia do llecife n. 49, segundo andar.
Para o Rio de Janeiro
Seguo impreterivelmente o hiate Ang-
lica ate o dia 14 do Corrente, por ter loda a
sua carga prompll, e s recebe escravos a
frote o passageiros 1 irata-se com o mesmo
capitao Alexandre Jos Alves ou com Ao-
jse Jacome de Aranjo.
Xarope do Siosque.
O depozito do Xarope do Bos-
tiiiini Joaquim Seve, na ra da Cadeia do que, foi transferido da botica do
Recife n. 49 segundo andar Sr. Jos Maria Goncalves Ramoi ,
rara o Kio de Janeiro, salie
com a maior brevidade
O.Sr. Gonzalo Augusto da Graca e Mel-
lo, tem urna carta viuda de Portugal : na
ra da Praia, armazem n. 2.
Procisa-so alugar um primeiro andar
de urna casa no bairro ue S. Antonio, ou
Boa Vista : quem o liver, dirija-se a ra do
Crespo n. 4, para o ajuste.
-- Engomma-se com perfei^Soe por pro-
co commodo, ropa, laoto de homem, como
desenhora : na ra da Roda, loja do sobra-
do 11.17.
Findos os dias da lei, se ha de arrema-
lar por venda, a proprieilade do armazem
para a do Sr. Bartholomeo Fran-
S8lvf cisco de Souza, na ra larga do Ro-
por ter parte do seu carregamento,
o brigue brasi|eiro Vencedor, ca- za.r10
n. 36. He falsificado o que
nao lor vendido nesta casa; garra-
pilao Lleto Alarcellino Comes da c c __
<;i, las grandes a 5.5oo rs., e peque-
Oilva: quem no mesmo quizer car- b r
regar, ir depassagem, ou embar- "o abaiTalsIgnado participa aopubll-
car escravos afrete, entenda-se co, que por eucommodosdesua saue, est
enm o mesmo capitSo, na praca do desl|8d0 desde o dia 31 dej_aneito p. p. da
-, r casa commercial, que gira de baixo da hr-
-.omuiei co, ou com os consigna- ma de Francisco Alvos da Cunha c f., nesta
larios Novaes & Companbia na Prac,< sendo substituido pelo sr. Luiz au-
_.. 1. m___... o, gusto Fernandos Vieira, cargo de quem
ra do trapiche n. 34. siaotodas as transaccOes da mesma.
-j ^ '._i_"- 1 Narciso Jos da Carvalho.
jCIoCS. ~ Desappareceu da ra do Vigario um
, cavallo caslanho, que estando o cargueiro
u hauu. r. recebendo encommendas em urna venda,
-- Athunira Holvie k Companhi., f.rao ando 8,nio ,chou 0 pegir
leillo por intervencao do corrector O vei- ^eTe d y. ,f ra
ra, de vanedade de fazendaa inglezas, urnas compensado
com defeito, e outrii remaneseentes para fe- _. Q avi80 -jobre a ub>cripcSo Dao so en.
char contal : sexta-feira 13 do correnle aa ,ende CQm Q Sf Jo.. Pr|ncir4C0 pjres
1 Tr" h* mtDhS'' D0 seu "tD"eal-rua -- O Sr. Julilo da Cosa Monteiro. tem
1 do Trapiche. orna cirta de importancia : na venda da rua
Alaia Ramos &c (jompannia, do Collegio n. 5.
Bello Slonte 8 de fevereiro de
i85a.Virginio Barboza da Silve.
A commissao dos eslabelecimentos de
Caridade manda coolinuar com a obra do
hospital Pedro 2.*, segunda-feira 16 do cor-
rente, os servootes forros ecaptivos d'-verao
comparecer impreterivelmente nesle dla.e os
que o n3u llzerem seus lugares sarflo preen-
cbidos por outros.
Antonio Homem Lodo retira-se para ro
ra da provincia, levando em sua companhia
sua seuhora. seu sogro, a seu mano, es-
to de nome Jo5o llonem Camello, e aquelle
Vicente Saraiva de Aranjo Pimental.
.- Na segn la-feira 9 do crrenla, lendo
sahilo a vender pelas ras desta cidade a
preta JoaquiuPde Idade pQCO mais ou me-
nos de 40 annos, nao mais voltou a casa,
pelo que se julga fgida: levou vestido de
cinta rocha, e pao da costa velho ; quem
dellasouher noticias ou aprenlieiidela leva
a sua seuhora na rua Augusta casa o. 33,
quesera recompensado.
Ollerece-sa um moco portuguez psra
caixeiro de qualquer casa de negocio, de
quo tem bstanle pralica e d fiadur do sua
conducta: quom procisar unnuneie.
Aluga-se a loja da casa da rua larga du
Rozarlo 11. 16, prupria para qualquer esla-
bcleciruento, pelo bom local, uu mesmo pa-
ra inarcineiro pur ser multo grande : a Ira-
lar na rua do Uueimado n. 44.
Precisa-se alugar duus moleques : na
rua da Cadeia n. 13.
Precisa-se de urna ama forra,! ou cap-
tiva, para umi casa de pouca familia : na
rua do Pilar em Fra de Portas n. 72, segun-
do andar.
Acha-se farlnha nova de SSSF, (de ra-
mlnha) para vender, nos armazens de Dea-
ne Voule & Com inhii, no becco de Gon-
calvea,
O Sr. Antonio Jos do Medeiros Cibral,
tem urna carta viuda da ilha de S. Miguel
ni rui da Praia, armazem n. 1 de Cuilher-
meSoares Bolelho.
~ OSr, Jos Marcos Taveiros, tem orna
carta, na rua do Queimado, loja de miude-
zas n. 25.
Altencao.
Nova fabrica de chapeos de Sol no atierro
da Boa-Vista n. 22, acha-se um grande
sorlimenlo do chapeos do Sol muita
em conta, tanto para homem,como para ae-
nhora, como seja de seda ou de panninho, o
grande sorlimenlo de pecaa de seda ede pa-
panninho para cubrir os chapeos do Sol ja
usaJo.tambem concerta os dittos peol preco
mas commodo do que em oulra qualquer
e parte com toda iromptidSo,
Precisa-se alugar um sobrado de 1 an-
dar, ou primpiro andar as ras daa Trinxei-
ras, Queimado, Rozario larga, o estrella,
Collegio, Direita, Terco.llortas, e Agoas-ver-
des ; e urna preta pa'ra comprar, cozinhar, e
guintes :
Jornaes Iliterarios,polticos e com-
merciaes.
Imprensa, Diario de Pernambu-
co, Jornal do Commercio do Kio
ile Janeiro, Mercantil da .ibi 1 ,
Diario do Coverno de Portugal ,
I.-i inil.it te, Kevolocao de Setem-
bro, Nacao, Peridico dos Pobres
do Porto, Semana, Atlieneu, He-
vista Universal Lisbonense, Kevis-
la
maano Pittoresco de Madrid, II-
luatrac&o HeapaohoU, Ulaatrafi
Franceza. Esles peridicos sao re-
cebidos regularmente no gabinete,
pelos vapores da Europa e do Sul
do imperio. Recife, 7 de feverei-
ro de i852. Joo Quirino de
Aguilar secretario.
Calt^ratta
do a Luiz Antonio Rodrigues do Almida
por execugSo de Antonio Ignacio do Reg
Meddiros, pelo juizo da primeira vara, es-
crivao Cunta*
Atierro da Boa-Vista n. 16.
Pommateou cutileiro to n a honra de pro-
venir ao respeitavel publico que vai lazer
urna viagem Franca e por esle motivo re-
solv'eu vender a prefo do custo 10 las as IV
zendas da sua loja, isto a dinheiro a vista
aliancandoa qualidade das fazendas que Ihe
compraren.
Desappareceu de casa o africano, de
nome Manoel, no dia 30 de Janeiro do mez
prximo passado, levando vestido camisa
de madapolao ecalsa de casimira de lislras
ja usada, consta que anda pela Capunga :
quem o apprehender, leve-o a rua larga do
Rozario, no segundo andar do sobrado n.23,
que sera recompensado.
Precisa-se de urna arca, para casa de
homem solteiro : no aterro da Boa Vista ,
venda n. 80, se dir quem precisa.
Na rua do Hospicio o. 52 pcecia-so
do una ama que engomme bem .
**#<'* foniiommar para urna pessoa uo pateo do Car-
ft, O escrivSu Silva llego acha-se resi-
fr dindo na rua do Cabug no segundo ;
t andar do sobrado n. 7. *
Arrenda-se um sitio, conlendo porcao ran
do coqueiros r minias arvores de frutos ,
com casa de vivenda e muito proprio para
se plantar cipim, por ser a margem do rio :
01 pretendotes, p.lem dirigir se 10 pas-
soio publico, loja n. 11.
mo n. 10.
Francisco Pereira da Silva, subdito
portuguez relin-se para o Rio de Janeiro
lavando em sua companbia sua niulher Ma-
Izabel da Silva, o suas Ulnas, Mana
Na Rua do Arago, n. i2, se-
gundo andar, copia-se com perfei-
cao qualquer papel cm muito boa
eltra e por preco commodo.
AVISO SATISFACTORIO.
O abaiio assignado, agente do Dr. Bran-
Irolh, faz sciente ao respeitavel publico.
garseus dbitos 1 rua da Cadeia do Recife-
n. 54 assegurando toda acontemplaco nos
juros; ese assim o nao flzerem passardo
a ser demandados, oque ser urna vergo-
uha para os devedores alem d.i abuso com-
mettido, alguns ata ha 15 annos.
-- Proci-.a-.sa alugar um preto escravo:
na rua la-ga do Rozario, loja 11. 48.
-- Precisa-sede um caixeiro para vonda :
na rua da Aurora 11. 21.
r\'o paleo da rikeira de S. Jos n. 15,
lava-seeengooiina-se com peifeicao e ic-
ceio.
Precisa-so alugar um molequo para o
sarvico interno de uina casa estrangeira
,,.,..;.. un "> .w .i-^.u uver dirija-se
a rua do trapicha 11 8. ______
a
Compras.
-- Compram-se escravos rceoulos, ma-
cos o remira, de 12 a 20 annos de idade,
com habilidades, ou sera ellas : na rua da
Cadeia no Recife, casa 11. 8.
^ i o npra-se una escrava, que tetilla !#
i, hablli lades: na rua do Vigario u. 'J. 4
*aaaaVa>*,*al*al*aV
Coinpra-se um pao do rede com birros,
ou somlelles: Comprase tambem urna ti-
1 ni nova, ou em bom estado : no patoo da
IVnha sobrado, do sotao deffronle do con-
vento.
Vendas
F0LH1NHAS PAR\ i85a.
Vendem-se folbinlias de porta ,
de padre, e de algibeira de tres dif-
l'erentcs qualidades,sendo urna del-
que pelo brigue americano James Crosby cacis.o|u ,
viudo de Roston entrado no crrenlo mez.llas com o alllianak lia Claue e pro-
recebeu novo provimento de pilulas ""R8-! vincia: vendem-se nicamente na
taes de seu uroprio autor; estas celebres pi-l __/;. o
lulas sao recommeodad.s'por milhire..delpraca da Independencia n. 6 e
pessoas a quem ellas lem curado de ihlisi-
ca, influencia, catarros, indigestos, dis-
pepsia, dores de cabera, dores ou pezo na
nuca, que geralmenle su simptomas de
apoplexia, ictaricia, febres intarmilenles,
Inllis, esca latinas, febre amarella, e toda a
classe de febres, asma, gola, rheumatismo,
enfarmidadas nervosas, dores no ligado,
pleuresa, debilid.de interior, abatimeoto
leespirilo, roturas iiillainmacOes, incha-
;0es dos ollios, accidentes, parlisis, hidro-
pesa, boxiga, saram.io; enfermi lades dos
meninos, losse de toda a classe, coHcas, co-
k'i.i-in H luis, dor de pedra, lombrigas, de-
sintera, surdez.vagados de cabeca erisipel-,
la, ulceras algulas do 30 annos, cancros, tu-
mores, inchaOea nos ps e pernas, almorei -
mas, errupcSo de polle, sonhus horriveis,
pazadellos ; toda a qualidade de dores e
molestias de mulheres, como obstruidos,
relachac,Oeselc. etc. ; he um modicamenlo
intoiramente noOencivo, podendo applicar-
se at as creancas rescomnacidas; ltima-
mente se lem applicado, a urna enfermida-
de de molestias julgadas encuravels, de cu-
ja applicav'So se lem tirado ISo felizes resul-
tados que parece cada vez mais resolvido o
problema do um remedio universal : ven-
dem-se com o seu redituarlo, na rua da
Cadeia-Velha n. 61, botica de Vicente Jos
de linio.*
Na primeira audiencia do Illm. Sr. Dr.
juiz dos feilos da fazenda.so bao de arrema-
tar os seguintes objectos : um engenho de-
nominado Barbalho na freguesia da comar-
ca do Cabo, com todas as suas trras, mat-
tas e logradores, casas do engenho, de vi-
venda e de purgar, com 30 furos e 3 balcOes
grandes, senzalla para pretos, 1 moenda, 4
lachas e um parol de caldos, ludo de ferro,
e outros objectos avallados em 38:000,000 rs.
o da mesma forma vao a praca os bens an-
nunciados em o Diaria de Pcrnambuco do 26,
27 e 28, de novembro do anuo p. passado,
a excepcSo de alguns queja furam arrema-
tados.
Precisa-se fallar com a Sra. I). Ray-
munda Maris. Carneiro da Cunha, ou com
quem for seu procurador; 1 negocio do seu
inleresse, para o quequein annunciar a
sua morada.
Nova fabrica de chapeos de sol e
d.LuzeJosepbinadaLuz. Nesta nova fibrica o reipeiUvel publico
- Precisa-se alugar om escravo, ou qual- ichan um completo lortimento de ctiapeos
quer um homem forro, para o servico de do aol de seda epinmho, tanto para no-
umacasaestraogeira : na rua da Cuz nu- mom, como para senhora.e concerta igual-
moro 88# mente, por precos man commodos do que
Lotera do Uo de Janeiro.
Aos 20:000,000 de rs.
Na loja de mitulezas da praca da
Independencia n 4j vendem-se bi-
Ibetesinleiros, meios, quartos, oi-
tavos e vigsimos, a beneficio das
Casas de Caridade ; eipera-se a
lista no primeiro vapor.
Msica para piano.
Venda-se a nova ma'.urka, polkas e lindas
valsas: na praca da Independencia, loja de
miudezas n. 3. Na mesma loja ha muito sa-
porior lima de escrever em garrafas.
Venda-se duas partes de Ierra, dos
herdeiros do sitio denominado Ticiruna,
no lugar de Balem : quem pretender dirija-
se a rua estreili do Rosario, n. 28, segundo
andar, que achara com quem tratar.
Para bailes mascarados.
Vendem-se pennas linas, brancas, encar-
nadas e pretas : na praca da Independencia,
loja e fabrica de chapeos de Joaquim de Oli-
veira Maii-
A pataca,
Lila fina de 3 palmos de largura
a pataca o covado, princeza fina a
800 rs. o covado: na rua do Ca-
bug n. 10.
S. Flix.
Vendem-ie os verdadeiros charutos de
S. Folix : na rua do Queimado n. 9.
Veude-sa urna bonita rede pintada, pro-
pria para enancas : na rua larga do Roza-
rio n. 20.
-- Vende-se umi mesa de amarello, com
7 palmos de comprimento e 4 do largura :
na rua Bella n. 16.
Chapeos do Chile pequeos.
Vendem-se muito superiores chapeos
do Chile da moda : na loja e fabrica de cha-
peos do Joaquim de Oliveira Maia, na praca
da Indepedencia.
.- Vendem-so duas casinhas meias agoas
no llm da rua Augusta: trita so na mesma
rua 11. 23.
Vende-so um carro de quatro rodal
muito pouco di-
j. d.VI. muito levie seguro, por muito pouco di-
tinturaria, no aterro da uoa vis- neJro. na pra?a d, boi Vista, coebeira
ta n. aa. *o francois. ......____,.,...
~ Vendem-se por preco commodo dous
curios decidida de Goianna muito boas
cantadores : quem os protender dirija-ie
ao-becco do Sarapatel 13 que achara com
quem tratar.


#
/

I H
Cal vilgem de Lisboi.
Vende-se cal de I.islna, de p-
tima qaalidade vinda no ultimo
navio : trata-se com A agual C.
de Abren, na ra da Cadeia do Re-
cite n. 48.
AGENCIA
da fundicao Low-Moor.
RUA DA SENZALLA NOVA N. 42.
Neste jstabeleeimento conti-
na a haver um completo sorti-
mento de moendaso meias moen-
das para engenho, machinas de
vapor, e taixas de ferro batido e
coado, de todos os tamanhos, pa-
ra dito.
Antigo deposito de cal
virgem. .
Na ra do Trapiche, n. 17, ha
muito superior cal nova em pedra,
chegada ltimamente de Lisboa:
tambem se vende potassa da Rus-
sia, nova e de superior qualidade.
Bombas de Ierro.
Vendem-se bombas de repuxo,
pndulas e picota para cacimba :
na ra do Brum ns. 6, 8 e 10,
fundicSo de Ierro.
Deposito da fabrica de Todos os
Santos na llalila.
Vende-se, em cas deN. "0. Bieber&C., w
*~*^&jgjgggS& ficio da lotera de LI; 8. do Livra-
Loteria do Rio de Janeiro.
aos ao:ooo,ooo e 10:000,000 de rs
O cautelista Solustiano de Aqui-
no Ferreira avisa ao resp'ilavel
publico, que no dia 19 do corren-
te mez, deve chegar do Sul o v^
por da companhia brasileira, e no
dia aoo vnpor inglez Tcviot, con-
ductores das listas da 14- lotera
a beneficio das Cosas de Caridade,
que corren no dia 4 desle mez, e
paga immediatamente logo que re-
ceber as listas, sem ganancia al-
guma, todos e quaesquer premios
que sahirem nos bilhetes, meios,
quartos, oitavos e vigsimos, ven-
didos na praca da Independencia
n. 13 e 15, loja de calcado do A-
rantes, e na ra da Cadeia do Re-
cife n. 46, loja de miudezas.
33,000
11,000
Bilhetes
Meios
Quartos 5,5oo
Oitavos 2,800
Vigsimos i,3oo
Lotera de N. S. do Livramento.
Aos 5:ooo,ooo ders.
Na loja de miudezas da praca
da Independencia n. 4? vendem-
se bilhetes inteiros, meios, quar-
tos, decimos e vigsimos, a bene-
quella fabrica
assocar e roupa de escravos, por pregocom-
modo.
Vendem-se relogios de ou-
roeprata, patente inglez: na ra
da Senzalla Nova n. 42.
Casa de commiss5o de escravos.
Vendem-se escravos e recebem-|
se de commissao, tanto para a pro-
mento que corre impreterivel-
mente no dia a8 do corrente.
Bilhetes inteiros 10,000
Meios 5,ooo
Quartos a>6oo
Decimos 1,100
Vigsimos Goo
Vende-se a casa n. 25, la ra do Ale-
vincia como para (ora della, para crim : a tratar na ra Dlreitao. 6, segundo
.. *. > andar
o que se ofl'erece multas garantas
a seusdonos : narua da Cacimba
n. li, primeiro andar.
Arados de ferro.
Vendem-se arados de diversos
modelos, assim como americanos
com canillan de sicupira e bracos
da ferro : na fundicao da ra do
Brum ns. 6, 8 e io.
familia Fontana,
chegada uHimamente: em casa de J. J. Tas-
so Jnior, na ra do Amorim a. 35.
Agencia de Edwin Maw.
Na ra de Apollo n. li, armazem de >lc. Cal-
mont&t Companbia, acha-se constantemente
bons sortimentos de uixa de ferro coado e
balido, tanto rasa como fundas, moendas in-
eiraa todas de ferro para aniuiaes, agoa, ele ,
andar.
Vendem-se velas de espermaceti, em
caixas, do superior qualidade: em casa de
J. Keller & Companliia: na ru da Cruz nu-
mero 55.
Na porta da Alfandeg e no
armazem do barateiro Joaquim da
Silva Lopes, vende-se furinha ion-
tona 5SSF e de Fhiladelphia, l-
timamente chegada.
Avisa-se as casas, que se
costumao sortir de charutos finos,
que acabam de chgar da Baha ,
as seguntesqualidades :
Deputados.
Deputados imperiaes.
Baionetas imperiaes.
Fama va.
dlus para armar em madeira de todos o> l-
mannos e madellos o mais moderno, machina |._Bi:~
horiMnii.il para vapor, om fora de 4caval-| itegaild.
Tioliuvuo
Vendem-se na travessa da Madre
lo9, COUCOIi l'.lSs id.i i *
nar'a de rula". P0' menoa Prcf que os
*.. ---.., .....mis para navios, ferro ingle
lantocm barras como em arcos folhas. e ludo
por barato preco.
Deposito de eal e potassa.
No armazem da ra da Cadeia
do Recife n. ia, ha muito supe-
rior cal de Lisboa, em pedra, as-
sim como potassa chegada ultima-
mente, a precos muito rasoaveis
l arinha de mandioca.
Vende-se saccas com superior farinlia
de mandioca a precos rasoaveis: a tratar
com J. J. Tasso Jnior ra do Amoiim
n. 35.
Deposito de cal virgem.
Cunha & Amorim, na ra da Cadeia do
Recite, n. 50, vende-se barris com supe-
rior cal em pedra, chegada pelo ultimo
navio de Lisboa, por menos prego do que
em outra qualqner parte.
-- No escriplurio de Msnoel Joaqim Ra-
mos e Silva, na ra da Cadeia do Recife,
vende-se por preco rommodo cal virgem de
Lisboa chegada no ultimo navio, bezerro de
lustro, mercurio, linha de Roriz.retroz, fe-
cbaduras do Poito, paooos e casemiras
de 10.
Ovas do Sertao.
de Dos, armazem ns. l\ e 6.
Cheguem os amantes da boa
pitada.
l'elo ultimo vapor chegado do
Rio, veio nova forr.ada do supe-
rior rap princeza do Rio de Ja-
neiro, em libras e meias ditas: na
ra do Queimado, loja de miude-
zas n. }->.
Lotera do Rio de Janeiro.
Aos 20:000,000, 10:000,000, 4:000,000
2:000.000 e 1.000,000 de rs.
Na loja da Viava Vieira & Filhos, na ra
Vendem-se ovas do Sortflo muito frescaesjl
roa do Queimado loja 0. i. | ,,u d. 20 |o[erja a b8nefi(.0 do thealro
llape rauloljordeiro- de Sr. Pedro, e o resumo da extracto da
recntenteme chegado do Rio de Janeiro quaita loteiia a beneficio da freguezia de
vende-se na ra da Cadeia do Recife loja n,| S. Jos, que se acham patentes na mesma
50, de Cunha & Amorim. i loja, e juntamente receberam e acbam-se a
No armazem da ra da MoJa n. 15 venda us mui afortunados bilhetes, meios,
vende-so cal de Lisboa em pedra, a mais no- quartos, oitavos e vigsimos da 14 lotera a
va que ha no mercado, chegada no corrente! beneficio-das Casas de Caridade, e trocam-se
mez, no brigue Laya ; assim como mercurio! por bilhetes premiados das loteras do Rio
doce em caixinhas de libra cada urna, tudo de Janeiro e desta provincia,
por menos prego do que em outra qualquer Vende-se um pardo mogo bonita ligu-
parte. ra,proprio para pagem, ou qualquer oficio :
Bailes mascarados. "u rua larga do Rozario o. 35 luja ; c urna
Na ra da Cadeia do Recife loja n. 50, de1 {"".' ^e bo "duela e comalgumaa ha-
Cunjia & Amorim, vende-se villudinhos de bilidades.
dif/ereotes e bnlhintes cores, para vestua- QueiJOS do aertao.
rios de bailes de mascaras, e roupas de Vendem-se queijos grandes e frescaes,
tbeatro : chegados pelo ultimo navio de vindos do Sertao, e por prego commodo :
Franja; assim como caigas de meia; a tro-1 na ra do Queimado loja n. 14.
co de dinheiro se vendem por barato prego. |ara bailes mascarados.
Rovos cobertores de tapete a Mascaras de cera o de pao por prego com-
1,44 rs. modo: na ra do Rosario larga loja de iniu-
Na ra do Crespo loja da esquina que dezas **
E MAIS OFFICINAS
NA
Ra Imperial n. 118 c 12o, e deposito na ra Nova n. 33.
Respcitosamentoavisam ao publico, o parlicularmenle ios Srs. de engenhos e des-
tiladores, etc., que este eslabelecirnento se acha completamente montado, com as pro-
porgfles necessarias, para desempernar qualquer machina, ou obra concernente ao mes-
mo. O mesmos chamam a attengflo para as seguintes obras, as quaes construidas em sua
fabrica competen com as fabricadas na Europa, na qualidade e mfio de obra, e por me-
nos prego, a saber :
MACHINAS continuas de destilar, pelo methodo do autor francez Derosne, as me-
Ihores machinas, que para este fim at hoje tem apparecido.
ALAMBIQUES de cobre de todas as dimensOes.
TODOS OS COBRES necossarios para o fabrico de assucar.
TAIXOS DE COBRE para rofinsgSo.
TAIXAS DITO para engenho.
DITAS DITO movis para dito.
BOMBAS DE COBRE de picote, de repucho, de roda e de pndulas.
ESCRIVANINHAS de lalflo dos melhores modellos.
DITAS DITO galvauisadas.
SINOS do todos os tamanhos.
OS APRECIAVEIS fugues de ferro econmicos.
BURRAS de ferro as mais bem construidas.
CARROS dito do inflo.
POUTOES de ferro.
VARANDASdito.
GRADIAMENTOS dito.
TAIXAS dito.
CALDEIRAS dito.
BANIIEIItOS de zinco o de folha, para banho de choque.
SALSA P ARRILH A OE BRISTOL
s.ilsa1,arK"sdmds.
A salsa parrilha doUristol data desde 1832, e lem constantemente mantido sua reputa-
gflo, sem necessidade do recorrer a pomposos annuncios de que as preparagdes de m-
rito podem despensar-se. Osucesso doDr. Rristol tem provocado infinitas invejas, e
entre outras, as dos Srs. A. U. D. Sands, de Mew-York, preparadores e propietarios da
salsa parrilha conhecida pelo nomo de Sauds.
Estesscnhoressolieilr3oeml842 a agencia de Salsa parrilha de Bristol, a como nSo
o pudessem obter, fabric^rflo una imittgSo de Bristol.
Eis-aqui a carta que os Srs. A. R. D. Sands escreveram ao Dr. Bristol, no dia 20 de abril
de 1842, e que se acha em nosso poder :
Sr. Dr. C. C. Bristol.
Bfalo, ele.
Nosso apreciavel senlior.
Em todo o uno passado temos vend lo quantidades coisideraves do extracto de
salsaparrilha de vm. e pelo que ouvimosdizer de suas virtudes quelles queatem usa-
do, julgamos que a venda da dita medicinase augmentar muitissimo. Se Vm. quizer
fazer um convenio comnosco eremos que nos resultara multa vantugem, tanto a nos
como a Vm. Temos muito prazer que Vm. nos responda sobre esl iimpto. e Vm.
vier a esta cidade daqui a um moz, ou cousaaomoluaue, teamos muito prazer em o
vci fin nussa DOlica, ra do Fulton n. 79.
FicSo asordensde Vm. seua aeguros servidores.
(Assignados) A. R. D. Sands.
CONCLUSAS-
1." A antiguidade da salsa parrilha de Bristol, he claramente provada, pois que ella
data desde 18.12, o que a de Sands s appareceu em 1812, poca na qual este droguis-
ta nflo pO le obter a agencia do Br. Bristol.
2. A superioridade da salsa parrilha do Bristol he inconlestavel, pois que nflo obs-
tante a concurrencia da de Sands, e de urna porgflo de outras preparagOes, ella tem man-
tido a siia reputagao em qnasi lo la a America.
As numerosas experiencias feitas com n uso da salsa parilha em todas as infermida-
dcs originadas pela impureza do sangue, e o bom xito oblido nesta corle pelo IIIni. Sr.
Dr. SigauJ, presidente da academia impeiial de medicina, pelo (Ilustrado Sr. Dr. An-
tonio Jos l'eixoto em sua clnica, e em sua afamada casa desaudna Gamboa,pelo Illm.
Sr. Dr. Saturnino de Oliveira, me lico do exercilo, o por varios outros mdicos, per-
inittem boje de proclamar altamente as virtudes eilicazes da salsaparrilha de Bristol,
Vend-te a 5,000 rs. o vidro; na botica de Sr. Jos Mara Gongalves Ramos, ra
dos Quarteis pegado ao Quartel de Polica.
volta para a cadeia, vendem-se cobertores
de tapete, grandes bonilos, pelo diminuto
prego de 1,410 rs.; em qualidade sflo os me-
lhores que tem viudo no mercado, por isso,
recommenda-se aos Srs. de engenho que
quizerem comprar da pichincha, nflo se de-
moren), porque ja ha poucos pela estragSo
que lem tido.
He to barato,
Que faz animar ;
Qucm vir a pechincha
Nao deixar de comprar.
Na ra do Crespo loja da quina que vira
para a cadeia, vende-sn panno lino preto, a
3,000, 3,500, 4,000 4,500, 5,000 e 5,500 rs.
o covado dito francez muito superior, a
6,000 rs. ; dito azul, a 2,600, 3,500, 4,000 e
5,000 rs. dito verde, a 2,800, 3,000 e 6,000
rs.; dito cor de rap, a 2.600 rs. ; casemi-
ra preta, a 4,800 6,000, 7,500 8,500 e 10.000
rs. o corte; sarja preta de seda muito su-
perior, a 2,500 rs. o covado ; merino preto
muito bom, a 2,800 e 3,200 rs. o covado cor-
les de ca8sa chita muito bonilos, a 1,920
rs. ; e outras uiuitis fazendas por prego
commodo.
Na ra do Crespo n. 4 existe um ca-
vallo Iszflo novo, carregador, bajxu, sem
achaques para vender-se.
.Alti'n(fio ao baraleiro da Ma do
Crespo n. i4, loja de Jos Fran-
cisco Das, chitas cabocolas, a
200 ris o covado.
-- Vendem-se chitas escuras cores de v-
nhn e de caf, fazenda inteiramente de pa-
drees novos e cores muito fitas, a 200 rs. o
covado; ditas francezas muito superiores,
a 240 rs. o covado ; ditas de quadros pa-
drOesescuros e inteiramente modernos, a
200 rs, o covado ; superior atoalhado ada-
Fara liquidar
Kaz-se todo o negocio dinheirox
Vendem-se por lodo o prego presentos
hollandezes, proprios para fiambre o Icm-
pero : na ra da Cadeia do Recife, n 23.
-- Vende-se farinha de mandioca superior
em qualidade da precedencia dePorto^Ale-
gre e a prego rasoavel: a bordo do paladn
Felicidade fundeado em frenlo do caes do Ra-
mos, ou na ra da Cadeia, casa n. 19. 1."
andar.
-- Vendem-se enxadas calgadas com sgo,
panellas, frigideras, csssarollis o chaleira
de ferro forradas de porcellana, hcelas de
faa para doce, carretilhas, grelbas para
torrar pSo, almofarizes, facas com girfo,
mudo linos, colheres de metal do principe
e outras muitas ferragenspor piegoa com-
modos: na Rua-Nova. loja de ferragens
n. 16, de Jos Luiz Pereira.
No escriptorio de Novaes &
Companhia, na ra do Trapiche
n. 34, tem para vender, por preco
commodo, carneiras de cores; cha-
peos de palha do Chile, em por-
coes; linhas de roriz e de Cuima-
res; ti ala para escrever e grana
de lustro.
Vende-se superior farinha
de mandioca de Santa Catbarina,
por prego muito commodo, a bor-
do do patacho brasileiro Alegra ,
fundeado em frente ao caes do Ha-
mos : a tratar a bordo do mesmo
patacho, ou no escriptorio de No-
vaes & Companhia, na ra do Tra-
piche n. .34-
Vende-se milho muito novo a 2,560 rs.
o alqueire : 110 Irapiclie do Cunha, no lim
da ra da Moeda.
Vende-se,
Alm de muitos e superiores gneros, ven-
ili'-e igualmente os seguinles : caf do Rio,
em porgflo e a retaiho, massas linas, con-
servas, o excellente doce de annanaT em
frascos de 6 libras, exlrait d'absiiilbe, vi-
Moinhos de vento
eom,bombas de repudio para regar hortas
d baixasdecapim : vendem-sena fundigflo
de Itowman 01 Me. Callum, na ra do Brum
na. 6. 8 e 10.
Vinho de Champagne,
e superior qualidade : vende-se no arma-
em Kalkmanu Irmflos Ra da Cruz, n. 10
Vende-se por preco commo-
do, cal virgem, muito nova, che-
gada pelo ultimo navio, por prego
muito commodo : no armazem de
DU Ferreira, no caes da A Ifande-
ga, ou com Novaes & Companhia,
na ra do Trapiche n. 34.
Arados de ferro.
Na fundigflo da Aurora, em S. Amaro,
vendem-se arados de ferro de diversos mo-
delos.
DE VE RES DOS HOMENS,
a 5oo rs.
Vende-se este compendio aprovado para
as aulas, em meia encadernagflo, a 500 rs.,
cada um: na hvrana n. 6 e 8, da praga da
Independencia.
Superior cha nacional
em caixinbas de 2 libras, e da melhor qua-
lidade ; vende-se por prego commodo, na
ra do Corpo-Santo n. 2, primeiro andar.
Oprimo vinho branco.
Vendem-se barris de, 5 em pi-
pa, coni vinho branco de Lisboa,
il 1 melhor qualidade queapparece:
trata-se na ra da Cadeia do Re-
cife n. 48
Tulxas para eiigenlio.
Na fundigflo do ferro da ra do Brum,
acaba-se de receber um completo sortlmeo-
to de taixas de 3 a 8 palmos de bocea, as
quaas acham-se a venda por prego com-
modo, e com promptidflo embarcam-se,ou
carregam-se em carros sem desp.ezas ao
comprador.
Vendem-se latas com bolaxinhas de ara-
mia do Rio de Janeiro, novos durillos es-
Vende-se farinha fontana
muito superior e nova no merca-
do : a tratar com Manoel da Silva
Santos, na ra do Amorim n. 56 e
58, ou no armazem do Annes no
caes da alfandega..
Principios geraes de economa pu-
blica e industrial.
Vendo-se este compendio, approvado para
|l aulas de primeiras letras, a 480rs.: na
praga da Independencia, livraria n. 6 e8.
Vendem-se barris com breu,
por preco commodo, e em lotes a
vontade dos compradores : na ra
do Trapiche n. 36, escriptorio de
Matheus Austin & Companhia.
Cobertores de algodao.
Superiores cobertores de algod&o de di-
ferentes cores, tecidos a dous fos, muito
grande, lem toda applicagao em urna casa de
familia, por servir para meza de engom-
mado e forrar camas e mesmo par escra-
vos, pelo diminuto prego de 1,440 rs.: na
ra do Crespo n. 6.
Grande fabrica de chapeos de sol,
de J. Falque lua do Collgeio
n. 4.
Neste novo estabelecimento recebeu-se
um novo e lindo sortimento de chapeos de
Sol dos ltimos gostos, tanto de seda como
de paninho para homens e soahoras, de ar-
magflo de baleia e de asso que se vendem
por menos prego quo em outra qualquer par-
le; grande sortimento de chamalole, sedas
e paiiiiiiins em pega de todss as cores o qua-
lidades para as pessaas que quizerem man-
dar cobrirarmagdes servidas. Cmplelo sur-
timento de balelas para vestidos esparlilhos
para senhoras, fazem-se umbellas de igreja e
conceita-se qnalquer qualidade de chapeos
de sol: todos os objectos cima mencionados
se vendem em porgflo e a retaiho, por prego
que agradara aos freguezes vista da quali-
dade.
Vende-se um sitio com casa de pedra e
mi, com bastante arvoredos e boa agoa para
beber, na estrada de Joflo de Barros, chflos
proprios : a tratar na ra da Cadeia do Re-
cife o. 30.
Velas de EspaTmacete.
Vendem-se velas de esparmacete
em caixinbas de ao Ib, em casa de
Augusto C, de Abreu : na ra da
Cadea do Recife n. 48.
Vende-se champagne da marca amiga
e bem conhecida, Coinel, em cusa de Deaoe
Yule & companhia : na ra da Cadeia.
I'atassa americana.
No antigo deposito da cadeia velha, n.
12 existe urna pequea porgflo de potassa
americana, chegada recentemente que por
superior rivalisa com adaRussia: vande-
se por prego razoavcl.
Vende-se um escravo, mogo e de bo-
nita figura : na ra da Cruz do Recife n. 38.
Vende-se na ra dos Pires, ultimo silio
voltando para o Corredor do Rispo, os se-
guintes objectos: 1 guarda ropa dobrado,
1 guardr livros, 2 pares de vasos de porce-
lana esmaltados dourados e grandes 2
aparelhos de porcelana branca para mesa,
1 guarda louga, 4 cadeiras de balango, ir-
ruius novospsra um cavallo de cabrlolet, 1
carro de 4 rodas, 1 prensa de patente para
espremer caj, 1 cama de ferro o 1 sof.
Vende-se doce fino de goiaba em cai-
xinhasdequatro libras em pequeas e gran-
des porgOes e prego commodo : na ra das
Cinco Ponas n. 82.
-- VenJe-se um bom cabriole!, com to-
dos os seus perlences, e igualmente o seu
excellente cavallo : a tratar na ra da Ca-
deia do Recife, com Jos Pires de Moraes.
Vende-se um mulatinho de 14 annos ,
muito alvo, sem vicios, neni achaques, mui-
to bonitinho e ptimo para psgem : na pra-
ga da Boa Vista n. 32, primeiro andar.
Holachinhas de araruta.
Na Iravessa da Madre de Dos, armazem
n. 5, chegou urna porgflo de latas com bo-
lachinhas de araruta muito novas e supe-
riores, que se vendem milo em conla.
Vende-se um bonito molecflo, por pre-
l m terreno barato.
Vende-se por prego muito commodo um
terreno com 30 palmos de ffbnte, e 500 de
fundo na ra Imperial do atierro do< Ami-
gados, pouco sdiante do Viveiro do Muniz :
a tratar na mesma luaaaom o Sr. Manoel
Carneiro Leal, na sua fabrica de Caldci-
reiro.
Vendem-se 5 escravas sendo urna linda
molata de idade de 22 annos, engomma, co-
se cham cozinha e faz doces de todas as
qualidades, 1 mulato de idade de 22 a 23
annos, 2 escravss de idade 20 annos com va-
rias habelidades urna dita de meia dado :
na roadireita u. 3.
Vende-se um sobrado de 2 andarese
sotflo, por prego muito commodo, no Reci-
fe becco dos Burgos n. 1: 1 tratar na roa da
l'raia, armazem n. 2, ou na ra do Collegio
n 17, terceiro andar.
Vende-se urna mulatinha de 7 annos
do idade, e de muito bonita figura : no sitio
do Hospicio da seoha Viuva Cunba, para vor
e ajustar.
Vende-se ou arrenda-sn o Engenho S.
Rita moeote e corrente meia legoa distante
da villa de Igunrassu' com proporgOes paia
safrejar-se, embarque junto ao engenho; ala-
gados, o outras proporgOes : quem o preten-
der en tenda-se com o proprietario no mesmo
engenho.
Vende-se urna escrava moga e robusta,
de mui boa coqducta e sadia, a qual sabe
engommar perfectamente, e mais 2 filhos,
um mulatinho de 2 annos fuma pretinha
de um anno : na cidade de Olinda, ruada
Misericordia ao subir ao lado direito, casa
immediata ao sobradrinbo do mesmo lado,
que fica com o oitSo para a ra do Bom Fim.
Vende-so um vestuario, proprio pera
bailede mascaras, por mui diminuto pre-
go : na ra do Brum n. 28.
-- Vende-se narua do Queimado n. 19,
ganga amarella para palitos e jaquetas, a
200 rs. o covado ; cambraia lisa com 8I|2
varas cada pega, a 2,400 rs.
Vendem se amarras de ferro : na rua
da Senztlla Nova n. 42.
Vende-se a loja de calgado da rua da
Penhi n. 5, com poucos fundos, o ptima
armagflo; cuja loja, fict unida ai outras
tambem de calgado, da rua do Livramento,
e por conseguinle, o milhor lugar para ne-
gociar com couros e calgado quem a poder
ter sortida ; vende-se com tudo que tiver
dentro ou s a armagflo, conforme ronvier
ao comprador; a tratar em Fora de Portas n.
142.
Vendem-se saceos com fari-
nha muito fina de Mag, a 3,600
rs. : no caes da alfandega. arma-
zem de Das Ferreira ou na rua
da Cruz n. 40, primeiro andar.
? Deposito de tecidos da fabri- ^
* ca de Todos os Santos, <;
j. na Baha. <*
Vende-se em casa de Domingos Al- !
* ves Matheus, na rua da Cruz do Re- 41
cifen. 52, primeiro andar, algodflo *" transadodaquellafabrica, muitopro- *
* prio para saceos e roupa de escra- S
? vos, assim como fio proprio para re- 2
gt, des de pescar e pavios para vellas, 4J
9. por prego muito commodo. -t
rlANOS.
Vendem-se em casa de Kalk-
mann limaos, na rua da Cruz n.
10, ricos pianos de Jacaranda, com
excedientes vozes chegados ha
pouco tem[io.
Livros em branco.
Vende-se em casa de Kal.kmaim Irmflos ,
na rua da Cruz n. 10, livros em branco che-
gados pelo ultimo navio.
Em casa de J. Keller 8t Com-
panhia, acha-se a venda vinagre
branco, superior de Nantes, em
barris de 3ti medidas.
Vende-se vinho de champa-
nhe legtimo e de superior quali-
dade : em casa de J. Keller &
go commodo: na ruadas Trincheiraso. 17. Companhia, narua da Cruz n. 55.
Vende-seo hotel commeVcio'silo na rua] MOB1L1AS DE FERRO.
da Cadeia n. 13, enm os nloncilio- que o] Vcndein-si: ricas nmliilias di: l'er-
compradorquizer: a tratar no mesmo. > rnnans mpsas radeiras
--Vende-se um forno para padaria, no Iro' cm ^napes, mesas, cadeiras
centro da cidsde, tendo lugar para morala jcoui braco C sem elle, c muitos 011
e armazem para lenha, com desembarque
na poila : o prctendonle annuucie sua mo-
rada.
Vende-se
mascado de puro linbo e com 8 palmos de!
largura, pelo muito barato prego, do l,60O deira eMuscatoi de selubal, sardinjjaa emnho c Filho7e mais de diversas qualidades
rs. a vara; alpaca preta muito lina, t_640 rs. | latas miiures e meuo.es, 11 inis.simajj 01-! por pregoi commodos para fexar corra; ta-
pioca, saccas com mllno novo, urna porgflo
nhodoRheno, ditos de Cherry, Porto Ma- pruncos e Regas de S. Feliz, ditos de Casla-
Muscatel de Setubaj, sardinhaa emfnho ct KMho, n
o covado ; cassas francezas de cotos Da mais xinhas do todos os tamanhos com amen-
lims que lem apparecido, a 640 rs a vara ; doascoofeitadas, muito propriss para pre-
cassaschilas muilo largase cores fixas, pelo sent, presuntos americanos e inglezespara
baratissimo prego do 200 rs. o covado; di-
tas em cortes com 6 1|2 varas, a 2,000 rs. o
corte ; cortes de cambraia de seda cor de
carne e de rosa, fazenda do ultimo gusto,
pelo baratissimo prego, de 8,500 rs. o corte;
idem de seda pura, todosjirancus, pelo lia-
Talo prego de 12,000 rs. o corle; superio-
res brins de puro linho trangado, de ricas
cares, e novos padrdes, a 1,200 rs. a vara ;
assim como uutris muitas fazendas de agr
fiambre, uitos do Porto e Lisboa, milho em
sacess, sebo do Porlo em caixas de I arro-
ba, cha preto sollo e em massinhos de S em
libra, latas com muito fino Inscoilo in-
glez; tudo islo vende-se por monos do que
em outra qualquer parte: na na da Cadeia
do Itecife, n. 23, armazem de molhados.
Moriiiln- superiores.
Na fundigdo de C. Starr & Companhia,
em S.-Amaro, acham-se i venda moendas
dar aos Srs. compradores, tanto nos pregos de canna, todas de ferro, de um modelo e
como as qualidades. construcgflo muito superior
de ii.iii lyiliis douradas para enfeites de
salla, vindas da Baha : no 1 rmasem da tra-
vessa da Madre de Daos n. 16.
1* .
a
.'-inia.o de iVantua
800 rs.
Vonde-so a historia de Simflo de Nantua,
Cha preto e verde, de superior
qualulade.e'ii caixas pequeas ;
Vedas de espermacete desuperic-r
qualidade em ditas ditas,
Fio desapateiro, de diversas co-
res :
Tudo em conta, no armazem de
Adamson Hoiwe ck Companhia,
na rua do Trapiche, n. 4a-
Liquidacao.
lltil Ramos & Companhia, estflo resol-
vi ios definitivamente a liquidar sua loja,
na rua Nova n. 6, e por isso vendem a di-
nheiro a vista as fazendas que estarflo pa-
tentes aos compradores na dita loja: em
quanlo aos pregos elles convidan!, aprovei-
tem ao oceasiflo de comprar por metade do
seu justo valor.
LiquidacSo.
Vende-sena loja de Maia Ramos & Com-
panhia, a dinheiro a vista, ya. el para forro
de salas, o mais barato possivel; assim como
2 salasde Paizagem a lomada do Roma, e
ha Milla de I ly | elos francezes.
-- Na rua Nova n. 8, loja do barateiro, veo-
dem-se encoidoagOes para rabecflo.ditas para
violons .elli ; muito beas clarinetas em La e
Si, de 8 e 10 chaves; pelo melnor auctor
francez; ophicleides de 10 chaves por An-
tonio Courtois ; obreias de colla a 240 rs. a
caixinha ; mascaras de cera para bomem e
senliora e outras faseudas mais por prego
rasoaveis.
A bordo da escuna Mara Firrr.ina, fun-
diada defronte do caes do (ollegio.ha supe-
rior farinha de maodiocalde S. Matheus, que
se vende mais barata do quo em qualquer
outra parte trata-se a bordo com o capitflo;
e na rua da' Cruz n. 33, com Luiz Jos de Sa
Araujo.
Vendo-so por prego commodo, ou alu-
ga-se urna canoa grande de 1000 a 1500 I
tros objectos de ferro : no arma-
zem de Kalkmann Irmaos, na rua
da Cruz n. 10.
3fukluras douradas
de todas os larguras : vendem-se no arma-
zem de Kallkmann Irmflos,ruad Cruz n. 10.
a 800 rs. : na livraria da praga da lndepen-f 8,000 rs.
dencia n. 6 e 8.
Vende-se toucinho em jaca-
zes: na travessa da Madre-de-
Deos n. 4 e 6.
julos de alveoana grossa,quasi nova e mui-
lo bem construida : a tiatir no Hospicio ,
sitio da senliora Viuva Cunha.
Vendem-se saccas com arroz de casca,
pelo prego de 2,400 rs. a sacca : no aterro
da Boa Vista, venda n. 2.
Vendem-se cortes de cambrsia de seda
do ultimo gosto, e requissimos padrdes a
Escravos fgidos.
Dcsappareceo no mez da novembro de
1851 o preto Congalo crioulo que representa
ter 40 oanlos annos, altura e corpo regu-
lar e barbado, tem falta de denles, o beigo
superior virado para cima eno meio tem
urna pequenaci catriz, este heo slgnsl mais
claro que elle tem quando falla,' he rir-se e
arreganhar os begos, he muito ladino e
muito desembaragado, he carreiro e tem
muitas habilidades : quindo fugio procu-
rou o Sr. Dr. J0S0 Antonio Cavalcante dn
Ibuquerquepara o comprar e dshi tornou
a fugir: quem o pegar pode lera-lo ao
mesmo Dr. morador em iguarass, e no
Recife na loja do major Firmino Jos Ro-
drigues 1.0reir, no Passeio publico, quo
ser muilo bem recompensado.
Gratifica fio.
Acha-se fgido deade o dia 30 do Janeiro
pp. o negro Antonio de idade 30 e tantos an-
uos muilo regriste, e cnsluma intitular-se
de liberto ; torna-so muilo conhecido por
ter o segundo dedo de cada pe mais curto,
euma giandecliaga no regeito do p direi-
lo, e bstanle preto de corpo e altura regu-
lar a pessoa que o aprehender leve-oao ater-
ro da Boa-Vista sobrado n. 17, quesera ge-
nerusunonte gratificado.
Desappareceu no dia do corrente ,
lendo saludo com um taboleiro a vender
doce de calda, a preta de oagflo Rebolo, de
iiome Luiza, moga, baixinha e magra, esper-
ta e diligente, talvez diga que anda procu-
rando sennor, poner pedido para ser ven-
dida, lovou vestido de urna fazenda ja des-
botsda, panno de listras com matames e
franjas : quem a pegar e a conduzir a rua
da Senzala Nova n. 4, ser recompensado.
Roga-se as autoridades policiaes de Bo-
t_ beribe, Pao Amarello e Casa Forte, e dis-
Irictos visinhos que lendo noticia de urna
preta de nome Maria Coqueira de idade 50
annos; baixa do corpo, um tanto magra,
pumas meias arquiadas, bragos foveiros, c
bocea meia torta do caximbo; meia carcun-
da, muito falladuira, consta andar venden lo
marisco por estes lugares, por ser marisca-
deira, e tambem vende differentes Iructos u
ortalico por ser baalante esperta ; pede-so a
ludas as pessoaa que a encontrar aprendam
, e fagam conduzir o largo da Trempe, subra-
ya rua do Cabuga, loja de Andrado & A-a do o. 1 que se pagar com geeerosidade o
maral, ha para vender liuissimas mascaras se 1 Irabalho.
de cera, com molas, para todo ocaracler,:
por baratissimo prego.
na rua do Crespo u. 23.
Fara mascarados.
, m r.r- r-1;
*


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