Diario de Pernambuco

MISSING IMAGE

Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:04413


This item is only available as the following downloads:


Full Text
Auno XVXIIT
.
Segunda feira 9
DIARIO
de Fevereiro de 1852

-.,--
N. 31.
PEMAMBKCO.
VBXOO U SUBCELirOAO.
PlOAKINTO ADUMTtDO.
Por trlmeitre .....;....
Por semestre -.........
Por anuo .....)
Paco OINTto du tiimestii.
Pin quartel.............
MOTICIAS DO lKPiniO
pari..... 2 de Janeiro Minas... 15 deNovbr.
Maranbao 7de dito S.Paulo. IU de dito,
i i-1r.i. de dito. 'R. del.. i4 deJaneiro
Parahiba. v ilim liahla... 17de dito.
4/000
8/000
1.0/K
4/500
DISDl IIHlli. AUDIENCIAS.
9 Seg. S. Apolonia v.l Juiode Orpfcao
in S. Ansberto. 2. e5. a 10 borai.
10 Tere. S. Escolasllcavl 1. varado civsl.
11 Quart.S. Lzaro. S. e6. ao melo-dia.
i- Qulnt. S. I.ni alia y. fanda.
m. S. Molesto, :i. efl. s lo boras.
13 .Seit. S. 14 Sab. S. Valentn 111.4. esabados ao melo-d.
!5 Dom. Sexagsima Eal Relacao.
laclo de S. Paulo. Tercas c sbado*.
iruaiBlori.
ICretcente 28, a (i horas e .11 minutos da m.
Chela a i as 6 horas e 6 minutos da tarde.
Mingoante 11, as 7 hora e 4' minutos da ni,
[Nova 20, a 1 hora e 24 minutos da 111.
niiuiii hoji
Primelra s 7 horas e 42 minutos da manha.
Segunda s 8 horas e l minutos da tarde.
MSTIDll BOS OOBBEIOI.
Qolanna e Parahiba, s segundas e aextat-
felras.
RIo-Crande-do-Norte, todas as qulnlas-felras
aomeio da.
Garanhuns e Bonito, 8 e 23.
Boa-Vista, e Flores, 13 e 28.
Victoria, s qulntas-felraf.
linda, todos os das.
O
NOTICIAS I0THANGEiriAS.
Portugal. 17 de Janr.
Hespanha. o de dito
Franca ... 8 de dito
Blgica
Italia..
Alemania.
Prussia ...
Dinamarca
Bussia... 30 de Dczb,
Turqua.. 20de dito
.1 de dito
i de dito
i de dito
6 de dito
I deOulbr
Austria.. 5
Suisaa.... 3
Succia... 31
Inglaterra 8
E.-Unidos 24
Mxico... 20
California 20
Chill. 2i
liuenos-A. 8
Montevideo 21
de Janr,
de dito,
de Dezbr.
de Janr
de Dezbr
deNovbr
de dito
de dito
deNovbr
de Outbr
CAMBIOI DE 7 DX NVIBEInO
Sobre Londres, a 37 '/a d. p. I
Paria,
Lisboa, 90 por cento.
ETASf.
Ouroj-Oncas hespanholas........;?. 28/500
oedas de 6/400 velhas......... 16/O10
s de 67400 novas......... 16/200
de4/000................ 9/100
Prata.PatacOcs brasilelros........... 1(920
Pesos columnarios..,......... l/9>0
Ditos meiieanos.............. 1/800
PARTE OFHCIAL
GOVERtHO DA PROVINCIA.
EXPEDIENTE DO DA 4 DE FEVEREIRO
DE 1852.
O^Morning-ChronmcU- he o orgao do partido provavelmente porque essis coromunicacOes que prepare o menino s lutas da vida, que
nec)t$ta, partido que contav que oflerecimen- n5o eram emanadasdaquella repartiQUo; po- o habilito para viver til asi o a sous se-
tos serum fritot a alguns deaeus luembro, rem ellas eram rigorosamente authenticas. melhaptes.-
S2LCm/M limhr fato'aX dcnDUcar aua Estas commimicaces exprimen,, secundo i He, pois, no magestoso edificio quo a or-
auude Uto aiim de pilcar aua enmo, o ponsamento bem formado de lord dem tercera do Senhor Bom Jess est
r. mi Jess
,, orwi uioiira-ie inteirainente favoravel ao ] Jonn Ru*Mll e de seu gabinete; mas por construindo, ha vasto espago que deve ser
Officlo.-Ao cominando da armas, rccom-lgabioete rcconstiiuldo. l'or causa de sua gran- urna singularidade sem exemplo na diplo- approveitajo para uteis construc<;fies. A
mendando a expedicode suas ordens no sen-] dft afluencia citaremos textualmente este nuca, ellas nto corrospijiidiam as missivas symotria c a belleza do monumento o pelo,
(ido de serconduildu oppoitunameutc para es-
ta capital, e rccolhldo ao arsenal de guerra
armamento, que se tero arrecadado na villa do
Ltniociro.fliciou-se neate sentido ao direc-
tor do ini-tiun arsenal.
Dito.A thesouraria de fazenda, autorlsan-
do-a em vista de sua iaformaco cerca dos re-
querimentos dos doutorea. cm medicioa Ale-
xaudre de Sousa Pereira do Carmo e Ignacio
r'nno Xavier, que se acbam contratados para
sernr no hospital regimentis a mandar abo-
nar-lhes, contardo da. em que se vcrificou
o contrato dos Drs. Jos Zacaras de Carvalho
c Joao Nepomoceno Das Fernaudes, os mes-
iu3S vcnclinentos, que estes perceberem em
raso do dito contrato. Coiumunicou-se ao
cinmani'o das armas.
Dito.A mesma, inteirando-a de haver ap-
provado o contrato que pretende laier, para
continuar no servco do exercito por inais oi-
to anuos, o priinetro cadete sargento ajudante
graduado do nono bataihao de infautaria Ma-
iitii-l da Costa de Aifonscca, e recommendando
que mande abonar ao leferido cadete, conTurinc
propo/, o marecha! commandanie da* armas, o
luaxiiuo do premio estabelecdo no aviso de 30
de uutubro do auno passado, sendo SO* vista
e o resto cm presta^es mensaes de lU/.Com-
iminicuu-sc ao mcsino marcchal.
Dito.A mesma, commuucaudo que auto-
isou ao marechal commandanie das arma? a
contratar o paisano Joao da Cunta Morcira
Alvcs para servir no exercito por lempo de oilo
annos, mediante o premio de IbOgc rccommeii
dando que mande abonar cssa quantla ao re-
ferido paisano, sendo 50/ vista c o resto cm
prestaces de lOJf meusaea. Ioleirou-sc ao
mesmomarechalj
Dto.--A mesma, para mandar entregar ao
cunde Itozwadowsky a quantiade i .'. i">i cou-
la de seus itoldos veucidos ou por vencer, como
omcial engajado para o servido do Brasil.
Dito.A o commandanie do presidio de Fer-
nando, iraasmillindo a guia do sentenciado
Antouio Morcira da Silva que volta para aqucl-
Ic presidio al'un de acabar de cumprir a pena
que Ibc ioi imposta por sen tilica da junta de
j ntica.
Dilo*A thesouraria da fazenda pronviucial,
para que, de coulbrmidade com a sua inl'orma-
cao, mande pagar ao arrcmalanle da obra do
caes do atierro dos Afogados, Jos da Silva Fcr-
rcira, a prestaco. que tiver direilo, nos ter-
mos do seu contrato, visto achai'-sc concluida a
mesma obra..Neste sentido olliciou-sc ao di-
rector das obras publicas.
Dito .-'A mesma, exigindo urna rela^ao dos
empregados daquella tbesnuraria e do consu-
lado provincial, que teui sido ou forcm scudo
cliamadni servido de destacamento da guarda
nacional, afim c os mandar immedialauente
dispensar.Jgual exigencia se fez a llicsoura-
riu de fazenda cerca dos empreados da mes-
ira tIiC9ouj|rlrial alfandega, mesando consulado
c reccbeuoria de rendas Interna.
Dito.Ao direclor das obr>s publicas, appro-
\ .ni tu as despezas feitas com os reparos da
ponte do Casanga, prestando Smc. coutas op-
portuaamenle.Commuuicou-sc a thesouraria
da faieuda provincial.
Dito.--Ao subdelegado de Capoeras, recom-
mendando, que procure saber, e declare a pre-
sidencia, se alguna dos engenhos, de que trata
o sen oficio de 10 de Janeiro uliimo, fui levan-
tado ha menos de 10 annos, c quantas eugenlio*
cas de rapaduras se Icvantaram dentro desse
lempo.
Dito.Aojuiz de paz da frcgueiia da escada,
diieodo que rilto nao se lerem reunido os elei-
lores e suppleutcs daquella freguezia no da
marcado por le para orgauisacao da junta qua-
lilcadora, convoque-os uovamcute para o da 7
de marco prximo vindouro, em o qual deve-
jornal t nem s instrueges do ministro dos neg- a caridade o impoe.
Pelo quereipelta, elle, dirrccSo dos ne- ciosestrangeiros (Lord Palmerston). [ Em urna das extremidades, um vasto col-
gocioa externos do pas, a nomeavao de um par ( Finalmente a divergencia de opioiOes ma-jleglo de meninos, qur orphaos, qur de
da importancia poltica de lord Granvle.parc- nfe3tada oesta occasiSo, formlou-se em
S&*X&ttU2?ZUK urna.divergencia do ac5'So que equiv.li.
litica e.lerna perante a cmara dos commuos, 1 msobordiniSo.
tomar de boje em iaute urna parte inais di-.' So nosaas loformacOes silo oxatas como
recia c mais act.va na direcfao desta politica. eremos, ve-se que o governo Dito poda niais
Era esta outr'ora a regra iuvarlavel deste paiz, marchar assim com astea abalos violentos e
,. lord i'aimcrston se havia subiuettido a ella que a posicSo mesma de nosao embaixador, periencia que T tem a habilita para nao
mcs:no durante o periodo o inais brilhante e o gm parj8 era perpiexa contraditorla. eamorocer..... e ao mais Dos provera.
malafelia de sua adiniDiatracao, no lempo do NSoduvidamos que a seiio do gabioete
pas desvalidos ; na outra extremidado um
collegio de meninas; s3o estabelocimentos
a quo a ordem terceira deve por peito. lu -
vidar olla, calcular temerosa a despeza,
o recetar que lhe nSo respondam aquellos
(ftiem se dirigir? NSo, porcerto: a ex-
tSSmtti&iv^JeSM ten '"odevida opiniao ariamente
coroa he narliculanneuic rcsponsavcl pelos ac- voravel que expremia pessoalmonte Lorp
tos do governo emsuas relacoes com os outros Palmerston a respeito dos acontecimentos
estados, c nao he scuao poruma derroga;ao du Franca o s medidas que elle cria dover
perniciosa ilcsla regra salutar que toda a accao adoptar.
pos, exclusivamente absorvlda cm um s ni- um systema de relacOes amigaveis com a
uistcrio. Franca, nilo entra nos deveres do governo
ion mostrara nos conseihos do governo e nos nHr realmente Iteconhecomos o no-
bancos da tbesouraria,o gabinete achara mala vo govdrno fraocez qualquer que elle possal Verdadeiramento pas, e que assim so mos-
(|uc urna couipeniacaonoau&iiicnto de uuida- ser sem a menor hesitacSo nem hostilidad, Ftram dignos discpulos da lei evanglica,
de (|iic os novos ministros daio sua poltica porque s a Franca perteoco determinar sua \ ,
la vemos, sob a protac(So da Virgem San-
tissima da Piedade, erguor-se a casa das
educundas datfdade do Dom leius, e dobai-
xo da protecrJK do Senhor a dos collegiaes
do Ihtn leius. E osperamos quo em breve,
dando noticia da abertura densos cstabele-
cimentos, poderemos mais urna vez oscre-
ver: Gloria ordem terceira do Senhor Bom
Jess! louvor eterno caridade do llio do
laneirol louvor aos ricos que sabem usar
das suas riquezas, concorrendo para obras
ia, do qual esperara.nada menos queoannl-
quilamenlo completo .do seu inlinlgo. Consis-
ta cm incendiar todos os campos ao norte de
Buenos Ayrcs, rcduzlndo assim a um deserto
decinzas a melhor parte daquella provincia.
Nao pcrmlttio a Divina Providencia que case
projecto de vndalo podesse realisar-se.
O Commercio del Plata dii a respelto o se*
guintc:
a Um dos mcios de defensa que preparava
Rosas consista cm incendiar toda a campauba
do norte, lanzando fogo_aos cardos que a co-
brem em grande parle, i ao pasto que na esla-
-----*. ..... n- -..-----,-----.w, ^ ,----.._ .,------------------------------------ <<*. (US W I i ..l|'l l.MIII ,,
cao presente toma c propaga o rogo com incrl- do sello sobre os peridicos vem
vel rapidez. Kra um peusamento digno dellc! maiscustosaa sustentaco de u
n?a per
na|iossibilidadequc baver de estendersua ba- conlifSo poltica ; porem 0B0 podemos es-
se de operacao dentro elra do parlamento. qu8Cer qua oxjslem principios aos quaas o
i oda a tentativa paraerear una divisao entre poyu 0 Koverno jng|ez e8li1o idiss|uvel-
ns sustentculos habituaes do ministerio por '_,_ .* ,. .______.. i.,.-
um appello reno predilecfcs pessoaea, seria. m?ntB ttw,ios, que separar-sa des tes
pueril se por acaso se malograste, e fuuesta se Principios, he despresar a melhur garanta
cegasseater bem succedida. Emquantono do poder.
tivennos prova do contrario nao imputaremos j LC-se no Dailijs News de -26 de dozembro.
a lod falinersion o pensaineuto de raier pen- | Entramos evidoute om lempos espinliosos
der a balanra dos partidos em favor do adver- e dillicois nSo s dcbixo da relaf ilo da po-
sario commum. Sua longa experiencia, seus ptica interna senSo da politica externa
servico.passados.prohlbcm-llieentrarcmuina Nos8|, prospondade commercial e nos-
onposiciio facciosa. Km lodo ocaso, se ellees-
tiVessedlsnostoacomiiiecaruinaagiacao sem s0 systema financeiro cstflo ligados a
esperauca e sem proveito, o bom seuso do sis duas polticas. Em presenta do
paiz resistirla a este appcllo fcito s paixss, o uma tal crise, o governo deve roJcar-sa
qual seria um atteutado contra a causa da paz de um grande numero de conselhciros, de-
e da ordem no mundo iuteiro. ve chamar um grande numero d-i interesses
o lie em um conselho privado que ter hoje a tomar parto activa econlidencial na direc-
mesmo lugar em Windsor que os sellos dos uc- ,.So Jos negocios do paiz.
vlucr^'n'^ea^o^o'd'er son, n, v^ I '<* f i n=cess.rlo tomar gran-
vicepresidncia 9do tribunal do commercio. I des lecisOaa, d.spor-se a grandes sacrificios
Elle exercia tambeiu m commendam o lugar de iu0 excedem a competencia do urna pandi-
pagador gcral, c dever ser igualmente suban- j Iba da cortezSos ou de borneas polticos
tnido ueste ultimo emprego.
; ftw,e.l
No se apresse pois o Times om elogiar a
f.irr i que urna mais perfeita harmona en-
tre os ministros vai dar ao gabineto, por-
W-se no Times de 24 de dozembro. Tem-so pensado que a retirada de lord seiS gentes em derredor de um primeiro
Palmerston era devida s insligacas dea- ministro, pode-seom todo o lempofazor um
geulesdas cortes cstrangeiras ou a urna di- g'O'nete inteiramente homogenos ; porem
vergencia de opiniao no gabinete a respeito "m "emelhante unidade nao podo chamar-
los rerugiadds ostrangeiros na Inglaterra. 8e ">"? ....
fToia a quoslio he lnher so lord Palmera- OPU0 mglez nJo deseja a unanimidado
ton era bom ministro de negocios ostran- do roinis'.eno pela submissSo de todos a um
geiros. s elle prefereria antes um gabinete enjos
Parece que sobro este ponto Lor lohn Rus-1 membros se harmonisassem um pouco mo-
sol pensou como nos. Ainda quoiio crea- nos iem os negocios debaixo dedif-
ferentcs pontos de vista, luz de inlores-
ses diversos. Estes tomaran), depois do
disco.'sSo, urna decisSodininiliva mais sa-
tisfaturia para o tolo do paiz, e principal-
momo para as classes industriaes o no ti-
tuladas.
(lournal dts Debis )
mos que a quesillo dos refugiados lenha
concorrido em nada para a mulenga que le-
ve lugiirjni) gabinete, pensamos que esta lio
urna questSo do naturesa a exercer urna in-
fluencia consideravel em nossas relacoes
com o conliliento.
O embaixador de Franca cm Londres, re-
ceben, ha algumas semanas a ordem de re-
presentar com multa energa contra as fa-
cilidades concedidas aos refugiados franco-
zes na Inglaterra, para urdirom e propara-
rem conspiraces cuntra a tranquilidade da
e marco prximo vindouro, em o qual deve- .Vanea
Jo terpriuciiiio os trabalbsjs; de reviso dalia-1 p,,, .
tados votantes. i hlle o Portarla.Ao gente da coinpanhia das bar-' l)us0 1"c e*te refugiados estrangelros ha-
cas de vapor, pala lazer couduiir por couta do viam felo da hospitalidaJc ngleza.
governo no pruuciro vapor (juc passar para o
INTERIOR.
Rio de ianeiro, 18 dejaneiro de 1852.
Appreciara muito mal a nossa bella cida-
de do llio de Janeiro quem a suppuzer entre-
gue exclusivamente a esses prazeres que
ah se multiplicam; quem acreditar que o lu-
L'ltimamentu as tres potencias do Korle xo, quo os bailes o festejos absorvem exclu-
vne e cinco harria e tres caixcs, quelite se- fjitaem termos igualmente vigorosos e su-
ena7dTKuear'raS1'rl'arle-d0 dltecloc do ar_ gerindo a idcia.de quo a sabedoria do go-
Uito.-Aome.mo,pJrarazer transportar por vi"io inglez adoptasse medidas para impe-
contado governo no primelro vapor que pea- "raue a Inglaterra fosse O fCO de llOStill.
sar para o norte, e culregar aos Kxius. presi- dades clandestinas contra a maior parto das
denles das provincias abaixo declarados os vo- potencias amigas da Europa. NSo sabemos
lumes tambem abaixo indicados, os quacs lhe anda que se tenha respondido a estas Motas,
serlo opresentados por parle do director do ar- e sem duvida os ministros oceupam-se del-
scnal de guerra.
Para a Parahiba.
57 barris.
3 barris.
1 caixo.
16 caixdes.
Para o Ciar.
Para o Maranbao.
Para o Para.
2 calzles.
IScsie sentido olliciou-sc ao mesmo director.
EXTERIOR.
I.ord Granville foi, como annunciamos hon-
tem, quem substituion lord Palmerston no gabi-
nete inglez, como ministro dos negocios estran-
gelros. Ainda nao se diz o nomc da pessoa que
o ha de substituir no tribunal do Commer-
cio.
George Leveson-Crower, segundo conde de
Granville, nasccu em 1815. Elle nao tem mais
de 30 annos.
las.
Pranlo considerarsenSoa dignidadeda
Inglaterra o nossodireito antgo e incontes-
tavel de exercer a hospitalidadenSo prevomos
senSo urna respost<; porque nenhuma dilfe-
renja de opiniao sobreveio neste ponto, an-
da que esteja en questfo saber-se se he
convonicnte a um paiz soffrer, que os os-
trangeiros tenham um dircito Ilimitado do
abusar da hospitalidade quo lhe be dada cm
seu interesse poltico e nossa custa.
Porem, nos o repetimos, esta questSo n3o
foi a causa da divisao no gabinete e nSo he
verdade dizer que a Austria ou a llussia te-
nham sido as primeiras om instar com a in
glaterra.
A primeira exigencia foi feita pela Fran-
ca. A proximidade deste paiz ea multidao
de refugiados que delle vem por causa das
revolucOes sucessivas constituem um pre-
texto muilo mais plausivel do quo aquella
Sl'.fi*"?? P1".' Presl.a'i res, o as sobras do tempo que aos seus ne-
gocios consagram. O Rio de Ianeiro he
urna cidade essencialmente christ3a: a ca-
ndada he um dos seus mais brilhantes nttri-
butos. Essas assoriacOas religiosas que se
multiplicam, e que, a par da belleza e da
magestade do culto que sustentara, fazem
apparecer todos os dias grandiosos estabele-
cimentos consagrados ja ao enfermo desva-
lido, j ao Orpbfo sem protectores, silo por
certo um dos bellos llores de gloria da ca-
pital do imperio.
FaI lomos boje da orlem terceira do Se-
nhor Rom Jess do Calvario.
He por certo admiravel como ah se apr-
senla, na ra doSabao, prxima da Val-
la, urna immensa conslruccao que ainda
hontem nloexistia; noseu frontospicio 14-
seem letras de ouro:Hospital da ordem
terceira do Senhor Rom Jess do Calvario
e Via-Sacra.
Aprsenla ess! edificio a raais bella pers-
pectiva : tem urna fachada de dous ailares
rom 30 jtnellas de saccada. Occupa um
vasto quadrilongo, formando-lhe urna das
faces a ra que tem de ehamar-se do Bom
Jess.
Nesta vasta construccjlo oreada em ruis
2OD.O0 8ii;COO|ooo; n parle do edilicio concluida
polo accommodar j 50 enfermos.
II destinado este hospital para acolher
os iroi3os desvalidos quo enfermarem nel-
leacharao quanto I lies for necessario e lhes
poder ministrar urna caridado .-cu limites.
Com que meios te levanlou i.mi dispen-
dioso edificio? U zelo dos irm.tos quo ad-
mioistram.os bens da ordom Dio polis fa-
zer que chegassem para tanto seus tenues
rendimentos. Ha de recante encorpora^ao,
tem apenas 8 000/000 de renda propria.
Quem, pois, lhe acodio? A caridade dos
Fluminensos, es-a caridade que basta ser
solicitada para apparecer e triumpbar. Es-
molas, otTrondas, n.io faltaran), o f que
nao han do faltar para concluir a empresa
Quem oacorrora s despezas do tratamen-
to e da suslontacSo de tantos enformos?
A orden tem fraco patrimonio, mas so-
bram-lhe unaos generosos, e por certo os
seus delinidures se bao de prestar a toda a
despeza necessaria.
Louvor, pois, a elles! Louvor ordem
terceira do Bom Jess, que nSo foz cidado
do Rio de Janeiro injuria de duvidar da
sua caridade! Honra a esta cidado, que
tanto soube corresponder ao appello da re-
igi3o, e que, na phrase bblica, tanto em-
prestou ao co.
A obra ir por diaate: mas nao s3o os
enfermos os nicos desvalidos, n3o he um
hospital u nico monumento que miseria
dos seus irmSos deve o christSo : a par da
Aluda que joven, como se ve, tem j occu-'?"6 PoJfl resultar da presenca de alguns
pado numerosos empregos Emquanlo seu pal, I Hngaros OU Polacos LODlres.
o conde de Granville era embaixador ein Paris,
prchencheu junio delle as funcfdes de addidn.
Uepois foi nomeado subs-ccretario de estado pa-
ra os negocios estrangelros. Em l846,foiadjuuto
coinmlssao dos caminhos de ferro, e foi nessj
poca que heidou os ttulos e a cadeira de seu
pai na cmara dos lords. Sua entrada no tri-
bunal do.cominercio, como vice-presideute kda-
la do un de malo de 1848.
De fevereiro de 1837 a fevereiro de 1840 elle
representou os cleitorea de Murpeth na cma-
ra dos communs, e de septembro de 1841 a Ja-
neiro de |845, os eleltores de Licbeld.
Os jornaes ingleses de boulemcslo natural-
mente todos oceupados com esta revoluco mi-
nisterial.
i .ola um asslgnala motivos diversos relira-
da de lord Palmerston, Em lugar de aegui-los
em suas hypolbeses, aguardaremos as explica-
cues que nao pdem deixaf de ter lugar logo
(|uc se abrir o parlamento.' Damos como certo
smente que o Daity ftews,orgao do partido ra-
dical, confirma o faci annuuciado honlem pe-
lo Times, a saber que lord-l'aluierston tinba
positivamente approvado o golpe do Estado de
2 de deiembro.
O Morniig-Chroinclc ainda que salisfeilo com
O governo dar sem duvida urna rasposta
conveniente exigencia do governo fran-
!/.. Se nlguina cousa pode fazor desagra-
daveis e anthipaticas medidas de procaufao,
a Inglaterra he a circunstancia de quo ellas
fotan exigidas por Estados e.strangeiros.
Fallando segundo as milhores informacOes
que temos colhilo, sem bebe-las todava em
uina fon le ministerial, cremosque a princi-
pal causa do rompimento entre o gabinete e
Lord Palmerston proveio das dilferentos ma-
ncaras de encorar a recente revolucSo da
Franja e tambem de urna diflereuca notavel
no modo de comprehender a conduela que
convem ter-se nesla crise.
A opiniao de Lord Palmerston expressa
no jornal da manhS, seu orgSo exclusivo ( o
Morning Posl) foi a approvac3o e a admira-
dlo illimitada para o golpe do Eslado feliz.
A (Minian do gabinete foi, pelo contrario, o
pezardouma mudaoca qhe fazia passar o
povo fianec/ do um govorno constitucional
para um regimoio militar.
Se Lord Palmerston professava urna alta
a retirada di lord Palmerston, mostrante inulto. almiracSo, o gabinete, ainda que n3o dei-
severo para com o gabinete tal qual fioa com- xn-s de ser auiigavel. para com lodo o go-
fiosto. Elle faz observar que lord Granville aln- verno da Franca, eslava disposto a adoptar
daque dotado de talentos inconteataveis, trar um tom da mais grave reserva, de pruden-
para os negocios estrangelros urna experiencia cj, e do expectativa.
multo InsulBcienie. Ilelativamente torea O orgSo do ministerio dos negojjos es-
lameoto o que
ncaOes de um
DEM 23.
O briguc brasileiro Fe/iut, entrado hontem
de Montevideo, traz cartas e folhas daquella
cidade al 10 do correute.
Desde a sabida do paquete Prinee ate aquella
data nao tinha chegado embarcaco alguina do
Paran, c conseguiutcmenlc nada se sabia so-
bre as operacdei do general Urquiza depois do
pronunciamento do Rosario. Mesmo de Hue-
nos-Ayres nao d noticias o Coinmerei del Piala
senao ate 5. Consta-nos, porm, que no dia em
qucsahlra o Veuut se rcccbcra cm Montevideo
a noticia de ter fallecido em ttuenos-Ayres o ge-
neral MansllU.
Sabia-sc pelo paquete que aquellc general
licava gravemente eufermo, e que esta eufer-
midade era devida a sua reiirada precipitada
para a cidade. Occaltava-se a causa do seu
padecimento, mas disia-se gerahnenle que ti-
nba sido ftido no Tonelero por um dos seus
soldados.
Sobre a falta de noticias do|Parao diz o Com-
mercio dil Plata o seguinte:
u U socego cm que nos adiamos, pela falta
que temos ba dias de noticias do tlieatro da
guerra, deve considerar-sc com precursor da
agitaco que ho de produzir as que nosdevem
ebegardeum momento paraoutro; agitaco
que por outra parte talvez seja menor hoje do
iiuc teriaaldo alguin lempo antea, por mais im-
portante e feliz que teja a noticia qne receba-
mos.
Defelto, o encadeamenlodos successos tem
sido tal de malo para c; a pasaos lo rpidos
tem marchado a revoluco euto iniciada ; fal-
ta -,iar tai modo o prestigio ao colostu americano,
desde que o general Urquiza lhe arremessou a
luva; j est lo arreigada cm todos a cons-
ciencla da sua iiifallivel queda, que bem pdc
eila annunclar-sc amanha cm Montevideo:
iiiugueiu ouvir a noticia com eslranhezi, se
bem que ha de causar nos corafes dos bons a
alegra mais intensa, pois que, emfiin, a con-
suiumaco de um facto tu almejado, lo ne-
cessario para o bem destes paizes nao pode del-
xar de ser acolbida com ardentes accIamacOcs
de regosijo.
> A falta de entradas nao nos permute pois
dar noticias, c potto que Isto nao queira dizer
que as primeiras que recebamos teubam de ser
da magnitude que quizeramos,|elias nos diro
comtudo que se val encunando muilo o i un -
nho e redusindo o piaio em que ha de isto ac-
conlecer.
Que Rosas vai cahlr ninguem o duvida ; a
nica divergencia he quanto ao inez; nao obs-
tante, os mais incrdulos nao lhe do umitas
las de vida no poder.
Segundo o Commercio del Plata, eram gran-
des os symptomas de cie. Com esta cpigraphc
publlcou o aegulntc artigo
a Hontem de manba sahio para Buenos Ay-
rcs o brigue de guerra sardo Colombo, c, segun-
iln boatos que correm, tomaro inmediatamen-
te o mesmo rumo outros vasos de guerra es-
trangelros, entre os quacs se conta o vapor de
S. M. b. 6'e/it(iiir,accrescentando-se que ir nelle
o Sr. almirante Hcndersoo.
Foi acertado o diagnostico que se formou
obre a gravidade do mal que ataca\aosyst*i
na de Rosas desde que o general Urquira fez o
seu pronunciamento, c fcil velo a ser o prog-
nottlco emittido acerca do seu total resultado
a morte.
Eis-nos j nos momentos de crise ; a per-
turbaco que se nota as funecoes vitacs di-
quelle ser informe ; a cxcitavo febril que Ibe
sobreveio e a frieldade mortal das extremida-
des que, longe de seguirem os impulsos da ca-
la devastar toda acampanha, consumir em um
incendio geral todas as povoaces, espantar ou
fazer perecer todos os gados e cavalhadas que
nao tlvessc podido concentrar sobre a cidade;
mas esta ruina immeusa nada lhe linporlava,
urna vez que com ella conseguase parapetar-
se detras de um deserto e prliar o exercito In-
vasor de toda a casta de auxilios, de alimento e
de descanso para os homens, e de pastos e agoa-
das para as cavalhadas.
Dos uo pcrmlttio que esta raaldade te con-
suinmassc. Ha quinze dias que ebuvas copio-
sas se succcdctu de dous em dous dias, derri-
bando os cardos seceos e pondo o campa cm
estado incapaz de pegar fogo.
O exercito libertador, em vez|de um deser-
to de cinzas, cneontrou um terreno cheio de
to de urna nova folha govexnista anda nao rea-
lisou-se ; nao a tenho porm, apezar disao, por
menos exacta, visto haver cestado a publieacao
do Conciliador, como J Ibe communiquei, e
nao ser provavel que o partido do governo de-
xe de ter na Imprcnsa desta provincia um de-
fensor de seus principios.
Tambem ouco dizer qne as duas fulhas da
opposifao se acham em risco de vida ; e sesSo
fuudadas as quelxas qua de vez em quando se
oiivo ana operarios da lypographla Itamontana,
n.,o he para admirar que assim aconteca, mr-
mente agora que o reapareciinento do Imposto
tornar alada
tentaco de urna falla : en-
tretanto, apezar de que os homens j estejam
convencidos de que o povo nao le peridicos,
tenho para mlin quo ho de fazer das tripaa co-
m j i para cntretercm a vida dos sens dous
predilectos orgos, ao menos at campanha
eleltoral.
(Carta particular.)
dem, 10 de Janeiro do 1852.
Milito esteris tem sido os ltimos cor-
reos que dossa corto nos tem chegado ; em
v3o lan;a-se o curioso ao seu Jornal, e de-
vora-lhe cornos olhosas columnas pro-
cura do navidades, nem urna / e o amigo
do novidades lauei para o lado o Jornal,
quo',nSo tovo ao menos alguroa caiastrophe
pastos vigorosos e d'agoa, cobcrto de gado, e c(|j|1 ieit,lr, |ha despertssse emocss.
einperar os ardores do ve-1 Ut,______ _- ______.,_ _
um r fresco para temperar
rao.
k Estas mcsinas chuvas nos primeiros dias
deste un/, i o o i no intransltaveis todas as es-
tradas as iiiimcdlacAes de Buenos Ayres. Da
praca para Flores, de Palerino para Santos-I.u-
gares, erasummamentc diflicil passar a cavallo
e a pe e de carro ioapossivel.
Desde que Rosas governa lein-se estragado
essas' estradas a ponto de que, cm pocas ordi-
narias, g.istava urna carreta seis dias pata andir
as duas legoas que aeparam Flores da cidade,
c em Invenios chuvosos eslava cortada a coin-
.....me ii.aa : um pantano de duas legoas cr-
cundava a cidade, e era o tuartyrio dos nego-
ciantes c homens de tranco.
Rosas gastava inilliOcs no calcamento de
urna esfrada regia desde a Alameda at a sua
quinta de Palcrmo, cinpregando os cabedacs
pblicos cm salisfazer sua vaidade ridicula e
o luxo c a iininoralidade da sua casa, emquan-
lo que as estradas de transito necessario per-
inaueciaiu no estado mais lastimoso.
Chegru a poca de cooverter-se cm prc-
juizo seu este odioso procedimento. A marcha
Jo general lirquiza obrigou-o a mover os seos
batalhocs de I'alcrmo e da cidade para o acam-
pamento dos Santos Lugares, c deu as ordeus
para a marcha; porm estas nrdcui nao pude-
rain cuinprir-se pela impossibilidadc material
de marchar atropa eos carros destinados ao
trausportc das municocs edas bagagens. D'an-
les iinportava-lhe pouco que se alulassem os
carros quecouduziam couros e trigo ; hoje des-
espera-sc por nao poder levar municocs c sol-
dados, c perde na Inacco um tempo precioso
que oj seus iuimigos aproveilam.
He esta a jusuca " Foi sempre um dos principios invariaveis
do seu systema nao dar aos seus corpos milita-0
res a organtsafo ceulrai que tem lodos os cx-
ercitos. corpos separados e lndcpcndcntet,
commandados por chefes que s delle depen-
dan!, e que ad se entendiam com elle, nosd
sem relacoes mutuas, mas cm perpetua discor-
dia uns com outros, discordia que elle procu-
rava alimentar, tal era a orgauisacao da sua
forfa militar.
- Nao querendo concentrar o conunando das
armas em pessoa alguma, porque de ninguem
se lia, c fomentando o ciume particular dos
chefes para que nao pode^scm colligar-sc con-
traelle e dominar sobre a sua discordia, viveu
sempre no meio desta dcsordcui administrati-
va, maniendo soldados sem disciplina, acm ius-
trueco e sem espirito de corpo. Porm deu-
se o caso de ser atacado na mesma sede do seu
governo ; sentio a necessidade de formar um
exeicito para resistir, e cneontrou membros
dispersos a quem pode reuuir materialmente
em um acampamento, mas que nao tendo urna
administraco cstabclccida, nem uniformidade
oasua orgauisacao, nem generaes que os diri-
j iiii, nao podem formar um exercito capaz de
niovcr-sc e de operar.
a Hoje nao se traja, como d'antes, de domi-
nar e de opprlmtr oslicl'es uns pelos oulros;
trata-se de dar-Ibes lint espirito eumadirec-
co commum, e o habito de vinte anuos oppd-
se a esta necessidade. A discordia semcida por
elle mesmo, o costume de nao sujeitar-se aos
rrgulamentos militares, mas s s ordens arbi-
trarias c as inais das vezes ridiculas por elle dio
tadas, torcanaimpossivel improvisar urna orga-
oi, o, .ni regular e o espirito de confraternidade
que constiiue a forra de todo o exercito.
o lleassiin que o general Urquiza oceupou
toda a provincia Je a mi i Fe; domina provavel-
mente boje to la a campanha do norte, e os cor-
pos de Rosas nos Santos Lugares e dueos Ay-
res nao tem ainda a orgauisacao de eicrclto,
nem general que os caminan Je. h quer resis-
tir assim? ....
ua administra-
rompidos, que uo o serveiu, ou que o servem
mal ; e gasta uiillies sobre inilhes com a ri-
muio insumcieoie. lielalivamente a iorfa u| 0 do ministerio dos
parlamento, o ministerio, accrcscenta elle, na-, lrinB.jrilll Hosmentin nltiiu
da ganha com ajuncan de lord Granville, por '""8a'* ,;^m,e"ll "U""a
qu.nioesiejlbepeslouoapolodesuapala- haviamos dito das commum
*.. ___ mam hrn sin nnuarn mu ut i>.
vra, como vice-pretidente do tribuna
Hirelo not debates da cmara alta,
do com-
memhro do governo inglez com um perso-jjenfermidade ha a infancia ; a pac do curali-
nagem de deslinccSo do Elyseo ; elle o fez yo e da restiiuiciu saude ha a educacao
A sabida de navios de guerra para Buenos
Arres nestes momentos Justifica certas appre-
heoses; o destecha da contenda approxima-.
se e todas as nacionalidades aendem pressuro
sai afim deprestarem auxilio aos que delle nc
cessitarem. O almirante HencTersoii represen
ta uina das mais fortes, e acerca da tua viagei
a Buenos Ayres uina carta dalli recebida pe
ianuelitn d-nosossegulntes esclarecimentos:
Dizcin-me que o Sr. Gorc pedio ao almiran
te Inglez viesse a estas agoas para dar protec
cao aos seus compatriotas nos mmenlos asia-
goique se approximam
re teme o deseiilreameii
ouas desordeus resultantes de unta baialba as
ras desta capital.
He fuudado, por sem>duvda, oprimeiro
destes temores, suppoddoique nessesmomen-
tos ainda baja iiiashorqucros que Se apresen-
tem como laes, e nao tratem pelo contrario de
esconder-se debalzo da trra. Hoje mesmo
inultos dos mais notareis d'cutrc elles audam
mendigando protcefo de pessoas a quem sa-
ci un: ii i i o pruneiro do que ninguem.
on mo ao segundo temor, uo eremos que
o Sr. liare o abrigue, pois, no pouco lempo
que all est, tem podido vr que uo be tanto
o cariuho do povo pela pessoa de Rosaa para
que por elle se faca malar.
Alin de que, be bem sabido que as voci-
ferarles de Baldomcro Garca, dos Torres e de
oulros que laes nao sao a eipretso do voto pu-
blico ; melhor do que ninguem o sabem elles,
cujas caras ninguem ha de rr nos momentos
supprcmos.
Us estrangelros nada te rao que receiar do
povo de Buenos Ayres na occaslo do seu llvra-
meulo; e quanto aos mashorqueros, bao de
lornar-se etpiritos gloriosos.
A carta a que nos referimos, contando pr-
ximo o desfecno que ha de dar com Rosas em .
trra, cr que este cscolher um navio inglez's, e que regressaudoia esta capital oepoii d
de preferencia, por cxcinplo, a um feancez, c aua viagem ao sul da provincia, nslarapcl
pensa que em tal caso se refugiar no vapor sua demissao,. qual por Om Ine lo concedida.
Locusl, aullo actualmente uaquefle porto.. O Dr. Ilarbosa he aqu esperado ale o da V do
Parece que o general Rosas linba formado correnle. .... .
um plano de campanha contra o general L'rqui- A noticia que lhe del acerca do apparecuucn-
Eu iresmo nSo me considero excep;3o,
pois confesso-lho quo sinto certa displicen-
cia i]i.i nulo medizem chegada do correia:
nflo ha nada do novo ; entretanto, em
liomenagom minha propria modestia, de-
chro-lho que goslo de novidade, isto he,
de saber dos factus que se v3o passando
neste gran Je mundo do Cliristo ; mas n3o
sou daqnollt'S famintos quo se intitulan!
previilontes, o quo cu chainarei alvinhado-
ros ; os quaes, nao satisfeitos com um pas-
salo de tantos seculos, 13o cheio do acon-
'ecimontos, arremessam-se ao futuro, ev3o
ver no (im desto anno do 1852 o que tem de
acontecer Luiz NipoleSo ; seo'duque de
Saldmha estar no ministerio, e se lord
Palmerston estara mais tratavel.
Digo-lhe que pertenco primeira classe
dos curiosos do passido, mais numerosa o
menos atrevida, aborreco esses homens que
queretn governar o mundo o dirigir os fac-
tos; e sua louca presumpcHo applico a f-
bula da mosca, que, pousada no oixo da car-
rosa, estiva persuadida que era ella quo lhe
dava movimento.
Com a entrada do novo anno dosappare-
ceu o Conciliatlor, folha saquarcma, o em'
seu lugar appareceu o Bom Scnso em maior
frmalo ; tamboni o Kpostolo apresentou-se
no horizont) democrtico, grandi como
urna vela da navio, fallando em Kossuth, o
declarando a seus leitoros que d'ora em di-
ante apparecor mensalmenlo por causa do
sello. Do Itamontano n5o tenho noticias,
dizon-mo quo sahir luz pticas vozes,
porm em ponto grande.
Est demitti lo o Dr. S Reg da presi-
dencia desta provincia, cujos destinos diri-
gi por espaco de um anno ooitomezes;
no meii entenJcr be un dot homens de
mais talentos o tino administrativo quo tom
goveruado esta provincia, e sou nome, sem-
pre leinbrado na comarca onde foi magis-
trado comojuiz probo o Ilstralo, o ser
tiesta provincia que tantos beneficios rece-
bou da sua administraco. Ninguem gran-
goou tantos amigos sinceros como o Dr. S
llego, o entretanto, soja dito cm proveito da
exporieucia, que seu carcter pondeu sem-
pre mais para o rigor da justiga do que para
a fraqueza das eoncessOes.
Dizem uns quo o Dr. S Rogo pedir sua
demissSo por sontir-si cansado, outros que
para nao perder sua antiguidade na magis-
tratura ; e eu creio muito bem que a pedir
por um e outro motivo.
Rojo chegou o Sr. Barbosa, quo passa co-
mo certo vom substituir ao Dr. S Itego ; -
o.Sr. Barbosa he bom conhecidona provin-
cia como um de nossos molhoros deputads,
esua replselo promette uina administra-
c3o digna de seu nome.
O Dr. Firmino esl designado chefe de
polica interino da provincia, por ter pedi-
i,i.dispensa da commiss3o o Dr. Silva Cui-
mar3es, que retira-sa para sui comarca- O
novo chafo de polica interino, o Dr. F'ir-
mino, ainda se acha na villa da Piranga, on-
de casou-se no primeiro dia do anno com
urna liii do (loado coronel Ridar, fazen-
deiro Ilustre por sua probidade e relevan-
tes servicos que prostou ao paiz.
Parti hoje desta cidado para ossa corle
o Dr, Mello Franco em companbia do Dr.
Anio, quo retira-so sua fizenda. Sem-
pre foi de costume ser um sujeito quslquer
da alguma importancia encontrado ou a-
co npanhado na sua cbogada ou sabida para
urna viagem um pouco mais longa ; be ne-
gocio de amigos que obsequiam por essa
maneira a um amigo, ou das possoas gra-
das do lugsr, que assim demonstran] aua
consideracllo pan com os funecionarios de

lilil K" ** *"- "- ----------------- 1----1-----
diculaideia de dar vida forcade diuheiro a I primeira ordem quando chegam ou reti-
iiiu governo que se desfaz.
lie e.la a juslifa de Dos, que castiga sem-
pre os malvados com os proprios ell'etos dos
seus crimes.a
-
MINAS CEBAES.
Ouro Prcto, 5 de Janeiro del82.
O anno que comeca vem com cara do amigo
Parece que o Sr. lio- de novidades, c quando a circunstancia de ser
ts dos mashorqueros,! bisexto, e o accesso de febre eleltoral que elle
' tem de occasiouar sao uouvos bstanles para
faier crer que nao zerjilgum.
a Anuo parvo c poltro, chocho c sem pres-
umo.
Us poucos dias decorridos dao uns boa amos-
trado panno, e enchcui de esperanfas a quem
como eu anda cata de noticias para dar-lbe.
Desta vez comeco por'urna das novidades
mais importantes para uina provincia, a* de-
misso deaeu presidente,novidadcque ha dous
diascomecouse a anbunciar com certo ar de
reserva que muito a distingua dos boatos que
por diversas vetes tem corrido sobre o mesmo
objecto, e por isso deixa-mc persuadido de que
provm de ouira origem inais digna de f,
alin de que o actual presidente coula ja anno
e ineio de aduiinlstraco, o que he raro nesla
provincia, c tanto basta para acrcdltar-se em
aua retirada. Com a chegada do correio da
corte em vez de disslpar-se tomou ase bono
inaisr cousitiencia, dlzendo uns que o Dr. Uar-
boza foi j nomeado presidente, e oulroa que a
elle, como vice-presldente, tem de passar a ad-
ministraco, nao se sabendo ainda em quera
recahir a nomeacf o denitiva.
Pessoa bem informada coininunicou-me que.
Dr. S Reg ba multo lempo desejava retirara
ram-se; mas nunca o numero de cavallei-
ros servio para aquilatar a maior ou me-
nor importancia o individuo. Hoje porm
esse numero he um negocio do importancia
que (em produzidosccnas ridiculas, indig-
nas dos homens que ne.las figuram.
Tres dias antes da saliida do Dr. Mello
Franco procodeu-se a recrutamenlo; mou-
ta S. S. a cavallo e obrigam-o a dar urna
volta alim de passar pula ra mais publica,
e ostentar assim o acompaiihamonto. Por
outro lado os adversarios do Dr. Mello Fran-
co collocam por tola a parte apanhadote*
que registemo numero o qualidade do a-
coinpanhamento ; d'ahi a pouco circula da
m3o om m3o urna lista de 13 passoas, in-
clusive tres carniceiros. Permuta Daos quo
taes rldicularlas desapparegaui para sempre
do nosso paiz. ,
{Carla particular.)
(Jornal dCommerciat)
' PERNAMBUCO
RECIFE, 7 DE FEVEREIRO DE 1852
SS 6 HORAS DA TARDE.
atTOSaicro semanal.
A esterilidade da semana, que fiadou foi
bem sentida por todos; nem urna s novt-
dado, nem um s facto nolavcl entreteve a
curiosidade publica ; e esta insipidez, que
desagrada sempre aos parladores e correios
de mas novas, uo deixou tambom do desa-
lentar o retrospecto pela defliclencia do
matoria digna' da alteuc3o dos benvolos
leitores. Em verdade os fados nunca laltam
quelles, que os procurara na ordem poli-
MUTILADO


tica.porque.elm da fecundldide resultan-
te di accBo coolinu entre os fjovernantes,
o o governados lio da nalureza della (com-
binada com a dos homens) conservar som-
predous bandos de lyncas dewanili r.-s, nua
nosmais ri iiculose iosignilicant''Siiinvime-
los dos adversario etvxergam fi%tos d'alla
importancia e signifloacBo; porcm na, que
nfio bebemos nessa fonte impera, o nem a
ella queremos couduzir os leitores, vmo-
nos multas vetea om tala nao querondo
impiogir argueiros por cavalleiros. Maa,
como a nossa tarefa ha de ser cumprida,
tenbam elles paciencia so la urna vez ou
outra IIips u:1o oiTerocemos a nulrigfp con-
veniente. ;'
No domingo, primeiro do correnle, Mo
ceuo feitorconferente do consulado geral,
Prxedes da Fonseca Coitinbo, vice-consul
da repblica ,da Nova-Granada; e anda o
homejDAnSo eslava morto, ja os faminlos do
eroprlgl lhe procuravam o lugar, correndo
vloios i lemandaram a conidio de obilo do
Yioriburlio, logo que com certeza constou o
autivMccimciiio, iilim de com ella reque-
rerem. ,
Na segunda-relra tivcrim lugar as rostas
de N. S. das Frooleiras na imperial igreja da
Estancia, ea sempro applaudida do N. S. da
Saude no Poco da Panfila, as quaea attra-
hiram toda a fiopulaello desta cidado vida
de entretimentos o prazeres, deixando as
suas ras desertas e em tristi silencio, o
que de certo nSo lio muito agradavel Aquol-
les que, por demasiado afierro aos seus la-
res e penatesdesdenham abandona-los, an-
da que por algumas horas, para procurarcm
frivolos e encommodos passatempos. No
Poco, cuja festa he de renome, foi nuiiio
mais numerosa o concurso de povo, eesteve
a cousa mais luzida; porm como, segundo
o proloquio dos velhos, muita gente junta
nao se salva, succedeu que na flm da fol-
ganca travou-se um barulho e-itre a multi-
dSo, do qual resultou sabir ferido um indi-
viduo, que nos diaem ser escravo, com urna
l'.ic i !a. Por falta de informacOes exactas
deixamos de referir o acontecido circums-
tanciadamente, assim como 9) o dilinquen-
te foi ou niii capturado.
No dia 4 chegou da Europa o almejado
Teviot, que em consequencia do mao tom
po encontrado no cinal, e da lardanca no
recebimeolo de carvo em Cabo-Verde, por
oyisa da epidemia que all grassa, cabio
em mora desta vez, sendo pelas razfles ci-
ma justamente absolvido dos seus eQeitos.
A Fianza vae decid lamente entrar na da-
do de ouro que s 11111 ii,i m os poeta9. Luiz
Capoles o esla em definitivo presidente por
lOannose com plenos poderes para dar ao
estado urna constituirlo a guiza de ion
ol. Verdade he que islo nSo foi sem a
reluctancia do povo cujo sangue correo en>
muitos departamentos, mas em liui como
venceo o fuzil e o canillo militar, nSo ha
remedio senSo confessar que, lhe nao as-
sislia a razDo, e que foi de um exomplo e
moralidado sublimes o castigo, quesoffreo
por se ter insurgido e rehollado contra.o
rebelde. Os fuzilamentos o as deportacoes
tiveramo mais feliz tesullado : subiram os
fundos pblicos pelo renascimento da con-
flanea ; os operarios tom encontrado traba-
ido abundante; e quem a vista disto dei-
xar de repetir a velha e sedica exclama-
clo (logrante orador: Oh! tmpora, oh'
.mores Seja como for o-que he cert
aue, em quantu o republicano Cavaignacj
Do pulpito onlenou elle quo todos os ho-
mens se apresenlssiem com tochas, o as
mulheros com vallas pira acompanharem
a dita prociasto i mandou fazer grandes fo-
gueiras em diversas paragens desta villa;
determinou que to los os meninos e meni-
na! as muoissem de baodeiras brincas; e
convidou as autridadea civis, militares e
pnliciaes para tambero se apresentarem com
taes bandeiras. Pelas cinco e meii di tarde
pouco mais ou menos, tendo em fronte as
mencionadas autoridades e acompanhado
de mais de 8 mil pessoas, que com enlhu-
siasmo cantivim devotas rezas e bemditos,
dlrigio-se o virtuoso misionarlo para
igrejinha do Santa Tberesa, e subindo lo
pulpito, collocado no respectivo pateo, pre-
gou um sermSo aobre o triumpho da reli-
giSo: depois do que, mandando accender
os fachos o as vella, ordenou que, seguio
do os homens por um lado e as mulheres
pelo lado opposto, fossem encontrar-so em
frentia igreja do Rozario; e assim se pro-
cedeu, indo quatro mulheres carregando
uni andor com o retabulo do Coracto di Ma-
ra', ochegados tofos ao indicado ponto de
reuniSo, subi novamente o reverendo mis-
sionario ao pulpito, e fez outra predica.
Esteva muito ediflcante esse acto, ao mes-
nio lempo s mples e msgestoso. Na verda-
de a religio ba sublime em sua simplici-
dado! .
No dia 25 do cor/ento o revorendo rre
Caelauo, depois de hiver pregado o sau ul-
timo sermao, e de ter perguntado ao povo
se a paz conlinuarii reinar na comarca,
o que urna rososla unnime asseverou-lhe
que sm, retirou-se pelas 8 horas da noite,
deixando esta villa mullo saudosi de sua
ausencia, e summamente agradecida pelos
seus beneficios.
Procedam assim todos os prelados, pro-
codam assim todos osgovaroos que o povo
ser mais religioso, e gozaremos de tran-
quillida loo pj. Adeos. -
Seu amigo affectuoso
N. *
RrataS dos cidadHos que foram quali/tcaios
pela junta revtiora, para seru/rer de juizes
de faeto, nesle corrtnts anno de 1852.
^Continuarlo do n. 27.)
Ilorculano Deodato dos Santos.
Ilenriques Carlos da Costa.
HemeterioMaciel da Silva.
Hermenegildo Jos de Alcntara.
Ilenrique Jorge.
Ilerculano Alves da Silva.
II\ i nlilo Cassiano de Vasconcello A. M.
Hermenegildo Marcelino de Miranda.
Carlos de Lemos.
Ignacio Antonio Borges
o Joso da Silva.
Manoel Vigas.
I; Mil i de Loioli.
Francisco Martina.
Firmo Xavier.
Izidoro Jos Pereira.
Ignacio Pinto.
i
i
a
Dr.
a
Dr.
Francisco Cabral Cantanil.
Lopes Cordeiro,
Marques da Costa Soares.
Jos da Assumpc3o.
Francisco da Silva,
de liairos Ilirroto.
Francisco da Cunha.
ho" certo he;-JoSo Marques Corris.
Francisco Padilhs.
desfruta na Hollanda "os prazeres do seu
recente hymeneo, Thiers supporta a re-
sidencia toreada de lruxellas, Changar-
nier, l.amonciere, e lledoau tragam os a-
niargores da prisflo, o outros os incommo-
pos e pezares da deportac.30, Luiz, Of
m lii'inl.ii do seu lio, camiiitia desfarcada
o paitibtemenl i.ara a magnilicoucia do im-.'
peno, cuiihando moeds com a sua efugio, j
substituindo o galo pela aguia, e conser-
vando a rainlia do mundo soba mais es-
tricta e rigorosa censura.
O restante do velho mundo ficava som Jacinlho de Abreu Ribeiro Machado,
maior novidade, e todos os paizes, segundo I Joaqulm Francisco de Miranda
ii i Toixeira.
Jos Chaves.
Dr. JoSj Pedro Maduro da Fonseca.
JoSo l.eito Pitia Ortigueira.
da Costa Lima Jnior.
i> Miguel da Cosa. *
Ncpomuceno Barroso,
da Cunha .Magalhes Jnior.
Cardozu Ayrcs.
Anlinio Pereira da Rocha.
Francisco Puntes.
Jos Gomes.
ns suas circumstancias, achava>m-so mais
ou menos contentes com a catestrophoda.
Franca. Em Portugal preparavam-se as cor-
tes para a reforma da caita constitucional
que em nossas obscuras provisOes sor um
parto de montanlia, se nSo tur urna emenda
de soneto.
vapor Paraense entrado do Sul no dia
6 iluixuu todas as provincias em socego e
sem a menor novidade, sabendo-se por
elle, apenas, a noticia, que circulavo em
Montevideo, da perda de Rozas pela mor te
do. general Mansilla seu cunbado, enada
mais de importancia. Aguer.leino-nos para
o vindouro, que sem duvida nSo sera tilo
baldo ao naipenoticias -de que tanto
gostam os espiritos vivazes.
Entrarim durante a semana 25 embuc-
eles e sahiram 16.
flendeo a alfandega de 3 757,995,599
res.
As parcas cortaram o fio a 4* vvenlos,
quo foram bom contra sua vontidelovados
ao campo do Sr. Bom Jrsus da Re 'einpclb,
sendo 35 livres, e 9 escravos; dos prmei-
ros 10 homens, 9 mulheres, elC prvulos :
o dos segundos 4 homens, 2 mulheres e 3
prvulos.
Villa do Vod'Alho, 31 de Janeiro
de 1852.
Meu amigo.
Tendo arsislido s missOes, que aqu ti-
veram ltimamente lugar, nao quero dei-
xar de communicar-lhe o que ocenrreu por
essa occasi3o para que fique conhecendo os
relevantes servicos prestados i religiSo c
liumanidade pelo incaosavel e virtuoso pre-
feilo da Ponna, fre Caetano da Messina ;
este apostlo de paz, que t3o prudente e
sabiamente paia aqu enviou o Exm. presi-
dente da provincia.
Logo quo aqu chegou leve o recebimento
ou fez sua entrada nesti villa da maneira
que li fielmente descripta no Diario de l'cr-
nambuco, e que sem duvida l-ra V. tambem
lido. Pois bom, apenas chegado, cuidou
logo de ipplacar a irritaclo dos nimos,
aconselhando, admoestandu e reprehenden-
do o povo que, possuido de falsas idelas i
rospeito do regulamento sobro o registro
dos oascimentos e bitos, achava-se entflo
em completa inarchia. Abri asmissOes:
o espantosa foi a concurrencia das pesaoas
que vinham ouvir a palavra divina. Nos
jntervallos das horas destinadas para as con-
fissOcs, e das em que pregava, soube con-
venientemente enlreter o povo, oceupan-
do-o em pos exercicios, ji trabalhando na
continuarlo das obras da igreja do Livra-
mento, que ha muito se aohavam parausa-
dos, ja reconslruindo um dosoitSes da ca-
pclla-mr da igreja do Rozario, que estava
arruinado equasi a baixo, oquallicou lodo
rebocado. Por esso mcaujo lempo fez sur-
gir d'entre os mallos, da que se achava cer-
cada, a quisi desmoronada capellinha de
Santa Thcresi, sita slcm do Capibanbe e
prxima a esta villa; e quo estando em
aberto o som lecto acha-se hojo em estado
do recober telhas: descobrio-lbo um ospi-
coso pateo, onde collocou urna grande cruz
comoom signa! do Inumpho que havia a
religi3o conseguido nesta villa.
Mui digno do nolar-se foi o arlo da trocs-
sao de penitencia tanto pela religiosidad e "r- Jo.*
contriccSo qu manifoslou-se, como poloj JoSoChrisostomo dos Santos,
immenso povo que concorreu, calculando JJeronymo Pereira Villar,
alguns om mais de 5 mil pessoas. Mais in jJoaquim de Albuquerque Mello,
teressante, porm, foi a procissSo que o Jos Maria Machado de Figueirodo.
referido missionario fez que houvesse com da Rocha I'ara olios.
o titulo ieproclisio do triumpho da reljido. iJoio Gonjalves dos Sinlos. *
de Abreu Ribeiro Machado.
Duarto do Azcvedo.
dos Santos.
a Baptista de Almeida.
ii Martins Ribeiro.
JosEsteves de Oiiveira.
Rodrigues dos Santos.
Paulo da Fonseca.
Candido de Barros.
Pedro do Reg.
* Antonio da Silva Molla.
* Pinto.
> Baptista da Fonseca.
ii Cardozo de Queiroz Fonseca.
Goncalves forres,
a Jnior.
Rodrigues Pereira.
Antonio Bastos.
Dr, Jos Raymumlo da Costa Menezes.
J3 Evangelista da Costa e Silva.
Jos Eugenio da Costa Paira.
de Carvalho da Costa.
Antonio da Silva Viaqna.
* Dias ferr:ra.
Francisco Marques,
n j de Miranda.
Ribeiro Pontos.
Antonio de Carvalho.
a Francisco Marinho.
JoSo Jacinlho de Souza.
Joaquim da Motta e Silva.
Jos Vioira.
PintoGuimarSes.
a de Abreu Jnior.
Mr. Piros Machado Portelll.
loan Ilenriques da Silva.
Joaquim Ilenriques di Silva.
Jos Martins da Costa Vianna.
Francisco Mamle de Almeida.
H Mauricio de Bitancourl Lacerda.
Joaquim Jos de Carvalho de S. VarejSo.
Jos Rabello Padilha.
JoSo Baptista deAraujo.
Jos Jeronymo de Souza Limoeiro.
JoSo dos Santos Poito Jnior.
Jos Pedro da Silva.
Justino Pereira de Faria.
JoSo Morena Marques.
Jos de Couveia.
Ilenriques da Silva Jnior.
Jos Jeronymo Monteiro.
a Egidio Ferreira.
Fernandas Eiras.
Dr. JoSo Nepomuceno Dias Fernindes.
Jos Teixeira Peixoto.
Narciso Camello.
Joaquim Jos de Paiva.
JoSo de Carvalho Rapozo.
Jos Joaquim Pereira de oiiveira.
Dr. Jos Bernardo Galvfto Alcanforado.
Jos Maria Seve.
JoSo Carlos de Lomos.
Dr. Joaquim de Aquino Fonseca.
a Jos dos Aojos Vieira do Amorim
Joaquim Francisco de Albuquerque S.
Jo3o Antonio de Paula Rodrigues.
Manoel Rodrigues Valenca.
Csrneiro Lins .Suriano.
Jos da Fonseca e Silva.
Jacinlho ElesbSo.
Coronel Jos de Brito Inglez.
Jos Francisco Gonrjalves
Tenente coronel JoSo Pedro d Araujo A.
JoSo Bernardo de Siqueira.
Jos Anillo de Souza Magalhles.
Dr. Jos Candido Dias.
Jos Joaquim de Oiiveira.
JoSoAlhanazio Hotel lio.
Jos Ignacio Soares de Macado.
Correia Lili.
Joaquim francisco do Tortea Calin lo.
JoSo Viconlo Porreira Pasaos.
Jos Ignacio de Me.loiros Rogo Monteiro.
Dr. Jos Flix de Brito Macedo.
Dr. Jos Francisco de Paiva.
Jos Maria da Cruz.
JoSo Hiplito de Meira Lima.
i Francisco Bastos.
a Paulo Maciel Montniro.
Januaiio Alfzandrino Rabello Caneca.
JoSo Pereira da Silveira.
Jos lliglno do Miranda.
> ,la Silva Campes.
Joaquim Jos Alves de Albuquerque.
Dr.a da Fonseca.
> Jos Goncalves da Silva.
Joaquim de Faria Abreu e Lima.
> JosZicarias do Carvalho.
Jos Francisco dos Santos Miranda.
Dr. Jos Coolho de Oliveir,
Jos Francisco Pinto GuimarSes.
dos Santos Neves.
Bento da Costa.
JoSo Alvos Machado.
JnsConoalvesda Porciuncula.
JoSo Baptista Rodrigues de Souza. ,
Dr. Jos Antonio do Figueiredo.
Jos Joaquim Das Fernandos.
Pedro de Alcntara.
Itiheiro do Aniaral. ___
2
Publicagoes a pedido.
Ao lllm. Sr. Prxedes da Fonseca Coulmho,
cavalleiro da Oriem de Chrtto, major re-
formado da guarda nacional, feitor confe-
rente da mesa do consulado detla cdade, vi-
ce-consul da repblica dajfova Granada,
por occasio dtsua injautnfkWle.
SONETO.
I.ibitin cruel de crep ornada,
Ji q' tous gozos sSo os leus horrores,
Vem alogre oscutar os v3as clamores
Da misera orphandado consternada !
Urna vida roubsste tSo prozada
Da qoantos foram sius conhecedores,
Q' Irnmersos n'agonia, em pranlo, em dores
Sua morto farSo sempre chorada.
Bom amigo, bom pai, bom emprogado,
Pondo em Dos toda sua confianza.
Ser em tudo exemplar foi seu cudalo :
Sa r pode ser nossa osperanca ;
Fazei delle, meu Dos, predestinado...
Levo a torra lhe seja, em paz discansa.
Por o seu amicissimo
Jusliniano Antonio da fonseca.
Illm. Sr.--Tenho p'esenteo ofllciode V. S.
era quo me diz ter lido nolEcco Pernambu-
canoquefora assissigna lo Luiz Pereira ofli-
cial de carpina no engenho Agoa clara deste
destricto, e extrnlia nSo ter eu participado
a essa delegada, e que lhe informa se ins-
tarelo compleme processo, o o motivo
porque n3o foram presos o mandatario, o o
executor desso atentado ; em rosposta cum-
pre-mo dizer a V. S. que no engenho Agoa
Clara de 1848 at boje, tempo que tenlio es-
tado enesrregado duna sub-delegacia, inda
nSo tevo lugar um assasinato, nem mesmo
amenor rixa, ou desavenes; reina na quelle
lugar a mais louvavel armona entra seus
habitantes; onde me consta que leve lu-
gar a morto de um ollicial de carpina de no-
ine Luiz Peroira, foi no engenho Minas No-
vas, propriedado de Vicente Mas freguesia
deSerinhaem, cujo fado parece que para
flnssinistros foi revestido de circumstan-
fciasque n3o existiram, imputado para o
ingenho Agoa Clara, propriedade do direc-
tor geral dos InJios, e segundo consta o
malicioso auctor da publicacao sabe o en-
genho onJo e-la acoitado o Sicario.
lieos guarde a V. S. muitos annos sob-do-
legacia do sagundodistricto da Escada 28
de Janeiro do 1852.
lllm. Sr. Dr. Joaquim, Jorge dos Sintos
dignissimo delegado da commarca.
ManoelConcalvea pereira Lima.
Sud-delegado.
VARIEDADES.
BF.NIA D'UMA l'ARTR DO PEQUEO
DhDU TOTALMENTE SEPARADA DU
RESTO.
Suscitaro-ie Inveh cerca da autentieldide co
caso citado |>or Hoyer, da separac.io compl- ta do
naris a riAppliciir) delta parle alguna inlnu:oi
de pois. Os peridicos italianos re fe em agora um
caso analogj, de cuja certeza nao se pode duvidar
prudentemente, pon foi apreicntado o ferido -i
Academia-medico cirurgica de Napolea. E' o sc-
: uno-; um joven rlc 21 annos se aprsenlo no
hospital com esta ferida no pequeo dedo da mo
ci'pierda que havia sido fcilo urna hora anlcs. O
facultativo encarrilado o Sur. Ttsla, evatniuoa
aparte, otm-rvou que a eitrcnidade do dedo ei-
lava completamente separa.la al raiz da nona,
pprem que a superficie da ferida rr.-i li -1 e Igual,
ahia grande quantidade ele sangue produzido por
nrleriolas, cuja hcraorihugla se conteve por meib
da compresao, perguntou-ie ao ferido pela eilre-
midade do dedo separada, respondeu que jior inaii
i'ligeacias que fuera nao aencontrra,entaoo pra-
ijco aprciiinon qnanlo lhe foi posatvel as parles e
cftabaleceu urna conpiesaao oapaa de prevenir a
r.produccao da hcmorrliagia. Ao tornar para ana
i;i. i o ferido procurou meltior .1 porc3o de icu
dedo e eacontrando-i tornou de novo ao
lioinital duas horas quaii depoia do acci,lente Asu-
neaficle da eztreniidadc separada conespondia i-
aiclanienle i que havia ficado no ite-lo. de modo
nbarem noros Instrumentos, a eomecarem a
pratlcar operacOca grandes e das mais graves.
Eraslatrato pralicou a gaatrotnmla em urna mu-
Ihcr, embriagando-! antes c.....um copo de co-
smenlo de aolanum nlgruni.Anlillo laqueou
um aneurystna dando previamente aoiuferino
cosiini-iiiii de uieiiiu-ndio. Arebigenes primel-
ro enaaiou ou narcotlcoi, quando faiia amputa-
cOes ; mas depois reputouos inuteii, e aubsti-
lulo-os por ligaduras, as quaes, ao passo que
adarinenlavain al dores, denham o aauguc.
Eitc grego be que Inventou o torniquete. Me-
necratea, Tnessalo, e Caislo tornarain a uzar
daa narcticos. Paulo d'Eglna, omals celebre
dos clrurgides gregos, proscreveu os narcticos
por os julgar prejudlclaei, na taina laterial,
que pratlcou no atino t36 da era chrlsl. Os
rabes metlculoaos ou por melhor dlirr, pou-
co deilroa em operar, toraaram a introduzir
os narcticos ; at que Albucase de Cordova os
reprovou novamente, adoptando o systeina de
cortar com ferros candentes, com os quacs
dizia que cr.iin menos dolorosas as operaedes,
c que de mais a mais tlnbaui a virtude de vedar
a sihlda do sangue. Os clrurgides da Escola
de Salerno mo usaram de narcticos nem lio
pouco de causticoi. Quando os sacerdotes acu
mu ,\ un as funccdei de mdicos, reiuscitaram
o uto dos narcticos Theodorlco, e Ltnfranc,
amboi bispos, rccoinendaram os narcticos
como meio seguro de as operaces seren nem
succcdhlas, Isto no secuto i i'.
Paracello e seus seqiuses deram multa im-
portancia aos narcolicos, e nunca chegaram a
una ferida sem preparar o ioferinocom as su-
as beberagens milagrosas. Daqui a oi-item dos
dec mudos iniili-,ii.i. Nos icculoi i o", 17 e at
melado de 18 os narcolicos ora livcram muita
voga, ora quasi neoliuma. Veio Mcsmcr,
ijue submetteu os operandos ao inagneliaino.
11-le calilo | c ha poucos annos tornou a resur-
gir, para logo depois ninguetn lazer caso
delle.
Appare:eu o ether, que no principio se repu
tou meto ellicaz para aopear a aenslbllldade.
Mas u prestigio durou pouco; boje nlngucm
falla em ether. Apoieile veio o cblorororino
Que el elogios se lhe nao tributaran! f tom
ludo, o chloroformo j tein perdido grande
parte do crdito primitivo ; e quando se falla
das suas vantagens, nao esquecein os seus In-
convenientes.
Uestes apontainenlos histricos v-s; que ba
vinte c tres sceulos que a ilencia procura
sem o achar, um meio que sendo aneshlesico,
nao poisa ser nocivo.
SULPIUTO DE QUININD FMPP.EGADO
JIOS CASOS DE DYSMENORRUE*.
A peiiodicidadc da menslruaco ezcitou a
algnns mdicos d'empregar, nos casos de dcsa-
ranjo desta funeco, o anlipenodico por exce'-
lencia, o sulphalo de quinino, que posiue alem
disso uina aecao olerliva, e especial sobre o
tero que congestione, e a tal ponto algumai
vezes.que n'nma mulhei* affeclaua de coutralu-
ras rheumaticogottosas, e a que M. Saudras
dar o sulphalo de quinino em alta dose, elle
foi obrigado asuspender o seu uso panados al-
guns dias por caula do appareclraenlo da
menstruacao que vlnha deolto.dez, ou 14 dias
c corrlo com uinaial abundancia que foi pre-
ciso dar a craragem de centelo. M. Tllt, me.
dico ingle, ulllisou felizmente esta proprieda-
de do sulphalo de quinino em o dando em Tra-
ca doze, no intervallo dos periodos ineuslruaes
para preparar antecipadamente o orgo aeze-
cutar normalmente as suas funeces,
Eru um caso se servio delle em urna Senhora,
que em consequencia dum arrefecimento leve
uina suppressa'o que lhe causava dores muito
vivas no dorso, estomago e bailo ventre em ca-
da epocha ineatrual.M. Tilt. fez aplicar um em-
plasto de belladona sobre o ventre, e prescre-
vcu de inanh ede tarde uina pilotada formu-
la scfmime .-
B. Sulphalo de quinino.........olio graos
Eitracto de genciana.......dezoilo graos
-----d'aloes.............oilogios
-----de meimendro......desesete graos
Esta medicacau rcgularisou as rrgras c as
outras epochas foram scmdr e sem accidentes.
EinomontroMio.li.Tlll trilou d'umamenorrha-
gii que noli i infraquecido muito o doente
prescrevendo ainda com o inesmo successo o
sulphalo de quiulnn na doze de dous graos por
da junto com o lulpbalode ferro.
(I7ie Lancit) A, V. Lapes,
(lauta SI. do Pnrto.
2315
o preco
Intraram 366 laceas,
60 >
1
Cerveja -
COMMEBCIO.
ALFANDEGA.
Itendimento do dia 7. 15:393,485
Descarregam hoie 9 de fevereiro.
Brigue francez Pauline mercaderas,
lirigue sardo Dano idem.
Brigue ingloz -- Margareth bacalho.
Brigue inglez Lad'j Falkland- idem.
Barca austriaca ~ Graf Appony merca-
dorias.
Barca americana -- Uary farinha de trigo.
Barca portugueza -- S. Cruz mercadorias.
Briguebrasileiro Vencedor fumo e lou-
cinho.
Escuna brasilein Maria Firmina sabSo.
Hiato brisiloiro--/iuie/ia-- charutos.
Illl|iti|-Iit,';in.
Vapor brasileiro Paraense, vindo dos por-
tos do Sul, consignado a agencia, manifes-
tou o seguinte :
1 caixote ; a Abreu Lima.
2 ditos; a Jos Eugenio da Cosa Paiva.
1 dito; a Chrtstiani IrmSos.
I dito ; a JoSo dos Santos Porto.
1 pacote; a Joaquim de Oiiveira Mais.
1 dito; a Oiiveira Paiva 6t Conpanhia.
1 ciixa; a H.Pereira de Azore,lo Coutinho.
2 ditas; a Crocco & Companhia.
1 dita; a Lima Jnior & Companhia.
1 caixote; a Joaquim Antonio dos Santos
Andrade.
2 ditos; a Pommateau.
1 dilo; a Ignacio Eustaquio.
t embrulho ; a Luiz de Siqueira Lima.
1 lata ; ao Dr. A. A. Xavier de Brito.
I dita ; a A. A. Albuquerque.
1 paCote ; a Francisco Joaquim Gaspar.
1 dilo ; a Crocco & Companhia.
( encapado ; a Sdralim Pereiri da Silva
Monteiro.
Brigue inglez l.ady Falkland, vindo de
CONSULADO PROVINCIAL.
Rendimentododia 7..... M3,93l
PRACA DO RECIFE, 7 DE FEVKREIRO DE
1858, AS 3 HORAS DA TARDE.
Revista semanal. *
Cambios- Mui pequeos saques si liie-
rain a if \\i i. por t/tt. a U
o eat frouio.
c ven-
deu-se de4/600 a 4/800 rs, por
arroba.
Assucar Vcudeu-se a 2/400 o de se-
gunda aorte de 21250 a USOO
n.,'o de tercelra de 2/ a 2JIO0
rs. o de quarta, e de 1/850 a
1/900 os de quinta e sexta
brancos; o mascavado esco-
llado de i/MIO a J/5S0 rs. e o
regular a 1/450 rs. por arroba.
As noticias vlndss da Europa
pelo vapor Tiviol, foram desa-,
niinadoras, e a serein eaecuta-
doa os limites vlndos para a I
compra deste genero, deve ti- 12000 premios,
car elle parausado, ou soffrer
fraude baila.
tz-se uina pequea venda
dos salgados a ilSrs. por li-
bra.
Amendoas-----Venderam-se as de caica mo-
le a f rs. por arroba.
Aselte- dem a 1850 rs. por gilao do
do Mediterrneo.
Bacalho------t> mercado foi suprldd com
tres carregatnentos, dos quaea
um aegulo para a Bahia o de-
posito be de 8,200 barricas,
tendo-se reialhado de 8/ a
9/500 rs. por barrica.
Carne secca--Tiremos um carregamento
vindo de Buenos Ayrcs, do
qual existem hoje em ser (i,n00
arrobas, tendo-se vendido a
mais de 3|-200 a 11/000 rs. por
arroba.
Vendeu-se de \l a 4/130 rs, por
duzia de garrafas.
Far. de trigo- Vendeu-se de 12/ a 17/rs. por
barrica.
Dita de mandloc. Idem a 21500 rs. por sacca.
Mantelga dem de 470 a SOOrs. por libra
da ingleza c de 440 a 455 rs.
da franceza.
Massas- ------dem a 4/400 rs. par arroba.
Passas- dem a 4/50O rs. por caixa.
Queijos l'ez-se veuda de urna partida
de 150 caixas a 1/050 rs. cada
um.
Vlnbos Venderam-se a 9ri| rs. por pi-
pa do de Mancilla, 100/ rs. o
da Figuelra, l32 ra. o de Lis-
boa PHR, c de 3/ a3/00 rs.
porcaisa do inuscatclcngar-
rafado.
Fretes .... -^Hada se fez esta semana, e al-
guns navios i,i'iu sabido em
lastro, e se os gneros nao bai-
laren!, ainda outros terio de
seguir sem carga.
Discontos De letras a vencer em marco a
1 por cenlo, cemjunbo cju-
Iho a 1 e 118 por cento ao uicz.
Flcarom no porto 78 embarcacoes: sendo 2
americanaa, l austriaca, 37 brasilctras, 3 di-
namarquezas, 4 francezas, i haiuburgueza,
1 hollandeza, 19 inglezas, i lubequense, por-
tuguesas, 1 sarda e 3sueccas.
Pauta
dos presos trrenles do assucar, algoido, e
mais gneros do paiz, que se despacliam na
mesa do consulado de Pernambwco, na se-
mana de 'Ja 14 de Fevereiro de IS52.
Assucar om c. Lranco i' qual. Arroba 2,000
n 2* a 1,600
maso .... 1,300
bar. esac. bn neo i
mase....
refinado......... 3.040
Algodo empluma de 1* qual. ti 4,700
Dito.......2" u 4,300
Dito.......3 3,900
Afio'ardcnlo caxaca20 \;ros Pipa SR.OOOV
Dita.........Canad 220
Ditadecanna .......i 52,000
Dila.........Canad 300
Dita restilada.....-. .Pipa 42,000
Dita.........Cenada 240
Genebra.........Canad 360
Dila.........Botija 180
Licor..........Canad 400
Dilo.........Garrafa 180
I I36--I4I0-I9I8-.2539-4774I 2:0W/000
MlO............l:00o|i)oo
15s4"l070--180l--1860--lli
24z7--374~52aa~55O7~5703
00 806- 990-2075-2458,
2903 Ifll6-.302l--3963"407i)
4 IM42394 '07-4528-4850
6012-5031-5520-509(1-5813)
79- 103- 141 195- 25i \
J82-- 645- 776-.l0l4-iOuV
11051224-137!--14211690
1711-17171177-1840-1816]
I997-'20"22I62275.-'I568|
8582-278S-2789--l8i>8"3U56
8H9-3i6l~3i6531073IB3
32! I -34243533311837.16
3821-3860-3898-41914221
43084 433450 0-4831-4928
4990- 53476692572!4732
5771 -5795-5842-5858-5895
100 d...............
1800 de..............
I oo/ooo
200/10.)
00/000
40/0IV]
Jornal do Commcrcio,)
Mov me n todo porto.
m.ia nit li lt el bim lliVIH nbvuif asi <.> ... -_f _
qie dareunlao das duas porcea resultava II- Terra Nova, consignado a Ble. Calmont &
car inteiro o dedo. A porcao aeparada eslava Compannia, manifestou o seguinte :
2177 barricas bacalho ; ios consig-
natarios.
Brigue escuna brasileiro Laura, vindo do
M.iraiili.ii) consignado a Jos Baptista da
Fonseca Jnior, manilestou o seguinte :
1552 saccas arroz, 30 caixOes vasios, 14
barris e 9meios ditos manleiga, 12 amar-
ras de piassaba ; a ordem.
CONSULADO CEIIAL.
porca
ji fra como o marmore, e d'uma edr azul claro
c nao d iv i uina nica gota de sangue presso.
Ape-ar de tao de-favoraveis circunstancias o
Doutor Testa intentou a rrunio. Levantou o
apparclho que a pouco lempo bavia applicado,
pelo que de novo appareceu a hemoirliagia,
e lito facllitou o levar com o mesmo sangue a
purclo separada, a qual adoptou e sugeltou o
inclbor possivel ao resto do dedo.
Aoquarto diajo facultativo llnha esperan-
s, pola nao bava man cheiro, ainda que pare-
ca ter se tornado negra a extreinldade do dedo,
Aos doze dias reparou-se a epiderme desta par-
e, e a derine se apiesentou d'uma edr arroia-
da, verifican di)-se j.i a adhesao cin grande par-
te. Desde entao so fiiero as curas diarias, e
passadas trez semanas estava a reunlo
completa, apresentando se l um pouco atra-
pblada a extreinldade separada. Alin dlsso
formou.se nella uina eacara de duas ou tres II-
nbasd'estensao. a cuja queda se acbava a cura
completa. Aos quarenta das depois do acciden-
te foi apresentado o individuo d'esta observa-
cao Academia medlco-clrurgica de aples que
pu le comprovar o fello.
(BoUUmde medicina, ciruga y farmacia)
. T. Upes.
SUUMULA HISTRICA DOS
ANESTHKSIO .
Em urna memoria, do Sr' Chlnchila sobre aa
opericoes cirurgicas, feitas nos hospilaes mili-
tares daCataluuba, l-se o seguinte:
Duas palavras sobre os rueios que os cerurgi-
es tceni empregado, como Intento de adorme-
cer aensibilidade doinfcruiu, e loruar-llic me-
nos doiarusus os golpes.
Ilippicrates, postoque mui ambiguo quando
falla dol lucios mauuaea que se usaram no seu
tempo, as auipulaces, falia-noa todava da
rail da maudragora, para calmar as dores antes
da operacio. Depois d'aquelle grande homein
nada ae acha spbre este objecto, entre os gre-
gos, Nausela d'Alezandria,quc foi allor dosestu,
anatmicos, vemos Os seus discpulos a loge-
Kendimento do dia 3 i 6
Idem do da 7 .
, 8:496,2(9
. 2:124,303
10:620,552
DIVERSAS PROVINCIAS.
Rendimentodo dii3a6. 870,582
Idem di) da 7 ......... 168,119
1:038,701
l.\|)oit;u':io.
Doston, brigue dinamarquez Niorde, de
310 tonelladas, conduzio o seguinte : 3200
saceos com 15,000 arrobas de assucar.
llarselhes, barca franceza Deane, de 250
tonelladas conduzio o seguiute : 4150
saceos com 20750 arrobas de assucar.
Ilallimore, brigue inglez Charlte, de 361
tonelladas, conduzio o seguinte : 4700
saceos com 23500 arrobas de assucar.
Lisboa, brigue portuguez Laia, de 321 to-
nelladas, conduzio O seguinte : 79 saccas
com 477 arrobas e 29 libras de algodSo,2377
aaccos e 13 barricas com 11940 arrobas e 20
libras de assucar 544 couros salgados, 49
la boas e pranches madeiras, 10 pipas mel o
16 barricas vidros quebrados.
RECEUEDRIA DE RENDAS INTERNAS CE-
RAES DE PERNAMBUCO.
Rendimento do dia 7..... 687,040!
Arroz pado .2 arrobas um Alqucirc 4,000
Araras ."......Urna 12,000
Panarjaios........m 3,200
Bolachas.........Arroba 3,500
Biscoitos......... < 5,000
Caf bom........ 4,000
Dilo restollio........ 3,000
Dito com casca...... 4,000
Carne scoca....... 2,880
Coucos com casca.....Ccnlo 4,000
Charutos bons...... 1,600
Ditos ordinarios...... 700
Dilo relagia o primor ... a 3,000
Cera de Carnauba.....Arroba 5,000
Couros do Boi salgados .Libra 120
Dito ospixados......Um 145
Dito do onca...... 14,000
Doces de calda......Libra 400
Dito de fjoisba...... 2-10
Dilo secco........ n 500
stpa nacional......Arroba 200
Farinba do mandioca. Altjuciro 1,280
Fcijao......... 4,000
fiiui b un........Arroba 5,000
Ditorestolho....... 3,000
Gomma.........Alqucire 2,000
Gengibre........Arroba 2,800
I eliba ,lo aellas......Cento
Dito de (oros....... a
Prancbasdeamar.de 2 ousL Um
1,000
0,000
16,000
8,500
Ditas dolouro
t ei-i,ubi do .mi irelln de 35 a
40p.dec.o2ia 3 del. o 22,000
Dito dito usuaes..... 12,000
Costadinhodedilo..... I 8,000
Soalho de dito.......c 6,000
Forro de dito....... a 3,500
Costado de louro..... a 6,400
Costadinbo de dilo .... 5,200
Soalho de dito. ..... 3,800
Forro de dito....... 2,500
Ditos de cedro....... 3,200
Toros de talajuba.....Quintal 1,600
Varas de pirreira.....Duzia 1,280
Ditas de agoilbadas .... 1,600
Ditas de quirls...... 2,080
Rodas ele sicupira para carros Par 40,000
Eixos do dita para ditos. 18,000
Mel empipas.......Urna 34,000
quartolas......Canad 190
barirs.....'. Um 6,8011
Mi I Im..........Alqueire 1,280
I Vil ras ile amolar .... a 1,200
Ditas de filtrar-..... 6,000
Ponas de boi......Cento
Navios entrados no dia 7.
Santa Catharina 24das, brigue brasilei-
ro Adamastor, de 177 tonelladas, capitn
Filippe Neres de Oiiveira, equipagem lo,
carga familia ; a Machado & Pinheiru,
l'assageiro, JosCuilherme doslleis.
Rio de Janeiro 18 dias, brigue inglez Al-
cin, de 186 tonelladas, capilSu J. Scar-
row, equipagem 6, em lastro ; Roslroa
Rooker &. Compinhia.
Liverpool 33 dias, galera ingleza Sera-
phina, do 299 tonelladas, capitilo John
i.utiiin,', equipagem 16, cirga faiendast
mais gneros; i Johuston Piter & Com.
panbia.
isavos sahldos no mesmo dia.
Barbadas brigue ionio* Glaucus, capio
RobeitDuncan, em lastro.
Lisboa brigue portuguez Laia, espidi Jo-
s de Abreu carga assucar e mais g-
neros.
Marselba ~ barca franceza Deano, capillo
Dragn, carga assucar.
Para e poitos intermedios vapor brasilei-
ro Paraense, commandante o capilo ila
fragata Costa Pereira. Lera a seu bordo,
desta provincia Francisco Antonio de
Souza II iIna o 3 pracas de pret.
Navios entrados n da 8.
Parahiba 3 dias, hiato brasileiro N. Se-
nhora das Neves, de 20 tonelladas, mos-
tr Severiano da Costa e Silva, equipagem
4, carga assucar; ao mestre.
Liverpool 36 dias, galera ingleza Barra/a.
de 339 tonelladas, capilflo James Camp-
bell, equipagem 19, carga fazendas ; i
Me. Calmont & Companhia.
Navios sahidos no mesmo dia.
Boston -- brigue dinamarquez Neord, co-
pito A. K iiilin ni, earga assucar.
Baltimore -- brigue inglez Charlotte, ca-
pilao R. Tnomaz, carga assucar.
Declaraes.
O conselho d'administra;3o naval tom de
contratar por arrematado, no dia II do
correntc, o fornecimenlo dos gneros se-
gufntes, para os navios armados,a pelo tem-
po que decorrer ate o flm de junbo futuro -
agoardente de 19 a 20 graos, azeite de car-
rapato, e len'ia de mangue om achia se-
gundo a mostra quesera presente, sendo a
iiiesma posta a bordo dos navios que a hou-
verem de receber ; pelo que sSo convida-
dos os que se intoressarom em dito forneri-
mento a compareccrcm as 12 horas do in-
dicado dia, na salla de suas sessSes comas
propostas, declarando o ultimo preco c
quom os fiadores. Salla das sess^as do con-
selho de administracSo navaf6tie fovereiro
de 1852.Christovo Sant-ligo de Oiiveira,
secretario do conselho.
Pela delegada do primeiro districto,so
faz publico, que fora aprehendido um quar-
la.i castantio com urna caogalha : quem
se Julgar com dircito, dirija-sea mesma de-
legada, quo provando o dominio lhe ser
entregue. Delegara do primeiro districlo,
6 de fevereiro de 1852. O delegado de po-
lica. Francisco de Assis Oiiveira Maciel.
Em a il,l i la tu cu to ao annuncio feito pels
segunda seceso da meza do consulado pro-
vincia), se faz publico que tambem so rece-
bo do dia 3 de lovcreiro correte om diaate
o imposto de 20 por cento de agoa-ardento
consumida na provincia.
Pela seguntjjp aeccSo da meza do con-
sulado provincial annuncia-se aos collela-
dos no imposto de 3 por cento, o bem assim
aos de casas em que se vendem bilhetes de
loteras de outras provincias, e lujas de mo-
das,que a enbranca dos mencionados impos-
los deve principiar no dia 3 de fevereiro
vindouro.
Pela delegada de polica do 1. districlo
deste termo se faz publico, que fora apre-
hendido um menor pardo de nomo Fran-
cisco, que diz ser escravo de Antonio Car-
nimiila Cunha, morador na provincia do
Ceara : quem sa julgar enm diiello dirja-
se A mesma delegada, que provando u
dominio e posse lhe seri entregue.
Piassaba.....
Sola ......
Sarca parilha. .
Tapioca.....
Unhasdoboi. .
Couros de cabra .
Azoile do ca rpalo.
. Miilbo
Meio
3,020
180
1,900
Arroba 18,000
' 1,600
Cenlo 200
18,000
. Canad 640
KIO DE JANE1UO.
Resumo qjp extraecio dos premios da 4" lote-
ra concedida a beneficio da freguesia de
S. Jos desla corle exlrahida em 24 de Janei-
ro de 1852.
1 N. 389........' 20:000*000
1 2276.....-......10:000/000
1 1033........... 4:000/000
THBATBO E S- IZtBEL.
Quarta/eira, ilde Fevereiro ae 1852.
GRANDE ESPETACI.O EM BENfFIO DOS
ARTISTAS
Luis Antonio Monteiro, e Mana Amalid
Monteiro.
D.'pois que tiver tocado urna excellenlc
ouverlura, a companhia dramtica repre-
sentad pela primoira vez a muito inteics-
santo opera cmica em 3 actos,
O REMENDAD DESMYHNA ,
ou
Um dia de Soberana-.
Msica de composicSo do Sr.TheodoroO-
resles: em seguida representar-se-ha, a en-
cllente tome lia ornada de msica eoi
ctos.
O Cara linda.
00
O Pregador de cartaxes,
Msica de composicSo doSr. Pedro Cir-
eii.
Terminar o espectculo com a graciosa
comedia em 1 acto.
O DILETTANTE.
Os beneficiados sendo esta a primeira vel
que recorren protecc3o publica, esperam
merere-la, pelo qne se confeaarSo seropre
gralos.
Os bilhetes achUo-se a venda na ra Hel-
ia n. 18, e no dia do especlaculo no
thuatro. _
PunlicacBes lierarias.
ELEMENTOS
DE
Bomosopatkia.
Sabio a luz a segunda parle desta obra
composta pelo professor homesopatha Cos-
set Bimont. Recebem-se assignaluras para
a obra inteira a 5,000 rs., no consultorio
bomceopathlco da ra das Cruzes n. 28. "c'
pois da publicarlo da terceira parte, o pro-
co seri elevado 8,000 rs. para aquellas
que nSo tiverem astignado. No mesmo con-
sultorio, acha-se a venda Indo quantohe
necessario para o estudoea pratica da no-
moeopathia, como seja : livros impressos
para historias de doentes. regimens apro-
priados para a provincia de Pernaaibuco.e
encarrega-s e de mandar fornecer qualquer
MUTILADO


'Ml^W(T"
rnicommond de medicametos homceopa-
thicos, tanto avulaoa como em caixaa, em
glbulos como em tinturas. ,.._._
No prclo : Pathogmeiia dos medicamen-
toa brasileiros. ,
tlimmloi d anatoma e phiiiologia com ea-
linpas, para os curioso em homceopathia.
Iloga-so aos seohores assignantes oob-
Mquio de mandar receber seus ejempla-
res no consultorio bomceopatblco da ra
das Cruzas n. 28.
TRATA MENT HOMEO-
PATU1CO.
DAS MOLESTIAS VKHBSB4S,
a eonaellioa aoa doenles para ae curarem a
si maamo, aetn precisarem de medico;
pelo professor homoBopatha
Gouet-Bimont.
Sabio a luz e aoha-se a vonda no consul-
torio homoaopathico da roa das Cruzes n.
28. pe proco de 1,000 rg. ____
Avisos martimos.
Jornaes Iliterarios,polticos e com-
mcrciacs.
Imprensa, Diario de Pernambu-
co, Jornal do Gommercio do Rio
de Janeiro, Mercantil da Babia ,
Diario do Governo de Portugal ,
Estandarte, ReVolucSo de Setem-
bro, Na$5o, Peridico dos Pobres
do Porto, Semana, Atbeneu, Re-
vista Universal Lisbonense, Revis-
ta Popular, Revista Militar, Se-
manario Pittoresco de Madrid, II-
lustracfo Hespanbola, lllustracao
Franceza. Estes peridicos s5o re-
cebidos regularmente no gabinete,
pelos vapores da Europa e do Sul
do imperio. Recife, 7 de feverei-
ro de i85j. Joao Quirino de
Para Lisboa.
brigue portuguez S. Domingos forrado
enrosado de cobre deque he capitao Ha-
noel Goncalvea Vianna, rocobe carga e jas-
agmrojaosquaesolTereccboiiscommodoi:
a tratar (om o referido capitao da Praca, ou
com o consignatario Joaquim Ferreira Mon-
des uuimaraVs na ra da Gru n. 57 segun-
do andar.
Ceara e Maranhao.
Segu cm poucos dins o brigue escuna
Aguilar secretario.
ljmbra-se aos commandantes dos cor-
pos, principalmente aos de polica e guarJa
nacional, que dim expressas orJens aoa
soldados para que nflo espanquem os ne-
gros alheios; pois iato acontec quasi todos
os dias; e hom viera que os donos dos ne-
gros podem procesia-los, isto ser mais
sensifel aquellosaoldados, e aos .lonos dos
escravos as consequencls muitis vezea
acontece que ot negros vflo a mandado de
sous senhores, como bom: chamar um me
nacional Laura, para carga o passageiros,1 dj et- etc 0 80uaj0 o chama para
tra:a-so com o conaignatano J. B. aa toa- j csrregar um vo|umf o nero no obedece,
sera Juoior: ra do Vigario n. 23 segundo melt,.se cm pr,nc|iadas, chibatadas e cor-
an lar; oucom o capitao na Praca. reas, o as vezes tirara docinlurUo; o quom
Para o Itio de Janeiro os autor|,ou pera isto? a lei pune, e os
S.-guo impreterivelmente o hiale Ange- d d MCravog estSo resolvidos a quoi-
lica at o dia l* do correte, por t*r toda a
sua carga prompta, e s recebe escravos a
frolo o passageiros l trata-se com o mesmo
capilSo AlexandreJos Alves ou com An-
Ionio Joaquim Save, na ra da Cadea do
Hccife n. *9 segundo andar.
Para a Bahia.
- Segu em poucos dias, por ter grando
parte da carga prompta.o hiale Novo Oiinda,
pira carga e passageiros, trati-se com Ma-
noel Dias, na ra do Vigario n. 13, terceiro
andar. .
Para o Rio de Janeiro, salie
com a maior brevidade possivcl,
por ter parte do su carregamento,
o brigue brasileiro Vencedor, ca-
pitao Cleto Marcellino Gomes da
Silva: quemno mesmo quizer car-1comprar; a pessoa'queihe faltar queira-se
regar, ir depassagem, ou embn'\l^*^s^M.lM-iw]uiaoqm
car escravos afrete, entenda-se da nossa Mvre vontaie temos desapartada
m a ,,,., c mi o mesmo capitao, na praca uo |onrado na ^^ de Porto1Aiegre cm 10 de
Commercio, ou com os consigna- setembrode 1851, (loando o Sr. Francisco
tirios Novaes & Companhia
auloridado compeloiito: bom
sabe que os sentimentos dos Srs. comman-
danlcs s8o oppostos a que o aoldado d, po-
rm n3o faz mil lembrar-se Srs. Ilodac-
tores, fir-ma-bo fivor de dar publicidade
ao quo digo, porque 10 n5o apresoitar re-
sultado, mil tambem nao ple causar.
O Fanhoio.
Furtaram nanoite Jo 2 do correte da
casa do professor no Poco da Panella, um
cavallo rodado competentemente sellado :
a pessoa que dello dar noticias em casa do
coronel Lobo, ou na cocheira do Sr. Pauli
no, ser gralificido.
Nobotequim da Covada Onra da ra
larga doRozario precisa-se do 2 mulequos,
ou pretos para o servido do mesmo.
Na ra da Conceico n. 26 est urna
negra da costa queprocurava quem quizesse
na Maesirnlliobrigadoa loJa a liquidac3oacti
va e passiva pertoncoule a dita casa em Per-
nambucu, por ter oSr. Francisco Maestralli
comprado a mesma casa; exceptuando aeri-
cox.monda que foi fulla em nome da socie-
dade om Janeiro do prosente anno na casa
dos Srs. Falque & IrmSos no Kio de Janeiro,
e que quandochegar a dita encommenda,]
aera dividida pela motado, pagando cala ecnxommar, para urna casa de pouca fami-
um sua parle: em fe do que mandamos pas- lia : na ra Dircila n. 53, se dir quem pre-
sar o prese ite em que nos nos assignamos 'cisa.
Ilecife 6 de foverciro| Precisa-so alugar um sobrado de um
O novo deposito de cal e po-
tassa, na ra de Apollo, armazem
de Lial Reis, acaba novamente d
receber a superior potassa da bem
acreditada fabrica de Moura & Bas-
tos; a sua superior qualidade, que
rivalisa e produz o mesmo efleito
do que a melhor estrangeira, dif-
ferenca em preco e a animacSo a
urna industria nacional, sao cir-
custancias dignas da attenco dos
-enhores de engenho 9 seus corres-
pondentes dest pTaca.
-Iloga-so ao Sr. Alferes Matoso do 9."
hatalhao de Infantaria que venha pagar o
que deve na ra do Livramento n. 38, se
no quizer ver osou lome todo os dias
nesta follia.
Precisa-so de urna ama forra ou ciptiva,
que faca todo o sarvico de urna casa de pou-
ca familia : na ra' da Cideia defronte do
thealro de S. Francisco, n. 8.
Manuel Dina, mudou-se para a ra do
Vigario n- 13, torceiro andar.
Francisco Comes d'Oliveira em barca
para o Rio de Janeiro o seu escravocrioulo
de nome Vicente.
-- Narciso Jos de Carvalho, retira-se pa-
ra fura do imperio a tratar de sua aaudo.
-- Roga-so a todas as pessoas que assigna-
ram para o baile de mascaras no theatro de
Apollo, lemetlam ,suaa propostas para con-
vites de familias at ao dia 19 do corrente1
ao director : na ra d'Apollo n. 22.
Precisa-se fallar a Jos da Acunha a
negocio do sou interesse, o qual tem oa ra
do Trapiche n. 6, urna carta vlnda no vapor
Teviot.
-- No dia salibado 31 de Janeiro p. p., par-
ti do engenho Mussupe, em regresso para
o ongenho liento Velho, na comarca de S.
Antao, do bacharel Pedro llezerra Pereira
de Ai-unjo Bellrao, o seu cibra Luiz creou-
lo, de idade do 20 annos, secco, sem barba,
om um cavallo castauho castrado, com urna
pequea belido em um olho, conduzinlo
urna carga decacoaea com unta duzia do ca-
pes, um balaio cheio de ronpa de homem,
contondo 6 camisas, 4 raleas, 3 palitos, e
outras roupss, e um melhodo de piano, car-
tas ecl.,e at o presente n3o no aparecido,
devendq-se suppor ou quo fugio, (o que
nunca fez) ou quo o robaram ou mataram,
ou alguem tomou-lhe o cavallo em Pao d'A-
Iho, e elle o segu s, o que quer que seja
que senSo pode affirmar ao certo : rogase
pois, as autoridades ou qualquer pessoa do
povo que o encontrar fgido ou souber noli
cii dello, o fa(am chegar ao aeu gerente
nosta prarja, Paulino llezerra de Mello An-
drades Lim,na ra do Aragao n. 1,001 seu
Sr. o referido bacharel, que ser devida-
mente recompensado ; o cabra foi compra-
do ao Dr. Joaquim Goncalves Lima, de Pa-
je. de Flores.
-- Prccisa-se de um administrador para
um engenho, que alm da pratica, e habo-
tacO-snocessanasa um tal emprego, seja
casado, c teDni pequea familia: quem
toes qualidades possuir, poder entender-
se corno tenonto coronel Manocl Joaquim,
no A fugado ou no seu engenho Peres.
Precisa-sede urna ama para
5
cosinhar

ra do Trapiche n. 34-
Para a Babia, sahe em pou-
cos dias, o hiale brasileiro Ame-
lia : para o resto da carga e passa-
geiros, trata-se com os consigna-
tarios Novaes & Gumpanhia, na
ra do Trapiche n. .i |.
Para o Cear, sahe a qualquer da o Je i852. Francisco Maestralli. I andar, decente, com"commodos para gran-
hiate Anglica : quem nellc quizer sarro- Jo. Masseoa. do familia, e fresco, ou urna casa terrea,
tt&&XXLSX*F2 Atterroda Boa-Vista n. ,6. J---"I^^ ZZV^
be em poucos das, o patacho ura- umi v,genl a pran5a e por este moiivore-
sileiro G
[nnfianca : liara 0 resto da solveu vender a proco do cusi lo las as fa-
v i. ., zondas da sua loia, isto a dinheiro a vista
carga c escravos a ireie, uaia-st. a|iangandu a qualidade das fazendas que Ihe
com os consignatarios Novaes & comprarem.
na ra do Trapiche I. ""ajuros 250,000 rs
que
sobre pinlior
muro.
-- Prccisa-se de um caixeiro para vonda,
da qual tenha bstanle pratica, para lom
cunta do urna por balanco, e d fiador a
sua conducta : em Oiinda, ra do Malhias
Ferreira n. I.
Quem prcisarde urna ama forra para
SS iS^JSSttitBi "o=Lj'
-- Mademoisello Quentin, tendo do reti-
rar-se para a Franca, far leilao, por nter- |je" a'radas Cruzes, n. 41 com os compe-
venc,ao do corretor Oliveira, de toda a mo- ionles recibos, ahi pagaremjoquo eslivc-
l.hia da sua casa, e outros varios obj'dos, renl ueven(|0 ,t0 esia data. Recife 9 do
Ciinsislino em sofaz, cadeiras, bancas de
jogo, ditas de meio do sala, o de so, deja-
caranda ; ..1 11 ii.c/a-, c banquinlias, do
amarvllo, 1 excellenle piano, commodas,
fevereiro do 1852.
Antonio Alves Teiiera Bastos.
Aluga-se o silio doSr. Queiioz Fonse-
,ca, sitouo lugar dos Rea.eJios, plantado de i
meza para jantar.llcilocompleto,espelhoslarJored()| cm bua c,s, ue vivenda para"?
grande familia, scnzala para escravos, es-
tribara pira cavallos, cachoeira 9 um pti-
mo viveiro de pelxe : na ra da Cruz n. 1.
Perdeo-se no dia 12 de Janeiro p. p,
do sitio Pilimbu de baixo pela estrada do
engenho Carape S. Jos at a porteirado
grandes e pequenus, lanloruas, caixa do
miis'ca, 1 ricooculo de thealro, caixaa para
costura de sra,, boleas de metal, candiei-
ros, ricos vasos, ciluugas, e charuteiras do
poicelana ; garrafas multo lindas para chei-
ros, algumas obras de ouro e do prata; e
outros minios objeclos : terca-fela 10 de
crrenlo, as 10 horas da manhaa, 110 pri-
10 mo andardo sobrado n. 49,.do atierro da
Boa-Vista.
*9
Avisos diversos.
('abincte portuguez de leitura.
A directora de-te estabelcci-
ncnto, manda fazer publico, que
pelo ultimo navio chegado de Lis-
boa, recebeu um variado serti-
mentode obras Iliterarias, quevi-
eram augmentar a coleccao que
possue,* que orea por 600 volu-
mes ; e sendo talvez ignorada ge-
ralmente a existencia de urna ins-
tituico 15o til, e que necessaria-
iiiiii te produzir proficuos resul-
tados para a civilisacao e illustra-
rao de quem pertender associar-se
para tao nobre i'un, tambem faz
publico que tem na sua biblioteca
os livios que pertencem a seguinte
classificacao; Biograpbia, Chroni-
caa, Commercio, Diccionarios, E-
conomia Poltica, Filologa, Geo-
grapbia, Historia, porAlexandre
Herculano, Thiers, Lafuente e va-
rios; Historia Natural, Literatu-
ra, .Mithologia, Philosophi, Poe-
sa, Poltica, Rhetorica e Eloquen-
cia, Romanses, principalmente de
Sue, Dumas, Soulie GeorgSand;
Tachigrapha, Theatro, Theologia
c Culto, Viagens. lie permittida
a sabida de livros para leitura ex-
terna excepco das obras de con-
sulta, conforme determina o regu-
lamento de leitura. Alm dos li-
vros especificados tem os se-
guinte :
carnelo por sacrificio J: e sendo, alm de
outros nimios afazeres* encarregado das
operafOes da caixa, conduzio comsigonao
s o livro-caixa mas tambem o saldo delle
constante ; visto queu Sr. Fjrreira se re-
cusou por molivos especiosos a tomar coa-
la do mesmo livro o do referido saldo dos
asignado ae proinptihcaa
dar conlas logo que Ihe sejam pelo Sr
Ferreira exigidas. Recife 5 de fevereiro da
1852. -Antonio Jus de Farias Machado
OSr.bernardo de Albuquer-
que l''ernandes Cuma, queipa man-
dar pagara subscricaolleste Diario.
No pateo da ribetra de 8. Jos n. 15,
lava-se e engomma-se com perfeicSo e ac-
ceio.
Joaquim Ribelro Ponles tendo contaa
e loiras de alguns senhores que tem deixa-
de pagar-lhe, una por amizade, outros por
relaxadlo tanto da parto do seu cobrador
como dos devedores, roga pelo presente
aos meamoa Srs. de virem quaoto antea pa,
gar seus dbitos ra da Cadeia do Recife-
n. 54 assegurando toda acooteraplacao nos
juros ) e se assim o nao flzerem pas-ai fio
a ser demandados, o que ser orna vergo-
nha para osdevedoros alom do abuso com-
mettldo, alguna ate ba 15 annos.
Madama Rosa llardy, modista
brasileira na ra Nova n. 34.
Pelo navio Havre receben um lido sorti-
mento das ullimaa modas de Pars, como
sejam: chapeos de aeda de (odasagcores
para Sra. e para meninas de 7 a 12 annos ;
chapeosinhos redondos franzidos com ca-
pellas de flores e penachinhoa, para molli-
nos, c mooiuasdeS mozos a 6 annos ; um
sortimenlo completo de chapeos de palha
para Sra., meninas e meninos, da ultima
mola; ricos capotinhos, manteletes, pali-
tos, de seda furta-cores e pretos; ricos ro-
meiros, caboces de blondo e da linho br-
dalo, camisinhaa bordadas, ricas locas do
fil de linho para Sra.; maulas de blonda e
garca para noivas, capellas, ricas guarnieres
do flores, ricos cortes de seda branca lavra-
da ; luvasde polio enfoitadas, o meias do
aeda branca, o que ha de melhor em goslo e
qualidado ; bicos do blondo o imi'.ac.au do
da largura de 12 polegadas al urna ; groa
de aples preto para vestido, mantas pro-
las de blonde, ricos cabec.0oa do blonde pre-
to, transas de seda branca e de cores, para
eiifeilar vestidos; um sortimeiito de gros-
de aples de cores escolhidss, para vcatido
o capotinho, que se vende a vontade ; fran-
jas o h ..usas de cores, e preta, para os mea-
mos ; flores, penachinhos para tocas de
meninos, Icques para Sra., luvas, de polica
o de seda preta para Sra. e meninas; meias
de soda de crianza, ricos chapeos de palha
de montara, e esparlilhos : na mesma ca-
sa faz-se vestidos de casamento, vestidinhos
de baptisado e manteletes de encommenda,
por prc;o commodo.
ai Paulo Gnlg:iioux, dentista a*
i' francez, oiTercce sen preati- W
9 mo no publico pnrn todos os V
mlsteres de gnu proflssao: 19
9 pude ser procurado a qual- #
# quer luna e ni sua casa, na #
9 rna larga (ioRozni-lo, 11. 36, 9
9 segundo an(|ar.
Precisa-se alugar urna escra-
va, que seja boa cosinheira e com-
pradeira, : quem a tiver dirija-se
a ra da Assumpcao ou muro da
Penha n. 16.
Nova fabrica de chapeos do sol e
tinturanj, no aterro da Boa Vis-
ta 11. aa.
Nesta nova fabrica o respetavel publico
achara um cmplelo aortimento de chapeos
de sul de seda e paninho tanto para ho-
mem, como para senhora,e concerta igual-
mente, por procos mais o mimo los do que
cm oulra qualquer parte ; para este mtsmo
"stabelecimenlo se aclia mudada a tinturara
franlpeza Ja ra Vollia n. 74, lingindo-se to-
da i qualquer fazenda de aeda, ISa, algod3o
e linho, tanto em obra, como om peca e
com mu1!! asseio, assim como se elimpam
casacas e oulra qualquer ropa de panno,
.|ue t ver mullas, pondo-se como novas, e,
por presos muito comino los.
Precisa-se alugar por mez, um osera-
vo anda que teja moleque, quepossacom
um barril d'agua, e para o servirjo ordina-
rio depadaria : na prac,a da S. Cruz, debai-
xo do sobrado n. 106.
* Manool Joaquim Fernn les Eiras,
Dr. em medicina pela faculdade do
m Itio de Janeiro, adiase no exereicio (G
* de sua prollss3o : as pessoas que qui- '
/oro. 11 honra-lo com a sua confianga,
podem dirijir-sea ra deS. Francis-
co, sobrado cinzenlo numero 68 A ;
da consultas e presta-se aos chama-
dos dos pobres gratuitamente.
reir, thesoureiro da lotera da
ma'riz da Boa Vista, avisa as pes-
soas, que anda tiverem bilhetc.s
da dita lotera para receber, que*-
ram por obsequio dirigirem-se a
ra do Trapiche n. 36, segundo
andar, das 9 horas da manba, at
ao meio dia, e que os paga at o
lini deste mez.
Caaa de modas francazla, madama Milochau
lluessard ra do Atierro da Roa Vista
n. 1
Pelo navio o Havre recebeo-se um lindo
sortimento das ultimas modas de Pars;
em chapos da aenhoras, manteletea e en-
faltos de cabera e de vestidos. Ricos cha-
lios ; capoiiniKis 1I0 rodo do rjeos de co-
res, bordillos, ditos de bico, cfWaT de (um-
braia ; ditos de seda, enfeitos de cabeca e
loucadoa para senlioras ; ricaa litis flores e
luvas ; cabeceos da btotids e do linho bor-
dados romeras e cantlsinhas de bico bor-
dado ; mantas de blonde para noivas ; ricos
lucos e babadoa ; mangas do bico ricas e
simples; lencos de cambraia de linho bor-
dados, lucos, tinosas o franjas para quaraa-
ma ; mantas de bico preta para mlssa ; um
soi tmenlo de pulceiraa de todas aa qua-
li ludes ; gravatinhas de lita do vellido e pul-
ceiras com as flvellas ricas de madre de pe-
rola, faz-se sompre ludo oqueencommen-
darem segundo as modas de Pars por pre;o
commodo.
Na primeira audiencia do Illiu. Sr. Dr.
julz dos filos da fazenda, so nao de arre-
matar os bens angunciadoa om os Diarios de
Pernainbuco de 17 do passado mez em di-
ante.
Precisase da um portuguez dos chegi-
dos apouco, para um aitio : quem pretender
dirija-se a piuca da Independencia n. 12.
Quem precisar do coros para embar-
que : dirija-so a prac. 1 da In lependencia n.
12, ou noCiqui defronte do engenho, onde
os encontrara por preco commodo
t
Attenco.
N >va fabrica de chapeos de Sol no atierro
da Boa-Vista n. 22, acha-se um grande
engenho'Cuerra, um lepco encarnado com 1 sortimento de chapeos de Sol ,"muila
urna lista branca, tendo amarrado urna. em C0Btai tanto para homem,como pera se-
chavo e urna letra em urna pona, a letra j n||0ra> como seja de seda ou de panninho, e
aceita pelo Sr. Miguel Archanjo da Costa : graude sortimento de pecas da seda ede pa-
a pessoa que o acnou querenJo entregar,! pannho para cubrir oa chapeos de Sol ja
dirija-so a esta praca ra Direita venda j Usalo,timbem concerta os dittos peol preco
n. 93, ou ao engenho Pitimbu a cnlrogar a j mts conmo lo do que em oulra qualquer
Jos Joaquim Pereira dos Santos, que se e parle com lo,|a |,romptido,
pagar do sua gralifica;ao cinco mil reis, .. Antonio Jos Soaresvai a Portugal,
certo de quo o assignante da dita letra ja .. joaquim Pinto vai a Portugal,
se acha participado para a nSo pagarse- fia padaria da ruado Colovello n. 29
nao ao proprio dono. precisa-se de um amassador, e que queira
D. Auna Profiri do Sacramento ret- vejar p3o cavallo para S. Amaro : se da
ra-ae para a Granja, levando em sua com-
nhia os escravos creoulos seguintos : An-
tonio, Candido, Julio, e Mauool; Kuiza,
f hereze, Thomazia, e um moleque de nome
Francisco.
-Jo8o Profiri da Molla retira-se para a
Granja levando om sua companhia um es-
cravo creoulo de nome Carlos.
Adolphe Bernard Baranger, fraucez,
retira-se para fura da provincia.
Precisa-se fallar com a Sra. D. Ray-
munda Mara Carnciro da Cunta, ou com
quem for 8eu procurador; a negocio do aeu
nteresse, para o que queira annunciar a
sua morada.
Antonio Augusto da Silva Caedo, re-
melle o seu egeravo creoulo, de nome Cla-
ro, para o Rio de Janeiro donde o trouxe.
bom ordenado.
Francisco Ribeiro Pires, embarca para
o Rio de Janeiro, o escravo creoulo de no-
me Jos, a entregar ao Sr. Jos Joaquim
Correia de I.ecerda.
Precsa-se alugar dous moloques : na
ra da Cadeia n. 13.
Aluga-so um mulequo de 22 annos,
para servico de qualquer casa estraogeira :
quem protender dirija-se a ra dos Quar-
leis n. 24.
-- Aluga-se o terceiro andar da casa da
ra do Quoimado n. 9, a tralar na toja.
Irmandade de N. S. do Trro.
A commss3o encarregada da edificac^o
daa catacumbas desta irmandade, annuncia
a todos os seus irmSos, que ja se acham
--"Hoje9do corrento se ba de arrematar promptas dentro do oemiteno publico, a
as4 horas da tarde pelo Sr. Dr. juiz do' porcao de catacumbas que pela Ilustro ca-
commercio da i.* vara ; algunsgeoeros po- mar municipal, foi concedida (96 grandes
nhorados a William Hauok por Croco & e 42 pequeas.) lio por tanto muito neces-
Companhia. aario, que lodoa os irm3os e rmSes, que
AmanliS 10 do corrento, so hSodear-. anda nao contribuirn) coma quolado5S.
rematar, na salla das audiencias, peante rs. para ISo til obra, o fayam al o Dm do
o Sr. Dr. jiiiz do civel, em grao de adjudi-
cado alguns predios penhoradoa por D.
Claudina Martinha do Sacramento a seu so-
briuho Antonio da Cunha Soarea Guiiia-
rBes.Oescrivao heCuuha.
Precisa-se alugar um moleque para o
servico interno de urna casa estraogeira
ue aoja fiel e aadio : quem o tiver dirija-te
ra do Trapiche n. 8.
Avisa-se a quem Ihe fallar urna trouxa
de roupa, que aununcie ou dirija-se a ra
do Trapicha, n. 36, primeiro indar.
lie.-oj i-se fallar com o Sr. Dr. Antonio
Burgos Leal, a n'gocio que nloignora, na
Ra Nova n. 5.
Francisco da Cosa Ferrsz, vai a rida-
de da Parahiba, a tratar da aeu negocio.
-- Precisa-se de um homem que entenda
de plantaras, para tratar de um pequeo
sitio : em S. Amaro, na taberna ao p do
Sr. Carduzo, se dir quem precisa.
corrente mez, afim de concluir-ae o que ha
o fazer, com cornijas, guarnocidos, figuras
etc. A irmandade n3o tem outros recursos
de que lance man, se nao da coadjuvac.au
de aeua irmaos, aem a qual, aera impossivel
semelhanto conclus3o, e at mesmo para
n8o incorrerem na pena imposta pela meza
coojuncta, como ae dociarou em Diarios de
19 e 30 de dezembro do anno p. p cuja
leitura so recommenda.
Precisa-se de urna ama forra, ou cap-
tiva, para urna casa de pouca familia : na
ra do Pilar em Fra de Portas n; 72, segun-
do andar..
Alugam-se duas casas nos arro libados
de Oiinda, muito frescas, urna dellascom
commodos para grande familia : irata-se
lo alugucl na ra da Cadela do Recife nu-
mero 43.
Aluga-se urna escrava, para todo ser-
vito de urna casa : na ra do Aragao n. 40.
AOS DGNTES
J. A. S. Jane donlista, lem a honra_ de
avisar ao respeilavel publico, que se a'cha
rezilindo na ra Nova n. 19 primeiro an-
dar, aonde estar semprepromptO a qual-
quer chamado, dosde s 9 horas da manhaa
atas4 da tarde; o annuncianle encherta
de um a todos oa dente;, que porissotem
um completo sortimento do denles arlili-
ciaes, incorruliveis e do porcelana,mu de-
licados e do ultimo gosto ; e tolos os mais
accessorios tendentes a sua proficuo, asse-
vi' .ni lo a lo las aa pessoas que se quizerem
utilizar do seu presumo que nSo exige pa-
ga al-nina, n3o (cando os dentes bem pos-
tos que nOo se possa defcrcncV dos proprios
naturaes, e podendo-se mastigar com oa
meamos 10 la a qualquer comida sem sanlir
a menor dor nem ter recoiode os quebrar;
tambem chumba08 denles naturaos fura-
dos da caria com ouro, prata e metal bran-
co, prevenindo assim a continuarlo da ca-
ria, doros e mesmo evitando por isso a for-
ma de passar a caria dos denles furados para
os outros s3os ; tambem tira podras ou ca-
rias dus dentes cm geral, quo tanto os dam-
nefica e coopera para omoalitoda bocea,
n3o sondo tirado : o annuncianle a 10 an-
nos queexerce a sua prolisc.ni nosla cida-
de, o Os muitos exomplos que lem dado
nosse longo lempo, ser quinto basta para
ge garantir.
Precisa-se do um forneiro, que seja pe-
rito e zoloso em suas obngaces, da-so
20,000 rs. por mez : na padaria por baxo
do sobrado n. 106, na praca da Santa Cru
Traspassa-se pelo tempo de 3 annos o
meio, a renda do sitio qua foi do Dr. Ber-
nardo, com commodos para grande fami-
lia : quem o pretender dirija-ae ao mesmo
sitio em Oiinda defronte do contento do
Carino, ou neala cidade do Recife na ra da
Praia n. 29, segundo andar.
Aluga-se a padaria nova do Mangui-
nho, com todoa os seus perlences : quem a
pretender, dirija-ae a casa junto a mesma ,
que adiar com quem tratar.
Tinturara franceza, no aterro da
Boa Vistan. 17.
Tinge-se toda e qualquer fazenda de 13a,
algodBo, seda e linho, tanto em obraa como
em percas e com muito asseio ; assim como
se alimpam casacas e oulra qualquer ropa
de pao, que livet noduas, pondo-so como
novas o por precos commodos.
O cirurgiSo Bernardo Pereira do Carmo
faz socado as pessoas que a lempos Ihe fa-
laram o mesmoa quem convier e quizer.pa-
ra por meio de um ajuste razoavel, os tratar
animalmente das molestias que possam ap
parecer, que ttnham a bondade do virem
caaa de sua residencia na ra do Rozano
larga 11.30,para os poderlansaremn.de seus
clientes.
Caligrafa
Nn Ra db Aragao, n. i2, se-
gundo andar, copia-se com perfei-
<;a qualquer papel em muito boa
eltra e por preco commodo.
A. Ilenriques Willmer, tendo. de ven-
der a grande parte que tem no sobrado de
dous andares sito na rua|lmperial, onde est
a Imi lic.'o, d'accordo com o Sr, J080 Jos
de Csrvalbo Mora es, como possuidor de urna
parte, roga portanlo a quem for autorisa-
il", por urna pessoa da cidade da Victoria,
que tom tambem urna parte no mesmo so-
brado, baja do apparecer para tratar-so des-
se negocio : na ra do Sul por cima do ar-
mazem decapim.
Flores de gomma,
para cabello e cima de mesa, bonecas, ote. ,
faz se com perfeis3o, naturalidade e bom
gosto : na ra do Arag3o n. 12, segundo
andar.
Na primeira audiencia do lllm Sr. Dr.
juiz dos feitos da fszenda.so h3o de arrema-
lar os soguintes objeclos : um engenho de-
nominado Barbalbo na freguesia da comar-
ca do Cabo, com todas as suas Ierras, mal-
tas e logradores, casas do engenho, do vi-
venda o de purgar, com 30 furos e 3 balcOes
grandes, sonzalla para pretos, 1 moenda, 4
tachase un parol de caldos, tu lo de ferro,
e outros objeclos avahados em 38.000,000 rs. J
o da mosma forma vilo a prasa os b ins an-
nunciados em o Diario do Pernambuco de 26,
27 e 28, de novembro do anno p. passado,
a excepQ3o de alguns queja foram arrema-
tados.
-- Acha-se farinha nova de SSSF, (de ra-
minha) para vender, nos armazens de Dea-
ne I nulo & Companhia, no becco doGon-
(alves.
ex a
Comprim-se escravos rceoulos, ma-
chos a furnias, de 12 a 20 annos de Idade,
com habilidades, ou sem ellas : na ra da
Cadeia no laolfa, caaa n. 8.
Compfam-se para.nma encommenda
do Kio do Janeiro duas escravas crioulas
ou pardas, deisfa 2o annos, que tenhana
boas figuras, e um moleque da 14 a 18 an-
nos : na Rua-Nova n. 16 se dir quem
Compra.
Compra-Se urna meza redonda de pi
d'oleo para mel de sala : na ra do Quel-
mann Inja do miudozas n. 24.
BOWMAN & MC. CALI.UM, engenheio
ros machinistas e fundidores de ferro mui
respetosamente annunciam aos Senhores
proprietanos do engenhos, fazondeiros, mi-
neiros, negociantes, fabricantes e ao res-
peilavel publico, quo o seu estabelecimento
de ferro movido por machina do vapor con-
tina em effectivo exercicio, e se acha com-
pletamente montado com apparelhos da pri-
meira qualidade para a perfeita confecsSo
das muiros pe;as de machinismo.
Habilitados para emprehender quaesquer
obras da sua arte, Bowman ce Me. Callum
dosejam mais particularmente chamar a
all Mu-fio publica para a sseguintes, por
erem dellas grande sortimento j prompta,
as i|iine.s construidas na sua fabrica pdem
competir com as fabricadas em paiz es-
trangeiro, tanto em prego como em qua-
lidade da materias primas e mSo d'bra
asaber :
Machinas de vapor da melhorconstrucsSo
Moondas de canna para engenhos de lo-
dos os tu maullos, movidas a vapor por agoa
ou animaes.
iiodas d'agoa, DOfnboj de vento e serraas
Manejos independontes para cavallos.
Rodas dentadas.
AguilhOes, bronzesechumaceiras.
CavilhOos eparafusos de todos os tama-
itos.
Taixas.parcs.cri vos e boceas de fornalha.
Moinhos de mandioca, movidos a inflo ou
por animaes, c prensas para a dita.
Chapas de fog3o o ionios de farinha.
Canos de ferro, torneiras de forro e de
brome.
Bombas para cacimba e de repuebo, mo-
vidas a mSo, por animaes ou vento.
Guindastes, guinchse macacoa.
Prensas hydraulicas e de parafuso.
Ferragens para navios, carros e obras pu-
blicas.
Columnas, varandas, gradse portles.
Prensas de copiar cartas e sellar.
Camas, carros do mSo e arados de ferros
etc etc.
Alm da superior dude das suas obras, j
geralmnte reconhecida, Bowman & Me.
Callum garantem a mais exacta conformi-
dade com os moldes e dezenhos remettidos
riela* senhores que se dignarem de fazero
lies iMiconimondas, aproveitandba occasiae
para agradecerem aoa sous numerosos ami-
gos e freguezes a preferencia com que teem
sido por elles honrados, e asseguram-lhes
que n3o pouparao clreos e diligencia
paracontinuarem a merecer sua conlianca.
Compras.
,..- Compram-se duas moradas de casas
5 rreas em boas ras, ua freguesia de S. An-
tonio : quem as tiver dirija-se ao admiois-
rador dosta typograpbia, quo dir quem as
pretende.
.- Compram-ae escravos de ambos os se-
xos para engenho, s-ndo bs femias de 15
at 23 anuos, e os machos al 30 : no arma-
Salustiano de Aquino r er- zomdaruaNova n. 67.
... i Vendas.
FOLHINHAS PARA i85a.
Vendem-ae folbinhas de porta ,
de padre, e de algibeira de tres dif-
ferentes qualidades,sendo urna ilcl-
las com o almanak da cidade e pro-
vincia: vendem-se nicamente na
prura da Independencia n. 6 e 8j
^imao de antua a
00 rs.
Vonde-se a historia de Simio de Nantua,
a 800 rs. : na livraria da prasa da Indepen-
dencia 11. (i e 8
'Lotera do Rio de Janeiro.
Aos 30:000,000 de rs.
Na laja de miudezas da praca da
Independencia 11. 4) vendem-sebi-
Ilides inteiros, meios, quartos, oi-
tavos e vigsimos, a beneficio das
Casas de Caridade ; espera-se a
lista no primeiro vapor.
Lotera de \. S. do Livramento.
Aos 5:ooo,ooo de rs.
Na loja de miudezas da praca
da Independencia n. 4, vendem-
se bilbetes inteiros, meios, quar-
tos, decimos e vigsimos, a bene-
ficio da lotera de N. S. do Livra-
mento que corre impreterivel-
mente no dia a8 do corrente.
Ililleles inteiros 10,000
Meios 5,ooo
Quartos 3,600
Decimos 1,100
Vigsimos 600
Lotera do Rio de Janeiro,
aos ao:ooo,000 10:000,000 de rs.
O cautelista Salustiano de Aqui-
no Ferreira avisa ao respetavel
publico, que no dia 19 do corren-
te mez, deve chegar do Sul o va-
por da companhia brasileira, e no
dia 300 vapor inglez Teviot, con-
ductores das listas da 14* lotera
a beneficio das Casas de Caridade,
que corren no dia 4 deste mez, e
paga immediatamente logo que re-
ceber as listas, sem ganancia al-
gama, todos e quaesquer premios
l_ue saliirem nos bilbetes, meios,
quartos, oitavos e vigsimos,.ven-
didos na nruca da Independencia
n. i3ei5, loja decalcado do A-
rantes, e na ra da Cadeia do Ile-
cife n. 46, loja de miudezas.
Bilhetes 33,000
Meios 11,00o
Quartos 5,5oo
Oitavos 3,800
Vigsimos i,3oo
cautelista Fara Barboza ,
recebeu bilbetes da 14. lotera das
Gasas de Caridade, cuja lista vem
no primeiro vapor, e os vende no
pateo do Collegio, casa do livro
azul, pelos seguintes precos :
31eios 11,000
Quartos 5,5oo
Oitavos 3,800
Vigsimos i,3oo
O cautelista contina a pagar os
bilbetes do theatro de S. Pedro ,
que vendidos na mesma casa sahi-
ram premiados.
O cautelista Salustiano de
Aquino Ferreira, paga pelo Jornal
do Commercio de 35 de Janeiro do
corrente auno, os bilbetes premia-
dos e cautelas da 4- lotera a bene-,
icio da freguezia de S. Jos, os
quaes foram vendidos na praca da
Independencia n. i3e l5, loja de
calcado do Arantes, e na ra da
Cadeia do Kecife n. 4^ lja &e
miudezas, asaber : n3G billie-
te inteiro 1:000,000 ders., 5359
em quartos 400,000 rs., 3736 meio
bilhete io?,ooo rs., 4433 em quar-
tos 100,000 rs., 34t4 em oitavos
100,000 rs., 990 em quartos e vi-
gsimos 300,000 rs.
Vende-se no Atierro da Boa Vista 0.
6, primeiro andar, urna mobilia qussi no-
va por ter tido mui pouoo uso, madeira po
d'oleo, por baratsimo preco por estar o
dono a ratirar-so-
Sobrado em Goianna.
Vende-e, muito em coota ;
um bonito sobrado sito na ra
do Meio, n. 58 avahado em
3:000/000, em o qual tem parte
I.i-sola Mara das Yirgens e sua
irmaa Joaquina A Ivs de l'aiva na
importancia de io7,473 rs. quem
pretender dirija se a caza de Kal-
k 111 mu I raos, ruada Cruz, n. 10.
PIANOS.
Vendem-se 'em casa de Kalk-
mann IrmSos, na ra da Cruz n.
10, ricos pianos de Jacaranda, com
encllente* vozes chegados ba
pouco tempo.
i
MUTILADO


Vendcm-so superiores bolachinhas de
artruU em latas do Dio de Jsneiro, reijao
preto, dito molalinho a 8,000 e 8,500 rs. a
ateca, azeitonas ltimamente cnegadas, la-
las com 8 libras de superior lib deS, Pau-
le*, sebolas, peoeiras derramo proprias para
padaria e refinacBo ; ludo por preco com-
modo, no armazn da tus fla Madie-de-
Deos n. 31, ao lado da alfandega.
Vende-se a casa lora* B. 32, sila na ra
deS. Amsro, do bairro deJntntQnio desta
cidade: a trattr na travessa do arsenal de
guorra, armazem do carne secca n. 9, das
10 borss da manilla, as da tarde.
-. Venden)-su duts canoas abertts, de
carga de 1,800 tijollos, em bom nao, e por
prejo commodo: no Caes do Ramorarma-
lem n. 3.
Queijos do Sertao.
Vendem-se queijos grandes e freacaes,
Tindoa do Sertao, e por preco commodo :
na ra do Queimailo loja n. 1*.
Padaria antiga.
Apadaria debaixo do sobrado da esquina
da ra Vellia n. 106, com a (rente para o
largo da praca da Santa Crui, continuada-
mente fabrica ludo quanto be propno des-
tes estabelecimentos, caprichando sempre
em pregar as melhores farinhas que ha no
mercado, fazendo todo o possivcl de obsor-
var a limpeza easseio interno e externo, a
nSo desmerecer o conceito que lem adqui-
rido no espaco de 38 annos ; fazendo sem-
pre a deligencia de adotar o melbor nesta
arte, tanto antigo como moderno, sem que
admita em seu fabrico, algutna eapecie pre-
judicial a saude e smente a melhor farinha
de trigo, e boa minteiga, e assncar para
a bolaxinha, biscoutinho, e fatias, intitula-
das regala, toodo sempre um bom sorti-
mento de torradas ; observando o antigo
uzo da bolaxa furada, que se parte em duas
metados iguaessendo de quatro em libra,
at a menor bolaxinha de 30, a 40 em libra,
tudo proprio para quem gosta de aboberar
em leite, ou agoa para o cha, e calle, e mui-
to principalmente para auem be falto de
denles. Igualmente vende na mesma pada-
ria, muito bom cha brazileiro, e da India,
caf muido, som a menor mistura, e em
grao >evada torrada, assucar refinado,
e en caroco ; [assisi como manda le-
var o pilo aos freguezes que quizerem utili-
zsr-se, sendo logo separado a porcSo que
diariamente quizerem: tudo avontade dos
freguezes.
Vendem-se enxadas calcadas com 890,
panellas, frigideiras, cassarollas e chaleira
de ferro forradas de porcellana, hcelas do
faia para doce, carretil lias, grelhas iparaj
torrar pao, nlinofarizcs, facas com.girfo,
inuilo linos, colheres de metal do principe,
e outras multas ferragens por procos com-'
modos: na Itua-Nova. loja de ferragens;
n. 16, de Jos Luiz Pereira.
*r
a o- ^
no E 5'
B 1 o r.o a
2 n *
- B = <"
5g3?a
2 2 ?
8 S B g *g

.H".
s
2o> o- "3 o
"a .2.
ifilis
Mal1
IfsSS
ie-lll
NI I'
!1 ti
39 B
a o -> B
iiili
i "Si
a o a F,
S
H
O
=
?
fl5
0
O
*
a
C/l
S ?
ss
2.8
31
!!
o o
era
o
B.S." 2.5
'B!?0, t
i >
n 2
2,
m|
= 5
"s
ES
Si'

o"
o B
I*
v a
0 =
e
K
3?
01 o
O
H
i>
H
>
O
a
O
5
3 7 c
3 / #'
= O t - O c 9
a =- 0 0
R9 0 0
!/. O J &
cr 3? ^ a
c c 0
* p 73
2 <6 3 O
rp < fj
O
B
vi i-*-
- m
01 3 99
Bi
0 O -
0 a ce
1 s. -5
4 =
"I I
5" S'
CO (!5 35
p
O o
RCB
.. S"
ai 1 -1
( P
3 O 1
-3 5'
0
a ff5
co 2
_'^
ce
O
O
C
ce
cu

a
ry
= 53
' AGENCIA
da fund95o Low-Moor.
RA DA SENZALLA NOVA N. 42.
Reste eslabeleeimenlo conti-
na ahavetyum completo sorti-
mefato de moendas o meias moen-
das para engenho, machinas de
vapor, e taixaa de ferro Latido e
coado, de todos os tamanhos, pa-
ra dito.
SGantois Pailhet& Companhia.M
' Conlinua-se a vendor no deposito B
9 geral da ra da>Cruz n. 53, o excel- *
n tontee bem conceituado rap areia 31
S prcta da fabrica de Gantois Pailnot & ii;
B Companhia da Baha, em grandes e !;.,'
pequetaspor(0es pelo preco ostabe- jm
lecido. ___
WW^WMWIIIIIR.WiWWINWWNINIWO
Antigo deposito de cal
virgem.
Na ra do Trapiche, n. I7, ha
muito superior cei nova em pedia,
chegada ltimamente de Lisboa:
tambern se vende potassa da Rus-
sia, nova e de superior qualidade.
* Vendcm-se relogios de ou-
ro eprata, patente inglez : na ra
da Senzalla Nova n. \i.
Cal vilgeni de Lisboa.
Vende-se cal de Lisboa, de p-
tima qualidade vinda no ultimo
navio : trata-se com Augusto C.
de Abrtu, na ra da Codeia do Re*
cife n. 48.
v%Bombas de ierro.
Vendem-se bombas de repuxo,
pndulas e.picota para cacimba :
na ra do Drum ns. 6, 8 e 10,
fundicao de ferro.
Novos cobertores de tapete a
i,44<>rs. -i
Na ra do Crespo loja da esquina que
volta para a cadeia, vendem-se cobertores
de tapete, grandes e bonilos, pelo diminuto
preco de 1,440 rs.; em qualidade sSo os me-
Ihores que tem vindo no marcado, por isso,
recommenda-se ios Srs. de engenho que
quizerem comprar da pichincha, nSo se de-
moren), porque jt ha poucos pela estracSo
que lem tido.
He lao barato,
Que iaz animar ;
Quem vir a pecbincha
Nao deixar de comprar.
Na ra do Crespo loja da quina que vira
para a cadeia, vende-se panno lino preto, a
3,000, 3,500, 4,000 4,500, 5,000 o 5,500 rs.
o covado ; dito francez muito superior, a
6,000 rs. ; dito azul, a 2,600, 3,500, 4,000 e
5,000 rs. ; dito verde, a 2,800, 3,000 e 6,000
rs.; dito cor de rap, a 8,600 rs. ; casemi
ra preta, a 4,8006,000, 7,500 8,500e 10.000
rs. o corle; sarja preta de seda muito su-
perior, a 2,500 rs. o covado; merino preto
muito bom, a 2,800o 3,200 rs. o colado cor-
tes de cassa chita muito bonitos, a 1,920
rs.; e oulras muitas fazendas por preco
commodo.
-- Vendo-so rap de Lisboa em frascos,
chegado pela barca l.igeira, a 4,000 rs.; os
Srs. freguezes que coslumam a tomar a boa
pitada, nSodeixarSo do mandar buscar, no
largo da Assemhla n. 4.
YcniliT.i-v 4 novilhotcs, e vaccas a
parir, tudo muito manco, e lilhos do pasto
da l'iranta, freguesia dos Afogados, por
preco commodo : na casa das afericOes d
ruadas Agoas -Verdes n. 25.
SALSA PAimiLHADP
SANDS.
Este exctllente remedio cura todas
ermidades ai quaes 3o oriBnid,s ,'
mpuresa do sangue ou dosystema t
ber : escrfulas, rheumatismo erurJ!'"
cutneas, brebothas na eir, almoroid?
doencjs chronicas, brebulhas, bortoti
tinba, enchacOo, adores nos ossos e iii''
tata ii!>>*> rlnannaa vnnariaa -:_i J "I-
tas, ulcar, doencas venerias, citica, enf,"
midades que attacilo pelo grande
mercurio, hidropesa, expostosa
extravagante.
uso do
uma viii.
, Aasim como, chronica, d,
sordens da constituicSo, aer3o curadas m
esta tao til, e approvada medicina.
A adminiatracSo doste belo remedio nn
ataques maisestraordinarios tem siJu'9e *
proseguidos pelos mais felices resulUd.
as suas operacOes ; porm, o seu princin.i
o de purificar osancue. e Nim..
proseguidos pelos mais felices resultado,
as suas operacOes ; porm, o seu princin.
objecto he de purificar o sangue, e limuf
svatema de qualquer influencia de mercu
rio. No seu modus oprramli, he direcu!
mente como um remedio alterativo aindi
que, indirectamente serveaosvsleina com
um verdadeiro tnico. Doencas nos osioi
e no systema grandular; assim como nis
juntas, e ligamentos, so nteiramenle cu.
radas pelo uso deste remedio, sem que
doente faca resguardo algum, quando usar
este remedio. A oppericSo deste remadu
consiste em remover a desordem do svste-
ma, e em breve tempoo doento gandir
sui saude.
SALSA PARRILIIA
DE
^1*^
As numerosas experiencias feitas como
uso da salsa parrilha em todas as enfermi-
dades, originadas pela impureza do sangue,
e o bom xito obtido na corte pelo IIIm.
Sr. Dr. Sigaud, presidente da academia im-
perial do medicina, pelo lllustrado Sr. Dr.
Ucposlto da fabrica lo Todos os Antonio Jos l'oixoto em sua clnica, eem
Vende-se superior farinha
iosealindaval-j de mandioca de Santa Catharina,
por prejo muito commodo, a bor-
do do patacho brasileiro Alcgria u
sa brilbante a Luziada, oll'e-
recida a S. M. n. Mara II.,
por J. Portehaut, para
irania, preco 320rs : na Im-
prensa de msica da ra
Bella n. 28. imprimio-se 2
lindas valsas, o Salto, e a Madrugada,
piano, -por J. C. 8. Araujo, preco 320
na mesma ra n. 28.
Para bailes mascramos.
Mascaras de cera o de pao por preco com-
modo: na ra do Rosario larga loja de iniu-
dezas n. 44.
Grande fabrica de chapeos de sol,
de J. Falque ua do Collgeio
n. 4.
NestS novo cstab?lecimento recebeu-so
m novo e lindo sortimento do chapeos do
, para patacho, ou no escriptono de No- por menos preco que emout
!0 ": vaes & Companhia, na ra do Tra- lc grande sortimento do el
. e paninlios cm peca do todas
Para o baile de mascaras.
Vende-se um vestuario em bom uso ?
* e completo: a tratar na ruada Ca- #
? deia do itecife, loja n. 53. 9
j) Leite sem mistura.
Contracta-so a venda diariamenta do 30 a
40 garrafas de leite sem mistura alguma,
com quem o queira ir receberno Mangui-
iilin, ultimo sitio antes da ponle, do lado
direito, e da-sepor ser em porcilo, a menos
de 200 rs. a garrafa : a tratar no mesmo si-
tio ou na ra da Cruz do Recife armazem
n. 13.
No engenho Peres, vendem-se bos d
lote refeitos, livres de mal triste, cairapa-
tos, e ptimos para carro : a fallar ao lo-
rente coronel Manoel Joaquim ; assim como
tambemum jumento proprio para tirar ge-
racao com bestas.
Na travessa da Madre de fieos armazem
d. 5 vende-se batatas boas a 600 rs.a arroba.
Attcncao ao barateiro da ra do
Tundeado em frente ao caes do Ha- Sol dos ltimos gostos, tanto de seda como
mns a fratir a horda do mi-iinn u"e paninho para bomens e senhoras, de ar-
. a tratar a Dorao uo mesmo maQaodobllle,e do 8SS0 qu6 se vendem
tra qualquor par-
chanialole, sedas
( v paimiiios em cea do todas as cores e qua-
piche n. l\. 1 lidades para as pessjas que quizerem man-
Vende-se milho muito novo a 2,560 rs. dar cobrir arinacocs servidas. Completo sor-
o alqueire : no trapiclie do Cunha, no lim .' tmenlo de baleias para vestidos espartillios
da ra da Moeda. | para senhoras, fazem-se umbellas de igreja e
Vende-so ou arrenda-se, o engenho S. j concerta-se qnalquer qualidade do chapos
Hita, moentee corronte, meia legua distan- do sol: todos os objectos cima mencionados
toda villa de Iguarass. enm proporcOes se venderncm porcHo o a retalho, por preco
para safroijar-se, embarque junto do enge- que agradara aos freguezes vista da quali-
nho', alagados, e outras proporr;6es : quom |dade.
'o pretender, cntenda-se com o proprielario I Moinhos de vento (
no mesmo engenho.
L'ara liquidar
Faz-so todo o negocio dinhero
Vendcm-se por t8do o preco presuntos
hollanduzfs, proprios para fiambre e tem-
pero : na ra da Ca'deia do Recife, n. 23.
Vende-se,
Almdomuitos e superiores gneros, ven-
de-se Igualmente os srguintes: caf do Rio,
em porcao c a retalho, massas linaf, con-
servas, o excellente doce de annanaz era
frascos de 6 libras, extrat d'absinlhc, vi-
nho do Rheno, ditos do Cherry, Porto Ma-
deira c Muscatel de Setubal, sardinhas em
latas maiores e menores, rquissimas cai-
xinhas de todos os lamanhos cum anien-
doasconfcitadas, muito propri para pre-
sente, presuntos amoricanos e inglezes para
fiambre, ditos do Porto c Lisboa, milho om
Crespo n. l, loia de Jos Fran- saccas, sebo do Porto em caixas do I arru-
fa k. .1.. nrn|n .nlU o nm mi,einl,iic cisco Dias, chitas cabocolas, a
aoo ris o covado.
Vendem-se chitas escuras cores de vi-
olto ede caf, (azenda inteiramonte de pa-
drfles novos e cores muito fixas, a 200 rs. o
covado; (lilas francezas muito superiores,
2(0 rs. o covado ; ditas de quadros pa-
lia, cha preto solt e em massinhos de 3 em
libra, latas com muito fino biscoito in-
glez; tudo isto vende-se por monos doquo
em outra qualquer parte : na ra da Cadeia
do Kecifo, n. 23, armazem do molhados.
Vende-se urna preta de na;5o, de idade
26 annos, que sabe bem cosinhareengom-
mar; s se vende para o mato ou para fra
drOes escurse inteiramenle modernos, a I d 'erra, o motivo por que se vende se dir
200 rs, o covado ; superior atoalhado ada- a0 comprador: na ra do Amorim, n. 25.
mascado de puro linho e com 8 palmos de --Na ra da Cruz n. 33 armazem deS
largura, pelo muito barato preco, do 1,600 Araujo ha superiores saccas com familia rs. a vari; alpaca preta muito fina, a 640 rs. I S- Catharina que se vendem mais barato
o covado ; cassas francezas de cores as mais' Q"e em outra qualquer parle, sendo de al-
unas que tem apparecido, a 640 rs a vara ; | queira cada urna .a para mais commodidade
cassas chitas muilo largase cores filas, pelo dos compradores que levarem a sacca para
baratissimo proco de 200 rs. o covado ; di-' despejar se descontar,
tas em cortes com 6 1|2 varas, a 2,000 rs. o I Caixas para rap
corte; cortes de cambraia de seda cor de Vendem-se as bem conbecidas caixas
carne e de rosa, fazenda rio ultimo gosto,! "le xifre do Aracaty chegadas proximamen-
pelo baratissimo preco, de8,500 rs. o corte : te: os tomantes que quizerem possuir urna
dem de seda pura, todos brancos, pelo ba-l excellentocaixa imitando as de tartaruga
rato preco de 12,000 rs. o corte; superio-' Pr muito mais commodo preco dinjani-
res bros de puro linho trancado, de ricas sea ra larga do Rozario, n. 20.
cores, e novos padrdes, a 1,200 rs. a vara ; I Vendem-se 2 excellentes vaccas do lo-
assun como outras multas fazendas de agr- te acostumadas no pasto, paridas ha poucos
dar aos Srs. compradores, tanto nos procos dias : no sitio do Mascarenhas, no Barbalho,
como nasqualidadea. ou na ra Direita n. 32.
... mullo bom uso,por iijolosdealvenaria gros-
tos, mocos e de bonitas figuras, saetelhas: na ra dasTrincheirasn. 17.
como Sejam : moleques molcco- --Na ruada Cadoia do Recife, n. 49 se-
gundo andar vende-so muito boa cora de
carnauba a 5^000 is. a arroba, saceos de
gommu, pollos de cobra mui grandes, e
chapeos de palha a 10000 rs. o cauto viu-
dos ulti mmente do Aracaty.
Vcnde-se farinha fontana
muito superior e nova no merca-
do : a tratar com Manoel da Silva
Santos, na ra do Amorim n. :'><; e
58, ou no armazem do> Annes no
caes da alfandega.
i'otassa americana.
No antigo deposito da cadeia velha, n.
12 existe urna pequea porcSo de potassa
americana,-chegada recenlemente que por
superior rivalisa com a dailussia: valde-
se porjprKo razoavel.
Cobertores de aigodao.
Superiores cobertores de algodSo do di-
ferentes cores, tecidos a dous los, muito
;rande, tem todaapplicafo em urna casa de
imilia, porservir para meza de engom-
mado o forrar camas o mesmo para escra-
vos, pelo diminuto preco de 1,410 rs.: na
ra do Crespo n. 6.
Velas de Esparmacete.
Vendem-se velas de esparmacete
cm caixinhas de ao Ib, cm casa de
Augusto C, de Abreu .-na ra da
Cades do Recife n. 48.
tes, molalinhos, negrinhas, ne-
gras mocas e dois pretos de meia
idade, por preco muito emeonta :
na ra das Larangeiras n. 14, se-
gundo andar.
No escriptorio de Novaes &
Companhia, na ra do Trapiche
n. 34, tem para vender, por pre^o
commodo, carneiras de cores; cha-
peos de palha do Chile, em por-
res; linhas de roriz e de Cuima-
raesj tinta para escrever e graxa
de lustro.
Superior oleo de linhaca.
Chegou mui recentemente da
Hollanda oleo de linhaca cm boti-
jas, de qualidade muito superior :
vende-se na ra do Trapiche No-
vo n. 16.
-- Em casa de James Crablree & Compa-
nhia, no Recife rus da CVuz n. 43, vnde-
se oseguinte : sehns inglezes com porlen-
ces, ai reos para carros Ue 2 o 4 rodaa, cor-
rentes de ferro, ancoras de ferro de diversos
tamanhos, cobre em folha, lonas inglezaa,
linhas em carriteis e novellos, graxa n. 97,
verdadeirs.
com bombas de repudio para regar hortas
d baixas docapim : vendem-se na fundicilo
deBowman&Mc. C 1II1101, na ra do lirum
ns. 6,8 o 10.
--Vende-so a melhor farinha que existe
no mercado a bordo do brigue Sagitario en-
trado de S. Catherina no da 25 do correle
quem portenderqualquer poica 1 dirija-se a
bordo do mesmo brigue, ou na ra do cole-
gio n. 17, 2." andar,
Principios geraes de economa pu-
blica e industrial.
Vondo-so este compendio, arpprovado para
as aulas de primeiras lolras, a 480rs.: na
praca da Independencia, livrario n. 6 cS.
Vendem-se barris com breu,
por preco commodo, e em lotes a
vontade dos compradores : na ra
do Trapiche n. 36, escriptorio de
Matheus Austin & Companhia,
Vendem-se velas de espermaceto, em
caixas, de superior qualidade : em casa de
J. Keller & Companhia: na ra da Cruz nu-
mero 55.
Vende-se champagne da marca amiga
e bem conhecida, Comet, em casa de Deaue
Yu le & cumpanliia : na ra da Cadeia.
Vinlio de Champagne,
e superior qualidade : vende-se no arma-
em Kalkmanu IrmSos Ra da Cruz, n. 10
Vende-se por preco commo-
do, cal virgem, muito nova, che-
gada pelo ultimo navio, por preco
muito commodo ; no armazem de
Dias Ferreira, no caes da Alfande-
ga, ou com Novaes & Companhia,
na ra do Trapiche n..'.'|.
Arados de ferro.
Na fiindico da Aurora, em s. Amaro,
vendem-se arados de ferro de diversos mo-
delos.
DEVERES DOS HOMENS,
a 5oo ra.
Vende-se este compendio aprovadopara
as aulas, em meia encadernafSo, a 500 rs.,
cada um : na liviana n. 6 e 8, da praca da
Independencia.
Superior cha nacional
em caixinhas de 2 libras, e da melhor qua-
lidade ; vende-se por prcQo commodo, na
ra do Corpo-Santo n. 2, primeiro andar.
Oprimo vinlio blanco.
Vendem-se barris de 5 em pi-
pa, com vinho branco de Lisboa,
da melhor qualidade queapparece:
trata-se na ra da Cadeia do Ke-
cife n. 48.
Moendas supci'iAjre.s.
Na fundico de C. starr& Companhia,
em S.-Amaro, acham-aai venda moendas
de canna, todas do ferro, de um modelo e
construccSo muito superior
Na ruado Vigrio 0,10,1. andar che-
gou recentemente e se acha a venda a su-
perior "bolaxinha de Lisboa propria para
cha, liiiis-ima marmelada om latas de li-
bra, eoxcellente chocolate de todas as qua-i
lidades medicinaes, onde se vende por
junto 011 em porcSo.
Vende-sa farinha de mandioca superior
omquilidade da precedencia c l'orto-Ale-
gre o a preco rasoavel: a bordo do patacho
Santos na llaliia.
Vende-se,em casa deN. O. llieber&C.
na ra da Cruz n. 4, algodSo transado da
quella rabrica, muito proprio parasaccosde
assucar o roupa de escravos, por proco cum-
modo.
Casa de commissao de escravos.
Vendem-se escravos e recebem-
se de commissao, tanto para a pro-
vincia como para fra della, para
0 que se olerece muitas garantas
a seus donos na ra da Cacimba
n. ti, primeiro andar.
Arados de ferro.
Vendem-se arados de diversos
modelos, assim como americanos
com cambao de sicupira e bracos
da ferro : na fundicao da ra do
l'ium ns. 6, 8 e 10.
Farinha fontana,
chegada ltimamente: em casa de J. J. las-
so Jnior, na ra do Amorim n. 35.
Agencia de Edwin ftlaw.
Na ra de Apollo n. 6, armazetn Ue Me. Cal-
mont&E Cpinpanhia, acha-sc connlantemeotc
boas aorlimealos de taima de ferro coado e
l) indo lano rasa como fundas, moendas in-
eiras lodaade ferro para animaes, agoa, etc.
ditas para armar eui niadrira de todos 01 ta-
manhos e madelloa o mais moderno, machina
horisontal para vapor, com forfa de 4 caval-
los, coucos, ji iss.nliirim de ferro estanbado
para casa de pulgar, por menoa pre^o que oa
de cobre, cscovens para navios, ferro inglez
lauto cm barras como cm arcos folbas, c tudo
por barato preco.
Deposito de cal e potassa.
No armazem da ra da Cadeia,
1 i, 1 -. Isefaraologo que os quoiram da maneira
uouecue n. ia, lia mudo supe-3quooscompradores emeommendarem.
or cal de Lisboa, empedra, as- --Na ra das Cruzes n. 22 segundo an-
_______ ____ 1. i.- i dar vendeso urna escrava cabra sem filho,
sim como potassa chegada ultima- com mu0 bom ,eita par, mar, uma e,
mente, a precos muilo rasoaveis. gante escrava da costa, bonita figura, gra-
Talxas para 11 a< 11 lio. vida de 7 meze8>e2dll de Ango1 1"e>-
Na fundicflo de ferro da ra do Rrum, (sinhao e lavam de sabao e 1 escravo de na-
acaba-se de receborum completo sorllmen-j'1.0 df, *0 annos, ganbodor de ra, e uma
to detaixasde 3 as palmos de bocea, as crioulla de 21
sua afamada casa do saude na Gamboa, pe-
lo lllm. Sr. Ilr. Saturnino de Oliveira, me-
dico do exercito e por varios outros mdi-
cos, permillem boje de proclamar altamente
as virludos ellleazos da
SALSA PARRILHA
DE.
aBM&XNrarai:
Nota. -- Cada'garrafa conlcm duas libras
de liquido, e a salsa parrilha do Bristol he
garantida, puramente vegetal som mercu-
rio, iodo, poiiisMii.il.
Vende-se a 5/000 rs. ovidro na botica do
Sr. Jos Mara Goncalvos Ramos : ra dos
yuar lois 1 ovada ao auarlol de policia.
MOBILIAS DE rEUKO.
Vendem-se ricas mobilias de fer-
ro, como canaps, mesas, cadeiras
com braco c sem elle, e muitos ou
tros objectos de ferro : no arma-
zem de kalkmanu Irmaos, na ra
da Cruz n. 10.
l.ivros em branco.
Vende-se em casa deKallcmaiiu IrmSos
na ra da Cruz n. 10, livros em branco che
'gados pelo ultimo naVio.
Vende-se uma casa terrea com alguna
commodos e em boa ra : quem pretende-la
cnlenda-se com o Sr. Jo5o Baptista Fernn
des, mestre da obra da igreja do Livra-
menlo.
Attencao.
Na rus do Encantamento comfronto a loja
do Sr. Siqueira vendem-se tamancos, e fa-
zemseos mesmo- tanto a retalho como em
porWics sspessoas que forem amantes de tra-
zer os pes sempre quenles e enxulos podem
correr a dita casa que acharSo sempre
prom; tu sortimento, e no caso de nSo adiar
A Salsa Parilha tem gsnhado por mu:;,).
annos uma alta reputaciio, de ter curado
doencas mui difTIcullosas, que nenhumou-
tro artigo de valor em materia medica (em
curado. He de saber que a Salsa Parilha he
um dos mais valerosas remedios que ,
doctores us3o em toda a parte do mundo -
com vistas de ganharem a cura pelo uso ds
tal remedio vegetal. Porm, deve-se da
notar, que nem todas as pessoas sabem pre-
parar este remedio, assim como esco-
llierem a melhor parte que se deve usar nm
tal preparacSo. Cm celebre Medico escrip-
tor, que residi por muitos annos no lugar
aondeha a melhor producto da Salsa pj.
nlla disso : Seisou oito especies tiestas
raizesque crescem nesles bosques, admra-
me que nSo podesse adiar, se no uma
com o gosto, e propriedade da verdadeir
Salsa l'arilla, que se possa recommendar
para medicina ; pSisas mais eram inspi-
das e inertes. Porm, como os medicoi
nao se do 1 ao trabalbo de fazerem as
suas proprias medicinas, mas sim confiam
nos seus habis boticarios, para a prepara-
rem, e comporem difTerentes drogas. Po.
rm de todas es preparacOesde Salsa Par-
Iba devia do ser da genuina, para que o fa-
cultativo o o publico lii'.i-M'm bem itd is
as preparacOesde Salsa Parrilha a ser da
melhor qualidade. Puis ho este o genuino
vegestavel, que seofferecoao publico; nos-
te se v combinados oulile cum dulce ; poij
em infinitos casos em quo o doente espe-
ranzas algumas tinba de viver, e grandes
quantidades de remedios experimentados
mas sem resultados de melhoras ; mas coa
esta pura Salsa Parilha, suas curas tom sido
infallveis, pois os certificados que temos
recebido de pessoas que tom usado deste
puro remedio, afrmam da sua boa elllca-
cia ; estes certificados temos a honra de
aprensentar ao respeitavel publico, para
que fiquem certos, o que cima so diz, he
verdadeiro. Os proprietarios deste reme-
dio tem por muitos annos emprogado todos
OS muios para pr.-pararom OSte 13o til, e
essencial remedio da raiz da Salsa Parilla,
qne por II m, conseguiram as suas vistas, em
prepararen! um tSo valuoso remedio, e seus
tao lindos resultados tem enehido os pro-
prietarios de gloria, e triumpho do forera
preparado uma linda compos^So contra
doencas, que o seu Um ho destruir o corpo
humano. Esta composicSo he quimlca e
nova. Esta Salsa Parilha he combinada com
outros engredienles que todos elles perten-
cem a classe vegetal, e lodoscom o poiler
de purificaren o sanguo. O doente que usar
desla composiciio, pode contar que temo
mais eflicaz remedio, para a sua eofermi-
dadeusa. O nico agente nesta cidade lie
Vicente Jos de Brito, oa ra da Cadeia do
lleeife botica n. 61.
Escravos fgidos.
(junas acham-se a venda por preco com-
modo, e com promptido embarcam-se,ou
carregam-se em carros sem despezas ao
comprador.
Farinha de mandioca.
Vendo-se saccas com superior farinha
do mandioca a precos rasoaveis : a tratar
com 1. 1. Tasso Jnior ra do Amoiim
n. 35.
Deposito de cal virgem.
Cunha & Amorim, na ra da Cadeia do
Recite, n. 50, vende-se barris com supe-
rior cal em pedra, chegada pelo ultimo
navio de Lisboa, por menos preco do que
em outra qualquer parte.
farcllo a 3,000 rs.
Na ra da Cruz, armazem n. 13, de J. C.
Augusto da Silva, vende-se farello o mais
novo que ha no mercado, a 3,000 rs. a sacca.
-* No escriptorio de Manoel Joaquim lla-
mos e Silva, na ra da Cadeia do Recife,
vende-se por preco commodo cal virgem de
LisbOa chegada no ultimo navio, bezerro de
lustro, mercurio, linha de Roriz.retroz, fei-j
cha-Juras do Porto, pannos e casemirasj
de Illa.
Ovas do SertSo.
Vendem-se ovas do SertSo muito frescaes;
cheguem freguezes anles que se acabem,
por se eslarem vendendo muito barato : na
ra do Queimado loja n. 14.
^^^^^^^^?^^??^^^?^^^
Na loja pernambucana da i
ra do Crespn, ir,
9 vendem-se ricos vestuurios
4 para bailes de mascaras, todos de l- 9
J no veludo, com difTerentes cores, os ()
B mais modernos o interessantesque se ?
9 tem visto at boje : os precos sSo *>
Jt mdicos e os uniformes inteiros, ten- *
4 do oa la um o competente figurino.
- Vende-se cera para limas de cheiro : na
ra do Rangel sobrado n. 5-2 a 1,000 rs.
~ Vende-so a armacfioo perlencesde uma
loja de couros muito afreguesada contendo
a casa commoJos para familia : quem apre-
tendor falle na ra Direita n. 55. .
Vendem-se latas com bolaxinhas de ara-
mia do Rio de Jant-iro, novos charutos os-
pruncoseRegasdeS, Flix, ditos de Casta-
r.lio & Filho, e mais do diversas quahdades
por precos commodos para fexar conta; ta-
pioca, saccas com milho novo, uma 1 orean
Ce quartinhas douradas para entortes de
sallas vindas da Bahia : no armasem da tra-
vessa da Madre do Dos n. 16.
Vende-se um escravo, moco e do bo-
nita figura : na ra da Cruz do Recifo n. 38,
--Vende-se por preco commodo de mi-
lheiro para cima, excellentes charutos da
Bahia chegados ltimamente : na ra -da
Cruz n. 1.
-- Vende-se uma excellente bnreaca cons-
truida de multo boas madeiras com lodos
os seus 1 ei lorio,-s em bom esta lo aqual pega
om 30 caixas e be muito boa de volla : a tra-

itap Paulo Cordciro.
recentemente ebegado do Rio de Janeiro,
vende-se na ra da Cadeia do Recife loja n,
50, de Cunha tAmorim.
~- No armazem da ra da MoJa n. 15 ,
vende-se cal de Lisboa em pedra, a mais no-
va que ha no mercado, chegada no corrente
mez, no brigue Laya ; assim como mercurio
doco m caixinhas de libra cada uma, ludo
por menos preco do que em outra qualquer
parte.
lar na ra do Vigario escriptorio de Jo3o da
Rocha Vaodorley Lina.
Vende se um escravo de nacio do ida-
de 25 annos pouco mais ou menos, cujo lie
de bonita figura, para todo e qualquer ser-
vido, o que se vonde por n3o querer so-vir
mais ao Sr. que tem no engenho : a tratar
na ra do Vigario das 10 horas oa) diaote,
0-1111 torio do mesmo cima.
Vende-se a armaco, pertences e al-
guns gneros existiles, para se rateiar com
os credores, tudo no valor de 1 30,000 rs.
existente-, nataberna sita na ra di. Joan Fer-
nandos Vieira, n.28, a tratar na mesma ra
con Manoel Antonio Ferreira, ou na ra do
Amorim n. 41 armasem, ou na ra da Sen-
zalla Velha n. 110, adverle-se que a dita ta-
berna tem quintal, cacimba, e moradia pa-
ra pouca familia: quem a dita pertender se
fara algum rebate.
Vende-se na ra da Cadeia
do Kecife, loja de fazendas n. 3a,
calcas de meias de seda de todas
as cores; de laa e de aigodao, com
ps, por preco commodo.
Avisa-se as casas, que se
costumaosortir de charutos finos,
(que acabam de chegar da Babia ,
as seguintesqualidades : depu-
Desappareceu na tarde do dia 2 do cor-
rente o escravo Domingos com os signis
seguinles: cOr prela, j-ouca barba, estatu-
ra ordinaria, coxou da perna direila por ter
ib" dalo o .11 devento, quando fala costunia
aperlar o olho esquer lo, levou alguma rou-
pa porm poJe mudar de troje : quem o pe-
gar leve a Ponte di choa silio de Mano.'l
Luiz Concalvos, ou a ra da Cadeia do Fte-
cife n. 43 que ser recompensado,
Na noite de 3 para 4 do corrente mez
de fevereiro das 7 para as 8 horas desappa-
receu uma preta af'icana de none Mara,
que terde23para 24 annos de idaie, da
baixa estatura, corpo reforcado, cor entro
preta e fula, olbos meios espantados, b?i(os
giocos, denles podres com falla de algn*,
orelhas pequeas e sem brincos, cobeca
grande, e con uma marca na Ionio esquor-
da, tem nos bracos alguns calombos baisos,
peitns pequeuos, cadeiras elevadas, e ps
seceos, levou vestido do chita de asiento
branco com llores encarnadas, e panno da
costa ji vclho: quema pegar levo-a ao Man-
guinbo em casa de Manoel Pereira Teixeira,
ou aos Apipucos na casa de fronte da por-
teira do engenho do Sr. lenlo coronel
Witoi'to Lins Caldas, onde ser reconpen-
cado,
Desappareceu em dias deste mez o mu-
lato JoSo, conhocido por JoSo grande; lio
canoofro, tem um talho no rosto, magro,
estatura regular, foi escravo do finado Jos
Joaquim de Mosquita, e hojo perj^uconte a
vinva do niesin ; roga-si asautorNadespo-
Bailes mascarados.
Na roa Ja Cadeia do Recife loja n. so, do tados, deputados imperiaes, bio-
Cunlia & Amorim, vende-se villudinhos de '.. :,..:___ r i-
ilillerentes e brilhantascoros, para vestua- nelaS ,mpeaes, fama vAa, regala
i ros de bailes de mascaras, e roufftas de e trabucos : vendem-se na traves-
rehcidade fundeadoem frente do caes do Ra-1 theatro : chegados pelo ultimo navio de ,1. !Ua 1 vc ,uc" c
moa, ou na ru,a da Cadeia, casa n. 39. i.a| Fr.nSa; assim como calcas do meia; a tro! sa da Madre de Dos, armazeml
andar. 1 j."j:-i.iH -
co de dinbeiro se vendem por barato'prerjo. ns, l\ c 6,
MUTILADO
liciaes, capitSes do campo e mais pessois
que o encontrarem deagarra-lo o leva-loa
ra de Santo Amaro, casa n. 6, quo se pa-
garlo as despezas que com o mesmo li-
zorem.
Dosappareceo no mez de novombro de
1851 o preio Cunalo crioulo que ropresonta
ter 40 e tantos annos, altura e corpo regu-
lar o barbado,, tem falta de dentes, o beico
superior virado para cima o no meio lem
uma pequenaci catriz, esto ho o signal mais
claro que elle tem quando falla, he rir-se o
arreganbar os beifos, he muilo ladino o
muito desembarazado, ho canoeiro e tem
muitas habilidades : quando fugio procu-
rou o Sr. Dr. JoSo Antonio Cavalcanle do
Ibuquerque para o comprar e dahi lornou
a fugir: quem o pegar pode leva-lo 10
mesmo Dr. morador em Iguarass, o no
Recife na loja do major Firmino Jos Ro-
drigues Farreira, no Passeio publico, quo
sera muito bem recompensado.
Desappareceu no diasabbado3l de Ja-
neiro prximo passado, pelas 6 horas da
mantilla, urna preta creoula de nomo Clau-
dina de vi uto annos de idade com os
signaes seguintes: estatura regular, cara
comprida, olhos pequeos o papudos, den-
tes largos e muito alvos, e falla muito espe-
vitada; he secca do corpo, ps grandes n
seceos, quando anda dobra os hombros para
atraz ; levou vestido de chita preta, e quan-
do fojo costuma mudar de trijoa : rogado
portaniu as autoridades policiaes, e capiUles
de campo, a ca.lura da mesma, levando-a a
ra do Vigario o, II, lorcoiro andar que se
recompensara.
'Y. wT' i'


Full Text
xml version 1.0 encoding UTF-8
REPORT xmlns http:www.fcla.edudlsmddaitss xmlns:xsi http:www.w3.org2001XMLSchema-instance xsi:schemaLocation http:www.fcla.edudlsmddaitssdaitssReport.xsd
INGEST IEID E64IMTXSO_FLB0V0 INGEST_TIME 2013-04-12T22:23:36Z PACKAGE AA00011611_04413
AGREEMENT_INFO ACCOUNT UF PROJECT UFDC
FILES