Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:04412


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Full Text
Auno XVX1II
rasgo a snacnirglo.
PiOAMEtlTO ADUKUDO.
Por trimestre...........
Por semestre ..........
Por anno .......-.
POO DIMTaO BU lalMESTal.
Por quartel...........
WOTICIAS DO IMPERIO.
Para .... 2 de Janeiro Mlnai... l5dcNovbr.
Maranhao 7de dito S.Paulo. 10 dedilo.
Cetra... de dilo. ll.drJ.. liJr.linriro
Parshibi. 30de dito llahia... l'de dito.
di anda mama. audiencia,,
4/000
8/000
ityuoo
4/r.oo
2 Seg. Purilicaeia
da S. Vlrgem.
3 Tere. 8. Prai.
4 IJuart.S. Aquilinom
5 Quint. S. gueda.
de Sales
6 Snl. S. Dorothoa.
7 Sab. S. Romualdo.
8 Dom. da Se plluagc-
alma.
Juimd Orpiio
2. e5.l lOborai.
1. aro do civil.
3. c. ao meio-dia.
Fazenda.
3. e6. i 10 hor.ii.
2. vara do civ*l.
4. c sbados ao meio-d.
RtltfSo.
Tercas e libidos.
irnmnlni.
ICrescente 28, ai6 horas e 31 mlnutci da m.
[Chela a 5 as 5 horai e 46 minutos da tarde.
Mingoantel l, as 7 hora e'i 1 mi nulos da m,
I Nova 4 2o, a 1 hora'e 24 minutos da m.
FalAMAD D HOJI
Prlmelra s G horas e (i minutos da manhaa.
Segunda s Choras e 30 minutos da tarde.
"BTIDll noi cobaiioi.
Goianna e Parabiba, s segundas. leitaa-
feirai.
nio-rande-do-Norte. todas Al qulntas-felras
ao ineio dia.
Oaranhuns e Bonito, 8' e 23.
Boa-Vista, e Flores, 13 e 28.
Victoria, s qulntai-felrai.
Olinda, todos os das.
NOTICIAS SATBAMOEIBAI.
Portugal. 17de Janr. lAuKtrla.. 5 de Janr,
Hespanha. o dedilo Suissa___ 3dedito.
Franca ... 8 de dito Suecia... 3l de Dezbr.
Blgica... 3 de dito Inglaterra 8 de Janr
liana.. 4 dedilo E.-Unidoi 24 de Dezbr
Aleraanda. S de dito Mxico... 29 de Novbr
Prussia ... de dito California 20 de dito
Dinamarca I de Oulbr Chili. 24 de dito
Russla... 30 de Deib,,Huenos-A. 8 de Novbr
Turqua. 29 de dito [Montevideo 51 de Outbr
CAMBIOS DF 7 M riVIBIIBO
Sobre Londres, a 27 Yj d. p. 1/
Pars,
Lisboa, 90 por canto.
Ouro.Oncas hespanhotas.. .;.*.v;
Uoedas de 6/400 vclha.......
de 6(400 ora.......
. de4/000.............
PraU.PatacSe brasllelros........
Pesos en 111111 nar ios.........
Ditos meiicanos...........
28/500
16/000
16/200
9/100
1(920
l/9!0
1/800
EXTERIOR.
tanto, lufelismente psra tomar p na Itilia
I o protestautismo ho obrigado a alliar-se com
" .as doutiinis revolucionarias o pequeo nu-
0 rimes encaran lo 1 nova stuac3o da mero das conversos que elle obtom parece
Franca am suis relacoes com as potencias inspirado muito monos pelo poder epelasin-
coniinentaes deplora recantumenta esta po-
ltica mus revolucipniria que liberal com
a qual o gabinete inglezse tem comprazido
l a 111 uitos annos e que tendo afaslado delle
scus sitiados os mais naturaes e os msis an-
ligos, o ameicava talvoz deum isolamento
momentneo. Esta poltica onde se man-
fostou todo o ponsamenlo de lord Palmen-
toa e da qual hoje elle tem saudades, pres-
tava-se com eifeilo a grandes exprobscOos
debiixo do ponto de vista dos interesses
britnicos, e ella parec, iccrescentiremos
nos, conduzir a resultados oppostos qucl-
les que lord Palmerslon almejava. Elle ti-
nbsempreheodido urna Iota aberta contra
as potencias absolutas, alliando-sa com as
Jorcas disciplinadas da rovolucSo edeu Al-
tivamente ofio conseguio senJo lomar mais
cstreilos os lacos que uniam ja estas po-
tencias e abrir A sua aceto um campo mais
visto.
Koi a Austria todos o sabem, que lord
Palmerston cscolheu para principal theatrs
desta luta. As ovaedes recentemento feitao
na Inglaterra ao chele da insurreir;5o hn-
gara, a rccepco systematici retardada e
fria do ministro inglez em Vionna mostram
111 uno beni quanta m vonlade reinita an-
da hontem nos rela;Oos dos dous (ovemos.
Esta situadlo a qual remonta ja lia alguna
annos, ora tanto mais estranlia quanto sue-
co lia a longas tradiQflis do amizade.
Antes que a realazade jullio tivosse enn-
tralihido com a CrS-Biotanha esta enltntc
cordialeqae nilo foisoriamante perturbada
sen5o pelo negocio do Eyptoe pelas ques-
tes dos casamentos hespanlies, era lido
como certo na Inglaterra que o gabincto de
Vienua era no continente o alliado natural
c necessario do de Londres.
A uniSo amigavel estabeleciJa entre a
Franca a a Inglaterra, tornando estas lela-
c,0es menos necossarias a GrS-Bretanlia,
nao llalli alterado sonsivclmente o carc-
ter Juilas.
Sem duvida o principe de ilethernich
linlia para a diplomacia russa urna inclina-
do tauto mais pronunciada quanto elle
senta mais nSo poder reparar o gabinete
iaglez de sua allianca com o de Pars. Mas
o Sr. de Matternich possuia um conhocl-
mento profundo da situa;3o sompre cres-
11 nte da Kussia dos perigos que esta po-
tencia poda fazer correr a propria Austria
e 11*111 poda entregar-se sem reserva ao
gibinete russo.
Elle procurataessoncialmonte ntreter re-
anles amigaveis com a loglaterra evivia
em boa iolelligeocia mesmo com a Franca.
o seu '.lio soba administrado dos (o-
rys a Inglaterra nao se desviou de sua po-
ltica tradicional em Vienna ; ella fez mar-
char em frente a allianca com a Austria o
a enteote cordiale com o gabinete das Tu-
lberias. Na administracHo dos whigs e
particularmente no ministerio do lord Pal-
merston, a attitude da Inglaterra mudou :
a Austria n8o tem lido adversario mais per-
severan! a e oais activo.
Desdo odia seguiuto aoda revoluco de
fevereiro,eai quinto a Austria amea?ada em
todos os pontos internos e externos, ao m as-
mo tempo se una mais estreitamenle Kus-
sia para fazer face ao perigo.lord Palmerslon
cmpenliava-se abertameuteam urna polti-
ca opposta a destesdpus governos. A Frm-
Ca, cuja acc3o involuntaria acobava de aba-
lar a Europa, applicava-se em combatar no
interior asituac'o revolucionaria quo t-
nli.i leito nawer; a diplomacia ingleza
apuleiuat.se com tanta mais sollicilude da
posico, quo a Franca abandonava de pro-
posito : ella repulou-so ter entrado na
posseda oure des veril, e foi principalmente
na Austria que foi soprar as tempestades.
Mudando doato modo a nutureza de suas
roa^fles com a Austria, a Inglaterra se pro-
puuha em dobralo llm 1 ella quera coui
o mesmo golpe enfraquucor a iulliioiicia
da (Austria, na Italia, e a de Hussia na
Austria c ua Europa oriental.
Todos os actos de Lord Palmerslon na Iti-
lia, temos praserem reconhece-lo, nSo me-
recen* a uiesina eensura. Nessas tristes vi-
cissitude que a Pennsula alravesso, nesse-
movimenla que era constitucional antes da
ullima revolucSo, bouvo esforr;os generosos
que mereciam serauxilildos pela diploma-
cia. Ningucm poder exprobar ao gabinete
ioglez o concurso moral 4 ue prestou ao Pie-
monte e a Franca ; longe de queixar-se dis-
to, rivalisou com a Inglaterra quo animan-
do o goveroo primen tez em sua boa for-
tuna quer levantan lo-o em sua desven-
tura.
Tambem nao he mais para admirar que
lord Palmerston nao tonha procurado arran-
jaros negocios do papado. Elle represen-
tava seu papel qnando responda a propa-
ganda catholica na inglaterra e famosa
noresiSo papal com urna aggresslo protes-
ceridade das convicOes, do que pelo desejo
pueril de vituperar o papado.
Entre o catholicismo o a revolui-So, a
inglaterra achon para si mesis um ponto
de apoio no qual rmemente se mantuve, o
protestantismo.
Porem pode-se perguntar se a vista da
imaginacSo mobil dos Italianos, este meio
termo seria possivel.e se, escapando ao ci-
tholecismo, elles nSocorreriam o risco maia
queoutro quilquer povo de serem precipi-
tados 1'tal'nenio em todas os excessos do
lempo presente.
Alom disto o objecto principal que a diplo
macia ingleza tinlia em vista na Italia n3o
eslava emTurin,nem em Roma nSoera, pa-
ra dizer a verdade, no ni o estabeleci ment
do rogimen constitucional nem o desenvol-
vimeulo do protestantismo; era muito me-
nos em urna palavra, o sucesso das ideias
politicaso religiosas representadas pela in-
glatorra no mundo moderno, do que o
desmembiamento do reino das duas Sici-
lias.
Sabe-se com que preceveranca a Ingla-
terra trabilharnisto desloo principio do se-
culo, e as vastas consequencias que a cons-
tituirn de urna Sicilia independentearras-
laria em favor di marinha ingleza.
Ora otn aples, como em Turin e Roma,
lord Palmerston encontrava um obstculo,
a Austria cujos interesses na Lombardia
silo solidarios com os interesses do papado
edogoverno napolitano.
A Franja sem apoiar-se ao movimento re-
volucionario da Italia, tinha-se todava del
xado enternecer pelas soliotfaces dos Sici-
lianos, e sobro esle terreno mesmo em que
scus interesses s3o directamente oppostos
aos da inglatorra, ella marebou durante an-
uo e 1111M11 cm ma perfeita harmona com a
diplomacia e com a marinha iugleza. A
Austria; pelo contrario, desenvolveu toda
influoncia que llies restava, no meio da crise
em que estava mergulliala nii 11 de man-
ter a intogridade do reino das duas Sici-
liis.
Era precisa portiDto crear difllculdsdes
para a Austria .e alliar-se aquellos que me-
ditavam sua ruina para triumphar mais f-
cilmente na Italia, e especialmente na Sici-
lia.
Traballiando para o enfraquecimentoda
Austria, Lord Palmerston julgavaalem disto
inquietar a Russia esnscitar-lhe embarazos
inoxplicaveis. As pretonsOes desta potencia
quer na Aziaquerna Europa Oriental teem
trazido em todo o lempo em alarme as sus-
ceptibilidades do patriotismo ingloz.
I Estas pretensOes tornaram-se muito mais
Lemiveis na Europa depois que as numero-
sas populacOes da mesma rassa e da mesma
1 elih'i'. que a Russia, derramadas no impe-
rio da Austria cuidam por si mesmas em as-
segurar o apoio da poltica russa.
Se acontecesse, com elTcito que a inlliien-
cia da Russia consoguisso estabulecer-se en-
tro estas populares, das quaes o governo
austraco n3o respeita bastantemente os
inslinctos, a orgrnisifao teriilorial da Eu-
ropa poderia ser gravemente ameac,ada, e be
um direito e um devor nao s para a logia-
Ierre, si'n.ni para todos os gabinetes eo-
rnpeus desviar semalliantes eventuali-
dades.
Lord l'almorston pensou quo o meio d*
tirar Russia estas probabilidades do en-
grandec ment era favorecer a revolucSo,
cujos elementos fermontavam desde tSo
longo lempo no seio da Austria. Existe en-
tre as populados t3o diversas de que este
imperio he formado, um povo do qual urna
das pretencOcs heassemelhar-se em sua or-
ganisicao constitucional Inglaterra; esto
povo he o povo hngaro. Elle estava prom-
pto para levantar a bandera da insuireicSo
contra a Austria, e fazia Europa inteira as
mais magnilicas pompas. Elle glonava-so
de poder subsliluir-so raga allemla no
governo da Austria e formar desle modo
urna segunda Inglaterra no Djnubio com
um principe do Coburgo por soberano.
Este mesmo povo, n3o menos hostil s
outras popuiai-es do imperio, que aos alle-
uifcs, anuunciava tambem, com urna so-
lemuidade particular, que aniquilara a in-
fluencia russa na Auslm, e que depois de
ter infligido ao Czar esta derrota, poderia
iotroduzir a revoluto no proprio coraco
da Russia e armando a Polonia. Sacriflcan-
a Austria, lord Palmerston esperava pois
dar ao mesmo tempo um golpe funesto na
Russia.
Se todava compararlos a situarlo pre-
sente da diplomacia austraca na Italia
siliiiicSo cm que ella se acbava em 1817, he
muito evidente que depois de ter perdido
muito terreno, ella tem tornado a ganhar
muito mais. Ella foi obrigada, he vonlade,
a renunciar em Turin a posi(3o que abi oc-
cupava antes do estabelecimento do reg-
FOLIIETlitl.
MEInORIAS DE U ffl lIARIDO.C)
POU. IUGENIO BE.j
xxvin*.
Kis aqu o colloquia que livemos:
Mi oh 1 chara Albina, disse eu mlnha inu-
llii'i comprebendo to bem o pezar que deve
causar-te esta primeira separar,ao de tcui.ex-
cellentes pas.... que depois de noisa partida
nao tenho querido nem ouaado interromper
teus trlatei peniamcntoi.
Albina: Agradeco-lhe.... Sr. a sua dis-
crfao.,.*
Eu: Sr...J Isto he muito ceremonioso,
iiinlia chara Albina....
Albina: Hontem eu nao Ibe dava oUtro
tralamento. Nao he culpa mlnha ; mas he-me
impossivel familiar isar-mc mais deprciia.
Ku: Comprehendo perleitamente a tua re-
serva, mlnba chara amiga; permllte-me sri-
inente que a nao imite, e que nao te chame se-
nhora.
Albina, com um sorriso amargo, depolsde
um momento de silencio: Mlnba permissao i
He isto gracejo, senhor? Ucmais chame-ine
como quiser.
Eu: Tanta aBeicao te tenho, chara Albina,
{"I T4 o Diario .27.
que adivinbo o fundo de teu pensamento.
Albina : Tanto pcior para o senhor.
Eu: Anula antes Ue hontem, sem e mais fainiliarisada comigo, tu me chamavas
Mr. Fernando; parecias laliifella ; fallavamos
com plena contianca de nossos projectos, e sal-
vo o peror muito natural que devia iniplrar-le
o pensamento de dcixar teus charos pais, esta
viagem que fazeinos agora uo pareca dever
desagradar-te.
Albina: He verdade, senhor....; masantes
de hontem....
Eu : Antes de hontem eu nao era mais que
leu esposo, c hoje sou eu marido.,.. Ene he o
mcucrime, nao he assiin? Nao me respondes
nada? Adirinhel justamente... Poii bem! Pro-
metto-te que cata noite na estallagem, como
111 us tarde em tua casa, nossos quartos ainda
que vizlabos, .ei .10 de hoje em diante separa-
dos.....
alinha mullier tinha-me escutsdo illencloia.
mente tendo a cabeca balsa c coberta com eu
TO, o qual d. s jera precipitadamente iem du-
vida para occullar seu embaraco c sua penla
confuso; mas logo que Ibe promeltl que para
o futuro nonos quartos seriam separados, es-
tremeceu, Icvantou a cabeca; a sombra e
amarga eipresso queatcesse ponto oontrahia
suas feicdcs se foi apagando pouco a pouco, e
ella me disie com urna voz levemente alterada:
Promette-inc que nossos quarlos serao
sempre separados?
Eu ; I uro-o.
Albina: Que a noite, nunca entrar em ml-
nha cmara?
Eu: Nunca.
Albina : liellicta em aua prometa; por-
que tambem Juro, que antei me malaria!
Eu: Pie-se em minba palavra.
I
oii'm constitucional; porm tornou-se po-
derosa em Roma e quasi soberana em Flo-
rones, em i'anna, em Hodena, e em a-
ples.
Se applicarmos a mesma compancSo
Russia, veremos que a poltica revoluciona-
ria, animada na Austria por lord Palmers-
ton, n3o leve vantagens pira o gabinete de
S.-!'etersburgo. Esta poltica precipitando
o velho Imperio dos Ilabsburgos un urna
conflagrarlo geral, tornava-lhe indispensa-
vel o soccorro da Hussia. No dia em que os
hngaros triumphissem, a Rassia interyeria
necessariamonto no debate; e diante desta
iotervencSo toda a phantismigoria, A que a
poltica ingleza se tivesso deixado prender,
se desvanecera em um momelo. A Russia
em p sobre as ruinas da Hungra fumegan-
te, recebia das mSos do general Georgey a
capitularlo de Vilagos; depois de ter alu-
dido os austracos a vencer os htiogiros,
ella via estos a sous ps sollicitando sua
mediacSn amigavel contra a severidade das
leis austracas.
O despacho desta luta condemnava por-
tinto a poltica de lord Palmerston. He para
admirar que elle mesmo nSo a tenha renun-
ciado, depois de ter visto os seus elTeitos. A
Austria nSo desejou talvoz nada de mellior
do que ligar outra vez as tradic,Sos inter-
rompidas da allianca ingleza. Quanto mais
a Russia pesava sobre o gabinete de Vionna
por c uisa dOS servicies que Un: tulla presta-
do, tanto miisesta devia ser levada a pro-
curar pontos de apoio no exterior, para es-
capar a esta dependencia, ahi deviam pio-
vir promptamento conteslac,des entre os
dous governos, o com effeito, muitas pala-
vras vivas e mesmo amargas tem sido tro-
cadas ha dous annos entre seus agentes di-
plomticos e seus escriptores. Quanto mais
os adversarios da Austria punham em duvi-
da a espontaneidade e a independencia de
sua poltica, tanto mais ella senta a neces-
sidade de levantar a cabeca.
I) ihi. porcxemplo, os supremos oxfnrcos
quo ella tem tentado para engrandecer sin
mtiga posicjlo na Italia, o esta poltica al-
tiva sobre modo que tem empregado em
suas relacdes com a Prussia; dahi as amea-
cas que tem dirigido Europa mesmo de
introdnzir todas as suas provincias na con-
federarlo germnica ; dahi, finalmente esta
attitudo ousada e enrgica quo tomou pe-
nte a diplomacia russa as segundas con-
Alm do baixo preco de nossos gneros
de exportarlo, causado Ulvez pelo espirito
de especulado teremos mais essa causa,
queafugente os navios do mercado, em fa-
vor da maior i e luc;"o dos presos. Per-
doem os Quixotos defensores do com mercio,
se com esta observicSo offendo a dama de
seus pensamentos, e se algum desar ella
causa a 13o prendada senhora deem o dito
por nSo dito, e vamos adiante.
Corren* por aqu uns patacOesinhos muito
frescos, americanos, a dizem-tne que ainda
esto mollea. Quem ser o curioso da in-
dustria .' Eis o que ainda nSo posso saber,
porm se o cliegar a conseguir, lli'o commu-
Micrei embora o eslampe no seu rallador
Diario.
Aqu j i ha quem rosne muito baixinhoal-
guma cousa a respeito ; porm ainda me n.'o
encontrei com o Marcos, por isso estou s
escuras.
Os vigarios e padres andam pelo mallo
muito assustados com o povo por causa do
censo, ealguns ha que eslSo em dieta com
roceio do sabir; porm, em honra desuaco-
ragem seja dito, nisso ha muita cousa chu-
mada preven(So, ou demasiado amor ao to
suin corpreo. Alguns dos revereodissimos
teom tambem de sua parto aculado ao povo,
dislembrados de que sou ardente zelo llies
pode sor muito fatal.
Agora que posso dispor de mais alguma
paciencia, quero continuar com o meu so-
nho, se bem que j me vai parecendo .cal-
do requenlado; mas paciencia.
Continuando, como Iho disse, naquelle
ponto elevado, o senhor da civilisaclo, leis
e costumes do grando, e importante paiz da
Cochinchina, j desejava tornar ao meu tor-
ran, que, com lodosos seus dofoitos, me
pareca um Edn, eis qqe o meu conductor,
apontando para um ponto da cidade, me fez
notar urna especie de passsio publico, no
qual devisei bastantes grupos de individuos,
que pelo seu trujar me pareciam importan-
tes. 11 All, me oisse elle, eslSo reunidos os
principaes cidadSos da Cochinchina, gozan-
do a fresca viracSo o recreio de conversa-
rlo, pois hoje he um dos dias all sanclifi-
cados, ou de descanco, como quizares en-
tender. Vs aquello magnata, gordo e
nedio, que gesticula como um possesso ?
Sim, Ihe disse, eu, oporsignal que he una
figura sofTrivelmente ridicula. Muito bam ;
pois saho, que he elle a primeira cntidade
gadosob aquella vara ; porn temos e li-
sas molhores, e n3o quero roubar-to o tem-
po com ties misaras.
All vai um grande o importintissimo ca-
bo de guerra clieio de litas e bonitos, Indi-
cativas das recompensas, que tem recebido
por seus valiosissimos servigos, n3o con-
tando tres resmas de papel que se tem gas-
to em elogios, e ordens do dia laudativas
aquelle hroe, que em easencia nada mais
be do que um refinado velnaco.
Quando anda as incursoes, que elle en-
phaticamente chama suis campinhas, nSo
usa, ad cautelara, de divisas ououtro qual-
querdistinctivo, e mesmo a paisana, ou a
burgun, ora a p ora a cavado, vai marchan-
do tempre com quatro ou cinco legoas de
distancia do inimigo. Os seus desafectos
veem nisso muita cousa mi ; porem eu des-
cubro symptomas de urna acrisolada virtu-
de. Anda a p, e humildemente trajado, por
liumilila 11 e para dar tropa exemplo de
rosignaglo aos ingratos trabadlos bellicos,
nisso imita a Alexandre, e se n3o paga
tropa he para tirar-lhe os meios de abusar
do dinheiro com offensa de suas conscien-
cias ; e nem penses que elle flca com elle,
por quanto distribue-o todo em obras de ca-
ridaiie,
Aquelle guorreiro segu os preceilos evan-
glicos sem dolles ter conhenimento, he
philosophicamente virtuoso.
Vs o ar merencorio e triste quo elle tom ;
pois bem, por elle conhecors que so o
amor da humaniJade o obriga a n3o alean-
Car o inimigo, aconselliando-o que evite
occasides d*renhir;ao mosno lempo po-
rm que lodoso abrasa no amor da patria.
All apparece agora o maor jurisconsul-
to da cochinchina, homem de pulso, embora,
embora muito joven.
muios cofres. Foi administrador de algu-
mas obras publicas, o por tal forma se hou-
ve que at boje nflo houve necessidade de
concerta-las.
Anda continuou o meu Mentor com a gal-
lera dos homens scelebres da Cochinchina;
porm eu faco por hoje pontr/aqui, e se ti-
ver mais alguma occasISo dollauyma, Ihe
relirirei o quo taita.
Saude e venturas, e ludo quanto apetecer
Ihe desejo.
PERNAMBUCO
ferencias de Varsovia, em 1850 e da qual o Cochinchino em proza e verso Hemorals-
mesmo gabinete russo pareceu sorprohen- u, dogmtico, jurisconsulto, poltico, me-
dido. ilnei, li nal mente he doutor de borla e capello
Se asdisseases que por instantes, so pro- in utroque jure, flchete de urna das facetas
duziram entre Vienna e S.-Petersburgo, n3o CacAncAnas, o patriarcha, o toturn conlimns
enfraqueceram a allianca dos dous gover- sem o qual nada se dicide. lio manhoso co-
nos, qual he pois a causa provavel, se nSo'moa rapoza, sagaz como o bugio, oreimo-
for a agi:ac.1o entretida pela propaganda re- so como a pantliera, mas visto em seu ar de
volucionaria, e auxiliada pela loglaterra innocencia, com seu riso de eviladinho.nin-
entre os povos do Danubio como na Italia ? < g'i;rn dirA que lie capaz de arrancar os den-
Por certo esta allianca austro-russa ho a tes a urna pulga. Est sempre prompto a
consequencia tao necessara quanto penosa abracar o seu maior inimigo, assiui como a
da poltica de lord Palmerston na Italia e na comprometter o seu maor amigo para sua
Hungra. Ella fortifcou a Austria na ponin-jvinganca pessoal contra sou3 desafectos.
sula itlica e a Russia na Austria. Ella teri
podido ter ainda para os interesses britin-
nicos umoutro inconveniente, de ora avan-
te, em vez de ir procurar suas inspirares
as recordarles da paz d'Amiens, a Franca
as tivesse bebido as de Tilsit ou as de
Presburgo; como tema o Times, a Inglater-
ra lena sido isolada.
Esta eventualidade mostrou aos minis-
tros wjghs o alcance dos defeitos de seu col-
lega, e lord Palmerston cabio. A Austria
ser a primeira em regosijar-se com isto,
masa Franca nSo tem razos para queixar-
se : a queda da poltica revolucionaria uo
arrusta a da poltica liberal.
(Presse.)
INTERIOR.
CORRESPONDENCIA DO DIARIO DE PER-
NAMBUCO.
Parahiba, 2 de Jevereiro de 1852.
Estamos com duas hospedes bastante en-
commodativas, quero dizer as caimbras de
sangue, que apparecendo em lim do anno
passado, agora teem-se trnalo mais vio-
lentas, e vSo ceifando, e a febre amarella
que manifestou-se om um navio hambur-
gueza prancba ; Dio fallando as bexigas,
que s calladas n3o se leotlt esquecido de fa-
zer seu dever.
Como soffrer taes hospedes f Como pas-
sir-lheso mandado de despejo? Eis o que
eu uo sel, e nem mesmo os discpulos de
Hipcrates.
O Exm. presidente ordenou, segundo me
informon o Feio, guarda da alfandega, que
os navios, vindos desse porto, onde consta
tambem grassar a amarella, licassem de
franqua incommunicaveisat serem decla-
rados livra pratici pela visita de saude.
Todas essis providencias, alias muito hu-
manas, nenhum resultado produzem, por-
que as taes senhoras voam, penetram, e lu-
do alcancam, como j livemos occasiSo
dolorosa de observar na prxima passada
criso.
Assm mesmo como t'o pinto goza de mui-
ti considerscSo, e he respeitado ainda por
aquellos que Iho deviam por peas ; pois co-
mo te disse aquelle paiz he a bemaventuran-
ea dos velhacos : aquell'outro com quem 13o
amigavelmeote elle convorsa pertence a
urna facgo contraria delle, o a qual elle
guerrea de morte; mas ambos velhacos,
ainda que o segundo mais tolo do que o
primeiro, procura aquelle te-lo para o futu-
ro como protector, e este tirar delle agora
o maior proveito, visto que o dominio ac-
tual he do segundo. Esse segundo pertence
a classe dos homons da vara, e tom todas as
habilitacOes para ser ptimo togado na Co-
chinchina, tanto pelo seu carcter doble, co-
mo por sua propeocSo ad recipiendum. As-
sm nao fora elle 13o tolo, que seria urna
importancia bem para temer naquelle paiz ;
mis felizmente aquella qualidade natural
abre-lhe grandes buracos na mascara da by-
pocrosia com que busca oceultar-se.
Vs aquelle bonzo que all assoma de lar-
gas veril is cantalolmi In um versculo em
honrado dos kis? Poissibe, que he um
ptimo missionario da propaganda commu-
nista ; he apostlo de sua religiBo, ou here-
ge, como quizeres entender, e tem lio pro-
nunciada aDnidade, ou consanguinidado
com o animal rato, que at tem os denles
dianteiros muito prolongado*. Quem o ou-
vir absolve-o de culpa e pena, mas quem o
vir obrar conheoera a isca que tem sob os
olhos.
La vom, proseguio o meu Mentor, um
companbeiro inseparavel do nosso bouzo, e
da mesma grei, porm como seja um am-
pbibio na sociedade cochinchina deixa-lo-
hoi seguir com seu amigo para a reun u
dos adeptos.
All est assentado um juiz, boa alma de
juiz.que para oBo errar gosta de consultar
ao seu scriba, quasi tSo adiantado como
elle, eque do offlclo apenas gosta dos in-
ventarios. Veio passar o invern na praca o
dar balanco s suas economas. Poder-te-
hia contar mil anodoctas pissadasem jul-
lo-me lio s.... to isolada.... desde que deixei
meu pal e mlnba mi.
Eu: ~ Nao estou por ventura aqui.... Junto
de vossd ?
Albina : -- Sim.... pordm conheco-o tao pou-
co....
Eu: Com tudo durante mais de um mez,
eu a via todo o dia em sua casa.
Albina : Mas sempre em presenca de ineus
pais;.... depois, e isto he muito natural, o Sr.
nao dizia senao o que quera dizer; talvez fol-
ie falta tambem de penctracao de mlnha parte,
ou concentraeo habitual |no Sr.; mas einfm,
eis-me sua mulher, mlnha vida est para sem-
pre ligada com a sua, o Sr. podera fazer de
mim o quequizer, porque eu nao tenho defen-
sa alguma, e sinto-ine junto do Sr. como junto
de um eitranbo.,..
Eu: Faltemoi francamente; ba quinze dias
nao devia voss ter-se babituado com o pensa-
mento desta viagem, deste isolamento, como
diz?
Albina: Que quer?.... Ao menos eslava
ainda no seio de minha familia ; c enlao a ml-
nha mesma ignorancia dos lugares, em que noi
tamos estabelecer por dous mezea....; pois par-
timos por dous meses lmente, nao be assiui,
Mr. Fernando ?
Eu : Sem duvida.,.. sem duvida.... mas
continu:
Albina: Poil bem, estava curiosa por ver
o caitelloipara onde vamos; mas boje sinto-
Albioa, depois de um longo silencio: En-
to procurare! esquecer,,..
Eu: E vmsc esquecer, chara Albina;
scus recentiinentos contra mim nao sero se-
nao pasiageiros. Conjuro-a tambem por mi-
nba vez. I)elae-me esperar que o amigo o
mais sincero, que o irmo o mais dedicado a
faro esquecer o marido, o Itonum; emflm...,
Albina (com urna voz tocante): O Sr. pro-
metteu-rae que me pouparia de hoje em diante
o cruel embaraco que me causa um semelhan-
te colloquio.... Cumpra sua palavra, que eu
procurare! provar-lhe o melhor que puder o
meu reconhecimento.
Eu: Juro-lhecumprlr a mlnha palavra.
Albina: Creia-o; tenho necessidade de
cre-lo, porque me sinto triste de morte, (cfto-
rando) hl sim.... triste a morrer.
Eu : Por obsequio, tranquilliie-sc. Por-
que taio eitas lagrimas J
Albina: Promettl-lhe aer reconhecida, e
provo-o j nao procurando oci ultar minhai
lagrimal.
Eu: Com etTeito, nada me praz tanto
quanto a sincerldade; mas diga-me, miaba
chara amiga, donde Ihe vem esta tristesaesma-
gadora '/ *>o rallo do pezar de deixar seus pais:
elle he tu legitimo quanto honroso para o seu
coraco.
Albina: Tambem, nao he smente cstase-
paraela que me afllige. L
Eu:Oque heentao? Nenes ltimos dias i me profundamente triste Estou como urna
voss pareca satiifeita, de nossa viagem. U pessoa que caui nha sem saber para onde val.
Albina: lie verdade.... e agora.... I Eu : Vou dizer-lhe tudo, chara Albina, por
Eu: Agora o que ? j que concebo perfeilainenle a especie de inquie-
Albina, com lagrimas nos olhos e voltando-jtacao de que est agitada.... Emduas palavras,
se para mim com as raaos juntas: Mr. Fer-Jis para ande voss val; em outros termos, eis
RepartQo da Policia.
PARTE DO DA 22 DE JANEIRO DE 18S2.
I'orim presos : i ordem do subdelegado
da freguezia de S. Fr. Pedro Goncalves, o
prcto Casimiro, escravo de Jos da Silva
Monteiro a requisicao do seu senhor; A or-
dem do subdelegado da freguezia de S. Jos,
Maria Jacintha da ConceicBo por insultos ;
o do subdelegado da freguezia da Boa-
Vista, l.uiza Mara da Conceic3o por desobe-
diencia e desordem.
DEM DO DIA 23.
Foram presos : a ordem do subdelegado
da freguezia de S Fr. Pedro Goncalves, Ma-
ra Paulina por insultos ; ordem do subde-
legado da freguezia do Santo Antonio, a
prota I i/1 a, cscrava, por an lar fgida ; e
ordem do subdelegado da freguezia de S.
Jos, o preto Jos, escravo, pelo mesmo mo-
tivo ; e Felizarda. oscrava de Manoel Adria-
no do Souza sem deolarac3e do motivo.
DEM DO DIA 24.
Foram presos: ordem do subdelegado
do primeiro districto desto tormo, a preta
i ni/1, oscrava do Damiana de tal para cor-
Como os antigos orculos ello falla pou- receo, o Joo Francisco de Barros Corris
co, e ainda ninguem o entendeu, diz elle, sem declarac-lo do motivo; A ordem do
porque as outras intelligoncias nSo alean subdelegado da freguezia de S. Fr. Pedro
Can a elexada espbora, em que gira a sui. : Goncalves, o portuguez Jaciolho Jos dos
Tem urna roda de tolos que o admiram, e Santos por briga, e Antonio Jos Gomes
proclannm como a maior ilis inteligencias sem declaracilo do motivo; ordem do
humanas, ealguns asseveram que Dos o subdelegado da freguezia de S.Jos, o preto .
tinha cria Jo para anjo ; masque para illus- Sevr.rino a requisicao do depositario geral,
tracSo da humaniJade se resolver a faze-joo preto JoSo, escravo, sem declaracSo do
lo'homem. He pena que tl capacidade se motivo; e A do subdolegado da freguezia da
perca entre os grosseiros (linos de AdSo. I Boa-Vista, Francisco Gomes por desordei-
Vs aquelle outro que all so aprsenla ro.Pelo subdelegado da freguezia dos
todo cortesas e civilidades ? He um protn- A logados foi communicado em offlcio de
dent ao Pachalato de um dos cantoes ou liontem, que no lugar da Imberibeira fora
provincias. Tem afundado as oseadas dos assassinado com urna estocada o creoulo
ministros, eapresentado sessenta duzas de! M'noel Ignacio Marques Bezerra por outro
programlas a imiuislralivus. Muda a cada *lo nome Jacintho Gomes da Silva, e que
instante de carcter, o 11104.m11 de pensa- tendo este se evadido, aquella subdelegacia
monto politico, segn Jo o carcter e pon- ha empregado todas as diligencias ao seu
smenlo do magnata a quem esmola opa-'alcancepara fazer prender e proceder ao
chlalo. Ora he forte. rigoroso, ora brando compatente corpo de delicio no cadver do
e condescendente, ora progressista, e libe- dito Bezerra, sendo que nesta data expe-
ral, ora regressista e absoluto, ora quer re- dio as necessarias ordena ulini desque se ins-
conatiluir o paiz, Rnalmenlo tom um mar-, lauro o procasso contri o autor de same-
tirio infernal aquello pobro diabo, que n.to' lhante attentado.
sei como conserva as articulares daespi-1 IDE.tl DO DIA 26.
nha dorsal. Creio queja o conheceram, pe- Foram prosos 1 A ordem do chefe de po-
lo que tem de esperar longos annos a quem licia, Francisco Martins de Agniar e Silva
1I1 Kstigii. por injurias; ordem do juiz municipal da
Aquolfoutro quo all passi com passo primeira vara, FreJerico Garlos de Araujo
pausado, ecomo occupido cm profundos 1 por sor desertor; ordem do subdelegado
pensamentos, dando voltas bangalinha,'da freguezia de S. Fr. Pedro Goncalves, os
ho o Hiten lente da polica, ou como l quei-' pretos Francisco para eorreceo, Jacob por
ram chamar ao agarrador dos bous, por-'.andar fgido, e Manoel Francisco para ave-
quoos 111.ios uo laz mu caso delle, nem do nguacoos puliciaes ; A ordem do delegado
do primeiro districto deste termo, o preto
Joaquiui, escravo, para corrccc3o ; A ordem
do subdelegado da freguezia de Santo An-
tonio, o preto Louronco por furto; e do
subiologado da freguozia da Boa-Vista, 03
pretos Manoel, escravo, e Jos, escravo de
Joo Ribeiro de Vasconcellos Pessoa por
uso dojogos.
DEM DO DA 27.
Foram presos : ordem do delegado do
primeiro districto desta termo o soldado do
corpo de policia Marcalino Josa Ferreira por
ei'inio de rapto; ordem do subdelegado da
freguezia de S. Fr. Pedro Goncalves, Rita
Mana, Maria de tal por embriaguez; eo
preto Fernando, escravo de Jos Estoves de
Oliveira para correccao; ordem do subde-
legado da fregueaia da Roa-Vista, Bornardo,
oscravo de Francisco de Paula Quairoz Fon-
seca a roquisc3o de seu senhor; o A do sub-
delegado da freguezia de Muribeca, Albino
Jos de Souza e Pedro Jos de Oliveira para
averiguacoes policiaes.
1DEUD0 DIA 28.
Foram presos : ordem do subdelegado
da freguezia de S. F. Pedro Goncalves, Mar-
celino Antonio Goncalves sem declaracSo do
motivo. Por communicacSo do delega-
do do termo de Ouricury em ofcio de 2
do corrente coosta que Seraffm Rodri-
gues Pessoa e seus cumiados Jos dos San-
to o JoSo dos Santos, moradores do lugar
denominado Antonica, distante daquella
villa 15 legoas, assassiaaram a Sebaslio
Jos de Siqueira, morador em Pajeh de
Flores, que all estiva com negocio de fa-
zendas, e riram inveniente com quatro fa-
ca las Alvares de Figueireido Torres, depois
do quo se evadiram os criminosos, teodo o
mesmo delegado mandado sobre elles urna .
escolta de seis pracas acompanhada pelo
lineara urna vista de oios aus diilercntes ser-
vicos da casa.
Albina; Urna inissa resada todos os dial ?
Eu : Nada lie inals fcil c mais commodo ;
quaudo acapeliafor construida, voss Ir a ella
pelo seu oratorio ; no entretanto ser condu-
slda em carruagem i fgreja, salvo se no vero
quizer antes Ir a p.
Albina: Nao fallo da maior ou menor facl-
lidade para ir igreja, Mr. Fernando, man pa-
rece-me bastante ir missa nos domingos, co-
mo vo todos.
Eu: Mlnba chara Albina, fique! certa que
quanto mais urna pessoa multiplica as praticas
piedosas, melhor he, alcui de que acharaos
11. lias cada dia novas forcas para cumprlr nos-
sos deveres, he um exemplo eauellente para
uiua casa, para a visinnanca; c finalmente, se
he preciso faltar Ihe de mim, declaro-lhe que
dou, est bem entendido que por seu iuteresse,
a maior importancia a que sua vida seja exem-
plarraente religiosa. Ai dnze horai, almocare-
mos. Depois do almoco, oceupar-me-bel an-
da de meus negocios de agricultura, aos quaes
vou dar urna muito grande eitensao; pelas
quatro boraa daremos um longo passeio a p
ju em carruagem, conforme for de seu gosto;
depois nosrecolberemos para jantar s sete ho-
ras ; depois do Jantar, voss ter bastante bou-
dade para ter-ine algmnas gazelas. depoii to-
mando o cha, jogaremoi urna partida de buhar
at s 10 horas; he um exercicio doce e salu-
seu estado maior de malsins.
He urna boa alma daquollo intendente,
quo por antilho-so ao cargo parece nada en-
tender. Tem muito bous desejos ; porm
infelizmente perdem-se no meio da corrup-
c3o geral do paiz, em vista da qual eradle
bem escusado.
Recolbido com sigo, planeja um novo
systema policial, entretanto porm seus in-
mediatos uo se descuidan! de seus de-
veres.
All vem um preton lento, ou candidato
cmara alta. V quintas cortesas e signaes
de amizade gasta elle cornos circunstan-
tes. Cuitado! Em cortesas consomo um
chapeo por semana, e creio que ja tem a
111.10 direita lina do lauto aportar as alheias.
1. n v t.i.i !, se o que mais falla maior di-
reitotem a um assento niscadeiras puli-
mentares, nenhum outro apresenlar igual
merec roen to ; porm como, ainla na t'o-
chinchina, nem sempre a justas prevalece,
em puia perdados i atareases sociaes, e dos
polticos do boteguim, tenbo fortes 1 asiles
de coiivic{3o de que o nosso candidato se-
r enfurquilhado, como l no teu muudo
se costuma dizer.
Alm dos ttulos de garreilice e sciencia
que elle aprsenla em seu favor, tom im-
portantissimos servidos eitos a repblica.
Exerceu por algum tempo dejniz de or-
phos.o a poucosdexouo trabalho de admi-
nistrar seu patrimonio ; pois Uto limpamen-
te se houve, que ainda hoje he apontado
como a 11 it 1 dos bous administradores do
alheioem proveito proprio. Foi autoridade
policial e pinicos que tivessem dinheiro e
desejos de gasta-lo travaram conhocimento
com o eslalajadeiro publico.
Foi thosoureiro nao sei de quantas con-
frarias, e deu contas 13o limpas, como doi-
vez que saibi uso, poder encarar a nossa com-
iiiiim existencia de um cabo a oulro, porque
ella ser at an hu como Ih a vou pintar.
Albina: Eu o escuto, Mr. Fernando.
Eu: Quanto descricio do castello, ella he
intil; voss o ver; he um lugar muito bello,
muito pitoreico e muito salure, seu interior
Ihe parecer sem duvida de um aspecto muito
severo, porque elle esta mobilhado a moda .111-
tiga, como era uo lempo de minha av ; mas se
o deseja, (orna-la-bel a inobilhar no goilo mo-
derno. Quanto vida que ahi bavemos de pas-
sar, ei-la; levanlar-mc-hei s oilo horas preci-
sas, porque prescreveram-ine especialmente
urna vida extremamente regular.
Albina : Prescreveramlhe isso?
Eu: Sim ... Os medicoi.
Albina: Ento Vine, est doente, Mr. Fer-
nando?
Eu: Precisamente nao, minba chara Albi-
na; mai berdei de minha pobrajaat urna sau-
de muito delicada; tenho uecessidades de gran-
des cuidados, de grandes precauefies, c quanto
aos cuidados, contel com a sua atreicao, minha
chara Albina.
Albina : Farei o meu dever.
Eu ; Lcvantar-me-hei pois s oito horas
precisas.... Devo tomar cada dia um copo de
leite de burra, c elle me parecera mais sauda-
vel se eu o recebesse de sua chara mao.
Farei como o Sr. deseja.
Albina.
Eu : Quam boa que voss he/ obrigado ;,
depois de ter lomado o lene de Barra, tlcarei tarque me aconselbaram tambem; finalmente,
mela hora deitado; ao depois conforme o tem-las dea horas em ponto eu a conuzirel para o
po que fizer, irci passear at ao almoco, ou me seu quarlo, e entrare! para o meu.... Eis-ahi,
entretere de meus negocios com o meu adml- J minha chara amiga, salvo algumas modlfica-
niitrador; pela manhaa, se acredita em mim, (oes fellas em nossa existencia pelas estacej,
.. >.*...., ... ehara amiga, voss irouvlr cada dia urna mis- |ou pelo tempo da c-ca, a qual amo ipaixonada-
nando, eu Ihe suppllco; sej bou comigo; iln- qual lera a noisa vida de cada dia.,..; e urna 1 sa resada na igreja da aldea, depois do que I mente, mai a que nao devo entregar-rae seuao
I
B
MUTILADO


V*"
se

^5^^
ose
a
subdelegado di villa, iflm de os perseguir.
O delegado suppleute ero exercicio do termo
de Po-d'Alho por oecisllo de psroipir
em olUcio de 36 do eorrente que, ni fiogue-
zia dt Cloria diquelle termo linda nitorn
nrupo de sedicioso armados que an.eic.ain
aos cidadSos pacifico, comuiunicuu que
so apresentara um de Ue grupos na povoa-
cJo da dita freguezia e ahi assassinaram An-
tonio Seferino eao menor Jos, oale sobri-
nbo, e aquella iranio do inspector de quar-
teirBo Francisco Leite, que acabava de che-
garhojea esta cidade vindo oceultamonte
para nloier victima de igual sorte, assim
como o respectivo subdelegado timbera dei-
xava a povoacSo pelo mesmo motivo, e tan-
to mais porque os rebeldes haviam promet-
tidoqueno sabbadoae reuniriam todos all.
Cumpre, portanto, declarar que flcam ex-
pedidas as mais terminantes ordena aflu
dequesejam presse processados na forma
da lei os autores de todos os attentados
que se meuciona.
DEM LiO DA 99.
Foratn preso : orden do juiz munici-
pal da primeira ra deste termo, Honorio
Joada ilochf sem declaradlo do motivo;
a ordem do subdelegado da freguezia de S.
Fr. Pedro Connives, o pardo (.liudiano,
escravo de Vicente Concalves da Luz por
andar fgido; ordem dosubdelogado da
fregueiia de Santo Antonio, o preto Lou-
reoco, escravo por andar fugido; Mauricio
Jos do Nascimento por embriaguez e insul-
to ; o eseravo Jos por insultar a um hornera
livre; e Luiz por furto; ordem do subde-
legado da freguezia da Boa-VnU, o escravo
Jos por andar fgido ; e o porluguet Ua-
tlieos Jos de Souza para averiguacoes poli-
ciaes ;e do subdelegado da freguezia da
Varzea, Pedro Mandes de Oliveira som de-
claracao do motivo.
DEM DI) DA 30.
Foram presos: ordem do delegado do
primeiro districlo deste termo, Manoel Jos
do Nascimento, sem declaracao do motivo;
ordem do subdelegado da freguezia de
Santo Antonio, Louronoo Justiniano Peroi-
ra detiouza, por crime de furto, o prolo
forro Joiio Muniz, por ebrio, o o escravo
Jo, por havor dado urna bofetada em um
mendigo; e ordem do subdelegado da
freguezia ta Boa-Vista, a parda Luiza, es
crava de Luiza Mara dos Pnzeres, porsus-
peit de andar fgida.
DEM 1)0 DA 31.
Foram presos ordem do subdelegado
da freguezia da Varzea, Jos Manoel do Car-
ino e Isabol Mara do Espirito-Santo, por
crime do offensas physicis.
DEM DO 01 \ 3.
Foram presos : ordem do chafe de po-
lica, JoSo Codiubo, por desobediencia ao
fiscal do contrato das carnes verdes; or-
dem do delegado do primeiro districlo des-
te termo, o porluguoz Francisco Hibeiro
lavares, e o menor francisco, sem decl-
nelo do motivo; ordem do sublelegado
' da freguozia de San Fre Pedro Goncalves,
Manoel Joaquina Marques, para averigua-
COes policiaes, Mara do Carino, por bnga,
Joaquim Jos do Santa Anna, e Manoel de
Barros Lima, sem doclaracSo do motivo;
ordem do subdelegado da freguezia de
Santo Antonio, Joaquim Salazar Rodrigues
Porto, por se suppr dissrtor de primeira
linha; i ordem do subdelegado da freguezia
deS. Jos,o portuguez Jos Francisco GalvSo,
por desordom.eo preto Manuel, escravo, pelo
mrsmo motivo; ordem do subdelegado
da freguezia da Bo-Vista, Jos llibeiro Cui-
marSes. por furto; e do subdelegado da
freguezia de Muribeca, Calharina Mara da
Sania Anna, para averiguares policiaes.
llil M I", lil \ i.
Foram presos : ordem do delegado do
primeiro districlo deste termo, o
Francisco, quedeclarou ser escravo
todio Carneiro da Cunha, para averiguacoes
policiaes; ordem do subdelegado da fre-
guezia de San Jos, aprcta Joaquina, es-
crava de Francisco Antonio Perein de Brito,
para correccSo, o Francisca Maria dos Ali-
jos, por crime de ferimentos leves; or-
dem do subdelegado da freguezia do Poco,
Alexandre Jos Antonio, pelo mosmo mo-
tivo ; e ordem do subdelegado da fregue-
zia de Muribeca, Roque Antonio Correa,
para averiguacoes policiaes.
O delegado do termo de Santo Anio coai-
municou, por cilicio de hontem, que o ins-
pector do quarteiro de Meringabas, Minoel
de linio Salgueiro, estando no quintal de
sua cas levara ilous (iros de emboscada,
com os quaes soffreo um ferimento leve so-
bre urna p, oque nao poderam ser presos
e iiuin conhecidos os autores desse atten-
tido.
0 subdelegado pa freguezia de Pedras de
I'ogo, em oflicio de 31 de Janeiro ultimo,
principiando por communicar qife o dislric-
to de sua jurisdicSo nio gu/a de paz em
ronsequencia de anda no estarem acal-
mados os nimos dos individuos que mos-
travam dispusieres sediciosas contra o de-
creto de 18 de juulio do anno prximo pas-
sado; pois que appirocem armados e dis-
param tiros dentro da povoacSo. sem ne-
iiliuin respeito a autoridade publica ; tam-
bem communicou que no da antecedente
de urna assuada que liouvora em urna das
Tuas mais publicas d'aquella povoacil i resul-
tara o sssassinalo d'um liomem o o foriaion-
lo grave d'outro que est a sucumbir; a-
sim como que fra assassinado outro indi-
viduo em trras do ongenho Lages; e que
Unas pretis farras espincarama urna mulher,
ferindo-a gravemente. E porque este sub-
delegado declaro'.i que se tenham evad lo
os autores de taos attentados, cujos oomes,
assim como os do suaa victimas, n3o foram
indicados, lem-se nests data ordonado-lhe
que os faca prendor o processar na forma
da lei; o outro tanto mandou-se observar
ao delegado do termo de Santo Anido, acer-
ca do alienta Jo a que se refere o seu citado
nlllcio, declarando-Ibes como deoutrasve-
zes, que gastem algum dlnheiro para con-
segnirem a priailo dos criminosos.
der e punir na
Imo o algodo, o oaf, o milho, aflete., e desenho de maquinal, medicina veterinaria
queholeservem Bis colonia tfclringeirt, economa agrcola e domestica.
Art. 4.' Ojardim botnico aera comple-
IDEM DO DI*. 5.
Foram presos; urdem do delegido dolqu
.;,, dintrilo primeiro uismoio de, e termo, o preto eq^. a mt\t'to 50 homeni com mainrto de plantas nacionaeie e.lrageirai, iquel-
dexlresa e regularidade, e na nosso.solo pa- lasque se poderem introduzr no pul, ten-
la sua fertililade produziriiro grandes van-
tageni, e lucraran) muito o nossos agricul-
tores, por nBo emprsgsrun) cipitaes em bra-
cos escravos, o que tem sido a causa prima-'
americano Guilberme, e Lulz Moreira da
Silva, sem declaracao do motivo; e do
subdelegado da freguezia da Boa-Vista, a
orioula Cietam Maria de Jess, por desor-
dera.
0 delegado supplente em exercicio, ds
termo de Olinda participou, por oflicio de
3 do eorrente, que ao amanhecer do dia
antece tonto, no lugar denominado Cumbe,
do districlo de Beberibe, fra assassinado
Jlo Jos Malaquias com urna cacetada que
Ihe ilcra Januario Bispo, e espancado a Joa-
quim Jos de Fariaa de maneira que Acara
emrisco de vida, tendo dado lugar a osles
delictos disturbio e bebedeira que nouvera
em um batuque em quo se achavam aquel-
les individuos. E comquanto o mesmo de-
legado tivesse declarado que o juiz de paz
de Beberibe linha procedido a corfio de do-
lilo, e que todas as providencias foram
logo dadas para seren presos os criminosos
tem-se nesta data recommendado-lbo que
instaurasse os procesaos e continuarse a
emprogar os nietos ao seu alcance afirn de
do arados e outros Instrumentos francezei,
inglezes, suissos, Hernia, etc., pira se-
inear, puxar, prensar ou bter, etc.
Art. 5.a llavera um laboratorio em que
renderSo
Rio de Janeiro, consignada a Luiz Jos de
S Araujo, tnanifestou o leguinte :
2900 alquelres farinha; ao consignatario.
100 caixis tabSo ; a Oliveira IrmBos. 4t
Companhil.
400 ditai dito ; a J. J. Tisso Jnior.
CONSULADO CERAL.
da lei.
conseguir que os niosmos criminosos nSo
escapem accao da juslica fazendo-os pren- sideralum ; espero ter a gloria de promover
o raelhoramenio da nossa agricultura, co-
mo fonte mais fecunda da riqueza nacin il,
e que desde remolla anliguidade tem sido
cultivada e tnelhorada co'm desvelo' pelos
povoa Ilustrados por mel di isiocac3o e
proteceno do governos, e lioje pelo nosso
estado de civilisacBoem que nos echamos
na de suppor, que seja esse estabelecunen-
to protegido e animado pelo nosso governo-
Srs. o nosso commerciu hoje se acha de al-
guma forma beneficiado, porque foi dotado
com um tribunal de commercio, urna asso-
n a cao commercial, um banco para descon-
t e para agricultura nadi absolutamente
se ha loto
01) 1 be doloroso ver qual o estado de
abandono, ero quo ge acha a nossa agricultu-
ra. Sobrecarregada de imposto, que cali
dia v3o-se agravando, ella gome opprimidi.
Nos paizescivilisados he um dos ririmei-
ros deveres do governo aliviar os imposlos,
que pesam sobre a agricultura, promover
uovos inventos, e facilitar os meios da exis-
tencia aos individuos: quanto mais para o
Brazil, que tem em si os elementos da sua
prosperidade, e grandesa, mas quo por falta
de couhecimenlos industriaes, anda se acha
em urna aituac.Su critica e a canhida, o de-
pendente do estnngeiro.' E a esse respeito
as nossas assemblas, nSo to.n tomado me-
dida alguma, eternos vivido mesma culpa-
vel indolencia. Srs. a visla de t3o pondero-
sas rases, e escassez de desonvolvi monto
industrial, nSo podis deixar de applicar
medidas positivas, que concomm ao bem
estarda provincia.
UmdistinctocidadSoo Sr. Menna C, que
tem-sa em pregado no estudo de bichos de
seda, e satisfactoriamente apresentou a pro-
posta a urna das assemblas proviociaes
passadaspedinlo animacio, para que esse
ramo de industria progrodiss e fosse para
o futuro espalhido por todo o Brazil, nao
foi atlendi lo, quando deveria ser por ae
dirigirem suas ido is utilidade do paiz.
NSo he Srs. desta forma que abrem-se as
portas a industria, pira que o Brazil possa
algum dia prosperir, o competir com qual-
quer paiz civilisado. Na Frang, no reina-
do de llenrique 4 deu-se toda a impor-
tancia a creacSo do bicho do seda para ani-
111.1000 dos estabelecimentos l'aoris : dorSo-
se ttulos de nobresa a qi.ellos prlinenos,
quooscriaram, e susteotara
ra do atraso'da nossa agricultura, recoei, esencialmente os ilumnos que ap
a nSo occorrer algum beneficio para a nos- a fabricagao relativamente io melhoramen-
si sociedaUOt ao paaso que linha de"extin- to do assucar dacaona, fabricico do papel,
guir-se otllco.quo a nossi cultura liou-lexlncsSo de reculi, extraccSo das mstenas
vesse de mingoar, quando senfio extingu-1 oleosas, preparaco do vinho, do aloool,
so. Srs. desde esse lempo ain la nSo desean-j da servej, etc., fabricagao da colli, corti-
cei.o hoje com cabal satisfagUo tenho-medo, cores, vernizes, tinturara da seda, laa,
osforgado por estabelecer nesta provincia algodSo, etc., especialmonte sobre a pre-
uma sociedale agrcola, e um curso normal! parigSo do terreno, o melhoramento sobre
da agricultura theorico e pralico debaixo da : diferentes ragaa de animis uleis as irles,
proteogSo do governo, convidando n outra e i oconomia civil,
provincias a que facam os mesmos eslabel-
leci mantos.
Ha trose annos que mandei cootraetir na
Suissa(como um paiz ondea agricultura
tem chegado miior perfeigJo ) colonos
paratrabalhosruraes, at quehajam brazi- secretario, professores e emprogados cons-
Sja fr t ... i ..... t ... m ...... I ....... *.. .... I i 1 np.ti p'rt A
luiros, que os possao raier.
Anda nio foi-me possivel concluir o de-
Art. 6." Os cursos principiar,1o no t de
fevereiro, e serio terminados no ultimo do
qovembro do corrento anno.
Art. 7.A direcgSo do oollegio lie compos-
ta de um director, um vice-director, um
RECIFE, 6 DE FEVEREIRO DE 1852
Pelo vapor Paraonse entrado hojo do Sul
recebemos jomaos do Rio de Janeiro,
quealcangam a 24 do passado, o Ja Babia a
3 de correte.
As noticias do Paran ponen adiantam
as qu nos trouxe o vipor inglez Severn,
por quanto nonliuma embarcagOo havia
chegado a Montevideo desde a saluda do pa-
quete Principe at o dia 10 do passado, ul-
tima data dasfolhasdaquellaculadevindas
pelo brigue brazileiro Venus chegado ao Rio
no dia 22, tendo dali partido 4 das de-
pois.
Embora fossem ignoradas as oporages
do exercito ao mando do general Urquisa,
Jepois do pronunciamento do Rozario, sa-
bia-so com ludo em Montevideo da situagSo
deaosperada de Rozas. Tinha fallec Jo em
Buenos-Ayres o seu cunhado o general
Mancilla, cuja morte era geralmente attri-
buida a um forimenlo, que, segundo cor-
ra, Ihe lizeraum soldado de sua forga em
Tonelero.
Segundo o Commercio del Plata o diota-
dor tinha formado um plano de guerra, em
que ion lava todas as suss esperangas, e que
consistiaem incendiaros campos ao norte
de Buenos-Ayres, destruindo pastos, cava-
Ihadas, gados etc., alim de reduzir por este
moJoo inimigo a um completo aniquila-
miento ; porma providencia parece que se
oppoz ao seu projecto enviando copiosas
chuvas, que por 15 das inundaram todi a
campanha, de maneira que Urquiza em
vez de cinzas e cidiveres tem onconlrido
guio, agoa om abondancia, e feriis pastos.
i..o-lava quo a maior parte da esquadn
brazileira estacionada no Prata, achava-se
rundiada em fronte de Buenos-Ayres.
O 'r. marochal iloein |>o Antobio Elesii-
rio de Miranda Brillo foi nomeiado para pre-
sidir ios trabadlos, a que se vai proceder
no Rio Grande do Sul, para marcar os lemi-
tos da quella provincia com o estado ori-
ental na forma 'do tratado de 12 de outubro
do anno passado.
Da Baha nSo ha novidade alguma de ira- com esse enihuaiasmo m
portancia. I d'um modo espantoso a producgSo dos bi-
L-so no Mercantil, de 24 e 31 do passado I dios e a inJustria da seda. Acultura da
o que segu : lamorelrano comego do XV sculo, e no
looii iriuii hontem a bordo do vapor D. Pedro reinado do Carlos 8.a foi animada e prote-
isTricl'o'dstV" termo,' o~pardo|/'pe">cente coinpanbi.i Bomfim, o Enn. 'gida, e os agricultores, que plantsvam arao-
niiBiledarou ser escravo do An-1Sr- conscllielro Franulieo CoD9alvci Martina, reiras gosavam da paternal solicitude do go-
1 presidente da provincia, com desuno as co-
marcal do sul. S. Exc. dinje-se primeiro cni
direitura villa de Caravellas, tocando na vol-
la nos portoa intermedios. O fim que tem ein
vista o Eam. presidente, be o de faterchegar
ifjuelles importantes lugares a navegacao por
vorno
Por augmentar sproducgSo da sola em
toda a Franga dertnbuirau-se, nao-n mu-
das dos viveiros roaos, como at mmdinm
plantar, o pencar e.-sus arvores cusa do
vapor, que muito cooperar para o augmento I estado; com esse enlhusiumo a magnificas
dasua prosperidade. Jrecompongas e os previlegios que Luiz 14
Ha madrugada do dia ti,durante a trovoads
que desfechou sobre eita cidade cabio um raio,
que escalou una jaqueira da roca do Sr. I)r.
>lanoel Pedro Moreira de Vasconcellos, ao Cam-
po da Plvora. Ante-hontem ao meio dia, apos
una ineiperada trovoada, cahio tambem uin
raio na igreja matriz da freguezia de Saol'Anoa,
o qual entrando por uina das janellai percor-
rcu o corpo da igreja, e fez alguna pequeos
estragos com especialtdade no altar de aau be-
nedicto. Duas pretas que neasa oceaslo se
achavam avarrer o templo, e alguna musicoi
que alli se iaui reunindo para cnsaiarem a mis
sa que tem de ser cantada na fesla de SanGon-
;alo do Homfiui nada felizmente soIlVcrain,
alem do susto de que foram occoinmettidos.
Aute-bontein tambem amaneceu roubada a
igirja da S, levando os sacrilegos ladrdes qua-
tro pequeos vasos de prata, deixando entre-
tanto outros objectos do mesmo metal, e de
maior valor. aparte da polica publicada no
lugar competente acharo os leitore maia cir-
cunstanciada noticia desse crime. Acha-se
preso para averigoaedes acerca do facto o sa-
clirislao daquelia matriz Candido Alezandre
Pinto de Suu.i, e a polica prosegue activa e
enrgicamente em suas pesquizai m
Communicado.
coucaJeu aos fabncanies de seda, desper-
tou-sa urna emulagSo por todoa os psizes
da Europa, at que chegou a industria da
seda ao seu mais alto grao de perleigSo.
Srs as vossas raaos est o melhoramen-
to da provincia, se vos dignardes de aculher
ludo que l'or a bem da agricultura. Daris
assim urna prova exuberante do vosso pa
triotismo,a a patria se'vos-ha reconhecida.
Vosso humilde patricio.
Joaquim Jos de Carvalbo siqueira VarejSo.
Escola normal de agricultura
theorica e pratica para a pro-
vincia de Pernambuco.
Offerecida
Aos llltns. Srs. deputados assembla pro-
vincial, pelo bacharel Joaquim Jos de Cir-
vilbo Siqueira VarejSo.
com moderacao ale o ineu cmplelo reatabele-
cimento; eis-abl, digo, qual deve ser Invaria-
velineute a nosaa cilileucla.... Agora crelo que
sabe para onde val, nao he assim?
Albina: fin, Mr. Fernando... Mas esta vida
decampo nao durar este anno scnaoatao
liimlc dc/.cnibro, quando inulto, nao be assim?
e depois, segundo convencinmos, paliaremos
fojo menos todoannos setc ou olto ineies em
arls | i.an he?
Fu: Entio goita multo de Paril?
Albina : Oh {mullo. Isto he mullo simples,
ahi lenbo meu pal, ininba mal, alguiuas amigas
decollrgio; c por ultimo Par be muito mai
alegre do que o campo. *
Eu: Pode estar certa, iniulia chata amiga,
que meus desejos estarlo aeinpre de accordo
com os scus; mas aposto que apenas tenba
goslado da nossa boa* pacifica vida em Ribal-
lire; vosse njo querer raals ouvir fallar de
l'aris.
Albina: Mr. Fernando.,., nao creio nisto.
Eu: Vosai ver....
Albina: Eslou certa do que Ibe digo.
Eu: Poderla rcsponder-lbe a inclina couaa.
mas, rcpUo-lhe, espere. Eiperimente e ver!
Albina:-Veremos; mas se como nao do-
vtdo... eu prererlr pas.ar a maior parle do
lempo em Parli. aasln, ,ct, conforme o Sr,
me tetn promettido. '
Eu:-Por ceno..,, salvo.... o que rdiinien-
le nao be veroiiuiel, salvo se ininba sai'nle me
detiver em Rablllicre, porque oa mdicos es-
pecialmente recoininendarain*me a vida e o ar
do campo,... ora voss nio ha de querer arris-
car a inluba sade por urna viageina Paris....
E depois, vejamos: o que acha Uo atractivo
em sua Par? .
Illms. Sr. deputados a assembla provin-
cial.Ha trese annos, que regressei da Eu-
ropa miniri cara patria, o como cidadSa
devotado ella, vendo.quoo principal ramo | r7d7m""bta"n7co7
da industria do paiz, o sustentculo do im-
perio (a agricultura) eslava tilo atrasada
por ainda servirem-se os nossos agriculto-
res de bragus escravos, e instrumentos agri-
eohs menos pefetos, despresindo os ins-
trumentos proprios de rotear os campjs em
validos e planicies, applicados a diferentes
ir a balos e dirigidos pela forga do vapor, e
os bragos livrea, e animaos da melhorraga
para semear, puxar, prengar ou bater etc.,
e outros mecinismoeconmicos a ventajo-
sos para descascar, despulpar, e moer etc.
que so empregSo cm diversos productos co-
Do estaOelecimento.
Art. 1. llavera um collegio que ser
fundado fra da capital, com urna grande
casa para o estsbelecimento das aulas, pira
morada dos seus alumnos, professares e
servenluaiios do campo ; recolhimoiito dos
animaos o iostrumontos agrcolas; e um
tantos, de um porteiro, um refeilureiro e
Um eufei Uleirii.
Art. 8. Para a direcgSo dojardim aos
trabalhoa agrcolas serSo mcionies, e caso
de mo llaverom serSo engajados eslrangei-
ros por algum lempo al quo hajsni nicio-
nies piritos que deserapenbem as funeges
do estabelecimooto.
ClaisificaiSo dos alumnos diferentemente
comideradoi,
Art. 9. Nenhum alumno ser admit ido
no collegio sera que previamente trate com
o director sobre sua admissSo.- O numero
dos alumnos he o que poder compoilar o
collegio.
Art. 10. Nenhum alumno sor admit-
tido sem que pelo menos tenha qua-
torzo annos, equesaila ler, escrever e fa-
zer asquatro especies de conta, a grammi-
tica nacional, e traduzir o fraocez e pis-
sirJo por um oxime das malcras mencio-
nadas. .
Art. II. Os alumnos serSo clsssilicados
em internos, simi-internos e externos. Os
primeiros pagarflo 26/000 de pensSo ; os se-
gundos 12/000; os tero "iros U.fO Estas
pensOes serSo pagas adiantadas por trimes-
tre. O qusrlel de cada alumno, urna vez
comegado be sempra devido, ainda quo o
alumno nSo possa frequenlar as aulas do
collegio por alguns dias, ou seja doli reti-
rado.
Art. 12. O collegio ter um meJico de
partido para tratar dos alumnos, quando
enfermos, por conta da seus pas, tutores
ou encarregados; lodavia he permitldo a
estes trata-Ios em casa, se isso melhor Ihes
oonvier ; e neste caso havendn domo gra-
ve, e emquinto ella durar, cessa a pensSo
ao collegio. Os aluainos internos sSo obri
gados a apresentar-se sua entrada com o
segulnte enxoval : Urna casica ou vestido
da panno, seis pares de caigas, um chapeo
ou bonet, dous longos de pescogo, um Jei-
to, duas cobertas, doie camisas, seis lon-
gos, oito pares de metas, seis guardimpos,
tres pares de cuc 's, etc., etc.
Penas e recompensas.
Art. 13. Os castigos serSo todos moraes,
excepto para aquelles que por indoceis e
incorrigveis tiverem inutilisado este meio,
n3o se submettendo as regras estabelecidas
do collegio. Em caso do desobediencia (o
que se espera nao succeda ) ser o pai ou
procurador do alumno sciente para admocs-
ta-lo, ou corrigi-lo particularmente, era
ara 12 annos, e primeiro lugar; depois so participar ao
ultiplicaram-se'Exm, presidente da provincia; e a linal so-
r oxpellido do collegio.
Art. 14. Os alumnos nSo sahirSo lo>a de
seus quartos em horas de silencie, no caso,
de abusarem estarSo sujeitos s penas que
marcar o regulamento: fra do silencio
nSo poderSo sihir senSo compostos com
lengo ao pescogo, roupo, etc.; assim sa-
hirSo s aulas, lofeitorio, casa de oragSo,
etc.
Art. 15. Todos os alumnos serflo obri-
gados a frequentar diariamente os cursos,
excepto nos domingos odias feriados.
Art. 16. Nenhum alumno interno polle-
ra sal ir do collegio sean de oilO-IUD-OitO
dias, a pedido pur escriptos de seu pai ou
correspondente ao director.
Art. 17. Os alumnos serio obrigados a
fazer eximes da materias proscriptas nos
primeiros de novembro ; e serSo premiados
to i s as vezos que se distinguirem nos exa-
mes.
Art. 18. O alumno que for reprovido
pagar de multa 24/000, duplicando-se ou
triplicindo-se a multa se o for pela segun-
da e terceira; e reprovado quatro vezos
consecutivas as raesraas materias ser ex-
cluido do collegio.
Art. 19. O alumno que se deistinguir
nos exames, nSo so obter do governo da
provincia' o seu diploma, como um premio
de disticgSo conferido pelo collogio
Art. 20. O Exra. governo da provincia
conceder urna lotera annualmente a favor
dos pobres, que polo seu estado de indi-
gencia nSo pussara ser admittidos ao col-
legio.
Os respectivos estatutos sSo franqueados
ao publico a qualquer hora, e marcam as
attribuigoes de cada empregado.
itandiinonto do dia 8 a 5
dem do dia 8
DIVERSAS PROVINCIAS.
Itondimcntodo dia 3 a .
dem do da 6......
PublicacSes litterarias.
ELEMENTOS
DI
Uomosopathia.
Sabio lu I segunda parte desti obr.
compoita pelo profetsor homceopathi (ds.
set Bimont. Recebem-se asignaturas pir.'
obra Intelra 1,000 rs., no consultorio
bomceopatliico da ra das Cruzes n. 28, |)e.
pois da publcagSo da terceira parte, o pre-
3 go ser elevado a 8,000 rs. pin aquelles
" iqqe n9o tiverem asiignado. No mesmo con-
,,. ... sultoro, acha-se a venda ludo quantoh
iilfi necessaro para o eatudoe pntica di ho-
_!Z moeopatlrla, como seja : livros impressos
' a-ft .-q para historias de doentes, regimens apto-
__ Prl,as psra a provincia de Pernitnbuco
7:S9,SU
1:101,904
8:496,219
RECEBEDORIA DE RENDAS MTBRNAJ GK- ZZZZt 7^rLZZ"0Z^[
i lucos, tanto avulsos como em caixaa, em
glbulos como em tinturas.
RAES HE PERNAMBUCO.
Rendimento do dia 6..... 374,907
CONSULADO PROVINCIAL. |" No prelo : PolAojeneiia dos medicimen.
Rendimento do dia 6.....1:614,595 tos brasileiros.
I Elementos de anatoma e phisiologia com cs-
linipas, paraos curiosos em bomoaopatlni,
Itoga-se aos seobores assignantesoobi
sequio de mandar receber seus exempli-
res no consultorio bomoaopalbico da rui
das Cruzes n. 28.
THATAMENTO 11ME0-
l'ATlllC.
Movimento do porto.
rVaiifoi entrados no dia 6.
Terra Nova 28 dias, brigue inglez Emma,
de 208 tonelladas capitSo John Towill,
equipagem 12, carga bacalho ; a James
Crabtree&Companhia.
Harseilha 44 dias, brigue fnncez Pauline,
DAS MOLESTIAS VENREAS,
;P_.gLuiz brugSier: Passageiro?A. J. ^S^Zg^S? d9
i, brigue escuna Laura .
.das, capitSo JoSo Leoca-1 """
ipagem 15, carga arroz e 0."",1""
, Jos BipttlU da Konseca i38' "el" ''reli
professor homceopa
Gossei-llimont.
Sabio a luz e acua-se a venda no consul-
pathico da ra dis Cruzes o.
reg de 1,000 rs.
Avisos martimos.
Michel.
MaranhSo--18 dias, brigue escuna Laura
de 163 l| ton. I. i :
dio ltilio.ro, equip
, mais gneros ; a Jos II ipti
Jnior. Passageiros, Antonio Jos do Al-
oma, Gentil Hornera de Almeida Braga e '
1 criada.--------------------------------------------------------^
Rio de Janeiro eportosinlermedios-12 dias Segu em poucos dus, por ler grande*
e 9 horas, e do ultimo porto 44 horas, pa- parte da carga prompta.o hiate Novo Olinda,
quele de vapor Paraensa, commandante o para carga e passageiros, trati-so com Mi-
cipitSo de fragata Costi Pereira, equipa- noel Dias, na ra do Vigario n. 13, torceiio
gen 30. Traz a seu bordo : para esta pro- andar.
vincii, Domingos Alves Mathous, com sua Para o Rio de Janeiro, salie
S!X'T^^MpKtWid com a maior brevidade possivel,
roda Silva Dias, Jos Miguel deViscon- por ter parte do seu carrcgamenlo,
cellos, Domingos Leopoldino da Costa i 0 (,rgue brasileiro Vencedor, ca-
Espinla, Antonio Pinto da tonseca, Josa i ... -,, n ,
Congalves Simas, Liberto Eugenio, Jos pitao Lleto iUarcellino t.omes da
do Almeida Barreto Bastos, Eugeuio Jos Jjilya: miein no mesmo quizer car-
Neves de Andrade, Francisco Custodio de .' mkB
sampaio, Jacob HolTmom e 8 recrutas do regar, ir de passagem, ou erabaN
exercito: para o noito, tente coronel car escravos afrete, entenda-se
Jos Xavier Carcii de Almeid o 1 escra-
vo, dozembargador Jos Ferreira Soulo e
1 escravo, Ricardo Alves de Carvalho, Joa-
aoun la\ mundo Cassses e 4 ex-soldadus
o exercito.
EDITAL.
com o mesmo capito, na praca do
Commercio, ou com os consigna-
tarios Nuvaes & Companhia na
ra do Trapiche n. 34-
Para a Baha, sahe em pou-
cos dias, o hiate brasileiro Ame-
lia : para o resto da carga e passa-
geiros, trata-se com os consigna-
a
-- Pela inspectora da alfandega, se faz
publico, que no dia 7 do correle, depois
do meio dia, se Imo de arrematar em hasta J*ai.jos J0Vaes & Companhia,
publica, a porta da mesma repartigao, 150 _
restis com 7:000sebollas com avaria, no rita do liapiclie n. 04.
valor de 28,000 rs., abandonadas pilos di- | --Para o Cear, sahe a qualquer dia o
reitos, por Oliveira) IrmSos & Companhia, hiate Anglica : quem nelle quizer carre-
sendo a arrematagSo livre dedireitos ao gar, ou ir de passagem, dirija-so a ruadi
arrematante. Alfandega de Pernsmbuco,
6 do fevereiro de 1852. U inspector interi-
no. liento Jos Fernandes Barros.
Declarajes.
Pola delegada do primeiro dislriclo.se
faz publico, que fon aprehendido um qu
lo casUnho com un..-, cangalha : q
Cadeia do Recife n. 49, segundo andar.
Para o Ass.
Sai com muita brevidade o brigue nacio-
nal ConceigSo capitSo Joaquim Ferreira
dos Santos, quem no mesmo quizer carre-
gar dirija-se ao escriptorio de Manoel Alves
Cuerra Jnior: na ra da Cruz n. 40.
Para o Porto.
Seguir com muita brevidrde a baroa
portuguaza Uoa-Viagem, capitSo Antonio
Hateras do ensint.
Art. 9. Os ramos do ensino so : bot-
nica, agricultura theorica e pratica, chimica
e physica applicada agricultura, geome-
tra pntica, desenho de maquinas, medici-
na veterinaria, economa agrcola e domes-
tica.
Art. 3." Os cursos se terminirSo em tres
anuos, a saber; no primeiro anno lera lu-
gar o estudo da botnica e da agricultura
theorica o pratica ; noiegundo anno chimi-
ca e physica applicada ; no terceiro anno
Albina JaTu^nsieMiJhemPa^isfa- i |iasTirem^i^siT^a?mparciITr
loare
castanho com urna cangalha : quonl
sejulgarcomdireilo, dirija-sea mesma.le- Ferrer, Lolla Jnior, tem bons commodos
legaca, quo provando o dominio Ine ser ie exce|iente tratimento : para passageiros
entregue. Delegada do primeiro districlo, e cargl lrald.SB na rua a0 vigario, n. 11 ou
O delegado do po- com 0 c,pjl0 na pra(a.
i Para o Rio de Janeiro, salte
zir o vapor Paraense para os no da o do crtente moz, o bri-
portosdo Norte, principiara-I gue ras|er0 Animo, capitSo o-
6 de fevereiro de 1852.
lien. Francisco de Assis Oliveira Maciel.
,i**"j As malas quo deve condu-
COMMERCIO.
ALFANDEGA.
Rendimento do dia 6. 13:635,047
Descarregam hoie 7 de feoereiro.
Barca ingleza t'ary Quin assucar.
Barca portugueza S. Cruz mercadorias.
Barca austraca Graf Appony idem.
Brigue inglez .ai/7 bacalhio.
Brigue bnsileiro 'encoi/or--fumo, sabSo e
toucinho.
Hiate brasileiro --Amelia-- mercadorias.
Brigue sardo Dano idem.
IniportRcnd.
Escuna brasileira Maria Firmim, vinda do
se a fechar hoje (") as 1 hora
na larde; e depois dessa hora at o momen-
rto de fechar recebe-se correspondencisa
com o porto duplo.
Em sdditsmeolo ao annunclo feito pela
segunda secgSo da meza do consulado pro-
vincial, se faz publico que tambem so rece-
be do dia 3 de feveroiro correte em diante
o imposto de 20 por canto do agoa-ardente
consumida na provincia.
Pela segunda seceSo da moza do con-
sulado provincial annuncia-so aos colleta-
dos no imposto de 3 por cento, e bem assim
aos do cisas em que so vendem bilhetes de
loteras do outras provincias, e lojaa de mo-
das,qte a cobranga dos mencionados impos-
los deve principiar no dia 3 de fevereiro
vindouro.
Pela delegicia de polica do i.'diltrlCtO
deste termo se faz publico, que fora appre-
hendido um menor pardo de nome Fran-
cisco, que diz ser escravo de Antonio Car-
neiro da Cunha, morador na provincia do
Ceira : quem sajulgar com direito dirja-
se mesma delegacia, que provando o
dominio e posse Ihe ser entregue.
__A matricula da aula de lalim do colle-
gio 'tas artes, est aberta na casa da resi-
dencia do respectivo professor na edade da
Olinda, na rua Nova
A matricula da cadeira de rhetorica do
collegio das arles de Olinda, osla berta na
casa do professor de lalim competente-
mente encarregado daquelia cadeira.
milla c amigas; dentis ha abi muilos praze-
res que nao conbefo, vivamos bastante retira-
dos.... semgraudea dislrac9oes, e confesso-lhe,
Mr. Fernando, gostaria muito, por excmplo,
de ir alguinas veses ao baile, opera, aos Ita-
lianos, de ver bellas Testas.... nao sel porque |...
Cu Ah miniia chara amiga, multa raso
tem voss de dizer:- Que ael eu! porque
nunca desojara esses praieres, se aoubesse
quaatos sao vaos c fastidiosos.
Albiua: Para aentir a aua vaidade, pelo
menos he preciso conhecelos....
Eu: Mas eu osconbeco, inloha pobre ami-
ga! coutieco-os demais.' e posso fallar-lhe del-
Ics tambem; creia-me.desdeuhaloi, he pou-
par fastidiosas dccepgpes.
Albina: O baile, as feslas, a opera, os ta-
raos Vmc. achou lempre tudo isso fastidioso,
Mr. Fernando? Vejamos, com a mo ua cons-
ciencia dgame: nunca Isso o direrlio ?
Eu: O desengao nao tardou em chegar.
Albina: O que Ihe peco he que me d
tempo de desengauar-me,
Eu: Pois bem; eu a prcveulrci em tempo,
nao terel nada que eiprobar-mc.
Albina: Vamos, sua prnmcssa me dar co-
ser... enormemente divertida.
Eu : A que chama voss divertida ?
Albina : l.miiin... nao veremos jamis nin-
guem vivereinos... como loboa ?
Eu : Ein primeiro lugar, mioha chara Al-
niose eufade coinlgo, lembre-sc smenle que
teoho dezoito anuos, e nao me leve a mal o ter
os goslos, as ldeias de mlnlia Idade. Quando
tu.nver de censurar-me, falle-mc rasoavclmen-
te, com docura, com indulgencia, e far de
inim tudo quanto quier, Mr. Fernendo... Bem
mu in,uc,iu tuga,, iiiiMiid Liiara Al- "------ -------- -i :: '--------------:
bina, crelo que somosperfeltainentc capaiei v, aou Iranc,dou-lhe o ineusegredo
de aaliifaier um ao outro ; mala teremoa forco-1,, Eu I-E eu vou dar-lhe o meu para ihe nao
sanente alguinas relaedes de vislnbaoca
Albina: Isto he alguma cousa j. Nada dis-
to me havia Vine. dito.
Eu; Foi por urna rasao bem simples, he
porque nao poneremos cuidar neaiis visitas se-
nao quando I minlia sade esliver rcsla-
liolenla ; se algucm vlesae noaaa casa, ae-
ria preciso que tostemos tiiubem a sua, e isto
me obrigari-i a detviot de rgimen que tievo
evitar especialmente,
Albina: Ento,guardaremoa as nossas vl-
itll da vlsinhanca para n anuo, quando voltar-
mos de Parts, nao be assim?
Eu: Sem duvida... Agora diga, miaba cha-
ra amiga, nao est um pouco tranquilla aobre
esta terrlrct viagem, que tem por Um eisa lev-
rivel vida decastello?
Albina:Slin, Mr. Fernando..., comeco a
acostumar-meaitto, edemais... a razao... e de-
pois, lito nio pode ser de outro modo ; devo
ragem para o tempo de nossa babilaco cm tti-,. portanto tomar valerosamente o meu partido ;
baliire. pni.jue, anal de coalas, u que quero eu ? 3er
Eu ir-Coragem para passar cssa vida to cal- relia tem prejudicar a tua felicdade.... Uaven-
ma, to doce! do mutuas condescendeacias da nossa parte
Albina : --'I alves me pareja ella astlin, cu podemos arranjar nona vida o melhor possivel,
desejo..,. eu o espero; mas eailimal aqui.... nao be assim ?
Ini Alcaqui i Ku : Sem duvi.la nenhiliiu.
Albina: Quer que seja franca, nao he? Albina: Farci tudo quinto depender de
Eu: Certamen 10. .' inim para o nao contrariar em nada, c se algu-
Ucar devenda dada, cbara Albina. Escule os
meus consolos, elles serJo sempre os de teu
melhor, e mal tinecro amigo. Seja principal-
mente sincera coinlgo, ale com risco de me
desagradar ligeirauaenle, e tambem far de
mln tudo quanto quizer. Est entendida ? ,
Albina:Eti enteudido, Mr. Fernando.
Nossa conversa durou nene tom amigavcl al
este ponto. Uepois da cea, conduzi minha mu-
lher a sua cmara, e voltei uiinba, onde es-
erevo stat linbas.
Acabo de ler com altencao o meu primeiro
colloquio serlo com Albina ;" foi isto mesmo ;
nada esqueci. Sommadas todas as contas, eslou
contente com minha mulher,be absolutamente
assim que a linha julgado muita docura e li-
midet, pouco espirito, nada de vontadei; por
que nao posso lomar par vontades essa vellel-
dade natural as raparigas de ir ao baile, ape-
ra, etc., etc. emnm de divtHir-it, oomo ellas
disein iugenuameute I
Concebo alada perfeitamenle que a vida, cu-
ja quadro esbossei a Albina lbe pareja, ao pri-
meiro aspecto, fastidila e moaotona 1 ella deve
caiueBelio parecer assim, eucirada no pon-
to de vista dos toucos, que procuran! a felicda-
de nos cphemcroi praserct do mundo ; mas, em
realidade, para as pessoas sensatas, nao ha exis-
TUEATRO DE SIZ1BEL.
Por ter sido atacado de febro o actor
Antonio Jos Hilarle Coimbra, deixa de ha-
ver o espectculo annunciado para hoje, 7
do correte : e fica transferido para quando
se anuuneiir.
I Albina:-=Poit bem A vldi que lemoi de inat vezes jue adiar cm desacord com Vmc. I tcucia melhor, inalsia para a alma e para o
corpo'do que a que be reservada a itiinlia mu-
lher. Que Ihe falla 1 Nao ter ella um bello cas-
letlof um parque soberbo, una boa meta, ca-
vallot c canuagens s tuat ordens; a livre dis-
posicao de vintc e cinco luises por me para
suas pbinlaiias c suat etmolas, um marido pa-
ternal, ca considera 1,iu tic todos, te a merecer,
como estou ceno, que a merece ?
Quanto ao pedido de Albiua de ir mullas ve-
zes e por lougo tempo a Parit, he ene um ca-
pricho de rapariga, a que de nenhnin inodoiou
obrigadi a aubuielter ai nilnhas raidei de lau-
de, degosto, de preferencia ; mais nao terei ne-
cettidade de usar de meu orlo para cohibir es-
saa fantasas mundauas.
Tenho a couvicfo profunda de qu Albina
pouco c pouco, c sem o perceber, lia de espe-
riiueutar a iufluencia adormentadora, atnica,
delta vida calma, regulada, como a vida do
claustro. Ein verdade, nos primeiros lempo,
e cu cont com isso, ella ouvir, bem que en-
fraquecidu, o echo (los Ipraacres c dat lenas
que sooba a tua juventude ; mas pouco a pou-
co cabir cm um doce c mulle torpor. Torne-te
ella comilona e devala, ( e hei de trabalbarpor
coate,ui-lo ) que aniel de tret mezes no com-
preheuder outra vida leno a que nesta hora
Ihe parece o cumulo do enojo.
E ento o meu lim ser completamente at-
tiogido, lerel urna coinpantieira doce, lubniii-
ta, tolliclta, feliz em parlilbar meus gotlos
poderei depositar toda a coulianca em minha
mulher, cuja semblante ainavel e risonbo der-
ramar au redor de iiiuu um ar de vida e de
mocidade. Espero finalmente, queme lar co-
nbecer os praserct da paternidade verdtutcirn\
teguridade to rara cm notsos dias gosarei
portanto de meu ultimo triumpho de amor
mingos Antonio de Azevedo, por
ter o seu carregameoto quasi com-
pleto, para o restante da carga,
passageiros e escravos a frete, pa-
ra os quaes tem commodos sullici-
cntes, por o navio ter urna cma-
ra grande, aonde pdem ir os es-
cravos : para urna e outra cousa,
trata-se com o mesmo capitao, 011
com o consignatario Luiz Jos de
S Araujo, na rua da Cruz n. 33.
Para o Kio de Janeiro, sa-
he em poucos dias, o patacho bra-
sileiro Coulianca t para o resto da
carga e escravos a frete, tiata-sc
com os consignatarios Novaes &
Companhia, na rua do Trapiche
n, 34, ou com o capitao, na praca
do commercio.
Para o Rio de Janeiro.
Sai com muito brevidade, o patacho tu-
cional S. Jos Americano: quem no mesmo
quizer carregar, ou embarcar escravos a fre-
te; trate com Manoel Alves Guerra Jnior,
na rua da Cruz n. *0, ou com o capitao The-
maz Pereira do Ligo.
Leiloes.
-- Mademoiselle Quentin, tendo do reti-
rar- se para a Franca, rara leilflo, por inler-
veuco do corretor Oliveira, de toda a roo-
bilia da ua casa, e outros varios objectos,
consistindo em boiz, cadeiras, bancas de
jogo, ditis de meio de sala, e do sof, de ja-
caranda ; sof mezas, e banquinhaSjdo
SsssWsmmSMSWssst^sstiiiWmmtitissttimtBts^Kia^
proprio, o qual ba de coroar diguainealc o>
auccessos da minha primeira juventude. 0 ver-
dadeiro irinmpho, porque depon de ter coci-
nado a tntos maridos, terei desposado una i"u"
Iher joven c linda, e nao tere um marido eo-
ganado.
Aqu interrompi a eontlnuatao dette diario,
para clatiliicar-eid leu lugar c por ordem de
dalas, muilas cartas de minha mulher.
Segundo j tenho dito, longo tempo depon
de meu casamento com Albina, tire pela pn-
melra vez conhecimealo de una numerosim-
| iia. correspondencia de tua mo, contando, pal
assim duer, parallclaineute a meu diario, uia>
uo seu ponto de vista, ai diversas pbases ac
uossa nnio.
Estas carras coinplelam mu cruelmente
ensino que so adiar lalre nessa uarracao '
pialara, ellas esclarecem multo beiu ceiioi
tactos e por isso resi,no-uie auai-las 1 cslaj
memorias, com urna torle de ainirga sin*'
faci.
Esses fragmentot de diarlo que se acabao
de ler, e que depois de tantos annos eu mesmo
acabo de tranterever com um doloroso res-
seuiiweiilo, etlea fragmentos eram a mais sin-
cera eipresto do meu pensamento de entao,
eu cria firme e cooscienciosamente otlerccei
a Albina lodos 01 dadot de felicdade desrjive
e possivel; a minha lluso sobre esle assump-
to nao foi igualada teno pelo meu assombro.
quando icrriveis realidades me moslraram mi"
erro.
(<^>lwar-M--)
w
MUTILADO


cxcellente piano, commodss,
niza para jantir. 1 loito completo, espelhos
bmihIc o pequeos, lanleruas, caixa de
msica, l ricooculode theatro, calxas para
costurado Sra., bolsas de metal, candiei-
r09, ricos vasos, calungai, charuteiras de
porcelana ; garrafas multo lindas paracnei-
qi. algumas obras de ouro o de prala ; e
outros muitos objectos : tersa-feira, 10 ue
crranlo, ai 10 horas da mantiSa, no pri-
meiro andar do sobrado n. 49, do aterro da
Una-Vista. _
- O corretor miguel Carneiro, como tem
do se pasear para a mesma ra casan. 12,
far o ultimo leilSo no aeu armazem na ra
do Trapiche n. 40, aabbado 7 do corrente as
10 oras da inaohfia.de ludo quanto exis-
tir como aoja : trastes novos e usados, Iou-
qa 'vidros, candielros, lustros, quidro com
"orcao de harneas com f.rinh de continuando em su cas. desdeleutfi
,', v cameule por sacrificio;: e sendo, aieinoi
--------- oulros muitos afazeres, cnesrregado das
operacOes da caixa,.conduzio comsigonao
solivro-caixa mas tambem o saldo delle
constante : vlslo que o Sr. ferreira se re-
Precisa-sede urna ama para cosinhar
o ongommar, para urna casa de pouca fami-
lia : na ra Direita n. 53, se diri quoin pre-
cisa.
-- Precisa-so alugsr um sobrado de um
andar, decente, com commodos para gran-
de familia, e fresco, ou urna casa terrea,
com as mesmss proporcOes: quem o liver
anuuncie, ou dirija-as a ra Formse casa
terrea do terceiro lampino, confronto ao
muro. -
-- Precisa-se de um eaixeiro para venda,
da qu.il tenha bastante pratica, para lomar
conta.de urna por bataneo, e d fiador a
sua conducta : em Olinda, ra de Mathiaa
Ferreira n. I.
Quem precisar de urna ama forra para
cozinhar : dirija-se na ra das Flores n 2.
--Oabaixo assignado declara pelo pre-
sente, que no dia 1." do corrente se despe-
Manoel Alvea Ferreira
Avisos diversos.
tassa
O novo deposito de ca e po- cusou por moivos especiosos a tomar con-
na ra de Apollo, armazem lado mesmo livro
de Lial
recebe
acredi
a ruine iiuiiw, hwhwm w mww... ------ __ .
.' ,j quaesoabaixo assignado
Res, acaba novamente de j,ur escma |ug0 qe ihe
se promptilica a
he sejam pelo Sr.
jer a superior potassa da bem Fe^reiVa" exigidas. "Recife 5 de fevereiro da
jer a supci <" i R 185a. _Anton0 Jos de Farias Machado
. i.tada fabrica de Moa a & Has- ^ |)ai|e(j mascarad03.
tos; a sua superior qualidade, que Mascms j0Ccrae de pao por proco com-
rivalisa C produz O mesmo elteito modo: na ra do Hosario larga loja deiniu-
do que a melhor estrangeira, dif- d^,M,,;il**i di 8|| Santos, porta para o
l'crenca eni preco e a aniraacao a nio de joneiro, a sua escrava crioula.de no-
uma 'industria nacional, sao cir- meLauriana.
cu.tancias dignas da attenco dos ^ ^.^ ^ V^ M ^ M senhores de engenho ? seus corres- u, uua.vista n. 22, acha-se um grande
nondentes dest praca. sortimenlo de chapeos de Sol multa
poiiuenies ucam 1""* om conl, tint0 para |,0mom,como pira se-
-. D.-sappareceu no d,a sabbado 31 do 1- ^ sod, u Je pannnno, e
neiro prximo P"^ Pe'" f& grande sortimenlo de doqss de seda ede pa-
"'"""Tnt. fti dad", com Pn"il.o par. cubrir Wch.posde Solj.
dina de .
signaes seguidles: -estatura regular, cara
compnda.olhos pequeos o papudos, den-
les largos e muito alvos, e falla muilo ospe-
vitada ; he secca do corpo, ps grandes e
seceos, quandoanda dobraos hombros para
alrazjlevou vestido de chita preta, equan-
do fojo costuma mudar de trajos : roga-je
porlanto as autoridades policiaes, e capitBes
Je campo, a captura da mesma, levando-a a
ruadoVigarion. II, terceiro andar que se
recompensar.
Desappareceo no inez de novombro de
I8JI o preto Gonjalo crioulo que representa
ter40 e tantos annos, altura e corpo rogu-
usado.tambem concerta os dittos pool preco
mas crimino lo do que em outra qualquer
e parte com toda ; rompidflo,
Antonio Jos Soares vai a Portugal.
-- Joaquim Pinto vai a Portugal.
Na padaria da ra do Colovello n. 29
precisa-se de um amassador, eque quena
vendar pilo cavallo para S. Amaro : so di
boiu ordenado.
-- Francisco flibeiro Pires, embarca para
o llio de Janeiro, o escravo crooulo do no-
mo Jos, a entregar ao Sr. Jos Joaquim
Correia de Lcenla.
Precisa-se lugar dous moloques : na
arebarbado. tem U**-^ ru^gd^o .. ^^ ^ ^
urpequcnadca^eyub^ig^m^ Pra servio de ^"""^fi!
claro que elle tem qundo falla, he rir-se o jgm pretender dinja-se a ruados Quar
i q_-
erreganhar os beicos, he muito ladino
minio desembaracado, he carvoeiro e lem
muilas habilidades : quando fugio procu-
rou o Sr. Dr. Jo3o Antonio Cavalcante de
ibuquerque para o comprar e dahi tomn
a fugir: quem o pegar pode leva-lo ao
mesmo Dr. morador em Iguarass, e no
llecifo na loja do major Firmino Jos Ro-
drigues Farroira, no Passeio publico, que
sera muito bem recompensado.
-O Sr. J. F. P. queira mandar pagar os 6
da
teis n. 24.
Aluga-se o terceiro andar da casa
ra do Queimado n. 9, a tratar na luja.
Grande festa de S. Amaro.
Domingo 8 do corrento, haveri a
solemne festa do milagroso S. Ama-
ro, nella pregara o Itvoi. padre mes-
tre Capislrano, a tarde haver bellas,
scolhidas simphonins, dirigidas W
--U or. 1. r. r. quena uimiuai i'ift" va v & *----------- '. ^
quarteisquodeve da subscripto que sabe, f pelo mesiro Manoel I*'.*> 9- g
alias so annuncia oseu nomo por extenso. batalhao de infantera, e durar alo a
- Iloga-se ao Sr. Alferes Matoso do 9.0 meia noute, lempo em quo serflo W
batalbao de infaotaria quo venha pagar o tribuidas as vellas denlas, registros,
que deve na ra do Liramento n. 38, so ora 9flesdo mesmo Santo^nas egun_- ?
io todos os dia.<
da-feira ter lugar o artificial fogo *
4B do jocosas, e variadas vistas, na ter-
% <* ser* a lirada il'a bandeira, com o
9 mesmo aparato, o figuras como no
lovanlamento, cantando a Deosa Flo-
ra os vercos om tocantes, e sentimen-
q
ir.ni quizer ver o sou
nesta (ulha)
Procisa-se de urna ama forra ou ciptiva,
que fa,a todo o servico de urna casa do pou-
ca familia i na ra da Cadeia defronte do
l"!!lM.neUeS wSfiDou-Si P-r. aru. do i iaestfes ilomostr Aleixc.como,que
Viganon. 13, terceiro andar.
Francisco Comes d'Olivoira em barca
para o llio de Janeiro o sou oscravo crioulo
de nome Vicente.
Manoel Alves Guerra Jnior embarca
para o Mi de Janeiro o seu escravo do nome
Manoel.
Antonio Augusto da Silva Caedo em-
barca para o Kio de Janeira, a sua escrava
crioula de nome Fausliu.
Narciso Jos de Carvalho, retira-se pa-
ra fura do imperio a tratar de sua saude.
Roga-soa todas as pessoas que assigna-
ram para o baile de masesras no thealro de
Apoljo, rcmettam ,suarpropostas para con-
vites'de familias at ao dia 12 do corrente
ao director : na ra d'Apqllo n. 22.
m sudosa do too apreciaveis e delicio
m sos momenlos, de louvar ao sempre
t incancavelS. Amiro. Nfio se asse-
4gf vera, porm supnOe-so que havera
aj festa deS. Consalio, e fogo, da quar-
Jt ta-feira envante, feita pelosSrs. bar.
* raquoiros ; ois o programma da func-
eflo.
-- Aluga-se um moleque creouo, com
idade do 14 annos : na ra do Caldereiro
Innandade de R. S. do Terco.
A commissao encarregaia da cdifica?ao
das catacumbas dest irmandade, annuncia
a todos os seus irmaos, quo ja se acham
promptas dentro do oomiterio publico,
Precisa-so fallar a D. Jos da Acunha a porcj0 de catacumbas que pela Ilustre ca-
negocio doseu interesse, oqual tem na ra mara municipal, foi concedida (96 grandes
do Trapiche n. 6, urna carta vldda no vapor e t2 pequenasj He por tanto muilo neces-
TevioU sario, que todos os irmaos e irmBes, que
No dia 7 depois da audiencia da segn- alnja ni0 contribuiram com a quota de Sg.
da vara do civel, se hade arrematar perante rj_ p,rl u0 um obra, o fsr;am at olimdo
o Sr. Dr. juiz du civel a parte de orna casa co'rrente mez, alim de coocluir-se o que ha
terrea, cita na ra da Cloria n. 29 do bairro fazer| Com cornijas, guarnecidos, figuras
da Boa-Vista penhorada a Jos da Silva Mo- olc A' IrmandadeDB0 tem oulros recursos
reir, cuja parto vai a praca por execucao da quo ianCB ma0, se n3o da coadjuvacao
de seus irmaos, sem a qual, ser mpossive1
de sonteuca quo uU:mc.uu o abaixo assigna-
do a seu favor.
Francisco Jos de Mello.
-- No dia sabbado 31 dejaneiro p. p., par-
ti do engenho Mussupe, em regresso para
ocngedho liento Velho, na comarca de S.
Antio, do bachaiel Podro Bezerra Pereira
de Araujo BeltrSo, o seu cabra Luiz creou-
o, de idade de 20 anoos, serr, sem liarba,
em um cavallo castaoho castrado, com urna
pequea belide om umolho, conduzindo
urna carga de cacoaes com urna duzia de ca-
pees, um balaio clieio deronpa de homom,
semelhant conclusao. e at mesmo para
lito incorrerem na pena imposta oela meza
conjuncta, como se declarou em fanos de
19 e 30 de dezembro do auno p. p., cuja
leitura se recommenda.
Madama Kosi Hardy, modista
brasilcira na ra Nova n. 34-
Pelo oavio Havre recebnu um lido sorli-
mento das ultimas modas de Paris, como
sejam : chapos de soda de lodas as cores
para Sra. e para meninas de 7 a 12 anuos;
conteodo 6 camisas, 4 raleas, 3 palitos, e chapeosinhos redondos franzidos com ca-
outras roupas, e um methodo de piano, car-
tas ect., e at o presente nao he aparecido,
dovendo-se suppor ou que fugio, (o que
nunca fez; ou que o robaram ou mataran),
ou alguem loinou-lhe o cavallo om Pao d'A-
Iho, e elle o segu s, o que quer que seja
quo seoBo pode aflirmar ao certo : rogase
peis, as autoridades ou qualquer pesgoa do
povo que o encontrar fgido ou souber noli
ca delle, o licam chegar ao aeu gerenta
nesta presa, Paulino Bezerra de Mello An-
drajos l.ims,na ra do Arago n. l,oua seu
Sr. o referido bacharel, que ser devida-
nionto recompensado ; o cabra foi compra-
do ao Di-. Joaquim Conealvea Lima, de Pa-
juil de Flores.
-- O Sr. lenle Luiz Goncalves Rodri-
gues Franca, queira ter a hondada do appa-
recor at odia 12 do corrente, na ra es-
trella do Rosario n. 43, conteitaria, para dar
cuniprimento a corlo oegocio, que Iratou
com o niosmo dono C, caso nSo apcareca
at o da mencionado, o mesmo prometu
esclarecer ao publico dito negocio, para
quo todos desta provincia o Bquam conne-
cendo.
~ Precisa-se de um administrador para
um engenho, que elm da pralica, e habo-
litacO'S necessanas a um tal emprogo, seja
casado, e tenha pequea familia: quem
taes qualidades possuir, podar entender-
se com o tenente coronel Manoel Joaquim,
no Afogadoou no seu engenho Peres.
- Francisco da Costa Ferraz, vn a cida-
ilo da Parahiba, a tratar de seu negecio.
' Precisa-se de um liomeui que enteoda
de plantacOes, para tratar d um pequeo
sitio : em S. Amaro, na taberna ao pe do
8r. Carduzo, se dir quem precisa.
- Precisa-ae de um eaixeiro de 10 a 14
annos, com alguma pratica do venda: na
ra da Seuzalla Nova a. 1, no Keoife.
pelas de flores s penachinhos, para moni-
nos, o meninas de 6 mezes a 6 annos ; um
fortnenlo completo de chapeos de palha
para Sra., meninas o meninos, da ultima
mola; rios eapotinhos, manteletes, pali-
tos, de seda lrta-cores e pretos; ricos ro-
meiros, caboces de blonda e de linho bor-
dado, camisinhas bordadas, ricas locas de
fil de linho para Sra.; mantas de blondo e
5area para nolvas, capellas, ricas guarnicOes
e flores, i icos corles do seda branca lavra-
da ; liivas de pelica enfeitadas, o meias de
seda branca, o que ha de melhor em goslo e
qualidado; bicos do blondo e imi'.acSo do
da largura de 12 polegadaa at urna ; gros
de aples preto para vestido, mantas pro-
tas da blonde, ricos cabecOas de blonde pre-
to, transas de seda branca e de cores, para
enfeitar vestidos; um sortimenlo de gros.
de aples de coras escolhidas, para vestido
ecapotinho.quese vende a vontade ; fran-
jas e iranias de cores, e preta, para os mes-
mo j ; flores, penachinhos para tocas de
meninos, leques para Sra., luvas, de pelica
e de seda preta para Sra. e meninas ; meias
de scJa de enanca, ricos chapeos de p."
de montara, e eaparlilhos : na mesma ca-
sa faz-se vestidos de casamento, vestidmh.u
de baptissdo e manteletes de oncommenda,
por proco commodo.
Tendo sido despedido Adolpho Beran-
ger, do lugar de eaixeiro do caffrancez,
desde o 1. de fevereiro, por isso se faz pu-
blico para conhecimouto de quem mo
ressar.
~ Precisj-se alugar um preto escravo,
Ti
para o servico de urna casa i na
- Srs. devotos da N. Sra. d'AssumpcSo,
da imperial capaila da Estancia, que fui an-
nunciado palo Diario publico, os pregado-
res da festa, isto lio o Rvm. provincial do
convento de N. Sra. do Carmo na tests, o
de ooite o Rvm. padre Joo do Capislrano
Mondonea, que acoitou para pregar da noi-
te, e juntamente no dia 8, na festa de S,
Beoedito, este faltou caodo oabaixo as-
signado, comprometido com os devotos,
0 o respeilavel publico ; por conseguinlo
esta falta censurada pelo mesmo respeila-
vel publico, lavo a sua ponderarlo que nSo
deve cahir sobra ella administrador, por-
que esporava o mesmo abaixo assignado,
que tendo aoeitadoo JoBo de Rvm. Capis-
lrano Mondones, os sormOes do dia 2
de fevereiro p. pretrito, e de 8 do corren-
te, nflo fallasse a sua promessa contraclada
ao reapeilavel publioo, para quem ja havia
annunciado, e para quem elle appello jul.ge
como for de justifa. Francisco Jos de
Mello.
D se pequenss qusntias a premio, com
penhores de ouro e prata, rebatem-so sol-
dos dos senhores ofllciars da lorcoira o qliar-
la classes : em a loja de ourives, na ra do
Queimado n 26, se dir quem d.
Aluga-se o segundo andar da casa da
ra Nova n. 2, atrs da matriz.
Lino Ferreira Pinto, retira-se para fora
do imperio.
Alugam-seduss casas nos arrombados
de Olinda, muito frescas, urna deltas com
commodos para grande familia : Irata-se
do aluguel na ra da Cadeia do Becife nu-
mero 43.
- Na ra larga do Rozarlo, loja de miu-
dezas n. 26, se dir quem d de 100,000 a
1 iOOO.OOO de rs., a juros de 2 por cento ao
mez, sobre penhores de ouro, ou prata.
Preciss-se saber aonle mora o Sr. JoBo
Joaquim Rebollo, que so llio deseja fallar,
sendo possivel; ao mesmo Sr. roga-se quei-
ra dirigir-se a ra larga do Rozario n. 26;
faz-so este annuncio por ignorar-se sua
morada.
-- Precisa-se fallar com o corresponden-
te, ou procurador do senhor tenente coro-
nel Jos Cordeiro de Carvalbo Loite, nesta
cidade, a negocio de interesse do mesmo
senhor : na ra Nova n. 41, primeiro andar.
*
Paulo. Ignoux, dentista <
n-i i<<'/.. offerece seu prest- tj
t ino ao publico pava todos os
msteles de sua protlssao : 0
pilo ser procurado a tpial-
quer lior c ni sua casa, na
0 ra larga doRozarlo, n. 3B, ,M
A seg;undo andnr.
** !
Precisa-se alugar urna escra-
va, que seja boa cosinheira e com-
pradeira, : quem a tiver dirija-se
a ra da Assumpcao ou muro da
Fenha n. 16.
Nova fabrica de cbapeos do sol e
tinturara, no aterro da Boa Vis-
ta n. aa.
Nesta nova fabrica o respeitavel publico
achara um completo sortimenlo de chapos
deso de seda epaninho, tanto para ho-
mom, como para senhor, e concerta igual-
mente, por prefos mais commodos do que
em outra qualquor parte; para este mesmo
ostabelecimento so achatnudada a tinturara
franceza da ra Vclha n. 74, tingindo-se to-
da o qualquer fazenda de seda, 13a, algodSo
o linho, tanto om obra, como era pega e
com muito asseio, assim como so alimpam
casacas e outra qualquer ropa depauno,
que tiver podoas, pordo-se como novas, o,
por presos muito comn'odos.
-- Prccisa-se alugar por mez, um escra-
voainda que seja moleque, que possacom
um barril d'agua, e para o servico ordina-
rio de padaria : na praga da S. Cruz, debai-
xo do sobrado n. 106.
s
'? Manool Joaquim Fernandos Eiras,
v Dr. em medicina pela faculdade do 8
^ Rio de Janeiro, adiase no exercicio
desuaprolissBo : as pessossquequi-
zerera hoora-lo com a sua confianea, ?
podem dirijir-sea ra deS. Francia-
co, sobrado cinzento numero 68 A ; m
d consultas e presta-se aos chama- ?
^ dos dos pobres gratuitamente.
5*
Precisa-sede um forneiro, quo seja pe-
rito e zeloso em suss obngacOes, d-se
rezidindo na ra Nova n. 19 primeiro an-
dar, aonde atar sempre prompto a qual-
quer chamado, desdo s 9 horas da manhBa
at as 4 da tarde; o annunciante encherta
da um a todos os denles, que por isso tem
um completo sortimenlo de denles artifi-
ciaos, ncorrutiveis e de porcelana,mdi de-
licadoa^do ultimo gosto ; e todos os mais
accessijjjDs tendentes a sua proficuo, asse-
verando a todaa as pessoas que se quizerm
utilizar do seu prestimo que nBo exige pa-
ga alguma, nfio fiesndo os denles bem pos-
tos que olise possa deferenesr dos proprios
naturaes, e podendo-se msstlgar com os
mesinos toda a qualquer comida sem sentir
a menor dor nem ter receio de os quebrar;
tambem chumbaos denles naturaes tura-
dos da caria com ouro, prata e metal liran-
co, prevenindo asiim a conlinuacfio da ca-
ria, dores e mesmo evitando por isso a for-
ma de passar a caria dos denles furados para
os outros saos ; tambem lira pedras ou ca-
rias dos denles em geral, que tanto os dam-
nefica e coopera para omoaliloda bocea,
nfio sendo lirado : o annunciante a 10 an-
nos queexerce a sua profisciio nesta cida-
de, o os muitos exemplos que tem dado
nesse longo lempo, ser quanto basta para
se garantir.
Precisa-se de 500,000 rs. a premio com
os juros que se convencionar, por lempo de
6 mezes, dando-so suflicientes garantas :
na rna do Alecrim, n. 6 das 6 aa 8 horas da
nanlia, e das 3 as8 da tarde, ou annuucie.
"Austricloo de Castro S Brrelo em-
barca para o Rio Formoso o seu escravo de
ncito ,do nome Miguel com 30 e tantos an-
nos de idade.
--Aluga-se o segundo andar e sotfio da
casa n. 29 da ra do Vigario, assim como
precisa-se um eaixeiro para casa do purgar
de um engenho para Serihaem: a tratar
no armazem da mesma casa.
Aluga-se a padaria nova do Mangm-
ii h ;, rom todos os sous perteoces : quema
pretender, dirija-se a caaa junto a mesma ,
que achara com quem tratar.
Tinturara franceza, no aterro da
Boa Vista n. 17.
Tinge-so toda o qualquer fazenda delSa,
algodBo, soda e linho, tanto em obras como
em pecas e com muito asseio ; assim como
se alimpam casacas e outra qualquer ropa
de pao, quo tiver nodoas, poudo-se como
novas o por precos commodos.
No dia 4 do correle desapparebeu da
casa do abaixo assignado o preto africano
Aurelio de estatura regular, cheio do cor-
no, ps largos, com urna marca em um dos
lados do rosto : quem o capturar ser gra-
tificado.
iodol/o loto Barata d'Almolda.
Ocirurgifio Bernardo Pereira do Carmo
faz sciente as pessoas que a lempos Ibe fa-
laram e mesmoa quem convier e quizer.pa-
i.a por meio de um ajuste razoavel, os tratar
annualmente das molestias que possam ap -
parecer, que tenham a bondade de virem a
casa de sua residencia na ra do Rozario
larga n.30,para os poderlao(aremn.de seus
clientes.
Casa de modas francezas, madama Milechau
iluessard ra do Atterro da Boa Vista
n. 1
Pelo navio o Havre recobeo-se um lindo
sortimenlo das ultimas modas de Paris ;
em chapos de senhoras, manteletes e en-
foilos de cabeca e de vestidos. Ricos cha-
peos ; eapotinhos de redo de retros do co-
res, bordados, ditos de bico, ditos de cam-
braia ; ditos de seda, enfeilos de cabera e
loucados para senhoras; ricas Illas flores o
luvas ; cabefos de blondo e do linho bor-
dados ronjeiras o camisinhas de bico bor-
dado ; antas de blonde para noivas ; ricos
bicos c i:":;-.? ; mangas de bico ricas e
aiolpiea ; leueoa de oambraia do linho bor-
dados, bicos, tranaas o franjas para quares-
ma ; mantas de bico proto para mlssa; um
sortimenlo de pulceiras de todas as qua-
lidades ; gravaliobas de fita de voludo e pul-
ceiras com as fivellas ricas de madre de pe-
rola, faz-se sempre tudo o queemcomineu-
darem segundo as modas de Paris por proco
commodo.
Na primeira audiencia do lllm. Sr. Dr.
juiz dos feitos da fazenda, se hfio do arre-
matar os bens annunciados em os Diarios de
Pernambuco de 17 do passado mez em di-
ante.
Precisa-se de um portuguez dos chega-
dosapouco, para um sitio: quem pretender
dirija-se a praca da Independencia n. 12.
Quem precisar de cocos para embar-
que : dirija-se a praca da Indepeddencia n.
12, ou noGiqui defronte do engenho, onde
faz-so com perfeiQfio, naturalidade e bom
gosto : na ra do AragBo n. 12, segundo
andar.
Aluga-se urna escrava, para todo ser-
vico do urna casa : na ra do AragBo n. 40.
C0t>
C0KSULT0MO CKNTHAl H0MCC0P1THICI) #
IIB I'KIIS.IUBUCI. ?
1 Derigiaopeto Dr. Sabino Olegario lud- $
M giro Pinho.
t Ra do Trapiche Novo n. 15.
Todos os dias uteis se darSo consultas
e remedios de graca aos pobres,desde
pela manhfi, at asduas horas da tar-
de. Aa correspondencias e informa-
cOos poderfio ser dirigidas verbal- ajj
mente, ou por escripto, devendo o
doente indicar primeiro : o nomo, a V
iilade, estado, prolssfio, econstitui- 4
cao ugunio i as molestias, que tem
w tido, e os remedios lomados; lercti- %
a) ru -. n poca do apparecimento da mo- a>
H lestia actual, edescripeSo minuciosa,
j) dos signaes ousymptomas que soffror >%,
#*#)*## *
___O Sr.Bernardo de Albuquer-
que remandes Gama, queira man-
dar pagara subscribo deste Diario.
No. pateo da rbeira do S. Jos n. 15,
lava-se e engomma-se com perfeic.80 e sc-
ceio.
20,000 rs. por mez : na padaria po ba xo ogeoconlrar4a por preco 00mmodo.
ac ua sania i.rui.1 w j- qq ^ oo0..i,> mn
Jo sobrado n. 106, na pracn
-- No cal Irancoz precisa-se de um cai-
No dia 29 do passado mez, fugio de
urna gaiola na ra d'Assumpcfio, um bicu-
w m unid Kfllloia na 1 ua u nnju."KV, ".
xeiro para o mesmo, profer.ndo-so pessoa do r.lt,nu0.ine Uma muda ; quem o pegar
que emenda o rrancez. Jera entreg,r na praea da lndupendencia
A quem fajlar urna rede nova, procu- v 12 qu0 se8ra generU3amento gratificado,
re-a na ra Direita, padaria n. 30, que dan- __ beseja-se alugar r.m bom cozinheiro,
do os signaes Ibe sera entregue. 'refenndo-se captivo, para casa estraogai-
J. B. da Fonseca Jnior, remeti para o P' ^ ^ do Trapicbe Novo
Rio do Janeiro, por ordem de seu Sr. Jos '/f "
Pedro da Costa Ferreira, do MaranhSo, o es- B,J"' ,________. _,
cravo do nome Jos, e do seu Sr. efirino Casa de commissao de escravos.
deSouza Barros, to Sobral, o escravo de L\;| rua [)reita, sobrado de 3 an-
eme Raymundo. j.rM Hpfrnntp rio hecco de S. Pe-
J. B. da Fonseca Jnior, remeti para asres, ueironte ao neceo uso.ic
o Rio de Janeiro o seu escravo de nomo lio- dro n. 3, recebem-se scravos de
nori0-- ambos os sexos, parase venderem
-- Traspsssa-se pelo lempo de 3 annos e """ > f ____
meio, a ronda do sitio que foi do Dr. Bor- de commissao, nao se levanao por
nardo, com commodos para grande fami- e trabalho, mats do que a por
lia : quem o pretender uirija-se ao mesmo 1 *
sino em Olinda defronte do contento do ceoto, e sem se levar cousa alguma
Carmo, ou nesta cidade do Recife na ruada e comedorias, offerecendo-8e pa-
"'--prics^do^umodous escravos, ra isto toda a seguranca precisa
para trabalharem n'um sitio muito perlo da para 08 ditos escravos.
inaca quem os tiver para alugar annun- r precisa.80 ue un)a am. plra cosinbar
ci, ou appareea na loja do Sr Duarle, na rua do Cabug, aonde se dir quem quer Rolarf0> loj, n. t8.
"-? Manual Jos do Azevodo Santos, com- Salustiano de Aquino Fer-
potentemente autorisado por Manoel Fran- rera, thesoureiro da lotera da
cisco Combra para recebar todas as suas j g y isla, avisa as pes-
dividas, convida os devedores a que ve- nmu* '
nham satisfazer no praso do oito dias a goas, que anda tiverem bailetes
importancia de seus dbitos, na Rua Nova ^ lotera para receber, quei-
n. 49, onde se acha todos os dias das 8 ho- UJ u"" Y..... 1
ras da manhfi s 4 da tarde. ram por obsequio dingirem-se a
Pertende-se alugar urna cass terrea que j TraDiche n, 36, secundo
tenha bons cominouos, e bom quintal as r _-k i
ruasseguintes; atterro da Boa Vista, ponto ondar, das 9 horas da manaa, ate
Velha, Concordia, Palacete, ou S. Rita, da- meio dia, e que os paga ate 0
te de aluguel 16 a 20,000 ra.: na rua da Praia
serrara do Cardial. fimdeste mez.
A pessoa que no diario do honlem an-
nunciou precisar de 500,000 rs.,
do outros que percisem.se dirij
do Rangel casa terrea n. 35, das
manbBaede las 5 da larde.
JoBo Daniel Clemente annuncia para .
quem forapresentada umalotra de sossenU a tlua do flragao, n. u, me
mil rs. do Sr. Jos Valentim Siqueira, nBo un(l0 andar, copia-se com perfei-
seraceila. e f.ze-.a entregar no engenho B^ qua,quer pa|,e| em muito boa
A casa de 2 andares n. 3, na rua da La- e|tra e por preco commodo.
pa no llecifo peitencente ao Sr. Luiz Cela- __ A nenri'qUes willmer, tendo de ven-
no Borges,esta-ae em negocio com ella e por g( a de parle quo tem no sobrado de
isso pede-se que se alguma pessoa livor a re Uouj andare9 8l0 Da rua|imperial, onde est
clamar algum direitoo faea no praso ue 01- g funaJsao d'accordo com o Sr. JoBo Jos
to das a cootar da dacta desle em dame. d6Ca|.ai|loMoraeSiCoalopossuidordouma
-Aluga-se urna preta captiva que com- roga portanto a quem for autonsa-
fm deste mez.
> hontem an- ^^
Evi Crturtt'titta
runcia oara a _. ^^ ~ _.
pro
fam
engomme e cosinhapara casa do pouca r ^^ ^ j4 cj(U(
lia oum sobrado de um anaar ou 1. lem lamben, uma parte
dado da Victoria,
no mesmo so-
rora n. 8, segundo andar.
-- Precisa-se de uma ama forra, ou cap-|carmo o. 10.
liva, para uma casa de pouca familia :
SnidTiif -----7----------------------- tra\t* qUO luin laiuuDui umi. ,. ----------
ua da Au- andar as ras do Rosario Larga, e eaireuj, brad h,a de apnarBcer para tratar-ae des
Collegio, Agoas-verdes, Tergo, no pateo do senegocio na rul dosol por cima do ar-
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Joaquim Rbeiro Puntes tendo contaa
e letras de alguns senhoras que tem deixa-
de pagar-lhe, mis por amizade, outros por
relaxacfio tanto da parto do seu, cobrador
como dos llovedores, roga pelo presente
aos mesmos Srs. da vlrem quanto antes pa,
gar seua dbitos rua da Cadeia do Recife-
n, 54 afsegurando toda acontemplacfio nos
juros ; e se assim o nfio flzereo pasaarfio
a ser demandados, o que ser uma vergo-
nha para osdevedoros alem do abuso com-
mottido, alguns ate ha 15 annoa.
Na primeira audiencia do lllm. Sr. Dr.
juiz dos Teitos da fazenda,se hfio de arrema-
tar os seguintes objectos : um engenho de-
nominado llarbalho na freguesia da comar-
ca do Cabo, com todas as suas Ierras, met-
as e logradores, casas do engenho, do vi-
venda e de purgar, com 30 furos e 3 balcOes
grandes, senzalla para preloa, 1 moenda, 4
tachas e um parol de caldos, tudo de ferro,
e outros objectos avallados em 38:000,000 rs.
o da mesma forma viiu a praca os b os an-
nunciados em o Diario de Pernambueo de 26,
27 e 28, de novombro do auno p. passado,
a nxcepc.30 de alguns que j foram arrema-
tados.
-- Acha-se farinha nova de SSSF, (de ra-
minhaj para vendar, nos annazens de Dea-
no 1 'oulo & Companbia, no becco de Con-
calves.
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Compras.
niaiom de capim.
Flores de goinma,
AOS DliNTES.
rua do Pilar om Fra de Portas n. 72, segun-^ ^fc fJp^y^fabUc^qnilTlcht para csbollo o cima de nTesa, b
-- Compra-so uma morada de casa terrea
com sotao ou sem elle, que seja grande, e
com bastantes oommodos. nss immodiacoes
da ruadaPenha, at S. Hita : quem a livor
para venaer dirija-so ao pateo do Carmo
venda da quina, quo entra para a Camboa.
- Compram-so duas mora Jas de casas
terreas era boas ras, na freguesia de S. An-
tonio : quem as tiver dirija-se ao adminis-
trador desta typogrspbia, quo dir quem as
pretende. .
- Compram-se escravos de ambos os se-
xos para engenho, sendo as femias do 15
at 25 annos. o os machos al 30 : no arma-
zem da rua Nova o. 67.
- Compram-se escravos rceoulos, ma-
chos o femias, de 12 a 20 annos de idade,
com habilidades, ou sem ellas: na rua da
Cadeia no Becife, casan. 8. ____
- Compram-se para nma oncommenda
do Kio de Janeiro duas escravas orioulas
ou pardas, de 12 a 20 anuos, que tenham
boas figuras, eum moleque da 14 a 18 an-
nos ua llua-Nova n. 16 se dir quem
compra. .
' -- Compra-se uma meza redonda dP?
d'oleo para meio de sala : na rua do Quei-
mado loja do miudwzas n. 24
Vendas.
FOLU1M1AS PARA i85a.
Vendem-se follnhas de porta ,
de padre, e de algibeira de tres dif-
ferentes qualidades,sendo uma del-
tas com o aliianak da cidade e pro-
vincia: vendem-se nicamente na
praca da Independencia n. 6 e 8
SjIo de Nanttia a
800 rs.
Vende-se a historia de Slmfio de Nantua,
aSOOrs. : na livraria da pracada Indepen-
e--CVendem-so superiores bolachinhaa de
araruta em latas do Rio de Janeiro, fejBo
proto, dito motatinbo a 2,000 e 2,500 rs. a
sacca.azeitonas ltimamente ebegadas, ta-
tas com 2 libras de superior cha des, Pau-
lo, sebolas, peneiras de.arame propnas para
padaria a renacSo ; ludo por prego com-
modo, no armazem da rua da Madre-de-
Deos n. 31, ao lado da alfandoga.
- Vende-se millio muito novo a 2,560 rs.
. alqueire : no trapiche do Cuaba, no um
da rua da Muela.
- Vonde-se a casa trra n. 32, sita na rua
deS. Amaro, do bairro dS. A0I0010 delta
cidade : a tratar na travessa do "
guerra, armazom de carne secca n. 9, das
10 horas da manhfia, as 4 da tarde
- Veudem-so duas canoas abertas, de
.rs da 1,800 tiiAl os, em bom uso, e por
"eso commodoFno ae do Ramos arma-
zem n. 2.
Queijos do Sert3o.
Vendem-se queijos grandes o frescaes,
vindos do SertBo, o por preso commodo :
na rua do Queimado loja n. 1.
Padaria antiga.
Apadaria debaixo do sobrado da esquina
da rua Velha n. 106, com a frente para o
largo da pra^a da Santa Cruz, continuada-
mente fabrica ludo quanto he propro des-
tes eslabelaeimentos, caprichando sempro
em pregaras melhoros farinhaa que ha no
mercado, fazendo todo o possivel do obser-
var a limpeza e assoio interno e externo, a
nBo desmerecer o concaito que tam adqui-
rido no espaco do 38 annos; fazendo sem-
pre a deligencia de adotar o melhor nesla
arte, tanto anligo como moderno, sem que
admita em seu fabrico, alguma especie pre-
judicial a saudoe smentea melhor farinha
de trigo, e boa manteiga, o assucar para
a bolaxinha, biscoutinho, e fatias, intitula-
das regala, tendo sempro um bom sor.-
mento de torradas: observando o antigo
uzo da bolaxa furadl, que se parle em duas
motadas iguaes sendo do quatro em libra,
at a menor bolaxinha de 30, a 40 oai libra,
tudo proprio para quem gosta de aboberar
em leite, ou agoa para o cha, e caffc, e1 mul-
lo principalmente para auem be alto de
dantos. Igualmente vende na mesma pada-
ria, muito bom cha brazileiro, e da Indis,
caf muido, sem a menor mistura, e em
grBo aevada torrada, assucar retinado,
o coi carolo lassin como manda le-
var o pBo aosfreguezea quo qmzerem uiiu-
zar-se, sendo log separado a porsSo que
diariamente quizerm: tudo avonlsda dos
f I (' '(I'' /t' S
-- Vendem-se enxadas calcadas com aso,
panollas, frigideiras, cassarollaso chaleira
de forro forradas de porcellana, hcelas de
faia para doce, carretilhas. grelnas ,para
torrar IpBo, almofarizes, facas com garlo,
inulto linos, colheres de metal do principe
o oulras muilas ferrados por piojos com-
modos : na Rua-Nova. loja de ferragens
n. 16, de Jos Luiz Pereira.
Reemprimio-ae a linda val-
sa brilhante a Luziada, olla-
reclda a S. M. D. Mana II.,
por J. U. Portehaut, para
fr.uta, preso320rs: na lm-
lindas valsas, "$tfS>T.
piano, porJ. C.S. araujo, v v
na mesma rua n. 28. ^^^^
? deia do Reelsjojaji^i---------------1
Leite sem mistura.
Contraclave a venda diariamente de 30 a
o garrafas de leite sem mistura alguma,
cornquemo queira ir recebar no Mangui-
nho, ultimo sitio ant>?s da ponte, do lado
direito, e da-sepor ser om porsfio, a menos
de 200 rs. a garrafa : a tratar no mesmo si-
tio ou na rua da Cruz do Recife armazem
No engenho Peres, vendem-se boisdo
lote refeito, llvrs d mal triste, carrapa-
tos. e ptimos para carro : a fallar ao l-
ente coronel Manoel Joaquim ; assim como
tambem um jumento proprio para tirar ge-
ras'10 com beatas.
i
t
{
MUTILADO


*r
^
HPM""pRft."
''
TT
w*
Attenco ao barateiro da ra do
Crespo n. i4> loja (Je-Jos" fran-
cisco .Dias,. chitas cabocolas, a
300 ris o covado.
Vondem-so chitas escuras coros de v-
nbn odeoaf, (azenda intelramenle de pa-
drees novos a corea multo lilas, a 200 rs. o
covado; ditas francezss muito superiores,
a 2o rs. e covado ; dltti de quadros pa-
drOes oscuros e inteiramente modernos, i
200 rs, o covado ; superior atoalhado ada-
mascado de puro lino e com 8 palmos de
largura, pelo muito barato prego, de 1,600
rs. avara; alpaca prela muito lina, a.640 rs.
o covado ; casaas francezas de cores as ruis
linas que tom apparecido, a 640 rs a vara ;
cassas chitas muito largas e cores (Isas, pelo
baratissimo preso de 200 rs. o cavado ; di-
tas eru cortos com 6 1|2 varas, a 2,000 rs. o
corte ; cortos de cambraia de seda cor de
carnee de rosa, fazenda do ultimo gosto,
pelo baratissimo prego, de 8,500 rs. o corte;
dem de seda pura, todos braocos, pelo ba-
rato preco de 12,000 rs. o corle; superio-
res brios de puro liolio trancado, de ricas
cores, e novos padrOes, a 1,200 rs. a vara ;
assim como outTMmilitas fazendas de agra-
dar aoa Srs. compradores, tanto nos procos
como nasqualidades.
(S3g- Vendem-se escravos bara-
tos, mocos e como sejam : moloques moleco-
tes, molatinbos, negrinhas, ne-
gras mocas e doia. pretos de meia
idade, por pre$o muito emeonta :
na ra das Larangeiras n. i4> se-
gundo andar.
No escriporio de Noves &
Companhia, na ra do Trapiche
ii. 34, tem para vender, por preco
commodo, carneiras de cores; cha-
peos de palha do Chile, em por-
caes; linhas de roriz e de Guima-
rSes; tinta para escrever e graxa
de lustro.
Superior oleo de linhaca.
Ghegou mui recentemente da
Hollanda oleo de linhaca cm boti-
jas, de qualidade muito superior.:
vende-se na ra do Trapiche No-
vo n. 16.
Vende-se t parda ale 0 annos, cosinha
o diario de urna casa, engomma e cose : na
roa da Concordia quem vem da pontea es-
querda segunda casa terrea so dir quem
vende.
Em casa do James Crabtree & Compa-
nhia, no Recite ra da Cruz n. 43, vende-
se o seguiote: selins inglezes com porten-
ces, arreios para carros de 2 o 4 rodas, cor-
rentea de ferro, auroras de ferro de diversos
tamanhos, cobre em folha, lonas inglezas,
linliasem car rilis o novellos, graxa n. 97,
verdadeira.
Vende-so ou arrenda- s o engenho S.
Rita, moente e correle, meia legua distan-
te da villa de Iguarass, com proporcOes
parasafroijar-se, embarque junto do engo-
lillo, aligados, e outras proporcOes : quem
o pretender, entenda-se com o proprictario
no mesmoengenbo.
Vende-se superior farinha
de mandioca de Santa Gatharina,
por preco muito commodo, a bor-
do do patachobrasileiro Alegra ,
Tundeado em frente ao caes do Ra-
mos : a tratar a bordo do menino
patacho, ou no escriptorio de No-
vaes & Companhia, na ra do Tra-
piche n. .'4
l'ara liquidar
Faz-so todo o negocio a dinheiro.
Vendem-se por todo o preco presuntos
hollandezes, proprios para fiambre e tem-
pero : na ra da Cadeia do Recife, n. 23.
Vende-se,
Almdemuitos e superiores gneros, ven-
de-se igualmente os seguintes : caf do Rio,
em porcSo e a retalho, massas linas, con-
servas, o excelleote doce de annanaz em
frascos de 6 libras, extrait d'absintbo, vi-
nho do Rheno, ditos de Cberry, Porto Ma-
deira e Muscatel de Setubal, sardlrihas em
latas maiorea e menores, riquissimas cai-
xinhas de todos os tamanhos com amen-
doas coofeitadas, muito proprias para pre-
sente, presuntos americanos o inglezes para
fiambre, ditos do Porto e Lisboa, milbo em
saccas, sebo do Porto em caixas de 1 arro-
ba, cht prelo solt e em massinbos de 3 em
liefa, latas com muito fino biscoito in-
glez ; tudo isto vende-se por menos do que
em outra qualquer parte : na ruada Cadeia
do Recife, n. 23, armazem de molhados.
Vende-so urna preta de nacSo, de idade
26 annos, que sabe bem cosinhareengom-
mar; s se vende para o mato ou para fra
da trra, o motivo por que se vende se dir
ao comprador: na ra do Amorim, n. 25.
-- Na ra da Cruz n. 33 armazem deSt
Araujo ha superiores saccas com farinha de
8. Catbarina que se veodem mais barato
que em outra qualquer parle, sendo de al-
Sueire cada urna o para mais commodidade
os compradores que levaren! a saces para
despejar se descontar.
Caixas para rap
Vendem-se as bem conbecidas caixaa
de xifre do Aracaty chegadas prximamen-
te : os tomantes que qu-.zerem possuir urna
excelleote caixa imitando as de tartaruga
o por muilo mais commodo preco dirijam-
se ra larga do Rozarlo, o. 20.
Vendem-se 2 excellentea vaccas de les-
te acostumadas no pasto, paridas ha poucos
dias : no sitio do Mascarenbas, no Barbalho,
ou na ra Direita n. 32.
Vendem-se 3 escravas mocas, de boni-
tas figuras, engommam liso ecozinbam;
i linda mulata, de 22 annos de idade, en-
gomma bem,cozinba, cose cham, faz doces
de todas asqualidades; 2 mulatinhos de 14
0 22 annos de idade, e 1 escrava de meia
idade, por preco comino Jo ; na ra Direila
n.3.
Vende-se urna canoa demilheiro, em
muito bom uso, por Milos de alvenaria gros-
saetelhas: na ra dasTrincheiraan. 17.
Na ra ; da Cadeia do Recife, n. 49 se-
gundo andar vende-se multo boa cera de
carnauba a 5/000 is. a arrolla, saceos de
gomma, pelles de cobra mui grandes, e
chapeos de palha a lOOOOrs. o ceoto viu-
dos ulti mmenle do Aracaty.
- Vende-se farinha, fontana
muito superior e nova no merca-
do : a tratar com Manoel da Silva
Santos, na ra do Amorim n.56e
58, ouno armazem do Annes no
caes da alfandega.
l'otassa americana.
No antigo deposito da cadeia velha, n.
12 existe urna pequea porcSo de potassa
americana, chegada recentemente que por
superior rivalisa com a da Russia: vnde-
se por preco razoavel.
SALSA PAIUULHA DE
SNDS.
Este exoollente remedio cura todas as en-
ormidades as quaea silo originadas pela
mpuresa do saogoe ou dosystema ; a sa-
ber : escrfulas, 'rheumatismo, erupges
cutneas, brebuthaa na en, almoroidas.
doeneas chronicaa, brebulhas, bortoeije,
tinha, enchacOes, edores nos ossos, e jun-
tas, ulcar, doeneas venerhs, citica, enfnr-
midadea que ntlacilo pelo grandn uso do
mercurio, hidropesa, exposlosa urna vida
extravagante, Assim como, chronicaa de-
sordena da constituicBo, serSo curadas por
esta 13o til, e approvada medicina.
A administragSo deste belo remedio, nos
ataques maisestraordinarios tcm sido sem-
pre seguidos pelos mais felices resultados
ussuas operacOes ; porm, o seu pajiicipal
objecto he de purificar o sangue, e limpar o
systema de qualquer influencia de irjercu-
no. No seu madvs opirandi, he directa-
mente como um remedio alterativo, ainda
que, indirectamente serve ao systema como
um verdadeiro tnico. Doengas nos ossos
e no systema grandular; assim como as
juntas, e ligamentos, so inteiramenle cu-
radas pelo uso deste remedio, sem que o
doente faja resguardo algum, quando usar
este remedio. A oppersgSo deste temedio
consiste em remover a desordem do syste-
ma, e em breve tempo o doento ganhar a
sus saude.
ASalsaParilha tem ganhado por mallos
annos urna alta rerutagSo, de ter curado
doeneas mui diflicultosas, que nenhum ou-
tro artigo de valor em materia medica tem
curado. He de saber que a Salsa Panlha be
um dos mais valerosas remedios que os
doctores usSo em toda a parte do mundo ;
com vistas de ganharem a cura pelo uao de
tal remedio vegetal. Porm, deve-se de
ootar, que era lodaa as pessoas sabem pre-
parar esto remedio, assim como esco-
herem a melhor parle que se deve usar em
tal preparado. Um ceiebre Med:co escrip-
tor, que residi por muitos annos no lugar
aondeha a melhor producto da Salsa Pa-
rilla disse 1 Seis ou oito especies destas
raizesque crescem nestes bosques, admra-
me que no podesse achar, so n5o urna,
com o gosto, o- propriedade da verdadeira
Salsa Parilla, que se possa recommendar
para medicina ; poisas mais eram inspi-
das e inertes. Porm, como os mdicos
nao so dito ao trabalho de fazerem as
suas proprias medicinas, mas sim conliam
nos seus habis boticarias, para a prepara-
ren^ e comporem diflerfntes drogas. Po-
rm de todas as preparares de Salsa Pan-
illa devia de ser da genuina, para quo o fa-
cultativo e o publico ficassem bem fiados
as preparacOes de Salsa Parrilha a ser da
melhor qualidade. Pois he este o genuino
vegestavel, que se offerece ao publico; nes-
te se v combinados o ulilt cum dulce ; pois
em infinitos casos em que o doente espe-
ranzas algumas tinha de viver.e grandes
quantidades do remedios experimentados,
mas sem resultados de melboras ; mas com
esta pura Salsa l'arilha, suas curas lemsiJo
infaliveis, pois os certificados que temos
receido de pessoas que tem usado desto
puro remedio, atlirmam da sua boa ellca-
cia ; estes certificados tomos a honra de
aprensenlar ao respeitavel publico, para
que flquem certos, o que cima so diz, he
vordadeiro. Os proprietarios deste reme-
dio tem por muitos annos emprogado todos
os meios pare prepararem osle 13o til, e
essencial remedio da raiz da Salsa Parilla,
qne por fim, conseguiram as suas vistas, em
prepararen! um tSo valuoso remedio, e seus
tilo lindos resultados tem enchido os pro-
prietarios de gloria, e triumpho de terem
preparado urna linda composigao contra
doengas, que o seu fim ho destruir o corpo
humano. Esla composigSo he qumica o
nova. Esla Salsa Parilha be combinada com
outros engredientes que todos elles perten-
cem .1 classe vogetal, e todos com o poder
de purificaren) o sangue. O doente quo usar
desta composieflo, pode contar que tem o
mais eflicaz remedio, para a sua enfermi-
dadeusa. O nico agente nosta cidade he
Vicente Jos de Brito, na ra da Cadeia do
Recife botica n. 61.
1'IANOS.
casa de Kalk-
E MAIS OFFIC1NAS
' Rtia Imperial n. 118 c 12o, e deposito na rna Nova n. 33.
Respeitosamenle avisam ao publico, e particularmente aoa Srs. de engenhos e des-
tiladores, etc., que este eslabelecimento se acha completamente montado, com as pro-
porcOes necessarias, para desempenhar qualquer machina, ou obra concernente ao mes-
mo. Oi mesmos chamam a atlencSo para as seguintes obras, as quaes construidas em sua
fabrica competer coiu as fabricadas na Europa, na qualidade e mSo de obra, e por me-
nos proco, a saber :
MACHINAS continuas de destilar, pelo melhodo do autor francez Derosne, as me-
lbores machinas, que para este fim at hoje tem apparecido.
ALAMBIQUES de cobre de todas as dimensOes.
TODOS OS COBRES necessarios para o fabrico de assucar.
TAIXOS DE COBRE para refina cao.
TA1XAS DITO para engenbo.
DITAS DITO movis para dito.
BOMBAS DE COBRE de picote, do repucho, de roda e de pndulas.
ESCRIVAMMIAS de laido dos melhores modellos.
DITAS DITO galvanisadas.
SINOS de todos os tamanhos.
OS APRECIAVEIS rogos de ferro econmicos.
BURRAS de ferro as mais bem construidas.
CARROS dito do mo.
PORTOES de ferro.
VARANDASdito.
CRADIAMENTOS dito.
TAIXAS dito.
CALDEIB.AS dito.
BAMIEIROS de zinco e do folha, para banho de choque.
^ra
DA
IGWuTOA
SALSA PARRILHA DEBRISTOL
SALSAlARHm"1)nAM)S.
A salsa parrilha deBristol data desde 1832, e tem constantemente mantido sua reputa-
gao, sem necessidade de recorrer a pomposos annuncios de que as preparacOes de m-
rito podem despeusar-se. Osucesso dol)r. Brislol tem provocado infinitas invejas, e
entre outras, as dos Srs. A. R. D. Sands, de New-York, preparadores e proprietarios da
salsa parrilha conhecida pelo nomede Sauds.
EstessenhoressolicitrSoem 1812 a agencia de Salsa parrilha deBristol,e como no
o pudessem obter, fabricarao urna imitag3o de Bristol.
Eis-aqui a carta quo os Srs. A. R. D. Sands escreveram ao Dr. Bristol, no dia 20 de abril
do 1842, e que se acha em nosso poder:
Sr. Dr. C. C. Brislol.
Bfalo, ele. ,
Nosso apreciavcl senhor.
Em todo o auno passado temos vend lo quantidades consideraveis do extracto de
salsaparrilha devm. e pelo que ouvimosdizer de suas virtudes aquellos que a tem usa-
do, julgamosque a venda da dita medicnase augmentar muitissimo. Se Vm. quizer
fazer um convenio comnosco eremos que nos resultara multa vantagem, tanto a nos
como a Vm. Temos muito prazer que Vm. nos responda sobreest assumplo, e se Vm.
vier a esta cidade daqui a um moz, ou cousa semelbanle, torramos muito prazer em o
verem nossa botica,ra doFuIton n. 79.
FicSo as ordensdeVm. seus sesjros servidores.
(Assignados) A. II. D. Sands.
Molduras douradas
de lodas os larguras : vendem-se no >.
zem de Kallkmann IrmSos.ruada CrnY .
??wff m? ?? f mf .'
<* .Deposito de tecidos da fabrl- 5
ca de Todos os Santos J
na Bahia.
s> Vende-se em casa de Domingos Al. 2
9- ves Mstheus, na ra da Cruz do ne."
? cifon. 52, primeiro andar, algojaS
f transadodaquellafabrica.muilopro
S" priopara saceos e roupa He escra *
5 vos, assim como lio proprio para re.
^ des de pescar e pavios para relias"^
). por preco muito commodo. '
Farinha fontana, ,
chegada ullimamente: em casa de J. J. Tas-
so Jnior, na ra do Amorim o. 35.
* Agencia de Edwin Maw.
Na ra de Apollo o. 6, armazem de Me. Cal-
mont&t Companhia, acha-se conetanlmiente
bona sortimeotos de taia de ferro cnado t
balido, tanto raaa como fundas, morndas in-
elrai todaa de ferro para anlmaea, agoa, etc,
ditas para armar em madelra de todos os ta-
manhos e madellos o mal moderno, machina
horiaoni.il para vapor, 00in forja de i cabal-
los, coucos, passadeiraa de ferro estanhado
para casa de pulgar, por menos preco que os
de cobre, cscovens para navios, ferro inglez
lauto ero. barras como em arcos folbas, c tudo
por barato preco.
Vende-se farinha de mandioca superior
em qualidade da precedencia de Porto-Ale-
gre o a preco rasoavel: a bordo do patacho
Folicidadefundeadoem frente do caes do Ra-
mos, ou na ra da Cadeia, casa n. 39.1.
andar.
Deposito de ca I e potassa.
No armazem da ra da Cadeia
doHecife n. 12, ha muito supe-
rior cal de Lisboa, empedra, as-
sim como potassa chegada ultima-
mente, a precos muito rasoaveis.
N. fnSrdhe^d^u'i'do Brum, "nann #fn*
acaba-se de receber um completo aortlmen- Em casa de J. Iveller ck Com-
i de tilias de 3as palmos de bocea, as pani,a acha-se a venda vinaere
quaes acham-se a venda por preco com- f ", 1,ld6re
modo, e com promptidflo embarcam-se.ou branco, superior de JNantes, em
carregam-se em carros sem despezaa ao barris de S (J medidas,
comprador. I .r .- .
Farinha de mandioca. | Vende-se vinho de champa-
-- Vndese saccas com superior fsrinha "he legitimo e de superior quali-
de mandioca a precos rasoaveis : a tratar dade : em casa de J. Keller i
cam J. J. Tasso Junio/ ra do Amoiim -___" _l. _,. j n ,<
o. 35. ..tiompanhia, narua da Cruz n.55.
Deposito de cal virgem. Charutos de Havana
Cunha & Amorim, na ra da Cadeia do De superior qualidade : vendem-se noar-
Recile, n. 50, vende-se barris com supe-
rior cal cm pedra, chegada pelo ultimo
navio do Lisboa, por menos proco do que
em outra qualqner parle.
Farello a 3,000 rs.
Na ra da Cruz, armazem n. 13, de 1. C.
Augusto da Silva,
Sobrado em Goiaiuia.
Vende-se, muito em conta
um bonito sobrado sito na ra
do -Meio, n. 58 avahado em
2:000/000, em o quil tem parte
rsula Maria das Virgens e sus
irmaa Joaquina AI ves' de Faiva ni
importancia de 107,473 rs. quem
pretender dirija se a caza de Kal.
mazem de Kalkmann IrmSos, na ruidi
Cruzo. 10.
Escravos rugidos.
~ Desappsreceu em dias deste mez o mu-
vende-se farello o mais IstoJoo, conhecido por Joflo grande; he
novo que ha no mercado, a 3,000 rs. a sacca. canoeiro, tom um talho no rosto, magro,
-- No escriptorio de Manoel Joaquim Ra- estatura regular, foi escravo do finado Jos
mos o Silva, na ra da Cadeia do Recife, Joaquim de Mosquita, e hoje pertencenle 1
vende-se por preco commodo cal virgem de viuvadomesm roga-sj as autoridades po-
Lisha chegada no ultimo navio, bezerro do liciaes, capitSes de campo e mais pessois
lustro, mercurio, linha do Roriz.retroz, fe- que o encontraren! deagarra-lo e levado 1
chaduras do Poito, pannos o cssemiras rus de Santo Amaro, casa n. 6, que se pa-
de Ifla. garSo as despezas que com o mosmo fi-
Ovas do Sertao. ZBrem-
Vendem-se ovas do Sertao muito frescaes; ~ R?g"-Se is *"* .ou. particular que encontrar o crioulo Cyriaco,
escravo do llemeterio Jos Velloso da Silrei-
ra, prenda-o, pois acha-se fgido desda o da
26 de Janeiro do corrento anuo; para n.l 1
ser agarrado, tem usado da ardil va da
mostrar urna carta dirigida D. Anna Joa-
quina da Silveira, dizendo ir entrcga-li.
Levou caiga de brim branco, camisa de
madapoISo; de estatura regular, socco a
corpo, tem urna cicatriz na caroca. He elle
bem conhecido nesta praca, pois venda
OCITCLlTSA'C.
Vendem-se em
mann IrmSos, na ra da Cruz n.
10, ricos pianos de Jacaranda, com
excellentes vozes chegados ha
pouco tempo.
Cobertores de algodao.
Superiores cobertores de algodSo de di-
ferentes cores, tecidos a dous os, muito
grande, tem todaapplicaQo em urna casa de
familia, por servir para meza de engom-
mado c forrar camas o mosmo para escra-
vos, pelo diminuto prego de 1,410 rs.: na
ra do Crespo n. 6.
Grande fabrica de chapeos de sol,
de J. Falque la do Collgeio
n. 4. .
Nesto novo eslabelecimento recebeu-se
um novo e lindo sor ti ment de chapeos de
Sol dos ltimos golos, tanto de seda como
de paninbo para homens e senhoras, de ar-
maco de baleia e de asso que se veudem
por menos preco quo em outra qualquer par-
te ; grande sortimento de chamalote, sedas
o paniahos em peca de todas as cores e qua-
lidades para as pessoas que quizerem man-
dar colirir armacoes servidas. Completo sor-
timento de balelas para vestidos espartilhos
para senhoras, fazem-se umbellas de igreja e
concerta-se qnalquer qualidade de chapeos
do sol: todos osobjectoscima mencionados
se vendem em poroso e a retalho, por prego
que agradar sos freguezes a vista da quali-
dade
Moinhos de vento
om bombas de repuebo para regar hortas
d baixas decapim :vendem-sena fundiefio
deBowmant Me. Cali un, na ra do Brum
os. 6.8 e 10.
Vende-se a melhor fariobs que oxiste
no mercado'! bordo do brigue Sagitario en-
trado de S. Catherina no da 25 do crranle
quem perteoder qualquer porcSo dirija-se a
bordo do mesmo brigue, ou na ra do cole-
gio n. 17, 2.* andar.
Velas de Esparmacejc.
Vendem-se velas de esparmacete
cm caixinhas de 20 Ib, em casa de
AugustoC, de Abreu ; na rua da
Cadea do Recife n. 48.
Na loja do sobrado amarello dos qua-
tro cantos da rua db Queimado n. 29, ven-
de-se as seguintes fszendas finas e de gosto,
por precos de agradar ao comprador, corte,
de vestido de cambraia com barra e babados,
fazenda de muito gosto e muilo modernas
dito de cambraia de seda igual a blonde de
rico gosto, dito do seda do cores a 20 e 25/
ditos de seda furia-cores e tambem seda de
furia-cores em corado, chales e mantas de
seda superiores, manteletes pretos e de co-
res da ultima moda, chita francesa padrOes
decassa e cores lixos e ojitras muitas fa-
zendas de eosto.
Principios geraes de economa pu-
blica e industrial.
Vnnde-se este compendio, approvado para
as aulas de primeiras letras, a *80rs.: na
praga da Independencia, livraria n. 6 e 8.
Ionio Jos Peixoto om sua clinica, o em sua afamada casa de saude na Gamboa,pelo lllm.
Sr. Dr. Saturnino de liveira, medico do exorcito, e por varios outros mdicos, per-
mittom hoje de proclamar altamente as virtudes cllicazes da salsa parrilha de Brislol.
Vende-se a 5,000 rs. o vulio; na botica de Sr. Jos Mara Goncalves. Ramos, rua
dos Quarteis pegado ao Quartel de Polica.
Vendem-se barris com breu,
por prero commodo, e em lotes a
vontade dos compradores : na rua
do Trapichen. 36, escriptorio de
Matheus Austin & Companhia.
Vendem-se velas de espermscete, em
caixas, de superior qualidade : em cass de
J. Keller & Companhia: na rua da Cruz nu-
mero 55.
vende-se champagne da marca amiga
e bem conhecida, Comet, em casa de Deane
Tule & companhia : na rua da Cadeia.
Vinho de Champagne,
e superior qualidade : vende-so no arma-
em Kalkmann IrmSos Rua da Cruz, n. so
Vend-se por preco commo-
do, cal virgem, muito nova, che-
gada pelo ultimo navio, por prego
muito commodo .- no armazem de
Dias Ferreira, no caes da Alfande-
ga, ou com Novaes & Companhia,
na ru do Trapiche n.3/|.
Arados de ferro.
Na fundcSo da Aurora, em S. Amaso,
vendem-se arados de ferro de diversos mo-
delos. .
DEVERaES DOS HOMENS,
a 5oo rs.
Vende-se este compendio aprovado para
as aulas, em meia encadernar;So, a 500 rs.,
cada um : na livraria n. 6 e 8, da praga da
Independencia.
Superior cha nacional
AGENCIA
da fundico Low-31oor.
RUA DA SENZALLA NOVA N. 2.
Neste estabeleeimento conti-1 c/Jes, e por prego commodo.
AttencSo que he a 2,000rs.
No deposito da rua estreila do Rosario
para a do Queimado n. 39 A., vende-se la-
tas do bolachinhas de araruta, a 2,000 rs.;
no mesmo ainda continua a vender um res-
to dos biscoutos vindos da Franga. e bola-
chinhas inglezas, a 220 rs.; biscoutos, bo-
lachinhas e fatias de todas as qualdados,
castanha e amendoai do diversas confei-
cheguem freguezes ules que se acabem,
porse esterero vendendo muito.barato : na
rua do Queimado loja n. 14.
^?^??^^^??^??^?^??^^
Na loja pernambucana da
.* rua do Crespn. 11, Z-
vendem-se ricos vestuarios
4 para bailes de mscaras, todos de fi- %
* no veludo, com differentes cores, os
mais modernos e interessantesquo se diariamente lenha em'cavallos: quem o
tem visto at hoje : os precos sSo pegar ou dello tiver noticia, dirija-so so
fi mdicos eos uniformes inteiros, len- 9 sitio de Agua-Fria, em Beberibe, ou osa
4 do cada um o competente ligurino. ? do Dr. Francisco Brederodede Andrade, no
9##f{SB> Mondego.
liap Faulo Cordeiro- Desappareceu no dia primeiro do corrento
recentemente ebegado do Rio de Janeiro, mez, do sitio da Trempan. 1, a prela Maris
vende-se na rua da Cadeia do Recife loja n, Cajueira, de nagSo calabar.com os signaoi
50, de Cunha & Amorim. seguintes : baixa do corpo, do Idade de 50
- No armazem da rua da Modan,!5, annos pouco mais ou menos, bragos e per-
vende-se cal de Lisboa em pedra, a ma/s nov n,s tmttU, lem a bocea tort. da conli-
va que ha no mercado; chegada no c-rent nuacao do cachimbo, meta corctlnda, mui-
mez, no brigue Laya ; assim como gtercurio J falladoira, quando rog anda sempre pe-
,. I doco em caixinhas de libra cada na. tudo u c's" Fort?- ^roP'1 Grande, e S. Amaro :
l. A antiguidado da salsa parrilha do Bristol, he claramente provada, pois que ella pormerios preQ0 do que em outra quilauerro8,-sea todas as autoridades policiaes quo
data desde 1832, e que a de Sands s appareceu em 18(2, poca na qual este droguis- .,.lr^,_ a encontrar, que a prndame conduzam au
la nSo pode obter a agencia do Dr..Brislol. _......... I Vende-se ou troca-se por urna cass ter- ailio cima mencionado, que se recompen-
sar com geoerosidade.
-- Dasappareceu om dias do mez passaJo,
do flngenho Cordeiro, o bem conhecido,
creoulo J0S0 Mequelino, com os signaes so.
guintes: baixo, corpo reforgado, pernis
ineias arqueadas, cor fula, bem fallante, do
idade de 25 annos pouco mais ou meuos:
roga-se as autoridades policiaes, capitSes
de campo, e mais pessoas que o encontrar,
de agarra-lo, e leva-lo nS mosmo engeuo
cima, que serao bem recompensados.
100:000 de gralificagao.
Roga-se as autoridadas policiaes que
capturem o escravo%Manoel, pertenceiilua
SebasliSo Marques'do Nascimento, fgido
desde o dia 8 do mez de Setembro de 1851.
Foi elle escravo do Sr. Gabriel Affonso Ri-
gueira, a quem foi comprado ultimsmeate.
tem 28 annos de idade pouco mais ou me-
nos, edr fula, com falta do dous denles ni
frente, e de cabellos do lado esquerdo da
cabega, que se torna bem visivel por pare-
cer urna cora, tem olhos pequeos, beigos
grossos, sem barba, baixo, corpo regular,
e he olticial de funileiro. Trajava jaque-
la de riscadoazul, caiga branca, camisa de
nadapolo, e levou urna trouxa, contendo
caigas o jaquetaa: quem o apprehender e
levar rua da Aurora n. 62, recebar a gra-
tifleagao promeltida. Suspeita-se que fosse
seduzido, e por isso desde j protests-se
contra queui o conservar em seu poder,
Fugiram na madrugada do
dia 28 do corrente do engenho
Agoas Claras de Urucu', tres es-
cravos, cada qual montado em seu
cavallo ftcangalhado, cujo nome
e signaes sao os seguintes : o
primeiro Victoriano, mulato aca-
bocolado, bem fallante, cabello es-
tirado, altura um pouco a baixo da
regular, grosso do corpo, pernas e
bracos tambem grossos, de 21 an-
nos de idade, levou chapeo de se-
da preto, calsa de casimira, cami-
sa de chita e sapatos ; o segundo
Pulquerio ,* cabra escuro alto ,
pernas e bracos compridos p*
grandes e enchados de bixos, de
3o uni- de idade, levou camisa c
seroula de algodao da trra e cha-
peo de palha ; o terceiro Vicente,
negro acabralhado, altura regular,
grosso do corpo, bracos e pernas
tinas, nariz chato, cara com mar-
cas de bexigas e feia, e chapeo de
couro ; os cavallos, um he ruco,
outrb castanho e outro alazSo : ro-
ga-se a aprehensao dos ditos es-
cravos, e o mesmo se pede a qual-
quer particular, a quem se offere-
ce de gratificacuo i5o,ooo rs., lo-
go que os levem no dito engenho ,
011 na rua Direita casa de Jos
Finio da Costa, que receber a
inesma gratificado cima.
1
ma a haver um completo sorti-
mento de moendas o meias moen-
das para engenho, machinas de
vapor, e taixas de ferro batido e
coado, de todos os tamanhos, pa-
ra dito.
Antigo deporto de cal
virgem.
Na rua do Trapiche, n. 17, ha
muito superior cal nova em pedra,
chegada ltimamente de Lisboa:
tambem se vende potassa da Rus-
sia, nova e de superior qualidade.
Vendem-se relogios de ou-
ro eprata, patente inglez : na rua
da Senzalla Nova n. 4a.
Cal vilgem de Lisboa.
Vende-se cal de Lisboa, de p-
tima qualidade vinda no ultimo
navio : trat-se com Augusto C.
de Abreu, na rua da Cadeia do Re-
cife n. 48.
Bombas de Ierro.
Vendem-se bombas de repuxo,
em caixinhas de 2 libras, e da melhor qua- pndulas e picota para cacimba :
lidade ; vende-se por prego commodo", na
rua do Corpo-Santo o. 2, primeiro andar.
ptimo vinho branco.
Vendem-se barris de 5 empi-
pa, com vinho branco de Lisboa,
da melhor qualidade queapparece:
trata-se na rua da Cadeia do Re-
cife n. 48.
Moendas superiores.
Na fundico de C. Starrjt Companhia,
em S.-Amaro, acham-se venda moendas
de canna, todas de ferro, de um modelo e
construcgSo muito superior
Na ruado Vigrio n. 19,1. andarche-
gou recentemente e se acha a venda a su-
perior bolaxioha de Lisboa propri para
cha, finissima marmelada em latas de li-
bra, e eXcellente chocolate de todas as qua-
lidades medicinaos, ondo se vende por
junto ou em porco.
Na praga da Independencia loja n. 9,
a voltar para a dita de livros, vende-se al-
godSo trangado escuro para roupa de servi-
co, a 160 rs. o covado; aquetas, caigas elj- fprrn
camisas, da mesma fazenda, a 800 rs. cada
urna. I iru
6, 8 e lo.
na rua do firum ns
fundico de ferro.
Deposito da fabrica lie Todos os
Santos na llalli.
Vende-se, em casa deN. O. Bieber&C.,
na rua da Cruz n. 4, algodao transado da-
quella fabrica, muito proprio para saceos de
Novos cobertores de tapete a
i,44 IS-
Na rua do Crespo loja da esquina que
volta para a cadeia, vendem-so cobertores
de tapete, grandes e bonitos, pelo diminuto
prego de 1,440 rs. ; em qualidade so os me-
lhores que tem viudo no mercado, por isso,
recommenda-se aos Srs. de engenhb que
quizerem comprar da pichincha, nSo se de-
moren), porque ja ha poucos pela eslraco
que lem tido.
Na travessa da rua do Cano, vende-se
urna tabfna nova, e bem afreguezada, por
prego commodo.
Vende-se casemiras na rua do Quei-
mado o. 19, a 4,500 rs. o corte, as mais su-
periores que ha no mercado; venbam ver
antes quo se acabem.
-- Vende-se urna preta de nagSo, com
principio de cozinheira, e propria para qual-
quer servigo : quem a pretender dirija-se a
Boa-Vista rua da Gloria n. 100.
He la o barato,
Que faz animar ;
Quem vir a pechiucha
Nao deixar de comprar.
Na rua do Crespo loja da quina quo vira
para a esdeia, vende-se panno fino preto, a
3,000, 3,500, 4,000 4,500, 5,000 o 5,500 rs.
o covado; dito francez muito superior, a
6,000 rs. ; dito szul, a 2,600, 3,500, 4,000 e
5,000 rs. ; dito verde, a 2,800, 3,000 e 6,0u0
rs.; dito cor de rap, a 2,600 rs. ; casemi-
ra preta, a 4,800 6,000, 7,500 8,500 e 10.000
rs. o corte; sarja preta de seda muito su-
perior, a 2,500 rs. o covado; merino preto
muilo bom, a 2,800 e 3,200 rs. o covado cor-
tes de cassa chita muito bonitos, a 1,920
rs. ; e oulras muilas fazendas por prego
i commodo.
Bailes mascarados.
Na rua da Cadeia do Recife loja n. 50, de
assucar e roupa de escravos, por prego com- Cunha & Amorim, vende-se villudinhos de
modo. differentes e brilhantes cores, para vestua-
Casa de commisso de escravos.{rios de D,iles de masc>ra8, o roupssde
diestro -. chegados pelo ultimo navio de
MUTILADO
V i looatro : cuegauos peio uiumo navio de
Vendem-se escravos e recebem-; Kranca: assim como caigas de meia; a tro-
se de commisso, tanto para a pro- co de dinheiro se vendem por barato preco.
viiiri 1 rnmo naro fA-o lll*. i "" Vende-se rap de Lisboa em frascos,
vincia como para lora della, para 'ebegado pela barca Ligeira, a 4,ooo rs.; os
o que se offerece muitas garantas srs. freguezes que costumam alomar a boa
aseusdonos.-narua da Cacimba Ri^^&r*'" bamr'aQ
a. 11, primeiro andar. -- Vende-se um sitio pequeo, muilo per-
Arados de ferro. 't0 d P"5*' com ca" de Pdr" e c,1>com a
V..J .. ;- j i- salas, 4 quarlos, cozmha fra, estribara e
venaem-se arados de diversos cacimba : 4 fallar aoSr. Theophile itobert,
modelos, assim como americanos rua Nova que dir quem vende,
l j Vendem-se 4 novilhotes, e vaccas a
D80 de sicupira e bra?OS parir, ludo muito mango, e filhos do pasto
fia fundico da rua do da firamara, freguesia dos Afogados, por
. r. o prego commodo : na casa das aferigOes da
as. o, e 10. ruadas Agoas-Verdes n. 25.
com camt


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