Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:04409


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Full Text
Anno XXVIII
Quarta-f ira 4
de Feverciro de 1852
N. 27.
DIARIO DE PEMAMBMO.
fas
aroo a ononipqlo.
PiOlMINTO ADUHT1DO.
Por trimestre. ..........i
Por semestre .......
Por iiido '<
POO SKNTBO DU TaiMISTBI.
Por quartel............<
Sf OTICIAS DO 1MPEHIO.
fiti..... 2deJanelro|Mlnas... l5deNorbr.
Maraobao 7de dito S.Panlo. 10 dedito.
Cear... adedlio. R. de/.. Hdejauelro
i'.i ilnii". 30dedlto 'Habla... 17de dito.
DAS DA IIMN. ACDIZNOlAs.
iraninlDii.
4P00
2 Seg. (8* Purificaco
da S. Vlrgem.
a Tere. 8. Bras,
4 Ouart.S. Aquillnom
5 Qulot. S. gueda.
de Sales
6 Srxt. S. Dorothea.
Sab. S. Romualdo.
Dora, da Seplluage-
Ima.
Juitn di OrpMt
2. e5. s 10 horas.
1. tara do civil.
3. ctf. aomeio-dla.
Patenda.
3. e6. s 10 horas.
2. vara do civil.
4. e sbados ao mrlo-d.
Rflfao,
Tercas e sbados.
ICreicente 28, as (i horas e 31 minutos <
I Chela a 5 as 6 horas a .40 minutos da
i da tu.
tarde.
IMingoante i 11, as 7 hora e 41 minutos da m.
I Nova i 2o, 1 i hora e O minutos di m.
rBCAHAB o HOII
Prmeira s 3 horas e 42 mi nulos da tarde.
Segunda s 4 horas e (i minutos da manbaa.
riBTIDll DO COBHIOS.
Goianna e Parahiba, s segundas e sextas-
felras.
RIo-Crande-do-Horte, todas 11 qulntas-felras
aomeio da.
Garanhuns e Bonito, 8 e 23.
Roa-Vista, eFlores, 13 e28.
Victoria, s qulntas-felras.
Olinda, todos os das.
moticias HTnioimil.
Portugal,
espanba.
Franca ...
Blgica...
Italia....
Alemanlia.
Prussia ...
affnamsrca
Russla...
Turqua..
lustrla.. deDezbr
Suista... 2 de dito.
Suecla... 28deOutbr
[Inglaterra 8deDezbr.
E.-Unldos 23 deHoabr.
Mxico... IH de dito,
California 10 de dito
2deOutbr!Chill. 12 de dito
1 de Dczb, Huenos-A. 8eNovbr
I de dllo jMontevIdeo 21 de Outbr
1 .'1 de Dezbi
8 de dito
7 de dito
3 de dito
2 dedito
4 de dito
3 dedito
cambiode 3 Dt rtvrnilno
Sobre Londres, a S7 Vi < P->#
Pars,
Lisboa, 90 por canto.
IOTAII.
Ouro.Oncasbespanholas...."..';."
Moflas de 6/400 velhas........
a de 61400 noraa.......,
de4/000...............
Prata.PatacOee brasilelros.........
Pesos columnarlos..........
Ditos meilcanos............1
9/100
H920
1/970
1/880
PARTE OFFICIAL
GOVERNO DA PROVINCIA.
EXPEDIENTE DO DA 29 DE JANEIRO.
Officio, Ao Ernn. presidente do supremo
tilbuoal de justlca, transmittindo as respostas
dadas pelo juiz de dlreito da comarca do Cabo,
bacharel Francisco Ellas do Reg Dantas, s
duaa portarlas, que S. Exc. remollen para Ihe
sei em entregues.
Dito. Aocommando das armas, para man-
dar por era llberdade o recruta Domingos de
Araujo l'iuhciro, por ter apresentado tsenco
legal.
Dito. A tbesouraria de fazenda, transmit-
tindo os avisos de tres letras na importancia de
1:393/240 rs. sacados pela Ihesouraria do Blo
Grande do norte sobre a desta e a favor de Joa-
nulrn Gomes da Silva, Manoel Jos Fernandes
Barros e Tilomas Gomes da Silva. Partlcl-
pou-se ao Eim. presidente d'aquella provincia.
Dito. Ao director do arsenal de guerra,
concedendo a autorisaeSo que pedio para des-
pender aquantiadc 198/rs. cora a acquislcao
deaseite de carrapato e de coco, velas de car-
nauba, fio de algodSo e pavlos para fornecer
de luzes no vindouro mes de fevereiro o pala-
cio da presidencia, o hospital reglmental, e os
quarteis, guardas da praca e fortalezas da pro-
vincia. Couiuiuuicou-se a Ihesouraria de fa-
zenda.
Dito. Ao director das obras publicas, auto-
risando-o a comprar os vlnte estelos deque
trata o seu officio de 21 do crreme, visto que
nao sd existe anda parte daconsignaco vola-
da para concertos e reparos das obras publicas,
ao que lem de ser appllcada essa madeira, co-
mo tambern porque as Torcas dos cofres da
Ihesouraria da fazenda provincial permlttem
faser-se semelhante despeza. Communicou-
se ao inspector da mesina tbesouraria.
DEM DO DA 30.
Olcio.Ao commando das armas, en-
viando o desertor do notio batalhSo de in-
fantil!", Fidelis aa Silva Barro70, que foi
preso na freguezia da Varzoa.Communi-
cou-se ao desembargador chefe de po-
lica.
Dito.A' Ihesouraria de fazenda, devol-
vendo os tres documentos de despezas do
arsenal de guerra na importancia de ris
332,4*0, afimdeque, nos termos do decre-
lo de 7 demaio de 18*2 mande pagar, sob
a responsabilidade da presidencia a referi-
da quantia, visto que segundo consta de
sea oficio de 29 do correnle, j se acha es-
gutida a somma designada para as despo-
zas do mestno arte-nal.
Dito.Ao commsndante nomeado para o
presidio de Fernando, remeltondo copia do
cilicio do inspector daextincta pagadona
militar de S6 de novembro ultimo e dos
mais documentos, a que elle se refere, flm
de que, entrando Smc. no conhecmonto de
todos os abusos cofjhettidos naquelle pre-
sidio, providencie nesdi logo sobre ludo
os*Srs. desembargadores Villares, Bastos,
LeSo, Souza, Rebollo, Luna Freir, Tellos,
Pereira Montoiro, Vallo e Gomes Ribeiro 1
o Sr. presidente declara abena a sessSo.
Foram lldos em mesa os seguintes ollicios
da presidencia :
ORlcio communicando haver concedido
um mez do licenca com vencimcnlo ao
promotor publico da comarca de Nazareth,
Jeronymo Salgado do Castro Accioly.
1 ion communicando haver concedido ao
juiz de direilo da comarca de Po-D'Alho
JoSo Paulo de Miranda, inte dias de licen-
ca com o ordenado que Ihe competir.
dem communicando qne o bacharel An-
tonio Goncalves Das fora encarregado pelo
governo imperial de examinar as biblio-
thecas, e archivos dos mosleiros e das re-
partirles publica*.
lULGtMEKTOS.
Aggravante, Jeronymo Joaquira Fiuzi de
Oliveira ; aggrayado, Joaquira Ferreira.
Negaram provimento ao aggravo.
Aggravante, Bento Jos Fernandes Barros
como tutor; aggravado, ChristovSo Dio-
nisio de Barros.Negaram provimento ao
aggravo.
Aggravante, Dionizio Miliario Lopes; ag-
gravada, D. Mariana Joaquina da Concel-
r;Io Morena. Negaram provimento ao
aggravo.
Denuncia
Do bicliarel Antonio de Carvallio Raposo
contra o Dr. Francisco Joaquina Gomes Ri- Appellante, o juizo
beiro na qualldade de chefe de polica das Crrela de Araujo.
Alagoas. Julgaram improcedente a de-
nuncia.
Appellante, o juizo; appellado, o preto Cos-
me, escravo de SebasliSo Antonio Paes
Barreto.Julgaram improcedeate a ap-
pellacfio.
Apiiellante, o juizo; appellado, JoSo Jos da
Silva. Maudaram a novo jury.
Appellante, Vicente Ferreira da Costa ; ap-
pellado, Manoel de Souza Pereira.Re-
formaran] a sentenfa.
Appellante, o juizo ; appellado, Manoel Jos
de Araujo Costa.Conrmaram a seo-
tenca.
Appellante, Anna Joaquina do Sicramento
Ayres; appellado, Alexandre Ferreira dos
Sanios Caminha.Julgaram millo o pro-
cesso por falta de conciliario.
Appellanles, Manoel Joaquim dos Reis e sua
mulher; appellados, Francisca Carolina)}
de Faria Lomos e outros. Desprezaram or.
os embargos. >
Appellante, Luiz Jos de linio; appellado,
Joaquim da Silva Mourflo,Desprezaram ,
os embargos.
Appellante, Joaquim Pereira llomem; ap- rjr,
pellauo, Jos Leopoldo da Silva.Foram
recebidos os embargos. ,
Appellante, o juizo; appellado,' Prxedes
da Fonseca Coitinho.
Appellante, o juizo; appellado, Prxedes da
Fonseca Coitinho.
Psssaram do Sr. desembargador Luna
Freir ao Sr. desembargador Tellos as se-
guintes appellacOes em que sSo :
Appejlante, o juico ; appellado, Caetano
Corris de Amorim.
Passaram do Sr. desembargador Telles ao
Sr. desembargador Pereira Monteiro as se-
guintes appellacOes em que silo :
Appellante, o Juizo ; appellado, Monoel An-
tonio Rodrigues Machado.
Appellante, o juizo; appellados, os berdei-
ros de Jos da Cunta Teixeira
Passaram do Sr. desembargador Pereira
Monteiro ao Sr. desembargador Valle as se-
guintes appellacOes em que sSo:
Appellante, o juizo; appellados, J0S0 da
Costa e Josfiquilino.
Appellante, Gabriel Antonio; appellados,
Francisco Antonio de Oveira & Filhos.
Psssaram do Sr. desembargador Valle ao
Sr. desembargador Gomes Ribeiro as seguin-
tes appellacOes em que sSo:
Appellante, Manoel Uro DJ; appellada, a
Justina.
Passaram do Sr. desembargador Gomes
Ribeiro ao Sr. desembargador Villares as
seguintes appellacOes em quesSo :
Appellante, Luiz Jos da Franca; appellado,
Manoel Jos Lopes.
appellado, Antonio



Levantouse a sesso a 1 hora da tarde.
PERNAMBUCO
DILIGENCIAS.
Appellante, o juizo ; appellado, J0S0 Manoel
RelacaB dot cidadoi que foram qualificaioi
pela junta reviiora, para servirem de juise
de faeto, neste correnle anno de 1852.
Alexandre Rodrigues dos Anjos.
Antonio Ignacio da Silva.
de Souza Pavolide.
Marques de Amorim.
Carlos Francisco da Silva.
Rodrigues de Almeiila.
deOliveira Diniz.
Simplicio de Barros.
Unifiques Malra Jnior.
Leite de Pinho.
Alexandre Pereira de Carvilho.
Correia Cabral.
Joaquim de Moraes e Silva.
Coelno de Mello.
Joaqun de Souza Ribeiro.
Alves Barboza.
Leite Pita Ortigueira.
Epaminondas de Mello.
Luiz Gonr;alves Ferreira Jnior.
Franc seo Pereira.
de Moura Rolim.
Luiz dos Santos.
quanto respailar -"-inislrscSo.do tnes-
1110 presidio, e roe a nresiJencia* as
mais ampiase) n> s informacOes so-.,- da Cosa.Mandaran) com vista dcura- Dr. AngeloUenriquisda Silva.
breo rgimen ecouv...ico a militar da meo-! dor geral e ao Sr. desembargador procu- Antonio Jos Coelho.
nonada ilbs.
Dito.Ao director d^s obras publica*, au-
torisaodo-o a mandar fazer por adminis-
traclo, de conformidade com o orcamenlo,
que remelteu, a bomba de que necessita o
decimo-sexto lanco da ealrada da Victoria,
devendo correr pela quola designada em
o 5* artigo*.0 databella.de que trata a
a portara de 31 de julho do anno passado,
para as obrss ex'cutadas por administra-
rlo, a despeza a fazer se com a referida
bomba.-Communicou-sa thesouraria da
fazenda provincial.
Dito.Ao delegado supplente do termo
da Victoria, devolvendo ara ser enviada
por intermedio do desembargador chefe de
polica, a conla, que S.mc. remeltou, da des-
peza feita do primeiro de outubro ao ulti-
mo do dezembro com os presos pobres da
respectiva cadeia.
Dito.A' Francisco Cavalcanli de Albu-
querque, dizendo em resposla ao ofcio
em que Smc. pede a conlirmscSo de sua 00-
ineaco para direclor interino dos Indios
da aldeia dos Padres, que porodiciodo 13
de outubro do anno passado diiigido ao
juiz municipal supplente de Tacaral foi
cssa nomeacio approvada pela presiden-
TRIBUNAL DA RELAAO'.
SESSAO DE 27 HE JANEIROJDE] 1852.
residencia do Exm Sr. conselhetro Azevedo.
As 10 lloras da manliga, Cstanlo presantes
FOLHETIM.
OU
IrlEhlORIAS DE UIR MARIDO.(*)
POIl IGEAIIO SE.)
XXVII.
Sclcmrf de S2%.
Desde hontem.... aou casadd.
Acho mullo til, para o presente e para o fu-
rador da coroa.
DEStGNtgOKS.
Appellante, 11 ni 1 Jus da Costa ; appella-
do, Jos Joaquim Bezerra Cavalcanli.
Appellante, Pedro Fernandes da Silva; ap-
pellada, Mara de Jess Coitinho Lisboa J-
nior.
Appollanle, a fazenda ; appellados, Carvalho
&Maia.
Appellanles, Francisco de Assis de Oliveira
Macil e outros ; appellada, llorn Ja Mara
deSanl'Aona.
rivisOes.
Passiram do Sr. desembargador Villares
ao Sr. desembargador Bastos as seguintes
appellacOes em que s8o:
Appellante, Jos Goncalves Torres; appella-
dos, Mara da Concec outros.
Passaram do Sr. deiombargador Souza ao
Sr. desembargador Rebello as seguintes ap-
pellacOes em que sao :
Appellante, Geraldo Amarante dos Santos;
appellado, Dnmingoa Alfonso Nory Fer-
reira como tutor.
Appellanles, Antonio Bernardo Ferreira e
sua mulher; appellado, Joaquim Ribeiro
de Brito.
Appellante, Jos da Fonseca Barbosa ; ap-
pellados, Jos Gregorio da Silva e outros.
Appellante, o juizo; appellado, Marcelino
Jos de Almeida.
Passaram do Sr. desembargador Uebello
ao Sr. desembargador Luna Freir as sc-
i guintes appellscnps em que sSo :
Antonio Franciaco Rodrigues Magalbfies.
Bernardo Quinteiro.
a de Aquino Fonseca.
> Ferreira da Costa Braga.
Andr Alves da Silva.
Antonio Goncalves de Lima.
Dr. Alexandre de Souza Pereira do Carino.
Antonio da Rocha Wanderley.
Jos de Oliveira.
Dr. da AssumpcSo Cabral.
> AnnesJacome Pires.
Antero Manoel de Medeiros Furlado.
Andr Ferreira de Almeida.
Antonio Goncalves dos Santos.
a Jos Marques.
Dr.> Rangel de Torres Baodeira.
Joaquim de Mello.
Pacheco.
Ricardo do Reg.
de Paula Fernandes Eiraa.
Pedro de Figueiredo.
Lopes GuimarSes.
a Vicente
Martins de Carvalho.
Ricardo Antunes VillacA.
* Joaquim de Almeida.
Jos Vital de Oliveira.
* de Souza Bastos Pimentel.
Francisco Das.
* Jos dos SantosSilveira.
Pereira de Meodonca.
Xavier da Silva.
Alvos da Fonseca.
Bento Fres.
a Duarle de Oliveira Reg.
Alexandre Jos da Roza.
Antonio Jocome Pires.
Ferreira da AnnunciacSo.
Angelo Custodio dos Santos.
Rodrigues Franc.
Anastscio Xavier de Couto.
Anselmo Jos Pinto de Souza.
Amonio Das da Silva Cardlal.
A ir me Jos d Oliveira.
Antonio Nobre de Almeids.
Joaquim de Oliveira Baduen.
Andr Saturnino dos Santos Lages.
Antonio Jos Baodeira de Mello Jnior.
Fernandes Padilh.
Amaro Benedicto de Souza.
Antonio Egidio da Silva.
Francisco Xavier,
a Carlos de Pinho Borges.
* Carneiro Machado Ros.
Machado Pereira Vianna.
" Cardoso de Queirs Fonseca.
de AlbuquerqueMaraabSo.
> Jos Gomes do Correio.
Luiz de Freitas.
* Jos de Freitas.
a Germano Cavalcantr de Albuq.
Augusto Carlos de Lemos Pacheco.
Antonio Feliciano Rodrigues Sette.
Jos Ribeiro de Morros.
Lociano de Moraes de Mosquita P
Jos de Moraes.
da Cunta Soares GuimarSes.
Jos Duarte.
Goncalves Ferreira.
Dr. Antonio Vicente do Nascimento. F.
Vasconcellos' Meoezesde D.
Arromo Fortunato da Sil**.
Antonio de Moraes Gomes Ferreira.
Aires de Paiva.
BrigadeUo Aleixo Jos de Oliveira.
Antonio Muniz Pereira.
Joaquim Fernandes de Azevedo.
Anecleto Antonio de Moraes.
Antonio Gonsalves de Moraes.
Dr. Alfonso de Albuquerque Mello.
Antonio Joaquim de Figueiredo Seabra
Antonio Carlos Pessoa de Saboia.
Francisco Cabral.
Lins Caldas.
Jos da Costa GuimarSes.
Valentim da Silva Barroca.
Bernardo Cardoso Ayres.
da Coiilia Teixeira,
Jos Lopes.
Antonio de Miranda'
Bento Bsndeira de Mello.
Bellarminodos Santos BuIcSo.
Barlholomeu Guedes de Mello.
Bento Jos Fernandes Birros.
Dr. Braz Florentino llenriques de Souza.
Bartnolomeu Francisco de Souza.
Bernardino de Sena e Souza.
Bruno Antonio de 'Serpa BrandSo.
Bernardo Jos Martins Pereira.
Bernardino Nuoesde Oliveira.
.Bernardo Jos da Cmara.
Bei/io Jos da Costa.
BarSode Capibaribe.
Bonifacio Maximiano de Mallos.
Bento los Santos Ramos.
Bernardino Ferreira da Cruz.
Caetano Jos Coelho.
da Costa Moroira.
> Ciarico da Costa Moreira.
Candido Jos Lisboa.
Tnomaz Pereira Dutra.
ChristovSo Santiago de Oliveira.
Cosme de S Pereira.
Custodio Jos Alves.
Constancio da Silva Neves.
Caetano Del lino Monteiro d Carvalho.
Dr. Candido Autran da Motta Albuquerque.
Dr. Cypriano Fenelon Guedes Alcanforado.
Candido do Reg Lima.
Cypriano Luiz da Paz.
Caelano Silvero de Souza.
Carlos J0S0 do Souza Carneiro.
Caetano Pinto de Veras.
s de Assis Campos Cardim.
Carlos Auguslo'de Araujo.
Claudno Benicio Machado.
Caetano de Souza Pereira de Brito.
Coriolano Silverio do Amarai.
Cosme das Trevas Teixeira.
Caetano Aureliano de Carvalho Couto.
Candido Eustaquio Gozar de Mello.
> de Souza do Miranda Couto.
ChristovSo Guilherme Brechenfeld.
Custodio Monoel Goncalves.
Candido Jos de Sales.
Clorindo Ferreira CatSo.
l/l-i-lovo ido II 1I.1 ola C iV'lr.lllI'.
Dr. > Xavier Lopes.
Caetano Gomes de S.
Dr. Clemente Jos Ferreira da Costa.
Carlos Jos Gomes de Oliveira.
ChrislovSo Vieira de Mello.
Domingos Alves Matheos.
Manriques Malra.
Antonio de Sgueira. .
* aIVni o Neri Ferreira.
Jos Marques.
da Silva GuimarSes.
Dr. Diodoro Ulpiano Coelho Bitancouil.
Domingos dos Passos Miranda.
das Neves Telxoira Bastos.
> da Silva Cavalcanli.
de Barros FalcSo Cavalcanli de M.
Felippe Antonio Teixeira Cavalcante.
Francisco do Lemos Duarte.
* de Paula Gonsalves da Silva.
Jos Vieira da Silva.
> de Paula Lopes Reis.
de Paula Queirs Fonseca.
Garca Chaves.
Demetrio de Almeida Cavalcante.
Antonio de Oliveira.. / j
Martins Raposo.
Feliciano Augusto de Vasconcellos.
Francisco Ribeiro de Brito.
Malaquiasde Aguiar P. Ferreira. Felippe Mena Calado da Fonseca.
conjugal; he pula para uiiui undever impe-
rioso continua-lo.
Hontem, depols de um longo e insuportavcl
jantar, penulliuio acto de um dia de casamento,
Albioa acompanliada de sua mSi velopassara
aua prlmeira nolte em niinha casa. Esta ina-
nhaa, ao meio-dia, partimos para a minba tr-
ra de Berry.
Madama Ghevrier, miara sogra, depoia de
ter pela ultima vez abracado aua fiiha, a con-
duzlo para a cmara nupcial, onde bera de-
pressa cu devia Ir reuoir-me a eba.
Teoho ouvido a inultos que se dizem iihykso*
phos gritarein contra isso. Elles disein que
uina das monstruosas conseqnenclas dos ma-
trimonios de conveniencia (que alias formain a
mal aria das unidea conjugaes) era tancar preci-
turo, continuar este diario comecado durante a [ piladamente nos bracos de um hornera urna ra-
n.ii.li 1 vida dcsoltelro. pariga que, na vespera, que uina hora antes
[Sao convm que o dissimulemos, por maior desse abandono toreado de toda a sua pessoa,
que seta a conlianca merecida que depositemos nao nusava, segundo os principios de sua edu-
em nussa mulher, he sempre essencial que sai- cacao, filar os olhos sobre esse in.smo horaero
hamo, tanto quanto for possivel, lodos os seus Os ditos pbvlosophos vem ueasa repentina
actos, todos s seus pensamentos para poder- conclusao do casamento una barbarldade e
inos penetra-la a fundo, e regular a nossa con- uina impudicicia revolante; elles-pintara a
duelai visla da sua, caslldade e urna rapariga couiraovida, irerau-
Esse conhecimenlo profundo da vida de urna la, ebeia de anguslla, inultas vejes de terror,
mulher nao se' pode aduuerir senao por uina sinenie ao pensar que ease veo de pudor, cora
observacoo constante e minuciosa. Ora, seo que ella se locobria momo aos oluos de urna
observador, por msis alenlo que seja, ae liar irinaa oude uina compaohelra, val sergrosiei-.
smenle em sua memoria, suai observacoes de rainenie dilacerado era nome de seu Huello ae
hoje ou suas impresses de hontem, sern esposo por um bomem quasi dcsconhoeldo.
inanha esquecidas ou confunuldas em seu es- Deisas monstruosidades assignaladas por el-
plrlio ao p.sso que notando, pelo contrario, les, os dllos phylosopnos coocluein e allirraain
iii.ii.e,lulamente aa cousas, de que somos ira. que a datar de sua nolte de bodas, mullas mu-
pressionados, essas lembraucas, collocadas co- Iheres experimentara por aeu marido uin apar-
mooulros tamos pontos de assignalaraenio nos tamenlo, mn desgosio, e inesmo urna avercAo
servem em um momento dado, de fio conduc- Invencivel.e que cata be multas vezes a causa
torparadescobrir a verdade, logo que he do dos adulterios que deshonrara M/imoasas
noso interesse conhece-la. I N meu concello, esses phylosophos racioci-
Quail sempre os iiiyslerios do presente se ex- nam como.... pnyiosuphosque sao....
pilcara pelo conbecimento do passado; por lsso
remontando dos effeltos para as causas, gracas
ao meu memorndum, farel como esses nautas
uina aollga amante minba, onde a conhecie
aprecie! lera quarenia e claco anuos; he mul-
to feis, muilo interesseira, roas tao dcil quan-
to insinuante e hbil. Ha olio dias qac est
em minba casa, j oonsegulo captar a benevo-
lencia de Albina e de aua mal, Reputa-
vau-inc, est bein entendido, absolutamente
estranbo a este manejo, coovencloaado de
antcmflo entre mim e madama Claudia: as-
slra, para oceultar inelbor o meu Jogo, mos-
trei-nie pouco contente da esoalha de Albina
allegando a Idade e a figura aeseogracada de
aua nova criada ; ao que madama hevrier rae
respondeu com grande salislaco de sua tiln:
que devia baver mais conrlaufa c ceguridade
entre nos com uraa criada de laade madura e
de um exterior pouco atractivo, do que cora
uina rapariga bonita inultas vezes estouvada e
dlsposla a Ueuar requealar-se ; moslrel ce-
der s suas rasdes coutiuuando a mostrar-ole
de uraa grande frlesa para cora madama Clau-
dia, mloha crealura dedicada.
Teiili visto unas criadas possuirem os se-
gredos amorosos de suas amaa ; esta cuinplicl-
daile, (bein que lenba seus perigosj aplana lan-
as dimculdades,'permitte tantos segredos, e
O casamento nao he de nenhuina sorle uralcorreamfin de tal sorte paraa ceguelracstupl-
laco ou um pretexto de prazeres amorosos, i da do marido, que pratiquel um acto de alta
O casamento he urna vida de deveres ausle-l prudencia ligando madama Claudia ao servico
lime : in.is es(|ueenlii esse receutimeutu passa- nt ititiniiaile domestica oe minlia inulner urna
geiro, ella nao ver raals em ralin seno o aral- pessoa que rae seja dedicada..
go, o irrao, o companbeiro aerio de toda sua Oemals, com sua educaco burguesa, (do que
vida serla. O meu lira lera aido alcancado; e estou encantado) Albina dever ser bastante
suas oceupaedes de dona de casa, os cuidados familiar cara sua camarista; o isolaiueaioera
que ella rae prodigalisar, auas prallcas fre- qae vlveremos augmentar forjadamente esta
quentes de devocao, faro della a mala rasoa- iainiliaridadc. Ora, madama Claudia be lo
vel, a mala honrada de todas as mulueres. insinuante que Ihe nao dou ura me que nao
........a.................................j ten ha ganho a confianca absoluta de sua ama.
A prudencia e a minha experlem la das mu- Tere! por mordomo e confidente o meu cria-
Iherea rae aconcelbaram urna medida ftil em da Dupin, hornera Inielligente, seguro, dlicre-
apparcncla, mas todava muito importante. jto,eque me serve ha des annos, durante os
Del a Albina uina criada escolbida e experi- quaea me lera dado provas da mais intelra de-
mentada por mim: chama-se madama Claudia. I dicaco ; elle e madama Claudia vigiarn os
Ella lera servido sempre era casas excellenles,! outros criados que nao sao de nosso servico
entre outraa em casa da senhora duquesa de **, intimo.
Nao duvldo do futuro, eatou cerlo de encon-
trar a fellcldade nesla unlo, gracas ao modo
por que comprebendo o casamento ; todava,
se acconlecer de oulra manelra, tere! ao menos
aconsiencia, relendo estas llnbas e aquellas
que escrever de novo, de ter tomado lodaa as
sabias precauces, todas as prudentes medidas
que a experiencia da vida e o conbecimento das
inulheres podera suggerir a ura hornera.
Hollino Gonsalves Pereira Lima.
Domingos Caldas Pires Ferreira.
> Antunes Villacja.
Jos da Costa.
Franciseo Tavares.
de Souza LeSo.
Elias Baptista da Silva.
Dr. Egidio 11 111 i 1111 rs da Silva.
Emilio Xavier sobreira de Mello.
Eusebio de Paula Pinto.
Francisco Cavalcanli de Mello.
Mamede de Almeids.
1 1 Jnior.
Xavier do Lago.
Flix daa Mercs Lins.
Francisco Jos de Mattos.
Firmino Jos Flix da Roza.
Flix da Cunha Teixeira.
Francisco Eusebio de Faria.
de Paula Cavalcanli.
Feliciano Jos Gnmes.
Francisco de Paula Pires Ramos Jnior.
- Augusto da Costa GuimarSes.
Dr. a Goncalves de Moraes.
Jos da Silva.
n a deOlivoira.
da Silveita Martins Lial.
Pereira Vianna.
Faustino Jos dos Santos.
Francisco Manoel Beranger.
11 Jos dos Santos.
Ignacio de Torres Bandeira.
Antonio Alves Mascarenhas.
de Miranda Lial Seve.
Dr. Florencio da Silveira Cavalcanli de A.
Francisco Joaquim Pereira Lobo.
Rodrigues da Cruz.
Firmino Jos Rodrigues Ferreira.
Francisco Martins de Lemos.
Jos Rspozo.
Flix Francisco de Souza MagalhSes.
Firmino Jos do Oliveira.
Francisco Jos da Silva Araujo.
Feiisbino do Carvalho Rapozo.
Francisco de Souza Reg Monteiro.
Ignacio Ferreira Dias.
Alexandrino de Vasconcellos C.
Antonio da Silva Cousseiro.
Frederico Augusto de Lemos.
Filippe NeryCollaco.
Flix Francisco deCantalice;
Florencio Domingues da Silva.
Francisco Martins dns Anjos Paula.
Firmino Pereira do Reg Pacheco.
Francisco de Paula Machado.
eSilva.
Geraldo Moreira Temporal.
Antonio da Roza.
Camello Pessoa de Lacetda.
Cyrillo Lial.
' Rodrigues Pioheiro.
a Xavier de Moraes.
a Simos da Silva.
Joaquim Csrdozo.
Dr. Carlos BrandSo.
Coronel Francisco Jacintho Pereira.
Dr. Francisco Pereira Freir.
Francisco Ludgero da Paz.
Manoel da Cruz Couto.
Serfico de Assis Carvalho.
Dr. > a Jnior.
de Paula Carneiro LeSo.
Feliciano Rodrigues da Silva.
Francisco Baptista de Almeida.
Antonio uas Chagas.
Xavier das Neves.
n da Costa Arruda e Mello.
n Antonio Pereira de Brito.
11 da Silva Reg.
a Jos da Mello
Joaquim Machado Freirc.
Jos da Costa Compeli.
11 Carneiro da Silva.
> da Silva Mndeiros.
Lucio de Castro.
Sorgio de Mattos.
Amonio Cavalcanli Conss"iro.
Francisco da Silva Amorim.
i Jos Rodrigues.
11 Antonio Viejra da Silva.
Luiz Maciel Vianna.
Firmino Thoolonio da Cmara Santiago.
Francisco Carneiro Hachado Ros.
1 Casado da Fonseca.
> das Chagas Cavalcante.
Flix Nonos Cavalcante de Albuquerque.
Francisco Antonio de Figueredo.
Felippe Duarte Pereira.
Francisco de Souza Trvasso.
Dr. Francisco Brederode de Andrade.
1 1 Raphael de Mello Reg:
Francisco Cavalcante de Albuquerque Lina.
I Joaquim Machado.
1 > de Carvalho Paes de Andrade.
Jos da Silva Pereira.
de Paula Rocha.
Xavier Carneiro Lins.
de Carvalho Paes de Andrade J.
Florencio Jos Carneiro Monteiro.
Francisco Jos Alves Gama.
Amonio de Oliveira Jnior.
Jos Vianna.
Jorge de Souza.
Bellaraiino da Costa.
Felippe Teixeira Cavalcanli.
Francisco Duarte Coelho.
Xavier Carneiro da Cunha.
Dr. Felippe Carneiro de Olinda Campello.
Francisco de Paula Correia do Araujo J.
a Antonio Pereira da Silva.
Dr. Francisco do Reg Barros Barreto.
Francisco Cavalcante de Sousa LeSo.
JoSo Lins.
Bezerrada Palma.
Antonio Borges.
Antonia Ramos,
de Paula Paes Barreto.
Poreira da Silva.
Folix Jos Bento.
Francisco Antonio de Aguiar Montarroios
Feliape de S o Albuquerque.
Guilherme dos Santos Sisea.
Slepie.
Jos Pereira.
Geraldo llenriques de Mi'a.
Correia Lima.
Gustavo Jos do Reg.
1.1I1I1110 dos Santos Nunos de Oliveira.
Dr Cervazio Goncalves da Silva.
'.oto; 1 lo Jos da Costa e S.
' Gabriel Alfonso Rigueira.
Goncalo Lopes Lima.
Gibriel Germano de Aguiar Montarroios.
Publica^o a pedido.
CAMPELLO (*)
Ao Hlm. c Exm. Sr. eontelheiro Hanoel
Vieira Jotta.
....Decorum es pro patria moii
Eu vou cantar o soldado
Que commigo pelejou,
E que valor sem igual
No Marcio campo mostrou :
Vou canlar o bravo, o forte,
Que heroicamente acabou
N'esse combale fatal
Que tantas vidas cuifou.
1 e de sacrificios, principalmente da parle da 1 de minba mulher.
OrteaiisSctembro de 1828.
Ksta manbaa partimos de Pars, eu c Albina,
em minqa sege de vlagein ; Dupine madama
Claudia atrs no cabri del, Acabv de conduzir
minha inalher a urna das duas cmaras que pe-
trl na estalagera. Eis-me em minha casa.
Recerderao-nos bera das lerabrancas deate-
dia ; ellas sao iuleressaoles e signllificaiivaa.
Mr. e madamas Cbevner vlerant esta ma-
nbaa almocar coinlgo. para se despedirem de
sua filha cites iosisilram cordialinenie no de-
sejo de vlr prximamente ter cora noico em
Mballierc ; defendi-rae, nao menos cordialmen-
te. coutra esla iusistencia, objeclando e exage-
rando demasiadamente a desaidem do castello,
alarmando queeu e minha mulher mar icrla-
mos duas cmaras coraiuodas, al que a babi-
laco fosse mobllhada de novo.
Aindaque plauslvel, > desculpa foi todava
aceita cora grande cusi ; o tolo do meu sogro
(*J Fid< o Diario .2c.
que por ueiiliuin preco use perinillia receber os
pais de minha mulher de um modo indigno
delles ; pelo qne eslava bein decidido a nao fa-
zer-lhes as honras da rllballicrc senao quando
abi podessem ser hospedados conveniente
mate.
Durante o alinoco Albina esteve triste e si-
lenciosa seus olhos e vi la va m os raeus ; por
duas ou tres vezes percebi que continba suas
lagrimas prestes a corrercm.
Pelas onie horas, o ruido dos cavallos de pos-
' ta,entrando no pateo deuo signal de despedida.
Os adeosos entre Albina,sua mi e seupal.l fo-
ram o que sao sempre esses adeoses, mistura-
dos de lagrimas, de abracos, de proleatos de
ternura, de proraessss de se escreverem fre-
i| neniemenie e.de se tornarem a ver o mais ce-
do possivel. Confesso, que experimeotava inul-
to meamos ioterneciraenlo que impaciencia
por vero termo desta sceoa, e sentlr-me na II-
vre posse de minha mulher.
Gracas a Dos, ao cabo de dous minutos, a
portinbola da carruagem se fecbou sobre nos, 1
Dupin, sobrado a minha sege, disse aos posll-
Ibdes : Estrada de Oileans, ciucoeula soldoa
de guia .. e ba marcha l
Os quatro cavallos partiram rpidamente ;
Albina debrucou-se uina vez na porllnhola,
afira do dizer cora o gesto um ultimo adeos a
seu pai e a sua ini, depols lancou-se no fundo
da carruagem debulhaudo-se em lagrimas e oc-
cullandoo rosto no lenco.
t101 desse modo que le deixei, Pars! a ti,
por to longo tempo centro de meus prazeres,
cldade dourada de minha juvemude, eu te
abandono para sempre e sem saudade, bem co-
mo rs comediante que sentindo a decadencia
de seu talento, abandona sabiamente o tlieati o
ondebrilhou por longo tempo.
Albina cborava seraprr, deixei-a entregue a
seu silencio e s suas lagrimas al* nossa se-
f uunda muda.
I Euesperava pela alUcao de Albina, por laso
' quizque ella a desabafasse toda,
Ksta separaciio devia sera duvlda ser penosa
para minha mulher, ainda que seu pal e sua
mil nao fossera deises pas e mls que inspi-
rara una idolatra legitima; havla entre sua
filha e elles essa troca de ternura banal, resul-
tado antes da educaco e dohsbito, que dessas
all'eiciics profundas, motivadas por tuna ternu-
ra simultneamente Intelllgenle t apalionada,
oupor essas dedlcacdes sublimes que algumas
(*) A coragem nSo vulgar, que apresen-
tou o cspitSo da qunla companhia de vo-
luntarios, Ignacio dos Reis Campello, no
sempre memoravel ataquo de 2 de fevereiro
de 1849, e a sua gloriosa morte, me inspi-
nram esta poesa, com que brindo hojea
s 1a memoria.
*sT- -a-.a-J:v.Z__ I. :"!:_: rataa
vezes elevara tao alio o senliuicnto de fa-
milia.
Aicm dlsso, o pesar de Albina complicuva-sc
com seus diversos ressentiuientos contra mira,
por causa de nossa noile de bodas. Antes da
nossa partida, Uve o tempo de perguntar ma-
dama Claudia o que tinha observado na pby-
siononiia ouna linguagem de sua ama durante
o tempo em que seu servico a un lia deiido a
perlo de minha inulber.
Eis aqu a resposla de madama Claudia,
Quando entrei no quarto de minba ama,
ella eslava de roupao, aculada em urna poltro-
na, com os colovellos sobre os joelhos, c a fron-
te as mos, immovet como urna estatua ; ella
nao se raoveu quando me vio.
Qur vestlr-se, madama ? Ihe disse eu. To-
mo a permlssao de lembrar-lhe que deve par-
tir s onze horas com meu amo, e queja sao
nove.
Minha ama pareceu nao enlender-me,
pois ficou longo tempo sera responder-me ;
depols disse- me como se despertasse em sobre-
salto :
Minba boa madama Claudia, a senhora
lem por ventura urna filha ?
Julgava ter udo j a honra de haver di-
to a minha ama que era vluva c nao tinba
lilho..... ,
Tanto melhor para a se nbora, minha po-
bre madama Claudia porque se uvesse uraa fi-
lha... te-Ia-hia casado, nao he assira ?
Sira, senhora, porquejulgando por minba
ama, o casamento lie a eliclilade....
__ por certo, madama Claudia, respondeu-
inemlnlia ama com um sorriso de urna tristeza
de que nao posso dar idea a Vme., meu amo.
Por ceno, heafelicidade...
E ato ao momelo cmque a mal de minba
ama enlrou na cmara, em que ambas ficaram
sds, ella nao me disse una palavra, em quanto
eu vesta ; eslava cuino lora de si, nao pare-
ca no seu estado natural ; por isso, nao ouset
disrr-lhc nada, com medo de importuna-la e
de azerdesonfiar de nata.,,,
Esia narracu de Claudia confirmou minhas
previscs c minhas esperancas ; baaiei-me so-
bre essa coaviccao para ter com minha mulher
o colloquio seguiute, quando duas boras de-
pols da nossa partida de Pars, rompi o alinelo
que baviainos guardado ate cntao.
(l! ''



Vou canti-lo, rajbremente
No corrfuate pelejando;
Vou canta-lo, >os companheiroi
Com seu exeoplo animando ;
Vou canta-lo, denodado
A sua vid* arriscando
Vou canta-lo, pela patria
Heroicamente eapirando.
Yon canta-lo, e DEOB permita
Que bem o poaaa fazer,
E que cheguom os vindouroa
O seu nomo a conheoer.
Eu vou cantar em meua versos
Quem bravo soube morrer;
Vou cantar, e DOS permita
Que bem o possa fazer.
Onde o rogo era mais Corle
Onde mais perigo havia,
O nobre CAMPE1.LO alii
Valeroso combata;
Era un soldado valenle
Os imigos nSo tema ;
Era.bravo, aera forte
Qual nonhum se conhecia.
Que ventura nio gozavam
Os bravos que commandava
De verem no capilflo
Quem a sua clasao hourava ;
i; como voz d'esse bravo
Nos combates retumbava I
Era a voz do capillo
Que os soldados animava.
Era a voz do capillo
Que heroicamente bradava,
Soldados salvai a patria !
Eao MONARCHA entoava
SaudacSo, quo om vozes mil
J'elos campos echoava
Era a voz do eapito
Que oa soldados animava.
Porm, coitado bem cedo
Deu l'mi ao aeu batalhar.
Urna bala de arcabuz,
Do campo o veio arrancar ;
E morrcu como soldado
Nos campos a guerrear..
l'oi orna bala no peito
Que fez-lhe vida acabar.
l'osso contar, pois que en vi
As proesa* que elle obrou ;
E posso, sim, allirninr
Ninguem tanto pelejou,
Como o bravo capitSo,
Que nos campos acabou ;
Posso contar, pois que junto
De mim, no campo espirou.
Posso contar, sim, que eu vi
O seu heroico lindar
Posso contar, sim, que eu vi
Seu sangue o campo banhar ;
E mesmo, assim, ja ferido
Desojando poli-jar;
Porm, coitado que a mortc
Comecava a Ihe acunar.
Teve morte gloriosa
Esse bravo capitfio,
Era soldado tflo forte,
Qual outro nunca vi, nfio.
Permita DOS, queero mous versos
Eu no o cantasse em v3o,
E que cheguo a cotihcce'-lo
A futura geracao.
Permita, que s d'est'artc
Euterei algum prazer, ,
Vendo o nomo d'esso bravo
Eternamente virer.
Quem dora eu tc-lo cantado
(Jomo o poda fazer
Outro r.ar.lo a quem Jeliva
Quizesse 'ravorecer.
Mas, brindei sua memoria,
Estou d'i-so bom contente,
A gloria de companlieiro
Inspirou-me urn tal presente ;
Sou poeta inda novel
NSo cautei-o docemenlc,
Mas, paguei o meu tributo
A quem morreu nobremenlc.
1 de fevereiro de 1852.
______A. f. Gttirana Coila.
VXREDADE. '"
* TORAY E SEU V1NIIO.
Quem'lc a historia das discordias que
agitaram por tanto lempo o paiz de emplen
lica admirado de uin facto meio egredavel,
e que se reproduz sempre : he a estima quo
professavam amigos e inimigos pelo vinlio
de llegyallja.
Em 1491 os Polacos de Alberto, o qual
viera disputar a cora a Ladislao, tendo-se
apossado por um momento de Z*mplen en-
viararodous mil toncis Ueste vinho a Galli-
ca. Em 1528 os partidarios de Zepolya apo-
deraran!-so por vingancadas vinhas dos que
pugnavam por Fernando. Cinco annos do-
pois estes ltimos so apoderaran! das vin-
dimss de seus adversarios. Erofim em urna
poca em que Ihe convinlia captar a bene-
volencia do re da Prussia, o rebelde Fran-
cisco Itakotz enviara a este principe 150
garrafas do vinho colindo na llegyallja.
NSo se admirar dessas atteneOes-quem
souber que este liquido tSo apreciado por
lodos he o mesmo quo se conhece na Euro-
pa sob o nome de vinho de Tokay. Elle tora
grande repulac,Bo ainda que poucas pessois
o bebam fra da Hungra ; por isso cremo-
nosobrigados a tallar delle com algumas
particularidades.
N Jo he s a escolha da uva que faz o roe-
recimento deste vinho, porque o que se co-
he nos arredores he de.qualldade inferior;
be ainda a situado do llegyallja. Essas co-
linas queao sul receben a prumo o sol dos
steppes sfio garantidas do vento fri pela
cordilheira dos Csrpatnos que as protegen
ao norte. As condicjOo* atmosphericas siio
abi mu importantes. Para que o vinho seja
perfeito ; he preciso que o lempo soffra as
seguintes veriacOes: he preciso que o ca-
lor dure at ao lim de. junho e que sobreve-
nham chuvas frequentes no mezdejulhoe
nos primoiros das de agosto. Dabi al ao
rociado de outubro cumpre que o lempo se
torne aecco, porm sem fri vivo, depoit
diaao deve haver alguna dias de chuva se-
guidos de fri, e mesmo de geada. A vindi-
mi commeea a 28 de outubro ou no princi-
pio de novembro, quando a uva esta meia
secca sobre a vide. Fcilmente se compre-
hende que estas condi(0ea nern sempre s3o
prchenchidaa ; por isso de 1783 a 1831 apu-
nas se contaram treze annos bons, achara ro-
se daianove mediocres, e dezasete inos.
Avioiiima he feita com um cuidado ex-
tremo ; colhem-se em separado as uvas, tl-
rando-se-lhcs todas as partes porruptas, e
separando nSo s os grSos de especies dif-
iranles, porm mesmo aquellas que estSo
seceos dos que eslo simpletuonte madu-
ros.
Ellesso pizados, e exprimidos parte
segundo os proc*ssos ordinarios. Enlre as
uvas meio-seccas escolhom-so ainda as me-
Ihores, aa quaes sSo amontoadas e esprimi-
das por seu proprio pezo.
O sueco precioso quo d'ahi corre temo
' nome de essencia, olla be extremamente
doce, e i deve aer bebido muilos annos do-
poia,
O bagafo di estancia he misturado dapois
rom (i vinho obtido pelo apisoamanto para
ser nell* puado igualmente, oeste adquire
mais ou menos preijo segundo a quantidade
de bagico que nelle ae mistura Cbamim
masas doma "outro o vinho que con-
lom menos bagaco; algumaa vezes derrama^
se mesmo a essencia no vinho, o que con-
tribue para torna-lo ainda melhor.
Em eral he necessano que o tokay flquo
longo lempo na adega.
A rr do tokay varia desde o branoo at
ao trigueiro ; os vinhos mais affamados lem
urna cor amarellada ligeramente matizada
de esverdinhado.
Quanto ao gosto, este se assemelha 'ao
lunel e ao [ronliynan, porm be mais forte ;
e se nossos paitos proclamaran! o frontignan
um vinho de rainha, teriam cortamente re-
conhecido o tokay por um vinho de rei.
A essencia pura he o que ha do mais per-
feito no mundo em facto de vinho. Bebi
as adegas de Saros-Patak essencia colbida
emi811, o anno do cometa como se diz
anda hoja nos nossos campos. NSo ora vi-
nho, era alguma cousa de fantstico i um
bebedor vrenlo leria chamado a isto ouro
liquido.
He natural que os vinho* de tokay ejSo
difieren tes uns dos oulros no gosto e na cor
(por isao tambem os ha mediocrea ) porque
alem de os processos do fabrico variarem
contSo-so diversas especies de uvas, e omllm
o llegyallja nSo lem menos de 79,434 hecta-
ros de eztencSo. Um terco deste terreno he
cobertode viohas, e colhe-se o tokay no
territorio do trintae cinco cidades ou vil-
las. Adagios populares correm em toda esta
regios, uns em latim outros em hngaro, os
quaos celebram a excellenola de cada vinho
em particnlar. Os de Tartzait, deTokay.de
Mad sSo muito docas.
OvinhodeTalIyatom mais corpo, o de
Zombor mais forca.
EmSzeghi, Zzadany o vinho tem man
cheiro. Os vinhos de Toltsva e de Benye
conservam-se perleitamoute, mesmo n
viagenspor mar.
Ernm sem exceptuar os habitantes do
Galszecb, do llarko, e de Knvostyan nlo h
quem nao gabe a limpidez de seu vinho e
as jovialidades que elle inspira.
Dislinguem-se ainda as diversas especies
de vinhos segundo as uvasque os produzom.
lia uvas viudas da Italia, estas sSo aa que
dSo os vinhos da Rumonya (Romanare de
Tormini: faz-se derivar este ultimo nome
de Formias, onde se colhia um vinho famo-
so no tempo de Horacio. Ha oulros como o
forokGolier que vieram daMorea o de ou-
tras provincias turcae. Todos estes nomes
que se ouvcm pronunciar por vinlenas sem-
pre que se trata do vinho de Tokay, formam
urna verdadoira nomenclatura. Os campo-
nezes desta regiSo sSo geralmonte dados a
cultura das vinhas; porm sSo pobres. Co-
mo a Hungra lio privada de porlos, nSo se
formam ahi, como em oulras partos, casas
commeroiaes quo compren para expedir
por loda a parle os gneros fornecidos pelo
primoiro obreiro. O camponez vende seu
vinho como pode, e o cedo d'antemSo a uzu-
rarios que Ihe pagam desde a primavera sua
colheita justamente por um quarto do aeu
valor. S*oanno hemu o vinhaleuo nao
pode pagar sua divida e o proco que Ihe he
dado no anno eguinlo he dimiuuido om
proporcao. Os mranos vendem depois o
vinho multo charo fazendo-o passar por
contrabando Polonha. Este deploraval es-
tado de cousas dSo cessar em quanto os
Hngaros nao croarem por si mesmos os
porlos que a Austria ibes tem sempre recu-
sado.
A falla de estradas pelo interior do paiz
i.roduz mui tristes resultados quando tra-
L.uii de transportar um genero necessano
mn um momento dado, graos em urna po-
ca do penuria porm nSo acontece assim
com a sahdi do vinho, genero de luxo que
secooduzem carros ordinariamente pelas
estradas de verflo; por isso encontra-se
tokay em abundancia por toda a Hungra.
S os direitos impostos sobre os productos
hngaros na fronteira austraca he quecau-
zamodamnoque assignalamos. Para pro-
va-lo basta citar o facto aegunte: Quando
o reino da Polonia ainda subsista, as tro-
cas eram frequentes enlre os douspaizes, e
os vinhos hngaros passavam alem dos Car-
palitos.
Depoisquea Austria estabeleceo suas ai-
fandegos na fronleira da allicia o preco-do
vinho em tokay diminulo de melada em
quanto que a populacho da Hungra cresceo
do um quarto.
A fertilidade natural desta regiSo indo-
zio cedo os habitantes a estabelecerem vas
o commuocac.3o. Em 1659 os ros que
atravossam-Ba, o Theiss, o Bodrog, o L-
bortz a Itonyva, tornaram-se navegaveis
por trabalhos imprehonddos tanto custa
da nobroza, como dos camponezos. SSo
exemplos que se devom seguir. Os Hn-
garos nSo se limitaran) aerear estradas por
Ierra, elles boje cuidam em pr-se em rela-
(,'m com a Europa trazendo ao mercado do
Fiume, nico porto de mar que pertence
a Hungria. os gneros que tirain de seu
solo. Pode prever que immensa e salutar
influencia este facto ex'rcer sobre todo o
paiz tSo rico em productoe agrcolas, quem
souber quo iim tonel'de excellenlc vinho da
capacdade de88 ilst (mais de 30 litros)
se vende cm Tokay, quando muito, por 30
ducados ( quasi 356 francos ) emquanto que
em Pars urna garrafa de grandeza ordinaria
se paga por 50 francos por pouco baptisada
quo seja com o nome mentiroso de Tokay.
Conta a tradic,5o que no concilio de Tren-
lo Po IV rouoiodo um dia em sua mesa os
mais eminentes prelados, llielizera servir
os vinhos mais exquisitos da Franca, da
llalla e da Hespanha, quando o cardeal
Draskovitoh, bspo de Poslh e represen-
tante da Hungiia, offeraceo ao papa o vi-
nho que elle tinha tra/i lo Sua Santidade
apenas levou o copo aos labios declarou es-
te vinho o melhor de todos. Donde vem
elle? foi pergunlado ao bspo.De Tallya,
respondeo Draskovitch. E o papa, inspi-
rado, replioou por estes versos:
Sacrum pontifican talia vina decent.
Urna mullidSo de livros tem sido oscrip-
tos na Hungra sobre o vinho de Tokay
Nelle ae I que esta preciosa bebida tem,
alem de todos os seus menloa conhocidos
poderosas virtudes curativas, que cura to-
da asortedefebrea. rdanles, tercS, quar-
tS, etc. Poro como o9o tivea lembmnca
de experimenta-lo vejo-me forgado, leito-
res, a estar pelo que dizem essas obras, e
contentar-me com dizer-vos que o tokay
tem Indas as qualidads necessarias para
agradara um hornera do boa saudc. Tam-
liem nelles se l que os Pannonios ja co-
lhiam vinbo no llegyallja, que o Imperador
Probo fez plantar vinhas nesse lugar, e que
em 423 Claudiano cantava o vinho da llun-
cria ; mas nada tendea que fazer com todas
essas particularidades. Dir-vos-homos so-
mente que a cultura das vinhas mtorrompi-
da no tioapo da irrupcSo dos Mogea no se-
nulo XIII foi reatabelecida peloa cuidados
de Btla IV. A partir desta pocha a vinhi-
fieacSo tem sempre feito progresaos, a che-
gou perreic.lo nos flns do seculo XMI,
quando secuuiocou a fazer uso da uva des-
secada. "
Acha-ae ouro as vinha do llegyallja.
9
Urna d .scripcSo da Hungria, qun dala s>
1743, diz : O ouro nativo ah se|flncontra
ora adherente aos fructos, ora espalhado
shre as folhaa, ou formando grSo> na pro
pria uva .
Aiobras, que ba pouco mencionamos, dio
adata daadeaeoberlas, eos nomes dosprl-
meitosquo pottuiram eiiii rica doscober-
tas. Malhens Heldj, escriptor e medico ce-
ilebro da Hungria, conta queem 1561 trou-
xeram ao principe Rakotzki enj Patk ca-
chos de uvas, entre cujoa grSos b ilhava
o ouro. A pedido do principe elle espre-
meo os cachos entre os dedos e o ouro ca-
hio. Este precioso melal se acha tambem
em massa em outros muilos rugares da
Hungria. Colhem-no igualmente na aroia
dos ros.
as vndimas em Tokay so fazem no meio
do Testas, o do prazores; ho esta urna 1ra-
dicSo a que nunca se falta. Parece que o
costume do dansar ness pocha do anno
inspirou sempre aos habitantes deato paiz
um gosto pronunciado peloa bailes, se jul-
garam pela anedocte seguinte quo se acha
consignada no* archivos do comitat: cm
1703 fez-se um procosso a urna das dentel-
las que flansavam com mais obstinac.3o sob
pretexto de ter ella relatos intimas com
o diabo. Folizmenta a aocuaada tinha qua-
renta annos deidade;e como procurava
j ustiflcar-se objeclando modestamente a sua
idade o notario do comitat, Francisco Kercs-
zets, exclamou gracioaamente: "que com
urna douzella de quarenta annos o diabo
mesmo nSo daosaria Esta palavra pouco
galante om si mesmo, o fra muito nesta
ciscunstancia, poia a aecusada foi declara-
da innocoute, bem quo issonBose passasso
sem que escapassem sorrisos ao grave tribu-
nal.
as vinhaa de Tokay aavaram-so urna
mullidSo de adegas, cujaa portas de alve-
naria regularmente pintadas de branco u-
guram chuupanas. Ahi se enconlram tam-
hem casas soladas, inhabitadas ordinaria-
mente, e onde os proprietarios descem du-
rante aavindimas.
' Chamam-nas borhas (Sor, vinho; hai>
casa, do termo prsico haced
O borhaz comiste em um ledo e quatro
paredes, as quaes contem mullos quartos
vasics, cubas e um lagar.
Pelos flns de ontubro cada um doixa sua
residencia habitual e vem estabelecer seem
seu borhas trazendo comago todos os uten
silios, todos os movis necessarloa a um
acampamento, sem exceptuar as aduelas
eostoneis. Eslabelecem-se presas ne9-
sos quartos at entSo deserto, e logo qoe
todos sSo vindos abrem-se os bailes em Mad
o em Tokay.
A pocha adiantada da sstacSo que con-
tribue bem pouoo para melhorar o estado
Jas estradas o dos oaminhos d bastante
zr.ir-i as vlagens e aos accidentes que sobre-
ven]. Tudo isto sa faz com urna certa im-
portancia Iradiccional; porque o Tokay go
za de mui grande oonsidorac,8o. Ninguem
so serve delle sem urna ceremonia, e as
altencos devidas a esse vinbo dos vinhos
silo levadas a tal ponto que em 1723 leis
especiaos foram votadas pela dieta contra
a fraude em materia de Tokay.
NSo sabemos por qu rasSo se pensa com-
mummente ontre nos que oa outeiros de
Tokay pertencem ao rei da Hungria. S M.
Foruando V s posauia ahi algumas vinhas,
enSo das melhores, porque comprava 80s
particulares sua provisSo de Tokay. Ha
mesmo um numero conBideravel d Fran-
cotes que respiram na firmo convicgSo de
que esto vinho he propriedade exclusiva de
Mr. de Metlernieh. Procurando explicar-
nos essa persistencia em acreditar om um
erro, julgamos perceber que em seu pen-
samento Tokay era situado porto do Johan-
nisberg, ou quo o Johennisborg aaelevjiva
nos arredores da Tokay. II* alguns anooj
o imperador da Russia ae fez propnetar0
do algumas vinhas doHegyallja; porni 0
tokay passava por urna mullidSo de ma0j
suhallenias antea de chegar mosa do mo-
narcha, tanto quo elle tinha perdido toda
a especie de mereclmento. Por isso o ciar
vendeo de bamente aa suas vinhas; o he
agora sou leal primo o imperador da Aus-
tria que Ihe forneco este vinho delicioso.
A cidade de Tokay deu seu nome ao vinbo
do llegyallja por ser a man oonsideravel do
paiz.
Vil i contam-ie 3,100 habitante!. O Bodrog,
e o Tlieiaa ae reunem sob aeua muro i dahl o
aeu nome que na IlDgua eaclavonia aigollica
confluente.
Urna collina que se eleva 'margem do Thciai
epara a cidade de um suburdio chamado Pe-
queo Tokay, o qualae agrupa ao longo do rio.
Vino daa colllnaa coberlai de matos que o ro-
delam o Tokay produt um agradavcl effeito, co-
mo todas as cidades da Hungra, graeal as auas
torrea c ao ramilhetea de arvores que verde-
i un enlre aa casas. O desencanto he completo
quando se entra na cidade. Abl te aoham em
ii.-. o de ruaa verdadeiraa ribeiro, oa quats
segundo um uso immeinorlal, > a p ae pode
passar. O ch.1o de Tokay nao he menos lTa-
inado do que o vinho que cresce nos arredare!,
c lem cala qualidadeque os que o vlram mu
v<.- nunca mala o esquecem. as chuvas gros-
sas as ras sao invadidas por torrente que ar-
raatram podras enormes as quaes cam no ci-
mlnho esperando que novas torrentea aa It-
vem. Hii-is adminlslracOea sao encarregadas de
calrar as ras desta cidade, mas ellas em coo-
sequenciadesses dlsaenliinentos familiares aos
dcocs c aos homens delxain o que devera fa-
zer a cargo da boa oalurexa. Ha nlsso urna me-
diocre vantagem para o viajante de profissao,
e he acbar por toda aparte o piltoreico; pe-
rora custa a perceber-seque o fisco nao tenha
feito acceslirel urna cidade onde elle v,-uu,c
al, c que oa carros dos cainponezea alravei-
aam em inullldao.
Tokay be dominada por urna monlanba eleva-
da, a uii mi das que e une:aaoHegyallja. EU
la lie avistada de mullo longe porquera vem do
Steppe, c parece provocar a agilidada dequeaa
chcia. He eata a monlanlu que Turuoll oa
cliefea huogaroa sublram brincando. 0 decli-
vio commeea junto da villa de Tai nal! Entra-
se era um cain'nbo pouco spero onde carros
puchados por bola cavara na rocha carril co-
mo os qua se achara na ealradat amigas. Ao
cabo de duaa horas chega-ae o cuipe da. mon-
lanba, Passa-se ao principio par entre iiucrnu-
imvi-is vinhas, depoil culrc vigorosos arbus-
toa.carvalhos cavelelraa que aa curvara com o
aos p solo que praduz a mil inaravllha.
f Ksludos sobre a Hungra.)
Augusto de aerando.
________f*rm/ur.)
COMMERCDO.
ALFANDECA.
Rendimnntn do di* 3. 13:700,806
Descarregam hoie 4 de fevereiro.
Barca portugueza S. Crus mercadorias.
Barca franceza *- JauV -- louca de barro.
Barca austraca Grof Appunts merca-
dorias. V
Barca ingleza Fary Quin assuctr.
Brigue sardo I) un mercadorias.
Hiele brasileiro Amelia fumo e charutos.
lmportacaO.
Brigue Sardo Dayne, vindo do Mirselha,
consignado a Oliveira Irmlos & Companhia,
manifestou o seguinte :
185 canastros batatas, 10 barra oleo de
linhica, 20 ditos azeito doce, 30 ditos alpis-
ta, 25 caixas a(0, 100 ditas sabSo, 128 dita*
vinho, 25 ditas papel, 6 ditas fructa* ieceas,
69 ditas passas, 1 caixinha chapeos de pa-
Iha, 4 ditaa drogas, 16 ssccaa amendoas,
10 ditas alfazema, 120 pipas e 20 barra vi-
nho, 30 balas papel, 20 calxaa queijos, 4
latas essencia de l.avande, 1 pacole pincois,
1970 quadros marmoro, 2 caixaa tringulos
dito, 1 porcSo de alhoa a granel.
Accrescimo.
10 cestas batatas, 6 latas agoa de La-
vando, 1 porcllo de ceblas.
Uiale brasileiro Amelia, vindo da Baha,
consignado a Novaes & Companhia, mani-
festou o seguinte :
6 caixas cuelros; a Domingos Alves Ma-
theoa.
1 ciixote pentes de marlim; a Monteiro
& IrmSos.
2 caixas mludeza*, 6 ditas ardiles, 1 di-
ta fazendas, 1 dita tbesouras, 1 dita chales
de algodSo, 1 caixflo livros, 9 pacotas cha-
peos do chile, 2 calx Imagen*, 80 fardos
tecidos de ilgodlo, 193 saccas caf, 9 ditas
cois, 30 ditas lio de algodSo, 2 gigos louca,
18 fardos fumo, 80 caixas, 1364 caixinhas
e 33 caixes charutos, 450 quartnhas, 2500
lijlos ; a oriloiii.
Patacho brasileiro 8. Jos Americano,
vindo do Rio de Janeiro, consignado a Ma-
noel Alves Guerra Jnior, manifestou o se-
guinte :
12 oalxas bebidas espirituosas, 89 saccas
caf, 40 barra toocinho, 1 caixSo cha, 120
saccas arinii, 40 tonellada de podra ; *
orden,
CONSULADO GERAL.
Rendimentodo dia 1 a I 4:105,062
DIVERSAS PROVINCIAS.
Rendimentodo dial a 8. 88,551
Exportaco.
Lisboa, o brigue poituguez Novo Vence-
Dr juizde dirMto do commeroloque'sesirva
deferir-lbe Visto ja se ter procedido conci
liacSo como o faz corto o documento n. 1 a
queo odlcial encarregado daciUcSo oumpra
o disposto do artigo 40, I a 2 do decreto
n. 737 de 25 de novembro de 18(0. Dito es-
ta. E. R.M.Jos Narciso Camello.Nada
mais a continua em dita pctujSo, pala
qual por meu despacho mande! quejustifl-
casse, em virtude do que produzio oaup-
plicante suas lestemunhas e subindo-me os
autoa conclusos, mandei a vista das mes-
mas testemunhas passar a presente carta
de edictos com o termo de sessenta dias pe-
lo tbeor do qual hei por citado ao dito sup
plicado Baobarel Flix Peixoto de Brito e
Mello para se proceder accSo qoe osuppli-
caote vai propor constante de sua peticSo
supra transcripta ; sfim de comparecer por
si ou seu procurador primeira audiencia
deste juizo que terlugara immediata da-
poisde Ando o dito prazo sobpena de cor-
rer a causa a sua revelia at Anal sentencia
o sua cxecuc,flo : pelo que toda o qualquer
pessoa prenles, amigos, ou conhecidos do
dito supplicado o poderSo lazer sciente do
que cima lica exposto e o portelro respec-
tivo publicar e afixara a presente nos lu-
gares designados no j 2.* do art. 45 do reg.
do cod. commercial ; eseri publicada pelo
Diario de Pernambuco. Dada e paseada nes-
to cidade do Recife de Pernambuco ao9 29
diaadomez de Janeiro de 1852.Eu Ma-
noel Jo* d* Mota, escrivSo o subscrevi.
Custodio Manoel da Silva Guimariee
Declarayoes.
REAL COMPANHIA DE PAQUETES INGLE-
ZES A VAPOR.
Tendo-so demoredo provavol-
mentn, pelo mo tempo, que
t -tu encontrado o vapor Te-
viot, que se egperava no dia 31
de jar.eiro, deve chegar om qualquer ins-
tante, e depois da demora do costume, se-
guir para os portos do Sul : para passagei
ros, trata-se em casa da agencia na ra do
Trapiche Novo n. 42,
Em idditamentoaoannunclo feito pela
segunda seceso da meza do consulado pro-
vnola!, se faz publico que tambem so rece-
be do dia 3 de fevereiro crranle em dianto
o imposto d" -j por canto de sgoa-ardente
consumida na provincia.
Antonio Joaquim d'Oliveira Radaem,
terceiro escripturario da segunda seccSo do
consulado provincial, faz sciente aos pro-
prietarios dos predios urbanos da freguesia
ilii s. Frei Pedro Goncalves, que principia a
latero lanr; menlo dn imposto da decima,
no dia 3 de feverere prximo. Segunda
6ec(So do consulado provincial, 31 de Ja-
neiro de 1852. Antonio Joaquim d'Olivei-
ra Baduem.
Curso jurdico de Olinda.
Os exames preparatorios romccarSo no
dia tres de fevtreiro prximo vindouro
guardada a ordem seguinte : segunda fei
Jorde228 tondladas, conduzio o seguin-, .
le :- 1.865 saceos, 22 barrica* e 8 saceos ra latim, terca (eir rhetorlca. quarta fera
com 9,599 arrobaa e 14 libras da assucir; lgica e geometra, sexta fera fraocoz e
26 pipas, 5meiasditee e98 barris mel; 59 inglez, sabbadogoographia e histori
saccas com 366 arroba* e 1 libra de algo- B. llevando impedimento em qualquer
dSo; 179 couros, 587 meios vaquetas, 18 oes referidos das hcara substituido pelo
nransOea deamarcllo o 659 pao* doquiri. dia quinta feira; o que eu Manoel Zacaras
Philadelphia, brigue inglez "Eleonora,, da Silva Braga de ordem do.director in le-
da 243 toneladas, conduzio o seguinte iVino Taco publico para conhecimento dos
2 900 saccas com 14,500 arroba* da assucar. mteressados. Olinda 30 de Janeiro de 1852.
' Canal, barca ingleza Tomaz Mellors,; O arsenal de guerra compra azite de
de 389 toneladas, conduzio o eguinte : carrapato ede coco, velas de carnauba, fio
4,300 saceos com 25,500 arrobas-de aisu- de algodSo e navios : quem quizer for-
! necer os referidos gneros, compareca no
Trieste, brigue inglez "Andes,, do 324 de fevereiro prximo vindouro, Ira
tonelada., coudu.io o seguinte I 3,800 s.c- "do sua proposta.
eos com 1,900 arrobas da assucar. Aula do Obstetricia
RECEBEDHIA DE RENDAS INTERNAS CE- A matricula estar abarla desde o pn-
RAES HE PERNAMBUCO. meiro at ao ultimo de fevereiro, as licoes
n__Jii',, Ar. .i-, 4ft1 SQQ principiarSo no dia 16. "*
Reudimenlo do d. 3 07,892 V ^ ^ 8eccSo da meza do con-
CONSULAUOi PROVINCIAL. nMo pr0Vlncla| annunci,.Se aos colleta-
Rendimentododia 31. 1.789,880 d imposto do 9 or oento.e bem assim
RENDIMENTO NO MEZ DE JANEIRO M da ca3ag em qu8 6 yondem bi,helM Qe
90M768 lottrias da oulras provincias, e lojas de mo-
-V.i)i':'l22 das,quo a cobranza dos mencionados impos-
tos deve principiar no dia 3 de fevereiro
430.400 vindouro.
2i:551,i98 Pela delegada de polica do l.districto
1:621,680 deste termo se faz publico, que fora appre-
i33:,964 hendido um menor pardo de nome Fran-
cisco, que diz ser escravo de Antonio Car-
neiroda Cunha, morador na provincia do
DE 1852.
Direitos de 3 por cento
Direitoa de 5 por cento
Capataiia de 320 ra. por aaoca dcal-
godao
Dcima dos predio urbano
Meia alta de escravoe
Sello de herancas e legados
Cinco mil rs. poreacravos deapacha-
Emolumenlos de passaportes de po-
lica -
Matriculas de gratnmatioa latina das
aulas da capilal do lyceu e enti-
narlo
Imposto de 3 por cento
Novo c veluo direitos
Multas
Juro
580,000
3,600
Ceara : quem sajulgar cun direito dirja-
se mesma delegada, que provando o
,1-1 mi ni,) e posse Ihe ser entregue.
i:oiO/000 --.Pela subdelegacia da freguexia de S.
50,010 Jos do Recife, fora apprehendido um mole-
21111,513 que qUe aDljava vendendo no atierro dos
TJrfH AfTogados, urna corrente de prata dourada,
' com chave para relogio, o mais alguns re-
quinfas : quem for aeu dono, comparega
59:799,016
, .... n. ,i.n,n quedando ossignaescertos o provando,
, ^2rM&nrim1 1&. '" '* entrogue. Subdelog.cia de S. Jos
de 1852.-0 eaerlvlafeimeijj-aejao. ^ ^.^g defOTwe|n?d8 lgM 0 bde.
Vloviraento do porlo.
Ilavios entrados no dia 3.
Trovo 51 dias, brigue inglez Viola, de 204
lonelladas, capllSo Alexandre S. Boyack,
equipasen] 10, carga carvSo; a ordem.
Terra Nova--40 dias, brigue inglez Lady
Falkland, do 159 tonelladas, capitaof.
G. Jean, equipagem 10, carga bacalhao; a
Me. Calmont & Companhia.
Rio do Janeiro -- 15 dias, barca sueca Eii-
zabeth, de 288 tonelladas, capilSo J. H.
Knoll, equipagem 15, em lastro ; a N. O.
Bieber c Companhia.
fiamos sahidos no mesmo da.
Canal barc ingleza Thomas Mellors, ci-
pitSo P. Murphy, carga assucar.
Trieste--brigue inglez Andes, capitSo R.
Barnis, carga assucar.
Philadelphia brigue inglezEleanora, ca-
pitSo William .Neckorson, carga assuear.
ED1TAL.
O Dr. Castodio Manoel da Silva CuimarSes,
Juiz do civel a do commercio desta cida-
de do Recife de Pornamb'uco por 8. M. 1.
e c- *c- I A
Facotaber aoa que a presante carta do
venlo. c agilain vivamente aua folbagem. Mala! .
IciTa .0 ae enconlram abrolboa. e erara edictos virem. ou dalla noticia. Hverem em
trra ao he coberU por urna berva macla, toda, como Francisco Jos Barbota me loz a pe-
perfumada de Dore de mil cores, como nao aa tiolo do thaor aeguiute. Di Francisco
achara na planice. Urna plaia-frina eslensa iot. (larboza, negociante matriculado no
termina o monte ; disimgue-ac anda um era-, tril^L*nal do commercio desta cidade e nel-
tera, e rochedos meios saludo da ierra.
i la morador, que quor fazer citar ao bacha-
r."^^1l:K.KS uH| %$?ln3?pe^pp'licnte em 30
v>riedade c a vida animara oaaieppe; ha em- do Marco do anno de <"*** aoie nl"el
pre a patria do liemein, porm revestida de precisos, e vencida em 30 de Margo de 184a,
proporcoea grandiosa. pira no termo de dez dias que Ihe ser as-
A cordilheira do llegyallja te elevava, como s ,,jo cm audiencia a remir pagando ao
vagas apreada. coberia de viobaae de villa*; SUDDijCante o seu importe, com o premio
aqu e ali algn montea e ergulam notado, | sl^uUdo p0r a mora, sendo condemnado
^i.'^T.\eVr.eTe.?eedi.Pr.Ut
nmiuso.raquc a vista distingu., o llml- pro. no Mpilal, jurseinusta al effecti-
tc da ierra c do eco. vo embolgo : aendo citado logo para todos
Ao depois o sol se oceultou entre as nuven.' os aiais termos oom a pena de revelia : e
Entao tudo se confundi era um vapor ligeiro: porque o aupplicado est auzente emPor-
coinu ae o mundo e separaste de ndi. A ln- lu,| na cidade de Lisboa e sem se saber o
nuodacao qne tinha devastado o pas, c cujo|. .Q de S9U domicilio, emesmose
vc.tigioa andasbalaUam.dav* arada man i..*., u exista e fOSSe Sabido O
geilade a esic quadro ; largas esleirs d brllbavam na cstenso semelbantea a rio que
procuravara seus leilo. Dir-c-hia urna (cena
de diluvio, e al esses monte Itolados ludo pa-
domicilio, nao tem lugar acitacSo fora do
imperio : requar o supplicanle a V. S. que
se sirva admillir o upplicinte provir o ex-
reclara ura impotente esforjo da oatureza bu- posto e mandar, Hita a pro va, allxar edlc-
mana para elevar-ae at a Dos,
Urna vereda encantadora condus a Tokay, a-
Iravessaudo o ccmticiio da cidtde, o qual, e-
euodo o costume hngaro, nem lem barreira,
I era recinto. Oa tumuloa vem quasi ondular
(os por sessenta dias para ssr citado o sup-
plicado referido para o exposto e tamben
para-os termos da execugfioeludo coma
pena de revelia, E assim pede a V..8. Sr.
legado, Francisco Baptista de Almeida.
ThIatrodesizibelT
StMado 7 de feveereiro de 1852.
28." RECITA DA ASS1CNATURA.
Depoia que a orchestra tiver eiecutado
urna das melhores ouverturas, rapresontar-
e-ha o muito excellento e *pplaodido dra-
ma em 5 actos:
O Marinheiro de San-Tropei.
ou .
O Envenenamento.
Torminar o ospetaculocom a nova e graoio-
sa far(a.
O tolo fingido.
r. >mi'i,-.ir.i s 8 horas.
Os bilheles acham-se venda no lugar do
costume.
O administrador empresario tem a honra
de annunoiar ao regpeltavel publico, que
com quanto se aehe enfraquacda a sua com-
panhia dramtica pele ladodo--damas--e es-
le enfraqueclmonto devido uuicamente a
imprevistas eexlraordioariascircumslancias
bem conhecidas do mesmo publico ella
cumtudo nSo se poupar jamis a toda a aor-
ta de fadigas o sacrillcioa para levar ao lim a
sua empresa tanto mais que coma com a vin-
da da artista Manoela Caeaoa Luccl, no pri-
meir vapor da Europa.que deve chegar no
I.* de marto Tuturo.
No corrente mez de fevereiro subir a
scena os seguintes dramas i Marinbeiro
deSan-Tropez =0 remandSo deSmirna. o-
pera oomicaO cara lindacomedia orna-
do de msica0 principe caiador-Vaude-
ville em msica, no qual ter de fazer sua
estr em dedamacSo a cantora Carmella
Alom deste espetaoulos baverSo dous bai-
les masoaradoa pelo entrudo. O adminis-
trador empresario nunca dismentira a con-
fia na que gozado illuatradopublicodesta
bella provincia.
Quarta-feira, 11 de Fevereiro ae 1852.
GRANDE E8PETACULO EM BENtFIO DOS
ARTISTAS
Lua Antonio Monteiro, e alaria Amalia
Monleiro.
Dapois que tiver tocado urna excellonto
ouverlura, a companhi| dramtica repre-
sentad pela primeira vez muito inters-
santo opera cmica em 3 actos,
0 REMENDAD DESMVIINA,
ou
Um dia de Soberana.
Msica de composicSo do Sr.Theodoro O-1 ra da Cruz, n. 33,
restes em seguida represantar-se-ha, i ex-
oellenta comedia ornada de msica ems
gctos.
O Car linda,
ou
O Fregador de cartszes,
Msica de compoaicSo do Sr. Pedro Car-
el*.
Finalisar o espetaculo com urna distne
Ihores farcas.
Os bilheles achSo-*e a venda na ra Bol-
las n 18 e no dia do espectculo no
theatro. ____^^__
riinrini de apollo.
20. RECITA DA ASSIGNaTL'RA.
Quarta-feira 4 de fevereiro de 1852.
Dapois da competente ouvertura, subir
de novo scena o muito applaud Jo diairia
de grande aparato.
OS1N&IHO DES. PAULO.
PROLOCO.
Personagens e actores.
Lord Richmonto Sr. Miranda.
Johno Sr. CuimarSes.
Yorick--o Sr. Seuna.
Willlam--o Sr. Costa.
Clatya Sra. D. Leopoldina.
LaraaSra. Soledade.
DRAMA.
Cario* 2--oSr. Amoedo.
Lord RedfortoSr. Costa.
Lord Westono Sr. Pigueiredo.
Lord Henriqueo Sr. Mello.
mlinios-.o Sr.Telles.
Ludlow-oSr. Jorge.
Lord Broghillo Sr. Caetano.
O Sineiro de S. Paulo o Sr. Cuimaraes.
Ricardoo Sr. Euaebio.
Samuelo Sr. Conrado.
Lady Bodforta Sra. D. Leopoldina.
Manaa Sra. D. Carolina.
Senhores da corte, soldados ole.
Terminar o diverlimenlo com a muilo
jocosa farga.
O fiieudo Sonolento.
Principiar as 8 horas. ____
PublicacSes litterarias.
ELEMENTOS
na
Homosopathia.
Sabio a luz a segunda parta desta obra
composla'pelo prolessor homceopatha bos-
set Bimont. Recebem-se assignsturas para
a obra inleira a 5,000 rs., no consultorio
homceopathico da ra das Cruzes n. 28. De-
pois da publicaefio da terceira parle, o pre-
ci) ser elevado a 8,000 rs. para aquell -s
que nSo tiverem astignado. No mesmo con-
sultorio, acha-ao a venda tudo quanto he
necessario para o estudoea pralica da bo-
mceopathia, como seja : livros impressos
para historias de doenles, regimens apro-
priados para a provincia de Pernambuco, a
aocarrega-sede mandar fornecer qualquer
encommenda de medicamentos hnmo'ui a-
thicos, tanto avulsos como em caixas, em
glbulos como em tinturas,
No prelo : fathogenesia dos medicamen-
tos brasileiros.
Elementos de anatoma e phisiologia com es-
tampas, paraos curiosos em bommopalhii.
Roga-se aos senhores assignantes o ob-
sequio de mandar receber seus exempli-
res no consultorio homceopathico da rui
das Cruzes n. 28.
TKATAIUEN liOMEO-
PATHICO.
os molestia* VEisaaaas,
e conselhos os doenles para se'cuaterna
si mesmo, aem precisarem de medico;
pelo proi'i s-nr homceopatha
Gosset-Bimont.
sabio a luz e acha-se a venda no consul-
torio homceopathico da roa das Cruzes n.
28. pelo preco de 1,000 rs.
Avisos martimos.
Para a Bahia, salte em port-
eos dias, o hiate brasileiro Ame-
lia : para o resto da carga e passa-
geiros, trata-se com os consigna-
tarios Novaes & Companhia, na
ra do Trapiche n. 34-
Em 6 de fevereiro prximo sabe pan
Lisboa o brigue' portuguez Laia, capitao
Jos de Abreu : para o resto da carga tra-
ta-se com os seus consignatarios, Francisco
Severiano (tabello & Filbo.
.-Segu para a Bahia em poneos dias o
hiate Novo Olinda, para carga e passageiros
traase com Manoel Da* na Senzalla Vellia
n. 132.
-- Para o Cear, sane a qualquer da o
hiale Anglica : quem nelle quizer carro-
gar, ou ir de passagem, dinja-se a ruada
Cadeia do Rocifo n. 49, segundo andar.
Para o llio de Janeiro, sabe
no dia 8 do correte mez, o bri-
gue brasileiro Animo, capitSo Do-
mingos Antonio de Azevedo, por
ler o seu carregamento quasi com-
pleto, para o restante da carga,
passageiros e escravos a frete, pa-:
ra os quaes tem commodos sulfici-
cntes, por o navio ter urna cma-
ra grande, aonde pdem ir os es-
cravos : para urna e outra cousa,
trata-se com o mesmo capitao, ou
com o consignatario Luiz Jos de
S Araujo, oa ra da Cruz n. 33.
Para o Rio de Janeiro.
Sai com muito brevidade, o patacho na-
cional S. Jos Americano quem no mesmo
quizer earregar, ou embarcar escravos a tra-
te: trati com Manoel Alves Guerra Jnior,
na ra da Cruz n. AO, ou com o capitao Tho-
maz Pereira do Lago.
Para o Assu.
Sai com muila brevidade o brigue nacio-
nal Conoeicao, caplao Joaquim Ferreira
dos Santos, quem no mesmo quizer earre-
gar dirija-se ao escriptotio de Manoel Alves
Guerra Jnior: na ru da Gru n. 40.
Fiela-se para qualquer parlado medi-
terrneo o brigue inglez Salla Rookh, ca-
pillo JoSo Maciaravich. Trata-se em casa
de Msnoel do Nascmento Pereira, ra ao
Trapiche n. 13,ou con) o capitSo na praja ou
a bordo.
Para o Porto.
Seguir com muita brevidade a barca
portugueza Boa-Vagem, capito Antonio
Ferreira Leita Jnior, lem bons commodos
elexcellente tratimento : para PHB'iro,,
a carga traU-se na ra do Vigario, n. II ou
com o capilflo na prac*. .
Para o Rio de Janoiro se, com mu*
brevidade por ter parte do seu carrega-
mento prompto o brigue brasileiro animo,
capitao Domingos Antonio do Azcveao.
para o restante da carga, passageiros e es-
cravos a frete, para os quaes tem commo-
dos sulllcientes, trata-se comomesrnoca
pillo ou com Luiz Jos de S Araujo, u.
y.
^<



mm
'
f
Para o Para em direitura ,
, btn conhecid. escuna brasileira Emilia
nilflo e pralico Antonio Silveir M.ciel
juiuor, tem de seguir pira o Par em direi-
lura, com a rn.ior.brevid.de possivel, por
lerqaisi toda a carga Ja engajada : quam
pretender eog.j.r oralo, ou ir de p.ss.-
sem pj8 entender-se com o capilao da
niesni, ou com J. C. Augusto da Silva, da
ruada Cruz, rmazem n. 13.
Para o Araeaty.
Segu na presente semana, o bem con he-
do hiate Capibaribe meatie Antonia Jos
Vianna, para o resto da carga, trats-se na
ra do Vigario n. 5, ou com o meslre do
niesmo no Forte do Hatto.
Para o Rio de Janeiro, sa-
lie em poucos das, o palacho bra-
sileiro Confianca: para o resto da
carga e escravos a frete, ttala-se
cora os consignatarios Novaes &
Companhia, na ra do Trapiche
n. 34, ou com o capito. na praca
do coramercio.__________
Avisos diversos.
'__ O abaixo assignado avisa
ao respeitavel publico, que a casa
de cambio da ra da Cadeia n. 34,
outr'ora de seu presado irmSo e
amigo, o finado Manoel Joaquim
Silveira, continua de hoje em di-
ante no mesmo giro de negocio,
sob a firma social de Joaquim Jos
Silveira & Companhia; responsa-
belisando-se esta por todos os tra-
tos selebrados pelo dito finado, os
quaes pelo presente se obrigam
a cumprir como se seus fosscm.
Recite, 3 de tevereiro de i85a.
Joaquim Jos Silveira.
- Mademoiselle Quentin retira-se para
franca.
--Precisa-se alugar um sobrado do um an-
dar ou casa terrea, que seja decente, com
commodos para grande familia, e frescas;
quem otiver dirija-sea ra Formosa casa da
3 o lampiao, aoedo mora a viuva do falesci-
do major S Tiago l,eisa em a mesma casa
precisa-se tambem de urna ama forra para o
servico interno.
-- Prccisa-se alugar por mez, un escra-
voanda que seja moleque, queposs.com
um barril d'sgua, e para o servico ordina-
rio depadaria : ua praca da S Cruz, debai-
xo do sobrado n. 106.
-- Dam-se 109,000 rs. a Juros, sobre pi-
nhores de ouro ou prata : no pateo do Hos-
pital relinacSo.
Huift altencao.
Troca-se ama Sra. 6. Anna, propria pa-
ra alguma Igreja ou apella, 3 V. geome-
tra de Lecroix, sogreJos da cre.cSo 1 v,
historia natural, Daniel e os prophatss me-
nores : na ra do Collegio n. i.
Pr-rmuta-se a caaa da ruado Bom Snc-
cesso n. 3, dacidade deOlinda, por oulra
na mesma cidade : a fallar na ra do Mun-
do-Novo casa n. 44, ou quein pretender an-
ouncie sua morada.
Deseja-se alugar nm bom cozinheiro,
preferindo-se captivo, para casa estrangei-
ra, paga-se bem : na ra do Trapiche Novo
11. I(.
O Sr. Raymundo Jos de A-
raujo, queira dirigir-se ra do
Crespo, loja n. 10, a negocio de
seu interesse.
O Dr. Flix Peixotodc Bri-
to e Mello, desde maio de 1849 ,
at o presente, tem residido na ci-
dade de Lisboa, como he publico
e notorio nesta cidade do Kecife.
Casa de commissSo de escravos.
Na ra Direita, sobrado de 3 an-
dares, defronte do becco de S. Pe-
dro n. 3, recebem-se escravos de
ambos os sexos, para se venderem
de commissSo, nao se levando por
esse trabalho, mais do que 2 por
cento, e sem se levar cousa alguma
decomedorias, offerecendo-se pa-
ra isto toda a seguranca precisa
para os ditos escravos.
Precisase do urna ama para casa do
hornera solteiro, preferindo-se estrangeira :
a tratar na ra do Collegio, n. 15, primeiro
ndar.
A pessoa que tiver um moleque para
alugar dirija-se ao hotel Francisco na ra
daalfandega velha, n. 9 que achara com
quem tratar.
Precisa-se de 500,000 rs. a premio com
Precisa-se alugar urna cscraVa 'que te-
rina cpacidade para tomar conta da casa de
m hornero aulteiro, sabendocosinhir, sen-
do limpa e cuidados, dispensando-ieo en-
Komnldo; quem tiver dirija-sea ra Direi-
ta n. 72, ou annuncie.
Offerece-se um rapaz portuguez, com
bastante pratica de loja de fazendas, como
paraescriptorio, ha pouco chegado do Ce>-
ra, desoja-so arranjar, para oque d fiador
a la conducta : quem o pretender, dirija'
se a ra do Cannjn. 7.
alanoel Francisco Coimbra, tendone-
cessidade de ir a cubran?, do que se Ihe de-
ve, lora desta cidade, o devendo-se demo-
rar algum tmpo nessa diligencia, consti-
tuio aaus bastantes procuradores aos so-
nhoreg Hanoel Jos de Azevedo Santos ,
Francisco Jos Baptista, e Manoel Maria ro-
drigues do Nascimento, com todos os pode-
res para em sua ausencia tratarem de todas
equaesquer negocios, que Ihe disserom res-
peilo, como se presente fosse.
Aluga-se um bom armazem com a fren-
te para a ra do Encantamento do bairro do
Recife centrada e sabida pela ra da Ca-
deia do mesmo bairro : quom delle precisar
dirija-se 10 largo da Trempe sobrado n. 1,
que achara com quem tratar.
OJAKplM DAS DAMAS.
O segundo numero deste peri-
dico anda uSo appareceu nao s
por varios inconvenientea que tem
retardado sua impressao na res-
pectiva typographia, senao tam-
bem por n5o se acharem ainda de
todo promptos os figurinos que
cm elle tem de ser destribuidos
-- Precisa-se alugar um preta de meia
idade, quesaiba cozinhar eongommir : na
ra do Trapiche n. 32. '
Precisa-sode urna ama forra quesaiba
em gomar e coiinhar para servico de urna
casa de pouca familia : no Pateo do Carmo
n. 10.
O abaixo assignado faz sciente ao publi-
co que tendo comprado a Snr." D. Maria
Francisca de Souza Ramos, mulher de Jos
3
Precisa-se alugar urna escra-! ~ Aeha-se farinha, nova de SSSF. (dera-
. P fminha) pa
d, H-ra vender, nos armazons do Dea-
VB, que Seja boa cosinlieira c com- |na Yoa\e & Companhia, no becco de Gon-
pradeira,: quem a tiver dirija-se;calves. .
' j No pateo da ribeira de S. Jos n. 15,
a ra da Assumpcao ou muro da
i
*
l'enha n. 16.
* Paulo Galgnoux, dentista,
* francez, offerece sen prestl-
* 1110 no publico para todo* os
*> mlsleres de sna pi oilao
* pode hit procurado a qual
quer I101* e 8Ua ana, na
na larga rtouozarlo, n. 36,
9 segundo amia1'- m
## *)>
Aluga-so a padana nova do Mangui-
nha, com todos os seus perlcnces: quem a
pretender, dirija-se a casa junto a mesma ,
que achara com quem tratar.
Flores de gomma,
para cabello e cima de mesa, bonecas, etc. ,
faz-se com perfeicSo, naturalidade e bom
gusto : na ra do AragSo n. 12, seguudo
andar.
Tinturara franceza, no aterro da
Boa Vista n. 17.
Tinge-se toda e qualquer fazenda de 18a,
algodo, seda e lioho, tanto em obras como,
lava-se o engomma-se com perfuic.no e ac-
ceio.
Aluga-se urna preta escrava para todo
o servico de urna casa de familia : na ra
da Alegria, n. 44.
Joaquim Ribeiro Pontea tendo contas
e letras de alguna senhores que tem delga-
de pagar-lhe, uns por amizade, outrospor
rolsxacflo tanto da parte do seu cobrador
como dos devedores, roga pelo presente
aos mesmos Sr. de virem quanto antes pa,
gar aeus dbitos a rus da Cadeia do Recife-
n. 54 asseguraodo toda a contemplar;.lo nos
juros; oseassira o n.lo fizerem passar3o
a ser demandados, o que ser urna vergo-
nli.i para os devedores alem do abuso com
metlido, alguna ate ba 15 annos.
Altencao.
Nova fabrica de chapeos de Sol no altarro
da Boa-Vista a. 22 acha-se um grande
aortimento de chapeos de Sol muita
em conta, tanto para homem.como para se-
nhora, como seja de seda ou de panninho, e
grande sortlmenlo de pecas de seJa ede pa-
panninho para cubrir os chapeos de Sol ja
usado,tambero concerta os dittos peol prego
oisuuuu, seaa e iinno, lano em ouras ouanwi-----------,----- _.._ ._ i,. .,..,
em peC.s e com multo asseio ; IKlffl como | ms commodo kM" (u"(|uer
se alimpam casacas e outra qualquer ropa e parte com toda promptidao,
de pao, que tiver nodo.s, poldo-se ^m^gggg* ?;
novas e por precos commodos.
No armazem de Pedro Antonio Teixei-
ra Cuimarfiea, na ra da Concordia, oxiS'
tem 6 canoas de amarello, de 30 a 36 pai-
taros seguintes objectos : um engenho de-
nominado Barbalbo na freguesia da comar-
ca do Cabo, com todas as suas Ierras, mal-
casas do engenho.de vi-
com 30 furos e 3 balcOes
para prelos, 1 moenda, 4
mos. sem defeitos algum, as quaes se ven- l" 8 logradores, ci
5 dem por todo preco para acabar: trata se no venda e de purgar,
. dito armazem at odia 3 do prximo moz,'grandes, senzalla p
do contrario serflo embarcadas para fra da tachas e **JE*2"ji^l&
nrnvinei le outros objectos avahados em 48.000,000 rs.
P -No di. do correnle desapp.receu da da Wgmtttmr*W **'"
casa dn hnixn assisnadn o inreto africano nunciados em o Diario de Pernambuco o a,
Aurelio de estat r.'^eul.r.'cheto do cor-| M, M ovembro do HM.|MH
po, ps .argos, com urna marca em um dos| ecep 'ados do rosto : quem o capturar ser* gra-t,(l09;
ilicado. .- AlufS-
os juros que se convencionar, por lempo de Maria Connives Ramos urna escrava do gen-
6 mozas, dando-sa sufllcientes garantas: tiode nomeCatherina com
na rria do Alecrim, n. 6 das 6 as 8 horas da
de nome Antonia, eral.* de agosto de 1851,
fui o abaixo assignado notificado para com-
parecer no dia 28 do correnle na audiencia
do I iiii'. Sr. juiz municipal da 2
a refeiiJa escrava
iiiaiiiM, e das 3 as8 da tarde, ou annuucie.
--Na noite do 1.'do correnle furtaram do
sitio doa TorrOes na Varzea, um quartao cas-
tnho com cimas e cauda curtas, tendo
pelado
cabell
ou de* no^cTa"eHCt'a".~sera' recompensTdo; I mas escravas para casa ; e como as mesmas
no mesmo sillo, ou no segundo andar do al a dala deste n3o voltass em j por !sso
7 .. T___..lkn '.. nhiK.i .cciintti n ni'n H* 1 lies a
se urna escrava, para todo ser-
v{0 de um casa : na ra do AragSo n. 40.
-- Precisa-se alugar urna casa terrea em
urna das ras aegijintes : Cruzes, Flores,
Bella Florentina Orlas Agnas-Verdes,
Trincheirase Direita. Quem tiver annun-
tem contrae- cio. u dirija-se ao segundo andar do so-
r.cs da c.m' ra'do "radon. 20J.tr.zdo Tl.e.lroV.11,0.
tilicado.
Roilol/o Joio llarata d'Almotda.
Aluga-se urna negra creoula, moc,a,
para criar, com muito bom leite : quem a
pretender, dirija-se a ra Velha n. 24, ou no
aterro da Boa Vista, loja n. 78.
Jos Ivrri i a
tado comprar as p
O orurgio Bernardo Pereira do Carmo
Trapiche ovo, e da qual he com-senhor, aos c rurgmo uernaruo rr.- .. -y
i her.lPrn. ,1o r.llM I inn Franeisro Xa- fz cente as pessoas que a tempos Ibe la-
p. d.Mdjr4dald.\^ff*t^XXw~- ''m e mesmo. quem convier e quizer.pa-
o ba pouco lempo, e de p-esente com que o mesmo Jos H.ria punha sobre a iden- JMWJ"STSaior outro'quil- Por "> Je um 8Ju,,e. r,zo"el' 0,lr,l,r
oa novos ; esta bastante mag.o, e be \ lid.de da menor, e logo que foram, ami- ^^ VrSSSi Queira f.ze-lo publi- nnualmente das molesl.as que possam ap-
ido coma letra- R-: Quem o pegar, nadas, o abaixo .signado B^pLW. ^o por eale Diario parecer, que tenl.am a bond.de de virem a
. casa de sua residencia na ra do Rozario
larga n.30,para os poderlang.remn.do seus
sobrado n. 22 atrs datheatro velho.
Urna mulher capaz se encurega de
criar um menino ou menina e de leite, aflan-
cando-se todo o zolo o cuidado no desem-
penho de seu dever : a tratar na ra da -
Palma, casa da quina, por detras do sobra- au or.dade queia prendam!, cuja ""*
do do Sr. Manoel Firmio Ferreira. | ha.xa, de.36 a 40 annos, cor preta, com um
-Precis.-se do um pequeo do 10 a 12 Hlho de 3 a 4 annos. a qual nunca tW 0
nnos para caixeiro de venda: na ra do custunie de fug.r: quem a peg.r love na
-Jos Francisco Gomes dos Santos em-
barca para I.isba a tratar de sua saude.
' ra dos Quartcis esquina do beco do Peixe
Sr. Jos Affonco i Frito, quo ser gratificado. Recife 29 de Ja-
neiro de 1852.
Ilcnnquc Jorge.
Al"ga-se o terceiro andar e solSo da
a tratar na mes-
0 Sr. que porgaialice levou na noite djennos p
-> de fevereiro, da casa do professor do Pogg Codorniz n. 12.
da Panello, um cavallo rudado com arreios1 --Precisa-se fallar ao
novos, queia acabar com a sua gracolla,: Vianna diriji-se na praca da Independonc.
.nandandn-o entregar na ra das Flores co- n. 6 e 8 ou annuncie.
ebeira do Sr Paulino. Deseja-se fallar ao Sr. Jos Antonio de .
- 0 capitao de campo, Antonio Francis- MagalliSes Bastos a uegocio deseu inters- casa da ra da Moeda n_ 7 lr"r "'
co de Oliveira, lendo ndalo na captura de se : na ra da Cadeia do Itecife n. 54. I M, de me.o d.a ate 2 horas da tarde,
diversos escravos, oncontrou com um del -No dia 1. do correnle auzentou-se Madama Routicr modista IranCCIS
nome Samuel, e da noticia de 29, que esto !um molequo crooulo de nome Francisco: Rua-JNova n. 58.
nm titulo de forros, o dito escravo Samuel, \ reprsenla ter 18 annos pouco mais ou rae-. respeitavel publico o princi-
i^'^^^*'^gsiax3^g^SB!SfSSS3SS!e^^
AUonc.no. fes signaos pode ser
Senhores arrematantes dos ch.farizes, os do; levou calca de
sesubirahlreasua fllha do poder do abai- ",I .____,_ ,. tinturara, no aterro da oa Vs-
......, Li.m ,. a mu,i,mor Pelo navio o Havre recebeo-se um lindo '
xo assignado: por tanto roga LqA8.rl sortimento das ultimas modas de Paria; ta n. 11.
em chapeos de senhoras, manteletes e en-, Nesta nova fabrica o respeitavel publico
feitos de checa e de vestidos. Ricos cha- achara um completo aortimento de chapeos
pos ; epolinhos de rede de retros do co- de sol de seda e paninho tanto para bo-
rrs bordados, ditos de bieo, ditos de cam- rnom, como para senhora, e concert igual-
braia ; ditos de seda, enfeitos de esbee e mente, por procos mais commodos do que
loucados para senhoras; ricas lilas flores o em outra qualquer parte; para este mesmo
luvas ; cabecees de blonda ede linho bor-estabolocimeiito seacha mudada a tinluraria
dados romeirase camisinhas de bico bor- franceza da ra Velha n. 74, tingindo-se to-
dado manasde blondo pira noivas ; ricosda e qualquer fazenda de seda, 13a, algodSo
fZft: b,meb?:ncoej?queU K' r^"^ ^ffi.?
h."bt.Vrter'tSsSSOiK HA, tos^m a deisedo % ch.p.o de sed. preto : Ro-1 bonitos eh.Po*.abo.***"* lg>J~
lod.s as authoridades policiaes e dondos para meninos {i""
dura
cb
gua, o que nao acontece com o aeu ouuoii- n una: no paieu uuuwui, u, F.,u,o.. ii
tuto, quealm de ser muito malcreado pa- andar. *2!'P21SS&-mXuZwEZ
racomos compradores, nao di esgoto as Desappareceo no dia 1.'de fevere.ro *A*WJto*^'^*^^
asuas, conservando-as torvas echcas.como do crrente a escrava de nome Rita, de na-. guito de bi par. H nborM ro,,s m
Vs.Ss poderao ver, quereudo-se dar .otra- caode Angolla. lem um taco de menos em *,9&J*&*E*!3
b.lho. Ilemov.m este vendedor d'.gu.,e ma orelha e urna cicatriz emum braco; res, plumas de w^ e b"nfa P" f"fe!,lue>
mandam-o par. lugar onde elle possa m.n- represento 35 annos : roga-se as autorida-J "lacadores para botina de senbor. ricas li
lerIa.eugo'loapr"eguica que tem, e man- des policiaes e capilSes de campo que ap- vas de pelica para aeobor. j^M, wm
dem para c o-Sr. Malhiaa, isto he se Vs. Ss- prehendam-na e levem ra das Lar.ngei-1 P/eta. para senhora, >!>_ de l.nl.overda-
dezejarem tambem o bem do publico etc. ras n. 2 que se recompensar.
Por um'habitante. Pracisa-se de troz compendios de
O b.rib assignado declara, que pre- grammatica da lingua nacional, das que
la de nome Pastora, quo o tinha procurado, sensm [no Lyceu : na Rua-Nova, casa n.
como snnunciou neste Diario, no dia 26 de 50 segundo andar.
Janeiro p. p., desappareceu de sua casa, no Precisa-se de urna ama para cosinhar
da 31 do mesmo mez. O Arco-Verde. e comprar na ra : a tratar n. ra larga do
Roga-se aos Srs. ofliciaes do 9." bata- Rozarlo, loja n. 48.
IhSo do infantera, alfares Antonio Matto- u Sr. Jos Domingues Pereira, queira
deiro, ricas romeiras bordadas, ricos tou-
cados de senhora para bailes ou thcalro,
chapeos de montana, lenclnhos de seda, fi-
tas do veludo para punhos e pescoco, de ve-
ludo preto, lencos do Cambraia para senho-
ra, flores e ramos do flor de laranja; na
mesma loja\fazem-se vestidos de casamen-
to, de baptisado, tocas de menino ede se-
nhora, capotinhos de todas as qualidades,
bicos e bab.dos; mangas de bico ricas e-e linho, tanto en obra, como om peca e
simples; lencos de cambraia do linho bor- com muilo asseio, assim como so alimpam
dados, bicos, transas e franjas par. qu.res- casacas e outra qualquer ropa depanno,
ma ; mantas de bico preto para mlssa ; um que tiver nodoas, pondo-se como novas,.,
sortimeolo de pulceiras d todas as qua-
lidades ; gravatinhas de fita de veludo o pul-
ceiras com as II ve 11 a 9 ricas de madre de pe-
rola, faz-se sempro ludo o quoemcommen-
da i -in segundo as modas de Pars por preco
commodo.
Cnli^ntfia
Na Ra do Aragao, n. i2, se-
gundo andar, copia-se com perfei-
cao qualquer papel em muito boa
eltra e por preco commodo.
por preijos muito commodos.
- :-----
Frutas da Portugal.
Na ra largado Rozarlo n. 20, vondero-so
frascos grandes com pecosos, damascos,
corejas o.ginjas pelo diminuto prego de rs.
1,000 cada um : escusado he tecer elogios a
estas oxcellentes fructas,pois alm deaerem
mu bem conhecldas por todos, toniam-se
muito recommendaveis pelo precioso licor
a que est reduzido o espirito em que veem
conservadas.
Vende-se 1 parda 2 le 0 annos, coslnha
o diario de urna casa, engomo, o cese : B*
ra da Concordia quem vera da ponte a es-
querda segunda casa terrea ce d.ri quem
reala.
Vende-sc um moleque crooulo, de ida-
de de 15 muas, o bonita figur : a tratar na
ra Direita n. 113.
Vnde-.sn a taberna di ra da Cruz,
com poucos fundos, e bem acreditada : .
traa.- na mosiiia casa n. 32.
Em cas. du Jarres Ciabtree 4 Compa-
nhia, no Recife ra da Cruz n. 43, vende-
se o seguinte : selins inglezes com perten-
ec, arreios para carros je 2 o 4 rodas, cor-
rentes de ferro, ancoras de ferro do diversos
lmannos, cobre em folha. lonas nglezas,
liuhaaem carriteis e novellot, graxa n. 97,
vordadeira.
Vende-se um sitio com um. casa mag-
nifica beira do rio, tendo grande Mfla adl-
anle, com 2 gabinetos, e aalcov.s, (.1.
igual aii/, com 3 quartos e cozinha, ten-
do ao todo 70 palmos de frente, e 90 de fun-
do com terreno de mais de mil palmos de
comprimento, e grande balxa de capim :
fallar n. ra do S. Amaro n. 16.
-- Vende-so ou arrenda-se, o engenho S.
Rita, moento o correnle, meia legua distan-
te la vill.i de Iguarass, com proporfOes
para safroijar-se, embarque junto do enge-
nho, alagados, e outras proporcOes : quom
o pretender, enteuda-se com o proprielario
no mesmo engenho.
Vende-se urna taberna muito bem -
freguozada para a trra, com muito bona
commodos para familia, e mdico aluguol,
a dinbeiro ou a prazo, e faz-se-ha todo o
negocio, al permuta-se por algum escra-
V3 : na ra do AragSo n. 8.
Na coebeira do Forte do Matto, vende-
so na i i lio em saccag, por menos do que em
outra qualquer parte.
Vende-se superior farinha
de mandioca de Santa Catharina,
por preco muito commodo, a bor-
do do patacho brasileiro Alegria ,
Tundeado em frente ao caes do Ra-
mos : a tratar a bordo do mesmo
patacho, ou no e-criptoi io de No-
vaes & Companhia, na ra do Tra-
piche n. .34<
-- Vende-so a casa terrea da ro. do Ara-
gSo n 18, para pagamento da quantift por-
que esta hypothec.d. .0 Sr. Miguel Archan-
jo deFigueiredo : na ra do Crespo n. 17 ,
se achara com quem tratar.
Vendem-se 2 r.logios de prata, sendo
um patente e outro suisso, e 2 correntas de
ouro para os meamos : na ra larga do Ro-
zarlo ... 26, loja de miudeaas.
Para liquidar
Faz-so todo o negocio dinheiro
Vendom-se por todo o preco presuntos
hollandezes, proprios para fiambre e tem-
pero : na ra da Cadeia do Recife, n. 23.
Vende-se,
Almdemuitos e superiores gneros, ven-
de-so igualmente os seguintes: cafe do Rio,
em porcSo e a retalho, massas linas, con-
servas, o exeellente doce de annan.z em
frascos de 6 titiras, extrait d'absinthe, Ti-
#
D. W. BAYNON.
CirurgiSo dentista ame- 4
ricano, avisa ao respei-
tavol publico desta cidade
> ter reeenlemente vollado dos Estados 4,
av Unid ), e que se acha prompto a fazer *
(g tod. qualid.de de oper.cSo perten- >
>> cen-te a su. arto segundo os me- 4)
., Ihoramenlos mais modernos: pdese ;4
procur.r do hotelFranrisco. <8
iiiao uu inianiarn, aiiere aihomiu .tu- u Sr. Jos uo 11 ngues rwmra. queira 1------- ,-.-- -- ._,' ,h.m.
m, eos, lente Bastos, que, venhain pa- annunci.r su. mor.d.Bque se .he fr+#giXStt
impresta a seus freguezes.
AOS DF.NTES.
g.r seus v.lles: n. ru. do" Livremento n. fallar.
38, senao quizerem ver os seus uouies todos n0ga-se as pessoas que se julgar er-
os das nest folha. dores je Anionj0 jo.quim da Silva, com
- I'recisa-se de um pequeo para caixci- ycnit nt s s Cruz D_ 6 ngjSo u8
ro de venda, no Rec.fa boceo L.rgo t.bern. apresantar suas contas no prazo de 3 dias
da es juina n. 1. par, 8cr p,g08.
Precisa-se a lugar um sobrado sendo
deumanlarou alias primeiro andar de
outro qualquer as ras seguintes ; larga
do Rozario, ra Direita, Pateo do Terco, ra
rS*%9$4^C$A*fj'j)ftAlS
* Manoel Joaquim Fernandas Eiras,
(V Dr. em medicina pela faculdade do @
~ Rio de Janeiro, acha-se no exercicio #
Arrendase, e tambem permuta-se,
por um. cas. de sobrado de duus andares
no bairro do Recife, S. Antonio, e Boa-Vis-
ta, com commodos sufficientes para grande
familia, um sitio muito perto da praca, por
ser logo ao sahir da Soledade para o
~ J. A. S. Jane dentista, tem a honra de f,|ngunlio, com nSo poucos arvoredos de
avisar ao respeitavel publico, que se acha fructo, chSos proprios, com grande, e de-
rezidindo na ra Nova n. 19 primeiro an-, cenle esa de sobrado, esotSo, toda envi-
dar, aonde estar sempre prompto a qual- draQada, contando 15 quartos, um algrete
quer chamado, doade s 9 horas da manliSa, frente, o qual be todo murarlo, e engra-
at as 4 da tarde ; o anuuncianle encherta d.do, com 2 porlOes de ferro, o 4 columnas
de um a todos o. dentes, quo por isso tem! com 4 lees, e no fundo outro porta, duas
sortimento de denles artifi-, grandes estribaras para 7 cavallos, o 2co-
..., ,,,i Inaluraes, e podendo-se masligar com os ,,a
Sr..." P0(ler clla 8e 8cll,r- fl. a .entregar no pri-i mesn|M ,0lla a qu,|quer comida sem sentir; precisa-se
vel publico, que est saldo em
praca de l'ernambuco. com todas as pes- mmro and.V ao'subrado"da*7.
ifMu iiimi i* 11 ji m 111 asa ii.hi.iimi i .1 a 11) 11 a rn re .. < .__
saber
._ de Horl*r"mon^Vdor"nem"terrec^ estei. habilitada para curar docntes
soascom quem tevenegocio,eCsealguem se n. 142, que sa Ihe pagar, oque por elle ti-' ?.mir T...T1-.. '..,J. .,.,,.'. fnr.-' 2... V, fL.,"-, ,.r
d'alguma senhora
curar
annos de idade, pagam-se bem a-
gradando.
Comprase elTectivamento papel Dia-
rios a 3,200 rs. a arroba : na ra larga do
Rozario n. 15.
Compra-se um escravo de nacSo, mo-
go, com principio de cozinbeiro, ou habili-
daao para o ser : trata-se na ra da Cruz n.
4, primeiro andar.
Compra-se urna escrava creoula, ou mu-
lata, sendo moca, do boa figura e com ha-
bilidades : om Olinda, no sobrado da ladei-
ra da S.
Vendas.
Compras.
, ______.,__'I nho do BlnMio, ditos de Cherry, Porto Ma-
-Compram-se bracos do balanca grandes I)i(jra cMllsc,lel de S0lublli sardinlias em
com seus pertences conxas, c.or"D'c* e|latas maiures e menores, riquissimas cai-
peios,no escriptono do contrato das carnes, jxinhasdel|,Jos Q9 tam;nho9 com amen.
ra oasCruzes n. 30. doas confeitadas, muito proprias para pre-
m Na ra UO VlgariO n. 3j, se-,aente, presuntos americanos o inglezes para
cundo andar, comnram-se escra- fiambre, ditos do Porto e Lisboa, milho em
o j oisaccas, sebo do Porto em caixas de 1 arro-
vos de ambos os sexos, ae uaoo Da> Ch preto solt eemmaasinhos de3 em
libra, latas com muito fino biseoto ul-
ule/ ; tudo isto vende-se por menos do que
em outra qualquer parte : na ru. da Cadeia
do Recife, n. 23, armazem de molb.dos.
--Vende-se um. preta de nacfio, de idade
26 anuos, que sabe bom cosinhar eeogom-
ii.i 1 ; s se vende para o inatoou para fra
da Ierra, o motivo por que se vende se dir
ao comprador: na ruado Amorim, n. 35.
Vendo-so o muito superior milho em
saccas de alqueire pelo diminuto precede
2000 a sacca : na travesa da Madre de Dos
o. 1, venda.
Na ra da Cruz n. 83 armazem de Si
Araujo ha superiores saccas com farinha de
S. Catbarina quo se vendem mais barato
que em outra qualquer parle, sendo de al-
queire cada urna a para mais conimodidade
dos compradores que levarem a sacca para
despojar se descontar.
UI.iasih SEDA.
Ven le-se finissiaias meias de seda pretas
e brancas para Sra. por commodo preco : na
ra larga do Rozario 11. 20.
Vende-se caixas COm sag muito nOVO
ha pouco chogsdo por preco commodo : no
escriptorio da Viuva Caudino de Filho ra
da Cruz n. 66.
Caixas para rap
Vendem-se as bem conbecidas caixas
de xifre do Araeaty chegadas prximamen-
te : os tomantes que qu:zerem possuir urna
exeellente caixa imitando as de tartaruga
e por muito mais commodo preco dirijam-
se ra larga do Rozario, n. 20.
F0LU1NHAS PARA i85a.
Vendem-se folhinhas de porta ,
de padre, e de algibeira de tres dif-
ferentes quaIidades,sendo urna del-
las com o almanak da cidade e pro-
vincia: vendem-se nicamente na
praca da Independencia n. 6 e 8
iiito de Santua a
800 rs.
Vende-se a historia de SimSo de N.ntus,
a 8.00 rs. : na liviana d. piuca da Indepen-
dencia n. 6e 8.
Lotera do Rio de Janeiro.
aos 20:000,000 e 10:000,000 de rs.
cautelista Salustiano de AquL-
no Ferreira avisa 00 respeitavel
'publico, que no dia 3 do prximo
I para so Ihe entregar um O?".'!" \al]JT0 meZj deve chegar do Sul 0
do 1852.-Manoel Antonio s jares da Silva. thesourero da "lotera da
- O abaixo assignado declara ao respei- relra; lUesoureiro Ui luicna
tave publico, quedeixou de ser caxeiro de matriz da Boa Vista, avisa as pes-
JoaquimJo>dei'aiva,desleodia3docor- que anda tiverem bilhetcj
rente, e pede aos seus freguezes disculpeal; t .
algumas fallas durante o tempo que l es- di dita lotera para recener, quei-
ram por obsequio dirigrem-se a
ra do Trapiche n. 36, segundo
andar, das 9 horas da manhaa, at
ao meio dia, e que os paga at o
lim deste mez.
1 Adverte-se ao Sr. R. J. "
B., que se no praso de 3 dias nao
pagar aquellea 39,24 rs- deve desde i843, ver seu nome
por estenso neste Diario, at que
pague dita quantia.
Precisa-se de'um mestre de latim pa-
ra dar licOes a um menino dontro desta
cll.be; quera eslivernest.s circunstancias
annuucie para ser procurado.
Precisa-sede um caixeiro para venda
dos cheg.dos de prximo- no becco Largo
do Recife venda que volta para a Senzalla
nova.
C7ntoC'daCsT&1?mVnma ,'J' Ver did0- jdo7d7c.ri.Uco^ dVum. dy.rrh. "de
'Z^T^XorVmT^tA Salustiano de Aquino F r'U^^^js^^^^c.- ..^u.^. tr.Uru.ru. d. Cade,, do He-
' A. Ilenriques Willmer, tendo de ven-
der a grande parte que tem no sobrado de
dous andares sito na rua|lmperial, onde est
a fundicSo, d'accordo com o Sr, Joao Jos
de Carvalho Moraes. como possuidor de urna
parte, roga poitanlo a quem for autoriza-
do, por urna pessoa da cid.de da Victoria,
qae tem tambem orna parte no mesmo so-
brado, baja de app.recer p.r. tr.Ur-aa des-
seuegoeiu : n. ra do Sol por cima do r-
uia/em de e i| ni.
Deseja-se fallar ao Sr. capitao Antonio
Benedicto de Araujo Pernambuco: na ra da
Cadeia do Recife n. 54, par. se Ibe entregar
um. carta e uns p.peis viudps de Maceio.
Os senhores que ficaram a dever, no
armazem de moldados da ra d. Cadeia do
Recile o. I, Lino Jos de Castro Ar.ujo, e
que com ello nao tem outras rel.cOes, sSo
rogados a satisfazerem seus dbitos, coma
maior brevidade possivel : dirigindo-so pa-
r isso.o seu escriptorio, na praca do Cor-
po Santo n. 2, oa ao mesmo armazem, ao
Sr. Joa Jorge Pinto, que Ibes dar quitacSo.
-- Precisa-se de alugar urna preta capti-
va, que saiba fazer todo o serviso de urna
casa de pouca familia; paga-se mental-
mente 10,000 rs.: n. praca da Independen-
cia n. 38.
leve. J-11111 no Coriol.nu dos Pr.zeres.
N. 1 1 nucir audiencia do lllm. Sr. Dr.
juiz dos feitos d. f.zenda, se hSo de rie-
inalar os bens aonunciadus nm oa Diarios de
Pernambuco de 17 do psssado mez em di-
ante.
Precisa se d um portuguez dos cliega-
dosapouco, para um sitio: quem pretender
dirija-se a praca da Independencia n. 12.
Quem precisar de cocos para embar-
que 1 dirija-se a pra^a d. InJependencii n.
12, ou noCiqui defronte do engenho, onde
os encontrar por prego commodo.
No dia 29 do passado mez, fugio de
urna gaiola na ra d'A89ump(3o, um bicu-
do, falt.ndo-lhe um. muda ; quem o pegar
poder entregar na yn< da Independencia
1. 12, quesera generosamente gratificado.
-- Aluga-se um preto para padaria, que
cntende da mesma : na ra estreita do Ro-
sario n. 13.
Precisa-se,. alugar um sitio, perto da
praca, com boa casa de vivenda para fami-
lia, que teulia estribarla e coebeira, e sen-
zalla para pretos : a tratar no aterro d. Boa-
Vi ala n. 35.
-Napolen Gabriel Bez embarca para o
Rio de Janeiro os seus escr.vos, Antonio
pird. Claudi.no pardo, Simo, crioula.
m. de pssa'ra caria dos dentes furados para
os outros sSos ; tambem tira pedras ou ca-
rias dos dentes em geral, que tanto os dam-
nefica e coopera para omioalitoda bocea,
no sendo tirado : o .anunciantea 10.n-
nos que exerce sua profiscSo -nesta cida-
de, e os muilos exemplos que tem d.do
nesse longo tempo, ser quinto basta p.r.
se garantir.
Emilio Bauch, retratista ale-
mo, tem a honra de recommen-
dar-se ao respeitavel publico des-
ta pra$a e provincia, promettendo
executar com promptidSo' e per-
feico toda e qualquer obra de
sua arte : quem quuer utilisar-se
de seu prestimo, he rogado de di-
rigir-se a casa de sua residencia ,
na ra do Trapiche Novo n. 1, ter-
ceiro andar, em todos os dias uteis
das 9 horas da manhaa ate as 4
horas da tarde.
- Antonio Martins Vianna Jnior, retirt-
- Os freguezes dasbolaxiohasdoces smo- se p.r. o Porto,
rican.s .s poderSo procur.r junto a mesma -- Precis.-se de um. am for a, ou cap
padaria em um. vend. pola be o nico de- Un, que he. todo o wr'codo J^ cwae
psito das verd.deir.s bol.xinh.s amen-: pouc. f.mili. : n. ru. da C.de.a confronte
c,naSt {ao theatro de S. Francisco n. 8.
O Sr.Bernardo de Albuquer-
que Fernandes Gama, queira man-
dar pagara subscricio deateJ)iaro.
vapor da companhia brasileira
conductor das listas da 20. lote-
ra do theatro de S. Pedro de Al-
cantara, e da 4- lotera a beneficio
dalreguezia deS. Jos, que cor-
reu no da 23 deste mez, e paga
immediatamente logo que receber
as listas, sem descont algum, to-
dos e quaesquer premios que sahi-
rem nos bilhetes, meios, quartos,
oitavos e vigsimos, vendidos na
praca da Independencia n. i3 e id,
ACIDADEDEPAMS.
Una 1I0 Collegio n. 4.'
Novo sorlimenlq d clupcos.de sol, p.r.
bomem e senhora, a saber :-chapeos de
sol de seda, armaf&o de b.lei., de 4,500 rs.
p.r. cima; ditos ditos pare senhora, da 4.000
rs. para cima; ditos de panno lino, dear-
m.cJo de b.lei. e de ferro, de 1,600 a 3,200
rs. ; ditos ditos do armacBo de junco, de
1,200 a 1,800 rs., todos limpos: grande sor-
timento de sedas e pannos, em pecas para
cobrir os mesmos, baleias para vestidos e
espartilhos de senhoras. Concertam-e to-
das s qu.lidades de chapeos de sol, tudo
loja decalcado do Arantes, e na' com perfeicSo e por menos preco do que em
ra da Cadeia do Recife n. ,6, lo- outr.^q^p.rtc.^ ^^
ja de miudezas. Est3o expostos a
venda os bilhetes e cautelas da 4-
lotera de S. Jos.
Bilhetes aa,ooo
Meios 11,000
Quartos 5,5oo
Oitavos a>8oo
Vigsimo i,3oo
Vende-ae cera par. limas de cheiro, do
cores : o. ru. do R.Dgel sobrado n. 52, a
1,000 rs. a libra.
Vendem-se ricas mobilas de fer-
ro, como canaps, mesas, cadeiras
com bra90 c sem elle, e muitos ou-
tros objectos de ferro : no arma-
zem de Kalkmann Irthaos, na ra
da Cruz n. jo.
Em casa de J. Keller &JCom-
panhia, acha-se a venda vinagre
branco, superior de Nantes, em
barris de 36 medidas.
MUTILADO
.
11

1


'
MM^__^MV

Attenrao.
Vende-se ora ophioleide de li b, linda
um bom uso, um methodo para o meruo
instrumento do bem conhecitfo auctor--
Cornello e tambero um methodo para
piano por Bertinytudo pelo mdico pre-
go de 60,000 rs.: 01 ra do Stnu Cicilit
Venderse um preto moco, bonita figu-
ra e bom stpateir, para fora da provincia,
ou para o mato: no pateo do Collegio, casa
do livroazul. .
Veodem-se 2 excellantes vaccas de lei-
te acostumadas no pasto, paridas ha poucos
dias: no sitio do Mascarenhas, no Barbalho,
ou na ra Direita o. 32. ...
Vendem-se 3 escravas mocas, de boni-
tas figuras, engommam liso ecozmbam;
1 linda mulata.de 22 annos de dade. en-
eoroma bem, cozinha, cosechara, faz doces
de todas as Dualidades; 2 mulatinhos de 1*
082 annos de idade, e 1 escrava de meia
idade, por preco commodo : na ra Direita
""' Na roa dsa Cruzes, n 22, vende-se
urna escrava cabra, sem filho, com muito
leite para criar; e com habilidades ; duas
pretas de Angolla, muito mocas, que cosi-
nham e lavam de sabSo e teem principio
de enggmmar; o urna prela de meia idade,
por 320,000, e um preto de nicSo, de 40
annos ganbador de ra, um dito de naci,
oalraeiro, de 20 annos, e um prela da Cos-
ta, de elegante figura, grvida de 7 mezes,
quitandeira. 1|A
Veodem-se cascos de pipas deLiaoa,
carrinhos de mBoe um jago de gamlo : na
ra da Praia de S. Rita, defroote da Rbeira,
casa n.tO e 12. __
-Vende-se urna canoa demilheiro, em
muito bom uao.por lijolosde alvonaria gros-
saetelhas: na ra dasTrincheiraan. 17.
-Vende-sena ra do Crespn. 11 loja
"de livros do barateiro, geometra de La-
croi! a 4/000, geometra do marquez de
Paranagu 2/000, philosophia de Cbarmar
3/000, licOes deeloquencia nacional 4/000,
burro de Salustio 28000, arthmetica de
Lacroix IR009, mestre inglez ou gramma-
tica 1,600, vlgario inglez 1,600, fbulas de
Lafootaine a 1,200 e 1,000, prmeras linhaa
sobre o processo civil por Caetano Pereira
5,000, escola mercantil sobre o commercio
*,000. code de commerce par Rogron 2,000,
traite de drot penal par Rossi 3,000, insti-;
toicoes de medicina forense 3,000, Horacio
2,000e 1600, grande sortimento de livros
em allemao, um grande atlas allemao, atlas
para as aulas 2,500.
Conlinua-se a vender gomma multa
alva, farinha do reino, assucar refinado, e
branco de Carolo, farinha do Maranho a
80 rs. a Ib., chouricas novas," cha llysson a
2,400, dito brasllero, caf de carolo* 140
rs., toucinho de Lisboa 280 rs., graxa em la-
lata a 100 rs., azeilonas novas, e outros
mu tos gneros do bom e melhor eem conta:
no pateo do Carmo venda da quina do bcco
da Bomba por baixo do sobrado de primei-
ro andar n. 13. Na mesma casa a cima pro-
cisi-se alugar um preto MdlO sem vicios e
nem achaques para o servido de urna casa.
Vende-se urna rica flauta de pau garna-
da com 8 chaves, .e da melhor construyo,
inda ltimamente deinglaterra : na ra do
Vigario n. 9 armasem de Carneiro &
Ramas.
Na ra; da Cadela do Recife, n. 49 se-
gundo andar veode-se muito boa cera de
carnauba a 5/000 is. a arroba, saceos de
gomma, pelles de cobra mu grandes, e
chapeos de palha a 10000 rs. o ceuto vin-
dos ulti mmente do Aracaty.
Vende-se farinhu fontana
muito superior e nova no merca-
do : a tratar com Manoel da Silva;
Santos, na ra do Amorim n.5Cej
58, ouno armazem do Annes nof
caes da alfandega. I
Vende-sena ruada Cadeia do Rccfc,
n. 54, loja de Joaquim Ribeiro Pontos, chi-
tas multo bonitas pelo diminuto preco de
4,000, 4,500 e 5,000 rs. pessa e covados
de 120 a 160 rs assim como corles de chita
caga por 2*009 rs., e muitas mais fazendas
que se venderSo por barato preco. Na mes-
ma loja se vende urna por?8o decaixoes
olha de Flandres viadas comfazandas;
como bemuma porefio de taboas de ama-
relio e de louro muito seccas, e paos de i
sicupjra muito em conta.
He baratissmo a 3ao rs. o covado.!
Na na do Queimado defronte do neceo do
Pexe Frito, loja n. 3, vende-se tafet roxo
muito encorpado com um pequeo toque
de mofo, pelo admirado preso de 320 rs. o
covodo.
Ra do Crespo n. a3.
Vendem-se cortes de casimira muito finas
modernas a 5,000 rs ; chapeos do Chile
pequeos a 4,000 rs.; corleado brim escuro
para caifa a 640 rs. ; cha hysson a 500 rs. a
libra ; mebs chales de 13a a 640 rs ; fil de
cOres para vestidos a 480 rs. a vara ; lencos
de 18a eaeda a 480 rs., e outras fazendas
baritas para fechar cuntas.
l'otassa americana.
No antigo deposito da cadeia velha, n.
12 existe urna pequea porc.3o de polassa
.americana, chegaila recenteraente que por
superior rivalisa com adaRussia: valde-
se por prego razoavel.
Cobertores de algodao.
Superiores cobertores de algodlo de di-
ferentes cores, teoidos a dous fios, muito
grande, lem toda applicaco em urna casa de
familia, por servir para meia de engom-
mado e forrar camas e mesmo para eacra-
vos, pelo diminuto prego de 1,440 rs.: na
roa do Crespo n. 6.
Grande fabrica de chapeos de sol,
de J. Falque ra do Collgeio
n. 4.
Neste novo estabelecimonto recebeu-se
um novo e lindo sortimento de chapeos de
Sidos ltimos goslos, tanto de seda como
depaninho para homeus e senhoras, de ar-
macSo de baloia e de asso que se vendem
por menos prego que em outra quslquer par-
te ; grande sor'lmenlo de chanialole, sedas
e paninhoa em pega de todas as cores e qua-
lidades para as pessoas que quizerem man-
dar cobrir armagOes servidas. Cmplelo sor-
tmenlo de baleiaa para vestidos espartilhos
para senhoras, fszem-se umbellas de igreja e
concerta-se qnalquer qualidade de chapeos
do sol: todos os objectos cima mencionados
se vendem em purgan e a retalho, por prego
que agradar aos freguezes vista da quali-
dade.
Na ra do Passeio Publico, luja n 9,
vendom-se 300 varas de bico e renda da tr-
ra, atacados, a 160rs., e juntamente 18 ca-
xilhos envidragadoa e promplos para qusl-
quer obra, por prego commodo.
Atoalliados de linho e de algo-
dam.
Na lola do sobrado amarello nos quatro
cantos da ra do Queimado n. 29, ha para
vender loalhas d linho e de algoddfio e to-
dos os tamanbos e larguras, assim como
em pega para vender a yaraa ; e mais um
grande sortimenlo de guardanapos de
linho de varios lmannos, tudo por prego
muito commodo.
--Vende-so cebla nova vinde de Lisboa
ce.pencada eem molden, por proco com-
cioJo : na ra da Cadeia, n, 18, ,
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Vende-se capim de planta por com-
modo preco : no sitio da trempe, u. 1.
ichas d'Uamburgo
chegadas neste ultimo navio, muito boas e
grandes, vendem-se aos ceios : na traves-
sa da Hadre-de-Deos n. 9, assia como tim
bolacinha muito nova, da quadrada e re-
donda ; barricas com dita grande tambera
nova, massas, passas, figos, ameias, nozes,
ameodoas, vinho, vinagre branco e tinto ;
papel almaco aparado, dito florete, farinha
fontana e milho ; caitas com enxofre, di-
tas com a?o, ditas com espermacete, e mais
gneros, tudo por prer;o commodo para nSo
escandalizar os compradores.
Monillos de vento
om bombas de repucho para regar hortas
d baixas de capim : vendem-se na fundido
de Bowman & Me. Callum, na ra do Brum
ns. 6.8e 10. .
Venile-sea melhor farinha que existe
no mercado a bordo do brgue Sagitario en-
trado de S. Catherina no da 25 do corronte
quem pertenderqualqer por$So diiija-se a
bordo do mesmo brigue, ou na ra do cole-
gio n. 17, 2.* andar.
Velas de Esparmacete.
Vendem-se velas de esparmacete
em caixinhas de ao Ib, em casa de
Augusto G, de Abreu :na ra da
Gadea do Kecife n. 48.
Na loja do sobrado amarello dos qua-
tro CBntos da ra do Queimado n. 29, ven-
de-se as seguintes fazendas finas o degoslo,
por pre?os de agradar ao comprador, corte,
de vestido de cambrsia com barra e baados,
fazenda de muito gosto e muito modernas
dito de cambraia de seda igual a blonde de
rico gosto, dito do seda do cores a 20 e 25/
ditos de seda furia-cores e tambem seda de
furia-cores em covado, chales e manas de
seda superiores, manteletes pretos e de co-
res da ultima moda, chita francesa padrfles
do cassa e cores tixes e outras muitas ta-
zn las de gosio.
Yend/am-sc barr com breu,
por preco ommodo, e era lotes a
trontade dos compradores : na ra
do Trapiche n. 36, escriptorio de
Matheus Austin & Companhia.
Yende-se por preco muito
commodo, para fechar contas, sac-
cas com superior farinha de man-
dioca, muito fina e alva, nos ar-
mazens de Dias Ferreira e Antonio
Annes no caes da Alfandega: a tra-
tar nos mesmos, ou com Novaes &
Companhia, na ra do Trapiche
n. 34,
.Vinho de Champagne,
e superior qualidade : vende-se no arraa-
em Kalkmanu Irmaos Ra da Cruz, n. 10
c Vende-se por preco commo-
do, cal virgem, muito nova, che-
gada pelo ultimo navio, por prego
muito commodo : no armazem de
Di'8 Ferreira, no caes da Alfande-
ga, ou com Novaes Se Companhia,
na ra do Trapiche n. 34-
Arados de ferro.
Na fundicSo da Aurora, em S. Amaro,
veodem-se arados de ferro de diversos mo-
delos.
DEVERES DOS HOMENS,
a .mu rs.
Vende-se este compendio aprovado para
as aulas, em meia encaderna^So, a 500 rs.,
cada um: nalivrarian. 6 e8,da praca da
Independencia.
Superior cha nacional
em caixinhas de 2 libras, e da melhor qua-
lidade ; vende-se por prego commodo, na
ra do Corpo-Sanlo n. 2, primeiro andar.
Velas de carnauba em libras.
Vendem-se volas de carnauba imitando
espermacete : na loja de sleiro da ra da
Cadeia do Recife n. 36.
vende-se champagne da marca, amiga
e bem coohecida, Comet, em casa de Deaue
Yule& i.ompanhia : na ruajla Cadeia.
Fara baile mascarado.
Vendem-se mascaras de cerae de pan-
no iior projo commodo na ra larga do Ho-
zarlo, loja de miudez'aa, n. *.
/
-- Vende-se no armazem de Vicente Fer-
reira da Costa na ra da Madre-de-Deus,
Iouqb azul fina avulso, apparelhos de meza
e cha dosmelhores modellose qualidades,
por preco commodo.
Mor intu superiores.
Na fundicSo de C. Starr & Companhia,
em S.-Amaro, acham-sea venda moendas
de canna, todas de ferro, de um modelo e
construc?So"muito superior
Vende-se superior cal virgem de Lis-
boa vinda pelo brigue Novo Vencedor no
passeio publico loja de fazendas o. 15, pre-
go muilo commodo.
~ Vendem-se velas de espermacete, em
caitas, de superior qualidade : em casa de
J. Keller & Companhia : na ra da Cruz nu-
mero 55.
ptimo vinho branco.
Vendem-se barris de 5 em pi-
Casa de commissSo de escravos.
Vendem-se escravos e recebem-
se de commissao, tanto para a pro-
vincia como para lora della, para
o que se oll'erecc muitas garantas
a seus donos ; na ra da Cacimba
n. 11, primeiro andar.
Arados de ferro.
Vendem-se arados de diversos
modelos, assim como americanos
com cambao de sicupira e bracos
da ferro i na fuudicao da ra do
Brum ns. 6, 8 e 10.
Cazemiras de cor.
Na loja do sobrado amarello nos quatro
cife n. 48.
Vende-se ,
damson Ilowie & Companhia, na
ra do Trapiche n. 4* > panno de
algodao para saceos de assucar ,
muito superior e barato.
--Na ruado Vigario n. 19,1. andarche-
gou recentemente e se acha a venda a su-
perior bolaxlnha de Lisboa propria para
che, finissima roarmelada em latas de li-
bra, e excellente chocolate de todas as qua-
lidades medicinaos, onde se veude por
junto ouemporcSo.
AGElNCIA \
da fundi?ao Low-MooA>
RA DA SENZALLA NOVA N. 42.
Neste estabeleeimento conti-
na a ha ver um completo sorti-
mento de moendas o meias moen-
das para engenho, machinas de
vapor, e taixas de ferro batido e
coado, de todos os tamanhos, pa-
ra dito.
FARINHA DE BALT1MORE,
muito nova e de superior qualida-
de : a tratar com Manoel da Silva
Santos, na ra do Amorim n 56
e 58, ou no armazem do Aines no
caes da Alfandega.
Antigo deposito de cal
virgem.
Na ra do Trapiche, n. 17, ha
muito superior cal nova em pedra,
chegada ltimamente de Lisboa:
tambem se vende potassa da Rus-
sia, nova e de superior qualidade.
Vendem-se relogios de ou-
ro eprata, patente inglez : a ra
da Senzalla Nova n. !i.
Farinha Fontana,
chegada ltimamente: em casa de J. J, Tu-
so Jnior, na ra do Amorim n. 35.
Veode-se urna preta com 40 annos de
idade pouco mais ou menos, de mnilo boa
conducta e propria pira todo o servico : no
armazem de Vicente Ferreira da Costa na
ra da Madre-de-Deos.
Cal vil^em de Lisbo \.
Vende-se cal de Lisboa, de p-
tima qualidade vinda no ultimo
navio : trata-se com Augusto C.
de Abrtu, na ra da Cadeia do Re-
cife n. 48.
Bombas de ierro.
Vendem-se bombas de rcpuxo,
pndulas e picota para cacimba :
na ra do Brum ns. 6, 8 e 10,
liuwlicao de Ierro.
Deposito Santos na Balita.
Vende-se,em casa deN. O. Bieber&C.,
na ra da Cruz n. 4, algodflo transado da-
quella rabrica, muito propr 10 para saceos de
assucar e roupa do escravos, por pregocom-
modo.
,000 rs. o 5,500 cada corte.
em casa de. A- V Vendem-se ealugam-se bichas, che- 9
| gadas ltimamente dnllamburgo, por #
i preco commodo: na ra de S. Amaro ?<
a> n. 28. f>
^^^^f^^^^^alj
Vendem-se amarras de ferro: na ra
da Senzalla nova n. 42.
Agencia de Edwin Maw.
Na ra de Apollo n. 6, armazem de Me. Cal-
iiinnuv Companhia, acha-se constantemente
bona sorllmentos de t&ixa de ferro coado e
balido, tanto rasa como fundas, moendas in-
eiraa todas de ferro para animaes, agoa, etc ,
ditas para armar em madeira de todos os ta-
manhos e madclloa o mais moderno, machina
lioiisniii.il para vapor, com for^a de 4 caval-
los, coucos, passadeiras de ferro estanhado
para caaa de pulgar, por menos preco que os
de cobre, escovena para navios, ferro inglez
tanto em barras como ein arcos folhas,e tudo
por barato preco.
Deposito de cal e potassa.
No armazem da ra da Cadeia
do Recife n. ia, ha
1 a, na muito supe-
rior cal de Lisboa, em pedra, as-
sim como potassa chegada ultima-
mente, a precos muito rasoaveis.
Principios geraes de economa pu-
blica e industrial.
Vnnde-se este compendio, approvado para
as aulas de primeiras letras, a 480 rs.: na
(iraca da Independencia, livraria 11. do 8.
Vendem-se selins e silboes
inglezes, de couro de porco, da
primeira qualidade: em casa de A-
damson Howie & Companhia, na
ra do Trapiche n. 4a.
Taixas para engentio.
Na fundicSo de ferro da ra do lirun,
acaba-se de receberum completo sortimen-
to de taixaa de 3 a 8 palmos de bocea, ai
quaes acham-sea venda por proco com-
modo, e com promptidio embarcam-se,ou
carregam-se em carros sem despezas ao
comprador.
Farinha de mandioca.
Vendo-so saccas com'superior farinha
de mandioca a presos rasoaveis : a tratar
com J. J. Tasso Jnior ra do Amorim
0.35.
Damasco de seda.
-- Na loja do sobrado amarello dos qua-
tro cantos da ra do Queimado, n. 29, ven-
de-se damasco de seda de todas as cores
por procj muito commodo.
Oh !
Que sSo chegados os excellentes sigamos
de palha de milho : na travessa da Lingueta
n. 6.
Deposito de cal virgem.
Conha & Amorim, na ra da Cadeia do
Recite, n. 50, vende-se barris com supe-
rior cal em pedra, chegada pelo ultimo
navio de Lisboa, por menos prego do que
em outra qualqner parte.
Farello a 3,000 rs.
Na ra da Cruz, armazem n. 13, do J. C.
Augusto da Silva, vende-se farello o mais
novo que ha no mercado, a 3,000 rs. a sicca.
Pi escriptorio de Manoel Joaquim Ra-
mos e Silva, na ra da Cadeia do Recife,
vende-se por prec,o commodo cal virgem de
Lishoa chegada no ultimo navio, bozerro de
lustro, mercurio, linha de Roriz,retroz, fei-
chaduras do Poito, pannos e casemias
de lSa.
DA
SALSA PMRILH A DE BRISTOL
salsaIKE^sands.
A salta parrllha deBristol data desde 1832, e lem constantemente mentido sua reputa.
cSo, sem necessidade de recorrer a pomposos annuncios de que as preparares de rae-
rito podem despensar-se. Usucesso doDr. Bristol tem provocado infinitas invejas
entre outras, aa dos Srs. A. II. D. Sands, de New-York, preparadores e propietarios 'di
aalsa parrilha conhecida pelonomede Sauds.
EstessenboressolicitarSoem 1842 a agencia de Salsa parrilha de Bristol, e como Dio
o pudessem obter, fabriearo urna imitacSo de Bristol.
Eis-aqui a carta que os Srs. A. R. D. Sands escreveram ao Dr. Bristol, no dia 20 de abril
de 1842, e que se acha em nosso poder:
Sr. r. C. C. Bristol.
. Bfalo, etc.
Nossoapreciavel senhor'.
Emtodooanno passado temos vend lo quantidades coisideraveis do extracto de
salsaparrilha devm. e pelo que ouvimosdizer de suas virtudes aquellos que a tem usa-
do, juljgamos que a venda da dita medicinase augmentar multissimo. Se Vm, quizer
fazer um convenio comnosco eremos que nos resultana multa vantagem, tanto a nos
como a Vm. Temos muito prazerqueVm. nos responda sobreest assumpto, e se Vtn.
vior a esta cidade daqui a um moi, ou cousa semelliante, loriamos muito prazer em o
ver em nOssa botica, ra do Fulton n. 79.
FicSo s ordeosde Vm. seus seguros servidores.
(Assignados) A. R. D. Sands.
CONCLUSA^.
1
I." A antiguidade da salsa parrilha de Bristol, he claramente provada, pois que ella
data desde 1832, e que a de Sands s appareceu em 1842, poca na qual este droguis-
ta nflo pode obtor a agencia do Dr. Bristol.
2.* A superioridade da salsaparrilha de Bristol heincontestavel, poisque nSo obs-
tante a concurrencia da de Sands, e de urna porc,3o de outras preparadnos, ella tem man-
tillo a sua reputacao em quasi toda a America.
As numerosas experiencias feitas com o uso da salsa parillia em todas as informida-
des originadas pelaimpuroza do sangue.e o bom xito obtidonesta corte pelo IIIm. Sr.
Dr. Sigaud, presidente da academia imperial de medicina, pelo (Ilustrado Sr. Dr. Aa.
tonio Jos Peixotoom sua clnica, e emsua afamada casa de saude na Gamboa,pelo lllm.
Sr. Dr. Saturnino de Oliveira, medico do exercito, e por varios outros mdicos, per-
mittem hoje de proclamar altamente as virtudes efllcazes da salsaparrilha deBristol.
Vende-se a 5,000 rs. o vidro; na botica de Sr. Jos Mara Goncelves Ramos, ru
dos Quarteis pegado ao Quartel de Polica.
Ovas doSertao.
Vendem-se ovas do Serillo muito frescaes;
chegucm freguezes antes que se acabem,
porseestaremvendendo muito barato : na
ra do Queimado loja o. 14.
-- Vende-se urna loja de sapateiro muito
afrpguezada, e com commodos para fami-
lia g fallar na ra Direita n. 55.
** Na loja pernambucana da
ra do Crespn. 11,
? vendem-se ricos vestuarios
9 para bailes de mascaras, todos de 11- #
? no veludo, com diflerentes cores, os *
mais modernos e interessantesquo se *
? tem visto at hoje : os presos sSo ?
'* mdicos e os uniformos inteiros, ten- ir
9 do cada um o competente flgurino.
Rap.Fauo Gordeiro.
recentemente chegado do Rio de Janeiro.
vende-so na ra da Cadeia do Recife loja n,
50, de Cunha & Amorim.
Sementes.
Vendem-se semenles de hortalices de to-
das as qualidades, chegadas proximatrente
do Porto, multo novas, e por precos com-
modos : na ra Direita, venda n. 76, esquina
do becco dos Peccados Mortaes.
Vende-se queijos doserlSo de superior
qualidade no armasem de Antonio Annes no
caes da Alfandega n. 5.
No armazem da ra da Mola n. (5 ,
vende-se cal de-Llf boa em pedra, a mais no-
va que ha no mercado, chegada no correte
mez, no hrigue Laya ; assim como mercurio
doco em caixinhas de libra cada urna, tudo
por menos preco doque em outra qualquer
parte.
Vende-se farinha de S. Matheus e de
Santa Catharina, do ptima qualidade, em
saccas, por menos preco do que em outra
qualquer parte: na ra do Rangel, arma-
zem n. 26.
Attenco.
Na na estrella do Rosario, taberna n, lt.
quo faz esquina para o bcco da ra do Ro-
sario, vendem-se muito superiores passas a
160 rs. a libra, marmeladaem caixinhas de
libra, figos de calda, ameixas, nozes, amen-
doas, queijos muito novos, e que tudo so
vende por menos preco do que em outra
qualquer parte, e na mesma se dir quem
vende 100 espanadores muito bem feitos.
MANOS.
Vendem-se em casa de Kalk-
mann Irmaos, na ra da Cruz n.
1 o, ricos pianos de Jacaranda, com
excellentes vozes chegados ha
pouco tempo.
Sobrado em Goianna.
Vende-se, muito em conta ,
um bonito sobrado sito na ra
do Neio, n. 58 avahado em
->. ioooooo em o qual tem parte
rsula Mara das Virgens e sua
irmaa Joaquina Alves de Faiva na
importancia de io7,473 rs. quem
pretender dirija se a caza de Kal-
l.m mu I maos,na da Cruz,11. 10.
Deposito de tecidos da fabri- J
> ca de Todos os Santos, m
* na fiahia.
a> Vende-se em casa de Domingos Al- *
I** ves Matheus, na ra da Cruz do Re- *
-> cife o. 52, primeiro andar, algodao j
'"* transadodaquellafabrica, mulopro- *
* prio para saceos e roupa de escra- 2
S vos, assim como lio proprio para re- ^
% des de pescar e pavios pira vellas, 41
a, por proco muito commodo. -ag
A**4fcMA*Q*4* AA* AMA
Charutos de Havana
De superior qualidade : vendem-se no ar-
mazem de Kalkmann IrmSos, na ra.da
Coz n. 10. _______________________
Escravos fgidos.
Desappareceu em dias desle mez o mu-
lato J0S0, conhocido por Joilo grande; he
canoeiro, tem um talho no rosto, magro,
estatura regular, foi escravo do finado Jos
Joaquim de Mosquita, e hoje pertencente a levou caiga da brim branco velh
viuva do mesm ; roga-so as autoridades po- o camisa nova Je algodao azul : suppOs-so
licaes, capiles de campo e mais pessoas que ello procurasse embarcar, ou mesmo
que o encootrarem deagarra-lo e lvalo a seguir por trra para a barra do RioFormo-
SebastiSo Marques do Nascimento, fgido
desde o dia 8 do mez de Setembro de 1851.
Foi elle escravo do Sr. Gabriel Affonso Ri-
gueira, a quem foi comprado ltimamente:
tem 28 annos de idade pouco mais ou me-
nos, cor fula, com falta de dous denles na
frente, e de cabellos do lado esquerdo di
cabefa, que se torna bem visivel por pare-
cer urna cora, tem olhos pequeos, beiQos
grossos, sem barb*, baixo, corpo regular,
e he ofjlcial de fuoileiro. Traja va jaque-
lada risesdo azul, caiga branca, camisa de
nadapolo, e levou urna trouxa, cootendo
calcase jaquetas: quem o apprehender e
levar ra da Aurora n. 62, recebar a gra-
tificarlo promettida. Suspeita-se quefosse
seduzidn, por isso desde j protesta-sc
contra queui o conservar em seu poder.
Desappareceu no da 26 do correte,
urna escrava preta, de nrTmeMara, cornos
signaos seguintes:--cara descarnada, cor
fula, olbos pequeos, narizchato, hocca ras-
Jada ps acambitados, baixa o bastante
magra; levou vestido de chita escura j mui-
to desbotado : quem a pegar, leve a a ra
da AssompcSo n. 24, que ser bem recom-
pensado.
Ddsapareceu a escrava Maris, parten-
cente a Francisco Jos de'Lira, que morou
em Pedra Tapada, a qual tem de idade *)
annos, altura regular, cor fula, pucha algu-
ma cousa pela perna direita, por te-la quo-
brido em pequea, mal feita de ps, cm
urna pequea sicatriz em urna das maces
do rosto, no qual quasi soaipre tem algu-
inas espinhas,. lem os olhos estiti*ttquic.a-
dos, he grosseira de foicOcs, e gagueija al-
guma cousa,'quando falla apressada ; sup-
pOe-se ter descido para o Recife, e por Isto,
previne-se aos capitSes de campo que se re-
compensa bem, e no caso de aprehenso,
pulo sor entregue no Recife ao Sr. major
Luiz Jos Pereira SimOes, ou 00 engenbo
Covas, ao proprietario do mesmo. NSo ha-
ver duvida em vender-se por intermedio
dos mesmos Srs. ; assim como protesta-se
usar do rigor da lei, contra quem malicio-
samente a oceultar.
Ilesaparecon na noitedodia 30 de Ja-
neiro p. p. a mulata Raymunda, de idade de
20 annos pouco mais ou menos, com os
signaos seguintes : tem os olhos com beli-
des, e urna grande marca de cicatriz sobre
a nuca do pescoco ; levou vestido dehsci-
do de algodSo de listras azues largas : quem
encontrar love-a ao seu sr..Manoel Dias.na
ra da Senzalla Velha n. 138, primeiro an-
dar, que ser recompensado.
Roga-se is autoridades ou qualquir
particular que encontrar o crioulo Cyriaco,'
escravo de llemeterio Jos Velloso da Silvei-
ra, prenda-o, pois acha-se fgido desda o dia
26 de Janeiro do corrente anno; para n'
ser agarrado, tem usado da ardileza da
mostrar urna carta dirigida I). Anna Joa-
quina da Silveira, dizendo ir entrega-la.
Levou calca de brim branco, camisa de
madapolSo; de estatura regular, secco -lo
corpo, lem um cicatriz na calcca. He elle
bem conhecido nesta prarja, pois venlu
diariamente Ienha em csvllos : quem o
pegar ou delle tiver noticia, dirija-so ao
sitio de Agua-Fria, em Beberibe, ou a osa
do Dr. Francisco Brederode de Andrade, 110
Mondego.
No dia 23 de Janeiro de 1852, dessp*-
receu um escravo de nome Antonio, cu. 1
escravo, tem os signaos seguintes : becre-
oulo, de idade de 26 a 28 anuos pouco mais
ou menos; de boa altura, cor fusca, bem
feilo de ps, emSos; temem simada uma
p uma marca de ferlda, sahio com camisa
do algoJSosinho transado axul, e calca da
mesma fazenda, nao tem barba nanhuma:
quem o prender conduta ao engenho Papi-
c, que ah ser recompensado do seu (ri-
baldo.
20,000 rs. degratificaco.
Desappirecou uma preta que parece cre-
oula, por nome Mara, com os signaes se-
guintes : chela do corpo, estatura regular,
bem parecida, cor bem preta, rojresenla ler
22 a 24 annos, tendo fgido a 17 de Janeiro
p. i'., do sitio de Santa-Anua, com uma par-
da ama da mesma casa, voltou a dias dc-
pois apadrinhada, e tendo ajuntado toda a
sua roupa desappareceu na mijito de 30 par
31 do mesmo mez, : quem a pegarleve-aa
ra do Trapiche n. 32, que ser recompen-
sado.
Desappareceu na tarde de 30 de Janei-
ro prximo Ando, da ofOcina de sapateiro
do Sr. Jos Fernandos Bastos, da ra da Ca-
deia de S, Antonio, o aprendiz escravo, de
nome Amaro, pardo escuro, de 18 a 20 an-
nos de idade, e sem defeito algum vesivel;
calcada,
MUTILADO
ra de Santo Amaro, casa n. 6, que so pa-
garSo as despezas que com o mesmo II-
zerem.
~ Desapareceu Pedia 29 de Janeiro p. p ,
o escravo Salvador, croulo, com os signaes
seguintes : alto, secco do corpo, ps gran-
des, bonita Ogurl, de idado de 17 annos ;
levou vestido camisa de madapolSo, e caiga
de riscado : osaprehensores levom-o no si-
lio da Torre em Belem.
Hio:000 de gratilicagao.
Roga-se as autoridades policiaes que
capturen] o escravo Manoel, pertencenle a
so, de onde he natural e onde mora seu Sr.
mais comodessoensejo poder alguem mal
intencionado aproveilar-se, seduzindo-o;
roga-se as authoridades policiaes a appre-
hencSo delle, o mesmo que se dignem lo-
mar em consideroslo o expendido para quo
dado o caso de seducilo nSo passe desaper-
sebido ; e gratillca-seaocampanha ou ees*
soa do povo, que o levar na referida ollici-
ou na ra das Cruzes n. 30,ou mesmo quem
doli dr noticia certa.
sjxt i' '>.' NT.r.Ttf r-


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