Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:04399


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Full Text

Aii de S?.
Sexta Fe ira '2! <[<
I mo isora depende do not me-unn* ; da ni.aaa irnilinria. nii-drracfto, eefterfai CBar-
(inirinos cuino ^fioci^uaipill, e serenos acontados ron. acnurac.io entre as Nac/ej niaia
vulias. (T'roclamacau da Aaneinble* Gara) diraiil.)
PARTIDAS DOS CQRPEI0S *FCRRESTBES.
Coianna, l'arail.n, c Rio si-ande d" Norte, na secunda e sex.a fcira.
Ilonilo a Gafanhans, a lile 24.
( aba, Semili.v-in. Rio Kliron-, I'orio Calvo, IWacein, e Ala?oas no 1 11, a 21.
I .ije.i \. Snito Aiii.io, i|uuua ena. Olimla lodos ns das.
lHS DA MSttBTA.
17 "vj. s. Aman. X'.'inn"li A mi. do Jim de Direil.i da 2. T.ua
1S Tcrfl a. I'ris'.i. Aul.do jiii/. de Direilo da f. vara.
I'l Oyaff. a, Canuto \nd do uit de dimito da 3. vara.
*-'I Oiiii Si-liaalio. A ud, do ni* de dirciin da 2. un.
"I sea. Inra. And, do .luir, de Direilo da -f. aera.
2> -i,', i. V nxuie. Re, \nl. dn .luir de Direilo da .'). vara.
V.1 |i,in 0< deaj|oaoti>>, de \. aenliora
maj
Janeiro. Auno XVIII. N. 16.
Tgm-a
0 Diario publicase lodo. di.a ,,oe ', frrm Sar,r,.,!, ,..,.... ,- rf..,..,, I
d- re, t.l ,or ouartel ,,,,, ad.a,.,,,,,,. 0, .anuae......o, as' "!,,,
Rl-M eos dos o f,,,.,,, ,,,,., ,l(. s0 .,. (1r ,,, ^ ,.,',
cambios o du90'd< jamuro.
Cambio obre Landre 2H il. p, II |',,Ul Peto, I : ,,,, rfiO
J'aril 330 rea f.-tVM'O. .. Metirano*
'. u Lisboa MI a Ka |i. Iv/O .!- (ir. muida
Oriid-Moeiladeii/iU \ 14Al|.)a l'i.C.,i,, Moeda de robre 3
i> de 1,000
1'kat.i Palaaea
N. I4.20" I'i.'kiii
V Lilla S.2.11
1,'frJOi l.'i/d
Diaeonlu de hilh. da Alfa.nl
1 Te
^^'^^\l #.fihO
-t.'.'KIa i ,l
rl00.li il ,.1.
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dem de lelrai de b.ntl -. n- i a
i I |...r 100
la |,
l'rcamnr do u
I.' as i 2 borai
2. as 12 hora,
" 2!
e 3J mi
e i'l ni
(le Jnnriri.
. da, larde
, da itnili,
P1HSR-* IU I.CA iNO HEZ i E JA.Milrt.
Poarl, min;. a 3 7 ora e i-> m '!a larde.
I .._ V II r
l.ua .Nova a II -- i I ori 54 ,. ,| ,
Ouart. rireao. a IUa (> ora, e'ti ,la larda.
La .-lua a 2"> -- i .'$ ..rn r :!,| ,i, tarda.
tarde,
larda,
A s
G (J V E W N 0 D A P R O V I N C l A.
Expediente atrasado nao publicado.
Chegando aoronhcciniPiilo desla presiden-
cia, [no nosik'slaean.K'iilos.do coppo de Po-
lica oii da inania nacional nessa comarca
para maulero ivspoito dovido as antlioriJadns
ii-m-se perdlou disciplina cm consecuencia
tic se torom Ulgirido os prefeilos na orden
econmica do servido, qnesjaos rsped i vos
coiiimaiidanles comprebende ; cumpre lser
advertir aVni., ipii' a polica nao lhe hesulior-
diuada, para t|iie Vm. inlervenlia na forma o
ordem ccnin mica do servico mas sim para
.seren GliuipridftS suasordens pelos commaii-
danles dos deslacamonlos ni prestaeio de
I',.ira policial, e ip.ie a respeito dos guardes
iacionacs destacados sao estes subordinados
iiuiiii'dialamonte so aos seos commandaates na
tbruiadas leise rc^ulameulos sobre os desta-
m.Mitos dessa loica uacitmal, competimlo aos
preftilos simplesmenti'! i reqnisicAade Ibrcivs.
O (pie se lites faz constar para que as ordens
(|ik- Vio. expelr se dirija aos respectivos com-
niandanles, indicando o numero ou (pianli-
tlade da torea, sem iutrometter-se na econo-
ma do servieo.
Dos guarde a Vm. Palacio do governo de
l'iMiiamlnico lo de Janeiro de ISi-2
Rarao da l!oa-vista- Sur. prefeto da comar-
ca de Cioianna.
Ifjuaes ollcioi Ibrao expedidos a todos os
demais prefeitosmenosodo llecife.
Olleo Ao eoiiimandaiite superior da
guarda nacional de (>oianua, coinmiinicando-
llie oeonleudo no precedente ollieio.
Iiiiaes conimiinicaeoes forao dirigidas aos
demaischofes da-guarda nacional da provin-
cia, menos aos do Recite.
i:\i';:iii:nt3 do div t) do coiihf.ntk.
Ollieio Ao inspector da thesonraria das
rendas proviuciaes, comrnnicando-llie que
o liaeharel Jos Thoiuaz :\abuco deAraujoa-
(a!ia de |ii\slar o jnramenlo devido a lim
de entrar no exercicio do juiz de direilo da
BU MADOR. (*)
Atintalo myjord Pembroke bava observa-
do tudosem dizer palavra. Finalmente ap-
proximoM-se o com aquelle totn de superio-
i idade tranquilla e fra que a fortuna d.
Cincuenta ducados, disse clle'succiula-
niente.
O pintor virou-se para elle, e fez-lbe esta
observando i
O quadro nao os vale senlir.
OInglez deitou-llie urna olliadura d'csguc-
Iba e sorrio-sc com um ar dcsdenlioso.
Kst bem meu caro, disse elle bam-
baleaudo, gjngoem lem urna coileocao de
com mil fibras esterlinas sem entender um
pouco de pintura. Vos t::heis sem duvida
vossas razfles mostr Stella para cobrirdes
o laneo sobre aquello (juadro.
lNa verdade mylonl.
Ora pois eu lambem tcnbo as minbas
L vollando-se para o piegoeiio :
Cem ducados, dsse elle, e acabemos
com isto !
A mullido pareca maravilbada. Todos os
olbosse tmbao volvido para mvlord Pembro-
ke ; a pobre viuva fra de si dal.^na jul-
gava sonhar ; e o mestre Caverdone alimpa-
va os oculos rindo-se.
O pregociro dopois de ter perguntado por
(*) Veja-se o Diario .\. ? I,"i.
tercena vara do eivel desta comarca para
(pie lora removido por decreto de 22 de no-
venibro do auno p. p.
Djto-Ao presidente da relacao. commu-
nicando-lln; o conteiido no precedente olli-
eio.
Dito Ao mencionado inspector da thesou-
raria partecipando-lliij, que a presidencia
lem prvido na cadeira di priineias letras da
frei-uesia do Cabo a Joaqujm Antonio de
Costro Nuiles e na de Sao Miguel dosHar-
reiros a Carlos Leilao Pessoa de Albiiquer-
quo.
Dito Ao director dolyceo, commiinican-
do-lhe os provimenlos do que traeta o prece-
dente ollieio.
[guaes cominunicacoes forao eitas as/,a-
maras muniCipaes do Cabo, e do RioFor-
mozo.
Dilo-Aojuiz de direilo do crime da comarca
do Pao do Albo. Recusando a recepeaodoseo
ollieio acompauliailo de dous mappas relati-
vos asegunda sessiio do jury da niesina co-
marca do anuo p. p.
Dito Aolnspeeor geral das obras publi-
cas signUicando Ibe a vista do que infor-
ma em seo ollieio de |8 dQ eorreul l qne ,
se lindo o ultimo praso concedido ao arre-
mallanle das obras do (piarlo laiK'o da es-
trada do l'ao do Albo, elle as nao apresentar
proraptas, dever partcipal-u a lim de (pi-
se faca elfoctivaa impo.-cao da inulta que
est sugeito o mesmo arromainC pt4o res-
pectivo contracto. -
Dito-Ao mesmo signifiando-llie ara res-
posta ao seo ollieio Je 18 do rorrete, que
pode ter empregades no servieo da sua Repar-
parlieao OS tres eano-iros escraviu de que
Irada no caso de nao appnreeerem ciinoei-
roslivros, que soqueirao sujtMlar ao referi-
do Si'l'VICO.
7EB
POiirCAL.
LISBOA 5* l)K DEZEWBRQ.
O Gorreio Portuguez de boje publica urna
circular designando a sua procedencia [te-
la qual se pede as Cmaras .Mimicipaes que
protestan contra (piaiquer iiilerpretavao abu-
Isiva que na prxima,;sessSode corles se pos-
! sa dar a Conslituica,,, com o lim de impedir
que para o anuo que vera *u proceda elei-
i cao para Depulados e Senadores o la/ sobre
osle assumptoalgumas importantes pondera-
i i s. Nada diremos sobre a authoridade do
.loe;,iiienlo ; adiamos porm togravca sua
materia que ate podemos dispensar-nos de
nobira sua tendencia perniciosa; porque
do strido doyr do eseriplor publico r.ao con-
sentir que passe sem o correctivo da cefisura
lodo o falso principio toda a insinuacao ma-
liciosa cujos resultados sesiam altamente
prejadiciaes ordem publica. Os erras de
tjoutrioa na sciencia social sao quasj sem-
pre de funesta.-, coiisequencias ; por isso o si-
lencio a respailo dellos pode ter a imputa-
cao da cunjplicidade. \a rbita coiistilucio-
nal lodosos Poderes c todas as Corpora
niesdo Etaiio ten altribnicoes dislindas e
e\clus\a.s, a. harmona o a ordem s pode
resultar dse conservar cada urna dessas en-
tidades invaravelniente iiasua posicao ; lo-
Roque qualyuer dellas qxercer funcees de
Olltra a natiireza do syslcma osla p,-i-vert-
la e a sua dssolue.V) inevlavel. Fazqre
i:iterpr.'!:iras les nina allriluiuo do Par-
lamenlo do grandeconselljd nacional, com-
po.si.) do homens, em queni a nagaodelegou
cssa autboridade. As Municipalkiades sao
corporagOes ujoramenta encarregadas de ad-
minislKpr as rnina dos runctiuvis appiiea-
aos (ibji'dos do servieo e ullidade local ;
incumbe-1 bes apenas providenciar nos objec-
los policiaes, que dizem respeito commo-
didade e bem-cstar dos babilanles do seu
respectivo municipio. Tudo (jne alm disto,
sabir do cainmlio legal ; lima venladeira
usurpaeao. Protestar conlra nina inlerpre-
lacao de lei verdadeiaiiieiii.' interprta-
la. Se as Municipalidades o lizessem U-
surpariam urna atlribiigo da. cortes : acom-
selfiar-Jho lanzar no meio dasociedade
um elemento desorsanisador. um sqjlsma a-
narclsico cujor. elV"ilos podein ser falaes. O
partido que aconselba un tal meio se coni-
priiicnde lodo OSCU alcance : parece le re-
nunciado a todos os principios de moralidade:
parece 1er abdicado loda a inlelli-encia : por
que devia lembrar-se que o seu proprio po-
der ha via desee, destruido p'do priucipio dis-
sol ve 11 te o absurdo que eslabdeccra. .Nao
uma tbeoria abstracia o que dizemos ; inna
desgranada experiencia confirma estas verda-
des ; nina grande parte dos horrores da rc-
volucao de Fcaoca provieranj da interven-
(o das .Municipalidades as quostOe*-pol-
ticas.
No dia (i do corren to chegou a esta corta o
Sr. Teiiente General Bario Mareciai. En-
viado Extraordinario e Ministro llenipoten-
ciariodeSua ttagestade o Imperador d'Aus-
tria. Sua Ma^estade a Uanlia Se Dignou Dar-
Ibonodio do bonteni a prmeiras Audieocia ,
uaqual astusUram a Sua Magestade o lani-
nontissiino Patriareba Kleilo os Oiciaea
Mores da Casa de Sua Magostado os G-ents
lloinens da Itoal Cmara, os Ministros e Se-
cretarios d'Kstado cllectivos e Honorarios ,
0 mais pessoas que para lae.s solemnidades
costumam ser convooad&s. Ncsta occasifto
entregou o Sr. Banao Marcchala sua Creden-
eial ereclQijoseguintodiscurso:
SCNIIOUA! O Imperador meu Au-
gusto Amo acreditaiido-me junio a Vossa
Magi-slade, ordoio'i-me antes de ludo,
n que asse^iirasse a Vossa MagCSlade do ver-
dadoiro aj'eclo que Elle sonto por Sua Au-
gusta Sobruba e do inloresse quoToma
na eonsolidaeao da Sua Cora o na voz-
p.'i ulade (lo Heiiu que a I ivina i'roviilen-
eia f servida Conliar aos disveilos de Vos-
sa Ma-'cstade.
Os Direitosiie \ossa Magestade (lora
do orlugal jaiais forain postes e:n duvi-
da p-do Imperador iiieu Amo c eu mesruo
S.'nhora Dignc-se \ossa Magesiade per-
niiltir-K' fa/.eraqui neiicao do mc;i mi-
nie live a honra de sac como orgo da
Austria, o primeiro Representante de urna
Corte estraageira. que A Saudoii, lia quin-
ic ze anuos com o Titulo de llainlia desie*
bellos Reinos.
Tenlio por inui grande ventara iiiinba
i. ser de novo Senbora nesla solemne oc-
K casiao o .orgodo Imperador.
Sua Majestad, a Dainha Oigiiou-se resp.on-
der o Seguiul :
WWi
trez vezes se ningiiem.fazia algum novo offe-
recmento, declarou (pie o quadro partencia
ao mvlord.
O mostr Stella tinba seguido ludo com 8
visla ; e deixou o [nglez pagar OS com ducados
Vos nao esperaveis pela eompetigo, mes-
tre diz este olbando para aquello com um ar
choca rio i ro.
Perdoa-me mvlord, respondi Stella,
eu a esperava.
Como assm ?
Eu tinha ouvido a vossa conversa com
este cavalleiro ; cu saba que sendo mis mili-
to pobre para dar doze ducados viuva de
Pelegrino eris bastante rico para pagar oi-
lonta mil libras por um quadro de Possino ;
quiz aprovcitar-nio do vosso gosto para obrJ-
grar-vos a soccorrer una infeliz; e conscguJ
fazer-vos practicar una aceao lioa dando-lbo
a apparenca d'uma boa compra. Quando of-
fereci Irez ducados eslava corto de que vos
oflorecories nias.
A ssim es te quadro....
Aao vale os seis paolos, pelos quacs ti-
nha sido posto em loilfio mvlord.
W. de Vivonnc |)z-se a dar grandes garga-
lliadas.
E' impossivel. axclamou o Inglez; se
assiin fosso o mcslre Stella bavia de me dar i
con la__
ducados ?... de muilo bou gra-
ic :n y lord nao vesse eoher-
ro o quadro L'-lo-liia eu
para possuir uma obra pruna .
_|)(
do. No caso
lo os laucos
comprado
mas para Icr em meu coraeao urna boa re-
cordacao de mais. Se mybml cbi'.ra a esmola
ipio lhe foi sorprendida o se decididamente
nao pode dispr de cem ducados em favor
(ruma infeliz, pode eeder-meessebenelicio,
De vagar exclainoii Vivonnc ; se elle
0 ceder, son eu quein o tome, lslo urna
li(f:o, nao assim mestre Stella? -Jui/cs-
leis provarquo nos, as pessoas do qualidado,
1 tu liamos o capricho da arle sem COUiproRcn-
de-!a ; e que sendo prdigos para salisfa/.ei-
as nossas inanias eramos avaros paraeum-
prir os nossos deveres.
Ah seiibor diz Stella, nao sois vos
si'i (pie assiin obris mas linios os hornees.
As mais das vezes os nossi; gestos tornao-so
vicios. Nao amamos as obras primas para
fazer os ou tros gozarem d'eUas, porm sim
fMra occiilla-las para ainonloa-!as de parte ,
como os avlenlos os seos Ihesouros. O nos-
so amor da arte nao 6 como^deveria si'.-lo ,
um relloxo do amor da luimanidado uma
loueura que lisongeamos. Pintores ou ama-
dores pnderimos pela maior parte um.(ua-
dro esfumado a um rosto sorrldo-se de fe-
licidade. Os ilhosde Adao sao mais que lu-
do egostas e o seu egosmo la-los ornis.
W,s pregis bem mesde, dkso M. de
Vvonrft con uma promptidao forjada-. o-
brigado ["'la bomia ; o para vos prova' (pie
ella surte ofifefto. tomai sio para a vossa pro-
E iii hoo conr o quadro acresccnloii
Lord Pembroke cun serodade.
Fa/.oi mais inylord disse Slclla dai-
Ibe um lngai no vosso museo. Cada vez que,
passardes dianle (rollo vos recordar una
familia consolada cssa.lembranca valor. um
Kaplid. (Tradu/.ido livicmentcj
O MACUOIIITA (I.)
l'm pintor de lierlin, ajndanioco, M. Hase-
linger que viajava anda n.io lia niuilos an-
uos lazomlo jornadas curias acoin|ianhando
Italia sua irniaa enferma, proli no lim d'u-
ni;i apra/.M'l larde di? mez do Junlio apolla
da gran1a-i.io:b''!o (2) da propredado do Schi--
ieisshcim prxima a Municli : lomara para a
[Capital de Haviera pela esla,'a de.Nnremberg,
porqne llCSta ultima quizera mostrar a
fid*.
Kilo apresonlou ao pinlor una bolsa que
este recebeo.
_
(I) k Macrobita cpier dzcr homcni que
vi vea mais de mu socolo. O assumpto dos-
la novella um fado da historia secreta da
ie\o,'!.v:io (l'lnglaleria. So alguns aca'ssori-
iis sao i ove u lados.
(;1) Estas casaos quintas 011 granjas-
niudels sao uma especie de esi-lioias ruraes
de agricultura pratica onde sao ensillados os
differentes ramos e welbodos Je cultivaoo,
iriedi.uiie ..erieneias vxeroitadas om ponto
grande.] Na Alemania. Sui.--.-i s modec-
11 mente cjuj Franca Ua muitos Uestes provei
loaos cstabelccimciiloo.
I
MELHOR EXEMPLAR ENCONTRADO


a
E-Mc sumisamente grato este
momento
de recebe* o Representante de Sua Megos-
titl- Imporial o Reial Apostlica, Meu Au-
gusto Irmo e Tio de rujos sentiiueutos
de amisade Eslou mu Certa ; assim como
do vcnladeiro uteresse
C l'clicdade do* M
no acerca delle, nao obstante Uso, em Durante mais de um seculo, as vistas da
vista de tanta insistencia sobre esse partid- naga se tintino voltado exclusivamente para
lar queremos accrescentar tambera alguna fora. Dal i urna dispos.co dos esp.r.tos que
cousa ao que anteriormente dissenos ain,la existe o tendencias que se tem conscr-
Nao migarnos impossivel que rom effeito j vado sem alteraeao. Mas o que tez aniiga-
resse que Toma pela paz, se rena un Congresso europeo que se or-f] mente a prosperidad.} e poder Vieus Subditos. Corres- cupe na solueo das grandes questoes nter- be nina das calizas menos I
va delles ta esculla da vossa pessoa para
junto miidia Corle Reprcsentardes o Vos-
so Soberano. ---------
HESPANH.
Madrid A de Dezembro.
Tinha-se finalmente levantedo em Barce-
* pondo Sincera a esles sentimentos ; e Me nacionaes que taas vezes hao ameaeado
apraz Anuunciar-vos qua Acho urna pro- un rompimento Tamben nao negaremos,
queehegando esse caso se falle incidente
mente da nossa siiuaco e dos graves suc-
cessos que .i ella nos tem Irazido porem o
que de nenhum modo opinamos que s por
nossa causase rena, nein se queira su
bem que assim o queiram alguns, que algu-
lona o estado de sitio e por essa occasio mas potencias estrangeiras tenluim a ousadia
havio o General Van Halen dirigido aos ba- bastante pira acordaren nenhuma das frio-
bitantes daquella cidade a seguinte allocucao :' leiras annunciadas por certos peridicos acer-
Barcelonezes : a minba palavra ha sido ca de casamento* e restauradles com que se-
cumprida como sempre que vo-la tenho da- alimenlam criminosas esperancas.
do o estado e sitio que cessa desde o da Ha de socceder a respeito do Congr sso o
dehoje, ha sido para todos o da verdadeira j mesmo que occorreo relativamente ao exer-
lbcrdade. Nem utus individuo tem tido cito formidavel que se nvisinhava a fronteira,
que chorar por abuso da minba aulhoridade I aos nove milhes de cartuxos que a toda a
-lodos teem tido a plena seguranca de que I pressa se cstavam fa/endo
scalguem apparecesse culpado a le e s
a le o .ulgaria Dcslc nv l-> Ite desempe-
nhado a mportai le misso que S. A., que
__ 1___________ L. _........t.-.. \..
mi.' cou neceo mu bem,
pie a minba conducta
me confio*. Oxal
e sempre possa
agora
corresponder a ineus desejos dirigidos cons-! as potencias ; qncm se su
tanleincutc conplcia felicidade do patz em | intervcnc.io em nossos negocii
;gocios que fa/er em
qne mando, e da patria que me deo o ser ,! sua piopria casa: bastante as silccupam as
e. |iara consegu-lo ora nenhum caso revusarei j questoes que entre ellas se agitan sem m-
quantos serviros possa prestar e sempre j trometer-se ;i I) Quixote n'um pai/. onde o
contarei com o apoio de um excrcito modelo; capillo do seculo apesar dos seus grandes
de virtudes:e de quantos de boa le defendem exerritos reenrsos e lortuna, SUCClinblu
a causa sagrada do Throuo da uossa Augusta i na poca mais brilhante da sua g Oria.
Rainba da Conslituico que bavemos jura- enganem-se os visionarios : nao esta B E
do eda regencic nica de Duque da \ icto-
ria. Barcelona 28 de Novembro de 184 I.
O conde de Peracallips.
As parlieipaccs de todas as Provincias rq-
cebidas pelo Governo aseguravam que cm
toda a parle a sua autborida le era respe riada,
<: rcinava perleita tranquilidade. -Nada mais
conten os jornaes que exija especial meuco
dem 7 de Dezembro.
A ("azota de ALdrid da da 7 con tem um
tual decadencia ; ella e.stava, no momento da
conquista dos Hespanlics, como um grande
arsenal cheio desoldados, de marinheiros,!
de Capites, o de martyres; elle tornou-se de-
pois um viveiro d frailes, colonos, ofieiaes,
e avenlureiros 5 e boje que as suas mais bellas
colonias Ihes tem escapado,os portugnezes vol-
vem sobre si as vistas sem interesse algum.
0 exterior escapa-Ibes ; o interior nao as ex-
cita jamis: he um mu antigo costume na-
cional (i de o deixar perder.
A imaginadlo popular nao se tem excitado,
e'o espirito publico uose ha empregado util-
mente. Os antigos caminlios da fortuna e
da gloria feixaro-se ao mesmo tempo. Aodes- mu.lo a nobreza para que esta nao lhe pro-
eneanto absoluto ajunta-se a miseria unier-[**** dcsconhanca o reconheciment he
sal. A naCAo nAo tem mais gosto de na- P* f^do para os poderozos Dcsta
Tildo ficou em da : Ella perdeo tudo ao mesmo tempo, sn<1! sorte os res desta dynast.a procurando sem-
palavras e quando muito nie i mais do que ; po?ia sua ventura. 0 experimentado C- ^-J^^
La demonstracao que nadaiullnir. racler portuguez nao se manifesta se nao ^ ^/^Xldw n.
marcha pacifica nuanto magestosa uuevailflo pfofimdo descorfioamonto e prortraclo I
segtiindo o nosso Governo resultado do no- l"vo I'"1 Dio sabe qem qner submeler_-se a
vim uto nacional de Setembro. Bastante len necessidade. A actividad*) mais productiva do
pppem mira dc> qn*B?nri03a que convem as naces civilisadas
muito repogna asuanaturesa e a fascinaQo
senhores sobre os quaes Mohn dominado sem
rives. Ellesa repuzero espada na bai-
nha e nao sabendo modificar suas ideis nem
seos eos tu mes, abatero seo carcter aos re-
landos da fortuna.
Restava o Brazil cuja prosperidade cresci.
Mas esta colonia era de outra natureza. que
aspossessesindianas,ousejaporque ella tives-
se enriquecido temporariamente anago, ou
por q' esta na realidadetivesse empobrecido de
sua populacho activa e industriosa o certo
he que, nao tendo a aristocraeia nenhuma
occasio de adquirir gloria e talento nao
pode si nao sustentar seus vicios e satisfa-
ser sua vaidade. Oabatimento moral da no-
bleza foi um mal geral, a corrupco des-
ceo del la as outras classes do povo ; a de-
cadencia da aristocracia nao medrou ningnem,
e o vacuo que deixara nao foi jamis prehen-
cbido.
Os principes da caza de Braganga devio
pa boje em altdn le de attenlar contra a
dependencia de urna nacao tao respeitavel co-
mo a Hespanhola c tenham todos presente ,
para o que importar-Ibes possa que nunca
mais temivel um povo como quando acaba
de sabir de unr.a guerra civil
O Espectador discorrendo acerca da pro-
de suis recordares o Portuguez gosta dasa-
veniuras, e nao do trahalho.
Em 1^8!), a ilominagao Hespanhola nao
ocasionando nenhuma mudanca uas mutuas
relaces do povo e da nobreza. todava depri-
mi todos os coracoes sob a cstreiteza do ge-
nio monacal, auxiliar do despotismo Caste-
Ihano. Toda a nac/io se abateo na inercia ;
.erdeo seo animo guerreiro e os vestigios de
toda a gloria ferio destruidos. As tradc/es
sem se perderem, tornarao-se. na boca dos ve-
Ibos mais maravilhosas, e mais embelecidas ;
porem seoecuparao por mais tempo amagina-
cao tiverlo menos lunar na existencia real e
xima reaniao das ('Artes termina um dos j solida. A perda da batalha de Alcacer tinha
seus artigos nos seguintes termos : despovoado portunal de seos ebefes e soldados;
Dentro de dezenove dias se abre para os para o fucturo nenhum meio se offereca de
possuir iguaes.
bespanhoes esta scena. E' a prinmira vez
derroto do Hegente dissolvendo a Guarda Re- que se eclebram eslas rcunies no me/, mar-
ai exterior, de Infantaria c Cavallar a cujas j cado pela Conslituico Ser este o principio
sn.isicos sao s scuntes : de um estado normal enlre nos. de um airan- .
Picio suppnraidos os corpos de Guarda jo definitivo dos negocios publico de urna que de Wraganra ; esta nova gloria nada mais
Real exterior de infantaria e ("avallara para nova poca na nossa existencia parlamentar ; fez
Todava a nobreza anda teve um bHo da.
Quarenta Qdalgos reunido, livrarlo o naiz
do jugo hespanhot c proclamaro re o Du-
subslituirem s rcgimenlos suprimidos cre-
on
spora
represent tiva
ssim o esperamos
ar-se-ho dous de inliiuteria e dois de aval- assim temos motivos de espera-lo Se a bo-
la r a ; os dous regimentos novos de infante- j nanea nao ronasces agora bao sabemos
ria devero denominar-se Constiluico o lies-quando
panha ; para o diante os corpos de guarnido
daro a guarda exterior do Paco segundo o
turno c escala que se observa para o SSrvico
ordinario.
O patriota do mesmo dia publica o seguin-
te artigo que se refere ao Congresso curo-
i>eo a que por vezes tecm alludido alguna
jornaes de Allemanha^
Todos o peridicos se oceupam do Con-
gresso curopeu que deve relebrar-se pai-a
regular os negoc os de Hespanba e se bem
que ha j alguna dias expozemos a uussaopi-
Segundo as noticias recebidas das provin-
cias iavia cm todas ellas perfeilo soego
( Do Diario do Governo )
PORTUGAL.
Desde a revolnc/iode 1820.
(Continuado do n. antecedente.)
Assim, Portugal fundado por conquista e
f religiosa viveo elevou-se e engrande-
ceo-se por guerra e expedcrtes longiquas.
que encubrir a decadencia da aristocra-
cia portuguesa. Varias circunstancias con-
triburAo sem duvida para tocar seo termo ;
o do poder individual, osecillo dos hroes
tinha passado. O espirito dos seclos que
decorrilo enfraquecno igualmente avelha or-
ganiza^ao creada pela f simntada pela vic-
toria : mas causas interiores precises e-
xercerlo urna influencia mais positiva. Li-
vres do jugo hespanhol os portugueses a-
clirao um novo mundo martimo aonda o
commercio e industria prevalecido sobre a
cava Harta aventureira. A Hollanda e Ingla-
terra tinbilo-se elevado e suas solidas ac-
quisicjOes fundavao-se sobre a utilidade. Cir-
cunscripto quase de todos os lados os Por-
tuguezes enfraquecidos, acharo-se cercados de
nicamente oceupados de suas frivolidades ,
perderlo sua estfmacjlo ; sua influencia pa-
rou as raaos dos genlis homens da segiida
ordem, que nao se atreverlo a ser poderosos,
os antigos elementos que formavfto a nago,
cometario a desunir-se e a degenerar. Os
males actuaus a desmoralisacao das eleva-
das classes devem ser attribuidos igual-
mente a urna causa de tal sortc mesquinha ,
quecustaa accusa-la de to dosastrozos effei-
tos : quero dizer ; a creaejo de lugares de
corle de grus diferentes que foro huma
fonte perpetua de despiezo einveja. Ellos
tornarlo rivaes duas porgos da sociedade que
se vio cancar e diminuir em rixas obscuras e
pueris. Finalmente a influencia da dynastia
de Braganca sobre a ristocracia em Portugal
poder-se-ha comparar aoseffeitos produzdos
em Franga pela elevagao da caza de Bour-
l>on a menos que na Franga no lempo
que os ltimos baluartes do sistema feodal
ca rao urna classe nao se houvesse elevado,
rica, instruida, prompta a langar mao do po-
der e a exerc-lo segundo os desejos da
nacao.
All pelo contrario nao se produzia si-
no prelengos, nada dactividade nadade
fortaleza todos os serios intentos da socie-
dade foro desprezados e esquecidos. A oci-
osidade social eis o que o espirito de igual-
dade moderna tem dado a Portugal. Erna
nobreza da segunda ordem se agita para ele-
var-se s dignidades e conseguir os favo-
res da primeir. As funges do governo sao
menos prezadas : nao se solicita sinao a in-
fluencia da corte smente ella apaixona ;
["s ella excita inveja defeito principal da na-
go ; mas nos antigos tem pos havia um ini
to gloriozo que era permiltido talvez dea
elle encaminhar-se com excessiva avidez, o es-
te vicio era menos vil (piando se tratava da
conquista, e do governo das Indias. Se mui-
tos grandes homens tem cruelmente expiado
jua irma o panorama d'uma cidade godiica ,
onde ainda permanece em p<; o seculo 15 em
toda a sua inlegridade meno-. os homens des-
sa era. $us|>endendo a jornada neia quinta,
que era dirigida por 11 m de seus antigos con-
discpulos na uni\ersidade de Gollinga for-
mara teuco de passar allialguns dias e pro-
mover nova d verso : melancliolia da doen-
te com o espectculo do magnifico palacio, di-
que o eslaheleriment rural dependencia
Scheiisheim i simada n'um ponto da plair
montona e estril onde se levanta a corte
de Munich como um diamante hrilhando
sobrerela. Ao suuipluuMi castello desta fa-
zenda podia coni raso appli Gustavo Adolpho a respeito da capital bva-
ra : E una sella douro sobre um caval-
lo magro. Construido en 1634 noestylo
iialiano alastra -se n'uma vuga de relva resse-
quida fechada por urna cinta de pinheiros
entecados e plantas alpinas O pavimento de
niariuore do veslibu'o deserto desconjunia-se
com a dilalacao das rai/.es de bervas que en-
tre os ventea se arraiguram Da direita e es-
uuerda solx*;n lencos de soberbe eacadaria ,
que inagest. smenle conlluem na galeria su-
perior debaixo de ledos a legoricos de Ami-
goni e cutre apainelados dc\ivien. Por de
Ira/ do asidlo na U-steira d,i lapada de mal-
lo iinpcnctravel surgen inoitas d'arvorea ,
de eMravaganies contornos cm parle loma-
das de enormes poupAS fioienlis em parle
ecOMHtas c cube: tas de nusgoj de serulos ,
pelo que na hora do crepsculo parecen um
! matiz de amarello agafroado de verde lus-
troso, e de vermellio cor do vinho. Na fren-
te do edificio do lado da campia o da estrada
de lngolstadt nem viva alma nem leve bu-
| Iba nem sequer o zumbido de um niosqui-
i to S de lempos a tempos quando as ba-
fagensda viragle amortecida trazem os rumo-
res vagos e fiaros dos trabalhos da granja ou
quando a calece da posta ehia as rodeirasde
greda do caminho pillando para o charco al-
gumas ras amedrentadas interrompem a ca-
lada e desconsoladora serenidade daquellas so-
litarias ruinas.
Apparentemente nflo se podia escolher peor
sitio para a saude de Guilhcrmina Hasslinger,
qne padeca qucix 1 de peto e a quem secre-
tamente julgaram sem cura os mdicos de
Berln. Mas paro ale.m da vefga a pavsa-
genj passa das inspirages de Salvador Rosa
ao estylo rustico de Paulo PoUer. A gran-
ja oceupa tambem os edificios em que anliga-
mente residiam as pessoaslo servico ordinario
do palacio : estas dependencias assemelham-
se a urna aldcta pelo aspecto campestre um
poucoenlameado, osentulhos do pateo os
earros velhos arruinados os bandos de rapa-
zas descalgos as pocas d'agua esverdeada, os
monturos esgaravatados pelas galinhas os
i .luios arborescentes e a indispensavel ar-
macfto do vcailo com os galbos untados de
reriiigem da cham(i.) E contraste op-
(i) Breve pintura dos logarejos daquellas
comarcas. fNotas doAuctor)
posto ao castello digno de curiosa attenglo :
alein de que tanto socego reinava neste a-
(jtintamento de ruinas da casa de nobres se-
! nliores com a vivenda alegre de fartos campo
nezes-, as bervas do prado cheiravam tilo bem;
eiitrava-sc para a granja por una porta de ar-
co maneira golhica e concorram outras
circiiinslancias to singulares que a triste
; (lenle se agradou da nova pousada at em
raso da apparencia melancholica ; c toman-
do nella paite sentiu-se um pouco alliviada.
Por isso ao ajudar-lbe sen irmo a apear ,
saltou da sege com a fugaz vivacidade de qual-
quer creanga. Eram oto horas ; surga ala
no horisonte da tapada.
. Guilhermina, [ disse o pintor receben-
do-a nos bracos ] olba quao linda sahe a la
c como est agradavel a noite
E exactamente nesse momento ella firma-
va a vista na hnha branqueada que o corpo
1 principal do castello descreve sobre a relva na
' frente do parque : pareceu que se reflecliu
emseu olhar a serenidade deste quadro. Hass-
linger conmovido observou que um sorriso a-
viventava as faces emmagrecidas, a tez lvida c
I 1 renha, a fronte pensativa as palpebras
circuladas de olheiras, e at adejava por as-
sim dizer nos anneis das madeixas lustrosas,
(pie guarneciam o semblante da donzella. O
primeiro effeito da payzagem o encheu de es
perangas. O pintor conhecia Scheleissheim :
na epocha da sua vida escholastica tempo
cm que os estudantes aleir.es percorrem a |
o semi-diametro da antiga Gcrniunia, visita-
ra como artista e viajante o palacio romntico
dos soberanos de Baviera.
Como te agradaro minha irma
[ continuou Hasslinger ], manha quando
os examinares, o-testamento-por VVilkie, e
outro quadro delicioso de Overbeck a A-
lemanha e a Italia ; -que se conservam a-
qui? ..
E assim fallando apontava com enthusi-
asmo para as sacadas da galera situada no
primeiro andar 5 janellas altas e mu rasgadas,
que sempre estavam cerradas onde s ho-
ras que eram o luar fazia resplandecer co-
mo veios ou rastilhos brilhantes os filetes
d'ouro dos caixilhos encruzados por entre as
laminas de vidro de Bohemia.
Guilhermina, encostada ao brago por al-
guns instantes csteve contemplativa observan-
do o edificio deserto e a vasta campia, po-
voada de bervas balsmicas. Eberhard ,
administrador da granja sahiu ao encontr
dos viajantes : abragaram-se os dois amigos
cordealmente e logo ambos notando o extase
suave, em que a senhoi a Hasslinger pareca
embebida auguraram bem do melhoramcnto
-d sua saude.
Mano, [ disse ella quebrando de im-
proviso o silencio ] desde lngolstadt que me
nao apeci ; se vos parece antes de nos reco-
Ihermos demos um giro em redor do cas-
tello.
[Coiitinuar-se-.l



o
seos altos feitos se o dominador da India o Ilustre Pacheco padeceo nos
ferros, ao menos na falla de ventura o desti-
no Ihes deo a gloria como diz Came de
Dom Pedro Mascarenhas. O povo nao ti-
nha nenhum ccnhecimento desla surda revo-
luto e da prostrac*o gradual das Classes ele-
vadas. Elle conservava suas )deias puras e
intactas, adorava seos reis, veneravaseos Ho-
nres e permaneca tranquillo e seguro em
quanlo a sociedade estava abalada nao pelo
fundamento como Cora em Franca r mas pelo
cume que a esmagouemsua queda.
( Conlinuar-se-a. )
PREFEITURA.
Parte do dia 18 do brrente.
Illrn. e Exm. Snr. Das partes receidas
nesta prefeitura consta que no lugar denomi-
nado Mara Simplicia, freguesia da So da
cidadede Olinda foram feridos e maltrata-
dos Jos Joaquim de Santa Arma e Antonio
Lourcnco de Santa Rsamelas 10 horas da
noilc do dia 17 do correnta mez e empre-
ando o Sub-prefeito daquella freguesia to-
dos os meios a seo alcance, para ser desco-
berto o perpetrador dos mesmos fe rimen tos
e preso para ser competentemente proces-
sado e punido fui informado de que o
pardo Bazilio escravo do negociante Caetano
Gonsalves Pereira da Cunta fora o crimi-
minoso oque foi conrmado pelos offendidos
assim na ausencia do referido pardo como
em sua presenca ; o que leo lugar a ser pelo
sub prefeito preso, e condusido para esta ci-
dade, oqual foi logo posto a disposico do
juiso crimiualdaprimeiravw-a, para proceder
ontra elle na forma da lei, acompanhado dos
corpo de delicio, directo, que se prqcedeo nos
sobreditos ferimeutos.
DECLARACO'ES
C0RREI0.
O patacho Sumar recebe a mala para o
Rio de Janeiro amanh(22) as 10 horas do
lia.
O Brigue Eugenio recebe a mala para o Rio
de Janeiro a manh (22) as nove horas do
dia.
ARSENAL DE MARINHA.
Por ordem do lllm. Snr. inspector do arse-
nal de marinlia se faz publico <|ue o pagador
de marinha recebeu dinheiros para pagar os
conheeimentosem forma dos gneros vendidos
esta reparticAo, nos dias 21 e 22 do corren-
te mez aos Senbores Jos Pedro Moreira ,
Doy le, Jos Lopes de Oiiveira, Francisco
Xavier Coutinho, Francisco Correia Jacome,
& Comp. Caelano Ciraco da Costa Moreira,
Nicolao Ott. Bicber, Manoel Joaquim Pedro
da Costa, Manoel Antonio de Jess, Luiz
Borges e Antonio Yaz deOJiveira.
Arsenal de marinha 18 de Janeiro de
1842.
No impedimento do secretario.
Christovo Santiago de Oiiveira.
OBRAS PUBLICAS.
A reparticAo das obras publicas precisa de
dois canoeiros, que sejo livres : os que
quisrem trabalhar pelo jornal de 800 reis ,
(nosdias uteis) aproientem-se na dita repar-
tir, o as horas do expediente para serem ad
mitidos.
Administraco fiscal das obras publicas 15
Janeiro de 1842.
Moura
Administrador fiscal.
O Administrador da meza das Rendas ge-
raes Internas, tendo por muitas vezes avi-
sado aos moradores doBairro deS. Antonio
para virem pagar o imposto do Banco pas-
h a tirar mandados ejecutivos contra as pes-
soas abaixo deefaradas se por ventura the
25 do correte nao vierem satisfazer o que
esto a dever. Recebedoria 20 de Janeiro
de 1842.
Francisco Xavier Cavalcanti d'Albuqucrque
RELACA0.
Manoel Cardozo da Fonceca
Gaudino Agostinho de Barros
Jos Gabriel d Silva Loureiro
Jos da Silva GuimarAes
Antonio Jos Coelho do Rozario
Antonio da Silva Oiiveira
O mesmo _^
Joo Jacinto d'OIrveira
.los Joaquim de Mesquita
Jos Justino de Souza
Jos Goncalves da Cruz,
5*000
20*000
20*000
8*000
20*000
10*000
10*100
10*000
20*000
2*000
6*000
Pedro Ignacio da Cunha
Jos Pinto de Oiiveira
Antonio Ferrcira Christovo
Antonio de Moira Bastos
Joaquim Jos de Almeida Pinto
Jos Carlos Marinho
Jos Antonio Rodrigues
Manoel Ignacio
Aprigio Carlos Pessoa de Mello
Continua.
0*000
ijOOO
4*000
20*000
8*000
10*000
10*000
10. 000
0*020
I nhora da GonceicAo da Ponto : no Bairro da
Boa-Vista noCollegio Pernambucauo ra do
Atierro n. 6. Nos mesmos logares ja sea-
cha venda o primeiro Tomo pelo preco
!de 2*400 icis.
A Y I ZOS DIVERSOS.
Vice-consulado deS. M. Catlica em Pernam-
buco.
Para conocimento del comercio extrangero
se transcribe il seguinte :
i-'" Secretaria del Despacho de Estado
Habiendo-se notato con sentimento que los
capitanes de buques mercantes extrangeiros
que vienem a. puertos espaoles no observan
coula pontualidad debida los reglamentos
y disposiciones concernientes su entrada y
despacho, y como receentimente habiese oe-
corrido en Cadix que um de estos Buques
dio a la vela y salie furtivamente sin haber si-
do "despachado por la Capitana de puerto ni
haber obtenido patente de sanidad, dejando
por lo tanto de satisfacer los derechos da al-
mirantargo la regencia provisional del Rei-
no h tenedo a bien resolver por el ministe-
rio de Hacienda loseguinte :
{-"* Que los Buques que vi ligan aeXpres-
sa consignacin queden bajo la responsa-
belidad del consignatario, quien deber res-
ponder de todas las inflaciones a as leyes; y
2-* Que los Cnsules como agentes y pro-
tectores que son del Comercio de su paisa ga-
ranticen no como particulares, sino como
tales cnsules l pontual observancia de las
leyes y ofrescan la justa vindicacin de su
Gobierno contra aquellos que las quebranta-
ren evadiensen las penas por medio de l
fuga.
De orden de la Regencia digo a 11-paro su
inteligencia, ejecucin y publicidad segn
le corresponda. Dos (iuard.
Nuno Mara de Seixas.
V. Cnsul.
ANCDOTA.
Um clrigo muito agarrado s formulas
syllogisticas de argumentar, mas que neni
por isso era destituido de natural agudeza,
tinha a inania de fazer distinecoos a esmo ;
e a qualquer questo acuda logo = distin-
go. 'Frequentava a casa de certo prelado mai-
or onde o matraqueavo com a balda do =
distingo : n'uma tarde concordarn os da as-
sembla que apenas o padre chegasse Ihe
proporio objecto, que nao admitlisse dis-
tineces. Veio como era de costme, e o
prelado Ihe dirigi esta pergunta : = Esta-
vamos a resolver urna duvida queremos po-
rem ouvir o scu voto. Acaso far um caldo
quebrar o jejUm ;'.. = Dislingo res-
pondeu logo o clrigo = risada gcral dos tir-
cumstantes=eelle sem se perturbar conti-
nuou: = se o caldo f<\r de qualquer por-
tara de convento nAo far perder o jejum ;
mas se for da cosinha de V. Ex." cntao uf-
firmo qne sim. =
a i
NOTICIA LlTTERARIA.
Bernardino Freir de Figueiredn Abreu
Castro emprehende dar luz um Curs ele-
mentar de Historia Geral em seis voluntes ,
naseguinte ordem: o \' conlem a Historia
Sagrada do Antigo Testamento isto da
creacAO' do mundo al a viiida de Jess Chis-
to: o 2o a Historia da Vida de Jess Chisto
e dos Apostlos e a Historia dos Judeos des-
de a sua dispersAo at nossos dias : o 3" com-
prehender a Historia Antiga e Ciega : o 4"
a Historia Romana e da Idade Media : o B"
a Historia Moderna : o 0" a Historia de Por-
tugal e do Brasil.
Em auxilio desla empieza roga scu auetor
a subscripeo de lodos aquclles Senbores que
se interessAo pelo melhoramenlo das letras ,
nos termos segintes
0 preco de cada Tomo s ser regulado de-
pois d'impresso.
0 preco do 1. que est prompto e ve ser
distribuido de 2*000 reis para os Senbores
assignantes.
A quanlia de cada um cxemplar s ser
salisfeita no acto da entrega. .
.B. Os Senbores assignanles do Rec'fe
terao a bondade de decan:r sua morada a
fim de Ihes serem ahi entregues os volumes
que se forem publicando.
Assigna-se no Bairro de S. Antonio Loja
de Livros da Praca da Independencia n. 57
e 7)8: r-j Escriptorio da Typographia Im-
parcal ra do Collegio I). 12 : no Bairro
do Recifc Loja de Lveos do Arco de N. Sc-
Snrs. Redactores Cerca d'um anno far
agora, que os prensarlos e alguus morado-
res do Forte do Mallos, enderecaro urna re-
presen tafto a cmara municipal desla cida-
de em que expozerAo o grande risco em que
permanecen! de serem incendiados seos esta-
belecimentos e sutlbca 'os por densas niivens
de fumo. Terriveis consequencias das conti-
nuadas crenas que se fasem na beira da
praia daquelle lugar. Predios, movis, e rou-
pas ludo estragado pelo uimenso fumo do
fogo em pregado nessas crenas! e dever o
publico solIYer mais este grvame ? dever as
commodidades de um ou oiltrcm, prevale-
cer ao bem commum ? Por certo que nAo.
Mas que altenco prestou a Ilustre cmara
a tal representaeao,pergiintar-se-ha? Sabemos
tnicamente que a remelleo a una commis-
sao.
No en tanto continu o flagello solTra-sc
esta tortura, queime-sc fasendas c proprida-
des morra-sc su llorado em fumo ; por que
sao tantas as crenas que nem mesmo nos do-
mingos deixa de as haver Snrs. da c-
mara municipal attendei. Em vossa corpo-
racaO existe (un membro, que he oceular
testemunba de tal flagello elle pode se qui-
scr dizer-Vos oqtiantosoflre, eoriscoem
que tem visto grande parte de sua fazenda ,
pode em fim expor-vos a verdade mais am-
plamente do que se vos tem relatado. 0 Pa-
co da assemblea provincial, o trapixe 6 pren-
sa de algodao os armasens da alfandega os
estaleiros todos por ahi colocados, e que
conten em si grossos valores devem mere-
cer promptamente a vossa solicitude. Fazei
por to justos motivos, cessar semelhantes
crenas naquelles lugares, removei-as para on-
de nao po&do causar tantos damnos ao publi-
co. Assim o espera o
Cidadld.
cr O abaixo assignad faz publico que
dcixou de ser caixeiro do Snr. Jos Joa-
quim de Oiiveira & Companhia desde o dia
20 do crrante Manoel Joaquim Muniz.
iZT Alluga-sc urna caza terrea Com rom-
modo para familia sita em S. Amaro: quem
a peilender dirija-se na entrada da estrada de
S. Amaro a fallar com Joo Baptista Claudio
Trcsse no seo >itio.
XLf Na ma do Vlgarioarmazem t. 14 exis-
ten duas cartas para os Srs. Joze Amonio B-
beiro e Silva o Joaquim Freir Pedroza ,
viudas ltimamente do Porto com
romeadas.
cy Na rua da Cadeia do Recife n. 6, e
na venda da quina do Beco largo lia quem
tem carrocas de cbnduzir pipas e outros gene
ros a saber : pipas dentro do Recife a 400 e
sendo pouca destancia por menos Fora de
portas 800 e l| 000 S. Antonio at rua
Nova e Livramento, fl ponas e atb a Pra-
ca da Boa-vista t > 280, sendo mais longe
se ajustar assim como mais ^eneros por
preco cmodo : quem precizar procure a qual
qtler ora que adiar com quem tratar assim
orno na porta da Alfaudc/;a das 9 horas em
(liante.
C7' Antonio Vaz Vieira continua a vender
no seo estabelccimeiito ra do Amorim nu-
mero 10."> boin caf moido em porces e a re-
talbo por preco commodo, e igualmente
recebe caf em grAo para torrar e moer. Se-
vada molda a 20 reis a libra. No mesmo lu-
gar lia para vender-se duas rodas de ferro,
proprias para bombas.
ZIF Acha se a venda na loja de Guerra
Silva tv. Companhia na rua Nova I). 0,
muito bons licores de todas as qualidades e
por precocommodo.
cy Segunda tetra 24docorrente conti-
nua nose exereciio, a aula particular de
primeira letras naruada Penha.
tzr Os Snr. morgado das Alagoas oit seo
procurador queira annunciar sua morada
para se Ihe falar, sobre negocio de sen n-
ter eicye.
C7"0abaixoassignado morador noange-
nbo velbo no Cabo, sitio denominado quin-
gongo faz sciente que a dia* appareceo um
preto por nome (Metano que diz ser escravo
do Sur. mejor Barbosa Snr. do Engenho
Purgatorio, solicitando para o comprar, sen-
do que o dito Snr. major queira vendel-o ou
trocar por outro igual pode mandar para se
ell'eituar tal negocio ou alias o mander bus-
carear pois que annunciatc nao se responsa-
bilisa por qual quer fuga que o dito preto fa-
umas en-
7 i ;~"~~'---1~Z~....__1_^11ITI7^'.^
C'a. Francisco Bares ParretoJnior.
O abaixo assignado aviza u todos os
Srs. (pie tem pnbores de aura e prata eni
sua mo ja vencidos a muito lempo,
principalmente a Sra. I). J. F. T. queja
se acha vencido a sete mezes e tanto que no
prazo de 8 dias a dita Sra. como os mais Sis.
os mandem tirar pois ja trez vezes tem a-
vizado e nAo pretende mais avizar s sim
passalos a vender para seu em boleo. pois
duvida que xegem para o principal e juros .
e para se nao chamarem a ignorancia faz o
prezenle. Herculano Josde Freilas.
Quem quizeralugar una preta para O
linda pagando-se-lhedezinil reis mencaes .
quem a tiver annuncie.
k- O Sr. Policarpo Luiz (oncalves Ferrei-
ra tenha a bondade de dirigr-se a ruado
Cabug loja de Antonio Pais da Ouz; a trac
lar de negocio de scu inleresse.
= Quem precizar de urna ama para den-
tro de casa dirija-se ao bairro baxoem urna
meia agua de duas portas, urna tem rotula
outra nao defronte de una venda fexsda .
e a venda he por baiso de um sobradinbo de
um andar.
= O abaixo assignado partecipa ao res-
peitavcl publico, e principalmente aos Se-
nbores Negociantes, que admiti por soci<
mi stia loja de fazendas sita no aterro du
l{oa-Vista I). 2aoSnr. Manoel Antonio de A
zevedo, o qual est encarregado de toda a
gerencia do dito eslalielecimento e que este
girar debaixo da firma commercial de
Joo Lete Pita Ortigueira & C."
JoAo Leite Pita Ortigueira.
= Os Administradores encarregados da
liquidacAo, da casa de Joze Domiogues da
Costa avizao aos mais credores da dita casa
para que compareci no dia 24 do crrante
mez as 10 horas da manhA na casa em que
mora a viuva, rua do Livramento n ase-
gundo andar para tractar sobre ff forma do
pagamento dos respectivos credores vista
do Balanco da mesma casa que cada um po-
der ver na occaziAo em que se reunirem.
tsr Peranle o Sr. Dr. Juiz du dreilo da
1. vara do civel, hoje 21 do corren te pe-
las tres horas da tarde na rua das cruzes 0. 1,
se lia de arrematar urna morada de caza ter-
rea sita na povoacAO dos Afogados na rua
do Motocolomb, por execueo de .lose Tava-
res Caj, feita Andr Avelitio da Cruz.
t" Joze Joaquim de Oiiveira faz publi-
co que Manoel Joaquim Muniz deixou de ser
seu caxeiro desde o dia 2o do corren le.
S37" Furlaro um selim inglez rom (Minea-
das ecom pouco uzo; qemdellesortber ,
leve-o ama do Crespo D. 4, quesera bem
rerompencado.
SET OlTerece-se ma mulher para ama du
case de homem solteiroou para pequera fami-
lia quem precisar dirija-se a rua du Fogo
D. 2.
= No dia 10 do cot rente perdeu-se da na
da ConceicAo praca da Boa-Vista at o beco
de Joaquim Jos de Veras um vestido ja preta novo viudo da casa da costdreira den-
tro de um lenco grande > del, assento bran-
Co com palmas miudas verdes e algumal en-
carnadas, barra roda, e franjas brancas tain-
bem de 1.1 ; qttem tiver acha o, equizer res-
tituir dirija-se rua vclha casa Di 42, que
ser generosamente recompensado.
S3^ Desapareceo no dia 2 de Oulubro p. p.
um preto de lime Manoel, de nac'ao Congo .
de idade de 2o anuos estatura regular de
bonita figura gordo rosto redondo olhos
abugalhados ps pequeos e no diretto o
dedo polegar he redondo procedido de um
penadico ; levou vestido camisa de algodao
trancado calcas de estopa das Ilhas C bonct
inglez. Jorge, de naco Angola de idade
de 22 anuos baixo rosto redondo olhos
grandes urna marca bordada em cada um
dos bracos e he bastante regrista auzen-
toU-se rt'o dia 20 de Novembro p. p. ; levou
tambem camisa de algodAo trancado c cal-
Cas de estopa arremendadas e Sujas ; julga
se andar na malta do Poco em S. Lourenco da
malla por assim o afirmar um seu compa-
nheiro d. fuga que a dias foi ali agarrado:
quem os apprchendcr lete-njs a casa da qui-
na defronte do Trapiche Novo que ser re- _,
compensado.
XST Arrendare Urna casa nova de 4 anda-
res i e bom armazem narua da Cruz n. i,
onde esto residindo os Snrs. Alejandre Ma-
ckay & C. : a fallar com o proprietario da
mesma Bento Jos Alves.
tsr James Crabtree nuo por interveiieao do Correor Oiiveira .
o seu leilo de grande e variado sortiinento de
fazendas Inglezas as mais adoptadas para este
mercado ; Sexta feira 21 do corren te as 10
boros da manh em ponto no seu a rumen
da rija da Cruz.


ua *-.. u .
...__.*._

Mugft-.se urna tasa assobradada cura
rnminodos para grande familia cita na ra
i.i Aiegria, c moa canoa aberla que Oarre-
-i ii>...hj.)i.., d iialur coin Marcelino Jos
Lopiw
Na na da scuzala velha I). 5o preci-
sa-so .!,- mu oseravo para o servigo de casa .
que sendo capis so tara todo o negocio; assim
como de ii m tiomem para a masseira.
Quem precisar de alguma ama de todo
o serViyu <|i casa por prego commodo d-
rqVse ai mIco do Hospital do Paraso casa do
Si'. Bruno.
t^j- Aiuga-se o segundo andarle sotoda
rasa cita na ra da Guia N. 15 : a tratar na
Roa vista n.i travessa para a Gloria com o seu
propietario Silvestre Antonio de Laage.de-
IVUte de una casa feixada oudtt
  • o Porlugii'/. Antonio Pacheco, natural de
    Foutainha de Quiiitella Consellio de Bastos
    cin Portugal.
    t3" IVscja-so fallar ao Sr. Manoel Codi-
    nlio lia Silva para se lhe entregai una carta
    viuda da Gidade do Porto : ne forte do mal-
    los na do Codorniz venda n. 7.
    siy Aluga-se urna casa terrea sendo na
    ra das Gruzes e o seu aluguel nao expela
    de 8 a 10.) rs. : (|uem a tiver dirija-se a rua
    Nova l>. 5 i que nao se porduvida de dar-
    se algumas luvas.
    Precisa-se de 200,> rs. a premio de ti
    por oento ao mez com hypotlieca em un es-
    clavo, oh dnus. por lempo de (i mezes: cuem
    qdiser dar annuiicie.
    \j" Arrend.i-se un sitio no lugar da Pi-
    ranga junto ao Humelo com urna casa de
    vi Venda densas para escraves, telbeiro para
    recolher vareas eteni pasto para 12 a 1(5
    (lilas e terreno para plantar : a tratar no
    pateo de ('.armo casa onde mnrou o Coronel
    joaquim Bernardo de Figueiredo ehoje tem
    o cartoiio cm une loi Fserivau o fallecido
    Aecioly.
    s^r- Deseja-se fallar nesla praca com o cor-
    respondente do Sur. Joo Gavaleaiili de Al-
    lni(uenpie morador no engenlio Araguari.
    a ciilo negocio particular : na quina da pra-
    ciulia do Livramenlo loja da viuva do Bur-
    gos.
    As o horas e meia da tarde do dia 1N
    do correnle, l'urlarao da rua nova junto a
    vend do Sr. I,una. lita cavado castanho, gor-
    do > grande, com un inchaco na mi direila-,
    quem o acliar o;i souber -jonde esla dirija-se a
    mesilla venda que sabara quem he o dono .
    sera generosamente nvompensado.
    ./ Aluga-so una casa de sobrado com en-
    cellen tescom modos, nova, cora grande si-
    tio com bastantes arvores na estrada de
    Bonifica a casa esla acabada agora e ofic-
    ien' ludas as vautagens para urna familia que
    desojn murar no campo i quem a pretender
    dirija-se a rua da Cadeia velha I). 50.
    Alugao-se esclavos que sejfio bons pa-
    ra o servico diario pagando-se-llie 800 rs.
    por dia devendo cninecar o servigo as 7 pa-
    ra as 8 horas at a nonio : no recado da ca-
    cnnlia no primeiro andar a fallar com o Car-
    valhoda capataza, da.s bocas da inanha as
    0, ou as Trindades.
    tST Precisa-se de uin caixeiro de boa con-
    ducta para andar no matlo : na rua da Cruz
    Deci ma 51.
    S^r* Pergiinla-se se a libra de Pernainbuco
    consta de 12 a I i ornas e se algiimas la-
    bernas e assougues tem privilegio para ven-
    derem com la) peso com a resposta se saber
    determinara
    Mudas veces lesado.
    Sy Manoe! Jos da Motta llios e Anto-
    nio Lopes da Silva I'a/.em sciente ao rospei-
    lavel publico que comprarao a venda per-
    leucenteaoSr. Jomo Manuel Pinto Chaves ci-
    ta era lora do portas e que a casa lica giran-
    do de'baxo da lirmade HioS-i Lopes.
    W Precisa-se de un liomein que saiba
    enzinhar e se siigcile a fazer algumas com-
    pras : na rua do Colegio botica de Gypriano
    Lui/. da Paz se dir quem precisa.
    tzr Ah:ga-se urna negra ou moieque que
    seja capaz de vender na ri:a : quem tiver di-
    rija-se ao l. andar da casa n.51 na rua da
    Gadeia velha.
    ssj- A pessoa que por engao levou da
    Mesa do Consulado no dia 15) do crrente uin
    chapeo prelo di; pello com fumo de lelo per
    encent a Jos Antonio de Bitancourl e em
    ujo chapeo se ochava ama carteira com 79<
    c^. em sedulas e um recibo passado e M8-
    rgnado pelo Sr. Jos Marques da Costa Sitares .
    contra Jos Francisco Riheiro de Souza da
    quanlia de I25.> rs. o qual ja est preveni-
    do de nao pagar dita quantia contend) alem
    disto mais alguns papis (|iie S sao uk\s ao
    donosa dita carteira e como pelo chapeo
    que dila-pessoadeixouem troco, ja se m|m.
    A
    ,-n .

    a quem pertenee porisso roga-se-the que na-
    ja de ir ou mainlar entregar no esenptorio da
    Administrarlo da casa do fallecido Anlonio
    Marques do Costa Soares dito chapeo e car-
    teira, onde recchera o chapeo que deixou ,
    promeliMido-se guardar segredo do contra-
    rio passara pelo dessabor de Ver o sen i.onie
    por exlenco em as folbas niblicas a Huido
    publico o iic.ir eoohocondo.
    Wf Bma senhora de bons costil mes se
    propoe a tomar criancas com ama para s
    criarem com leite impedidas e desimpedi-
    das ; e laiiihem se reeeheni as cpie esliverein
    ja desmamadas para 80 acabareui de criar,
    coin lodo mimo e amor : na rua Direila no
    2." andar do sobrado I)'. 25.
    AVISOS M A II I i [MUS.
    \~j- Para o Ass segu viaguenl em poueoi
    dias o rbrgnnti'm Brasileiro Allialante Capi-
    tjo Custodio Caetano quem quiser carregar
    d'uija-se ao mesmo CapUao ou a sen consi-
    gnatario Manoel Joaquim llamos o Silva.
    tj- Para o lio Grande do Su I com escala
    pelo lliode Janeiro segu viagem o llergan-
    lim D. Francise Capil&o Victorino Jos
    liillc ; qnm quiser carregar ou ir de passa-
    geni para o que tem excellentcs comniodos di-
    rija-se ao mesmo Gapitao ou a seu consigna-
    tario Manoel Joaquim llamos e Silva.
    t^7" Para Genova segu viagem o llrigue
    Sardo r'rederico Gapitao l.uiz Ho.luanno ;
    quem quiser carregar ou ir de passagom diri-
    Ja-se ao mesmo Gapitao ou a seu consignata-
    rio Manoel Joaquim llamos e Silva.
    3* Para liba de S. Miguel segu viagem
    com muita brevidade o Brigue Triunipho
    Americano, Gapitao Alexandre Jos Alvos ,
    anda pode reeeber alguma pequea poican
    (le carga e passageiros para o que tem excel-
    Iules comino los ; a quem convier dirija-se
    no mesmo Capitn ou ao Ilecife na rua da
    Cruz D. 12.
    a^- Paa o Itio Gn\M)K no Su, com es-
    cala pelo Ilio de Janeiro o bem eonbeeido ,
    e veleiro Patacho Nacional Sumar Gapitao
    Jo/e Mara Sumar sabe com a maior brevi-
    dade por lar t ido o sen carregaraento promplo,
    c smenle recebe esclavos a fele, e passagei-
    ros a tratar pon o seu Consignatario Joa-
    quim Baplisla Moreia i:o seu Lscriptorio
    i na d Apollo ou com o Gapitao a bordo.
    P.uu o M\i:\Nii\oal o lim do presente mez
    nhir o bem conheoio'o Briguv Escuna Lau-
    ra pregado e forrado de cobre tem- fian-
    de parte de seu carregamonto engajado 5 pa-
    ra carga e passageiros (rala-se com o Gapitao,
    ou com i'irniino Jos I'"elisda llosa, na rua
    da MoeJa N. lil.
    L Kl LO L.\ S.
    BS~ Meia du/ia de eadiras de Jacaranda | relalho : na olaria da rua da Florentina ; ad-
    com assentode palhinha por 00,? rs. : na
    rua das Flores ctsa I). X.
    t&" Fstojos com superiores navalhas pOT
    em casa de Joan Rufino da
    rua do Hospicio sobrado
    X^r Que se faz no porto do armazein do
    Sr. Francisco Das Ferreira de nina porcio
    dequeijos, e barricas com presuntos boje
    21 do correnle as 10 horas da nianhi.
    G 0 M P n/ s.
    pieco commodo : na rua do Cruz loja do har-
    beirol).'21.
    ^SST Os livros seguinles : Ouitiliano Te-
    ix'cio, Selecta, Diccionariio francez e por-
    tuguez e vice versa e o novo testamento
    deJ.C. por procos coin modos ; como lam-
    bem cartas tabeadas, e paulas para meni-
    nos : u\ rua Direila I). 2i lojas de cornos.
    CP Carne salgada da nielhor qualidade
    qUQ ha e recentemeule chegada de Inglater-
    ra sendo em barricada milito ppopri a para
    einharcaciM-s na rua da Gadeia velha n. 18.
    X^r- L-nia casa terrea no burro da Boa vis-
    ta na rua da Gloria onde mora o Sur. Vila-
    ea I). 2i com os conimodos segundes :
    duas s.rlas bastante, largas. 2 quartns co-
    zinba tora e bom quintal murado com ca-
    cimba com boa agoa : a tratar na rua lo Ro-
    zario estreita l). r>">, que se dir.
    tzf Duas pretas co/.inhao, lavo roupa ,
    o fa/.eni lodo o mais servico de nina casa e
    dous molequcs de idad de 10 a 18 anuos : na
    rua de Agoas verdes D. ~>7.
    1 Polassa de superior qualidade em bar-
    ns grandes o pequeos adinheiroea praso
    coin boas urinas :
    Silva llamos na
    de um andar defronte do Coronel Brilo In-
    glez.
    tW l,'ma preta crela de 20 annos de
    idade, sabe cosinhar engomar, lavar coin
    perjgicao, e coser chao; quem a iiretenderd:-
    rija-se a rua do Fagundes I) 18 na mes-
    ma caza urna porcao de papel proprio para
    forrar sala.
    MT Cm canap e urna duzia de oadciras
    dcasseulode palhinha, e de pao (folio, em
    milito bom uzo a o,* rs. cada urna : na rua
    do Uezano.larga 1). i no primnro andar
    i^r Lina du/ia de cadeiras e um canap de
    pao d'olio eom punco uzo : nesta Typo-
    gralia se dir.
    X-J" Lina escrava crela de idade de 2"> an-
    uos sem vicios com principio de engoni-
    mar lava bem roupa cozinha sofnvel e
    cose alguma cousa vende-se por ter-se des-
    goshulo da senhora : na rua nova venda D-
    cima 56
    l_j" Bichas Porlugue/as por todo o pre-
    go e atianeao-se as que nao pegarein : na
    ruado Colegio botica de Cvpriano LuZ da
    Paz. o-
    Z^T Muito boa farinba de mandioca re-
    donda eflna de Mago', em sacas, chega-
    da ltimamente do Rio de Janeiro ; e sacas
    cun arroz pilado no vapor em Maranhao ,
    muito alvo e xirpreco cominodo : na rua dos
    lv>aarteis padaria I), o.
    IZT Para lora da Provincia urna escrava
    de idade de 2o annos : as ,'i ponas !>. lo .
    se ti i ra.
    t2r" Um mstliodo de flauta em bom uzo
    ealgumas copias de diversos toques ; um |>e-
    dago de pedia que serve para una hombreira,
    ou soleira por ler de coinpriinento 0 palmos ;
    ludo por prego commodo : na rua Direila lo-
    ja de zeiidas D. 41.
    cy Fma venda que vende tanto p.,ra a
    verlindo-se que se dar mais em cunta a quem
    comprar maior porcao.
    ZZJ" Una casa terrea amada Concordia,
    no vallar deDoos rs.
    xry Ou alugSo-SO canoas que sirvao para
    atierro: na rua da Cruz botica D. 57.
    ""Ssy As obras soguinles : Escola de Curial.
    a mondado engaada e desengaada : na qui-
    na da Praeinha do Livramenlo loja da viuva tniil > como para o mao e tem com modos
    do Burgos.
    t^" 200 Pegas de ouro do cunho antigo,
    a 1 ,)500 : 110 artnazem de videos ao lado da
    cadeia.
    V i: N D A S .
    UT Fsta Typograiia vende efectivamente
    excellenle tinta para imprimir e papel de
    varias qualidades 0 taniaiihos, e de Margo cm
    diante lera grande sorlimenlo de typos novos,
    o pode aviar encomendas de pequeas typo-
    gralias para as pro\inciasi de segunda ordem,
    e villas do interior.
    SS5~ Sacas com mi Iho superior, a T>ji rs*. :
    no caes da Alfandega armazem grande de-
    fronte da escadinha de Antonio Joaquim
    Pe re ira.
    VST Fma venda na Passagom da Magdale-
    na junio ao sobrado novo ilo Sr. Niegas com
    poneos fundos : a tratar na inesma.
    SU- Duas redes do Maranhao proprias
    para tipoia 0 toalbas arrendadas superio-
    res : as 5 ponas na casa que fui botequim
    do fallecido Paiva.
    l^TT Duas canoas, urna carrega um milbei-
    ro di lijlos e a oulra he mais pequea: na
    rua de S. There/a venda 0. L">.
    .iara inorar una familia, a dinheiro 011 a
    praso *a rua do Rozario estreita I). 30 a
    tratar na rua do Cabug loja 1). 5.
    K3~ Fina ferramenla de car|)ina cm bom
    uzo com a sua competente caixa por pc-
    eo commodo : na Pracinha do Livramenlo
    ). 25.
    rey Cello em porgues e a relalho a bordo
    do Brigue Americano James fundiado defron-
    te da escadinha da Alfandega.
    _y" Um grande sitio na estrada da casa
    forte para o Monleiro defronte do silio do
    Sr. Sampayo perto do banho com casa de
    vivend.il mudo baixa de lijlo e barro po-
    rcm muito forte, e coin cora modos para gran-
    de familia estribada casa para esclavos ,
    coxeira porto cacimba de boa agoa de
    beber ludo novo grande baixa para planta
    de capim terreno para toda plantago de la-
    vouras cercas de limoeiros as duas testadas
    principaes bastantes cafezeiros que do 10 a
    2o arrobas por anuo ; mais de mil ps de
    l'riicleiras- de varias qualidades : a tratar no
    mesmo sitio.
    tsy Urna portada de superior cantara de
    15 palmos de alto e lo de Jume, verga de
    volla e soleira lisa Oditasde lo palmos de
    alto, e Odo luiiie soleiras lisas e vergas de
    volla ; ludo conforme as Posturas da Cmara,
    tar Ps de burilys larangeiras e co-
    ipieirns capazes de se transplantar : na c troca-se um perfeila Imagem de Cluisto: na
    quina da Pracinha do Livramenlo loja da viu- ; nw da Cruz n. 22 em casa de Mantel do Nas-
    va do Burgos. cimento Pereira.
    \~r l 111 quarto possanie para lo<*o o lar lo a 12 milheiros de telbas de bom
    servico: no AI trro da Boa vista D. ;"i,'j. barro, e ptimamente cozidas todas ou a
    quem a pretender air-
    niiucie.
    tSr' Milho d( superior qualidade chega-
    do ultimaineie p01- prceo commodo r no
    caes da Alfandega.
    C? Bai'ricas coin farinba de trigo de su-
    perior qualidade ciiegada ullimaimnle de Re-
    ehmont, barricas e sacas com fareio bar-
    ricas coin fumo para charutos caixas com
    velasde spermacete esleirs par forrar sa-
    las, caixas grandes com cha pastes p;r.i
    marrafas cii prelo de superior qualidade ,
    salitre refinado lencos relos de seda da In-
    gangas amai'eas, loalhas adamascadas,
    e algodao grosso para sacos a proco commo-
    do : em casa de Maliieiis AilSndi Companhia
    ua-iiia do Trapiche novo N. 12.
    XJ' Vellas de carnauba mui al vas de 0 o
    7 em libra a 52o e 51o : no pateo do Hospi-
    tal sobrado n. 4 o no Atierro da Roa vista
    fabrica de charutos I). 15.
    S^" Fin bom escravo de nagao que se da
    a experimentar : na rua direila D. 2o lado do
    Livramenlo.
    1 w Exeellente taboad de pinho da Sueca,
    de poiegada, e forro, dito Americano, o
    nina [orgo de tabeado de pinho do Porto
    ptimo para estacadas e alhepara portas por
    ser muito forte a o. rs. a duzia e em por-
    cao ,:-m mais em emita : 110 armazem atraz
    po thealroiju partela inore'
    S^* Panno muito lino encarnado-, e ca-
    simira tambera encarnada, proprio para opas,
    tardamente &e. : na rua do Cabug D. 7.
    S^F" Passas de superior qualidade em cai-
    xasa5jirs. meias ditas a l#500, quwtos
    al<* rs e era libras a 10o rs. e canarios
    de imperio com principio de canto : na rua
    das larangeiras venda I). 8.
    $$? Cera para limas a Soo rs. ; nina es-
    frava de idade de 11 anuos ; e sapalos de
    burracba : na rua do Baugel 1). 7.
    z^j* Farinba mudo superior sendo mui-
    da de trigo novo do ulliino carregameiilo das
    marcas XXXF e \.\.\ que vende-se por pre-
    go barato : na fabrica de farmlia do alieno
    da boa vista.
    ESC RAYOS FGIDOS.
    th Fugio no dia 17 do correnle as 7 ho-
    ras da non te urna escrava por nome Mara
    Benedicta de nagao Benguella cora os si
    gnaes seguintes, estatura baixa, cabeca gran-
    de olhos pequeos tem um lalho sobre o
    olhodireilo nariz chalo, pernas grossas ,
    bem fallante, levou vestido de chila azul tran-
    cado de quadros mitidos camisa de algodao
    da Ierra a qual ifesconfia-se que Ibi furlada,
    e et ecculta ; (|iiem della souher noli a
    mando pegar e lcval-a em casa de Manoel Jo-
    s da Silva Braga com prengu de algodao no
    forte do mallos quesera generosamente re-
    compensado
    No dia 19 do corren te fujjio urna pre-
    ta crela de nome Silvcria com os signaes
    seguintes': esiauua re;ular cor preta, com
    urna cicatriz no beico perto do nariz, dons den-
    les da frente de menos, levou rcslido a/ul j;
    desbotado pano da costa com lislras brancas
    e a/.ues : os aproliendedores podera'o pegar e
    leval-a alia/, da .Matriz de S. Amonio no se-
    gundo andar onde morou a prufMBOra publica,
    que ser recompensado.
    sij* Fugio um negro de nome J0A0 de
    nagao angico nionje a 12 do correnle be
    bem Conhecido |>or Irazer no pescosgo um
    ferro cora tuna ponta voltada para baixo for-
    mando o modo derosca tem de menos o de-
    do grande do p dircito e no mesmo pC urna
    lerida por cima tem na cabeca una falla de
    cbelos do tamanhoda moeda de um vmlem ,
    para o lado por detraz da orelha costuma
    vender quartiiihas ; quem o pegarWve a f,u^
    iz da Costa Leite na rua nova ao p da pon-
    te lado do norte loja D. 27 que ser recom-
    pensado.
    MOVIMENTO DO PORTO.
    NAVIOS ENTRADOS NO DIA 19.
    S. Matheus 18(Has, Patacho Brasiteiro S.
    Amaro de 120 tonel. cap. Izidro Domin-
    gos dos Passos cquip. 7, carga farinba
    de mandioca : a Gaudino Agostinlio de
    Barros.
    SAIIIDUB NO MESSO DA
    Londres ; Brigue Ingk-z Cuba cap.. Gcorge
    Kissock carga a mesina que trouxc de
    Aova llollanda.
    RECIFENA TVP. DF. M. I-.DF F. = 1842.


  • Full Text
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