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Anuo de 184*2. Quinta Fcixa SO de
> -1% i! mi ii rmT-Miriiiiiiiininiriii1111 Tuda a;ora depende de ni\s mesntoa ; da nnssa prudencia, moderac5o, eeneria: rnn- tnaemoa cont principiamos, r seremos pontado* cilni admiraco. entre as Piaecs mais \ulias. (I'roclamaco da AaseranU-a (ieral duiraail.) PARTIDAS DOS CORREIOS TERRESTRES. Guian**, Paraibn, e llin grande du Norle, na secunda e sexia feira. Botillo e Gartahuoi, lile 24. <:.ilx., Serinliaem, Rio Furoin, Porto Cairo, Mae.em, e Alajoaa no 1 11, e 21. Paje 13. bahloAni.ii>, qninM feira, Olinda todo os dio*. DAS da semana. ^1 Se. s. Ant.io. f.banlv Aud. do Juir. re Direilo da 2. rrtra 1S Ten- . Prisea. Aml. do juide Direilo ra l,vM. *t'J Quarl. . ('.anul.i Auil do ja ti de direint da 3. rara. -I tj u i ii I. a. Sebaslido. Auil. do ju> de dirciln da 2. Tara. 21 sexl. a. Inri. Aud. do Juil de Direilo da 1. Tin. - .sari. a. Vrente, llet. Add. do Juii de Direilo da 3, vara. 23 Doin. O desposorios-, de N. aenltora MARI .TniieiroJ Auno XVIII. N.15. O Diario pul.lir, se In.ln. oa rl. qur nao fur Sanlin.a.W de re.m.l ,e v. ,,,,, ,.. JdU.t.rt*. O, .,.......,,,,, MMtShS Kr,h. e. ,,, ,,, f.,rrm Ar.7,io ,, ^ , ,,. ,ln||a A, .,., dmji.las a etta I voograli. ,u, Ju trpies U.t5. ouii Nmeros 37 e 3.S. riilamic,, dcTem aei |>rai;a da Independencia luja, Je |iTra-x Cambio obre T.ondre* "2'.l d. o. 11 * Paria 320 rei. |>. tunco. Liaboa SO a SS |>. 100 de pr. Orno- Moeda de MOU V. 14,41)0 a 14,0011 K. .200 a 14.400 ' a de 4,000 S.IOa S.2II0 rn*T-rieoe, 1 .Galla 1,(170 CAMINOS no da 19 de Jvnkiio. PmTA- IWa < oluaaaaiea l,ri50a 1.678 Mexicanos 1.6'a l.fiSo ai. muida i .440 a 1.4O Moeda de cobre 3 por 100 de di.conto. Diacofllu de l.ilh. da Alfandepa 1 e j por Mil ao mei. dem d.- letras de boaa li rmaa le ale f, I'reamar do u.u 20 de Janeiro. 1. a. II lloras e 42 m. da larde. 2." aa 12 boras e lm, da nianli.l. PllASF.S |)A l.(!A NO WBZ LE JANEIRO. Ooart, min. a 3 a 7 oras e 5a m. da larde, l.ua Nina a II -- a 1 oras e >4 m. da larde. Quarl. c-esc. a l!l -- \i Ci oras e'll m. da lardo, l.rra eh i. a 34} s 3 oras e 3,1 m. da tarde. PARTE OFFICiAL. GOVERNO DAPROVINCIA. EXPEDIENTE DO DA 18 DO COMIENTE. Ollicio Ao cap tilo lenle Francisco Pi- res de Carvalho ordenando-lhe, que passe a lomar con la do litigue cap bar he para co- jo commando fora Horneado pelo governo im- perial. Dilo Ao inspector do arsenal do mari- rinha, communicando-Ihe a expediego da orden supra, eom o que fica respondida a primeir parle do seo ollicio tiesta'dala, c quanto segunda, em que diz, que julga suffi- ' cien te qne se nomeie uin piloto escrivaoe um mestre para o referido brigus, cujos exercicios devem limilar-se ao lempo de sna \iagem, jara a corte que envi presidencia a com- petente proposta, para seren feitastaes no- ineagoe*. Dilo Ao mesmo ordenando-lhe a vis- la da sua informaco desta data qne mande pagar ao segundo lenle d'armada Jao Da musi de Souza Freir os vencimentos corres- pondentes ao inez de dezembro ultimo. Dito-'-Ao engeDberro f,. L. Wauthier, ordenartdoi-lhe que remetta ao inspector ge- r.11 das obras publicas urna copia da planta tiesta cidade a nt de que efh possa fazer a medievo e dcmaifa^io de va ros Ierren os de niai'inha, segundo reqtresita o mesmo ins- pector geral em ollicio de 12 do corrente. Dilo Ao inspector geral tas obras puhli- Cis, cooimunieando Ihe a expedidlo da 01- dem supra. Dilo Aoengenhciro A. Kersting, signi- ficantlo-lhe que ten'o a presidencia Cncar- regado ao engenheiro Wauthier de examinar e dar t seo parecer ; sobre os concentos e me- lhorameitos propostos pai*a a estrada de Sah- to Anto, e na que se segde de Jaboato pard a Eseada, cumpreque v indicar-lbe esses lu- gares eiltendendo-se com elle sobre os meios e occjsio de faserem esses examos. Dilo- Ao engenheiro L. L. Wauthier, com_ II l li i i inaamm^mm^mm municando-lhe o conteudo no precedente olli- cio. Dito Ao mesmo, ordenando-lhe, que forneca ao engenheiro Roulitreau todas as plantas, e tnappas que. Ihe forem pedilos pelo dilo engenheiro, conforme requesila a c- mara municipcl tiesta cidade em ollicio de 17 do corrente. Dilo -Acamara munipal doRecife', com- municando-lhe a oxpedicao da ordem su- pra. Dito A mesma acensando a recepco do seo ollicio tpie acompanhou a planta lo hair- rodo Recifi'levantada pelo engenheiro Boil- litreau esignifcando-lhe em resposta que a presidencia tendoapprovado a dita planta salvas as alterantes que se deverem faser pa- ra meIhoramcnto do i>orto, Ih'a tb-volve. Dito A' mesma ordenando-lhe qne com- muniqne com a possivel brevidade ao inspec- tor geral das obras publicas asdireccoes, que deyem tor oseaos projeclados as margensdo.s bairros desta cidade, on as bausas que as marco, a fim de poder o mesmo inspector faser as medices e demarcarles tos terrenos de mariuha devendo remetter-Ihe o plano do arrolamcnto do lugar de Fora de portas. Dito Ao inspector geral das obras publicas, jwmmumcando-lhc o conteudo no precedente ollicio. UflO. EXTERIOR. F^LIrITO CM AMADOR. Estavo os movis amontoados junto ao li- miar da porta e o pregoeiro publico chama- va em alta voz os compradores. Alguns pas- sageiros paravo ^ porm mal lancavao as vis- tas sobre os objectos expostos, continuavo o se4i caminho. Os proprios mendigos passavo sem Ihes deilar un. olhadura de inveja. O pregoeiro calou-se cansado de seus vaos es- fort-os e abanando com a cabeca : Ficareis com elles pelas castas, mos- tr Caverdone disse o pregoeiro a um velhi- nho de oculos que eslava de p a seu lado 5 ceeio q legnno. Tudo quanto ahi est nao produ- zir trez ducados, em moeda. E a infelia deve-mc doze exclamen o velhinho batendo com a bengala no chao. Doze dvewJos iacob, to cero como ser eu fhnstao. e talvez maas; porque eu tinhacon- ianca no marido ; e foraecia^lhe essencirts , pHice e tintas sett* assentar maitas ctMrsas. granado borrador me drxou em pagamentD ? tarecos urna mulher e quatro lilhos. Nao se pode vender a mulher nem os f+ios e os t arcos di-eis vos que nfio vafent trez duca- dos. Ah coitado de quem tem afguma coli- ga de seu,. JatsolM todos Ihe ehvpfto enga- nAo-n'o, esaco-lhe... O porteo publico 0|hou.para traz de si. Nao fallis Wo alto disse elle em yqjJ Lisboa 15 de Dezembro. Ri'trospeeto poltico. A rajnha est raslabelecida a ponto de ja ter janUidoa mesa com o prncipe Alberlo, e com a duqueza de Kent. A rainha mi tem experimentado considera veis melhoras. Causn grande admiraco una ordem do governo desappi-Qvando a conducta daquelles pregados que interviessem as eleicoes a favor de particulares candidatos, como li- nha acontecido as ultimas eleices geraes. Parecco esta ordem exlraordinaria por ser considerada comoum repudio da interferencia t baixa; a viuva est alli atraz com os lilhos . e bem sabis quanto coracuda ; ella toma- ra o que vos dizeis por um vituperio. Do- mis mestre Caverdone nao ro por culpa de Pelegrino que a febr o levou. Nao, mas foi por culpa sua que elle me tomou drogas por doze ducados. Elle vos pagara Se vivesse. *** Estou bem cerlo disso. Entao de que vos queixaes ? Como de que me queixo exclamou o Velhinho irritado ; de que elle nao terina dei- xado com que saldar a sua divida... Eis ahi co- mo sois vos oulros plebeos ; vos vos uns con- tra nos!.. Dii-se-ha que o coveiro passa quitac^'to de todas as dividas queiles que en- terra Saliei que ninguem deve contrahirem- prestimos quando pode morrer insoluvel. 0 pregoeiro encolheo os hombros. Ah r meu Dos! diz elle a probidade dos pobres. nem sempre depende d'elles ; ella tambem depende um pouco da Providencia. EHtt stj ptkiem pagar eom o seu trabalbo; e quando Dos Ihe tira a saude nao sao el- les que licao responsaveis, mas sim Dos. Quem sabe mestre Caverdone se os vossos doze ducados nao vos serSo levados em conta para comprardes o vossso quinho no para- izo. O velhinho tomou um ar escandalizado. Nao gracejis com as cousas sanias, Ja- cobo disse elle speramente e cuidai antes em Chamar os freguezes" do que em passar por espirito forte. Jacobo obedeco sorrindo-se, em quanto que Caverdone. se approxiniava dos movis dispersos sobre a calcada, para ayaliar de no- da enroa que se nao sperava da adminjstra- gan Tori. A imprensa franceza oceupa-se com o pmcesso de Quenisset, ql)(. (Tevia commecar ! a tractar-se novmehte no 1. do corrente me/. Quenisset acensado de mais douscrimes , o primeiro de tentar contra a vida do) princi- pes o segundo de conspiraco Contra o es- tado : nesle ultimo sao compreheiididos lodos os presos, mas s nove sao acensados de com- plicidades na tentativa contra as pessoas re- nes. O Monitor diz, que quan lo o rei eslava p.issando revista as tropas em Norgent, um soldado do segundo batalhflo de caeadores de infanteria proferio algumns expressfles in- sultantes, e tpie fora immediatamenle pre- so. Pelas indagac/ies a que se procedeo , verificou-se que estava pe.ifeitamenle be- bado. 0 Conliliioional afirma que ao governo fa- Ihara o mais ellicaz de todos os meios a que ; recorreo paraobler urna maioria. Alguns ho- j mens.cuja entrada 110 gabinetedevia firmar o I ministerio mal segnro,narece qu* tem bpposlo a todas as proposicoes que se Ihe tem feito li- ma recusa peremploria e definitiva. Nao qn- seram entraT com o ministerio de 2!) de outu- bro quando a inda nao linlia commt4|i- do faltas hoje que t) mal est feito sao cons'e- qunlesam renovar n sua rocosa. Adazela de Franca diz que lord Abordeon pedir no goverfio francez em una nota que relirasse as tropas enviadas para os Pyreneos. Aislos atlribuea Ifiguagem dos peridicos niinisteraes. tos de Bnrceltia negam que eegaem se- ouer a melado do numero que se tem pu- blicado. Nodia28 do ultimo mez levanton-se o estado de sitio em que se achava Barce- lona. Logo que se nnnunciou que tinha cessadoo estado de sitio o presidente do a Um lamento conslilueional, mandn suspender lodos os seosaclos c reunir a corpracao a fin de dispnr o necessario para que entre em func- cao o ajuntamenlo legal ou propretario. Tambem se reuniram varios individuos deste ultimo para oceupar seus postos visto que smente os-cederam a forca protestando, que os recobrariam logo que esta sessasse. o- zeam-se logo trasse no seu estado normal. No dia 5 reunio-se o conselho de guerra permanente para ver o sentenciar a cauza for- mada contra o coronel D. Fernando Fernan- dez de Coradva (prfugo) que se supunha complicado na hibeliao de outuhro. Parece que sao lao insignificantes asaecusaroos, que resultan! contra elle que o conselho o ab- solved. Em Portugal progride o governo no so sis- tema de opp'ressao o lauca mio de todos os; meios ilegaes, para vencer aelei^o da cma- ra municipal; mas de esperar que seos es- toceos se ma logra rao, e que. ten hamos cni IN1 una cmara munieipal que ze- le 08 inleresst's dos seus concidados. con- cordando com elles em repellir lodos os abu- sos do poder. (Nacional). IIIAHIO DE 'EIIMlllilCO Pelo A trica ro tivemos mais algums folha-; de Lisboa, que alcancao al \o de Dezem- bro prximo passado das quaes transcrevemon boje no lugar competente os arligos que jul- gamos inteii"ssantes e continuaremos a ma- nila. As noticias de Hespanba chegao a 7 1I0 mesmo mez. DA IXSTIH:CC.V KM RELACAO AOS DEVERES DO iio.Mi:>i. vo o que poderia apurar d'aquillo. Todava 011 porque a pobre viuva do bor- rador nada tivesse ouvido do que se acabava de dizer ou porque'pouco se Ihe desse dis- so ella nao tinha mudado de gesto nem de altilude. Assenlada no chao nao longo do batele da porta ella tinha nos bracos dous meninos quasi da mesma idade que disputa- vao entre si as trancas meio desfeitas de seu cabello ; o terceiro rolava a seiis ps e o ultimo enlrancava cantando algumas felpas de palha arrancadas do seu horco. 0 semblante da viuva era tranquillo sem lagrimas nos olhqs, nem suspiros nos labios. Era urna resignaco mais dolorosa do que a queixa, e mais ameacadra do qie a deses- peraco 5 era aquelle lgubre aliandono de si mesmo que faz com que se caminlie na vi- da como o condomnado ao cadalalso sem in- certeza sem precauo/iO, quasi framente, portiue o resultado inevtavel ecerto. '-'"Entretantocomegaro a njutitar-se algumas pessoas em torno da mesquinha mobilia cuja ventla o pregoeiro annunciava. A imi(at.:ao rege o mundo dos bornens as- si m como a atlracco o das cousas ; a lei t- nica, Sobievia^o novos passageiros por seu turno e paravo porque outros tnhao pa- iado; conde ha pouco ninguem havia, bou- ve bem depressa una (mullidao. Ninguem com prava mas todos ol ha vao sem saber pu- ra que. Cada qual pareeia in^iios curioso do que va do que d'aqarllo queextt&Hi a curio- sidade dos oulros. Dous Cavalleiros que passavo foro de- udos pela muttide qoo a tempr crescendo. Poisque lia i' perguutou o mais velbo MPLAR ENCONTRADO Ilasla qualquer simples observago para re- solver a (piesto relativa instruego popular. O ensino publico considerado como doutrin.t de direilos nao tem base verdadeira e faz, nas(vr ideas falsas e s'proprias para descon- tentar os horneas com a sua serte tornndo- os summamente pergosos sociedade. Con- siderada poreiu domo doulrina de deveres s com aquelle ar de arrogancia desabrida quo faz reconhecer mais d'um Inglez no conti- nente. Se fosse em a nossa boa cidade de Pa- riz mylord respondeo o oulro com um tom adamado e acucarado que distingue os Francezes nas quatro partes do mundo eii vos dira que una porteira que est dandi 110 marido ou um galo a que eslao cortando as orelhas. F' menos do que isso Sr. Franoez observou sorrindo-se .um Judeo, qne tinha ouvido os dous cavalleiros. Pois oque ? E' a pobre mobilia d'um pintor morto ha das a qual o mestre Caverdone manda vender. Quem esse mostr Caverdone, fazei fa- vor de m'o dizer ? E' um mercador meu cavalleiro que vos fornecer tintas pelo mais justo prego se quizerdes. Ento tu nos tens por pintores inter- rompeo o Inglez com um ar enfadado. De cerlo este Judeo adianta-se acres- cenlou o Francez promptamente. Sabe, ma- roto que fallas ao Lord Pembroke e a M. de Vivonne. O Judeo mudou de semblante. Lord Pjinhrokef disse elle; ser aquelle rico amador de quadros?... Justamente. Ah mylord, quo opporlunamente vas encontr Tenho em casa obras de todos os uiesties de Hespanba e da Italia. Vlglc/ olhou paca -r. Como le thainas .' ^.j!es>fcj:"^ff*f! lu ... .-\ .-.__..- 2. '!" hlf efiMloa sal.ll:ir l"'o Mi7 eiuMios salul.tr,*-* b mlleos e palpa,- rentes a uatuivza dos cstudos osembarcos. mar; a cpoeha em que os homens examinan Veis, Aeriesreuliircim-.; ,,, a l.mliiiia dos pro\eiii.-iu>s .la ignorancia fi iiihahilidadolos^iiilt-s de julgar .' S enlao qucelle* secon- ueveres supurada 4\ inslmocao seria pe- pedantes. E' miste.-que baja niclhndos pa-; vencerao de que Ibes coiivem apreciar ttitioo U4''"*" 'uiv.-nuvi mi^.Io u antes tun in- ra iodo o genero dcapplicaC'o.Nu.n secu- me 'or tl *'" 'I"" se deixein fascinar por v.-ni ilfs-uK.i fo para nos sujeilara deveres lo .-ni que as artes teni l'eilo iicalculaveis pr-i prcvences le 0(>slumes o;i por nutras quacs- l'.ctn',o, oecultaudu-uo>-o eo.dieeimentw das grcssos e ci> que mis manufactura* e l'ahri- ; t|H*i* causas e vas llusoCs. xenbideiras ohrig-.rVs. Qnat.to mais se di* as se. eouhvcetu qnolidianos molhorainenlos Quando ii'iun esladh lia h tus systemas de, conrr sfbre este assuinpto oais se con he- I devoremos acaso guiar a arte de instruir a - nstruccao elemental, pode conjecturar-se cera que a instriuvao e -.1 diilrina dos deve- duear oshome.is por. mu trillio tortuoso ? O! quo as mitras partes da instrucciio publica res sao as nicas, que podeui desviara que ludo isto desgracadamente prova que os I devora milito ein breve ser levadas perfe- espocie iunuami dosmales que a tem feito j paisenram mais de procurar riquezas do cao. Nesses pai/es todos os espirito* tlldfem girar n'tiiivcirenlo de rovolurnes. A instruc- que de educar e moraiisar os lilhos. ao inesmo lim ; a authoi idade protege os seos cao prudentemente dirigida, e espalhada pe -I Qm 11 lose nao tem delirado uestes ultimo] esfogjo ? as classes pobres deixam de sar las uiffreiUcs condieoes da sociedade a l>- lempos acerca dos svstemas elementaras i1 ignorantes, e as classes ricas procuran? ins- solutamenle necessaria para ensinar aos no- Pronunciar sentenca antes de examinar as truir-se^aindu mais a lim de cotiservarem sabe viver sem o passado. Os Portuguezes mens o moilo de conhecereni e de cumprirem provas usanca vclha dos partidos O^n- superiqftdade sobre aquellas.Que nobre con-; sao nicamente os herdeiros de seos antepas- os seus deveres. Os pas de familia leem strie-: sino mutuo a principio tan exagerada-' curso para o bem 0" espectculo lito oppns- Mdo*. Nos seos caracteres nada de serio dor- io ao que apresenlam esses pai/es desgrana .los j cobre-seque seja de importaco estrangeira aondeosque mandam embrutecem os que Mies mi devido ao nossoseculo ; ludo perleneeain- sa< sujeitos para se nao verem obligados a I da ao tempocavalleirosos. Seo nom primitivo procurar nslriiccao para si mesmo Naoe- se ha deslustrado nenlinm oulro se dileron- quivale esle pntceilimeiito a impedir seivui obrigadoi a la/.er o inesmo ? | situajao geral da sociedade nao se pode expli- Km todas as cacholas}., desde as maisele- car, se nfio pelos seos antiguados costu mes .r mentares at as de superior nstruccao devej natureza doi golpes successivos ff lia solrido. cas, e as formas de gov.-ino que ellas produ- /i'in nao nos sao coi)decidas. r,m pol|Uga| sao de interesses quaze secundarios. |)a m- luyao das qm;s,tes constitucionaes nao de- penden! somente a torca v o descanco desse pai/ l'raco, e atribulado. He bem sabido por quein tem estado algum lempo nessa trra, de tal sorle que ein lugar de, se experimentar comhina(;cs artilicies, nao se alento as for- cas vivas da nacjio causa de sempre hitar con; um despotismo injuriozo e urna. anarchia destruidora. Ossuccessos que dispo/erao de sua gorte I he sero estranhos levado por um movimento lodo moderno parece que nao pri... la ODrigacao de tloulrinar seus limos as f.n- meul'* louvado est agora condemnad.) a i!ieira.> noe.M's tanto no que diz respeito e- nina especie de-proscripcfio. Os erros dos >ar- xistencia,,como ,i c'iCa de niliitos pontos re- lidosraiisaram nao pequeos males e dissabo- Ialivo-a vida e sua extrema iulltieucia. lis res e por isso Iw+m notar os que trazem a quedesi'iam pie a classe india ja/a em supi- marca do ridiculo. No lempo da guerra en- n:i ignorancia nao veeim]iie, se o seu s>sle- In- Inglaterra e a America, con testa rain os na justo devem olhar como nt-is i proprie- ingle/es a importancia das escoltantes descu- dade publica qnesne.f meio.i cm (|ii^ se b.-rlas de Prakjin si>bcc a eleclricidade ; e possa augm-'nlar (inum'ro la< pessoas mise-; urna especie de charlalio sa eucanvgou aveis eslnj.idas egrossena, ; e (pie de- p.ovar publie nuenle en. Londres, que os con- dominar um grande pensamenlo-o (|e ..icu-j He ,Kns necessar.o para-eoiihccer-sc Porl.i- em tambem rrancam-n!;- roufaar ata a- j ductores de pona nao altrabiam o raio. Sen-|Ur IWH espirilos as sublimes mximas do E- gal, saner-s a sua tus tona e anda mais ham conveniente a existencia a genlalha nos do nimia mais do uua tildo cuno*,, n bave- vaugelbo. S. inspiramos aos bomensoamor as tradicoes que encadeao as ide.as. All V cllam (-uvcint'iiie a existencia na geiiiama nos 110 anda mai>Uo q estados .' Ksla Iheoria por si mesma se refu- i rein-se lirado os conductores' que bavia n'um la. I.auceinos Iiomens aiila'dos e de boa f dos palacios lea-s s<) por simciii invento de tis olhos sobre alguns condados da Irlanda e fYanklin enlao muilo odi^ido ein Inglaterra. Escocia e digam-nos se a siluacao lestes pai- l'in parlido raramente commelle erros, que /es levo Causar nveja aos outros nao tenlkiin analoga com outros pratusidos! ns iinticar-llics-bemos virtudes imcomple- .\Yi()(li/.einos|ii os agricultores e opera ri- j pelo parlido contrario. Em quauto una com- l;'s rormando disci pillos sem loica para ven- cerein obstculos e revezos, lia una idade ein que a rasao ja/ adormecida e na qual as de D.Mis sem Ibes lenibrar o amor dos Iio- mens educaremos myslicos 011 entes imi- tis e perigosos se Ibes inculcannos o a- mor dos Iiomens despresando o amor de D- se achao os seos senlimenlos, se anda exiptein, ou,pelo menos as queixas populares; maso povo he como as ondas que se levanlao a por- porQn do vento. 'Ouaes sao os ventjs ? hunde vero a tempestle ? Os partidos, os governos tem occasionado as agilac;oes de Porlugal seos actos deprimirlo a nacao , que sem se deixar |>enei.rar pilas ideias li- . manas"ten7Todi"va"aiT^ ,!,._! beres abrio-lhcs um caminho fcil e en- >s. K- miste, lixar ideas mais exactas da nados maos da oulra chrisl:\a sao discipu- vert ser encau.inba.las pela estrada do bem. f'-aipiet-eo-se s.m se Ilustrar. Nao existe har- inst.uecaoeseusrcsulla.los. As escb.das e- |os de mu dos Iiomens mais nolaveis ipie a <> Ihmii ludo o que inspira o justo amor do l""l,'l"", lwir eo povo. Neos hns sao pai os devi-ni saln-i lr para se eniregarem ex- batem com violencia o en.dno mutuo cen- e!i:svaiiieiite leilura : se o l/essein obra- suram outros com a/.edume o ensillo simulla- riain contra o recto jui/.o e inh-ressespro- neQ.- Ha milito quein ignore que os denonii- .,!,; i orias polticas, que nao tem podido curar seos Pmpoas laculdaJes ratellectuacs. Oualquer dos mais dignos 1110 lelos que se pfcssam apre- em que elle .so sent a lleiuVs con lusas. >"-1 m^AJn.^ dvlJi homem que teuba apprendido a lr esc.,'- sentar aos amigos da b.imanidade. 0 virtuo- ao leni|Ni em que exercila urna rasao ja de-, 'ls '^V^lr,Ln^ 2Tlf !!Sr ve,-, e calcular, emboca nao baja abe. lo um so IVlasalle Convencido deque para agradar! senvolvida as escliolas da philosoplua do Itvro em todo o curso da viiia hade ter sem-1 a Dos era necessario ser til aos homens pie mais inlelligeneia e por fosequeticia j nroeurou por todos os.-modos cumprir cornos ser operario mais tiabil (Ib que o individuo seus deveres para com um e oulros.(ho- mnido. falto He di.'senvolviinenU nienUl e qiiejaza i nheceu queiim dos maiores servidos quu po- coiisequencia em complela ignorancia. I dena prestar sociedade era o de concorrer tara o melhoramentb dos coslumes das classes Ha livros cuja leitura indispeosavel. As aricas qno frequentam ai eschias sao as etor aprendem o ealhecis/no estando . ;i:ando crescem para enlenderem o ,-elio e o 11 tros livros ao alcance da in- pobivs ; e para o conseguir, coiivinba reu- nir M creancas em escholas preparando-as por meio da inslrucQao para serem cluis- laos operarios e pais de familia. F.ntao ( Do Panorama.) POUtlt.AL. dbsdr v nevoncAo de 1820. carcter nacional fra o mesmo que estudar anda boje a sociedade contempornea ; descubrir OS causas que o tem agitado a vinte anuos 5 seria conhecer os governos e partidos. IV-rguntarei para o passado quaes foranas i causas que produzirao os coslumes e ideias de J Porlugal anles de examinar que polilica de- Portugal esta tilo ..mdo a nos por *uas re yo ^ ^ ^ m g volucoes como alastado por seos eostlimcs e nQ J|yre g ^^ sentimentos que he mu d.ll.c.l coneeWr u- IIum fac( eujasconsequenciasaimla boje do quauto ba de diferente e opposto na s.lua-, K fa/(,m S(!|jli|. d(>mina ^ ^^ * 1-1 i\ ... .. * dirigida. Com ludo oa|>erfeicoainenlo do syslema rinslrucgo encontra sempre impugnadores , |o somente em relacio a poltica porein , o que ainda mais para admirar pelo lado Iliterario. Nao falla quem repita com ar ife s'm'ment esta especie de adagio : s sf sabe bem o que cusa a apprender. Se es- :' principio exacto dizia cerlo homem I- lstrado nao ba a menor duvida le tpiu os res mestres .ao OS melbores :e indubi- que ser em todo os tempos dos mais uteis e por tanto dos mais helios inventos do espirito 1.imano. Como fossem necessarios meslies que po/essem em pratica este metbodo pro- pagando-o e perpeluando-o o abbade Delasalle fundn una sociedade religiosa dedicada ao ensillo elementar. Mil obstculos contraria- vam o eslalielec.imento deslas escbola ; ca- l.uniiiarani-no promoverani-llie processos . eos menibros la socieilaile fora.u multados . me nao le, que se coinrroinetlem nos negocios | zas e ,l)e|.ua(]es. Longe disto. Quando lo tem ...na vida co.im.mn com luda a naco, a d|1.isl.-, d(;i,.amada uo , vk> m ((S esta torna-se ignorada ou des.-onbeeula. O ,k>- ii(|MS os gUrn estrangeiros forao con v, procura os que tallan e esquece-ue dqs gidertldos libertadores; eiles achara. o pai/ mais elle ouve as palavra* despot.snm. h- abandonadu e ,, (|UaSl. hlCullo *,. bordado, igualdade, e privilegios , pwua- mof(Mse IU!Ccssai.io perseguir de continuo a de-se que ellas tem a mesma s.gn.l.eacao em ft() V(.nt.ida a p0pU|aCao chrisU mes.no toda parte, e que na I- rauca e en. Portugal Inais inlllia ,U0|.011 e| to,Jog . ...teudem-M absolutamente daiinesma sorte. techfentos all se associou. Cada combate Anda .pie o lempo soja amante dos para.loxos; ,,ava_I|lc um noV() ^ ^^ y ^ |m e salteados no meio das mas h.ctando no 1 to lav.a mn|em ha que se persuada que a I. ^ glorio/os us e seos valentes cav-d- uvelmente cerlo que sem atlencao nada pode j espaco de vinte anuos contra todos os embates | tterdade e o lespolismo wuieorrao modicanien- h.irQfi ? uns C()I1Sl.,.vai.ao sua i^rdaje . ...;>er-se ou adquirir-.se pelo lado los mnhc- j Ctm ipoo ,s giierreavam o interesse a igno- ( sobre a sorte dos povos. Deve com ludo sa- 0itios'suas Ierras e todos una patria \ < i.i:,t*ntos humanos. Sao bous metbodos ns j riinca e a ma f,'. nica recompensa que | her-se que tem independen temen le de toda hston o accrescentam as dilliculdades nln>_ I j^mfeitores da biimanidadc. E quau.Io as i 1 nom. Dizem que s un lino ma- ; que compras a pe/o de cobre e ven- zo de 011ro ; embora. Tens quadros | uto ? ; 1 Trez seiibor. Crespi .' Sfifos de Duminiquin .' A' vonlade. \ te.i residencia ? 1 In'a disse. i >;ilo que Lord Pembrokea escrevia, Comprehendeis mylord como se possa wH a tirar partido do gusito do lglez |ela pin- j lonl. ver, estando exposto a isto por do/e ducados ? tura ; mas algi.ns passos distante oulra pes- -1*-' o mostr Stella senlior. 0 povo nao tem precisos, observou pbi- son |ireslava igualmente o ouvido a conver- losopbicame.ile o mylord. sacao desles dous estrangeiros: era um ho- Elle bem feliz Eu gasto tre/entas mil | mem d meia idade vestido de preto, e que libras por auno, e falla-nie ludo !... Por maisis tinba de notavel a vivacidade maligna do que derrabe as nimbas matas por mais .pie 1 oltiar, Tinba-se elle sonido ao ouvfr os venda as minbas rendas de torra, por mais qiieixunies dos dous cavalleiros sobre a pobre- -Talvez seja alguma obra prima, i (|.ie faca augmentar as niinhas penciVs nuil-;/a da lidalguia e Ibes bavia laucado nina M. de Vivonne com iiidferenca ; 0 pintor ? Si.u um dos mais linos entendedo- res, Tara por ventura algum merilo aquel- la quadro ? c disse quein ca tenlio du/entos lui/.es de meu. julbadura irnicamente amarga para a qual sabe ? Al. quem pode boje vi ver senhoiv'' nao tiiihao elles feito reparo. Neste momen- Em caza d'um borrador ! Aqu estou eu que me aclio alcanzado em seis loo pregoeiro expunha venda um quadro mil guineos das minbas rendas. de fumo. Ja mo basta a lidalguia, mylord; ' Pois tamb.'m ba quadros? perguntou pregao, o xV/.-se em leilao um mister lanzar conlas vid* como faz apeo- Lord Pembrnke rindo-se. ingueiu offiweco preco algum por I nagem ; baixeza. Se en fosse mais rico., Alguma tabolela dj mercader de macar- rijncz fez sa ohserva^ao. deilaria aquella infeliz os doxe ducatlos; mas rio que teria lirado em conta ao tal borrador,, Hade CUsar a mestre Caverdone a en-' () jogo tem-me arruinado. iNida disse o Judeo. ; '-be iiiiiito.' . r-ados senbor ' _ 1 i v.- nao os pode obter ? *.:o. .1 v.uva nao tem amizades ? pobres observou Israel. E a niim os quadros. Ouem acredi- tar que ha ponco acabo eu tl<" ollerecer a um velbaco de Rotterdam cincoeirfa mil escudos pilos quadros tos Selle Sacramentos de Pos- observou M. de Vivonne. A seis paolos, gritn o vendedor. Nao os achara disse Israel. Iluiive algum silencio. Don trez ducados disse de repente o sino, e que elle os engaita? Hei de ver-me homem vestido de [.reto. na necessidade de ebegar a oitenta mil, e tal- l.evantoii-se um sussu.ro na mullidao. Trezducados! repeli o bulen admirado. \r/ a mais. uloS! repeli .M. de Nivoime. = O Judeo linio esculav:: b>Hl decidi !,)!!!!!'. e esle homem*? perguntou un- Por que nao ?No se acbou ha ponco, um Corregi que servia de sobre porta a um fabricante de bu toes ? A trez ducados, continuou o pregoeiro; nao ha quem mais d ? Dou quatro ducados gritn o judeo. Eu oito ducados replicn Stella. Dez ducados ! Do/e ducados ! Houve una pausa 5 Israel pedio o quadro para v-W mais de perto. E' escusado interrompeo vivamente o homem de preto eu dou vinte ducados. ( Loulinua.) MELHOR EXEM J \ bres. A catiza dcsla diferonea he mui sim- ples. A origeni da nobreza portugueza foi a I ibordado do paiz ; a origcm d nobreza eifl quazi toda a Europa lio a conquista. De orle que as duas grandes elasses qua , pin toda parle dividem a sociedade pare- cen! unidas por um laco de oonlianoa, rospei- to e familiaridade : singular mistura que um Francs! apenas condece. Q decurso dos accontecimentos augmento ainda mais a har- moniu que se tinha to fcilmente estable- cido entre os guerreiros e seos companhei- ros. Acivilisazo romana tinha deixado pou- cos vestigios eni Portugal: se a linguagem he latina e simulada d'um rellexo arabo to sao d'origem germnica e o carcter dos vi- sigodos domina sobre este povo filho da f, e da cavallara. Dopois do governo dos Mou- ros nao exista o maisd'aquellasdades, cen- tro das sociedades particulares onde se po- derla formar um corpo de cidadaos com inte- resses diferentes d'aquelles das o ti lias elasses da nacao. Ella nao tinha diante de si se nao um s estado de coizas mais aristocrtico que i'eodal ti toda a sociedade nao era inquietada ncm pelo desprezoeminos por rivalidades. A nobreza havia forma lo o povo e com o soc- corro (Peste ganhoa sua gloria c poder;oPor- tuguez pobre nao conbecia outro me para se engrandecer si nao o das armas nal. Neo se ofTereeia outro caminbo que po- desse excitar mais ambico. Nao se empreen- diao guerras sitia para conservacao oro- nmm o por um zelo religiozo, que devia es- treitar a uiriao dos eliefos com os soldados e produzir um fin sagrado aos esforcos de to- (his as elasses. A lembrarca dos seos reis, e gucrreros dos priineii'os lempos nao lcou Wo profunda- mente gravado nos coragoes dos flbrtuguezs, si nao por" que reconhecio n'elles os salvado- res da patria e defensores da f. Nao ha um s homem do povo que com patritico en- tusiasmo nao admire Albnso Henriques o primeiro e maior de seos reis o ven- cedor dos Momos e de Castclla. 0 coraro do mais humilde enche-sa d'um legitimo orgu- Ihoao pronunciar oglorioze nome de Alju- barrota. > Como esqu^-cor Jlo 1., o glori- ozo bstanlo e o seo magnnimo Cond es- lave! ? Nano Alvares foi o mais potico dos Gavalleiros portugueses. N,io he > diz Ca- limos h um homem que se lauca ao combate, he um Leo que salta ederrub os mais for- tes trincheiramentos. Portugal era justa- mente fallando mais um ninbo de hroes , do que a morada d'um povo. Sempre com as arjnas ras maos foi-lhe necessario que seos cavalleiros apenas vencedores dos Mouros, del'endessem mais d'uma vez, suas conquis- tas contra os castelliauos. Muitas vezes se li- garo com aquellos novos adversarios para ir pelejar em nomo da religio s.-os amigos e inveterados inimigos. Todo o paiz na., foi por muito tempo mais que um campo de cru- zados ; elle se fortilioava do continuo ueste espirito guerreiro e ehristo que havia pre- ztdido a suacreacm. PoIc-se ainda descobrir vestigios Das comjndas d'uma das tres ordens rchgiozas, que qua/c todos os grandes de Portugal possuem hei-idilariament ,ecujas insignias Irazem. lias, e o r.ome do afamada chele deboixo de cujas ordens vencer os iniicis. Tinha-se por feliz em deversua fbrQuia ao taJenW dornpi- to, o denliiicar desta sorle o gozo de sua existencia e a gloria de sua patria, ( Continuar-se-. ) ( Traduzid do F-aucez. | MKSCILANEA. A moralidade d'uma aeco depende do mo- tivo porque a praticmos. Si cu atirar , por cxemplo, com um peso duro hespanliol caneca de um pobre na intencode l'ha que- brar e se elle apandar sein daino a moeda e com ella comprar vveres para manter-se , o resultado foi bom ; mas a aeco, da minha parte, foi oulpavele iniqua. o= Dr. Johnson. As colonias nglezos se estivessem reunidas formaviio urna rea ou superficie de duas mil e duzenlas milhas quadradas; tem de costa martima vinte mil milhas nuticas: a popu- lacho deste immenso territorio calcula-so em cenlo e cinco milhesde habitantes; 7o mi- Ihes dos quaes sao indios. milhao e meio calmbeos e scismaticos 2G m Ihes maho- metanos, e uiilho c meio protestantes. : nome estrada de Santa Anua ; ras da Casa Forte, da Campia do Pinheiro, e da Pi- ; tombeira ; estrada do Monteiro ra do rjies- mo nome ; lleco d( Ouiabo estrada do Po- co ras do Caldereta) puf delraz da casa forte do Poco, do Rio da Poeira , da Igreja, Nova, e do Ouiabo : adverlindo a todos os seos eolleetados (pese nessnsoc- j casitas nao derem os esclarecmentos precisos para o dito lancamento se proceder o mes- mo pelas informacoes que po.lerem-se obter , I embota estas Ibevenhao a ser prejudiciaos. | Outro sim faz constar aos meamos e a quem mais convier, que nos dias que tremediat aos do lancamento far a a.-recadacAo de todos os Impostes a sen cargo, -no lugar j animnciado, e uestes esludOS as horas de sua assistencia no collegio. O Kslabelecimento ja tem proporcoes par administrar frequcnlemente a todas as edu- candas banhos tnteiros (penles e fros no interior da cusa indcpeiidenleniente das la- vagens parciaes que sao de todos os dias. A Direcco do collegio ontender-se-ha com os paes das meninas- que n assistem na l'i ara para lacilitar-lhes os meios de mandar lavar, engomar e entreler em boa ordem roupa de suas Albas. T H K A1 R O. Estando prximo o tempo de se abrir o impostes a sen cargo, no lugar ja animnciado ...","" k' mpo uc se .inrir o oque limlodito lancamento, far xecutar ,'" VV-!l H WWWitattes Dramticas, a todos os devedores seni exceeo alguma len , ^'"Prezano recebido as tsoieccoes Coll.'etoria de Olinda de Janeiro de 1842. !'a0 m daS **" d A,c,,ivo Tliealral de Lis- /., lita. III.IS ;is incln ii ,i- :.inl,. ... .. .1____:.._. 1 ; jan O Escrivao. Joo (ion sal vos RodrisrueS Franca. boa mas as inelhores avulgas iezejando i apieseula-las em Scena com a pompa e bri- Ihantisnio que requerem ; convida aos aman- DECLARACOES \ice-consulado de S. M. Catlica em PernamrP8 ('- V 1),a'nutica para a formavao do buco. muil sociedade rbcatral, com posta de 52 so- Para conocinicnto del comercio extraiiirero C,USi A* ta"tS serem us can,a,ot,'s dispo- se transcribo il se-u i ni- : "Uveis) dando-Ibes o Emprezano .f grandes !-" Secretaria del lapacho de Estado ,sl"'ct;'c"lS *-'"' * "z que deverao ser Habiendo-so ntalo con sentimento que los "T ^ n U" d,u,"Kos orno melbor rc- capilanos de buques mercantes extranaeiros Wt. ,recv' da Sociedade que se reu- nir : locando a cada socio (i bilhe.es de Pla- MRZV 1(0 CONSULADO, Miguel Archanjo Monteiro de Andrade ca- valleiro da ordem de Quisto e adminis- trador da meza do consulado desta cidade, porS. M. Imperial e C. que D-jos guarde etc. Faz saber que so hilo de arrematar na por- ta da mesma huma caixa deassucar B nume- ro \i, no da 2ido crrente, aprehendida pejos respectivos empreados do trapiche No- vo, por inexactido de tara e:n cujo din se linda o pra/.o marcado no respectivo regula- menlo sendoa arremataco livre do despeza ao arrematante. E para que chegiie a noticia a quem con- vier mandei afixar o presente edital, c pu- blicar pela im prensa Moza do consulado de Pernamburo 19 de Janeiro de I8t2. Miguel Archanjo Monteiro de Andrade. que Vienem a puertos espaoles no observan : lCalI," cati!l w bilhe.es de Pla- cou la pontualdad debida los reglamentas , f V^ST' U'" Ca"'a,"le Pela y disposiciones concernientes su entrada v ;,|uailUa Ue 3b res cada mez : tocando despacho, y como receon timen lo habise o Tr Cn*Hl,,e"c'a a c^da socio inencalmen te corrido enCadix que um de estos Buques; .T 2.4 b,lhel"8 do P,ata t bi" doalavelav:;aIefurlivament,-si,. i,a|M. _il,eles barandas: desta i.ianeira o Kinprt- dio a la vela fsalio furtivamente sin haber si-1"'"-"' uo',a!,UU3 ; UU3ia auara o ismpre do despachado por la Capitana de puerto ni Za" ,"a d"VM,a pocJer suste'la' -' wu|mu- haber obtenido patente do sanidad, dejando I " ,a,"ut,Ca ,e aprezenlar em Sena bri- fuii-i i-.ni.. .1. ....:.r.____ i.._ j .* manes esoeetacu os novas mniuru ., .i por lo tanto do satisfacer los derechos da al- mirantargo la regencia provisional del Be- oraces adquadas. A Sociedade devora ter feito a sua installago the o dia 20 de Feve- no ha tenedo a bien resolver por el ministe- -^ a SUa '"slallaa.the J > de ft rio de Hacienda losoguinte : ,,!lro ')a,ii tJar Pnnciwo aos Espectculos. t CIB I t____ II. A V I Z O S DIVERSOS. TE1RER06 BE MAll.NIU. Tendo-sc de proceder a medican c avalia- co do terrenodevolulo de marinhas, no lu- gar de Fora de Portas, da parte do mar , concedido pela presidencia da provincia a Joaa quim da Silva Lopes, nos fundos (\i^ urna 8U0 propriedade de casas defronle da Igreja d,. Pilar, de ordem do Sur. coronel'inspecto. geral das obras publicas convido aos ronces sionario, hereos, e miis pessoas interessa- das, para que hajo de comparecer no dia 21 do corrente mez pelas O horas emeia da manila. Joao Francisco Bastos. Eserivo das medcc/>es. I-"" Que los Buques que vngan aexpres- sa consignacin queden bajo la responsa- belidad del consignatario, quien deber res- ponder de todas las inflaciones a as leves; y t Jn?"e 'OS Q>T!U- Om a"('n,es ^ pr0" = Dezanareceo no dia lo do correnU; um ticloHsquesondel Comercio de su pas, ga- i molequo de nome Antonio, nayao congo ranucen n como particulares, sino como de idade de 11 a 12 anuos, levou vestido cal- ales consulos lapontual observancia delas!Ca de estopa e carniza azul; tem a cara re- leves y oiroscan la justa vindicacin de su donda maos e (es pequeos urna ricalri* Cobterno contra aquellos que las quebranta-1 sobre oolho esquerdd eoutra :-.o ouvuiu, tt ren evadiensen las penas por medio de l ho bastante ladino ; quem o |>eg. leve a ra fupa. De orden de la Regencia digo a ll paro su inteligencia, 'ejecucin y publicidad segn le corresponda. Ros iuard. Nuno Mara de Seixas. V. Cnsul. Coisa anda mais singniar f.no os guor- reirosquelrouxero ao povo suas riquezas. Em quaiilo ta Hespanha as descobeilas ero (bitas pelos estpidos soldados, como Pizar- ro. e gentis hotnens arruinados como Fer- lUio Corte/ em Portugal os reis e Principes foro os homens mais temerarios como os mais instruidos da nacAo e os m lis nobres senhores atiravAo se na carreira das deseo- bertas e conquistas longiquas. Vasco da Gama era d'um lustre nascimento Goncalo Zarco da Cmara descobrio aMadeira,e Cabral o Brn- zil. Pacheco Almeida Albuquerque, Cas- tro Menezes Souza, Mascaren has todos estes grandes homens foro os mais celebres , assim como os imiis Ilustres d'entre os coqu sta- dorese Vice-rcisdas Indias. Nao exista indus- tna interior ; todas as riquezas que eleva- rao 1 ortugal, vierao-lhe de fora; ero os des- pojos dos povos d'Asia os t ropheos da glo- ria nacional. Nao se conhecia tranza^es cofn- merciaes smo aquellas que faziu a victo- ria e a mesma cobica 'tomou um carcter guerreiro e heroico. O Povo viva sempre no campo com os genlis- homens; aquello seme- lhou-se cada vez mais a estes |>or una commn- nidade d'interesses e perigos por urna ra- lerntdade que emanava naturalmente de urna vida de aventuras. As tradicoes, que um homem abastado legava seo filho nao erao a collecgo de mximas eceonomcassobreo modo de ganhar dinheiro j mas sim asrec- Oordactas maravillio/as das b.ilalhai us lu - Ocollector da decima e mais i m pos tos do muneipio d'Oiinda, manda faser publico pe- lo prsenle que tem marcado os dias do se- gundas quartas e sextas feiras. de todas as i semanas para proceder o lancamento da I dcima dos predios urbanos desle municipio , de conformidade com as les regiilamentos, o ordens existentes ; o qual lera principio pe- las ras seguintes Bas deS. Pedro Mrtir. deSoBento, do Porto seguro, e de S4*e- dro Apostlo; becos do mesmo nomo de Sao Pedro Martyr ; ras do Varadonro da bica de S. Pedro, das Mangueiras da Boa- hora, do Cahral, do Jogo da bolla da Bica dos Quatro Cantos do Aljube do Gjxo, dos Quatro Cantos, do Amparo, dos Gatos, do Luppe, da Floresta de Sao Joo dos Quarteis do Bom sucosso das Maupibeiras; Estrada de Sebasliao Lopes; Bas do Largo do Amparo, da Ladeira da Misericordia. Nova, de Malinas Ferreira, do Bom lim, de Xavier Santa Bosa, dan-ente de Sao Francisco, do Carino de Sao Francisco Praia do mesmo nome, do atiero do Varadonro da Sanzalla do desterro, e do Arrumbados. Estradas da Passagem, do Saluadinho, do Campo Gran- de de Joao de Barros, do Rosarinho da Cruz das Almas dos Padres, dos Adictos ,- do Kspinheiro, d'Agoa fria da Cruz d'AImas das Mocas, do Arraial, da Casa forte ede San- to Amaro, ; ra do mesmo nome ; Estradas de Luiz do Reg Nova, do Pombai '(somente do ladodireiro) do Cafando, doBoi, (lado di- reito) do Manguinho (lado direito) da C.r- punga (lado direito) de Sao Jos do Man- guinho da ponte do l'cha, da Cruz d'AI- mas edo Panameiiim, Beco do mesmo COMMERCIO. CAMBIOS EM LISBOA. Em 23 de Dezembro. Londres oH 112 |>or 1000 reis oO d. v.' 831 12 por...... 90 d. d." da Cadeia 3. andar D. 6, que sera recom- pensado. C9- O abaixo assignado faz scietili que ao amaiihecer do dia 19 do corrente the furia- rao urna vaca doseu sitio no Jugar da Solidu- de com os signaos seguintes : cor ainarvlla- ca com r:ialhas brancas e tos mesmas ma- llas alguns signaes antigos de carmpatae urna malha branca na testa : liginds um corelo, tem as ponas dos xifres corladas ja idoza , proxim'a parir ; roga-se a quem souher ou for olferecida participar ao auniinnanie em sua caza na Solidade : sobrado (pie tem mi- Napoles Paris323 E. Madriil Cdiz Vicua 133 I>. Valor dos nielaos. ior 1 M por 3 fr. 100 d. d. d. por I.IV de C. 13d d. Objetos Pecas de 7j300 Oncas hespanhoes Soberanos Ourocerceado Ditoem barra Pataca hespatiholas Ditas brazileiras Dilas mexicanas Prala em barra Compra 7.> 71)0 1 u too .) too 1*4110 23 920 920 903 28 a 28 11 i (Do Nacional). COLLEGIO FRANCEZ DO ESPIRITO SANTO PAR\ A EDLCAC-l6 DE MK.MXAS. A-Di redora participa que desde o dia 10 do corrente acabaro-se as ferias e abriro-se novanienle as aulas deste collegio. Resolveo- caza terrea junto _ igreja; na dita aula ensina-sc a ler escre- ver e contar, cozer chao, bordar marcar de duas a trez qualidades fazer lavarinlo e flores lanto'de |wuio como de {temas e de I froco : Indo com perfeico pelo prego do % rs. por mez assim como ensina-se grain- Nenda. malica por3> rs. mensais e franco/, por 3j 7j720jrs,: os Srs. pas de familias, que quizc- M.>IJ00 ron, mandar suas ilhas dirijo-se a mencio- -4. 20 na,ja caza que acharo com quem traclar. 1,>930| Precisa-sede alugar nina escrava para -"! o servido de urna caza de pouca familia, quo W'l; saiba bem comprar cozinliar e cnsaboar , > dando-se-lhe o sustento e 10* rs. niensaes: 910 : na rua (ja Solidado lado do nascente segun- da caza nova defronto da judera. C7* Quem precizar de tijoln de al venara, areia ou oano para obra ; nirija-se ruado Queimado loja I'. 11 : assim como lobem se ofltrece huma pessoa para fazer sierros em terrenos alabados; que sir servido coma maior brevidade possivel e por preco com- niodo. f vy Offerece-se tima mtilher para ama de __..r,.. ,bVU..... ^^^ x'ii^i < x-v -^- nutra iiiuiin i |mh UIIIiI (JV so a augmentar o numero das Meslras desti- case de homem solicito ou para |>eqiiena fami- nadas a eoadjuva-la as diversas materias do l lia quem precisar dirija-se a rua do Fogo ensiiio, mandando vir da Europa seiihoras 11). 2. de reconbecida capacidade e cuja chegada nao pode demorar-se muito. Approveita lambem esla oecasio para com- municar que fez nos estatutos as alteracAes seguintes a favor dos paes das educandas. En- sinar-se-ho a todas as educandas sem aug- mente do estipendio: 1." os principios de dansa necessariqs para quadrilhar 2." a gra- mtica muzical ; 3.'a muzica vocal ou can- tonu. As juei.is pensionistas toniaro |>arte = No dia 10 do cot rento perdeu-se da i :a da Conceico praca da Boa-Vista at o beco de Jpaquim Jos de Veras un vestido rfe sar- ja preta novo viudo da casa da costui-eia den- tro de um lenco grande de la, assenlo bran- co com palmas mimlas verdes e algumas en- carnadas, barra roda, e franjas brancas lam- beni de l.i ; quem tiver acha o, quizer res- tituir dirija-se rua velba casa ). 12. qua ser gferuswiK'.'HG nrcinpensado. 1PLAR ENCONTRADO y 4. S7" Al:;i-se 4 pretas para todo o servigo: nder dirija-se a ra da Alegra (o ir;.c'iii.) sobrado. ' aoajxb assignado i'lC tur- Quem Ihe faltar um molcque orelo i cr A casa de um sobrado no Attrro da que representa ter 1) para 10 anuos dirija-se Boa vista, em que morou o Sor. Francisco ...... ... 'MIII'UH %'. j'.i- ir [ueira o ve. igual pode man fhf negocio ou alias o morador no En- yviho denominado Quingongo faz a dias apareceo um pelo por ' i-:::i:o que diz ser, escravo do Snr. Sa do engenho Purgatorio, so- rt'iu.'io >a\\ o comprar sendo que o dito vender ou trocar por mandar para se efleituar mandar buscar pois que ) anmuiciante nao se responsabelisa por alquer luga que o dito preto faca. Francisco Paes Brrelo Juinior. ty (Juera atinunciou m I)iario de hon- i-'-.n q>e.:vr dar dous con los de reis a juros a . < :> i! iio, dirija-se a ra do iriuro da Pmtil da-|'arte do nixo casa D. 13. vzr Oabaixoassijrnado avisa aos credores do Ijiado Antonio Machado da Cunha que iueirao mandar presentar suas contas lega- es para serem mencionadas no inventario , |in> -est procedendo do dito finado, cujas is serafl entregues no paleo da S. Cruz \). 1 em casa de Ignacio Nunes de Oliveira. Franeisce Gonsalves Reg. L3y O Snr. Jos Antonio de Amorim dfei- xou do ser caxeirode Joo Alves de Carvalho [tarto, divide o dia 16 do crrenle Janeiro, poyqcujo olivo sessar os reeebimeiitos fei- tos pelo mesmo desde esta dacta em (liante. vi A!uga-so urna boa casa terrea com lu o cacimba na ra da Florentina : a tratar na ultima casa da mesina ra do Jado da nasce.iilo.' Sr J-si> Bernardmo de Sena principia no lia primoiro'de Fevereiro prximo a dar lieoes de -!:';:.;aticii porlugueza latina e fran- cexa em Blia casa dasduas horas da tarde at as > aquellas pessoas que nao poderera fre- (cnar as aulas do Lyceo ou que qu.iseiv.in dar.tf.uas Ligos nodia. - Aluga-se um loja na ra Direita de- ite do Terr;o, muito propria para qualquer icio por estar em armazem : a Iratar na ilia do Fagundcs D. 5. i Arrendao-seas olarias de S. Atina, coni bant dentro casa de vivenda e mais coriitodos necessarios : e vendem-se lo bes- fs de-engenho : a fallar na ra Xova loja de ferragens l). lo. CS* Quem annunciou querer comprar una balaii'ea e um peso de arroba dirija-se- ao pateo de S. Pedro venda da quina que vira pa- ra ra ila viraeo. UT Trooa-se um negro de Angola bom canooiro de idade de 26 annos, por urna negrtrlavadefra de varrelJa que seja anda ioca : a tratar no largo do Terco D. lo ou > > cnrtmnedas5 ponas com o Capibaribe , do mere di* em diante. Of Fa ra do Jardim casa do mesmo nomo, n'aula de primeiras letras, ha quem misine geometra e latim : a fallar na mes- ina casa cob o respectivo professor a qual- quer hora do dia. C7' "jiem annimciou querer comprar o segundo e terceiro volume do Panorama di- rija-se a ra do Jardim casa do mesmo nome onde tem aula de primeiras letras. C/' A luga-se o 1." andar do sobrado da ra Augusta reCmit-edificado e com ptimas aoonimo;lages( sobrado amarelo ) : a tratar na ra do Vigario D. 12 ; onde se aluga tam- bem o armazem do sobrado de 4 andares da ruado Amorim defronte do ferreiro Caetano , proprio para estabelecimento de assucar, cou- Foa ou oulro qualquer. tsr Offerece-se urna senhora de bons cos- tumes 1 para ensinar meninas a 1er, escrever, DiiLar coser e bordar de todas as qualida- des : os paisde familia que se quiserem uti- lisar de seu prestimo dirija-se ao paleo de S. Jos casa D. 2 para tratar por proco commodo. - Precisa-se de um Sacerdote para en- sinar giainmatica latina e francez fora da praya no paco de Camaragibe d-se 600, rs de ordenado cada anno : quem estiver nestas circunstancias annuncie. U?- No dia Sexta feira 21 do corrente se ha >ie arrematar a quem mais der una mora- da dt; casa terrea eila na pbvoacao dos Aflbga- dos I). 23, pinhorada a Andr Aveliiio da Ciuz por execugAo de Jos Tavares Caj, ; >el a l.J Varado Civel as 3 horas da tarde na porla do Sr. Dt. Joaquim Ayres de Almei- . da Freitaa na ra das Cruzes I). 1. t?- Existe na cadeia da Cidade de Olinda , (! avo fgido de nome Jos de nagao a ra do Queimado loja de ferragens D. 5 , (pie se dir quem o achou. Cj" O Escrivo da S. Casa da Misericordia de Olinda avisa a quem convier. que Quin- ta feira 2o do corrente ha sesso da Mesa as 9 horas da manila. AVISOS MA1UT IMOS. Para o Assu' impreterivelinenle o Bergan- tina Boa ventura no dia 23 do corrente re- cebe carga e passageiros : a fallar com o Ca- pilo a bordo ou com Jos Gonsalves Fer- reira Costa. LEU, O E N S . 125" Que faz Victoriano Augusto Murga* em consoquenciadesua prxima retirada para o Cear e por inlervengao do Corretur Oli- veira de huma completa mobilia a mor parle da Jacaranda consistindo os principis objectos em sones cadeiras cem modas , mezas de jogo, e de meio de salla; ludo piazi novo, e de inuitos outros que se acharad pa- tentes ; assim como de alguns escravos, e hum cavado : Quinta feira 2o do corrente, as f o horas da manhi no Pateo do Car mu so- brado I). 9 defronte do em que mora Gabri- el Antonio. COMPRAS. vy Cmacartoira de urna s face oslando em bom uzo e 3oo garrafas vasias : na ra da Meada N. 141. VENDAS. SET Folhinhas de porta ditas de aigibei- ra com variedades ditas de lita com alma- nak mu correcto dita Ecclesiastica ou de Padre ; todas por prego mais commodo que em outra quakpier parle impressas em bom papel e lindo typo : na praca da Indepen- dencia loja de livros n. 37 e 38 na ra do Cabug loja do Sr. Bandeira na venda da quina defronte da Igreja da Madre de Dos , na ra da cadeia loja de ferragens do Sr. Mo- raes e que ja foi do Sr. Quaresma defronle da Matriz da boa vista na botica do Snr. Mo- rgjra e era Olinda na ra do Amparo boti- ca do Sr. Bapozo. "-KZ- \m alfinete para poito de Senhora , com dous diamantes lisos e un brilhanle , de goslo moderno, c mui lindo; na praca da Independeicia loja de livros X 57 e 38. S3" l m aparelho completo para cha de porcellana douiula contendo21 chavanas : no beoo do Peixoto primeira casa hindo pe- la ra Augusta. C3~ Urna casa . podra e cal, no lugar do caldereiro por prego commodo e com os com modos seguintes : duas salas, 4 (juartos, cozinha fora com um grande quintal e de- fronte do rio : a tratar na ra de Manoel Co- co D. 4-ou no forte do mattos com Antonio Joaquim de Oliveira Baduem. tzr Taxas de ferro eoado a 100 rs. a li- bra ditas batidas a 200 rs a libra e outras mais ferragens proprias para engenho : na ra do Vigario n. 7. 5^- Oito escravos sendo 3 molccotcs de ehmont, barricas e sacas com farfclb, bar- ricas com fumo para charutos caixas com vedas de spermacete esleirs para, forrar sa- las caixas grandes com cha pentcs para marrafas cha preto de superior qualidade T salitre refinado longos pretos de seda da In- dia gangas amarellas, loalhas adamascadas, e algodao grosso para sacos a prego Commo- do : em casa de Matheus Austinii Companhia na ra dj Trapiche novo N. 12. t^* 5 quartos de nimio brms andares : e~ rnuilo gortlos na ra Direita loja de conros- D.21. S2?" Gcllo en porgos g a retaHro : a bordo do Briguo Americano James fnndiado delVon- le da escaflinha da Alfandega. S^- t'm grande siti na estrada da casa forte paraoMonleiro dofroite do sitio do Sr. Sampayo perodo banho com casa de vivenda muilobaixa de lijlo e barr po- rem muito forte, e com eonimodos para gran- de familia estribara casa para escravos , coxeira porlAo cacimba de boa agoa de beber ludo novo grande baita para planta de capim terreno para tuda plaiitagao de la- Jos da Costa com duas lojas na frente, um grande quintal todo murado urna coxeira , e frente para 3 moradas de casas para a ra dos Pires ; um sitio na estrada do Bozarinho, que fui do fallecido Padre Jos Bazilio e um sobrado na ra da Penha onde mora o Sur. Quintal: os pretendentes dirijao-se a casa de Thomaz de Aquino Fonseca ha ra Nova D- cima 21 para tratar do ajuste. t3F- Um cavado novo e gordo de bonita figura : na ra da Guia estribara do Snr. Kra cines. ^t^- Chitas a I2o, fusto a 48o franque- lm a 6oo madapolo a 16o cassas de flo- res a 41o, cambraias lisas a 56o, fitas de retro/, preto a 12o vestidos de cores a 16oo, esparlirhos para* sen hora a 28o, luvas para homem e senhora a 28o e mais algumaS fa- zendas|>or prego commodo para liqnidagao de contas : na ra doLivramenlo loja D. 2. ty Duas canoas de amarello cora 55 pal- mos de comprido novas, muito sese Ivm feitas ; e lo a 12 portas novas feitusde cos- tadnho de amarelo, com 6 palmos e meio de vouras cercas de lunoeiros as duas testadas muito prineipaes bastantes cafezeiros que dao 1 e 15 e meio ditos de altura bom feitas e urna sacada de podra da torra com lo palmos: na ra do Fagundes I). 15 C3" Cera para limas a 8oo rs. ; lima es- erava de idade de 14 annos , e sapa tos de burracha : na ra do Bangel I). 7. tzf' Urna venda com poneos fundos a d- nheiro ou a praso : a tratar na ra da Ale- gra casa que tem na porla o lampiao. S2F" Caixas de passas superiores chega- das .prximamente da marca M. R. : na venda da quina da ra do Bozario larga. CS" Urna |>orgAo de meias garrafas pro- lirias para botica, espirito .de vinho de 56 grosalOoo a caada vinho de Bordeaux a l6oodita vinho moscatel dito de Setubal engarrafado, o bom vinho da Figucira, paios, chourigos, ,e lalas de sardinhas francezas mui- to boas maiWlada em caixas pequeas , liolaxinha de .soda dita de vinho dita doce muito nova e tnlos os mais efeitos de ven- da por prego commodo : na ra Nova venda I). 2 de Manoel Ferreira Lima. 5^" Duas pretas mogas de muilo boas fi- guras cozinliao engommo e fazem todo oriiais sorvigcom perfeicAo duas dttns la- vadoiras de sabo e varrella e cozinhao o diario de urna casa com perfeigao urna mo- leca de idade de 1 \ a 16 annos, propria pa- ra todo o scrVico um preto moco trabalha- dor de machado fouce e de todo o servico , lindas figuras urna boa escrava deira e cozinheira e 4 ditas com boas ha- bilidades um escravo pega o ditos por prego commodo um molato de boa conducta com bom principio de carpina e um bom escravo para o servigo de urna casa por 5600 rs. : na ra de agoas verdes D. 58. XZ7' L'm preto official de carpina urna preta lavadeira de varrella e propria para o servigo de campo um preto refinador de assucar urna mulata moga e bom robusta , sabe ongommar liso cose chao cozinha o diario de urna casa, um cabrinha de idade de 6 annos ; salga parilha em pequeas e gran- des porges essencia de aniz em garrafas, estos gneros vende-se a dinheiro ou praso : na ra da moeda n. 1 il. CJ- Urna casa na ra Velha da Boa vista D. 27 tendo a fazer couserlos e duas casas de taipa na ra da casa forte, que em urna tem padaria : a tratar na ra nova Q. 16. ^cy* Uma obra de Geometra nova e en- cadernada a historia do Brasil por Cons- lancio o Universo Pittoresco de 2 annos , a historia da Grecia e Pope em Iriglez : as o pon tas D. 8 loja de fazendas do Sr. Pralita. """SS" Panno muilo fino encarnado, e ca- simira tambrm encarnada, proprio para opas, de. 2o arrobas por anno ; mais de mil ps de fructoiras de varias qualidades : a tratar no mesmo sitio. ESCRAVOS FGIDOS. . i que diz 66f estrangeiro o seu Snr. e de nome Domingos-, morador no lugar cha- fardamento &c. : na ra d<> Cabug D. 7. < i .jiacurar ; dito escravo do mrente a ordem do ::ci : Miliar com direito ao ditc escravo ale rs o em libras a 16o rs. e canarios lio. meiicionado lugar a dar os si- de imperio com principio do cant : na ra ar as dospezas necossarias. das larangeiras venda D. 8. ) foi preso no %jf Passas de superior qualidade em cai- Siib-Profoto : xas3#TS. meias ditas a l,j300, quartos um molequee umnnogrinha de idade de 12 a 14 annos : na ra do Fogo ao p do Rozario 1). 2o. ssr Fireloa5000 a saca de 5 arrobas, ou 2jS()0 sem o saco para engordar cava- Ios os como adores acharao este fardo mui- to melhor dt que aquelle que vem de fora, pois he fresco novo, o tambem da mais sus tent ao cavado : na fabrica de farinha do atierro da Boa vista. es- Dois esoravos do gentra de Angola ja amestrados em servigo de engenho por terem sido tambem de engenho ambos mogos e sa- dios, quem os pretender pode derigir-se a rna do Rosario larga a falar com Joo Mano- el Rodrigues Valenga. ss~ lima Taberna bem afreguesada com mui poneos fundos no lugar da Trempe do Bairro da Boa-vista a fallar no armasem do sal na ra da Conceigao do mesmo bairro da boa-vista deronte da igreja. C7" Farinha muito superior sendo moi- da do trigo novo do ultimo carregamento das( marcas XXXF e XXX que vende-se por pre- go barato: na fabrica de farinha do atierro da boa vista. S2?- Uma portada de superior cantara de 15 palmos de alto e lo de fume verga de volta e soleira lisa O ditas de 15 palmos de alto e 6 de lume soleiras lisas e vergas de volta ; tudoconforme as'Posturas da ("amara, e troca-se um perfeita Imagem de Christo: na ra da Cruz n. 22 em casa de Manoel do Nas- cimenlo Pereira. ixy loa 12 mlheiros de leihns de bom barro e ptimamente cozidas todas ou a retalho: na otaria da ra da Florentina; ad- verndose que se dar mais em conta a quem comprar maior por$ao, S^- Uma casa terrea na ruada Concordia, no vallor deOooj rs. : quem a pretender an- nuncie. tsr Por prego commodo e por precisAo , um escravo : na rna da praia sobrado de 5 andares e soto defronte da serrara. cr Milho de superior qualidade ebega- do ltimamente por prego commodo : no caes da Alfandega. . tj- Barricas com farinha de trigo de su- perior qualidade ehegad.a ultimamcute do Rc- S2r- Dcsaparcceo um moleque no dia lo do corrente de nome Joaquim, de nago An- gola de idade de 12 a 14 annos levou ves- tido caigas azues camisa de riscado d es- tatura regular robusto bem feto de corpo, mas ton anda multas feridasde bobas: quem o pegar leve a ra da Guia ; que ser genero- samente rom pensado. KST Na tardo do dia 5 do corrente, fugio uma pela do nome Joaquina com os sigua- es seguintes : tem bastantes cabellos bran- cos nariz chato algum lauto acangulada , tem porbaixedo queXO da parte esquerda urna cicatriz jasa de um tumor do tamanho de uma polegada tem os pedos batidos al- tura regular ; roga-se a pessoa que a appre- hender de dirigir-se a ra dos Martirios so- brado junto a torre primeiro andar, que ser gratificado. SS~ Desapareceo no dia 2 do Outubro p. p. u m preto do nome Manoel, d* nagao Congo do idade de 2o anuo estatura regular de bonita figura gordo, rosto redondo, olbos abugalhados ps pequeos, e no direito o dedo polegar he redondo procedido de um penadigo ; levou vestido camisa de algodfto trangado caigas de estopa das libas e bonet inglez. Jorge, de nagao Angola de idade de 22 annos baxo rosto redondo odios grandes una marca bordada om cada um dos bracos e he bastante regrista aiizen- tou-so no dia 26 de Novembro p. p. ; levou tambem camisa de algodao trangado, e cal- gas do estopa arremendadas e sujas ; julga- se andar na malta do Poco em S. Lourengo da malta, por assim o afirmar um seu compa- nheiro do fuga que a dias foi ali agarrado : quem os apprehender Iove-os a casa da qui- na defronle do Trapiche Novo que ser re- compensado. S2" Fugio um negro de nome JoAo de nagao angico moanje a 12 do corrente he bem conbecido por trazer no pescosgo um ferro com uma pona voltada para baixo for- mando o modo de rosca tem de menos o de- de grande do p direito e no mesmo p uma lrida por cima tem na cabega uma falta do cbelos do tamanho da moeda de um vintem , para o 13do por detraz da orelha costuma vender quartinhas ; quem o pegar leve a Lu- z da Costa Leite na ra nova ao p da pon- to lado do norte loja D. 27 que ser recom- pensado. MVIMENTO DO PORTO. NAVIOS r.NTItADOS NO DIA 10. Nova Holanda loOdias, Brigue Inglez Cu- ba de 22o tonel. Cap. George K9Sock , equip. 13 carga azeite de spermacete e la : ao Capitao passageiros 4. Vem re- frescar d'agoada e segu para Londres. Babia j 8 dias Barca Sarda Sansn de 277 tonel. Cap. Antonio Saga rara equip. 12 carga carne secca : a Manoel Joaquim Ramos e Silva. Lisboa; 29 dias, Brigue Portugnez Africano de 547 tonel. Cap. Silverio Manoel dos Reis equip. 2 carga varios gneros : a Thomaz de Aquin Fonseca ; passageiros onze. RECIFE NA TYP. DE M. F. DE F. = 1842. |
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