Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:04397


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Full Text
?
Auno (le 184?. Quarta Feira 19 de
Todo ajors depende Ae ns mesmns ; 1 nosss prudencia, modersr.ao, eenerfr'ii : con-
tinuemos orno principiamos, Sirenios sponlsdos com ailmiracfio cutre M Noccs mais
,alIIS, I'tiii.lmar.ni i!.-i Aaseaililra (ieral do Brasil.)
PARTIDAS DOS CORKEIOS TERRESTRES.
Goianns Parailia. e llio craode do Norte, n segunda e sexta feir.
Jioniio e Garanliuns, a #0- 34.
Cabo Sarinhaem, lli Formo., l'orlo Calvo, Macelo, e Ala;oas no \ 11, e 21.
l'aien 13. aulo Anlio, quinta feira, Olinda todos os (lias.
DAS da semana.
17 Se, s. Anl'io. Chaen And. do Juir. de Direito da 2. vara
4S Tero.. I'risi'a. Aud. do jujiile Direittj da l.vara.
lit Qunrt. s. Canuto Aud dci juii de dirrita da 3. vara.
2t) ilami, t. .Seliasliiio, Aud.do jtii/ de direim da 2. vara.
21 sext. s. I ni*. Aud, do Juix de Direil da 1. vara.
2! >at>. s. arente. Bel. Aud. do Juii de Dtreila da 3, vira.
23 Oom. Os ilesuosorios. de N. seniora
Janeiro. Anuo XVIII.
iV.
14.
O Diario publicase lodos os dia* que nao fnrem S.niir.,a,!,.s o prero da Maignilurl U
de trean>H raa por qaartal pagos adiaalado*. O annunrios dos aasisnaaHi sao iawridWs
ralis, eos dos que u nao forero, raza de S(l rtil puf linlia. Ai rerlam.c-,rs ,!,.,,,' v ,
diriiidasaenlaTvpogralia ra das Cruics 1). 3, oupracada Indi pendencia luas de liviua
Nmeros 37 eoS.
Cambio sobre T.nndres 21) d. p. III.
j. u Paril 320 reis p. franco.
i) u Lisboa SU a i.) p, tl)() de pr.
Ouao- Moeda de 6,400 V. 14,400 a 14,600
N. Jt.2i)U a 14,401)
. > de 4,000 8 llUa 8.200
HUTA Pajaoca 4,650 a 1,070
CAMBIOS KO DA 18 DI J.VNEIno.
I'AATA Peto* i.'i-inniaies l.iaOa i
< Mexicanos l,(i' " miuua | i'.0a 1
Moeda de rohrr 3 por ll)l) de diron lo.
DUeoalu'de hilh. da Alfaadefa 1 e i por
ai mcr..
dem da le Iras de boas (raas le al
i7
.(i. i
,46u
100
h
/'reamar do ,a I!) de Janeiro.
1. as. 10 hora e 54 m. da larde.
2." as 11 horas c IS m, da manh.
P1USES IU I.CA NO MEZ, I E JANE1KO.
fluarl, ming. a 3 s 7 oras a ')H m. da tarde,
l.ua Nova a 11--s 1 orase 54 ai, da larde
Quarl. eres', a 19 aa (*> oras e4l m. da larde.
DECIiEJHf DE \ DE UEZEMMU)
DE I Sil
Regalando o que se dever observar as mu-
danzas dos guardas nacionaes de hunspara
outrosdistrictos.
Convindo acautelar os abusos que resulto]
da maneira porque se tora execulado o arti-
go 7." da le de 28 deontubrode 1852, bei
Of bem usaudo da l'aculdade que me
concede o paragrapho 1- do artigo 102 da
constiluicao do imperio, decretar o seguin-
le:
Artigo 1. Todo o guarda nacional que se
mudardodistrictodo seocorpo para 0de ou-
tro dever obter ireviamente do comman-
dante da coinpanhia a que pertencer huma
guiado mudanca aquallhc ser dada de-
pi>is que liver entregue o armamento e cqui-
jiamento quo houver reoebiilo.
Artigo 2." 0 commandante de companbia
que houver dado a guia faro de ludo imme-
diata partecipaeo ao commandante do corpo,
que o levar ao conhecimenlo do comman-
dante superior, ou do chele de legislo nos
lugares onde nao houver commandante su-
perior. Estes communicarao a mudanca ao
commandante do corpo e ao juiz de paz do
disinti para onde Cor residir o individuo
mudado.
Artigo 3. Se o commandante de compa-
nbia tiver fundada raspo para crr que a mu-
danca he simulada, suspender a coneessao
de guia e levar o negocio ao conhecimen-
lo do commandante do corpo para o decidir.
Da deciso deste ter recurso o individuo
contra quem for proferida para o governo na
corte e para os presidentes as provincias,
sendo o mesmo recurso encaminliado pelo
commandante superior, ou pelo chele de Ie-
giao nos lugares onde no houver comman-
dante superior informando estes einter-
pondo sempre o seo parecer.
Artigo-4. Os guardas nacionaes que muda-
rein do distrielo sem haverem obtido guia do
seo commandante de compartida, em confor-
midade do presente decreto continuaro a
ser chamados ao servico as companhias o
eorpos a tpie pertencerem como se se nao
houvessem mudado, impondo-se-Ihes pelas
suas faltas as penas em nuc incorrerem.
Paulino Jos Soares de Souza, do meu con-
sclho, ministro e.secretaro de estado dos ne-
gocios da justica o tenlia assim entendido e
faga executar com os despachos neeessarios.
Palacio do Rio de Janeiro em \ de dezem-
bro de'1811, vigsimo da independencia e
do imperio. Com a rubrica de Sua Mages-
tade o Imperador Paulino Jos Soares de
Souza.
GOVERNO DAPROVINCIA.
EXPEDIENTE DO DA 17 DO CORRENTE.
Officio Ao inspector da thesouraria da
fazenda, ordenando-lhe satisfaga a requisico
quo lhe dirigir o comniandante das armas, da
quantia necessaria para a compra de cavallos
para as praejas do contingente de cavalaria
de linda.
Dito-Ao commandante das armas, com-
municando-lhe a expedieco da ordem su-
]ra.
Dito Ao inspector gcral das obras publicas,
ordenando-lhe que mande levantar os'atterros
da estrada da Magdalena junto as duas pon-
tes, para neulraiisar o damno proveniente
da elevacao das rampas e fa/cr calcar estas
damancira que indicou no seo relatorio de 11
dedezembro.
Dito Ao administrador fiscal das obras pu-
blicas, communicando-lhe o conleudo no pre-
cedente ollicio.
I
Portara Ao commandante do pataxo Pa-
tagonia para reneber a seo bordo o segundo
lente da armada, (ieraldo Jos Damasioda
Silva empregando-o no servico at que
ebegue a escuna Bella Americana para onde
dever passar.
Dita Ao commandante da escuna Fileli-
dade para mandar para bordo do Patacho -
Patagonia o segundo teen te dequetracta
a portara anteceden le.
Dita Ao inspector do arsenal de marinlia ,
ordenando-lhe que forneca as racs preci-
sas para onze pravas que hora seguem no
patacho- Pirapama -para a ilha de Fer-
nando.
Dita Mandando dispensar do exercicode
instructores da guardas nacionaes aoS officiaes
constantes da relaco abaixo transcrita.
Relacao dos instructores da guarda nacional
da provincia, a que se refere a portara an-
tecedente.
Municipio de Olinda Instructor geral
Francisco Jos de Menezes Amoritn.
Instructor do esquadrodecavallaria Anto-
nio Clemente Estoves de I.arras.
Goianna Instructor do aaguadrSo de ca-
vallaria Antonio Mauoel de Oliveira.
Nazareth Instructor do primeiro bata-
lho Antonio Jos Canipello.
Pao do 4lho Instructor do batalho Fran-
cisco Garca de Souza liamos.
Santo Anlao. Instructor do primeiro ba-
talho Antonio Rodrigues de Ahneida.
Serinhaom Instructor do primeiro ba-
talho Chrislovode Barros Wandcrley.
Dito do esqaadrao de cavallaria Joaipiini Jo-
s de Souza.
Limoeiro Instructor do primeiro bata-
IhAo Jos Jernimo Fernandes Guiraarfies.
Dito ilo scguntJo balalhao Miguel da Bocha
Vasco n fellos.
Cibo Intructor geral Bernardo Tolcnti-
no Manso da Costa Rei.
Instructor do primeiro batalho Francisco
Ferreira de Alcntara Barros.
Dito do terceiro batalho Joo Jos de
Moura.
Bonito. Instructor do batalho Joo An
tonio da Silva Couto Valente.
Brejo Instructor do batalho Francisco
Marques da Silva.
Secretaria da provincia de Pernambueo 17
de Janeiro de I8t. -Oollicial maior Antonio
Jos deOliveira
OlTieio- Ao inspector da thesouraria da fa-
zenda communicando-lhe a dispenca deque
tracta a precedente portada, e ordenando-
lhe que faca cessar o pagamento das gratica-
ccs que percebem os instructores.
Iguaes communicacoes foro feitas ao com-
mandante superior da guarda nacional de
Goianna cheles das legies do Cabo Naza-
reth Santo Anlo, Serinhaem Brejo, Li-
moeiro, Olinda, e aos eommandantes dos ba-
talhes do Bonito e Pao do Alho.
COM MAN DO DAS ARMAS.
EXPEDIENTE DO DA 13 DO CORRENTE.
OflicioAo Exm. presidente, transmittin-
do-lhe em duplcala o mappa da forca de li-
nlia existente na provincia, pertencente ao
mez de dezembro ultimo bem como o dd
guardB nacional destacada as difieren tes co-
marcas servico da polica.
Dito-Aocapito commandante int. da com-
panhia de artfices exigindo urna segunda
via do ajuste de coritas feito ao ex-sargento
Filippe ery de AJbuquerque, e ex-furriel Jo-
s Mauoel dosPassos por se ter desencami-
nhado da thesouraria a primeira via de se-
melhanle ajuste de conlas segundo vinha de
communcar o respectivo inspector.
Dito Ao commandante do forte Pao-ama-
rello aecusando recebido os papera de con-
tabdliilaile (ui arompanharo o seo olicio de
I-, e discndo-lhe que o major M. I. de C.
Mendonca bavia recebido urna portara que
Ihedeveria ter a presen lado no acto de pro-
ceder a inspoeco do forte de que scacha en-
car regado.
DEM DO DA I t
Officio Ao Exm. presidente informando,
em vista do seo pespaclio de 12 do cor rento ,
que nao sendo militar Caclano Jos de Fre- |
tas mas si ni praca de indio, ou sentenciado a
trabamo na ilha de Fernando, nada nodiadizer
acerca de sua pretentjjo no entretanto que
o tenente coronel commanil.nite da ilha poda-
ra prestaras necessarias infbrmacoes.
Dito Ao inspector (la thesouraria remet-
tendo-lhe a segunda via do ajuste de conlas
feito ao ex-sargento Filippe Nery de Albu-
(|uer(|ue. e furriel Jos Manoel dos Passos ,
conforme requisitara em seo oflicio de 12 do
corren te.
DitoAo lente coronel commandante
do deposito, reu.ettendn-Ihe os papis de cou-
tahilidade do destacamento da guarda nacio-
nal da comarca de P.io do Alho. relativos
ao mez de dezembro ultimo, cuja mnortan-
ciadeveria entregar aocabo Antonio Pereira
Barata.
Dito Ao pref.-ito da comarca do P.io do
Alho communicando-lhe o exposto no pre-
cedente ollicio. com o que ficava respondido
oseo de 12, aereseerilando que lhe fora a-
presentado e teve desuno o recruta Joo
Fernandes Vera mencionado em outro seo
ollicio i!a mesmadata.
Dito-Ao commandante da escuna de guer-
ra Fdelidade para entregar ao alferes Joa-
quim da Silva Ferreira as 2!.) pracas que
a seo bordo troucera da provincia das Ala-
goas.
Portara Ao tenente coronel commandan-
te do deposito mandando considerar pravas
do mesmo a 7 soldados, e ">2 recrutas vin-
dosdas Alagoas cujosnomes se lhe transmi-
ta em relacSo iignada pelo secretario mi-
litar.
dem doria l,vi.
Ollicio-Ao Exm. presidente ponderando-
Ihe a Beceasdade de comprar alguna cavallos
para contingente de cavallaria de linha por
ter augmentado em numero de pracas e nao
seren bastantes para satlsfaser as necessida-
des do servico os poucos e maos cavalloJ ac-
tualmente existentes, rogava-lhe a expedcijo
de suas ordens a thesouraria para fornecer
a importancia precisa para a compra de 10
cavallos.
Dito Ao mesmo Exm. Snr. rogando-lhe a
expedco de suas ordens a thesouraria a lim
de se pagar adiantado o pret do destacamento
da ilha de Fernando, pertencente ao corrente
mez a fim de ser a respectiva importancia
remettida agora para aquella ilha no pataobo
Pirapama que largava no dia 17.
DitoAo mesmo Exm. Snr., communican-
do-lhe que eslavao passadas as ordens, para
seren no dia 17 do corrente remetlidos para
bordo do patacho Pirapama, osdous rebeldes
vindos da provincia do Maranhao no vapor
S. Scbastio, devendo por tanto S. Ex. enca-
minhar suasdeterminacoes a respeito (lestes
dous prezos, ao tenente coronel commandan-
te da ilha.
Dito-Ao mesmo Exm. Snr mostrando-
Ihe a inconveniencia de continuar a estar a-
lojadouo Hospicio o contingente de cavalla-l
na, elemhrando-Ihe o barraco, que outr'ora j
servio de quartel a companbia montada do
corpo de polica, para alojamento do dito con-
tingente quealem dos commodos apresen-
tava h grande vantagem deficar mu prxi-
mo aCoxia, e do campo onde o,s soldados se
devao exercilar.
Dito-Ao lente coronel I.niz Antonio Fa-
vila iransmillind'.vlhe por copia a ordem ad-
dicional adodiado boje, que deo principio
a organisacao do hatalhao de caladores Pro
visorio de Pernambueo, do qual cracomman
dante nomeado por decreto de 16de setembro
do anuo passado ; una nota da forca do
batalho, queconstava de oito companhias
com o total deOoS pracas inclusive o estad >
maior e menor do mesmo devendo portau-
to regular-se pela nota a respeito da (brea das
qua tro companhias nesta dala criadas corda
gente constante, da relacflo, (pese Hieeuviava
anexa a una portara.
"Dito Ao tenente coronel commandante d
deposito, ordenando-lbe, que lisesse apromp-
tar e embarcar no patacho Pirapama na
inanlia do dia 17 u:n inferior e seis a 0to
soldados, quedevio ser considerados como
destacados na Uha de Fernando, devendo re-
meter suas gu(as a secretaria militar, a fim
de terem destino. Conclua providenciando a
cerca po pagamento destas pracas, em quinto
cstivessem na ilha.
D'io Ao prefeito da comarca de Nazareth,
devolvendo-lhe os|iapeis de coiilabilidade do
destacamento, para seren reformados no
sentido do oflicio circular do 8 de do corrente,
que lhe transmita menos o recibo do ol!-
eiat comandante que ficava por nao ser pre-
ciso ilnplical-o.
PortaraAo tenente coronel comman-
dante do deposito mandando excluir com
guia de passagem para o batalho de cala-
dores- Provisorio de Pernambueo as pracas
constantes de urna relacju, qus selheeovi-
ava.
Dito-Aotenentecoronel commandante do
balalhao de caladores- Provisorio de Pernam-
Imco para que recebess.se as pracas mencio-
nada na portara cima fasendo-as distribuir
pelas quatr companhias, mandadas organisar
pela ordem addicional de boje.
MISCELNEA.
O SACERDOTE EM RELACAO COM SOCIEnVDF..
Depois de enleudcrmos o que do bomem
pede a le moral a seu respeito isto quo
seja activo superior a suas paixoes ordena-
do prudente e modesto anda as grande*.
ideas do seu interesse de gloria abundancia,
e lama ; necessario o ensino sobre as rela-
coes que tem com os seus similbanles, com
os quaes vive trata e concorre para o ser-
vico e harmona do mundo moral. Portanto
o sacerdote hade saber d/.cr com firmeza de
doutrina bem entendida indo quanto de es-
senciaJ o direito da natureza prescreve, ai>
fim de se entender com os seus similbanles.
Digno sacerdocio quando por elle se torna
asociedade feliz E quando a lu, quede
si despede o candieiro a igrja, leva ;i
tranquilidade a paz decencia ordem ,
e qualquer outra virtude Respeitavel sa-
cerdocio quando cm suas palavras eucon-
Iram os homens expedientes e doutrina para
se cnlendcrem com affecto reciproco Ve-
jamos resumidamente as expressoes que
perm'tle a necessidade de passarmos ao estu-
do da revelaco quaes sejain os conheci-
inentos que hade possnir o sacerdote para
que na ordem da sociedade seja della digno ,
e a este fim c-onduza os outros O sacerdote ,
que pe'a sua sciencia hade estar disposlo e
preparado a todas as prccises que tiverein o*
homens do s u consclho ; o sacerdote allc -
to a conhecer a justica e merecimento dos ob-
jectos ; a distinguir enti'9 o licito e conveni-
ente ; o sacerdote possuido de amor a quan-
to c ordem, C regulado : zeloso pela verdade:
arden te sem engao e s m capricho para qut-
ella triumpbe ; i ni mi goda malicia ; prudente
em Buspetta-la ; saga/ em femove-la ; amigo
do-, homens ; pqlido nos mesmos irabahos;
peni .ido da forca e delicadeza das nrtydes
este sacerdote di/endo lugo que.tOinaao
seu cuidado oj proced meu loa aparte atora!




)

i
de quilqocr sujeilo salte ajiistiir timas rom
(miras virtudes na tlevda pruporcau ; sabe
terer a allianca da civildade cm a religio ,
e de'ixar a salvo os loros ai.^listos desla sem
escndalo das virtudes inoraos. Estas mos
sao habis para nellas rahir a formaco de lin-
das estatuas : 'las o/.mvertem a rude massa
em brilhanle fi'rma : ellas a vo preparando
eaffeicoando para mil Cacitos a;;radaveis pe-
las combinares a que a trasladan!, e eom que
Ihado e judicioso para confundir a opposteo
que Ibes faz o negro vicio O sacerdote que
vd o mundo cOm alinelo aiha faoilmenie o
hornera dominado pelo vicio, e que mais se
esforca contra o jugo da lei do que a suavisa-
lo : v o lio me i o contrariando a cada passo
com doutrinas falsas com enfeitadas imagi-
nacites com descuidos com p ocedimento;
da raso os santos destinos puraque foi cre-
ado : v que o homem armado d- si mesmo,
a guarnecem : ellas ajustara afl perspectivas! se oppoe aquanto capa/ de emcnda-lo : o
da virtude a todas as vistas de boa penctraeio: I sacerdote o ve entregue a descofia ncas e cou-
ellas sao comoum centro donde sabem raios jerturas temerarias e oceupado sempre no
de fogo que allumiam toda a redottde/ qu
os recebe e asseguram a Nossos cuidados nao permillein (jue demos a
este- pciisamentis faces mais variadas : o ar-
gumento mui serio : norma de virtude :
sua verdade natura! dar forra e vehemencia
ingenuidade com que escrevemos.
\ ive-^e entre homens de diversos genios ,
educacoes e dictantes : o sacerdote obri-
trabalbo continuo de se corromper : elle o
encontra a todo o instante frivolo indcil ,
teimoso incerto em combate porfioso de pai-
xoe9 e ate de principios, pelos quaes se
devra eucaminhar. Taes desconeortos vai
remoendo era seu peito o bom ministro do
santuario e diligente especulador do engao
e do vicio que lite fazem necesaria a scien-
ia da exhorlaco e do conseibo,
gado a ser tttdo para todos 0!i proposico i maneira de medicina saudavel as doutri-
ddhniitosissima porem innegavel O ca- as da saa philosopbia : eusina a civihdade,
racter do sacerdote assim o pede : e quando a modestia a prudencia a justica o pejo .
nao se insina poraquelle modo, um de [ suje cao ; equalseja a idea da proprieda-
feito que o acensa Sua instrueco (leve ajus- i de, que cada um em si deve presumir. Ve-
tar-se a bous a viciosos pelos diversos cami i monstra pela raso e cxemplos a energa in-
ultos de mi-i ecc-ios : deve accominoJar-se s -terna da consistencia para ser decentemente
necesidades dos que o bnseam i>cu ze!o ha-; livre e sujeitar-se lei e aos maiores : faz
de acoraran bar os pasaos fugitivos: deve li-' Vf,r a confuso a que se torna o mundo, quan-
songear com verdades aquelle mesmns que a ; do se despresa a cada hora o soffrimento reci-
odiasfiguittle principiti por fazer a barba
a mitn mesmo mascn loda a perfeicao e
segundo manda a arte. Lavei o crneoesu-
as circurafereucias com agoa de colonia, apa-
rei as uuhas rente do sabugo e me vest de
ponto em branco e com os tneus atavos todos.
Pantalona de cazemini., abo toada no torno-
zelo. qu me lieava a matar! Ora cu tambom
telio um i perninba que ninguem ha de dizer
que de Baib-ro: 6 urna das mais bem feitas
que ha ca-nacdade, ja o tenho emprestad
para modelo.
Pedi a um freguez met o seu espartilho pa-
ra fazer um.t cintura delicada ; pois bem v ,
Tia Michaela que seria urna indecencia ap-
presentar-me com esta barriga grande em dia
d'annos. Gastei urna hora em por o Ten?"
do pesclo consultando o meu espelho o
que mo admira porque o meu espelho a res-
peito d'aco nao est muito bem servido. Em
fin eu eslava una llor um Oandy perfeito.
A' noite conliei a minha cabera classica ha-
bilidade de Mr. Gichard. que me frisou por
120 r. pagos boca do cofre.
nietos com o Icngo ao pescoco. O doce con-
serva va ojuste milico nem era tino de mais
nem grosso de mais ; apparecfto misturadas
as suas cavaquinhas e hichinhas com a sua
talhada demarmellada desta que ha as lo-
jas para ornato das taboletas. Concluida a
agoa moma ouvu-se dentro da alcova um
guincho como de rebeca ; a este som ludo se
pz em alarme. Os rapazes filro logo os se-
us pares e o balanc comecou debaixo dos
mais felizes auspicios. Os maridos ao canto
da janella tomavo a sua pitada em quanto as
suas queridas metades arquejavo na contra-
danca. Acabada a contradanca cada um se
dirigiu tal alcova e sahiu de la com um
copinhode rinho sobre um lengo e oflere-
ceu ao seu par que o tocou com os labios pa-
ra evitar constipaces.
Fo entao que appareceu a Tia Antonia T
que at all tiuha estado na cosinha a fazer o
cha e a vigiar o acucar. Ella foi curaprf-
mentada pelos dotts gneros masculino e
feminino e recebeu os parabens dos seus
anuos. que ella com modestia dizia serern
nao viesse alguma maldita cos-
despresam : nun-a (arique o recusem pelo proco dos defeitos ; eque as graduacoes, ca- I muito exquisito. Entrei na sala efiqueias-
conceito de gnoran'e ou indiscreto. Qual raeieres o despachos da honra sim lera ce- sarapanlado. O madamismo era immenso,
abundancia de dmi'.riiitt cibica nao deve ter remonial decontemplaco indispensavel mas mas de diversas edcues haviflo senhoras en-
tplacao indispe
seu espirito para esses desem{ien!ios ? Em -jeito s obrigaces essenciaes da ordem na-
que seguros prini ipios d moralidade nao ter tura! Armado o ministro com as leis da-
irma.'.o seu coraco. para instruir, c. ha- quclla ordem divina abranda os homens,
ver-se no grande mundo? Se elle tame- 'orno empedernidos no orgulho para OSSU-
se di .-((.Hiccrtado ; se rouxo duro, J'itar lima da rasao e da equidade : entao
rano
muito nou
no mal instruido; leva ento ensina os limites do interesse e ilas ncgoiia-
comsigo os ile sirnilbante humor; sobrepoe ,' ces de (ptalquer genero unindo para o ex
honestidade a capuchos erra corrompe e ["'diente deltas a Honra a verdade e a jtis-
desordena a soregada harmona das virtudes, tica : entao ada lita com bom parecer e
O sacerdote para bem conhece-las nao ha-
vo/ da virtnde e doutrina quanto decen-
de confiar e m oi.'.lies. Splausiveis em ap- 'a e decoro yios coslumes e no trato cornos
parencia : l;:> no interior das virtudes des- similliariles'. 'lodos estes ollicios da ordem
Assim preparad i nho e com os meus capa-: trinta e dous fra os que ella esconde. A
tos de polimento me fui enfando para a por-| Tia Antonia anda est frescalhona, e no
ta da Tia Antonia pedindo ao Anjo da "mi-| seu lempo nao havia de ser peste: assim
mesmo anda tem quem Iho arruste a aza;
pois a mulher, segundo diziilo os convidados,
sustenla os seus tres ou quatro namorcot
por simples dislracco. Ora como ella tem
os seus vinlens e nAo somilica, de cerlo
Ihe nfto bSo de faltar adoradores ainda (jue
ella fosse lo velha que nao tvesse denles.
Acabada a funecao segtiro-se as despedi-
das ; resoriio os beijos, e pea ra cima
eu no ouvi dizer aos ranchos .senaoOra a
velha despicou-se! Qupm nos riera ma-
nha guarda
niera com oterrivelAgoa vai3 me des-
manchasse t forn-ozura.
Naescnda havia um lampio que ja tinha
servido para ter peixes do rio. Era traste
cadernadas e senhorasas em brochura : ve-
Ihas novas e de mcia idade. Todas esla-
vo sentadas em torno da sala em grande un-
cubrir auauUi ellas mcrecem : nao
turne no humor e na licenca que as des- r
figura Assim preparado ej capa/, de seus qut produ/em
em o c 'S-! natural tem principios os quaes sendo ap-
ile as des- pilcados as occasics tanto helio o tracto
i]iiantus sao os defeitos e er-
ofncios ; se;;uro de sua doutrina e auctorida-1 ros enormes con que a ignorancia dos mesmos
de; sem ut-rtut Sacao a variedade immensa principios des.rredita os que delta se achain
deobj-ctos que <> i-ercam; npplintdo ac.t di- possuidos. .Moralistas sem numero teem des- ,
versos desejns c pareceres de um povo ou er- j crevido estas obrtgacoos : respirara renos e melados,
rado ou tu crio, digno instrumeno da virtude as mximas que aconselham.
forme, mas lo mudas e perfiladas que mais nba outra pelo mesmo prego, dizia daqui
pareciaoestatuas que genio viva. um O cha pareca frvido divia outro T
Algumas truzio todos os cordes e grilhes
de ouro da ra das Flores dqquasi todas ex-
halavo um aroma que consolava 0 olfato.
Quando vi tanto gado feminino jnelo, dis-
se comigo aqui son eu gente n principiei
logo a manobrar detajido a mnha rede a
ver se pesca va Inila.
No rneo da sala eslava a rapazada slo ,
grupos de tates candidatos ao matrimonio;
l'allavao que pareciAo sete pobres n'um palliei-
ro. N'uin canlo juncto janella eslavao vari-
os sugeitos que pela seriedade do semblan-
te bem mostravao que tinho ali as suas caras
Porem,
virtude, e cunt idamente esta Iho emprestar ol debilitada uature/a as regias mais certas
a voz respei avel com que mostr aos lio- ('e t" santa constituidlo vemos serem esonre-
men ter cada um direito de obrar mas go-ledas por applicacoes erradas, assim como os i
ventado pela rasio ; por umaraso que sa-
ba gemer com hs a1 icios ; nunca aitetorisar
prejuizos para uniros que ca da um respaila
em si : urna raso melindrosa sobre a fama
dos ou tros homens ; sensive! ao bem a'heio ;
linha sido transformada em sala de vistas: es-
lava caiada de fresco e adornada de paincis
com a histeria de D. Ignoz do Castro.
Em quisto conversacao nunca vi nada
i da luz, que se perdem entre nuvens I mas f"WJO nem mais inspido. As Senho-
espessas e sombras! A desordem dos ds- !I:1S Il:"1(> faziAo S(,nao oceupar-se na anatoma
pois o doce oh esse era de torna viagem T
A velha tinha mais cor na cara que urna pa-
rede trago os be icos todos pintados de ver-
melhAo, dizia tima menina que ia pelo braco
de um militar que se ra muito.Eu encafu-
ei-me em casa o disse comigo : Se eu algumai
vez fizer annos, he de so festej-los com a
minha Tia Michaela que comee cala.
( Do Peridico dos Pobres I10 Porto.)
A' PEDIDO.
Aolllm. eExm. Sr. Baro da Boa-Vista re-
ctou a 1. Pastora da Sociedade Pasloril ,
na noite de lo do (Torrente e seguinle Elo-
gio
MONOLOGO.
Se fora o intento meu elogiar-te ,
Barfto Ilustre, e aindaqu'oii podesse
A lal empresa misada abalncar-me ,
cursos humanos te ha feito atrevida quando I descriptiva dos trajes desta ou d aquella. Urna A{,raga ue b(,bei. aS aguas puras
translornam para usos pessimos teus santos achichando ao ouvido da Wsinfia dizia D. >0 pe|.mesm, qu'os estros l'or ti tica ,
olHcios Na tua pureza s rica de luz de r"al"lil est bem magra depots que o aman- ,)e cer,o nA() 0(Jir;1 ao DeoS(lo pi,1(j0.
que taz possuir de ternura para o mal de ou-} aqi os motivos porque indo os homens pelas
Irem : a que rula a fe%)z calumnia, a mur- ; aec'-s na(uraes eternidade que ellas me-
niuraco damnada as angustias da oveja: recem deve o sacerdote ser das leis del la
esta simultanea obliga o homem a ser fiel oh- instruido, para ser luz e guia com sguranca
serrador das promessas e contractos semen- e dign idade. Estas roudicoes por meio ds
gano nem limitacoes equivocas e astutas: en- ; sen cnsino o bao :e introduzir no coraco do
sina a verdade c ministra engenhosos arbi- ontro homem a quem falla, para que acorte
trios para ella s< defender, em beneficio -los
outros : ella sabe a cautelar os pesares no pr-
ximo
em seus passos ; ou se rndenme a si mesmo ,
(piando erra : e para que o coraco de seu
oiivinte tambem creador de ideas eonformes
oppoe aos furiosos eslimu'os da vin-
gauca ineigas consideracoes de a re ha ter ; e ao que se 1 he inspira veja em claridade ama-
obrga a cumprir com as leis da so iedade vel c desmpedida as passagens delicadas en-
celo uso da benevolencia paz civildade i tre a imaginativa raso ; entre esta e os allcc-
c todos os procedimentos que obrigam e altra- j tos ; entre o vicio e a virtude."
lama
me ficava ao lado aquella menina tani galn- Verdade8 qu'o Brasil coutessa ulano ,
lo, vestida de azul, queesta ao lado d aquel- Fj(Ja rasa0 a0 u.m[)0 sac|.0.saillo
la velha ? E V S. chama aquella galante ^ ^^ b^ a|.dt.Iltecha
me respondeu ella ; e verdade que nao e lea ,
mais tem os denles podres e nao se lhe po-
de solfrer a resprago E quem aquella que
est to seria c que me parece a modestia
(HTSonalisada ?
Aquella a sobrinha de um i
Qu'os teneos labios meus puritkasse ,
Mas projecto nao ten ha de lotivar-te ,
E seria loucura um tal projeclo.
De ti, Bai o Ilustre que (liria
bem os nossos imilhanu-s A sautidade a-
mavel destes ponsamcutos deixa lucil ao ho-
mem que delles se pasceirta a vigorosa
ahominaco das injurias a platica das de-
cencias a comprchenso de todos os homens ,
para de boamente os olbar sejam amigos ,
desconhecidos peregrinos mongos in-
gratos era lodos se acha a torca da buma-
nidade', que arrebata ao cumprimenlo de
seus direitis: destas ideas da sociedade hade
ser bem instruido o sacerdote que condu-
ctor dos outros homens : anda piando por
um sacrificio livre darreatura feito a seu au-
ctor viva o eclesistico em solido sem
nato humano ; ah mesmo hale ter as justas
ideas do todas as virtudes, posto pie sem
exenicio de algumas deltas; poique a virtude
basta que o sej i para pie oinguem a drs-
confaeca; v. porque o conselho do solitario
deve see acompauhadn de justica, da pial '
nseparavel a boa e propria doutrina. (v)ua!
quer porem que seja o sacerdoie mostr dos
homens, alera dos conbeci mentes nosi ti vos
da-i virtudes hade ter vig< i scmpiapparc-
(Do Panorama).
Os annos da tia Antonia.
A boda e baptizado nunca vas sem 8*r
convidado 5 isto dizia eu com os meus boles ,
respeitabilssiraa o amantetiea Tia Michaela ,
quando a espevilada criada da Tia A11 Ion ia
com aquella caritilia do desmamar cieancas
Itielhe anatureza deu me cnlrou jtela loja
homem que contracta em artefactos ; emgom-
ma para fra e inculca de muito virtuosa,
apeste do que dizcm as ms lingoas osen
actual amante aquello sngeito que esl de-
fronte e tem o cabello Nazareno.
Em quanto assim se, cnlrctinhao a murmu-
rar unas das nutras os homens nao lhe fi-'
cavao a dever nada. Alguns mais amanteti-
cos e mais audazes ou mais civilisados se
acadeirivo ao pedas suas predilectas e gru-
dando-se cadeira como a ostra se gruda ao
rochedo nao Ihes dizio seno trivialidades ,
e logares communs verbi gralia : V. Ex.
hoje esta muito linda est muito garbosa ,
e muito bem vestida Feliz o mortal que
possuir lanta belleza juncia ha de ser meu
dentro e me disso sem ao menos me dar os j par na primeira quadeilha A' minha direita
honsdias, minha Ama a Sra. D. Antonia se encaixov um que lingia de estrangeiro e
festeja anianh os seus annos o espera que dizia .sua bellaQue votis tes charman-
Viiic. comosot Sohtinho Iho faca a honra lo e ella respondaVous tes bien aima-
Qm'o Brasil j nao tenha decorado ?
Je irla tomar urna chavera de cha. Disse ,
vrou do bordo e levou-se cuino a piala.
Ora anu tem Vmc, Tia Alinela osen
ble Em breve a convcrsacio se loinoiige-
ral e profusanieiite sustentada : na extrema
esquerda na extrema direita no centro,
nao so ouviao RenSo Excellenci-
pobre lurneiro mettido em cavallarias alias, nos flancos, nao ae ouviao senito Excellenci-
ein funeco (lannos! Eu podia doixar de as e Seiihorias ; at cu Tia Michaela chu-
assistir U ingirque eslava com a grppe ; clioi a minha Senhoria sem me dar por zan-
Borm falo era (altar s rearasda civildade, gado.
porem Isto era faltar as regrae da civildade
eeunftosou tito grosseiro que nao saiba o
imperio que tem tima chavona de cha em da
d'annos.
Sorvii-se o cha conduzido por dous (allegos
Faria ver aquellos que m'ouvissom ,
Ou'erguer-te convit ia em base d'ouro
Padrfto qu'o nome leu sublime aloassw ?
0 mais nobro Padrfto Padio eterno.
Contra oqual j mais tem poder algum
Do lempo arruinador a mo damnosa ,
Erguido existe em peitosBrasleros ;
E pcitos Brasileiros nao nao temeni
A fouce de Saturno. Eu s pretendo
rtender-te grabas mil ; |tor que quizeste
Da Pasloril a seena abrilhantar
Com a tua presenga. Oh quanla glora
Terei quando for mae d'a meus llhinhos ,
Apontando p'ra ti dizer conteni :
Aquello qu'ali vae Reg Barros ,
Qu'os destinos da patria regulando ,
Por Themis dirigido e aconselhada ,
Foi sabio foi activo foi prudente ,
E do seculo os erros desprezando ,
(( llonrou a patria honrou a humanidade
' or um Socio.
III.'"" e Ex.,u" S.r No momento que V. Exc-
deixa osla Provincia para europrir a Carta
Imperial que o transiere para a 1 .es(Ien_
ciada Provincia de Sergype, esta Cmaranft0
pode deixar de palentrar V. Exc. os agra_
com casacas emprestadas e que representa- j decimentos polo felis e sempre memoravel Go_
vio do criados de sala : os pobres vinho af- yerno que fez tiesta Provincia durante 0 es_


/
pago de quaze tres annos Governo to Ilus-
trado e jiistioeiro que ninguem de boa f
o poder deixar de confessar Governo to fi-
lntropo e paternal, que toda esta Provin-
cia o proclama csaudoza de V. E\c, se des-
pede felicitando dantemo os seus compatrio-
tas sergipanos pelos bens que vito gozar de hu-
ma completa Administraco bns que a In-
nata bondade do Monarcha Brasileiro quiz
cora elles repartir. A expresso destes puros
sentimentos que nao se aproxima anda da
lid demonstrago das virtudes de V. Exc. he
liuin testemunho que esta Cmara pretende
dar a V. Exc. dos seus servicos prestados a
esta Provincia que, posto esteja resignada
privago dos bens materiae* e moraes, que V.
Exc. lh tem feito e llie continuara a fazer,
nao pode todava deixar d deplorar o vasio
que V. Exc. deixa para o sen augmento e
elcicoes quaes quer que fossem o mulo
principalmente para fazer eleger. Desvellado
pela manutengan da tranquilidaile e segu-
ranza individual, noduvidou expor-se a hu -
ma viagern em extremo pnoza Villa do As-
s levar o balsano da paz aos que tinho
tidoa desgraca de pervertef aorrfem Publica
por motivo da eleigo de Venadores da Cma-
ra Municipal, ede Juizes de Paz Na qua-
dra das eleiges Geraes quatido as otitras
Provincias erSo verdadeiros locos de desorden),
esta nao solreo a menor alleraeo ; e nunca
nestc Municipio o acto de reunio do povoem
massa se operou cora mais calma e modera-
cao d que no corren te anuo na occaziao das
eleiges primarias. A Administraco da Jus-
tica obtove sempre deste hbil Jurisconsulto
as explicagoes e esclarec raen tos os mais con-
formes ao Direito ; e a Legislco Provincial
a esta repartieo, nos dias 21 c 22 do corren-
te mez aos Senhores Jo*e l'edro Moreira
\ quem Mo fallar urna canoa de carroi-
ra encave nada t*m meo u/o
da Costa Manoel Antonio de Jesus Luiz
Burgos a Antonio Vaz de Oliveira.
Arsenal de raarinha 18 de Janeiro de
No impedimento do secretario.
Clirislovo SantiagodeOlveira.
progressivo entra leciraento. Sejo esses bens recebeo dolle o seu dcsenvolvmento por va
levados nossa Coirm onde a desmoraliza- das Instrucgoes, e providentes Regulamentos,
cao dps partidos e as vindictas particulares com que enriquecen as CoHecgoes respectivas,
imperiosamente exigem um genio conciliador; As obras Publicas to bem merecero os seus
e bem fasejo que a ponha no estado deor- cuidados, segundo as pcssibilidadesdos Cofres
da Provincia. A agricultura a industria ,
e o Commercio uo deixai o de ler duian-
ilem de per le la traiiquilidade de que nos os
Ros Grandenses boje gomamos. Sejo os
Sergipanos to felses como nos. Digne-so N.
Exc. aceitar desta Cmara osen mui sincero
te to pacifica Administraco a suaanimaoao .
posto que lenta, pela falencia dos recursos do
a Deus de despedida, e os firmes protestos da ; Paiz. Este hbil Delegado da Vossa Magos-
cordial estima eamizade que cada hura de seus i tado Imperial nao se esqucceo da parte mais
Membros consagra a sua pessoa. Deus Guar-
de V. Exc. por nruitos annos. Paco da C-
mara Municipal da Cidade do Natal em Sessao
ordinaria de seis de Julho de mil oito centos
quarenta ehum. 1 i I _." e Ex."'" S.r Doutor
Dora Manoel de Assiz Mascarenhas, Presiden-
te nomiado da Provincia de Sergype! =i Malin-
as Carlos de Vasconcellos Monteiro = Vice
ossencial da felicidadedos povos que lhe to-
rito confiados ; da sua instrtiogo: elle a pro-
moveo como hornera de Lettras nao s pu-
blica, como particularmente. Contribuio,
quanto foi possivel para a pacilcago do Bra-
sil enviando j para o Maranho e ja para
o Sul os reforcos de Tropa que as circuns-
tancias da Provincia permittirao : no modo de
OBRAS PLBI.ICAS.
A repartico das obras publicas precisado
dois canooiros, que sejo livres : os que
quiserem trabalhar pelo jornal de 800 reis ,
(nos dias uteis) apresentem-se na dita repar-
ti o as horas do expediente para seren ad
mitidos.
Administraco fiscal das obras publicas 15
Janeiro de 1812.
Moura
Administrador fiscal.
rw*!ffl*
Presidente = Joo Luis de Albuqucrque= organisar essas forcas nao se pode ser mais
Joze Joaqun) de Castro Darrozo = Antonio I prudente e nem mais observador da Le.
Joze de Moura = Joo Marques de CarvalhOs
Joaquini Eerreira Nobre Pelinca = Francisco
de Souza Ribero Dantas.
Senhor. A Cmara Municipalda Capital da
Provincia do Ro Grande do Norte, penetrada do
vivo setilimenlu pela retirada desta Provincia
do dignissimo Presidente que foi d'ella o
Doutor Dom Manoel de Assiz Mascarenhas ,
que a seis do correte mez embarcou pura a
de Sergype de ElRei, em obediencia Carta
Imperial de dous de Junio deste auno nao
pode despensar-se de levar ao Alto conheei-
raentode Vossa Magostado Imperial huma ex-
posigo fiel posto que resumida dos actos
honrozos que elle pralioou no espago de dous
annos oito mozos e tres dias que dirigi os
destinos da mesina Provincia. Esta homena-
gem prestada verdad* e Justica, nao he
Orfos, e vi uvas e a pobreza desvalida en-
conlrou sempre nelle o mais seguro arrimo de
sua subsistencia ; a Religio c a Moral hum
severo imitador dos seus preceitos. Nem hu-
ma s familia lamenta a perda do pao que
este genio bemfazejo lhe tiras.se mas antes
militas hem dizem oque elle Ibes deixou se-
guro, e as mais indigentes choro aauzencia
dessa rao caridoza e benefjcentc que as
socorra. A serie nao interrompida destes
Cactos honrozos, e de outros que seria longo o-
nurr.erar, sao os verdadeiros ttulos de re-
lime c de gloria de hum Governo todo Pa-
ternal apreciado pola Provincia e invejado
pelo firazil. O acto de embarque deste va rao
prestante, e virtuozo foi portante oquadio
mais tocante que tem testimunhadocsta Ca-
pital : acorapanliado^por hum concurso de
& penas a pratica de hum dever desta Cmara; j mais de tre/en tas pessoas de todas a.i asses ,
ella he ao mesmo lempo reclamada pelo vol
unnime de hura povo inleiro, que nunca dei-
xar aridecer lombrancu dos beneficios,,que
dolle recebeo. Chegando a esta Capital no
primero de Novembro de rail oito centos trin-
ta e oito e lomando o mando governativo a
tres do mesmo 111:7. o sobredito ex Preziden-
te no acto do sua posse fez huma solemne
declaraco no recinto da representado Pro-
vincial de qual deveria ser o programa da sua
Administraco : este programa que nunca
soffreo modilicaco, 011 alteradlo bem so po-
de explicar. Man ler illeso o'Throno Augus-
to de Vossa Magestade Imperial e as Insti-
tuicOes do Paiz ; cumprir e fazer cumprir .
e respelar a Constitugo e as Lea do Estado;
marchar de accordo com o Poder Legislativo
Provincial e fazer a Provincia os bens que
coubessem no circulo das suas attrhiiigrtes ;
destribuir Justica a lodos com rectido ; e
sustentar a Paz e a ordem Publica. Desde
ento,S.r, como quedesassombrada a ro-
vincia do terror que nos nimos de todos in-
fundir a ruinoza Administraco do infelis ex
Presdeme Doutor Manoel Rbciro da Silva
Lisboa commossou a gozar hum governo il-
lustrado verdaderamente sollicito em pro-
mover o bem commum. A Lei tomn logo o
seu lugar magestozo; a sabedoria a Justica.
e a Prudencia lhe ornaro o Throno respei-
tavel ; a igualdado praticada pelo Governante;
a concordia por elle promovida j as suas ma-
neiras/polidas ; e huma pratica constante do
virtudes nao vulgares, de que nos deixou mi-
nuta velexemplo foro por tal maneirafa-
zendo-se sentir nos coraces dos governados
que em pouco lempo a confianza Publica con-
vergi para este centro de paz, o de ordem co-
mo para o mais seguro garante da Libordade,
e da fehcidade da Provincia. Esta conianga
nao foi hum sdia immerecida: he huma pro-
va nao iquivoca desta verdade a escolha espon-
tanea que a Provincia fez do homem que lhe
mereca para represental-a na Assembla Na-
cional sera que elle como outros Gover-
iiantes immoraes, 011 pouco zelozos de sua re-
putaco tivesse laucado mto da mais peque-
na influencia da Authoridadc em negocios de
ulades e condicOes, nao era sera grande sen
sago que se ouviro repetidos vivas sua pes-
soa quein so dirisiro as expreQocs mais
ternas de agradecimonto e de amizade e
nem era seno poreffeito de gralido que es-
te povo reconhecido, tendo nos olhos o pranto
sincero de saudade corra prolia a abraeal-o .
o a dar-lhe o ultimo a deus de despedida. S.r
lie hon) natural que quem goza de huma vida
descansada, e feliz, nao almejc seno pela con-
tinuagao dessa ventura.
Esta Cmara portanto tem milita honra de
|)in- todos os factos relatados na Augusta Pre-
zonca de Vossa Magestade Imperial em ne-
me dos habitantes deste Municipio, e da Pro-
vincia a conservago daquolle Presidente
n.'sta Provincia eassadas as caria:', que Vos-
sa Magostado Imperial se dignou mandar pas-
sar para a de Sergype ; ou a Nomeaco de ou-
tro to digno como elle que ven ha continu-
ar-nos os bens de que goza vamos. Deus
Guarde a Precioza pessoa de Vossa Magestade
Imperial por dilatados annos como he mister
para felicidade do povo Brazileiro. Pago da
Cmara Municipal da Cidade do Natal quator-
ze de Julho de mil oito centos quarenta e
hum. =a Joaqum Francisco de Vasconcellos=
Prezdente Malinas Carlos de Vasconcellos
Monteiro = Francisco de Souza Ribeiro Dan-
tas = Joo Lins de Albuquerqun ^r Joze Joa-
qum de Castro Rarrozo = Antonio Jozo de
Moura Joo Marques dcCarvalho = Joa-
qun? Ferreira Nobre Pelinca.
PRKFKITURA.
No lia 1(5 do corren le nao occorreo no-
vidade.
Parto, do dia 17.
Illni. o Exm. Sr. = O commissario de
polica do dislricin da ribetra da fre-
guezia de Santo Antonio participa que hontem
felas sott horas da noile fora ferido o preto
Guilherme escravo de Manoel (ornes da Sil-
va com urna facada que lhe dera em um
braco ou tro preto de nome Manoel, escravo
deHerculano de tal, oqual deixou de ser
capturado por ter logo fgido. Procedeo-
se entretanto a competente vestoria no corpo
dooffendido.
Outro commissario de polica do districto
de Joo do Rarros freguezia da Roa-vista ,
participa igualmente ter prendido hontem o^j
pardo Joo Leo dcCarvalho eo preto Fran-
cisco Jos' por estarem ora desorden) da
qual resultou sahir o segundo espancado :
tivoro o competente destino.
E' o que consta das partes hoje recebidas
n'csta secretaria.
dem do dia 18.
Illm. o Exm. Sr.=Osub prefeito da fre-
RJiesia da Roa-vista participa que hontem pe-
las sote o meia horas da noite no largoda mes-
ma froguo/ia estando Domingos da Silva
Ferreira brasileiro adoptivo sentado sobre
una barrica junto porta diurna taberna ;
fma aceommettido por Um homem monta-
do a cavallo de edr alaso e vestido com cal-
ca e jaquola branca, e chapeo preto, o
v]ual lhe apuntara urna pistola que felizmen-
te falliou na occasio d'elle lhe dar fogo ; e
que, gritando ento o dito Domingos, ap-
pflrecera em seo soccorro o commissario de
polica respectivoedm urna patrullia oqual,
leudo feito todas as possivois deligoncias ,
jamis pode descobrir para capturar, o
dito assassino
E' o que consta das partes hoje recebidas
n'csla secretaria.
(ador eno se responsabelizaoabaixoassig-
nado so ella se desencaminhar.
Manoel Joaquim pedio da Costa.
= Quera precizar de roupa lavada e en-
gomada com perfeigo c por prego eotnrao-
do derija-se ra do Sr. Rom Jezus dascri-
olas segUDdt casa da quina defronle de 011-
tra de D. 18.
T Peante o Sr. Dr. Juiz de direito da
1. vara do civel, no dia 21 do eorrente pe-
las tres horas da tarde na ra das cruzes I). 1,
so ha de arrematar urna morada de caza ter-
rea sita na povoago dos Alegados na ra
do Motocolomb, por execugode Jos Tava-f
res Caj, feita Andr Avelino da Cruz.
Offerece-se um portuguez para eaxqi-
10 de ra ou de balco do que tem miiila
pralioa quem precisarannunoie.
Quem annunciou no Diario de hontem ,
um armario para Jivros, e papis dirija-sea
ruado Rangel D. 8
=3 Antonio Folippe da Silva fazscienteao
respeitavel publico que o Sr. Joaquim Amaro
da Silva Passos deixou de ser seu caxeiro
desde o dia 1(5 do eorrente.
Precisa-so alugar (res ou qiMtro mule-
ques quem os tiver dirija-sea loju de Meroz,
relojoeiro.
Aluga-se una preta para faser o servigo
de nina caza de pouca famia quem a tiver
dirija-sea Solidade D. 12.
K7- Quem annuncioii pelo Diario de 17
de Janeiro desie eorrente auno querer com-
prar hum selim inftlez em bom u/o cono seus
pertcnces ou sem elles 5 dirija-so a piara da
Independencia loja n. 21 e 22 que ahi axa-
r; hum selim ingle/, de euuro de porco quasi
novo com estribos de lalo picadeira de pra-
ta huma rica brida leila na Radia
duas mantas : taodcm axai
CORRKIO.
O pfllaxo D. Amia receba a mala para
Sania Catliarina amanh (20 ) as 10 horas do
da.
O brigue Josefina Emilia sai para Lisboa
no dia 2 i do eorrente.
O brigue Tarujo 1., sai para Lisboa no dia
2(3 do eorrente.
DECLARACOES.
A Cmara Municipal desta cidade faz sci-
ento que no dia 20 do correle irn segun-
da vez em praga as casas ns. 25 e 2i da pra-
ga da independencia.
O secretario interino
Francisco Antonio Rabello de Carvalho.
-----------ujBiB^ees-w------------
ARSENAL DE MA1UMIA.
Por ordem do Illm Snr. inspector do arse-
nal de marinha su faz publico ipie o pagador
de mariha recebe .finhoiros para pagar s'
conhecinicntosera forma dos gonei os vendidos
Luiz Francisco de Mello Cavalcante escri-
voe administrador da meza de diversas
rendas provincaos desta provincia.
Polo presente edital faz publico para que
cliegue ao conhecimenlo dos Srs. proprietari-
os (ios predios urbanos dos 5 bairros desta ci-
dade e povoago dos Atfogados ; que ten-
do-so lindo no ultimo de Dezcmbro p. p. os
trinladias marcados para o pagamento a boca
do cofre da respectiva dcima do 1. semestre
do corrento anno nanceiro, c dos antece-
den les ja muito vencidos passa quanto an-
tes a proceder executivamente contra todos
os llovedores. E para que nao alleguen) igno-
rancia mandei aiixaro prezenle e publca-
lo pola imprensa; Meza de diversas rendas
provinciaesde Pernambuco 18
18i2.
Luiz Francisco de Mello Cavalcante.
, e tem
scliiis nstete*
novos que se vcudem por presso mui barato,
e -Jm'Ihis do sen hora hum de asseniodc
ronro de porco, oulro de as.sento de camursa.
%sr Quem precizar de lijlo de al venara,
aroia OU barro para obra dirija-se ra do
Qucimado lo) l>. 11 assim como tohcm
seoliroce huma pessoa para fa/.er atorros em
lerronos alagados,- que ser servido com a
maior brevidade possivel e por proco com-
modo.
IT Oer. Carlos Jo/.e de S. Anua diri-
ja-so a ra das Trin\oiras sobrado I). ).
S27" Roga-'se a* pessoas que tem pondo-
res na ra das Trinxeiras D. 9. e ques-
achao vencidos e al^uus que podirao espera,
as quaes se Rudaro de no praso de tres dias
hirem liquidar suascontas, do contrario se-
ro os dilos peudoros vendidos sem attenco
nem reciamaco alguma pois da aiguns que
nao cliego para pagar o principal vende-se
na mesma casa cenlo e tantas oitavas de ouro,
em pedacos de Iraucelins cordes ,,brincos
quebrados e huma rica fita e aveutal para o
grao 30.
XST A pessoa que annunciou no Diario de
hontem querer dar 1:200 ,f 000 reis a juros
de um e mcio por cento com hipoldeca -ni
predios n'esla Praca ; dir ja-se a Praga da In-
dependencia loja de ourives que ah se di-
r.i quem precisa.
C7" Perrisa-se alugar um preto que soja
bom canocro ; na ra nova D. 30.
$2^ Quem precizar de huma ama de leile
por proco cmodo ; dirija-se a paderia da
Gamboa do Carino.
tST O Secretario da Sociedade Lubcntina
de Reberibc participa aos Socios que Sab-
bado 22 do correte lu partida
$zj- A pssoa que annunciou precisar de
meia garrafa de leite de rabia (bixo;; dirija-st
a ra das Trinxeiras D. 5.
A V I Z O S DIVERSO S.
v= Quem anniincou querer comprar o ae-
gurtdo tomo do noiles de Vung : dirija-se a
venda D. 8 na ra da Roda.
TV-
= No da 10 do coi rento perdeu-se da ra
da Conceigo praga da Roa-Vista at o beco
de Joaquim Jos de Veas um vestido rfe sar-
ja pieta novo vindo da casa da costureira den-
tro de um lenco grande de l. assento bran-
ca com palmas iniudas verdes e algumas en-
carnadas, barra a roda,c franjas brancas lam-
ben) (te-4i ; quem livor ocha o, e quizer res-
tituir dirija-st. ra volha casa D. i2 quo
dejanerrodeisera ?*"efQ8aiiie:te recompensado.
=s Dezapareceo no dia l' do eorrente um
moleque de. nomo Antonio nago congo .
de idade de 11 n 12 annos lovou vestido cai-
ga do estopa o carniza aznl : tem acara re-
donda nios e pos pequeos. uma cicatriz
sobre oolhn esqderdo eoutra no ouvido. e
he bastante ladino..- quem o pega' levo ma
da Cadeia sudar !).(>. qtw ser leoxn-
l'onsado.


s-
4
C7- Quera precisar de uma ama do leite
panda di; pouco lempo dirija-se ao pateo do
Hospital-sobrado do Sr. Bruno, primeiro an-
dar.
ISf Alnga-se urna casa terrea na ra do
(lotov.-llo cun bous comniodos pintada de
novo onvidragada na Cente quintal mu-
rado cacimba, ecozinha tora: a fallar com
Simplicio Xavier da Fonseca na ra do se-
bo ao pe do sobrado do fallecido Lavra.
IT Uualquer aprendiz de pedreiro ou
pessoa curiosa que quiser tapar urna casa de
taipa dirija-se a ra dasCruzes D. 4.
i3T Precisa-se de urna eserava para o ser-
vigo de urna casa paga-se bem e d-se
lioui tratamento : na ra do Rozario estreita
1). 25 primeiro andar.
tST Ahiga-se urna easa de sobrado com
com modos para grande familia cita na ra
da Alegra, e urna canoa aberta que carre-
ga 4oo lijlos : a tratar com Marcelino Jos
Lopes.
5~7* Os abaixo assignados estabelecidos
nesta Cidade com prenga e armazem de re-
colher sacas com algodo em pluma consi-
derando, que as despezas para o manejo dos
seus estabelecimentos tem tido um mu subi-
do augmento ja pela carestia dos escravos ,
alugueis de armazens &c. &c. e ja polos
tribuios e outros encargos u que estao su-
geitos sendo-lhes indispensavel augmentar
a receita para fazer face a essas despena : tem
resolvido cobrar do i." de Fevereiro p. fu-
4'luro em diante a titulo de armazenage.m ,
18o rs. por cada saca daquelle genero que
recolben-in em seus armazens e prengas .
cuja aimazenagem ir contada desde o dia
em que qualquer Sr iNegociante ou outra
pessou comprar receberem pagamento, ou
por outroalgum titulo tiver dominio em di-
tas sacas e pago por ellos na occasio da sa-
bida e sendo que uo espayo de 5 mezes de-
jois da compra ou dominio as nao tirem
dos referidos armazens e prengas dupli-
car essa armazenagem lodos os qiiarteis. E
pura conbecimenlo dos interessados manda-
rao publicar pela imprensa o presente. = Ma-
noel Ignacio de Oliveira Lobo & Companbia ,
Joaquim Jos Ferreira Manoel Jos da Silva
Braga Joo Vieira de Araujo Mello & Ca-
pibaribe xYntonio Jos Pereira de Mondon-
ga Sebaslio Jos da Silva Braga Francis-
co Riboiro de Brito A Filbo.
tsg" A. Faltn relojoeiro, sucessor de
Carlos Dubois na ra Nova I). 15 annuncia
aos seus freguezes (pie acaba de receber um
lindo sorlimento de joias de ouro do mais ele-
gante goslo que at ao prsenlo tem apare-
cido nesta Cidade coippondo-so de brincos,
aderecos de pescogo correntes &c. assim ce-
rno tem tambera um lindo sorlimento de ca-
nelas de ouro ede prata para carleiras de
embrangas de senbora e de hornera : o
mesmo Faltn recomenda-sc aos freguezes de
son predecessor em tudo o que respe i la a sua
arte promeltendo-llies toda a promptido e
zelo nos coiicerlos de relogios.
S^- Quem tiver para alugar urna negra de
meia idade que saiba cozinhar c fazer o
mais'Servigo de urna casa de pouca familia :
annunciq.
ssy O abaixo assignado roga ao Snr. que
foi a sua casa na ra do Hospicio ajustar urna
porgo de potassa da Bussia e que tratou
de vollar no dia seguinte para dar resposta ,
pedindo que nao lizesse negocio com outra
pessoa; queira ir ou mandar alguem em seu
lugar decedir daquelle negocio do contrario
vender-se-ha dila potassa a quem quer que
aparega.
Joo Rufino da Silva Ramos.
S7* 0 abaixo assignado faz sciente ao res-
peitavel publico, que a sociedade que tinha
com o Sr. Manoel Paulino do Nascimento ,
est extincta desde o dia 5 de Janeiro do cor-
rente anno outro sim avisa a todos aquellos
>mrs. que se julgarem seuscredores Ihe apr-
sentelo suas con tas no praso de 4 dias im-
preterivelmenie.
Joaquim Jos Pereira.
tS7"Roga-se ao Snr. Fiscal do Bairro de S.
Antonio baja por piedade de langar as suas
vistas para a ra do Bairro-baixo, que es-
t ser viudo de despejo Publico.
Um morador na mesma ra.
t^- Arrenda-se um grande armazem que
admiti qualquerestabelecimento de qualquer
fabrica ou padaria, com embarque e des-
embarque porta: na ra da Gloria sobra-
do D. 5o.
tj~ A pessoa que no Diario de 8 do cor-
rente annuneiou querer alugar um sitio com
todos os requesilos necessarios dirija-se a
ra do Rangel lado do Nascente D. 6.
SSr Deseja-se saber se existe nesta Cidade
Jos Felippe da Cosa natural da Babia .
para se Ihe fallar a negocio de seu kitctUMW :
na ra doQueimado botica D. 5 ou annun-
cie sua moiada.
ss- Quem annuuciou querer comprar um
Sanctuario com algumas Imagens dirija-se
a ponte velha no segundo andar do sobrado
D. 5.
C5" Precisa-se de urna ama que faga todo
o arranjo de urna easa de porta a dentro : em
lora de portas no sobrado de 2 andares em que
morn o Domingos Pratico.
3- Arrendare urna casa nova de 4 anda-
ros e bom armazem na ra da Cruz n. 44,
ondeoslo residindo os Snrs. AlexandreMa-
ckay & C. : a fallar com o proprietario da
mosnia Rento Jas Alves.
sry Na ra da senzala velha D. 5o preci-
sa-se de um escravo.paru o servigo de casa ,
que sondo capaz se far lodo o negocio; assim
cuino le um lio ni o ni Mira a massaira.
A V ~SOS MARTIMOS.
Para o Assu' impretervelmente o Bergan-
tim Boa ventura no dia 25 do correnle re-
cebe carga e passageiros : a fallar com o Ca-
pillo a bordo ou com Jos Gonsalves Fer-
reira Costa.
izw Para o Rio Grande b Sul com es-
cala pelo Rio de Janeiro e bem conhecido ,
e veleiro Patacho Racional Sumar, Capito
Joze Maria Sumar sabe com a maior brevi-
dade por .ter todo o seu carregamento prompto,
e somente recebe escravos a frete, e passagei-
ros a tratar cora o seu Consignatario Joa-
quim Baptista Moreira na seu Escriptorio
ra de Apollo ou cen o Capitab a bordo.
Para o Maranha at o fim do presente mez
.saldr o bem conhecido Brigue Escuna Lau-
ra pregado e forrado de cobre tem gran-
de parte de seu carregamento engajado ; pa-
ra carga e passageiros trata-se com o Capito,
ou com i'irmino Jos Felisda Bosa na ra
da MoedaN. 141.
Para, o Bio de Janeiro'com toda brevidade
o Patacho Nacional Valente ; quem no mes-
mo qui$er carregar ou ir de passagem por fre-
tes comnaodos dirija-se a Paiva & Manoel ,
ua ra de Apolo contigua ao porto das canoas
do Recife, ou a bordo ao Capito Ignacio Xa-
vier Pinhoiro, defronle da Lingoeta.
L EI L O E N S .
C7" James Crablree & Companbia con-
tinuo o seu Lejlo de fazendas Inglezas bem
surtidas e proprias d'este mercado Quarta
feiro 19 do corren le as 1 o horas da manh em
ponto no seu armazem da ra da Cruz.
%S7- Que faz Victoriano Augusto Borges,
em oonsequencia de sua prxima retirada para
o Cear e por intervenga do Corretor Oli-
veira de huma completa mobilia a mor
parte de Jacaranda consistindo os principis
objectos em sofaes cadenas cemmodas ,
mezas de jogo, e de meio de salla; ludo quazi
novo e de mu i los outros que se acharan pa-
tentes ; assim com, de alguns escravos, e
hura cavallo : Quinta feira 2o do crrente,
as lo horas da man lia no Pateo do Carmo so-
brado D. 9 defronte do era que mora Gabri-
el Antonio.
COMPRAS.
SST' Ou alugo-se canoas que sirva para
atterro : na ra da Cruz botica D. 57.
%s^ Urna baianga em bom uzo e um peso
de urna arroba queseja proprio para pesar
capim ; quem tiver annuncie. *)
tss- Um escravo de nago de idade de
I 4 anuos que saiba cozinhar o diario de
urna casa : na ra do Crespo D. 8 loja de Ma-
noel Gomes Viegas. s
* C?" O terceiro e quarto volume do Pano-
rama : na ra das Trincheiras sobrado D. .
SS5T Tijolos para duas cacimbas de lo pal-
mos sendo de bom barro : na ra Direita
padaria do Machado ou annuncie.
3?" LTm escravo velho que o seu prego
nao exceda a loflj rs: na ruadas Cruzes D. 4
V ENDAS.
V2?" I'ma casa terrea na ruada Concordia,
no vallor deOooj rs. : quem a pretender an-
nuncie.
tf Urna preta de todo o servigo tanto
de casa como de ra rouito sadia e sem vi-
cio ajgum ecozinha o diario de urna casa :
na ra Nova loja D. 14.
15" Cartas de jogar a que cbamo portu-
guez.s fabricadas no Rio de Janeiro : o ni-
co deposito nesta provincia he em*-easa de J.
O. Elster na ruado \igario D. 55 onde se
vendem pelo mdico prego de 4Seo a duzia ,
altenta a superior qualidade.
xsr Superiores piannos e charutos da
Havana por com modo proco : na ra do Vi-
gario I.
SS3- lo a 12 milheiros de telhas de bom
barro, e ptimamente eozldas todas ou a
retalho : na olaria da ra da Florentina ; ad-
vertindo-se que se dar mais em couta a quem
comprar maior porgo.
XZT Urna cabra bicho com ilha por pre-
go commodo : na fabica de farinha do Alieno
da Boa vista.
vr Meias barricas de farinha de trigo ,
muitonova, ede superior qualidade : no ar-
mazem de Joaquim de Souza Pinto no Reci-
fe ou na ra Direita padaria do Machado.
ss?* Um escravo moco de bonita figura : na
ra da Cruz n. 52.
EP Rap de Lisboa muito fresco c superior
chegado ltimamente em libias e oitavas ,
h perola e hson superior em caixa e a re-
talho, e cartas de jogar muito linas: no At-
ierro da Boa vista loja de fazendas D. 5.
XlF" Urna negra de idade de 5o annos la-
Tadeira : na Soledade no sitio de Hereulano.
CT Tres mil bichas de boa qualidade : na
ra da Cruz D. 4o primeiro andar.
CT Urna pa de filtrar agoa ja montada,
por prego commodo : na ra velha D. 42.
tSF" Sement de nabos salga xicoria ,
senoira alface coentro e mustarda tudo
chegado ltimamente de Lisboa: no Atterro
da Iloa vista venda por baixo do sobrado do
Sr. Francisco Jos da Costa D. 56.
ssr 500 e taas barricas vasias parte
promptas para assucar e parte com algum
defeito por prego commodo e com algum
praso : no armazem de vender poe bola xa ,
junto ao arco de S. Antonio.
S5" Fariiiha de trigo em barricas, e meias
barricas, da bem conhecida marca Gallego
em caza de Henrique Forster e Companbia ,
ra do Trapiche novon. 47.
cy Barricas com farinha de trigo de su-
perior qualidade chegada ultimameute de Ri-
ehmont, barricas e sacas com farelo bar-
ricas com fumo para charutos caixas com
vellas de spermacete esleirs para forrar sa-
las caixas grandes com cha pentcs para
marraras cha preto de superior qualidade ,
salitre refinado longos pretos de seda da In-
dia T gangas ainareilas, loalhas adamascadas,
e algodo grosso para sacos a prego commo-
do : em casa de Matheus Austin; Companbia
na na do Trapiche novo N. 12.
^ jejj* Panno de linho aborto para toalhas, e
lences chapeos de sol de seda de cabo de
osso, rozclas de ouro para meninas e senbo-
ra longos de seda para grvala e meias de
linho curtas ; tudo do Porloe por prego com-
modo : na ra do Fagundes D. 4 sobrado de
um andar.
CJ" Um grande sitio na estrada da casa
forte para o Monleiro defronte do sitio do
Sr. Sampayo perto do banho com casado
vivenda muilohaixa de tijolo e barro po-
rem muito forte, e com commodos para gran-
de familia estribara casa para escravos ,
coxeira porto cacimba de boa agoa de
beber tudo novo grande baixa para planta
de capim terreno para toda plantago do la-
vouras cercas de limoeiros as duas testadas
principaes bastantes cafezeiros que do 16 a
2o arrobas por anno ; mais de mil ps de
fructeiras de varias,qualidades : a tratar no
mesmo sitio.
*? Potassa da Russia de superior qua-
lidade em barris grandes e pequeos a di-
nheiro e a praso com boasTlirmas : em casa
de Joo Rufino da Silva Ramos ra do Hos-
picio sobrado de um andar defronte do Coro-
nel Brito Inglez.
ssr Sacas com feijfio mulatinho, por pre-
go commodo : no paleo do hospital do Paraso
venda D. 21.
t/ Bolaxa a 2tf rs. a arroba : no Atterro
da Boa vista padaria de Francisco Gonsalves
Reg D. 5o.
ts&~ Bichas grandes a 24o rs. responde-se
pelas que nao pegarem e tambera se alugo;
na ra do Cabug n. 4.
c?" Cera para limas a 8oo rs. urna es-
erava de 12 a 14 annos: na ra do Rangel
D. 7 ; na mesma casa precisa-se de urna ama
para o servigo de casa de um bomem solteiro.
C7" Casacas de panno fino preto caigas
de dito coletesde veludo preto liso, e de
macu preto e liso no Atterro da Boa vis-
ta loja de alfaiate D. 17.
tsr Um violo ainda novo com boas vo-
zes por prego commodo : na ra Dircila lo-
ja de fazendas D. 41.
S2T Dous galos da India e um papagaio :
na ra da Roda I). 8.
**s^r Dous carrinhos mglezcsde duas rodas,
superiores, com todos os arre i os competen-
tes pelo mdico prego de 5ootf rs. cada um:
no escriptorio de Smith & Corbett na ra
do trapiche novo N. 18.
tSf Urna eserava de meia idade, bstan-
lo lrballiadeira : na ra Direita defronte do ;
beco do Serigado-no segundo andar do sobra-
do de 5 andares.
S3" Urna cama de amarelo ainda em bom
uzo, por prego commodo : na ra das A"oas
verdes tonda de marcineiro D. 54.
t~?# Uma piola de nago de meia idade
boa quilandeira e um lampio grande com
4 vidros : no Atterro da Boa vista venda D-
cima .">!>.
c? Boas cadei ras e canaps de Jacaranda,
chegado prximamente do Porto : na ra do
Encantamento armazem de Francisco II. M.
Bastos, a (i,1) rs. cada uma em porgo,de duzia.
S27" Uma portada .de superior cantara de
15 palmos de alto e lo de lome verga de
volt a e soleira lisa 6dtasd?15 palmos de
alio e 6 de lume soleiras lisas e vergas de
volta ; tudo conforme as Posturas da Cmara,
e troca-senm perfeita Imagem de Christo: na
ra da Cruz n. 22 em casa do Manoel do Nas-
cimento Pereira.
3" Uma negra de idade 14 annos de. na-
go, muito linda, tem principios de engoma-
do cose e cosinha e lava desaoo na ra Di-
reita I). 20 lado do-Livramento.
-7" ooo varas de pao de algodo da trra
a 2oo rs. cada vara : na Pracinha do livra-
rnento n. 29.
tSF~ Um duzia de cadeiras, e uma marque-
za de pod'olo com muito pouco uzo por
prego cmodo : nesta Typ. se dir quem ven-
de.
ESCRAVOS FGIDOS.
tsr Em fins deOiitubro do anno p: p. fu-
gio um preto de nome Antonio de nago
mogambique de idade de 5o annos pouco
mais ou menos alto e reforgado do corpo ,
tem os ps e pernasura pouco indiadas est
disco -'do tem os escrotos grossos costuma
qua do foge ir para Olinda : quem o pegar
leve da Cmara no principio da travessa do Ar-
raial para a easa forte, ladodireito, quese-
ra gratificado.
C?- Fugio uma negra de nome Catharina,
de idade de lo annos pouco mais ou menos ,
com os signaes seguintes cara bechigosa ,
um P no peito direito levoii vestido de xi-
linha azul e saia da mesma por cima do vesti-
do aqual he de nago Baca ainda nao falla
pei'leilamo.nte : quem a pegar leve a ra do
Cabug loja de fazendas D. 5 que ser grati-
ficado.
S2T No dia primeiro do correte do lugar
do varadouro em Olinda desaparece uma pre-
ta de nomo Maria que se supe ser furtada ,
com os signaes seguintes : de nago Angola ,
inda bugal bastante alta picada das be-
chigas beigos grossos e vermelhos e o c-
belo tambera verraelho ; levou vestido de chi-
ta rouxa, e unas argolas de ouro cortadas as
orelhas tora marcas de sarnas na cabeca ,
ha suspeitas que fosse conduzida para Goiana:
quem a levar a ra do Fogo n. 382 receber
oojr rs. de gratilicago alem do se pagar toda a
despeza.
S3" No da 50 de Dezembro passado fu-
gio uma prela do gentio de Angola de nomo
Luzia, os signaes sao os seguintes levou ves-
tido de xita ja roto e pao da costa estatura
baixa um tanto cheia do corpo fula as unhas
das mos rodas, idade 19 a 20 annos ; quem
a pegar levo-a no patio do Carmo venda de
Narciso Jos da Costa que ser gratificado.
MOVIMENTO DO PORTO.
COXTINUAgAO' DAS SAH1DAS DO DIA 16.
Barcelona com escala por Porto Rico ; Caico
Hespanhol Zeliro, Cap. Ja y rae Roses car-
ga algodo.
SAHIDOS NO DIA 17.
liba de Fernando Patacho Brasileiro Pira-
pama Cap. Balthazar Jos dos Reis car-
ga diversos gneros.
Meranho ; Brigue Brasileiro Tenlago, Cap.
Joaquim Gonsalves Maia carga diversos
gneros.
ENTRADOS NO DIA 18
Boston ; 44 dias Brigue Escnna Americano
Argali de 152 tonel., Cap WjHiam E, New
equip. 8. carga taboado fazendas, sali-
tre e barricas vasias : a Henry Forster
& Companbia.
SUMIDOS NO MESMO DA
Santos, Sumaca Brasikira Bom Sucesso. Cap.
Ignacio da Fouseea Marques carga diver-
sos gneros.
Babia e Rio de Janeiro; Paquete Inglez Ma-
gnat, Commaiidaule (riffiths.
RF.CI1 L" NA TYP. DE M. F. DE F. .1842.
V

MELHOR EXEI\


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