Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:04396


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Full Text

Atino de 184?.______Terga Fe ira 18 de
Tudo anra depende de nf mcimiu ; d nmii prudencia, moderac3o, eanereia: eoa-
tinuemo. orno prineiui.mo, e aeremoa aponladoa coai admiracfio enire as Naciie. mus
TallM- ________ ___________(Proclaiaco da Aiaeoiblea Cer.l do Brasil.)
PARTI)AS DOS CORREIOS TERRRSTRES.
Gniaana, Paraiha, e Rio irande du Norte, na aa'unda esexia feira.
linnito e (iaraailiuns, a lile 24.
('abn, Seriulinem, Itio l'ormor.n, Porto Cairo, Macei, e A]a"oas no i H e 21
l'jjr.i la. Samo Antao, quinta feira, Olinda todoa oa das.
DAS da semana.
17 Se, s. Antitn. Clianeh Aud. do Jimz de Pinito da 2. vara
4S T.r a. Trisca. Aud. du juiz de Direito ila 1,v.ira.
IU Uu.wl. .. C.aaulii Aid. iln-|u7. de din-iiw da 3. vara,
20 QniaJ, *. .Seliaatiiio. Aud. du ju de direito do 2. vara.
21 faxj, a. lnt*. Aud, do Juii de Uireilo ila 1. vara.
22 sal, s. Vrenle, itel. Aud. do Juit de Direito da 3, rara.
i Don. Oa dc|mi'iriof, de N. sonora
Janeiro. Auno XVIII. N. 13.
mnnrr -,71 1UIHK.
O Diario publicase todos os di., que nao foren. Santificado.: preco da ,-
. Kit por qu.r!.| ,,.0. .dt.n,.,!,,,. O, .anuncio, dos .." '"
recl.rnlc*.
-
)
O. lanuncios dos aaignai ., aneando.
d,r,,.,d.. .... ] vpoSr.b. ru. da, Cu,.. D. 3, ou i pr.V. d. UieaenJencL, loj ZZyZ
natlf, c os dos ,,ue nao f..,eax rauia de SU re. por l.ul.a.
dirigida, a rata 1 v -
Plumeros 37 e 3.S.
Cambio sobre Londres 211 d. p, 11'.
>' rVil .'20 reis|i. fr.wn.
Lisboa SO a No p. 100 de pr.
Ouao- Moeda de 6/MO V. 14f4 a 14,600
N. 1120U.IMUU
de 4,000 8.100 &>2Q0
Fiiata l'atac'.a 1,650 i !,670
CAMBIOS no da 17 de Jamuro.
1'mTa Pems (iliininaie. 10:10. 1 fiTft
MqnwMM l.fi'Oa L,6 u
m""u i. 4*0 1.46U
Moeda de coln- 3 |.or 100 de IWunlo.
Diaconlodc billi. da AIfnde<;> 1 r j por li.j
ao mei.
I dem de letras de boa. firmas le a 1 e .
/'reamar do o. a ls de Janeirj.
i.* as 10 horas e (i m. da tarde.
2. as 10 horas e 30 m, d maiih.l.
PHA8B9 HA I.r A NO MRZ LE JANEIRO.'
Onarl. mm;. a 3 s 7 ora. U ra. da larde.
I.ua Nova a 11 s I ,js c 54 ni. da larde.
Quart. crese. a 19 ka (i ora. e 41 m da larde.
Loa clieia a 2< s 3 oras e 30 m. da tarde.
PARTE OFFICIAL.
GOVERNO DA PROVINCIA.
EXPEDIENTE DO DA M DO CRREME.
Oflieio Ao prefeilo da comarca do Pao do
Alho, ooncedcndo-lhe dez das de licenea pa-
ra vir a esta Cidade.
Dito Aojniz do direito do crimo da co-
marca do Pao do Alho, aecusando a reccpcio
do seo ollieio de ,'> do corradle, acompaiihado
do mappa dos crimes julgailos por aquello
jniso.
Dito Ao mesmo, aecusando a recepeiio do
seo ollirio de 5 do correte acompanhudo do
mappa dos crimes ; qu por falta de provas
dosarao de ser pronunciados naquella comar-
ca.
Dito -Ao director do lyceo para enviar
com a possivel brevidade a informaoAo a cer-
ca do estado do mesmo lyceo, e das aulas p-
blicas da provincia, indicando os melhora-
mentos, que llie parecerem convenientes,
e o mais que occorrer a este respe'to.
Dito- Ao director secretario do monte pi
peral dos servidores do estado, transmittindo-
Jlie um ollieio do inspector da thesouraria da
t'asentla acompanhando urna letra daquan-
tia de 544*48* reis.
Dito Ao inspector do arsenal de marinlu,
signiticando-lhe que concede ao suarda ma-
rit.ltt. da acuna Prinr-iro de Abril, Francisco
Manuel da Silva Guimares a licenea, que
pede para tratar de sua saude Cm casa de sua
lamilla nesta cidade.
Portara Ao mesmo para forneccr ao
brigue lidelidadc -mantimentos para dous
mezes c pagara tripulaco respectiva osse-
us veucimentos, atoim de dezembro pr-
ximo passado, e oflicialidade at o im de
Janeiro torrante, deyeudoapromptar omen-
a im de que nossa regressar
blcas
exigindo
um
mappa, ou rea-1 deiros : e quiein ter asna coroa? Mostr nin-
dc29 e30 de Novembro, que em demoustra-
ntimento pela morte de S. M a
i naviera Viuva Augusta Av
a linperatriz do Jra/.il e Duqueza
co de
Haiulia
Porto I. desetemliro.
Na terca feira vemos atjui na Cova da
Moura um prontmciamento que poda dar
milito de si, mais que felismente foi abala-
do a lempo. 601) presos, lodos a prava de i Batra ver a sua familia/A tal viaem nao 6 no
hunihii 1:1 ftnli,.,-..,., i ,;.,.. .____- -:_ il___ ... v K*9 '"""l'P"i
bomba A ja tinbao a oadea serrada e oitoja
estavo no terrado Iiaviao cordas e apare-
iclhos para galgarem a rocha e ja tinhoa- 6 receio e p.nilanmiJa.|3. Sem
cionado navio
brevemente.
Dita^-Nomeando interinamente para o Lu-
gardeajudante da directora do arsenal de
guerra ao segundo lente Joao Marinho Pacs
liarrelo.
OIIcios--Aoeommandant(das armas, ao
inspector da thesouraria da fazenda e ao Di-
rector do arsenal de guerra, coiiimunicando-
llies a noineaco supra.
dem do da lo.
Dito-Ao inspector da thesouraria da fa-
zenda transmiltindo-Ihe aconta dos jornaes
vencidos pelas pracas da companhia de opera-
rios engajados, empregados na obra da casa
(larelacodesta provincia, a fim-dequeman-
do indemnisar da sua importancia o cofre da
thesouraria das rendas provinciaes.
Dito-Ao inspector da thesouraria das ren-
das provinciaes cmmunicando-Jhe o con-
teude no precedente oflieio.
Dito-Ao commandanle da companhia de
operarios engajados sobre o mesmo ob-
jecto.
Dito Ao inspector geral das obras publi-
cas aulhor.sando-o para mandar forrar de
chumbo a face superior e os topos das ma-
dres das pontos, segundo prope em sen ofli-
eio de lodo cor rente.
Dito Ao inspector do arsenal de marinha ,
(.sendo lheque approva a compra, que fez,
das tres canoas para o servigo da barca de es-
eavacao, eque pode compraras nove que diz
se rom precisas. ^
Dito- Acamara municipal do Recife. or-
denando-he quemaudepor disposico do
director do arsenal de guerra a chave da casa
>m que trabalha o tribunal do jury a lim de
/pie se possa proceder ao concert, de que
nooossita o lelhado respectivo.
Dito-Ao director do arsenal de guerra
communicando-lhe a expedieco da ordem
supra.
Portara Ao inspector grral das obras pu-
gftrxad.o o juiz da priso. A tropa acudi i
tempo e nem um escapou. Diz-se que os
homens tinho prolectores c fora, e relagoes
com os presos do Limoeiro, e que o seo plano
era roubar areaes cavallaricas e ir engrossar a
guerrilha do Alen tejo.
Alguem tem querido atribuir esteacontoci-
mento aprincipode Bernarda,porem a opiniao
exacta nao vai para hi ; o que certo que os
cliefes da tentativa tbro sofTrvelmcntc tempe-
rados, e se nao forofuzillados ,i Zurbana, nem
porisso lbe icou barata a funcao. Qj Jomaos
da perfectihilidade attribueni o negocio de-
sosporaco ea lome, e enlao nioperdem a o-
easiao de se laucar ao governo com unhas c
denles!! E' moda moda.
Continua a faar-semulto sobre a associa-
C das estradas, de que presidente o ne-
bro duque de Palmella, queja foi Par do
reino quando o Reino tinlia Pares. Foram
convidados para esta sociedade o Jos Este-
rao, Vieira de Castro, o Julio, e um bom
numero do miguelistas, por que as estradas
nao sao polticas e tanto por ellas anda o que
servio a D. Miguel como o qne serve a sua so-
brinlia. Com ludo nem por isso a associacao
deixou de ter inimigos, que vem nella de novo
arclutectado o sistema de luso que o favo-
rito do nobre duque. Alguem ci que S Ex.
passar de novo pelosdesgostos porque passo
em 185i, 3.'; e 3(J. Porem S, Ex. l se
enfeude, elle c muitofino c nao ha de car
em sor vir de pao de cabeleira.
Tambmi ha de foram convidados os cinco ministros, A-
guiar, Costa Cabral, Villa Real, Avila e Pos-
tana, para assistirem as sessdes o que nao
deixa de ser enigmtico, e t lvoz cheira a
caricatura deque os ministros devem estar
eufastiados. Ha por ahialminha lao esquen-
tada que at nistb quer deitar veneno e atri-
buir urna to interessante associagao a lins
ambiciosos o que parece ter sabido da boca
deum setembrista em una conversado fa-
miliar 5 eu duvido disto, porque Sua Ex. bem
san- que a Diplomacia de Setembro no a di-
plomacia da Europa........
I m jornal de Londres nos d a importan-
tissima noticia deque existo e trabalha mili-
to entre Hespanha e Portugal urna sociedade
que quer fazer d*ambasas nagoes urna s. de-
baxo do titulo de Repblica Iberici Pare-
ce impossivel como o tal Jornal ainda agora a-
cordasse com a tal noticia que j velha !
O Corrcio, jornal semi-oflicial, esquentou-se
com a sein cerimonia da revolugo ao dar es-
ta noticia: cora tudo cu rio-me da esquenlago
ora milito acertada). F/ dos mininistros o que
Riostra alguma actividade, pois nos mais tudo
sp docidi'in.
esto bous para p de cas-
nom marchio,
tollo.
Espera-seo Nuncio. Seca a vinda delle um
principio salutar, queligue os porluautaes ,
ou um foco de intrigas que ponho as oousas
em peior estado!' Veremos se os homens lbe
f illao, como oumpre diguidade da Nagfio e
da coroa. Da quem teme quo a vizinha Hes-
panha se ampie cora a chegada do Nuncio, ppr
isso que seo Amo excomungoii o chefe do
seo governo.
Vai proceder-se seleicoes da Cmara e
de alguna Deputados fuetaltSo. Quam ven-
cer? Veremos se a apathi* irimnidm a?-
lidade. A gente do Corrcio devidiu-se em
dous pelotoes ; um ficou com o Corrcio que
deixa de ser Diario outro com um novo Jor-
nal que vai sabir no 1. => do mez seguate'.
0 da histrico. Tenha saude e crcia que
exacto aquello proverbio que diz Nao
o mel para a boca do asno. =
(Do Peridico dos Pobres.)
, ; ... vik-iuwiwj, c juuiu iura a s la coroa M si re mn-
QO creunstancada das obra arrreraatadas guom .roleta na sua torra : ,fmJ di"o c
que esto era andamento com declaraeao dos que quera amito dormo, dormo-! u a la^da
prasos, e dos procos porque iorao arrema- eque quera 6 tolo pedo a D J p!o o mu ;>'Id-S
tadas. L ai,.]j,|,nnil,lft, i v '' ^|a *? ....|.c...../. uo m-azii e uuque/.a
e ao d.aho que o leve NoSm o que se canto; de Braganca, que acabara de encerrar-w aor
a, glorias. Hoje que to.:a a Europa anda a vu- ou, da* nao' receberia por Zl Z3
por boje que se va, Idia en, 3o das, m,l pe,m. que por occaso lo anniver ., o ^
Parece que os homens do Novembro gasten, Nascimeto J S A I. a Prct2a ) \Tark
annaa para chegarem aonde devifto ter chega- Amelia costumavo eumprrmeptar n* dia l ?
.b)ba,mto,senao fosse a Madre Celesna de Dezembro ; e qne S.' M. a Retoba t0nu-
-ii anta oa. i ria |)(.|0 niesrno motvo |u(0 lem (,(>
1 alla-so en, que o ministro ,la jiistiga ten- semanas sendo os prhneiros'det dias de luto
cona ir a ossa cidade, ele l a provincia da rigoroso, e o resto de uto aliviado.
O J5R.VZH. E AS REPBLICAS O) Ro
DA PRATA.
CAnTA III.
Conclu a minha soj,Minda carta declarando
que militas pessoas de sao juizo e alta posigo
social me tinho pergunlado como he que
sondo exactos os ('acto-, apostados sympa-
thisao com o general Rosas os ;overnos"euro-
peos que tem acontes pblicos a sen lado:'
Disse entao que esla pargunta era mais espe-
ciosa do que a anteriormente mas que erit
tambera de fcil solugao. He > que vou ag>-
ra demonstrar.
Coraegarei por duvidar (|ue baja na verda
de non govavna europeo que ivmpathise oom
O ROYorno do general llosas ; mas. seajgun
ha he porque nao conhece esse governo o
que muito bem pode acontecer pois acaba-
mos de ver na falsifieaciio da parto do ge-
neral Aelia 0 muito que 86 empenha o ge-
neral Rosas em oceultar alguna dos aaus actoa
aos governos eslrangeiros. Mea vejamos quaea
sao,em roalidade.essegovoraos europios, que
segnodd se diz sympathisao con, a pojitica do
general llosas. Q* principaes noM dizor
mesmo os nicos que ali toiu agentes diplo-
mticos ou que mantera com elle ralaeSes
que nao soja o puramente iiieroantis sao a
Inglaterra e a Franca. E quera pode crer qua
a Inglaterra e a I'*ranga syinpalhiseni cora os
principios de governo do ge.neral Rosas ? lo-
ra erro grave suppo-lo.
A Inglaterra nii da industria, iilha do>
commercio e que s delle so alimenta nao
pdesympathisar com hura governo pie di-
minue hadezannosa esla parte, os consu-
midores, e que reduzio quasi nullidade luim
mercado que antes era vastissimo. Mas a In-
glaterra necessita conservar a supremaca da
Recebemos raais alguns nmeros do Nacio-
nal de Lisboa, e do Diario do Governo at 9
de Dezembro prximo passado, os quaes s a-
diantao 5 dias, aos que anteriormente bavia-
mos recebido : e o Peridico dos Pobres no
Porto (at ido mesmo mez) nada adianta a-
quelles: com tudo j liontem demos detlee
alguns extractos que nos parecerao de maior
interesse; e boje continuamos.
Lc-se no Diario do Governo um Decreto- h
das Gortes Geraes vedando a lodo o Empre- sua influencia no Rio da Piala, como trata
de conservar em lodo o mundo e en contra
00 general Rosas hura governo dcil a essa
vontatle, hura governo que quando a Ingla-
terra mandn oceupar as ilhas Malvinas pu-
bljcou no Lucero (sua folha ollicial ) que era
inopportuno e |ierigoso que a impreiisa ds
Huonos-Ayrcs vcntilasse essa questao, ea
imprensa de Renos-A y res cmmudccoii. A
Inglaterra conlemporisa com esse governo por
que assini lliecoiivin mas nao sympathisa ,
noni pi'wJe sympathisar com elle.
OccoiTerao as desavengas eom a Frange e
enlao a Inglaterra pz-se naturalmente do la-
ilo do general Rosas, nao poique sympatbi-
sassecoraosseus principios de governo, mas
n aqrielle dia ao Santo Padre en audiencia
siilemiie as suas credenriacs ; e que o Viscon-
^ de da Garrera fra recebido em audiencia e
do Reverendo: ha gente, Mestre, que ainda se despedir de Sua Santidad.-, ueveudo aa-
gatlo Publico eleito Doputado a aecnmulaco
do respectivo subsidio rom outro qualquer
vencimonlo pn;o pelo estado e obligando a
faseropctTi no principio de cada Sesso Le-
gislativa ; sauccionado e publicado em data
de 16 de Novembro de 1841.
Constava que liavia rliegadn a Lisboa Mon-
segnor Gappacini inUriiuncio apostlico jun-
to a Corte de Portugal ; se bem que nao iosse
b>in averiguada a exacdo d'esta nuticia ,
todava allinnava o Correio de Lisboa que i')-
ra dada por pessoa mili respeitavol. Eapa-
rava-se pon-m todos os dias os Enviados da
Austria e de Roma
Por noticia de Roma de 10 de Novembro m.-? *wru acta mhiiw|i. u guwiw,
sabia-sc que o Cavalbciro Miguis, Embai.va- sim ponpic a Inglaterra est sempre as lilei-
dor extraordinario de Portugal, aprcsnntara j ras oppostas s que a Franga oceupa e poi-
que ha do sempre aorar o estandarte de S.
espera que a Izabel 2/ ha de ser Rainha de.
Hespanha (sera inlervcngao;, e que a nossa
l.berdade se ha de consolidar com a Pstela- mente aocorpo diplomtico o reslalx-lecimc,-
'., to das suas relaces amiVaveis com a Corle de
Mostr en nun en.....m. i,........, ,__,._ r '.. ,." ...
bir dentro em poucos dias para Pariz
O Governo Pontificio parlcipou oflicial-
Lisboa : porem D.
Miguel
nao quer abdicar.
Mestre, eu nao creioem bruxas nem en
almas do outro mundo mais creio que isto
nao est bom e que cada vez ha de estar pei-
or. E' preciso ser tapado de todo para nao al Esposa do .
ver que afuctura r-ampanha cletoral ha de ser do Du.iuo de Palmella
ternemente disputada. A urna ha de sor Pela Secretaria de Estado los Negocios d,
invadida porSetembwtas, Mfguelistas eOr- Reino ie liuha aunuuciado a Corte m dala
Havta fallecido a Condessa de \ illa Re-
da guerra c irm;
Jorge, onde quer que baja supremaca mer-
cantil o poltica que disputar bandera trico-
lor. Por isso e s por isso nianlin a in-
gteterra as suas relaces com o governo de
Rueos- Ayres.
Olanlo a lianea nunca por certo sympa-
thisou con, o governo do general Rosas. Nao
he possivel (pie o gabinete de Luiz Philipp
zosle de liiuu governo (pie derramou sobre o
rei ilos Prancezea sobre a sua familia sobre
lodos-oa seus subditos, os insultos os mais
iroaseiros os ultrajes os mais inauditos.
Como be possivel que eympathise boje com
liuui go> orno que ha J,u;n auno tinh|eni



*
-- '......* .. -*-fc
anan-ir'iaBm-**"""* "J"

^TT^y^,-^.-rSj--aMgg't:g>g .-A-jraBOs:
<~onia humanidades A Erunca intua conseguoque
o general Rosas admittisse a seu lado hum a-
gente diplomtico eso, por (ni admittio
hum de carcter indefinido e provisorio he
porque se vio ebrigado a contemporiaar de-
pois da paz e porque sabia que pouco ou na-
da poderia fazeresse asente em favor do seu
paiz. Nao existem pois essas sympathias das
naces europeas comque se q'ier argumen-
tar.
Outra idea encontrei entre os D16U8 patri-
cios', que he na verdade a que Bufar assom-
bro me eausou. Sustentou-se-me com vehe-
mencia que o general Rosas dove merecer as
nossas sympathias, porque na lula com a
Franca sube manter a honra americana os
principios americanos contra as prelenefles
europeas e que nos americanos temos
obrigaco de applaudi-lo.
Quo fcil he alluciiurmo-nos por huma
falsa idea deenthusiasmopatritico !.... Cor-
pon t he a comparaco dos resultados pratioM
de ambos os systemas.
Ofim nico de todas asoombinaces poli-
tieas, de todos os systemas de administrando
e de governo lie a prosperidade, o eugran-
dcimentodas nagocs a que se applicao ; eo
melhor governo, o nielhor systema he a-
quelle que assegura o maior grao de prosperi-
dade aos governados. Compare-se pois a -
luaco de Buenos-Ayres com a d Montivido
uestes ltimos onzeannos que sao os que cun-
ta o governo do general Rosas e os que tem
de existencia independen te a repblica ori-
ental.
Buenos-Ayres leve duas guerras eslrangei-
ras sein contar a presente; huma coma
Franca \nitra com Rolivia. O estado Ori-
ental tem-se mantido cm paz com todo o mun-
do.
Das 14 provincias que compocm a nacio
argentina, metade tem estado quasi sempre
em armas contra o general Rosas, que ha dez
anuos nSo cessa hum so dia de augmentar o
i seu exercilo. Todos os departamentos que
rem por toda.- asmaososinuitosdocumenlQsqne
sobre essa queslao se publicrao de parte !
parte, qual he o principio americano quenessa j cuniP0,'n; Wado Oriental permanecem em
questao sustentou o general Rosas ? Desalio o I P1^ ''armona o houvt huma guerra ci-
parlUario mais ceg do governo do general i vll.(lu'',,,"'" vmtemezes
Ilusas a que m*o aponte.
A verdade beque nunca existi nenhum; ma tra Parte m'sles """os dez anuos,
que o principio nico que sustentou o general como st' v ** eus mesmos diarios. A po-
Rosas i.esla queslao com a Tranca potencia pU,aJ MonlevWo < P"cov no mesmo
foi o mesmo que anteriormente ti-
ning em ousar contradize-Ios, E vista del-
les poder sustenlar-se que o governo do ge-
neral Rosas e o seu systema de dictadura ir-
rsponsavel he melhor (|ue o governo de Mon-
tevideo res|K>nsavel representativo, cons-
titucional! Onde est a excellencia de hum
systema que em onze annos de pratica nao
Consegu io hum s dia de tranquilidade inte-
rior nfto produzio huma so vantagem ao
mesmo lempo que dstruio a populacho os
capilaes a industria o coinmercio a na-
vegaco os estabeleeimentos pblicos a
imprenta,, o movimento material e intelec-
tual ? Como he que em igual tempo e com
iiiuito menos elementos que Ruenos-Ayres ,
tem prosperado Montivido em todos aquel-
es ramos na mesma proporcio que Buenos-
Ayres tem deeahido ? Nao ha resposta j nao
ha outra explicado do pheriomcno senAo a
diflerenca de systemas governativos: em Rue-
nos-Ayres o despotismo de ferro que atuii-
quila todos os germes secca todos oscanaes,
e apaga todas as inteligencias ; em Montevi-
75 c.
75 c.
62 1/2 o.
62 1/2 c.
62 1/2 c.
Havana 55 c-
Caravellas 65 c.
lavti 55 c.
Babia 55 c.
Rio Estes precos sao no entreposto. Os direitos
do caf sao de 66 Ir. o da Martinica por 100
Kilogr. 104 fr. 50 c. o de Porto lito, Ha-
vana Moka Hayti e Bras I.
O algodo que urna das principaes impor-
tacoens do l'rasil em Franca tem sorido e
continua a sofrer urna diminuico enorme
no seu consumo como se ve da tabella com-
parativa abaixo A causa principal de tao
grande dimiuuico o seu preco elevado em
comparaco dos outros algodoens, o que con-
vida os fabricantes a empregar o da Louisiane
e Paila que custo muilo menos caro. Disem
elles (os fabricantes) que tiro mais proveilo
do emprego do algodo de Paita para as mix-
turas dos tecidos de la em que se emnrega o
de Pernambuco porque a felpa d'aquelle sen-
do mais groca alia se melhor a la Os d-
do a liberdade racional que desenvolve as j reitos de entrada do algodo do Brasil sao de
facilidades abre vias antes desconheeidas ej M fr. por 100 Rdogr 22-4 Ib nossas,.
fecunda a razio eo pensamento.
Por huma parle os inleresses partcula- Tabella da importacao, consumo do algouo
.o Brasil no Havre.
A populado de Ruenos-Avresdiminuio bu- e as paixoes, e por outra a ignorancia
procuraro explicacoes ridiculas ou falsas da-
Importe
europea
nha sustentado contra o Cile potencia ame-
ricana o mesmo que sustentara contra to-
das sfi podesse isto he o da sua jurisdic-
(jao absoluta sobre todos os estrangeiros !
Bemquizera equeaquellesdosmeuspatrici-
osque sympalhisavaocom o governo do general
Rosas fossem residir em Buenos-Ayres lano
A emigracao estrangeira para Buenos-Ay-
res uestes ltimos dez annos, limilou-sea
duas embarcares das Canarias com menos de
mil pessoas. Ao mesmo periodo chcgro a
Montevideo cincoenta embarcaces com colo-
nos canarios catalans genovozes galle-
gos e vasconcos cujo numero excede a vinle
entrante perto de dez mil, e no anuo que cor-
re ja sobe o numero de eslrangeiros chegados
ao paiz para nelle se esablecerem a mais de
quatro mil. n_| M
Nao chego a 130 as casas que ha seis an-
nos se tem construido cm Buenos-Ayres ( bo-
je eslao paradas todas as construeces ) ea
tempo quatrto eu ali resid. Fio que seus co-1 Lc.,_n^_nVEBS^a^ ^ Nasconcos rancezes
ragOt-s brazijeiros se havio de encher de in-
dignadlo como o met se encheu que seu
sangtie havia de ferver como ferveu o meu
vista de tanta iniqtiidadc.
Militas pessoas vencidas por minlias ob-
servaces e por tactos tao evidentes s tem
podido dizer-me em resposta queogover-
no da outra repblica do Rio da Prata isto "^ f' augmentada oom huma so ra.
he do EsUdo Oriental nao he melhor que! ^onlao-se aos milhares as casas que em Mon-
Ode Bu..... -\v,ss e eme se este n&opde torido4ein edificado liaseis annos ; a ci-
ler sympathias, tao peuco as deve merecer o *>de tem hoje mais dobrada extensao do que
Joverno do general Rivera. .Nao ha exacti- Jn.; "a poca da minha sabida havia, mais
do na comparaco. como espero provar. Nao de casa* em construccao e so huma so-
tenlm relacOes intimas com o general Rivera .
masconheco perfeitamente o seu carcter,
lodosos seusdefeitose todas as suas boas qua-
lidades. QuandO lallei do general Rosas ,
prescind inleiramente do seu carcter parti-
cular- nada disse do twirieiu privado, oceu-
pei-ine somente do homem publico. 0 mes-
mo fare a respeito do general Rivera.
O seu governo recouheceu huma conslitui-
Ciedade de pedreiros francezes havia contracta-
do a eonslrucgao de 600 para o verso que ora
comeca. O progresso material de Montevi-
deo he o assombro de todos os eslrangeiros
que ali aporlo.
Antes do periodo de que trato e mesmo
no decurso dos primeiros cinco anuos, nunca
havia no porto de Ruenos-Ayres de 100 a 120
embarcaces mercantes como se pode ver no
Brilish Packet. No dia 30 de oiitubro de
cao e ainda que a nao rspede em todos os j ?""*> *et. t\o da ou ,te oatunro ue
caso-s he preciso convir que (piando deixa ; segundo se I no numero 79o daquel-
dc resneita-Ia he cm pontos que nao tem le jornal que lie o ullimo que receb antes
respe
relae.au com os dogmas fundainenlaes
mesma consli
nidade uem
O general
peita as pessoas
inimigos.
tranquillame
be I.avalleja
do command
os chefes e clliciaes orienlaes que invadirao a
repblica sobas ordens do general Echague.
Ali residiro durante esa invasao ali resi-
dem hoje comquanlo Oribe- e esses oulros
da minha sabida de Montevii
s havia em
1836-23123
1837 16030
i)
n

Ce nsunio.
15680 sacas.
19556
220~6
11595
11109 )>
quedes fados notorios. Aimparcialidade ^'^"i?^^? satas,
a razo e a plilosophia nao podem assignalar
outras alin das que acabo de mostrar.
Chegando aqui parece-me impossivel (jue; ,^'^8 ~ '395
os meos patricios desejem ligar-se por am-| ,8^o 16259
zade estreita, por estteitos vnculos politi- ^_
cos amn governo absoluto e irresponsavel, 85750
como o do general Bosas. Se bouvesse ne-l Em sc'r "> fim do auno de 1839 5134 sacas,
cessidade de escolher no Bio da Prata hum A vista disto os Plantadores d a godo Bia-
amigo, hum governo de sympathias de lio- sileiros devem ter minio mais cuidado no con-
80616
dicionameuto d'este genero e nao enviarem
sacas feilas com pao excesivamente Iraeo e
que se rasga lodos os instantes donde re-
sulla urna perda consideravel no pe/.o : devem
igualmente cuidar de conservar a boa qua-
lidade do algodo que tem j bastante de -
mogeneidade poltica esse governo s podia
ser, em minha opiniao, o de Montevideo,
apezar dosdefeitos quepossaler, das censu-
ras que justamente se Ihe possio fazer ; e is-
to encarando a nossa poltica smente de-
baixo do aspecto permanente que cima in-
dique!'. Se a considerassemos em relacao generado e evitar sobre ludo a mistura de
posieao accidental da nossa provincia do Rio j -'orpos extranhos com o algodo que Ihe di-
Grande doSid, ento razdes mu fortes se|mi"ui"1 valr em consequencia do dficit
apresentario para nos decidir. do peso e da modobra que necessita a ex-
Algumas pessoas a quem communiquei o raefio d'esses corpos. O consumidor calcula
pensamento que tinha de tratar desta ques-1 *". esaw desvanlagens e compra-em conte-
to me disserao que este ponto era delicado e V*1 Cumpre pois ao agriclior tomar
espinhoso. Nao son desse parecer e entendo lodas as medidas para poder lser Face a ron-
que basta esamina-Io com franqueza e sem curreocia. .
temor, decidido a ver as claras e a dzer ai O assucar branco, pagando um d/.e.lo de
verdade, para que s torne mui lacil o exame <,|llr;lda de 77 r- Pf 00KiIogr. nao on-
da queslao. i vem Fa0> mercados de tranca, c o que
' Talvez tome sobre mim a tarefede de- o Havre reexportado para ea ortos do
monstra-io ; se o lizer, servir isso de asstiui- Noric.
pto para outra caria.
Brazileiro Monarchista.
( Jornal do Commercio.)
Illm.
O assucar bruto do qual tem viudo muilo
pouco eexCssivanienle mal fabricado de Per-
nambuco e Maranlio paga 66 fr. de direilo
por Kilogr.
O assucar mascavado importado principal-
mente da Halda paga os mesmos direitos que
eExm. Sur. Em resposta ao|oruto. mas pode ser refinado coi.tem a ro-
los direitos rara ser reexportado.
A I'KIDO.
[leriotio tem-se p
mais de lo peridicos a!m de muitos folhe-
tos polticos scientificos e literarios col-
h-iyo.'s de poesas conqilaQes dramticas ,
&C Em Buenos-Ayres nao se conla huma s
chefes adios que commanda os exercitos de r^n Bueoos-A]
Rosas nu- eombatem Rivera. Nem as suas 'Jessas publ.cacoes que revela,, o mov.mcnlo
pessoas,, nem as suas nropriedades tem interno das naces produc* dos bous syste-
.soirnrlo a\nenor persegt.ic.ao : sao factos que mas de governo. >
runguem se atrever a desmentir. O general Rosas aboli por decretos especia,
Em lodo o tempo que tem durado a guerra I es publicados r.as gazelas a un ivers.dade
astual nao se conla hum s exemplo de san-1 e os hospilaes publ.cos; os doenles e os demen-
iue derramado por ordem do governo orien- I tes forao arrojados a ra ; eu presencie! essa
tal nem hum s nrisioneiro sacrificado de- scena e meu coragao se oppnmio. ~**
ha de (pancha: os meamos Orienlaes resi- huma universidade que nao I. -^ > "
^cntes en, Bueuos-Avres se mostraro cntao deiras*de Iatnn grego mathemaUca pin-
(jomma clstica ( bor-
raxa.)
Balsamo de Copahiba.*
Tapioca.
Salsa parrilba.
Ipeacuanha.
Cornos de boi.
admirados, ern minha presenca de que o
seiMT.ii Rivera os nao saerificass" .
mathemaUca
losopbia jurisprudencia e economa poltica,
e recor- den-e dobrada extencS ao vasto edificio do
^^'<^'qmtLm^fnW^6abi de ponto | hospital dacaridade. lha.,h,.
a respeito de hum fficialTemado Linhan O genera Bosas, depols da m.nha sah.ua
Algodo.
Assiuai -branco.
, bruto.
mascavado.
Couros seceos.
,, salgados.
Pao de Ja arand.
,, Biasl
O tal vem em maior quantidad do Rio
de Janeiro, e paga de direilos de entrada 104
fr. 50 c por 100 Kilogrammos 224 Ib. noi-
sas). O Caf do Brasil reputado inferior ao
as enormes cai.xas cm que se melte o assucar
no Brasil alcm de serem de nideira Iraca
e que se quebra lodas as vezes que preciso
mexer com ellas o que faz peder mais ou
menos quantidad de assucar aleni da sua?
dcterioiaco, sao extremamente diflueis ma-
l a e exigem por essa razo una grande des-
pe/a. E' so no Brasil que se uso de tais
caixas pois que todos os Pai/.es expedem o
seu assucar em caixas ou barricas de )00
600 Kilogr.
A prohibicao resultante do excesso dos di-
da Martinica mas o de Caravelas se Ihe ns- ; reitos nao e somente fatal aos negociantes Bra-
semelha : csse cultivado n'essa Comarca sileiros pois (pie a importacao do algodo
por Etancc/.es e Suissos que o colhem com o I em consequencia da duninuicao do consumo ,
me n;o cuidado on que colindo o da Mar-| sendo cada vez menor, tornar-se-ba exuc-
mamcnle dill.cil a oper.>co dos retornos, pro-
i te o caf fio Rio
a resj
que. sendo nt';icial oriental, se reuni aos
iUaaares trorianos e sendo feto prisio- dos jezutas nicos que
Os ; mocidade e isso com mu.lo zelo e prfiveilo ;
s de Buenos-Ayres mandn fechar o collegio
ainda cnsinavaoa
liuiia
e algum tempo ; esta pa
melhor pois que o cultivadores j nao o
Seiio coa o preccdenleinente Rbre a trra o
(ue:dem de tbrta-lo opacodava-lbe um gos-
tO atre e dsagradavl e presentemente este
venientes da introduco dos producios de
Franca eOS navios francezes demoro-se no
Brasil cinco ou se s metes, e afinal volto sem
poae"r completar o seu ea. regamenlo.
He mis injusto comparar hum governo !goav ha dous collegios mui regulares
. todo os departamentos escolas publicas.
Mi.o que hade impor silencio sobre este Jodos estes tactos >o tao notorios que
Martinica
Poilo-iico
Os couros secos e salgados pago 5 fr. 50 c.
ente a! andonado : de di.citos por 100 Kilogr. A guerra entre
os Francezes e Buenos Arres tem dado una
grande importancia este genero que aihc
hoje tem sido o melhor e que menos prejui/o
tem dado. O favor porem de que elle gosa
cessart in^diatamenle que se ti ser a paz en-
tre ostaa-duas naces e buixar da 15 o/o ao
ii.enos(
O Pao de Jacaranda paga l6li.50c por
100 Kilogr.
75 c. I fr. 10 c.
:0c. a 80 c.
Este artigo tem se
'indo a un-


SSSSSSSSSE. i
niilso de baiaa de todas as madeiras de ruar-
,aria e se acha hoje exceso va mente barato.
Para prov'a de que o genero bem tratado tem
sempre valor e pode sustentar a concurrencia
citare, o nao de Jacaranda do R.o de Janeiro
que de ceito lempo para ca bastante procu-
rado porque cortado e acondecionado por
obreros f.uropeos Indos expressameute pa-
ra este fim da Bahia vem aljj.imas vezcso pao
de sndalo. que da ludia se importa muito
ein Franca.
As madeiras do Brasil que produzem Untas,
a nica appreciada a cbamada pao Brasil .
pois que uid outro pao que produz urna linla
amarella excessivameute pobre de materia
cizo manda-la Inglaterra. Ein g^ral 65o
transaeces pequeas e mesquinhas.
, Deixo de entrar em maiores detal lies e&tc
respeito porque sobre elle poder informar
com niais preeisao o Illm. Sur. Cnsul Geral.
Quanto as medidas que se deverao tomar para
favorecer o Commercio en tro o Brasil e a
Franca suponbo ser a principal a que indi-
quei a respeito dos direitos do assucar : em
segundo lugar obler de nossos cutiyadorea
que prestem q maior cuidado a plantacao e
colheta dos gneros. Por urna, quanto
mim, demasiada liberdade commercial se ti-
rilla abolido a Inspecao no Brasil. A experi-
encia tem mostrado o erro d'essa medida e
diversas disciplinas sao de nuii distincto m-
rito.
Para conhecimento da regularidade dos es-
tados, edu rgimen interno acham-se pa-
tentes ao publico os estatutos do cslabeleci-
mento.
Sao adiniltidos alumnos internos nieio
pensionistas e externos.
amarella e exccssivamen". ".^.v. .~ .---------- *....- ... -T
rolnnnte e o nreco p r pie se vtwle nao ro- em alsumas Provincias ja a tem restabeleudo,
coiuiduic, i i i ___. i...........;,:, nn 1.1.L0: 11 fi/i'sse.m o oue
Lre as despesas de fele u inUndn-ao
As madeiras que. I'asem "concurrencia ao pao
Brasil sao segundo a denominarlo los Fran-
cezes o Sanan que val de 16 17 Trancse
ocaliatourqueval de 12 15 francos: ollas
vem da India e sao .r.ui inferiores ao pao Bra-
sil porem sendo o preco d'este de 50 a 70 Ir.
I os 50 kilogr assim como todos o, outros.) os (
mas prcfi/o seria que todas o fizessem e que
alem da peda do genero, fosse estabelecida
urna mulla mais forte que impozesse ao
fraudador.
A penetraco de V. Ex. suprir o que eu
tenbo' deixaJo dedizer e si V. Ex. quizer
novas informales sirva-se de mas indicar.
Dos Guarde a V. Ex. Pars 2.*> d Abril de
l os 50 Kuwr assim coi w **< "-"-* ..... ---
pequea q.ia.itdade e nicamente 11 aquillr
que nao pode deixar de ser feito com elle (1;.
Eu pens que o Governo Brasileiro oBteria
maiores vaiitagens se eslahelecesse depsi-
tos e agentes para sua venda no Havre ein
Marseille em llambiuio e em Genova pois
uueo ooisuuiKlores leude menos despezas de
onducca > fazur talvez o empregassem mais
lrequentemente. As despezas para o tirar de
Inglaterra, couiinissoes de reexpedicoes &c.
&c. que sao excessivas o torillo extraordina-
riamente caro ao comprador.
0 Cacao paga O Ir. 50 c. por 100 kilog.
de direitos de entrada e o consumo tejado bas-
tantemente augmentado, o preco se tem eleva-
do. Depoia de tres anuos este artigo tem
dado l>us resultados.
A gomina elstica paga 1 I fr. de direitos por
100 Kilog de peso bruto. A sua api cacao
aos merinos e pannos fez subir bastante e
mesmo de urna matieira desproporcionada o
seu preco do qne seguiro-se importacoea
consideraveis e que tornoesle artigo presen-
temente invendavel.
0 Balsamo de Copahiba paga 220 fr. por
100 Kilog. Este artigo que durante milito
lempo se achava abandonado e que por conse- "ora ao uiiiid ,
queacia uinguem ousava mporla-lo, subi | dos qualro Cantos ,
beiro Ministro Plenipotenciario o Extraor-
dinario de S. M. o Imperador do Brasil ein
Franca. Jos Lucio Corroa.
DEC CARAO O'ES
A Cmara Municipal desla Cidade faz Ses-
sao extraordinaria no da 20 do corrente.
Becife 17 de Janeiro 1812.
Secretario Interino.
Francisco Antonio Babello de Carvalbo.
Ocolleclor da dcima e mais m pos tos do
municipio d'Olinda, manda faser publico pe-
lo presente que tem marcado osdias de se-
gundas quarlas e sextas firas, de todas as
semanas para proceder o lancamento da
so broto. A sua aplicaeflo i dcima dos-predios urbanos deste niiinic-ipiu ,
COfXEGIO FRANCEZ 1)0 ESPIRITO
SANTO
PAR* k EDLT.AC.VO DE MENINAS.
A Directora participa que desde o dia 10 do
corrente acabaro-se as ferias e abriro-se
novamente as aulas deste collegio. Resolvco-
se a animentar o numero das Meslras desu-
adas a ooadjuva-la as diveisas materias do
ensino, mandando vir da Borona senhoras
de reconbecida capaeidade e cuja ebegada
nao pode deniorar-se muilo.
Approveita lambem esta occasiao para eom-
municar que fez nos estatutos as aluracoes
seguintes a favor dos paes dasoducandas. En-
sinar-so-ho a todas aseducandas seni aug-
mento do estipendio: I." os principios de
dansa necessarios para quadrilhar 2." a gra-
mtica niuzical ; o. a muzica vocal 011 can-
tona. As meias pensionistas lomarn parte
uestes estados tas horas de sua assistencia no
collegio.
O Eslabelecimenlo ia lein proporcoes para
administrar frcquenlemciilc a todas as edu-
candas banlios inte!ros quelites e fros no
interior da casa independeiiteinente das la-
vagens pairiaes qu sao de todos os dias.
A Direceao do collegio ente"ndor-se-Iia com
os paes das meninas que nao assistem na
praca para l'acililar-lhes os nieios de mandar
lavar engomar e entreler em boa orden) a
rouna de suas Albas.
de conformdade cotn as leis regnlamentos, e
ordens-existentes ; o qual ter principio pe-
las ras seguintes Bas doS. Pedro Mrtir,
deSaoBento, do Porto seauro, e de Sao Pe-
dro Apostlo 1 becos do mesino nome e de
S-io Pedro Martyr 5 ras di|> Varadonro, da
bica de Sao Pedro lo Jogo (la^bolla, da Bica
do AIjuW, do Coixo ,
?Bli
quencia ninguein "9^ """ tlas QualroCantos do Ampam, dos Calos,
u.n preco exce,,i\o de dou.s anuos .1 esta pa- W ...... ^ .
te mas acba-s -, boje na niesina posicao da
gomma elstica.
do Loppe, da Floresta de Sao Joao dos
Quarteis do Bom sucesso das Mangabciras;
7^;:^,, d. (li,:oito3 r.M Ss^-!5^RtLtff
*- 1------- v
Ivilogr. bruto; o seu consumo e txlraordina-
do Amparo, da Ladeira da Misericordia, Nova.
dcMathias Ferrira, do Bom fim, de Xavier
Santa llosa, da frente de Sao Francisco, do
Carrno de Sao Francisco Praia do mesmo
rianiente limitado e as imporlacoes o tem
sempre excedido : todava quatido elle bem
feito e perf.ita;nenle brwico procurado.
ASa.sa-parrill.a e a ipecacuanl.a pago 82 nome, do atiero do \ ara, no da Sanla
fr. oO C por 10,) Kilog, c sao fcilmente ven- | Jj desterro c dos Ato nba,,s L shad. is a
didos quando nao ven^em fortes quantidades. | P^ssagem, do M^* ,J?"Z*lm
OscU.iosde boi pago 11c. por 100 Ki-; "' ^ io*9 de {a,pV,! fSffiSli do
logr,, na, sendo Un^ moda ospente, ^^^S^lSdSSniiS
te artigo nao se vende seno enf mal peqoenas' Es|>'-bon<, d Agua na ,da Cruz d Alraasdas
porcoes e por preco excesivamente balso. ^- ti( Arii,li,l il *2Ll eA*E
1 L geril os producios do Brasil s.o de boa : U Am.aro, ; ra do mes^o none ; Estradas
qualWaJe e se fossem b ,., tratados merece- Je Luiz do Reg Nova do 1 Omba (m mu
riao un. nolavel favor. Infelizmente porem Wo direiro) do Calund dota, (Jado
, .t___: re 1 to) do Mamullo lio (lado dueiio ) na i-a
os nossos (compatriotas nao querem seguir se-1 'V \-, V xi ...
i 1 1 mulla 1 lado di re lo) de sao josc uo .uau
nao a rutina que os Porluguezes u.lroduz.no .1 r. do cboa, da Cruz d'A-,
entre nos a mais de oOO anuos, no eulantn J '" Parnameirini, Bcco do n.esn.o
que os cultivadores dos oulros paizes estao lnas' e ,d ^ Vn' ,.lli)S,.., Casa
. ii:unA i'-, r.iia 1 N Anua: nas ua \-asa
milito mais avancados em industria e agricul-
tura.
Nao acabarei de fallar dos gneros princi-
pad do Brasil sein indicaros que sao particu-
res cada Provincia e fazem o seu prijicipal
ramo de exportacao.
Pernarubuco, Alagoas, Parabiba, Minas,
Maranlio, e Para sfioas que exporlo mais al-
godao. O de Peruambuco e das Provincias li-
niitroplies ciasslicado em primeiro lugar :
rmme estrada de Santa Anua ; ras da Casa
Forte, da Campia do Pin beiro, e da Pi-
tombeira ; estrada do Monteiro, ra do mes-
mo nome 5 Beco do Quiabo estrada do Po-
co ras do Caldereiro por detraz
da casa forte do Poco, doBio da Poeira ,
da Igreja, Nova, c do Quiaho : advertindo
a todos os seos colleetados que se nessasoc-
casioesnodercm osesclarecimentos precisos
;iara o dito lancamento se proceder o mes-
THEATBO.
Estando prximo o lempo de se abrir o
Tbeatro para as representad-oes Dramticas .
e lendo o Emprezario recebido as colecc/^es
nao s das Pecas do Arcbivo 'l'lieatral d'^ Lis-
boa mas as melliores avulcas e dezejando
apresenla-las em Scena com a pompa bri-
Ihantismo que reqerem ; convida aos aman-
tes da Arle Dramtica para a Ibrinacio de
urna Sociedade Tbeatral. composla.de 52 so-
cios. (por tantos seren os camarotes dispo-
niveis) dando-Ibes o Emprezario grandes
espectculos em cada me/ que deverao ser
aos sbados, 011 domingos, como mellior re-
solver a Direceao da Sociedade que se reu-
nir : tocando a cada socio ( billietes de Pla-
tea un de Varandas, e um Camarote pela
quantia de 2t000 reis cada mez : tocando
por consequencia a cada socio mencalmenle
i Camarotes 2i bilbetes de Platea e i bi-
Ihetes de Varandas: tiesta maneira o Empre-
zario nao duvida poder sustentar a oompa-
rihia Dramtica c aprezenlar em Scena bri-
Ihantes es|KHJtaculos novas pinturas e de-
coracOes adquadas. A Sociedade dever ter
leito a sua instaarao Ule o dia 20 de Feve-
reiro para dar principio aos Espectculos.
AV IZOS DIVERSOS.
miroplie, ecass.t.cado em prime.ro uga, asinformacoes que poderem-se obter
0 da Baha e Minas em segundo, e o de.Ma- ^ ^ ,hevenhAo a str prejudic.aes.
ranhao e IWa em ereeiro. m )tro sin. faz constar aos mesmos e a quem
Babia Pemambucfile as Provincias que : convier, quenos dias que tremediar aos
Ihcsao lutitrophes e7 R.o de Janeiro sao a ,ancamento far a arrecadacao de todos os
qoe exjportao maior quant.dade d assucar. O ^ J nQ [agar j;, aim!lliciml,
da bahiaoclassilicado em primeiro lugar o de !(, (|1(|o dU lancamento ar executar
1 ernambucc e Provincias vis.nl.as em segn- ns sem ,,_ a,RUmn.
a todos os devedores sem excegao algumn.
Collectoria de Olinda 5<|e Janeiro de 18i2.
0 E.-ci ivao
Joo Consalves Rodrigues Franca.
do, e o do Rio em terceiro.
Quanto a exportado dos productos France-
zes para o Brasil consiste em sedas, artigos
de luxo e fantesia couros e pelles cortidos ,
vidros porcelana vinlios e pouca farinba
de trigo ; ella tem diminuido bastante e mais
diminuir si a le sobre u assucar que se acha
agora cm discussao for sauccionada. N'enhu-
inas operages de banca se fazem directamente i-> .uns u *iew -*.......
entre a Franca e o Brasil de maneira que i se abertas desde o (lia 7 do corrente Janeiro.
para obter a negociacao da menor letra pre- \ Todos os preparatorios que. a lei exige para as
b- -________________,--------------------------1 Academiasde Direiloe de Medicina do Impe-
(1) O Pao Brasil viudo directamente paga ; rio assim como para as pessoas que se des-
." IV. ;0c. por 100 Kilour, e viudo por ostende; linain ao commercio sao ah ensillados.
8fr. 80. [desde primeiras. letras. 0 professores das
COLLEGIO PKBNAMBICANO.
ATERRO HA BOA VISTA, N. 6.
As aulas do Collegio Pernambncaiio acham-
Sn:s. Redactores. Tendo-mo chegado as
maos una receila que por sua natureza me
pareceo bastante original fl (pierendo co-
mo amador do progl'CSSO fa/.e-la coubecida,
venho rogar a V. mili, que me queirao obse-
quiar transcrevendo em sen prximo n." a
tal obra prima de therapeutica.
Ivsla receita com elfeito tudo quanto te-
nho visto de mais transcendente ecreio que
tienhum remedio, nem mesmo o bolo arme-
nico do ]).' Ch. Albert, mais digno de
tornar um anlbor celebre. 0 collyrlo de que
se trata foi passado a una doente (pie sof-
fria de coniunctivite ebronica : assim eu -o
recommendo aos III. Mdicos de Pernambu-
co e espero que os Pbarmaceuticos pro( ura-
nio sortir-se de quanlidade sulliciente de ras.
para dellas poderem obter a base da receita.
Queirao pois &c. '
R. Ds atroa de sperma de ras de rosas e
de berva Moma ana nina onea INF! NDO-
I.IIK sement de ipsillio c de linhaca q. b.
para fa/er agoa um pouco inticilaginoza e jun-
te aeafro 19 graos.
=: Dezapaivceo no dia 13 do corrente lim
moleqnfl de nome Antonio nacao congo ,
de idade de 11 a 12 anuos levou vestidocal-
ca de estopa e carniza azul; tem a cara re-
donda maos e pes pequeos urna cicatriz
sobre o olho esquerdo contra r.o Olivido, e
be bastante ladino ; quem 0 pegar leve a ra
da Cadeia 5. andar D. t que ser recom-
peisado.*"
= O Sur. Manoel Jos de Sonza BiAga dt'i-
xou deaerCaixeiro de Joao Lcite Pitj Oi-
ligoeira desde o dia 15 do corrente e por is-
so ingerencia alguma tem na tuja doditoOr-
tigueira sita 00 Atierro da Boa-Vista D. 2,
e nem tfio pouco na cobrauca das dividas que
se devem a lita loja; o siiu o Sur. Manoel An-
tonio de Azeveo existente em dita loja.
= Olferece-se um moco Brazileiro para es-
eritorario de alguui escritorio, oti cartorio
de advogftcia e Mitras escritracoes. para
0 que tem coiibeciiiieiilo sufficitflite : a pes-
sda que precizar de seu prestuno annuncie
por esta folba para ser procurado.
= Aluga-se urna casa terrea, com commo-
dos para familia, sita em St. Amaro : quem
a pertender dirija-se- na entrada de Belem ,
no dito lugar a fallar con. Joao Baptista
Claudio Tresse.
J s~ Joanna Joaijuina do Naseiiiienlo, viu
va do avaliador Manoel do Carino da Cimba,
faz siente ao respeitavel publico que boje as
i boras da larde se lia de arrematar o seo
sitio do Arraial a quem mais der ; quem nel-
le qui/.or Jangar se podar dirigir s horas,
marcadas na porta do Sr. Dr. .luiz do Cive
da .* Vara na ra das Cruzes onde niorou o
Padre Meira.
B?" Preciza-se a I ligar nina casa terrea que
leulia"Vonimodns para urna familia e em
qiialquer das ras do Bairro de St." Antonio,
nao excedendo o seu aluguel de H reis por
mez ; quem a tiver dirija-se a esta Typ.
= No dia It do coi rente perdeu-se da ra
da Conceicao pra^a dn Boa-Visla al o beco
de Joaquim Jos de Veras um vestido (fe sar-
ja preta novo viudo da casa da costureira den-
tro de uni len^O grande de la, assenlo blan-
co com palmas miudas verdes e alfjunias en-
carnadas, barra roda,e franjas brancas lam-
bem de l;i : quem tiver acha o, e quizer res-
tituir dirija-s a ra velha casa I). i2 que
ser generosamente recompensado.
tZT Abrio-se no dia do corrente e con-
tinua milito bem, por ter j una boa por-
cio de alumnos, um curso regular de Tbe-
ologia Moral, Dogmtica c Historia Sagrada
e Ecclesiastica : a matricula continua at o
ultimo de Fevereiro p. futuro : os pretenden-
tes dirijao-se ra de I lorias D. 5t a qualquer
hora.
tjf- Iksaparcceo nm moleque no dia lo
do corrente de nome Joaquim, de na gola de idade de 12a I l annos levou ye>-
lido calcas azues camisa de riscado de es-
tatura regular robusto bem feito de corpo,
mas'leni ainda"muilas feridasde bobas: quem
o pegar leve a riia da Guia ; que sera genero-
samente recompensado.
= Quem precizar de ronpa la\-nda e en-
gomada com perfeicao c por preco comnio-
do derija-se ]rua do Sr. Bom Jezus dascri-
oilas segunda casa da quina defronle de ol
ta de D. 1H.
W* Antonio Francisco Marlins, assignar-
sc-ba d'hoje em diante por Antonio Francis-
co Marlins de .Miranda, por ter aparecido
nutras pessoas com igual nome.
0P Desapareced no dia 2 de Oulubro p. p.
um prelodenome Manoel. de nacao Gongo .
de idade de 2o anuos estatura regular de
bonita ligura gordo rosto redondo olhos
abiigalhodos ps pequeos e no direito o
dedo polegar be redondo procedido de um
lenadico ; levou vestido camisa de algodo
trancado calcas de estopa das libas e bonel
inglez. Jorge, de nacao Angola de idade
de 22 anuos baixo rosto redondo olhos
grandes una marca bordada em cada um
dos bracos e he bstenle regrista aiizen-
tou-se no dia 2t de Novembro p. p. ; levou
lambem camisa de algodo trancado, e cal-
cas de estopa ai-remendadas e sujns : julga-
se andar na malta do Poco em S. I.oiirenco da
malta, por assim o afirmar um sen compa-
nheiro de luga que a dias foi ali agarrado ;
quem os apprehender leve-os a casa da qui-
na defronle do'Trapiche .Novo, (|ue ser re-
compensado.
tv" Na tarde do dia ."> do corrente. fugio
urna preta de nome Joaquina com os signa-
es scuintes : tem bastantes caballos blan-
cos /nariz chato algom tanlo acaudillada ,
tem porbaixodo queixo da parte esquerda
una cicatriz ja s de um tumor do tamanbo
de urna poleg%da tem os paltos balidos al-
tura regalar : ro^a-se a pompa qna appi-e-
hender de dirigii 3 a ra dos .Martirios so-
brado junto a Mtm, primeiro andar, que
ser gratificada.
Vertde-S(: irejo a S b saca de r> arrobas,
OU 2*800sem u saco, para engordar cva-
los os COmi1 udnies acliarao este trelo mul-
to mlbord que ac|ueUe que vem de fora,
pois he fresto ao novo, e lambem da mais sus
tentoao Cavado.: na fabrica de farinha do
atierro da Boa vista.
I
v.


/
4,
CJr" O Escrivo da meza que actualmentere-
ge a IrraaudaJe da Matriz da Boa-vista par-
I rijKi que tendo de parar as obras da mesiua~
Matriz por falta das pedias do frontespieio,
uc nio tem viudo do Lisboa ( ainda que es-
tilo la prontas) por se au ter eilo rcniossa
de dinlieiro ; a dita Meza deliberen que se
hypoteeasse lium dos predios perteiuvnles a
trma>ndadu e que rende 05o,ooo reis i-
caittVa as rendas pelo cambio do capital ,
un:- se contratar, ou pagando-se o cambio
di- lumia maneira que convier e da maneira
que se justo : quena pertender dirija-se
ao mesmo Escrivo ou ao Tbesoureiro da
dita Irmaudade.
i^r Dn-se 2 con tos de reis a premio com
liyM>teea em Signas predio Resta Praca livre e
dcsgMttbrafjado : na Paca da Boa-vista, ven-
da C3" Oahaixo assignado aviza aos paes de
vistas para a ra do Rairro-baixo que es-
t servindo de despejo Publico.
TvTsOS MARTIMOS.
v^ Para o Ro Grande do Sur, com es-
cala pelo Rio de Janeiro o bem conhecido ,
e veleiro Patacho .Nacional Sumar, Capitito
Jo/e Maria Sumar sahe com a maior brevi-
dade por ter todo o sen carregamento prompto,
e soin.-ule recebe escravos a frete e passagei-
os a tratar com o seu Consignatario Joa-
quim Baptista Moreira, co seu Escriptorio
ra de Apllo ou com o Capitao a bordo.
i.- PabioRio de Janeiro, o Bergantina
Nacional Eugenia Ca pililo Manoel Antonio
de So riza Guerra a sabir cam toda brevidade
por ter paite de sen carregamenlo prompto :
para o resto de carca e escravos a fete a
i. a tai-se com Joaquim Balista Moreira em seu
escriptorio ra de Apollo e para passageiros
seos alumnos que honte.n 17do corren te abri Cm Q (; ,- ;J bon|o
Ma Aula de primeras letras na caza da sua ^x Q |)(mo ^^ al fl ^^
rezidencia na ra da Cadeia velha n. 54.
Policarpo Nimrs Concia.
mez por ter metade de sea carregamento
abordo, o bem conhecido Brigue Porluguez
! quem no mesmo quiser carregar ou ir de
passagem entenda-se com o Capitao na
praca ou com seu Consignatario Antonio
CS- Preciza-se de alugar escravos de ambos m.a ^ c Mq ^^^ ^ Gomes .
os sexo* que sejo liis para vender azeite to- '
das as tardes ; na ra da Earangeiras sobrado
de dois andares que o primeiro tem duas va-
randas de ferro i jna(.uim (le Souya niieiro m ri]a d}l Ca^ia
CF Dao-se l:2ooj rs. apremio de bum e I (Jo j(l(,r.
meto por cento ao mez sobre hypolheca en ^ (, M uunux at o im do presente mez
algn, predio nesta praca l.vre e desembala- L,^ Q hfa t.onfir.(o Brisue Escuna Lau-
cado: a quem convier anmmno.e para ser' pregwio e forrldlae cobre tem gran-
procurado. de part#.deseu carregamente engajado: pa-
W Da-sc vendagem de doce a duaanra- I JBnp e jiaaiagaiiostSa-ae com o Capitao,
las, ttagando-se-lhes na lonr.a do ooslumc : ou ^ nrminoJos Felisda Rosa, na ra
na na Augusta caza contigua ao riscal da ja yfafa j m
Can i ara.
tZW Preciza-se de mu portuguez que saiba
J'azer e eozer pa0 para bir trabalharem urna
das Villas do Rio grande do Norte : dirijao-se
a praca da Independencia loja de livros n.
57 e 58.
Para 0 RlODE Janeiro Com toda brevidade
o Patacho Nacional \ alent 5 quem no mes-
mo quiser carregar ou ir de passagem por fro-
tes com modos dirija-se a Paiva & Manoel ,
na na de Apolo contigua ao porto das canoas
do Recite, 011 a bordo ao Capitao Ignacio Xa-
c^- Quem tiver bum armario com fco vier Pinheiro, defronte da Lingoeta.
o proprio para papis e livros por preyo :----------------------------------------------------------
L E I L 0 E N S.
uzi
cmodo; annuncie.
C7- Na roa da Alfandega velha caza de
pasto preciza-se de bum ofiicial e apren-
da cbaruleiro.
cr 0 huma venda na ra da Cruz atroz do Corpo
Santo e comproi: huir, queijo e deo ao cai-
xeiro da mesma huma sedula de loi rs. tal-
ca baja de hir trocar por outra boa, e qaan- a Bequeneia do. sua porxima retirada para
t7 James Crabtree & Coiii|ianlna con-
tiaoflo osen Leilao de fazendas Inglezas bem
surtidas e proprias d'este mercado Quarta
l'eiro 19 do corren te as lo horas da manb na
porta do seu armazem da ra da Cruz.
CJ" Que faz Victoriano Atuinslo Borgefl ,
1 c
do o nao faca no prazo de8 .lias, se Ihedeca-,0 P88 Por '"^^0 do CorretorOli-
rar o seo nome por estenso e como passa-
na "Praca da Independencia loja de livros
n. 57 38.
SST- Na loja de Gorra Silva & Companbia ,
rua-NovaD. 6 muito bons licores de todas
as quahdades e por preco cornmodo.
S^* L'm relogio bom regulador orizon-
tal e de ouro por preco cmodo na ra do
Rozario larga D. 15
JSF" Serveja boa, em barricas de t dtv.ias
de garrafas a 2.8oo a duzia vinagre em pi-
pas da \. qualidade genebn de Rolhinda
em frasqueiras a Cjooo reis a duzia charu-
tos da Rahia por preco com modo ; na ra
da Cruz 1). A.
X^* Um piano fnglez de ptimas vozes ,
sendo de htim fabricante muito conhecido ,
e hum forte piano ja usado por preco commr-
do por ser de forma antiga 5 na ra da Cruz
D. \.
v^r 000 varas de pao de algodao da torra
a 2oo rs. cada vara 5 na Pracinha do livra-
mento n. 25).
S27* No beco da Pol na segunda venda o
seguate : \ bah \ cazaca prcta nava \
cama de amarelo ainda nova e outra em bom
uzo, huma sabia, 1 painel de Napole.to, hu-
ma meza de condur outra dita em bom
uzo A pellos de marroquim 2oadeirasde
condur huma cama tamhem em bom uzo.
SU" Um calvario do desciment da Cruz
com vultos de pao de 2 palmos e meio de
altura cada vulto obra muito bem feita; as
5 pon tas l). 49.
tST Um duzia de cadeiras, o urna marque-
zade pao d'olio com muito pouco uzo por
prec,o cmodo : nestaTvp. se dir quem ven-
de.
C?" Um escravo para fora da provincia:
na Praca da Independencia loja n. 14.
V3T Pipas com agurdente caxaca de 20 e
21 grao, na ra da Eapa tenda de tanoeiro
de Bernardo de Sena.
XZF" Bichas pretas e grandes da melhor qua-
lidade que vem a este paiz Amendoas Sa-
g vinho do porto paios, ehoiiricos pre-
suntos e ptimas peras e Ameixas ; no atier-
ro da boa-vista D. 19 junto ao beco do Fer-
r i ro.
tsy Urna negra de idade f 4 anuos de na-
co. muito linda, tem principios de engoma-
do cose e cosinha e lava de sabao na ra Di-
reita D. 20 lado do I.ivramento.
5SF" Um sohrado de dous andares em li-
ma das principaes ras da boa-vista : a tra-
uma porcao de caixas vastas grandes e pi-
quenas: na paderia de Joo Lopes.
sy Urna venda com poucos fundos e com
cmodo para una grande familia : a dinhei-
ro ou a praso na rua do Padre Eloriano qui-
na (pie voita para os acouguiulios.
Bsr .Para lora da provincia um escravo -de_
nacM) de Angola de bonita ligura de idade
18 a 20 anuos, a fallar no bocuda linguela
venda grande n. i
527" Farinba muito superior sendo uti-
da de trigo novo do ultimo carregamento das
marcas XXX.F e XXX que vende-se por pre-
go barato : na fabrica de farinha do atierro
da bol vista.
S-^- Urna porce de costados de amarelo,
em pranxov-s sendo de trinta palmos de cora-
primento ; quem a pretender derija-se a pra-
cinha do Livramento D. 55.
=b Urna osera va de meia idade boa qui-
tandeira 5 na rua Direita defronle do Ikco do
serigado, no segundo anda- do sobrado de tres
andares.
dor de sedulas falcas.
SST" Pede-se ao Snr. ex Redactor da Au-
rora Pernambucana que por caridade e bem
dos seos assignantes aja de annunciar aon-
tle se ade receber o restante das assignatiiras
de seo jornal pois visto nao continuar
-deve restituir o alheio e nao abuza.-da bon-
daUedosque levarSo a fonpiilha.
c^- Troca-se a moradiade hum sitio mui-
to perto da da praca com cmodo para fami-
lia, estribara para cavallo, caza para negros,
e f'dtor e terreno para plantar tanto de ve-
rao como de invern ; por huma caza tenia ;
na rila Nova : quem Ihe convier annuncie.
C^- O Coronel Joze de Brito Inglez avias
ao Snr. Joao da Cama Lobo d'Anvers Jnior .
que em sua mo existem cartas de seu pa, pa-
ra entregar-lhe pessoahnente de quem rece-
b oidens especiaes a comrnunicar-lhe pelo que
Ihe roga a bondade de querer fallar ao mesmo
veira de huma completa mobilia a mor
parte de Jacaranda consistindo os principis
objectos em sofaes cadeiras cemmodas .
mezas de jogo, e de meio de salla; ludo quazi
novo e de muitos outros que se acharo pa-
tentes ; assim como de alguns escravos e
hum cavallo: Quinta fe ira 2o do corrente ,
as lo horas da manlia no Pateo de Carmo so-
brado 1). 9 defronte do em que mora Gabri-
el Antonio.
COMPRAS.
ss^" 10 libs. de penna de pape de rola, pro-
pria para traviceiros queira annunciar.
'**' HJ" O primeiro volume da obra intitulada
Historia da Descoberta e conquista d'America,
por Campe, e o 2. volume das Noitesde Young,
tudo em portuguez 5 quem tiver annuncie.
= Huma escrava mulata ou preta de
idade de 10 a 18 annos que sai ha cuzer e
engommar com toda prefeicao, e que seja sa-
dia .
^VENDAS.
e sem vicio algum ; quem a tive.r diri-
Corone em sua caza rua do Hospicio a Bea- i ja-sc ao Attcrro da Boa-vista D. 14, ou an-
>isla ultima caza terria indo para o Hospi- '
ci a esquerda da praca da boa-vista e igual-
mente para se entender sobre a mozada do
mez lindo de Dezembro que ainda nao reae-
.bjo do Thesouro por ter esperado o Snr.
Anvers para fallar-lhe a tal respeto,
&?- A pessoa que annunciou bum cont
de reis a premio de dois por cento sobre lii-
potheca ; dirija-se a rua do Livramento I). 25
segundo andar ao lado da Igreja.
var Oflerece-se hum portuguez para cai-
xeiro de Engenho, na rua Direita padaria De-
cima 12.
tS9~ 0 Solicitador Manoel Pereira da Silva ,
tzjf" As Reformas do Cdigo do Processo
Criminal, com a Sancgo Imperial ntida
imprcsso em papel superior, e cuidadosa-
mente correcta : na Praca da Independencia
n. 57 e 58 : pceo 200 reis.
CF- Folbinhas de porta ditas de algibei-
ra com variedades ditas de dita com alma-
nak mu correcto dita Ecclesiastica ou de
Padre ; todas por preco mais cornmodo que
em outra qualquer parte impressas em bom
papel e lindo lypo : na praca da Indepen-
avza a seus conslitiiintes que tem muado .Icncia loja de livros n. 57 e 38 na rua do
a sua residencia para a rua das Trinxeiras De- (labug loja do Sr. Bandeira na venda da
cima 10. [quina defronte da Igreja da Madre de Dos,
laV O Snr. que dezeja fallar a Antonio Jo- ; na rua da cadeia loja de ferragens do Sr. Mo-
/( de Souza ; dirija-se a rua do Queimado lo-
ja D. 16.
W Da-se cem mil reis a premio sobre pi-
nhores de ouro na rua das CruzCs Dci-
ma i.
sif- A petaos que dezeja saber a aioradja
de Bernardo Duarb* dos Reis dirija-se a rua
do Encanlaraenlo armazem de assucar no Re-
cife.
= Roga-se ao Snr. Fiscal, do fiairro de S.
raes e que ja foi do Sr. Quarcsma defronte
da Matriz da boa vista na botica do Snr. Mo-
reira e em 01 inda na ruad o Amparo boti-
ca do Sr. Rapozo.
Exc. lenle methodo geral para violo,
com principios de niuzica escala arpejos ,
e preludios par* todos os tons que CHSno
a aeompanhar 0 canto: seguido de diversas
Anas, Valsas, Marchas, contradanzas e Ca-
vatinas extrbido de diversos melhodo os
Antonio, baja por piadajde de laucar as sni adoj por Manoel Nuncs igedo;
tar na rua do cabug D. 1
jsr Azeite doc^ a 1800 a caada garra-
fa 040 dito de carrapalo a 5200 a caada de
peixc 1920 manteiga muito boa 480 dita
de porr.o a 520. vinho verde em caada e gar-
rafa dito da Figueira do porto e lisboa -, ditos
engarrafados doce de marmelada poras a
210 a lib. passa 200 bolaxinhas de Trieste
de varias qualidades e por preco cmodo sal
de lisboa a 1000 o alquoire sparmacete a 800
reis a lib. na rua nova I). 55 ao p da ponte.
CJ* Lisia geral da 1 parte da 8 lotera
do Thcatro : Na Praga da Independencia loja
de livros n. 57 e 58.
ts* Um cavallo novo e gordo quem pre-
tender dirija-se a rua da Guia casa do Snr.
Kreeniss. .
tZF~ Urna negra naco angola idade 17 an-
nos bem parecida sem vicios nem achaques
propria para o servico de um casa na rua do
Rosario da boa-vista D. 17
"""ts^- O Tresenario de S. Francisco de Pau-
la a 240 o volume as lojas de livros dos
Snr. Cardoso Aires na rua da cadeia do Re-
cite de Sanios d" Companbia no arco da
Conceicao em Santo Antonio na de Pinto ,
pateo do Colegio e na Praca da Independen-
cia a. 57 e 58.
jsy Cera branca em paes farinha de ma-
j em sacas e barricas : na rua da cadeia do
Recife da parte do beco largo n. 58.
S2T Tres pretas cosinhao lavAo roupa ,
e fazem todos os mais servicos por 5o0.> ca-
da urna. 2Molequesde 10 a 18 annos ; na
rua de agoas vesde casa D. 57.
ssy Por preco cornmodo um compendio de
Geografa pelo Abbade Gautter; um jogo de
damascontendogamo e tambem duas pe-
cas de papel pinlado una para barra de casa
e cu tro ara tita da mesma ai::da niio servidas:
na rua do Alecrim D. 4 '
%2S" Urna Taberna bem afreguesada com
mui poucos fundos no lugar da Trompe do
Bairro da Boa-vista a fallar no arniasem do
sal na rua da Conceicao do mesmo bairro da
boa-vista deronte da igreja.
*F- Dois escravos do gentio de Angola ja
amostrados era servico de engenho por terem
sido tambem de engen110 ambos mocos e sa-
dios quem os pretender pode derigir-se a
rua do Rosario larga a falar com Joo Mano-
el Rodrigues Vafenea.
i^" Barricas yasias de farinha de trigo,
E S C R A V OS FGIDOS.
e^~ Fugio no dia 22 de Novembro do anno
passado da cidadede Olinda um molato que
representa 50 a 55 anrtos baixo, grosso, bar-
bado tem as costas una costura de ferida
consta que este escravo fora de Olinda para o
bigardo olho d'agoa termo de Nazarelh da
malta e d'ahi para o curado do Bom-jardim ,
levando em sua companbia um moleque forro
de idade de 8 a 10 annos, e de companhia
com urna escrava de nomo Maria alta mui-
to preta e muito ladina- Quem apreender
o dilo escravo queira conduzil-o a cidade do
Olinda ruado Bom sucesso casado seu Sur.
Bernardo da Suva Guimarans que ser re-
compensado.
sr?- No dia 50 de Dezembro passadf fu-
gio una preta do gentio de Angola de nome
l.u/ia, os signaos sao OS seguinles lovou ves-
tido de xita ja roto o pao da costa estatura
baixa um tanlocbeia do corpo fula as unhas
das mos midas, idade 19 a 20 annos ; quem
a pegar leve-a no patio do Carmo venda de
Narciso Jos da Costa que ser gratilicado.
xrs" Em mulato de nomo Alexandre, meio
acabocolado baixo grosso cabello sollo ,
I com una cicatriz junto ao cabello lovou ves-
lid camisa do chila calcas de brini piscado,
muito suja e ja rota : quem o pegar leve-o a
1 rua do Livramento botica I). 21
ssr Fugio no dia 4 do corrente um es-
1 crvo de nomo Benedicto de naciio Angola ,
baixo cheio do corpo cor bem preta olhos
regulares sohrancelhas grossas, cara re-
1 donda beicos grossos nariz regular per-
itas pouco arquiadas pea chatos represen-
ta 20 annos de idade ; levou barrete azul ,
camisa de riscado azul jaqueta de panno ver-
de escuro o calcas de brirn branco : quem o
i pegar leve a rua da Cruz no Bairro do Recife ,
n. 55 que ser gralilicado.
= No dia lo do corrente, de bordo do
Pataxo Jo7cphina, do qual he Capitao Fran-
cisco Joze Riboiro hum escravo de Antonio
Ribeiro do Rio de Janeiro de uome Joao ,
de naco mocambique rosto redondo idade
5o a 55 annos, estatura regular rel'orcaiio
do corpo vestido eom calca e carniza de zu-
arte e chapeo alcatroado quem do mesmo
tiver noticia e prendido queira conduzilo a
casa deCaudino Agoslinho de Rarro, Praci-
nha do Corpo Santo I). 07 j que ser recom-
pensado.
M O V IM E N T O DO PORTO.
COXTIMACAO' DAS ENTRADAS DO DIA lo.
Rromen ; 51 dias Rrigue Rremense He.e-
nn de 24o tonel.. Capm. J. Ihldor Js.
^quip. 11 carga fazendas, &c. a Kakraam
c Rosemund.
ENTRADOS NO DIA 16.
New York -, 58 dias Pataxo Americano Jo-
nes de 179 tonel. Capm. David C. Mit-
chell cquip. 8 carga gelo e mais gene-
ros a James Crabtree e Comp.
ENTRADOS NO DIA 17
Londres ; 55 dias Barca Ingleza Eliza John-
son de 210 tonel. Capm. Peter Petrie ,
equip. 12, carga lastro, a Johnson Pa-
ter & Comp.
SAHIOS NO DIA 10.
Liverpool j Barca Ingleza Coiumbus Capm.
Daniel Groen, carga algodao, c assucar.
Falmouth j Briguc Inglez SUarts Capm.
John Eisher carga assucar.
REC1FNA TYP. DE M. F. blTv~m2


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