Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:04394


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Full Text

Auno (le 184?
Sabbado 15 de

*
Tuilo aora depende de ns meamos ; da nos prudencia, moderaclio, e energa: con-
tinuemos como principiamos, eseremos apontadoa com admiracfio mire as Nacc.es mais
Tullas.
(I'roclamaco da Aaseinblea Geral do srasiVj
PARTIDAS DOS CORREIOS TERRlSTRES.
Gosnna, Caraiba, e Rio randc do Norte, na segunda e sena feira.
KuiUUl e Geranhuns. a 1Uf> 24. '-.
Cab, Srrmh.-u-.ii, ilio l'orinot-., Porto CaNo, Mareio, e Ala?oaa no i U, e 1.
Paje! 13. Santo Anlao, quinta feira, Olinda todos os das.,
DAS da semana.
a ) Se' s Panlo 1. Ermita. Chanch Aud. do Juii de Direilo da 2. vara
-II Tere", a, ilvsin.i. Aud. do juit de Uireito da 4. Vara.
T> Ouari. aliro. Aud. do nii de dircitt da 3. rara.
13 l.)uiiii Hilario. Aud. do jui<.de dir iti> da 2. rara.
4'l Seat. t'rlis. Aud, do Juiz de Direilo da 4. ara.
<|5 sab. a. Amaroo. Bel. Aud. do Juii de Uireito da 3, rara.
1( llum. Oss. Nume de Jema.
Janeiro.
Anno XVIII. N.Il.
jf". O Diario publica-.** lodos OS dlaa que n.'io orrm Santifi.-n.li.v o prcrn da sssicnatura hi
de Ir* mil res por quarlel pacos adiaiitados. O* ansmncioa dos assiji.nnies tilo inseridos
gratis, eos dos que o n.io forein n rffzao da 80 res por linlia. As reclamacoea devem ser
dirigid** a rala Tvpn-ralia ra das Ciuies D. 3, ou .i pra.;a da Independencia lojas de livros
Nmeros 37 c J CAMIIOS so da 1 i op. JvNKino.
Cambio sobre Londres 21) d. p. 1U.
ii Taris 320 res p. franco,
ii Lisboa SO a S.S a, 100 de .
OtBo-Moedadefi.OO V. 1i,*00 a 1 *,.(00
,. N. 14.200* I4.4U0
a .. de 4,000 8,100 a S.200
PuTA-.Pttacoei l.fwa 1070
PllATA Peto* t'oiiimnarea i ,fi50 a 1,070
m Mejicanos 4,6*0* 1,0..11
. miuda 1,440 a I.'iO.i
Moeda de robre 3 por 1(10 de disronlo.
Discontu de billi. da Alfandega le, por 100
ao mer.
lilein de letras de boas firmas le a 1 e {.
/'reamar do a,a i de Janeiro.
l.c as 7 boras e 42 m. dalsrde.
S lio
(i m, da manila.
PHASt'.s |)A LOA NO MEZ LE JANE1K.
Quart. min. a 3 s 7 oras c 'j'J m. da tarde.
La Nora a II -- s 1 oras e Vi m. da larde.
Qusrt. cresc. a l9--a fl oras 41 m. da larde.
La rbaia a 20 ris 3 oras e 30 m. da larde.
IIA K
\N\
GOVERNO DA PROVINCIA.
EXPEDIENTE DO DA 15 DO CORREXTE.
Portara Ao inspector do arsenal de ma-
rinha. para mandar faser os pequeos repa-
ros de que precisa o brizne escuna Fidel 1-
dade- que acaba de chegar das Alagoas.
Dita Ao mesmo para fornecer ao com-
raandaiitcdas armas as lanchas precisas para
conduzir de bordo do bripue escuna de guer-
ra Fidelidaite-Irinta e dous recrutas, viu-
dos das Alagoas. |
Dita Ao commandande do brgue escuna
- Fidelidade para entregar a orden, do rom-
mandante dasarmas os trinta e dous recru-
tas que trouxe seu bordo da provincia das
Alagoas.
Olicio Ao commandante das armas,
communicnndo-Ibe oconteudo as duas ulti-
mas portaras.
Dito- Ao inspector da thesouraria das ren-.
das provinciaes auctorisando-o para mandar
imprimir oorgamento da receita c despesa
provincial para o anuo financeiro de 1812 i
1845.
Dito Ao juiz de dircito interino da primea-
ra vara do crme, diserido-lhe que contrete
OS servidos dos dous africanos approhendidos
pelo prefeito interino desta comarca c pelo
mesmo a elle remeltidos com quem mais
garantas offereccr submeltendo o contracto,
que assim zer, a approvaco da presiden-
cia.
Dito Ao inspector geral das obras publi-
cas, approvandoo concert, que mandou fa-
zer na ponte dos AHogados, e authorisando-o
para mandar proceder ao das quatro Molas da
mesma ponte que seachAo arruinadas.
Foi-memuito especialmente agradavel a
ofTerta que Vm. fez-me, do mappa da ex-
portacAo da provincia para flora do imperio ,
e dos globos em que vem especificada a re-
ceita e despeza da mesma no anno passado ;
e approvcito a oecasio em que lhe aggra-
degoeste prestimoso ofl'erecimento, para lou-
var o seo zelo, e pericia no desenvolvimento
de to minucioso, e delicado trabalho.
Dos guarde a Vm. Palacio do governo de
Pornainbuco 1"> de dezembro de 182
Bardo da Boa-vista Snr. Antonio de Souza
Reis.
Dito- Ao commandante da companhia de
operarios para prestar ao engenheiro L. L.
Waulhier qualquer trabalhador servente, ou
mandador que elle req-usitar para vigiar a
obra da estrada de Santo Amaro.
Dito A engenheiro L. L. Wautbier,
communicando-lhe a expediego da ordem
supra.
Portara lomeando ao teuenente coronel
TrajanoCesar Rurlamaqui para instructor ge-
ral da guarda nacional dcste municipio.
Ollicios Ao commandante superior da
guarda nacional do Recife, ao comandante
das armas, e ao inspector da thesouraria da
fazenda,oommunicando-Ihesa nomeago su-
pra.
i-'O a.
COMMANDO DAS ARMAS.
EXPEDIENTE DO DA 12 DO COURENTE.
OllicioAo Exm. presidente, devolvcndo-
llie o recruta Antonio Jos da Silva por ter
sido inspeccionado cjulgado incapaz do ser-
vico militar, em consequenciade padecer mo-
lestias crnicas.
Dito Ao commandante interino da forta-
tesa de [tainarac disendo-lhe em res posta
aoseooflicio de seis do corren te que licavu
de posse do mappa dos artigos blicos, e que
a thesouraria flora recolh ida aquantiado *i.>7(><
res que remollera, resto da importancia de
10jf por que flora vendida a canoa velha da
Fortaleza.
Dito-Ao prefeito da comarca do Recife, res-
pondiendo ao seo ollicio desta data, que acom-
panhara dous recrutas, e dizcndo-lheque o de
nome Joo Raptista assentara praga e tor-
nava a ser-lhe apresentado para lhe dar des-
tino, o de nomo Eugenio Comes Feitosa .
por ter sido j escuso do servico o estar del-
le isemplo por ser lilho nico de viuva e
ter a seo cargo a sustentagao de sua mai, e
quatro sobrinhas orfaas.
Dito-Ao mesmo disendo-lhe que man-
dara assenlar praga aos recrutas Antonia por-
reta e Luiz Ignacio por em custodia a (a-
briel de Souza por allegar* ser lilho nico de
viuva, e sustentar sua mai e reenviaodo-
Ihe Antonio Luiz, por ser doenle de bObas,
cjulgado incapaz do servigo militar.
Portara Aocapilao commandante interi-
no da companhia de artfices mandando ex-
cluir com gua de passagem para o deposito,
ao primero cadete Joo Carlos de Locio e Al-
meida.
Dita Ao tenente coronel commandante do
deposito, mandando que fosse recehido com
gua de pasagem, o primeiro cadete menciona-
do na portara cima.
INTERIOR.
RIO DE JANEIRO.
RELACA DOS DESPACHOS
publicados na corte no fauslissmo dia 2 de
dezembro de 18il, anniversario natali-
cio de S. M. o Imperador.
CrSo-criizes da ordem de Aviz.
O almirante Miguel Jos de Olivcira.
O marechal do exercilo Rarilo de Villa Relia.
Dignatario do Cruzeiro.
O visconde de S. Leopoldo.
Commeiidador da ordem da Rosa.
Alexandre Antonio V'andelli.
Commendador da ordem da Avz.
O coronel de arllheria Jos Eduardo Perei-
ra Collago Amado.
Por servcos prestados na provincia do Para.
Commendadores'da ordem de Christo.
-Antonio de Lacerda Channont.
Mareos Antonio Rodrigues Martins.
Teen te-coronel Manoel Monz lavares.
Olicial da ordem da Rosa.
O capitn de milicias de Maraj Jos Fran-
cisco Alvcs.
Cavalloiros da ordem de Christo,,
Conego vigario geral do Raixo Amazonas
Raimundo Antonio remandes.
Joaquim Rodrigues dos Santos, cap to da
guarda policial de Santarem.
Francisco Ignacio Pereira dos Santos Ma-
cambira, tenente da guarda pocial de Sauta-
rem.
Joo da Cama Lobo Rentes, capilo-com-
mandante do corpo policial da villa de Ohi-
dos.
Conego Raimundo Sanchcs de Rrito viga-
rio da villa de Obidos.
Capitode milicias, Martinho da Fonceca
Sexas.
Vgario da villa de Faro, Joao Antonio
Fe'rnandes de Almeida.
Antonio Rodrigues Itunamas capilo de
trahalhadores de Ichilulia e Itailuha.
Capito de milicias da villa dcRorba, Dio-
go de Ranos Cordeiro.
Vicario da villa de Manos Joo Antonio
da Silva.
Jos Ferreira de Mello capilo da guarda
policial de Rararu.
Major Jos Joaquim Romo de Almeida,
que floi coninuuulaule da praca da villa de
Macap.
Cavallciros da ordem da Rosa.
Joo Pereira da Costa da villa de Macapa.
O capito reformado Francisco Peireira de
Rrito, quefoi ajudante da praga da villa de
Macap
O alferes de milicias de Santarem Joo de
Souza Paz.
Jos Joaquim Pereira dos Santos Macam-
bira alteres da Guarda nacional de San-
tarem.
Raimundo Jos Rebollo que floi ci-
rnrgio ajudante do corpo policial da villa de
Santarem.
Dionisio Pedro Durier capito do corpo
policial do Obidos.
Gregorio Nazian/eno da Costa, que floi juiz
de direilo interino da villa do Manos.
Jos Antonio de Oliveira Horla capilo da
polica da villa de Manos.
Antonio Jos Rrando da villa de Ma-
nos.
Jos Maria da Conceigo, cirurgio ajudan-
te do corpo policial da villa de Manos.
Por servigos prestados na provincia de S. Pe
dro do Rio (irunde do Sul.
Commendadores da ordem de Christo.
O coronel honorario do exercilo, comman-
danle superior da guarda nacional, Joo da
-Silva lavares.
O coronel honorario do exercilo, chele de
lefio da gparda nacional Antonio de Me-
deiros Cosa.
Olliciaes do cruzeiro.
Coronel de cacadores Joo iNepomoceno da
Silv;1- Al
Tenente coronel de arllheria Copo ue Al-
meida llenrique Rotelho.
Dito de cavallaria Joo Fredenco Cald-
wcl.
Dito dita, Manoel Marques de Souza.
Dito de cacadores, Francisco Jos Damas-
ceno Rosado. <
Dito dilos Francisco de Anuda Cmara.
Dito ditOS<-Jao Francisco de Mello.
Dito dilos, Joo Felicianno da Costa l er-
re ira.
.Major Antonio Fernando) Padlha.
Olliciaes da Rosa.
Coronel honorario chele de legio, Jer-
nimo Pereira.
Dito, Manoel dos Santos Loureiro.
Tenenles-coroneis da guarda nacional ,
Francisco Peireira de Areu. Jos Joaquim de
Andrade Neves', Joo Procopio Mena Brrelo,
Manoel Perciro Vargas, Francisco Antonio de
Menezes, Jos Correia da Silva Cuimares ,
Anbal Anlunes Maciel, Antonio Jos de Mel-
lo Rraho e Vidal Jos do Pillar; Major da guar-
pa nacional, Mariano Martins.
Commendadores de Aviz.
Coronis Jos Fernaudes dos Sanios Pe-
reira c Salustiano Severino dos Rois.
Cavaleros do cruzeiro.
Majores de cacadores Martinho Raptista
Ferreira Tamarindo, Ignacio de Sequeira Le-
fio e Cruz, e Joo Carlos Reamnan.
Dito do artilhcria Jos Ferreira de Aze-
vedo.
Ditos de cavallaria, Manoel Soares Luna e
Casimiro Jos da Cmara e S.
Dito de cacadores, Antonio Joaquim BaccI-
lar.
Dilo da guarda nacional, Pedro Nicolao
Fercksling.
Dito do voluntarios allemcs, Fernando
K,,|Sli"t vm l
('.apilaos, Joo Alejandrino Villas-Boas
Coutinho Sebastlfio Brrelo Pereira Pinlo,
Jos \nlonio Piulo, Manoel Cabial .Irancis-
co Manoel Acciolli Jacintho Hachado B-
tancourt, Antonio Jacintbo MachadodaCos-
ta Freir, Manoel LuizOzorio, Jos Jacintho
Pereira, Luiz Antonio FuraZ e Joo Luiz de
Abren e Silva.
Cirurgiio-mer, Chrislovao Jos Vieira
I Cavaleros da ordem de Christo
Majores da guarda nacional, Seralim Igna-
cio dos Anjos, Manoel de Oliveira Rueos, A-
gostnho Comes Jardim Joaquim dos Santos
! Loureiro, Tristn da Canoa Podroso, Mo-
desto Severo Falho Vctor Jos de Figuore-
! do Neves, Joo Raptista de Mello Manoel
lenlo Alves e Joo Luiz Comes da Silva, o
depiitado ronimissario geral do exercilo An-
tonio Candido Comes da Silva.
Cavalleiro da Roza.
Major de artilhcria Joaquim Procopio Pin-
to Chicborro.
N. B. Ilouvero mais alguns despachos pe-
la reparlicao da inannha os quaes dcpoi-
se ii.i publicando.
Secretaria de estado dos negocios do Impe-
rio em 2 de dezembro .le 1841. Antonio
Jos de Paiva Ciledesde Andraih'.
(Jornal do Coinmercio).
MINISTERIO DV MARIMIA.
Rebigo dos despachos feilos |cla secretaria dfl
oslado dos negocios ta marinha no dia 2
do corrcnle mez anniversario natalicio du.
Sua Magesiade o Imperador.
Vice-almiranle o vice-almirante gradua-
do Luiz da Cunta Moreira.
Cliefe de esquadra o chele de esqua.ir*.
graduado Joo Pascoe Grentell.
Capito de mar e guerra o capito de mor
c guerra graduado Joaquim Leal Ferreira.
Capito de fragata o capilo de fragata;
graduado Ricardo llaydeu.
CapiUo-teiienle, o capilo-tcnente gra-
duado Ralai'l Lope.-? Alijo.
Priineiros-tcnenles os primeiros-tcnenle.t
graduados Joo Paulo da Costa Nello Tilo-
ma/ da Cimba Yaseoncellos Antonio Jos
Pei'iHra Leal e Joo Manoel de Moraes e Valle.'
S'gundos-lenenles, o segundo-lenenle gra-
duado Genuino Augusto de Barros Torreo e <
guarda-marinha Joaquim Francisco Chaves.
Corpo de arlilbaria da marinha.
Coronel, o coronel graduado Joo Jos da;
Cosa i imentcl. (dem.)
Contnuaco do artigo-Garantas indi-
viduaos &c.
DA l'ROPRIEDADE.
O homcm civilsado senhor da sua pessoa -
tambem o entende ser dos flruclos doseutra
balho isto he ; dos producios que por su-
as torgas ou arlilicio tem obtdo da natureza.
Elle os consom para satisfazer < suas preei-
ses para sustentar ou melhorar a sua
existencia ; e so ha sido to laborioso ou
hbil, to feliz ou econmico que tenha
produzido aim do que pode ou quer consu-
mir poo de reserva esse excedente.
Em huma sociedade que ha feilo j al-
gunos progressos, os productos assim aecumu-
lados tomo di lio re ules formas. Alguns per-
manecein taes quaes o Irabalho os obteve ,
ou modieou ; o segundo os seus diversos li-
sos se chamo comestiveis combustiveis ,
vestuarios movis ingredientes utenci-
lios, machinas Ac. Por trocas (lestes pro-
ductos cada productor adquiro outros, que
nao ero inmediatamenteseus. Rom de pres-
sa se eslabelece !.uma especio que serve de
medida commuin a loilasasmais e cuja tro-
ca e aeeuinulagao sao mais commodas. Al-
guns al se dispenso de a aivumular ; por
que ceden) vanUjosamenlo o seo uso a aquel-
los que a eniprego em repioduzir e reser-
vo parles peridicas nessesproductos fnluros.
Finalmenlepoivr.es de tena j productivas.
e susccptijfeis de cultura, coberias ou por
cubrir de habitaeoes entra.! RMSe nystemfl ge-
ra| de trocas. .
i
t


su
junclamentc dos perigos anexos a toda a des-
lealdad*.
. (Continua).
,:.il)- t rritoriacs feitlis pecuniarias .
uimas d ilinheiro producios maiHifaclu-
i-a.Jos. <>ii natiiracs, lacs sAo as principaes for-
nas, di: baiso das quaeshuiu homcm possuo
i ii-'IIl'.s Jos lidos de seu trabadlo,, que nao
eottSONie e aceuinula. Todos estes inicios,
.v.'ja qual for a forma que hajio tomado na
aramiularao -sao riquezas bsns eapi-
ties. propriedades. .Reservar este ultimo
rame so Sos dominios territoriaes he hum-
lingoagom inexacta e perigosa por que
<|iiem distingue este genero de propriedade de
todas as mais nao Paz se nao comprometiera
sus seguanla. Todos tern a mesma origem ,
tolos sao ou represHitaoexcedentes do pro-
mucIo dos trabadlos sobre os consumidos, to-
dos sao por tanto igualmente nviolaveis. Hu-
ma porcao do solo he lumia base ou antes
lium recipiente huma-.machina hum la- mente executdas pelos agentes hrazil iros na
abita-! Kuropa nao-s. dando-Ihe publicidade; mas
que pelo menos elle ser lnguido e o impe-
rio nao potrera ehegar com hrevidade ao auge
EMIGRACAO' PARA1 O BRAZIL.
(.hamamos a mais seria at'enco dos nossos
leilores sobjv os seguidles documentos : del-
les se v o ocessahte desvelo lio governo fn- tas riquezas que. aproveitadas pelo aiigmen-
|> rial em altrahir para o Bia/.il bracos iidus- to rpido de liorna popnlaeo livre e indus
triosos que, participando as varita ens que triosa h?m de o tornar poderosa e respeitado
muhipl railos esforcos nao se cuidar quaiito
ames 'de chamar para elle o maior num ro
possivel de bracos livres e industriosos b-
as inmensas matas e rios navegaveis, seus
variados producios halo raes, sao outras tan-
imperio bracos livres e industriosos esteja
empregando nos arsenaes otlicinas e obras-
de grandeza, a que he destinado, se por publicas operarios escravos temo governo
ja comegado por prohibir taes operarios em
algumas estacoes: como porm ofFremos
grande carencia de algtms ofiieiaes de officios
mecnicos, como sejio carpinteiros pedrei-
tjs cauteiros calafates, ferreiros, calctei-
ros constructores de navios armeiros, etc.,
eumpre que V.., fazendo sentir essa caren-
cia convide, p'ir hum modo indirecto esem
oflereee -hum paiz nasrenfe aucmentem a entre as demais naces ; ao -passo que com comprometter a cousa alguma o governo im-
t '. J.J- I >..,.;... .. ,.cc.n:..nc .I,...-..., ..:_:__ ..____ __
positivos e vantagens desde logo relalisaveis :
15 se to acertadas providencias forero, devida-
l.oratorio : humas vezc eHa sustenta h
id's manufacturadas, outraseticerra ou re-
cebe substancias que se tornao productos pe-
Ja assoca^o das forjas do homeni s (breas
ila na tu reza.
As leis para garantiris c acataren! o sys-
lema das propriedades reconhccro o deter-
iropa
fcil i (i
se
luslria eciviiisacao dessas naces ; e ncm gens, nao poderem vir, seria conveniente
hederaister ponderar os perigos que, para o sondar se quererio yir, fazendo o governo
futuro cor eria o imperio, sujeito eniao a ser com el les o contracto de Ihes pagar as passa-
gens para as deduzir da metade dos jornaes
que elles viessem ganhar as obras-publicas ,
para que fossem engajados : de tudo V.... da-
r informac/io ao governo para se obrar como
fjr mais conveniente.
Finalmente recommendo ao zelo de V....
e as trans-
"presa de alguma naci poderosa onde abunde
Efitando o embarquo de quanlos operarios a popularan se por veniura, oque nao he
aprsentela, nao duvidanos'asscverarque,; mais possivel. roiitinuasse nelle a nitro hura
entTQ de poneos ata ios teremos entre'nos de Africanos quer licita, quer liUmenle
tiuma grande parte da.lasse mdus'irinsa que e hum serillo em que todas ns naces civi-
superahonda mnellin muido, sepultada tfn Usadas se tem dado as mos para obstar a es- finalmente recommendo no z
miseria por nimlernurm Ihe proporcione p.is se Ira'firo, e anertao cada vez mais as stras (pie procure obter iiiformares ,
miurao os modos e candientes das trocas ,: sage n para onde llie obn trauallto e laliSo medidas para o conseguir
milla ao governo com as rellexoes pie a V....
arquisteoes transmissoes e successes, de
su te que quasi que tio existe cousa-alguma ;
competidores.
^>nc o hrazil ofterpee a emgraeao cor lieoiilicii'ii 11 estas vcrdides, huma corr- occorrevm sob< o ui llinramentos que in-
it-dci'iiiai.'os aprc> ilion ('.'Ssatileiiicul a>,iaivcoui na construido das
nussio da fama
niovel ou immovel e d'algiim valor cujo I mais c m .ores va:' t iei que i.enliiim 'ontni na n*Ma rtsiaao hum pmj'cto de le que nao embarcac.ic.s de guerra e seu equipamento,
proprietario se nao possa assignar com ex-'estado da America salta aos fdhas de lodo'a- pe anda ser discutido masque sem du- sobre os meios mais apropnados de se faze-
cepcao ao menos d'hum pequeo .numem de | qucllc que tem mediano conh.-.'im.Mito (*et>vi.fa osi-r, propondo meios de promover rein estra l.is solidas e duraveis ; sobre o me-
casos. que, nao havendo sido previstos, fi- ffiafihiro-historico deslc rontinenie. PtWe i-olonisac^Uvre e industriosa no imperio, e lliodo boj.'mais seguido dse calcarem as
dizer-se que elle oren pa a v.Hi.piarla d.-'to- f'.riido em sen prembulo rcllcxoes leuden- rilas das cidades : e etnlim sobre todo equal-
dos os estados americanos-, pirque, alm de : tes a i destruido os pcecoi ..--ios da mi'ir pier objecto que possa ter alguma applieacio
se gastrmenos tempo pira \ iraqu de qal parte dos i.ossos lavrado es Isse projccio, e ntrenos.'
quer ponto da Europa nao ha nesta nave- as ditas rclle\ocs que remollo a V.... serv- O que ludo participo a V.,.. para sua mtcl-
cao leligmsos. Para lodo os ina isas leis tem
designado o proprietario actual e todos os
propiietarios futuros : ellas tem decidido so-
bre as diversas transmissoes as questoes que
i equidade puramente natural pedera achar
problemticas. Ivste syslema pelo qual a or-
deni Social se tem desenvolvido e aperleicoa-
du he boje o mais estreilo dos laces que
iinein entre si os habitantes d'hum inesmo pa-
i/ e al diMliversos.
\ |uo|)iiedadc funda a independencia ; por
{lie medida que o hoiiiem accnmiila e
fecunda os Inicios do S3U Irabalho mais dis-
poe de suas faculdades peaseaes lizicas e mo-
racs desprende-se do jugo das volitados pT-
Mculares dos uniros houiens para s obede-
cer as leis geraes da sociedaile. Por inslinc-
lo e reflexo lodos-aspiramos a este termo ; e
pot
;acaoos riscos de mar, cosas e portn a que le bao para V. mandar publicar nos jar- ligencia e cnmprini-ido. bem certo deque
e preciso expor-se para ir a huiros lugares de naes dose paiz ..rtigos ledenles a ilest. uir continuar a dar pravas do sen presumo e ze-
I0SS0 contiuenic, ncm ha t.io poheo que ex- j lamliem os prccon.'eilos que grassao na Tviro- Jo pelo servico publico.
nermeutar intemperie de clima, epidemias pa contra o hra/.i ea ir convidando aemi-' Dei s guanle a V... Palacio do Rio de Jane-
aortiferas e outras iolluencias loracs a qtie : grarao vhluniaria. Quando se compara a ro, em 24 de de/embrn de i840.iAurelia-
'lo mais ou menos sujbt&S s que rao para emigrara., europea am.ual para os Kstados no de Suiza e Oliveira Coutinhn. Sr....
atraparte Piihlbs da America com a que tem lugar para' (arcillar.Constando Ao governo de S. M.
A lona extenso de rosta desde a J.at. H3 o lra/.il, parece pie a esses preconceitos he 0 imperador que em alguns consulados do
S. at 4%\. ; a muhi|ilicidade de excelleutes devida em grande arte alalia que lamenta- Brazil se di f. i cu I lao passaportcs a individuos
portos, a variedade de terreno que essa ex- | mos llums lo feriilissinio, hum clima igra- industriosos cpie tem pretendido emigrar para
leoso aprsenla; o diverso clin-ia que oe-jdavel e sadio, inlinis producios naluraes o imperio, xigindo-se delles emol, iiienlos
rece ; esculla dorecem-chegado a lbenla- onde a industria acha coiistaiite alimento, que nao |)odem salisfazer, e leudo o inesmo
de civil e religiosa que se desfrurta em pen leriao convidado ou convidar o a emigreao governo limito a peito o facilitar e promover
tude a "iiaidadc de concorrencia com os se taes preconceitos 1'oVem destruidos oppor-J'a emigracAo de bracos livres e industriosos
oslo seja impossivcl ', que o maior numer o I naturaes emte a a especi d industria, sao, I tunamente tamo mais quanto be certo que para o imperio, como bem manifey.tou nas
aisisa he mais sabia, e mais prospera a- na verdade. inreritivoi sutficieutes para que nnhm estrangeiro industrioso, tranquillo i circulares datadas de 7 de julbo de 185 i e de
uella sociedade em que S-dao mais passos os emigrantes pretirao dirigir-se ao hrazil e morigerado tem viudo eslabe ecer-se no 21 de de/.enibio de I.SO, expedidas por esta
araisso. Assim que o vocalmlo preprtedade j Oxa une os nossos ministrse cnsules, Brazil, (pie nao encomie nelle meios certas reparticao em que tanto foi recommendado
para isso. .\ssitn que o vocanuio propriedade j Uxa a que os nossos ministrse cnsules I orazn, qi
he liiinid'aquelles, que os verdadeiros tyran- tornera a peito secundar a, vistas do governo Ne subsistencia, e quasi sempre a abundancia, | este negocio, de ordern do mi'smo augusto
nos nao podem ouvir sera colera; por que imperial ; favorecendo cada hum no lugar a riqueza, a protecca e a arai/ade dos Bi'a-1 Senhor communico a V.... nao soque deve
em que reside a natural, tendencia daquelles zileiros, naturalmente hospitaleiros. Cun- | de ora em diante dar passaportcs graluila-
povos a emigrar para a America pro pois, que N ., nes.e sentido eiom mente atlo o individuo de boa condiila c
islas vistas, faca rellexoes amiudadas, j; pe- industrioso que quizer emigrar para o Hrazil ,
la imiueiisa. e ja inesmo verbal.men.e, seo- como que assim o deve Rr/er constar pela im-
preque oceasioes se Ihe oflelei-erem, traus-j prensa, e por todos os modos possiveis, pa-
miitindo ao governo imperial quaesiptcr pa- ra que di ,so se telilla coiihccimento: licando
nos dt eolonisacao que poder co lier, ou (jtiae.s ; \ na inti'lligencia de que hum dos mais
trabando anda tem continuado ap'ezar dos quer rellexoes que leiiil lo fin indicad.. | imporlanles serviens (pie dev fazer ao gover-
esforeos do mesmo governo, escudo o me SemrJIhaiilenien e cbuveiii que V .. pcsqni- no de S. .\j. Imperial, he promover por to-
ldes pa ten lei.i os limites do seu poder; por
que senlf'iii que para seren plenamente se-
nboros de lodos os homens lu mister que
lanib -ni o sejao de todas as cousas. Ao as-
pecto d'hum proprietario, anda d'aquelles ,
que os tem enriquecido elles tremem se Ihos
nao se tem reservado os meios de o empobre-
cer. O poder legitimo pelo contrario se for
:Ilustrado sentir quecstaria em perigo no .
nieiod'hiiina populacao miseravrH e quepa- Ihor meio de. conseguir-so to nielessante eaiidoe estudando todas as insiituictics itc- | dos os meios lieitos a relinda emigraga e
a Ibes ganhar a aleicAo deve sobre ludo fa- ohjecto o promover-se na hmropa a emignicio Iboramentos maquinismos e arlefeics que : l'acila -la com cpianlo esliver da sur. parte.
ira o i m per o ; iCnho de re- n a Kuropa tem chegadri a to alto ponto de per-; Oque communico a\.... para a devii
Cmcn.An. > Dccsjando o governo impe-
rial preencher o vacuo que lijeixa nos traba
13 a/.il a icssiiCiO do coui-
merciode escrav s cujaiiitroducnlo por con-
/er que elles tenhao alTerroao que possiiem. de colonos ule s para o imj
o longo lie ser S"u roubador ser pelo contra- commendar-lhe que pro ure po
devida
no seu garante.
Nao ha possoa alguma exeepcitodos la-
drocs de prolisso que nao peca a repressao
n iracnes
fcicao remetta seus estatutos Modelos e
uo bra/.il
adequadas, em que laca conbecer quanto po- xplicacoes de modo que uo bra/.d se pos a
dem lucrar os homens industriosos >ndo es- ; adopiar 08 (fue mais convenientes forein. So
tabtlecer-sc ueste abencoado paiz e pidas
dos roilhos particulari'9 ; e a isso se enderes-, li'.rmas que mais convenientes Ihe pare erein,
-jo iuiiumeraveis leis. Ora nao he crivel ,
queo passo que se tomvao contra taes alten-
lados medidas lao justas e vigorosas se qtli-
/esse atribuir autboridade o direrlo de os
cotnetler impunemente. Algumas vezes so
execucao.
Dos guarde a V.... Palacio do Rio deJa-
neiro, em^fde novembro de ISlAure-
lianodeSoiiza e Oliveira (loutinhoSr....
nenos' lleve racrecur O sed cuidado tudoquan-
lo ponsa concorrer paira nedior edu-aiao pri- Para o Sr, Ministro d.. Marn ha.lllm. c
que em ilfflr de se di:-"ireii m paia os Ks- niaria ; secundara da nossa mocidade iiTla- l'Aiil. Sr.Constando que em alguns pontos
lados-Unidos tantos emigrados >c transpor- : mentv talentosa; os incthodos inai.H* lroiiv- da EwfOpil exi-lein opciaiii.s de liill'crenles
tem antes para o R.a/.il.
Teudo pois, rauto em \ islas esteossnm-
nn ndudos pela experiencia; os esiaiut. de ; ofcios, que de/.ejao emigrar para o Brazil ,
universidades academias e ryeos mais con- mas que carecem dos meios uecessai'ios para
h decU'M.lo que o Estatlo nao poderia apo-
(lerar-s.-: riitiin dominio privado se nao de-
1 'iis de ter provado a necessidade de Oappl-
pto \. me communica i quaesquer ds \tv'nnados desse pa.z; e eniKm ludo qi.uto I pagareni a passagem e manlerom-se nos pri-
que Hie occorre a resj cilo, euleudeudo-se possa adquerir a crea de materia t:io iiVleres-
lambem com osoutros afentcs diplomticos swute nas relaces oue sem fmMa V ... te-
na Europa, se preciso fr : podendo \ con- | r procurado com os htennos e prufessres de
menos lempos em quanto nao sao empre-
gados; vou rogar a V. Ex. se digne infor-
niar-nie, se nao cuntir que taes operarios
cara hum servico publico ; mas sendo o oro- vidar im'-sino, e insinuando 'Sii cidadaos in- tais c.tabelecimentos. sejo ali engajados pelos agentes brazileros
pn.'tano vicviamente indemnisado e satis- dus liosos desse pair. a que emigreui para o Os mappas que leoho recehid dos ionsa;-Lparao seivico do arsenal da niarinha fazen-
Hra/.il, onde achap. todas as vantagens e se- | les do imp-erio em dillerents pontos da Litro- i do-se com elles o contracto de se lhes pagar a
rrra nrotccco da parte da {invern imperial. | pa e da America vao mostindo algiiui pro- ; passagem ede os empregar logo que Che-
gresso nas nossa-. relaces (Otnincrciacs com as i guem a esta corle comanlo que de seus ven-
cimenlos se dednza huma quota mensal ou
senianahiiente ati; baverem pago ao gover-
no o que esle tiver despendido com a dita pas-
sagem. QuhuO isto convenha como me
feilo. \ espoliacO. interdita por esta decli-
racioera -uitrora amis rara deipielanca-
va man o (wicr; maiso motivo que a repel-
le applica-se iniiiediatameutc a lodasip.ian-
tas se julgoii liienos ctuiveniente antever is-
to he ; as bancarrota-v, as altrneles de moe-
ili as lew retroactiva.'; os impostes exces-
: IV).-. ou nial repartido*.
Ss o poder supremo h conlrahido dividas
p na rom par ciliares como se julgar dis-
prosado .1 i- pagar elle que deve empre-
gar a sna loica em f'a/.er cimiprir todas as na-
isnliriga.-o:-.-. .' Saber, sediunm divida publi-
ca nao Ira hum mal mfii grave be questao-nao
de biJ0estiiiha aoexatne das garantas indi-
vidua'^: por qu" lumia divida enorme pode
rompi'.iiii ;tei a todas por mais dhiitria sorte.
Masa prui'ipai ra>.io de nao a contralor lora
irada du* periroi, que podem haver era nao
i paga:. por innsequencia deve bastar-nos
i iccoid"' i aqu a necessidade de a fisgar ,
l eos guarde a \ .----Pa acia do \\'m de Ja-
neiro, em 7 de julbo de 1834. Aureliano
de Sou/.a e Ohvcira Coulinho Sr......
diversas naces ; mas n.i' aiuda aquello que
se devra esperar da'varda'de de nossas pre-
ciosas pioducccs. Kslou persuadido que a
cir.cvLAn Deve do o gmerno imperial j imperieico com ipiaindase limpaoe ensaco
empregar toihis os meis ao si U alcance para os nossos algodet e calles e a atrasa a mani-
promover ne-te impelios melhoramentos pulacao dos nossos assucares produzem em
materiacs e moraes, de que he Siceplie] pande parle o Lunentavel elhito que indico .
hum paiz novo, vasto e rico, c onde todo o al.'-m das liaiides pie por vezes se tem cncon-
que pi.de c-oncoirer para asna pros-peridad.r j Hado nos pes s e quahdades ; escupios diver-
e futura grandeza, se a-ha ou mnio em vo- SOS i xstem sobre estes assomptos lartcii-
lirnienle quanto nos assucares C lavradores
inliTcssalites inesmo das colonias podem
meco, ou auida por crear, cunipre-me ie-
commendar ao seo zelo varios ohjectos, fa-
tendo algumas obacrvaees, de que \... se
servii.;l i onvenieiiifinentl' pala pe'a sua par
le nesse ponto da Kuropa onde se aeba .
coadjuvar o governo imperial nos seus inten-
te s,
ser consultados Reiommendd. pois, a\..
me preste igualmente todos os CSUaflXmcntOS
que poder oh er a este respcilo lano mais
necessarios'quanto a culm a do rifle em Alge-
lia e o assiuar de beln aba estao ameacan .o
V... assim como todo o hornero poltico que i taes producces do uosso paiz
icoriftiid mu" resulta nAo s das mais sim- i ottiar rom bflencao e sel iedade paTa > mturo Sendo certamente huma anomajia que hum
lindado natural, se nao con-1 do nosso paiz, nao pode deiifer dereenhecer governo livre. e que procura inlroduzir no
parece, \. Ex. se dignar inforiiiar-me tam-
be m quaes os ollicios de que mais precisa o'
arsenal, e quanto gaiihao diariamente Os
olliciaesde taes otlicios se V. Kx. jtilga con-
veniente que cu os mande engajar e quanlos
de cada offcio. Dos guarde a V. Kx. Paco.'
!2i de novembro de 1S41Aureliano d SiMK-
za e Oliveira Coulinho..Sr marque/, de
Paranagn.
Do ;gual Iheor ao Sr. ministro da guer-
ra-
Para o Sr. .Ministro do Imperio. lllm. e
Kxm. Sr.=C(.iistando que em alguns pontos
da Kuropa exiStem opera res de dill'erentes
OfCIOS, que di.-.sejn emigrar pararan Hiasil
mas que carecem dos meios necesssario s pa, ,


_...
7SSSSS

p manterem-se nos pri-' commeltidos por tima sociedade numerosa que! sorpreliendc sso, porque na verdad? ei| mes- ite vespera da sua queda. Fazer liunia tal
... .__.. ___M. ....IdlnnmivnU m A. kllAMllAA t* k/lft mu < I 1 111I I i, k I 1 lim Vlltlt lltVjff' ros lempos em quanto nao sao emprega-1 passe.a publicamente e em corporacio e sao
s-vou robara V Fx. se digne inlbrmar-nie commottidos no centro da capital a luz do
meio dia. E por ultimo o mesmo general
Rosas mandn suspender es'sas degollaces .
expedindo nin decreto com data de 51 de
pagarem a passagem
meiros
do:.,
se nao convir que taes operarios sejao ali
engajados pelos gentes brasiletros para as o-
bras publicas que corem por conta da sua re-
partido fasejido-se rom elles o-contrato de
se lite pagar a passagem, e de os empregar lo-
go que ebegem a esta corle, com tanto que
de setts vencimentos se deduza huma quota
mensal ou semanalmente at haverem pa-
go ao governo o que este livor despendido com
Quando isto convenha ,
uto (ittvidei dello em Montevideo, at que tal- pergunta he supprque nunca botive verdu-
lei cotn pessoas dignas de toda a f que o gos da hiunanidade sentados no Ihroiio.
presencial o : boje lie este acontecHiiento mu > .Mas < resposta he fcil. Se o general Ro-
lado ollicial e sei que mu i tos olliciaes das'sascommeltesse esses erros de repente sem
esquadras eslra'ngeiras e tnemliros mtii ele- previamente se ter proparado claro he (pie
outubro de 1810. que (ai publicado na Ga-, vados do corpo diplomtico O cominunicrao sublevara' con Ira si huma puvoncao activa,
zeta Mercantil dosprimeiros dias de noven.-ja seus governos. 0governo imperial lata*[unida!, oliera de vigor, ctosadeseusdreitos.
bro onde todos podetn le-lo no qual deca- i bem deve ter conheciinento delle. Porm nao acontecen assim ; depois do can-
ra que a irritacao popular (causada pela iti- Mas ha anda ootros lacios que reelamo a : saco e das guerras da revoltillo; em 11 anuos
attenco das pessoas que inllueni nos destinos de governo absoluto,' foi potico a pouco acos-
doBrazjl e de lodos os Rraziloiros, porque | turnando osen povo; foi-se livrando, a prin-
so Caractersticos do horneen e do sen syste- i cipio pelo desterro e de|>ois pela niorte dos
vaso do general La va I le) se tinlia maniies-
tado por vingancas Uto terriveis como natu-
raes as quaes nao era possivel conter em un
como marcee"1 V Er'sTdig'nar^nVol'mar- povo'tao indignado sem pd'r o seu beroismo. ma. Apoiau-se lanibem em documentos ol seus principes adversarios ; derramou entre
, tamlu.m ,.ae ns oflicios de nue mais se! a sua lealdade eo sen patriotismo a Una pro- ciaes
metambem quaes osoflicios de que
precisa ; e quanto ganharo diariamente os
respectivos olliciaes ; se V. Ex. julga conveni-
ente que eu os mande engajar, e quantos de
cada oflicio.
Eu julgaria acertado que V. Ex. se dignas-
se insinuar acamara municipal desta cidade
e aos presidentes das provincias martimas,
o quanto seria conveniente que esta medida
Ibsse igualmente por ellos adoptada.
Dos guarde a V. Ex. Puco S22 de novem-
bro de f Sil. Ai r lianode Suti/.a e Oliveira
Coulinho. Sr. Candido Jos de Araujo Vi-
aitna.
( Jornal do Comnicrco)
e sao tuna prova irrecusavel de que digo todos profundas e variadas desconfianzas e
va incompalivel com o que exige a sua |
pria conservadlo...... Que he lonvavel ma-
nifestar o seu vehemente patriotismo por un
modo to ardenle como fez aquello povo....'
- a verdade
O general Oribe escreVe do seu quarlel ge-
neral em Metrian com dala de 5 de outu-
bro oseguinte: Osselvagens unitarios,
econclue mandando que todo o individuo.
quem quer que lor que atacar a propreda-
que me enlregou o coinniandante Sandova
eque sao Marcos Avellanada, intitulado gover-
de dos Argentinos ou dos eslraigeiros re>i- nador peral de Tucuman, o Coronel Yillela, o
denles no paiz, sem ordem expressa o por com mandante Luiz Casas, a major Gabriel
escripto ptfraMefin, emanada da ftutorjda-
de competente soja considerado como per-
0 BRAZIL
KASREIM P.I.1CAS 1)0 RIO
DA PKATA.
CARTA II.
Disse na minlia primeira carta que aqui
se ignoravao quasi lodos os tactos ueeorridos
em Bucnos-Ayros nao exceptuando inesmo
turbador da ordem publica e castigado Co- ciliados na forma ordinaria excejrcao de
nio tal.
Depois de IcrrSB este decreto nao se pode
dtiyidnr que o general Rosas, nica juitnri-
dade competente, mandn fazer essas rlegol-
laees e violencias que elle mesmo chama ,
ollicialmeille v'uuiaiioas naluraes actos
de beroismo de lealdade o de patriotismo
ardenle.
A pi'opriedadc nao he ali mais respailada
do que a vida dos hom-ns. A' minlia sahi-
Suarez oeapilo Jos Espejo e o 1" lente
Leonardo Sou/.a, l'orao iininediatatiu'rile exe-
Avullaitada, a quem mandei cortar a cabera,
que Ser exposta em tuna praca publica de
Tucuman. 0 mesmo general Oribe he quem
o diz em mu oificio que publica a gzla olli-
cial do general Rosas. Anda havera quem
dnvide do fado?
0 general Ada foi sitiado por forcis do
ge.neial llosas commaiidadas por Pacheco ,
na ciclada de S. Juan provincia de Cuyo
Resisti vivamente mas oHreccu por iiin
da de Buenos-Avies chegavao a 17o as estn- capitular declarando expressamenle na ca-
os que vem transcriptos as folhas daquella | cias (fazendas de gado)conliscadns de (|iie eu
tenbo noticia e na (lcela Mercantil do me/
de OntUbro de RU em (liante se pode vera
imniensidade de vendas que se teni feilo em
IcilAo de propriedades d" unitario;, enjo p "-
duelo que monta a alguns niilbes de pesos
do ftnpol, figura as comas da IhesOurarla
do general losas : nao o conlteco pessoalme:.- geral. Tildo isto sao tactos Olliciaes. Ku
te. e nunca Iratei lamhem de o coiihecer ; j mesmo assisli a dous desses leiloes para ver
iielle nao recebi favor nein ipjuria e perma- com os meus olho> o que *se passava
neci senipre longe milito longe dos part- cousas que causfio indignacao .i todo
Declaro porm francamente
cidade. lie isto una verdade. eso essa igno-
rancia pode explicar o erro em qre eslo qua-
si lodos a re.speito dos governos de Ruenos-
Ayres c de Montevideo erro que me parece
necessario destruir.
Inull he |ierguntarem-m se son iiimigoj
dos argentinos.
que deteslo os seus principios de govern;j e os
seus actos olliciaes e pblicos. He tal o hor-
ror que elles me causao que me parece que
nao se pode ser hornero de honra de prohi-
dade e de moral sem aborrece-los. Anda
e vi
o 00-
racAo Ik'iu formado. OBjectosde luxoejoias
vendio-se pela centesima parle de seu valor,
porque os nicos compradores efao os niem-
bros da sociedad i que degollava e aquel le
que olereeesse mais do que elles olfereeiao
era reputado unitario e perseguido como tal,
assim o nieu
que nao me
odo de expriniir-me provara de modo que ningiiem disputava os seus lan-
ni
deixei cegar
e que nada exa-
gerei cerca do governo do general Rosas. Os
seus actos provados autlieiilicaineiile SAO
os que bao de fallar e por elles ser julgado
ees. O general Marsilla, cimbado do gene-
ral Rosas era sempre o principal compra-
dor.
Se da violaco daquelles direitos volver-
Em Ruenos-Ayres ha j niuUos minos que mos os olhos para a violaco dos djreitosrfa
desa pparec'ro completa mente lodos Os direi- guerra horror involuntario gela o coracao e
tos que constituein a base das sociedades hu-
manas : a seguranza das vidas ^ das proprie-
dades he colisa que ali absolutamente se des*
conhece.
Durante a minha residencia naquolta cupi-
lai (sahi (Cal em dezembro de IS1II) Ionio
degollados, as piacas e ras publicas, quin-
ze individuos. Desloa conservo as minlias
eiiica oscaiiellos. A dogollacao dos prisio-
neros fsto he a degollacao dos seus contra-
rios, he o dogma do general llosas e dos ge-
neraes ipte comnrindo os seus exeicitos ,
isto quando evidentemente proeedio os seus orinen te na cidade de (/irdova cujo governo
nhnigos de um modo inleiramenle dislinelo. nao leve aprecaiicodesuppnmir aquella frase;
piliilacaoque a sua vida e a de seus compa-
nlieinis seriao poupadas. AcceitoU o general
de Rosas as condie/ies proposlas por Acha e
eiilregou-seeste no dia 21 de agosto como
consta da parte ollicial publicada na Gazela
de Roenos-Ayres de 21 de outubro. A sua
vida, garantida pela caplulacftb f respai-
lada smente at lo de setembro em cujo
da o general Pacheco oniandou decapitar e
ex por a sua cal teca eomo se v da parle olli-
cial transcripta na mesina gazela. Os 2o dias
decorridos desde que o general Acha se enlre-
gou at que foi fra e brbaramente sacrifi-
cado mostreo que a sua niorte foi o resulta-
do de ordena recebidas pelo general Pacheco ,
e o corrobora o laclo seguinte que lie o
mais uotavel. A paite de Jos Santos Ram-
rez, avizando a entrega do general Acha,
termina pela seguinte frase : Assim beque
ludo est em nosso poder, mas perdoadaie
garantidas as vidas dos rendidos. Na publi-
caeao ipie o general Rosas mandn fazer na
k Gazela Mercantil suppriBiio inteiramente
essa frase, para oceultar aos eslraigeiros
(porque esse he o seu syslema ) a atrocidade
da degollacao do general Aeha cuja vida es-
lava garantida por huma capitulaba. Esta
.arte de Ramrez tinhasido publicada anteri-
Os tactos sao i nco'u testa veis.
O general Lavalle tomn por assalto
e a
notas os nonies de D. Francisco I.vnch coro- Torca de armas a cidade de Santa T entre-
neldo partido de Rosas ; de D. Sixto Quesa- i gan.lo-se toda a guamicio disenco e sem
ik, coronel reformado e corretor de numero ; | capituaeAo algiuna. Ali fo rao fe i los prisio-
doSr. Oliden : do Sr. Masson e do Sr. llar-; neiros .general Garzn, o coronel Acuna
liui, subditos inglezes ; do Sr. Riglos ; do Sr.
obfvga subdito poritiguez e fazendeiro t\-
co; do Sr. \arangot subdito fraiicez e ne-
gociante abastado. Nao pude saber, os nonios
dos outrossete, mas vi seus cadveres mu-
tilados como virio todos os habitantes de
Ruenos-Ayres, e nao incluo no numero ao
Dr Manuel Maza degollado na Sala dos'Re-
presentantes, (Kirque eslava eu entio' fofa da
capital e quero Tallar smenle daquillo que
vi.
Durante a minha residencia em Buenos-
Avies, vi perseguir de roa em ua e de ca-
sa em casa como se persegue um animal
feroz, a urna senhora devinte anuos casa-
da, em'estado de gravidez mui adundada, a
qufm se quera degollar! Eu a vi expedida
de niiifas casas onde quera refugiar-se e
'aolnpanhei-a a duas dellas e vi linalmenle
pQSta a premio a sua Irania de cabellos se
viesse com pelle e osso !.... Essa infeliz se-
nhora pode escapar sanha dos monstros .
e eu live o trazar de encoutra-Ia algum lem-
po depois em Montevideo.
o teen fe coronel Gmez e outros cheles e
olliciaes. Nenliiun nem um sdelles, foi
sacrilicado. Dous mezes de;"is derrotado o
general Lavarle noQuebratlfo, temendoque
seus soldados vencidos se vingassem malaiido
na fuga aquelles prisionei'.os. inandoii-o.. m-
boiii em liberdade, l'azendo-os Acompaiibar
por um ollicial seu para proleg-los. O olli-
cial Cntregou os prsioneiros sios e salvos.
ao general Oribe, e querendo retiraf^se foi
ali mesmo niortoa lav.cadas !... A morte des-
te ollicial be fado provado.
Como ha attentados que por sua enormi-
dade nao sao fcilmente acreditados, relerr-
me-hc aos proprios documentos do general
Rosas. Recebi em Montevideo a Gazela de
Ihienos-Ayres de 21 de outubro, que con-
ten as partes olliciaes dos ltimos triumphos
dosgeneraes Oribe e Pacheco. O prinieiro
conclue o seu ollicio com esle paragrapho :
a Entre os prisineiros achou-se o traidor sel-
vagem unitario coronel Facundo Barda que
foi inimedialaniente execulado com onlros
traidores, intitulados olliciaes de cavallaria
Vi |MU-esse mesmo lempo senhoras do maiorje de infanleria. He o mesmo general ven-
res|.ctlo acommetlidas aporta da igreja da | cedor quem lallfl : ofactopois he iii.luhitaveL
Meic, B ju-egando-se-llies na cabeca peda-
mos de baeta com breu a fervor que traziio
em caldeiras de lata Simiente porque erao
tilias em conta de unitarias.
Algiimas passou me tem dito que tal vez o
general Rosas gnorasse estes attentados hor-
rorosos. Em Buenos-Ayres nada se faz que
/.. general Rosas ignore. Esses attentadwsao
Com esse eoronel Borda commelleu-se o | como he que 1
horrivel excesso de cortarewF-ihe as orelbas.,
salga-las e remell-las o mesmo Oribe filtra
do general Rosas, joven de 22 anuos e sol-
telra/, que iw Mnservava e mostrav* a to-
das as pVssuas que l'requentavao si us saraos,
Este lacio 1180 he acreditado segund me
dizem por milita gente desta corle ; nao me
o impressode Conlova chegau a Monte-vido;
ali se denuncien a soppressao e duvidando
tnk'. tanta perversidade procure ver com
meus proprios olhos aquello impresso e com
ell'eito o vi na loja delivros do Sr. Hernndez,
ra de S. Pedro daquella cidade onde ntiis-
ta-me que tambera o vio o nosso encarregado
de negocios.
A sup|.res#ao feita pelo general Rosas do pa-
ragrapho em que se Ihe aununciava estar ga-
rantida a vidado general Acha prova que foi elle
(pie o mandn decapitar, e que seu intento
he engaar os governos eslraigeiros, fazen-
(|o-lhes crer que as atrocidades que se Ihe
imputoslo calumnias dos seus inimigos.
Depois deste esboco, mui resumido da
conduela publica edos actos olliciaes do gene-
ral Rosas podero arada por emduvidaas
pessoas que inlluem nos destinos do Brasil e
todos os meus patricios os principios do seu
governo ? E nao duvidando ti reeoihecendo
quaes sAo podero inclinar-se a ligar a sua
poltica com hum semelhante governo:' O
imperio hrasileiro a morada da mais ampia
e i-Ilustrada liberdade civil que existe no con-
tinente americano, este imperio representan-
te dos principios da legalidade e da responsa-
belidade nos governos, cortejar a amizade
ile liinn governo cujos principios sao dicta-
dura osangiie a coiieuleacao de lodosos
direitos a que aspira o h >meni ?
Alguna patricios meus lem-mu pergunlado
a ser tal como o pintad,
se tem sustentado. Causa-me assombro >.-
mellianle perguita parque nenhttm sentido
tem. porque nada Significa. llosas sustenta-
se como seSOStetllariO ero em Roma Dio-
nisio em Svracusa P.obespirre na Franca .
!. Francia no Paraguay ; como se suaten*
lao todos os (vannos que >ao omnipotentes
com ellas a destmiao ; subievou as classes
mais inlimas contra as classes principis |-
songeando itobreza" daqnellas com a fortuna
destas, c concluio libertando os escravos com
a condieao de persegurem seus senhores t!
as escravas para ipie sirve de concubinas a
sua tropa.
Dissolvendo desle modo' a sociedade he
que o general llosas acha apoio as classes
mais inlimas como acuario e pelos meamos
meros, todos os governos semelhantes ao seu.
Foi-me perguntado lambem, e por pessoas
de sao juizo e de .rila posicjio social, como he
que respeitao o general Rosas e simpaliso
com elle os governos europeos que tem agen-
tes pblicos a seu lado:' Esta pergunla he mais
especiosa que a anterior mas lambem he de
fcil solucao como mostrarci na minha ter-
ceira caria.
Hrazileiro Monarchista.
(Jornal do Coimnereio.)
^REItR.
No dia lodo correnle no occorreo novi-
dade.
Parte do di.1 11.
Illm. e Exm. Sr.O eommissnrio de po-
lica dodistrirtodaribeira participa que hontam
pelas 11 horas da non le fora gravemente fe-
rido na cabega o pardo Janunrio da Silva lle-
go d'iuna encelada que Ihe derfl nutro pardo
de nome Pedro |>or alcunha -grande -sol-
dado invalido pelo motivo de ihe liaver o di-
to Jan tiario perguntado com que authoridade
o quera reconhecer, hradando-lhe quem vem
la ? em occasiao em que elle hi pacifica-
mente andando seo cannnho ; e que che-
gando ao mesmo lempo elle, comniissario ao
lugar de.i le acontec ment o dito Pedro o
ameacara com seo ccete, e se pozera depois
acorrer, prtelo ouvido apilar para a pa-
lmilla rondante. Procedeo-se autodevis-
tora no corpa do dito anuario para ter o
conqtelerite destino.
Nao occorreo mais novidade.
DECLARACO'ES.
AI.FAN0EGA.
A arriMiiatlacao das Sardinhas Tica trans-
ferida para hoje, lodo correntc ao meio
dia.
C0BRF.IO.
O hrigue Tcntaco. recebe a mala para pa-
ra o Maranhao hoje( lo ) as itiorasda Urde.
f.OLLF.C 10 PERNAMRL'CANO.
I.\ BOA VfRTA4 N. 6.
As aulas do Colicgo Pernamhicano acham-
se ihertas desden dia 7 do cor rente Janeiro.
Todos os preparatorios que a lei exige para as
Academias de Direitoe de Medicina do Impe-
rio assim como para as pessoas que se des-
linam ao commercio Sin ah ensinados ,
desde primeiras letras. Os professores das
diversas disciplinas sao de mu distincto m-
rito.
Paracouhecimenlo da regularidade dos es-
tudos, e do rgimen interno acham-se pa-
tentes ao pablico os estatutos do esUbelcci-
Uiento.
Sao admitlidos alumnos internos
pensionistas c externos.
meio
A V I Z O S DIVERSOS.
__ Xo dia 6 do correte apnarecdi um ca-
va! o no lugar do Barro Vermetho frefjuesia
do allomado ; quem lor se dono dirija-se ao
mesmo lugar a caza do Comihissario de Po-
liria Jo Olymj.io Baptista.
C7* Arreiula-se o sitio denominado Al<*-
mio na llitua limites do Engenho Uchoa ,
Com una Engenlioca moenle e corren te com
canas para moer cujo sitio tem matas epor-
lo de embarque ; quem pertender dirja-se
a Ba da ('.loria Sobrado D. 50-
Quem precizar de urna ama de leite por
pceo cmodo rlrija-se a Forade Pollas la-
do esquerdo D. HH.


^r
A-
Of Lava-sc, o oi!i'onuna-se com toda per-
Icuau a com a maior brevidada possivel: na
na ra do Amorim no priineiro andar por
cuna da ioja do polieiro.
5C/" Alugo-se casas terreas novas com
quintal cacimba e lodos os inais coininodos
para familia citas na Trempr- : quem as
pretenderdinja-seacasade F. A. de Oliveira,
no Atierro da Boa vista.
t^" Arrenda-se, ou vende-sc um sitio com
cercas de Jimoeiros com loo ps de laran-
goiras e outras fructeiras e boa casa de
vivenda no lagar do Rarhalho porto do
rio por prego commodo : a tratar no mes-
mo sitio ou no do Hospicio do Ex.""' Sur.
Conselhciro Presidente da Rellago com a
"Senhora I) Maria Joaquina de Macedo.
l~r Os trastes da Ioja da ra eslreita do
Rozara 0. 51, passaro-se para a ra da
Florentina para a casa de J. Reranger, aonde
os l'roguezes da dita Ioja se podero dirigir que
sero sempre muilo bem servidos tanto em
obra como em prego ; assim como se vende
cadeiras de palhinbas americanas camas de
vento de rmago e sem ella muito bem fcitas
a 4500, ditas de pinbo a 55oo pinito da
Suecia com 5 polegadas de grossura e dito
serrado marquezas de condur mezas de
jaular e mu i tos mais trastes que se venden)
mais barato do quem outra qualquer parle.
l^f Quem precisar de um padeiro branco
chegado prximamente de Lisboa, lano pa-
ra niasseira como teihJedeira dirija-se a
ra dos Quartcis 1?. 5 ou annuncie.
^j' Faz-se publico pie o original dos Es-
latulos daSociedade Palense para o em po-
der do Yice-Rirector actual desde o dia 12
do correnle.
Ey Precisa-se de urna ama para o servigo
de urna casa de um homem solleiro e ven-
de-se una escrava de idade de 12 a 1 i anuos:
na ra do Raugel D. 7.
s^~ O Professor particular de lalim no
principio da ra da S. Cruz da Roa visla, casa
del'ronte da venda do Sur. Lima scientilica
aos pais de seus alumnos e a quem mais
convier que elle comeca a sua aula no dia
17 do correte : tambe: propoe-se das duas
horas at as 0 da tarde a ensillar particular-
mente em algtimas casas at o numero de 5
alumnos, em pregando todo o meio que llie
he possivel para o bom adiantamento desdes .
assini como lem empregado no espaco de 4
anuos para com outros que lem sido assiduos
em sua casa; a quem convier dirija-se a ca-
sa a cima ou annuiicie.
^f Aluga-se a sala com alcova do pri-
meiro andar da casa do beco do Peixe frito 1).
5 propria para cscriptorio ou Jiomem sol-
leiro : a tratar na mesma.
$-?* Quem annunciou querer dr 2oo,y rs.'l
a pronto de dous porcento dirija-se ao mu-
ro da Penha da parte do nixo casa D. 15.
st Luiz da Costa Leite roga encaressi-
damente a quem tere a bondade de roubar ao
aniiunciarite no dia 21 para 22 de Dezem-
bro p. p. que por aquella couza que mais
estima quem quer que oi em sua Ioja na
ra nova ao p da ponte lado do norte ,
a penltima por favor e humanidade, re-
parta com o annunciantcametade ou o que
Re paresser, sendo pelo menos os pa-
pis que lhe levarao junto com as sedulas, cu-
jos papis nada podem utilisar a quem os le-
vou ou delles souber, cauzando todava a
falta delles bastante encommodo c prejuiso,
podem enviar-lhos em carias ou como quise-
rem, de modo que seja entregue delles e em
una sala de detraz, oozinba fora com 2 amtelo no tereciro andar, se vende to-
quarlos, quintal e cimba: a tratar na ra das as qualidades de doces seceos e de calda
do Rangel I). 6. I mais hem feil possivel por atacado e a
Quem achou um alfinete de peito. obra' retalho enfeitao-se hcelas de toda a moda
com uma pedia ou for offerecido que se quiser com mais ou mecos riqueza
Lj-
do Porto
a vfcnd
uma iiie
do Serigad no segundo andar do sobrado cas damascos, uvas,
de 5 andares-, quem o apprehender e quiser
reslituir leve a dila casa que ser
cailo.
10, com urna peura uuiui miiiwuu.|ui,^4>ii^i ,*,.,.., ....., ..~~ .--,------,
a, {>ois julga-se ser furtado de cima de: tambem se preparo bandejas de (Vuelas a
tesa na rua Direita defronte do beco moda da Europa com pecegos peras, ma-
iaaa. no secundo andar do sobrado cas damascos, uvas, ligos, e todas as
gralili-
A V I S 0 S M A II I T I M S
Pvitv o Pomo saldr at o lint do corrente
mr-z por lor motada de seu carregamenlo
a bordo o bem Conhecido Rrigtte Portuguez
Mara Feliz Capillo Antonio Luiz Gomes :
quem no rnesmo quiser carrogar ou ir de
passagem entenda-se com o Capito na
praca ou com son Consignatario Antonio
Joaquin de Souza Ribeiro na ra da Cadeia
do Reeife.
Paia o MaanhaC al o lim do presente mez
iahir o bem conhecido Hrigue Escuna Lau-
ra pregado e forrado de cobre lem gran-
de parle de seu carregamenlo engajado -, pa-
ra carga e passageims Irata-se com o Capitn,
ou com Firmino Jos Felisda Rosa na ra
ila Moerta N. 141.
Paiia o Riode Jaxkiro com toda brevjdade
o Patacho Nacional Vlente ; quem no tnes-
mo quiser earregar ou ir de passagem per fre-
les coinmodos dirija-se a Paiva & Manoel ,
na rua de Apolo contigua ao porto das canoas
do Recife, ou a bordo ao Capito Ignacio Xa-
vier Pinheiro, del'ronte da Uingoeta.
' LE LO EN S.
tzs* James Crahlree nuai o o seu leo de fazendas lnglczas hem
surtidas e propriasdesle mercado Segun-
da fe ira 17 do correnle as lo horas da ma-
nila era ponto no seu armazem da rua da
Cruz.
S~r Que faz Antonio Luiz Gomes por
conta de quem pertenec-. Segunda feira 17 do
corrente, no largo da All'andega de 4 pipas
e 7 meias ditas com vinagre no estado em se
acharan.
COMPRAS.
Cj- Um cordo ou corrente >de prala para
relogio : em Fora de Portas n, 21 ou an-
nimcic. \
Y E R DAS.
^STT" As Reformas do Cdigo do Processo
Criminal, com a Sancrao Imperial ntida
nipressao em papel superior, c cuidadosa-
Jhe tirarem o medo, talvez ainda lhe deva
licar obrigado Luiz da Costa Leite.
SST A 12 do corrente indo-se da rua de
S. Rento pelo caminho da bica at o Pisa ,
perdeo-se unscorazes de bragos de SenJlora
com niuitos requilifes e os corazes sao en-
carnados e bem encasloados em ouro que
pouco aparecem : quem os achou dirija-se
a rua de S. Rento em Olinda a entregar a
viuva do faecido Sebastio era casa de Jo-
s Theodoro de M o raes Lins que ser gra-
tificado.
1^- Quem precisar de um rapaz portuguez
para caixeiro de venda, dirija-s.: a venda
del'ronte da ribeira da farinlta.
i^f Precisa-se alugar um preto que cn-
tenda-do servigo de padaria e tambem de
um homem que entenda do trabalho de mas-
seira : na rua Direita 0. 12.
C7" 0 1.* Secretario da Sociedade Nova
Pastoril partecipa aos Sr. Socios que hoje
pelas 7 horas da tarde haver sessao extraor-
dinaria.
C/* D-se um cont de reis a premio de
dous por cento com hypolheca a contento ;
quem (pti:er annuncie.
SZf Precisa-s? de um pequeo para ser
caixeiro no njatto : na na da Cruz 51.
mente correcta : na Praga da Independencia
n. 57 e 58 : prego 200 reis.
sr^* Folhinhas de porla ditas de algibei-
ra com variedades dilas de dita com' alma-
nak mui correcto dita Ecclesiaslica ou de
Padre ; todas por prego mais commodo que
em outra qualquer parte impressas em bom
papel e lindo typo : na praca da Indepen-
dencia Ioja de livros n. 57 e 58 na rua do
Cabug Ioja do, Sr. Randeira na venda da
quina defronte da Igreja da Madre de Dos,
na rua da cadeia Ioja de ferragens do Sr. Mo-
raes e que ja foi do Sr. Quaresma defronte
da Matriz da boa vista na bolica de Sur. Mo-
reira eetn Olinda na rua do Amparo boti-
ca do Sr. Rapozo.
^C? Arte de Antonio Pereira Novo me-
Ihododedita, pelo dito, Sin laxe de Dantas,
Selecta primeira Magnum Lexicn Cor-
nclios Fbulas Saluslius Eutropius Ti-
to Livio Horatius Virgilius, Arte Potica
de Horacio, Cicero deOfliciis, Orages de Ci-
cero Ovidius Minili Grammatica Latina
de Maia : na Praga da Independencia Ioja de
livros N. 57 e 58.
cr Lina preta do gento de Angola ladi-
na de idade de 22 anuos com uma cria de
2o dias a negra cozinha ensaboa e serve
mnilo bem para ama de leite por ter as qua-
lidades necessaras : a fallar na rua do Reg
D. 5 visuho a Igrja de S. Jos.
l^j- lima preta sem vicios nem achaques ,
ainda lineal : na rua da Aurora D. 0.
Cy Na rua da senzala velha na Ioja da
casa em que mora o Sr. Manoel Luiz Gonsal-
ves v-ndem-se cadeiras de Jacaranda, ditas
todas as
mais qualdades quer da Europa como do Bra-
sil com as suas folhas competentes que pa-
recem que sao frutas tiradas das arvores.
3^- Superiores charutos da Ilavana : na
rua do Vgario D. 55.
E9" A arniaeao e os pertencesde uma ven-
da eni muito bom local para o mesmo es-
labelecimeuto: a tratar com Bernardino Jo-
s Monteiro na rua do Sebo bairro da Roa
visla.
S3~ Erna venda com poneos fundos, e
tem com modas para morar unta grande fami-
lia assim como 4 pipas e duas quartolas ,
na rua do Padre Floriano na quina que volta
para O assouguinho: a tratar na mesma.
s~r Em molequo de idade de 2o annos
pouco mais gu menos sem vicios nem acha-
ques de qualidade alguma :. na ruada Cadeia
do Recife Ioja de Joode Carvalho Magalhaes.
hs t? Filas novas de setiin lavrado para
guarnico de vestidos leques finos com plu-
mas agoa de colonia de superior qualidade,
carteiras grandes proprias para viagem, esto-
jos para homem caixinhas de costura para
senhora thesouras caivetes navalhas de
barba medidas para alfautle, sapalos de
marroquim para senhora linba de carrilel
superior a 5o rs. fsforos infaliveis a io rs.
a caixa e outras limitas miude/.as por prego
commodo : na rua dos Quarleis D. i Ioja de-
fronte do beco da Pol.
s^r Douscaixilhos envidragados proprios
dar se botar miudezas 5 as o 1 ontas D. 18
lado do nascente.
3~ Potassa da Russia de superior qua-
lidade em barris grandes e pequeos u di-
nheiro e a praso com boas firmas : cni casa
de Joao Rulino^la Silva Ramos rua do Hos-
picio sobrado de um andar defronte do Coro-
nel Rrito Inglez.
S^- Duas loalbas uma com lavarinto em
roda e outra com dito mis pon tas e dois pa-
ninhos com dito : tambera marca-se a 10 reis
a letra: na rua dos Martirios D. 0. lado da
Igreja.
^ s^T l m rico apatelho de casquinha com
dous bules um assucareiro e uma leileira ,
salvas de casquinha grandes bordada de
piala casticaes de casquinha, salvinhas com
g em sacas c barricas : na rua da cadeia
do Recife da parle do beco largo N. 58.
C7" Uma venda que vende tanto para o
malto como para a trra com cominodos
para morar familia, a dinheiro ou a praso
com boas firmas /> na rua do Rozario eslreita
D. 5o : a tratar na rua do Cabug D. 5.
Si?* Sacas com feijfto mulatinho por pre
go commodo : no pateo do hospital do Paraso
venda D. 21
S27- 500 e tantas barricas vasias parte
promptas para assucar e parte com alguuv
deleito, por prego commodo e com alguia
praso : no armazem de vender poe bolaxa ,
junio ao arco de S. Antonio.
tlf Para lora da Provincia por nao que-
rer servir a sua senhora um escravo crelo,
de idade de 14 anuos de bonita figura mili-
to sadio sem vicio tem principio de co-
zinha faz todo o servigo de una cusa e as
compras diarias e he muilo deligente : na
rua Nova lado do norte no segundo andar
do sobrado 20 onde tem o Gabinete Li-
terario.
tz?- Para fora da Provincia um escravo
crelo de boa figura de idade de 5o anuos :
a fallar com o 2." Commandanle Geral, no
thiartel de Polica ou em sua casa na rua do
Fagundes.
^tsr 0 Correio do Norte se achara as duas
horas a venda no escriplorio da Typogralia
Imparcial rua do Colegio I). 12, e na rua
Nova Ioja de livros do Sr. Rcz 1). 15, em
maior formato, e papel lino. Tem um ar-
tigo sobre as nossas relages com Inglaterra,
outro sobre cada urna das nossas provincias ,
e outros sobre objectos de nteresse.
tzf Cera para limas a 800 rs. uma es-
crava de 12 a 14 anuos: na rua do Rangel
D. 7 ; na mesma casa precisa-se de uma ama
para o servigo de casa de um homem solteiro.
espivitadeiras palmatorias de lalao ricas
com thesouras e apagadores lanternas de
cidro sol tas para castigaos estojos ma-
Ihematicos,, chales grandes ricos de ve-
Judo do ultimo gosto tapetes capachos ,
bandejas rap princesa de Lisboa superi-
or cha isson seqiiim a 584o dito isson a
25(iors. hbitos de Cbristo Cruzeiro, e
Aviz lencos, meias e cortes de colele de
seda selins inglezes para montara de ho-
mem e senhora bicos linos e lilas de nim-
ias qualidades, e todo o mais sortiment de
miudezas : na praca. da Independencia Ioja
n. 21 e22.
de oleo sotas
mezas ludo do ultimo gos-
barato prego que alhe hoje
lo e por mais
tem havido.
t^j- TaxaS de Trro COado a loo rs. a libra,
dilas batido a 2oo rs. dita e outras mais fer-
ragens proprias para eiigenbo : a rua do Viga-
rio N. 7.
Ao sabir da ponte da Roa vista para o
atierro do lado direilo a primeira casa de
5 andares que Oca na quina da rua da Au-
J~
Aluga-sc os fundos de urna casa com rui a que tem as paredes da. Ioja pintadas de
cj- Dous armarios grandes proprios pa-
ra guardar roupa : na rua do Aragao D. 25.
Lj" Uma escrava de nacao de bonita fi-
gura de idde de 20 annos engomma liso,
faz llores cozinha e lava bem de varrelia, ou
troca por outra de idade de 14 anuos na rua
Direita D. 2o lado do Livramento.
\-j- Encllente taboado de pinhoda Suecia
e Americano e uma porco de taboas de pi-
nho do Porto, muilo fortes por serem corti-
das no salgo e ptimas para estacadas e at
para portas por terem polegada e meia de
grossura d-se a 5 rs. a duzia : no arma-
zem por detraz do Thcatro.
C?- Sement de nabos salea xicoria ,
senoira a I Tace coetitro e mustarda ludo
chegadu ltimamente de Lisboa : no Attcrro
da Roa vista venda por baixo do sobrado do
Sr. Francisco Jos da Costa D. 56.
52?" L'nia preta de idade pouco mais ou
menos de 56 annos Iwa para vender na rua
011 para o servigo de campo : no Atterro da
Roa vista venda D. 59.
53" Rolaxa a 1 rs. a arroba : no Atterro
da Roa vista padaria de Francisco Gonsalves
Reg D. 5o.
tST" Um preto de nago do idade de 2o
annos proprio para todo o servigo : na rua
larga do Rozario venda D. 2.
lar Junco para empalhar cadeiras che-
gado ltimamente do Rio de Janeiro : na rua
i|a Cadeia nova I), i.
!_> Lina porgao de chapeos de palha para
pelos a 80 rs. cada um: na travessa do Ro-
zario D. 12.
tSf Cera branca em pftea tarn ha de Ma-
ESCRAYOS FGIDOS.
UT Desaparcceo um moleque no dia lo
do corrente de nome Joaquim, de nagao An-
gola de idade de 12a 14 annos levou ves-
tido caigas azues camisa de riscado de es-
tatura regular robusto bem feito de corpo,
mas lem ainda muilas feridasde bobas: quem
o {tegar leve a rua da Guia D. 29, que ser
generosamente gratilicado.
i-/' Fugio no dia 28 de Dczcmhro de 1841
da Cidade de Olinda da casa de Julio do tal
morador no Lupe urna preta de nome Gra-
ca do gento de Angola nagao Angco do
idade de 4o annos pouco mais ou menos es-
tatura regular cara pequea feigoens tris-
tes cheia do corpo peilos pequeos os
dedos dos ps abortos (signal visivel ) ; levou
vestida saia de xita cor de roza com palmi-
nhas panno da costa ja uzado c mais rou-
pa branca e de eor nao falla anda claramen-
te ; a qual preta veio da Parahiba vender-se
aqui pelo Sr. Antonio Joze Lopes de Albu-
querqe ; julga-se estar acuitada nesta praga
em casado pessoas que apossadconduzir para
a Parahiba ; roga-se as Authoridades Poli-
ciaes a qualquer capito de campo ou ou-
tra qualquer pessoa que a encontr a pegue
e leve na rua do Colegio I). 8 que ser gra-
tificado ; e tambem '{irolesla-se contra quem
a (ver occulla pelos dias de servigo no rigor
da lei.
S2T Fugio rio dia 4 do corrente um es-
cravo de nome Benedicto, de nagao Angola ,
baixo, ebeio do corpo cor bem preta olhos
regulares sobrancelhas grossas, cara re-
donda begos grossos nariz regular per-
nas pouco arquiadas ps chatos represen-
ta 20 annos de idade ; levou barrete azul ,
camisa de riscado azul, jaquelado panno ver-
de escuro e caigas de brim branco : quem o
pgar leve a rua da Grife no Dairrodo Recife ,
n. 55 que ser gratilicado.
MOV MENT DO PORTO.
CONTJNUACAO' DAS SABIDAS DO DIA 13.
New Yorck-, Patacho Americano Cumberland ,
Cap. W. D. Danis, com a mesma carga
que trouxe de Montevideo.
KNTItAllOS NT) DIA 15.
Liverpool 5 42 dias Rarca Ingleza Priscilla
de 218 tonel. Cap. John Taylor equip.
14, carga fazendas : a R. Lasserre & C.
DITOS NO DIA \ 4
liba da Madeira ; 18 dias, Patacho Portuguez
Paquete da Terceira de 127 tonel. Cap.
Joaquim Maria Silveira. equip. 12, cama
farinha milho,.vinagre, e viftlio : a Tho-
maz de Aquino Fonseca.
RECIFE NA TVP. DE M. F. DE F. 1 842.
_^


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