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Auno (le 184? Sabbado 15 de * Tuilo aora depende de ns meamos ; da nos prudencia, moderaclio, e energa: con- tinuemos como principiamos, eseremos apontadoa com admiracfio mire as Nacc.es mais Tullas. (I'roclamaco da Aaseinblea Geral do srasiVj PARTIDAS DOS CORREIOS TERRlSTRES. Gosnna, Caraiba, e Rio randc do Norte, na segunda e sena feira. KuiUUl e Geranhuns. a 1Uf> 24. '-. Cab, Srrmh.-u-.ii, ilio l'orinot-., Porto CaNo, Mareio, e Ala?oaa no i U, e 1. Paje! 13. Santo Anlao, quinta feira, Olinda todos os das., DAS da semana. a ) Se' s Panlo 1. Ermita. Chanch Aud. do Juii de Direilo da 2. vara -II Tere", a, ilvsin.i. Aud. do juit de Uireito da 4. Vara. T> Ouari. aliro. Aud. do nii de dircitt da 3. rara. 13 l.)uiiii Hilario. Aud. do jui<.de dir iti> da 2. rara. 4'l Seat. . t'rlis. Aud, do Juiz de Direilo da 4. ara. <|5 sab. a. Amaroo. Bel. Aud. do Juii de Uireito da 3, rara. 1( llum. Oss. Nume de Jema. Janeiro. Anno XVIII. N.Il. jf". O Diario publica-.** lodos OS dlaa que n.'io orrm Santifi.-n.li.v o prcrn da sssicnatura hi de Ir* mil res por quarlel pacos adiaiitados. O* ansmncioa dos assiji.nnies tilo inseridos gratis, eos dos que o n.io forein n rffzao da 80 res por linlia. As reclamacoea devem ser dirigid** a rala Tvpn-ralia ra das Ciuies D. 3, ou .i pra.;a da Independencia lojas de livros Nmeros 37 c J Cambio sobre Londres 21) d. p. 1U. ii Taris 320 res p. franco, ii Lisboa SO a S.S a, 100 de . OtBo-Moedadefi.OO V. 1i,*00 a 1 *,.(00 ,. N. 14.200* I4.4U0 a .. de 4,000 8,100 a S.200 PuTA-.Pttacoei l.fwa 1070 PllATA Peto* t'oiiimnarea i ,fi50 a 1,070 m Mejicanos 4,6*0* 1,0..11 . miuda 1,440 a I.'iO.i Moeda de robre 3 por 1(10 de disronlo. Discontu de billi. da Alfandega le, por 100 ao mer. lilein de letras de boas firmas le a 1 e {. /'reamar do a,a i de Janeiro. l.c as 7 boras e 42 m. dalsrde. S lio (i m, da manila. PHASt'.s |)A LOA NO MEZ LE JANE1K. Quart. min. a 3 s 7 oras c 'j'J m. da tarde. La Nora a II -- s 1 oras e Vi m. da larde. Qusrt. cresc. a l9--a fl oras 41 m. da larde. La rbaia a 20 ris 3 oras e 30 m. da larde. IIA K \N\ GOVERNO DA PROVINCIA. EXPEDIENTE DO DA 15 DO CORREXTE. Portara Ao inspector do arsenal de ma- rinha. para mandar faser os pequeos repa- ros de que precisa o brizne escuna Fidel 1- dade- que acaba de chegar das Alagoas. Dita Ao mesmo para fornecer ao com- raandaiitcdas armas as lanchas precisas para conduzir de bordo do bripue escuna de guer- ra Fidelidaite-Irinta e dous recrutas, viu- dos das Alagoas. | Dita Ao commandande do brgue escuna - Fidelidade para entregar a orden, do rom- mandante dasarmas os trinta e dous recru- tas que trouxe seu bordo da provincia das Alagoas. Olicio Ao commandante das armas, communicnndo-Ibe oconteudo as duas ulti- mas portaras. Dito- Ao inspector da thesouraria das ren-. das provinciaes auctorisando-o para mandar imprimir oorgamento da receita c despesa provincial para o anuo financeiro de 1812 i 1845. Dito Ao juiz de dircito interino da primea- ra vara do crme, diserido-lhe que contrete OS servidos dos dous africanos approhendidos pelo prefeito interino desta comarca c pelo mesmo a elle remeltidos com quem mais garantas offereccr submeltendo o contracto, que assim zer, a approvaco da presiden- cia. Dito Ao inspector geral das obras publi- cas, approvandoo concert, que mandou fa- zer na ponte dos AHogados, e authorisando-o para mandar proceder ao das quatro Molas da mesma ponte que seachAo arruinadas. Foi-memuito especialmente agradavel a ofTerta que Vm. fez-me, do mappa da ex- portacAo da provincia para flora do imperio , e dos globos em que vem especificada a re- ceita e despeza da mesma no anno passado ; e approvcito a oecasio em que lhe aggra- degoeste prestimoso ofl'erecimento, para lou- var o seo zelo, e pericia no desenvolvimento de to minucioso, e delicado trabalho. Dos guarde a Vm. Palacio do governo de Pornainbuco 1"> de dezembro de 182 Bardo da Boa-vista Snr. Antonio de Souza Reis. Dito- Ao commandante da companhia de operarios para prestar ao engenheiro L. L. Waulhier qualquer trabalhador servente, ou mandador que elle req-usitar para vigiar a obra da estrada de Santo Amaro. Dito A engenheiro L. L. Wautbier, communicando-lhe a expediego da ordem supra. Portara lomeando ao teuenente coronel TrajanoCesar Rurlamaqui para instructor ge- ral da guarda nacional dcste municipio. Ollicios Ao commandante superior da guarda nacional do Recife, ao comandante das armas, e ao inspector da thesouraria da fazenda,oommunicando-Ihesa nomeago su- pra. i-'O a. COMMANDO DAS ARMAS. EXPEDIENTE DO DA 12 DO COURENTE. OllicioAo Exm. presidente, devolvcndo- llie o recruta Antonio Jos da Silva por ter sido inspeccionado cjulgado incapaz do ser- vico militar, em consequenciade padecer mo- lestias crnicas. Dito Ao commandante interino da forta- tesa de [tainarac disendo-lhe em res posta aoseooflicio de seis do corren te que licavu de posse do mappa dos artigos blicos, e que a thesouraria flora recolh ida aquantiado *i.>7(>< res que remollera, resto da importancia de 10jf por que flora vendida a canoa velha da Fortaleza. Dito-Ao prefeito da comarca do Recife, res- pondiendo ao seo ollicio desta data, que acom- panhara dous recrutas, e dizcndo-lheque o de nome Joo Raptista assentara praga e tor- nava a ser-lhe apresentado para lhe dar des- tino, o de nomo Eugenio Comes Feitosa . por ter sido j escuso do servico o estar del- le isemplo por ser lilho nico de viuva e ter a seo cargo a sustentagao de sua mai, e quatro sobrinhas orfaas. Dito-Ao mesmo disendo-lhe que man- dara assenlar praga aos recrutas Antonia por- reta e Luiz Ignacio por em custodia a (a- briel de Souza por allegar* ser lilho nico de viuva, e sustentar sua mai e reenviaodo- Ihe Antonio Luiz, por ser doenle de bObas, cjulgado incapaz do servigo militar. Portara Aocapilao commandante interi- no da companhia de artfices mandando ex- cluir com gua de passagem para o deposito, ao primero cadete Joo Carlos de Locio e Al- meida. Dita Ao tenente coronel commandante do deposito, mandando que fosse recehido com gua de pasagem, o primeiro cadete menciona- do na portara cima. INTERIOR. RIO DE JANEIRO. RELACA DOS DESPACHOS publicados na corte no fauslissmo dia 2 de dezembro de 18il, anniversario natali- cio de S. M. o Imperador. CrSo-criizes da ordem de Aviz. O almirante Miguel Jos de Olivcira. O marechal do exercilo Rarilo de Villa Relia. Dignatario do Cruzeiro. O visconde de S. Leopoldo. Commeiidador da ordem da Rosa. Alexandre Antonio V'andelli. Commendador da ordem da Avz. O coronel de arllheria Jos Eduardo Perei- ra Collago Amado. Por servcos prestados na provincia do Para. Commendadores'da ordem de Christo. -Antonio de Lacerda Channont. Mareos Antonio Rodrigues Martins. Teen te-coronel Manoel Monz lavares. Olicial da ordem da Rosa. O capitn de milicias de Maraj Jos Fran- cisco Alvcs. Cavalloiros da ordem de Christo,, Conego vigario geral do Raixo Amazonas Raimundo Antonio remandes. Joaquim Rodrigues dos Santos, cap to da guarda policial de Santarem. Francisco Ignacio Pereira dos Santos Ma- cambira, tenente da guarda pocial de Sauta- rem. Joo da Cama Lobo Rentes, capilo-com- mandante do corpo policial da villa de Ohi- dos. Conego Raimundo Sanchcs de Rrito viga- rio da villa de Obidos. Capitode milicias, Martinho da Fonceca Sexas. Vgario da villa de Faro, Joao Antonio Fe'rnandes de Almeida. Antonio Rodrigues Itunamas capilo de trahalhadores de Ichilulia e Itailuha. Capito de milicias da villa dcRorba, Dio- go de Ranos Cordeiro. Vicario da villa de Manos Joo Antonio da Silva. Jos Ferreira de Mello capilo da guarda policial de Rararu. Major Jos Joaquim Romo de Almeida, que floi coninuuulaule da praca da villa de Macap. Cavallciros da ordem da Rosa. Joo Pereira da Costa da villa de Macapa. O capito reformado Francisco Peireira de Rrito, quefoi ajudante da praga da villa de Macap O alferes de milicias de Santarem Joo de Souza Paz. Jos Joaquim Pereira dos Santos Macam- bira alteres da Guarda nacional de San- tarem. Raimundo Jos Rebollo que floi ci- rnrgio ajudante do corpo policial da villa de Santarem. Dionisio Pedro Durier capito do corpo policial do Obidos. Gregorio Nazian/eno da Costa, que floi juiz de direilo interino da villa do Manos. Jos Antonio de Oliveira Horla capilo da polica da villa de Manos. Antonio Jos Rrando da villa de Ma- nos. Jos Maria da Conceigo, cirurgio ajudan- te do corpo policial da villa de Manos. Por servigos prestados na provincia de S. Pe dro do Rio (irunde do Sul. Commendadores da ordem de Christo. O coronel honorario do exercilo, comman- danle superior da guarda nacional, Joo da -Silva lavares. O coronel honorario do exercilo, chele de lefio da gparda nacional Antonio de Me- deiros Cosa. Olliciaes do cruzeiro. Coronel de cacadores Joo iNepomoceno da Silv;1- Al Tenente coronel de arllheria Copo ue Al- meida llenrique Rotelho. Dito de cavallaria Joo Fredenco Cald- wcl. Dito dita, Manoel Marques de Souza. Dito de cacadores, Francisco Jos Damas- ceno Rosado. < Dito dilos Francisco de Anuda Cmara. Dito ditOS<-Jao Francisco de Mello. Dito dilos, Joo Felicianno da Costa l er- re ira. .Major Antonio Fernando) Padlha. Olliciaes da Rosa. Coronel honorario chele de legio, Jer- nimo Pereira. Dito, Manoel dos Santos Loureiro. Tenenles-coroneis da guarda nacional , Francisco Peireira de Areu. Jos Joaquim de Andrade Neves', Joo Procopio Mena Brrelo, Manoel Perciro Vargas, Francisco Antonio de Menezes, Jos Correia da Silva Cuimares , Anbal Anlunes Maciel, Antonio Jos de Mel- lo Rraho e Vidal Jos do Pillar; Major da guar- pa nacional, Mariano Martins. Commendadores de Aviz. Coronis Jos Fernaudes dos Sanios Pe- reira c Salustiano Severino dos Rois. Cavaleros do cruzeiro. Majores de cacadores Martinho Raptista Ferreira Tamarindo, Ignacio de Sequeira Le- fio e Cruz, e Joo Carlos Reamnan. Dito do artilhcria Jos Ferreira de Aze- vedo. Ditos de cavallaria, Manoel Soares Luna e Casimiro Jos da Cmara e S. Dito de cacadores, Antonio Joaquim BaccI- lar. Dilo da guarda nacional, Pedro Nicolao Fercksling. Dito do voluntarios allemcs, Fernando K,,|Sli"t , vm l ('.apilaos, Joo Alejandrino Villas-Boas Coutinho Sebastlfio Brrelo Pereira Pinlo, Jos \nlonio Piulo, Manoel Cabial .Irancis- co Manoel Acciolli Jacintho Hachado B- tancourt, Antonio Jacintbo MachadodaCos- ta Freir, Manoel LuizOzorio, Jos Jacintho Pereira, Luiz Antonio FuraZ e Joo Luiz de Abren e Silva. Cirurgiio-mer, Chrislovao Jos Vieira I Cavaleros da ordem de Christo Majores da guarda nacional, Seralim Igna- cio dos Anjos, Manoel de Oliveira Rueos, A- gostnho Comes Jardim Joaquim dos Santos ! Loureiro, Tristn da Canoa Podroso, Mo- desto Severo Falho Vctor Jos de Figuore- ! do Neves, Joo Raptista de Mello Manoel lenlo Alves e Joo Luiz Comes da Silva, o depiitado ronimissario geral do exercilo An- tonio Candido Comes da Silva. Cavalleiro da Roza. Major de artilhcria Joaquim Procopio Pin- to Chicborro. N. B. Ilouvero mais alguns despachos pe- la reparlicao da inannha os quaes dcpoi- se ii.i publicando. Secretaria de estado dos negocios do Impe- rio em 2 de dezembro .le 1841. Antonio Jos de Paiva Ciledesde Andraih'. (Jornal do Coinmercio). MINISTERIO DV MARIMIA. Rebigo dos despachos feilos |cla secretaria dfl oslado dos negocios ta marinha no dia 2 do corrcnle mez anniversario natalicio du. Sua Magesiade o Imperador. Vice-almiranle o vice-almirante gradua- do Luiz da Cunta Moreira. Cliefe de esquadra o chele de esqua.ir*. graduado Joo Pascoe Grentell. Capito de mar e guerra o capito de mor c guerra graduado Joaquim Leal Ferreira. Capito de fragata o capilo de fragata; graduado Ricardo llaydeu. CapiUo-teiienle, o capilo-tcnente gra- duado Ralai'l Lope.-? Alijo. Priineiros-tcnenles os primeiros-tcnenle.t graduados Joo Paulo da Costa Nello Tilo- ma/ da Cimba Yaseoncellos Antonio Jos Pei'iHra Leal e Joo Manoel de Moraes e Valle.' S'gundos-lenenles, o segundo-lenenle gra- duado Genuino Augusto de Barros Torreo e < guarda-marinha Joaquim Francisco Chaves. Corpo de arlilbaria da marinha. Coronel, o coronel graduado Joo Jos da; Cosa i imentcl. (dem.) Contnuaco do artigo-Garantas indi- viduaos &c. DA l'ROPRIEDADE. O homcm civilsado senhor da sua pessoa - tambem o entende ser dos flruclos doseutra balho isto he ; dos producios que por su- as torgas ou arlilicio tem obtdo da natureza. Elle os consom para satisfazer < suas preei- ses para sustentar ou melhorar a sua existencia ; e so ha sido to laborioso ou hbil, to feliz ou econmico que tenha produzido aim do que pode ou quer consu- mir poo de reserva esse excedente. Em huma sociedade que ha feilo j al- gunos progressos, os productos assim aecumu- lados tomo di lio re ules formas. Alguns per- manecein taes quaes o Irabalho os obteve , ou modieou ; o segundo os seus diversos li- sos se chamo comestiveis combustiveis , vestuarios movis ingredientes utenci- lios, machinas Ac. Por trocas (lestes pro- ductos cada productor adquiro outros, que nao ero inmediatamenteseus. Rom de pres- sa se eslabelece !.uma especio que serve de medida commuin a loilasasmais e cuja tro- ca e aeeuinulagao sao mais commodas. Al- guns al se dispenso de a aivumular ; por que ceden) vanUjosamenlo o seo uso a aquel- los que a eniprego em repioduzir e reser- vo parles peridicas nessesproductos fnluros. Finalmenlepoivr.es de tena j productivas. e susccptijfeis de cultura, coberias ou por cubrir de habitaeoes entra.! RMSe nystemfl ge- ra| de trocas. . i t su junclamentc dos perigos anexos a toda a des- lealdad*. . (Continua). ,:.il)- t rritoriacs feitlis pecuniarias . uimas d ilinheiro producios maiHifaclu- i-a.Jos. <>ii natiiracs, lacs sAo as principaes for- nas, di: baiso das quaeshuiu homcm possuo i ii-'IIl'.s Jos lidos de seu trabadlo,, que nao eottSONie e aceuinula. Todos estes inicios, .v.'ja qual for a forma que hajio tomado na aramiularao -sao riquezas bsns eapi- ties. propriedades. .Reservar este ultimo rame so Sos dominios territoriaes he hum- lingoagom inexacta e perigosa por que <|iiem distingue este genero de propriedade de todas as mais nao Paz se nao comprometiera sus seguanla. Todos tern a mesma origem , tolos sao ou represHitaoexcedentes do pro- mucIo dos trabadlos sobre os consumidos, to- dos sao por tanto igualmente nviolaveis. Hu- ma porcao do solo he lumia base ou antes lium recipiente huma-.machina hum la- mente executdas pelos agentes hrazil iros na abita-! Kuropa nao-s. dando-Ihe publicidade; mas que pelo menos elle ser lnguido e o impe- rio nao potrera ehegar com hrevidade ao auge EMIGRACAO' PARA1 O BRAZIL. (.hamamos a mais seria at'enco dos nossos leilores sobjv os seguidles documentos : del- les se v o ocessahte desvelo lio governo fn- tas riquezas que. aproveitadas pelo aiigmen- |> rial em altrahir para o Bia/.il bracos iidus- to rpido de liorna popnlaeo livre e indus triosos que, participando as varita ens que triosa h?m de o tornar poderosa e respeitado muhipl railos esforcos nao se cuidar quaiito ames 'de chamar para elle o maior num ro possivel de bracos livres e industriosos b- as inmensas matas e rios navegaveis, seus variados producios halo raes, sao outras tan- imperio bracos livres e industriosos esteja empregando nos arsenaes otlicinas e obras- de grandeza, a que he destinado, se por publicas operarios escravos temo governo ja comegado por prohibir taes operarios em algumas estacoes: como porm ofFremos grande carencia de algtms ofiieiaes de officios mecnicos, como sejio carpinteiros pedrei- tjs cauteiros calafates, ferreiros, calctei- ros constructores de navios armeiros, etc., eumpre que V.., fazendo sentir essa caren- cia convide, p'ir hum modo indirecto esem oflereee -hum paiz nasrenfe aucmentem a entre as demais naces ; ao -passo que com comprometter a cousa alguma o governo im- t '. J.J- I >..,.;... .. ,.cc.n:..nc .I,...-..., ..:_:__ ..____ __ positivos e vantagens desde logo relalisaveis : 15 se to acertadas providencias forero, devida- l.oratorio : humas vezc eHa sustenta h id's manufacturadas, outraseticerra ou re- cebe substancias que se tornao productos pe- Ja assoca^o das forjas do homeni s (breas ila na tu reza. As leis para garantiris c acataren! o sys- lema das propriedades reconhccro o deter- iropa fcil i (i se luslria eciviiisacao dessas naces ; e ncm gens, nao poderem vir, seria conveniente hederaister ponderar os perigos que, para o sondar se quererio yir, fazendo o governo futuro cor eria o imperio, sujeito eniao a ser com el les o contracto de Ihes pagar as passa- gens para as deduzir da metade dos jornaes que elles viessem ganhar as obras-publicas , para que fossem engajados : de tudo V.... da- r informac/io ao governo para se obrar como fjr mais conveniente. Finalmente recommendo ao zelo de V.... e as trans- "presa de alguma naci poderosa onde abunde Efitando o embarquo de quanlos operarios a popularan se por veniura, oque nao he aprsentela, nao duvidanos'asscverarque,; mais possivel. roiitinuasse nelle a nitro hura entTQ de poneos ata ios teremos entre'nos de Africanos quer licita, quer liUmenle tiuma grande parte da.lasse mdus'irinsa que e hum serillo em que todas ns naces civi- superahonda mnellin muido, sepultada tfn Usadas se tem dado as mos para obstar a es- finalmente recommendo no z miseria por nimlernurm Ihe proporcione p.is se Ira'firo, e anertao cada vez mais as stras (pie procure obter iiiformares , miurao os modos e candientes das trocas ,: sage n para onde llie obn trauallto e laliSo medidas para o conseguir milla ao governo com as rellexoes pie a V.... arquisteoes transmissoes e successes, de su te que quasi que tio existe cousa-alguma ; competidores. ^>nc o hrazil ofterpee a emgraeao cor it-dci'iiiai.'os aprc> ilion ('.'Ssatileiiicul a>,iaivcoui na construido das nussio da fama niovel ou immovel e d'algiim valor cujo I mais c m .ores va:' t iei que i.enliiim 'ontni na n*Ma rtsiaao hum pmj'cto de le que nao embarcac.ic.s de guerra e seu equipamento, proprietario se nao possa assignar com ex-'estado da America salta aos fdhas de lodo'a- pe anda ser discutido masque sem du- sobre os meios mais apropnados de se faze- cepcao ao menos d'hum pequeo .numem de | qucllc que tem mediano conh.-.'im.Mito (*et>vi.fa osi-r, propondo meios de promover rein estra l.is solidas e duraveis ; sobre o me- casos. que, nao havendo sido previstos, fi- ffiafihiro-historico deslc rontinenie. PtWe i-olonisac^Uvre e industriosa no imperio, e lliodo boj.'mais seguido dse calcarem as dizer-se que elle oren pa a v.Hi.piarla d.-'to- f'.riido em sen prembulo rcllcxoes leuden- rilas das cidades : e etnlim sobre todo equal- dos os estados americanos-, pirque, alm de : tes a i destruido os pcecoi ..--ios da mi'ir pier objecto que possa ter alguma applieacio se gastrmenos tempo pira \ iraqu de qal parte dos i.ossos lavrado es Isse projccio, e ntrenos.' quer ponto da Europa nao ha nesta nave- as ditas rclle\ocs que remollo a V.... serv- O que ludo participo a V.,.. para sua mtcl- cao leligmsos. Para lodo os ina isas leis tem designado o proprietario actual e todos os propiietarios futuros : ellas tem decidido so- bre as diversas transmissoes as questoes que i equidade puramente natural pedera achar problemticas. Ivste syslema pelo qual a or- deni Social se tem desenvolvido e aperleicoa- du he boje o mais estreilo dos laces que iinein entre si os habitantes d'hum inesmo pa- i/ e al diMliversos. \ |uo|)iiedadc funda a independencia ; por {lie medida que o hoiiiem accnmiila e fecunda os Inicios do S3U Irabalho mais dis- poe de suas faculdades peaseaes lizicas e mo- racs desprende-se do jugo das volitados pT- Mculares dos uniros houiens para s obede- cer as leis geraes da sociedaile. Por inslinc- lo e reflexo lodos-aspiramos a este termo ; e pot ;acaoos riscos de mar, cosas e portn a que le bao para V. mandar publicar nos jar- ligencia e cnmprini-ido. bem certo deque e preciso expor-se para ir a huiros lugares de naes dose paiz ..rtigos ledenles a ilest. uir continuar a dar pravas do sen presumo e ze- I0SS0 contiuenic, ncm ha t.io poheo que ex- j lamliem os prccon.'eilos que grassao na Tviro- Jo pelo servico publico. nermeutar intemperie de clima, epidemias pa contra o hra/.i ea ir convidando aemi-' Dei s guanle a V... Palacio do Rio de Jane- aortiferas e outras iolluencias loracs a qtie : grarao vhluniaria. Quando se compara a ro, em 24 de de/embrn de i840.iAurelia- 'lo mais ou menos sujbt&S s que rao para emigrara., europea am.ual para os Kstados no de Suiza e Oliveira Coutinhn. Sr.... atraparte Piihlbs da America com a que tem lugar para' (arcillar.Constando Ao governo de S. M. A lona extenso de rosta desde a J.at. H3 o lra/.il, parece pie a esses preconceitos he 0 imperador que em alguns consulados do S. at 4%\. ; a muhi|ilicidade de excelleutes devida em grande arte alalia que lamenta- Brazil se di f. i cu I lao passaportcs a individuos portos, a variedade de terreno que essa ex- | mos llums lo feriilissinio, hum clima igra- industriosos cpie tem pretendido emigrar para leoso aprsenla; o diverso clin-ia que oe-jdavel e sadio, inlinis producios naluraes o imperio, xigindo-se delles emol, iiienlos rece ; esculla dorecem-chegado a lbenla- onde a industria acha coiistaiite alimento, que nao |)odem salisfazer, e leudo o inesmo de civil e religiosa que se desfrurta em pen leriao convidado ou convidar o a emigreao governo limito a peito o facilitar e promover tude a "iiaidadc de concorrencia com os se taes preconceitos 1'oVem destruidos oppor-J'a emigracAo de bracos livres e industriosos oslo seja impossivcl ', que o maior numer o I naturaes emte a a especi d industria, sao, I tunamente tamo mais quanto be certo que para o imperio, como bem manifey.tou nas aisisa he mais sabia, e mais prospera a- na verdade. inreritivoi sutficieutes para que nnhm estrangeiro industrioso, tranquillo i circulares datadas de 7 de julbo de 185 i e de uella sociedade em que S-dao mais passos os emigrantes pretirao dirigir-se ao hrazil e morigerado tem viudo eslabe ecer-se no 21 de de/.enibio de I.SO, expedidas por esta araisso. Assim que o vocalmlo preprtedade j Oxa une os nossos ministrse cnsules, Brazil, (pie nao encomie nelle meios certas reparticao em que tanto foi recommendado para isso. .\ssitn que o vocanuio propriedade j Uxa a que os nossos ministrse cnsules I orazn, qi he liiinid'aquelles, que os verdadeiros tyran- tornera a peito secundar a, vistas do governo Ne subsistencia, e quasi sempre a abundancia, | este negocio, de ordern do mi'smo augusto nos nao podem ouvir sera colera; por que imperial ; favorecendo cada hum no lugar a riqueza, a protecca e a arai/ade dos Bi'a-1 Senhor communico a V.... nao soque deve em que reside a natural, tendencia daquelles zileiros, naturalmente hospitaleiros. Cun- | de ora em diante dar passaportcs graluila- povos a emigrar para a America pro pois, que N ., nes.e sentido eiom mente atlo o individuo de boa condiila c islas vistas, faca rellexoes amiudadas, j; pe- industrioso que quizer emigrar para o Hrazil , la imiueiisa. e ja inesmo verbal.men.e, seo- como que assim o deve Rr/er constar pela im- preque oceasioes se Ihe oflelei-erem, traus-j prensa, e por todos os modos possiveis, pa- miitindo ao governo imperial quaesiptcr pa- ra que di ,so se telilla coiihccimento: licando nos dt eolonisacao que poder co lier, ou (jtiae.s ; \ na inti'lligencia de que hum dos mais trabando anda tem continuado ap'ezar dos quer rellexoes que leiiil lo fin indicad.. | imporlanles serviens (pie dev fazer ao gover- esforeos do mesmo governo, escudo o me SemrJIhaiilenien e cbuveiii que V .. pcsqni- no de S. .\j. Imperial, he promover por to- ldes pa ten lei.i os limites do seu poder; por que senlf'iii que para seren plenamente se- nboros de lodos os homens lu mister que lanib -ni o sejao de todas as cousas. Ao as- pecto d'hum proprietario, anda d'aquelles , que os tem enriquecido elles tremem se Ihos nao se tem reservado os meios de o empobre- cer. O poder legitimo pelo contrario se for :Ilustrado sentir quecstaria em perigo no . nieiod'hiiina populacao miseravrH e quepa- Ihor meio de. conseguir-so to nielessante eaiidoe estudando todas as insiituictics itc- | dos os meios lieitos a relinda emigraga e a Ibes ganhar a aleicAo deve sobre ludo fa- ohjecto o promover-se na hmropa a emignicio Iboramentos maquinismos e arlefeics que : l'acila -la com cpianlo esliver da sur. parte. ira o i m per o ; iCnho de re- n a Kuropa tem chegadri a to alto ponto de per-; Oque communico a\.... para a devii Cmcn.An. > Dccsjando o governo impe- rial preencher o vacuo que lijeixa nos traba 13 a/.il a icssiiCiO do coui- merciode escrav s cujaiiitroducnlo por con- /er que elles tenhao alTerroao que possiiem. de colonos ule s para o imj o longo lie ser S"u roubador ser pelo contra- commendar-lhe que pro ure po devida no seu garante. Nao ha possoa alguma exeepcitodos la- drocs de prolisso que nao peca a repressao n iracnes fcicao remetta seus estatutos Modelos e uo bra/.il adequadas, em que laca conbecer quanto po- xplicacoes de modo que uo bra/.d se pos a dem lucrar os homens industriosos >ndo es- ; adopiar 08 (fue mais convenientes forein. So tabtlecer-sc ueste abencoado paiz e pidas dos roilhos particulari'9 ; e a isso se enderes-, li'.rmas que mais convenientes Ihe pare erein, -jo iuiiumeraveis leis. Ora nao he crivel , queo passo que se tomvao contra taes alten- lados medidas lao justas e vigorosas se qtli- /esse atribuir autboridade o direrlo de os cotnetler impunemente. Algumas vezes so execucao. Dos guarde a V.... Palacio do Rio deJa- neiro, em^fde novembro de ISlAure- lianodeSoiiza e Oliveira (loutinhoSr.... nenos' lleve racrecur O sed cuidado tudoquan- lo ponsa concorrer paira nedior edu-aiao pri- Para o Sr, Ministro d.. Marn ha.lllm. c que em ilfflr de se di:-"ireii m paia os Ks- niaria ; secundara da nossa mocidade iiTla- l'Aiil. Sr.Constando que em alguns pontos lados-Unidos tantos emigrados >c transpor- : mentv talentosa; os incthodos inai.H* lroiiv- da EwfOpil exi-lein opciaiii.s de liill'crenles tem antes para o R.a/.il. Teudo pois, rauto em \ islas esteossnm- nn ndudos pela experiencia; os esiaiut. de ; ofcios, que de/.ejao emigrar para o Brazil , universidades academias e ryeos mais con- mas que carecem dos meios uecessai'ios para h decU'M.lo que o Estatlo nao poderia apo- (lerar-s.-: riitiin dominio privado se nao de- 1 'iis de ter provado a necessidade de Oappl- pto \. me communica i quaesquer ds \tv'nnados desse pa.z; e eniKm ludo qi.uto I pagareni a passagem e manlerom-se nos pri- que Hie occorre a resj cilo, euleudeudo-se possa adquerir a crea de materia t:io iiVleres- lambem com osoutros afentcs diplomticos swute nas relaces oue sem fmMa V ... te- na Europa, se preciso fr : podendo \ con- | r procurado com os htennos e prufessres de menos lempos em quanto nao sao empre- gados; vou rogar a V. Ex. se digne infor- niar-nie, se nao cuntir que taes operarios cara hum servico publico ; mas sendo o oro- vidar im'-sino, e insinuando 'Sii cidadaos in- tais c.tabelecimentos. sejo ali engajados pelos agentes brazileros pn.'tano vicviamente indemnisado e satis- dus liosos desse pair. a que emigreui para o Os mappas que leoho recehid dos ionsa;-Lparao seivico do arsenal da niarinha fazen- Hra/.il, onde achap. todas as vantagens e se- | les do imp-erio em dillerents pontos da Litro- i do-se com elles o contracto de se lhes pagar a rrra nrotccco da parte da {invern imperial. | pa e da America vao mostindo algiiui pro- ; passagem ede os empregar logo que Che- gresso nas nossa-. relaces (Otnincrciacs com as i guem a esta corle comanlo que de seus ven- cimenlos se dednza huma quota mensal ou senianahiiente ati; baverem pago ao gover- no o que esle tiver despendido com a dita pas- sagem. QuhuO isto convenha como me feilo. \ espoliacO. interdita por esta decli- racioera -uitrora amis rara deipielanca- va man o (wicr; maiso motivo que a repel- le applica-se iniiiediatameutc a lodasip.ian- tas se julgoii liienos ctuiveniente antever is- to he ; as bancarrota-v, as altrneles de moe- ili as lew retroactiva.'; os impostes exces- : IV).-. ou nial repartido*. Ss o poder supremo h conlrahido dividas p na rom par ciliares como se julgar dis- prosado .1 i- pagar elle que deve empre- gar a sna loica em f'a/.er cimiprir todas as na- isnliriga.-o:-.-. .' Saber, sediunm divida publi- ca nao Ira hum mal mfii grave be questao-nao de biJ0estiiiha aoexatne das garantas indi- vidua'^: por qu" lumia divida enorme pode rompi'.iiii ;tei a todas por mais dhiitria sorte. Masa prui'ipai ra>.io de nao a contralor lora irada du* periroi, que podem haver era nao i paga:. por innsequencia deve bastar-nos i iccoid"' i aqu a necessidade de a fisgar , l eos guarde a \ .----Pa acia do \\'m de Ja- neiro, em 7 de julbo de 1834. Aureliano de Sou/.a e Ohvcira Coulinho Sr...... diversas naces ; mas n.i' aiuda aquello que se devra esperar da'varda'de de nossas pre- ciosas pioducccs. Kslou persuadido que a cir.cvLAn Deve do o gmerno imperial j imperieico com ipiaindase limpaoe ensaco empregar toihis os meis ao si U alcance para os nossos algodet e calles e a atrasa a mani- promover ne-te impelios melhoramentos pulacao dos nossos assucares produzem em materiacs e moraes, de que he Siceplie] pande parle o Lunentavel elhito que indico . hum paiz novo, vasto e rico, c onde todo o al.'-m das liaiides pie por vezes se tem cncon- que pi.de c-oncoirer para asna pros-peridad.r j Hado nos pes s e quahdades ; escupios diver- e futura grandeza, se a-ha ou mnio em vo- SOS i xstem sobre estes assomptos lartcii- lirnienle quanto nos assucares C lavradores inliTcssalites inesmo das colonias podem meco, ou auida por crear, cunipre-me ie- commendar ao seo zelo varios ohjectos, fa- tendo algumas obacrvaees, de que \... se servii.;l i onvenieiiifinentl' pala pe'a sua par le nesse ponto da Kuropa onde se aeba . coadjuvar o governo imperial nos seus inten- te s, ser consultados Reiommendd. pois, a\.. me preste igualmente todos os CSUaflXmcntOS que poder oh er a este respcilo lano mais necessarios'quanto a culm a do rifle em Alge- lia e o assiuar de beln aba estao ameacan .o V... assim como todo o hornero poltico que i taes producces do uosso paiz icoriftiid ' mu" resulta nAo s das mais sim- i ottiar rom bflencao e sel iedade paTa > mturo Sendo certamente huma anomajia que hum lindado natural, se nao con-1 do nosso paiz, nao pode deiifer dereenhecer governo livre. e que procura inlroduzir no parece, \. Ex. se dignar inforiiiar-me tam- be m quaes os ollicios de que mais precisa o' arsenal, e quanto gaiihao diariamente Os olliciaesde taes otlicios se V. Kx. jtilga con- veniente que cu os mande engajar e quanlos de cada offcio. Dos guarde a V. Kx. Paco.' !2i de novembro de 1S41Aureliano d SiMK- za e Oliveira Coulinho..Sr marque/, de Paranagn. Do ;gual Iheor ao Sr. ministro da guer- ra- Para o Sr. .Ministro do Imperio. lllm. e Kxm. Sr.=C(.iistando que em alguns pontos da Kuropa exiStem opera res de dill'erentes OfCIOS, que di.-.sejn emigrar pararan Hiasil mas que carecem dos meios necesssario s pa, , _... 7SSSSS p manterem-se nos pri-' commeltidos por tima sociedade numerosa que! sorpreliendc sso, porque na verdad? ei| mes- ite vespera da sua queda. Fazer liunia tal ... .__.. ___M. ....IdlnnmivnU m A. kllAMllAA t* k/lft mu < I 1 ' 111I I i, k I 1 lim Vlltlt lltVjff' s-vou robara V Fx. se digne inlbrmar-nie commottidos no centro da capital a luz do meio dia. E por ultimo o mesmo general Rosas mandn suspender es'sas degollaces . expedindo nin decreto com data de 51 de pagarem a passagem meiros do:., se nao convir que taes operarios sejao ali engajados pelos gentes brasiletros para as o- bras publicas que corem por conta da sua re- partido fasejido-se rom elles o-contrato de se lite pagar a passagem, e de os empregar lo- go que ebegem a esta corle, com tanto que de setts vencimentos se deduza huma quota mensal ou semanalmente at haverem pa- go ao governo o que este livor despendido com Quando isto convenha , uto (ittvidei dello em Montevideo, at que tal- pergunta he supprque nunca botive verdu- lei cotn pessoas dignas de toda a f que o gos da hiunanidade sentados no Ihroiio. presencial o : boje lie este acontecHiiento mu > .Mas < resposta he fcil. Se o general Ro- lado ollicial e sei que mu i tos olliciaes das'sascommeltesse esses erros de repente sem esquadras eslra'ngeiras e tnemliros mtii ele- previamente se ter proparado claro he (pie outubro de 1810. que (ai publicado na Ga-, vados do corpo diplomtico O cominunicrao sublevara' con Ira si huma puvoncao activa, zeta Mercantil dosprimeiros dias de noven.-ja seus governos. 0governo imperial lata*[unida!, oliera de vigor, ctosadeseusdreitos. bro onde todos podetn le-lo no qual deca- i bem deve ter conheciinento delle. Porm nao acontecen assim ; depois do can- ra que a irritacao popular (causada pela iti- Mas ha anda ootros lacios que reelamo a : saco e das guerras da revoltillo; em 11 anuos attenco das pessoas que inllueni nos destinos de governo absoluto,' foi potico a pouco acos- doBrazjl e de lodos os Rraziloiros, porque | turnando osen povo; foi-se livrando, a prin- so Caractersticos do horneen e do sen syste- i cipio pelo desterro e de|>ois pela niorte dos vaso do general La va I le) se tinlia maniies- tado por vingancas Uto terriveis como natu- raes as quaes nao era possivel conter em un como marcee"1 V Er'sTdig'nar^nVol'mar- povo'tao indignado sem pd'r o seu beroismo. ma. Apoiau-se lanibem em documentos ol seus principes adversarios ; derramou entre , tamlu.m ,.ae ns oflicios de nue mais se! a sua lealdade eo sen patriotismo a Una pro- ciaes metambem quaes osoflicios de que precisa ; e quanto ganharo diariamente os respectivos olliciaes ; se V. Ex. julga conveni- ente que eu os mande engajar, e quantos de cada oflicio. Eu julgaria acertado que V. Ex. se dignas- se insinuar acamara municipal desta cidade e aos presidentes das provincias martimas, o quanto seria conveniente que esta medida Ibsse igualmente por ellos adoptada. Dos guarde a V. Ex. Puco S22 de novem- bro de f Sil. Ai r lianode Suti/.a e Oliveira Coulinho. Sr. Candido Jos de Araujo Vi- aitna. ( Jornal do Comnicrco) e sao tuna prova irrecusavel de que digo todos profundas e variadas desconfianzas e va incompalivel com o que exige a sua | pria conservadlo...... Que he lonvavel ma- nifestar o seu vehemente patriotismo por un modo to ardenle como fez aquello povo....' - a verdade O general Oribe escreVe do seu quarlel ge- neral em Metrian com dala de 5 de outu- bro oseguinte: Osselvagens unitarios, econclue mandando que todo o individuo. quem quer que lor que atacar a propreda- que me enlregou o coinniandante Sandova eque sao Marcos Avellanada, intitulado gover- de dos Argentinos ou dos eslraigeiros re>i- nador peral de Tucuman, o Coronel Yillela, o denles no paiz, sem ordem expressa o por com mandante Luiz Casas, a major Gabriel escripto ptfraMefin, emanada da ftutorjda- de competente soja considerado como per- 0 BRAZIL KASREIM P.I.1CAS 1)0 RIO DA PKATA. CARTA II. Disse na minlia primeira carta que aqui se ignoravao quasi lodos os tactos ueeorridos em Bucnos-Ayros nao exceptuando inesmo turbador da ordem publica e castigado Co- ciliados na forma ordinaria excejrcao de nio tal. Depois de IcrrSB este decreto nao se pode dtiyidnr que o general Rosas, nica juitnri- dade competente, mandn fazer essas rlegol- laees e violencias que elle mesmo chama , ollicialmeille v'uuiaiioas naluraes actos de beroismo de lealdade o de patriotismo ardenle. A pi'opriedadc nao he ali mais respailada do que a vida dos hom-ns. A' minlia sahi- Suarez oeapilo Jos Espejo e o 1" lente Leonardo Sou/.a, l'orao iininediatatiu'rile exe- Avullaitada, a quem mandei cortar a cabera, que Ser exposta em tuna praca publica de Tucuman. 0 mesmo general Oribe he quem o diz em mu oificio que publica a gzla olli- cial do general Rosas. Anda havera quem dnvide do fado? 0 general Ada foi sitiado por forcis do ge.neial llosas commaiidadas por Pacheco , na ciclada de S. Juan provincia de Cuyo Resisti vivamente mas oHreccu por iiin da de Buenos-Avies chegavao a 17o as estn- capitular declarando expressamenle na ca- os que vem transcriptos as folhas daquella | cias (fazendas de gado)conliscadns de (|iie eu tenbo noticia e na (lcela Mercantil do me/ de OntUbro de RU em (liante se pode vera imniensidade de vendas que se teni feilo em IcilAo de propriedades d" unitario;, enjo p "- duelo que monta a alguns niilbes de pesos do ftnpol, figura as comas da IhesOurarla do general losas : nao o conlteco pessoalme:.- geral. Tildo isto sao tactos Olliciaes. Ku te. e nunca Iratei lamhem de o coiihecer ; j mesmo assisli a dous desses leiloes para ver iielle nao recebi favor nein ipjuria e perma- com os meus olho> o que *se passava neci senipre longe milito longe dos part- cousas que causfio indignacao .i todo Declaro porm francamente cidade. lie isto una verdade. eso essa igno- rancia pode explicar o erro em qre eslo qua- si lodos a re.speito dos governos de Ruenos- Ayres c de Montevideo erro que me parece necessario destruir. Inull he |ierguntarem-m se son iiimigoj dos argentinos. que deteslo os seus principios de govern;j e os seus actos olliciaes e pblicos. He tal o hor- ror que elles me causao que me parece que nao se pode ser hornero de honra de prohi- dade e de moral sem aborrece-los. Anda e vi o 00- racAo Ik'iu formado. OBjectosde luxoejoias vendio-se pela centesima parle de seu valor, porque os nicos compradores efao os niem- bros da sociedad i que degollava e aquel le que olereeesse mais do que elles olfereeiao era reputado unitario e perseguido como tal, assim o nieu que nao me odo de expriniir-me provara de modo que ningiiem disputava os seus lan- ni deixei cegar e que nada exa- gerei cerca do governo do general Rosas. Os seus actos provados autlieiilicaineiile SAO os que bao de fallar e por elles ser julgado ees. O general Marsilla, cimbado do gene- ral Rosas era sempre o principal compra- dor. Se da violaco daquelles direitos volver- Em Ruenos-Ayres ha j niuUos minos que mos os olhos para a violaco dos djreitosrfa desa pparec'ro completa mente lodos Os direi- guerra horror involuntario gela o coracao e tos que constituein a base das sociedades hu- manas : a seguranza das vidas ^ das proprie- dades he colisa que ali absolutamente se des* conhece. Durante a minha residencia naquolta cupi- lai (sahi (Cal em dezembro de IS1II) Ionio degollados, as piacas e ras publicas, quin- ze individuos. Desloa conservo as minlias eiiica oscaiiellos. A dogollacao dos prisio- neros fsto he a degollacao dos seus contra- rios, he o dogma do general llosas e dos ge- neraes ipte comnrindo os seus exeicitos , isto quando evidentemente proeedio os seus orinen te na cidade de (/irdova cujo governo nhnigos de um modo inleiramenle dislinelo. nao leve aprecaiicodesuppnmir aquella frase; piliilacaoque a sua vida e a de seus compa- nlieinis seriao poupadas. AcceitoU o general de Rosas as condie/ies proposlas por Acha e eiilregou-seeste no dia 21 de agosto como consta da parte ollicial publicada na Gazela de Roenos-Ayres de 21 de outubro. A sua vida, garantida pela caplulacftb f respai- lada smente at lo de setembro em cujo da o general Pacheco oniandou decapitar e ex por a sua cal teca eomo se v da parle olli- cial transcripta na mesina gazela. Os 2o dias decorridos desde que o general Acha se enlre- gou at que foi fra e brbaramente sacrifi- cado mostreo que a sua niorte foi o resulta- do de ordena recebidas pelo general Pacheco , e o corrobora o laclo seguinte que lie o mais uotavel. A paite de Jos Santos Ram- rez, avizando a entrega do general Acha, termina pela seguinte frase : Assim beque ludo est em nosso poder, mas perdoadaie garantidas as vidas dos rendidos. Na publi- caeao ipie o general Rosas mandn fazer na k Gazela Mercantil suppriBiio inteiramente essa frase, para oceultar aos eslraigeiros (porque esse he o seu syslema ) a atrocidade da degollacao do general Aeha cuja vida es- lava garantida por huma capitulaba. Esta .arte de Ramrez tinhasido publicada anteri- Os tactos sao i nco'u testa veis. O general Lavalle tomn por assalto e a notas os nonies de D. Francisco I.vnch coro- Torca de armas a cidade de Santa T entre- neldo partido de Rosas ; de D. Sixto Quesa- i gan.lo-se toda a guamicio disenco e sem ik, coronel reformado e corretor de numero ; | capituaeAo algiuna. Ali fo rao fe i los prisio- doSr. Oliden : do Sr. Masson e do Sr. llar-; neiros .general Garzn, o coronel Acuna liui, subditos inglezes ; do Sr. Riglos ; do Sr. obfvga subdito poritiguez e fazendeiro t\- co; do Sr. \arangot subdito fraiicez e ne- gociante abastado. Nao pude saber, os nonios dos outrossete, mas vi seus cadveres mu- tilados como virio todos os habitantes de Ruenos-Ayres, e nao incluo no numero ao Dr Manuel Maza degollado na Sala dos'Re- presentantes, (Kirque eslava eu entio' fofa da capital e quero Tallar smenle daquillo que vi. Durante a minha residencia em Buenos- Avies, vi perseguir de roa em ua e de ca- sa em casa como se persegue um animal feroz, a urna senhora devinte anuos casa- da, em'estado de gravidez mui adundada, a qufm se quera degollar! Eu a vi expedida de niiifas casas onde quera refugiar-se e 'aolnpanhei-a a duas dellas e vi linalmenle pQSta a premio a sua Irania de cabellos se viesse com pelle e osso !.... Essa infeliz se- nhora pode escapar sanha dos monstros . e eu live o trazar de encoutra-Ia algum lem- po depois em Montevideo. o teen fe coronel Gmez e outros cheles e olliciaes. Nenliiun nem um sdelles, foi sacrilicado. Dous mezes de;"is derrotado o general Lavarle noQuebratlfo, temendoque seus soldados vencidos se vingassem malaiido na fuga aquelles prisionei'.os. inandoii-o.. m- boiii em liberdade, l'azendo-os Acompaiibar por um ollicial seu para proleg-los. O olli- cial Cntregou os prsioneiros sios e salvos. ao general Oribe, e querendo retiraf^se foi ali mesmo niortoa lav.cadas !... A morte des- te ollicial be fado provado. Como ha attentados que por sua enormi- dade nao sao fcilmente acreditados, relerr- me-hc aos proprios documentos do general Rosas. Recebi em Montevideo a Gazela de Ihienos-Ayres de 21 de outubro, que con- ten as partes olliciaes dos ltimos triumphos dosgeneraes Oribe e Pacheco. O prinieiro conclue o seu ollicio com esle paragrapho : a Entre os prisineiros achou-se o traidor sel- vagem unitario coronel Facundo Barda que foi inimedialaniente execulado com onlros traidores, intitulados olliciaes de cavallaria Vi |MU-esse mesmo lempo senhoras do maiorje de infanleria. He o mesmo general ven- res|.ctlo acommetlidas aporta da igreja da | cedor quem lallfl : ofactopois he iii.luhitaveL Meic, B ju-egando-se-llies na cabeca peda- mos de baeta com breu a fervor que traziio em caldeiras de lata Simiente porque erao tilias em conta de unitarias. Algiimas passou me tem dito que tal vez o general Rosas gnorasse estes attentados hor- rorosos. Em Buenos-Ayres nada se faz que /.. general Rosas ignore. Esses attentadwsao Com esse eoronel Borda commelleu-se o | como he que 1 horrivel excesso de cortarewF-ihe as orelbas., salga-las e remell-las o mesmo Oribe filtra do general Rosas, joven de 22 anuos e sol- telra/, que iw Mnservava e mostrav* a to- das as pVssuas que l'requentavao si us saraos, Este lacio 1180 he acreditado segund me dizem por milita gente desta corle ; nao me o impressode Conlova chegau a Monte-vido; ali se denuncien a soppressao e duvidando tnk'. tanta perversidade procure ver com meus proprios olhos aquello impresso e com ell'eito o vi na loja delivros do Sr. Hernndez, ra de S. Pedro daquella cidade onde ntiis- ta-me que tambera o vio o nosso encarregado de negocios. A sup|.res#ao feita pelo general Rosas do pa- ragrapho em que se Ihe aununciava estar ga- rantida a vidado general Acha prova que foi elle (pie o mandn decapitar, e que seu intento he engaar os governos eslraigeiros, fazen- (|o-lhes crer que as atrocidades que se Ihe imputoslo calumnias dos seus inimigos. Depois deste esboco, mui resumido da conduela publica edos actos olliciaes do gene- ral Rosas podero arada por emduvidaas pessoas que inlluem nos destinos do Brasil e todos os meus patricios os principios do seu governo ? E nao duvidando ti reeoihecendo quaes sAo podero inclinar-se a ligar a sua poltica com hum semelhante governo:' O imperio hrasileiro a morada da mais ampia e i-Ilustrada liberdade civil que existe no con- tinente americano, este imperio representan- te dos principios da legalidade e da responsa- belidade nos governos, cortejar a amizade ile liinn governo cujos principios sao dicta- dura osangiie a coiieuleacao de lodosos direitos a que aspira o h >meni ? Alguna patricios meus lem-mu pergunlado a ser tal como o pintad, se tem sustentado. Causa-me assombro >.- mellianle perguita parque nenhttm sentido tem. porque nada Significa. llosas sustenta- se como seSOStetllariO ero em Roma Dio- nisio em Svracusa P.obespirre na Franca . !. Francia no Paraguay ; como se suaten* lao todos os (vannos que >ao omnipotentes com ellas a destmiao ; subievou as classes mais inlimas contra as classes principis |- songeando itobreza" daqnellas com a fortuna destas, c concluio libertando os escravos com a condieao de persegurem seus senhores t! as escravas para ipie sirve de concubinas a sua tropa. Dissolvendo desle modo' a sociedade he que o general llosas acha apoio as classes mais inlimas como acuario e pelos meamos meros, todos os governos semelhantes ao seu. Foi-me perguntado lambem, e por pessoas de sao juizo e de .rila posicjio social, como he que respeitao o general Rosas e simpaliso com elle os governos europeos que tem agen- tes pblicos a seu lado:' Esta pergunla he mais especiosa que a anterior mas lambem he de fcil solucao como mostrarci na minha ter- ceira caria. Hrazileiro Monarchista. (Jornal do Coimnereio.) ^REItR. No dia lodo correnle no occorreo novi- dade. Parte do di.1 11. Illm. e Exm. Sr.O eommissnrio de po- lica dodistrirtodaribeira participa que hontam pelas 11 horas da non le fora gravemente fe- rido na cabega o pardo Janunrio da Silva lle- go d'iuna encelada que Ihe derfl nutro pardo de nome Pedro |>or alcunha -grande -sol- dado invalido pelo motivo de ihe liaver o di- to Jan tiario perguntado com que authoridade o quera reconhecer, hradando-lhe quem vem la ? em occasiao em que elle hi pacifica- mente andando seo cannnho ; e que che- gando ao mesmo lempo elle, comniissario ao lugar de.i le acontec ment o dito Pedro o ameacara com seo ccete, e se pozera depois acorrer, prtelo ouvido apilar para a pa- lmilla rondante. Procedeo-se autodevis- tora no corpa do dito anuario para ter o conqtelerite destino. Nao occorreo mais novidade. DECLARACO'ES. AI.FAN0EGA. A arriMiiatlacao das Sardinhas Tica trans- ferida para hoje, lodo correntc ao meio dia. C0BRF.IO. O hrigue Tcntaco. recebe a mala para pa- ra o Maranhao hoje( lo ) as itiorasda Urde. f.OLLF.C 10 PERNAMRL'CANO. I.\ BOA VfRTA4 N. 6. As aulas do Colicgo Pernamhicano acham- se ihertas desden dia 7 do cor rente Janeiro. Todos os preparatorios que a lei exige para as Academias de Direitoe de Medicina do Impe- rio assim como para as pessoas que se des- linam ao commercio Sin ah ensinados , desde primeiras letras. Os professores das diversas disciplinas sao de mu distincto m- rito. Paracouhecimenlo da regularidade dos es- tudos, e do rgimen interno acham-se pa- tentes ao pablico os estatutos do esUbelcci- Uiento. Sao admitlidos alumnos internos pensionistas c externos. meio A V I Z O S DIVERSOS. __ Xo dia 6 do correte apnarecdi um ca- va! o no lugar do Barro Vermetho frefjuesia do allomado ; quem lor se dono dirija-se ao mesmo lugar a caza do Comihissario de Po- liria Jo Olymj.io Baptista. C7* Arreiula-se o sitio denominado Al<*- mio na llitua limites do Engenho Uchoa , Com una Engenlioca moenle e corren te com canas para moer cujo sitio tem matas epor- lo de embarque ; quem pertender dirja-se a Ba da ('.loria Sobrado D. 50- Quem precizar de urna ama de leite por pceo cmodo rlrija-se a Forade Pollas la- do esquerdo D. HH. ^r A- Of Lava-sc, o oi!i'onuna-se com toda per- Icuau a com a maior brevidada possivel: na na ra do Amorim no priineiro andar por cuna da ioja do polieiro. 5C/" Alugo-se casas terreas novas com quintal cacimba e lodos os inais coininodos para familia citas na Trempr- : quem as pretenderdinja-seacasade F. A. de Oliveira, no Atierro da Boa vista. t^" Arrenda-se, ou vende-sc um sitio com cercas de Jimoeiros com loo ps de laran- goiras e outras fructeiras e boa casa de vivenda no lagar do Rarhalho porto do rio por prego commodo : a tratar no mes- mo sitio ou no do Hospicio do Ex.""' Sur. Conselhciro Presidente da Rellago com a "Senhora I) Maria Joaquina de Macedo. l~r Os trastes da Ioja da ra eslreita do Rozara 0. 51, passaro-se para a ra da Florentina para a casa de J. Reranger, aonde os l'roguezes da dita Ioja se podero dirigir que sero sempre muilo bem servidos tanto em obra como em prego ; assim como se vende cadeiras de palhinbas americanas camas de vento de rmago e sem ella muito bem fcitas a 4500, ditas de pinbo a 55oo pinito da Suecia com 5 polegadas de grossura e dito serrado marquezas de condur mezas de jaular e mu i tos mais trastes que se venden) mais barato do quem outra qualquer parle. l^f Quem precisar de um padeiro branco chegado prximamente de Lisboa, lano pa- ra niasseira como teihJedeira dirija-se a ra dos Quartcis 1?. 5 ou annuncie. ^j' Faz-se publico pie o original dos Es- latulos daSociedade Palense para o em po- der do Yice-Rirector actual desde o dia 12 do correnle. Ey Precisa-se de urna ama para o servigo de urna casa de um homem solleiro e ven- de-se una escrava de idade de 12 a 1 i anuos: na ra do Raugel D. 7. s^~ O Professor particular de lalim no principio da ra da S. Cruz da Roa visla, casa del'ronte da venda do Sur. Lima scientilica aos pais de seus alumnos e a quem mais convier que elle comeca a sua aula no dia 17 do correte : tambe: propoe-se das duas horas at as 0 da tarde a ensillar particular- mente em algtimas casas at o numero de 5 alumnos, em pregando todo o meio que llie he possivel para o bom adiantamento desdes . assini como lem empregado no espaco de 4 anuos para com outros que lem sido assiduos em sua casa; a quem convier dirija-se a ca- sa a cima ou annuiicie. ^f Aluga-se a sala com alcova do pri- meiro andar da casa do beco do Peixe frito 1). 5 propria para cscriptorio ou Jiomem sol- leiro : a tratar na mesma. $-?* Quem annunciou querer dr 2oo,y rs.'l a pronto de dous porcento dirija-se ao mu- ro da Penha da parte do nixo casa D. 15. st Luiz da Costa Leite roga encaressi- damente a quem tere a bondade de roubar ao aniiunciarite no dia 21 para 22 de Dezem- bro p. p. que por aquella couza que mais estima quem quer que oi em sua Ioja na ra nova ao p da ponte lado do norte , a penltima por favor e humanidade, re- parta com o annunciantcametade ou o que Re paresser, sendo pelo menos os pa- pis que lhe levarao junto com as sedulas, cu- jos papis nada podem utilisar a quem os le- vou ou delles souber, cauzando todava a falta delles bastante encommodo c prejuiso, podem enviar-lhos em carias ou como quise- rem, de modo que seja entregue delles e em una sala de detraz, oozinba fora com 2 amtelo no tereciro andar, se vende to- quarlos, quintal e cimba: a tratar na ra das as qualidades de doces seceos e de calda do Rangel I). 6. I mais hem feil possivel por atacado e a Quem achou um alfinete de peito. obra' retalho enfeitao-se hcelas de toda a moda com uma pedia ou for offerecido que se quiser com mais ou mecos riqueza Lj- do Porto a vfcnd uma iiie do Serigad no segundo andar do sobrado cas damascos, uvas, de 5 andares-, quem o apprehender e quiser reslituir leve a dila casa que ser cailo. 10, com urna peura uuiui miiiwuu.|ui,^4>ii^i ,*,.,.., ....., ..~~ .--,------, a, {>ois julga-se ser furtado de cima de: tambem se preparo bandejas de (Vuelas a tesa na rua Direita defronte do beco moda da Europa com pecegos peras, ma- iaaa. no secundo andar do sobrado cas damascos, uvas, ligos, e todas as gralili- A V I S 0 S M A II I T I M S Pvitv o Pomo saldr at o lint do corrente mr-z por lor motada de seu carregamenlo a bordo o bem Conhecido Rrigtte Portuguez Mara Feliz Capillo Antonio Luiz Gomes : quem no rnesmo quiser carrogar ou ir de passagem entenda-se com o Capito na praca ou com son Consignatario Antonio Joaquin de Souza Ribeiro na ra da Cadeia do Reeife. Paia o MaanhaC al o lim do presente mez iahir o bem conhecido Hrigue Escuna Lau- ra pregado e forrado de cobre lem gran- de parle de seu carregamenlo engajado -, pa- ra carga e passageims Irata-se com o Capitn, ou com Firmino Jos Felisda Rosa na ra ila Moerta N. 141. Paiia o Riode Jaxkiro com toda brevjdade o Patacho Nacional Vlente ; quem no tnes- mo quiser earregar ou ir de passagem per fre- les coinmodos dirija-se a Paiva & Manoel , na rua de Apolo contigua ao porto das canoas do Recife, ou a bordo ao Capito Ignacio Xa- vier Pinheiro, del'ronte da Uingoeta. ' LE LO EN S. tzs* James Crahlree surtidas e propriasdesle mercado Segun- da fe ira 17 do correnle as lo horas da ma- nila era ponto no seu armazem da rua da Cruz. S~r Que faz Antonio Luiz Gomes por conta de quem pertenec-. Segunda feira 17 do corrente, no largo da All'andega de 4 pipas e 7 meias ditas com vinagre no estado em se acharan. COMPRAS. Cj- Um cordo ou corrente >de prala para relogio : em Fora de Portas n, 21 ou an- nimcic. \ Y E R DAS. ^STT" As Reformas do Cdigo do Processo Criminal, com a Sancrao Imperial ntida nipressao em papel superior, c cuidadosa- Jhe tirarem o medo, talvez ainda lhe deva licar obrigado Luiz da Costa Leite. SST A 12 do corrente indo-se da rua de S. Rento pelo caminho da bica at o Pisa , perdeo-se unscorazes de bragos de SenJlora com niuitos requilifes e os corazes sao en- carnados e bem encasloados em ouro que pouco aparecem : quem os achou dirija-se a rua de S. Rento em Olinda a entregar a viuva do faecido Sebastio era casa de Jo- s Theodoro de M o raes Lins que ser gra- tificado. 1^- Quem precisar de um rapaz portuguez para caixeiro de venda, dirija-s.: a venda del'ronte da ribeira da farinlta. i^f Precisa-se alugar um preto que cn- tenda-do servigo de padaria e tambem de um homem que entenda do trabalho de mas- seira : na rua Direita 0. 12. C7" 0 1.* Secretario da Sociedade Nova Pastoril partecipa aos Sr. Socios que hoje pelas 7 horas da tarde haver sessao extraor- dinaria. C/* D-se um cont de reis a premio de dous por cento com hypolheca a contento ; quem (pti:er annuncie. SZf Precisa-s? de um pequeo para ser caixeiro no njatto : na na da Cruz . 51. mente correcta : na Praga da Independencia n. 57 e 58 : prego 200 reis. sr^* Folhinhas de porla ditas de algibei- ra com variedades dilas de dita com' alma- nak mui correcto dita Ecclesiaslica ou de Padre ; todas por prego mais commodo que em outra qualquer parte impressas em bom papel e lindo typo : na praca da Indepen- dencia Ioja de livros n. 57 e 58 na rua do Cabug Ioja do, Sr. Randeira na venda da quina defronte da Igreja da Madre de Dos, na rua da cadeia Ioja de ferragens do Sr. Mo- raes e que ja foi do Sr. Quaresma defronte da Matriz da boa vista na bolica de Sur. Mo- reira eetn Olinda na rua do Amparo boti- ca do Sr. Rapozo. ^C? Arte de Antonio Pereira Novo me- Ihododedita, pelo dito, Sin laxe de Dantas, Selecta primeira Magnum Lexicn Cor- nclios Fbulas Saluslius Eutropius Ti- to Livio Horatius Virgilius, Arte Potica de Horacio, Cicero deOfliciis, Orages de Ci- cero Ovidius Minili Grammatica Latina de Maia : na Praga da Independencia Ioja de livros N. 57 e 58. cr Lina preta do gento de Angola ladi- na de idade de 22 anuos com uma cria de 2o dias a negra cozinha ensaboa e serve mnilo bem para ama de leite por ter as qua- lidades necessaras : a fallar na rua do Reg D. 5 visuho a Igrja de S. Jos. l^j- lima preta sem vicios nem achaques , ainda lineal : na rua da Aurora D. 0. Cy Na rua da senzala velha na Ioja da casa em que mora o Sr. Manoel Luiz Gonsal- ves v-ndem-se cadeiras de Jacaranda, ditas todas as mais qualdades quer da Europa como do Bra- sil com as suas folhas competentes que pa- recem que sao frutas tiradas das arvores. 3^- Superiores charutos da Ilavana : na rua do Vgario D. 55. E9" A arniaeao e os pertencesde uma ven- da eni muito bom local para o mesmo es- labelecimeuto: a tratar com Bernardino Jo- s Monteiro na rua do Sebo bairro da Roa visla. S3~ Erna venda com poneos fundos, e tem com modas para morar unta grande fami- lia assim como 4 pipas e duas quartolas , na rua do Padre Floriano na quina que volta para O assouguinho: a tratar na mesma. s~r Em molequo de idade de 2o annos pouco mais gu menos sem vicios nem acha- ques de qualidade alguma :. na ruada Cadeia do Recife Ioja de Joode Carvalho Magalhaes. hs t? Filas novas de setiin lavrado para guarnico de vestidos leques finos com plu- mas agoa de colonia de superior qualidade, carteiras grandes proprias para viagem, esto- jos para homem caixinhas de costura para senhora thesouras caivetes navalhas de barba medidas para alfautle, sapalos de marroquim para senhora linba de carrilel superior a 5o rs. fsforos infaliveis a io rs. a caixa e outras limitas miude/.as por prego commodo : na rua dos Quarleis D. i Ioja de- fronte do beco da Pol. s^r Douscaixilhos envidragados proprios dar se botar miudezas 5 as o 1 ontas D. 18 lado do nascente. 3~ Potassa da Russia de superior qua- lidade em barris grandes e pequeos u di- nheiro e a praso com boas firmas : cni casa de Joao Rulino^la Silva Ramos rua do Hos- picio sobrado de um andar defronte do Coro- nel Rrito Inglez. S^- Duas loalbas uma com lavarinto em roda e outra com dito mis pon tas e dois pa- ninhos com dito : tambera marca-se a 10 reis a letra: na rua dos Martirios D. 0. lado da Igreja. ^ s^T l m rico apatelho de casquinha com dous bules um assucareiro e uma leileira , salvas de casquinha grandes bordada de piala casticaes de casquinha, salvinhas com g em sacas c barricas : na rua da cadeia do Recife da parle do beco largo N. 58. C7" Uma venda que vende tanto para o malto como para a trra com cominodos para morar familia, a dinheiro ou a praso com boas firmas /> na rua do Rozario eslreita D. 5o : a tratar na rua do Cabug D. 5. Si?* Sacas com feijfto mulatinho por pre go commodo : no pateo do hospital do Paraso venda D. 21 S27- 500 e tantas barricas vasias parte promptas para assucar e parte com alguuv deleito, por prego commodo e com alguia praso : no armazem de vender poe bolaxa , junio ao arco de S. Antonio. tlf Para lora da Provincia por nao que- rer servir a sua senhora um escravo crelo, de idade de 14 anuos de bonita figura mili- to sadio sem vicio tem principio de co- zinha faz todo o servigo de una cusa e as compras diarias e he muilo deligente : na rua Nova lado do norte no segundo andar do sobrado . 20 onde tem o Gabinete Li- terario. tz?- Para fora da Provincia um escravo crelo de boa figura de idade de 5o anuos : a fallar com o 2." Commandanle Geral, no thiartel de Polica ou em sua casa na rua do Fagundes. ^tsr 0 Correio do Norte se achara as duas horas a venda no escriplorio da Typogralia Imparcial rua do Colegio I). 12, e na rua Nova Ioja de livros do Sr. Rcz 1). 15, em maior formato, e papel lino. Tem um ar- tigo sobre as nossas relages com Inglaterra, outro sobre cada urna das nossas provincias , e outros sobre objectos de nteresse. tzf Cera para limas a 800 rs. uma es- crava de 12 a 14 anuos: na rua do Rangel D. 7 ; na mesma casa precisa-se de uma ama para o servigo de casa de um homem solteiro. espivitadeiras palmatorias de lalao ricas com thesouras e apagadores lanternas de cidro sol tas para castigaos , estojos ma- Ihematicos,, chales grandes ricos de ve- Judo do ultimo gosto tapetes capachos , bandejas rap princesa de Lisboa superi- or cha isson seqiiim a 584o dito isson a 25(iors. hbitos de Cbristo Cruzeiro, e Aviz lencos, meias e cortes de colele de seda selins inglezes para montara de ho- mem e senhora bicos linos e lilas de nim- ias qualidades, e todo o mais sortiment de miudezas : na praca. da Independencia Ioja n. 21 e22. de oleo sotas mezas ludo do ultimo gos- barato prego que alhe hoje lo e por mais tem havido. t^j- TaxaS de Trro COado a loo rs. a libra, dilas batido a 2oo rs. dita e outras mais fer- ragens proprias para eiigenbo : a rua do Viga- rio N. 7. Ao sabir da ponte da Roa vista para o atierro do lado direilo a primeira casa de 5 andares que Oca na quina da rua da Au- J~ Aluga-sc os fundos de urna casa com rui a que tem as paredes da. Ioja pintadas de cj- Dous armarios grandes proprios pa- ra guardar roupa : na rua do Aragao D. 25. Lj" Uma escrava de nacao de bonita fi- gura de idde de 20 annos engomma liso, faz llores cozinha e lava bem de varrelia, ou troca por outra de idade de 14 anuos na rua Direita D. 2o lado do Livramento. \-j- Encllente taboado de pinhoda Suecia e Americano e uma porco de taboas de pi- nho do Porto, muilo fortes por serem corti- das no salgo e ptimas para estacadas e at para portas por terem polegada e meia de grossura d-se a 5 rs. a duzia : no arma- zem por detraz do Thcatro. C?- Sement de nabos salea xicoria , senoira a I Tace coetitro e mustarda ludo chegadu ltimamente de Lisboa : no Attcrro da Roa vista venda por baixo do sobrado do Sr. Francisco Jos da Costa D. 56. 52?" L'nia preta de idade pouco mais ou menos de 56 annos Iwa para vender na rua 011 para o servigo de campo : no Atterro da Roa vista venda D. 59. 53" Rolaxa a 1 rs. a arroba : no Atterro da Roa vista padaria de Francisco Gonsalves Reg D. 5o. tST" Um preto de nago do idade de 2o annos proprio para todo o servigo : na rua larga do Rozario venda D. 2. lar Junco para empalhar cadeiras che- gado ltimamente do Rio de Janeiro : na rua i|a Cadeia nova I), i. !_> Lina porgao de chapeos de palha para pelos a 80 rs. cada um: na travessa do Ro- zario D. 12. tSf Cera branca em pftea tarn ha de Ma- ESCRAYOS FGIDOS. UT Desaparcceo um moleque no dia lo do corrente de nome Joaquim, de nagao An- gola de idade de 12a 14 annos levou ves- tido caigas azues camisa de riscado de es- tatura regular robusto bem feito de corpo, mas lem ainda muilas feridasde bobas: quem o {tegar leve a rua da Guia D. 29, que ser generosamente gratilicado. i-/' Fugio no dia 28 de Dczcmhro de 1841 da Cidade de Olinda da casa de Julio do tal morador no Lupe urna preta de nome Gra- ca do gento de Angola nagao Angco do idade de 4o annos pouco mais ou menos es- tatura regular cara pequea feigoens tris- tes cheia do corpo peilos pequeos os dedos dos ps abortos (signal visivel ) ; levou vestida saia de xita cor de roza com palmi- nhas panno da costa ja uzado c mais rou- pa branca e de eor nao falla anda claramen- te ; a qual preta veio da Parahiba vender-se aqui pelo Sr. Antonio Joze Lopes de Albu- querqe ; julga-se estar acuitada nesta praga em casado pessoas que apossadconduzir para a Parahiba ; roga-se as Authoridades Poli- ciaes a qualquer capito de campo ou ou- tra qualquer pessoa que a encontr a pegue e leve na rua do Colegio I). 8 que ser gra- tificado ; e tambem '{irolesla-se contra quem a (ver occulla pelos dias de servigo no rigor da lei. S2T Fugio rio dia 4 do corrente um es- cravo de nome Benedicto, de nagao Angola , baixo, ebeio do corpo cor bem preta olhos regulares sobrancelhas grossas, cara re- donda begos grossos nariz regular per- nas pouco arquiadas ps chatos represen- ta 20 annos de idade ; levou barrete azul , camisa de riscado azul, jaquelado panno ver- de escuro e caigas de brim branco : quem o pgar leve a rua da Grife no Dairrodo Recife , n. 55 que ser gratilicado. MOV MENT DO PORTO. CONTJNUACAO' DAS SABIDAS DO DIA 13. New Yorck-, Patacho Americano Cumberland , Cap. W. D. Danis, com a mesma carga que trouxe de Montevideo. KNTItAllOS NT) DIA 15. Liverpool 5 42 dias Rarca Ingleza Priscilla de 218 tonel. Cap. John Taylor equip. 14, carga fazendas : a R. Lasserre & C. DITOS NO DIA \ 4 liba da Madeira ; 18 dias, Patacho Portuguez Paquete da Terceira de 127 tonel. Cap. Joaquim Maria Silveira. equip. 12, cama farinha milho,.vinagre, e viftlio : a Tho- maz de Aquino Fonseca. RECIFE NA TVP. DE M. F. DE F. 1 842. _^ |
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