Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:04393


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Full Text
Anuo de 184'?.
Sexta Fcira H do
Tudo ajora depende He nos mesmoa ; da nnwa prudencia, moderar.io, eenerga : con-
linuemoi cuino uriuciuiamoi, eremos auonlqilo-i rom adrairacjo entra a* Kaeea mais
tulla. (I'roclamaco da AssembUa Geral do Brasil.)
partidas dos correios terrfstrks.
ftnianna, Farailia, e ltio srande do Norte, na segunda e sexta feira.
Huilln e Garanliun*. i Klt 24.
Cabo, Serinharm, llin t'ormom, Pnrtn Calvo, Maeei, e Ala^oas no 1 H e 21
l'.iji'ii 43. Sanio Anuo, quinta feira, Olinila tudos os dias.
v ------------------------------------------------..--------------------------
DAS da semana.
*' Se.*. Pnl4. Frtniln, Chano)) Aud. do Juir. de Direito da 2. vara
41 'j'erc. a. Ursino. Aud. do tiii de Direito da i, vara.
12 Quart. s. Stiro. Aud do juii de dircilH da 3. rara.
4-! Quiat. Hilario. Aud. do juir. de ilireito da 2. vara.
14 Mjl. s. l'Vlis. Aud. do Juir. de Direito da i. Vara.
1o lab. s. Amar no. Hel. Aud. do Juii de Direito da 3. rara.
1> Onm. O as. Nome de .lezuy.
Janeiro. Anuo XVIIf.
O Diario puhliea-M Indoioidiai me n?lo tora SaaliSea.1., i
r.....'T'........*r~"^*^^'2.......i
Rr. ... 01 dos ,,e o n.io r..rr, O. ,,t. s ,,, ^rrcV. 'ac.^ '"-''''
Cambio sobro r.nmlrr, 2'.) rJ. p, 11'.
Paria 320 tria p. franco.
> [.boa Sil a 85 p. 11111 Oii\o-Mocdader,4llo V. 44,400a I4.CO0
" N. 14.200 a4,400
> le 4,000 8,400a R.300
PtAT*-pataeea l.lioa 4.070
CAAIOIOS No da ir, i.e Jami,.,,.
Chata Peto* f'ult.......-..e, 1,fi!0a l,f,7n
" Mexnnnns 1.030 a 1 fill
M ", r""!" *. .40(l
Mne.la de Cobre 3 por 100 de .W,,,,,,,
Discnntn de billl, da AlfandfR, i t |lfir 100
an nier.
dem de letras .le boas (Irma, 1 r ale,.
I'reamar do din 14 de Janeiro.
I." as fi luirs e m. datar,*
2. as 7 hora, e 18 m, da MA&k
PIU8K* HA UTA NO MEZ DE JANEIRO.
Otiart, min<. n .{ -- as 7 ora* I J m. Loa Nova a 41 fia 1 nraa e :i4 m. da larde
Qnarl. cresc. a 10 ii, 15 oras til m da larde.
La ebeia a 2fi ii 3 ora, e 30 m. da tarde.
JDLE PE R N AMBITCO.
PARTE OKFICIAL.
G0VERN0 DA PROVINCIA.
EXPEDIENTE DO DA 12 DO CRREME.
OfTicio- Ao segundo tcnenlc Joo Arscnio
Rarboza, lizendo-lhe que se aprsente na
'thesouraria da fazenda pura entrar om oser-
cicio do lugar de ajuilante do commissario
fiscal do ministerio da guerra nesta provincia,
para ajudar o dito commissario em seos tra-
balhos.
Dito Ao inspector da thesouraria da fa-
zenda, commiinicando-llie o conteudo no
precedente ofliio
Dito Aocommandante das armas, p.ir-
tecipando-llie que o segundo tenante reforma-
do Joo Arsenio Barboza, actual ajudante da
directora do arsenal de guerra vai entrar
no exerc-cio de ajudantedo commisario fiscal
do ministerio da guerra junto thesouraria
de fasenda desta provincia.
Dito Ao director do arsenal de marnha,
dizcndo-llie que ponhalidisposicodo direc-
tor do arsenal de guerra as ambulancias que
llie foro entregues pelos capitaes dos navios,
(pie (em transportado tropas das provincias
do norte para esta cidade.
Portara Ao director do arsenal de guer-
ra para receber e dar o conveniente des-
tino as ambulancias de que trata o officio an-
tedente.
^ Olficio Ao inspector geral das obras publi-
cas, eommiinicando-lbe ter concedido ao ar-
rematante do sexto lanco da estrada de San-
to Anto, Manoel Joaquim do Reg e Albu-
querque., novo praso at 15 de abril do cr-
lente anuo, para dar promptos os concertos,
que he obrigado a fazer na dita estrada.
Dito Ao engenheiro Augusto Kersting,
encarregado da direcefio da estrada de S. Anto.
partecipando-lbea deliberado deque trata-se
no oliciosupra.
Dito Ao administrador fiscal das obras pil-
cas, ordenando-Ibe que mande pagar a Jo-
s Solero de Andrade proprietario de urna
casa de taipa sita na povoaciio de Santo A-
inaro Jaboato, por onde passou oalinhamen-
todo nono-laiico da estrada de Santo Anto,
a quaulia de SDOji reis, porque o dito pro-
prietario contratou como engenheiro encar-
regado da direccao da niesma estrada a demo-
lilo da referida casa.
Dito-Ao engenheiro Augusto Kersting, en-
carregado da directo da estrada de Santo An-
to, communicando-lbe a expedico da or-
dem supra.
Dito-A cmara municipal da cidade de
Goianna, dizendo-Iheein resposla ao seo offi-
cio de 20 de dezembro ultimo quedeveco-
megar a obra da coberla da cadeia da mesma
cidade, conlinual-aat o ponto, qiiecliegue
aquaiiliadeGOOj reis, para ella votada, e
apresentar depois as suas contas.
Dito-Ao director da obra .!u casa da rea-
cao para cumplir sem aniei'or excepgao a
oidem, pela qual nao se pode admitir na
mt sma obra se nao homens livres.
Dito-Ao inspector da thesouraria das ren-
das provinciaes ordenando-llie, que maule
adiantar ao prefeito da comarca de Nazarelh
iim mezda quota marcada para o sustento
dos presos pobres da dita comarca.
Dito Ao prefeito da comarca de Nazarelh,
parteeipando-lhe a expedico da ordem su-
pra.
Dito- Ao inspector da thesouraria da fa-
zenda, ordenando-lhe, pela segunda vez,
que rom toda a brevidade remella ao com-
maildaule das armas copias aiillienlicas das tes
de ollicios de todos os offiefaes dos corpos de
primeirae.segundalinhadesla pi0vincia que
veiicem sold.
Dito-- Ao mesmo, para mandar comprar
creinetter ao commandaiitc da ilha de Fer-
nando pido patacho-Pirapama-1176 varas
de brim 100 meadas de linlia vinte grasas
de botoes e vinte papis de agulhas para a
factura deroupa para as prcaa de indios.
Dito-Ao conimaiidante da ilha de Fer-
nando communicando-lbe o contoudo no
officio supra.
COMMANDO DAS ARMAS.
EXPEDIKNTr: DO DA 10 DO CBRENTE.
OfficioAo Exm. presidente, disendo-lhe
em satista^Ao ao seo olficio de 8, que entre
os remitas remetlidos ltimamente pela pre-
feitura do Ronito tinho vindo Joo (ornes
da Silva e Manoel Martins de Oliveira ; que, ao
primeiro apesar de traser a nota de casado.
mandara assentar praca por Ihe declarar que
nao viva com a mulher e que o segundo fo-
ra posto cm custodia para provar a allegado
que fez de ser casado eviver com a mulher,
que viera em sua companhia authorisando
todo este procedimeuto asinstrucfios de (> de
abril deste anno tendentes ao recrutamento;
pelt) que houvesse S. Ex. de dizer, se anda
devia ter jugara remessa de ditos recrulas pa-
ra o Ronito, con forme determinara em seo
ditoofiicio.
Dito Ao inspector do arsenal de marinha.
para que tivesse a bondide de contratar com
o commandante de alguma emltatcaeo mer-
cante que se.lirigisse para a Rabia a passa-
gemdo primeiro eadete Luiz Ribeiro Sanchos,
tudo de conformidade com a aulhorisaeo
que da presidencia havia recebido.
Dito- Ao lente coronel commandante do
deposito mandando abrir assento d(^ praca
a tres recrulas viudos da provincia do Rio
Grande do Norte, os quaes houtem Ihe foro
apresen tados.
Dito-Ao comandante geral do corpo da po-
lica para que em nome do governo convi-
dasse a alguns dos odicaes de caladores re-
formados empregados no seo corpo, a
servrem no babilho provisorio de lnha ,
mandado organisar nesta provincia vencen-
do por este servico, alem dos sidos de suas
patentes como reformados, os sidos evan-
lagensdanova tabella.
Dito Ao teen te coronel commandante da
ilha de Fernando de Noronha, ordenando-lhe,
que pela mesma embai-caco, que agora
segua para a Iba, Gzesse regressar o cabo
de esquardra Vicente Luiz e soldado Pul-
querio Jos lavares, e Antonio Jos Miiniz.
que tinho de depor no juiso da segujia va-
ra do crine desta cidade acerca d/morte
perpetrada em Mara da Conceico, [telo sol-
dado Leonardo Alves de Souza.
Dito Ao teen te coro-id commandante
do deposito, ren,ettendo-lhe os papis de con-
labilidade do destacamento da comarca de
Garanhuns pertencentes aomez de setembro
doanno passado menos a relaeo de altera-
Coes que devolva pela segunda vez ao pre-
feito, a Qm de receber a sua rubrica, e a as-
signatura do commandante do destacamento.
Dito Ao prefeito da comarca de Gara-
nhuns, reenviando-lbe os papis de contabJ-
lidade do destacamento, tendentes ao me/, de
dezembro do anuo passado para que fossem
reformados no sentido do olficio circular de 8
do corrente.
No mesmo sentido se oficiou ao pre-
feito da comarca do cabo, reenviando-lbe
os papis de contabilidade do destacamento,
relativos ao mez de dezembro ultimo.
Dito Ao prefeito interino da comarca ,
acensando o recebimento de dous remitas, e
de un desertor que tivero o conveniente
destino.
Portara Ao capilo commandante do con-
tingente decavallaria mandando excluir do
mesmo. com guia de passagem para o deposi-
to^ aol. rrtih-u- At'jio Pedro Cavacante
de Albuquerque,
Dita Ao lente coronel commandante
to deposito authorisando-o a recphpr com
guia de passagem o cadete mencionado na
portara acuna.
DEM no da M.
Olficio Ao Exm. presidente devolvendo-
Iheorequerimento dejse Marianno de \|.
buquerque Cavacante, que acompanhara o
seo olbc.o de 8 do corrente, fj dando-lhe os
esclarecimentos, qua pedir o consellw su-
premo militar no seo segundo despacho.
I iloAo mesmo Exm. Sur. transn.ttin-
aiMneinformados os requerimentos .los al-
gresJose Joaquim Meirelles, e Jos.. Antonio
Kodrigues Lms, que estando demorados nes-
ta provincia nao podan seguir para a do
Maranhfio, por falta de transporte pedio
opagamento dos sidos do mez de dezem-
bro ja vencidos.
DitO-Ao Exm. commandante das armas
daprovincia do Maranho, reenviando-Ihe o
aviso da ropartcoda guerra, no qual se com-
municava o despacho de eflectivdade lo seo
posto de coronel para testado maior doex-
ercito e disendo-lhe pie emsatisfaQo a sua
exigencia feita em oficio de 27 de dezembro
ultimo, Uvera o seo despacho adevda pu-
publicidadeem ordem do da desta data.
Dito -Ao teen te coronel commandante do
deposito, remettendo-lhe os papis deconta-
bilidado do destacamento do Brejq perten-
erntes aoine/.de novembro ultimo que ha-
via devolvido ao prefeito para os reformar.
Dito Ao capilo commandante lo forte GaibU levolven.lo-lhi os papis de conlab-
lldade do leslacamento, para SArem refor-
mados no sentido ,1a circular le 8 deste mez,
e dizendo-Ihe que foro rubricadas e entre-
gues ao portado.- do seo officio d" 7do corren-
te, acautella dos vencimenlos doandante mez,
e a roijuisico das luzes.
Dito Ao capto commandante interino da
companhia de artfices ordenando-Ibe a m-
messa da fe de olficio do primeiro cadete J. E.
V. la Silveira.
Dito Ao prefeito da comarca do Limoeiro.
tornndole os papis de contabilidade do
destacamento pertencentes ao mez de de-
zembro ultimo a m dos reformar no sen-
tido da circular de 8 do corrente.
No mesmo sentido se ofliciou ao prefeito
lo lrejo aeompanhando o officio os papis
d contabilidade do mez deilezembro.
Dito-Ao prefeilo da comarca de Gara-
nhuns, remelliMido-lhe pela segunda vez a re-
la;io de alleracoes do destacamento perten-
centeao mez de setembro do anno passado,
a lim de que fosse por elle rubricada e pelo
commandante do destacamento assignada,
prevenndo-o que sessava o pagamento lo
me:: de dezembro, e seguinles em quanto
nao se recebesse a riferida relaeo, para se
saldarem as coosas do anno findo.
l'ortaria Ao teen le coronel commandan-
te do deposito, mandando excluir com guia
da pasragem para o contingente decavalla-
ria de lnha as 11 pracas, cujos nomos se Ihe
ndica vo.
Dita Ao capilo commandante do contiii-
eenle de cavallaria, authorisando-o a rece-
ber com guia de passagem para o mesmo as I
pracas do deposito cujos nomes se men-
cionavo.
tarabem arrematar nesta alfantega t>7 iiarri-
cas com sardinhas no valor de 110. reis, im-
pugnadas pelo guarda Pedro Halbino .lose d;i
Molla no despacho por factura de Francisco
Severiauo Rcbello sugeito o arremaltanl,;
a direito expediente.
Alfandegade l'ernamhuco 17>.Ie Janeiro d
V. T. P. de F. Camargo.
i 9*
<:orreio.
Opataxo N. Minerva de que he mestra
Francisco Fortunato IVreira da Silva, sae pa-
ra a Babia nodia lodo corrente.
MEZA DO CO.NSII.ADO.
Miguel Archanjo Monteiro dAndrade, Ca-
vallciro da Ordem le Quisto e Adminis-
trador la Meza do Consulado desta Tidadu
por S. M. I. eC. que Dos Guarde &c.
Ka/, sab.Tipie no da l.* do corrente se ho
de arrematar na portada mesma ad.ninistra-
co quatro caxas de assucar braneo aprehen-
didas pelo guarda conferonlo do trapixe da al-
fandega velha, Joo Atanasio Botelho, por fal-
silcacode peso e marcas ; sendo a arrema-
co livre de despesa ao arrcmattanle.
E para que chegue a noticia a quem convi-
er mandei afixar present- edita) na porta,
lesta adiniuistraco e publicar pela im-
prensa.
Mesa do consulado de Pernmbuco 10 fo
Janeiro de 1842.
Miguel Arcanjo Monteiro de Andrade.
OBRAS PUBLICAS.
A repartico das obras publicas precisa do
dois Canaoiros, <|tm sejo cidados livres;
os queqlsercm trabalbarpolo jornal de 800
reis nos lias uteis podem apresentar-sa
na dita reportico as horas do expediente,
para serein admitidos.
Ailministraco fiscal das obras publicas 1!>
Janeiro de 182.
Motira
Administrador fiscal.
EDIT.VL.
Manoel Jos Ferreira do Nascimento, fisca
da freguesa dit-S^': de Oliiuia cm virtudu
da lei etc.
Faz saber que da data do presente a f
dias principia a lser as corridas em sua fre-
guesa, revistando os |>esos medidas, cal-
Cadas ,e estradas, e tudo quantr. forcon-
cernenle as posturas la cmara municipal,
para pie nao baja descuido a respetto, adver-
te a lodosos seus comparochianos a lim de
se preveiiirein.
Olinda 1^ de Janeiro de 18k.
Manoel Jos Ferroira do Nascimento.
iTERIOR.
S PEDRO DO SCL.
AI.F.VNDECA.
Vicente Thomaz Pires de Figuciredo Camar-
go Comendador da Ordem di- Cliristo e
Inspector d'AJfuudega por S. M. I. o Se-
nbor D. Pedro i>. ele
Faz saber que nodia 10 do corrente se
ha de arrematar nesta alfandega ao meio la
vintee cinco massinhos de cotilas douradas no
v.ilmile M)0 rs. cada Imni. aprehendidas sem
despacho pelo guarda Joo Diniz e Silva, sen-
do a arromaLa<;w livic de direilo e expediente.
porto-.vlegre 20 de novembro.
O dia de S. Saturnino 29 de novembro ,'
anuos do nosso presidente tem sidoduas ve-
zes alegrado nesta cidade com a noticia de
ilniis assignalados triumplios da legalidade.
I-LiM 1839, com o resultado da brilhante ex-
pedie.lo pie elle fez sabir para o Rio Pardo ,
hiim dos mais bellos feitos daquelle lempo ;
este anno com a noticia boje recebida da
completa derrota de huma forca rebelde do
loo liomens.
O Scra autorisado pelo conde destacou
do acampamento na Restinga Secca os tenen-
tes-eoroneis Francisco retiro e Propicio, e
tumi balalho para huma empieza para acn-
crusilliaila sobre a forca rebelde ao mando do
CaudilhO Joaquim Pedro, parte da qual a-
poucos dias invadi a villa da Cuchara, mas
\]

r


I
^
n
TfcinTj; amaaUatiiiu"
.-
|.)i a'.iud repeiHila deixando morios iium capi-
tn hum lenle e dous soldados. Eslava
liipra toda a partida reunida era hum rincao
,.ando os nossos bravos a sorprehenderao, de
al modo que Ihcs Bao deixrao sabida. Cou-
1.1 de 8u morios e de io prisioneiros e hum
o >m numero de cavados e armamento l'oi o
resultado d combale que se engajou cora
mu |>ouca perda nossa porque o golpe l'oi
dado de surpreza. Anda nao ehegaro as
partes olIiciaes\le Sera mas sim asilo bri-
-aderro Filippe a quem o major Charao o
coinmunicou da Cachoeira e oGreafeU tam-
bera receben sobre o inesmo objecto, apar-
te inclusa, de que jjndeobler copias. Espe-
rko-se aiiciosarnenle as partes mais ciivuns-
tanciadas doSera. Entretanto, aproveito
o vapor para dar-lhe to agradavel noticia.
Depois dos altaques do Fanla, e de Itapoa
aluda nac tivemns hum triumpho tito salsl'a-
lorio como este ; Dos queira que tenhamos
dous ou tres iguacs.
Grito la contra o conde por ter tirado o ex-
ercito de S. Vicente e por manda-!o acam-
par onde se acha pois ah lera hiiin resulta-
do riessa rnoviiento. Em S. Vicente nac
podia elle alcaocar esle triumpho e ali .
era quaulosc rea/. alcanca esta vanlagein.
Fez o Sr. Joao Paulo cousa igual eri i meses
de marcha e perdendo mais de (Joo homens,
era morios de doencas morios era guerri-
Ibas ataques e afogados as passagens dos
rios e em desertores e esla viados ? I Ion ve
algunia colisa igual a isto no lempo do Sr.
Andrea ? O titulo de gloria deste he o reco-
> nheciinenlo sobre o Viamo, em2o denovem-
hrndoannopassado, que tao cantado l'oi na sua
ordem dodia de despedida, a presen tou l!2
raortos, mas passatnos pela verionba de
Rento Goncedves cora Soo homens fazer
trente nossa expedcio de 712 tomar boas
posices e a nossa voltar para dentro, di-
zendo o Commandante na sua parte que
0 nao pode mais perseguir por elle collocar-se
em huma lomba Mas por estes 12 morios,
cora o sen systema de nao concentrar nossas
Purgas para atacar oexcrcilo rebelde, man-
dn demorar na cmpanha a brigada de Jer-
nimo Jacinllio que, por isso l'oi batida
por Neto em 10 de novembro e mandou ao
Loureiro qvie. deivasse parte da sua bridada
oceupando Missoes e marchassepara c eom
>oo homens ; Loureiro deixou l sevrmao
Jos dos Santos Loureiro, com o corpo do
seu corainando, que foi'logo balido ederrota-
do completamente por Guedes e Joao Antonio
i nlregando-seo resto com oseo com mandante
prisioneiro discricao. Taes Ib rao os Iriuin-
|)hosdesse lempo : este porem vale de al-
guna cousa fez-se aos rebeldes o (|ue elles
lario a algura destacamento nosso que fosse
a S. Vicente escollar o comboi : receta os
meus parabens por Uto agradavel successo.
('.arta particular.
Illm. e Exrn. Sr. Acabo de recebera a-
prasivel noticia e se bent que nao seja por
parlicipacaoollicial, be-me dirigida pelo olli-
cial que foi com 8 partida que fiz passac ao
nutro lado o qual me diz ser-lhe coinmuni-
eada por hum ollicial da forca ao mando do
bravo Sr. tenenb'-eoroncl Francisco Pedro de
Abren: que, indo em segui ment dos rebel-
des 0 rnesmoSr. teiienle-coronel Abren po-
de cncontra-los no i!ra23 no Rincao llonlo ,
em campos de Joo CaetaO ; e cuino os eon-
Hiderassa seguros, e que se intentassem ivsis-
1 rcuslar'ia-ihes caro sua oiua.iia ntmoii-
i'ies-uic : ren dessem depondo as aunas;
lies porem escarnecendo de tao generosa
ollera, obrigaro ao mesmo Sr. tenente-co-
roncl a fazer carregar com a sua costumada
bravura nao Ibes deixando lempo para op-
jorem resistencia porque logo se dispersa-
rSO e trataro de evadir-ae pelo mato licando
em nosso poder lu) prisioneiros entre estes
diversos olliciaes e o restante da forca rebel-
de perecen no combate porque muilo pon-
eos escaprao. I.ogo que ten ha noticia cir-
cunstanciada communicarei a v. Ex. Nao
faco seguir proinplaraente a seu respectivo
(lislricto o Sr. ca'pito A/evedo porque sup-
ponho lerei de l'azer conduzir os prisioneiros
ilo ondule a cima mencionado, e a gente que
leuho he pouca por ter huma partida do ou-
tro lado.
Dees guarde a V. E>. Cachoeira 26 de
novembro de f.Xl.Mlm. e Exm. Sr. Filip-
pe .Yri de Ulivcira brigadeiro commandante
da 5. divisao.Marro:*! Adolfo Cha rao me-
jor commandante.;Conibi rne.Jaciniho Ma-
chado de lilaucoui t, capitn ajudante de or-
dena* Est conforme.Antonio Flix Lobo,
major graduado e .secretario do cumulando das
trinas.
__jlin:. pTEsra. S*.Nesle momento a-
eabo di.....1>'T P |iessoM chegadas a esla
: le Joquim Pedro,
ao mando de Agostinbo de Mello fora com-
pletamente derrotada as poetas de Piquiry'
pelo tenente-coronid Francisco Pedro no
dia 21 do correte temi itto grande mor-
an dade e prisioneiros ( ilizem ter sido mor-
ios os rebeldes major Urbano, Cachoeira e
Ferino o que participo V. Ex. Bordo da
escuna Rio Pardo surianas -Charqueadas, em
C2S de novembrode 18il.=IIIm. e Fxm. Sr.
Joao Pnscoe Grenfett. chele commandante
das forcas navaes.Jos Manuel Picaneo da
Costa, I. lente commandante.
29 de novembro.
Li hoje o discurso do Sr. Limpo publica-
do no Jornal do Commercio de 11 de novem-
bro e dei boas gargalhadas quando cheguei a
parte em que elle disseque segundo a reso-
lucao tomada jiclo brigadeiro Joao Paulo, de-
via conservar-se em Sania Hara I vanguarda
do exercito que elle tnha collocado ein S
Vicente! caspite, que militarismo! 0 exer-
cito acantona*) em quarteis huma vanguarda ha mais de 20 leguas d dis-
Contin'uacao do artigo Garantas
indivi
-
duaes, etc.
Todava quando esses golpes d'Fslado sao-
f > 111 sucedidos a exlensao e rapidez dos
SJU elleitos espantan aos espirites, huma
especie de respito sef mistura ao terror, ou
pasmo, que imprimen!.' Alm disto como o
mal que fazein aulhoridade rise ma-
nifesta de ordinario se nao muilos anuos
depois do-i successos <|ue he lem feilo ob-
ter coneervao nao sei que ar reapeilavel ,
ainda (piando o mal Mi sohrevem ; por que
imputan- > a causas mais prximas e asjvis-
tas nao penetroas primeiras e secretas le-
ridas que o poder se fez a si mesrno que-
brando as barreiras que o cirtmnscrevio ,
e prolegio. Supfrouharaos, que huma ty-
rannia baja brilhado por doze annos com a
gloria de seus felfees allentados ; e que os re-
vezos dos dous annos subsequentes baslarao
liara Ihe dar a queda ; em vez de atribuir es-
ta ssuas prosperidades violentas; prel'erirao
laucar tudo conta de suas faltas conl-mpo-
anda separada do corpo do exercito por do- | raneas sen, pensar que ella era.^1^1"
,s grandes rios de nado, e na eslacao das | a comcltelas pela mesma .almeza dastorc.
US ,
Chuvas, em (pie ellos se eonservao beni cau-
dalosos Ora, seoSr Joo Paulo metteu es-
sana cabeca do Sr. Limpo, nem hum nem
oilrosabc que cousa he a vanguarda de hum
exercito. lano mais que a pnsieioda Boca do
Monte p;:ra atpiella em que eslava o exercito
que bavia adquirido.
sejao solemnemente abrogadas ; por que para
que o rgimen seja arbitrario basta que ta-
es leis estejao em vigor ; e fura levar a con-
lianca al estupidez o esperar que conser-
vando o s-u imperio nao servissem ellas de
modelo a nenhuma nova le do mesuro genero.
Ca la proseripc.o sempre se annuncia como
ultima. Quando huma injustica he repara-
vel ou ao menos quando a podem l'azer ses-
sar continuaoa comettelaem cada hum dos
instantes, em que a prolongan. Bizem ,
que ha inconvenientes era ser justo : pode ser;
e hura dos horriveis etTeitos de todo o acto
arbitrario he fazer perigoia at a equidade ,
que o deve abolir mas^ella tanto mais o se-
r quanto for maii lardia ; e a final de cuntas
o que hade mais perigoso no mundo em hum
scalo Ilustrado he a injustica caprichosa.
A segunda condicto he que o poder su-
premo, renuneiando dispor arbltmjajnenle
das pessoas por ordens particulares de priso ,
debanimento ou de desterro reprima co-
mo allentados criminosos todos os actos desta
especie, que pralicarern seus ministros, sa-
tis agen tes superiores ou inferiores; e era
verdade crimes sao estes io menos iguaes aos
une so leis reg
na estancia de Pedro Serra, huma das do rin- de lenha por li
cao de S. Vicente, poder ser retaauardaou
flanco,-1 mas nunca vanguarda" 0 exercito
na estancia de Pedro Serra, com huma van-
guarda em Santa Mara, duranle os seus (piar-
teis de invern, he na verdade hum disparate
a que poneos igualao. E que Taria ali essa
vanguarda ? Faria tambera ali os seus qilr-
leis de invern separados ou conservava-se
em operacoes offensivas ou defensivas guar-
dava asoO leguas de eaminbo do Rio Pardo
a Pedro Serra metidva alguma linha de
communioacoesconr o exercito para passarem
os eombois de carretas com os recursos ? Bom
he que esses Srs. discutao que vao desen-
volvcndo todos os [llanos e projectos, e entran-
do nos detalhes dellcs para apparecer a ver-
dade. X,
Achao por ahi que tudo por l vai nial ,
pois digo ha quanto lempo nao llean^ao as
armas imperiaes hum triumpho Uro assigna-
ladoeomoode 25 do corren te, de que bo-
je chegou a noticia;' A quanto tempo nao
levaoos rebeldes hum golpe lao forte como
este: depois do Fanl'a ainda nao liouve huma j eomo as g(
aceo em que elles perdessem tantos morios e lastrles n
prisioneiros em combate. Nos ataques do
Taqury, e do Norte tivemos victorias, que
milito caro nos cuslrao, viclorias que forte
i
do
dos
e
ser era hum combate |
que nos Cornos os atacantes e vencedores. Nao
sao como esses choques ou enconlros que o
Sr. Joao Paulo cantn as suas ordiins do dia,
no i quaes foi o rniraigo, quem com forra
menor veio accommeller nosso exercito em
sua marcha blasonando de sua albuteza con-
l'essada pelos mssos olliciaes superiores e ge-
nerbate oficialmente. 0 Sr. Limpo, a-
cbara que islo nao pesia e gustara mais das
tugas verdn liosas que <>Sr. Joao Paulo cao-
lo-
O iraradeir hfalii^el do pro^wteo do sys- dos ma!6dtor>s routm os quaes se pronnneiao
temaarbitaV.liead*rl.jm. esn'.^ :u;io a I -i ea :.ul!>m-ida I .
nublici i/jm.Mdaqiml se.-vindo a ulroj l.1."v.ie.n biuii.i pu.av.ra, inters rea lomando outras direcc6;s elle se possa ser prezo s.i nao [ia.ia ser levado a jus-
reprod.i/,'ep'"'l"iti'araaishorrivel. Emba- tica, ou para execucf.o d'huma sentenca.
Stabelecime i- Mas aqui inesmo ainda se reproduzina o |>o-
lodis-aninlias indiviiliia.'s-. pois ella nunca der arbitrario, se processos interminaveis
as d ," em quanto dura. A :i')ic,o a co- \ prolongassem desmedidamente as prises ou
bitja ,'o odio a vinanca I > las as paixOes se de tal geito se combinassem ai oi.sas, que
violentas e malfuzejas ei uhiua apodero-se a seuienca dos juizes nunca exprimisse real-
desses niovimentos ; o neo- louro tumulto mente se mo vonlade dos ministros, ou
em que os vencedores e vencidos d-scar-; outros .-mentes da mllioridade suprema. Pa-
reiao-se e esmagao-se sn<-ccs.sivaraenle, se ra obviar priraeira deslas desordens basta
alg'umas Vozes clamio pela ordem. e seguran-1 limitar as demoras entre a prisio d'lium reo .
C-v, seus CQiicelhos sao declarados prfidos e o seu primeiro comparecimento publico pa-
i i intempestivos : as cireiinslaiieias p -rigo- ranle os juizes ao depois entre este com pa-
ulares, e garandoras, recinienlo e o jui/o delirritivo.
sao
gostos. Etr goslo mais disto e
parece-me que V. ter o niesnio gusto que eti
tonlio e se alegrar comtgo.
(Carta Particular.)
SAXTA CA'niAHINA
Desierro, 7 de'dezcmbro.
llonlem de tarde chegou a Hahiana, dei-
xando ainda no Rio Grande, dize.u que a es-
pera dos ofdcios de Porto Alegre a Todos
os Santos. Vi huma carta desta ultima cida-
de de 30 do raez passado. annunciandoque
acaba de receber-se a agradavel noticia de ha-
ver o teen te-coronel Francisco Pedro huma
nova assignalada Vantagmsobre os rebeldes ,
leudo surpreliendido huma torca considera-
vel delles. de que licrao morios SO, prisio-
poderiao fazer sessar tornto-se pela mais A segunda desordem ser iiifallivel, seos
-straiih lgica o argumento, ea trivial toa- juizes toram ao m;sm i t;m,>j en-arregados
diiha que serve pt'a pn.clamar cada renova- de verificar o fado criminoso e de applicar-
cao da iniustiea e da desordem. mvao Ihe a pena : com mais forte raso se prehen-
pelodecursDdeSOannos, os actos arbitrarios chendo estas duas funcci'ies esses juizes no-
de tal rlese bajao multiplicado era diversos! mendos p da authorida le suprema nao forera
sentidos, o a tai ponto multiplicado, queja j deliuitivamenle instituidos., se forera amovi-
nao reste hum s cida lao (|tie huma, ou veis, expostos a todas as vicissitudes do favor,
mullas ve/es nao lenl.a sido Ma victima.,', ou do desfavor segur.do as circunstancias e
pois o poder de oscoraetler continuar a ser ; especialmente todas as vezes que aprouver re-
periodicamente reclamado como hum rucio prgnnisara ordem judiciaria. Quando assini
succede o julgainento equivale sempre
mesma comieran icm ext'jplo nos casos, enr
que con v ra aos ministros lingir aecusacoes,
confundirnos ;>rmeiros processos alguns de
seus proprios cmplices cora as victimas qne
elles lem resolvido ferie.
Com elfeilo para ter a qualida le do juiz he
premo ,
eado, ser
de pre-
un favor,
que esperar, nenlimna desgraca que temer.
Mas tiesta mesma hypothese verificar e de-
clarar hum fado, mormente em materia de
deudos e erimes nro' he hum acto de ma-
e hum penhorda salvago publica. Lis aqu
ieracOes contemporneas dessas cas-
unca recolheni se nao i'ruclos a-
uiaigos, e como nem sempre acontece, que as
geraces seguintes Irerdem os mais felizes.
Burear a seguridade por entre o tumulto he
selitenca guarda era seu seio a seineiile das
revoluces o tarde ou sedo as produz. Es-
le systema pois he nocivo assim aos particu-
lares i como sociedade e autboridade.
Elle nunca leve parcialislas, se nao entre a-
gislralura ; nao he huma'funecao habitual e
quelles, que se criao escapos aos seus gol- perniancnte ; he hum servicoeventual co-
pes ; porm por mais (Chuma vez elle mesmr i mo o das testermmhas e por consecuencia
os desetrganou deste erro, toinando-os po-: reservado a cidal.-ios eslraiilios administra-
suas victimas : e em verdade nao pode tal sys-, (;ao ordinaria da justica e nao escollados
tema reconlrecer limite ou iinmunidadi al- I pelos agenl.es d'hiiin governft. nem pelos ebe-
LMima : sernelbanle amorte elle fjro ou ao Kesd'iruie. estabeiecimento judieiano.
meaca todos os poslos todas as classes to-
das as sceitas de niancira que nao h pru-
dencia por mais sagaz que seja que iutei-
ramente preserve de seus caprichos.
(Continua).
Foraonos cominiinicadas algumas cartas
Sobre o estado poltico das repblicas do Rio
Huma perfeita segu-anca he a piimernc- da Prala e sobre as reanles do Rrazil com
cessidade social dmum povo industrioso e
cultivado. apret quedella laz bein se
manifesta pelo interesse que nunca di-ixa de
tomar pelas victimas de actos arbitrarios; pois
onde quer que b hum publico', islo he :
huma populadlo Ilustrada, laes actos sao
plena e publicamente aborrecidos e detes-
tados.
A autboridade pois que qoizesse continu-
ar a fazer uso desses actos nao terja outro
recurso, senao abysinar hura povo na ex-
( baria pr
(Jornal do Conunerclo.)
DIARIO l) PEllYliBiiCO
Agora que obtivemos as tullas do Jcnal
do Commercio que nos. htfwaiu fallado, da-
mosiros nossos eHoresas ultimas noticias do
Rio Grande riolugarcompelenle.
j nao baslarifo ; a exlincco das ltrzcs ad-
quiridas exigira mais atidazs imposturas, e
muilo mais vastas proscripcoes. O governo
por tanto, se nao quizer tentar essa experi-
; enca horrivel nem expof-SC a nnvas revolu-
ces deve empenhar-se dora em vanle pa-1
ra (pie a segiiranca das pessoas se torne ple-
namente invioiaver.
Apiiineira colfilicao para isto he que as
leis de proscripcao-, no caso de exislircm .
as incsnias repblicas. Como as julgamos
suuimametrte interessanles apressamo-nos a
dar-Ibes publicidade chamando sobre ellas
a a-ltoncao dos letores.
cauta r.
Snr. Redactor. Depois de urna ausencia
de cinco anuos, durante os quaes percorri o
Estado Oriental do Uruguay as provincias de
Buenos-Ayees e de Entre Rios, acabo dere-
gressar a este paiz donieu nascinento e de
minhas all'eicoes e Confesso que muilo me
surpretuleu o ver a falta de yonhccinientos a
ignorancia completa em que aqui vivem mul-
los a respeilo dos homens dos systemas e
dos successos dos paizes quevisitei.
Diz-se-me que em algumas cousas as pes-
soas qu.influem sobre, os deslinos do paiz
participan do erro coinniiim e allligeni-me as
consequencias (pie isso Iraz e |W)de trazer aos
nterssea e gloria deslvaairiti qae sempre
amei, e qtw amo cora duplieatlo ardor desde
que vi oque vai pelos uniros paizes.
Parece-me, pois un dever de patriotismo
esforcar-mc por destruir alguns crios oie-
recemio a essas pessoas e a iodos os meus pa-
tricios o contingente de conhecimentos pra-
/
V^




ticos e locaes que elevo experiencia e a mi-
nlms atientas obse vacuos. Pata consogm-lo
julguei que o melhor meio seria o de cscrever
estas cartas/ Dous motivos me movro a pu- n ser em todas ellas a esse sysloma le irivs-
biica-las: 1., a minha Talla de relaces com
essea pessoas ; 2.", o desejo de que o meu
trabalho seja lido por ellas e portodosos meus
patricios. A imprensa he o ranal menos sus-
peitoso e mais puro, quando as ideas que der-
rama nascem da inoderaco e do patriotismo,
tena que a pervertao paixes rancorosase e-
goistas como por destaca acontece com fre-
queneia. Espero pois, que as pessoas a quem
me refiro me faro a honra de 1er estas cartas
com atlenco.
Principiarei fixando o ponto de partida. As
duas repblicas do Rio da Prata acho-se em
guerra aberta. Vejo com assombro que na
capital do imperio se considera esta hita co-
mo urna guerra de inleresses privados., de
ainbicoes integramente pessoaes. He ste un
erro gravissimo. A guerra que devora esses
povos, he hoje urna verdadoira guerra de prin-
cipios polticos, de dogmas permanentes. O
governa lor de Ru-nos-Ayros e com elle, as
provincias argentinas que lhc cihedeeem re-
presentAo o principio da mais completa e ab-
soluta dictadura pessoal ; o governo do Es-
lado Oriental professa e si'gue o systemajy-j
presentalivo constitucional mais ou menos
defeituoso. Kstes dous systemas cujas con-
sequencias praicas desenvolverei mais adi-
ante, exeluem-so e repellem-se reciprocamen-
te: cada um delles preir.edita stabeleer-se
sobre as ruinas do outro. Eis a verdade, e
a razAo da guerra actual.
\ejo beta que o erro que aqui exista nasce
do facto de verem os meus compatriotas que
na lula dos dous povos se aohAo iveiprocamen-
te empenhadaS fracees dos partidos que an-
teriormeno.ye combatrflo em ambas as re-
pblicas. Veeni Oiiistas e l.avalh jistas au-
xiliando ao general llosa i, veem Unitarios au-
xiliando ao general Rivera, e d'al'.i nfnclum
(|ue a guerra entre Rueos-Arres e Montevi-
deo he urna guerra de partidos. Nao heas-
sim. Entre esses honiens que hoje delendein
a dictadura do general Rosas ha muilos que
se dizeu) Unitarios, e as fileiras opposlas
niuitos que frAo Federaos puros: esses par-
tidos sustenlrAo urna guerra civil nos seus
respectivos pai/.es sobre a forma nao sobre
a essencia ; talvez que para docidbom-se so
(lcixassem levar por a I Te i enes pessoaes ou
niesmo por jnteresso proprio mas nao sus-
lento urna guerra estrangeira de povo a po-
VO. 0 que ha he que essas fraceoes de par-
tido auxiliao aquelle pie deten le os principios
que elles quizoro estabeleeer : huns auxiliao
Rosas representante da absoluta dictadura
pessoal porque desejao esse ..yslema para o
scu paz : oulrosapoiAO Rivera, chefe de um
systema representativo constitucional por
ser esse o systema que qizera fazer triiini-
phar na sna patria. "E he por Isso que se frac-
cionrao esses partidos e que a guerra de
hoje he urna guerra entre Os dos systemas ,
entre os dous principios de governo.
Ora, o gabinete imperial que pela forca
das circumslaircias, tem cte achar-se sempre
em 'contacto con1 os dous povos do Ro da
Prala peder ainda quando o qu-dra ler
iguacs synipalhias, iguaes disposicfws, para
os dous governos cujos principios se exCluem
reciprocamente ?
He natural dirci mesmo indispensavel ,
aquella dos dous governos cojos principios
estejo mais em harmona com o elementa
que serve de base ao governo imperial com
aquelle que mais possa apoiar os seus inte-
resses verdadeiros e permatientSi
. ebaixo de dous aspectos se'deve conside-
rar a poltica de nosso gabinete a respeito da-
quelles governos: um permanente e enlaja-
do com nossos principios fundamentaos 5 ou-
tro accidental e relativo siluacao presente
da nossa provincia do Ri Grande do Sl
Em quanto ao primeiro taria urna oITensa
aos meus compatriotas se julgasse que pode
haver um brazileiro que considere o systema
da absoluta dictadura pessoal, mais confor-
me com as Uvres insttuices brazilciras do
que o syrtema representativo constitucional.
Nao pode ser." Fr urna nocedade pen-
sa-lo.
O Rrazl, como governo americano, le*}
ttm inleresse positivo em que lodos os esta-
dos do continente, qtialquor que seja alias a
sua forma de governo {enflato por priinoira
base o principio da legalidad.- e da responsa-
bilidade. Desde a poca memorave! e glo-
riosa da- nossafniancipaco poltica o im-
perio do Brazil tem sempre representado na
America esses dous principias de ordem de
moral c de prosperidade. O contrario tem
acontecido em todas as repblicas do conti-
nente, anteriormente hcspauhol. Governos; lo iiiteVesse e na verdade ( nosfera/.o Vni~Ji'va f ranciaro.LinoGonralves da FoA
nascidos de revolucos successivas su.-,pcn-
ses das garantas eonslitucionaes tem dado
ponsabilidade absoluta no qual ogoveran-
te de tudo decid- segundo sua volitado
sys
em
cu
res pt
da desumma do poder publico.
No momento' em que escrevo estas linhas.
a repblica do Gllile (venturosa e prospera
ha alguns annos) e a repblica oriental do
Uruguay que progride de um modo espan-
toso apezar da guerra sao os nicos esta-
dos da America hespanhola que nao geieni
debaixo d'aquelle duro systema e que oonlie-
oem governos responsaveis.
A monarchia Irazileir, fundada sobre a
leealidade e sobre 9 responsabilidade nao
pode sympalbisar com governos que prOCla-
mo or principios de sua existencia a irres-
posabilidade. a-dictadora. ftobretudo quan-
do a robellho fomentada oor esses niestnos
principios funesto* se amvsonla atacando a-
quellas bases da constituicao brazileira e a-
meacando a inteiridade do imperio : a sua
tendencia nao pode sor outra senAo a de le-
vantar em algnmas provincias governos do
tumulto e irresponsaveis sol) o pretexto de
huma fede.raeflo
Nem os ministros da corda nem brazilei-
ro aJgum pode o|)'K>r-se a tAO evidentes p'-in-
eipios ; fico que hoje os reconhecem. For-
ca he porm confossar cine militas R a/ilei-
ros dividAo. e negffn talvez que em alu-
rnas das ropiiblicas do Rio da Prata -exista em
renlidade um aoverno comnlotani'Mile i"res-
ponsavol lima absolula dictadura pessoal.
le.isso oque me surpr-endo o me contri (a.
Rastanlo me tenho esforcado. i\s#\e que
; cheguoi a esta corle (verdade he que ha pon-
eos das) por convenc,,r aos m'iis amiro;
com o argumento invencivel dos tactos. Noto
im-'-m que nni se iirno^u os facto; al
memo os que sAo publicados nos ornaos
de Rii"nos-\yres. T)ar-me-bo pois lar-fa
de escreve-los e ser esse o assumpto da m-
nha segunda carta.
Rrazleiro Monarchisla.
Jornal do Cominercio.)
jjti'Sf iraha ha so nao pelo (pie ms.llie lall, I ceta
pois que perlendendo o' iiu-siuo fundar sua re- \ = Saiiio o 8." n. do Espethi das Helias ,
sisienria x nvmlia pura verdaue
atli-nccao a que se o nfieu annn
nao lom
io lo) lal
ciuitendo os artigos seguinlcs: \Vpologo D-
os, Auedoclas O Amor. C.ontinuaoo da
cario, se cu sou aloiv/.o se quero furiai- 'Historia (la Provincia, Mximas, Charadas.
COLLEGIO.PERNAMBIJCANO.
fk BOA VISTA, N. 6.
As aulas do Collegio Pernarobycano acham-
so. abortas desde o dia 7 docorrente Janeiro.
Todos os preparatorios que a le exige para as
Academias de Direitoede Medicina do Impe-
rio assim como para as pessoas que se des-
tinan! ao commereio, sAo ah ensillados ,
desde primeiras letras. Os prrtfessores das
diversas disciplinas sao de mui distincto m-
rito.
Para coi 1 heciment da regularidade dos es-
tudos, e do rgimen interno acham-s; pa-
tentes ao publico os estatutos do estabeleci- i
metilo.
Sao dmiltidos alumnos
pensionistas e externos.
que trata este horoeni de convomionar com
migo por ocoao ^e en recondu>.ir ditos g-
neros o Recife depois de soflrer o vilipendio
do publico e as anlhoridades mamlarem
proceder a vestoria ruja deu motivo a mi-
nna exigencia p mesmo digo por que trata
com migo do acabar tudo em bem e no melhor
com modo hindo com mi'o e mandndo-
me esperar em corla caza condecida no Recifo,
anda hoje esperara se t estivesse 011 ain^a
hoje talvez o pro-uraria sem o encontrar se
em lal cotiza consentisse e assim m'enganan-
do ver;onh()zamoiito anda huma voz me doixa
niais cheio de razo tiara provar ao publico a
su boa conrifncia c honradez de cujas ver-
ludes tanto -o blasona
\)uniuloeu fui por minha m estrella a por-
ta (leste homom mesmo dirigido por o meu
f;enerz bemfeitor atlie agora talvez igno-
ranle da boa f de tal sug ilo nao me pare-
cen homem nao mas um anjoque si) procu-
ra v miuha fclicidatle esta a cauza or que
cu nie devora esquivar da esmolla por ser a-
gttO, ra Direila ; la leja doSr. Rougard ,
ra da C.r-doia do Recife.
l^- Ahrio-se nodia Txlo corrente e con-
tinua mutlo bem por ler j una boa por-
ciiode alumnos un curso regular de The
ologia Moral, Dogmtica, e Historia Sagrada
o ^eclesistica ; a matricula continua al o
ultimo de Fevereiro p. futuro : os pretenden-
tes dirijao-se ruado Hurtas 1). 5( a ipialquor
hora.
w l'iccisa-se de alugar una oscrava fiel ,
e que gaita vender na ra: quein a liver au-
nuncio.
se Quem proci/ar de ioupa engommada
dirja-se luja do sobrado !>. ,*H na ra dos
Marlvrios que achara com quem tratar.
$ty Preciza-se alUgor una casa terrea que
tenha Commodos para urna familia, e em
qilal(|uer das ras do llairro de Si." Antonio,
nao excedendo o sen aluguel de I U reis |ior
mez ; quem a liver dirija-se a esta Typ.
Aluga-se una prela ou inoleipie para o
servir.o de caza c ra quem a liver dirija-se
vidiada roas nao acn tocoo assim ora ain- j ru da laiangcira : sobrado de duas varandas
da que eti tenhaj negociado nao obstante is de; Ierro.
to
mas por isso mesmo julgo ser ui'ompati-
0 abaixo assignado faz sciente ao Sr. ar-
vol eu escolher.os gneros o sabir to mal reinalanle das agurdenles de producao Bra-
servido rom escndalo do publico e meu pro- ; slleira que desde o dia S do correnle deixou
pumico p meu p
pn/.o dando lugar a que por minha c-heqdl
a Goianna achasse o povo assOmbrado c e portas, N. 1. Antonio da Rocha Coinpasso.
da che-ada de vender o elleito na sua venda em fofa de
vilipendiado como teodo feito coudn/ir para
vender ao mesmo publico gneros nocivos ,
que dero lugar ao cumplimento dos de veres
das authoi idades.
Por outra parte o dito Horges nertende mal,
e individuamente provar que eu escolhi mo-
d ou assisti a estas fuones quando sobro
elle tinha depositado a minha boa f por me
sentir molesto e quando fui ao trapiche ,
como elle diz nao fui esrolher nem pozar ,
nem medir cotiza ajgnma destes geiieros mas
Vj- OffereiC-se una pessoa de boa condu-
la aos Sis. pas de familia para lecionar la-
lim o primeiras letras, em casas particulares,
o por um proco niuito razoavel; qem qni-'
zeranntincie.
tff" Quem precizar de 11111 rapaz porluguo/.
com idade de 'ill anuos o qual sahe ler cs-
crever e contar para caixeiro -de venda ou
para outra qnalquor occiquicAo, tanto tiesta
pr.ica como lora dea ; pois tem toda a pla-
tica de negocio^ pode dirijir-se a rlia .Nova
Sim a nda que molesto, sendo" avizado pelo venda junto a ponte qtie achara com quem
mesmo canoeiro que era preciso dar preca a tratar.
partida pois estava demorado cuja demora
era prejudicial fui ao trapiche para est fim,
por isso que os Snrs que o dito Rorges per-
Icnde sejao suas testemunhas do facto e de
dirc-ito nao sao mais que do direito que tal
hom homem julga ter ara sustentar sita mal-
vade/. fazendo-se ainda mais escandalozo
sry A pessoa que pretender comprar 4 pi-
pas e alguns barriz >' *i em pipa ; dirija-se
a ra da Praia parede e meia do ultimo ar-
tnazeni de caiaie.
$~j~ Roga-se por bem ta ordem a todos
os Snrs. que teem recebido autos em confi-
anza hajao de os recolhor aos respectivos
internos meio
cm convocar pessoas. qu de certo nao podem Carlorios como devem e so obligados at
com livre conciencia jurar que me virao es- por principio de gratidAo.
colher medir, oii pezr gneros, mas s l 111 EscrivAo por todos,
sim qu m- Tirio no trapixe d ndoprecaa CT Aluga-se tuna caza na Soledade Com
partida da canoa que rouduzia taes gneros. Urna salla na frente urna dila atraz duas
() meu contendor protesta verdade sob-e 0 qu caniarinhas um gabinete ao lado Cozinlia
com lab idade allega mas eu promclto sus-| lora cacimba e quintal : a tratar na ra Di-
j tentar a verdade exposta3 e desmascarar eral reita venda de Jze da Penha que achara
com quem Ira lar.
jar* Compilase escravos de ambos os sexos,
com vicios ou sem elles, e com habilidades.
AVI20S DIVERSOS.
cedo
Vem por muilo madrugar amanhece mais
Snrs Rodadores.
Ainda que com passos tardonhos mas a-
gigantados pela ozo que ne assiste per-
tendo responder a correspondencia que em
opposico verdade me fez o mou contendor
Joo Rorges A Ivs inserta uo seu conceituado
diario de 20 do passado.
Eml. lugar leja-mc licito perguntar a
este Sur se salie ter j sido erecta aIguma
l.ei que desiruisse a hulfdade de nego-
cios em que baja dolo extremo :' E co.1.0
julgo que a resposta do concencio/.o Campiao
nao dova ser em lontrario da Le, pois esta
tem bastantes guardas, e ido proln 9 que a
condescendencia nem o inleresse sero capa-
zos de fazer torcer o recto caminlio da Jiistica ,
a estes com ao respeitavel pnhlico eu par-
iendo segunda vez iiltistrai a respeito da ma-
teria de minha questao com o tal I 'urges
vista de sua 'lustrada correspondencia em
resposta a meo annuiicio de ib' do passado e razo a prezente contenda 'rara ter mais huin
eye a mentira de que o mesmo se serve ,
firme s em principios de minha verdade a
(pie o publico Bttondendo me Far juSticH ao
mesmo publico eu previno e ponho d'acor- OU sem ellas para lora da provincia; na pra-
do para que nao negocien laes letras que o ca da Independencia I). 1.
niesmo Rorges possa aprsenlar c que me di- S3* Na loja de una porta da pracinha do
gao respailo, pois nao me responsabelizo Livramento D. 7i-> ainda existe umj-estode
por seu pagamento em quanto tal questao so ferragoin como seja ^ chaleiras n. 5-120O
nao decida por meios egaes de nossas eis n. 2 1000; cassarolas grandes 1000 ; cen-
e por viados probos INlagisirados a quem per- tos de sovellas de capalciro 2(); caixas do
letirfc. seda dito 160; caixas de obreias 60"; ditas
lie tal a cegueia do Srif. Rorges que se
atreve de notar por falco hum acto de justiea
|)iiblico feito com ailthoridade em meu pre-
juizo por cauza do scU dolo fazendo julgar de
pouca 011 nenhuma ronfianca as anlhoridades
constituidas nesta Comarca, por qxc ninud.<-
ro embargar os gneros i-orromp dos qu o
Snr. Conceiiciozo lkirges m'introduzio porem
s'engaa por que o despiezo que faz das au-
toridades a cujas me submclti nao ficar
impune e pOr certo se deve julgar que recaia
sobre a origem que vem a ser a propria-
le lamparilla (H); ditas de linhas de marcar
80; massos de creo para menino 160; pe-
drea para escrever 10(1 : libras de pregos do
forro grande e Coi laes 80; lOgrozas de bo-
tos de massa para farda de Soldados 6iO a
groza ; ratoeirasd! ferro 2 des 1000! sachlas 320; encinhos grandes
480, pequeos SO; thezotiras de alfaiale
20; |iedras linas |iara navalhas 80 ; cai-
vetes de peniia 100; ferros de plaina para car-
pina 120; ferros de juntara 120 ; de gui-
Iherinel20; ferros decapa 210: ditos po-
drezca, varios tamaitos 80, 120, e 160 ;
que so iranaina p
destas artimanhas em beneficio do seu seme-
Ihan e : glande conciencia \ irtude admi-
ra ve I desinteresse sem igual fazei que o
Snr. Joao Borges Alves eiFectne como lie de
entrareipor parles no delalhe de minha allir-
mativa contra a defoza do meo Contendor
(Questao he esta cuja entidade vosander
nao si), sobre principios d'interesse, mas tam-
bein d'honra pois a grande prohidade do
meu celebre protector em mimpigir gato por
lebre tanto aclarea e faz brilliar a limpe-
za de sua conciencia que demonstra traba-
Ihar mais pela Jioura ( como diz) do que pe- V-nda mais ao Seu atiento venerador u
mente exaltada honra ( menos inleresse r
por ser couza desconhecida do Snr. Rorges correntes de rame giosso de ferro para bal-
pois que S(> 11 almilla pela honra, e si) faz lauca 200 a vara.
Preciza-se de alugar urna escrava fiel,
para o servico de urna casa de pequea familia,
e que saiba comprar coz libar e ensaboar ,
dando-se-lhe o sustento, e 10 > 000 rs men-
saes : na Solidade 2. M casa nova do lado es-
querdo junto das do Snr Herculauo.
derece se um moco Porlnguez para
caixeiro de armazcni deasssncar venda, ou
padara dando fiador sna coudu'a : quem
o perlender dirija-so a ra Direila venda
l). 49.
- Quem aununciou querer dar 600 # 000
reis a juros dirija-se ao muro da Penha/dA
parte u ifixo casa 0. 13.
grao (Paugmento na pauta dos amigos da hu-
ipanidade o que apezar de meio fbrquilbado
1 co mesmo. Jbe dezejo e a Vms Snrs.
Redactores todas as venturas mostrando-me
soinpre agradecido por aturaren as minhas
importuneces porem filhas da minha ra-
zo e da justiea que exijo: e com a publi-
racao destas mal 1 rae.das linhas obrigarao a-
/


T
^
Jk
lar Lava-so, e engomma-se com toda per-
leigau v cun a niaior brevidade possivel: na
na ra do Amorim no primeiro andar por
nina du loja de polieiro.
su* Os Sis. Antonio Baptista Clemente, e
.Joo Rumio de Moma queirao dirigir-se
a ra do Crespo D. 6 a negocio de seus in-
terrosses. -_
SU" Doseja-se entregar urna carta vinda de
Portugal a Senhora D. Francisca de Paula
i inlo roga-se-Jhe o obsequio de annurxiar
a sua murada para selhe entregar.
SU" 0 Sr. Joo Leite Rapozo queira fa-
zer o obsequio de dingir-se a ra de Apolo
era rusa de Joaquim Baptista Moreira, para
reoebor una carta viuda do Rio de Janeiro.
SU" Alugo-se casas terreas novas com
quintal cacimba e lodosos mais cun modos
para familia citas na Trempe : quem as
protonderdirija-sea casa de F. A. de Oliveira,
no Atierro da Boa vista.
S3T 0 Sr. Manuel Luz da Cruz dirija-se
a ruada CruzdoRecife u. 51 para raceber
urna carta vinda do Norte.
su- A pessoa que precisar de um Brasei-
ro com pouca familia para administrador de
qualquer engenho, oqualtem alguma pra-
lica dcste servico e da fiador a sua conducta:
annuneje.
su* Domingo no assougue defronte da ca-
deia havera vitella pelo mesino prego da
aiiie que se vender naquclle dia, como man-
tiga de poico em jiotes de 5 ou i libras a
28o reis.
ES" OSr. Dr. Simplicio Antonio Mavigni-
er queira mandar recebar duaa cuitas viu-
das do Rio de Janeiro na loja da quina da
ra da Madre de Dos.
SU" Anvnda-se, ou vende-se um si tio cem
coreas de liuiueros com loo ps de laran-
geiras e outras fructeiras e boa casa de
vivenda no lugar do Barbalbo perto do
rio por preco commodo : a tiatar no mes-
nio sitio ou no do Hospicio do Ex."'" Snr.
Consellieiro Presidente da Rellacio, com a
Senbora D Mara Joaquina de Macedo.
SU* Da-se um cont de reis a premio de
2 por cont ao mez, com segurauga a conten-
to : na ra .Nova D. 5o se dir.
su* Manoel Adriano de Albuquorque Mel-
lo Professor particular de primeiras letras,
avisa a todos os pas de seus alumnos e a
quom inlcressar que se acba com a sua aula
da ra do Jurdim casa do momo nome em
exercicio desde o dia lo do corrente. Na
niesma lia quem ensine Crammalica latina ;
e recebe-se pensionistas, da forma que se
convencionar.
Sjy O abaixo assignado avisa ao respeita-
vel publico que existe em sua venda na qui-
cr Precisa-so de um bom cozinbeiro : no
botequim junto ao tbeatro.
AVISOS MARTIMOS
Para Lisboa o Brigue Portuguez Conrei-
go Flor de Lisboa forrado de cobre e de
superior marcha saldr com muita brevi-
dade por lera maior parte de sen carrega-
mento prompto ; quem quiser carrogar ou ir
de passagem para o que olferece os melhores
commodose tratamento dirija-se a Mondes
<4 Oliveira na rna do V'igario D. 13 ou ao
Capilao do dito Vicente Anastacio Rodrigues.
Para o Porto saldr al o lim do corrente
mez por ter motade de scu carregamenlo
a bordo o bom couhecido Brigue Portuguez
Mara Feliz Capilao Antonio Luiz Gomes :
quem no mesmo quiser carregar ou ir de
passagem entonda-se com o Capilao na
praca ou com sen Consignatario Antonio
Joaquim de Souza Rbero -, na ra da Cadeia
do Red fe.'
Para o Maraniiao at o (im do presento mez
ahir o bem conheciu'o Brigue Escuna Lau-
ra progado e forrado de cobre tein gran-
de parte de seu carregainento engajado ^ pa-
ra carga e passagoiros trata-secom o Capilao,
ou com Firmno Jos Felisda Rosa na ra
da Mocda N. 141,
Para o Rio de Jasetro com toda brevidade
o Patacho Nacional Valente ; quem no mes-
mo qoiser-carregar ou ir de passagem por fri-
tos commodos dirija-se a Paiva & Manoel ,
na ra de Apolo contigua ao porto das canoas
d< Rccife, ou a bordo ao Capilao Ignacio Xa-
vier Pintreiro, defronle da Lngoeta,
L E I L O E N S .
"""# Que fazem James Crablree & Com pa-
nilla por inlerveneaodo Correlor Oliveira .
de um esplendido sorlimonto de l'azendas In-
glozas ; Soxla feira 14 do corrente as lo
horas da maub no seu araiazem da ruada
Cruz.
-v____.
v.a do beco d' S. Pedro una saca com mi-
llio que um negro entregou ao annunciau-
te no dia 11 do corrente e -como a mesma
saca nao Ihe pertenc'e porisso faz o presente
annuucio alimdeser entregue a seu proprio
dono dando os signaos.
Jos Francisco de Azevedo Oliveira.
SU* Um rapaz Brasileiro de idadede 17 a
18 anuos se oll'eroce para ser caixeiro de ra
ou loja de l'azendas : quom precisar dirija-se
a ra da Cadeia em casa de Joo Baplisla dos
Santos.
SU" Quem annunciou precisar de um sitio
perto da praca c>m porto de embarque a
vender ou permutar por urna casa que ronde
2ooji reis uobairrode S. Antonio, dirija-
se a Praca da Independencia n, 2o.
tT Aluga-se urna casa assobradada feila
a moderna e com muitos commodos para
urna grande familia cita na ruada Alegra
e urna canoa que conduz -4oo ,tjolos : quem
pretender entenda-se com Marcelino Jos Lo-
pes,
SU" Ha para se alugar metade de urna casa
terrea com bous commodos quintal e ca-
cimba nao tendo familia quom mora; quem
a pretender annnncie ou dirija-se uo trapi-
che do Sur. Angelo a fallar com Manoel
Francisco de Jess Veras, que dir quem tein.
i_y- O abaixo assignado avisa aos pais de
COMPRAS.
tar 4500 lijlos de lapamcnlo
que sejao
Praca da
bom grossos o de boa largura : na
Independencia loja n. 12,
SU" Um primeiro tomo de Breviario e
basta que se possa fazer azo de suas folhas ,
at ao lim de Noa : annuneie.
ts* Una rotula em bom uzo : na ra Di-
reita B. 1 ou afinuncie.
VENDAS.
-SU" Grammatica Portugueza por Constan-
cio Dita Franceza por dito Dita Ingleza
por dito Arithmetica por Bezouth edico de
Franca Thesouro da Mocidade Porlugueza ,
I.u/Jadas de Camoes, Horas Marianas Novo
Alfabeto Pe rtaguez Cathecismo de Monte-
pelier seguido de um resumo Arithmctico .
com compendio de orthogralia e tratado de
Geografa, Parnaso Luzitanoem 6 volumes,
Manual da Missa Vieira Diccionario Inglez ,
Portuguez, e.P. I. Compendio de Historia
Bomana Aventuras de Telemaco em Por-
tuguez Francez e Inglez Novo Diccionario
Francez e Portuguez, e P. F., por Fonseca
& Roquet : na Praga da Independencia loja
de livros n. 57 e 58.
SU" Folbinhas de porta dilasde algibei-
ra com variedades ditas de dita com alma-
nak mui correlo dita Ecclesiastica ou de
Padre 5 todas por preco mais commodo que
em outra qualquer parte impressas em bom
I>apel e lindo typo : na praca da Indepen-
dencia loja de livros n. 57 e 58 na ra do
Cabug loja do Sr. Bandeira na venda da
quina defronle da Igreja da Madre de Dos,
na ra da cadeia loja de ferragens do Sr. Mo-
raes e que ja foi do Sr. Quaresma defronto
da Matriz da boa vista na botica do Sur. Mo-
reira eemOiinda na ra do Amparo boti-
ca do Sr. Bapozo.
SU" Potassa da Russia de superior qua-
lidade em barris grandes e pequeos a di-
to grande lodo cercado de madeira
coberto de arvores que do fructo
grande : a tratar na Praca da Boa vista boti-
ca D. 5 ou na ra da Roda venda D. 8.
SU" Duas toalhas urna com lavarinto em
roda e outra com dito as ponas e dois pa-
ninlos com dito : tambem marca-se a 10 reis
,a letra: na ra dos Martirios D. 0". lado da
Igreja.
SU" Bichas muito boas do Porto o con-
loa lojooo rs. e a relalho a 24o rs. : na
ra NovaD. 15.
^ su* Compendios de Grammatica Portu-
gueza A.' edigo composta por Salvador
Henriquc de Ibuquerque professor pu-
blico do primeiras letras da Freguesia de S.
Pedro Martyr do linda preco 4o rs. meia
encadernacao. Resumo das quatro ofieragOes
de inteirosde Arilluneca para uzo das au-
las de meninas dedicado as professor* pu-
blicas pelo dito professor a alo reis : as
lojas de livros do arco da Conceigo da ponte
do Recite e do pateo do Collegio e em
Olinda naruade Mathias Ferreira sobrado
N. H.
SU" Taboado de amarelo e louro de to-
das as grossuras serrado no Monteiro na
serrara de agoa-: no deposito da mesma ser-
rara as casas novas do Sr. Cunha defronte
de S. Francisco.
SU- Cadeiras Americanas com assento de
pu a24ooors. aduzia-, dras de Jacaran-
da do ultimo gosto a la rs. cada cadeira ,
mezas de dilo a 5o* rs. o par marquezas de
condur a 2L) rs, e mudos uniros trastos
de bom gosto e por prego commodo : na ra
Nova armazem de trastes D. 5o.
tvU" L'm bom cavado castanho, bastante
grande B em boas .:aenes proprio para car-
ro : na ra nova loja Franceza D. D.
SU* Urna ferramenta de carpina,toda
completa com sua caixa; duas caxas gran-
des e um pu para lipoia : na ra do Ran-
gel D. 8.
SU' A armaco c os pertencesde urna ven-
da em mu i lo bom local para o mesmo es-
tabelecirnento: a tratar com Bernardno Jo-
s Monteiro, na ra do Sebo bairro da Boa
vista.
SU" Urna osera va de nago de bonita fi-
gura de idade de 2tf anuos engomma liso,
faz llores cozinha e lava bem tic varrelia, ou
troca por outra de idade de 14 anuos na ra
Direita l). 2o lado do Livramento.
SU" Lina porgao de costado do amarello
vinhatico de 5o palmos em pranches para
serrar por preco commodo : na Pracinha do
Livramimto D. 55.
SU" Urna meia agoa i.ova no beco do
quiabo : a tratar no mesmo beco com a viuva
do fallecido Zacaras ao p da dita casa.
SU" 5 osera vas mogas e de boas figuras ,
com habilidades as quaes se farad ver ao com-
prador um preto cozinbeiro da lomo e fu-
gao um dito de mudo bonita figura per-
, um dito mudo mogo per-
ca rreiro e Irabalhador de machado e
urna mulatinha e urna negrinha de
anuos um bonito moleque de
urna
nativa I zinha faz todo
o servigo de urna casa e a
e casa compras diarias e he muito deligentc : na
ra Nova lado do norte no segundo andar
do sobrad D. 2t onde tem o Gabinete Li-
tara ro.
SU" Para fora da Provincia um preto offi-
caldepedreiro, de bonita figura de dado
de 2oannos : no principio do Atierro do Ar-
rogado em casa de Silvestre Joaquim do Na?-
cimenlo 5 assim corno una mulata moga de
bonita figura muito robusta sabe lavar ,
engommar, coser, cozinhar e todo o
servico de urna casa.
mais
ESC RAYOS FGIDOS.
S-- Joo Correi de Amorim morador na
Pazenda das Cacimbinhas, Provincia das Ala-
goas Municipio da Villa da Palmeira dos In-
dios annuncia que lhe rugi um seu escra-
vo crelo mstico, de nome Joaquim com
os seguintes signaos : estatura regular cheio
do corpo cabellos pixaim froxos, nao be
de m feigo tem na testa urna cicatriz de
umaferroada, com todos os den tes sendo
t'eilo allaiale
Coito
lotice,
idadede 12
nacao cacange ,
de idade do 15 anuos
na ruadoFogoao p do
seus alumnos, e aos que do seu prest mo se nhoiro o a praso com boas minas: em casa
quiserem servir que no dia l."de Feverero de Joao Rufino da Silva Ramos ra do Hos-
picio sobrado de um andar defronle do Coro-
continua no exercicio de sua aula de primei-
ras letras Doulrina Christ Arithmetica ,
e Grammatica Portugueza 5 na ra da Ca-
deia D. 52.
Padre Joao Jos da Costa Rbeiro.
SU" A pessoa que annunciou no Diario
de 11 do-corrente querer alugar urna escra-
va saliendo cozinhar e fazer o servico de
nel Brilo inglez.
SU" L'rn nnilatinhode idade de 15 a 1-4
anuos oprimo para pagem por ser de boni-
ta figura ; as 5 ponas D. 12, lodo esquer-
do quem vai (|<> Toigo.
Sy Moias, barricas de farinha de trigo su-
perior o nova : no armazem de Joaquim de
1 casa de poquena familia dirija-se a'Souza Piulo no Recite e na ra Direita pa-
N. >. dara do Machado.
SU" Urna pela do gento de Angola de
idade de 22 annos para tora da Provincia
na ra da senzala velha do Rocre N. 55, a
fallar com Manuel Gonsaives Ferreira Lima.
BT lili sitio nn ostpada do Pojiba!, IJli-
rua do Hospicio casa do sobrado
SU" Avisa-se a cerla familia moradora no
Pogoda Panella que vonha 011 mande tirul-
os pinhores que scu cholo empenbou : e se
o nao lizor no praso de 5 das se vendcio
para pagamento do prQCi|iaJ c juros.
prela por 15o> rs.
Roza rio D. 25.
SU" Sfjmentesde varias qualidades chega-
das ltimamente de Lisboa : na ra da cruz
D. 45.
v SU" Urna obra de Geomelria nova por La-
croix a historia do Brasil desde o sau des-
cubimento al a abdicago do Imperador, por
Constancio o Universo Pitloresco de dous
anuos a historia da Grecia e Pope em bom
estado 5 tudo por prego (commodo : as o
ponas loja de l'azendas D. 8 do Snr Pra-
lita.
SU" Excedente taboado de pnhoda Suecia
p Amarieano e urna porgao de tabeas de pi-
nho do Porto, muito fortes por serom cort-
das no salgo e ptimas para estacadas e at
para portas por terem polegada e meia de
grossura d-seao* rs. a duzia : no arma-
zem po detraz do Tbeatro.
SU" 500 e tantas barricas vasias parte
proniptas para assucar e parte com algum
defeito por prego commodo e com algum
praso : no armazem de vender pao e bolaxa ,
junto ao arco de S. Antonio.
SU- Cales finos para divisas de oficaes ,
ditos para bonets urna cipa de gorguro
rouxo que serve para a Irmandade dos Passos
ou dos Martirios : na praga da Independencia
loja do Antonio Felippe da Silva.
SU" Um escravo bom serrador : na serra-
ra de Joo Antonio Baptista Muniz na ri-
beira.
- S_^- Para fora da Provincia jior nao que-
rer servir a si:a senhora um escravo crelo,
de idade de 1-4 annos de bonita figura mol-
estes alvos, e limados, querendo um dos
dentos da frente apodrecer que j demons-
tra arroxiar os ps apalhetados tem o an-
dar embalangado alalia espevitada e arro-
gante e admiltc-se a tocar pfano o qual
figo ra casa do dito seu Senhor no dia 15 (je
Setombrodo anuo passado: os apprehende-
dores que o entregaren! ao dito sed Snr. sero
gratificados com I00.C rs. ou na ra Direita
D. 58, desla Cidade.
SU" Da Baha e do Engenho Cravasseido
Brigadero Ignacio de Araujo Arago Bulco ,
fugionodia 15 de Agosto p. p. um pardo,
maquinista de nome Manoel Amaro com
ossignaes seguintes : estatura regular cara
larga ; nariz grande e achatado tem urna
pequea cicatriz na face pela l'rente, ps gran-
pas cabellos enrolados lem suissas de
dade de 28 annos falla bem portuguez e
alguma cotiza francez escreve sem erros ,
con la todas as especies, e toca violo, foi ves-
tido de caigas de panno lino preto e jaqueta
de dito azul, chapeo da llavana de abas es-
trellas e calgadode botius : quem o entre-
gar tiesta Cidade ao Capilao do Patacho Mi-
nerva ,
moabo
receber loo0 rs. alem das despezas
zer.
SU- Na tarde do da 5 do corrente, fugio
urna preta de nome Joaquina com os signa-
es seguintes : tem bastantes cabellos blan-
cos nariz chato algum lano acangulada ,
tem por baixo do queixo da parte esquerda
urna cicatriz ja sa de um tumor do tamanho
de urna polegada tem ospeitos batidos al-
tura regular : roga-se a pessoa que a appre-
hender de dirigir-se a ra dos Martirios so-
brado junto a torre primeino andar, quo
ser gratificado.
SU Fugio no dia -4 do corrente um es-
cravo de nome Benedicto de nagao Angola ,
baxo, cheio do corpo cor bem preta olhos
regulares sobraneelhas grossas, cara re-
donda beicos grossos nariz regular per-
itas poueo arquiadas ps chatos represen-
ta 20 anuos de idade 5 levou barrete azul,
camisa deriscado azul jaqueta de |panno ver-
de escuro e caigas de brirn branco : quem o
pegar leve a ra da Cruz no Bairro do Recife ,
n. 55, que ser gratificado.
na Rabia a Thomaz Pedreira Gere-
011 a Joaquim Baptista Imborana ,
que fi-
M0V1MENT DO PORTO.
lo sadio
, cm vicio tem principio de tt> RECiFENA TYP. DE M.F. Wi F.
CONTINUACAO' DAS SABIDAS DO DIA 12.
Marseille ; Brigue llamburguez Johanes, Cap.
Peler Pelerseu ; carga assucar.
Dito ; Calila llollandeza Anua Cap. Siba
B. de Jong carga assucar.
Baha, Brigue Inglez Terpsicore Ca-. Wil-
liam Hutchings com a mesma carga quo
trouxc de Terra Nova.
Bio de Janeiro ; Brigue Americano Alilla ,
Cap. AVillam Chase carga a mesma que
trouxede Terra Nova.
ENTRADOS NO DIA 15.
Macei ; 56 horas Brigue Escuna de Guer-
ra Brasileiro Fidelidade Commandante o
1. lente Felippe Jos Pereira Lial
liba de S. Miguel 5 25 das Brigue Escuna
Portuguez Amelia de 152 tonel. Cap.
Joao Ignacio de Menezes equip. 15 car-
ga sal e btalas : a Joao Jos da Cruz.
SABIDOS NO MESMO BIA
Para Cru/ar ; Escuna de Corra Brasleira
lidia Americana Commandante o 1. Te-
en le Candido Joso Ferreira.
Rio de Janeiro ; Patacho Brasileiro Josephina
Up. rancisco Jos Rbeiro carga- diver-
sos gneros.
1842.


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