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nno de 1842. Segunda Feira 10 d
Tuilo srora depende de nhn mearnos ; da aossa prudencia, nbcltriciio, eenerga : con- tinuenog como principiamos, e aeremos apuntados com admiracao entre as Sacies maia WlM- O?roclamscuo da Assemblea Geral do asilo PARTIDAS DOS CORREIQS TERRI STRES. Coianna, Paraiba, e Ilio grande do Norte, na segunda e sexta feira. J ftontt.1 c (arnnnuiis, a Ideal, /r Cabo, Serinlieem, Hio Formn., Porto CaUo, Maceio, e Alaoas no i i\, e 21. Paje 13. Santo Ani.'io, .quinta feira, Oliuda todos os dias. DAS da semana. 10 Se. J. Panlol. Ermita, Chanch Aud. do .luir, de lMreito da 2. vara 11 Tero. s. Ilv^ia.i. Aud. do juizde Uireilo da i, Tara. -42 Quart. s. Stiro. Aud. do juit de dircito da 3. vara. 13 Qnint, Hilario, Aud. do jui>. de dire ito da 2. Tara. 14 sext. s. Folie. Aud, do Jniz de Direito da 1. rara. id tab. s. Amaron. ]tel. Aud. do Juix de Direito da 3, vara. 10 Dum. O ss, IS'ome i'c Jeius. Janeiro; nno XVIIT. W.6. mmnniiiimiyjri -i -m, ;.il jraaaaaMaiaa O Diario publica- lodos o, ,llqu, -,o forem Pantidcailos: o nrero da .n,,llrr, ', lere.mjl ,e por ouar.,1 p*o, .diantados. O, nnnnn, do, J^*S " rati, eos dos oue ., f,em A ,,, ,,,. ,S0 r5 por India. , .SScCS r Sume'::; $?&**"-,us c,uies *3- - * *--& titssz Cambio sobre Londres 20 d. p. 1U. " I'oris 320 res p. franco. Lisboa SO a 85 |>. ll0 de pr. Ouno-Mocdadeli/iO V. (4,4Ot 14,000 " ' N. i i. 2.KI al'; i ) de 4,000 N ilil a 8,200 Pkat Tataccs 1 ,(6 a j ,(;u CAMBIOS HO DA 9 ni: IaMSIRO. I" rata Petos I 'Hrnn.itrs Mexicanos 1,880a 1,060 l,> a .;.,( " ""<"> 1,440a 1,461) Moeda de cobre 3 por 100 de discomo. DisconU. de lulli. da Alamlc;a I r ( por 103 ao nier. dem de letras di- boas urinas le (le j. Preamar do ,na 10 de Janeiro, 1." as 3 horas e 42 ni. da tarde. 2. as 4 horas e 6 m, da manha. PIUSF.s da LOA NO HEZ tE JANEIRO. min;. a 3 ;is 7 .iras e :>J m. da lerdo. Qnart, I.na Nova a 11 -- te QrJart. cresc. a l!t -- ka 1 oras e :>4 ni. da tarde. 0 oras e h I m. da tarde. e .'>i' m. da larde. ko de Janeiro, decreto. Tendo subido mi-nlia imperial presenca a representaoo da cmara municipal >da no- bre e muito leal eidade de Barbacana da pro- vincia de Minas Gentes datada da 11 do no- veinbro prximo passado, na (]iial a mesma cmara, eomposta dos cidados Manool Ribei- ro Nuoes, Pedro Teixcira de Carvalho e A/.e- vodo, Gamillo Maria Ferreira, Francisco das Chagas Alvim, Josa Simpliciano de Souza Brrelo, Antonio Marques da .Silva Pero ira , Carlos de Sa Fortes eErancico de Paula Ga- millo Araujo, em acto, e por moio que Ibe be expressamonte probibido polo regiment, se envolve na poltica geral do estado ousando porem duvida a iniiba imperial o sempre a- cliva solicitude pelo bom de todos os meus subditos c menoscabando a dignidade das duas cmaras do coi po legislativo, que orga- nisaram as leis -temporariamente indicadas de liberticidas preteridos os limites das at- tribnicoes das (binaras municipaos, mili ex- plcitamente marcados pelos artigos I(7 e G'ddaconstituigao, e pelos ttulos t. 5. e 4. da lei do I. deoulubro de 1828, com ma- nifest e criminoso abuso : nao podendo tAo inslito procedimento autorisar-se comodi- /reitode policio que o paragrapho 30 do artigo i79 da constituicao outorga a todo o cidadao, como la!, mas que nao compete, sobre aquel- Jes objectos, segundo be expressamente de- clarado no artigo 78 da citada lei, s cama- ras nuinicipaes, que sao corporacoes mera- mente administrativas : e cumprindo queef- ectivamento so laca conler a dita cmara nos restrictos limites do seu regiment: be i por bem suspender ob sobreditos vereadores que assignaro a referida representaco do exerci- cio de suas fungues para que se Ihes faca e- fectiva a responsabelidade em juiso compe- tente. Candido Jos de Araujo Vianna, do meu conselho, ministro e secretario de estado dos negocios do imperio, o tenlia assim enten- dido, e faga executar com os despachos ne- cessarios. Palacio do Rio de Janeiro em 10 dedezembro de 1841, vigessimo da indepen- dencia e do imperio. Com a rubrica de Sua Magostado o Imperador. Candido Jos de A- raujo Vianna. Representado da cmara municipal da cidade de Barbacena a que se referov o decreto supra. Senhor A cmara municipal da nobre e mui leal cidade liarbncena, que com to pro- fundo enlliusiasmo saudou a maioridade de V. M. 1. : que, em todas as pocas, raais ou menos calamitosas, porque ha passado o throno augusto de V. Al. Imperial, se esfor- cou sempre em sustentar com aliaco os prin- cipios de ordem de que V. M. I. he e sem- pre foi para ella o principal garante vem hoje, Senhor, prostar-se ante o throno de V. M. I. pelo seo orgo deputado eleitoocom- mendador Gabriel Getulio Furtado de Mea- don<;a nao prazenteira e cheia de jubilo, co- mo outr'ora, mas tmida e pesarosa pelas circunstancias extraordinarias a sua diflicil. mais honrosa missao. A magnanimidade de vosso cora^ao Seuhor, o amor paternal que consagris a lodos os vossos subditos , apersuaso emque est esta cmara de. que s vos podis salvar o imperio de hum futuro prenhe de desastres que do proposito, nos prepara o espirito de partido em dilirio taes sfio Senhor os mais poderosos motivos des- te passo, em que a calumnia pode enxergar o oJiosO, mais onde V. M. I. cujo coraco es- t muito cima de taes sentimentos s po- de entrever o anaor e conliauca de seus subditos. Representar a V. M. \. con- SM^er r^*,";:! t:i^:t risa ^tssarr fisrf.....s it e c-r- m m-.....* n.! iwss7H.m.!.Vr. 1. -.. '. ,0'-n'.,il0 '.- Iimcionarios pblicos nos limites de seos res- ppesso a nua reacio que elle tem emprega- carecidamen te sua adherencia o seo sagrada pssoa de V. M. I. Doos guarde a mais prejudrcial por aqueHes de ,o laiv.v so- liberticidas, a da reforma do oodigoo miste, fS+S&EZ SS'S \ ES"** n,>"SV,,S *" "Wl" processo ,ea do conselho de estado que to- brode 18H. Manoel Antonio Fernandos Ihem a V. M. I. o livre exercicio dos mais bacharel formado e adrogado; Silvestre Pa- preciosos direitos magostaticos, e naco as choco de Castro sargento mor Jos Bento suas principaes garantas, nulhficar esse a- da Costa d'Azedia.s lente e'negoeioate; poio hclicio que osustertta perairto a opinio | Francisco Antonio d'v^ila ; Luiz Camillo da naoional que realmente o repelle taes so, Costa Mallos; Domingos Jaime Ferreira do s a que se propoz esta cama-a, j Castro, juiz municipal, padre Manool Fer- nandes da Asswmpcao ; .Manool Caraoiro Fer- reira : Domingos Antonio da Rocha ; Jos Alvos da Malta, negociante; Camillo Gttedes do Carvalho negociante ; Joao Fernandos de Oliveira, ex-tenente coronel eofflial da Roza : Tiniotheo Jos Cardoso de Abranches, do em varios pontos do imperio com o moio! terioem quanto IS^w'l? Sern^ VXZ T'"?^ T?St ^ ^^T de governo; contra a sua adherencia o seo sagrada pU^v''., "'"Ic!.pai lK,m ^procedimento, prejudiftrtl por si, e anda ostensivo empenho pola decretaeSOdessas du-1 V. M. 1. ,. ribiiicoos autofgadas pola conslitnicoo queme eumpre guardar na mais perfeita in- t gridado : loi por Bem suspender os sobiv- ditos vereados que assignaro a referida re- presentaedio do exercicio de suas fimceoes , para que seibos faca eflectiva a responsabeli- dade em juiso com pet ten te. Candido Jos de Araujo Vianna do meu conselho, ministro e secretario de estado dos negocios do imperio o tenba assim entendi- do e faga executar com os despachos nceessa- rios. Palacio do Rio de Janeiro, emlOile dirigindo-seao throno augusto de V. M, [j He tal orespeito, tal o acatamento que esta cmara consagra a augusta pessoa de V. M. I., que ella guardara hum doloroso silencio em presenca dos acontocimentos anda mais dos- astrosos. so pensassn Incorrerno mnimo dos- agrado da parte de V. M. I.: mas, convencida do contrario, ella nao esperar desgranadas oecurencias para entilo ir prostar-se,aos de V. M. I. ; ella se mostra deste j desafecta i poltica do actual gabinete que, talvoz pos- suido das mais patriticas ntoncoes nos im- peli pelos seos actos para o abysmo inson- davel das revoluges. He lempo, Senhor, quecesse a illusfio ; he tempo que seconhe- ca que esses que nos opprimem, que nos pinto avessos aos principios da monarchia representativa, nao podem contar com hum apoio verdadei ramn te nacional, de que tan- to alarde fusem ; he tempo em im que V. M. I. que quer o bem de todos, que se a- cha muito cima do mesquinho espirito de partido, contioea caKilmenle as tendencias, Jos Gomes Peroira Alvim sargento mor da negociante 5 Roberto Francisco dos Keis al- feres o aagociaute ; Jos Roberto Francisco dos Res, negociante; Raphael Pinto de Suu- /a, capitao ; Fernando Augusto da Silva Ca- nedo, negociante; R. Antonio Noto Carnei- ro Leo tenente coronel reformado na pri- meira linhado exercito ; Manuel Joseda Sil- va Caedo capitn das antigs ordenancas e negociante ; Joao Neto Carnoiro teme, pro- prietarip; Feliciano Coelho Duarte ajudan- te de ordena do eommandanle superior, ca- vall-Mio da ordem de Christo ; Simao Ferreira da Silva juiz de paz ; Venceslao Jos Fcr- i'iira Campos proprielario ; Bartholomeo de Oliveira Carvalho ; Antonio Francisco Duar- te proprietario ; Marcelino Jos de Oliveira do espirito publico brasileiro. Pela sua parto, esta cmara, que julga poder considerar-se a representante dos sentimentos da grande maioria de seos municipes, tem religiosa e respetosamente cumprido o sen dever. Es- peranzosa ella aguarda os felizes resultados que nos promettem a sabedoria, o patiiotis- mo, a energa de hum principe, que he o mais Arme amparo da constituicao e da ordem. Digne-se, pois, V. M. I. aceitar os sinceros protestos de amor gratido e respeito que consagra esta cmara a pessoa augusta de V. M. I. Dos guarde a V. M. I. por dilatados annos. Nobre e muito leal cidade de Barbacena , em sessSo extraordinaria de 11 de novembro de 18-H.-Manoel Bibeiro Nunes-Pedro Teixeira de CarvaHio e Azevedo Camillo Ma- ria Fereira Francisco das Chagas e Alvim - Jos Simpliciano de Souza Brrelo Anto- nio Marques da Silva Pereira -Carlos do S Fortes Francisco de Paula Camillo Araujo. prmeira legiao da guarda nacional e cavallei- 10 da ordem de Christo ; Atjmoel Gomes Fer- reira ; inspector de quartero ; Joaquim dos Santos Loures, Sargento dagnarda nacional ; Francisco de Assis Loures negociante; An- tonio Pinto Loures, proprielario; Antonio de Padua Ferreira Alvim, Capilao da guarda nacional, juiz de paz e cavaleir da ordom do Christo ; VicenteFrreira Gomes Alvim, nego- ciante; Joao Evangelista Sisnando Alvim pro- prietario ; Francisco de Paula Gomes, nego- ciante ; Fernando da Costa Pereira OO- rio, Manoel Francisco dos Keis. DECBETO. Bcpresentacao que varios cidados da cidade de Barbacena dirigirn a S. M. o Imperador. em opposico que fez a cmara municipal da referida cidade pedindo a dcmisso do actual ministerio. Senhor! constando aos abaixo assignados que a cmara desta cidade se reunir hontem extraordinariamente para representar a V. M. I. (que imprudencia!) a neoessidade de demi- tir o ministerio certificando ser a vonta- de dos povos os abaixo assignados se apres- so Senhor a levar presenca de V. M. , que a cmara de Barbacena est totalmente engaada ; que os povos deste municipio a exoepgo de meia dusia de ilkididos, apreei- o sobre mancira o goferno de V. M. e cor- tos da iliustraco e probidade do mesmo, con- fio que far qfuonto estitaf ta sua sua parte Havendo-so reunido a cmara municipal da villa de S. Joo Baptista do presidio da pro- vincia de .M as Ceraes,composla dos cidados Joio Gomes Barrozo Geraltlo Rodrigues de Agniar Marcelino Rodrigues Ferreira, Joao NepomocenoGoncalvos Poniese Antonio Ro- dligues Ferreira das Chagas, para organisar huma represenlacao que remettod secre- taria de estado dos negocios do imperio em a qual violando abertamentc o seo rogi- gimCnto e com termos descommedidnse viru- lentos, se invol ve na poltica geral do estado; esquecida assim dos limites de suas privati- vas atlribuicoes que bem explcita e restri Jta- nn'iito difiniro asdisposicoes dos artigos 107 da constituicao e dos ttulos 2 5 e da lei do I. c de outubro de 1828 como das provi- dentes determinar-dos da constituicao nos ar- tigos loo, ll e loo e da lei de lo de outubro de 1827, quemui expresa eamplamente tem dosignadoos casos eos meios de faser eflecti- va a responsabelidade dos ministro de estado. dezembro do 18i-I,vigessimo da independencia e do impcno.-Com a rubrica de Sua Magesfo- de o ImperadorCandido Jos de Araujo Vi- anna. Represenlacao da Cmara municipal da villa de S. Joao Baplista do Presidio, a que so refere o decreto supra. Senhor.A cmara municipal da villa de S. Joo Baptista do Presidio da provincia do Minas Geraes, mo podendo sor indHeronte aos males extraordinarios a que o imperio do Brazil se acha exposto pola poltica lo reao- ces e de vinganca seguida pelos actuaos ministros de vossa Magostado Imperial e Cons- titucional julga ciunprr o mais sagrado dos setts devores apresontando-se ante o throno augusto de vossa Magostada Imperial o Cons- titucional para com o mais profundo acata- monto o submissao pedir a vossa Mageslado Imperial e Constitucional que se digne sal- var esta nacao briosa que adora a vossa Ma- gostada Imperial e Constitucional, o com el- la o cdigo sagrado ib' nossa liberdade o qual com tanta sabedoria e bondade nos fo; oulorgado pelo immortal fundador do impe- rio o augusto pai de vossa Magostado Im- perial e Constitucional de saudosa reeonlacio. Senhor .\a crise arriscada em que nos a- eliamos (piando a liberdade contra o voto de vossa Mageslade Imperial e Constitucional, e da naco se ochava ameacada polos minis- tros que I despoito da eonstiluicio das leis e do pudor eommettem toda a sorte de atintanos contra as flaquezas populases, nao s por si como por seus procnsules na mai- or parte das provincias, e premeditan golpes de estado sem a menor nocossidade be pre- ciso (neos habitantes tenhao coragem de di- zer loda a verdade ao throno 11:10 s para qi]B se desmamareis, os trahidores, como por que o silencio podo comprometi!- altamente os Dteresses pblicos e at ao mesmo thro- no. He por isso senhor, que osla cmara , osquoooiido-se da nersoguicao que llie ha de ser feila por parte do governo vem usar d hum dos mais aprossiavc.s direitos que nos sao garantidos pela constituicao o pedir respe- tosamente a vossa Magestafe Imperial o CoitS- liluicional que se digno abrigar ao seu bont povo contra os furores da oligarchia que bo- je domina c (pie sombra do augusto no- mo de vossa Mageslado Imperial c Constitu- cional pretende por moio de leis .niguas e oppostas ; suprema le to estado perpe- tua r-sc no governo e impor a vossa Mages- ao alcance de qnalqucr que pretenda 011 do-; tade Imperial e Constitucional e aos Brazilei- va ser denunciante de seos (cuetos : nao po- dendo liso inslito procedimenlo aulhorisa;- se com. o direito de peticao que o paragra- pho 30 do artigo 179 da constituirn outor- ros os mais posados grilhOes. Scnh or : o ministerio actual tem desco- nhecido huma verdade, e he que a monar- chia e a liberdade s"io as duas principaes ne- adespeito da capritosa e egosta opposico jga a todo o cidadao, como tal masque nao cessidados do paiz; e que assim'que huma de hum punhado de individuos a folecidado do Brasil. Senhor, os abai 10 assignados pa- ra nao inflamaren! mais as paixoes so abstem de declarar os motivos de huma tao inslita. como inconsiderada representaco, e s pre- tonteni a^redv do si hi^na e;nellMinto Caisi- coni])eto, sobrfl aquellos objectos, segundo dolas nao esliver acompanhada da outra na"0 he espressamente deetarado no artigo 78 da peder, sopor isso, ser de tonga duracao:: citada lei do 1. de outubro de 1828 asea- [Simulando zelo pela monarchia pretenden! marasaninicipaes qtie sao eorpbra$5es rao-os ministros de Vossa-Maj mperiai " rameiiste administrativas. F tondo rcsolvido, I Constitucional suplantar a liberdade sem se i* para manteF ordem sustentar a exacta j lembrarcm de que assim abrem profundissi- \ 2 mos abysraos, dos qnaes nem ellos mesmo? poder escapar. Acreditan que com lea de oppresso leis enoommenda que elles tem feito passar as cmaras, atrofiando todos os direitos ho de exterminar ou re- duzir nullidade a'grande maioria da naci que na phrase dos governistas ousou l&zer osempre. memoravel 25 de jullio de 1810! Mas, Senhor, os deis subditos de Vossa Ma- gestadc Imperial e Constitucional lera plena confianza de que nao tifio de Bear xpostos aos golpes de huin pequeo partido que, cin seus delirios acredita ter nascido para exclusiva- mente governar-nos. Elles tem sua frente o melhor e o mais sabio dos monarchas e tanto basta para que nada possao receiar. 8e- -jihor! Os Rrasileiros Babem que Vossa Ma- gestade Imperial e Constitucional poniera pa cun a mais profunda dor a earreira desva ra- da do ministerio ; elles sabem que V ossa Ma- gostada Imperial e Constitucional reprova es- sas dissipacdes enormes do governo as quaes nos ho de trazera borrivel banca-rola, que j nao ser possivel evitar ; sabem que Vossa Magostado Imperial e Constitucional deseja por termo a tildo e dar a paz a sen bom po- vo; espero pois. que Vossa Magestade Im- perial e Constitucional se ponlia a frente da nacao, porque s o nome augusto e prestigio- so de V. M. I. e C. ser capaz de la/.er os mais admiravels prodigios. Elles todos tem jurado pelos manes do lmmortal fundador do imperio coadjuvar a Vossa Magestade Imperial e Constitucional na grande obra da nossa re- dempsao e fazer guerra implacavel, guerra de morte a todos os que attentarem contra o throno augusto de V. M. I. e C., e contra as instituices que felizmente nos rege. Pos- ea porem a verdade chegar ao throno de M. I. e C. a despeito dos traidores que por ventu- ra o rodeem ; nao lenhao estes forjas bastan- tes para suflbcarem nossas lagrimas sen- tidas triste desafogo de peitos ulce- rados, e o imperio1 ser salvo e a historia dir que V. M. 1. e C. foi huin monarcha sem igual, o amigo sincero do seu povo. Dos prospere e guarde por dilatados annos os pre- ciosos dias de V. M. LeC. corno ao Brazil he mistar. Villa do Presidio Paco da c- mara era 21 de novembro de 1811. Joo Gomes Barrozo Presidente. Geraldo Ro- drigues d'Aguiar. = Marcellino Rodrigues Ferreira. = Juo Nepomuceno Goncalves Fontes. = Antonio Rodrigues Ferreira das Cha gas. , ( Do Jornal, do Commercio.) i' i K N A M Buco REZA DO CONSULADO. Miguel Arcanjo Monteire de Andrade, Ca- valleiro da Ordem de Christo, e adminis- trador da Meza do Consulado de Pernam- buCQ por S. M. 1. e C. Faz saber que no da 13 do correte se ha - de arrematar na porta da mesma administra- cao lumia caixade assucar branco numero I, aprehendida pelos respectivos empregadosdo trapixe da Corapanhia por inexactidao das taras 5 em cujo dia se lindo os prazos mar- cados no regulamento, sendo a awematacao livre de despesas ao arrematante. E para que cheguo a noticia a quem con- vier maridei alixar opresente edital na por- ta desta administrado, e publicar pela un- prensa. 0 Meza do consulado de Peruambuco 8 de Janeiro de 1812. Miguel Arcanjo. Monteiro de Andrade. EDITA L. Miguel Arcanjo Monteiro de Andrade, Ca- valleiro da Ordem de Chrislo e Mnuidj- trador da Meza do Consulado desta Gidade por S. M. I. eC. (iue Dos. Guarde fiC. Faz saber aos Snrs. ProprieUrios, Con- signatarios e Mestres das Kmlmrcaeocs V.- eionaes, que do Exm. Sin- Presidente desta, Provincia baixou o OffidO de do corrente I relativamente aosescravos inarinheiros, que, Ir/i-in parte da tripuladlo de taes Embarca- ,;0es, cujo theor he eguinte=Em cumpli- mento do Avizo de 6 de Dezeinbro passado expedido pela Secretaria d'Eslado dos nego- cios da JusUca compre que Vmce. em pregue I toda vigilancia para evitar que se laca nesta Provincia O commercio de Africanos bocaes, desraizados em marinbeiros, ou em esclavos ladinos nos, navios que d'aqui saliera para as outras Provincia. e nos que dellas entro neste porto. E quando hajao bem fundadas Buspoitasdestetrafico pelo ayuUado numero, d'Afi' os, ou d los como ladinos - ou matriculados como marinheiros, os tara urehrnder o dar parte a esta Presidencia para mandar proceder na forma da Lei. Se- r todava Vmce,., escrupulozo neste xame para que sern vehementes presumpees do tra- uco se nao ponho embaracos ao commercio de cabotagem que o Governo dezejaedeve animar. Heos Guarde a Vmce. Palacio do Governo de Peruambuco em 7de3aneiro de |S2=Rar.1o da Roa-VistaSnr. Mignel Ar- canjo Monteiro de Andrade Administrador da Meza do Consulado. = Cumpra-se. e re- isle-se. Meza do Consulado de Pernambueo 8 de Janeiro de 1842 = Monteiro. K para que se nao offereeo duvidas no acto das Matriculas mandei alixar o prezente Edi- ta I na porta d'AdniinistracAo e publicar pe- la Imprensa. Meza do Consulado de Pernam- bueo 8 de Janeiro de 1842. Miguel Arcanjo Monteiro de Andrade. PREFEITURA. Parte do dia 7 do corrente. Illm. e Exm. Snr. ~ Partecipo a V. Ex. que no dia a e 6 nao occorreo novidade al- guma. A cmara municipal desta cidade faz ses- sAo extraordinaria no dia 10 do corrente niez. Recife 7 de Janeiro de 1842. Francisco Antonio Rabllode Carvalho. Secretario interino. 0 administrador da meza de rendas gerae internas avisa a todos os que devem o im45 posto do banco, do hairrode Santo Antonio" para que venhao pagar at 15 do corrente ' pena de se proceder contr os omissos ; para, se livrarem ile pagarem crecidas custas, como acontecen com os moradores do Recife, Boa- vista e Afogados. Reeebedoria 6 de Janci- neirode!842. Francisco Xavier Cavalcante de Albuq uerque mentos do Communieante, e pa ten tea o es- tado de irritaco e ferocidade a que se a- cha reduzido. Verdade he que o lado do Co- municante est avesado a estes meios, ea forsa d'empregal-os tem suflbeado os remor- sos mas era prudente que o Communieante pesasse a gravidade da imputaco pesasse o carcter, posieo social, e honrosos prece- dentes dos que pretenda deprimir e que nao especulasse com a desgranada sorte de seu amigo, que como liomcni, e Cidadao muito deploro, para levantar os clamores e excitar as odiosas paixes, que pozemjogo contra o partido que guerreia e especial- mente contra os honrados Presidente da Pro- vincia e Chefe de Polica da Capital : em ou- tra parle poderiAo ter acolhimentoas njenlas declamacoes do Com mu ideante mas em Per-? naubuco onde existem muitos Cearenses , onde he estabelecidp o Exm. Rrigadero Coe- Iho, e onde habitou por alguns anuos o Snr. Dr. Vieira o Communieante nada mais faz , do que chamar sobre si o odio e despreso publico, nada mais consegue seno trazer memoria os seguintes versos do Epieo Por- tuguez. Onde reina a malicia ah est o receio r Que a faz imaginar no peito alheio. Em dous Communicados inseridos no seu ment quanto antes aoTlieatro ordenei que'Diario j se tem convencido de quanto dista se execntasse o que foi mandado observar no i da verdade a imputaco do Communieante do Rio de Janeiro em 10 de Junho de 1833 com I Correio do Norte e que somente o mais im- essa Sociedade leva scena alguma peca rei- na a todos os respeitos a melhor ordem e de- licadesa : o honiem de moral rigorosa pode comparecer com sua familia. 0 mesmo nao SUCCede, quando nao traba I ha oTheatrosob a proteccao d'essa Sociedade: a gente mal e- ducada cujas aCQes nem sAo dirigidas pelo brio, nem pelo temor do castigo lanca a bar- ra alem do escndalo, dando exercicio m- moralidade como se fora um direilo con- suetudinario, A assuada e excessos do Thea- tro ero apoiados pela falla de um regula- mento. Foi necessario polica intervir, proliibindo sob ordem minha que mandei executar com prudencia, a entrada de armas, chapeos de sol, e bengalas ; os bons cederfio, e reconhecerfiO a conveniencia da medida , adoptada em todos os Theatros policiados : os desordeiros munirio-se de podras, e dero pravas de que estavAo convencidos, que a Au- toridade publica devia ceder sua insolencia. Islo succedeo no dia 19 do que finda. Foro presos seis individuos dos quaes cinco se conservo, e aos quaes ^lar-se-ha liberdade , logo que baja conhecimento de que nao devem sentar praca c continuar a polica a repri- mir os excessos dos desordeiros, com os quaes de iienliuma sorte conveniente paclur. E como urgisse a necessidade de dar um rcgula- PBACA DO COMMKnClO 8 UE JANEIRO 1842. Revista Mercantil Cambio Ha secadores 29 d. p. l.>000 , sem que por ora lenhao havido tran- zaccoes. AlgodAo NAo houverao entradas na soma- a finda, e houverao vendas a 0,200 P- @. Assucar Sem alterago, tendo-se feito vendas regulares a 500 sob o ferro p. @. do branco e 550 pelo mas- cavado. Couros SAo offerecidos a 125 rs. p. lib. Bacalho Chegara tres carregamentos DO decurso da semana ; hum seguio para Havana, e os dous foro aqui vendidos; hum a 8000 p. barrica , a prazo1; o outro ignora-se : o de- posito anda p. 10,000 barricas. Carne de Charque Nao tem havido entra- das e existem em depozito "8,000 @. e tem-se vendido de 1,700 a! 2560. Azeite de Peixe Tem-se vendido a 900 o gallan. Manteiga Ingleza As vendas ultimas foro a o2o. Toucinho de Santos Tem baixado c regu- la de 2,000 a 5,000. Tabaco Maependim As venias tem varia- do de 2,200 a 5.000 conforme a quadade. as alt.-races convenientes, at que se confec- cione um proporcional s suas circunstancias. Esle tacto to insignificante, que nfto valia a pena de com elle roubar a preciosa attenco de V. Exc. mas como os mocos inconsidera- dos acho apoio em todas as paites possivel que era dolosa de alguns, que forem entre- gues praca baja quera parante V. Exc. ouse adulterar o suceedido. Dos Guarde a V. Exc. Maranhao 25 de Dezembro de 1841. Illm. c Exm. Snr. Paulino Joz Soares de Souza, Ministro e Secretario d'Esado de da JuslicaJoo Antonio de Miranda. Negocios I PARAH1RA. Eleices de Cmaras c Juizes de Paz. Temos noticia exacta das eleices de Juizes pudente despejo poda dietar as expresses o- diosas que se lera no referido Communicado; porisso nAo direi mais cousa alguma em defe- za do Sr. Coelho e do Sr. Vieira 5 assim como nao traclarei da posigAo e importancia do faiescido porque nao desejo revolver as suas cinzas e nem augmentar a amargu- ra de sua familia basta que o Communieante sai ha que podia ser satisfatoriamenle respon- dido. Accrcscenlarci comtudoque alem de ser a imputaco repellida pelos principios de mora- lidaiJt; pelo carcter e educacao do Sr. Co- elho do Sr. Vieira ou d'oulro algum in- lui'iite no partido este nao tinlia necessida- de de lansar mfto de 11111 meio execrando, e abominavel que em todo caso ser repellido com a indignacao propria de honiens honestos, de Paz e Cmaras Municipaes em todas as|e que preso a vutude. A influencia do la- differentes Freguizias e Termos da Provin- lecido Facundo era secundaria no seu mesmo cia C nos assisle a salisfacao do poder asse- partido: o Sr. Facundo nao linha riquezas , > ... **.*.n l!nl NOTICIAS PR0V1NCIAES. O Vapor S. SebastiAo (jue chegou ao nos- so porto sabhado 8 do corrente nos trouxe gazetas das Provincias do Para MaranhAo. e Parahiba: das do Para que chego al 18 do passado nada se colhe que indique a me- nor alleracao na marcha dos negocios publ eos. As do Maranhao chego al 27 : aiii havia apparecido urna assuada no Theatro pu- blico a (pial deu lugar a que o respectivo Ex.n' Presidente tomasse as medidas cons- tantes do oflioio abaixo transcripto. As da. Parahiba nAo passam de 24 e s nos torne aera de intereasante o artigo a diante copja-| dosohreasleices de Cmaras e Juizes de Paz. i CE ARA1 Nao recebemos jornaes desta Provincia po rem vimos cartas de pessoas mui sizudas que a do tranquila. MARANHAO. III. e Exm. Snr. Ha n'esta Capital um The-; atro, de propriedade particular, nica diver-, sao dVlla. Ha igualmente urna sociedade del pessoas boas de consideracao e bem mor- geradas a qual o Governo toma todo o in- teresse em proteger; cin s noites, em que guiar aos nossos leitores que vencerocom- pletamente os homeiis da ordem: a faego do ccete, que oul'ora governou a Provincia , nao s nAo ganhou urna sequer d'essas elei- ees como nem ao menos ohteve supplen- tes em algumas das mesmas Freguezias e Municipios. Miseravel nullidade Nem ao menos os supplentes ? . E' desgrana das desgrasas, I. .. Em todos os pontos se lize- ro as elleices em ordem : o Povo concor- reu inerme ao local designado e em inteira liberdade prestou os seus sullragios. N'Ao foi misier que para vencerem os sustentadores do Governo os amigos da ordem e iiiimi- gos do assassinio e do crime se empregas- se forca alguma ; nem se sobrecarregasse a caixa publica com um s ceitil. Fez outro tanto a face/io do Honiem das Ordenanzas ? Fizero outro tanto os Monarchislas d'ento ; e separistas de boje ? Diga o Cofre Nacional, responda o corpo de polica e Destacamento de Guerra. Queiro os Ceos que voem os pias que resto ao da posse dos novos Fun- cionarios. E' j insuporlavel o exercicio que em difieren tes Varas de Paz tem alguns de nossos farrapos. Nem issolhes valeu : a po- pulacho sensata os tem reduzido ao que elles sao : a zero. (O vefdadeiro Monarchista.) CORRESPONDENCIA. Snrs. Redactores. O A. do Communicado inserto no Correio do Norte a cerca Jo assassinato do infeliz Jofio Facundo do Cear se deixou cegamen- le arrastar pelo odio, que tem aos seus adver- sarios polticos ao ponto de persuadr-se que podia manchara rcputagAodecidadaosrespei- taveis sem que authorisasse as suas odiosas impetaces com as provas neeessarias para se- ren acreditadas, e mesmo sem attender reputacao bem eslabelecida, e maralidade d'aquelles, quem pretendeo lerir to bru- talmente : esta facilidade em suppor nos seus adversarios e adversarios distinctos pela sua posicao e pela nobreza de sentimc.ntos a vi- lania e perversidade de empregar o assassi- nato contra os que nao profes6o os seus prin- cipios de sallar por cima de todas as consi- u'ci aeoes moraes de todas conveniencias so- ciaes para ter o brbaro prazer de deprimir aos seus adversarios nao honra muito os senti- no linha saber nao linha importancia algfla na corte e muito pouca na Provincia pon- to de que nao pode conseguir que o sen sohri- nho, redactor do 23 de Julho o Sr. Jos Lourenco enlrasse na chapa para Deputados Geraes que foi dictada soberanamente pelo Sr. Alencar : o Sr. Facundo quando Vce Presidente, nada mais foi do que ceg instru- mento do Padre Alencar, q' Ih'encarregou de cumprir as suas ordens demais o partido do faiescido Facundo va decaindo olhos vis- tos eo nico signa] de vida que d he a impudencia, e immoralidade, com que ata- ca os seus adversarios ; por tanto he evidente que o partido quando fosse capaz de com- metter um semilhante attenlado, jamis o fa>- ria no lempo em que iiad.v-ganharia com a morte do Sr. Facundo que eslava reduzido ao desprezivel papel de intrigante ; e calum- niador por meio de suas cartas, entrelauto que adulava aos que assim calumniara; um homem destes nao inspira va receio algum e s mereca o despiezo com que era tratado-: o partido nao procurou desfazer-se del le , quando no poder insullava e persegua desa- foradamente e s agora he que se havia de manchar com semilhante atrocidade ? Islo nao tem censo com mura. Outra prova irre- fragavel contra o Communieante he que o governo, que o chefe de Polica dero todas as providencias e inmediatamente para q.' fossem capturados os assassinos ; que posero disposigo dos Juizes de Paz cor relegiona- rios do faiescido cat um dellcs seu prximo pareule toda a forca Policial que dero to- das as providencias que o caso pedia sen- do por consequencia falsas as insinuaces q..' a tal respeito faz o Communieante. No seu furor dis o communieante que a fa- milia dos Vieiras vive de roubos-, e extursoes publicas; o eommunicante nAo tem remor- sos nAo tem pejo j porque se os tivesse nao escreveria semelhante infamia : os Vieiras sempre forAo abastados, e gosarAo de estima,, e consideragAO'publica; o Snr. Vieira pai, possue importantes fazendas de gados assim como seu mano que he capilo-mor no tempo da independencia ja era Major, foi membro do governo. Provisorio e tem continuado agosar da considt>ra$o, e impor- tancia a que Ihe d direilo a sua riquesa , os seus principios e os seus servicos pela causa publica : os genros do-Snr. Vieira es- to em huma posico brilhante possuent -y '"'I T-jj -* -**Tr-l bensda fortuna e commercio em grosso : hum delles ja fui nonieado vice-presidenle rfe- los correligionarios do comonicante ; outro he Reputado, Juiz de Direito e foi secreta- rio do Sur. Alencar : osseus filhos tem re- cebido a edueaco, que se da no Biazil, dous tem oceupado empregos importantes e Sem- pra se tem distinguido pela sua honradez , estigmatisar os inleresses lcitos de qualquar partido poltico, que por ventura liaja na pro- vincia de Pernambuco ou mesnio quaesquer pretendes individuaes ou de pequeos gru- pos, urna vez que legitimas sejam temientes a alcancar cada qual sen proporcional qiiinhAo de inlluencia e preponderancia nos negocios da por ser prente dos membros influentes da, seu desvelo, e seu afn em promover o fin opposicao Pernambucana dizeis vos bem gradecim.mto material du provincia p-o. consUnle empenhoeii, remover todas as coli- sas possiveis de inquielaco publica. ()U recej- os de desorden,, ainda a mais passageira, tu- religionatiosdo commonicante: em huma pa- lavra nunca vivarte d'empregos, e nem fise- ro consistir nelles toda a sua fortuna toda a sua importancia ; por tanto somente a im- pudencia do eommnoicanle poderia proferir tao atroz calumnia. Se alguem vyoid'estorses publicas sao os correligianarios do eommoni- cante,osquaes nAo tem oulro genero de vida, que nao seja o viver a custa da naco e que nao poupao sacrificio algum para consegui- rem e conservarem os empregos que sao o seu nico alimento a sua nica impor- tancia, e que desesperados pela sua misera- vel posico esbravejAo e investem furiosa- mente a seus adversarios. O commonicante lansa mo de todos os meios que llie suge- re o seu furor ; calumnia inventa o que nao he de adimirar, porq' I he nao resta outro recurso; assim por ex appresenta os Snrs. Drs. Nascimenlo e Miranda fugindo a per- seguigao, o Sur. Dr. Nascimenlo que ne- nhuma importancia tem no Ceur, e que vejo gosur no seio de sua familia de quatro mezes delicenca, que obleve do governo geral; o Sur. Dr. Miranda que est no mesmo caso , e queveio para a Comarca de Caranhuns, pa- ra onde foi removido 5 eis os perseguidos. 0 Sor. Jos Lotirenco sendo demetido do emprego de cirurgiao que illegalmente ex- ercia viu-se sem meios de subsistencia des- presado e desacreditado na sua arte re- tirou-se para nao morrer fome o Snr. P. Carlos apressou-se em hir para o Rio, para aproveilar a ajuda de eusto pelo recio, que Imha da ininente dissolugao da Cmara Temporaria. Eis como inventa o.iommoiiicante, e por islo se a va lie do mais. Em desagravo da verdade publiquem vms. estas linhas de Um Cearense. que osseus principios polticos sejam os que governam o paiz desde lo, de selembrode 1837, exceptuado o pequeo intervallo daroaiorida- - ue : masor. bousa Teibeira e intimo ami- do isso pode nAo merecer hoje apreco alcum go dosSrs. Cavalcantis, foi sempre oalliado aos olhos do esCriptor, aqun, respondemos- , e sectario da sua poltica, mas nesta parte anda o srntimenlo public d essivoeeloquente que todas as phra- sepossam escrever, eelle condemna tomos seus amigos foi elevado a presiden-, em sua forga e imparcialidade tao injusto e ...c,_. ca da municipalida.le pelos sullrago.i do mes- : singular juizo. melhor que o governo pode julgar da capad- mo partido co.nbatteu contra vossos amisos Quanto a perspicacia e profundeza de vshs mn lT'Sh a '' ,"n T !" ni,su,timas^oes, comn, calor, que des-! co.n que o Sr. bario hT TeSrenctes" lilicosdo Sr. barao: 2.noruue amhem nm- oprim a ,.i.... r r:__... _ .1..... ... ** -x,incids ,.. r- ---------.., da mesma provincia: tal segmaniente nao ( pela nobresa de seus sem,mentes pela sua ge- o nosso lim. Nem tao poueo procuraremos ex- aceompanhando-os lielme, te em oda sal ,^ s exme nerosidade como podem atteslar mudos cor- por nossas convieges acerca da futura admi- ses porque ella h ZadoT foi matorista e que se nisUaco do Sr. baroda Boa-vista na pro- - vinciade que se trata: I. porqueninguem uticos do Sr. barao: 2.porque (ambem nin- guem melhor que o mesmo governo pode a- juizar do estado polilico da provincia de Per- namhueo, em relaco nao s ao seu espirito local e peculiares influencias como tambem em relagAo poltica geral do imperio, no que loca as tendencias e estado 'de ordem tiesta 011 pertoii a vo*sa colera foi em lim nomeado: de partidos extremos e estabeleccti presidente da provincia pela transacta admi- douras alliangas con, os homens capazes e dig- nistracao, cuja poltica ys dzeis que deles- nos de todos os ciiculos, de todas as cre- tais ... N4o obstante vos o queris ?.....gas conseguindo assin, reunir em torno do LOgo vos nao combateis pela causa dos prin- si toda a classe dos |)roprietarios dos lavra- eipios ; logo yossa poltica nao a das dou-| dores, dos industriosos, que sao natural- trinas; logo vos nao respeitaes o Densamente ; mente amigos da estabilidade e da anteai daquella parte do imperio: o.-porque nAo! poltico do vosso partido ; logo vos questo- b,.n assil* .-m1raemsmal TCfcSfifii queremos de maneira alguma molestar o mi- naes nicamente por amor das pessoas. E e prestimos* dos g^^UcTTanto hndre do d.st.nclo e.dadao de que se trata .! ousaes contestar a conclusAo i' Nao o podis a hahilidade do Sr. barao ,es loso l fazendo crer que a sua nomeagAo ( caso haja nao o pederis mesmo sen, vos insurgirdes patean ou a ma le podera deseonhS-a ' ella de venlicar-se) e devida a solictacAes im-1 contra a propra razAo ou sen. escarnecer ,1o l>o que Oca dicto resulta a falcidade da uro portunas dos seus alTe.coados: -emfim or bom senso do paiz. ; posigao' de que o Sr. barAo vi veu mIpS Aindamais, separa ser presi ------._.---------------------------^ WUV..WW .| ,. IIIKIK I III- portunas dos seus affeicoados: t.emfim poi- que entendemos como o prmeiro deverde to- do o adiado do governo nao estorval-oem suas .. --------1 ......- n"""""' i<--iiai, jnvciso eomar rom um (loiaram : nao, o i\ barao tem linio nm con. b.nacoes,^ menos anida intrometel-o en, corto appt io de que lado ser este prestado | partido seu, e este partido se eom em d" qoestoes paramente individuaes ou que raf- aoSr. Sousa Teixeira ? Dos seus co-rellgio- todas as classes abastadas lectam 111 teresse-, mu n.'irli-iilar/ic .or.... iumhi ,,..i.i.__ j... ____ ... _____ fectam interesses mui particulares arredan- do assim de nos o escarneo q' sem duvida nos caberte, se por ventura houvessemos de accei- tar espontneamente urna responsabldade . que nem o governo pode declinar nem nos poderiamos supportar sem sermos esmaga- dos pelo seu peso incalculavel Nosso pxipo- sito pois nicamente corrigir rectificar : o mais tarefa do governo e nAo nossa. e intelhgentes , Do Peridico -Brazil- trai.screvemos o-se- guinto: Seja qual for a tolerancia que professamos para todas as opinOes seja qual for a consi- deragAo que trbutamosa aquellas que se of- ferecem ao juizo do paiz revestidas de [Mili- das formas e escripias em phrase decorosa , e digna r circunstancias ha nao obstante , em que acreditar na sincerdade dellasTora simpleza infantil erofuta|-as como se dicta- das fossem por aquello senlmento urna qua- lilicada hypocrisia. Em verdade por mais hbil e saaz que seja a peona por mais vas- lose prodigiosos que sejam os recursos da in- telligencia a lim de esconder ou disfarcar sob asfeigesdo pubico interesse um Densamen- te que se a elle nao reporta ou mesmo que me hostil, o bomem de espirito severo e critica solida sempre deslinda no meio anda dasapparenciasas mais falla/es o individu- alismo astuto que se occulla debaixo da ban- deira respeilavel da utilidade social e atten- lando no quadro que o ardil tragara para o- llios incautos facilme.vle descobre a falsidade do colorido e seguro pode en tao exclamar como o poeta ; Dos homens o pincel e a mAoconhego. Esta rellexAo nos veio ao espirito (juando examinamos os dous arligos communicados , que foram publicados em o Brasil de 21 e 30 do mez lindo, acerca da provincia de Pernam- hueo e do Sr. barAo da Boa-vista : os moti- vos em qneellaassenta nos os derivamos da assombrosa inexactido con. que em laes artigus sao apreciadas as circunstancias actua- es daquella provincia da manifesta parciali- dade eom que sAo julgados osservigos presta- dos ao imperio pelo Sr. bario da Boa-vista , naadminstragao da mesma provincia e fi- nalmente dos extraordinarios desvios da ver- dade histrica que todos observam na nar- ragao dos factos occorridos querem epochas mais remotas quer modernamente e du- rante o periodo da ultima cleigAo. Ora tan- la mfracgAo tanto atropellamento das regras rio justo e do verdico quando se nao refe- rem a curtidade reconhecida de intelligencia , ou aos delirios de urna paix.io detestavel como seja por exemplo o odio mo cha- maremos nos faieinagao ou equivoco ; a pa- lavrainsnceridadeque nos cae natural- mente da penna. (/mo porm quer que se- ja, nos seriamos mal comprehendidos se por ventura alguem houvesse de suppor'qne naconfulago que nos propomos detaesar- tigos entre de alguma maneira o desejo de Encelando a materia, traremos lembran- ca do leitor que o primeiro dos dous artigas de que tratamos, s destinado aos homens d'estado, e nAo aos pigmeos em poltica, como no seu comeco se l : mas nAo nos esquecere- mos tao pouco de notar, que milito se ames- qunhou quem assim se exprimi: 1. quando considerou a poltica de Pernambuco solrum ponto de vista puramente local, destacado da poltica geral do imperio e lora das hypothe- ses 011 emergencias importantes que verificar- se podem em o lado do norte do imperio: 2. (piando concluiu a sua obra, aconselhando , ou insinuando a conservagAo do Snr. Sousa Teixeira na presidencia de Pernambuco ; o que en. verdade d tal artiga senao todos os caracteres atlribuidos celebre estatua de pos de argila ao menos cousa que muito se [he asscmelha. Acabamos de aflirmar, que as circunstan- cias da provincia de Pernambuco nao podem ser avahadas isoladamente; e ha quem oduvi- de, a nAo ser o redactor dos artigos ? Pors por ventura a irritaco e awdume, em que se acha na provincia da Parahyha o partido turbulento . ----~".....n 1 ....... -------> ''-""'j .- niiuiri^ciiies , nanos polticos, dos seus constantes amigos que nem querem ver as suas prop edades su- osSrs. Cavalcantis? Essoo lado da oppo- jeitas s veleidades e caprichos dosmutnos, sic.io e |)ernicioso seria tal apoio. "Dos al- nem curvam sua razao esclarecida s sugges- I lados do auctoV doeomniuncado ? Nao; por toes do bem privado. Toda a grita, todos queoSr. Sousa nao pertence s suas lileiras os esforgos pai tornar una popularan ms- e sempre repudiou suas erengas. Donde po- [ truniento de vistas particulares sao infi tictno- is Ihe ser ministrada a necessaria Ibrga a SOS: ella quer orden, e estabilidade e .piem Jiecessaria inlluencia para governar ? Ib par- j mais fcilmente a consegue e mantem, mais te alguma. Logo o que vos queris preci-, alfeico, mais estima e svmpathin Ihe me- samente urna presidencia frouxa vacillante t reeem, sem drecgao e sen, Ibrga, insulllcierite para Aqu termina o que tinhamos a ponderar fazer o bem e sulllcenlissiina para fazer mal.' e prodiizir accercade algumas opiuies emrt- Ser essa a verdadeira norma a seguir na ges- ( luas nas arligos., a que nos referimos, e tao dos pblicos negocios.'' Ser esse o syste- em deleza da panada administraelo do Sr. ma que aadministrago deve adoptar para j barao da Boa-vista ; temos a considerar ago- vencer asdilliculdades, que de todas as par- ra a marcha poltica dos partidos na provincia tes surgem e que provavelmeute terAo de 'de Pernambuco 4 e os factos occorridos na Ul- recrescer verificadas que sejam algumas hy- Tima eloigAo ; esta materia far o assumpto hotheses que todos preveen, e con, que t-do artigo seguinte, que ser escriplo rom o dos contam ? Tal opiniAo nAo merece mesmo necessario deaenvolvimentoi o traba I hw de urna averiguagao. Para se aproximar do fin a que se pro- pe entendeu o auctor o eommunicado, (pie nada mais efficaz havia do que diminuir 1: agitado da opposigao nAo procura e espera alentar-se eom sympathias e auxilios montes e quaesquer ou tros, que Ihe ministren) aop- posigAo pernambiicana ? Por ventura esses auxilios, essa proteccao nao tem sido jKOres- tados Je Pernambuco, e at eom criminosa oinissAode alguma auctoridade ? Por ventura o assasinato do Sr. Pedro Chaves nAo releva em toda a sua hediondez e perversidade as vis- tas sinistras dos descontentes na provincia da LOTEK1A DO TIIKATRO. \s rodas dl l paite da 8. Loto consideraveln.eiiteo quilate dos servidos pres-j na > corrcn iiiipieleriveliiiente no lados pelo Sr. barao, a prol da monarchia; dia ll do Crrente : e o res I o dos constitucional; e sem reparar, que la en- rotf,Ml,i!ii. l.:ti 1 - trar en, peleja con, a opiniao inteira do paiz ,; resIec*;^ Whetei achSoHW 8 Ven- ese arrojava a inlirmaro testemtmho das ma- t,il n0s logares niiniiiiciados. is dislinetascorporages do estado sfippoz- COLLEtlO SANTA CRUZ. liiidaiain as Ferias ueste Estaheleci* ment A acceitaco de Pensionistas e meio Pen- sionistas lera logar en, todo o decurso do se assaz forte para anniquilar a reputago , queaquelle activo e {Ilustrado administrador soube adquirir elisia de tantas fadigas. A espedicao militar, que ajudou tao ellicaz- mente a salvar a provincia da Babia das vora- gens da anarchia, e dos horrores da ferocida-. d(! eslava ja preparada pelo Sr. Camargo I anio.- allirma o escriplor a quem respondemos: masa assemhla provincial de Pernamhueo. felicitando a presidencia em nome da provin- cia inteira pela prespicacia, sabedoria e acor- to eom que se elle houve naquella eonjwnclu- ra arriscada en que ludo era incerteza e estremecimenlo, ah est para dar formal des- ------ ------...... ww- > 'i 1 n 1 1 1 7 mi i'iiivnn l.l cjd vohiiiiwiiih-iihi, 111 tju jmtil Urtl lUIIIIdl (IUS- Parahyha ? E pode o auctor dos artigos afijan- 1 mentido tal assergao; assier como tambem o governo vista dos mappas, que Ihe foTain rc- mellidos melhor do que ninguem pode al- ' testar o contrario do que se assevera no artigo j GOLLEGIO DA BOA-VISTA. CITO NA m.'.V VEI.IIA. A Directora faz scienle que hoje 10 dd Corren te mez abrem-se de novo as aulas no dito Collei-'io. gar a nAo existencia de urna horrivel propagan- da, que tenda a conflagrar o imperio e enso- pal-o en, sangue ' Os meamos fermentos de desordem nAo existem no Cear ? Nao tem mostrado a experiencia quo susceptiveis sao dedosenvolvimento de cegueira as paixoes polticas, que retalham aquella provincia ? Ou poderdesconhecer alguem a preponderancia, poltica, que Pernambuco exerce em todas as de mais provincias do norte e especialmente nas duas indicadas ? Pernambuco foi sempre . eco barmetro, pelo qual se deve julgar do AVIZ08 DI VERSOS. que eom balemos. ?- 0 Snr. Joze Joaqun. Cavalcante d'AN' Quanto aos seutimenlos do digno poro ba- buquerqoe pode procurar a carta viuda da hrano acerca da expedigo de que se trata Babia no atierro da Boavista I), o das 5 elles tem sido taas vezes pa ten toados na im- ; as )> horas da tarde, prensa e na tribuna, sem que alguem ousas- $w l'm mosso porlugui^z deseja ir*a Costa se contestal-os, que excusado fora de novo re-'' d* A frica e ofl'erece-se a ir con, negocio dt feril-os : nem est no poder do eseriptor delqualqner pessoa ganhando o que for justo, que tratamos arrancar das maos do Sr. barAo | e da liador a silfl conduela. o expressivo e honroso tesleinuoho de bene-! %jf bik-se hoje 10 do corren le urna eslado de serenidade 011 perturbaco daqtflle voleucte que a Babia Ihe olfereceu agradecida:! aula de Crainniatica Calina e oulra de Ceo- talvez mesmo em outra occasio relevancia graphia ; a matricula esta desde o dia ."> aber- detaltefto tenda sido reconhecid* e applau- ta: ospretendentesdirijflo-searoadettrTa j:.i .... .,........ i..-......._r..-_.^ 1 .. \ i\ / ._. i_...... i...___ lado do imperio : sea sua adn.inistracao for enrgica e sabia, se o seu espirito publico re- ceber da administragSo urna direccao eonve- dida por quem hoje rebates, e deprime- Os S. D. ."(i, a qualquer hora. i^T Quem livor i e quiser vender diaria- mente s 6 horas da manh meia garrafa, ou mesmo conlra-nielade dt; leite de cabra : Diente, firme e inethodica fcilmente se po- auxilios de foica expedidos para Maianhao, S. der responder pela tranquilidade de laes pro- j Pedro do Slfl Alagoas, e\c., sao actos mui vinera, que se devem considerar como ver- ordinal ios, diz o artigo ; mas assim nao o dadeiros satelliles daquelle bello astro. Islo leu, entendido o paiz ineiro que sempre I annuncie posto, parece-nos evidente a total impossihili-I considerod taes medidas como poderosos ele-I HT Quem quiseT comprar oOO barricas dade de verificar-se urna un[ca hypothese, ein n,cutos para a grande obra da tranquillidade I vazias, parte boas, e proni|ilas para assu- eda paz, que reinam nas provincias n.encio- car.. e parte eom algum deleito por prego nadas, em quanto que de taes proposigoes s j commodo 5 dirija-se a paderia do arco de San- IW 11 II 11. Illll'l I' O. il ! I-I'i 1 lillO IVliMlf fl lili Flllf' 11 ln \ lll lllll.. que a conservagAo do Sr. Sousa Teixeira a quem alias, como homem privado tributamos a mais sincera estima seja aeonselhada pelas regras da poltica ou mesmo tolerada pela prudencia administrativa. Mas porque razAo mysteriosa porque mo- tivo secreto edesconhecido advogaes vosa conservagAo do actual presidente de Pernam- buco ? 0 Sr. baro da Boa-vista nos desagra- pde esperar-S'.- o arrefecimento do :'.elc ; p triotiea sollicitude dos altos funecionarios do estado, que bem merecendo do paiz ten, o desgoslo de ver seus servigos menos-prezados ou deprimidos. Pelo que toca ao tacto reco-| ndecido do Sr. baro para dirigir o espirito da pojmlago para o trabalho e para as emprezas; lo Antonio. iry Quera precisar de HOOaOOO rs. a juros de 2 por eenlo ao mez dando primores de ouro 011 piala : annuncie. HJ* Quem precisar de urna ama deleita , dirija-se a ra das Tiinxeira.s, caza Deci- ma 2. S til :\ tsr Perdeo-se co pogo da panclla at a pas- sagemda Magdalena un pedazo de urna cor- ronte de relogio com jinete tudode ouro; l'N'in .ic!n,i] por favor queira levara quarta asa cja ra do quiabo no Monteiro ou na loja de .Mr. liegor na ra nova que ser re- compensado. .. O" 0 Rrigue Austraco Lladislavo Capi- " to Pobecevich trabado a este porto cora agoa berta na sua saliida para o Lameira para acabar o sa:i carregamento de assucar , que levava para Trieste precisa de dinbeiro a risco sobre o casco e carga para fazer os con- oertoa neeessarios para sua viagem quem quiser |'a/er este negocio podar entender-se com o Capitao cm casa de Me. Calmont & Companhia na rua da cadeia n. 65. SfST- !Vecsa-se altigar um sitio perto desta praga na estrada do manguinho ou Belem , que ten ha casa para familia, arvoredos de inicio e trras para plantar horla'lice ; quem tiver annuneie. s^- Aluga-se uma casa de 2 andares e ar- mazem na rua de Jos da Costa no forte do n.attos onde morn o Sr. Joaquim Pereira Peona ; quem a pretender dirija-se a rua do Livrameiilocasa D. 5 no segundo andar ou oRecife na rua da Cruz armazem de assucar da casa n. 42. ss?* Qoalqor pessoa que saiba perfeita- mente fa/er ginebra e aniz querendo em- pregar-sc eni urna (abrir de restilago di- rija-se a casa de Manoel Gonsalves da Silva. S3#" O abaixo asSignado faz sciente ao respeilavcl pubieo que pessoa alguraa con- trate negocio algum com Hiplito .los da Silva sobre una parte de urna casa terrea si- la no beco do lambi sem primeiro cntender- 6 com o abaixo assignado ; assim como tam- bem previne ao respeitavel publico que pessoa alguma contrate negocio com o Capitao be- nedicto sobre a botica da na Direila sem primeiro entender-se com o annuncianle, visto acliar-se pinborada pelo que ilie be dc- vedor. Victorino Ferreira de Carvalbo. cy O Professor particular de latim na rua dri Cruz da boa vista casa defronte da "venda do Sr Lima cientfica aos pais de ,*cus alumnos e a quem mais convier que lie comeea a sua aula no da 17 do correte. tambem propOe-se das duas horas as(> da tar- de a ensinar particularmente em algumas ca- cas albe o numero de o alumnos ; a quem convier dirija-se a casa a cima, ou amiuncie. st Quem annunciou querer arrendar um sitio perto da praga dirija-se ao sitio da Ca- pelioba do Mondego. cy* Aula de Esgrima= 0 professor da mesma aula he obrigadoa icar nclla mais 15 ou 2o dias em consequencia da demora do navio, por isso roga a todos 08 Srs. discpulos que nao tem terminado o curso de se a pro- ve tar da segunda demora e aquelles que ja se acho formados de frequentaw a sdbredila aula para se exercitarem mutuamente com os discpulos e tambem lomar alguma ralifi- cago da mao Jo mestre. Como a pistola se aprende com -ion "i lieoens o professor conti- tinua a tomar discpulos athe o dia da sua sa- luda e tem diminuido o prego a urna terga parte. IZT Precisa-se de um rapaz portuguez de idade de 2o annos para cima para caixeiro de urna padaria o se liv.-r ja urlica se pre- 'ere : no pateo da S. Cruz i), o. C~r" Quem precisar de una ama de leite , Jorra dirija-se a camboa do Carino casa jun- to ao ouriws do lado do norte. s^" O Tenente Coronel Ignacio Antonio de Barros Falcao compren por Conta do Revendo Conego Joo Rodrigues de Araujo o bilhete inteiro n. 522o da 1." parte da 8.a lotiria a favor das obras do thealro pubeo. $sr Quem for dono do um qunrto que apareceo no lugar do melo, dirija-se a Olin- da na rua de S. Rento ou no melo a fallar a Jos Theodoro de Moraes Lins que dan- do os sinaes Ihe ser entregue o outro sim que nao se responsabelisa pelo dito quartu. t2f* M. S. Mawson cirurgio dentista in- glez como tem estado auzente de novo offerece ao respeitavel publico o seu presu- mo em sua casa na rua do colegio D. 9 no segundo andar. %& Os trastes da loja da ruavesfreta do Rozario D. 51 passaro-se para a rua da Florentina para a casa de J. Beranger, aonde os freguezes da dita loja se poderao dirigir que .scro sempre muilo bem servidos tanto era obra como em prego ; assim como se vende cadeiras de palbinbas americanas, camas de vento de armacao c sem dita muilo bem feitas a. 4500, ditas de pinho a 5300., pinho da uecia com 5 polegadas de gressura e dito serrado marquezas de conduru mezas de jan lar c milito? mais trastes que so vendem mais barato de queem outra qualquer parte. ssr* AiTenda-se ou vende-c no lugar do Barbalho o sitio que foi do Sr. Cajola todo sercado de limo cuiq 45o ps de larangei- ras e outros muilos arvoredos de fructo, e tem boa casa de vivenda : a tratar no mes- mo sitio, ou no Hospicio no sitio do Sr. Chaneeler da Relacaocom I). Mara Joaquina de Macedo. - CF" Prcciso-se de 500.>000 por tempo de 8 a 9 raezes dando-se por. seguranra um ptimo eseravo icando o servigo do mesmo pelos juros; quem quiser dar annuneie. x^~ 0 1." Secretario da Sociedade Nova Pastoril convida aos Socios da mesma para comparecerem boje lo do correte pelas 7 ho- ras da tarde para sessao extraordinaria na casa de suas representaeoes. t3" Aluga-se urna preta com muito bom leite para criar ; e vendem-se lo bastas para engenho, muito possantes : na ponte de l'choa no sitio de D. Mariana Thereza de .Jess Siqueira. avisos MARTIMOS. Paha o Maramia sabe imprelerivelment at o da 2o do corren te o superior e bem co- nhecido Rrigue Tentacio forrado e pregado de cobre tem bous com modos para passagei- ros e escravos a frete tem o seu carrega- mento prompto podendo s receber alguma carga miud; os pretenden tes drijo-se a rua da moeda n. I 41. Para o Maramia sahirem poucos das o Patacho Brasilero Mana Luiza,'forrado c pregado de cobre tendo a bordo mais da tor- ga parte da carga ; para carga e passageiros trata-se com o seu proprietario Antonio Joa- qun) de Souza Ribeiro ou com F. M. Ro- drigues & limaos. Para Ljshoa o Rrigue Portuguez Concei- go Flor de Lisboa forrado de cobre e de superior marcha saldr com umita brevi- dade por ter a maior parte de seu carn g i- mcnlo prompto ; quem quiser carregar ou ir de passagem para o que ollrece os melhores commodosc tralameiito dirija-se a Mendes t\ Oliveira na ruado Vigario 1). 15 ou ao Capitao do dito Vicente Anastacio Rodrigues. L E ILOENS. ssr Quarta feira 12 do corrente de urna porga o de batatas e serveja na porta do armazem do Braguez pelas lo horas da ma- nila. t^j" Que faz Antonio Luiz Comes por conta de quem pretencer, segunda feira lo do cor- rente no largo da alfandega de 11 pipas com vinagre no estado em que seacharem. C3~Que fazem Manoel Guimaraes Ferreira, e Manoel Martins de Lentos de urna porco de vinagre de superior q nal idade em pipas e quarlolas por conta de quem pretencer. segunda feira 4o do correte na escadinha da alfandega. H?" Que faz o Corretor Oliveira, quarta feira 12 do corrente as 4o horas da manha . no armazem de assucar dos Srs. Carvalbo & Ferreira, no forte do mattos quasi defronte da prensa do Sr. Brito de grande porco de mobilia nova recenchegada do Porto con- sistindoem cadeiras canaps, e sofas le- tos primorosamente de pao de olio e de Ja- caranda, e muitos outros arlgos que estar patentes 5 adverte-se que ludo ser vendido rasoavelmente por motivos de preciso de li- quidar contas. COMPRAS. *ZT Escravos de idade de 12 a 2o annos > para fora da provincia : na rua do fogo loja de alfaiale da quina do beco do Padre. "Ten das. t^J" Folhinhas de porta ditas de algibei- ra com variedades dilas de dita com alma- nafa mu correcto, dita Ecciesiastica ou de Padre ; todas por prego mais commodo que em outra qualquer parte impressas em bom papel e lindo typo : na praca da Indepen- dencia loja de livros n. 57 e 58 na" rua do Cabug loja do Sr. Bandcira na venda da quina defronte da Igreja da Madre de Dos , na rua da cadeia loja de ferragens do Sr. Mo- raes e que ja foi do Sr. Quaresma, defronte da Matriz da boa vista na botica do Snr. Mo- reira ecm 01 inda na rua do Amparo boti- ca do Sr. Rapozo. !C3^ L'm negro official de pedreiro de bo- nita figura de idade de 2o annos para, fora da provincia : no principio do atierro dos affogados em casa de Silvestre Joaquim do Nascimento ; assim como urna bonita mola- la que engomma coznha e lava. . Potassa da Russia da primeira quali- dade cm barris pequeos e graj^dos > por prego commodo a dinbeiro ou a praso com boas firmas : em casa de Joao Rulino.da Sil- va Ramos na boa vista rua do hospicio ca- sa de sobrado defronle- do Coronel Brito Inglez. "jF* Urna preta boa lavadeira de van-cita , propria para o servigo de campo a dinbeiro ou a praso urna molata de idade de 25 an- uos engomma lava ecozinha o o diario de urna casa, e um cabrinha de idade da 5 an- uos : na ruada molida n. 141. $y Por prego commodo a dinbeiro ou a praso salsa parrilha guaran iVehun , biirracha do Para e essencia de aniz :' na rua da e assa de forno faz doces de varias (pialidades engoma e lava bem de vareila : na rua Direi- la D. 20 lado do Livrauento. S~j~ Barricas e sacas com farelo barricas com fumo para charutos, meias bu-ricas com farinba de trigo caixascom velas de sper- macelc salitre relinado lengos ]>retos de sedada india gangas amarlas toalbas ada- mascadas puntes Iravessas para [nrralas , algodo grosso para sacos cha preto de su- perior qualidade, ludo por prego commodo: em casa de Malheus Auslin & Companbia na rua do trapiche novo n. 12. sr?- Para fora da provincia um negro de idade de "o anuos bonita figura : a tratar no quarlel do corpo de polica com o Major do mesmo corpo das 9 horas da manha as du- !is da tarde e desta hora al as (1 em sua ca- sa na rua do Fagundes. S^f Obras de marcinciro novas c por pre- go commodo entre ellas una cmoda de an- gico una carleira de angico una banca de Jacaranda para meiode sala o urna cama de angico: na rua das larangoiras D. 13. tif' II du/.ias de cuias do Para de di- versos tarnanhos asquaessao proprias para quem tem negras a vender na rua : na rua do Vigario armazem n. 44. S2y Uma molata perfeila mubanda de idade de 18 annos, cose, engomma, cozi- nha com peiigao una linda moleca de idade de I i annos uma cscrava perfeila cn- gommadeirae cosinheira 5 ditas com lia belidades 6escravos para todo o servigo, um molato bom carreiro e serrador dous di- tos ptimos para pagem : na rua de Agoas verdes D. 58. W 17J)arriz com vinagre, tintas che gadas de Ilamburgo ; cm casa de Hermano Mehrlens na rua da Cruz I). 25. SCJ* Bichas pretas chegadas prximamente e de muito boa qualidade a loo e a 2oo re. : na rua estreila do Rozario D- 5o. $Zj~ Vinhodc chaiiipagnlio a 20,>00, ser- veja de boa qualidade a 2,>800 genebra da Holanda por 7#000a duzia : na rua da Cruz I). 4 ; assim como charutos da Rabia em po cao gande e pequea. ssr 10 encerados novos para -oobrir cargas de assucar : no beco da Pol D. 5. C5" Fcrramenla para lauoeiro feta pelo melhor author no Porto : na rua do Vigario n. H. Cjt- Fina porgo de casaes de pombos de muilo boa rassa por prego commodo : na rua Augusta casa terrea junto ao sobrado de Jos Joaquim Dias Fernandes. S2y Os verdadeiros paios de Lisboa por se- ren somenle le tos de carne de porto, e nao de alguma outra : no armazem do Braguez junto ao arco da Conceicao e ali haver bar- ril aberto para se vender meia duzia delles (pie sirva para amostra aim de quem com- prar nao ser engaado com os feitos de carnes de outras qualidades. 13" L'm preto de idade de 22 annos de bonita figura perfeilo alfaiale, uir. dito bom cozinheiro de forno e fogo um dilo carreiro e de lodo o servigo duas pretas lavadeiras e quitandeiras, urna moleca de idade de i(> an- uos para qualquer servigo una dila coz- nheira c engommadeira uma molatinha e una negrinhade idade de 12 annos : na rua do fogo ao p do Rozario D. 25. py Lina Ierra menta de carpina em bom uzo, com a sua competente caixa : na pra- cinlia do Livramento D. 25. Ey- Um eseravo crcoulo official de 1 in- lor e entende alguma couza do cozinha e de idade de 20 annos : na rua das Cruzes D. 49. icr Urna porgao de caixas vazias do Porto, grandes e pequeas, e 200 barricas vazias que forao de farinba de trigo ludo por pre- go commodo: na padaria de Joo Lopes de Lima. E3- L'ma negra boa quilandeira e muito gil para o servigo ordinario de uma casa: na rua da roda venda D. 8. S5^ l'ma venda oom poucos fundos e li\re ua" alcaide* e iem oommodos para um grande fumilia na rua do Fagundes na qui- na que volta para a rua dos assouguinhos e uma negiinha de bonita figura e sem vicio: a tratar na mesma. ar* Cera branca cm pes farinba de Ma- gem sacas e barricas: na rua da cadeia do Recife da parte do beco largo n. 88. S2T L111 inoloque de idade de 15 annos pro-* prio para pagem : quem quiser annuneie. ssr Farelo a 3*000 a saca de 5 arrollas , ou 2>800 sem o saco para engordar cava- Ios, os compradores acharao este/arelo mui- to melhor do que aquelle que vem de fora, pois he fresco e novo tambem da mais sus- tente aocavallo o (nal o peso do farelo mos- trar : na fabrica de farinba do alterro da Boa vista. E S C R A V 0 S F U 0 I D O S . 3" Fugio do sitio tocos termos do enge- nho Pupic um eseravo do gento de ango- la representa ter 55 annos de idade, fulo, alto secco bracos e pernas compridas , testa eolhos grandes sendo estes blancos, magaens alias pouca barba disdenlado , ps grandes e largos e os dedos grandes e torios para dentro levou uma espingarda , laca de ponta chapeo de baeta caigas de algodao e jaquelaHle chila ; quem o pegar le- ve ao referido sitio, ou a praca da Indepen- dencia loja de livros n. 57 c 58 que ser re- compensado com generosidade. tSP No da 6 de Janeiro de 4842 desapa- receo um niolequiuho de nacao congo, de idade; de lo annos de nomo Benedicto, com ossignaesseguinles: bem preto da cor. gros- so e baixo bastante barrigudo cabega comprida e mal feita olhos grandes e na flor do rosto, nariz chalo, muilo beicudo , e os denles bem abertos sendo pequeos, tem cara de negro bem fcito de mSos pS e pernas grossas andava diariamente venden- do agoa levou vestido camisa de algodao da Ierra de mangas curias c calcas de dito de meia perna c chapeo de massa ja vellio; quem o pegar leve na pracinha do Livramen- to D. 19. 5^- Quabjuer Capitao de campo peder pegar um escravode nomo Domingos de es- tatura ordinaria grosso do corpo o beico de cima grosso c virado para cima de nagao liana de mais de 5o annos de idade tem urna sicafriz no pescogo dentes pretas de beber fumo ps pequeos e grossos ; quem o pegar leve a rua do Cabug loja de Joso Al- ves da Silva. c? Em Julho de 184o da casa do abaixo assignado desapareceo um seu eseravo de li- me Gregorio de naco bengueJla alio b- cado das bechigas bonita figura barbado , de idade de 25 annos alguma couza bugal , quando falla abaixa a cabega ar alegre, den- les muito claros boca olhos e nariz re- gular ; quem o pegar leve ao annuncianle que receber 400*000 de gratificado. Antonio da Costa Ferreira. CF-- No'dia 47 do mez p. p. fugio do sitio de Joze Bernardino Lial em Parnamerim lium eseravo anda bugal por nome Joaquim le- vou carniza c calca de algodao olhos grandes, c bigode bastante cressido he muito gordo , e grosso do corpo h noticia que anda por agoa fria ou para Estrada do Arraial ; cos- tuma trazer hum saquinho acinta com casta- nbas d c caj as quaes costuma assar a noite: (Jliem J,,0Sar leve- a rua da Gade.a do Rc- cifle X. 5. a Joo Antonio Soares d'Abrcu. tSf No dia 2 de Janeiro p. p. desapareceo da casa dos Srs. Bol i i\ Chavanes, no trapi- xe novo D. 45, um preto de nome Jos de na- cao congo de idade 5o anuos, barbado e bstanle feio o preto foi encontrado varias vezesno bairro de S. Antonio e como at boje nunca fugio e pelo contrario deixou em casa roupa e dinbeiro por isso supoe-se quo anda vadiando pelas ras tendo o vicio de embriagar-se bstanle quem o pegar leve a dita casa que ser gratificado. M0V1MENT0 DO PORTO. NAVIOS ENTRADOS NO DIA 8. Maranho Ccar Rio Grande do Norte, e Parahiba; 17 dias, Vapor Brasileiro S. SebastiSode 22o tonel., Com mandante Ber- nardino Dias Pinheiro equip. 22 : a Joa- quim Baptista Moreira ; passageiros para esta Provincia 5, e O para a do Rio de Ja- neiro bem como 113 roer utas. SAIIIDOS NO MESMO DIA Baha j Briguo Escuna Portuguez S. Bernar- do, Cap. .loseJoaquim Lopes, carga res- to da que trouxe da liba de S. Miguel. .-; RECtFE NA TVP. DE M. F. DE F. 182. |
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