Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:04386


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Full Text
~\
Auno de I SI?.
na ra Fe ira 5 de
i
Tuilo agora depende da ns mesmos ; danossa prudencia, nu>derac3o, e energa*! con-
tinuemos como principiamos! ft aeremos aponiados com admiracilo entra as Naces maii
tuIi.is. (ProClamajo da Aasemblea Geral do Brasil,}
PARTIDAS I))S CORREROS TERRESTRES.
fioianM) Paraiba, eRnfande ilu Norte, na segunda esextafeira.
Bonito a Gsranhtfhs, n 10a 24.
Cabo, Serinbaem, lito Formoxn, Porto Calvo. Maceirt, c Alagoa* no 1 M, e 21.
1'aie.i 13. Sauto Antiio, quinta feira, Olimla todoa oa dias.

das da semana.
3 Fe, s. Anrigio
i\ Tero, s Tito
i Quart. s. semeio.
0 t.iuin'.. '.- Da de Res,
7 sext. Tbeodoro. Aud, do Jim de Tlirrllo da 1, tu.
8 sab. s. I.mrenlo, llel. Aud. do Juiz do Direito da o. Tara.
D Dom. Julirtt.

neiro. Anuo XV]

;irr-arvqtxra.-j?saii ni -^nrir .
O Diario publicara* lodos os diss qne mo forem Santificado o prero da aasigaiatura he'
de Ira* mil rea por quaCteJ pafos adiantados. Os annuncio dos auijnennu eo inseridos"
palia,.eoa ataque o nao fnram- 6 raio de SO rais por linha. na n derem eer
dirigidas a rata I Tpografia ra das times 1). 3, ou .i ptaca da Ind >pon lenuia tojas da ltrro
ISuniiros 37 e 3S.
CAMBIOS NO DIA 24 DE DeZI BHO.
1 r. a i a Petos Col
a > Mexicanos
miuda
Cambio sobre T.ondre< 21) d. p. 11 .
> i> Pars 320 rois p. franco.
v i> Lisboa 80 s 86 p. !*-lljlr-pr.
Obro-Moeda de 6.400 V, 14 00 a~14,700
a K, i .40U 14,000
4,000 8.100 a 8.200
i
Prata Patacoa
i.t/ltJa 1,600
1.i*.o ',600
1,0201 1,040
1,440 a 1.40O
Moeda (', i.l.rt- .'i | ,.r 100 de disconto.
Diacontu de hilh. da A por 100
ao mar,
dem do letras de boaa firma* le i1e{.
R>
'reamar iln ,(,i :, de. Janeiro.
PH-VSES DA LOA VO MI/- I E IANE1RO.
Qunrt. mine;, a 3 a 7 aras a 0 m. da tari
1 .na Nora n 11-- a I nrai e 54 m. Quart. creso, a 19 a* (i ora e'i I m. da larda.
i* l K N A MBC.
MEZA DO COSSCLADO.
Rendimento otal da mesa doconsulado des-
ta cidade no inez de dezembro prximo pas-
Bado.
Disimimo do assuoar desta pro-
vincia
Dito do algodilo dita
Ditodo caire dita
Dito do fumo dita
;;: : 6197
l;822,y3.)l
7j 170
12*764
aS3igalBKL'gWiaaUwa H.WJ1S.H.JJ UIUH iMCTMMMI.;'illMWa
em S Arehipiscopal Metropolitana, Parochias ral que o'paiz ihe.prolessa para
rortilica-
Coi mi s do Rcligio- rem com esse auxilio da falta de apoio que en-
Multa por infraeco do regula-
ment
T.ixa do 50 res por saca de
ai. od io
Dita de I6Q res por caixa fie
assucar-
Dita de 40 reas por fecho de as-
sucar
Dita de 20reis por barrica, e
saco dito
Direitos de 7 por 100 deex-
pnrlacao
Ditos de 2 por 100 de dita
Ditos de ancoragem para fo-
ra do Imperio ,
Dito de dito para dentro dito
Deposito qu leramdpan-
no
Emolumentos de certides
Papel dos passajportes impe-
riaes
Militas por infraeco do regu-
lamento
Rendimentos das provincias
Dsimo do asssucar das Aiagoas
Dito do dito da Paraiba
Boa-vista me foi partecidado que honu
is 10 horas_da noite, estando ajanellaem (grojasdos M isteiros,
sua casa, sita-na ra da 'trompe, o italiano sas; assim como tinhio-se expedido porta- contram nopaiz alriinhando'eslupidam nte
Tribuci fora gravemente forido no rosto de rias na misma conformidado a todos os Pre- de estrangeiros, de hespanholados ps m.'s-
um grande tiro de pistolla, que Ihe despara- lados e governadores Vigarios Capitulares do mos.que pugnaram e uinda pugnam para
i-a um assassino, montado a cavallo edes- Hino e igualmente ao3 Reverendos bispos qm se mantenliaa ad nidada da Ctroa Pe -
farcadoem trajes de Religioso, o qual, logo de Angra e Funchal. tugueza para que nao so sacrifique a inde-
(Do Nacional). pendencia nacional s mais degradantes exiJ
______________ rencias.
que commeteo tfio negro al tentado digno do
mais severo castigo; deitou a fugir, dei-
Xando eni sua precipitag&o a pistolla com
quepraticado havia semeltianl crueldad;.
Fica-se entretanto na diligencia de desc i-
brir o autor deste attentado, para ser cap-
turado e entregue accslo da justiga e
mandou-so proceder aos necessario.' oxanies.
! ORT1 PAL E i SAXTA8E
As'rcli
es de Portugal con
Entendemos perfeitamenle adocillidade das
notabilidadesd idia era pi't'senca Jos arrem
gosde LordiPalmerstot o das amcatjas do
Espartero; mas cor,1'-, irnos que nao podi*-
8Bii6G0
26;290
l'304
2;966yl-4J
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10.) 720
^-____________
20;!. :
S65#674
.;298*774
i a corte de Ro-
ma apesar (lacmijai\ada do Sur. viseoiidc
la Garreira ap san1;! reintegrago dos bis- lirios encontrarse nao na eonferenci ;>.- a cqm
is e de liraganc.a dos q naos o um jesuta Alemo a origeni da serie dedos-
e vistoria5 em o corpo do mencionado itali- uliimotanto.se distingui pela sua proclama2 gracadaseuiiilateracscoueossoesf itasaogo-
ano. rao em que, laixava os liberaos de rapios, i;;- vfcrno de S. Sanlidade.
E'o que consta das partes hoje recebi- Irpseassassinos-' conti.nuam desgranada- Niguem dir quo fosse o receio de um seis-
das, nente como dantas, apesar do entbusiasmo ma religioso-pois que em 183i elle niio fo
adores do Snr,
. ... co n que os admira
A enmara municipal desta cidade fazses-
sao extraorinnaria nodia 7 do correte, c
rossorfiasorto impreterivelmente arremata- niodafam
das diias casas na [iraca da Inuepemlenea de
n.: e24.
Rpcife 3 de Janeiro di 1842.
Francisco .Antonio Rabello'dc Carvalho.
Secretario interino.
NOTICIAS ESTRANGEJRAS.
dmiradures doSnr. Ministro dos pordiante, apesar da boa vonlade dosapos-
negocios igeiros proelamaram oso ti'i- Itolicos tambem nao pode ser pelo reeeio das
ii .io uvejavel por nos ter reconduzido ao armas Ponticias, pois que segunda.observa
um jornal que move oposigao ao Ministerio
Acallamos de saber *por cartas de Roma emI- nem as armadas de Civita Veccbicia virao
la i de 14 do passado que o Snr. Viseondeda forgar os nossos porlos nem para vencer
.: tin avollado donort da ita-liapa- soldados de mca de seda seriam precisos mais
ra obter de S. Santidade a audiencia de des- do que os bceos nao das bayonetas, mas das
pedida : ipoisda qual volta para Parisalim [Dotasdos nossos soldados,
de continuar a exercer asfuncgOes deembai- E' por lano ao Diario do GoieroO que
.,. ciiinpre informar-nos. Responda elleqaaes
Somma 42,061^538
Pernambuco 4de Janeiro de 1842.
{) administrador
Miguel Arcanjo Monteiro d'Andrade-
IAL.
Miguel Arcan jo Monteiro de Andrade, Ca-
valleiro da Or'dem de Cbrislo, e adminis-
trador da Meza .do Consulado de Pernam-
buco por S. M. 1. e C.
Faz saber que nodia 8 do corren tese haO-
dearrematar na porta damesma administra-
cao tres naixas do assucar branco aprehen-
didas pelos respectivos empregados do Trapixe
iNovo, por onexactidao das taras, em cujo'dia
se fiudao os prazOS mareados no re^ulamento.
sendo a arre.nalaeao iivre de despesas 80 ar-
rematante.
Eparaqueehegiie a noticia a quem con-
vier mandei alixar o psente edita! na por-
ta desta administraco, e publicar pela im-
] i rensa.
Meza 'do consulado de Pernambuco 5 de
Janeiro de 1842.
Miguel Arcanjo Monteiro de Andrade.
C0RREIO.
O patacho N. Ufara Luisa de que be mos-
tr Ignacio Marques, sae para o Aaranbao no
dia 10 do correntc.
ARSENAL DE OtlCRRA.
O arsenal de guerra compra nove ou 10
quinces de ferro com diferentes vitolas.
Arsenal de guerra 3 de Janeiro 1812.
Veiga Pessoa;
Direitor.
PUEFKITl'R.L
Par'1 do dia 4 do crrente.
Iliin. c Exm. Snr. -- Pelo ib-pcefeito da
PORTCCAL.
Recebemos foihas at 0 dedesembro pas-
ado e deltas daremos, porporgao, que
p irmeltirem os nossos trabalbos as mais in-
leress'.ules noticias,
Na cmara temporaria discutia-secalorosa-
mente o projecto nue authorisa ogoverno a
venderos bens nacionaesna India.
As cortes, segundoo decreto que "se lona
folhaofllcial, encerrSo-se nodia |8deuo-
vembro, naotndo trabalhado mutos dias
por falta rte numero "a!! o que deo lugar a
grandes < justas censuras.
Passava por certo que, logo depois doo.*-
cerrawento das cortes, o Snr. Avila (minis-
tro da fasenda) pedera suademisso oque
o substituira on o Snr. Castro, ou o Sur.
Florido os Foraes. As sympatbias favoressem
o primeiro.
Por abuso de liberdade de imprensa foi cha-
mado a responsabelidade o AtbJcta do Por-
to acoja defeaa se ollcreeera gratuitamen-
te o advogado Sebastio de Almeida t Brito ,
c a imitacao leste vafiosoutros, tambem se
linbo prestado; O foi alisolvido.
Constava ter chegado ali em novembro pas-
sado o tratado de commereio entre Portugal
e a Gr-Bretanba ractifleado por esta ulti-
ma potencia cujas funestas nonscquencias ja
osjieriodioos pftJgnosticavafi pea occullabeli-
de suas bazes ; avancando-se a assegurar
qu era a renovagAo do tratado de !8!o .
que tao ominoso foi paraos Portugueses.
Por decreto de '.) de novembro foi cnca:-
regada a junta do crdito publico o pagamen-
to dos juros da divida externa, consolidada pa
aguataremos pois--em qus estado param
cimi|)re informar-nos.
sSo os motivos do nao
reconbciemento da
::,,.; -;"!.'s. visto que serera o nosso J SaTita S, diga-nos em que pai-nm esssos ne-
plen i potenciarlo de Roma? S. Santidade re- gociacoes que ha annj (segundo elles) se a-
i nao reconbece o nosso Govcrno"? cbam pendentes,
conliecc on
Nao bastar n rintegraco dos bispos a pre-
Lerigo dos pa.rocbos liberaes e a preferencia
dicc.iida dada aos que servlo de 1828 a
.'\:o bastar o enorme e inauditosacri-
i dem.)
SESSA REI. DE I9i< TI).
Pouco antes da urna hora acbando-se reu
Hcio daa-de&pesas matrimoniaes, que agora nidos noSalIo da Cmara dos Reputados,
se mandara vir de Moma, com grave injuria alguna mambros de ambos os corpos* co-Iegis-
>n nc Klinmi Pnvliiiriiuvnu ntua no IPtTlttO I ladlin'S OCCIlOOll a Cailci'','! (la 'KYS!'i<'!K';i .>
inara os bispos Portyguezes,
oseugoveruo insisiem pea res- era uin.i ui.i eauuuiKmuuu ...-.>......^.-
menos parcial, dos conventos co- las de foguetes e salvas o chegada de Suas
ira a exigir total insistem pelos Magestades sahiu a Depulacao da Salla o
que no lera |K) Madoresi, occiqiou a cadeh'a da presidencia o
do absolutismo tiTam essa regala', e cora Sr; Duqu-de Palraella Pre"siu*ete do Saa-
prejuiso considerawl parats-paiz, para lora do, eomeoua UiiputaeSo, composta dedo-
do qual saliera alguns ceios de cintos arara- /.e Senadores e doze Reputados para rem re-
almente destinados para as despensas. I receber Suas Magestades, |ogu que cnogas-
Entendemos perfeiutmenteo negocio. S. em.
Santidade ou osen goveruo insistem pela res-i Era nina hora eannunciando as girando-
lauraclo, ao i
nio degrau pai..
nichos s esquinas das ras, e pelas reunioes pouco depois en traram na aaiiasuas Mages-
dopovona ra rezando o ter^o. Querem tu- tades precedidas e seguidas do prestito or-
doisto,e nada se Ihe re usa- tergiversa-se I denado no programma, e tend) Sua Mages,
com evasivas e pi-omessas, com adificuldade ladea Rainhaoecupadoa cadeirado 'llnono-
de fanatisar os Portugueses no momento | Sua Magestade El-Rei, a da esquerda ecoh
em que Espartero acaba de esmag^yglpimi-1 locados os Olliciaes da Casa nos competentes
gos dprogresso, eemjque seassi|naiii re- logares; bu SuaMageslade a Rainha o se-
querimentos em Barcelona, pedindo a S.
Santidade qoeestenda a anatema fulminado
contra o Regentea loaos os signatarios, co-
mo graca especial.
Osjornaes do Governo seguindo o systema
de imprudencia que os ha condemnado ao ge-
ral despreso -negaram redondamente a uoti-
ei da exigencia do resfanelleciinehto dos
conventos, assim coma tin bao negado a da.
reintegraejao dos bispos.
ColytoS nao
A negativa dos a- I
guinle discurso :
SESHOTtES :
constan le o assidua applicac&o a tantos ,
c tao variarlos objeclos, que tem teito <> as.
sumptoda presente ftessfio das Cortes Ordina-
rias, demanda mperiosamento o repousod'al-
gm tempq. em que os espirites fatigados
possam recobrar breas e preparar-se para
continuar os seus importantes trabalhds.
ai Me congratulo com os Membros do Cor-
vallemum caracol, e se. serve |po Legislativo pelo zelo e desvelo, que raos-
;sU dilatada Sesso em benebcio da
zonda.
Por decreto de 2 de novembro, m
roceder as elleicOes de hum senador por
Braganga e doas deputados (mm por (]o-
imbra, outro por Lamego. Dizia-se que bre-
vemente realisai--s"-iao o que o Snr. Auui-
ar (ministro do Reino) eaperava sair senador
porBiaganga ande as autoridades loma>
rao todas as medidas para ipie a urna nao pro-
nunciasse outro nomo.
Por motivo d ter a Rainha completado de.sendPH disem quoreraoi andar a
trmezesdenrenhez, liuhao-se fei 16 preces peso b nsso camrnho ; querem anda,
pro relici partu com orages' "as misa,. iserviirdo al ^c.as^s
9 de novembro na. I ras, para se indemuisarein da execrando ge-
andou- da orden i poda lembrar de entregar Portu-
gal acrilhoado aos dictames dltramonlanos -
s.'. o dirio dasubservieiicia ao exlraniiidro
sena capa/, da repetir com a Santa Si as Ini-
miliacoes que a signalaram deploravelmente
apoltica de novembro com a Inglaterra,
coma llestfRnha, eai w m ojudeo Marro-
de Fazenda, samo que seria impossivel sa-
isl'a/ar aos multiplicados e antigos empenhos
coiltiabidos e por em devida ordem os ou-
tros ramos da Administra)
Nao posso dixar da sentir que as necessi-
dades publicas e os sagradas obrigagoes, que-
pesara sobrea i ..o fenham exigido a ira-
I osicao de aigMns novos tributos; estou po-
w. |;i() | U.'H-IU III i.l^W''' i'v.u^ -......------ ---__-,
TNao queremos rmpanles de leo e paradas rm convencida de que os Meus Subditos a
nos dias 7, 8, c
nenhum sacrificio deixam de protar-sedo
bom animo quando nelle interessada a
i ..- o cr dito Nacional.
is leudes vfeto que ''"''


m. K. W*JCT.fc_
.1T.BT-.' .J*
___"-* -f, -" ^-^yW*rTrt!>'*^T''.'- -~ -
--'-,_.*._.
m> in ei r o Reino' lu ambarado : os han-, sagro V. M., e oom os quaes serei sempre. I ral Corbineau. O buque de Orleans haviasc tracta de explicares desta natureza, sobre
dos, que infestavam o Algarve, e urna parte Sonhora minha Irmfi e Prima Dev.M. partido para Lilla, a lim dejasswur a lorma-
do Alcmtejo acham-se consideravelmente Bialrm e Prima .Mara. Palacio das Ne-
diminuidos em consequencia das-medidasjcessidades 12 de Outubro de, 184!. (Ga-
opporlunamcnlo adopatdas do eludas Au- zeta de Madrid 20 de Novembro de 1811.)
1 bondades eda eDcaz cooperado da forca
Este objecto continuar a merecer
armada.
luda' a attenoao du Governo
Agradcco as Cmaras os subsidios volados .
para as despezas do Service- e desempenlio
dos deveres a que est esseocialmente ligado
o crdito Nacional.
Similores a confianca que lenho as vos-
sas luzes e no vosso reconhecido patriotismo,
ton persuade que retu-ados s vossas pro-
vincias recolhendo prove tosas observaces
sobre as necessidades e recursos dos povos.
e meditando sobre os meios de- promover a
clicidade publica, voltareis aos traballios
parlamentares animados dos mesillas nobres
sentimentos que at agora vos tem dirigi-
do e sempre ltenlos ao grande lim de con-
solidar as insiiluices Polticas da Honarchia,
v de concorrer para prosperiaade da NaQo.
Est fechada a sessao.
Acabada a leitura sahiram Suas Majestades
da salla com as mesmas formalidades com
que tinbam entrado. (dem.)
Felicitado fe i la por S. M. a Senhora D. Ma-
ra 2. a S. M. Catoliea a Seubora 1). I-
zabel 2.
A Gazeta de Madrid de 26 de Novembro
passado publica na parte ollicial a Garla, que
a nossa Augusta Rainlia dirigi a S. M. Ca-
tholica I). babel 2. por occasiao dos acon-
ceimentos que naquella capital tivcram lu-
gar na noule de 7 de Outubro. A Gazeta ao
publicar a Carta diz no prembulo da redac-
cao, que espera, que o Governo Portuguez
continu a dar mostras de sincera amizade e
allianca,: nessacrenca duixaremos o Governo
llespaidiol, que deve boje saber por experi-
encia propria se as palavras que os liomens
de N'uvembro einpregam estfio em harmona
RETROSKiCTO POLTICO.
As noticias de Inglaterra annuneiao que
o estado d gande da reinita Victoria assini
como do principe recem-nascido, erA satis-
factorias. Parece que S. M. se dirigir ao
palacio de Windsor logo (pie os facultativos
achem queoseu estado dbil Ih'o permute.
Dizem que o baplismo do principe de Galles se
effeotuar -no salao deS. Jorge com a maior
magnificencia.
Tem havido em Inglaterra grandes feste-
jos pelo nascimento do principe herdeiro do
throo. Era Dublin ordenou O'GonnelI qiie
houvesse Iluminadlo feral.
A rainha viwva acliava-se livre do perigo do
ataque que ltimamente soffreu.
'Comeen a notar-se alguma divergencia en-
tre o partido tory c-'iva de varios assuinp-
tos que devem tractar-se no parlamento.
Dizem que Lord Aberdeen dora orde'm ao
inspector de artilheria para mandar recolher
lodos os destacamentos inglezes que se acho
na Syria.
Os jornaes inglezes alludem aos sofllrimen-
tos c penuria a que estao reduzidas as clas-
ses proletarias em consequencia do oxes-
sivo proco dos comestiveis e do rigor da
estadio invernosa. As paroquias de Londres
naopodiam acudir ao soceorro do grande nu-
mero de pobres que concorriam a pedir au-
xilios. No entanto as associaces formadas,
para Jliviar a miseria publica empenha-
vam-se .*Qin o maior "zelo em mitigaros pade-
cimentos dos desvallidos.
Den-se ordem ao arsenal de Portsmouth
para preparar doze naos de linlia.
O capito Klliot havia chogado da China ,
teve urna larga conferencia com o ehanceller
do Eehoquier.
Por noticias dos Estados-Unidos sabia-se
que Mac-Leod tinha chegadn a Montreal e
com as suas obras ?.... Quando alludimos
GarLa, que agora publica a Gazeta, lenfbra-1 que os habitantes daquella cidade I he haviam
nos ter dito ento, que o nosso Governo ha-
via felicitado o Regente Espartero mandan-
do esse documento pelo Mrquez de Salda-
nha ; ato foi desmentido pelo Diario que nos
den a entender que tal nao havia, nao men-
cionando urna palavra sequer a respailo da
Felcitacao de Sua Magestade. Daqui vero
os nossos leilores o crdito que deve mere-
cer o Diario, quando nega fados existentes.
julgando poder escapar-se pela tangente me*
lalisica de que a Felicitarlo sendo dirigida a
Sua Magestade l/.abel 2. nada tinha com o
Kegente ; como se por ventura isso alterasse
a esseneiado fado. A razao porque o Diarista
guardou silencio e o guarda ainda hoje sem
se dignar publicar este documento nao ha
arcano para nos, nem para os (pie I era o
Diario na parte relativa s noticias de Uespa-
dado uin jantar publico no qual assegurpu
estar inteiramente innocente no incendio do
navio Carolina. Mac-Leod.dispunha-se a vol-
lar Inglaterra. Alliimava-se que eslavam
presos os individuos que prenderam M. GrQ-
gan e que seriara castigados. FolJa-se de
mudenca do gabinete de Washington ou
pelo menos da saida de M. Webster, minis-
tro dos negocios estrangeiros.
As folhas Francezas oceupam-se quasi ex-
clusivamente com o processo de Quonisset;
O qual tinha comecado na cmara dos pares
no dia lo do passado pela leitura do rela-
torio da commisssfto, Mestra-sc nelle a trin-
tae cinco individuos implicados na conspira-
dlo todos perteucentes classse de opera-
rios. O colatorio era objecto de varios com-
mentarios da imprensa. Attribue-se por urna
nha. Eis aqu o (pie diz a ftazeta de Madrid : paite a coiHpiregSo ao desenfreameto da im-
Se'cretaria principal do Estado.
Damos em seguimento a Gaita que a Au-
gusta Rainha de Portugal dirigi a Sua Ma-
gestade I), lzabel 2., felicitando-a pelo feliz
desenlace, qu9 leve a negra conspiradlo da
non te de 7 de Outubro passado. Sua Mages-
tade Fidelissima d por esla gui/.a um testi-
raunho solemne, de quanto lhe ha sidosen-
sivel ver ameacada com grave risco a preciosa
existencia da sua Real Irma e Prima, c do
muito que tem a peilo estrei'ar os vnculos e
sympathias queexistem entre os llovemos ,
o. os principios polticos dos dous Estados.
Depois dssa manifestado que tanta honra da
aos sentimentos liberaes de Sua Magestade Fi-
(ielissima nao duvidamos por um s instante
(|ue o Governo de Portugal continuar dando
mostras sinceras de amizade e allianca e pa-
lenleaia o aileclo que liie merece a marcha
franca e leal do Governo de Sua .Magestade
Catholica.
TRADVC^Ad.
Senbora minha Irma e Prima. Gom o
maior sentimenlo acabo de ser informada do
enorme atintalo comeltido contra a digni-
ade da Real Pessoa de V. M. no dia 7 do
(irrente poralgumas tropas que. desviadas
do seu principal dever, misario atacar o pro-
prio palacio de V. M. enjo sagrado recinto
eslava-oonliado a parle deltas. Os lacos de
.(vito parentesco e de' amizade sincera
que me unem a V. M. devem assegurar-lhe
qual seja'a minha satisf.icio vendo que a mo
poderosa da Divina Prwidencia desconcertou
prensa e as sociedades secretas em quan-
to por outra se declara que as publicac,oes ex-
altadas s intluem as elassrs baixas e ig-
norantes. pie parece provaVel que o des-
gosto dos operarios por causa dos pequeos
salarios e a falta de trabalho lora o que
mais contribuir para a execuco do atienta-
do.
Corra a "noticia de-ter o Sr. Dlozaga em-
baixador de Hespanba em Pariz pedido ao
governo franee/, explioacoes sobre a reunio
de nm exercito nosPyrineos ras fronleiras
de Mes pan ha -, e asseverava-se que a rainha
Ghristina para evitar desagradaveis expli-
cacoesentre os dous goVemos resolver dei-
xara Franca e ir lixar a sua residencia em
qualqner ponto da Italia.
M. Guizot tinha dado um explcndido juan-
tar chegada de Lord Gowley embaixador
de Inglaterra ao qual assistiram todos os
demais embaixadores residentes em Pariz.
Dizem que o mesmo M. Guizol Uvera
largas conferencias com os embaixadores de
Austria ePrussia as quaes manifeslou ,
que na niesina occasiao em que a Franca di-
minua suas forcas de mar e trra, a In-
glaterra as augmentara eque este procedi-
menlo era tanto mais estranho quanto o
negocio de Mac-Leod se Iwvia concluido favo-
revelmcnte e a Ghina nao poda motivar
lana aclividade e despertar os eilibaixadc-
res a que pedissem explicacOes a Lord Aber-
deen.
Tracta-se de formar um exercito fi^ncez
cao .leste exercito. Os peridicos belgas ad-
miram-se desta reunifiode forjas francezas ,
que nao sabem a que ho de atlribuir.
Tinha chegado a Marselha Reschip-Pach ,
einbaixador da Turqua junto corte de fran-
ca.
Comectro novamentc as conferencias en-
tre os commissarios francezes e belgas, e pare-
ce que eslo j removidos os obstculos que se
oppunham conctusao do traclado de com-
mercio entre as duas potencias.
Corra na bolsa de Pariz o rumo de que
haveria prximamente mudanza de ministe-
rio.
Tambera se-affirraava que as cmaras fran-
cezas se abr rao a 27 do corrate.
A Blgica achava-se tranquilla e progre-
dia em Druxellas o processo contra os cons-
piradores para o qual foram citadas duzen-
is e lanas tesleniunhas. O tribunal d'As-
sises de Brabante condemnou morte o ge-
neral Vendermisen, como agente princi-
pal da conspirarlo maso re lhe coinniutou
a penaem trbalhos pblicos perpetuos. As
Cmaras Belgas j haviam aprcsenlado ao Re
a resposta ao discurso do throno.
O governo pontificio participou officialmen-
te s demais potencias acharem-se restabe-
lecdasas relacoes diplomticas daquella cor-
te com a de Portugal.
.Consta ter-se ratificado o tralado de com-
merco e navegacao entre a Inglaterra e
a Sardcnha.
AGazelasde Ausgbourgdiz que-as confe-
rencias das cinco potencias sobre os negocios
de Hespanba tero logar em Pariz.
O Observador Austraco Cala de um vio-
lento tremor de Ierra que se sen ti u em Co-
lonia a 25 de Outiibro, o qual alluiu asca-
sas alaos alicerces, e causn grande es-
tragos.
Segundo a Gazeta da Prussia tinha ha-
vido um grande incendio na ddade de Orel
(Bussa) o (pial reduziu a cinsas 700 casas,
e importantes documentos que estavam nos
archivos do governo.
O mesmo jornal diz que so descobrira
ha ver em c'reulac,ao una grande quantidade
de bilheles falsos do thesouro Prussiano,
sobre o que o governo loniava as mais efii-
cazes providencias.
O Bei da Prussia tinha chegado a Mu-
nich; e esperavasse todos os das em Goritz
o Duque de Brdeos.
Km Gonstautnopla oceupavam-se com as
testas do Ramazam ; porm tratava-se de
apromplar urna expedicfto, a qual dizem se-
r commandada por Tahir-Pach e que pa-
rece ser destinado contra o bey de Tunes,
visto que as intensos hostis da Porta para
com esto governardor, mo tinham sido
abandonadas mas nicamente deferidas.
Por noticias da America do Sul, saina-
se que no Mxico havia roben lado una nova
revolucao a favor da constituidlo de 1821,
cujo grito tinha sido dado polo general Va-
lencia, (pie oceupou a cidadella, e susten-
tara esto ponto at chegada de Sanla-Anna.
Biistanienle tinha-se fortificado no palacio,
o o logo tinha rompido de parte a parto. Va-
rias cidades haviam seguido o pronnnciamcn-
lo.
As noticias de Hespanba dflo o Regente de
volta capital onde foi rocebido com bastante
enlhusiasnio e asseguram que em todas as
provincias reina soevgo.
Em Portugal o Governo resolveu comecar
as eleicoese logo na dosMuizes de paz licou
na consideravel minora vencendo apenas o
candidatos scus contra y da opposic/io.
(dem,)
ludo (piando ha iiegociages pendentes mo-
men los essesem que pode ser mu prejudical
urna palavra indiscreta. Talvez seria mais con-
veniente, segundo se pratica nos parlamentos
de ou4ras na^es que as interpellaces desta
natureza fossem annunciadasalguns das de
antomo.
De qualquer modo que seja vou entrar
francamente na questo. Apenas se formou o
Ministerio actual, teve elle que oceupar-sedas
nessas retacees commerciaes coma Franca,
sobre as quaes havia negoeia^es entaboladas
ha muito lempo. 0 Governo nomeou com
missionados incumbidos de conlinua-las e
rio leve na eleico outra mira que nao fosse o
interesse do paiz.
Pensava-mos que se traclava de conclu-
ir um vonvenio de Alfandcgas sob bases am-
pias ; mas havendo encontrado obstculos a
negociado e nao julgando nossos commissio-
nados necesSaria a sua presenca em Pariz ,
manifestaram desejos de que os mandassem
retirar dalli.
Esto-se oceupando actualmente do as-
sumplo os negociadores que nomeou o Gover-
no Francez um Plenipotenciario belga, e
um commissionado delegado.
Talvez ser grande erro nao contar com
resultados favoraveis nos quaes confia o Go-
verno.
O Ministro terminou dzendo que o Governo
acceitava a responsablidade dos seus actos.
( Observador. )
(i; planos tenebrosos dos au.irchistas ; e sal- dubservago na fronteira da Franca e BoLi-
v'-n loa Real P.-ssoa de V. .VI. conservou para ca. J se achaVsim tropas em movmenlo ;
I Mnarchia Hespanboln a mais solida garan- e parece que se cora pora de 20,000 liomens,
/',, da sua prosperidad. QuoiraV. M. accei- |ue so concenlrarfto entre Lilla e Valencien-
i a fiel expressao dos sentimentos que con- J nes e que sero commandados pelo gciiCg
Blgica.Bruxellas 18 de Nnvembro.
Suscitarani-se na cmara da Beigica dous
debatos importantes j o primeiro acerca da
reun Ao de um exercito francez as fronleiras
do Norte inlerpel!a(;ao esta a que respondeu
o Ministro dos Negocios Estrangeiros : (ue o
Governo havia rocebido ao mesmo lempo que
o publico a noticia deseniilhante movimcnlo ,
o quid licra supreso, por quanto nada occor-
ra no paiz (ue podesse provocar similhante
demonstraefio. O Ministro disse C( ncluindo q'
brevemente saberia, sem duvida, as causas que
miitvavam aquella novidade eque em todo
o caso a jnlgava sem consequeticia.
O segundo debate versou sobro as conccsses
que fazia a Beigica para a sna unido comne:-
cialcom a Franca. Interpolado o Governo so-
bre este ponto respondeu o Ministro dos nego-
cios estrangeiros nos termos segundes :
As concessoes que poder fozer a B dgica
serao calculadas sobro as vantagens que se ih(
concedem. A cmara conhecer a extn m re
serva cora que o Governo deve entrar quande
Italia.Boma 16 de Novembro.
O Barfio Buch cncarregado de negocios
de Prussia, apresentar brevimenle ao Santo
Padreas credenciaes, que o acreditam junto
do Gabinete Pontificio naquella qualidade.
Todas as desintelligencias religiosas que ex-is-
tiam ha tanto lempo entre a Santa S e o Go-
verno Prussiano licam inteiramente compos-
tas com satisfaco completa de ambas as par-
tes. Os matrimonios mixtos isto de um
protestante com mulher catholica ou vice-
versa deverao celebrar-se na conformidade
de um breve de Po 8.. cas instruc?es do
Gardeal Albani Todos os assumptos pura-
mente ecclesiastitos serao submetsidos ao Go-
verno do Papa, inclusos os que tiverem re-
lacao com os Homeskis. Tambem se termi-
nou o negocio do Arcebispo de Colonia, li-
eand'o horneado Coadjutor M. Gssel, Bspo
de Spra. (Gazeta de Ausgbourg.)
Persia.Tabrize, 5 de Setembro.
Chegou a esta Corte o Embaixadof de In-
glaterra Sr John Mac Neil, havendo lido um
recbmento dos mais lisonjeiros. O Shah
escreveu-Ihe manifestando-lhe o prazer que
Ihecausava a sua volta. eespera-se que o
nfluxo nglez se tornara superior ao russiano,
que cada davai declinando mais. A Franca
tem perdido toda a influencia que tinha e o
General Damas o nico francez viudo Per-
sia que tepi podido conseguir o favor do
Shah.
Ha pouco que os lazarislas tveram o arro-
jo de recorrer a meios violentos pala a con-
versao dos inleis. Descontente desle proce-
dinionto a Orte de Persia ordenar sem du-
vida que os lazarislas ejeztiilas saiam do ter-
ritorio devendo cuslar multo trahaiho ao
Einbaixador de Franca impedir que isto se
verifique.
( Gazeta Universal de Leipsic.)
CUARENTENAS.
Franca Inglaterra, Oriente,
As quarentenns destinadas a previnir a
invasao das molestias contagiosas sobre se-
rem incommodas e infadonhas, estorvam o
commercio e servora umitas vozes de obst-
culos a comnmnicaQoes geraes entre diversos
paizes ; ludo isso pvm se Ibes perdoara to
iiouvesse ao menos a certeza de que preen-
cheni o lim para que sao destinadas e ser-
vissem de barreira a enferraidades que mui-
las vezes deciraao a populacao. E' todava
problemtica ainda a sua cfficacia e todos sa-
bem que os cordoes multiplicados de que a
Europa se vio ingada por occasiao da cholera ,
nao poderam fazer com que nfio piogreJisse
e fosse atravessando reinos e reinos,
espalhando nolles a desolaco e a morte.
Foi talvez este laclo o que em Franca e In-
glaterra den nesles ltimos tempos logar a
profundas observaces e graves controver-
sias sobre o contagio da pesie. Durante
mudos annos se havia tanto acreditado na in-
aibilii'ade das medidas sanitarias, que
nenhumas observages se haviam feito pau-
demonstrar a sua inutidadc. 0 Pcutpr Ara



o
bert submetteu porm a questSo Academia
das Sciencias de Pars, e intimamente con-
vencido de que nao ha molestias contagiosas ,
apoiou seus argumentos sobre factos asss nu-
merosos e dignos de attengo. Resulta com
efTeito do exame dos registros dos principaes
lazaretos do Oriente : 4. Que de lia 424 an-
nos a esta parte ho chegado 64 navios com
peste a diversos lazaretos da Europa 2. Que
d'entre elles apenas 56 conservaram a peste
depois de chegar e que nenhum caso novo
de molestia se declarou nos lazaretos : 3. Que
as embarcagoes chegadas sem doentes, vindo
inesmo de sitio em que reinassem molestia
contagiosa nao houve nunca um s exemplo
desta durante a quarentena : 4. Que as mer-
cadorias dos barcos em que nao houve peste a
nocomniuiiicaram nunca nos lazaretos : 5.
Que a peste se declara sempre na viagem e
que fcil dissipa-la : 6. Emfim que o pe-
riodo dentro do qual se manifesta nao
excede nunca a oito dias contados da data
do dia da partida.
Estes lacios, da maior importancia ndiizi-
ram o Doutor Auhurt a propr una reforma
completa as providencias sanitarias. Pensa
elle que todo- e qualquer navio que andn
pelo mar para cima de quinze dias, basta su-
jeitar o passageiros, a.urna quarentena de
vinte e quatro oras; quando as mercadonas
cinco dias bastam para preservar do mais pe-
queo perigo.
Esta reforma naturalmente deduzida dos re-
sultados scientilicos apresenlados pelo Doulor
Aubert, torna-se hoje em dia indispen&avcl
para a Franca, e para todos os paizes que te-
em extensas relaces como Oriente;, poisa In-
glaterra q' nao pensa em nada mais quando o
interesse do seu commercio I he aconcelha que
tome urna deliberado, a Inglaterra que de
promptouconeelliouas observages do'Doutor
Aubert, antes memo, por assim ^izer ,
que em sua patria fossem attendidas a In-
glaterra fui a primeira a abolir as quarenle-
nas, com o lim de chamar a si todo o com-
mercio do Levante. Foi a primeira a boli-
tas, dSsemos nos pois que outra eousa se
1 pode deduzir da: providencias que a sime-
Ihante respeito adoptou a especuladora Albi-
ou Para os portos de Inglaterra forao as
quarentenas ivduzidas a quatorze dias, in-
cluidos os da viagem ; ora como um barco de
vapor partindo de Alexandria gasta quin-
ze a dezeseisdias antes de chegar a Southamp-
y. ton ou Liverpool, segue-se que para os por-
tos do Levante forao de tacto abolidas as qua-
rentenas. Em virtude desta disposigo,
quern partir de Alexandria por um barco de
vapor inglez, aos dezesete dias estar em
Londres aos dezenove em Pariz aos vinte
e trez em Marcelha ; em quanto se vier de
Alexandria directamente a -.Marcelha pelos
barcos de vapor francezes nao desembarcar
nesta ultima cidade se nao aos trinta e cinco
dias s aos trinta e oito estar em Pariz, e
em Londres aos quarenta c um. Mas de que
servem as quarentenas em Franca quando os
passagt*iros e a carga ehegados de Inglater-
ra nao forem sujeitos a estaco alguma sa-
nitaria e a peste se que pode vir pelos
navios, entrar em Franca pela banda de In-
glaterra em logar de vir directamente do
Levante ?
Estas observages sao graves, e podem ser
oau6a de gravissimas perdas para o Conrmercio
francez em particular; al j se assegura que
a suppresso das quarentenas em Inglaterra
produzir no primeiro semestre de 1844 um
delicit censideravel na receita dos barcos de
vapor francezes para o Oriente-, dficit que
aumentar milito mais anda se a Franca nao
souber tirar partido da sua posigo geographi-
ca que pode dar-lhe o sceptro da navegado
em todo o Mediterrneo, e que a Inglaterra
tentar cautelosamente arrancar-lhe
Abandonamos as reflexes do presente ar-
tigo aos nossos mdicos em geral, e em espe-
cial ao Consclho de Saude Publica ; elles que
meditem sobre o caso, que bem vale a pena,
e communiquem ao Publico o resultado de
suas investigaces. = A. M. de C.
igai
COLLEGIO PERNAMBUCANO.
ATEHRO DA BOA-VISTA, N. 6.
As nlas-do Collegio-Pernambucano abrem-
se de novo no dia 7 do correte Janeiro. To-
dos os preparatorios que a lei exige para as
Academias de Dircito e de Medicina do Impc-
do !! Este infeliz tinha sido prezo em Ju-
lh de 4828 em Chaves, por Constitucional ;
deu volta roda da forca na Praga-Nova : en-
trou na torre de S. Julio em 4 de Novembro
de 4850, e em 29 de Marco de 4831 sahiu
degradado por toda vida para Rio de Sena ,
tendo voltado de Mozambique depois da res-
tauraco.
Outro suicidio. Na segunda feira se lan-^
gou abaixo das aguas Iivres hum homem que
era ollicial de deligencias.
No dia 20 de Outubro huma rapariga das
vizinhancas de Valmont deo a luz 4 filhos de diversas dicipl i as sao de mui distincto
hum s parto, os quaes vivem todos e sao
bastante robustos. Espera-se que nao mor-
rer.
Envenenamento Acaba de julgar-se na
relajo de Lisboa a causa do envenenamento cimento" '""
de Joze Luiz de Carvalho J." Sua mulher, so-1 Sao admi gra e cunhada haviao sido condemnadas a i pensionistas e externos,
morte ; mas a relagao commutou-lhes a pena
em dez annos de degredo. Os advogados de
ambas as partes manifestrao grande talento
no debate da causa,.../ "N
Avizo aos Navegantes Stockolmo 4. de
Outubro de 4844. A repartido da Marinhade
Noruega, acaba de publicar Qa ordem dactada
de 23de Setembro ultimo, que annunciao
estabeleciment d'um Farol de fogo (ixo na
Ilha de Prestoe situada no golfo de Faldem
na Nummendal, Provincia de Droutheim na
longitudede 44.8', e latitude de 64. 47.'
26." do meridiano de Greenwick. Sua ele-
vago he de 55 pez, e seu alcance de trez le-
goas : o
de Ai
respectivos bilhetes achao-se a ven-*ndares D. 12, dezeja-se falar ac
da nos lugares annu ociado*. Jos Francisco Fcrreira Manoel Vr
Muniz, trancisco Manoel de
Francisco de Paula arinho .
S.lva Araujo ahn, de se lracaV r"
que sao uteis aos mi>sn. tg0CI
que sao uieis aos mesmos
X2T Da-sc, 30, rs. a
ros de ouro ou
dir
Une.
aos Srs.
ancisco.
Araujo Lcha ,
e Jernimo da
os.
juros, sobre penho-
prata; nesta Tipografa se-
perio, sao ali ensinados. Os professores das i se Domingo 9 do correte
m-
rito.
Para conhecimento da regularidade dos
estudos e do rgimen interno aeham-se
patentes ao publico os estatutos do eslabe-
internos, meios-
A V IZ O S DIVERSOS
Urde n. ja sabida caza Etfjff*
fim de se continuaren, os trabalhos, que em
Assemblca geral de 42 do mez lindo
encelados.
forao
S3~ Aluga-seo I. e 2. andar
da casa de "
duas
, e. armaseni
na^!!!8_*ro*d.Pria. com
una para a ra do Kagundes
os pretendentes procurarn na
velha D. 53,
ss- Vende-se una venda em muito bom
lugar adinheiro ou apraso a vista, do oompra-
idorsedir o motivo da venda ; tractar na
ra daCadeia venda da quina que volta para o
beco doOuvidor.
= Vende-se costados de amarello sem de-
feito, com tres palmos de largo e 5o de com-
prido 45jiooo ditos de dous e meio a 42.
, e"ditos de dous d ; quem os pretender an-
fogo est acezo cada anno desde 4o nuncie-
oslo at 50 de Abril.
Navio,
roesund se dever observar o maior claro
Para liar h wsr Pera*eo-sedomaguinho at a Ponte do
que se dirija do golfo de Falden a No- Refife>ma ""teira tendo nella 6o reis em
dever observar o maior claro ,'edulas' T*T "" "tras.1tanfas
que reflecte na directo de 0. S. 0. a Oeste **"?/,?? _*!? d?"8.,6!0**" !.8.
de Prestoe e assim navegar entre E. N. E. e!
E. para o Navio escapar a todos os rochedos.
Depois de chegar a distancia de hum quartoi
de legoa de Prestoe o Navio dever lomar a
quemativer adiado dirija-se a esta tipogra-
liia que ter de gratificago a melade da
mcsiiia quantia.
Do abaixo assigijado no dia 50 de no-
rua da Cade a
queachara6comqu.ni tratar.
W U Sr. que no Diario de
aiinunciou para o Sr. J. J. S.
penhor e levar seu emport ; deca
seseerilendeconi o abaixo asaic-
do correnle
ir buscar um
. j vembro prximo'passado; desapareceojum cri-
oulodenome Antonio, estaturaregular, se-
com seis
direegao de N. N. E. at que o Faro
more a E. e depois dever mudar de rumo
navegando entre N. E. e E. o que conduzi-!,: ,do corP com Pnta d* batrb
r directamente a Noroesund. Para evitar Idedos em,uma das maos> equatro ditos em um
os rochedos entre Allegaarden e Prestoe, o Na-1 *5fc.2??!? J?^? V!8tldo C*mii'_ de
vio nunca devora navegar tanto a E. do Farol,
que perca de vista o seu fogo.
Idi'm aos Ditos Grao Ducado de
Tosca na Porto de Liorne. Annuncia-se
aos Navegantes que desde o dia 45 de Dazem-
bro de 1844 em diante a Iluminado do Farol
deste Porto situado a 43. 52.'- 41" de la-
titude N., e a 7. 57.' 23" de longitude
E., ser efTectuada por meio de hum apare-
Iho lentecular de 2. ordem de eclipses, que
apresentar huma successo alternativa de
luzes brancas, evermelhas, no intervallo
de 40 em' 40 minutos segundos. A elevago
desta luz se acha a 47 metros sobre o nivel
do mar.
A sua apparencia em tempo claro ser visi-
vel na distancia de 7 legoas martimas. 0
fogo fixo menos brilbante nos intervallos en-
tre as luzes se distinguir 5 412 legoas ma-
rtimas e os eclipses nao serAo totaes se nao
alem da tal distancia. (Do Nac. de Lisboa.)
CAMBIOS EM LISBOA.
Em 29 de Novembro.
Lo
ndre
A
( Revista Universal.)
( Do Diario do Governo de L; ;
NOTICIAS DIVERSAS.
UM SUICIDIO.
Por cartas de Coimbra de 50 de Outubro,
soube-s que no dia 29 se suicidara em Pu-
dentes o Secretario da 2. divizo militar, In-
nocencio Elizio Dias d'Azevedo. Ignora-se o
motivo, e s se diz que o infeliz tinha jan-
tado com sua familia sem o mais pequeo
signal de desgosto, e que, levantando-se da
meza fra para o seu quarto ; ento se ou-
yio hum tiro de pistola acudindo-se o en-
contraran morto e coberlo de sangue! Ti-
nha o crneo despedazado, e a pistola ao la- j
resr>5 4|2 .
54 5|4 .
Amsterdam 45 5|4 L.
I lanihurgo 48 I |i L. .
Trieste 430 D. .
Genova 525 E. .
Leorne .
aples .
Pariz 523 E. 522 D.
Madrid.....por 4 P. deC. 43 d.
Cdiz
Vienna .
,^por 4* rs. 50 d. v.
por 90 d. d.
por 400 rs. 5m. d.
por l rs. d.
por florim d.
por 5 L. n. d.
por 4 L. F. d.
por 4 Dd. d.
porSfr. 400 d. d.
d.
455 D.
Valor dos metaes e papis de crdito.
Objectos.
Pegas de 7*500
Ongas hispan holas
Soberanos
Ouro cerceado
Dito em barra
Patacas hespanholas
Ditas brasileiras
Ditas mexicanas
Prata em barra 28 a 28 4 [i
(Do Diario do Governo de L.)
Compra. Venda.
7#700 7*720
14*400 44*600
4*400 4*420
1*910 4*950
25 26
*915 *925
915 *920
*905 *940
LOTERA do theatbo.
As rodas da 1 parte da 8. Lote-
ra correm iuipreterivelmente ao
dia 11 do corrente j cj resto dos
algodosinhoe caiga de estopa grossa repre-
senta terde idade 24 annos : quemo pegar
Ieve-o aloja de calcado de fronte da cadeia que
ser gratificado. Joze Fernandes Rastos.
tu~ Alugase o 5. andar do sobrado De-
cima 5 na ra do queimado lado do nas-
cente: quern o^pretender procure na loja do
mesmo.
C^* Em Pernambuco ra Nova D. 45 a-
caba de estabelecer-se um deposito de choco-
late onde se encontraro diversas qualidades
(taes como chocolate frreo, dito chamado de
saude e dito de Baunilha &c. &c), venda
tanto em porefio como por retal lio.
As virtudes e o delicioso sabor de qualquer
desses chocolates os fazem muito recomen-
daveis; porem o chocolate frreo sobre tudo ,
possue propriedades que lhe tem feito alean-
car grande reputago na Europa, onde jem-
pregado pelos principaes mdicos em varias
molestias com um feliz successo.
C3" Joaquim Jos de Santa Anna Barros,
professor particular das aulas de primeiras le-
tras, e Francez, faz sciente aos pais de seus
alumnos ; que abre as ditas aulas no dia 10 do
corrente ; assim como scientilica a todos os
mais Snrs., que desejo o zelo, prosperidade,
e aptido de seus filhos, e que do seu presu-
mo se queirAo utilizar, para cujo fim se tem
esmerado como publico, e continuar sem-
pre em quanto desta trela estiver sobre car-
regado; hajo de dirijir-se na ra nova de
Santo Amaro, em fora deportas casa, D. 4.
= Mr. Kissel, relojoeiro francez que
n'outro tempo trabalhou em Pariz para Caza
Real, reinado de Luiz XVIII aviza ao res-
peitavel publico, que elle concerta qualquer
relnjo que lhe seja confiado patentes ,
horizontaes, virgulas, gronometres e em
geral todas as obras tocante a mecanisma: na
ra das Cruzes junto a Typographia ; as-
sim como ; vende-se relojos horizontaes em
ouro e em prata.
cr Quem precizar tomar duzentos mil
reisa doisporcei.to aomez dando para se-
guranza pinhores de ouro ou prata ; procu-
re nesta Typographia que se dir quem
tem.
tsr Quem precizar de um rapaz portuguez,
com idade de 22 annos o qual sabe bem lr ,
escrever eom perfirico e tem todos os es-
clarec men tos de todos os negocios mercantis,
nesta praga pode procurar no arco do Bom
Jezus na venda de Domingos Jos Ma-
chado.
= Compra-se escravos de ambos os sexos ,
edm ollicio ou sem elles at a idade de 20
annos ; quem os tiver dirija-se a ra do Vi-
gario N. 21.
UT; Na ra do Crespo sobrado do lre7
esta folha
nado.
Joze Ignacio dos Santo.
tlT Dezeja-se fallar ao Snr. Joze Joaquim
Cavalcanta de Albuquerque para se lhe en-
tregar urna carta viuda da Babia
.E rbre_Se .n ,dia 0 d0 Oorrente u
aula de Grammat.ca Latina e outra de Geo-
graphia j a matricula est desde o dia 5 abe. -
ta : os pretendentes dirijo-se a ra de Horta*
u. oo a qualquer hora.
cr Troca-se urna negra de naci boni-
ta figura porgum negro, ou negrinha de il
a 44 annos: a tratar defronte da ribeira da
oavista venda debaiso de um sobradinho
cy Preciza-se de um homem capaz que
quena tomar conta de urnas carracas de co-
dtizir pipas e outros gneros : quem estiver
nestas circunstancias dirija-se a Manoel
Antonio da Sfiya^Motta ra da Cadeia do Re-
cife a. o.
cy Quem precizar'de'um caixeiro portu-
guez de 42 a U annos de idade para venda ,
o qual tem pratica e d fiador a sua conduc-
ta,; dirija-se a ra dos Quarteis D. 9.
BP 0 Sr. Dr. Antonio de Andrade Luna ,
queira vir ou mandar buscar urna carta, no
botequim do Almeida na praca do Com-
mercio N. 446.
*2J- Na paderiajjunto ao Arco de Santo An-
tonio se contina a vender excellente pao a
100 rs. a libra, e^bolaxa a oito e nove pata-
cas a arroba.
=Roga-sea'pessoaqueapanhouum cordao
de ouro de vara e meia, grosso, que,cahio da
janella do sobrado por cima da loja que foi do
Herculano Jos de Freitas, haja de o levar ou
mandar, ao dito sobrado, pois h indicios da
pessoa que o appanhou.
tSF" Existe no escriptorio do Cnsul Ame-
ricano urna carta para Rufino Luiz Hen-
riques. <*-
cr Nodia;25;de Dezembro p. p. na pri-
meira*venda lado direiro indo para Fora
de portas deo a guardar um preto um panini
com louga ; e como nao o procurasse mais .
suppoem-se ser furlado : quem for seu dono,
dando os signaes da mesma louga lhe sera,
entregue.
tsr Manoel Adriano de Albuquerque Mel-
lo com aula de primeiras letras, na ra do
Jdrdim casa do mesmo nome, avisa aos
Pais dos seus alumnos, e a quem mais inte-
ressar, que no dia 40 do corrente princi-
piar o exercicio da mesma ; empregando o
mesmo zelo e cuidado no adiantamento da
dita aula como sabido por apuellas pessoas
que tem observado.
tsr Os Suis. Joze Antonio Pessoa de Car-
valho e Joaquim Theodoro AI ves queire
dirijir-se ao Becife ra do Vigario I). 33 ,
para receberem cartas viudas da Provincia
de Macei.
C?" No dia 2 do corrente fugio do abaixo
assignado, um escravo de nome Antonio por
anlhonomasia Cauel de nago b idade de 22 annos de benita figura do
pona de barba, cara redonda beigos un
tanto vermellios olhos esbugalhados cbelo
grande falla um pouco grossa tem pclo^
peilos dos psalgumas pequeras sicatrizes ja
seccas levou camisa e caigas de algodo do
fora e chapeo de palha da torra ; quem o
pegar leve a ra dos Quarteis D. 3 que sera
gratificado.
Manoel Antonio de Jess.
SSJ- Quem quizer mandar fazer limas de
xeiro: dando todos os apareilhos; pagando de
feitioa 5 por um vintem, fazem-sc muito bem
feitas e grossas das-se prontas a qualquer
estante que queira ; na ruadiroila, D., 33,
e na mesma caza alug-se urna ama deleite,
forra, com muito bomtoite.


- 79-.- i'J- S. "BSJ^Sij.'^ir.
A
I ^W XJfc*JWV
i.- Mr. Rpgairo agricultor franeez avisa
ao respeitavel publico que tondo cmpregado
com notoria vantagem no engenho Ga rara pea
(i.'?. provincia o sen melhddo d* fabricar
assucar: 'mpreda melhor qualidade e n-
dependente do auxilio da potass, que an-
Uialnn ite absorve mais de 130 conloa de rs.
aos agri :ull de Pernambuco depostou
na ; Sis. Santos Noves A Companhia,
na ra do Crespo diversas especia de assucar
por-clle ltimamente felfas no sobredito en-
cejihoconi instadlo ducumentojunto, pa-
ra ti .1 .animadas pelos entendedores da
matona o um cxemplar das condicoens com
i lie : obriga a communicar aos referidos
agri< so mencionado inetlioo ,e a asen-
tar .' laxas dos eng -nhos .a maneira propria
para fazer 230 libra* de assucar da niclhor
qualidade por hora a lim ile serem subscri-
utos se quiser aproveitar de lao im-
portantes vantagens.
Cu abaixo assignado atiesto-que o Sr.
Pedro leguaire agricultor franeez, fez lti-
mamente no engenhog trarapesda minha pro-
pcieda le varias qualida les de assucar que
pela simplicidade e economa do rn< Ihodo cm-
pregadopola ftcilidadc e promptido da pur-
; gao. lie proferivej ao assucar fabricado
; i provincia sondo por lato mu provavel
que seja mais estimado que elle nos mercados
nacioiaes e estrangeiros.
Lourenco de S Albuqerqu.
\\r Pabaixoaasignado fazseicnte ao res-
peitave publico queoSnr. Manoel Paulino
do Nasci mrito deixou de administrara sna
loja de chapeos na ra nova i!. 22, desde 2
do corren le inez ; assimeomo os seus dove-
dores so pagueni ao mesmo abaixp assignado.
Joaquim Jos Pereira.
y-f- Precisa-se de urna criada para todo o
sorvico de urna casa : na ru da camboa do
Carino sobrado do dous andares lio I." an-
dar.
zzr O bilhete da 1 parte da 8." lotera do
thcatro n. 1763 pertence ao Sr. Joaquim Ma-
noel Ribeiro Reza da Cidade da Parahiba e
cu, 92da mesina Lotera pertence a Joa-
quim Rogerio de Sou/.a Bastos da Cidade do
Maranho,
tir Alugao-se dous cavallos muito bons .
gordos e do estribara : na ra do colegio De-
cima 7.
tr A pessoa que annunciou querer saber
quetn he a pessoa encarregada nos negocios
do Dr. Antonio de Araujo Ferreira e Jacobina
nesta praca podo fallar com o abaixo assigna-
do na ruadoQueimado D. 10 no segundo an-
dar at as 9 boras da man ha ou na roa
do Vigario D. 19 dessa hora em diante.
Salmento Augusto Pimenta de Sema Peros.
Mr Precisa-se de um feitor gafa o enge-
nho Per -reea no liio Formoso que saib Icr,
e escrever ; que desempenbe beni suas obri-
gacpens e de fiador a sua conducta se da-
r bom ordenado : na ruada Aurora cni casa
de Jfio Francisco Santos de Siqueira a tra-
tar com a Sen hora do mesmo, ou no dito
engenho.
C9* Joo da Costa Monleiro faz corto aos
pas de seas alumnos que a sna aula de pri-
meirasletras-abre-se nodis lo d correr.te ,
no mesmo lugar ruado Sr. I'eretti.
5t_r O Sr. Manuel Francisco Pereira da
Costa irmaodo Sr. Coronel Francisco Jacinto
Pereira queira annu ociar a sua morada que
se llie desoja fallar.
52y Precisa-so alugar um sobrado no bair-
to do S. Antonio que tenha commodos su-
ficientes para una familia, com quintal e
cacimba, e o prcc,o nao exceda a 30000
annuaes : a tratar na ra da Gloria sobrado
de grade do forro defronte do convento.
ALISOS MARI TIMOS.
Cruz n. 0 ou a bordo a tratar com o Capito ra do Rozario D. 50 : a tratar na ra do Ca-
Prancisco Fortunato Pereira da Silva. ; bug loja D. 3.
Para lua de S. Miguel segu viagem coto er Um preto moco, ptimo cozinheiro
muita brevuade o Brigue Trumpho Amerfa e de bonita ligara : na ra do Apolo 1). 13.
cano, Capilao Alejandre Jos Alvos; qucml sr Potassa da Russa da priraeira quali-
qiiiscroarrogarou ir de passagem dirija-so ao dado, em harris pequeos e grande.; por
dito Capito ou a Jos Anto'jio Comes Jnior, proco commodo a dinhoiro ou a praso com
na ra da Cruz D. 12. boas firmas: em casa de' Joao Rufino da Silva
Para o Mauaniao sahir orn poucos dias o liamos na boa vista ra do hospicio casa de
Patacho Brasileo Mana Lujza, forrado e, sobrado de fronte do Coronel Rrilo lngiez.
pregado de cobre, tedo a bordo mais da tor-', ^f Barricas e sacas com farelo barricas
ga parte da carga; para carga e passageiroS com fumo para charutos, raeiasbarricascom
trata-so com Qsec proprietario Antonio Joa- feiinha.detrigo, caixascom velas do -sper-
quim de Sr.ii/.a Ribeiro, ou com F. M. Ro-j macote, salitre refinado, lencos pretos de
drigues & Irmoa. sodada india gangas amarlas toalhas ada-
C O M P 11 A S .
HJ- Todos os nnmeros la Abelha Pernam-
bucana o Republico Federativo, caixa de
guerra de n. \ a seguir o Mesquita de capo-
mascadas, pontos travessas para mar rafas,
algodo grosso para sacos, cha preto de su-
perior qualidade, tudopor prego commodo: em
casa de Matheus Auslin & Companhia na ra
do trapiche novo n. 12.
\mt Urna obra de geometra por Lacroi x ,
^S^r Os Panoramas que tem sabido a luz
desde o primeiro numero at o ultimo ou
os numeras que bouverem com tanto que se-
jao os anuos completos
co loja de fa/ondas 1). 8 ou na ra do Jardim
casa do mesmo nonio.
MSP .-Na loja da (juina da ruado Rangel da
viuvado Burgos, continua a vender ferragens
jao os anuos completos o por preeo mais (1 mjlli|ez;ls ,,m (.;)ll!;I preferind0 vender-se
commodo do que em casa do Sr. Ralv.dlo : na aimla |n||lo |)|ais |K.ni(u A quem comprar .Ni(.?
ruado colegio no primeiro andar do sobrado ,uia (.,::,;, asaber. eacovas para cavallos-,
fronleiroaodoSr. Ludgero da Paz, ou an- nav.,n,as ordinarias, linas o superiores, fn-
nuncie. ir;is Astnn hadas Ium a reros forres nara
tzf Cma oscrava que nao tenha vicios ,
iKiii achaques, equesaiba perfeitamenteen-
gommar e coser; quem livor aun unci.
L E I L O E N S .
Ky Quem fazem Machado & Santos do
urna porfi d sorreja ingleza em barricas,
obegada ltimamente ; boje 5 de Janeiro pe-
las lo horas da manda no caes da alfandoga.
V E N DAS.
C3* Folhinhas do porla dilas de algibei-
ra com variedades ditas do dita com alma-
nak mui correcto, dita Ecciesiastica ou do
Padre ; todas por proco mais commodo que
em outra qualquer parte improssas em bom
gideiras estanhadas, fogareiros, ferros para
engommar, espelhos de damas e de folhas ,
ps de ferro, fitas t\r *-ih' e d^ garifa, le-
quesohioezes dobradiQas feixadurfis e &c.
s^r IJichascbogadas ltimamente de Lis-
boa a JJ40e520, muitograndes ose responde
pelas que nao pegarem: na ra do cabug
n. :.
Mjr Uma oscrava de nacao boa co/.inboira.
relina assucar, faz varias qqalidades de doces,
engomma liso e lava roupa S na ra Direita
D. 20 lado do Livramento.
tsr ieadoirasdo Jacaranda com assento
do palhioba por pre^o commodo-: na ra
das Flores 1). 8.
- Os verdadoiros paios do Lisboa por se-
e nao
sado, Rigi do engenho Moribequinlia fre-
guesia da Moriboca um negro de nomo Jo-
s de nacao eacange altura regular secco
do corpo rosto redondo olhos grandes ,
boca pequea bei(*os grossos com buco do
barba lera de ida.ie 2o a 2 anuos, lovou
camisa o crenlas de algod^dzinho ; quem o
pegar leve ao dito engenho ou na ra do S.
Thereza D. 34 casa de Joaquim Jos Barboza
Lobato que gratificar.
Mr Da llaliia e do engenho Cravassoi do
Ib-igadeiro Ignacio de Aranio Aragao ulcao
fugio no dio lo do Agosto p! p. um pardo ma-
quinista,, dC nome Manoel Amaro de esta-
tura regular cara larga nariz grande e
a chalado tem uma pequea scatriz na face
oela fronte ps grandes cbelos enrolados,
tem suissas, o idde de 28 anuos folla bom
portpguez, calguma cotiza franco/, osero-
ve sem erros, conta todas as capeis e loca
violfio ; foi vestido de calcas de panno lino
preto o jaqueta de dito azul, chapeo da Pa-
vana, e calcado q> botins : quem o entregar
nesta Cidade ao Capito do Patacho Minerva ,
na Baha a Thomaz Pedreira Geremoabo ou
a Joaquim laplista Imhorana roecbor 100^
alem das despoyas que lizer.
IZT Fugiu no da 28do p. p. da Cidade de
Olinda da casa de Juliao de tal morador no
Lupe urna piola de nomo (iraca do gento
dr angola do nacao angica de dado de
io anuos, estatura regular cara pequea ,
loieoens tristes cheia do corpo peilos pe-
queos os dedos dos ps libertos, signa 1
vlsivel leven san de chita cor de rosa
com palrainhas, panno da costa ja uzado c
mais roupa branca e de cor, nao folla anda
claramente, aqualveioda Parahiba vender-
se aqu pelo Sr. Antonio Jos Lopes do Al-
liMouoroiio. uloa-se oslar acoilada nesta pra-
ca em casa dr pessoa que a possa condu/.ir pa-
raa Parahiba : quema pegar levo a ra do
Colegio venda 1) 8que sera gratificado.
EF- Fugiro do engenho Tabatinga na fre-
guezia de Ipojuca dous escravos LourenQo
preto de naeao angola alto .grosso, foi-
coens giossas ; o sua muiher Bmidia, ere-
porro ,
outra : no armazem do Braguez
de ou'ras ipialidados.
t T Quatroesclavas do nacao com habo-
Hdades uma dita perfeita engommadeira o
cozuiheira, urna pardo de kfade de 25 annos,
bom carr.ii.i mestre de assucar e serrador
porooOiOOO, um dito meio carpina [)or
500*000, um bonito escravo de nacao por
500*000 ,8 escravos-do dado de 2oa 28 an-
nos com habelidades que se dirfl aos compra-
dores por2:600*000 um escravo lo nac^o
inocanihupie por WOtfOO, e um molequede
idad de '.) anuos por 250*000 : na ra de
agoas verdes D.58.
Mr Duas oscravas crcoulas urna de ida-
de de 25 annos, c outra do idade de \h an-
nos, a primeiracom habelidades, e capaci-
dad-de administrar una casa de grande fa-
milia, por ter grande"pratica do sorvico do-
mestico a segunda a proporco da idade ja
se desenvojve bastante nos mesmos serviros
domsticos: na ra Direita jior cima da boii-
caque foi de Ignacio Neri no segundo andar
Para o Rio de Janeiro o Rorgantim Nacio-
nal Eugenia Capito Manoel Antonio de
Souza Guerra a sabir com toda brevidade 5
para carga e escravos a frote trata-so com
Joaquim Baptista Moreira noseu escriptorio ,
na ra do Apolo e para passageirofl com o
Capito a bordo.
P\n.\ LivbbMol a bom eonhecida Barca
Ingleza Columhus devesahir al o dia lo
docorrofilo ; quem quiser ir de passagem di-
rije-so aos consignatarios Me. (^ilmorit o' C.
Para Lisboa com brevidade o bem concei-
tuado o veleiro Brigue Portuguez Conceigo
de Maria forrado do cobre ; quem qufoer
cariegareu ir de' passagem para o que tem
IBUto Itcns commodos e arranjos com todo o
asseio. a fallar rom o son consignatario Fran-
cisco Severiano Rabeio ou com o Capito Ma-
noel da Costa Nevis na praca do Conimercio.
Pasa a Rabia segu viagem com toda bre-
vidade o Patacho Miverva quem quiser car-
regar ou ir do passagem irija-se ao* escriplo-
iio de Josc Ramos de Oiiveira na ra da
rom somonte feitos do carne d
papel, e lindo Upo: na praea da Indepen- Nealguma outra: no armazi
dencialojadelivrosn.57 o 58, na ra do J010 *>arc0 da ConceiCTUT, o ali havora har-
Cabug Idja do Sr. Bandeira na venda da <*il abarlo para se vender meia duza delles
quina defronte da Igreja da Madre de Dos, que sirva para amostra afimdequem cora-
na ra da cadeia loja de ferragens do Sr. Mo- P nao ser encanado com os leilos de carnes
raes e que ja foi do Sr. Quarosma defeontc
da Matriz da boa vista na botica do Sur. Mo-
reira o em Olinda na ra do Amparo boti-
ca do Sr. Rapuzo.
C7* Seis bois mancos e gordos : no enge-
nho Moribequinha a fallar com Sebastiao
Mauricio de Albuquerque ou na ra do Hur-
tas D. 18.
JCJ" Salsa parrilha do boa qualidade por
proco commodo : no armazem de Antonio
Joaquim Pereira defronte da esradinha da
alfondega
s^r- Ou arrendao-sp duas otarias no Ciqui.
que forfio de Euzehio Pinto com boin barro
e perto do embarque : a tratar com o Sr. do
engenho) Ciqui.
tp?- Duas canoas de amarelo proprias para
abrir uma rom 00 o tantos palmos o a outra
com 4o e tantos : as 5 ponas D. 52 lado do
nascento.
X3~ Um famozo cavallo castanho com
todos os andares at ser um valente esqui-
pador., muito seguro e de bonita ligura es-
tando de anca boleada : na ra do Queimado
loja D. lo.
-j-j- Urna venda com poucos fundos, e sem
alcaides, e tem commodos para uma grande
familia na ra do Padre Floriano quina que
volla para os assouguinlios:a tratar na mesma.
XZT Cma escrava para o sorvico de uma
casa ; na ra da praia sobradinho de um an-
dar e duas janellas de frente junto ao ferreiro
e defronte Cj- Cma rede do Maranho propria para
tipoia e duas lindas toalhas arrendadas e
5 oilantes todo por prec,o commodo : as
o ponas D. 51.
ty Um casal de emmas ja grandes : na
ra da alfandoga volba casa de pasto.
-izr Por proco commodo um compendio de
geografa polo Abbade Gaultior e um jogo
do damas contendo o de gamao : na ra do
Alecrim D. 4.
EP Um cavallo alazo pequeo bom
passeiroeoarregador baixo proprio para se-
nhora : no botequim do Patricio ou na ra
do Vigario D. 55 casa de J. O. Elster
xjj- Uma venda que vende tanto para tr-
ra como para o matto com poucos fundos .
a dinheiro ou a praso com boas firmas ven-
derse por motivo* de molestia, da ra eetri-
oula, baixa gorda fula estes escravos
desaparecero na madrugada de 28 do corren-
te quem OS pegar eve-osao dito engenho ,
ou nesta praea a Manoel Ignacio de Oiiveira ,
que receber oOiOOO'de gialilieaeo por cada
um OU nina g'ratilcucfto a quem der noticia
Onde os mesmos existem.
MOV1MENT0 DO PORTO
ESCRAVOS FGIDOS.
O" Desapareceo no dia 27 do passado um
pelo creoulo de nome Manoel. estatura regu-
lar nariz chato olhos pequeos ps gran-
des e um delles est bastante bichado c fo-
veiro o corpo iodo marcado de becbigas que
teve a pouco tempo, representa ter 2o a 2
annos de idade levon calcas de riscado azul
toda rola e camisa de algodao grosso ; quem
o pegar leve a ruada moeda 11. lol que ser
gratificado.
52?- No dia primeiro do corren te dosapare-
ceo urna negra de nome Maria do nacao re-
bolo de idade de 25 annos, levou vestido
branco com pintas rouxas e panno da costa
azul e branco novo a qual he de estatura
baixa os ps apalheitados, e tem em um
dos ditos no concavo um signal de um Iobi-
nho ; quem a pegar leve a praca da Indepen-
dencia loja de barbeiro D. 25 que ser gratifi-
cado.
cy No dia 4 do p. p. fugio uma escrava do
nomeJoanna, de nao an costa de idade de
55 anuos um tanto barriguda tem um si-
gnal na testa ja lomando para um olhej quem
a pegar leve a ra dtre1ta~toja de couros D.
2o que ser gratificado.
tsr No dia 00 de Novembro do anno pas-
NAVIOS ENTRADOS NO DIA 1.
Terra Nova ; 54 dias Brigue Iglez Ariel de
15'; tonel. Cap. Roberto Fultono .oquip.
lo, carga bacal han- a Lalham Hibbert.
New York '; 48 dias. rigue AmericaiM Mos-
sachusetto de 164 tonel., Cap. S. Brownell,
equip. a Me. Calmont & Companhia.
SAiUDOS KO sii:s:;io da
Bahia ; Brigue lngiez Westmoreland, Cap.
John Similor carga a mesma que trouxe.
Dito ; Patacho Brasileiro Dous Amigos Cap.
Jos Paulo dos Res carga4sal.
Entrados no da 2.
S. Catharina ; 52 dias, Brigue Brasileiro S.
Manoel Augusto Cap* Manoel Simos ,
equip. I i, carga farinha de mandioca : a
Bernardo Antonio de .Miranda.
S. Miguel ; 2i dias, Brigue Escuna Portu-
guez S. Bernado de 15(5 tonel. Capito
Jos Joaquim Lopes equip. 2o carga
sal vinho e mais gneros : a Mendos &
Oiiveira.
Bahia ; 3 das Brigue Austraco Tongika do
146 tonel. Cap. George Wzowich, oquip.
1 i, carga lastro de algum carvao de podra:
a A. Srhramm.
Dito; lidias, Caico Hesganhol Zefiro de
52 tonel. Cap. Jaymo Bozos, equip. 12,
carga lastro : a Joao Pinto de Lemos tS Fi-
mo.
ditos no da o
Liverpool; 31 dias Barca ingleza GoJdon
Fli'cco ilo 512 tonel, Cap. M- II. equip.
10 carga fazendas a Russell M. & C.
Londres; 6o dias Brigue lngiez Chase de
218 tonel., Cap Alexandro Wassow, equip
lo, carga fazendas : a Me. Calmont & C.
Ilha do Principo ; 25 dias Brigue Franeez
Lina de 152 tonel. Cap. Joo Baptista V.
equip. 11 carga diversos gneros : a J.
F de Azi-vedo Lisboa.
SAIUDOS NO DIA 4
Havre Barca Francoza Casimir Delavigne ,
("ap. II. Lasserre carga algodao.
Stockholm ; Patacho Sueco Snappopp Cap.
Ct liansfeen carga assucar.
REaFE NA toTWTF. DE F. 1842-

y


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