|
![]() |
|
| UFDC Home |
myUFDC Home | Help | RSS
|
|
ALL ISSUES
CITATION
|
|||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
| Full Citation | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
STANDARD VIEW
MARC VIEW
|
|||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
| Full Text | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
|
Anno de 1841. Segunda Fe ira 20 de
Tndo aora depende de nos mesmoi ; dn dossi prudencia, moderac.o, e energa son- linuimoi como principiamo, e terciaos aponltdos com admiracio entre as NaoOei maii "!. (l'roclantacao da Assemblea Ceral du Brasilo PARTIDAS DOS CORREIOS TERRESTRES. Coianna, Paraiba, e Boj grande do Norte, na segunda e sexta feira Bonito e Garanliuns, a 40 e 24. Cabo, Serinhaem, Rio Fonnoio, Porto Cairo, Macci, e Alagoai no 1 H e 21. Tajea 13. Santo Antao, quinta feira. Olinda todos ot dias. DAS DA SEMANA. 29 Se-, t. Domingo de silos, clianch. Aud. do Jnii de Direito da 2 vai 21 Tere. I< s. Thom. 22 Quart. s. Honorato. Aud. do juiz de direito da 3. Tara. 23 Quint. s. tervulo. Aud. do Juii de Direito da 2, Tara. 24 sext. jejum a. i regorio Aud, do Juii de Direito da 1. Tara. 2.) sal. .;. Nascimento. ,N. Sr. Jess Christo. 25 Dom. I oitaTa a Esteran, BsembrOk Auno XVII. N. 211. ^*^^^^***MI,"*1TtLMi7tPMtFitMlBTiWltBBtffiEB^ * O Diario publica se todos os dias que nao forem Santificado*: o preco da asignatura be dct.esm.l re.sporquarlel pago* adiantados. Os ...nuncios dos aMignaatta lio .mendos gratis eos dos que o nao forem ra/.ao .le 80 rail por linlia. As reclamar."** dcTem mt dirigida* a esta lypograf.a ra das Criuca D. 3, ou praca da Independencia loias de lina* CALIMOS wo nu 18 dk De/.f.mbro. Cambio sobre Londres 39 2'J 1(2 d. p. 1L a Pars 320 rail p. franco. Lisboa 80 85 p. 0 de pr. Ouao- Moeda de 6,400 V. 14,.'00 a 4 700 N. 14,400 a 4,(i0 de 4,000 8.100* 8,200 r.iA rawcoei 1,640 a l.tili I'iuta Petos Column.itea 1,040 a 1 ,fi(iO > Mexicano* 1,620 a 1,640 miuda 1,440 a 1,460 Moeda de cobre 3 por 100 de disconto. Ditconto de bli. da Alfandega 1 e i por 10* ao nez. dem de letras de boas firma* le a 1 e t. Preamar do da 20 de Dcsembrj. 1." a* 10 horai e 54 m. da tarde. 2.' as II horas e 18 ni, da q.aiiha. IftlAKI PHASES DA LA NO MEZ DE DEZEMBKO. Q.art, ming. a 5 -- as 9 uras c 3 m. da manh.t. La Nova a 12-- i 7 oras e 11 m. da larde. Quart. creac. a JO--a* 6 oras o 12 in. da tard. La rlieia i 27 ds 4 oras e 12 m. da tarde. PERNAMBUCO. TESOURARIA DA FAZENDA. t EXPEDIENTE DO DA 9 DO COMIENTE. OfficioAo Exm. Snr. presidente da pro- vincia informando o(requerimentode Jlo Manoel de Barros Wanderley, em que pedio por a foramen to a porco de alagado entre os fundos da casa numero 75 que possue na ra do aterro do bairro da Boa-vista, at ao alinhamento do caes projeclado. dem do da 10. Dito ~ Ao procurador Fiscal interino da fazenda remellando por copia a deciso do Exm. Snr. presidente da provincia dada so- bro a representaco, que dirigi a mesma thesourario relativamente a obra que est construindo Antonio Jos de Magalhfies Bas- tos junto ao arco de Santo Antonio. Dito Ao contador da thesouraria da fa- zenda idem, para sua inteligencia as or- d-msdo tribunal do thesouro pubblico nacio- nal nmeros 90 92, 9 i e97; a primeira com a declaracao do ordenado que compete ao escripturio aposentado da alfandega Manoel Gregorio da Silva ; a segunda mandando pa- gar a cada hum dos illustrissimos deputados por esta provincia Manoel Ignacio de Carva- Iho Mendonca Urbano Sabino Pessoa de Mello e Joaquim Nunes Machado a quantia de 900 ,> 000 res pea ajuda de custo de volta da ultima legislatura ; a terceira partecipando a licenoa de 10 meses concedida ao professor de latinidade do curso jurdico Francisco de Borja Buarquc ; e a quarta mandando cum- prir o paragrapho 1. do artigo 6. do decreto n. 251 de 15de novembro lindo relativo ao imposto addicional do sello. Dito Ao procurador fiscal interino da fa- zenda idem com a de numero 97. Portara Ao colector de diversas rendas do municipio de Olinda para cobrar desde j o imposto addiccional do sello cima mencio- nado. Iguaes Portaras foro dirigidas a todos os collectores da provincia. idicmdodiaH. Officio Ao prefeito da comarca do Brejo , signicando-Lbe que pelo collector de diversas rendas da dita comarca foi liquidada a quan- tia de 608ji ioO res de que tractou o seu officio com a intrega que fez dos rendimentos por o mesmo collector arrecadados, icando assim desonerado para com a fazenda publica. Dito- Ao inspector da alfandega participan- do ter Sua Magcstade o Imperador por decreto de 15 de julliodo corrente anno Horneado a Manoel Joseliartins Ribeiro para o lugar de ajudanto do guarda mor da mesma alfandega; e por outro decreto de 17 do dito mez Antonio Carlos de Pinto Borges, para o de primeiro es- cripturario ; cumprindo que em vista dos sc- us ttulos Ihe desse posse eosfizesse entrar em ejercicio. MAM BUCO. pellado r.uiz Lege Woutheer, escrivo Re- bello; se julgou pela reforma da sentencacm urna parte della. Na apellaoo civel da comarca de Paje de Flores appellante Francisco das Chagas de Jezus, o appellado Gongallo Comes dos Sanios, escrivo Bandcira, nao se tomou conhecmento della. Na appelaco civel da comarca do Natal do Rio Grande do Norte, appellante Alejandre de Mello Pinto e appellado Lu/. Pereira do Lago escrivo Rebollo ; foi julgado pela re- forma da sen tonca appella'da. EDITAL. Vicente Thomaz Pires de Figueiredo Camar- go Comendador da Ordem de Christo e Inspector d"Alfandega por S. M. I. o Se- nlior D. Pedro 2. etc. Faz-saber que no da 20 do corrente se ha- de arrematar cm hasta publica porta da al- fandega ao meio da, huma caixa com 12 caixinhas com arranjos para cha, o 12 di- tas para barba no valor de 00,>000 reis im- pugnadas pelo fetor conferente Joaquim Ber- nardo de Figucredo no despacho por factura de II. Mchrtens ; sendo o arrematante sugei- to ao pagamento dos direitos. Alfandega de Pernambuco 18 do dezembro de 1811 Y. T P do. F 1',^ MEZA DO CONSULADO. Miguel Arcanjo Monleiro de Andrade, eaval- leiro da ordem de Christo, e administrador da meza do consulado por Sua Magostado Imperial c Constitucional etc. Faz saber que no dia 2 i do corrente se ha- de arrematar na porta da mesma urna caixa de assucar branco numero 9 apprehendida pelos respectivos empregados do trapiche da Com- panhia por inexaetido da tara ; em cujodia se findo os pra/.os marcados no regulamento, sendo a arremataco livro de despesas ao ar- rematante. E para que chegue a noticia a quem con-I vier mandei aixiar o presente cdital na por- ta dcsta administraco, e publicar pela im- prensa. Meza do consulado de Pernambuco 18 de dezembro de 1841. Miguel Arcanjo Monleiro de Andrade. Secretaria da inspeceo do arsenal de ma- rinha de Pernambuco 6de Dezembro de 1841. Alexandre Rodrigues dos Alijos , Secretario. Objectos postas em arrematos, e aos quaes se refere o annunco supra. Carne verde farinha agurdente as- sucar vinagre toiicinho bacalho azei- tedoce, fejao, azeite de coco, sabao, spor maceti seboem vellas arroz, tintas bran- ca c pela agua-rz, seccante tai xas de cobre ditas de ferro arcos de tonel di- tos de pipas tijollos ingleses cravos de pi- pa reos do ferro de huma polegada a huma e um (piarlo papel almaco penas e tin- ta d'escrcver. Alexandre Rodrigues dos Alijos. OBRAS PUBLICAS. Pela administraco fiscal das obras publicas se avisa a todas as pessoas que tem vendido gneros para a dita repartico e que ainda nao tem apresentado as contas que bajo de as apresentar quanto antes ao administra- dor fiscal da mesma as horas do expedi- ente. Administrado fiscal das obras publicas 15 de dezembro de 1841. ftfoura Admistrador fiscal. I.uiz Francisco de Mello Cavalcantc escri- vo, c administrador da'Meza de Rendas In- ternas Provinciaes d'esta cidade. Pelo pre- zente edital faz constar a todos os senhores proprielariosde predios urbanos dos trez bair- ros d'esta cidade e povoaco dos Affogadosque no ultimo d'estcj mez findo-se os 50 dias extrahido do seu Diario em que sou aecu- sado de nao ter prestado soccorro Barca de Vapor Maranhenseque naufragouem lia das lilias do Grupo de 8. Joo, e ven.lo do Hie.smo artigo, que os Srs. Redactores esperaO que, por honra da nobre corporaco a que perten- co puderei juslificar-mc da grave imputaco que se me faz assim o pratiquei, c a presso-me a enviar-Ibes a inclusa copia da jus- tificaco que vai ser publicada no rcTerido jornal docommercio. para que os Srs. Redac- tores lambem Ihe dom hum cantinho no seu Diario assim como o fez a calumniosa aecu- sacao afini de por este meio desvanecer-so qualquer ideia des/avoravel que ah se posea ter feito de minlia conducta militar : obsequio este, por que lbc licar summamenle agra- decido o seo Attcnto venerador Scbastio Roque da Cunha. Snr. Redactor do Jornal do Commercio Para 20 de Setembro de 1841. Quando li no n. 108 do seo jornal de 4. feira 28 de Abril do presente anno a corres- pondencia assignada pelo praticante da cos- ta em que sou acensado de ter deixado do prestar soccorro ao vapor Maranhense quo naufragou na Ilha dcS. Joo ; beradomeu rigoroso dever j>ara dar ha saptist'a<;ao a*> publico e a distincta corporaco a quo nio /ionio de pcrlencer dirigir-me ao Snr. Com- mandante da I-'orca Naval d'esta Provincia , pedindo bum Coriselho de investigaco co- mo o liz, esevedacopia junta sob n. 1. A. copian. 2 mostra a opinio do Govcrnoda Provincia, nao obstante mandar nomear o conselho pedido a n. 5 que fui suspengo marcados para o pagamento a boca do cofre I do commandoem quanto a elle se procedeo ; COIiREIO. 0 pataxo S. Joo recebe a malla para o Maranljo no dia 20 docorrrente as qualro horas da tarde. da respectiva decima do 1. simestre do cor- rente anno linanceiro de 1841 1842, c lo- go (ue termine esse prazo passar a proceder executivamonte na forma da le de 27 do A- gosto de 1850, contra os dedevedores. E para chegar a noticia de todos mandei a fixar o prezente e publica-lo pela im- prenoa. Meza das Rendas Internas Provin- ciaes de Pernambuco 16 de Dezembro de 1811. Luiz Francisco de Mello Cavalcantc. TRIBTNAL DA RELACACs Sesso de 18 do corrente. Os embargos de Joaquim Jos de Moraes e sua mulher contra Francisca Maria do I.ivra- menlo na causa de appellaco civel da co- marca de Nasaretb escrivo Bandcira : foro recebidos e reformado o accordo embar- gado. Os embargos de Francisco Caclano Profi- roooutros, contra Auna Luiza Corroa de Mello na eauza de appelaQSo civel dcsta ci- dade esCrivo Bandeira; foro despresa- dos. Os embargos de Jos Gorgel do Amara] , contra Antonio Gomes Moreira na cauza de appellacfio civel da comarca do Aracati escri- vo Rebollo foro despresados. Naappellafftocrime dcsta oidade ajmel- Uatm M. F. de Farias i Nnpolcu B, c ap- AR8ENAE DE GUERRA. O arsenal de guerra compra dez travos de qualidade com 52 palrnosde ccmprimenlo, a pessoa que as ti ver apresenle-se na salla da directora no dia 20 do corrente para tratar a respeito. Arsenal de guerra de Pernambuco 18dc de- zembro de 1811. Director, \'eiga Pessoa. ARSENAL DE MARIMIA. O Illm. Sr. Inspector do Arsenal de Mari- ana manda faser publico quo no dia 2o do corrente pelas 11 horas da niauh se po- ra cm arremataco o forneciinento dos objec- tos abaixo declarados para as embarcaoocs d'armada pelo lempo de trez mezes a contar do dia 7 de Janeiro prximo em diante ou al o lim de Junlio tambein prximo se os precos dos referidos objectos a islo convi- dar. As pessoas aquem convenha faser seme- Ihnte fornecimento sao convidadas pelo mes- mo Illm. Sr. Inspector a comparecer n'esta secretaria em dito dia c hora munidas das competentes propostas ; certas de (pie o fornecimento ser entregue a quejn |>or me- nos o ser com os objectos da niclbur qua Udadc, NtACA DO COMMERCIO 18 DE DEZEMRB0. Revista Commercial. Cambio. Pouca afluencia ouve ^Ic saques na semana linda e apenas cons- ta-nos (pie a Thezouraria tomou libras 10^000 sobre Londres ao cambio de 29 d. por 1000 a 90 dias vista : H pretendentes a 29 e 1|2. Algodo. As vendas foro regulares 0,200. Assucar. Tem havdo vendas a 300 reis sobro o ferro pelo branco, e 550 pelo mascavado. Couros. Sao menos procurados a 150 por libra. Carne de charque. Entrou um carrega- nienlo, e o depozito anda por 45,j arrobas : A superior vale 2,>500 , havendo jiouca de boa qualidade no mercado. liacalho. Est muilo frouxo c o ultimo carregamento foi vendido a 7000 rs. a barrica ; existindo 7^000 quin- taos em ser. Farinha de Trigo. Entrara 2077 barri- cas de Ricbmond. a n. 4 qual o seo resultado ; o d'esta , e da n. 5 ; se evidencia a protervia com que o seo correspondente falln a verdade. Eu porem o dcsculpo, por que o medo do nau- fragio a par do sentimento de nao poder continuar apesar de j muito usado instruir-sc com to bom e proveitoso mos- tr olevaro a crfir que eu livesse o dom de advinbar para voar cm soccorro de bum cavalheiro de tantas esperancas : no en tan lo r contento-me com dar-lhe to formal desmen- tido e appresenlal-o ao publico como hum vil calumniador. Rogo-lhe pois Sr. Redac- tor o obsequio de dar publicidade a estas Ii- nhas e a os cinco documentos que as aoom- panho com o (jue muito obligar ao seo ltenlo venerador Sebaslio Roque da Cunba." CORRESPONDENCIA. Snrs. Redactores do Diario de Pernambuco. ParaOdeSetembrode 1841. Tcndo-se publicado no Jornal do Com- mKiu do Kio de fepeirp, hum artigo N. 1. Illm. Snr.Quandolium oficial da Arma- da a quem o Governo confia o commando d'hum navio de guerra be aecusado de ter faltado ao desempenho de seos devores de- ve por dignidade sua e da deslinda corpora- Qo a que tem a honra de pertencer justili- car-se de lia maneira lao publica quanto publica soja a mancha que por malicia, ou ignorancia se pretenda lancar em sua con- ducta : he justamente esta a minha actual posico. No jornal do commercio n. 108 , de 4. feira 28 de Abril do presente anno ap- pareceu hila correspondencia assignada pelo praticante da costa, c hum artigo extrahi- do do Diario de Pernambuco, em quo sou aecusado de ter deixado podendo de pres- tar soccorro ao Vapor Maranhense que nau- fragou na Ilha de Maracaj ha das do gru- po do S. Joo ; ,e que por semelhante falta de certo gravissima a ter a menor apparencia de verdade se perder a reflerida barra , quando todos sabem que ella licou inteira e rrcmediavelmente perdida d'csdc que a fo- ro encamar no rolo da praia e com todas as circunstancias que se deixo ver do termo o mais documentos que a respeito apparcccni. Eu cstou seguro quo o governo oteaba at- tciic^o prestou. a to calumniosa accusaoo , Pcon..,r quamo* h.despM.dom.- tatfdi*.., gn U dos [2CLlftnSlto,SSri^ Sor viso de probabilidade entre tanto os jor- naes circulao pelo Imperio o nao deixara de haverquem acredite os impudentes. Emcon- sequencia, do que depreco a V. b. ,, baja de levar o exposto ao conhecimento do Lxm. Sr Vice IVesidenle da Pfrovtoeia para que omesmofem. Sr. scicntida rasao que me assUtc se digno por amor dajuslica 111,111- ^ (eraconaelbo do investigado que oesso nfim de que so pessa saber se ha a bor- ,i;.ll,rna p8Soa, que durante asquarenta e 0l0 horas que crusei vista de S. Joo ou- vi-v ralar em semelhante acontecimento , vsse a barca encalhada ou tivesse a menor ideia d'isso por quanto be esto o meio nico com que lium official que posa a sua honra pode desmasearar a calumnia e mostrar il- |,sa su., reputacao. lVosCarde.. V. S. Bordo da Crvela Amasona Surta no I orto do Paris de Julbo do 18il. lUm. Sr. An- tonio Leocadio do Coutto Cappitao Tenente da Fosea Saval.Sebastio Roque da Cimba. Capitn Teneftti Commandante. iN. . Bom que esta Presidencia nao supponha haver motivo para se proceder a conseibo de Lgju.ao sobre a conducta, queporocca- (pois tercia um bom feixe de palha nova nadamaissecontinha em ditasentmea|dona lences lavados para dormir, lalvez aqu copiada por certido dos propriog autos a que "om sempre passeis noute tao rega- que me reporto, e vai sem cousa que duvida lada. ac* conferida concertada na forma do es- O ro nao podo canter um sal; ? mas .1 lilto, escrita eassignada -osla dita cidadedo suaeipressaodealegna longeeoffendei os aecifeaos 18 de d*zembro de 1841. seos hospedes os pz anda de melhor I.u Bscrivieassignoi. mor. Poseram-se a mesa: um Em fid verdade e concertada, convida para jantar, e nao bom que nos Ta- camos rogar. Ora pois mancebo ide di- z'er a S. M. que nos aceitamos o seu convite ; e ja que tvesses o iucommodo do nos trazero recado, justo (Ule vol-o agradeoa. V. dizendo isto elle mettia na mao do pagem alguns pencos de cobre que tirou da algi- bern o que o pagem rindo-so guardn. Logo que oslo parti o moleiro, endirei- interino Francisco Jos Alvos Cama. .. m0r. roseram-seamesa: .... "*- ,U( ,(1V(,,U um ar de importancia, disse oescrivao to de batatas cosidas, um poding preto, eu- < ^ ' ma ;ri,,ssa fatia de tdircinho gruta* convi- P"J' deappareeer capaz- 1......... ..>, ... InniMirn (< 11MH>.*I( O. ... I davauum estomago esromeado. MMi^narto! e nao se devV olhar a despe- Nunca o rei comer comjnefljor apettite,, unte na <, ^^ Q ^ nem cousa que tambem Ihe soubesse VARIEDADES. Henrique Segnndo eoSolleiro de Mansfield. Henrique Segundo do Inglaterra era gen* roso..jovial e all'avel. Um da, andando a caco que amava apaixonadamente, na flores- ta de Sherwood, o ardor de perseguir um ja- vali a levou to longe dos Surs. da sua corlo, e do seo acompanhamento que a entrada da A' tua saudo meu amigo diz moleiro, pegando com ambas os mflos no grande pichel de eslanho trasbordando de cerveja. poder sor. __ Dcixa isso por nunlia conla, respondeo a mulher sallando do alegra; prometlo-te. ( sade da"vosa' 'honrada conq.anheira que nonh.un deSSCS senhoros da corto hade ter disse o rei tomando das mos do moleiro o que nos dizer. I. I...-! III ti pichel que este Ihe passava E a boa mulher foi direila ao seu velho ar- mar'l0 edeitoutudoabaixo. Vieramafren- pas^opS^^ edoseo-acompanhamento que a entrada da ''A jovialidad^ e-^-^ ~*?&!S SE ^ nouteseachoii s em um cilio da floresta ram mte.ran.onlc entre todos os commu "JJ "naS a um gai,0 para emplumar queflo conheoia, e onde nfio havia oanrinho ali.Mimnl.orlo. Algmn tempo vagou de um para outro lado sem enoontrar ninguem ; em maisbellas pennas a um gallo [.ara emplumar d8i)ra ,>ois, nossa mulher diz o bom osen chapeo^ novo ; o ,,, c^covava esaCUdm n.ol-iiro j' encantado das manoiras do MU o son neo gibao de "'Viirci S'da I do vapor Mar- ,, a eslava he.u cuida .oso do uiodo porque hosjjede ; enUo naotens ^qw. i. : Z so quer atribuir ao CapiUo Te- dali sairia quandoavistou um moio.ro que dar .Ora jamos -, ., a. a ra Em lodo o dia re azalama com os preparos. , que se quer atribuir ao CapitSo le- nentc Sebastio Roque da Cunha Comman- danLdaCurveU Amasonas, nem se denja ern materias de tarda ponderado por simples rumorvago; com ludo com.) he sem pregus- to oatiio necessario que iodo .. ouicial mi- litar lance do sobre si athoa menor suspeita de criminalidade ou Talla de brio e compri- mentodeobrigacOes, V. S. fara nomearo couselho de invesligacao que pede ooluci- a| Dos Guarde a V. S. Palacio d 1 -oven... do Para 25 de Agosto de 1841. Bernardo de Sousa Franco, Vice Presidente da Provincia. Sr. Capitao Tenente Antonio Leocadio do Coutto, Commandante da Torca Naval. - ConiformeAntonio Leocadio doCoutto. N r>. Tendode so proceder por ord'-m do Ge ver- no ao consellro de invesligacao que V. S. pedio faz-se mister que \. S. mtregueo commando d'asU crvela ao seo immediato, Na madrugada seguiste arreiram-se o me- emanmi'pornas brasas un, naco do carne: Ihor possivel osdota\^^^S^ preciso obsequiarmos esto bou, moco. ma ftntiga colxa e um.uo a bt^UJ ^ \. mulher nao so fez rogar muito , e d'ahi da distinguiam omais paciheo delles, era w , pouo una appo.itosa grilhada lumava no o palafrn, da moleira JO g n.ontou o ,,,,'in.l., 11W..-1 moleiro, levando ofidio de g.uupa. i ou saborosa cousa diz 0 rei devo- D te modo se apresentaram no palacio real ment para o faser apressar o passo. --1 qu saiio.osi sa. ^ vVestminster, onde foram graciosamente Soto Wrilo 011 mudo, meu amigo ? con- ramio grandes pedagos delta q .e J ( 0J elre havia prohibido que se sas- tinuouorei, chegando lambem pela sua deliciosos! Em que mercado se vende esta recebidoi^ e7^noI.pzombari.Mo motejo. condusia diantedesi a seo jumento carrega- do : l!(.ni homem, Ihe gritou o rei, por quem sois ensina-me o camiho de Nottig- ham. O moleiro olhou-o do travez c sem responder-Ihedeo urna arrochada na anca do jumento para o faser apressar o passo partea esporas ao seu cavallo que j pouco se podia mover. - Esta bom camarada, eu nao gesto de grasas, entendois-me? Continuae o vosso caminho, que conheceis tambem como eu o meu. Dou-vos a minha palavra de honra reph- ,.nu o rei. que vos fallo seriamente e so nao vos prestardes aos meus rogos, terei de pas- sar anoito debaixodesiasarvores. Torio desgraga respondeo o molei- ro por corlo .pie nao seria n primeira vez. U-IMII'*' -i.'.....----- , se com elles a menor zombana ou motejo. -Lm nenhum: disto nao vai ao mor- Elle aporto,, -rig*^ *^ZmZ mU) moleiro desojo,, a boa \111da a sua compannei Mas onde a compris vs ? ta sorte que.... dir-vos-hei : a matado Stherwood aqu pegada <... vai cnlao... J enlendo : cabrito monte/. Justamente... Mas nao vados l pensar queeu v cacar na contada ; Dos me livre I ra, o ao lillm Ricardo. Olhem l se elle se esquecco de mim 1 disse esto ultimo, com urna grossa gai-a- lhada. O pai o olovelou para que se caiasse. Oh! responden o rei com benegnidade 5 K STiST* 5- 5 .......o .....>H eu ^er-n,. de M coa.- como praga e andam a sallar aos bandos por panheiro de cama 1 v... -nifn ir 1-M Dos Guarde a V. S. [segundo me parece que tendes feito da ra- li,.na da Crvela Amaso as 29 de Agosto oe massem oessas.................. l,Sl \i>' iiio Leocadio do Coutto, Cap- pjtoTencne Commandante. Sr. Sebastio Boque da Cunha Cappilo lente Umb- mandanteda Cuneta Amasonas. N. 4. Concluso.Avista do depoimento das tes- temunhas em ludo comtormes, oconselho he de parecer serem falcas as aecusaeoes va- easde que foi argido o commandante da Crvela Amasonas de nao ter dado soccorro ;1 barca de vapor Maranhense .piando nau- rragou na libaste S. Jlo, na occasio em que se achava acrvela a vista da meStna I- lha e por tanto nao Ihe achao criminalidade alcQa. Bordo da Curvta Amasonas em ~>1 de Agosto de 1841.Francisco de Paula 0- zorio, Cappitao Tenente-Presidente do ron- selho Pedro Paulo Boutrnuclle Cappitfio TenenteInterrogante. Rodrigo Jos Fer- reiraCappitao Tenente -Vogal. Confr- me__Antonio Leocadio do Coutto. .Y :. Devolvo a V. S. os auclos do conselho de invesligacao a que so proe.'deo pedido do Commandante da Curvla Amasonas Sebas- tio Hoque da Cunha para V. S. o faser publico na forca do seo com mando fl que esta presidencia le;n o sobredito official por deffeso eimmnede qualquer increpacao , que se possa faser contra sua conducta de nao ter soccorrido a Barca de Vapor Maranhense. Dos Guarde a V. S. Palacio do Governo do Para c2 de Setembro de 18*1.Bernardo de Sousa Franco -Vice Presidente. Sr. Cap- ea"- Por quem me lomis vois ? Porquemcertamente sois, meu bravo senhor.... Porein fasoi O favor de vos nao che- gar muito paraca. Por isto se v fcil monto que o bom ho- mem tomava o rei por um iadrao. O jo- ven principe sorrindo-s de tal supposico, procuron ao menos desvancelo era par- te- asseguraudo-lhe que era urna pessoa 110- bre. Vos nobre respondeo o moleiro de corto que me parecis .lestes .pie trasem toda a sua fortuna na pona da sua adaga.... po- rein, continuo,, ello depois de haver vollocli.lo u,11 pouco. com a fortuna artes quero eu deixar-rae lograr doque faltar aos deveres da caridade... pode tambem sor queeu me en- gae.... soja como l'or segui-me meu ami- go Notligham est muilo distante para que possaes l chegar esta noute; c se na verda- de fordes um homem de hem, nao vos deja- remos liar ao loar. Pedis licar seguro que son homem honrado eem penhor aqu est a minha mo. Devagar, devagar meu querido, e nao 011- seis de vos anegar muito para mim porque eu sescura nao aporto a mao a ninguem. Deixemos isto la paracaM. Depois de meia hora de marcha o rei avis- lou no baixodc urna collina un, fraco raio de luz que sabia pelas leudas de urna porta e- ra ahabitacao do moleiro. Logo que entra- teda a parte ; s vezes vem fazer-1110 aqui motius e assuadas defronte da porta e pro- ..........-.. ...... i...... vA_/ie.s flue a gente nem sempre osla ^U- pachorra ; s vezes zan- ga-s vai buscar a espingarda desfecha so- bre os Stgeitos para os lazer fugir... mas sem- ine licain seus dois ou Iros... Mas oh com a lortuna ' promettei-me de nao boquejar a si- milhante respeito , porque cl-rei, que bom e generoso cm ludo o uiais l a respeto dos direilos das suas contadas nao para gra- (:as- Ficai descansado, respondn Henrique, que cl-rei nunca o saber da minha boca. O lim da cea foi ainda mais alegre que o principio: lodos eslavam contentes e cheios gente. K verdade verdade replico,, Ricar- do continuando a rir ; e por signa! que ten vossa magestade bem m dormir : dava-me de noite cada pernada..... N50 calar essa boca, patota? acudi o moleiro puxaimb-o pelo braco. sta scena foi interrompida pela chegada da raiuba que abracou a moleira agrade- cendo-lhe ffavelmente a boa hospedagem que havia dado a sen esposo. A pobre mulher li- cou estupefacta edireita como urna estatua. O rei guin os seus hospedes para a meza e os mandou assentar, dizendo para todos. (( Nao so dir .pie Henrique II. falln a retri- buir a hospedagem que Ihe fez esta boa de salisl'aeio. Henrique den ainda o ultimo bote no pichel da cerveja e foi deitar-se sobre asna cama de palha fresca de companhia com o li- lho do moleiro, o dormid toda a noite a som- no sollo. Na manh seguinte .piando o rei se tinha ja despedido dos seus hospedes, e se punba pa- ra montar a cavallo apareceram alguns srs. da corlo, q' 0 procuravam por (oda a parle e O moleiro e a sua familia nao se lizeiam rogar para comer 5 ellos linipavam sem a me- nor ceremonia todos os palos, e dospejavam todos os copos que Ihe apresenlavam sem proferir urna palavra. Por fin leudo virado um copo de vinho de Franca o bom homem nao pode mais conler-se. Ora, mulher, disse elle, verdade, verdade : l em caza nao temos nos tao boa pinga. N)usa r raneo *ici; rresnicmo. " r | ra iiaiiiwrdu uu muirim. .<-,-," |>. <> pito Tenente Antonio Leocadio do Coutlo | ram () primeiro cuidado doste foi de exami- Commandanle da Divisao Naval. Conforme nar a Qzonomiado seo hospode do que excla- Antonio Leocadio do Coutto. da coi te, i| u i'iunii.i.uin i"'i iuuuu|iunv, v i"'.B cheios de alegra deo encontrar, a joelha- Mas leudes mais gostoza carne griinn- rain a seus pez dando-lbe o Iralamenlo de da responden e rei, e eu sinto uo haver masestade Figure-se qual seria o pasmo de aqui dola paravol-a ofcrecer. toda a familia O pobre moleiro foi tomado de trio grande modo que todos os mombros Ihe iremiam Elle so persuadi mesmo pie o rei levava a mao ao punho da sua espada, e temendO que fosse para Ihe corlar a cabeca. se Ihe laucn aos pez pedindo perdao. O rei o.sucegeu pondo-llie amgavelmente Alto l senhor atalhou o moleiro , sso fallar vossa magestade aoq' prometteo Tendes razao nao direi mais palavra a osse respeito. E virando-se para Ricardo : Enlo, meu amigo, de que leus goslado mais ; Para dizer a verdade a vossa magestade, m re uwwi.u puuu > ...fc.....- .....------------------ a mao no oinbro ; depois saltn sobre o seu nenhuma destas golozeimas me sane wavew cavallo c parti a galope com a sua comitiva, como um bom puddingo preto. niou A PKDIDO. Certifico ser o theor da sen.tenca que pedo o procurador da municipal na petiefio reto da Por vida minha que me nao de to- do estranha esta cara K de certo que nao tem 'ardeum tratante, como eu pensava. Ora cearas e licars boje C3B) nosCO. Mais de um mez era passado e j o mo- leiro comocava a esquecer-se deste aconteci- mento, (piando um pagem do rei veio bater- Ihe porta. S. M., Ihe disse o pagem vos manda dizer que vos apresenteis amanha em West- Henrique tinha lirado respeitosamente o minster com a vossa familia. o procurador la municipal na peticao retro da Henrique tinha lirado respeuosamenie o ......sie cu... ..,, ,,,. e;. ..... < y toma seguinte : Visto o terim do achada seo barrlo o conservava-se em pe diante da Em Weatminster exclamou a mulher viam trazido para a n **> **SZ i defesa di contraventores Bernardo Jos Men- moleira, que sentada ao pe da mesa gfregav cheia de terror. Oh! meu Dos! e quepo- moma or no meio da desd, c Luiz Jos da Coste Amorim, emque um pichel de estanbo. A confessa o conteiido no mencionado termo E' um pobre diabo que encontrei perdido condemno os inesmos a ni dita de trite mil' no bosque ; dissoo moleiro para sua mulher: __ ^ .__ i* t \ i-r*_ i_ _. .__ : .. ii__.1.'. .1.. ln!i>n m .Lvi'mii' nn vn\t\r\t rt (\ desd, c Luiz Jos da tosta Amorim emque; um picnc (leesianno. *> ...,..>!>-..... ,.-........... . oonfeasa o contetido no mencionado termo. E' um pobre diabo que encontrei perdido Sem duvida, e a historia daquelles oondemnoosmesmos amdlte de trite mil no bosque 5 disse o moleiro para sua mulher 5 maldictos cabritos, Ihe responden o mando , reis, e demolicao da obra edificada caso fi- e tive d de o deixar dormir ao retento. O- : lembrando-se |dc alguns mos srs. .pie Uvera que tora do allnhamento depois de tirada a iha-lhe para a cora....q' quase me parece um as primeiras noitos depote da xegada do re respectiva planta, porterem infringido o ti-i bom homem Je beui. a sua casa. tulo qnarlo, paragrapho primeiro das postu- A moleira nao pateco formar de Henrique O' nada tendes que recoar Ibes tor- ras addieioriaes de arcliilhectura e junta- menos fa\ora\el opimao que seo marido, o nono pagem. S. H. moslra-se muito VOSSO tulo quarlo, paragrapho primeiro das postu- ras addieioriaes de archithectura, e junta- . mente as costes, Recite quinze deSelem- Ihe diste com modo igradavel, que non, bro de 1811. Antonio Joaquina de Merae ripre tinha ^*<( I ..C......InMIfl /lll/l M l.i/k. h'iA 'Iflilj! i I 1- 1 lilil' A moleira nao par'-ceo formar de Henrique menos favoravcl opinio que seo marido, c O' nada tendes (pie recoar Ihes tor- nouopagem. S. M. moslra-se muito vosso amigo o vos com ida para anlar. Para jantar !... De veras!. .'! isso enlio creio'queelle lem raz.o disse el re para a rain'na porque de certo era gosloso o que com em sua casa. E como a rainha perguntasse que quahdade de comida era. Ricardo levantoii-se sem1 di- zer palavra foi aonde deixara os seus alfor- ges tirou delles um pudding preto que ha- viam trazido para a viageii e o foi sem cere- monia por 110 meio da meza dizendo a rainha. Aqui est se vossa magestade quer provar ? Os corlezaos liveram muito cus em conter o riso, mas a rainha com mu bondade proyou do pudding. Depois do jantar, elrei annunciou.ao seu hospede que o havia nomeado couloiromoi ,1a* llore-las do Shenvood ; e accrcsccntou : Recommendo-vos somente que nio consin- lais que os meus cabritos montezes vo lazei bro de 1841.-Antonio Joaquim de Maraes v. sempre Unha. Parajanter !... Deveras!, .u :iissoeniao utqu . ..By".'luBll. Silva Certifico mais que ( Ora poia sojac bem vindo meu bom outia coutt. > Jn tu, mulher, El-fiei dos molini e asmadas a porta de pesioa aigui *-" Vinde ver-me de quando em quando e con-' lnuai a ser sempre hospitalero, franco, e generoso. Este Tacto histrico, c do moleiro de Manseld deseando a casa de un dos niais no* Jiros lords ile Inglaterra. A VESPKR.v DO CASAMENTO* Stroiler, rico negociante de viudos viva na cidade de Ln9pruck e na casa contigua sna rnorava um juiz chamado Boldhim. Em conscquencia das rclaces que entre elles es- tabelccra to prxima vizinhangos o Gibo do juiz e a lilha do negociante quast se tinham criados juntos e habituados a. participa' rom dos niesnios brincos e dos niestnos pra- zeres da infancia conceberam um muluoe arraigado affecto. Quando o joven Boldhcim completen os de- zecefs anuos delerininou seu pai manda-lo para Vieuna a lhn de entrar na universida- de e seguir a car reir da medicina. Porem nao tbi s este o motivo que mover o juiz a separar de si um lillio a quem tanto amava. Havia notado o affecto que unia (aspar a Jo- sefina Stroiler e receava que este sentimen- lo (pie at entao nao lora niais que una a- misade pueril, ao menos assim o pensava el- le que viudo a desenvolver-so eom o tempo, tomasse o carcter de una violenta paixao. Porm o amor tinha ja laucado profundas ri- zes nos corages dos dois joveus ; a sna sepa- raco foi mui doloma,; verleram lagrimas em abundancia, jUraram amar-so eternamen- te5 e por m Gaspar parliu para Vienna, tilieio de saudade e amargura. Antes da sua partida tinha este joven ajus- tado eom um seu intimo amigo <; que desde muito lempo era o conlidenle dos seus amo- res, que por via delie chegariam as suas car- tas mao de Josena, eque esta lhe entre- gara tambem suas respostas, Com efleito por meio desta correspondencia' clandistina suavisaram os dois amantes a saudade e os pe- zares da sua torcosa separaco. .Mas um a- contecimento inesperado vio interromper es- ta ordem de cousas e causar urna grande mudanca na siluaoao de Stroiler. Morreo a mi de Josena, e o pai, depois de terem pas- sado os mais posados dias de dor c alllicoao , resolveu deixar do lodo o commercib apurar os seus fundos dar-se todo aos cuidados de procurar um casamento vantajoso e feliz pa- ra Josena, e depois passar na descanco o res- to de seus dias. Informada a menina da determinagfto de seu pai, confessou-lhe francamcdtc a sua in- clinarao para Boldhim, e ossentimentosque este lhe havia inspirado a correspondencia da parte delle e a reciproca proraessa (pie se havia foi lo sera todava declarar o segredo das suas reanles epistolares. Stroiler ria-se desles amores, lratando-se de criancce. Gas- par muito rapaz anda disse elle a sua li- lha aponas tom dezenve anuos e nao passa de um estudanlo que anda nao concluio se- us esludos ; corto que seu pai um magis- trado de respeito porm nao possue hens alguns e apenas vive do seu cargo. Este partido nao pode convir-te do modo algum e eu mo sacrilicarei jamis a felicidade de mi- nha lilha a una amoricos de rapazes. Quanto mais que Ires anuos sao ja passados depois que parti Gaspar para a universidade, e esta lon- ga ausencia tem feto seni duvda esquecer de ti. Estas palavras apertaram amargamente o coracao de Josena mas* nem por sso des- corgoou pois se cria segura do affecto de Gaspar que ainda na sua ultima carta, cheia de expresses da mais ardente ternura lhe repeta seu doce projecto e esperancas de una prxima unio. Mas devia ella avisar o seu amante do que passara com seu pai ? de- clarar-Ihe a intencao em que estava de a ca- sar e a repugnancia que havia manifestado a coroar o seu muluo amor ? O que resulta- ra desta deelaracao ? Alligi-lo intilmente. Quanto mais (pie d'all a pouco mais de um auno havia Gaspar de receber o grao de dou- tor, e Josena nao julgava possivel que Stroi- ler ousasse negar sua lilha a um doutor como Gaspar Boldhim. Convencida por estas re- flexes resolveo guardar silencio. Logo que na cidade se soube que Stroiler pretenda casar sua lilha se apresenlaram numerosos pre- tendentes por que nao era menos conheeida a formosura da lilha, que a riqueza do pai. Po- rm Stroiler us foi dospedindo a todos, ou por que nenhum delles lhe conviesse ou por que ja tinha Janeado as suas vistas sobre um, que pola sua riqueza e qualidades lhe pareca o mais proprio para seu genro. Era este Bar- tholo Carty o amigo e confidente de Gaspar, c como Stroiler attribuisse suas freqtientes vi- sitas a pajxao amorosa, lhe fez saber por pes- soa de conhanca que nao duvidaria dar-lhe sua lilha ; no caso de Iba pedir. Bartholo a- colhco com prazer esla deelaracao por (|ue a trequenca de ver e fallar a Josena lhe havia desportado no corac/to um sen timen to que a aniisade ao principio quizara abalar, mas (pie por m se lornoii mais forte que ella: quan- to mais que este casamento Ibes convinha a todos OS respoitos e ainda que a delicada si- luagao em que so achina a respeito de Gaspar e Josena nao doixasse de pungido um pouco todava a generosidade codeo a conveniencia e aoamor. Bartolo eslava semino do consentimento do pai, pois que (bra alie inesmo que izera as primeiras proposla; mas nao hastava sto e- ra necssario obtor o consentimento da lilha , por que sendo corlo que Stroiler nfloqueria I a Gaspar para seu genro nflOO ramenos que o. muito affecto que tinha a sua lilha , lhe nao porinitliria nunca obrga-la u um ca- samento contra sua volitado, e em quanto Jo- sefina amasse Gaspar, e sejulgasse por elle correspondida nada sera capaz dea decidir ; a casar com outro hornera. Era pois mister a Bartholo haver-se de til maneira, queJosefi- na eomocasso a desconfiar da constancia de Gaspar e viesse por m acapacitar-se da sua , infidelidade. Desgraciadamente para o pobre j Gaspar a eonlianca que elle havia depositado no seu desleal amigo era urna arma podero- sa de (pie este podia sorvir-se com vantugem para o atraicoar. J dissemos que as cartas de Gaspar sua amada eram dirigidas a Bartholo. e por via delle chegavam em segredo s mfios de Jose- fina. Logo que assenlou no projecto de sub- plantar O son amigo coinecou por intercep- tar as suas cartas ; e (piando Josena lhe per- guntava por ellas respondia-lhe esereveu- ine ha poucos dias porm nada inhndou pa- ra a senhora nem mesmo na minha carta dzia urna s palavra a sen respeito. Este si- lencio to aturado eujo vrdadeiro motivo estava bem longe de vira dea da pobre me- nina cansava-lhe viva impiielaeao, e um profundo sen tmenlo. Assim se passaram alguna mozos, e Bar- tholo para nao desp; rtar-lhe suspeitas nao dava o menor indicio aspirar sua mao. Po- rm o tempo urga; s faltavam tres mezas para que Gaspar tomasse o grau de doiitou e voltasse a nspruefc. c entao tildo SB deseohr- ria: era pois necssario nao perder um ins- tante. Bartholo pediu formalmente a rno de Josena e o pai instou com ella para que desse o seu consentimento. Ainda alguns di- as resistu a pobre menina at que j capa- citada de que Gaspar a havia esquecido ce- deu s repetidas instancias de seu pai con- sentindoem ser esposa de Bartholo e xou-se o dia para a celebrarlo do casamento. Esta noticia que alguem teveo cuidado de mandar a Gaspar foi mais terrivel para elle que o offeito do raio. Cuslava-lhe a crer que a sua amante e o seu proprio amigo houvessem conspirado contra elle na mais infame traico. Com tudo a falta de cartas de ambos..... Es- la incerteza mais custosa que a morte. Parte de Vieuna a toda a pressa e chega a Inspruck a o de Maio de 1857 ante-vospora do dia destinano para o casamento. Nenhuma duvida lhe pode ento restar poi- que da cidade nao se fallava de outro colisa . que da prxima unio do rico Bartholo de Carty com a lilha do opulento Stroiler. Os mais sinistros projertos comecam a fer- mentar na cabeca do fogoso Baldheim. Kilho do Tirol, e collocado por tanto entre a Alema- nha e a Italia, elle resenle-se como lodos os seus compatriotas do inluxo de ambos estes paizes do primeiro berdou a violencia do amor do segundo o furor do ciume. O tirolez ama como um alemao e vinga-se como o italiano........ Com tudo um ponsa- mcnlo contera ainda o furioso mancebo. Josefina obraria ueste caso em inteira liber- dade? Decidir-se-hia por sua espontanea von- tade ou ser constrangida por sen pai?...... Quer v-la, fallar-lhe ouvir de sua bocea que j o nao ama, que o esqueceu por ou- tro..... Oh isto iinpossivel Aquella hito, que tantas vezes me disse amo-te Gaspar, e hei de amar-te sempre nao poder agora di- zer-me j te nao amo, quero a outro!........ Nao Josena tu de certo foste Iludida ou est violentada. Eez que na maulla seguinte lhe fosse entre- gue um bilhete em que supplicava Bidente- mente que entrada da noute lhe fallasse no jardim. As esperancas de Josolina renasce- ram mais fortes com a leitura desle bilhete e quizara logo responder-lhe mais sen pai . que a vigiava com o maior cuidado depois (pie soubera da chegada de Gaspar nao Ibes de- xou em todo o cha um instante tvee para res- ponder ao seu amante, e muito menos parta* cudir noite ao seu chamado. Entretanto Gaspar pode nitro luzir-se ao jardim, e ah espera intilmente: uma, duas, umitas horas se passain e Josefina nao appa- rece. A desesperan") e o ciume ralaiu o cora- cao do mancebo. J nao ha duvida : Jose- na j o nao ama. E por sua volitado por muito sua livre ventada que vai casar com Bartholo. A infiel amanto e o falso amigo, ambos oatraenram vilmente... Pois bem : eumpram-se os destinos. Ceg e arrebatado por lao furioso padecer . i encaininlia-so para o lado da casa, acha a por- | la do jardim aborta iilrodu/.-se furtivamen- te e vai direito ao quarto de Josolina. como quera tao bem conhece todos os pssos daquel- la haliilaeo. Precisamente naquella noteasduas fami- lias dos futuros* esposos esta vam reumdas no I saldo para assignatura das escripturas. Josena aillitae angustiada de presehcear esta scena, sobe por um instante ao seu quar- to para dar alguin desafogo ao oppreSso cora- cao ou antes para pensar no modo de llas- trest consorcio em (pie j nao pode con- | sentir. Chegando porta do quarto v um vulto e sola um grito de espanto reconhe- ! cendo o hornera, que lhe era to caro o por quem tanto havia padecido. Es tu Gaspar i' s tu exclama fora de si e vai a larigar-se-Ihe nos bracos. Ao ouvir osla VOZ que tantos encantos t- vera para elle algmn dia, Gaspar hesita o seu Ibror, o seu ciume comecam a desvanecer-so-, e elle la talvez ceder piando abrindo Jose- na a porta do (piarlo a vista dos enlodes . jdasjoias, dos vestidos do noivado espalhados por cima de todas as mezas e cadeiras vein accender de novo ; e exasperare seu furor. Sim son eu : grita com voz horrivcl , o a agarra com mao convulca por um braco. Ouve-se um tiro e Josefina cae sera vida a- travessada pelo coracao. O sangue espadana- i lhe da medonha ferida, e salpica o assassino: e ensopa o pavimento. Gaspar considera um momento com ternura e espanto osle cadver: involfo no seu sangue, e tirando dooulra pistola a descarrega contra a sua cabeca ; po- rem o Uro apontado com mao Incerta nao tez mais que levar-lhe parto da face. ElltO Bartolo (pie avia corrido logo ao primeiro tiro, entra no quarto de Josolina , 'e preoipita-sB sobre o-seu enaanguentado ri- val. Empenha-se entre ambos uma lula ter- rivol; caem abracados c rolara pelo pavi- 1 monto ; porem Gaspar cujo furor lhe aug- i mentava as forras consegue metter debaixo | do si o seu adversario e procura despedacar- Ihe a cabeca com repetidos golpes da pistola. Chegam em im todas as pessoas que se acha- vam reunidas no salao e apoderam-se do as- sassinio. A ""TI de Maio do niesnio anno de 1857 o povo de Inspruck acudi em mulUdlo a ver lexecutar no patbulo um moco d 20 annos. Este moco chamava-se Gaspar Boldhim. (Do Nacional de Lisboa.) A V l Z O S D I V E R S O S . LOfERU DA MATRIZ DA B0AVISTA. Quarta feira 22 do corrente principia o Tli.-zoureiro a pagar os bilhotos da 1. Parte da (>. Lotera a favor das obras da niesma Matriz ; e contina no dia 25 das 10 oras da manh , al as 2 da tarde no Consistorio da mesma Matriz : Depois dos dias Santos de fesla. con- tinuar o pagamento nas (hurtas e Sabbados, que nao forera impedidos, em casa da resi- dencia do mesmo Thesourciro, na ra da Gloria D. i i. Conliniiacno da subseripcao a favor dos ha hilantes da villa da l'raia da Victoria, n illia Terco ir. o,>000 Joao Gomes Marlinz Jordao Jos Fragozo BtfOOO ""......."^^ .-f,...... - Henriques MaraPereira de Magalbaes SOOO Thomaz remandes da Cimba 5*000 Antonio Valentim da Silva Barroca 5.>(M)0 : Joio Ignacio de Medeiros Reg 5.(MK) Domingos Jos de Lima 5*000 Jos dos Santos Braga 5*000 Manoel Ignacio Pinheiro Jnior ;>.)!)i() Manoel (ioncalvesda Cruz 5*000 Luiz Pedro das Neves 5*000 Jos Antonio Alvos Basto 5*000 Manoel Ignacio d'Olveira 5*000 i Francisco Mamede d'Almeida .r.>!)(H) Dellino Goncalves Pereira l.ima 5*000 Christovo Guilherme Preckenfek 5*000 Jos Goncalves da Fon te 5*000 (aspar l.eito Forraz .'i.dMM) Antonio Barboza de Freitas 5*000 Luiz Antonio de Sequeira Jnior 5 fOO 1 Franeitco Jos da Costa Araujo (XKK) i_y" A Commissao administrativa da Socie- dade Pastoril, convida aos Snrs. Socios, para so reunirem ainanha 21 do crrante, as 10 horas damaiiha, na caza do Theatro a Um de prehencerem deveres que Ibes im- poem o g 13 do artigo ti dos Estatutos. Eila se lisougeia que todos os Snrsi Socios constantes do artigo 5 dos sobrediios Estatu- tos, compareci para deliberarem sobre um negocio importantissimo para a Sociedade. v 5_j- Vende-se Folinhas de porta algibei- ra e Eeeiesiastica para o anuo de 1811 : na pvaca da Independencia loja do livros Ns. 57 e .~>K : na ra do Cabug, loja do Sr. Ban- deira ; na ra da Cadeia do Recife, loja do Sr. Moraos : delronlo da Igreja da Madre do Reos, vendada quina \ no atierro da Boavis- la, defronte da Matriz, botica do Sr. Moreira ; e em Olinda botica da ra do Amparo. - Por inconveniente nao pode sair Sab- bado a Ordem o que se recompensar aos Srs. subscriptores no prximo numero. yy Precisa-so de um escravo ou eserava fc que soja Uel para vender azeile todas as tar- dos : quem livor dirija-se a ra das l.aran- geiras D. 7 sobrado que fioa a esquerda do outro do defunto Peixoto, Laudar, le a- char com quem tratar. i_>-" Quem precizar dalgumas canoas a- bertas, para carregar trastos paraqualquer parto. por prego commodo ; dirija-se a ra do Rangel I). 17. S2P Preciza-so deescravos que sejo bons para servico, pagando-so bem. e entrando das 7 horas para as 8 do da i al a noite: na ra da Cacimba arniasein de Silva & Irmo , que so lhe dir quem prcei/a. 3Lj~ Qualquer Sur. dono de obras qno quizerem comprar 10 travos de boa qualidade, i; proprias para qualquer obra ; dirija-se ao oilao do S. Pedro, na ra d'Agoas verdes , tonda de marcineiro D; 5o que achara com quem tratar. ss' Quem quisercmprar um violo novo, de muito boas vozes e preco commodo ; di- rija* sea Roavista ra do Rosario, lado do poonte confronte o sobrado do fogueteiro , que achara com quem tratar. ^j- Na logo do C. Garniel*, successor do 'C. Perret, rlojoeiro : ra nova, D. II , acaba de rocobor-se um bonito o bem escolhi- do sorlinientode joias para senhora constando de aderecos completos meios ditos brin- cos brochas de ouro de lei com pedrariase sem ellas do melborque tora apparecido agora igualmente recebeo um lindo sorti- raento de corren los o cadeias para relogio pro- pros para horaeni. ^_.- Precisa-se de 100 a 200* res a premio de dous por ceios ao me/., dando-se por se- guranza bunia eserava, quem este negocio quiser faser annuncie ou dirija-se a ra da Paz a falar com Joaqun! Luiz Viraos, quef lhe dir quem faz este negocio. tsy Precisa-se alugar uma casa terrea no bairro de Santo Antonio em (paos quer das ras, nao oxcedendo o, seoaiuguer de oito mil res ; quem a tiver dirija-se a ra direi- la loja de fasenda I), ou annuncie a rao- radia. %jj~ Vende-so lira pardo de idado de 2i an- uos refeio sadio e sem vicio, ollicial de pe- dreiro pof 500*000 reis, ultimo proco: quera o pretender dirija-se ao convenio do Carino y andar de cima, cubculo 7. SSjr Ouem pertender loo* reisa premio so- bre pnhores d'ouro ou pra , annuncie a morada. K2P Corapra-sehum tzeniartello em boni estado para ourives j quem 0 tiver queira dirijir-se a ra direita D.il. ou annun- cie. V ssy Perdeo-se no dia \\ do corrente na ra novahum indspensavel (bolcinha) de senho- ra de casimira branca o encarnada bordada do ouro, leudo dentro hura niasso de chavos o huma garanba com cheiro a pessoa quo dola livor noticia ou a achar annuncie a sua morada, ou dirija-se a ra da cadeia do Recife, I). (i"> que ser generosamente recompen- sado. tST Na putera junto ao Arco de Santo An- tonio se contina a vender excedente pao a 100 rs. a libra, e bolaxa aoito e nove pala- cas a arroba. = Mr, Kissel rlojoeiro francez qu n'outrotempo trabalbou era Pariz para (>/ , Real reinado de Luiz XVIII aviza ao res- peitavel publico, que elle concerta qualquer retejo que lhe seja eonliado patentes , horizontaos virgulas groiiomotres e em geral todas as obras tocante a mecnni sini como ; vende-se relojos bo.i/ontacs eift. [ouro e cm piala. afc A SST Precisa-sc de nma pessoa para ir o mato distante desta praga 25 legoas, fSier rima combranca dando iador a sua condu- cta ; quem nestas circtiiuiancas estiver an- iiuncic. try Aluga-se a casa de dous andares D. 24 na ra eslreita do Rozario por prego com- modo r a tratar no primeiro andar do mesmo. S^" Quem quiser dar 100*000 a juros a 2 por cento ao mez e por tempo de 0 mezes an- nuncie. SST Arrenda-se para se passar a festa ou annualmente nm casa sita no inondego com commodos sulicientes para urna grande fa- milia : a tratar na praga da boa vista D. lo. S^j~ A pessoa que tem urna esciava para hypothecar por 200,>000 dirija-se ao pateo do Paraso 1). 24 qus se dir quem qner. t2f- Prccisa-se de um homem oleiro de ro>- da que desembulle o seu oflicio : a tratar com Miguel Carneiro da Cunha no lugar dos Coelhos. C5" A viuva de Jos Francisco Martins de Almeida arrenda pelo tempo de festa a sua casa na passageni da Magdalena : a tratar na ra do Palacete com Manoel Jos Galvo. z. J- Constando ao abaixo assignado que se tem oirerecido urna letra acceita pelo annun- eiante, para ser descontada faz publico que nenhuma letra acceitou por transacoes com- merciaes, e que seja suceptivel-dedescont a Jim de evitar qualquer transacao criminosa acerca de sua firma pois vivendo de dar di- nheiros a piimio nao acceitou nem se obrigou por letra alguma. llerculano Jos de Freitas. C7" Quem quiser ser ama de una casa , com tanto que nao lenha lilhos annuncie. irj" Dcsuparccco das ras das Cruzes um quarto grande, capado castanbo dinas e cauda preta com 3 ps calcados levou can- galha e cabestro de corda ; quem delle sou- ber partecipe ao seu dono Francisco Xavier Marinho Falco no sitio Peco ao p do enge- nho Suassuna, ou na ra das Cruzes venda J). 4 que ser gratificado. AVISOS MARTIMOS. gens ; adverte-se que tudo ser vendido por liquidaco e por isso sem limites de precos. s_j^ Que fazem Lenoir Puget & Gompa- nbia perante o Chanceller do Consulado de franca por inlervenco do Corretor Olivera de urna porco de papel florete avariados por conta e risco de quem pretencer ; Segunda feira 2o do corrente as nove horas ta manh no seu armazem da ra da Cruz n. 5. COMPRAS C? Um escravo de nago de idade de Ib a 48 annos que seja hbil para todo o servigo : na praca da boa vista botica D. 40. ^,vzr 0 primeiro volume da t.bra intitulada historia da Descoberta e conquista da Ame- rica por Campe em portuguez e as noutes de Joung ainda com algum uzo ; quem ti- ver annuncie. ssy Escravos do ambos os sexos com officio ou sem elles de idade de 42 a 2o annos : na ra do fogo ao p do Rozario D. 2<*>. ss^- Negrinhas mumbandas molatinhas e moleques de idade de 44 a 20 annos : na ra do Vigario n. 21 no primeiro andar. SZT Escravos de idade de 10 a 20 annos , para fora da provincia : na ra do colegio D. 5. das para agoa ou animaos de todos os tama- nhos, de uzo nesta provincia -laxas de fer- ro coado e, batido por precos reduzidos^; na ra da senzala nova D. 4 em casa de Fox e Slodart, os mesmos se encunibem de mandar vir qualquer encomenda de machinismo. ^r^r Os seguintes livros : grammatica ana- ltica da lingoa portugueza por Solano mos- trefrancez grammatica latina por Antonio Pereira e o 2.u tomo dos diccionarios theo- uma cama de angico para casal, com lgicos YENDAS cy Sedas ricas para vestidos chales e mantas de seda francezas por co : na ra do Queimado D. do Crespo primeira Para o Aracaty sabe impreterivelmente no dia 24 do corrente a Sumaca Felicidade de que be Mestre Jos Rodrigues Pinheiro por se achar quasi prompto o seu carregamento, ainda reeebe alguma carga miuda e passagei- ros ; quem quiser ir de passagem entenda- se com seu dono Antonio Joaquim de Souza Ribeiro. Para o Porto o Rrigue Portuguez Maria Feliz Capito Antonio Luiz Gomes mudo velleiro, e cncavilhado de cobre pretende sahir breve por ter maior parte de seu carre- gamento prompto ; quem quiser carregar ou ir de passagem para o que tem bous commo- dos entenda-sc com dito o Capito na pra- ga do conimercio ou com o seu consignata- rio Antonio Joaquim de Souza Ribeiro. Para o Porto segu viagem com muita bre- vidade o bem conhecido Uergantim Portuguez Flor de Beiris, Capito Jos Thoniaz de Lima; quem quiser carregar ou ir de passagem para oque tem excellentes commodos, dirija-se ao Capito ou a Manoel Francisco Pontes. Para o Ro de Ja-neiro segu com brevida- de a Sumaca Conceigo Felicidade do Brasil; quem quizer carregar ir de passagem ou embarcar escravos ; dirija-se a bordo da mes- ma a tratar com o Capito Antonio Soares de Almeida. Freta-se para qualquer porto da Europa a Barca Ingleza Cigar de primeira classe de 232 toneladas milito boa Ue vella e forrada de cobre ; a tratar com os seus rios Gaskcll Johns & Companhia. Para Maranhao sahir com toda brevidade o Patacho Rrasileiro Maria Luiza forrado e pregado de eobre por ter parte de sua car- ga prompta ; quom quiser carregar dirija-se ao seu proprietario Antonio Joaquim de Souza Ribeiro ou a F. M. Rodrigues & limaos. commodo pre- 1 vindo da ra loja de Francisco Jos Teixeira Bastos & Companhia. S t~ Na loja de Hypolite S. Martin & Com- panhia na ra nova D. 5 lado do norte ; tem novo sorlimento de chapeos de seda palhi- nlia e de cambraia para senhora e meninas, 1 uvas de todas as quahdades e calgados , llores finas grinaldas plumas enfeitcs para cabega de senhora guarniges de flo- res para vestidos fitas ricas sedas para ves- tidos e chapeos bieos de blom de seda i e linho brancos e prelos bonets de panno pifra homem e meninos, estojos com instrumen- tos mathematicos novas cordas para violo , e rebeca flautas violes e metholos para os ditos, o jogo Domin, ornis honesto e de- vertido para um familia a 3. 4 e 3, pata- cas o jogo he 28 dados em urna caixinha e mitras militas fazendasde gosto. S3?* Bichas pretas grandes e da melhor qualidade que vem neste paiz presuntos do porto, amendoas de ptima qualidade, paios, chourissos sag e vinho feitoria tudo por prego commodo : no atierro da boa Yista D. 49 junto ao beco do ferreiro. c^ Duas moradas de casas terreas sitas no pateo de N. S. da Paz nos aflogados por prego commodo ; quem as pretender annuncie. s^ Bichas da boa qualidade c.hegadas l- timamente do porto de 420 a 480 cada urna e aoscentosa 7*000 : no atierro da boa vista na primeira venda ao p da ponte. t*f Dous almofaris de bronze grandes , gomma de araruta bichas de boa qualidade , nindo deitar-se no duente sem dar o maior trabalho assim como tanibem se alugo , eonsignata- L E I L O E N S . tiy Que fazem Rozas Braga 4 Companhia "por inlervenco do Corretor Oliveira Quarta feira 22 do corrente as 10 horas da manh cm ponto no seu armazem defronte do Corpo Carito de um completo e variado sortimento de ferragens e miudezas consistindo princi- palmente cm fio para sapateiro de ptima qualidade puntes de uiai fin tinta para es- crever em garralinhas fitas de seda ban- dejas requissimas facas para charquear fa- cas e garfos para mesa ditas para deser, na- vallias [iara barba tliesouras para alfaiatcs , carnvet-s n thesouras finas, caivetes paia aigibeira fci\aduras hespanholas colheres de metal, dobradira de muitas quididades, ii:' para cajxilJioi c outras muitas ferra- semente de coentro de toceira e mesmo da trra a 520 a garrafa : na praga da boa vista botica I). 40. v^r Ou troca-se una negra da costa boa quilandeira e lavadeira muito fiel e de boa saude por um negro moco acostumado ao servigo de campo : em S. Amaro na estrada de Belem no sitio de Claudio Tresse. S3- Farinhade muito boa qualidade ehe- gada na ultima embarcaeo do Rio de Janeiro: na ra da Cruz armazem n. 0. ^kzt Rendas largas e estreitas, bicos fitas de garga e de setim abotuadiiras amarelas para casacas a 1920 e 900, ditas pretas a 480 sapatos francezes para honicni a 1280 , luvas curtas de seda a G00 cartas francezas finas a 5200 chapeos de palhinha enfeitados para senhora a 4,>000 pomada franceza , botes de cores para coletes a 200 rs. a duzia: na ra do cabug loja D. 5. t^r Farelo a 5^000 o saca de 5 arrobas , ou 2,y800sem o saco para engordar cava- Ios os compradores acharo este farelo mui- to melhor do que aquelle que vem de fora, pois he fresco e novo tambem da mais sus- tento aocavallo o qual o peso do farelo mos- trar : na fabrica de larinha do atierro da bea vista. x^r Por prego commodo a dinheiro ou a praso um preta de idade de 5o annos gua- ran : puciiri mann cessencia de aniz: na rila da inoeda n. 141. *** Z-J' I ni grande sortimento de maquinas Ae vapor de loica de 5 4, .">, e 0 cavallos. cjm nioendas para as meNBM por prego muito em eoata esujeitAoae os vendedo- res a mandar a asentar as memas e moca colxo e travisseiro quasi novo, c cortinados, nma caixa de tartaruga nova para rap urna cadeirinha de parafuzo com assento de coxim propria para pianno um taboleiro grande novo e urna porgo de sacos rasios de algo- do da trra a 120 rs. : na ra de S. Rita no- va D. 18 lado da Igreja. W 4 moleques de idade de 12 annos de bonitas figuras um preto de idade de 4o an- nos por 52000 bom cozinheiro e canoei- ro urna preta da costa cozinha lava rou- pa e he boa quilandeira que d 400 rs. por dia : na ra de agoas verdes casa terrea D- cima 57. Urna escrava de nagSo boa cozinheira, refina assucar, faz varias qualidades de doces, engomnia liso e lava roupa : na ra Direita I). 20 lado do Livramenlo. CJ- Panno de linho aborto para toalhas e lenges lencos de seda para grvala meias curtas de linho chapeo-: de sol de seda ro- setas de ouro para senhora e meninas, toa- lhas de linho, tudo do porto e por prego com- modo : na ra do Fagundes sobrado de um andar D. 4. &3=- Barricas e sacas com farelos barricas com fumo para charutos gangas amardas , lengos pretos de seda da india, toalhas ada- mascadas e salitre refinado tudo por pre- go commodo : em casa de Matheus Austin A Companhia na ra do trapiche novo n 12. cj- Um selim quasi novo com todos os pertenec : na ra do Fagundes D. . Si^* Cadeiras de Jacaranda superiores e de moderno gosto ditas de olio, canaps cor- respondentes as ditas por prego mais barato do e no forte do mattos armazem do assucar de Carvalho & Ferreira. %tsf Na loja de Carioca & Sete na ra do Queimado D. 15 ricos chales e lengos de se- da de bonitos padroens lenros pretos para pescogo muito grandes lisos e com flores , cambraias do bom tom sedas e sarjas para coletas e vestidos veludos lisos e lavrados , finissimas meias de algodo e de seda para homem e senhora luvas de seda esguio fino de linho brins trangados e bretanhas de linho puro suspensorios elsticos gazine- tas, casemiras merinos pannos finos de todas as cores e chapeos de todas as quali- pades e modernos tudo a commodo prego. tur Um negro pescador : no pateo do Car- ino casa terrean. 8. "^Ci" Borzeguins de duraquea lGOO o par: no atterro da boa vista loja I). 16. 3EF* Superior sal de Guamar alvo e gros- so a bordo do Patacho Nacional Laurentina , ancorado na vasta do forte do mattos, ou fallar com Lourengo Jos das Neves na ra da Cruz n. 32s t2j~ Fafinha muito superior, sendomoi- da de trigo novo do ultimo carregamento das marcas XXXF e XXX que vende-9e por pre- go barato : na fabrica de farinha do atierro da boa vista. , cr- Bichas pretas chegadas prximamente pelo deminuto prego de 100 a 200 rs. e sen- do em porgues de 100 para cima se daro por menos : na ra estreita do Rozario venda De- cima 50. i-v- Dous carros Inglezes de duas rodas da melhor construgo modernos e mais leve possivel com todos os arreios completos e sem coberta pelo mdico prego de 5,"0j000 cada um : a tratar com Sniith & Corbctt ar- mazem de ferragens ra dos Barbeiros ou no seu escriptorio da ra do trapiche novo n. 15. i^- 6 cadeiras de Jacaranda com assento de palhinha em bom uzo por prego com- modo : na ra das Flores D. 8. SSr- Queijos londrinos presnnlos para fi- ambra conservas mostardas fructas pa- ra pastis salmo em latas, batatas ingle- zas una poreo de garrafas vazias : no ar- mazem de Joo Carroll & Filho na praca do commercio. C?" Cadeiras americanas com assento de palhinha e de pao camas de vento de amarelo muito bem feilas a 4rt'500 ditas de pinho e pinho da Suecia com 5 pologadas de grossiira e dtto seirado, tudo mais em canta lo que em outra qualquer parle; na ra da Flur-.'iitiau casa de J. Bcranger. *&- Farinha de trigo Americana de bem eonhecida marca Gallezo : em casa de Hcnry Forster & Companhia na ra do trapiche no- vo n. 17. ESCRAVOS FGIDOS. S27" No dia 5 do corrente fugio da Yila do Limoeiro um negro de nome Joaquim Angi- co de idade de 5o annos alto seco cora urna marca de ferida nos peitos nao falla muito explicado mas he muito esperto e costuma beber e ^supoe-se ter vindo para aqui ; quem o pegar leve a ra do Queimado- D. 15 a Guilher Augusto Rodrigues Sete ou no Limoeiro a Manoel Candido Correia que ser recompensado. C7" Em dias de Janeiro do corrente des apareceo urna e%crava de nome Maria, de na- eflo Rebolo de idade de 40 anos ja pinta debranco tem coroa na-cabega de carregar peso levou vestido de chita azul tem urna pequea sicatriz em olho tem algumas mar- cas de chicotes pelas costas, dentes abertos, os dedos dos ps abertos peitos cabidos , julga-se ter sido furtada e vendida para as Alagoas ; quem a pegar levo ao sobrado da quina do beco da Congregago, que ter iOO/f de gratilicaco. ICT Fugio um negro do abaixo assigdado , no dia o do corrente com os signaes seguin- tes : seco do corpo cara compridae talhada; olhos pequeos tem a calva rapada de pouco lempo he muito ladino porem falla algu- ma couza a trapalhada de nome Joaquim , tem oflicio de sapateiro e he de nago an- gico levou vestido caigas e camisa cor de rosa ; quem o pegar e levar a seu Snr. que ser bem recompensado. Antonio Baplista Ribeiro de Faria. O" Fugio no dia 19 deSctcmbro um ne- gro de nome Domingos de nago congo , baixo, cara redonda, falta-lhe um dedo mnimo em um dos ps, lem algumas feridas ou marcas dallas, c um dos calcanharem nao assenta no chao por cauza de una ferida que teve no p ter de idade 4o annos pouca barba e tem alguna cabellos brancos foi escravos do engenho Cruass ; quem o pe- gar leve a ra nova ao p da ponte loja n. 27 quesera gratificado. d- NodialOdeNovcmbro fugio ou fur- tero um escravo anda bugal de nome Furtunato representa ter 50 annos de ida- de alto, magro cor bem preta, tem alguns cabellos brancos na cabega he bem picado das bechigas pincipalmente no nariz falla diseancada e quando anda he devagar que parece estar doente dos ps ; levou caigas e camisa ja velha ; quem o pegar leve a ra da cadeia loja de ferragens ii. 41 quesera gra- tificado com 50*000. C7* No dia 18 do corrente as 8 horas da manh fugio do sitio de Jos Bemardino Lial em Pamameirim um negro ainda bugal. de nome Joaquim de nago congo levou ce- roulas de estopa e camisa de algodo da torra , he baixo e gordo eom barba bastante cre- cida os dentes da frente grandes; quem o pegar leve ao dito sitio ou na ra da cadeia do Recife D. 5. S^- Dezapareceo no da 2 d^Oulubro p. p. um preto, de nome Manoel naco congo , idade 20 annos estatura regular, bonita fi- gura, gordo, rosto redondo, olhos abuga- Ihados, pez pequeos e no direilo o dedo grande redondo procedido d'um panericio ; levou vestido carniza d'algodo trangado cal- gas d'estpa das IJhas e bonet inglez. Jorgo nagio Angolla idade 22 anuos baixo , rosto redondo, olhos grandes urna marca bordada em cada um dos bragos; auzenlou-se no dia 26 de Novembro p. ; levou tambem ca- rniza de algodo trangado c caigas d'estpa remendada e suja. Luiz nago camundongo, idade 20 anuos, alto, seco, cor preta o- lhos alguma cousa vesgos ; levou a mesma roupa do outro e bonet inglez ; desaparecco na noite do dia 26 a 27 do passado : quem os aprehender leve-o caza da quina defronte do Trapixe novo que ser gratificado. X^- Do abaixo assignado fugio no dia 22 de Outubro do anno passado um molto de nome Paulo, bastante alto, grosso cor qua- si branca porem escalcada olhos azues, cabellos a castanhados pouca barba tem o dedo grande do p direito aberto para fora , tem urna orelha furada com um brinco tem seoslas todas picadasde chicotadas que recc- beo do seu antigo Sr. este escravo he fllho do Rio de S. Francisco, e veio da Baliia; quem o pegar leve a ra de agoas verdes D. 12, quereceber 1000000 de gratilicago. Francisco Jos Duarle. BECR L NA TVP. DL M. F. M F. l^ . |
|||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
| MILLISECOND | CLASS.METHOD | MESSAGE |
|---|---|---|
| 0 | sobekcm_page_globals.constructor | |
| 0 | sobekcm_page_globals.constructor | Application State validated or built |
| 0 | sobekcm_database.verify_item_lookup_object | |
| 0 | sobekcm_page_globals.constructor | Navigation Object created from URI query string |
| 0 | sobekcm_database.verify_item_lookup_object | |
| 0 | sobekcm_page_globals.display_item | Retrieving item or group information |
| 0 | sobekcm_page_globals.get_entire_collection_hierarchy | Retrieving hierarchy information |
| 0 | sobekcm_assistant.get_entire_collection_hierarchy | |
| 0 | cached_data_manager.retrieve_item_aggregation | |
| 0 | cached_data_manager.retrieve_item_aggregation | Found item aggregation on local cache |
| 0 | item_aggregation_builder.get_item_aggregation | Found 'all' item aggregation in cache |
| 0 | system.web.ui.page.page_load (ufdc.page_load) | |
| 0 | sobekcm_page_globals.constructor.on_page_load | |
| 0 | html_echo_mainwriter.add_style_references | Adding style references to HTML |
| 0 | html_echo_mainwriter.add_text_to_page | Reading the text from the file and echoing back to the output stream |
| 35 | html_echo_mainwriter.add_text_to_page | Finished reading and writing the file |