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Auno de 1841. Terca Feira 14 de v T&do pora depende cultas. -' (Proelamaco da Assemblea Ccral do Brasil.) PARTIDAS DOS CORREIOS TERRESTRES. Goianna, Taraiba, Rio grande do Norte, na segunda e aexta feira. Bonita e Garanbne, 10 e 24. Cabo, Serinbaem, IlioFormoto, Fo-rto Cairo, Maci, e Alagoas no Io, 11, e 21. Paje 13. Saalo Aatao, quinta (eir. Olinda todoa o dial. DAS da semana. 43 Sg. a. Luiia. charlen: Aud. do Juit de Direito da 2. rtri. 44 Tere. a. Angello Bel, Aud. do Jai* de Dircito da 1. vara. 45 Quart. Jejom a. Eniebio. Aud. do juil de dircito da 3. rara. , 16 Qint. a. Ananiaa, chanch. Aud. do Juii de Dircito da 2. rara. 47 sest. Jcjum a, Bartbolome. Aud. do Juik de Direito da 1. rara. iS ssb. jcjum N. S.doO'. Re. Aud. do Jais de Direito da 3. vara. 4!) Dom. h. do drenlo, a. Fuaata, Bczembro. Auno XVt. N. S7?. O Diario publicase lodos os das- que no forem Santificailnv. o piero da nssignalara 'i de tris mil reis porqiaftel pagos adiantados. Os annuncios dos asignantes san nteridoa grada, eos dos que o* nao forem rf raiao de 80 rais por linlia. Aa reclamadles derem ser dirigidat a rala Typogralia ra das Cruxes D. 3, ou prava da 1 dependencia Lijas de livios Nmeros 37 e 38. Me CAMBIOS no da 13 de DE/.F.Mnno. Cambio sobre Londres 3) a 29 1|2 d. p. 4U. FRATA Teoa Columnaies u I'aria 320 re* P- franco. i> Lisboa 80 a 8b V 100 de pr. Oto Moeda de 6,400 V. 14,500 a 14,700 N. l'l/HIO a l.(illt) a de 4,000 8,100 8,200 Trata Pataces 1,040 a 4,600 miuda 1,610 a 1,66 1,620 > 1,640 1.44) a 1.460 Moeda de cobre 3 por 100 de disconto. Discon'u de billi. da Allandega 1 e J por 100 ao mez^--------------- dem de lejfs de boas firmae le a 1 e J. Pttamrtr do da 4. as 0 horaa e 2. as 6 horas t de 14 Dezembro. 6 m. da larde. 30 ni. da iiuiuli.i. PHASES DA LOA NO MEZ DE DEZEMBRO. Quart, ming. 5 -- as 9 oras e 53 m. da mnha. La Nora a 12 a 7 oras e 11 m, da tarde. Quart. cresa, a SO ka 0 oraa e 12 m. da tarde. La ebeia a 27 -- lis 4 oras e 12 m. da tarde. D1AKIO DE PEUNAMBUCO. PERNAMB.UCO. GOVERNO DA PROVINCIA. EXPEDIENTE DO DI.V 9 DO CORRERTE. Exm. e R.mo Snr. -- Tenho a honra de partecipar V. Ex. que no dia 7 do corren te tomei posse do cargo de presidente desta pro- vincia, para o qual Sua Magestade o Impe- rador houW por bem nomear-me por carta imperial de 17 de novenibro ultimo. Approveito a occasio para renovar a V Ex. os meus protestos de estima e considera- Sao. Dos guarde a V. Ex. Palacio do governo de Pernambuco 9 de dezembro de 1841 Exm. eR.MO Snr. I). Joo da Puricat'Ao Marques Perdigo bispo desta deoceze Baro da Boa-vista. OllicioAo comandante das armas, com- municando-lhe que atlendundo a presidencia ao que llie representou o soldado do extincto quarto isquadro Manoel da Cunha Sobreira, lbe ordena que .mande dar baixa ao mesmo soldado. DitoAo inspector da thesouraria da fa- zenda Iransmittindo-lhe para sua intelli- gencia e execuejo as segundas vias das ordena do tribunal do thesouro publico nacional sob os ns. 76 e 77. PortaraAo director interino do arsenal de guerra, ordenando-lhe que mande desar- mar a salla do docel, e recolher os rnalos ca caixes proprioi, que devero icar na iiiesma salla. Dita Nomeando para o lugar de secreta- rio da provincia ao bacbarel formado Casi- miro de Sena Madureira. OfficioAo inspector da thesouraria das rendas provinciaes communicando-lhe a nomeayo supra. . dem do da 10. Oflicio Ao commandante das armas, en- viando-jhe, em cumplimento do imperial avi- zo de 15 de novembro ultimo urna copia do decreto de 16 de Miembro do crrante auno , creando um ba-alhao provisorio de Cacadorcs nesla provincia ,e nomeando para o comman- dar ao tenente coronel graduado Luiz Anto- nio Favilla a lim de que passe a organisar o dito Batalhao empregando todos os esforgos possiveis para q'elle seja elevado ao seo estado completo e ao maior grao de disciplina. DitoAo inspector da thesouraria da fa- zenda communicando-lhe que leudo S. M. o Imperador por decreto dlo de julho do presente anno, nomeado a Manoel Joze Mar- tina Hibeiro para o lugar de ajudante do guarda mor da alfandega desla cdade, cumpre que lhe mande dar posse do dito lu- gar logo queseapresimte com o competente titulo. DitoAo mesmo communicando-lhe na conbrmidade do precedente ollicio a nomca- <;o feita por decreto de 17 de julho deste an- no, de Antonio Carlos de'Phiho Borges para o lugar de primeiro escripturario da alfande- ga desta cidade. DitoAo mesmo, remettendo-lhe para sua intelligencia eexecucao na parte que lhe to- ca difiranles exemplares dos decretos do governo de numero 76 98, e das deeis<5es de numero 306 olO. Iguaes remesas forAo feitas ao presidente ta ralacao, juizes de direito, e cmaras mu- cipaes. Dito \0 juiz,|e direito interino da pri- meara var* do crime, nomeando-o para pre- sidir as rodas da pruneia parte da sexta lote- ra a favor das brasela Matriz da Boa-vista, que lera principio no dia 13 do crrante, con- forme a parlecipacao do respectiva eseri- vo. DitoAoesciivao ta lotera da Matriz ta Boa-vista, communicando-lhe a nomcacao supra. Dito'A cmara municipal doRecife, sig- nificando-Ihe que constando presidencia por oflicio do inspector da thesouraria de 7 do crrante, que Antonio Jos deMagalhScs Basto levantara una casa no terreno de Ma- rinlia junto ao arco de S. Antonio, cujoafora- menlo lhe (ora negado por ser necessario ao publico o mesmo terreno e que fizera todo o esforco para concluil-a apesar do embargo que lhe lora posto por parte da fasenda pu- blica ; e devendo presumir-se que esta obra comessasse sem a hcenca e cordiaeo exigidas pelas posturas municipaes em consequencia do que foi racommendado pela mesma presi- dencia em oflicio de 7 de dezembro do anno passado dirigido a mesma cmara ; cumpre que esta faca eflectiva peante o juiz criminal a iufracQao de posturas em que tem incorrido o edificante para que com a demolida) dao- bra fique livre aquel le terreno, preciso ao a- formozeamento da cidade dando parle do resultado. Dito ~ Ao inspector da thesouraria da fa- zenda communicanilo-llic o conteudo no precedente officio ; e Ieclarando, que reco- mend ao procurador fiscal da mesma the- zouraria que use dos meios permeltidos eih taes casos contra o altentado commetlido depois de embargada a obra ; e prosiga na ac- c.o para que uo continuo o espolio feito a fa- zenda publica, visto ser de marinha o ter- reno de que se tracla. ion do da 11. Oflicio Ao commandante das armas, pa- ra ordenar ao commandante da fortaleza do Brum que consinla ao engenheiro Boule- treau poder pintar a parede da mesma forta- leza as marcas necessarias para se dirigir no alinhamento da ra q' corre por detraz do ar- senal de marinha,' segundo requesita o dito engenheiro. DitoAo engenheiro Boletreau, commu- nicando-lhe a expedicefio da ordem supra. film. Sr. ~ Acensando a recopgo dooffi- cio, que V. S. me endcressot em data de 9 do crrante felicitando-mc por si e pela cor- poraco militar, que commanda, por me a- char pela segunda vez na presidencia desta provincia, tenhode agradecer tanto a V. S. como a dita corporaco a expresso dos seos sen tmenlos de estima minha pessoa. De- os guarde a V. S. Palacio do governo de Pernambuco 11 de dezembro de 1811. Ba- rio da Boa-vista Snr. tenente coronel com- mandante das armas Antonio Pedro de S Brrelo. Dito Ao mesmo, communicando-lhe que S. M. 0 Imperador por aviso de 4de novembro ultimo u-m concedido ao primeiro tenente do terceiro batalhAo de artilheria Manoel-Fer- reira de Almeda quatro mezes de lcenctf com vencimento do respectivo sold para traclar de sua saude nesla provincia. DitoAo inspector da thesouraria da fazen- da communicando-lhe o conteudo no prece- dente ollicio. Dito Ao mesmo communicando-lbc que por decreto de 16 de setembro do corren te anno, mandn S. M. o imperador crear mu batalhAo provisorio de cacadores nesla pro- vincia nomeando para o commandar ao te- nente coronel graduado Luiz Antonio Fa- villa. Dito Ao mesmo, remettendo-lhe una copia das Instrnccrtes, por que se deve re- gular o commissario fiscal do ministerio da guerra junto a mesma thesouraria Jos de Brito Inglez o qual far entrar em exerci- cio logo, que se lhe aprsente com o compe- tente titulo. Dito ~ Ao mesmo ordenando-lhe em consequencia do que informa em sen oflicio de 3 l abril do crrante anno sobra o reipie- rimento do cirurgiao de partido do hospital regimental Manoel Bernardtno Monteiro cirurgtes Sjudantes na forma da lei de de 26 setembro de 1839, e resoluffio de 7 de dezem- bro de 18K), que lhe mande abonar, OS ditos veneimentos em quanto estiver empregado no mencionado hospilal. Dito Ao mesmo ouviando-lhe a contada despasa feita pelo prefeito da comarca de Carauhims, com algumas pracas da guarda nacional que estiverao em diligencias da po- lica e varios ou tros objectos importando na quantia de 152*960 reis; e ordenando-lhe que a mande pagar estando conforme, pessoa authorisada pelo mesmo prefeito. Dito -Ao commandante Superior da guarda nacional de Goianna, signilicando-lhe. que leudo o vigario da freguesia daquella cidade requesltado urna guardada honra do primei- ro batalhAo da mesma guarda nacional a fin de acompanhar a mmagem ne as tres horas da tarde do dia 21 do corren- te pelos seus comparochanos la Igreja do Amparo para a da matriz d'onde fora trasla- dada por motivo da peste de bexigas,que gras- sava na mesma cidade, cumpre que lhe mande prestar a referida guarda de honra. Dito Ao Vigario da freguesia de Goian- na, communicando-lhe a expedidlo da ordem supra. Agradescendo a Yin. as obzequiosas ex- pressoes que manifcslou em seo ollicio de lo do correte mez pelo duplo motivo da mi- nha chegada a esta provincia e de haver tomado con la da presidencia, cmple- me signilicar-llie que lhe concedo osoito das de licenca que na segunda parte do seo of- ficio pedio a lim de vir a esta capital. Dos guante a Vin. Palacio do governo de Per- nambuco 11 de dezembro de 1811. Baro da Boa-vista. Snr. coronel chefe dalegSo da guarda nacional de Sanio AntAo Tiburlino Pinto de Almeida. DitoAo inspector geral das obras publicas approvando o contracto feito por 87,>8i0rs. com o arremattanle do quinto lango da estrad i de Santo Antflo para cubrir de quatro pole- gadas de altura a araia de 1360 palmos de impedramento da dita estrada. Dito A cmara municipal do Recite sig- niieando-lhe em resposta ao seo ollicio de 7 do crranle acerca da casa, que est edifi- cando Antonio Jo/e de Magalhes Bas- to no aro de Santo Antonio contra as posturas municipaes ; que em ollicio datado de 10 do crrante ja lhe foi communicado oq1 cumpre .i mesma cmara faser a respeito de tal edilicacao. Dito- Ao presidente da cmara municipal do Becife significando-lhe em resposta ao seo oflicio desla data que QO artigo (''( da lei do 1. de oulubro de 1828 achara es meios de lazr eflectiva a mulla pela infrac- to das posturas municipaes sem o concurso dos mais vereadores ; e que a respeito da fal- ta de reuniao da cmara a presidencia loma- r as medidas queestiverem as suasattr- buieoes. 'Portara Nomeando ao cdado Joze Francisco Acerolo, f.ins para o cmpirgo de sub-prefeito da freguesia de Barreros termo da comarca do Bio Formozo. OlTicio-Ao prefeito da comarca do Bio l'or- moso eOmuncando-lhe a nomeacao supra, e enviando-lhe 0 titulo do nomeado a lim de o faser entrar em exereicio. C O M M A N D O I) A SARMAS KXl'l'.DIKXTi: DO III V > DO CollltKMK. Ollicio Ao Exm. Snr. Bario ra esta provincia e fasendo-llie seus cuni- prmentos por parte da corporac^io q,ue liuha a honra de coinmaiidar. Ao dos Santos, c morte de outro de nomo Francisco Arcanjo Vieira remetlidos pelo prefeito da comarca do Bonito, e disendo-fhe que sendo a morte deste recruta dada por um argento o dous soldados docorpode polica que (asilo parte da escolla que o condusia , a pretexto de querer o reeruta evadir-se , estando como eslava algeniado,tomava o expe- diente de mandar recolher ao quarlel de po- lica a referida patrulha a disposicAo do pre- feito da comarca, aiuem passava a narrar o a- eonteeido, a lim de que elle procedesse con- tra o sargento e soldados como a lei lhe in- cumbia. Dito Ao mesmo Exm. Snr., mandando- Ihe aprimen lar Manotl "A I ves d Lira, a lim te ter pra;a na marinha, conforme recom- mendara em seo officio de remessa o prefeito de Goianna. Dito-Ao prefeito interino da comarca , passando a sua disposicAo para proceder com fosse de lei, osegundo sargon* Ro ni So do Bego Barros do corpo de polica, e escolta que com elle veio da comarca do Bonito condusin- do quatro recudas, pela culpa de haver o mesmo sargento edous soldados de ordem sua fe i lo fog o e morlo as oito horas da ma- ulla do dia 6 do crrante no lugar denomina- do Serra daBussa, a um dos remitas de nomc Francisco Arcanjo Vieira. Narrando-lhe as circunstancias que occor- rerao parasemelhanle assaivsinio lizia-lhe, que se fiara a formaco da culpa fosse de mis- ter ouvir aos dous recrutas restantes (por ter um fgido em cainiuho) se devia dirigir ao coininandanle do deposito, paralh'os mandar apresen lar. Dito-Ao commanente geral do corpo de po- lica remettendo-lhe o sargento BomAo do Reg Barros, e soldados que composerao a es- colta viuda do Bonito condusindo recrutas , para que houvesse de conserval-os napriso a disposicAo do prefeito interino da comarca , que contra o mesmo sargento e dous solda- dos linha de proceder pela morte que derAo as oito horas da manila na Serra da Bussa a um dos recrutas, de nome Firaucisco. Arcanjo Vieira. DitoAo tenente coronel commandante do depozto remettendo-lhe os papis decouta- tabellidade to destacamento da comarca do Goianna, relativos ao me/, passado, e orde- nando-lhe que a respectiva importancia fos- se entregue ao sargentoAntonio Pereira Li- ma. . DitoAo prefeito da com marca de Goian- na commimicando-llis o exposto no ollicio aeima com o qual ficava respotididoo seo de 1 desle mez, c disendo-lhe que ja hara man- dado proceder ao descont da quantia do l(b.*>8(lieis queficara devendo o soldado Lima. DitoAo tenente coronel do deposito, rc- metlendo-lhe os papis de conlabilidade do destacamento da cominarca de Caranhuns , relativos a<> niez de Novembro ultimo, e man- dando entregar a empoitancia del les a o pro-* curador Tlioma/. l'ernandesda Cunha. DitoAo prefeito da commarca de Gara- nhiu'is, disendo-lhe en resposta aoseo oflicio> ..,,.......... ...,,., niMuiii iHiinu-i.il, Di lo Ao mesmo Exm. Sr., partecpan- Mdindo os meamos veneimentos que tem osjdo-llie a fuga dotecruta Theotonio Pantali lo 1. do crrante, que a empurlancia dos venciineiitos do destacamento no mez de No- vembro p. p. fi"ira entregue conforme, sua. authorzacao, a Thomaz Fornaude da Cunha, equeconvinha fossem remetlidos quanto an- tes es papis de contabilidade sorem raformados. PiloAo tenente coronel commanda-nle do deposito, mandando entregar ao sargento Francisco Victorino d'Araujo a'miiorlaii- cia dos vencimeolOS do destacamento da coiii- inaicado.Pod'atho, pertencentds ao mez de. Novembro cojos papis lhe seriao logo (ali- viados por sso ijue devolvio ao prefeito par- ra os reformar. 2 DitoAo p-veilo da commarca do Pod'a- ho reinviando-Ihe os papis de contabilida- je do destacamento no inez do deNovemhro, para que os mandasse reformar, contante cu)) a etape a 'Mreis, e nao a 230; mas que para nao demorar o pagamento dos sidos que o sargento procurador do seo oflicio, c->n- uusia a respectiva importancia liindo a eta- pe no seo justo valor. Gaval- MK/V DO CONSILADO. Miguel ArCahjo Mouteirode Andrade, l.-iio da Ordem de Christo e administra- dor da Meza do Consulado de Pernambuco por S. M. I. e"C. Faz saber que no dia 18 do-eorrenle se liao de arrematar na porta da mesma tres garrafoens com agurdente resudada aprehen- didos a bordo da haronea Guilhermi ia Flor do Mar sem dospacho, em cujo dia se findo os pnzoa marcados no regulainento i sendo a arreniatacaolivrededespezas ao arrematan- te. E para que ciiegue a noticia a quem con- vier mandei alixar o presente edital na porta desta administrado e publicar pela impren- ta. Me/a do Consulado de Pernambuco 13 de Dezembro de 1841. Miguel Viranjo Mouteiro d'Andrade. CORREO. Brigue escuna Carolina recebe a mala pa- ra o Maranfio boje ( 14) ao meiodia. NtEFEITUR*. Parles dos dias 12 e 15 do corrente. Illm. e Exm. Sr.Foro presos os pardos Luiz Gonzaga de Sena, por denuncia de turto d'escravoSFraiicisco Aiitonioda Cunltapor ter dado urna tacada em Manuel de Jess Mara; e Caldino Pereira por ter ferido na eabeca a urna preta e ser-lhe apprehendida urna la- .sariua carregadl : foro remettidos para a ca- deia disposico do juiso criminal para pro- ceder na forma da lei. E" o que consta- das partes hoje recebidas n'esta secretaria. Luiz Francisco de Mello Cavalcante escri- vo, e adininislrador da Meza de Rendas In- ternas Provinciaes d'esta cidade. Pelo pre- zente edital faz constar a todos os senbores proprietarios dos trez hairros d'esta cidade e povoago dos Arrogados que da data d'este se principiou a contar os 50 dias marcados para o pagamento a boca do cofre da respectiva de- cima dos predios urbanos correspondente ao 1. simestre do corrente anno linancciro na conformidade do artiga i) da lei de 27 de An- gosto de 1850. e lindos os quaes se proceder executivamente contra os devedores emvirtu- de da citada lei. E para chegar a noticia de todos mandei lixar o prezente e publica-lo pela imprenga. Hccife 1. de Dezembro de 4811. Luiz Francisco de Mello Cavalcante. COLLECT0RIA DO MIN1C1N0 DE OLINDA. . Ocollector da dcima e mais impostas de Olinda manda lembrar a todos os seos col- ectados que o presente mez he o marcado na lei para a cobranca passiva a boca do cofre, do primeiro simestre do corrente auno fmanceiro de 1811 a 1812, e que lindo este praso se proceder executivamente contra os omissos ; e para nao alegarem ignorancia faz publico pelo presente e por editaes e lixa- do nos lugaras mais pblicos do municipio. Collectoria de Olinda 1." de dezembro de 4841. O escrivao Joo Gonsalves Rodrigues Franea. DIARIO E PERNMCO." CORREIO DO NORTE N. 5. Apezar de que o nosso honravelo Snr. Re- publico tenha arripiado carreira cerca do sen triste pensamento de separages, e desmem- irages do Norte e Sul e isto seguramente por que vio-se quasi solitario na empreza e apenas aplaudido por algiim louc e pelo bando de rasgados, e especuladores da Patria; todavia bem deixa perceber qliaes os seus sen- timentos e parece que atira ao mesmo al- vo nao de frente ; mas de lado > ou por ou- tra deseja chegar aos mesmos fins por outros meios. Estabelece como problema se ser conveniente a separado entre o norte e sul do Rrasil -. c com quanlo lase mecha, ere- mecha para esconder o barretinho vermelhodo .sanculofismo e da democracia dizendo , que nao he seu intento doutrinar a questo , pi-oeura ilemoiistrar (se bem (pie o nao conse- auio ) que a separago ser-nos-ia mu vanla- j >sa que com ella sessaxio infallivelmente todos os nossos males; que temos lodos os re- cursos todos os meios &c. &c. ; mas que eUe nao obstante j haver tido em sua mo a sorte de todo o Rrasil, nao quer a separado, naturalmentejielo amor, que consagra ao Jo- ven Imperador, que be Nosso Patricio. Lem- bra-nosaqui a Fbula da raposa com as uvas. He bastante esperto mas prudente o Snr. Republico Parabibano ! a questo snjeita questo de tanta im- portancia nao se deve quanto a nos tomar por ponto capital e decisivo o maior ou menor reudimenlo das Provincias do Norte, e Sul se bem que ainda restringirtdo O nego- cio c redu/.iudn-o s a este ponto parece- nos que a vantajeni est da parle das Pro- vincias do Sul que nao sendo sujeitas ssec- eas que atormentfio as do Norte lera ex- tendido a muito mais a sua agricultura ; Cro- mos nao ser exagerados se dissormos que s o rendimento d'Alfandega do Rio de Janei- roexcede amis di- metade do rendimento de (odas as mais Provincias. Alm disto nao se tracta do que poden) vir a ser em remoto fu- turo alrumas das Provincias do Norte : trac- tase sim da actnalidade. O grao Para por ex. por sua extongao por seus gigantescos rios, pela prodigiosa multplicidade de seus productos tem proporeoes para vir a ser liuin grandissimo Imperio : mas por ora durante a actual geragao qut- '"' Para? Poiico dis- ta do estado selvagem. A sua populacao be huma gota d'agoa no occe.ino relativamente .sua extensao : est falto de instrucco ria e que abaixo de Dos Ihe devenios a sal- vaco publica : mas estar sempre o Snr. A- belha disposto a extender-nos a m3o c a ar- rancar-nos do abysmo pelos cbelos? Esta- ro sempre os povos dispostos a confiar seus destinos da sabedoria do contemporneo? Nao ser muito provavel, que de cada cortigo , fal- to d'industria &C. &C Logo he a todas as luzes conhecido, (pie o Para nao |>ode subsis- tir per si s como hum Estado independente. Afora os rendimentoj umitas otras conci- deracoes h que fzer que lodas altamente reprovSo o desgracadissimo pensamento de desmembrago das Provincias; e o mesmo Sr Rorges Republico da Fonceca nos subminis- tra argumentos que as escolas soem clia- maf-se n contraproducentem. > Sim se o Sur. Republico confessa, que temos sido lu- dibriados, e insultados pelo Estrangeiro, qtte zomba da nossa fraqueza e ainda mais da nossa falta de Nacionalismo apezar de exis- tirmos unidos em hum s Imperio ; o que seria se nos apanhassem desmembrados , divididos, e debatendo-nos as vascas d'anar- chia e da guerra civil ? Se boje mesmo a despeito dos lacos da unio he tal a nossa ig- norancia e miseria que calcamos a os pfl o mrito reconbecido pelo mesqiriho c po- dre sentimento de Provincianismo; o que suc- cediria retalbadas as Provincias e desenvol- vido nellas o espirita de rivalidade e inde- pendencia ? Accaso ignora 0 Snr. Republico o ciume e desafleico com que sao odiados os Pernambucanos em a sua Parahiba ? Huma vez desmantelado o Imperio nc- cessariamehte cada Provincia qtiereria subsis- tir sobre si e teria de valer-se dos seus pro- prios recursos edassuas capacidades. Sea Parahiba por ex. teve a inapreciavel for- tuna de produzir hum lilbo da estafa do Snr. Rorges Republico lnima liotabelidade polti- ca de tal calibre, quej teve na palma da mao a sorte de todo o Imperio ; muitas das olitras coitadinhas nAo contio a mesma ventura. Sea Parahiba por tanto entregando-se as mosdoSnr. Borges Ahclha pode ser j hll ma especie de Repblica de S. Marinho e dirigida por to abalisado Estadista prosperar em industria em agricultura e principal- mente em Commercio; se possuindo huma capacidade como o Snr. Republico pode ar- reganbar o dente a toda Cr-Rretanha e mandar fava todas as pretencoes das tulhe- rias e fazer respeitar o seu pavilhao ; nao esto no mesmo Ciiso o Rio Grande do Norte , o Cear o Piauhy oMaranho o Para, nem o mesmo Pernambuco apezar das muitas lu- zes que o Snr. Rorges h derramado ees- perdigado entre nos. OSnr. Republico concidera as Provincias do Norte coligadas entre si, e fazendo hum s to- do : mas tal supposigo he hum soilbo ; por que huma vez quebrados os lagos da integri- dade do Imperio as ambigfljs as rivalida- des surgiriao a cada canto. As Provincias me- nores debatendo-sc em guerra civil dentro de si fario contra as maiores as mesnias quei- xas, e talvez mais amargas do que hoje o honravel conteporaneo e seus socios la- zem contra o Rio de Janeiro. Toda vezq'o Sr. Abelha nao se visse bem aquinhoado na par- tilha do bolo clamara que tdo eslava mal ; que a liberdade corra perigo que a patria se achava escravisada &c. &c: e qual seria esse braco to robusto (jue podesse por termo a torrente caudalosa das revolugoes ? He verdade que o Snr. Borges da Fonceca nos assevera que a sorte do Rrasil j esteve em suas maos : e como felizmente nao fomos a pique talvez queira arrogar a sie:>saglo- islo be de cada Provincia surjo enxames de abelhas e zngocs que qeiro somen- te aproveitar o niel ? Para seconliecer que capacidades ha por ahiporesss Provincias basta ver o que tem feito as suas Assembleas Provihcies. Huma testas determinou por lei, que nas escolas de primeiras Letras se lizesse 1er os meninos a Iraducco das palavras dMnlm Crente do Ab- bade la Menais obrinba da qual disse na tribuna Franceza o profundo e rcspeitavel Rover Colard que erao as blasfemias de Ra- benf postas lio estilo de Jeremas Outra de- cretan pie no porto da sa Provincia have- ria hum prutiro para nietter e tirar os na- vios de alta bordo e de quaesquer tonella- das que entrassem na barra : em suma h leis de certas Assembleas Provinciaes, qii parecem as ordens de Sancho Pansa na liba dos Lagartos ou baldas assacadas a Frades Bernardos. E o Jury A' excepcao das ca- pitaes d'algumas Provincias ludo o mais be crassa ignorancia he miseria das miserias. Onde estao pois essas capacidades dissemina- das por lodas as Provincias do Norte ? Cada huma das nossas Provincias conside- rada em sua extengao bem pode ser hiim grande Estado: mas quando ? Tal futuro est to remolo que se perde na noile dos lempos : o que ser o Rrasil d'aqui a mil an- uos s a Dos pertence. Por ora e por se- culos elle s podar prosperar conservando-so" inleirigo, c sob o Rgimen Monarchico Cons- titucional Representativo. Muito dianteiras a nos estavo as colonias Hespanholas, quando tractro de sacodir o jugo da mi patria e constituir-se em Esta- dos independentes : mas como nao tiverao a fortuna de possuir hum Principe, a quem a- damassem seu Chele; como sallando por hbitos inveterados proscrevro a Monarchia e re- talhrao-se em Repblicas h que annos se debalem no pelago das revolugoes, a que es- tado de pobreza e atrazamento se achao re- duzidas! Pior seria sem duvida a nossa sor- te s se prevalecesse a desgracada ideia de se- parucAo de Provincias. Em nosso entender se tal aconteCesse, quod Deus avertat hos ainda perdera- mos mais do que o Rio de Janeiro. Esta Provincia pela sua posiefio por seu vastissi- mo porto por seu estado de adiantamento , e regularidad^ de suas eslagoes sempre ser rica prospera, e poderosa. He huma toa- dilba miseravel a d^aquelles que clam3o con- tra a Capital do Imperio dizendo que est devora as rendas /las Provincias. A' excep- cao da dotagao de S. M. o I., e da Imperial Familia, huma grande parte dos rendimen- los das Provincias sao consumidos por empre- gados geraes dentro das mesnias Provincias. Sao por tanta infundamentadas essas e o- tras queixas lilbas d'hm mal entendido ciume, ou do espirito epnbliqueiro que quer forga macaquear democracias no Rra- sil destituido dos precisos elementos para tal forma de Governo. Se se chegasse a effeiluar cssa separagao do Norte to ancosamente desejada do Sr. Republico qual seria a Ca- pital desses novosEstados ? A Parahiba < por ex. tendo testa o seu Campio, isto he ; o Sr. Rorges sujeitar-se-ia a receber a lei de Pernambuco ? E caso se cruzasse a isso pela dura uecessidade Uo gritara logo, que por c se lhe devoravo todas as suas rendas ? Nao apparecerio Abelhas e Republicos gri- tando contra o despotismo, e Oligarchia de Pernambuco, &c. las gritario contra as Cidades, os termos contra as Comarcas; cada huma tractarirt de assuniira sua soberana cmo j fez outr'ora a Villa de Quexaramobim ; e o que seria das miseras Provincias do Norte se o Sr. Repu- blico Abelha Rorges da Fonceca nao as qui- zesse ou nao as podesse salvar decidindo d nossa sorte., como j huma vez honrada- mente pratcou salvando todo o Rrasil na Capital do Imperio ? Nos muito confiamos nos talentos, no denodo e nos prestigios do honravel contemjioraneo ; mas sua mer- c pode faltar-nos, e at os povos podem nao estar pelas suas cantadas ; e ludo ir pela a- goa a baxo. Finalmente se gementes sob o pezo de im- postas se o novo Cdigo do Proccsso he lo mo como o apregoa o Sr. Republico a pon- to de dizer, que todos temos direo delta resistir; de quem he a culpa? lie sun duvi- da dos nonos Representantes. E separado o Norte do Sul, os Iiomens mudarn de naturo- za, e carcter ? Far-se-ho boas eleicocs sem intrigas, sem o predominio do soberano ccete ? Os Deputados novos tero a precisa sabedoria ; serfto desinteressados justos e todos verdadeiros patriotas ? O mesmo Snr. Rorges, que responda a estes quesitos. Con- eluamos que apezar dos sinceros votos, que alguem dirige ao Grande Factor do Universo para que chege o dia da desmcmbrac&o do Imperio ; nos envidremos os ltimos esfor- gos por sustentar a sua Inlegridade por manlermos indiviso e glorioso o Throno Constitucional do Snr. D. Pedro 2.; e farc- inos incansavel ppdsigo aos demagogos e republiqeirs. , P- P- PUBLICA^ES A* PEDIDO. Tcnd esta presidencia endeferido o reque- rimento de Antonio Jos de Magalhaes Raslos, em que pretenda que se lhe confertsse ti- tulo de aforamento dos terrenos de mannhas junto ao arco de Santo Antonio e da parto do Norte da Ponte do Recite em consequen- ciadtserem julgados os ditos terrenos como necessarios para logradouros pblicos ; assim o participo a vossns meits para seo conheci- mento e direegao e aiim de (pie nao consin- ti edificar nos mencionados terrenos. Dos Guarde a vossas morete: Palacio do Gover- no de Pernambuco sete de Dezembro de mil oilo ceios e (piarenta. Francisco do Reg Barros.Senhor Presidente c Venadores da Cmara Municipal desta ciddde. Aula particular do Padre Jds Joaquim da Silva Guerreiro. Lista dOS esldntes examinados epler mente approvados n'acadcmia de Olinda1 desde 1850 at Novembr de 1841. LATIM. Os Srs. Doutores : Agoslinho da Silva Neves p. Alvaro Rarbalbo Ucha Cavalcante p. Irrael Rodrigues Barcellos p. Antonio da Silva Neves ; p. Francisco Rodrigues Selte p. Manoel Joaqim deTMendonga p. " Os Srs.: Luiz Ciraco da Silva p. Manoel Cerillo Vanderley p. Joo Manoel de Barres p. Antonio Machado p. Maximiano Machado p. Mamede Simoes da Silva p. Lourengo Acciolle Vanderley Francisco de Miranda Seve , Jos Mamede Alexandre Ferreira p.J Joo Francisco DUarte p. Caetano Xavier Pereira de Rnto p. FRANCEZ. Os Srs. Doutores: Alvaro Rarbalbo Oclia Cavalcante p, Manoel Jorquim de MendonQa p. Francisco Rodrigues Selte P- Os Srs.: Manoel Simoes d Silva p. Cipriano Fenel Alcanforado p. Caetano Xavier Pereira de Rnto p. Feliciano Rodrigues da Silva p. Manoel de Souza Braga p. Gandido Martinz da Silva p. Jos Felippe da SiWa p. LOftlCA. Os Srs. Doutores : Agostinho da Silva Neves p. Alvaro Rarbalbo Ucha Cavalcante p. Manoel .loaquim de Mendonca p. Francisco Rodrigaes Selle p. Os Srs : Caetano Xavier Pereira de Rrito p. Feliciano Rodrigues da SHva p. Antonio Joaquim Ruarque p. Cipriano Fenelon Alcanforado p. KHETOIHi:\. O Sr. Doutor: Agostinho da Silva Neves p.- NOTICIAS ESTRANGEIRAS. PKOVINCI.VS. Odemira 25 d'Agosto de 18A1. Consta por vas fidedignas, que logo depos da aprehenso do intitulado brigadeiro AlVa- lede tractarao os diversos bandos de guerrilbas rebeldes de eleger Commandante interino para dirigir as sas operacru's e ento appa- reeerao dons perti'iidentes os intitulados Major Damiao e Tenente Coronel Casimiro Moreira ; ambos tivero o seu partido ; mas o primeiro mais snipatbias e COnseguintO- menie dodarou-se Commandante das fbrcaa realistas emoperaofies ; o segundo resistin o -rJ essa deliberacSo cm os fundamentos de ser inaior patente mais antigo militar de pro- lissiio : o cas que no dia 17 do correte passou o tal Damio, acompanhado de 7 guer- rilhas de cavallo pela Talhinha na direegao do Fmbarradouro t encontrando o Casimiro n dia 18 que estava de quartel em casa do la- brador das Montinlias o fez fuzilar 00 passos desta habitaga ordenou a lvra- dor que desse parte a respectivo parocho ( da freguezia de Sabo deste Conslh ) pira que o encommendasse e fizesse enterrar em sagrado ; o que se ve'rifiriou no dia 10 n co- miterio da Aldcia de Saboift. Este desgrana- do expirou eom a morte violenta os muilos orimes que havia commctlido ; ainda ha pouco temiw tinha mandado enfrcar dous iavradores mas morreu s mas de outro monstro assassino cm elle ! ( Rev. de Set. ) MADRID 2 DE Ol'TUBKO. Em um peridico de Sevilh se le o se^- jgufnte. Portugal e Marrocos. Um Enviado mar- roquino personagem de importancia, acom- panhado d'um sequil numeroso desembar- oou em Lisboa; O Gsverno portuguez reee- beu com muita considerado estes Delegados do scu liel alliado o Imperador de Marrocos , e Ibes destinou alojamenl onde viviao co- mo Principes custa d Thesouro de Portu- gal. O pblico e a imprensa oeeuparao-se muitocom estes peregrinos brancos que as- sim os appellidavo por o seu traje. At a- qui ludo ia bem, e pareca que a missao mar- roquina tinha por objecto principal agradar s damas de Lisboa e dizi-se que desempe- nhava muito bem esta clss". de negociges. Perm bem de pressa os peridicos da opposi- cao annunciro ao pblico que tambem se tractava d'outra edusa a saber de certs tributos que Imperador de Marrocos perten- de ter direilo a recebor do [K)bre Portugal. Pedia j 4:000,y000res ou urna quntia a- proximada. O Ministro da Fzenda achou inopportuna esta requisito ; discuti-se so- bre a quantia a respeit da qual evidentemen- te havia engao; Enviado irritou-se e j se observa a apparigd de pequeos navios de guerra marroquinos : ser necessario que Ministro portuguez acbe um mel de contentar a S. M: o Imperador de Marrocos, para evitar maiores desgostds. verdade que se falla em metter a pique os bergantins deste chefe de piratas; porm a marinh prtgueza acha- se em tao mau estado que com dilliculdadeo conseguir e todava seria necessario gastar dinheiro para equipar. [ El Castellano. ] (P. dos Pobres no Porto de 13 do Otubro. ) sica collegios : para os que se deslinfio ao Commercio industria agricultura admi- nistrado ; Instrucca intermedia das es- cholas primarias superiores isto geogra- phia historia da lingua e lilteratura france- za depois Chymica Physica Historia Na- tural e cm vez de grego u Ialim vivas. Ha as linguas numero de anuos que a Allemanha e (pie boje pelas,6 horas da larde lia reunio geral para elleigo de um segundo secretario, c um procurador. SU- A quem Ihe faltar urna escrava anda bucal dlrija-se aO casanga a fallar com Francisco Jnuric do Luna. tZ/" Pelo presente declajo o Coronel Jos de Barros r'alco de Laccrda e JoO de Mou- ra Bolim Acciole que no engenho Mussiib da Suissa possuem destas eschols de urna lilil- Cidadede Goianila existem enoravados dous dade taoincontestavel. Ha ja numero de an- partidos de canas que Ibes pertencein por heranc de sen t(> o Reverendo Padre Amaro eulca^aO intermedia. Eschola do Gombaux. A Universidade desde a sua creacao ha an- dado em lucta com os pais de familia Confi- ai-me Ibes diz ella vossbs iihos e os e- ducarei de modo que posso preencher no mundo qualquer honroso cargo. Mas ; di- zem os pais de familia ; aos liihos que desti- namos para o commercio para a industria , para a agricultura consums vos dez dos ma- is bellos annos da sua vida com o grego e la- tim ; tempo e sciencia perdida, do que pre- ciso de conhecimentos reaes de conheci- mentospralicos. Pois ento mandal-os s acholas primariasdonde sahem lendo qua- si bem e escrevend e contanto mal. Nao nos basta este verniz d'edueagao. Nao queremos instrucca puramente httararia porque esta instruegao so ConvCm aos qde se destiho a ser Mdicos Advagados Professres ou Lt- toratos ; nao queremos que nossos lUhos sejao rsticos grosseiros desejamos que na socie- dade sejao Contados por alguma Colisa ; por isso queremos que tenho urna instrcgo u- sual, positiva de que possao fazer a'pplica- cs proporcao que se adientarcm na vida activa : ora jnstmente este genero d'ins- truegao que lhe recusis. Longo tempo nao responde a Universida- de a estas reclamagoes justas mas cada dia se tornro mais graves mais enrgicas e d Universidade cedeu uthoriso por lei da Instrucca Primaria que se abrissem esta- bclecimentos destinados receber aqelle im- menso numero d'alumnos para os quaes os pais de familia reclamavo, havia muitos u- nos os beneficios d'uma educagao que fos- se mais completa mais elevada que a edu- cagao primaria ? e que nao fosse ao mesmo lempo educagao Classica. Hoj, gracas a nova organisacSo da Ins- Ifuceio ha na Franca duas maneiras dis- tuictas destudar. Para os que seus pais des- linao as pruhssoos literarias instruc^fio cas- nos que na Pnissia na Aost/ia na. Iivic- va no Ducado de Badn no reino de Wur- temberg no Cntao de Berne no de Znri- ch se acbo a par das eschols de ensino classico o ensino usual; a par das eschols Latinas, as eschols lleaes( Realschulcn , Realsinstitute ). A Franca nao poda ffcar fra deste movmento ntellectual, e quin- de a Alcmanha tao amante da antiguidade , to eminentemente classica e latina sintia i neeessidade de modificar o seu systenia de e- ducaco, a Francia ne seio da qual a rerolu- (;ao formara una sociedade toda commcrcial , toda industriosa nao podia icar immovel exclusivamente no seu systema d'esludos , para assim dizer tyrannicamenle lilterarios. Hoje tambem nos temos eschols su[)eiioies , que podem emparelhr com as eschols Rees d'Alemanha c Suissa , mas infelizmente sao em pequeo numero. Porque nao faz o Go- vern esforc,os para as multiplicar ? O ensino Usual ja nao s theorico. Tem havido tenta- tivas tem-se oblido resultados ; resultados taes que nao deixo duvid e (pie obdgfio , ainda que custe a admirar os recursos im- menss que offerecem mocidade os estab^- lecimentos de instrucca usual, (lomo as rea- lidades da prctica bo jslilicado tao feliz- mente s esperanzas da theoria ponpie se nao ha de mimar a creario de eschols su- periores as principaes cidades ou com sub- sidios pecuniarios ou com incitamentos p- blicos que partindo do seio da I 'niversidade , tero por isso mais poderosas inliuencia ! Nao preciso crear o modelo destas escho- ls. A eschola Gobaux da qual oConselho Municipal de Pariz segu com tanto inbresse os passos progressivos poderia servir de ty- po. A oscilla da Re Blanehe, croada por o modlo das d'Aleinanha que M. Gobaux vio de perto nada deixa que desejar. Ufferece urna vantagem que se nao encontra em al- guma das eschols Almdes : aclia-se nella o ensino repartido de modo que sendo os a- himnos obrigados a deixar a eschola antes de completar os estdos levo comsigo urna sonima de conhecimentos que por modesta que seja frnia um todo ; est vantagem immensa para as familias. Assim, tendo passado dous nnos na escliola Gobaux bao alumno adquirido conhecimen- tos que o habiiito para ser empregado util- mente em escritorio. Aos quatro temtodos os conliecimentos para entrar na Eschola Ceutrar, de S. Cyr Marinha e das Matas. No lim de S pode apresentar-se na Eschola Polyte- chnica e continuando o sexto sabe da es- chola sabendo dus linguas vivas ( Inglez e Hespanhol, ou Alcmao e Italiano ) tendo estudado em mathematica at calculo infini- tesimal e sabendo a fundo a chimica pliy- sica, a historia natural a technlogia de- senlio linear consti'ucgao de machinas ; sa- bendo mais a geographia historia e da iingoae Litteratura friinceza qunto se ensind nos collegios. Nao c marvilhosa esta gradagao ? E se em cada departamento houvesse urna eschola por este modelo cheia boje de. alumnos, que pertencem a familias honradamente oceupa- das na industria, commercio, agricultura, e a outras nao seria una innovacao que em poucos anuos produziria magnilicos resulla- dos ? Haja pois pressa para que se nao diga que na grande qesto da Instiuecao publiqa Franca vai sempre atrs da Europa. E. M. ( C. F. de o de Setembro.) (Do P. dos Pobres no P. ) Felippe Cavalcanti : e como possa acontecer que o actual proprietrid do sobredito onge- nlio,o quira vendar avsao por isso a quem (uer que seja o comprador que 0 referido engenho passar com todos os seos encargos com he de lei. r Alnga-se para passar reata um sobra- do com leja em 01 inda na ra de S. Bento , com agrave! vista pai'a o mar e muito fresco por proco commodo : a tratar na ra velha da boavistM. sobrado, I). 33 com o Tcnen- te Coronel Jos da Cimba Moraes Alvos. s^r- Anda.em praca doJuiz da 3. vara do Civil por venda o sobrado de dous andaros na quina da ra do codorns, avahado em frOOG COILEGIO PERNAMBUCANO. ATTER0 DA BOA-VISTA, N." f>. GALERA de dezenho. Achando-se expostos ao publico os traba- dlos de Dezenho dos alumnos do Collegio l'or- nambucano formando nina galera do .' quadros, qiie podem ser visitados por todos os cftefes de familia e senhoras que os quei- ramvr de dia a qualquer hora e de noi- te at as nove horas. A exposiao fecha-so segunda fcira, 20 do corren le. AVIZOS DIVERSOS. \ZT 0 1. Societario da Sociedade Thoalral Hecrcio e InsCruego, avisa aos Srs, Bocios por execuco de Joaquina Mara Pendra \ au- na contras s proprietarias Mara Francisca Benedicta Torres, c Tbeodora Qenoveva de Vasconcellos feujo sobradp se aCha hypothe- cado e nao cheg o valor para remir a hvpo- theca. VST Desaparece da ponto do Recifo urna grado de marquo/a empalhada que a condu/ia un pretopar Corpo Santo : quem dola li- ver noticia ou seja ofterecida a algum marci- neiro queir ter a bondade de leral-a a ra doQueimado D. 11 qu.e se gratificar com generosidade. O Cirdrgifi Lino da Ponha de Franca, mudou sua residencia para a ra Diroita so- brado de um andar D. 10 por cima da pade- ria do Sr. Policiano Lourenco da Silva. Cj" A pessoa que annunciou precisar da Comedia intitulada o Filio Natural- son- do que ainda procize podo dirigir-se a ra do Queimado D. 11 que achara com quem tratar. ^3" A vista do que disple a Ordonago do L. i. TU. 0 1. desde, j protesta o abaixo assignado contra quem por direilo lhe de- ver pagar todas as perdas e damnos por cau/.a de se lhe nao cumprir o arrendamento que por tempo certo lhe tez do seu sitio do Arraial Joilnna Joaquina do Nascimento , Vi uva do linado Manoel do Carmo da Cunha ; porque este contracto de qualidade que pas- sa para os herdeiros e por isso queo abai- xo assignado vista do que dispe a Ordena- do do L. 1. Tt. 88 20 fez em dito sitio benifeitorias, na certeza de se lhe cumprir aqelle tempo ; porque a Lei do Imperio per- miti o dispor cada um do que seii como quiser, e bem lhe parecer; poreni salva o prejuizode 5., e ueste caso tem logar aquel- le protesto que o abaixo assignado faz em tempo. Domingos Alvcs Barboza. !Hr* O abaixo assignado na qualidade de Procurador bastante de seu Cunhado Joaquim Joze Forreira da Penha herdoiro da demen- te Roza de Souza de Jezus Viuva do falles- cido Antonio Lopes Xves, ratifica os an- nuncios sahidos nos Diarios de 26 de Feverei- ro e 19 de Maio deste corren te anno de 1811 , feitos pelos herdeiros da mesma Viuva de- mente. O mesmo abaixo assignado vendo diversos annuncios que tem sabido por esta folha em nome da dita viuva deirtbnte em (pie diz dever a seu sobrinho Joao Antonio Lopes Xaves cuidiado de Joaquim Candido Ferreir, aguarda-so para o foro competen- te e nada diz pelo Diario por nao ser lugar competente. Pedro Ignacio Baptista. C7- Um herdeiro da Senliora Boza do Sou- za de Jezus Viuv de Antonio Lopes Xaves , vendo os ai i nuncios que em nome desta Se- nliora tem sahido em diversas vezes pelo Dia- rio em que diz dever a seu sobrinho Joo An- tonio Lo|>es Xaves ( cunhado de Joaquim Can- dido Ferrcira); o aun inician le declara que os annuncios nao sao feitos por ella por es- tar demente ; e por isso som saber de taes annuncios (pie se tem feito em seu nome ; o anniniciante declara que a mesma Se- nliora nada deve do dito Lopes Xaves co- mo se provar no lugar competente o con- trario : em quanto a questao de estar a dita Senhora demente esta agita-se pelo Juizo do Civel da 1. Vara Escrivao Ciraco. B2J" 0 abaixo assignado parlecipa aos Srs., que devem a paderia d'uma s porta no pa- leo da Santa Cruz nao paguein nada a An- tonio Goncalvea Cosa ; |K)is que nao tem in- ferencia ulg una desde o dia 10 do corren te Dezembro ; e toda c qual;uerjlivda jvrten- ce a dita padeiria ; s.podc recebar o abuixo assignado ou Joao Antonio Miguis, quo para isso osla autboiizado j >: a inoviia padei- ria contina a fabricar pao e! toda a quali- dade de torradas de muito Ima l'aiinha o depozito de calT moido, de 8 libias para cima. Manel Ignacio da Silva Teixeira. IZT Carlas de Podras do Fogo, de 10,' e 12 de Dezembro corren te partecipa-uos, que da ca/.a de um senhor de engenho, prximo a referida Povoacao partir para esta Cidade dois assssinos para fazer Crla empreza : |>or isso fique a pessoa a quem uesta praca veio tal negocio recommendan- do, que se vai procurar exactas informacoes, para recorrer-se a authoridade lioliciaL i_/" Quem quiser comprar urna meza re- donda de Jacaranda do rneio de sala e no-? va : dirija-so a esta Typographia, que se di- r qiicni a vende. tST4 Aliiga-se urna ptima o grande loja com una grande salla e dois quartos sita D patio de S. Pedro, quina da ra do Fogo : quem a pretender, dirija-se ao sitio do Pom- bal a tratar com sua dona. No di 12 do corrente, desaparece da porta dos armasens.de-carne na ra da praia um cvallo preto vermelhado, peque- o, com cauda, o topete aparado, com can-? gullia e cambilos : quem o achou leve-o ao sitio caiiibiiinbe no engenho Cordeiro quo ser recompensado o annuncie por este Diario. E5" Quem quiser comprar um terreno no Carmo velho, com 32 palmos de frente 2l)) de fundo, com frente para duas ras , por coiimodo proco ; dirija-se a Gamboa do Carmo D. 3. zlj- Em casa de M.m Thoard, ra Nova D.' 10, sq acha um completo sortimenlo de cha- pos de Senhoras de seda e de palha muito ri- cos dos padroesnovos e presos commodos, de palha enfeitados 40000 rs.: tambom tem outras muitas cousas ehegadas proxima- inoinente de Franc.a. . =s Vende-se ;> casa terrea D. 3 no> pateo da Ribeira, tem largurae fundo para Solevantar um sobrado e est entre dous oilcs do so- brados ; quem porleuder falle ao Sobral Nas- cimento eu na venda da ra da roda D. 8 pa- ra o ajuste. Das-se 3o# reis a juros sobre penho- res deouro, ou prat nest; Typogfia se- dir* . Das-se.800,f rs. apremio, na ruado Fagundes t). 4. A pessoa que perdeu duas chaves na ra d Cadeido bairro de Santo Antonio diri- ja-so a caza de Jos Narciso Camello, quo dando os signaos lhe sera entregues. -y- Precisa-sB alugar urna prota para todo o servico : a tratar ii>. ra do Rozrio larga , D. i. O oflicial de farmacia que no Diario de 9 do corrente annunciou querer empregar-se , dirija-se a ra nova D. 22, do rneio dia a- t as duas horas. = Quem quizer comprar dois escravos > um bom capateiro queja teve lojeaborta o outro com principio de cosinheiro, mogo o bem robusto : dirija-se a ru da Moeda do> Beeife n. 2(58', a fallar com Gongalo Jozo da Silva. = Acha-sc nesta Cidade dous Mostrcs Pe- dreiros que sabera estocar sallas com toda a perfeigao e tambem envertom frentes ,. com suas semalhas ricas e na mesma fren- te abre-se os ornatos ; quem do seo prestima se (|uizer utilizar drija-se a beco da Lin- gucta D. 2. = De Bordo do Brigue Jano dezapareceo a.' noite passado um escravo marinheirq de nomo Francisco idade pouco mis ou menos de 18,' a 20 annos estatura regular, bem parecido,' levou nalga de brim e carniza de bae(a; quem. 0 pegar leve-o a bordo do mesmo Brigue, ou a ra da Cadeia D. 21 que ser beni gratificado. = Quem precizar de um rapaz Portuguez r de idade de 18anuos, pracaxcirode loja do fzenda para escripia ou mesmo para ven- da do que tem bastante pratica ; annuncie , ou dirija-se ru do Rozario cstreita, D. 25. =d pezapareceo da casa de Francisco Dias de Araujo morador na Guarita, um seo es- cravo de nome Luis cabra estatura ordina- ria, ps apalhetados, cara redonda repre- zenta ter 25 anuos de idade; quem do mesmo 1 i ver not icias ; ou aprehender leve-o a ra da Cadeia em S. Antonio ; entregar a Mano-, el Joaquim Gomes, que ser generozamen- te recompengado. = Acha-se na ra do Collegio, n. 8, urna caria viuda de Lisboa, para os fillios de fran- cisco Brauco, e Bertholdo Braneo. Si****** A stw i tST O Mnele tia I. parte da 6.' da Matriz ?tabn vista de n. 3854 pertence ao Sr. Pe- dro Henrique Holtermun de Maroim. tsr O dono da fabrica franceza de ckaru- tosavisa ao irsjieiiavel.publico e particular- mente aos Sis. boticarios que pela Galera franceza Casimir Delavigne que recebeo! nina porgao de acido inuriutico o qual elle vende por. prego commodo, a quem convier lirija-se-a dita fabrica. xv- Alug-se o segtTiulo andar da casa da ra noval). IOcoii commodo para urna fa- milia : a tratar na ra du cadia velha loja por baixo da residencia do Corretor Oliveira. jjy (uem precisar de um homeni capaz para qualquer escriplorio tanto no com- mercio como de qualquer advogado ou af- fum cartorio tem pratica tanto .do com- mereio como judicial quem diga bem de sua onducla 5 quem o pretender annuncie. 2y Precisa-sede urna para casa de um hoinaiu solteiro s se exige que saiba cozi- uhar : na ra du Madre de Deof por cima do alfaiate Lima. tstf- Quem precisar de urna ama de. leile Jorra drija-se a lora de portas n. 202. rjr" Aluga-se urna casa de um andar com um grande solio com janelas para a *ua, com commodos para grande familia no bairro da }>oa vista na ra formosa 5 quem a pretender dirija-se ao altei 10 da boa vista D. 10. 141" Quem precisar de um portuguez para ffejtor de sitio dirija-se as 5 poutas sobrado D. 51. sar" Aluga-sc urna casa nova rom exceden- tes commodos e com um pequeo sitio ,*- I.re o chora menino e estancia : a tratar no sitio da eapeliuha do mondega. s^* Arrenda-so um grande armazem, que admitte grandes padarias ou outros quaes- quer estabelecimentos e tem porto de em- barque : trata-se na ra da (doria sobrado 1). 3o. , ssy Desaparecoslo bigardo S. Amaro, do quintal da casa da estrada de Luiz do Reg .lurdo ao sitio do Sr. Veigas para o amanhe- oer dodia ludo rorrente, um cavado russo ruzilho quasi cor de chumbo com este ferro acm* sobre a perna direita he cavalho do meio bom andador ; quem dele souber ou > achar parlecipe ao dito sitio, ou a Auto- ido Jos Gomes do Crrelo que era recom- pensado. qualidades, chitas largas! mente-do Rio de Janeiro e arroz de casca , tudo por prego commoih gangas azues, riscados para calcas, duraques. | pital do Paraso l). 21. brincos de c estreitas varias chitas Hos- , I tudo por preco commodo : no pateo do com todos 11 vestidos brancos e de cores bordo-1 *r Un cavado grande alazo I os andares : na ra po Queimado Ihlj Trocarse una negra da costa de idade boa lavadeira e quitandeira dos e estampados, -chales bordados brancos chalv e etc. andar da asa defronte da do fallecido Sfii-. Thomaz Linsna ra neva. W Quefezem Kalkmann & Rosemnuad, por nlervengo do Corretor Oliveira Quarta feira lo dodocorrene as 10 horas da manh, no seu armazem da ra da Cruz das seguin- tej fazendas e -miudezus, a saber : fitas de seda lavradas eomlislras domadas dita de setimede retro/., peanas para eserever,-mel- ase luvas de algodo, bicos mui linos, sus- pensorios de burracha ordinarios c linos col- xetes inarroquins de cores bezerros fran- ceses botos de osso polidos brincos c ro- zelas envernisadas espoletas, thesonras , llores artiliciaes e outras militas miiidezas franeczase hamburguezas chegadas nos lti- mos navios $zr- One fez Victorino Augusto Borges por con la e risco de quem pretencor, de urna por- cao de carne do serto om eaixotada Quinta feira as "10 horas da jiianha no armazem de Antonio Joaquim Pereira junto a escadinha dara IX 'i 0. da alfandega. COMPRAS AVISOS MARTIMOS C7- lima morada de casa terrea em qual- quer dos 5 bairros que nao exceda de 1:500 na ra larga do Rozario loja de iliudezas D 7 se dir. VENDAS. Para o Porto segu viagem com milita bre- vidadeo bemconhecidoBergantim Portuguez FlordeBeiris, Capilo Jos Thomaz de Lima; quem.quiser carregar ou ir de passagem para quiftem excellentes commodos, dirija-se ao Capitao 011 a'ManoeJ Francisco Pontos. Para Maranhyo' .sabe com toda a brevida- f o Patacho Brasileire S. Joao Capilo e pralico Felippe Rodrigues dos Santos Moura , por ter parte de sua carga prompta: quem quiser carregar ou ir de passagem dirija-se a F. M. Rodrigues & Irmos na ira do Trapi- che n. 12. Para o Ro Grande segu com urevidade o Brigoe Jano por ter a maior parte da carga 'prompta ; quera quiser carregar ou ir de pas- sygpm para o que tem "bous commodos, di- rija-se aos consignatarios A morim Irmos ou .ni Capitao a bordo. Para MtRvxHvo'em poneos dias o b:>m co- t herido Brigue Escuna Laura, Capitao Fran- cisco Bernardo de Malos ; quem quiser carre- jar ou ir de passagem dirija-se a F. M. Rodri- gues fi Irmos na ra do trapiche 11. 12. Pah o Ro de IHEIBO segu com toda bre- vulade o Pataxo Nacional Josephina Capilo Francisco Jos Ribciro 5 quem quiser carregar ti h*de passagem dirija-se a Gaudino Agos- tfinho de Barros alraz do Corpo Sudo D. 67. L E I L O E N S . S5T Que faz Manocl Joaquim Pedro da Costa por con la dos Srs Antonio Teixeira Gui- mares c Kerreira Si Machado de urna por- cao de toucinho ; Terca feira L~> do corren te , no armazem do Braguez na Conccico. trsr Lellioqne fazem Gaskell Johnson & Ojnipanhia Terca feira 14 do correle, as 10 horas da manh no caes da nlfandega de :00 gigos du batataschegados ltimamente de Liverpool. ' Ky- Que faz o Corretor Oliveira Torga l'ira 14 do corrodo aa 10 horas da manh, i i . andar da casa de sua residencia, de "uiilas fazendas IVigiezes,' Francczas, e Suis- -)is. as quaes se veodero para rexarcontas, r>;iorissosem limites, e coiishIcbi as mea- 'ias em vellidos proprios para a quaresroa , uta* de muila* qualidades. (uvas de pu!ica , r-avata* do setim '.' orucec e coraces d>> ouro, ;'feea airelas i dilo para guardajiacional. tsr "Ricos chales de seda franceza por preco commodo : na ra do Queimado D. 1 vindo da ra do Crespo primeira loja de Fran- cisco Jos Teixeira Raslos & Companhia. ssr- Bichas de boa qalidade de preco de 160, 210, c 520: na ra Direita D. 12. iSF- 19 travs de qalidade de camagari de mais de 5o palmos e de palmo em quadro : tratar na ra da praia com o Cardial. SS7" Lna .portada completa duas hom- brunas de rasgo 2 poiloris de janelas urna sacada de 10 palmos tudo de cantara de Lis- boa ; na casa da quina defronte do trapiche novo. vr L'm cvalo com todos os-andares, muilo mango e em Loas carnes : a fallar com o Lima no forte do mal tos. yy m nioleqne de bonita figura de na- co angola, de idade de 16 annos : no atierro da Boa vista venda de Manocl Francisco La- goa. sir Dous predios na ra de S. Amaro em fura de portas a saber um terreno do lado da mar pequea, e o segundo passando o so- brado do Barboza o (pial est atlerrado com alicorees promptos e os muros da frenta e lados levantados assim como tatnbem tem dentro porcao de lijlos e uns lelheiros que ja esto rendendo, e um sobrado do lado oposto onde tem padaria : a tratar na ra do Vigario D. 16. s^r Na ra do Vigario D. 16, anda tem um.reslo de perfumaras inglezas de R. Hen- dria inclusive vidros da verdadeirn essencia de roza ricas escovas bandejas de charo, aparelhos de porcelana penles de tartaruga superior vinfao de champagnhe que se vende agora mais em conta parr liquidago por sor flm de anno. ISi- Lina negra creonla de idade de 2o an- nos perfeita cgommadeira e cozinheira , ao comprador se dir o motivo : na ra Direi- ta no segundo andar do sobrado D. 55. H5~ Vinhos linos da madeira secco, e mal- vasia e de Bucellas de 1854 engarrafado, em duzias \ iuho de champagnhe de superior qalidade : na ra do Vigario n. 16. j^T Carrinhos inglezcs de patente da me- llior construeco de 2 e de 4 rodas para um ou dous cavados com cole.la e sem ella , e com todos os arrcios lampios e completos a prego de SoOjOOO at 1:200,>000: cin casa de Me. CalmonUx Companhia na ra da ca- dia do Recife. S2J" CangrOes e canecos sortidos de louca lina chegados ltimamente de Inglaterra, com o retalo de S. M. o Imperador, mili bem foilas ,e por preco commodo 5 na na da ca- ricia do Recife venda I). 62. tST Chales de seda de gosto moderno e l- timamente chegados : na loja de Carioca & Sctte na roa do Queimado. tS9" Sacas com eijao cbagadM pioxjma xy Superiores cordas de tripa chegadas r.oximameHte, para violo e rebeca: na praga da Independencia loja n. 2. E3" 72'eaixas vasias para socar assucar tm feitas-, ede boas madeiras, cada urna por 6f400 ,.e todas por junto a OOO : na ra da praia serrara do Cardial. ar- L'ma rica flauta de bano cem 8 cha- ves de prata por menos de sou valor ; na ra nova loja de Joo Mendibour D. 11. szr A casa terrea D. 8 no pateo da ribeira tem largura e fundo para se, levantar um so- brado cesta entre dous.oites de sobrados: a tratar na ruada roda D- 8. i^r Bichas mnitas grandes chegadas lti- mamente de Hamburgo, por prego commodo: na ra dacruz D. 18. SSF l'm sitio muito grande todo coberto de arvoredosquedo fructo ccom bastantes coqueiros na estrada do pombal 5 a tratar na praga da boa vista botica D. 5 ou na ra da roda I). 8. C7- L'ma molala de idade de 26 annos, boa engommadeira e costureira cozinha e faz llo- cos corta e faz caigas e toda a mais Costura: na ra da cadeia do Recife D. 12. Sj- Dichas chegadas agora do Porto de 120 a 480 cada urna, e o canto a 8 9 000 : no at- tarro da boa vista na primeira venda ao pe da ponte. ST5- Aparelhos de porcelana para meza , copos para agoa e para vinho charutos ver- dadeiroda lnvana, da Babia e Manilha cho- colate muito lino tudo por prego commodo; na ra da cadeia velha T). 17 no .primeiro an- dar casa de A. Hosch. tsj- Borsoguins gaspiados para senbora a 5*800 caixinhasde tinta para marcar roupa, superior agoa de colonia em frascos grandas e pequeos boncls para criangas rap rolo Hamburguez em garrafas grandes e peque- as e um banco de amarlo proprio para carpina : na ra da cadeia n 7. tST ptimas bichas e charutos de todas as qualidades : na ra do Cabug loja do Sur. Bandeira, tST" Um terreno com 60 palmos de frente e 260 de fundo atterrado e prompto com caes de pedra e cal senaria e casa para ferramenta ; a tratar na caixeiro c guardar ra da praia serrara de Joo Antonio Baplis- ta Muniz. lr L'ma casa principiada e se acha na al- tura de respaldo colocada no bairro da boa vista por'prego commodo tam somenle se recebe metade a vista c o restante a presla- ges com o melbor commodo do comprador , que. a vista se dir : a tratar na ra nova loja de trastes D. 54. l^- Quiihenlas varas de panno de algodo da trra a 210 a vara e pegas de algodozi- nho com deleito a 2*000: na praciuha do I.mmenlo ir 29-. iur Um jogo de bancas de angico em bom estado 6 cadeiras americanas com assenlo de palhinha quasi novas : no beco da pol venda da quina. i^r Azeite doce a 4*800 a caada c a gar- rafa a 64o dito de carrapalo a 2*720 a ca- ada, barricas com bolaxinha ingleza a 5*840 manteiga de porto em barris a 260 a libra e 52o sevadinha a 160, gag a520 larinhu de. maranhoa 120, passas novas a 200 a li- bra spermacele a 800 : toucinho de Santos a 200 a libra em arroba a 5*000 niarme- lada muilo nova paios pesuntos, lingo- ssis e azeitonas novas : na ra nova venda D.55. %ZT Bolaxa a 2.v000 a arroba : no atterro da boa vista padaria I). 50 de Francisco Gon- salves Rogo. ZZj~ L'ma canoa aborta grande em bom uzo : a tratar com Gcraldo Antonio da Roza , na passagem da Magdalena. !-? I na esrrava de nacao com todas as babel idades precisas para nina casa: na ra de S. Bom Jess das cranlas sobrado de 2 an- dares I). 10. X3t (.omos de cabra curtidos, um barril de mel de abelha cera de carnauba peixe soco chegado prximamente do Ass dilo salpreso em barris e a rcfallio: no forte do malos venda de Ale\andie .luso Lopes. trabalho e deito-se por prego commodo na praga da boa vista botica D. 16. XZ&- 4 escravasde nago de idade de 11 a 22 anuos, sendo urna perfeita engomadera , cozinheira e lavadeira um bonito mole- que de idade de 2o anuos mestre barbeiro e sangrador um pardo meia oficial de carpina o escravos para lodo o servido um dito bom car.oero e um molc(|uinho de dade de 8 annos : na ra de agoas verdes D. 58. i_y Chapeos de inassa francezes do ultimo gosto panno fino encarnado proprio para, opas e vivos de fardas cambraias admasea- das, bretanha de 6 varas muito finas de Urdi, e chales de toquim da india muito linos : na ra do cabug D. 7. ESCRAVOS FGIDOS. \y Dezapareceu no da 28 de Novembro passado um negro de nome Domingos naci angolla tem os seguirites signaos : oficial de calafate mal encarado com um grande ta- lho sobre um olho d'uma entilada que levou, bastante gresso do corjio ccostuma andar coiii duas caigas por ter os escrotos grandes e caiga e carniza de fazenda grossa , porem bra- ca ; julga-se andar trabalhando com alguina possoa que o acoita : e por isso roga-se aos capites devampo e mais pessoas do povoo aprehenderem e leval-o ao beco da Lingueta ao e Sr, Joaquim Joze Rabello que grati- ficar o trabalho. lt Dezaparoceo U da 2 d'Outubro p. p. um preto de nome Manoel. nago congo , idade 20 annos estatura regular, bonita fi- gura gordo ,f rosto redondo ollios abuga- Ihados pez pequeirtis e no direito o dedo grande redondo procedido d'ulrt panericio ; levou vestido carniza d'algodo trangado cal- gas d'eslpa das libas c bonct inglcz. Jorge nago Angolla idade 22 anuos baixo , rosto redondo, olhos grandes urna marca bordada em cada um dos bracos; auzentou-si; no da 26 de Novembro p. ; levou tam bem ca- rniza de algodo trangado, e caigas d'estpa remendada e suja. Luiz nago camundongo, idade 20 anuos alto seco, cor preta 0- Ihos alguma cousa vesgas ; levou a mesnia roupa d olro e bonet inglez ; desapareceo na no'ite do da 26 a 27 do passado : quem os aprehender leve-o caza da quina defronte do Frapixe iovo que ser gratificado. iy Desa|)receo do lugar do pogo da jia- nela no dia 24 de Abril do corrale auno , una negriiiha com os signaos seguintes ; do idade de 11 annos de nagao benguella ca- ra redonda, olhos grandes, boca e orell.as pequeas supe-se ter sido birlada e eslar vendida no mallo ; roga-se a todos os capi- tes de campo de a pegaren e levar na boa vista CAsa do Sur. Jos Antonio dos Santos e Silva que ser recompensado, na ra da S. Cruz defronte dos ltimos arcos da ribeira a negriiiha chama-se Joaquina. 517- No dia 9 do corren te desapareceo viu- do d trabalho ao meio dia um escravo de nome Caelano, porem conhecido pelo nome de P'' Monteiro, representa ter de idade 5o annos, de altura ordinaria magro sem denles .na frente da parte de cima por se terem quebra- dos de urna queda e pela parte debaxo faila alguns e falla muito mal, levou camisa c caigas de algodo trangado. sendo a camisa de mangas curtas quem o pegar, leve a sen Sr. Antonio da Silva Gu. nio morador na ra no Queimado. MONI MENT DO PORTO CONTI.NUAgAO' DAS SABIDAS DO DIA I 1. Rio de Janeiro ; BrigueBrasilero I^-o Cap* Antonio Macicl Jnior eros. carga diversos ge- KIN'TRADOS NO DIA 12. Agramar ; 11 dias Patacho Brasileo Laurentina Cap. A. G. dasNeves carga sal e pexo : a L. J. das Keves. Tena Nova; 52dias ; Escuna Ingleza Anne , Cap. E. Scage carga bacalho : a Diogo Cocksshott& Companhia Trieste 57 dias Brigue Austraco Podi, Caj). SlefTaue Glogvatz carga farinha do trigo. Cap- SAMIDOS XO MESJIO DIA Lisboa, B. Portuguez Josefina Emilia F. J. Duarle carga assucar. Porio. Barca Portugueza Tentadora Cap. L. J.de Oliveira carga assucar. | Rio G. do Sul ; 'alacho Hamburguez Mura , Cap. T. R. Divriz carga resto da que trou- \e de Hamburgo. Bicha* biwkHK d^lai sm dar y maior ULUir NA TXP. DE M.F. P F. *-lWl |
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