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Diario de Pernambuco
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Permanent Link: http://ufdc.ufl.edu/AA00011611/04373
 Material Information
Title: Diario de Pernambuco
Physical Description: Newspaper
Language: Portuguese
Publication Date: Tuesday, December 14, 1841
 Subjects
Genre: newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage: Brazil -- Pernambuco -- Recife
 Notes
Abstract: The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding: Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation: Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities: Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.
 Record Information
Source Institution: University of Florida
Holding Location: UF Latin American Collections
Rights Management: Applicable rights reserved.
Resource Identifier: aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID: AA00011611:04373

Full Text
_,_ _

Auno de 1841.
Terca Feira 14 de
v
T&do pora depende tinuemos como principiamos, e eeremo apontadoa com admiraco mire as Nacies mais
cultas. -' (Proelamaco da Assemblea Ccral do Brasil.)
PARTIDAS DOS CORREIOS TERRESTRES.
Goianna, Taraiba, Rio grande do Norte, na segunda e aexta feira.
Bonita e Garanbne, 10 e 24.
Cabo, Serinbaem, IlioFormoto, Fo-rto Cairo, Maci, e Alagoas no Io, 11, e 21.
Paje 13. Saalo Aatao, quinta (eir. Olinda todoa o dial.
DAS da semana.
43 Sg. a. Luiia. charlen: Aud. do Juit de Direito da 2. rtri.
44 Tere. a. Angello Bel, Aud. do Jai* de Dircito da 1. vara.
45 Quart. Jejom a. Eniebio. Aud. do juil de dircito da 3. rara. ,
16 Qint. a. Ananiaa, chanch. Aud. do Juii de Dircito da 2. rara.
47 sest. Jcjum a, Bartbolome. Aud. do Juik de Direito da 1. rara.
iS ssb. jcjum N. S.doO'. Re. Aud. do Jais de Direito da 3. vara.
4!) Dom. h. do drenlo, a. Fuaata,
Bczembro. Auno XVt. N. S7?.
O Diario publicase lodos os das- que no forem Santificailnv. o piero da nssignalara 'i
de tris mil reis porqiaftel pagos adiantados. Os annuncios dos asignantes san nteridoa
grada, eos dos que o* nao forem rf raiao de 80 rais por linlia. Aa reclamadles derem ser
dirigidat a rala Typogralia ra das Cruxes D. 3, ou prava da 1 dependencia Lijas de livios
Nmeros 37 e 38.
Me
CAMBIOS no da 13 de DE/.F.Mnno.
Cambio sobre Londres 3) a 29 1|2 d. p. 4U. FRATA Teoa Columnaies
u I'aria 320 re* P- franco.
i> Lisboa 80 a 8b V 100 de pr.
Oto Moeda de 6,400 V. 14,500 a 14,700
N. l'l/HIO a l.(illt)
a de 4,000 8,100 8,200
Trata Pataces 1,040 a 4,600
miuda
1,610 a 1,66
1,620 > 1,640
1.44) a 1.460
Moeda de cobre 3 por 100 de disconto.
Discon'u de billi. da Allandega 1 e J por 100
ao mez^---------------
dem de lejfs de boas firmae le a 1 e J.
Pttamrtr do da
4. as 0 horaa e
2. as 6 horas t
de 14 Dezembro.
6 m. da larde.
30 ni. da iiuiuli.i.
PHASES DA LOA NO MEZ DE DEZEMBRO.
Quart, ming. 5 -- as 9 oras e 53 m. da mnha.
La Nora a 12 a 7 oras e 11 m, da tarde.
Quart. cresa, a SO ka 0 oraa e 12 m. da tarde.
La ebeia a 27 -- lis 4 oras e 12 m. da tarde.
D1AKIO DE PEUNAMBUCO.
PERNAMB.UCO.
GOVERNO DA PROVINCIA.
EXPEDIENTE DO DI.V 9 DO CORRERTE.
Exm. e R.mo Snr. -- Tenho a honra de
partecipar V. Ex. que no dia 7 do corren te
tomei posse do cargo de presidente desta pro-
vincia, para o qual Sua Magestade o Impe-
rador houW por bem nomear-me por carta
imperial de 17 de novenibro ultimo.
Approveito a occasio para renovar a V
Ex. os meus protestos de estima e considera-
Sao.
Dos guarde a V. Ex. Palacio do governo de
Pernambuco 9 de dezembro de 1841 Exm.
eR.MO Snr. I). Joo da Puricat'Ao Marques
Perdigo bispo desta deoceze Baro da
Boa-vista.
OllicioAo comandante das armas, com-
municando-lhe que atlendundo a presidencia
ao que llie representou o soldado do extincto
quarto isquadro Manoel da Cunha Sobreira,
lbe ordena que .mande dar baixa ao mesmo
soldado.
DitoAo inspector da thesouraria da fa-
zenda Iransmittindo-lhe para sua intelli-
gencia e execuejo as segundas vias das ordena
do tribunal do thesouro publico nacional sob
os ns. 76 e 77.
PortaraAo director interino do arsenal
de guerra, ordenando-lhe que mande desar-
mar a salla do docel, e recolher os rnalos
ca caixes proprioi, que devero icar na
iiiesma salla.
Dita Nomeando para o lugar de secreta-
rio da provincia ao bacbarel formado Casi-
miro de Sena Madureira.
OfficioAo inspector da thesouraria das
rendas provinciaes communicando-lhe a
nomeayo supra.
. dem do da 10.
Oflicio Ao commandante das armas, en-
viando-jhe, em cumplimento do imperial avi-
zo de 15 de novembro ultimo urna copia do
decreto de 16 de Miembro do crrante auno ,
creando um ba-alhao provisorio de Cacadorcs
nesla provincia ,e nomeando para o comman-
dar ao tenente coronel graduado Luiz Anto-
nio Favilla a lim de que passe a organisar o
dito Batalhao empregando todos os esforgos
possiveis para q'elle seja elevado ao seo estado
completo e ao maior grao de disciplina.
DitoAo inspector da thesouraria da fa-
zenda communicando-lhe que leudo S. M.
o Imperador por decreto dlo de julho do
presente anno, nomeado a Manoel Joze Mar-
tina Hibeiro para o lugar de ajudante do
guarda mor da alfandega desla cdade,
cumpre que lhe mande dar posse do dito lu-
gar logo queseapresimte com o competente
titulo.
DitoAo mesmo communicando-lhe na
conbrmidade do precedente ollicio a nomca-
<;o feita por decreto de 17 de julho deste an-
no, de Antonio Carlos de'Phiho Borges para
o lugar de primeiro escripturario da alfande-
ga desta cidade.
DitoAo mesmo, remettendo-lhe para sua
intelligencia eexecucao na parte que lhe to-
ca difiranles exemplares dos decretos do
governo de numero 76 98, e das deeis<5es
de numero 306 olO.
Iguaes remesas forAo feitas ao presidente
ta ralacao, juizes de direito, e cmaras mu-
cipaes.
Dito \0 juiz,|e direito interino da pri-
meara var* do crime, nomeando-o para pre-
sidir as rodas da pruneia parte da sexta lote-
ra a favor das brasela Matriz da Boa-vista,
que lera principio no dia 13 do crrante, con-
forme a parlecipacao do respectiva eseri-
vo.
DitoAoesciivao ta lotera da Matriz ta
Boa-vista, communicando-lhe a nomcacao
supra.
Dito'A cmara municipal doRecife, sig-
nificando-Ihe que constando presidencia
por oflicio do inspector da thesouraria de 7
do crrante, que Antonio Jos deMagalhScs
Basto levantara una casa no terreno de Ma-
rinlia junto ao arco de S. Antonio, cujoafora-
menlo lhe (ora negado por ser necessario ao
publico o mesmo terreno e que fizera todo o
esforco para concluil-a apesar do embargo
que lhe lora posto por parte da fasenda pu-
blica ; e devendo presumir-se que esta obra
comessasse sem a hcenca e cordiaeo exigidas
pelas posturas municipaes em consequencia
do que foi racommendado pela mesma presi-
dencia em oflicio de 7 de dezembro do anno
passado dirigido a mesma cmara ; cumpre
que esta faca eflectiva peante o juiz criminal
a iufracQao de posturas em que tem incorrido
o edificante para que com a demolida) dao-
bra fique livre aquel le terreno, preciso ao a-
formozeamento da cidade dando parle do
resultado.
Dito ~ Ao inspector da thesouraria da fa-
zenda communicanilo-llic o conteudo no
precedente officio ; e Ieclarando, que reco-
mend ao procurador fiscal da mesma the-
zouraria que use dos meios permeltidos eih
taes casos contra o altentado commetlido
depois de embargada a obra ; e prosiga na ac-
c.o para que uo continuo o espolio feito a fa-
zenda publica, visto ser de marinha o ter-
reno de que se tracla.
ion do da 11.
Oflicio Ao commandante das armas, pa-
ra ordenar ao commandante da fortaleza do
Brum que consinla ao engenheiro Boule-
treau poder pintar a parede da mesma forta-
leza as marcas necessarias para se dirigir no
alinhamento da ra q' corre por detraz do ar-
senal de marinha,' segundo requesita o dito
engenheiro.
DitoAo engenheiro Boletreau, commu-
nicando-lhe a expedicefio da ordem supra.
film. Sr. ~ Acensando a recopgo dooffi-
cio, que V. S. me endcressot em data de
9 do crrante felicitando-mc por si e pela cor-
poraco militar, que commanda, por me a-
char pela segunda vez na presidencia desta
provincia, tenhode agradecer tanto a V. S.
como a dita corporaco a expresso dos seos
sen tmenlos de estima minha pessoa. De-
os guarde a V. S. Palacio do governo de
Pernambuco 11 de dezembro de 1811. Ba-
rio da Boa-vista Snr. tenente coronel com-
mandante das armas Antonio Pedro de S
Brrelo.
Dito Ao mesmo, communicando-lhe que
S. M. 0 Imperador por aviso de 4de novembro
ultimo u-m concedido ao primeiro tenente do
terceiro batalhAo de artilheria Manoel-Fer-
reira de Almeda quatro mezes de lcenctf
com vencimento do respectivo sold para
traclar de sua saude nesla provincia.
DitoAo inspector da thesouraria da fazen-
da communicando-lhe o conteudo no prece-
dente ollicio.
Dito Ao mesmo communicando-lbc que
por decreto de 16 de setembro do corren te
anno, mandn S. M. o imperador crear mu
batalhAo provisorio de cacadores nesla pro-
vincia nomeando para o commandar ao te-
nente coronel graduado Luiz Antonio Fa-
villa.
Dito Ao mesmo, remettendo-lhe una
copia das Instrnccrtes, por que se deve re-
gular o commissario fiscal do ministerio da
guerra junto a mesma thesouraria Jos de
Brito Inglez o qual far entrar em exerci-
cio logo, que se lhe aprsente com o compe-
tente titulo.
Dito ~ Ao mesmo ordenando-lhe em
consequencia do que informa em sen oflicio
de 3 l abril do crrante anno sobra o reipie-
rimento do cirurgiao de partido do hospital
regimental Manoel Bernardtno Monteiro
cirurgtes Sjudantes na forma da lei de de 26
setembro de 1839, e resoluffio de 7 de dezem-
bro de 18K), que lhe mande abonar, OS ditos
veneimentos em quanto estiver empregado no
mencionado hospilal.
Dito Ao mesmo ouviando-lhe a contada
despasa feita pelo prefeito da comarca de
Carauhims, com algumas pracas da guarda
nacional que estiverao em diligencias da po-
lica e varios ou tros objectos importando na
quantia de 152*960 reis; e ordenando-lhe
que a mande pagar estando conforme,
pessoa authorisada pelo mesmo prefeito.
Dito -Ao commandante Superior da guarda
nacional de Goianna, signilicando-lhe. que
leudo o vigario da freguesia daquella cidade
requesltado urna guardada honra do primei-
ro batalhAo da mesma guarda nacional a fin
de acompanhar a mmagem que tem deser conduzida em procisso solem-
ne as tres horas da tarde do dia 21 do corren-
te pelos seus comparochanos la Igreja do
Amparo para a da matriz d'onde fora trasla-
dada por motivo da peste de bexigas,que gras-
sava na mesma cidade, cumpre que lhe
mande prestar a referida guarda de honra.
Dito Ao Vigario da freguesia de Goian-
na, communicando-lhe a expedidlo da ordem
supra.
Agradescendo a Yin. as obzequiosas ex-
pressoes que manifcslou em seo ollicio de
lo do correte mez pelo duplo motivo da mi-
nha chegada a esta provincia e de haver
tomado con la da presidencia, cmple-
me signilicar-llie que lhe concedo osoito das
de licenca que na segunda parte do seo of-
ficio pedio a lim de vir a esta capital. Dos
guante a Vin. Palacio do governo de Per-
nambuco 11 de dezembro de 1811. Baro
da Boa-vista. Snr. coronel chefe dalegSo da
guarda nacional de Sanio AntAo Tiburlino
Pinto de Almeida.
DitoAo inspector geral das obras publicas
approvando o contracto feito por 87,>8i0rs.
com o arremattanle do quinto lango da estrad i
de Santo Antflo para cubrir de quatro pole-
gadas de altura a araia de 1360 palmos de
impedramento da dita estrada.
Dito A cmara municipal do Recite sig-
niieando-lhe em resposta ao seo ollicio de 7
do crranle acerca da casa, que est edifi-
cando Antonio Jo/e de Magalhes Bas-
to no aro de Santo Antonio contra as
posturas municipaes ; que em ollicio datado
de 10 do crrante ja lhe foi communicado oq1
cumpre .i mesma cmara faser a respeito de
tal edilicacao.
Dito- Ao presidente da cmara municipal
do Becife significando-lhe em resposta
ao seo oflicio desla data que QO artigo (''(
da lei do 1. de oulubro de 1828 achara es
meios de lazr eflectiva a mulla pela infrac-
to das posturas municipaes sem o concurso
dos mais vereadores ; e que a respeito da fal-
ta de reuniao da cmara a presidencia loma-
r as medidas queestiverem as suasattr-
buieoes.
'Portara Nomeando ao cdado Joze
Francisco Acerolo, f.ins para o cmpirgo de
sub-prefeito da freguesia de Barreros termo
da comarca do Bio Formozo.
OlTicio-Ao prefeito da comarca do Bio l'or-
moso eOmuncando-lhe a nomeacao supra, e
enviando-lhe 0 titulo do nomeado a lim de o
faser entrar em exereicio.
C O M M A N D O I) A SARMAS
KXl'l'.DIKXTi: DO III V > DO CollltKMK.
Ollicio Ao Exm. Snr. Bario felieit.inilo-o pela nomcacao de presidente pa-
ra esta provincia e fasendo-llie seus cuni-
prmentos por parte da corporac^io q,ue liuha
a honra de coinmaiidar.
Ao dos Santos, c morte de outro de nomo
Francisco Arcanjo Vieira remetlidos pelo
prefeito da comarca do Bonito, e disendo-fhe
que sendo a morte deste recruta dada por um
argento o dous soldados docorpode polica
que (asilo parte da escolla que o condusia ,
a pretexto de querer o reeruta evadir-se ,
estando como eslava algeniado,tomava o expe-
diente de mandar recolher ao quarlel de po-
lica a referida patrulha a disposicAo do pre-
feito da comarca, aiuem passava a narrar o a-
eonteeido, a lim de que elle procedesse con-
tra o sargento e soldados como a lei lhe in-
cumbia.
Dito Ao mesmo Exm. Snr., mandando-
Ihe aprimen lar Manotl "A I ves d Lira, a lim
te ter pra;a na marinha, conforme recom-
mendara em seo officio de remessa o prefeito
de Goianna.
Dito-Ao prefeito interino da comarca ,
passando a sua disposicAo para proceder com
fosse de lei, osegundo sargon* Ro ni So do
Bego Barros do corpo de polica, e escolta que
com elle veio da comarca do Bonito condusin-
do quatro recudas, pela culpa de haver o
mesmo sargento edous soldados de ordem
sua fe i lo fog o e morlo as oito horas da ma-
ulla do dia 6 do crrante no lugar denomina-
do Serra daBussa, a um dos remitas de
nomc Francisco Arcanjo Vieira.
Narrando-lhe as circunstancias que occor-
rerao parasemelhanle assaivsinio lizia-lhe,
que se fiara a formaco da culpa fosse de mis-
ter ouvir aos dous recrutas restantes (por
ter um fgido em cainiuho) se devia dirigir ao
coininandanle do deposito, paralh'os mandar
apresen lar.
Dito-Ao commanente geral do corpo de po-
lica remettendo-lhe o sargento BomAo do
Reg Barros, e soldados que composerao a es-
colta viuda do Bonito condusindo recrutas ,
para que houvesse de conserval-os napriso a
disposicAo do prefeito interino da comarca ,
que contra o mesmo sargento e dous solda-
dos linha de proceder pela morte que derAo
as oito horas da manila na Serra da Bussa a
um dos recrutas, de nome Firaucisco. Arcanjo
Vieira.
DitoAo tenente coronel commandante do
depozto remettendo-lhe os papis decouta-
tabellidade to destacamento da comarca do
Goianna, relativos ao me/, passado, e orde-
nando-lhe que a respectiva importancia fos-
se entregue ao sargentoAntonio Pereira Li-
ma. .
DitoAo prefeito da com marca de Goian-
na commimicando-llis o exposto no ollicio
aeima com o qual ficava respotididoo seo de
1 desle mez, c disendo-lhe que ja hara man-
dado proceder ao descont da quantia do
l(b.*>8(lieis queficara devendo o soldado
Lima.
DitoAo tenente coronel do deposito, rc-
metlendo-lhe os papis de conlabilidade do
destacamento da cominarca de Caranhuns ,
relativos a<> niez de Novembro ultimo, e man-
dando entregar a empoitancia del les a o pro-*
curador Tlioma/. l'ernandesda Cunha.
DitoAo prefeito da commarca de Gara-
nhiu'is, disendo-lhe en resposta aoseo oflicio>
..,,.......... ...,,., niMuiii iHiinu-i.il, Di lo Ao mesmo Exm. Sr., partecpan-
Mdindo os meamos veneimentos que tem osjdo-llie a fuga dotecruta Theotonio Pantali
lo 1. do crrante, que a empurlancia dos
venciineiitos do destacamento no mez de No-
vembro p. p. fi"ira entregue conforme, sua.
authorzacao, a Thomaz Fornaude da Cunha,
equeconvinha fossem remetlidos quanto an-
tes es papis de contabilidade nharAo o oflicio de 21 de OuLubio alim do
sorem raformados.
PiloAo tenente coronel commanda-nle do
deposito, mandando entregar ao sargento
Francisco Victorino d'Araujo a'miiorlaii-
cia dos vencimeolOS do destacamento da coiii-
inaicado.Pod'atho, pertencentds ao mez de.
Novembro cojos papis lhe seriao logo (ali-
viados por sso ijue devolvio ao prefeito par-
ra os reformar.


2
DitoAo p-veilo da commarca do Pod'a-
ho reinviando-Ihe os papis de contabilida-
je do destacamento no inez do deNovemhro,
para que os mandasse reformar, contante
cu)) a etape a 'Mreis, e nao a 230; mas
que para nao demorar o pagamento dos sidos
que o sargento procurador do seo oflicio, c->n-
uusia a respectiva importancia liindo a eta-
pe no seo justo valor.
Gaval-
MK/V DO CONSILADO.
Miguel ArCahjo Mouteirode Andrade,
l.-iio da Ordem de Christo e administra-
dor da Meza do Consulado de Pernambuco
por S. M. I. e"C.
Faz saber que no dia 18 do-eorrenle se
liao de arrematar na porta da mesma tres
garrafoens com agurdente resudada aprehen-
didos a bordo da haronea Guilhermi ia Flor do
Mar sem dospacho, em cujo dia se findo os
pnzoa marcados no regulainento i sendo a
arreniatacaolivrededespezas ao arrematan-
te. E para que ciiegue a noticia a quem con-
vier mandei alixar o presente edital na porta
desta administrado e publicar pela impren-
ta. Me/a do Consulado de Pernambuco 13
de Dezembro de 1841.
Miguel Viranjo Mouteiro d'Andrade.
CORREO.
Brigue escuna Carolina recebe a mala pa-
ra o Maranfio boje ( 14) ao meiodia.
NtEFEITUR*.
Parles dos dias 12 e 15 do corrente.
Illm. e Exm. Sr.Foro presos os pardos
Luiz Gonzaga de Sena, por denuncia de turto
d'escravoSFraiicisco Aiitonioda Cunltapor ter
dado urna tacada em Manuel de Jess Mara; e
Caldino Pereira por ter ferido na eabeca a
urna preta e ser-lhe apprehendida urna la-
.sariua carregadl : foro remettidos para a ca-
deia disposico do juiso criminal para pro-
ceder na forma da lei.
E" o que consta- das partes hoje recebidas
n'esta secretaria.
Luiz Francisco de Mello Cavalcante escri-
vo, e adininislrador da Meza de Rendas In-
ternas Provinciaes d'esta cidade. Pelo pre-
zente edital faz constar a todos os senbores
proprietarios dos trez hairros d'esta cidade e
povoago dos Arrogados que da data d'este se
principiou a contar os 50 dias marcados para
o pagamento a boca do cofre da respectiva de-
cima dos predios urbanos correspondente
ao 1. simestre do corrente anno linancciro na
conformidade do artiga i) da lei de 27 de An-
gosto de 1850. e lindos os quaes se proceder
executivamente contra os devedores emvirtu-
de da citada lei. E para chegar a noticia de
todos mandei lixar o prezente e publica-lo
pela imprenga. Hccife 1. de Dezembro de
4811.
Luiz Francisco de Mello Cavalcante.
COLLECT0RIA DO MIN1C1N0 DE OLINDA. .
Ocollector da dcima e mais impostas de
Olinda manda lembrar a todos os seos col-
ectados que o presente mez he o marcado
na lei para a cobranca passiva a boca do
cofre, do primeiro simestre do corrente auno
fmanceiro de 1811 a 1812, e que lindo este
praso se proceder executivamente contra os
omissos ; e para nao alegarem ignorancia faz
publico pelo presente e por editaes e lixa-
do nos lugaras mais pblicos do municipio.
Collectoria de Olinda 1." de dezembro de
4841.
O escrivao
Joo Gonsalves Rodrigues Franea.
DIARIO E PERNMCO."
CORREIO DO NORTE N. 5.
Apezar de que o nosso honravelo Snr. Re-
publico tenha arripiado carreira cerca do sen
triste pensamento de separages, e desmem-
irages do Norte e Sul e isto seguramente
por que vio-se quasi solitario na empreza e
apenas aplaudido por algiim louc e pelo
bando de rasgados, e especuladores da Patria;
todavia bem deixa perceber qliaes os seus sen-
timentos e parece que atira ao mesmo al-
vo nao de frente ; mas de lado > ou por ou-
tra deseja chegar aos mesmos fins por outros
meios. Estabelece como problema se ser
conveniente a separado entre o norte e sul
do Rrasil -. c com quanlo lase mecha, ere-
mecha para esconder o barretinho vermelhodo
.sanculofismo e da democracia dizendo ,
que nao he seu intento doutrinar a questo ,
pi-oeura ilemoiistrar (se bem (pie o nao conse-
auio ) que a separago ser-nos-ia mu vanla-
j >sa que com ella sessaxio infallivelmente
todos os nossos males; que temos lodos os re-
cursos todos os meios &c. &c. ; mas que
eUe nao obstante j haver tido em sua mo
a sorte de todo o Rrasil, nao quer a separado,
naturalmentejielo amor, que consagra ao Jo-
ven Imperador, que be Nosso Patricio. Lem-
bra-nosaqui a Fbula da raposa com as uvas.
He bastante esperto mas prudente o Snr.
Republico Parabibano !
a questo snjeita questo de tanta im-
portancia nao se deve quanto a nos tomar
por ponto capital e decisivo o maior ou
menor reudimenlo das Provincias do Norte, e
Sul se bem que ainda restringirtdo O nego-
cio c redu/.iudn-o s a este ponto parece-
nos que a vantajeni est da parle das Pro-
vincias do Sul que nao sendo sujeitas ssec-
eas que atormentfio as do Norte lera ex-
tendido a muito mais a sua agricultura ; Cro-
mos nao ser exagerados se dissormos que
s o rendimento d'Alfandega do Rio de Janei-
roexcede amis di- metade do rendimento de
(odas as mais Provincias. Alm disto nao se
tracta do que poden) vir a ser em remoto fu-
turo alrumas das Provincias do Norte : trac-
tase sim da actnalidade. O grao Para por
ex. por sua extongao por seus gigantescos
rios, pela prodigiosa multplicidade de seus
productos tem proporeoes para vir a ser liuin
grandissimo Imperio : mas por ora durante
a actual geragao qut- '"' Para? Poiico dis-
ta do estado selvagem. A sua populacao be
huma gota d'agoa no occe.ino relativamente
.sua extensao : est falto de instrucco
ria e que abaixo de Dos Ihe devenios a sal-
vaco publica : mas estar sempre o Snr. A-
belha disposto a extender-nos a m3o c a ar-
rancar-nos do abysmo pelos cbelos? Esta-
ro sempre os povos dispostos a confiar seus
destinos da sabedoria do contemporneo? Nao
ser muito provavel, que de cada cortigo ,
fal-
to d'industria &C. &C Logo he a todas as
luzes conhecido, (pie o Para nao |>ode subsis-
tir per si s como hum Estado independente.
Afora os rendimentoj umitas otras conci-
deracoes h que fzer que lodas altamente
reprovSo o desgracadissimo pensamento de
desmembrago das Provincias; e o mesmo Sr
Rorges Republico da Fonceca nos subminis-
tra argumentos que as escolas soem clia-
maf-se n contraproducentem. > Sim se o
Sur. Republico confessa, que temos sido lu-
dibriados, e insultados pelo Estrangeiro, qtte
zomba da nossa fraqueza e ainda mais da
nossa falta de Nacionalismo apezar de exis-
tirmos unidos em hum s Imperio ; o que
seria se nos apanhassem desmembrados ,
divididos, e debatendo-nos as vascas d'anar-
chia e da guerra civil ? Se boje mesmo a
despeito dos lacos da unio he tal a nossa ig-
norancia e miseria que calcamos a os pfl
o mrito reconbecido pelo mesqiriho c po-
dre sentimento de Provincianismo; o que suc-
cediria retalbadas as Provincias e desenvol-
vido nellas o espirita de rivalidade e inde-
pendencia ? Accaso ignora 0 Snr. Republico
o ciume e desafleico com que sao odiados
os Pernambucanos em a sua Parahiba ?
Huma vez desmantelado o Imperio nc-
cessariamehte cada Provincia qtiereria subsis-
tir sobre si e teria de valer-se dos seus pro-
prios recursos edassuas capacidades. Sea
Parahiba por ex. teve a inapreciavel for-
tuna de produzir hum lilbo da estafa do Snr.
Rorges Republico lnima liotabelidade polti-
ca de tal calibre, quej teve na palma da mao
a sorte de todo o Imperio ; muitas das olitras
coitadinhas nAo contio a mesma ventura.
Sea Parahiba por tanto entregando-se as
mosdoSnr. Borges Ahclha pode ser j hll
ma especie de Repblica de S. Marinho e
dirigida por to abalisado Estadista prosperar
em industria em agricultura e principal-
mente em Commercio; se possuindo huma
capacidade como o Snr. Republico pode ar-
reganbar o dente a toda Cr-Rretanha e
mandar fava todas as pretencoes das tulhe-
rias e fazer respeitar o seu pavilhao ; nao
esto no mesmo Ciiso o Rio Grande do Norte ,
o Cear o Piauhy oMaranho o Para, nem
o mesmo Pernambuco apezar das muitas lu-
zes que o Snr. Rorges h derramado ees-
perdigado entre nos.
OSnr. Republico concidera as Provincias do
Norte coligadas entre si, e fazendo hum s to-
do : mas tal supposigo he hum soilbo ; por
que huma vez quebrados os lagos da integri-
dade do Imperio as ambigfljs as rivalida-
des surgiriao a cada canto. As Provincias me-
nores debatendo-sc em guerra civil dentro de
si fario contra as maiores as mesnias quei-
xas, e talvez mais amargas do que hoje o
honravel conteporaneo e seus socios la-
zem contra o Rio de Janeiro. Toda vezq'o Sr.
Abelha nao se visse bem aquinhoado na par-
tilha do bolo clamara que tdo eslava
mal ; que a liberdade corra perigo que a
patria se achava escravisada &c. &c: e qual
seria esse braco to robusto (jue podesse por
termo a torrente caudalosa das revolugoes ?
He verdade que o Snr. Borges da Fonceca
nos assevera que a sorte do Rrasil j esteve
em suas maos : e como felizmente nao fomos
a pique talvez queira arrogar a sie:>saglo-
islo be de cada Provincia surjo enxames
de abelhas e zngocs que qeiro somen-
te aproveitar o niel ?
Para seconliecer que capacidades ha por
ahiporesss Provincias basta ver o que tem
feito as suas Assembleas Provihcies. Huma
testas determinou por lei, que nas escolas
de primeiras Letras se lizesse 1er os meninos
a Iraducco das palavras dMnlm Crente do Ab-
bade la Menais obrinba da qual disse na
tribuna Franceza o profundo e rcspeitavel
Rover Colard que erao as blasfemias de Ra-
benf postas lio estilo de Jeremas Outra de-
cretan pie no porto da sa Provincia have-
ria hum prutiro para nietter e tirar os na-
vios de alta bordo e de quaesquer tonella-
das que entrassem na barra : em suma h
leis de certas Assembleas Provinciaes, qii
parecem as ordens de Sancho Pansa na liba
dos Lagartos ou baldas assacadas a Frades
Bernardos. E o Jury A' excepcao das ca-
pitaes d'algumas Provincias ludo o mais be
crassa ignorancia he miseria das miserias.
Onde estao pois essas capacidades dissemina-
das por lodas as Provincias do Norte ?
Cada huma das nossas Provincias conside-
rada em sua extengao bem pode ser hiim
grande Estado: mas quando ? Tal futuro
est to remolo que se perde na noile dos
lempos : o que ser o Rrasil d'aqui a mil an-
uos s a Dos pertence. Por ora e por se-
culos elle s podar prosperar conservando-so"
inleirigo, c sob o Rgimen Monarchico Cons-
titucional Representativo.
Muito dianteiras a nos estavo as colonias
Hespanholas, quando tractro de sacodir o
jugo da mi patria e constituir-se em Esta-
dos independentes : mas como nao tiverao a
fortuna de possuir hum Principe, a quem a-
damassem seu Chele; como sallando por hbitos
inveterados proscrevro a Monarchia e re-
talhrao-se em Repblicas h que annos se
debalem no pelago das revolugoes, a que es-
tado de pobreza e atrazamento se achao re-
duzidas! Pior seria sem duvida a nossa sor-
te s se prevalecesse a desgracada ideia de se-
parucAo de Provincias.
Em nosso entender se tal aconteCesse,
quod Deus avertat hos ainda perdera-
mos mais do que o Rio de Janeiro. Esta
Provincia pela sua posiefio por seu vastissi-
mo porto por seu estado de adiantamento ,
e regularidad^ de suas eslagoes sempre ser
rica prospera, e poderosa. He huma toa-
dilba miseravel a d^aquelles que clam3o con-
tra a Capital do Imperio dizendo que est
devora as rendas /las Provincias. A' excep-
cao da dotagao de S. M. o I., e da Imperial
Familia, huma grande parte dos rendimen-
los das Provincias sao consumidos por empre-
gados geraes dentro das mesnias Provincias.
Sao por tanta infundamentadas essas e o-
tras queixas lilbas d'hm mal entendido
ciume, ou do espirito epnbliqueiro que
quer forga macaquear democracias no Rra-
sil destituido dos precisos elementos para tal
forma de Governo. Se se chegasse a effeiluar
cssa separagao do Norte to ancosamente
desejada do Sr. Republico qual seria a Ca-
pital desses novosEstados ? A Parahiba < por
ex. tendo testa o seu Campio, isto he ;
o Sr. Rorges sujeitar-se-ia a receber a lei
de Pernambuco ? E caso se cruzasse a isso
pela dura uecessidade Uo gritara logo, que
por c se lhe devoravo todas as suas rendas ?
Nao apparecerio Abelhas e Republicos gri-
tando contra o despotismo, e Oligarchia de
Pernambuco, &c. queas clamario contra as grandes as Vil-
las gritario contra as Cidades, os termos
contra as Comarcas; cada huma tractarirt de
assuniira sua soberana cmo j fez outr'ora
a Villa de Quexaramobim ; e o que seria das
miseras Provincias do Norte se o Sr. Repu-
blico Abelha Rorges da Fonceca nao as qui-
zesse ou nao as podesse salvar decidindo
d nossa sorte., como j huma vez honrada-
mente pratcou salvando todo o Rrasil na
Capital do Imperio ? Nos muito confiamos
nos talentos, no denodo e nos prestigios do
honravel contemjioraneo ; mas sua mer-
c pode faltar-nos, e at os povos podem nao
estar pelas suas cantadas ; e ludo ir pela a-
goa a baxo.
Finalmente se gementes sob o pezo de im-
postas se o novo Cdigo do Proccsso he lo
mo como o apregoa o Sr. Republico a pon-
to de dizer, que todos temos direo delta
resistir; de quem he a culpa? lie sun duvi-
da dos nonos Representantes. E separado o
Norte do Sul, os Iiomens mudarn de naturo-
za, e carcter ? Far-se-ho boas eleicocs
sem intrigas, sem o predominio do soberano
ccete ? Os Deputados novos tero a precisa
sabedoria ; serfto desinteressados justos e
todos verdadeiros patriotas ? O mesmo Snr.
Rorges, que responda a estes quesitos. Con-
eluamos que apezar dos sinceros votos, que
alguem dirige ao Grande Factor do Universo
para que chege o dia da desmcmbrac&o do
Imperio ; nos envidremos os ltimos esfor-
gos por sustentar a sua Inlegridade por
manlermos indiviso e glorioso o Throno
Constitucional do Snr. D. Pedro 2.; e farc-
inos incansavel ppdsigo aos demagogos e
republiqeirs.
, P-
P-
PUBLICA^ES A* PEDIDO.
Tcnd esta presidencia endeferido o reque-
rimento de Antonio Jos de Magalhaes Raslos,
em que pretenda que se lhe confertsse ti-
tulo de aforamento dos terrenos de mannhas
junto ao arco de Santo Antonio e da parto
do Norte da Ponte do Recite em consequen-
ciadtserem julgados os ditos terrenos como
necessarios para logradouros pblicos ; assim
o participo a vossns meits para seo conheci-
mento e direegao e aiim de (pie nao consin-
ti edificar nos mencionados terrenos. Dos
Guarde a vossas morete: Palacio do Gover-
no de Pernambuco sete de Dezembro de mil
oilo ceios e (piarenta. Francisco do Reg
Barros.Senhor Presidente c Venadores da
Cmara Municipal desta ciddde.
Aula particular do Padre Jds Joaquim da
Silva Guerreiro.
Lista dOS esldntes examinados epler
mente approvados n'acadcmia de Olinda1
desde 1850 at Novembr de 1841.
LATIM.
Os Srs. Doutores :
Agoslinho da Silva Neves p.
Alvaro Rarbalbo Ucha Cavalcante p.
Irrael Rodrigues Barcellos p.
Antonio da Silva Neves ; p.
Francisco Rodrigues Selte p.
Manoel Joaqim deTMendonga p.
" Os Srs.:
Luiz Ciraco da Silva p.
Manoel Cerillo Vanderley p.
Joo Manoel de Barres p.
Antonio Machado p.
Maximiano Machado p.
Mamede Simoes da Silva p.
Lourengo Acciolle Vanderley
Francisco de Miranda Seve ,
Jos Mamede Alexandre Ferreira p.J
Joo Francisco DUarte p.
Caetano Xavier Pereira de Rnto p.
FRANCEZ.
Os Srs. Doutores:
Alvaro Rarbalbo Oclia Cavalcante p,
Manoel Jorquim de MendonQa p.
Francisco Rodrigues Selte P-
Os Srs.:
Manoel Simoes d Silva p.
Cipriano Fenel Alcanforado p.
Caetano Xavier Pereira de Rnto p.
Feliciano Rodrigues da Silva p.
Manoel de Souza Braga p.
Gandido Martinz da Silva p.
Jos Felippe da SiWa p.
LOftlCA.
Os Srs. Doutores :
Agostinho da Silva Neves p.
Alvaro Rarbalbo Ucha Cavalcante p.
Manoel .loaquim de Mendonca p.
Francisco Rodrigaes Selle p.
Os Srs :
Caetano Xavier Pereira de Rrito p.
Feliciano Rodrigues da SHva p.
Antonio Joaquim Ruarque p.
Cipriano Fenelon Alcanforado p.
KHETOIHi:\.
O Sr. Doutor:
Agostinho da Silva Neves p.-
NOTICIAS ESTRANGEIRAS.
PKOVINCI.VS.
Odemira 25 d'Agosto de 18A1.
Consta por vas fidedignas, que logo depos
da aprehenso do intitulado brigadeiro AlVa-
lede tractarao os diversos bandos de guerrilbas
rebeldes de eleger Commandante interino
para dirigir as sas operacru's e ento appa-
reeerao dons perti'iidentes os intitulados
Major Damiao e Tenente Coronel Casimiro
Moreira ; ambos tivero o seu partido ; mas
o primeiro mais snipatbias e COnseguintO-
menie dodarou-se Commandante das fbrcaa
realistas emoperaofies ; o segundo resistin


o
-rJ
essa deliberacSo cm os fundamentos de ser
inaior patente mais antigo militar de pro-
lissiio : o cas que no dia 17 do correte
passou o tal Damio, acompanhado de 7 guer-
rilhas de cavallo pela Talhinha na direegao do
Fmbarradouro t encontrando o Casimiro n
dia 18 que estava de quartel em casa do la-
brador das Montinlias o fez fuzilar 00
passos desta habitaga ordenou a lvra-
dor que desse parte a respectivo parocho
( da freguezia de Sabo deste Conslh ) pira
que o encommendasse e fizesse enterrar em
sagrado ; o que se ve'rifiriou no dia 10 n co-
miterio da Aldcia de Saboift. Este desgrana-
do expirou eom a morte violenta os muilos
orimes que havia commctlido ; ainda ha
pouco temiw tinha mandado enfrcar dous
iavradores mas morreu s mas de outro
monstro assassino cm elle !
( Rev. de Set. )
MADRID 2 DE Ol'TUBKO.
Em um peridico de Sevilh se le o se^-
jgufnte.
Portugal e Marrocos. Um Enviado mar-
roquino personagem de importancia, acom-
panhado d'um sequil numeroso desembar-
oou em Lisboa; O Gsverno portuguez reee-
beu com muita considerado estes Delegados
do scu liel alliado o Imperador de Marrocos ,
e Ibes destinou alojamenl onde viviao co-
mo Principes custa d Thesouro de Portu-
gal. O pblico e a imprensa oeeuparao-se
muitocom estes peregrinos brancos que as-
sim os appellidavo por o seu traje. At a-
qui ludo ia bem, e pareca que a missao mar-
roquina tinha por objecto principal agradar
s damas de Lisboa e dizi-se que desempe-
nhava muito bem esta clss". de negociges.
Perm bem de pressa os peridicos da opposi-
cao annunciro ao pblico que tambem se
tractava d'outra edusa a saber de certs
tributos que Imperador de Marrocos perten-
de ter direilo a recebor do [K)bre Portugal.
Pedia j 4:000,y000res ou urna quntia a-
proximada. O Ministro da Fzenda achou
inopportuna esta requisito ; discuti-se so-
bre a quantia a respeit da qual evidentemen-
te havia engao; Enviado irritou-se e j
se observa a apparigd de pequeos navios de
guerra marroquinos : ser necessario que
Ministro portuguez acbe um mel de contentar
a S. M: o Imperador de Marrocos, para evitar
maiores desgostds. verdade que se falla em
metter a pique os bergantins deste chefe de
piratas; porm a marinh prtgueza acha-
se em tao mau estado que com dilliculdadeo
conseguir e todava seria necessario gastar
dinheiro para equipar.
[ El Castellano. ]
(P. dos Pobres no Porto de 13 do Otubro. )
sica collegios : para os que se deslinfio ao
Commercio industria agricultura admi-
nistrado ; Instrucca intermedia das es-
cholas primarias superiores isto geogra-
phia historia da lingua e lilteratura france-
za depois Chymica Physica Historia Na-
tural e cm vez de grego u Ialim
vivas.
Ha
as linguas
numero de anuos que a Allemanha e
(pie boje pelas,6 horas da larde lia reunio
geral para elleigo de um segundo secretario,
c um procurador.
SU- A quem Ihe faltar urna escrava anda
bucal dlrija-se aO casanga a fallar com
Francisco Jnuric do Luna.
tZ/" Pelo presente declajo o Coronel Jos
de Barros r'alco de Laccrda e JoO de Mou-
ra Bolim Acciole que no engenho Mussiib da
Suissa possuem destas eschols de urna lilil- Cidadede Goianila existem enoravados dous
dade taoincontestavel. Ha ja numero de an- partidos de canas que Ibes pertencein por
heranc de sen t(> o Reverendo Padre Amaro
eulca^aO intermedia.
Eschola do Gombaux.
A Universidade desde a sua creacao ha an-
dado em lucta com os pais de familia Confi-
ai-me Ibes diz ella vossbs iihos e os e-
ducarei de modo que posso preencher no
mundo qualquer honroso cargo. Mas ; di-
zem os pais de familia ; aos liihos que desti-
namos para o commercio para a industria ,
para a agricultura consums vos dez dos ma-
is bellos annos da sua vida com o grego e la-
tim ; tempo e sciencia perdida, do que pre-
ciso de conhecimentos reaes de conheci-
mentospralicos. Pois ento mandal-os s
acholas primariasdonde sahem lendo qua-
si bem e escrevend e contanto mal. Nao nos
basta este verniz d'edueagao. Nao queremos
instrucca puramente httararia porque esta
instruegao so ConvCm aos qde se destiho a
ser Mdicos Advagados Professres ou Lt-
toratos ; nao queremos que nossos lUhos sejao
rsticos grosseiros desejamos que na socie-
dade sejao Contados por alguma Colisa ; por
isso queremos que tenho urna instrcgo u-
sual, positiva de que possao fazer a'pplica-
cs proporcao que se adientarcm na vida
activa : ora jnstmente este genero d'ins-
truegao que lhe recusis.
Longo tempo nao responde a Universida-
de a estas reclamagoes justas mas cada dia
se tornro mais graves mais enrgicas e
d Universidade cedeu uthoriso por lei
da Instrucca Primaria que se abrissem esta-
bclecimentos destinados receber aqelle im-
menso numero d'alumnos para os quaes os
pais de familia reclamavo, havia muitos u-
nos os beneficios d'uma educagao que fos-
se mais completa mais elevada que a edu-
cagao primaria ? e que nao fosse ao mesmo
lempo educagao Classica.
Hoj, gracas a nova organisacSo da Ins-
Ifuceio ha na Franca duas maneiras dis-
tuictas destudar. Para os que seus pais des-
linao as pruhssoos literarias instruc^fio cas-
nos que na Pnissia na Aost/ia na. Iivic-
va no Ducado de Badn no reino de Wur-
temberg no Cntao de Berne no de Znri-
ch se acbo a par das eschols de ensino
classico o ensino usual; a par das eschols
Latinas, as eschols lleaes( Realschulcn ,
Realsinstitute ). A Franca nao poda ffcar
fra deste movmento ntellectual, e quin-
de a Alcmanha tao amante da antiguidade ,
to eminentemente classica e latina sintia i
neeessidade de modificar o seu systenia de e-
ducaco, a Francia ne seio da qual a rerolu-
(;ao formara una sociedade toda commcrcial ,
toda industriosa nao podia icar immovel
exclusivamente no seu systema d'esludos ,
para assim dizer tyrannicamenle lilterarios.
Hoje tambem nos temos eschols su[)eiioies ,
que podem emparelhr com as eschols Rees
d'Alemanha c Suissa , mas infelizmente sao
em pequeo numero. Porque nao faz o Go-
vern esforc,os para as multiplicar ? O ensino
Usual ja nao s theorico. Tem havido tenta-
tivas tem-se oblido resultados ; resultados
taes que nao deixo duvid e (pie obdgfio ,
ainda que custe a admirar os recursos im-
menss que offerecem mocidade os estab^-
lecimentos de instrucca usual, (lomo as rea-
lidades da prctica bo jslilicado tao feliz-
mente s esperanzas da theoria ponpie se
nao ha de mimar a creario de eschols su-
periores as principaes cidades ou com sub-
sidios pecuniarios ou com incitamentos p-
blicos que partindo do seio da I 'niversidade ,
tero por isso mais poderosas inliuencia !
Nao preciso crear o modelo destas escho-
ls. A eschola Gobaux da qual oConselho
Municipal de Pariz segu com tanto inbresse
os passos progressivos poderia servir de ty-
po. A oscilla da Re Blanehe, croada por o
modlo das d'Aleinanha que M. Gobaux vio
de perto nada deixa que desejar. Ufferece
urna vantagem que se nao encontra em al-
guma das eschols Almdes : aclia-se nella o
ensino repartido de modo que sendo os a-
himnos obrigados a deixar a eschola antes de
completar os estdos levo comsigo urna
sonima de conhecimentos que por modesta
que seja frnia um todo ; est vantagem
immensa para as familias.
Assim, tendo passado dous nnos na escliola
Gobaux bao alumno adquirido conhecimen-
tos que o habiiito para ser empregado util-
mente em escritorio. Aos quatro temtodos os
conliecimentos para entrar na Eschola Ceutrar,
de S. Cyr Marinha e das Matas. No lim
de S pode apresentar-se na Eschola Polyte-
chnica e continuando o sexto sabe da es-
chola sabendo dus linguas vivas ( Inglez e
Hespanhol, ou Alcmao e Italiano ) tendo
estudado em mathematica at calculo infini-
tesimal e sabendo a fundo a chimica pliy-
sica, a historia natural a technlogia de-
senlio linear consti'ucgao de machinas ; sa-
bendo mais a geographia historia e da
iingoae Litteratura friinceza qunto se ensind
nos collegios.
Nao c marvilhosa esta gradagao ? E se
em cada departamento houvesse urna eschola
por este modelo cheia boje de. alumnos, que
pertencem a familias honradamente oceupa-
das na industria, commercio, agricultura,
e a outras nao seria una innovacao que em
poucos anuos produziria magnilicos resulla-
dos ? Haja pois pressa para que se nao diga
que na grande qesto da Instiuecao publiqa
Franca vai sempre atrs da Europa. E. M.
( C. F. de o de Setembro.)
(Do P. dos Pobres no P. )
Felippe Cavalcanti : e como possa acontecer
que o actual proprietrid do sobredito onge-
nlio,o quira vendar avsao por isso a quem
(uer que seja o comprador que 0 referido
engenho passar com todos os seos encargos
com he de lei.
r Alnga-se para passar reata um sobra-
do com leja em 01 inda na ra de S. Bento ,
com agrave! vista pai'a o mar e muito fresco
por proco commodo : a tratar na ra velha da
boavistM. sobrado, I). 33 com o Tcnen-
te Coronel Jos da Cimba Moraes Alvos.
s^r- Anda.em praca doJuiz da 3. vara do
Civil por venda o sobrado de dous andaros na
quina da ra do codorns, avahado em frOOG
COILEGIO PERNAMBUCANO.
ATTER0 DA BOA-VISTA, N." f>.
GALERA de dezenho.
Achando-se expostos ao publico os traba-
dlos de Dezenho dos alumnos do Collegio l'or-
nambucano formando nina galera do .'
quadros, qiie podem ser visitados por todos
os cftefes de familia e senhoras que os quei-
ramvr de dia a qualquer hora e de noi-
te at as nove horas. A exposiao fecha-so
segunda fcira, 20 do corren le.
AVIZOS DIVERSOS.
\ZT 0 1. Societario da Sociedade Thoalral
Hecrcio e InsCruego, avisa aos Srs, Bocios
por execuco de Joaquina Mara Pendra \ au-
na contras s proprietarias Mara Francisca
Benedicta Torres, c Tbeodora Qenoveva de
Vasconcellos feujo sobradp se aCha hypothe-
cado e nao cheg o valor para remir a hvpo-
theca.
VST Desaparece da ponto do Recifo urna
grado de marquo/a empalhada que a condu/ia
un pretopar Corpo Santo : quem dola li-
ver noticia ou seja ofterecida a algum marci-
neiro queir ter a bondade de leral-a a ra
doQueimado D. 11 qu.e se gratificar com
generosidade.
O Cirdrgifi Lino da Ponha de Franca,
mudou sua residencia para a ra Diroita so-
brado de um andar D. 10 por cima da pade-
ria do Sr. Policiano Lourenco da Silva.
Cj" A pessoa que annunciou precisar da
Comedia intitulada o Filio Natural- son-
do que ainda procize podo dirigir-se a ra do
Queimado D. 11 que achara com quem
tratar.
^3" A vista do que disple a Ordonago do
L. i. TU. 0 1. desde, j protesta o abaixo
assignado contra quem por direilo lhe de-
ver pagar todas as perdas e damnos por
cau/.a de se lhe nao cumprir o arrendamento
que por tempo certo lhe tez do seu sitio do
Arraial Joilnna Joaquina do Nascimento ,
Vi uva do linado Manoel do Carmo da Cunha ;
porque este contracto de qualidade que pas-
sa para os herdeiros e por isso queo abai-
xo assignado vista do que dispe a Ordena-
do do L. 1. Tt. 88 20 fez em dito sitio
benifeitorias, na certeza de se lhe cumprir
aqelle tempo ; porque a Lei do Imperio per-
miti o dispor cada um do que seii como
quiser, e bem lhe parecer; poreni salva o
prejuizode 5., e ueste caso tem logar aquel-
le protesto que o abaixo assignado faz em
tempo.
Domingos Alvcs Barboza.
!Hr* O abaixo assignado na qualidade de
Procurador bastante de seu Cunhado Joaquim
Joze Forreira da Penha herdoiro da demen-
te Roza de Souza de Jezus Viuva do falles-
cido Antonio Lopes Xves, ratifica os an-
nuncios sahidos nos Diarios de 26 de Feverei-
ro e 19 de Maio deste corren te anno de 1811 ,
feitos pelos herdeiros da mesma Viuva de-
mente. O mesmo abaixo assignado vendo
diversos annuncios que tem sabido por esta
folha em nome da dita viuva deirtbnte em
(pie diz dever a seu sobrinho Joao Antonio
Lopes Xaves cuidiado de Joaquim Candido
Ferreir, aguarda-so para o foro competen-
te e nada diz pelo Diario por nao ser lugar
competente.
Pedro Ignacio Baptista.
C7- Um herdeiro da Senliora Boza do Sou-
za de Jezus Viuv de Antonio Lopes Xaves ,
vendo os ai i nuncios que em nome desta Se-
nliora tem sahido em diversas vezes pelo Dia-
rio em que diz dever a seu sobrinho Joo An-
tonio Lo|>es Xaves ( cunhado de Joaquim Can-
dido Ferrcira); o aun inician le declara que
os annuncios nao sao feitos por ella por es-
tar demente ; e por isso som saber de taes
annuncios (pie se tem feito em seu nome ;
o anniniciante declara que a mesma Se-
nliora nada deve do dito Lopes Xaves co-
mo se provar no lugar competente o con-
trario : em quanto a questao de estar a dita
Senhora demente esta agita-se pelo Juizo
do Civel da 1. Vara Escrivao Ciraco.
B2J" 0 abaixo assignado parlecipa aos Srs.,
que devem a paderia d'uma s porta no pa-
leo da Santa Cruz nao paguein nada a An-
tonio Goncalvea Cosa ; |K)is que nao tem in-
ferencia ulg una desde o dia 10 do corren te
Dezembro ; e toda c qual;uerjlivda jvrten-
ce a dita padeiria ; s.podc recebar o abuixo
assignado ou Joao Antonio Miguis, quo
para isso osla autboiizado j >: a inoviia padei-
ria contina a fabricar pao e! toda a quali-
dade de torradas de muito Ima l'aiinha o
depozito de calT moido, de 8 libias para
cima.
Manel Ignacio da Silva Teixeira.
IZT Carlas de Podras do Fogo, de 10,'
e 12 de Dezembro corren te partecipa-uos,
que da ca/.a de um senhor de engenho,
prximo a referida Povoacao partir para
esta Cidade dois assssinos para fazer Crla
empreza : |>or isso fique a pessoa a quem
uesta praca veio tal negocio recommendan-
do, que se vai procurar exactas informacoes,
para recorrer-se a authoridade lioliciaL
i_/" Quem quiser comprar urna meza re-
donda de Jacaranda do rneio de sala e no-?
va : dirija-so a esta Typographia, que se di-
r qiicni a vende.
tST4 Aliiga-se urna ptima o grande loja
com una grande salla e dois quartos sita
D patio de S. Pedro, quina da ra do Fogo :
quem a pretender, dirija-se ao sitio do Pom-
bal a tratar com sua dona.
No di 12 do corrente, desaparece
da porta dos armasens.de-carne na ra da
praia um cvallo preto vermelhado, peque-
o, com cauda, o topete aparado, com can-?
gullia e cambilos : quem o achou leve-o ao
sitio caiiibiiinbe no engenho Cordeiro quo
ser recompensado o annuncie por este
Diario.
E5" Quem quiser comprar um terreno no
Carmo velho, com 32 palmos de frente
2l)) de fundo, com frente para duas ras ,
por coiimodo proco ; dirija-se a Gamboa do
Carmo D. 3.
zlj- Em casa de M.m Thoard, ra Nova D.'
10, sq acha um completo sortimenlo de cha-
pos de Senhoras de seda e de palha muito ri-
cos dos padroesnovos e presos commodos,
de palha enfeitados 40000 rs.: tambom tem
outras muitas cousas ehegadas proxima-
inoinente de Franc.a. .
=s Vende-se ;> casa terrea D. 3 no> pateo da
Ribeira, tem largurae fundo para Solevantar
um sobrado e est entre dous oilcs do so-
brados ; quem porleuder falle ao Sobral Nas-
cimento eu na venda da ra da roda D. 8 pa-
ra o ajuste.
Das-se 3o# reis a juros sobre penho-
res deouro, ou prat nest; Typogfia se-
dir* .
Das-se.800,f rs. apremio, na ruado
Fagundes t). 4.
A pessoa que perdeu duas chaves na ra
d Cadeido bairro de Santo Antonio diri-
ja-so a caza de Jos Narciso Camello, quo
dando os signaos lhe sera entregues.
-y- Precisa-sB alugar urna prota para todo
o servico : a tratar ii>. ra do Rozrio larga ,
D. i.
O oflicial de farmacia que no Diario de 9
do corrente annunciou querer empregar-se ,
dirija-se a ra nova D. 22, do rneio dia a-
t as duas horas.
= Quem quizer comprar dois escravos >
um bom capateiro queja teve lojeaborta o
outro com principio de cosinheiro, mogo o
bem robusto : dirija-se a ru da Moeda do>
Beeife n. 2(58', a fallar com Gongalo Jozo
da Silva.
= Acha-sc nesta Cidade dous Mostrcs Pe-
dreiros que sabera estocar sallas com toda
a perfeigao e tambem envertom frentes ,.
com suas semalhas ricas e na mesma fren-
te abre-se os ornatos ; quem do seo prestima
se (|uizer utilizar drija-se a beco da Lin-
gucta D. 2.
= De Bordo do Brigue Jano dezapareceo a.'
noite passado um escravo marinheirq de nomo
Francisco idade pouco mis ou menos de 18,'
a 20 annos estatura regular, bem parecido,'
levou nalga de brim e carniza de bae(a; quem.
0 pegar leve-o a bordo do mesmo Brigue, ou
a ra da Cadeia D. 21 que ser beni
gratificado.
= Quem precizar de um rapaz Portuguez r
de idade de 18anuos, pracaxcirode loja do
fzenda para escripia ou mesmo para ven-
da do que tem bastante pratica ; annuncie ,
ou dirija-se ru do Rozario cstreita, D. 25.
=d pezapareceo da casa de Francisco Dias
de Araujo morador na Guarita, um seo es-
cravo de nome Luis cabra estatura ordina-
ria, ps apalhetados, cara redonda repre-
zenta ter 25 anuos de idade; quem do mesmo
1 i ver not icias ; ou aprehender leve-o a ra
da Cadeia em S. Antonio ; entregar a Mano-,
el Joaquim Gomes, que ser generozamen-
te recompengado.
= Acha-se na ra do Collegio, n. 8, urna
caria viuda de Lisboa, para os fillios de fran-
cisco Brauco, e Bertholdo Braneo.


Si******
A
stw
i
tST O Mnele tia I. parte da 6.' da Matriz
?tabn vista de n. 3854 pertence ao Sr. Pe-
dro Henrique Holtermun de Maroim.
tsr O dono da fabrica franceza de ckaru-
tosavisa ao irsjieiiavel.publico e particular-
mente aos Sis. boticarios que pela Galera
franceza Casimir Delavigne que recebeo!
nina porgao de acido inuriutico o qual elle
vende por. prego commodo, a quem convier
lirija-se-a dita fabrica.
xv- Alug-se o segtTiulo andar da casa da
ra noval). IOcoii commodo para urna fa-
milia : a tratar na ra du cadia velha loja
por baixo da residencia do Corretor Oliveira.
jjy (uem precisar de um homeni capaz
para qualquer escriplorio tanto no com-
mercio como de qualquer advogado ou af-
fum cartorio tem pratica tanto .do com-
mereio como judicial quem diga bem de sua
onducla 5 quem o pretender annuncie.
2y Precisa-sede urna para casa de um
hoinaiu solteiro s se exige que saiba cozi-
uhar : na ra du Madre de Deof por cima do
alfaiate Lima.
tstf- Quem precisar de urna ama de. leile
Jorra drija-se a lora de portas n. 202.
rjr" Aluga-se urna casa de um andar com
um grande solio com janelas para a *ua, com
commodos para grande familia no bairro da
}>oa vista na ra formosa 5 quem a pretender
dirija-se ao altei 10 da boa vista D. 10.
141" Quem precisar de um portuguez para
ffejtor de sitio dirija-se as 5 poutas sobrado
D. 51.
sar" Aluga-sc urna casa nova rom exceden-
tes commodos e com um pequeo sitio ,*-
I.re o chora menino e estancia : a tratar no
sitio da eapeliuha do mondega.
s^* Arrenda-so um grande armazem, que
admitte grandes padarias ou outros quaes-
quer estabelecimentos e tem porto de em-
barque : trata-se na ra da (doria sobrado
1). 3o. ,
ssy Desaparecoslo bigardo S. Amaro, do
quintal da casa da estrada de Luiz do Reg
.lurdo ao sitio do Sr. Veigas para o amanhe-
oer dodia ludo rorrente, um cavado russo
ruzilho quasi cor de chumbo com este ferro
acm* sobre a perna direita he cavalho
do meio bom andador ; quem dele souber ou
> achar parlecipe ao dito sitio, ou a Auto-
ido Jos Gomes do Crrelo que era recom-
pensado.
qualidades, chitas largas! mente-do Rio de Janeiro e arroz de casca ,
tudo por prego commoih
gangas azues, riscados para calcas, duraques. | pital do Paraso l). 21.
brincos de
c estreitas
varias
chitas
Hos-
, I tudo por preco commodo : no pateo do
com todos
11 vestidos brancos e de cores bordo-1 *r Un cavado grande alazo
I os andares : na ra po Queimado Ihlj
Trocarse una negra da costa de idade
boa lavadeira e quitandeira
dos e estampados, -chales bordados brancos
chalv e etc.
andar da asa defronte da do fallecido Sfii-.
Thomaz Linsna ra neva.
W Quefezem Kalkmann & Rosemnuad,
por nlervengo do Corretor Oliveira Quarta
feira lo dodocorrene as 10 horas da manh,
no seu armazem da ra da Cruz das seguin-
tej fazendas e -miudezus, a saber : fitas de
seda lavradas eomlislras domadas dita de
setimede retro/., peanas para eserever,-mel-
ase luvas de algodo, bicos mui linos, sus-
pensorios de burracha ordinarios c linos col-
xetes inarroquins de cores bezerros fran-
ceses botos de osso polidos brincos c ro-
zelas envernisadas espoletas, thesonras ,
llores artiliciaes e outras militas miiidezas
franeczase hamburguezas chegadas nos lti-
mos navios
$zr- One fez Victorino Augusto Borges por
con la e risco de quem pretencor, de urna por-
cao de carne do serto om eaixotada Quinta
feira as "10 horas da jiianha no armazem de
Antonio Joaquim Pereira junto a escadinha
dara IX 'i 0.
da alfandega.
COMPRAS
AVISOS MARTIMOS
C7- lima morada de casa terrea em qual-
quer dos 5 bairros que nao exceda de 1:500
na ra larga do Rozario loja de iliudezas D 7
se dir.
VENDAS.
Para o Porto segu viagem com milita bre-
vidadeo bemconhecidoBergantim Portuguez
FlordeBeiris, Capilo Jos Thomaz de Lima;
quem.quiser carregar ou ir de passagem para
quiftem excellentes commodos, dirija-se
ao Capitao 011 a'ManoeJ Francisco Pontos.
Para Maranhyo' .sabe com toda a brevida-
f o Patacho Brasileire S. Joao Capilo e
pralico Felippe Rodrigues dos Santos Moura ,
por ter parte de sua carga prompta: quem
quiser carregar ou ir de passagem dirija-se a
F. M. Rodrigues & Irmos na ira do Trapi-
che n. 12.
Para o Ro Grande segu com urevidade o
Brigoe Jano por ter a maior parte da carga
'prompta ; quera quiser carregar ou ir de pas-
sygpm para o que tem "bous commodos, di-
rija-se aos consignatarios A morim Irmos ou
.ni Capitao a bordo.
Para MtRvxHvo'em poneos dias o b:>m co-
t herido Brigue Escuna Laura, Capitao Fran-
cisco Bernardo de Malos ; quem quiser carre-
jar ou ir de passagem dirija-se a F. M. Rodri-
gues fi Irmos na ra do trapiche 11. 12.
Pah o Ro de IHEIBO segu com toda bre-
vulade o Pataxo Nacional Josephina Capilo
Francisco Jos Ribciro 5 quem quiser carregar
ti h*de passagem dirija-se a Gaudino Agos-
tfinho de Barros alraz do Corpo Sudo D. 67.
L E I L O E N S .
S5T Que faz Manocl Joaquim Pedro da
Costa por con la dos Srs Antonio Teixeira Gui-
mares c Kerreira Si Machado de urna por-
cao de toucinho ; Terca feira L~> do corren te ,
no armazem do Braguez na Conccico.
trsr Lellioqne fazem Gaskell Johnson &
Ojnipanhia Terca feira 14 do correle, as
10 horas da manh no caes da nlfandega de
:00 gigos du batataschegados ltimamente de
Liverpool. '
Ky- Que faz o Corretor Oliveira Torga
l'ira 14 do corrodo aa 10 horas da manh,
i i . andar da casa de sua residencia, de
"uiilas fazendas IVigiezes,' Francczas, e Suis-
-)is. as quaes se veodero para rexarcontas,
r>;iorissosem limites, e coiishIcbi as mea-
'ias em vellidos proprios para a quaresroa ,
uta* de muila* qualidades. (uvas de pu!ica ,
r-avata* do setim '.' orucec e coraces d>> ouro,
;'feea airelas i dilo para guardajiacional.
tsr "Ricos chales de seda franceza por
preco commodo : na ra do Queimado D. 1
vindo da ra do Crespo primeira loja de Fran-
cisco Jos Teixeira Raslos & Companhia.
ssr- Bichas de boa qalidade de preco de
160, 210, c 520: na ra Direita D. 12.
iSF- 19 travs de qalidade de camagari de
mais de 5o palmos e de palmo em quadro :
tratar na ra da praia com o Cardial.
SS7" Lna .portada completa duas hom-
brunas de rasgo 2 poiloris de janelas urna
sacada de 10 palmos tudo de cantara de Lis-
boa ; na casa da quina defronte do trapiche
novo.
vr L'm cvalo com todos os-andares,
muilo mango e em Loas carnes : a fallar com
o Lima no forte do mal tos.
yy m nioleqne de bonita figura de na-
co angola, de idade de 16 annos : no atierro
da Boa vista venda de Manocl Francisco La-
goa.
sir Dous predios na ra de S. Amaro em
fura de portas a saber um terreno do lado da
mar pequea, e o segundo passando o so-
brado do Barboza o (pial est atlerrado com
alicorees promptos e os muros da frenta e
lados levantados assim como tatnbem tem
dentro porcao de lijlos e uns lelheiros que
ja esto rendendo, e um sobrado do lado
oposto onde tem padaria : a tratar na ra do
Vigario D. 16.
s^r Na ra do Vigario D. 16, anda tem
um.reslo de perfumaras inglezas de R. Hen-
dria inclusive vidros da verdadeirn essencia
de roza ricas escovas bandejas de charo,
aparelhos de porcelana penles de tartaruga
superior vinfao de champagnhe que se vende
agora mais em conta parr liquidago por sor
flm de anno.
ISi- Lina negra creonla de idade de 2o an-
nos perfeita cgommadeira e cozinheira ,
ao comprador se dir o motivo : na ra Direi-
ta no segundo andar do sobrado D. 55.
H5~ Vinhos linos da madeira secco, e mal-
vasia e de Bucellas de 1854 engarrafado, em
duzias \ iuho de champagnhe de superior
qalidade : na ra do Vigario n. 16.
j^T Carrinhos inglezcs de patente da me-
llior construeco de 2 e de 4 rodas para um
ou dous cavados com cole.la e sem ella ,
e com todos os arrcios lampios e completos
a prego de SoOjOOO at 1:200,>000: cin casa
de Me. CalmonUx Companhia na ra da ca-
dia do Recife.
S2J" CangrOes e canecos sortidos de louca
lina chegados ltimamente de Inglaterra, com
o retalo de S. M. o Imperador, mili bem
foilas ,e por preco commodo 5 na na da ca-
ricia do Recife venda I). 62.
tST Chales de seda de gosto moderno e l-
timamente chegados : na loja de Carioca &
Sctte na roa do Queimado.
tS9" Sacas com eijao cbagadM pioxjma
xy Superiores cordas de tripa chegadas
r.oximameHte, para violo e rebeca: na
praga da Independencia loja n. 2.
E3" 72'eaixas vasias para socar assucar
tm feitas-, ede boas madeiras, cada urna
por 6f400 ,.e todas por junto a OOO : na
ra da praia serrara do Cardial.
ar- L'ma rica flauta de bano cem 8 cha-
ves de prata por menos de sou valor ; na
ra nova loja de Joo Mendibour D. 11.
szr A casa terrea D. 8 no pateo da ribeira
tem largura e fundo para se, levantar um so-
brado cesta entre dous.oites de sobrados:
a tratar na ruada roda D- 8.
i^r Bichas mnitas grandes chegadas lti-
mamente de Hamburgo, por prego commodo:
na ra dacruz D. 18.
SSF l'm sitio muito grande todo coberto
de arvoredosquedo fructo ccom bastantes
coqueiros na estrada do pombal 5 a tratar
na praga da boa vista botica D. 5 ou na ra
da roda I). 8.
C7- L'ma molala de idade de 26 annos, boa
engommadeira e costureira cozinha e faz llo-
cos corta e faz caigas e toda a mais Costura:
na ra da cadeia do Recife D. 12.
Sj- Dichas chegadas agora do Porto de 120
a 480 cada urna, e o canto a 8 9 000 : no at-
tarro da boa vista na primeira venda ao pe
da ponte.
ST5- Aparelhos de porcelana para meza ,
copos para agoa e para vinho charutos ver-
dadeiroda lnvana, da Babia e Manilha cho-
colate muito lino tudo por prego commodo;
na ra da cadeia velha T). 17 no .primeiro an-
dar casa de A. Hosch.
tsj- Borsoguins gaspiados para senbora a
5*800 caixinhasde tinta para marcar roupa,
superior agoa de colonia em frascos grandas e
pequeos boncls para criangas rap rolo
Hamburguez em garrafas grandes e peque-
as e um banco de amarlo proprio para
carpina : na ra da cadeia n 7.
tST ptimas bichas e charutos de todas
as qualidades : na ra do Cabug loja do Sur.
Bandeira,
tST" Um terreno com 60 palmos de frente
e 260 de fundo atterrado e prompto com
caes de pedra e cal senaria e casa para
ferramenta ; a tratar na
caixeiro c
guardar
ra da praia serrara de Joo Antonio Baplis-
ta Muniz.
lr L'ma casa principiada e se acha na al-
tura de respaldo colocada no bairro da boa
vista por'prego commodo tam somenle se
recebe metade a vista c o restante a presla-
ges com o melbor commodo do comprador ,
que. a vista se dir : a tratar na ra nova loja
de trastes D. 54.
l^- Quiihenlas varas de panno de algodo
da trra a 210 a vara e pegas de algodozi-
nho com deleito a 2*000: na praciuha do
I.mmenlo ir 29-.
iur Um jogo de bancas de angico em bom
estado 6 cadeiras americanas com assenlo
de palhinha quasi novas : no beco da pol
venda da quina.
i^r Azeite doce a 4*800 a caada c a gar-
rafa a 64o dito de carrapalo a 2*720 a ca-
ada, barricas com bolaxinha ingleza a 5*840
manteiga de porto em barris a 260 a libra e
52o sevadinha a 160, gag a520 larinhu
de. maranhoa 120, passas novas a 200 a li-
bra spermacele a 800 : toucinho de Santos
a 200 a libra em arroba a 5*000 niarme-
lada muilo nova paios pesuntos, lingo-
ssis e azeitonas novas : na ra nova venda
D.55.
%ZT Bolaxa a 2.v000 a arroba : no atterro
da boa vista padaria I). 50 de Francisco Gon-
salves Rogo.
ZZj~ L'ma canoa aborta grande em bom
uzo : a tratar com Gcraldo Antonio da Roza ,
na passagem da Magdalena.
!-? I na esrrava de nacao com todas as
babel idades precisas para nina casa: na ra
de S. Bom Jess das cranlas sobrado de 2 an-
dares I). 10.
X3t (.omos de cabra curtidos, um barril
de mel de abelha cera de carnauba peixe
soco chegado prximamente do Ass dilo
salpreso em barris e a rcfallio: no forte do
malos venda de Ale\andie .luso Lopes.
trabalho e deito-se por prego commodo
na praga da boa vista botica D. 16.
XZ&- 4 escravasde nago de idade de 11 a
22 anuos, sendo urna perfeita engomadera ,
cozinheira e lavadeira um bonito mole-
que de idade de 2o anuos mestre barbeiro e
sangrador um pardo meia oficial de carpina
o escravos para lodo o servido um dito bom
car.oero e um molc(|uinho de dade de 8
annos : na ra de agoas verdes D. 58.
i_y Chapeos de inassa francezes do ultimo
gosto panno fino encarnado proprio para,
opas e vivos de fardas cambraias admasea-
das, bretanha de 6 varas muito finas de Urdi,
e chales de toquim da india muito linos : na
ra do cabug D. 7.
ESCRAVOS FGIDOS.
\y Dezapareceu no da 28 de Novembro
passado um negro de nome Domingos naci
angolla tem os seguirites signaos : oficial de
calafate mal encarado com um grande ta-
lho sobre um olho d'uma entilada que levou,
bastante gresso do corjio ccostuma andar
coiii duas caigas por ter os escrotos grandes e
caiga e carniza de fazenda grossa , porem bra-
ca ; julga-se andar trabalhando com alguina
possoa que o acoita : e por isso roga-se aos
capites devampo e mais pessoas do povoo
aprehenderem e leval-o ao beco da Lingueta
ao e Sr, Joaquim Joze Rabello que grati-
ficar o trabalho.
lt Dezaparoceo U da 2 d'Outubro p. p.
um preto de nome Manoel. nago congo ,
idade 20 annos estatura regular, bonita fi-
gura gordo ,f rosto redondo ollios abuga-
Ihados pez pequeirtis e no direito o dedo
grande redondo procedido d'ulrt panericio ;
levou vestido carniza d'algodo trangado cal-
gas d'eslpa das libas c bonct inglcz. Jorge
nago Angolla idade 22 anuos baixo ,
rosto redondo, olhos grandes urna marca
bordada em cada um dos bracos; auzentou-si;
no da 26 de Novembro p. ; levou tam bem ca-
rniza de algodo trangado, e caigas d'estpa
remendada e suja. Luiz nago camundongo,
idade 20 anuos alto seco, cor preta 0-
Ihos alguma cousa vesgas ; levou a mesnia
roupa d olro e bonet inglez ; desapareceo
na no'ite do da 26 a 27 do passado : quem os
aprehender leve-o caza da quina defronte do
Frapixe iovo que ser gratificado.
iy Desa|)receo do lugar do pogo da jia-
nela no dia 24 de Abril do corrale auno ,
una negriiiha com os signaos seguintes ; do
idade de 11 annos de nagao benguella ca-
ra redonda, olhos grandes, boca e orell.as
pequeas supe-se ter sido birlada e eslar
vendida no mallo ; roga-se a todos os capi-
tes de campo de a pegaren e levar na boa
vista CAsa do Sur. Jos Antonio dos Santos e
Silva que ser recompensado, na ra da S.
Cruz defronte dos ltimos arcos da ribeira a
negriiiha chama-se Joaquina.
517- No dia 9 do corren te desapareceo viu-
do d trabalho ao meio dia um escravo de
nome Caelano, porem conhecido pelo nome de
P'' Monteiro, representa ter de idade 5o annos,
de altura ordinaria magro sem denles .na
frente da parte de cima por se terem quebra-
dos de urna queda e pela parte debaxo faila
alguns e falla muito mal, levou camisa c
caigas de algodo trangado. sendo a camisa de
mangas curtas quem o pegar, leve a sen
Sr. Antonio da Silva Gu. nio morador na ra
no Queimado.
MONI MENT DO PORTO
CONTI.NUAgAO' DAS SABIDAS DO DIA I 1.
Rio de Janeiro ; BrigueBrasilero I^-o Cap*
Antonio Macicl Jnior
eros.
carga diversos ge-
KIN'TRADOS NO DIA 12.
Agramar ; 11 dias Patacho Brasileo
Laurentina Cap. A. G. dasNeves carga
sal e pexo : a L. J. das Keves.
Tena Nova; 52dias ; Escuna Ingleza Anne ,
Cap. E. Scage carga bacalho : a Diogo
Cocksshott& Companhia
Trieste 57 dias Brigue Austraco Podi,
Caj). SlefTaue Glogvatz carga farinha do
trigo.
Cap-
SAMIDOS XO MESJIO DIA
Lisboa, B. Portuguez Josefina Emilia
F. J. Duarle carga assucar.
Porio. Barca Portugueza Tentadora Cap. L.
J.de Oliveira carga assucar.
| Rio G. do Sul ; 'alacho Hamburguez Mura ,
Cap. T. R. Divriz carga resto da que trou-
\e de Hamburgo.
Bicha* biwkHK d^lai sm dar y maior ULUir NA TXP. DE M.F. P F. *-lWl