Diario de Pernambuco

MISSING IMAGE

Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:04369


This item is only available as the following downloads:


Full Text
n
AnnO de 1841. Quinta Fe ira 9 de
Tudo aRora depende d nos meamos; da nnssa prudencia, nvderar.ae, e energia .con-
tinuemos como principiamos, c seremos aponiailos coro admiraciio entre al Nacoes mais
'< _____________________ (Proclamacao da Assemblea Geral dotrasil.)
PARTIDAS DOS CORREROS TERRESTRES.
(ioianna, Faraiba, e Rio grande do Norte, na segunda e sexta feira.
limito e Garanhuns, a 10 e 24.
Cabo, erinhaem, llio Formn., Porto CsIto, Mare<'>, e Alagoas no 1 H, 21.
Tajea 13. Santo Ailo, quinta feira, Olinda todos os dios.
das da semana.
3 Seg. a. Nicolao, chanch. Aud. do Juii de Direito da 2. Tara.
7 Tere. s. Aiitbro7.il> Re, Aud. do Jnii de Pirlo da 1. tara.
8 Quart. $f Concaicao de N. Snra. s. Romnico.
!> Quiat. s. Lencailii, chancb. Aud. do Juit de Diieilo da 2. rara.
10 sext. s. Melquades, Aud, do.luir, de Direito da I. rara.
1i lab. s. Damatn. Re. Aud. do Juii de Direito da 3. rara.
12 Dom. 3, do drenlo, Justino.
Dczembro. Anuo XVIL K. ggg.
O Diario publicase todoa osdias que n.To fnrem Santificados o prceo da assignatura ^
d (res ail ren porquaricl pagos adianlados. Os aiinunrio dos asignantes a.iu in>.eridi
palia, eos dos que o rio f..iem ratao de SOraisp..r liaba. As recUa.ii.ot, ntTrin ,,
dirigidas a uta Tipografa ra das Cries D. 3, ou uraca da Independencia luja, de linos
IS rimeros 37 a 38.
CAMBIOS HO da 7 de Dkzkmbro.
Piuia Petos < olumnaies 1.640 a I.66
> Mejicanas 1,620 a 1.6VJ
miuda 1,440 a 1,46.)
Mord de cobre 3 por 100 de disi-on'o.
Disconlu de bilh da Alfandega le por 100
ao iner.
dem de letras de boas tirnn I e j 1 j
Cambio sobre Londres 31 d. p. II'OOO.
> Paris 320 reis p. franco.
'> l.i.l..im ,80 a S.> p. 100 de pr.
OtBo-Moedadet.400 V. 14,500a 14,700
N. 14,400 a 14,600
da 4,000 8,100 a 8,200
Pi Fatacuea 1,640 a 1,660
Vreamar da da i) de Dtzembrz.
1." al liora e '18 m. da tarde.
2." al hora e 42 m. da manlj.
1
1>HASES DA LOA NO RII-Z DE DEZEMBRO.
Qnart, ming. a 8--a 9 oras e S3 m. da maiili.t.
La Nora a 12- as 7 oras b H m. da larde.
Ouart. creac. a 20 -- a 0 oras e 2 m. da larde
I.iia ebeia a 27 0 4 oras e 12 tn. da lardi.
IIE PEKNAf
1UO DE JANEIRO.
MINISTERIO DO IMPERIO.
lllm. e Exm. Sr.Tenho ahorna de par-
ticipar V. Ex. para que se digne levar ao
conliecimento de S. M. 0 Imperador ; que ,
cm cumprimento da caria imperial que me
foi dirigida com data de 17 de Novenbro ul-
timo dispensando-medo carg de presiden-
te desta provincia acabo de fazer entrega do
mismo ao Exm. Baro da Boa-viata qne
tora nomeado para me succeder. Jlgd ff
meu dever declarar V. Ex. que se na mi-
nha administraco nc preste] naco e ao
governo to uteis servicos como dezejava ,
tica-me ao menos o prazer de que fui fiel e
prompto oxecutor das ordens imperiaes o-
bservei e fiz observar religiosamente as leis,
e concorri quanto me foi possivel para se
conservarem cm boa ordem todas as reparti-
eses publicas e a provincia em perfeia tran-
quilidade. Rsfa-me assegurar V. Ex. ,
que ja Olis perderei occasio de mostrar, que
su reverente subdito do Augusto Monareha
Rrazileiro quem os Pernambucanos res-
pcito e arhb cordilmerite e por cuja di-
latada vida e feliz reinado fazem votos aos
Osos. Dos Guarde a V. Ex. mu i tos annos
Cidade do Recife de Pernhmbuco 7 de Dezem-
Jiro de 1841.lllm. c Exm. Sr. Candido
Jos de Araujo Vianna.Manel de Souza
Teixeira.
PERNA MBC'O,
GOVERNO da provici A.
EXPEDIENTE DO DA -i DO COMIENTE.
OflicioAo commandante das armas, res-
pondido ao seo ofieio de 2(5 de novembro
ultimo, em que requesit que se mande in-
demnisarocoVe da ilba de Fernando da quan-
tia de 300781) reis que respectivo com-
mandante tirou para pagamento da.clapo dos
praeas do quinto balalho provisorio do Ma-
ranho que ali ficaro por doentes j que
quando oalmoxaril'e da referida ilha der as
suascontas, far-se-hao os compe'ttentes as-
sentos segundo informa o inspector da the-
souraria da fasenda.
DitoAomesmo, ordenando-Ihe', avista
do que informa em seu oflicio de 3 do corren-
te sobre o soldado Jos das Virgens Costa, q le
ponha em efleito 0 despabilo da presidencia
de 17 de agosto de 1859 mandando dar baixa
ao referido soldado visto ter sido illegalmen-
te recrulado.
DitoAo mesmo ordenaando-lhe que
faca passar a guarda da alfandega, para a
nova caza, qelica no pavimento terreo do
torreo novainenlc feito no correr da na da
Madre de Dos Visto ser ssim necessrio se-
gundo reprsenla o inspector da Ificsouraria
da fasenda.
Dit)Ao provedor e msanos da irmandade
do Sr. dos Passos, significando-lhe, quecon-
vindo queque o oratorio, que representa um
dos passos da paixao do Senhor, e s acha en-
erando no pateo da alfandega, em que se. vo
rontruir novos armasens, seja transferido
para a caza em que ora existe aguarda da di-
ta alfandega no edificio da igreja da Madre de
Dos por assim ser necessrio ; cumpre que
deem as suas ordens para o indicado im i-
cando na intelligencia de que a referida caza
ser quanto antes desocupada, para so poder
eJTeiluaresta transferencia.
Dito Ao inspector da tbesouraria da fa-
zenda communicando-Ihe o conteudo nos
dous precedentes oflicios.
Dito Ao commandanle Superior da guar-
da nacional do Recife, ordenando-lhe que in-
forme com urgencia acerca do oflicio que se
Re rcmette do major commandante does-
ouadrao de cavallaria da guarda (nacional
deOinda, cm que senueixa do major Flo-
rencip JoseCarneiro MonteilO l>elo facto de
haver este mandado recolher .aO- callabouce de
polica^ o guarda do dito esquadro Caelano de
Assis ('.ampos.
DitoAo mesmo communicando-Ihe que
allendendo a presidencia ao (jue llie represen-
tou JoseAlyes de Souza Rangel cpitao do
qurlo batalhao cujo requerimento envin
com o seo Oflicio do l,u do corrente, nojlve
por bem reformal-o no mesmo posto em con-
formidade da lei, cumprindo que remeta a
proposta de quem o deve substituir.
DiloAoinspectordoarsenal.de inariidia,
significando-Ihc em resposta ao seo oflicio
de 3 do corrente em que propoe para ser en-
viado para a cidade da Ba'hia o Mestre Carpin-
teiro domesmo arsenal Irrancisco Jos Mari-
nho hje servindo de constructor, a fin de ail-
querir alguns conliecimento d'arquitectura
naval 'aquella cidade com o constructor do
respectivo arsenal, que Ibe consta ser bastan-
te hbil, arbilrando-lhe o governo os neces-
sarios meios para o dito im, visto nao poder
elle fzel-o asuacusta ; que reeonhecendoa
presidencia a utilidade desta medida tem
nesta tada levado ao coniecimento do governo
imperial, a fin de que adiando digna de ap-
provagio haja expedir as convenientes ordens.
DitoAo inspector geral dasobras publicas,
ordenando-Hu, que franquee ao engenheiro
L. Leger Wauthier um dos ejemplares do
mappa geral desta provincia a fim de tirar
urna copia para regular-se nos tliTerentes
trabalhos de que se acha cncarregado.
DitoAo engenheiro L. L. \Vautfffer ,
communicando-Ihe a cxpedicc<1o da ordem su-
pr.
DitoA cmara municipal de Santo Anto,
approvando a arrematacao dos dizimos das
mitineas do dilo municipio com o abate da "i.*
parle pela quanlia de i KJjOOO reis por tem-
po de um anno ; e ordenando-Ibc que ponha
cm admnitracao na forma da lei o contracto
das licencas das ljas e vendas visto ter an-
dad em praca, e nad iiaverem apparecido
lancadores.
DitoAo commandanle superior da G. N.
do Recife, ordenando-lhe, que faca mar-
char para o largo do Collegio as 10 horas da
manhaa do dia 7 do corrente qs trez balalhocs
da mesma G. N. a os qnes $e re.nir o cor-
pde polica, allm de fazerem as conlinen-
cias miniares dividas ao Exm. Rara o da., Roa-
vista que lem de tomar posse nesse dia da
presidencia da provincia..
DitoAo commandante geral do corpo de
polica para marchar com o mesmo corpo para
o largo do Collegio a reunir-se aos batalliocs
da G. N. alim de se fa/.erem as continenci-
as militares aoExm. Sr. Rro da Roa-vista
presidente da provincia.
DitoAo commandanle da armas para or-
denar que a fortaleza do brum de urna salva
no acto da posse do Exm. Sr. Sarao da Boa-
vista.
Iguaes ordens foro expedidas aos coni-
mandantes dos navios de guerra da armada
nacional estacionados no porto desta cidade.
DitoAo inspector do arsenal de mar -
nha ordenando-lhe que mande por a galiotfl
a disposigao do Exm. Sr. Baro da Boa-vis-
la para seo desembarque.
DitoAo presidente da cmara municipal
para tazer convocar a mesma cmara para o
dia 7 do corrente a fim de recener o juramen-j
o do Exm. Baro da Roa-vista presidente
nomeado para esta provincia.
COMMANDO DAS ARMAS
EXPEDIENTE PODA t." DO COMIENTE.
OflicioAoExm. presidente, responden-
do ao seo oflicio de 27 do mez passado que
tralava das providencias dadas, para que nao
houvcsse falla na guarnico da praga nos (lias
1 e
Dito-Ao Exm.Z", comandante das armas
da provincia do Para, communicando-Ihe,
que o alteres de linha Silvestre Henrique de
Pinbo leudo de ajslar suas cenias na the-
souraria desla provincia, e receber a impor-
tancia qu se ihe est a dever de vcncimenlos
atrasados, conforme determinar o governo
deS. M. o Imperador, nao poda agora se-
guir para aquella gua'rnigao onde foi mandado
servir, no entretanto que o faria partir bp-
pOrtunmnte.
DiloAo tenenle coronel commandanle do
depozito, mandando em additamenlo ao of-
ficio de 2 do passado mez que dos venci-
mentos conslantes das guias dos soldados do
o." batalhO provisorio de rocadores fossem
cobrados somente aquelles,(pie dissessem res-
peito o presente anno financeiro, devendo
carregar has guias, que Ibes houvcsse de pas-
sar qiando tivesseni destino os vencimentos
anteriores a julho.
DitoAo prefeito da comarca, devolvendo-
Ihc o rccrula Manuel Antonio Barbosa, men-
cionado no seo oflicio datado de boje poique
leudo sido inspecionado pela junta desaude,
tora" julgado incapaz do activo servico
em conseqeiici da padecer molestia conta-
giosa.
PortaraAocapilao commandante interi-
no da companhia de artfices remettendo-lhe
o conselhode averiguaron.feito ao primeiro
sargento Jos Rodrigues Soares e mandando,
que o mesmo sargento fosse reconhecido ca-
dete da te ice ira class, na forma do decreto
de 4 de fevereiro eproviso de 26ade outu-
brode"1820, cuTja desposicao prehencher.
. ibEM DODIV 3.
OflicioAo x.mo presidente ', devolvendo-
lhe competentemente informado o requeri-
mento do soldado Joze das Virgens Costa que
supplicava a efleividade do despacho da
presidencia de f7 de agosto d 1839; que o
mandar deiniltir. por ter, sido recrulado
contra a lei, despacho (pie nao chegou a ter
execuc8opor circunstancias (|ue ocorrerao a
campanha ultima do Maranho.
DitoAo Ex.""' commandante das armas da
provincia do Maranho pedindo-lhe esclarc-
cimentos acerca dos vencimentos que se.dei-
saro t!e abonar ao cabo de squadra Fran-
cisco Jos de Mello durante campanha da-
quella provincia*, vinclmentos que agora re-
clamva. e nao podifio ser pagos por nao
tratar dellcs a guia que o acompanhou.
DitoAo coronel do imperial corpo de cn-
genheiros Firmino Herculano de oraes \n-
cora scienlilindy-o de que o governo de S.
M. olniperdor encarregr ao major dear-
tilbcrla Manoel Ignacio de Carvalho Mendon-
ca do exanie das fbrtab z is e pontos fortifica-
dos desta provincia, commisso de que elle
coronel seaehava incumbido desde 24 de no-
vembro do anno passado e que enconsequen-
cia eonvia remetter a secretaria militar os
seos trabalhos se acaso estivessem concluidos,
e do contrario passar ao poder do referido
major os papis que acompanharo o ciatdo
oflicio de 24 de novembro e dar-lhc todos os
esclarecimentos que tcHdesscm ao bom des-
"mpenho de sua misso.
UtoAo major Manoel Ignacio de Carva-
lho Mendonca communicando-Ihe o exposlono
precedente oflicio; remettendo-lhe urna cir-
cular para os eommandanles das fortalsas Ihe
franquearen] a entrada as mesma, c preslar-
fhe os auxilios de que tvesse preciso e di-
sendo-lhe que se necessftasse de algum inferi-
or ou soldado para o acompanhar, o reque-
sitasse.
DitoAo lente coronel commandante do
deposito, remcllendo-lne os papis de con-
tabelidade do destacamento da comarca do Li-
mociro, pertencentes ao mez de novembro
ultimo, cuja importancia devia entregar ao
portador o furriel Francisco Joaquim Guedes
Alcanforado.
cae/tes para que franqueen] as ruesmas ao
major de artillieria Manoel Ignacio de Carva-
lho Mendonca que se acha encarrepado pelo
governo de S. M. o Imperador de inspeccionar
todas as t'orlalesas e pontos fortificados da
provincia pelo que Ihe devib prestares au-
xilios de (pie livesse, precalo.
Portara -Ao commahdate do-coutingente
de cavallaria, mandando, d'ordem da presi-
dencia, tlar baixa aossoldados Jos Nunes Ca-
valcante deAlbuquenjue e Joo Francisco
Pinto, por terem sido julgados incapases pe-
la junta de saude em sesso de l^i do mez pas-
sado.
TMBTNAL Di. RELACA6.
Ssso de 7 do corrente.
Na ppellag&o civel do juizo de direito des-
la cidade, appellante Joaquim Gonsalves
Meireles e a fazenda publica eacrivlo Fer-
reira : foi julgado pela confirmaeo da sen-
tenca com declara'fio.
Na revista civel m que sao recorr entes Pe-
dro Antonio Nunes esiia mulher recorrides
Filppe Correia e su mulher escrvo Ban-
deira : f.ii julgado a favor dos recorrenles.
Na appellaco civel desta cidade appel-
lante Fermino Jos Flix da Roza e appel-
lado Joo Manoel Pinto Chaves : escrivao
Ferreira ; foi julgada a reforma ta sentenga
appellada e o appellante com direito a aeco
intentada.
Os embargos do procurador fiscal da fazen-
da publica provincial contra Bernardo Ferrei-
ra de Loureiro na cauza de appellaco ci-
vel escrivo Ferreira foro dispresados.
N cauza de revista civel em que sao partos
recorrenles Mara Cuiza deJezus e recorrido
Jos Sara i va de Carvalho escrivo Ferreira
fdi julgado a favor da recorrente.
Os embargos de Leandro de Souza Cabial,
contra Jos Francisto Pissarro na Cauza d
appellaco civel da cidade da Parahiba es-
crivo Jacome: foro receidos e reforma-
do o accordo embargado.
Na appellaco civel do juizo de Direiro desta
cidade appellante o preto Antonio por seo
curador, e appellado Manoel Ribeiro da Cu-
nha eOliveira ,-.escrivo Randeira: se julgou
pela confirmaeo da scutencarecorrida.
ALFAN DEC A.
Vicente Thomaz Pires de Figueiredg Camar-
g G)inendador da Ordem de Christo o
Inspector d'Alfandega por S. M. I. o Su-
iihor 1). Pedro 2^ etc.
Faz saber que n=o dra 9 do corrente mez s
bao de arrematar em praca ao meio dia mr
poi-ta d'Alfandega dois pifies de pedra no va-
lor de seis mil reis, empugnados pelo guarda
Francisco Antonio da Silva Cavalcantc no des-
pacho de Jos Thomaz de Lima sendo o ar-
rematante sugeito ao- pagamento- dos direi-
tos. Alfandega 7 de Dezembro de 1841.
V. T. P. deF. Camargo.
AHSEN.U. DE MARINHA. ?
0 lllm. Sr. Inspector do Arsenal de Mari-
nha manda lser publico que no dia 2o do
corrente pelas 11 horas da manh se po-
ra em arrematacao o fornecimento dos objec-
tos abaixo declarados para as embarcagtVw
d'armada pelo tempo de trez nic/es a con lai-
do dia 7 de Janeiro prximo em diante ou
at o fim de Junho tambem prximo s
os precos dos referidos objectos a islo convi-
dar.
As pessoas aqueni convenha faser seinjo-
lhaiite fornecimente sao convidadas pelo mes-
mo lllm. Sr. Inspector a comparecer n'esta
secretaria em dito dia e hora munidas
las competentes propostas ; certas de que o
fornecimento ser entregue a quem por me-
I nos o fisc/ com s objeetoa da malhor qua7
CircularAos commandante^ das l'orti-jfodade,.


Ji-lU
Secretara la inspeccfio do arsenal de ma-
rinha de PcrnamhiicotideDezembro de 1811.
Aexandre Rodrigues dos Anjos ,
Secretario.
Objeelos postas em arrematlos, o aos
quaea se refere o anmmcio 6upra.
Carne verde farinha agurdente. as-,
sucar. vinagre tbocinho bacalho asei-
tedoea. fcj.io aseitodc coco, sabAo, spar
anaceti seboem vellas arroz tintas bran-
ca e preta agua-rz .neceante taixas de
cobre ditas de ferro arcos de tonel di-
tos de pipas tijollos ingleses Graves de pi-
pa arcos de ferro de huma polegada a huma
e um quarlo papel almajo penas e tin-
ta descrever.
Alejandre Rodrigues dos Aojos
CORRER).
0 brizne Joseficnn recebe a malla para Lis-
boa n'oje (9) ao iftie dia.
Obrigue escuna Carolina recebe a malla
3>ara o MaranhAo no dia \\ do corronle ao
aneiodia.
'() paquete Inglez Seveft receba as mallas
para a Babia e Rio de Janeiro boje( 9 ) as
dO horas du inanhAa.
ra com a forca fizica u a audacia.
A paixAo porm dos povos modernos he ad-
quirir pelo trahalho conservar e gozar.
Ja a forga e a coragem nao sao as sitas vir-
tudes essenciaes se nAo o trabalho e a in-
dustria ; elles nAo querem a guerra t*o con-
Iraria a seus fins ; desejo sim a paz a li-
berdade das communicagtos e tudo que
pode facilitar as trocas por todo o mundo ;
pelo que o Governo que se proposer a favo-
near esta sita propensAo asscnltorear-se-h
da forc.a edaopiniAo nacionaes : elle go-
vernari com aquelles que tem adquirido ,
com aquelles que querem adquirir, com a-
quelies em fim para quem o trabalho be hu-
ma virtude e a conservagAo da propriedade
huma precisan : estes homens sao os que for-
mAo o maior numero e se pode chamar a
Naci.
As facetos pelo contrario eompto-se de ho-
mens parasytas, que querem viver sem tra-
balho rusta dos que trabalhAo. He mister
criar para elles lugares ivas adminislractos ,
na judicatura c no ejercito. Se as |>essoas
desta especie cslAo alistadas sol duas bandoi-
ras diflerentes ameagAo perturbar o Estado.
He forcoso transigir com huns,e com oulros;e
quem vem a pagar essas trausaegtos he sein-
pre a parte s e laboriosa, (Juera procura
Ante bentem ( 7 do corrento )o Exm. governar com huma facgAo contra a outra ,
Sr. Manoel de Souza Teixeira depositou as desvaira-se porque a niassa industriosa lica
jnaosdKxm. Sr. RarAoda Boa-vista as re-i neutral; e as facetos, pondo-se em luta ,
daas deste goveron provincial sem que fal- perlnrbAo o Estado, e fazem revolugtos sem-
1asse a este acto neiihuma das formalidades pre nocivas propriedade a industria ao
do costume.
O Exm. Sr. Souza Texeira cscutande s
a voz das virtudes que o orno moslrou-
se sem inleresse pessoal e mesmo satisfeito
de entregar os destinos de sua patria guar-
da do Sr. Harn y mui convincentes provas
lidadode sua sciencia administrativa ede
paiz, que o vio naser.
DIARIO DE I'Eli.Wlll CO,
AS facces.
Os povos civilisados achso-se boje em bo-
ina posigAo totalmente nova e que nAo tem
comparagAo na historia dos antigos tem pos.
O genero humano nAo he, como as outras
especies de animaes estacionario por sua
aiatureza : pelo contrario elle tem orgos ,
que o lornAo proprio para se aperfeicoar. O; aa,
Jiomem poude assenhorcar-se das forgas da
aiatureza ; soube por scus progressos sueces-
6V09 aquirir hum dominio de propriedade ma-
terial e intellectual que as geragtos se
Iransiniltem em berenga e que rresce pela
eurecssfio dos tempes por novas aequisigtos,
.que sempre vem engrossar o capital.
0 dominio material e intellectual dos anti-
gos era infinitamente pequeo em comparagAo
do nosso. Os povos erAo solitarios, sem com-
municagAo e descoidiecidos huns dos outros.
A arte da Navegado poz a todos em relagtos ;
o Commercio excitou a industria ; e o traba-
lho outr'ora vergonboso e reservado a os
eseravos tornou-se nos nossos dias a virtude
dos povos, e a propriedade a sua recompen-
sa. Os progresa'>s das Artes os meios de
Iroca tem feito a o homem independen te : el-
le sabe viver do seu trabalho j nao est
pjezo gleba sua existencia nAo depende
dos caprichos d'hum senior 5 elle foge as
perseguicoes levando comsigo a sua proprie-
dade a sua industria eos transplanta pa-
ra onde quer que encontra liberdade, pro-
leccAo e proveito.
O dominio intellectual cresceo, como o ma-
terial. A imprensa he o meio mgico que
serve para conservar e augmentar este the-
Bouro preaioso pondo-o a abrigo de todas as
tentativas do despotismo, e da barliaridade
Estarte maravilhosa pto os povos em convur-
pagAo permanente 5 ella he hum novo orgAo ,
desconhecido dos antigos que desmascara o
erro e proclama a verdade ; eHa nAo deixa
perder nenhuma invenco til e tudo que
recolhe torna-se huma heranca para a pos-
leridade.
Estas mudanzas estabelecem huma grans-
idissima diferenga entre os antigos lempos ,
e estes em que vivemos; ellas devem de
influir sobre os governos depois do haver
mudado a situagAo dos povos. Os povos d'an-
liguidade erAo divididos era senhores e es-
Cravos : estesquasi semelhaotes s bestas de-
viAo trabalhar sem poder adquirir 5 aquelles ,
vi vendo na occiosidade nAo conheciAo ou-
tra occupagAo se nao a guerra outro dirci-
to se nao a forga outra virtude se nAo a
coragem. Entre elles o trabalho devia ser
cousa ignominiosa ; por isso que s a forga
assegurava a propriedade. D'ahi o seu pen-
der para a guerra a ua grande tima pa-
ira balito, isto he-, massa du nagAo: ellas ssAo
uteis ao partido faccioso que alcance victo-
ria e usa do seu triunfo para oceupar todos
os cargos, que coneidera patrimonio seu e
desfructar a nagAo que he sempre preza da
cubica e da intriga do vencedor. O nico
meio de governar be por tanto apartar as fac-
gtos, seja qual for a sua bandeira, e admi-
nistrar o Estado no interesse da parte produc-
tiva e industrial, que he a massa deste ao
mesmo passo que as outras nAo sao, se nao
hum caero roedor, que releva extirpar.
Os facciosos estAo sempre em movimento ;
elles se agitfio em todos os sentidos : pelo ef-
feito que produzcm talvez creia algucm ,
que elles tem de sua parte a forga e o nu-
mero : mas nAo he assim antes espanta a
sua flaqueza ; porque a elasse dos homens
laboriosos que querem adquirir possuir ,
011 conservar he pelo contrario mui numero-
e conseguintemente mui forte : mas ella
be por sua natnreza paciente, tranquilla, e
pacifica ; ella nAo oppto ao governo que a
contraria se nAo huma forga d'inercia que
he terrivel s por isso que a abandona mer-
c dos facciosos. Hum governo que se
quer conservar deve tirar essa elasse nume-
rosa do seu estado d'inercia e pola cm mo-
vimento : e para o conseguir s ha hum meio,
que he governar no sentido desta e segundo
os seus nteresses : he preciso abandonar os
facciosos de todos os partidos, bem seme-
Ihantes s quadrilhas de bandoleiros ,
seus nteresses, e asss energa para os de-
fender ; nunca as facetos teriAo tonga exis-
tencia ; porem os homens mais laboriosos e
mais itteis sAo quasi sempre os que veem mal
os seus nteresses, 011 nAo sabem fazer uso das
suas forgas para os tornar respeitaveis. Logo
que se sen tem opprimidos por huma facgAo ,
nada se Ibes figura meihor do que chamar
cm seu auxilio a facgAo inintiga ; e se esta
triunfa veetn-se na necessidade de recorrer
primeira para se desembaragarem da segunda,
de maneira que constituem-se instrumento
de seus inimigos para serem ao depois suas
victimas.
0 governo que desoja promover a felici-
dade publica nAo se aparte dos dictantes da
justiga e s procure as sympatinas dos ho-
mens industriosos, dos cidadaos honestos ,
e que tem a perder fazenda honras &c. ; e
nunca transija com especuladores polticos ,
com vadios, proletarios c desordeiros. Ac-
colher os mos he declarar guerra aos bous ,
e contemporizar com anarchislas he acorogoar
as revolugtos e entregar o paiz a todas as
calamidades imagina veis. Nada de transac-
coes com o crime. Governo tmido, e sem
forga nAo he governo : he hum meio espanta-
dlo, he hum ludibrio dos povos, he huma
verdadeira desgraga publica. Sem o iel
cumprimenlo da le nAo bfelicidade social ,
e sem forga e energa taojhe possvel exe-
Cutar a lei. He preciso finalmente que lo-
dos os bons se deem as mAos para con tur os
mos na rbita dos seus deveres.
CORRESPONDE X CI A
nAo sabendo trabalhar, nem produzir que-
rem viver lauta e regaladamente cusa da
elasse industriosa, e productora. Em quan-
to hum governo., seja elle qual for nao se-
guir esta marcha, poder ser derrubado pe-
Jas revolugtos ; e caso se sustente por algum
tempe, nAo o dever se nAo a huma forga
estrangeira, com a qual nem sempre pode
contar ou a huma forga organisada tirada
do partido a quem favorece e que custar
nagAo sacrificios enormes, que a empobrece-
rn' deixando-a indeleza contra qualquer
aggressao externa.
0 governo desojado pelos homens indus-
triosos que querem adquirir pelo trabalho ,
ou conservar os fruetos deste, he o da justi-
ga, que deve convir igualmente a todos:
elles nAo requerem privilegios, elles nao que-
rem nem empregos, nem titules nem pen-
siles ; o que desejao sim he por as suas pes-
soas e o fructo de seu trabalho a abrigo de
toda a violencia, de toda aexacgo, ede
toila a rapia quer arbitraria quer adminis-
trativa quer judiciaria. Elles nao recuso
contribuir para as despezas do governo ; mas
pedem que os seus Reputados consinto no
imposto e verifiquem a applicagAo deste.
Elles eslAo promptos para fornecer Adm-
nistragAo os fundos absolutamente nocessa-
rios; mas muimos revoltar se huma elas-
se privilegiada nAo podendo restabelecer o
feudalismo territoreal, quiser fundar cm
huma enorme escala o feudalismo dos empre-
gos, e das pensos, com o que feririAo ao
mesmo lempo a agricultura a industria e
o commercio. estabelecendo huma pilhagem
nietliodica e organisada sobre a fortuna
publica.
Se a parte industriosa dos povos tivcsse a
Snrs. Redactores.
Tendo eu procedido, como julguei do meu
dever contra o predio que est edificando ,
fronteiro ao Arco de S. Antonio o Sur. A.
J. de MagalhAes Bastos soube todava que
os meus detractores infundadamente jame ar-
guirAo a respeito da mesma edilcacao, e por
que eu desojo que elles cada vez fiqucn mais
confundidos, c envergonhados rogo aos Se-
nhores Redactores o favor de publicar o do-
cumento junto que suponho ser suficiente
para o respeitavel Publico faser sobre o ne-
gocio ; o juiso conveniente.
Seo Venerador.
R. J. Rarata de Almeida.
Diz a Cantara Municipal desta Cidade
do Recite que nao tendo conoedido Anto-
nio Joze MagalhAes Bastos licenga nem
eordiacfio para edificar em hura terreno que
tem o Supplicado fronteiro ao arco de S. An-
tonio porque sendo esta edificagAo inteira-
mente contraria e prejudicial ao aformosia-
mento da rae comodidade dos habitantes des-
ta Cidade a Cmara por bem de seus devo-
res tinha de contratar com o Supplicado ,
sobre a endenizagAo do referido terreno, como
em casos edenticos tem procedido : mais nAo
obstante o Supplicado com o maior iscandalo,
c menos cabo das leis, e Postoras Municipaes,
que j est edificando um predio no mencionado ter-
Sudueste, que pareca querer destruir e an-
niquilar tudo o que d'alguma maneira resis-
ta sua extraordinaria impetuozidade !
O trovAo aproxima-se e estala medonho
e quasi perpendicular sobre suas cabegas e
augmenta o horror desta scena horrivel !
As arvores dobrando suas coroas e ramos
at o chao, nAo puderAo muitas supportnr
tAo fortes repelltos e estelando pelos tron-
cos Ao rolando por algum espago similhan-
ga de ligeiros velos de IA quando sao impel-
lidos por alguma aragem. KorAo arrancadas
pelas ranees algumas oliveiras, amendoei-
ras &c.
A impetuozidade do vento era tal que um
robusto negrilho eslalou pela lerceira parto
da sua-altura, medido de cima ; durara per-
to de 3 (piarlos de hora deitando a trra
ntuites azeitonas quebrando muilos ramos
e varios lelhados.
Segundo aflirma o nosso Correspondente ,
Moncorvo nao muilo siyeila a grandes tro-
voadas por quanto as serias que a circundo
sao unta especie de conductores cuja direc-
gAo talvez em consequencia de abundarent
em mineracs de ferro, mxime o Roburedo ,
seguem naturalmente as trovoadas; e por isso
uina dellas ( pois erAo unas poucas ) seguiu
a extrema direita do dicto monte Roburedo ,
e como o vento era milito impetuozo dis-
persou-a logo: jtorcm outra que tomou adi-
rucgAo opposta resisti ao vento e fazendo
sua posigo com outras sobre os campos da Vi-
ltica unta pequea legoa distanto du Mon-
corvo e onde ha sempre grande afllucncia
de gente em trabalhos agrarios demorou-se
all bastante lempo, e infelizmente unta mu-
Iher foi victima de um raio, ficando toda
queimada e um rapaz (pie eslava prximo
della tambera Cahiu por Ierra sem sentidos ,
ficando assim muilo tempe < mas felizmente
tomou a si, achamlo-se-lhe o fato tostado
do lado donde cahira o raio diz o rapaz
que (piando cahira o raio sentir encolherem-
se os ervos todos !
No rio Sabor que assift como o Douro
cresceu multo foi no dia segninte encon-
trado um homem morto embrttlhado cm u-
ma rede, e tambera se afogou mitro peixeiro.
Esta inctente repentina do Sabor eausou gra-
ve prejuizo por ser na occasiAe em que os
caamos estAo medidos n'agua par se curti-
rem e forao todos arrebatados pela correle.
Tambem cahiu alguma pedia e a agua
foi muita de maneira que tudo jnelo a
grande vento fez cahir os milhos e damnili-
cou todos os fruetos : ha la viador cu jo pre-
juizo se oiga em (JOOjOOO rs. !
( Communicado. )
reno -, e porque da continuagAo dessa edifica-
gAo resultar necessariamente embarassos e
diiculdades que depois d'ella concluida se-
ro impossiveis de se remover, requer o Sup-
plitante a V. S. seja servido mandar proce-
der a embargo na referida obra entintndo-
se ao mestre e ofliciacs d'ella para que nAo
continu declarando-su no respectivo termo o
estado em que se ella acha para afinal ser por
V. S. tudo julgado a vista do termo de adia-
da que requer o Supplicante seja tambera
deferido. Portan lo P. ao Sur. D.r Juiz de
Direilo do Crime da 2." Vara seja servido de-
ferir o Supplicante como tem requerido.
E. R. M.
= NAo tem lugar o embargo que requer
a Supplicante visto que a obra edificada sem
licenga da Supplicante pode a todo o teitipo ser
demolida como he expresso no Til. 7." 2-"
das Posturas Municipaes. Recite A de De-
zembro de 1811.
Moraes Silva.
PORTUGAL.
A TnOVOADA KM MONCORVO. ?
No dia 3o de Agosto apprezentou a Natn-
reza aos olhos dos habitantes de Moncorvo
urna d'aquellas scenas extraordinarias e ma-
gestozamente horriveis que tendo o homem
suspenso entre a admiragao e o espanto, o
forgAo a retonhecer cm seu coragAo a exis-
tencia de um Ente Poderossimo, Aulhor e
Conservador da mesma Nalureza.
SeriAo duas horas e meia da tarde, quan-
do tendo at all estado o dia inuito socegado,
se ouvu um pequeo estampido de trovo ,
que vinha da parte do monte Roburedo, ao
Sul da villa e logo inmediatamente se se-
precisa capacidad para julgar rectamente dv : um mu Uto iiupetimau Venle Sul eu antes
NOTICIA IMPORTANTE.
Correspondencia do Peridico dos Pobres no
Porto.
Sensor Mestre Barbeiro pikle ir visitar a
Tia Michaela e contar-lbe a seguinte novi-
dade que cerlissinta viuda de Roma pelo
telegrapho martimo e diz assim. Telegra-
pho da Rarra 24 do lindo Agoste do auno 21
das desgragas de Portugal Parabens para-
bens Cartistas reformadores do novo mun-
do e pais da Patria parabens vos sejAo da-
dos pelas acertadas providencias que destes
para cora a Corte de Roma !!! Esteo do tod ,
concluidas as desavengas com o Santo Padreo
Chefe visivel dalgreja pelo modoseguinte-NAo
podendo Sua Santidadeobtcr do Sacro Coilegio
um Cardeai que quizesse acceitar o logar de
Nuncio para Portugal com plenos poderes
para levantar as excomunhtos que existem no
dicto Reino estando pyr isso indecisa esta
questao o Infante 1). Miguel vendo isto ,
e querendo jnir termo a tantos males que des-
gracia!) o infeliz Reino era que nasmi ,
foi ter cora o Santo Padre jiedindo-lhe o or-
denasse de Presbylero u que se offcrecia e
acceitava o logar de Nuncio e Ministro pa-
ra Portugal ficando assim desvanecidos os
receios que tfnbAo os liberaos Portuguezus de
elle os vir inqneitar um dia disistindo des-
ta forma de todo o direilo ao Reino passan-
do para o estado Ecclesiastico. O Sanio Pa-
dre acceitou e logo o ordenou clrigo no-
meando-o Cardeai e Nuncio e seu Ministro
na Corte de Portugal matando de um tiro
dous roe! los como su diz pois obteve a de-
sistencia do Reino c ao mesmo tempo achou
Nuncio o que nAo tinha podido obter. Ja
o novo Cardeai disse Missa nova ja recebeu
a Bulla que Ihe d o poder de absolver nao
SO os ladrtos que roubrAo os Conventos co-
mo os casados com duas irmAs compadres
eom comadres dispensas que nunca a Santa
S conceden!!! Est-se concluindo o seu gran-
de uniforme e um rico barrete vermclho ,
para partir para Portugal tomar con la do seih
novo logar Grasas Providencia que s-
sssib acabars wilesgracas du malfadad#
-


if I 1

Portugal rodo dos ratos Portugal ja teve
nm Cardeal ltei, e agora te um Bei Car-
dea! Vivo os Pais da Patria e suas sabias
providencias Vivo. Est conforme
O Pica Moscardos.
(DoP. dosP. no Porto.)
l'MA HISTORIA.
Casou-se um pobre dibo, e sua mUlher ,
que era algiim tanto estouvada folgazA, o
deixavasem comer para nao emporcalhar as
niaos na cosinha. Reprehendida por seu
paciente marido, ella agoniada respondeu
(pic buscasse criada que o servisse 1 seu gosto.
0 marido tomando o negocio ao pe da letra
sahiu e tornou d'abi a pouco levando debaixo
do brago um lengo em que eslava pintada li-
ma negra. J temos quem trabalbe em ca-
sa ininlia querida, lhe disse elle j nao
tens que molestar-te e tu, negra, prosse-
guiu dirigindo-se pintura se quando en
vier comer nao estiver o jntar prompto e cor-
rente conta duas duzias de goites no rever-
so da medalba.
Voltou o marido c j se v que nem o hime
estava acceso ; enlAo mu enfadado, ordenou
sua querida metade po/.esse s costas a ne-
gra e feito isto enlrou a dar vergalhadas so-
bre a pintura as (junes cahiSo sobre as cos-
tas da recemeazada corra esta e grita va ,
porcm o marido a seguia, e chegando-lhe
sempre que a aleangava e gritando, nao a
dcixes fugir, que eu te prometi por S. Ni<-
codemos que Ibe nfio deixarei um osso sao.
> *-
mo que pregar aos defilnctos que se pode
esperar de homens que traficao com o seu vo-
to e que nao o do ou nego segundo os
seus particulares e srdidos interesses Por
isso a causa corre torta e ha de correr. Que
beneficio pode alcanzar o paiz d'homens que
sem vrgonha sem temor de Dos atrap-
llio urna SessAo inteira com urna longa mas-
sada s para chegar aos seus fins sem Ibes
importar que os Empregados pblicos gemio
na miseria que os veteranos andem atraza-
dos e qlle o Estado perigue Mas o peor
que o Povo nao abre os olhos e depois tor-
na a rceleger estes mesmos massadores sem
Ibes conbecer a labia e a hypocrisia do seu
civismo !
Tia Micbacla se por um lado o massado-
res sao fedorentos por outro lado os apaga-
dores tambem nao deixao de cheirar mal!
diamAo-se Apagadores aquelles Deputados
que estao sempre a gritar votos votos cor-
tando as disousss e nao deixando que o
negocio se ellucide. Com esta extrategia o
systcma representativo degenera em absolu-
tismo constitucional. Tia Micbaela tudose
quer com conta pezo e medida. Ha certas
cousas que hierecemj mita attengo : verbi
gralia as medidas inanceiras. Nao basta
somonte dizer uo ha dinheiro precizo
dinbeiro ; necessario ver se o povo o pode
pagar e quaes sao os meios mais suaves e
a sua applicago. 0 povo tem sido muito co-
mido constitucionalmente. Elle tem enchido
a panga a urna duzia (rambiciosos que estao
empando de (artos Elle sustenta um exr-
Snr. Joze Ignacio-da" AssumpgSo praea da = Quem precizar de um caxeiro para quaf
Boa-vista botica
ra de Carvalho.
do Snr. Victorino Ferrei-
Continuacfio da subscripgao a 'favor dos ha-
bitantes da villa da Praia da Victoria, na
ilha Terceira.
J< 8 > Tavares Cordeiro
Jos Jottquim Dias Fefliandes
Jos Pires de Moraes & companhia
Manoel Joaquim Pedro da Costa
A. S. e C.
Lima Jnior Si C.
Antonio Ramos
Jos RrandAo da Rocha
Francisco Joze da Silva Lobo
Jos Joaquim de Moraes Sarment
Joaquim Mara Ribeiro de Andrade
Marques & Veigas
Antonio Pereirada Cunha
Joze Mendos de Freitas
Joze Adonso Moreira
Francisco Jos Rirbosa
JoSb Jos Ribeiro dos Santos
Francisco da Silva Lisboa
25j
oj
Ib
10.
m
m
m
10.)
10.>
Mh
10.
Uh
m
m
m
AVIZOS DIVERSOS
H.VSSADOHKS K At>AGADORES>
Falaremos boje. Tia Micbaela dos Massa-
dores e Apagadores 5 destas duas qalidades
de animaes damninhos que, chucando os seis
cruzios com bem iracas bulas nos estao uni-
endo a paciencia na fabrica nacional das Icis.
Eu estou pelo que Vm.'quiser, Meslre ; com
tudo nAo ven ha Yin. ralbar dos massadores,
o me arrume tambem alguroa massada. Diz
o dictado Ninguem v a tranca no seo lho,
mas o argueiro no lho alheio. Nao se assus-
le ', Tia Micbaela serei breve.
Massador se entende aquello represen-
tante conciencioso da naeao, e que em pi-
ulando as millas a palavra se persuade que
s elle a deve ter e enlo falla
por urna eternidade pisa e repisa e
as veses al deixa a palavra de mllios para a
Sessio seguinte Taes massadores Tia Mi-
chuela, tem una to espantosa e estupenda
bemorrhogia de palavras, que disem em
500 phrazes o que podio dizer em 3......
Porem ^ligame inestre de que ser-
vem essas massadas parlamentares i' Parcce-
me que nao sAo boas nem para a alma nem
para o corpo. De que servem Pergunta
Vm. Tia Micbaela ; servem para faser op-
posigo conscienciosa aogoverno, ganliartem-=
po, proscrastinar as discussrtes, c faser com
que conclua as 8088(168 sem se dar nlminis-
tragAo cousa alguma do que ella pede e
lhe he preciso, Tal atctica de alguns Srs!
Tctica porca e infame que temos visto na
presente legislatura onde pouco se tem feito
ou quase nada,
Meslre se osses Snrs. que Dosnos dett
para descont dos nossos peccados, pezassem
na balacea da patria ao menos meio arratel
de patriotismo, outro gallo nos Cantara! Mas q'
quer Vm. Mestre ? o programma de alguns
Depulados- viva o governo em quanto re-
parte comnosco morra o governo se nos df-
nega alguma das nossds pretenges !E o
programa de outros este governo bom ,
se eu son ministro este governo nao presta,
se eu n2o estou la dentro mestre eu ja es-
tou desengaada que nao podemos passar de
cepa torta.
Minha rica Tia da inhiba alma crea o que
lhe cu digo : para certos Deputadss entre o
governo e m representantes da NagSo deve ha-
ver um contracto bilateral do ut des ; e por
isso temos visto com vrgonha nossa Deputa-
dos que inda hontem suavAo a camisa em de-
fesa do ministerio, alistarem-se boje as ban-
deiras consciosas da Opposico e engrossar o
cathalago dos massadores. Ainda outro dia
dous, porque nAo for3o chamados- para a
CommissAo do Sal Valerio, amuro viraro
as costas ao Governo, e desertarao para o
compo inimigo con as armas e bagagem !
Outros ha que tendo pilhado ao Governo 600
grabas para sr, ilhos e netos bisnetos ,
< tataranetos amigos ealilhados porque
o Governo Ibes negou' o ultimo, o amca-
carAo de abandonar e passar para a Opposi-
go, e ficaro calados cm quanto n8o virao
o fim do negocio Destas miserias ha murtas
lomado Dos !
= Pr?ciza-se Me um caxeiro que tenha
15 al(J annos de idade o qual tenha bas-
tante pratica de venda s e d liador a sua con-
duta ; na ra d'Ortas D. 15.
= Quem annunciou precizar de urna pes^
soa para escripturagAo e cobrangas ; diri-
Cilo de empregados pblicos que todos devo-: ja_SP a ,.ua dos pres j q 15
rao a substancia da ItagAo! Elle d de comer = Q,iem tiver para vender a historia da
A urna sucia de vadios que nAo vivem senao Grecia em portuguez e a Comedia o Filho
las suas especulagoes patriticas Elle Xalural; annuncie.
nalmente sustenta repartieres de que se nao | = o Snr. Joze Antonio Marques, nego-
tiraproveito e preciso que isto acabe. !(.aille na parnaliiba 011 Parahiba
e boje
Diz muito bem Mestre mas (pie quer se asistente tiesta Cidade ; queira dirigir-se a
ninguem ([uer frabalhar nos louvado De.s' raa do Kangei j venda j> iJ f para ,h(. ser
ainda temos bastante trra mas ninguem a ientreflie ,,, cirta vi,1(|a (Ja Para^ji^, qut
quer lavrar todos querem ser Morgados (H)I. ,>ugano se recebeo.
Commendadores e Hachareis Vmc. nao QU(;in pi.oczar de um portuguez para
v como ellescorrcm aos Mudos paraalni-!caxei,.0deengeiiho, o qual tem pratica do
purgar j dirija-se a ra
penltima Ioja se dir
versidade fabrica dos Capellos Todos os | s(.rvico de casa de
annos a Seiihora|Coimbra nos fornece cente- \'0va"lado do norte '
nares de Radiareis que tao tOem a mira se quem.
nao nos empregos pblicos e linio j se sabe | () abaixoassignado propM>-sc apromptar
cusa do |)obre povo ; porque o Sr. Racharel janiares para fora, com todo o asseio e promp-
11A0 abriu o Pascoal Joze de Mello para ser
caixeiro guarda-Iivros para plantar nabos,
para ser alfaiale ourives carpinteiro, e rna do Queimado
msico Olhc, Mestre dentro em meia
duzia d'annos nao haver em Portugal senAo
Iiias qalidades de gente Radiareis e Com-
mendadores E tal a materia, qiie at os
meus bacornhos se ando ehfeitando para
serem Dou lores !
Ora como o Snr. Povo ainda est com os
olhos fechados e ainda er que s un Ra-
charel sabe diser duas palavras junctas e el-
los sAo tantos segue-se pie o Parlamento es-
t atacadinho delies e enlao nAo admira que
abundem as RachareJiees e a massadas Pa-
ra a fornada seguinte havemos de cscolher so-
mehte Proprietarios e Negociantes Layrado-
res e Artistas a ver o (pie sabe. ver-
dade que nao haver tanta theorica. tanta lo-
lidao e a vontade dos assigiantes ; quem do
seo preslinlo se qnizer utilizar, dirija-se a
D. 5 3." andar ,
Joze Goncalves de Faria.
= Quem tiver para alugar um primeiro
andar, sendo na ra do Rozario larga, Quei-
mado ou na do O)llegio ; dirija-se a praga
da Independencia 1). 17.
= Aluga-se urna grande caza terrea no
hairro da Roa-vista na ra Velha D. 25 ,
com 5 quarlos um grande quintal, com ar-
voredos ; quem o pertcnd'r dirija-se a ra
d'Agoas verdes D. oG.
= Offerece-se um portuguez para caxeiro
de escripia 011 cobranzas ; dirija-se a rua
Nova lado do norte penltima loja.
= A Shr: Joaquina Mara P. Vianna ,
(|tieira vir ou mandar recelier ti importe da
minha afianzada trazendo o meu documen-
gica e tanta methaphisica, mas tambem nAo t0 para a vista delle ser pago conforme o mes-
haver tanta massada ; pirque esta gente mo e advertc-se a mesma Snra. o al-
pao pao ; queijo, queijo. A verdade nao guem por ella que nSo entenda com este an-
deixa de ser verdiide pdr nao [>ir enfeitada nuncio que ei neg o documento que exis-
de lentejoulas. 1 te em seo poder assim como j conteceb ,
Temos fallado Tia Micbaela como fallara I no pencar da Snr. P. Vianna.,
o proprio Cicero cm p renca de (jue elle fallava em latim, e nos em
[Mjrtuguez. Se eu fosse Racharel, fallando
Antonio Dias da*S. Cardial.
== O Teen te Coronel Joze da Costa Re-
lielo Reg Monteiro roga ao Snr. que lhe
de Cicero, dara urnafgrande massada: fal-,pediu imprestadas duas colxas de damasco
laria do seu nascimento idade parentes, encarnado queira ter a bondade de manda-
haluralidade e^domicilio ; nao me havia de ,'as entregar poisj bastante o tempo que
esquecer a toga, as oractes qUe elle fez, e; as tem em seu poder alias ver-se-ba obriga-
invocaria o capitolio o Tibre, e o Rostro
em fin dira muita bacharellice', que para
discussoes inanceiras vem tanto a proposito
que mais nao jiode ser.
Ora bem', mestre, parece-me que isto tAo
bem vai degenerando em massada, e para nao
cahirmos no defeilo que censuramos demos
o negocio por feito, e levante-se a sc'ssAo.
Apoiado i Tia Micbaela apoiado.
( Do Peridico dos P._)no PfVrto.)
LOTERA DA MATRIZ DA ROA-VISTA.
No dia 15 do corren te corre impreterivel-
mente al.* parle da 0.' Lotera ; os restos
dos bilhetes acho-se venda no Recife rua
da Cadeia Ioja do Snr. Vieira ; em S. Anto-
nio rua do Collegio loja do Snr. Menezes ,
rua do Cabug botica do^Snr. Moreira Mar-
ques
gas : e na Roa-vista defronte da Matriz ,
botica do Snr. Joaquim
doja publicar o seu nome por este Diario.
= A pe'ssoa que no Diario de' terca feira 7
do correte annunciou querer um caxeiro'
para escripia ecobrancas ; queira dirigir-se
a rua da Conceic8o da Roa-vista D. 34 ou
annuncie : adverte^-'se que tem os meios per-
cizos para o fim annunciado o qual d fia-
dores a sua conducta.
= Quem annunciou precizar d'ilm caxei-
ro para escripia e cobranzas dirija-se a
rua Direita D. 41.
= Agostinho da Silva Guimarffes ; mora
na rua Direita loja de couros D. 27.
ss Troca-se a moradia de urna caza gran-
d com sotAo na rua do Arg3o por outra
que seja na rua d'Ortas Ou patio do Carino ;
quem este negocio quizer annuncie.
as Na pra?a da Independencia loja de li-
57 e 58 existe venda os nume-
t vros.n.
e no Livramento, botica'do Snr. Cha- tos i 2, e5da*Aurora Pernambueana, sa-
l ido hoje do prelo ; con tendo artigos de as-
tronoma lizica, chimica e variedades S.c.;
axirvcus; ---------------1 Joze Moreira; no .,.,,,, *,,, u..un,
Mestre Vmc. bem o prega, mas o mes-1principio do aUcxro Jjtlo csqqerdo loja do preyo d oft ji. ^,o ici*.
quer rrumaco c de um ollicial de farma-
cia j annunre.
= Alugrf-se o tereciro andar da caza da
rua do Queimado ; ) 4 ; defronte da boti-
ca ; a Ira lar no loje do msHio.
= Quem antiunciou no Diarid de 7 do cor-
rente precizar de um eaxHro para scripta o
cobranca;dirija-se a ruadaCadeiaVelha.n. liU.
= Quem anuunciu no Diario de Terga
feira 7 do corrente precizar de um caxeiro
para escripia ecobrancas; dirija-se a rua
do Queimado ; D. 5:
= Existe una carta de Importancia para
se entregar ao Snr. Manoel Francisco de Sou-
za "Ramos ; na rua Nova lofa de Fredirico
Chaves D. 5 : na mesma caza preriza-se a-
lugnr um preto para o servico de urna caza*
pagando-se IOOOO reis por mez e o sus-
tento.
= Qnetn precizar de hiim rapaz portuguez,'
cbegadO prximamente de idade de 18 an-
uos 6 qual d fiador a sua conducta ; diri-
ja-se a Cidade de Olinda Venda que vai para
a campia do Carino ou annuncie.
= Quem precizar de una Snra. capaz pa-
ra ama de caa de homem olteiro, a qual
sabe cozer engomar c cdzinhar ; dirija-sa
a rua Direita loja de churus D. 20.
= Quem annunciou precizar de um Caxei-
ro para escripia e cobranzas, dirija-se a rua
Velh da Doa-vista D. 55:
ss A pesso que annunciou Seghda feira
0 do corrente querer saber da morada de
Joze Gomes de Mello ; dirija-s a Igreja de
S. Gongalo das 0 as 9 horas do dia que
ahi encontrar em qualquer dia que seja de
semana u na casa pegada a mesma Igreja.
sa Prlecips-se aos Snrs. que tem (aliado
para alugarem pretos para S Cpatazi externa
(j'Alfandega que podem ir tralar cbm Arcc-
nio Fortunato da Silva na porta da mesma
Aliandega das 8 horas em diantfe, que se-^
laoadmittidos desde boje.
22J. Koga-se ao Snr. Manoel Adriano d
Costa baja de declarar se o annuncio ense-
rido no Diario de terga feira 7 do corrente
se entende coni oabaixo assignado, Josfc Mi-
guel de Miranda.
su- Compra-se bum artnario grande de.
bronze, com sua compettente m8o de ferro,
piem o tiver annuncie ou dirija-se a rua da
Florentina velha ludo do muro de S. Fran-
cisco casa junto a fabrica de papelo.
ssrQuem quiser alugar urna excedente casa
terrrea com boiis commodos sita na Roavista
no beco que vai para a r da Gloria defronte
da casa onde mora AhIonio Gomes Pessoa ;
dirija-se a ruada Cadeia vwlha D^ 14, segun-
d andar.
w EngajAo-se homens livre para seren
empregados no servico do camp de um en-
genho que se vai edificar, dando-se o susten-
to no primeiro auno de engajamento com
jornal diario ou nteresse no producto dac
safras o tambem aceit-se ofliciacs de car-
pina pedreiro, 0 ferreiros sendo estes pa-
gos segundo seos merecimentos e .pericias doa
oficios: lodos os que quiserem empregar-se
neste servico,, dirijo-se o sobrado D. 2, rua
da cadeia do bairro de Santo Antonio, onde
lhe Ser pattehte s condieges e interesses?
do Contracto.
= No dia segunda feir 6 do corrente en-
rou pela caza de Antonio Nobre d'Almeida
Jnior na rua Palacete um molequo cuj n8o
quer dizer o nome de seo senbor a quenji
perlencer dito escravo procure na dita rua y
caza de A. N. de A. Jnior.
3= Quem quir.er comprar urna preta, que
representa tervinte siheo annos inda nova ,
a qual se vende por prego cmodo dirija-se
ao estleir d Joo Thomai Pereira na rua
da Praia.
sis- Vende-se bixas violentas e baratas \ nat
rua das Cruzes D. 3.
= A pessoa que no Diario de 7 do corren-
te annunciou precizar d'm caixeiro para es-
crita deumaca'za, ecobrancas, querendo
um que est n'estas circunstancias, d fia^.
dor sua condcW como exige o annunci-
ante ; dirija-s'a4 rua das Cruze D. 5.
= Aviz-se pessoa quem for offeretidjt
a caza de sobrad* d; tres andaW D. 9 da
r do Collegio no bairrO de Santo Antonio
desttf Cidife, que essa se' aha hypothecada
por os seus proprietarios Francisco Coelho de
Souza, e sua mulber, por uns poucos dei
con tos do. rS. que vencem premio, a Jozi
Joaquim Theotonio de Mello e os seus ren-
dimentos annuaes se acho adjudicados at
o anno de 1855, por Senlenga da 5. Vara d
Civel EscrivSo Vsconcellos, a Joaquim Jo-
ze da Silva, para pagamento deste Credor ;
quem comprar essa caza, sem a desobrigd
destes dois credoros, ficar subjeito suai
mteira indemnizai-io t sem que se aessa ky-
mr ao anpaiHt.


-"--
>
"MrNa noute do da 3 do corrente d'uma
moa no porto do* Martirios (tetarlo urna pai-
sa desebodc Holanda, umapeneiracom varios
remedios airida sem sere*nuzados i quem
ouber queira dar parte no armazem de m-
deiras na ra da palma que ser gratificado.
C3-Acha-se n'esta praca um homem que
tem servido alguns Jugares da Magistratura
fora desta Provincia, tomo consta deseus do-
cumentos e quem diga bem de sua con-
ducta ,; nao ignora a pratica no foro judicial,
he dispencionado de familia ; o Advogado ou
scrivo que se queira ulihsar de Seu limita-
do prestimo para escrever annuncie sua mo-
rada.
S9- Regase acert Sr. que eostuma tirar
cartas do correio para o abarlo assignado ,
nio se d ais a este trabalho, pois que alem
6o abaixo assignado Ihe icar na obrigago de
Ibes ttrazer a casa sem precisar tem passado
pelo desgosto de muites cartas nao as receber
tendo a certeza deHcs terem estado-no cor-
rsio. = Rodrigues da Costa Carvalho.
ss^- Precisa-se alugar urna preta ainda que
nao saiba cozinhariiem engommar rabendo
5 > vender na ra, pagando-se por dia 52o rs. ;
quem tiver dirija-se a ra direita D. 29,
1S- O abaixo assignado adterle ao Snr.
Jos de Medeiros'TavareS, rendeiro du rasa
do beco do peixe frito pertencente ao recolhi-
mento da Gloria, que Ihe nao d cuidado a
quem ha de pagar o aluguol, pois que quem
disso estencarregado bem sabe que se ha de
vencer a 17 do corrento tres mezes e nesse
dia Ihe mandar bater porta. Manoel
Ferreira Ramos.
S2T O abaixo assignado faz saber aos in-
teressadosdos^6billletesda^. parte da 0.a
Lotera da Matriz da Boa Vista os nmeros
jguintes: 5361, 3381, 5537, 5425, 5412,
4654, 518, 3698, 1054, 1642, 3715, 418,
1739, 517, 2071 2141. *= Antonio Fer-
reira da-Hora,
ssr Quem annunciou precisar de um cai-
-xeiro para escripia e cobranzas querendo
um com todas as qualidades exigidas, e izen-^
tode guarda nacional, e dando bom fiadora
sua conducta, dirija-se-a ra da roda D. 19.
G7- Quem preoisac de IOOjOOO a 1 OOO
dando firmas que agrade, dirija-se a -fora
de portas n. 194, at as 7 horas da manh.
X3" A pessoa que annunciou precisar de
um caixeiro para'escripia e cobranzas diri-
ja-se aos 4 cantos da hoa vista segunda, casa
passando o sobrado.
de um cxfero : em casa do Escrivao do Ju-
iz de Paz do bairr do Recife.
x&" Qualquer porco de niel: trata-se
com o Sr. Angelo Francisco Carniro.
5^7" J. B. Navarre proprietario de urna
grande distilago sita nos Api pucos, ah com-
pra diariamente e todo -anuo .qualquer
porcao de mel, e cargas, e tambera faz ajus-
tes de safras inteiras pagando-se a vista
principiar no dia 10 do corrente.
1-7- Escravos de ambos os sexos, -de ida-
de de 12 a 2o annos para fora da proutncia.
na i*ua do fogo'ao p do Rozado D. 25.
3" Urna flauta de bano com urna ou '4
chaves : na ra difeita loja de fazendas De-
cima 41.
"3- Os diccionarios de Moraes da ultima
edigo em meio uzo : na ra da Gloria De-
cima 23.
ts- Pennas de quima .para penacho : na
ruada riioeda n.'45.
CT ma molata de idad de 47 anuos :
na ra do Colegio D. 4.
ssr Excellentetaboadodcann-i-eo e lou-
ro de costado costadinho assoalho e
forro -serrado na serrara d'agoa no Mon-
VENDAS.
AVISOS MARTIMOS
Para o Rio de Janeiro o Superior e veleiro
Brigue Brasileiro .Imperial Pedro, Capitao
Joaquim Antonio Vieira que deve sahir por
estes 3 das so recebe passageiros e escra-
vos a frete.: os pretendentes dirijo-se a Joa-
quim Baptista Morena na ra do Apolo.
para lisroa com toda brevidade o muito ve-
leiro Brigue Portuguez Tarujo 1.", forrado de
cobre de que he Capitao Joaquim Pestaa ,
para carga e passageiros" trata-se com o seu
consignatarios Francisco Severiano Rabello ,
no forte do mattos.
Para Maranhao' sahe com toda a brevida-
de o Patacho Brasileiro S. Joo Capitao e
pratico Felippe Rodrigues dos Santos Moura ,
por ter parte de sua carga prompta ; quem
quiser carregar ou ir de passagem dirija-se a
F. M. Rodrigues & Irmos 'na ra do Trapi-
che n. 12.
Para Maranhao' em poucos dias o bem co-
nhecdo Brigue Escuna Laura, Capitao Fran-
cisco Bernardo de Matos ; quem quiser fcarre-
gar ou ir de passagem dirija-se a F. M. Rodri-
gues & Irm'aos na ra do trapiche n. 12.
"~" L E I L 0 E N S .
tar Que fazem Rozas Braga & Companbia,
por intervengao do Corretor Oliveveira das
restantes fazendas que existem no seu arma-
zem para liquidago de con tas devendo as
mesmas fazendas serem vendidas pelos maio-
res precos que se offerecerem : Sexta feira lo
do corrente as lo horas da manh sem falta.
EJ" Hoje 9 do corrente as lo horas da ma-
nh era ponto, se arreraataro mpreterivel-
mento por intervengao do Corretor Oliveira
e por conta de quem pretencer 200 barricas
de farinha de trigo eni bom estado, e ptima
para bolaxa ; no armazem de Joaquim Lopes
de Almeida por detraz do theatro.
c?" Hoje 9 do corrente se faz leilo no
caes da Alfandega de urna porc,o de fumo
Americano em barris pequeos as 10 horas
. ______^^^^^^^
COMPRAS.
^ii#^w*^p ------------.........
SST" Urna escrava que saiba cozinbar e en-
f. ominar, astrm como se precisa de urna ama
faro Ojia da um honvTri sulteiro e tamban
S7* Muito superior gomma de araruta ou
mataran em porgo e a retallio por pre-
go mais barato do que em outra qualquer
parte :' na ra da fcadeia velha venda D. 59.
i/- Garrafas de agoa de caj espremda
em urna pronca com toda limpeza e se toma
freguezia para casa particulares ; em fora de
portas D. 16.
izr lima escrava de riacho angola, "de
idade de 26 annos e urna escrava creoula
ainda moca : na ra do Rangel D. 17.
Es" Urna casa na Cidadede Olinda na ra
de S. Pedro D. 21 : a tratar em fora de'"por-
tes detraz do pilar.
C7" Ps de craveiros-de todas s'qualida-
des : na SoKdade indo pela trompe lado di-
reito antes chegar a Igreja n. 17.
sjy lima negra creoula de bonita figura ,
eozinha sofrivel, e lie boa Iavadeira e ven-
dedera de ra : na praca da Boa vista D. 16.
Y3~ Vellas do carnauba de 6, 7 e 11 por
Iihraal024oa arroda j ha ra do Rangel
D.7.
t2T tima pouta de prata de boa qualidade ,
5 resplandores para Imagens de Christo eo-
lheres garfos e cabos de facas : na ra da
roda venda D. 8.
szr Urna bonita escrava creoula de idade
de 18 annos cose engomma c eozinha o
diario de urna casa ludo com asseio e per-
fei'Qo ou troca-se por um moleque bugal ,
com tanto que ten ha principios de eozinha ;
na na das Cruzes D. 19.
^S2T Na loja da quina da pracinha do Lf-
vrmento da viuva de Burgos, luvas bran-
cas de algodo para homem a 160 o par pe-
cas do algodozinho de 2o jardas a 2*200 e a
2*300 ditas de madapolo a 2*900 5*000 ,
5*200, 3*400, e 4*000, dilo de galo a 4*500,
ditos verdadeiros ditas de chita enfestadas a
5*000, 5*400 5.*600, 6*000, fil de linho
com flores a 1*120 a Vara, esguiOes de linho
a 900 avara panno da costa largo a 410 o
covado : cambraia com flores de l a 800 a
vara lencos de cassa a 460 ditos azues fran-
ceses a 200 ditos encarnados a 280 e 24o,
chales de chita a 1*120, ditos com franja a
1*200, e 1*280, chilaaliO o covado, gan-
ga azul a 100 rs. o covado loncos de toquim
da India a 2*000 chapelinhas para senhora a
2>000, chitas encarnadas propriamentc fran-
cezaa a 200 e 220 o covado loques chinezes
muito Undosa 4*000 lencos do fil de 5
ponas paninho, cassa lisa chapeos de
massa e de castor tudo polo prego o mais
barato possivel.
"* rJ' Muito finos chapeos de palha do Chile,
dito de seda da ultima moda para sen-hora ,
sedas para vestidos um completo sortimento
de calcado para senhora rap princeza de
Lisboa, superior a 2*200 a libra e outras
mutas fazendas de superior qualidade a prego
commodo : na ra da Cadcia quina do beco
largo loja n. 55.
j- 41 duzias de cuias de diversos tama-'
nhos as quaes sao proprias para quem tem
negras a vender na ra : na rtia do Vigario
armazem n. 14.
C5- Espirito de vinho de 56 graos proprio
para marcineiro a 1 *600 a caada azeite
doce de Lisboa a 4*800 a caada e a garrafa
a 64o, cha de 1/ qualidade 288o a libra de
2.' 2*560, de 5.a 2*240 vinhos engarrafa-
dos madeira secca e moscatel de Setubal,
paios, ChourssOs e presuntos de Lisboa ,
licores finos tudo por prego commodo : na
ra nova D- 2, venda de Manoel Ferreira
Lima.
ssr Potassa nova da primeira qualidade ,
chegada dos Estados Unidos no dia 6 do cor-
rente : emcasadcL. G. Ferrreira & Com-
panhia-
52T Urna molata de idade de 22 annos ,
sem >icio algum por pre^o comjnpdQ ; na [
ra do mondo novo D. 28."
teiro ,'a serraje "he to perfoit que parece ja
foi planado C por isso quasi nenhum tra-
balho d aocarpina para aparelhar e tahi-
bem tem costado e costadinho de amarelo de
5 palmos a 5 e meio de largo ptimo para
canoas e barcacas ; o deposito deste taboado
he defronU; de S. Francisco as casas novas
do Sr.Xiinha e no fundo da mesma da par-
te (la^mirc no mesmo armazem tera sacas
com boa farinha de mandioca do Rio de Ja-
naneiro a 5*000 a saca, e urna porgo de
caixas vasias para assucar.
xo As obras completas de Voltaireem 75
grossos volumes em 8., com bella encader-1
ifacflo feita em Franca novos, sem o menor
uzo boa edico c papel por prego com-
modo : na botica qdc foi do fallecido Narciso,
na ra da Cadeia do Recife.
SST Massos de linhas de Roris por prego
commodo ; na praga da Independencia nu-
mero 59.
^CT- Panno de linho aborto para toalhas
lenges/lsngos para grvala, meias de li-
nho curias, chapeos de sol de seda, toalhas
de linho para meza rosetas de ouro pora se-
nhora e meninas tudo do Porto e por proco
barato : na ra do Fagundes D> 4 sobrado de
um andar.
ssr Barricas com farelodc muito boa qua-
lidade a 4*000 e sem a barrica a 5*000 : no
armazem de Joaquim Gonsalves Viefa Gui-
maraes, junto ao arco da Conceico.
ssr Um escaler de conslrgo Brasleira ,
com 56 palmos de comprido para 6 remos ,
com lodos os seos pertcnces, tnenos mastros
e vergas : na ra do Apolo "no Recife, em
casa de Joaquim Baptista Moreira.
sey O casco de Urna venda com seos per-
tences m muito bom lotal para negocio :
a tratar na ria do Queimedo I). 22 ou na
ra do sebo no bairro da boa vista cOm fier-
nardino Jos Monteiro.
SST Salitre refinado, pihienta carne de
poico pixe em barris de 4 arrobas e cadei-
ras de balango superiores : na ra de cadeia
do Recife casa de L. G. Ferreira & Gompa-
nha.
szT- Um flauta de bnxo com lima s "cha-
ve nova que ainda nao teve uzo por pre-
co commodo : na roa direita loja de fazendas
). 41.
si?" Um escravo crcoulo de idade de 22
annos carniceiro C sapaleiro de boa fi-
gura e sem molestia : a tratar com Jos Loll-
rengo da Silva Jnior, ou com Joaquim
Claudio Monteiro na ra do Qucimad.
sr?" Um methodo para flauta e um flauta
de bano ; na ra da senzala velha loja de
barbeiro.
ssr No atierro da Boa vista loja D. 10 ,
fazendas em pegas e a retalho por fcarato pre-
go para liquidago de contos.
C7* Ou troca-se urna negra da cosa de
idade de 20 annos boa Iavadeira e quitn-
deira por um negro mogo, qne esteja acos-
tumado ao servigo de campo ; em S. Amaro
na estrada de Bollera no sitio de Joa Baptista
Claudio Tresse.
vj~ Estopa (io algodar grossn -, muito pro-
pria para em sacar assucar: em casa de L. G.
Ferreira & Companhia.
CJ* Tm flauta de bano com 4 chaves : ha
ra doQueimado loja de loga B-. 16*
se?" Vinhos finos engarrafados de madeira
secca malvasia e de Bucellasde 1854, por
duzias i em casa de L. A. Duborcq ra do
Vigario n. 16;
E^- Um sobrado na na direita com os
fundos para a Penha com chaos proprios ,
livre e desombarassado ou troca-se por sitio
com trras proprias : a tratar na ra do No-
gueira D. 19.
5" Um berro de angica do muito bom
gosto e por prego commodo : na ra do No-
gueira sobrado de nm andar D. 6.
lEf Um escravo perfeito carpma que se
d a contento ; nm moleque de idade de 2o
annos, perfeito canooiro ; um bom escravo
de muito linda figura perfeito official de al-
faiate e eozinheiro j urna prcta cozmhoira
e cose cha ; una
ver na escadinha junto a ponte da boa vista ,
para tratar no aterro da Boa vista loja de
fazendas D. 4.-
cy* Bichas pretas de Hamburgo a lOtfOOO
o cento na travessa do Bozario D. 12.
CJ" Caixotinhos com urna arroba de pera
secca de superior qualidade, assafates grandes
e pequeos dados para jogar e novos map-
pas Topogrficos da nova planta baixa da Ci-
dade do Porto : na riia dos Quhrteis loja D. 5.
s?7* Esteiras de carnauba propriaB para
sala e marquezas chegadas prximamente
e por prego commodo : no palco do Hospital
venda D. 4.
ST Um palanquim forrado ^ e pintado to-
do de novo, um banheiro de madeira novo
e ja pintado : na ra da senzala nova em casa
do Sr. Antonio Ribeiro, mestre pintor, no 2."
andar D. 25.
S27" ptimas bichas e charutos de todas
as dualidades : na ra do Gabug loja do Snr.
Bandcin?.
s^" Una escrava de bonita figura de ida-
de 2o annos eozinha rose e engomma li-
so : na ra direita D. 20 lado do Livramento.
assim como se conceiia obras de tartaruga :
na loja de tarta rugueiro no pateo do Carmo
sobrado da quina que volta para a ra das
trincheiras.
ESCRAVOS FUGIB0S.
-i- ...
S31* No dia 28 do passado fugio um mo-
Iatode norte Manoel estatura baixa rosto
redondo, pouca barba, muito flota, triz
lenco ao pscoco chapeo prelb 'calcado
com as meias sojas escravo de Francisco
Joo, do Pilar da 11 lia do I la marac ; quemo
pegar leve a ra da praa serrara d Constan-
tino Jos Raposo qUc ser gratificado.
SSF Fugio do abaixo assignado no dia 5 do
corrente um seu escravo creoulo de nome An-
dr estatura regular corpo secco bugo do
barba representa ter 2o annos de idade o
narizum'tanto chato, lhos vivos, ps sec-
eos com algumasmaroas de bechigas ; levou
vestido caigas de casimira de ir camisa de
chil azul e chapeo de palha ; rog-se a
quem soufcer de partecipar ao abaixo asigna-
do que ser recompensado; adverte-se mais
que o dito escravo veio da povoago do Bebe-
dor da Comarca de Garanhuns para onde se
julga ter fgido. .
Jos Joaquim da Costa.
S3T Desaparreo na noute do dia-2 do Cor-
rente um negro baixo grosso bem bar-
bado de uome Paulo meio bug, teni um
dodo da mo cortado pela uuha, e em Um
dedo grande do p aiintia levantada para ci-
ma e com feridas nos pfis demaneiras que
nao pode andar ; levou vestido camisa d al-
godozinho e calcas de estopa arremendad.
as entres peinas ; roga-se as authoridtfes
policiacs e capites de campo hajo de ap-
prehcndeNo e levar a padaria da cambo tfo
Carmo que ser gratificado.
s~y A abaixo assignada roga ao Perfeito e
mais pessoas que tendo desaparecido na houto
do dia 5 do corrente um seu- escravo de no-
me Anastaci qual tentara assassinaro fi-
llio da annunciante hajo de prendel-0 le-
var a nia larga do Rozaiio D. 7 por cima da,
loja do Sr. Lody.
D. Micaella do Jess Mara Braiher.
M0VIMENT0 DO PORfO.
NAVIOS ENTRADOS NO DIA 7;
e engommadeira e cose cha 5 urna negn-
nha e urna molatinha de idade de H a 12
annos sabendo ja coser bem : ua ra do Fo-
go sobrado ao p do Rozario D. 25.
S3- Ancorctas de azeitonas pretas bar-
ris de salmo ditos pequeos de conserva ,
inteiros o a retalho tudo chegado ltima-
mente de Lisboa 1 na ra da cadeia n. 61.
53* Urna eanoa a berta, de carregar quasi
nova ,. e pop prjc.50 muito comniqdjo para a
Flmuth Madeira e | Canarias 52 dia.s ,
Paquete Inglez Sevift Commahdante )o'
gls : ao Cnsul Iglez:
S. Catharina 5 35 dis Patacho Brasileiro
4deMaiodel35 tonel., Ctp. Jos Igna-
cio Pimenta, equip. 8, carga faririh dp
mandioca: a Joaquim Gonsalves Ferreira.
Porto 5 59 dias Brigue Portuguez Mara Fe-
liz de 252 tonel. Cap. Antonio Luiz Go-
mes equip. 24 carga vinho e mais ge-
heros : a Antonio Joaquim d Souza Ri-
beiro.
NEW YORK; 46 dis, Barca Americana Gi-
mos de 506 tonel. Cap. David Smilh ,
equip. 25 carga aprelhos para pesca ao
Capitao ; veio largar um marinheiro em
torra.
Boston; 46 dias Patacho Americano Lucy de
,*l()t tonel. Cap. Stewen Towle equip.
8, carga barricas vazias mobilia e mai
gneros : a Henry Forsler & Companhia,
SAIIIDOS NO MESMO DI V
Cliflon Cap.
que tronxe de
NEWZealand ; Barca Ingleza
S. A. Cox carga a mesma
Plymonth.
RECIFE NA TVP. HE M. F. DE F. -r- 1S11,


Full Text
xml version 1.0 encoding UTF-8
REPORT xmlns http:www.fcla.edudlsmddaitss xmlns:xsi http:www.w3.org2001XMLSchema-instance xsi:schemaLocation http:www.fcla.edudlsmddaitssdaitssReport.xsd
INGEST IEID EWSKUSTFF_KRNXVQ INGEST_TIME 2013-04-13T01:00:51Z PACKAGE AA00011611_04369
AGREEMENT_INFO ACCOUNT UF PROJECT UFDC
FILES